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REGISTRODPF 376.P.

209173

LOCALIZADORDE TERMINAISDE
rRANsrsroREs r CTIRSO DE ETETROIIICA
A
AJUDA
* A ELETRÕNICA
LOCALIZADOR DE METAIS
ECONOMIZAR
COMBUSTÍVEL

MAIORSENSIBILIDADE
NA RECEPçÃO
PUBLICAÇOESDA EDITORA SIGNO LTDA.
Orientaçãode A. FANZERES

nÁplo-rv rÉcnlco..............o....Cr$
1Sr00
ETETRôNrCA PARATODOS Cr$ 15,00
MUNDO ELETRôNICO ..............
cf,$ 15,00
8SqUEMAS...........................,........,Ç1$
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DE TRANSISTORES pHrLCo Cr$ 15,00
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TELEFUNKEN..--
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Pcdido prn Rur C,oiá1 lJó4 - erintino.

EDITORA
para consulta
,
Cofe este cupão na carta
em gue fizer sua consulta. consufta,enviando nome
Escrevasucintamentesua endereço. codigo postaf
ctaramente.

S IGNO

EDITORA SIGNOTTDA.
8u4 Goiás,l164 - Quintino
Riode Janeiro

Diretor/Responsávet:
wAL_DEMrRo BARBosADA srLVA
, OrientaçãoTécnica:AFot.Lor{
rÀrrzenÉj'-'

" D i stri bui ç_ão:_.,a^,r


n F E RN A N D OC H IN A GLIAD IS TR IB U ID OR S A .
Jufho sirva,
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*f,-lf,M*rrw:*
&;w;ol
Veiam nesta'ediçãoo artigo sobre DX. É uma oportunidade.para_ lazer e-também para
gairtrardinheiro. Existem multas oportunidadespara o lécnico desenvolveÍeste cam-
õo. Há muitaspessoasaposentadas temporariamente' ou, em deÍinitivoque por qual-
quer razão não podem ter muita mobilidade.Paraelasé uma ólima praxiterapiapos-
suir um rádio e licar "pescando" as estações de ondas curtas e mesmo ondas mé-
dias distantes.Vai se divertir,Íicar menostenso, Breocuparmenos os parentese tam-
bém Íicar menosligado a outros problemaso que só poderá làzer bem a todos. E o
técnico aí está para arranjar rádio, instalar antenasetc.
Os nossos Amigos-Leitoresdevem aproveitarda vanlagêm'queoÍerecea FEIRAELE-
TRoNICA. Nela podernser colocados,absolutamente GRÁTIS,qualquertipo de anún-
cio, aviso, pedido, oÍerta etç. E a FEIRA lem uma penetração em todas as regiõegdo
país. Experimenteri.
E aqui.vai um aviso importanteNão aceitem,mas não aceitemmesmo,revistasmuti-
ladasnsem capa. Os jornaleiros têm o hábito de restituir a capa, para a Editora,ale-
gando que não venderama publicaçãoe assimtudibriaü leitorese editora. Não acei-
Íem revistasmutíladase escievamóara nós. Tomaremosprovidênciaspàra coibir o
abuso.
E aos Amigog-Leitores quê têm diÍiculdadesem obter as revistassugerimosque iaçam
assinaturas.Evitam assim serem yítimas do que denunciameislinhas acima.
Até a próximaedição.
A. Fanzeres
:
cx. postàl 2483 - zc-00
20.000- Rio

Dirctor f,cseonrárel:
WALDEMIRO BARBOSA DA SILVÀ
Orirntrção ïécnice:
Distribuição: AFOTLOI{FANZERES
FERNANDO CHINAGLTA S/4.
Rua Teodoroda Silva,9O7 Editora SlGt{O Ltde.
Riode Janeiro
RueGoils. l.l6a
7.OOO
COMPONENTES

Esta pequenabastilha contendo o equivalentea 2 metros de circuito de alumíniointer-


ligando 7 mil componentes,tem na realidadeapenas 5,8 milímetrosquadrados sendo
o primeiro microprocesadora ser inteiramenteprojetado,aperfeiçoadoe Íabricado na
Europa. Ha 25 anos o primeiro computadorcomercial de potência equivalenteÍoi pro-
duzido pela mesma Íirma britânica. Ferranti Ltd.. porem naquela ocasião o equipa-
mento abrangíauma árba de 80 metros quadrados e continha 8.000 válvulas. A Fer-
ranti Ltd,, Digital Systems Division. Western Road. Bracknell, Berkshire, RG12 lRA,
England é representadano Brasil pela COBRA. rua Mamanguape 40 s. 20, Jacarepa-
guá, Fìio.
(foto BNS)

{Ìr " '};


TESTE PARA AUDIO

O instrumentoou teste que descreveremos. O teste se compõe de duas seções: o gera-


operado a bateria, permite examinar circui- dor de sinais com controle de amplitude e
tos de áudio, possgindo um gerador de si- um indicador de nível de áudio.
nais com atenuadore um medidor de saída' Na figura 1 temos o circuito elétrico. A se-
O sinal de saída é sinusoidale o atenuador ção geradora está atribuídaa TR1 e TR2 en-
destina-sea reduzir a amplitude do sinal a quanto TR3,:TR4e TR5 e seus componentes
ser aplicado. se constituemno indicador de nível.

Fìs.|. L:3
DGS
2N38t9

1 Esquema completo do teste de áudio.

TR'l funciona como emitodino. Aqui -cabe urna espécie de acoplamento,,oculto" ou in-
um parêntesis.Aos leitores menos familiari- visível para Cl desde o coletor através do
zados com os semicondutoresrecomenda- condensador de passo C6. Na prática o os-
mos a leitura dos livros: Curso de Treina- cilador Íunciona bem, produzindo uma fre-
mento de Transistores-Philco;Curso de Tran- qüência de 2KHz.. O ajuste de Rl coloca o
sistoresTeleÍunkene Transistoiessem Teo- circuito em oscilação e a posição deve ser
ria de A. Fanzeres. A polarização de TRl é escolhidaentre o melhor compromissoforma
fornecida por R5 e R6 atuando como resis- de onda/amplitude.
tor de carga do emissor. Um acoplamento
entre base e emissor é eÍetuado através da Se Íor aplicada uma carga diretamenteno
rede constituídapor R1, R2, R3 e R4 e C1. emissor do TR1 o oscilador pode parar de
C2, Cg e C4, ocorrendo a oscilação na fre- oscilar. Para evitar isto, TR2 em disposição
qüênciaem que o emissore base estejamem "emitcdina" fica situado entre TR1 e a saí-
fase. O circuito não é muito comum, dando da (SK1) permitindo baixa impedânciapara
o transiFtorum ganho de voltagem menor esta sem carga excessivapara o circuito os-
que a unidade,ge bem produza,naturalmen- cilador. A amplitudedos sinais de saída são
te' um alto ganho'de corrente. Há também controladospor VR1.
o

ooooo

oooooo

Fig. 2.

2 Chassi impresso. As lêtras T indicam Íuros


para Íixação.

A entrada para o indicador de nível é em Depois de pronto e verificadotodas as liga-


SK2, sendo aplicado o sinal a ser medido, ções os resistoresR1 e R13 devem ser ajus-
ao transistorFET TR3, que na ciisposiçãoem tados. Note-se que neste ajuste a bateria
gue está, apre.sentauma impedânciade 3,3 NÃO DEVE ESTAR LIGADA, até que o cur-
Megohms. Se um sinal de áudio, muito ele- sor de R13 esteja próximo ao lado negativo.
vado, for aplicado,pode ocorrer a destruiÇão R1 deve ser ajustado para uma resistência
do FET. Deste modo recomenda-seo uso zero entre C1 e a junção R2-C2" v
deste teste só para medidas de áudio fre-
qüência,onde as voltagensde saída não se- Agcrraliga-se a bateria e o teste. Com um
jam excessivamenteelevadas. medidor de corrente, ligado previamentena
linha positiva de alimentação,verifica-sese
A saída de TR3 é aplicada ao potenciômétro o consumo é da ordem de 5 MA. Um Íone
VR2 e daí ao transmissorTR4 que é um am- de alta impedânciaou a entrada de um am-
plifìcador de voltagem, de alto ganho, em plificadorde áudio,devé ser tigado em SK1 e
disposiçãoemissor ccmum. A Í.unçãode C9 VR1 ajustado de acordo. Deve-se procurar
é assegurara estabilidade,cortando as Íre- uma posição de R1 em que o sinal seja ele-
qüênciasmuito altas. vado porém a nota musical tenha pureza. O
O potenciômetroR13, tipo pre-set,é ajusta- ajuste de R1 diminui a intensidademas me-
do de tal modo que TRS, na falta de sinal lhora a qualidade. Haverá um ponto de
cje entrada, esteja começando a conduzir. ccmpromissoótimo, onde R1 deverá perma-
Quando um sinal é aplicado,os meios ciclos necer.
negativosdesde TR4 farão com gue TRS nâo Depois procede-seao ajuste de R13, aumen-
condensa, porém os meios ciclos positivos tando a resistênciaentre a base de TRS e o
Íarão com que TR5 conduza, produzindo-se lado negativode alimentaÇão, sempre obser-
enião uma indicaçãono medidor. As indica- vando o medidor M1. Haverá um ponto em
çoes do medidor aumentamà proporçãoque que o ponteiro e M1 se moverá para a fren-
aumentam as amplitudes dos sinais de en- te. A posição certa de R13 é aquela em que
tracia; a função de R14 é limitar a corrente o ponteiroapenasse move um pouco para a
e evitar que ultrapassede 1 mA. Írente.

.r--r
1
Liga-se a,saída do gerador (SK1) à entrada Regula-seVR1 para dar várias indicações de
do medidor de nível (SK2). Cotoca-seVR2, nível em iúl e marca-seuma escala para Íi-
que é o controle de sensibilidadedo medi- car solidáriacom o eixo de VR1.
dor de nível, na posiçãode ganho máximo.

*.í1 R1
:F
'#"il'$'"
,o"U
$ls
s Kz
Fis.3.

3 Disposiçãodos componentesno chassi iin-


presso. A eonexão (A) vai a R14 e o negati-
vo de Mí; (B) vai ao positivo de M1 e C vai
ao borne negativo da bateria.

Para aplicar o teste liga-sea saída do gera- estágio em estágio chega-secom o medidor
dor (SK1) à entradade um amplificadorque de nível à saída quando a deflexãodeve ser
esteja em boas cgndições;reduz-sea sensi- a maior.
bilidade do medldor de nível (VR2). Liga-se O leitor engenhoso pode colocar escalas
a entrada do medidor (SK2) ao primgiro es- com indicações arbitrárias em VR1 e VR2,
tágio do ampliÍicador. Regula-seVR2 para
bem como na escala do medidor e deste
uma inÇicaçãomínima adequada. Passa-se
modo obter uma fonte de referência para
SKf para o segundo estágio e observa-se
medir o desempenhode amplíÍicadores.
M1. O ponteirodeve dar maior deÍlexão. De
LISTA DOS MATERIAIS

Todos resistoresÍixos são de 1l w 10o/o C7 .022 tubuÍar


R1 50K tipo pre set C8 .022 tubular
Cg .01 tubular
R2 5,6K
C10 .022 tubular
R3 1 ,2R C11
R4 5,6K 100 mfd x 10.v.
R5 2,7 Meg
TRl BC 169C
R6 4,7K
TR2 2N 3711
R7 270K
TR3 2N 3819
R8 150K
TR4 BC 169C
R9 3,3 Meg
TR5 BC 109
R10 1 ,5 M e g
Rl1 5,6K
R12 1K
R13 1 Meg tipo pre set (Recomendamosconsultar as publicaçÕes
R14 1 0K sobre equivalênciade transistores,de A.
Fanzeres,para encontraros substitutosde
VRl 10K linear transistoresque não existam,no momento,
VR2 5K linear com interruptor51 no país.)
SK1 terminai saída, tipo RGA, concên-
c1 .022 ceràmica trico
c2 .01 poliester SK2 terminalentrada,tipo RCA, concên-
c3 .047 tubular trico
c4 .01 poliester. Ml 0-500microamperes
c5 .022 tubular Sl interruptor associadocom VR2, 1
o6 100 mÍd x 10 v. polo 1 posição

LEIAÀ't
Revista

EIETR0I{ICA
ÏODOS
PARA

à MELHOR
REVISÏA
DO cÊxnno
NAS BANCA.S
LEITURADE CORRENTECOM BAIXA
QI,EDA,DE VOLïAGEM

Na maioria dos V.O.M.(Volt-Ohm-Miliampè- A posição 3 da chave seletora,seleciona uma


res) existentes no mercado há um detalhe Íaixa de alcancè de corrente mais elevada
que se poderia considerar como negativo. e na posição 4, finalmente temos a posição
de maior corrente para este circuito, já que
Devido em parte ao fato que usam circuito
a derivação se constitui de R4 somente.
de derivação (circuito shunt) uma queda de.
voltagem nruito elevada ocorre nos terminais Na posição.4 da chave, o medidor é ligado
das pontas de prova, quando o VOM é usado a R4 através de R1, Fì2 e R3 para produzír
para medir correntes. uma deflexão total no medidor; o que não
aconteceria se R4 fosse üm só resistor li-
Porque isto ocorre pode ser melhor com- gado diretamentenos terminaisdo medidor.
preendido se examinarmoso circuito típico
de derivação da figura 1. Neste caso a faixa Na Íigura 1, para facilitar a explicação não
de alcance mais baixa para medir corrente Íoi indicado o "resistor de compensação"
é obtida quando a chave seletora está na que normalmentese acha localizadodentro
posição 1. Neste caso, a derivação nos ter- do próprio instrumentoe ligado em série com
minais do medidor se constitui de R1, R2, a bobina móvel do mesmo. A função do re-
R3 e R4 em série. Se a chave seletora é pas- sistor de compensaçãoé equilibrar a resis-
sada para a posição 2 o valor da derivação tência da bobina móvel do instrumentoJafe-
diminui, já que agora se constituisÓ de R2, tada pela temperaturaambiente.A existên-
R3 e R4 somente. Assim a posição2 da cha- cia deste resistor de iompensação obriga
ve seletora correspondea uma faixa de al- gue uma voltagem mais alta exista nos ter-
carìce de corrente mais elevada do que a minais do VOM para que se obtenhauma de-
posição 1. flexão total, quando rnedinclocorrente.

R2 R3 R4

lsto nos levaà conclusãoque emboraa dis, de correnteelevada.EstavoÍtagem, parade-


posiçãode derivaçãouniversalseja ótima flexãototal,na prática,pode ser muito ele-
para o VOM disporde váriasescalasde al- vada.
cancespara medir corrente,possui,justa- Em um VOM de baixopreçoobservou-sé que
mentelcom o resistorde compensação, a a voltagemnos terminaisdo mesmoera de
desvantagemde necessitaruma voltagem 1 volt paraa escalade correntede 0-10mili-
muito elevadanos terminaisdo VOM para ampèrese acimade 1,5 volts para a escaÍa
produziruma deflexãocompletanas faixas de 0-100mA. Estasquedasde voltagemnos
terminaisdo VOM podem ocasionarcOnfu-
sõesquandomedindocorrentesem circuitos
transistorizadosde baixa voltagem de ali-
mentação.
Umasoluçãoparao problemapode ser apre-
ciada na Íigura 2. Neste caso a correntea
ser medida é passada através da junção
emissor-base de um transistorde germânio;
neste caso a queda de voltagementre os
dois pontosem qus a correnteserá medida
é apenasda ordeme 0,2 volts.
C VOM com seu seletorcolocaona Íaixa de 18 é adequado. Para correntes mais eleva-
correntedesejadaé então-acoplado entre o das será convenienteusar um transistorde
coletordo transistore o terminalnegativode germânio de potência como o OC 36 ou si-
uma bateriade 3 volts. O terminalpositivo
milar. Aqui cabe uma recomendação.Todos
da bateriaé ligadoà basedo transistor. que lidam com transistoresdevem adquirir
Com esta disposição,haverásomenteuma os guìas e manuaisde equivatênciade tran-
queda de 0,2 volts entre os pontos de teste sistores publicados sob a orientaçâo de A.
já mencionados.Tambémo VOM indicará Fanzeres.Deste modo podem usar um subs-
quase corretamente, a correnle Íluindo na tituto quando o original recomendado não
junçãoemissor-base do transistor. seja encontrado.
A explicaçãopara o que dissemosacima é Uma regra a ser usada no tipo de transistor
a seguinte.O transistorestáoperandocomo empregado é que a corrente a ser medida
amplificadorde base comum e assim tem não exceda a corrente de base máxima do
um ganho de correnteligeiramentemenor transistorusado no circuito da Íigura 2. lsto
que a unidade(aos leitoresmenosfamiliari- para o ACY 18 é de 0,25 ampères ou seja
zadoscom o funcionamento dos transistores 250 miliampèrese para o OC 36 1 Amp.
recomendamos o livro TRANSISTORES SEM
TEORIA,de autoriade A. Fanzeres). Se possível deve escolher-seum transistor
A cor- que possua uma (hFE) bem elevada já q,ue
rente do coletor fluindo atravésdo VOM é
isto assegurará leituras mais precisas no
igual à correntedo emissor-base, menos a
pequenaquantidade de correntede basere- VOM. Não é possível usar transistoresde
queridapara mantera correntedo coletor.. silício porque têm, uma queda de voltagem
muito elevada nos extremosda junção emis-
de o transistortiver um ganho de corrente-
de 100 o VOM indicará17o menos sor-base.
Na disposição da figura 2 não foi Índícado
Na disposiçãoda Íigura2 pode-semedir al-
um interruptor,porque so é drenada corren-
cancesde correntede 10 a 100 mA em cir-
sem problemas. te da bateria de 3 volts, quando o VOM e
cuito transistorizado,
ligado aos pontos indicados pela letra (T)
Para correntesaté 100 mA o transistorACY rra figura 2.

CADASTRO
Envie Eeu nome e etrdeneço conpletos pera registro gitir
no crdsstrc, e fim de se hsbilittr ao Fecebimento de irúor-
meçõee e lolhetos técnicos.
C. Postal 24&i - Zf.4Í}.
' m.mo
ç"-_T

,8
MEDIDASDE
CORRENTEDE C.A.
Às vezestemosnecessidade de medir a cor- L. Stevens.
rente alteradaque circula por um aparelho Coloca-seem série com um dos'Íios que le-
ou circuito. Normalmente os VOM não pos- vam a corrente alternadapara o aparelho,
suem facilidadespara medida de corrente equipamento ou circuito,um resistorde bai-
alternada. Não confundam- possuemos xo valor (10 ohms).Depoiscom um VOM,
VOMfacilidades paramedirvoltagemde cor- na escalade volts,correntealternada,mede-
rentealternada,porériÌrmedir
ampèresou mi- se a diÍerençade potencialnos extremosdo
liampèresnão: São escassosos aparelhos resistor.Na figura 1 temos a disposiçãoem
desta espécle. Como Íazer então,para apli- apreço. Uma vez medidaa voltagem,apli-.
car um VOM a fim de medira correntealter- ca-sea lei de ohm, para'determinar a cor-
naciaque circulaem um circuito? rente: | : E/R ou seja a correnteem am-
Eis a solução,que nos é dada pelo Radio& pèresserá-igualà voltagemdivididapela re-
ElectronicsConstructorem um artigode S. sistência.

lOwotts
Sr r er r

r=Ë Fig. !,.


, Sup o n n am oqu
s e n o exemploda figura'1a ção cio resistor,um valor muito alto. O má-
voltagemindicadafoi de 5 volts. A corrente ximo permissível, paraque não prejudiqueo
será: 5/10 ou seja 0,5 ampèresou 500 mili- funcionamento do aparelholigado à rede é
ampères. de 100 ohms como se vê na figura 2 e que
jNaturalmênlenão sg pode inserlr na posi- i permitirámedir correntesinÍerioresa 0,1

"s
o-/

lOOn
lrctt

V
l= m Fig. 2.

amp. Por exemplo,no caso da figura 2 se maneira de Íixar estes fios de resistência de
a voltaggmmedida fosse de 5 volts a cor- modo que apresentem bom contato e não
rente seria 5/100 ou seja 0,05 ampères(50 câuSêÍÌÌ,queimadurasem quem manipula o
miliampères). adaptador. A precisão do valor destas resig-
Resumindopodemosdizer que os resistores tências não é muito importantepara o caso
presentee deste modo o leitgr pode dispor
a seremusadospara correntesde 1 a 3 am-
pères devem ser de 1 ohm, para correntes em sua bancada de um "medidor de corren-
de 0,1 a 1 ampèredeve ser de 10 ohms e tes de c.A." que é muito útí|, no exame de
para correntesde 0,01 a 0,1 amp. deve ser aparelhos,pois ajuda a determinarse o con-
de 100 ohms. Para os resistoresde 1 a 10 sumo é excessivoetc.
ohms a potênciade dissipaÇão deve ser de
't0w e para o resistorde 100 onms a dissr-
paçãomáximaserá de 1w.
Estesresistoresde maior dissipaçãopodem
ser conseguidosfacilmenteaproveitando-se
parte de uma "resistência"de Íerro de pas-
sa.r.Com a ajuda do VOtú na escalade me-
dição de resistências,co,rta-seum pedaço
que apresente1 ohm e resistência e outro
que apresente 10 ohms.A engenhosidade do
leitor naturalmenteíndicarf qual a melhor

lol
LOCALIZADORDE TERMINAISDE
TRANSISTORES LED3 LEDI
LED2 LED4
\ i er

Quem lida com transistores,em qualquer i


quantidade, deve concordar que a variedade I )
de encapsulamentose disposição dos ter-
minais dos transistores torna um verdadeiro
pesadelo quando se necessita identificar a *ï\
base, emissor e coletor de um semicondutor B

!=,N
do qual não temos a indicação o fabricante. È
Há naturalmenteo recurso de apelar para um E c
manual ou guia de transistores, mas às ve- B c
B E
zes o mesmo não consta na edição de que
dispomos. Como fazer. A resposta é dada
por este localizadorde terminais,que se bem
E
o o
B
õ-gr
seja um pouco trabalhoso,compensaampla-
mente, pelos resultados positivos que apre-
senta.
O circuito que vamos apresentar é baseado
em um trabalho original de J. R. Davies,co-
laboradorda excelenterevistainglesaRADIO
& ELECTRONICSCONSTRUOTOR e do qual,
data vênia, citamos pontos convenientes.
numerados 1,2 e 3. Sobreos mesmosexis-
Este localizador permite a determinaçãode tem 3 colunasde gruposde letras. Pe!acon-
qualquer terminal de qualquer transistor bi-
polar, permitindo também saber se é pNp lugaçãoda chave52 e os três terminais,é
'possÌvet
obter qualquerdisposiçãode cole-
ou NPN. ior, base, emissor. Vejamos um exemplo:
Os tipos de transistoresque podem ser iden- com 52 na 1.a Posição,em cima, temos o
tificados por este Ínstrumento'situãm-se na terminal1 para o coletor (C), o terminal2
ampla faixa que vai desde os..ampliÍicadores para a base(B) e o terminal3 o emissor(E)'
de sinais debeis até os amplificadoresde po-
tência, sejam eles de germânioou silício. Quandousandoa chave51 e 52, haveráuma
condiçãóem que dois LEDficamacesos,per-
O reqqisito mais importante para este teste mitindomedira polaridade(NPNou PNP)e
funcionar é que o transistortenha um (hFE) determinaros terminaisB, C, E. Voltaremos
ao redor de 10 ou mais. Aqui um parêntesis a este ponto de exame,mais adiante.
aos leitores menos Íamiliarizadoseom o fun_
cionamento de transistores:recomendamos
O circuito funciona baseado no seguinte
gue proourem adquirir as seguintespublica_
princípio. A chave 52 apresentavárias al-
ternativasde possíveiscombinaçõespara os
ções: Curso de Treinarnentode Transistores termird's B, C, .E, a um circuito "sensor".
da Philco, Curso de TransistoresTelefunken
e Transistores sem Teoria de A. Fanzeres.
Estecircuitosensorestá índicadona Íigura
Nessas obras os leitores encontrarão todas 2. Sua funçãoé indicara exata polaridàde
do transistor(NPNou PNP).Para'evitar con-
as explicações necessáriaspara compreen- indicadosna figura
der como funcionam estes semicondutores. fusões,os componentes
2 têm a mesmaindicaçãoalfanumérica que
Na Íigura 1 têmos a disposiçãodo painel de os componentes, no circuitocompleto indi-
controle. Na parte esquerdasuperiorsituam- cado na figura6, quandona mesmafunção.
se quatro LED (diodosemissoresde luz). Na
parte superior à direita,está a chave 51, de Por esta razão surge na figura 2, TR3, TR4
3 posições,que são, em cima NpN, no cen-
e TRS. sem fazer reÍerênciaa outros tratt-
tro, deslígadoou OFF e embaixo pNp.
sistores,o mesmosucedendoàs indicações
de outros componentes.
Logo abaixo da chave 51 está a chave 52
que é de 6 posições relativas às possíveis TR3 e TR4 são dois transistoresde silício,
combinações,de ordem, dos terminais dos
de elevadoganho,ligadosem "série"' com
transistores: Emissor, Base e Coletor. Mais
um diodo LED inseridono circuitodo cole-
abaigo está o contrôle VR1 cuja função se
tor de TR3.
explicará mais adiante. Na parte inferior, à Uma correnteconvencional de algunsdéci-
esquerda,'existemos três terminajsdo teste. mos de microampéres, fluindo (do positivo
.l
t--
1
I
11
I
para o negativo)desde a base de TR4 é su-
Íiciente para tazer que TR3 conduza livre-
mentee faça com que o LED 2 acenda.A
função de VRl é promoverum ajuste,.para
o caso de que dois LED acendamsimulta-
neamente,com o posicionamento de 52. Até
o mornentoem que deva ser ajustado,VR1
oeve ficar em uma posiçãoque introduzaa
menor resistênciapossível,ou seja, o cursot
de VRl deve Íicar do lado de R3. A propó-
sito - R3 é um resistor limitador de cor-
rente.
A funçãodo transistorTRS,de silício,é con-
trolaro segundodiodo(LED3). VR2deveser
ajustadode modoque LED 3 acendaquandb
uma correntede algunsmiliampéres circuie
'rpelo resistorlimitadorR4. O modo de ajus-
tar VR2é muitosimplese não apresentapro- Fis. 2
blemascomo veremosmais adiante.
Os três pontos"X", "Y' e "2" lígam o teste
à unidadesensora,por intermédiode 52
como se pode apreciarna figura .6.
Vejamoscomo a unidade sensorase com- O circuito sensor n.o 1 é muito mais sensível
porta para as várias conexõespossíveis.O que o sensor n.o 2. Devemostambém ter em
leito deve lembrar-seque um transistorbi- mente que o circuito sensor n.o 1 que usa
polar pode ser comparadoa dois diodosli- dois transistoresde silício não indicarâa pre-
gados em oposição(back{o-back). sença de corrente até que no ponto (Y) exis-
ta Temos 1,2 volts negativos.
Podemoscomeçara análise,com o exemplo
de um transistorligado como se indica na Na figura 3A a corrente para a frente, Ílui
Íigura3 (A),onde o tipo é PNPe com o co- através da junção coletor-basedo transistor
letor ligadoem X, o emÏssorem Y e a base sob exame, p,arao sensor n.o 2 e este indica
em Z. Parasimplificaras explicações vamos a presença de corrente ,acendendoo LED
chamaro circuitoconstituído por TR3-TR4 de respectivo. A base do transistor sob teste é
sensorn.o1 e o constituído por TR5 de sen- mantida em 0,2 ou 0,6 volts negativose se-
sor n.o2. gundo seja de germânio ou silício e nem a

EM SÃO PA ULO... HOSPEDE.SE


NO LAR DA FRATERNIDADE

RUA BARÃO DE PIRACICÁBA,105 Tel. 220-4012

Afém de estar juntinho à Rua santa lÍigênia,onde se localizao maior


númerode casas especializadas em elelrônica,íica fronteiroà Estação
Rodoviária

t2
(d)
Fig 3

corrente cle escape ou retrocesso pode Íluir scb teste é polarizadaem direção inversa e
no circuito do sensor n.o '1. Deste modo so- não há possibilidadede circular corrente
mente um LED acende. para a frente no sensor n.o 2. Como a base
Na figura 38 o transistortem as mesmasco- está sob o mesmo potencial que a linha de
nexões, porém é do tipo NPN. Ambas jun- alimentaçãopositiva,nem corrente de esca-
pe pode fluir no sensor n.o 1. Do mesmo
ções do trânsistorestão polarizadasem re-
verso e nãei pode fluir corrente para a fren- inodo, não pode circular corrente de escape
te. A corrente de escape pode Íluir na jun- no sensor n.o 1, na dispsição da figura 48,
ção base-emissore se for suÍicientemente se bem possa circular corrente para a frente
intensa, sua presença será indicada pelo na junção emissor-baseno sensor n.o 2 que
sensor n.o 2 que é menos sensível. Deste indicará a presençadesta corrente. Na dis-
modo ou não acende nenhum LED ou so- posição da Íigura 4C temos o mesmo resul-
mente um. tado da figura 4A com a junção base-coletor
polarizada em sentido inverso, o que evita
A disposiçãoda figura 3C dá o mesmo efeí-
circulação de corrente no sensor n.o 2; tam-
to da figura 3A. A correntepara a Írente,cir- bém não pode circular corrente no sensor
cula na junção emissor-basedo transistor n.o 1. O mesmo ocorre na Íigura 4D que se
sob teste e sua presença é indicada pelo
assemelhaà figura 48 e permite a circula-
sensor n.o 2. O circuito da figura 3D dá os
mesmos resultadosda figura 38. ção de corrente no sensor n.o 2 através da
polarização para a frente da junção base-
Na figura 4 de (A) ate {D) estã* indicadas coletor do transistor sob exame.
mais quatro combinações possÍveis. Na fi- Na figura 5A a Íuncão base-emissoré pola-
gura 4A a junção base-emissordo transistor

Fis. I

I
rizada em reverso e deste modo não pode sor", ambos os LED acendem e os terminais
circufar corrgnte para a frente, no circuito. do transistor,sob exame, podem ser identifi-
Também a base do transistor sob teste não cados pela tabela existente acima dos pontos
pode Íicar negativa,desde a linha positiva marcados 1, 2 e 3 e à esquerda da chave
de alimentação,em valores que excedam 0,2 52, na figura 't. No painel do teste pronto
ou 0,6 volts, segundo seja de germânio ou pode ser colocada a tabela impressa sobre
silício devido à junção coletor-base.Em de- cartolina ou oulro material que assegure re-
corrência não circula corrente de escape no sultados semelhantes.
sensor n.o 1.
Existem ainda mais dois métodos de exame
Até agora examinamos nove possibilidades dos terminaisde um transistor,sendo que o
ou métodos diferentes de ligar o transistor segundo destes métodos, dá um resultado
aos pontos l'X", "Y" e "2". Em todos os inesperado. O primeiro método pode ser
casos, não há indicação de circulação de apreciado na figura 5C que é praticamente
corrente pelos dois sensoresou um deles in- igual à figura 5A. Não podem circular cor-
dica o fluxo de corrente. rentes de escape ou para a frente, nos sen-
A próxima disposiçãoa ser examinadaé da sores n.o 1 e n.o 2.
figura 58. Podemosabandonarqualquerpen- A combinação final de ligações está na Íi-
samento de corrente para frenie ou reversa gura 5D. Pensando em termos de junções
nas junções do transistorsob teste, porque pclarízadasdireta ou inversamente,podemos
temos uma configuração "emitodina'. Uma veriÍicarque uma correntepara a frente pode
corrente relativamentealta flui através do co- circular através do sensor n.o 1 via junção
letor e emissor do transistor sob examê e base-coletor polarizada para a Írente, do
sua presença é indicada pelo sensor n.o 2 transistor sob teste e em seguida através do
cujo LED acende. É necessáriouma corren- sensor n.o 2. A junção base-emissordo tran-
te baixa, na base, para manter a corrente no srstor é polarizada em reverso e não afetará
emissor e esta corrente de base passâ atra- este fluxo de corrente. Como pode ser ob-
vés do sensor n.o 1, acêndendoo respectívo servaciona figura 2, o sensor n.o 1 inclui o
LED. resistor limitador de corrente R3 e assim a
Temos até agora as ligações do transistor corrente que cicula é suficientepara ser in-
que são necessárias para fazer acender os dicada pelo sensor n.o 1, porém é muito bai-
dois LED da Íigura 2. Os dois LED acendem xa para ser indicada pelo sensor n.o 2, re-
quando o transistore do tipo NPN e quando sultandoque so um LED acende.
seu coletor é ligado ao ponto "X", sua base Forém não podemos pensar somenteem ter-
ao ponto "Y" e o emissor ao ponto "2" Quan- mos de corrente para a frente das junções,
do a chave 52, no localizador da figura 6 no circuito da figura D porque há uma outra
apresenta esta configuração ao setor "sen- conente a ser considerada também. Esta

Fig. 5

14
correntesurge porque o transistorno cir- qLlantoa posição correta pode. Deste modo
cuito da Íigura 5D é outro "emitodino". a chave 52 permiteobter a única posiçãoem
que ambos os LED ficam acesos. Na maio-
Devidoa sua construçãosimétricatodos os
ria dos casos de transistoresexibindo situa-
transistoresde junção apresentamum nível
de ganho de corrente,quandoestão assim ções "inversas" basta girar VR1 cerca de lO
graus para eliminar a indicação incorreta.
ligados,onde o emissorassumeo papelde
coletore o coletorassumepapel de emis- Os circuitos sensores da figura 2 permitem
sor. Com alguns transistoreso ganho de ídentificaros terminaisde transistoresNPN.
corrente.com esta "inversão"é muito bai- Se Íor invertidaa polaridadeda alimentação
xo, enquantocom outros transistoresé sur- e a polaridade dos transistores, podemos
preendentemente alto. Devidoa este eÍeito, usar o mesmo circuito para identiÍicaros ter-
lrá uma correnteadicional fluindono circuito minais de transistoresPNP.
da Íigura 5D. É a corrente passandoatra- Na figura 6 temos o circuito completodo ins-
vés do emissore coletordo transistor,conì trumento, à excepção da chave 52 que é de-
estes elementosdesempenhando papel um
talhada na figura 7. O ponto X da Íigura ?
do outro. A corrente pode ser bastanteele-
corresponde ao da conexão ao polo S2a, o
vadaparacausarindicaçãopelosensorn.o2 ponto "Y" corresponde ao polo S2b e o pon-
e assim ambos os LED acenderão,como to Z correspondeao Polo S2c.
ocorrena disposiçãoda Íigura58.
Na figura 6 a chave 51 é rotativa, de 4 po-
É para evitar equívocoscom esta situação lcs 3 posições. Quando colocada na posi-
que o contrôle.VRída Íigura2 sérve.Se ao
girar 52, encontramos duas posiçõesque fa- ção NPN o circuito da figura 6 é idêntico
ao da figura 2. Quando 51 está na posição
zem acenderambosao LED umadelasé cor- PNP, permite que TR1 e TR2 façam.a Íun-
reta (comona figura5B) e a outra é incor-
reta(comona figura5D). ção dò sensor n.o 1 e TR6 a Íunção de sen-
sor n.o 2.
A correntede ganhodo transistor,nestast- A seção S1b da chave muda o ponto "X",
tuação "inversa" não pode ser tão grande do pósitivo para o negativo da linha de ali-
como na situaçãocorretae assim elimina- mentação. A posição central de 51 equivale
se a condiçãoda Íigura 5D ajustandoVR1 a "deéligado" (OFF). Este método é conve-
para maior resistência na basedo circuitoe
niente pòis evita que haja um curto circuito
assimreduzindoa corrente.Haveráuma po-
sição para VR1 em que a correnteda situa- temporário, na bateria, quando passando da
posição NPN p-araPNP e vice-versa.
ção "inversa"não pode alcançarum valor
capazde dar indicações no sensorn.o2, en- É possível ter R3, VR1 e R4 comum aos cir-

vepÍlosso$ancge
standde
novidades

CALÇnDOS
SOBMEDIDA
PraçaJoão' Pessoa,1ó-8- Tel. 242-1428

I5
LEDl
Ì t L2 O 9 TRI
8C2r4L

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BCl84L
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BCI84L BCI84L

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Fis. ó A
BCro4LBC2I4L TtL20t

cuitos sensores para NPN e PNP. porém os quer equivalentecuja correntepara Írente
transistorese LED devem ser separados de- (Íorward)não excedaum máximode 40 mA.
vido à questão de polaridade. Os diodos O resistorR4 limita a correnteno transistor
emissores de luz LED 2 e LED 3 estão em sob exame,a uns 10-12mA,quandoé o mes-
função quando é selecionadaa posição NpN mo ligado, de modo que uma das junções
e os LED 1 e LED 4 estão em função quan- alua como diodo e deixa passar corrente
do a posição é PNP. A voltagem de alimen- paraa Írente.
taçãc, 3 volts, evita que os limites das volta-
gens para os transistores não seja excedido. O potenciômetro VR1 deve ser logarítmíco
Cs LED são do tipo TEXAS ïlL- 209 ou quat- paraque a resistência introduzidano circui-
to, aumentêsuavementeà proporçãoque é
girado o eixo do mesmo,tornandoo ajuste
1 á c il.
.--' O circuitode comutação de 52 que se vê na
figura7 foi simplificadoparaÍacilitara com-
- :-- preensão"Os polos estão na posiçãorela-
tiva ao eixo,comovistode frenteno painele
-
comosendogiradoda direitaparaa esquer-
, 'o
3
da. Destemodo "X" liga com o terminall.
"Y" liga com terminal2 e "2" liga com ter-
| 20 minal 3. Como pode ser apreciadona fi-
gura 1 isto correspondeà configuraçãoco-
sQ letor, base, emissorque faz acenderdois
LED. As outrasposiçõesde 52 tambémse-
3
2 guema mesmaordemde disposição.
I
A disposiçãodos componentes não é crítica.
Na figura8 temosa ilustração do painel,em
cjimensões naturais,o que permitiráseu uso
(ou cópia xerox)para o instrumento, cobrin-
Fis.7,
do a placade alumínioou fórmicaque sirva


d€ base para os componentesda parte Íron- aos seus terminais.Coloca-seS1 na posiÇac
teira. IIIPN e gradualmentereduz-se a resistência
A palavra"CFF", que significadesligado.foi inseridapor VR2 até que o brilho do LED 3
mantida por ser mais curta. ccnìece a diminuir.
Quando o teste estiver pronto e com todas Os controlesVR2 e VR3 estão alustadose o
as ligações veriÍicadasé necessárioaiustar teste pronto Para uso.
VH2 e VR3. Quando se usa o teste é bom ter em mente
que o contrôle VR1 deve, inicialmenteestar
Primeiro colocam-seos dois potenciômetros
girado todo para a esquerda. Se ao exami-
€rÍÌ uÍÌìâ posição que introduza a nraior re'
nar um transistor,52 tem duas posiçõesem
sistência no circuito. Ajusta-se VR1 para a
posição de menor resistênciano circuito. que os LED acendem,VR1 deve ser girado
para a direita até que o LED incorretamente
Liga-se depois um transistor'de silício, co- aceso, apague. Esta situação de ajuste do
nhecido, PNP nos terminais do teste' Colo- VR1 ocorre mais para transistoresde ger'
ca-se a chave 51 na posição PNP e ajusta- mânio. A posição de VR1 não é crítica,sen-
se 52 para a posição que correspondaaos do Íacilmenteajustável..
terminaisdo transistor.Os LED 1 e 4 devem
acender. Vagarosamentediminui-se a resis- O consumo do teste é baixo, da ordem de
tência inseridano circuito por VR3 até que o 20 mA, quando dois LED estão acesos. Nun-
brÍlho do LED 4 comece a diminuir. ca se deve usar mais do que 3 volts na
fonte de alimentação. O conjunto, se colo-
Coloca-se51 na posição "OFF" e remove-se cado em caixa metálica, deve ter as cone-
o transistor'. Em seguida liga-se trm transis- xões de terra da mesma, levadas até o polo
tor de silício, NPN, conhecido,nos terminais de S2a.
do teste e coloca-se 52 na posição relativa

Fig.8'
<__

CÃIrÇADOS SOB MEDIDA


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17
LISTA DOS MATERIAIS

Todos resistoresde 1/ 4w - 5%

R1 150
R2 150
R3 1,5K
R4 180
R5 150
R6 150
VR1 20K-log.
VR2 1K tipo pre set
VR3 1K idem

TR1 BC 184L
TR2 BC 184L
TR3 BC 214L
TR4 BC 214L
TR5 BC 1B4L
TR6 BC 214L
LED de 1 até 4 : Texas TIL 209, lco-
tron etc.

S1 4 polos 3 posições
S2 3 oolos 6 posições

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qualquernatureza.
i

r8
MAIORSENSIBILIDADE
NA RECEPçÃO
ANT.

TR1
t
9V

Nesta edição está publicadoum excelente cnl uma pequênacaixa metálica,totalmente


artigo sobre DX, inclusivecom dados para b lin d a d o .
construçãode antenasetc.
LISTADOS MATERIAIS
0 circuito que publicamosserve para ser
adaptadoem um receptorde ondas médias Cl '10.000pF cerâmicaou mica ;
a fim de aumentarsua sensibilidadepara C2 100.000pF idem
DX. Este amplificadorde RF serve também í0.000pF idem
para ondas curtas, porém, dependendodo C3
transigtor,poderá melhorar as Íreqüências Todosresistoresde 114 w. 10lo
até 10 MHz ou mais. Rl 39K
Fica ele ligado entre a antenae o receptor R2 6,8K
le não necessitaajuste. Dadassuas peque- R3 4,7K
nas dirnensõese ao fato de ser alimentado R4 470
com uma bateria,é possívelaté instalá-lo TRl AF 114 ou similar

tc
DX rq O TAPETE MEffiICG
DA RECEPçÃODA$
ESTAçÕESDTSTAro?ffiS
Fazer DX pode, para o rádio amador oue sive músicas,os carnavaisda Renaniae da
opera equipamento de transmissão,signìfi- Baviera,servindo para aumentara nossa cut-
car comunicar-se a longa distância com tura geral.
outro colega. Porém DX também significa a
Ë por falar em cultura geral é sem dúvida a
recepção de estações distantes, mesmo que
audição das estações em ondas curtas, oe
não estejam na faixa de rádio amadorismo.
outros países,no nosso idioma ou no idioma
Em nossas publícações sempre temos abor- nativo das mesmas,uma Íorma de cultura e
dado este aspecto do DX; a recepção das es- aumento de nossos conhecimentos.Ficamos
tações que transmitem,desde outras regiões, sabendo,em poucos instantescomo ocorrem
programas musicais, esportivos, cientíÍicos, as coisas nos outros países,quais seus cos-
informativos etc. Como o Brasil é uma na- lumes, locais pitorescos,nomes de artistas.
ção emergente,há muito interesse para com poetas,escritores,esportistas.Pelo custo ín-
o ouvinte brasileiro e assim vários países Íirno da Íração dd gasto de uma pitha etetri-
transmitem horas seguidas de programas ca ou da energia da rede local, mais o custo
em fíngua portuguesa.Para os ouvintes que do rádio, pode o leitor "viajar" a fantástica
ccmunicam haver recebido a estação, en- velocídade de 300.000 quilômetros por se-
viam váriascoisas,desde Ílâmulasaté discos, gundo (velocidadede propagaçãodas ondas
emblemas,publicacões,rêspostasa pergun- de rádio) de um ponto.a outro de nosso pla-
tas etc. neta, comodamentesentâdoem sua poltrona.
É realmente como viajar em um tapete má- na sua própria residência,sem precisar de
gico. Durante a manhã, tarde ou noite, mes- passaporte,deposito prévio, sem gastar nos-
mo com um mcdesto rádio, é possívetcaptaÍ sas divisas,sem importunarninguémnem ser
nas Íaixas de 11, 13, 16, 19, 25, 31, 49 etc. importunado. E realniente uma verdadeira
rnetros estações de todas as partes. Ouvem- magia a viagem proporcionadapela Íecep-
se músicas regionaisque vão desde as es- ção de estações em ondas curtas.
tranhqs e arrastadasmelodias dos países ára- E quando, após ter recebido a estação,ano-
bes as saltitantes marchas alemãs. Progra- tado a hora, programa e mais detalhes, o
mas oe crêrrciae medtcinacomo da BBC de leitor escrevepara a estação,aí existemmais
LonrJrescom ótimos ensinamentos.Progra- compensações. Flâmulas, ÍotograÍias, pos-
mas cie divutgaçãogeral na Voz da America tais, citação de nome e endereço se deseja
onde a voz do locutor Pedro Catá é já uni. manter correspondênciacom outras pessoas,
versalmenteconhecida.Tem a Holanda com' concursos que presenteiamrádios, gravado-
um trio de locutoresbrasileirosque mantém res e até mesmo viagens com tudo pago e
um nível de animação muito grande. E não estadia de meses. É sem dúvida uma das
podemosdeixar de citar a Yoz da Alemanha, mais fascinantes e atraentes atividades do
onde no último carnaval, nossos patrícios rádio - o DX - captação das estações de
ciescreveramcom riqueza de detalhes, inclu- ondas curtas.

20
Para a recepção de estações distantes é ne- ONDAS DE RADIO
cessáriopossuir um rádio que tenha mais de
uma Íaixa. Realmenteé possívelfazer DX só Ao redor da Terra existem várias camadas
em ondas médias. Mas como o Brasil é um que se tornam condutoras de eletricidade
país continente, muito grande, quem esteja quando submetidas ao eÍeito ionisante do
situado por exemplo em Goiás terá muito Sol, sobre estas referidas camadas. As duâs
rnaisdificuldadesde receber uma estaçãode camadas mais importantes,com referência a
ondas médias da América Central de que al- ondas de rádio são a de Heaviside,também
guém que esteja no Amapá. Por isto dizemos chamada de Kenelly-Heaviside, per ter sido
que é preciso pelo mehos uma faixa de on- descoberta,de modo independentepelos pes-
das curtas além da habitual ondas médias. quisadoresque dão nome a mesma.Paraefei-
Vejamoscomo se piopagam as ondas de rá- tos técnicos esta camada é denominadade
dio, pois deste modo o leitor, ao sintonizar camada (E). A outra camada de interessepa-
uma estação terá uma nítida noção do qtre ra nosso caso é a camada F ou de Appleton.
sucede. Por outro lado, quando não conse- Na Íigura 1 temos a indicação das duas ca-
guir receber, em certas horas do dia ou da madas que podem ser subdivididasem ca-
noite,determinadaestação,saberáa que atri- mada E1/E2 e F1/F2, quando aumentaa por-
buir a deficiência. centagem de ionisação.

Auroro

iììiìjj'üïii:i'iË

Reflexoo
+

.-1
'
Devidoa que são condutoras,estas camadas. Quando a camada é constantementeionisa-
para certos comprimentos de onda, atuam cla, como sucede duranle o verão, elas po-
como espelhos ou refletores.A altura destas dem Íicar condutorasas 24 horas do dia.
camadas nâo é constante. Variam durante As denominadas explosões do Sol podem
horas do dia e de acordo com os meses do criar pertubaçõesnas camadas,de modo es-
ano. Durante a escurião, com ausência do porádicoou erratico.Em casos muito severos
Sol, eqtas camadas se tornam menos reÍleto- de explosões magnéticasno Sol é possíveì
ras e assim tornam mais difícil o DX de esta-
ocorrer um total silêncio nas comunicacões
cões distantes,como veremos mais adiante.

2l
a longa distânciadevido a perda de reÍlexão horas de recepção,as estaÇõesetc. domina-
das camadas. rá em pouco tempo este aspecto da recep-
ção em ondas curtas.
ONDA DE SUPERFíCIE Nas ondas medias, isto é, situadasentre 530
KHz e 1700 KHz as ondas de superfície se
Tcdos os transmissorespossuem uma onda extendempor maior distânciaque as ondas
terrestreou de superÍícieque acompanhaa curtas e se constituemna faixa de cobertura
superfície da Terra" extinguindo-se rapida- normal das estações. Durante a noite pode
nìente, como se pode apreciar na Íigura 1. ocorrer, em ondas médias principalmente.
apos 30 ou 45 quilômetros,dependendo da gue a zona de silêncio Íique muito reduzida
Íreqüência da onda, no caso de ondas cur- ou inexistente.lsto pode causar o fenômeno
tas. O sinal principal,ascende,antes de ser que se chama desvanecimentoproduzindo
reÍletido,quase sempre pela camada (E) du- distorções,flutuações e reforçamentoeven-
rante o dia e pela camada (F) durante a noi- tual dos sinais.
ie, rnas muito dependeda Íreqüência,hora e
temporadado ano. além do ciclo de manchas O grãu de penetrabilidadee refiexão,das on-
solares. das curtas, nas camadas depende da fre-
qüência. A proporção que a freqüência au-
A.distância entre o Íim da onda de superfí-
menta,cresce a penetrabilidadeda onda cur-
cie ou terrestree o primeiro ponto de retôr-
ta na camada e a reflexão diminui, até um
no da onda refletidapelas camadasé conhe- ponto em que não mais existe reflexão e o
cida como ''distânciade skip" ou zona de sr-
lêncio, oom relação àquela estação.Pode no sinal, para efeitos de recepção por onda re-
entretanto,nesta zona de silêncio haver re- fletida. é consideradocomo perdido. Porém
cepção de outras estações,seja pela onda e graças a penetrabiiidadedas ondas rnuito
de superfície ou reÍletida. lsto explica por- cuitas que se tornou possívelenviar sinaisde
que, em um determinadoponto, seja possí- rádio para as espaçonavese também recebe-
los bem como os sinais enviados pelas ex-
vel receber estações muito distantes e im-
possívelreceberas mais próximas.Horas de- plosões nas superfíciesde estrelas (ver as-
pois, a situaçãopode ficar invertidae as es- sunto de rádio astronomia,em outras edi-
tações próximassão recebidase as distantes ções).
ficam na zona de silêncio.Tudo isto pode pa- Os sinais de ondas curtas,refletidos,chegam
recer complicado porém logo o ouvinte fica Vclume (CAV) ou eontroles Automáticosde
familiarizadoe se for metódico,anotandoas Ganho (CAG) para manter o sinal, dentro de
de vclta a superfícieda Terra. lsto pode Óca- uma média, que assegure recepção estável.
sionar no receptor, uma espécie de'Ílutua- Abaixo da camada'iE) está situada a cama-
ção, pois quando os sinais chegam em fase. da (D), que existe somente durante o dia,
óomam suas energias,quando chegam defa- sendo responsávelpela absorção da onda
sados diminuem a energia. Este fenômeno reÍletidapara cima, nas Íreqüênciasde ondas
de desvanecimentoe conhecido como "fa-
médias.A camada (D) desaparecetão logo o
ding". Nos receptores é comum usarem-se
Sol se oculta.
disõositivoscomo ControlesAutomáticosde

tudosobre
Saiba Semteorianemmatemática
ïrrttÍrsÃ0
A.
Ac0Rt5
Fanzenes
.

Ern todas e6 bancae


ì, Pedidos para Rua Goiás, 1.164 - Quintino

22
tuada há mais de 2.000 quilômetros.
TROPOSFERA Para a recepção DX em ondas média é ne-
cessário ter um bom -receptor que tenha fa-
Um Íator muito importantena propagaçãodas cilidade para usar antena externa. Não se
Íreqüênciasmuito elevadas(VHF e UHF) em pretenda captar estações distantes de onda
fongas distânciasé a troposferaque taz par- média com antena interna ou "ferrite". Po-
te de nossa atmosÍera,a uma altura de apro- demos dizer que um bom receptorde ondas
ximadamente6 quilômetros.Durante os dias médias,do tipo de válvula,que tenha um es-
claros, quentes,geralmenteassociadoscom
áreas de grande pressão baromQtrica,a tro- tágio de RF é muito superiora qualquerrádio
posfera pode carrear estas freqúências por transistorizadoportátil ou não. Aliás também
centenas de quilômetros desde o ponto.de em ondas curtas os "veteranos" rádios de
irradiação.
' válvula são tão valiosos que dificilmente se
encontram oÍertas dos mesmos a preços in-
Nos prpximos itens vamos tratar das ^várias teriores aos dos modernostransistorizados...
ÀããiiJua"s de DX em diversas Íreqüências' Naturalmentequando nos referimosa rádios
transistorizados queremosindicar os tipos co-
DX - ONDAS MÉDIAS muns que abundam nas casas comerciais.
Um Grundig Satellite2.000 é outra coisa.
As ondas médiasvão desde 530 a 1'700 KHz
(571 Uma antena Bara recepçãoem ondas médias
ou mais exatamentede 525 a 1 ' 605 KHz
Durante o dia' o alcance das deve ter cerca de 30 a 45 metros de compri-
á-:,8ì metros).
médias é o permitido pela onda terres- mento, incluindo o fio de baixada até o ter-
ãndas
minal de antena do receptor. Porém para o
tre ou de superfície,como se indica na Íi-
caçador de DX em ondas médias é impres-
gura 1. A proporção que esta onda avança'
cindível uma antena de quadro, orientável.
irradiando-sedesde a antena emissora' sua
como se pode apreciar na figura 2. Esta an-
energia vai diminuindo.Qualquer sinal irra-
tena, pode ser girada, para reÍorçar o sinal
diadõ para cima, durante o dia, em ondas desejadoe eliminar os sinais, na mesma fre-
médias,é absorvidopela camada (D)' Porém qüência, que cheguem de outra direção,
durante o por do Sol (crepúsculo)a camada
(D) se dissipa e o sinal passa atraves deste Naturalmenteos sinais obtidos com uma an-
nível e atinge a camada (E) de onde é refle' tena de quadro serão mais fracos que os ob-
tida para Terra. Durante o por do Sol a c?- tidos com uma antena externa,porém no ca-
mada (E) também está menos ativa de modo so de sinais interferentes,ajuda bastante.O
que a reflexão é muito variável, já que a receptor deve ser ligado a uma boa terra,
densidade e altura variam continuamente.A constituídade um Íio n.o 10 enterradoverti-
interaçãoentre a onda terrestreou de super- calmente,no solo, Pelo menos até a profun-
fície e a onda refletida de volta pela cama- didade de 1 metro.
da (E) ocorrem principalmentecom as Íre-
qüências mais elevadas da faixa de ondas Na Íigura 2 as letras indicam o seguinte:A)
1 metro; B) 1 metro; C) duas peças de ma-
médias, principalmenteno por do Sol e no
nascer do Sol (opúsculo).O resultadoé uma deira de 2,5 x 2,5 cm e 1,32 metro; D) enro-
lamento indutivo,sobre a 4.4 espira; E) 7 es-
distorção muito séria na música e voz e va-
piras de Íio 22, esmaltado;F) junta machea-
riação do nível de intensidade.
da; G) placa de compensado,1/2 centímetro
Outro eÍeito que o opÚsculoe o crepúsculo espessura,compensado,20 x 20 cm; H) es-
causam as ondas médias é a distorção de pira indutiva- que deve ser de fio de liga-
fase, causando o que se denomina "efeito ção isolado,n.o 20 ou 18; l) pontos onde irão
noturno" nas observações radiogoniométri- ser ligados um dos extremosda linha de 300
cas utilizadaspela aviação e marinha, para ohms - equivale a ponto "0" no esquema
orientação. do circuito ao lado;; J) placas de suporte . .
Durante à noite, estações distantes até 1 '500 5 x 13 cm; K) condensadorde sintonia,variá-
ou 2.000 quilômetros,em ondas médias, po- vel, tipo recepção de 500 pF; L) suporte de
dem ser ouvidas,devido a propagaçãorefle- 2,5 cm, gira dentro de um tubo; M) sete re-
tida pela camada (E)' As vezes a onda é re- baixos;espaçadosde 1,2 cm; N) parafusode
fletida pela camada (E) para a Terra e torna fixação de latão (são quatro destas separa-
a voltai a camada (E) e novamente é refleti- doras, em compensadode 1/2 cm de espes-
da, causando um verdadeiroDX, pois é pos- sura e que Íicarão nos extremos de (C). As
síve.lbscutar-se neste caso uma estação si- dimensões gerais ficam a critério do leitor:

iI3
'l

B.
I
/
I
j

sìil[i:ì

crRcurTo

O) detalhe do circuito elétrico, representado mais largas e mais fraco nas duas faces
na prática pela antena de quadro,volta indu- mais estreitas,tendo portanto o que se cha-
tiva, condensador de sintonia; P) Base de ma em radiogoniometriade, "ambiguidade
madeira, suÍicientemente pesada para não dos 180o".
permitir tombar a antena.
Com relação a esta antena de quadro, sua DX - ONDAS CURTAS
posição é indiÍerenteem princípio.Porém se
o leitor desejar fazer as coisas mais perfei- É natural que o leitor que se inicia em DX
tas, deve colocar em um dos pontos da base de ondas curtas, hesite em gastar muito di-
uma indicação e manter esta indicação vol- nheiro na compra de um receptor soÍistica-
tada para o Norte verdadeiro( que é um pou- do. Tem toda razáo. Deve iniciar-se com um
co diÍerente do norte magnético). Assim ao receptor mcdesto. Depois que esteja bem
girar a antena de quadro e obter o máximo entrosado na busca de estações de ondas
(ou gnínimo)de sinal saberá a direção apa- curtas então partirá para a aquisição ile um
rente da estação em relação ao Norte. DÌze- receptor mais sensível.
Íncs aparente porque a antena sendo de qua- Mas vamos aqui abordar alguns dados rela-
dro receberá o sinal. forte, nas duas faces tivos a receptores de ondas curtas. Há os de

24
faixa contínua,que abrangemdesde os 2.000 rnelhor que os outros, porém. concomita-
KHz e vão até os 30 Mhz e há os que tem re- nìente,custa mais.
cepção em determinadasÍaixas, como é o Há ainda cerios receptoresque possuemum
caso do receptor só para rádio-amador.
mecanismode sintonia de duas velocidades
Naturalmenteque um Íeceptor de Íaixa con- que permitem "pescar" estaçõescríticas en-
tínua é sem dúvida melhor. Por outro lado
tre duas potentes,sem que haia necessida-
existem receptores para ondas curtas, com de de "band spread".
Íaixaé alargadas, porém só nas regiões de
estações de rádio-diíusãoe amadores. De- A faixa de âlcance de um receptorde ondas
ncmina-se a este alargam*irto de "barld curtas, ideal deverá ser de 2.300 KHz ate
spread". Outros receptores pcJssuenÌum me- 30 MHz. Se, por questão de preço, ou outra
canisrnoadicionalde sintr:niaque permitein- qualquer. houver necessidadede abrir mão
troduzir o "band spread" ern clualquerparte de um receptor de amplo alcance, e optar
da faixa. Sem dúvida um receptür destes é' por um de menor número de faixas é preÍe-

TABËLAI
tsandade ondas curtas- radiodiÍusão
Bandaem metros F r eq ü ê n ciae m M Hz

120 2 .3 0 0 - 2 .4 s5
90 3 . ã 0 0 - - 3 .4 0 0
75 3 .S# 0 - 4 .0 0 0
60 4 .7 5 A- 5 .0 6 0
49 5.9 5 0 - 6 .2 0 0
41 7 .1 0 0 - 7 .3 0 0
31 9 . tiCI0 - -I .7 7 5
25 11.7 0 0 - 1 1 .9 7 5
19 1 5 1 0 0 - 1 5 .4 5 0
16 17 .7 ü 0 - ï 7 .9 0 0
13 2 1 .4 5 0 - 2 1 .7 5 ü
11 25 . 6CI0*-26.1OCI

TABf;LA II
Bandade cndascurtas-- radioamadores

Bandaem metros Í:reqüência


em MHx
160 1.800-- ?.000
80 3.500- 4.000
4A 7.000- 7.300
20 14.000-14.35ü
10 28.000-29.27A

?5
rível que se adquira unì que tenha as Íaixas A seletividadeé a habilidadeque o receptor
de Íreqüência mais alta e Íiquem sacrifica- tem em separar as estações próximas, não
das as de Íreqüênciamais baixa de 90 e 120 desejadas,daquela que se deseja sintonizar.
metros,respectivamente. Em linhasgeraisde- A largura de faixa das Fl deve ser a ordem
ve-se buscar um receptoÍque tenha pelo me- de 6 KHz, isto é, o sinal de Fl não deve ser
ncs as Íaixas de 6 a 18 MHz. Na tabela I e rnuito atenuado quando se aÍasta o gerador
ll que publicamos mais abaixo estão as vá- oe si.nais,da freqüência central da Fl, de 6
rias bandas em metros e o alcance das mes- KHz. Uma prova prática é sintonizar,em on-
mas em MHz. das curtas, nas faixas mais densamentepo-
Para a recepção de estações de radiodifu- puladas (19, 25 e 31) estações.fracas que
são, em ondas curtas, um dispositivo que estejam situadas entre estações fortes. Se
ajuda bastante é o oscilador de batimento isto for possívelo receptor é bom.
(BFO)pois permiteque o sinal fraco seja me- Urn receptor de comunicaçõesdeve possuir
lhor percebido devido ao assovio de bati- controle de volume de áudio e controle de
mento provocado pelo BFO. ganho em RF.
A sensibilidadede um receptor é indicada Os controles de ganho automático(CAG ou
em microvolts.Quase sempre o fabricantein- CAV) são projetadospara manter o sinal de
.-
dica quantos microvolts são necessáriosno saída, nos fones ou alto Íalante, em nível
terminalde antena para que a saída de áudio constante, para uma variação pronunciada
se produzam,digamos 50 milíwatts.Um óti- de intensidadedos sinais de entrada.
mo receptorde comunicaçõesterá entre 0.5
e 2 mícrovoltsde sensibilidade,porém recep- Na recepçãode ondas curtas, representapa-
tores com sensibilidadede 5 a i0 microvolts pel importantea antena.Um excelenterecep-
dão bastantesatisfaçãoe custam muito mais tor. se.m uma antena adequada, Íuncionará
pior do que um receptormedíocre,porém do-
barato.
tado de excelenteantena.
Outro ponto importanteem um receptor é o
Como o comprimento das bandas de ondas
ruído que entra pela antena juntamentecom
curtas variam muito (de 120 a 11 metros)
o sÍnal..
não é possÍvelter uma só antena para todas
Desliga-sea antenaexteriore com o controle as freqüênciassalvo se for utilizado,um sis-
oe ganho de radiofreqüênciaem um ponto tema sintonizador,como se vê na Íigura 3.
de audiçãoconfortável,percorrem-sede pon- no esquema elétrico.
ta a ponta todas as faixas. O ruído de fundo
A antenaexterioré ligada ao ponto 1, o pon-
deve manter-seconstante,talvez com uma re-
to 3 é ligado a um bom terra. O ponto 4 é
dução pequena nos extremos.Se nesta pro-
ligado a antena do receptor e o ponto 5 ao
va, existem pontos ao longo do mostradorde
terminalde terra ou chassi do receptor (cui-
muito ruído ou silêncio absoluto o receptor
provavelmente não é bom ou está com de- dado se Íor receptor tipo universal, sem
feito.

TRA]ISISTORES (sem teoria)


de A. Fanzeres

Reservasantecipadas paraRuaGoiás,I .164- Rio - 20.000


Um livro que explicatudo sobretransistores
fácil, sem cálculos

26
F3

transÍcrmador- neste caso ha que usar um fazer modificaçõesna derivaçãoda bobina e


condensador de 0.01 entro o chassi e o semprevoltandoa retocara sintoniados con-
ponto 5). densadoresna ordem indicada até se obter
Os condensadoresC1 e C2 são, cada um de o melhor ponto, onde o sinal seja o mais
500 pF ,tipo de recepção.A chave (2) é de Íorte.
1 polo 12 posições,de boa qualidade. Fára a recepção na Íaíxa dos 10 e 11 me-
A bobina é detalhada na Íigura 4' Trata-se tros. uma antena com refletor e diretor é
de uma forma de 3/4" de diâmetro onde fo- muito indicada. Na Íigura 5 temos uma an-
ram enroladas24 espiras de fio, isolado,tipo tena deste tipo. A seta indica a direção de
ligação de rádio, n.o 22. Nesta bobina serão onde chegarão os sinais pais Íortes, para
feitas 12 derivações,em espiras salteadas' recepção. A seção (A) e a refletora e terá o
que irão ser ligadas aos 12 polos da chave. comprimentode 61 cm. A seção (B) é o dipolo
A técnica pàra usar esta unidade é a seguin- dobrado que terá um comprimentode 48 cm.
te. Sintoniza-seo receptor paÍa uma deter- A seção (C) e o diretor que terá um compri-
minadaÍaixa e depois ajustam-seos conden- mento de 67 cm. A distância (D) será de 12
sadores, primeiro C1, depois C2 para um cm. o mesmosendo recomendadopara a dis-
aumento do sinal ou do ruído característico tância (E). No ponto (F) deve ser ligado o ali-
oue existe em ondas curtas. Experimenta-se mentadorde 78 ohms de impedância.A pro-

j
=
\ oenr v .
4
27
ts--* .*- =r=sorc_
ocl "-,, A
-t

S IN A LMAX I M O
5

pósito: o Íio plástico de ligação, de n.o 16. da, pode-se usar um dipolo como da Íigura
retorcido,tem uma impedânciamuito próxi- 6, com as dimensõesindicadasna tabela lll.
ma a 75 ohms, sendo indicado para esta bai- Notem que podem ser usadas,na baixada,o
xada. cabo coaxial ou alímentadorgêmeo. chato.
Quando se cleseiarecepçãoem uma só ban-

TABELAIII 40 19,8
31 14,4
Dipolosde ondascurtas 25 11,7 'Ì
20 oo
Metrosda banda Ccmprimentodípolo 19 9,0 ''
16 7,8 "
160 76,8 metros 15 6,6 "
80 38,B 13 6,5 ',
149 22,8 11 5,9 "
41 19,5 " 10 4,8

-*-+
z8
Na Íigura 7 temos uma outra solução de an- na, não procuramcaptar estãçõesde TV dis-
tena dipolo, esta para três bandas.Cada per- tante. Por razões ainda não muito claras.
na representa meio dipclo (A). O compri- ocorrem nas camadas E certas regiões.de
mento dos dipolos pode ser encontrado na alta condutibilidade que permitem receber
tabela lll. O alimentador,que pode ser cabo estações de TV de regiões rnuito distantes.
'coaxial,deve ser o maís curto possível. Deve É a incerteza do acontecimentoque torna
Íicar, pelo menos uns três r!'ìetros,na verti- mais excitante a pesquisa de DX-TV. Se o
'leitor tiver à mão uma câmara fotográfica,
cal em relação à tomada central.
Uma antena dipolo, na dimensão da faixa tanto melhor porque poderá registrar de
que se deseja operar dispensa naturalmente modo irrefutávelo video da estação distan-
o sistema sintonizadorda figura 3. te. Sabemos de pessoasque aqui no Brasil
já captaramsinais de video oriundos,segun-
DX-TV do trido indica, da África.
Na Íigura 8 temos uma antena especial para
A recepção de estações de TV distante, em DX-TV. Trata-se de dipolos cruzados. A di-
algumas regiões do Brasil, já não é novida- mensão de A é de 2,55 metros,sendo os di-
de. Nos grandes centros, muitas pessoas polos (C) e (D) idênticos no comprimento.
por não possuírem tempo ou antena exter- O tubo deve ser de urn diâmetro de 1 centí-

SE_LEçoES DE RÃDIO
Qaibã q- qye se fsasaa .nq Europa, assinando uma
vista editada
revista em Portugal. Cada
editada em cada número
número contém
contém ãrtL
ártL
ggs pláticos .de circuitos- eletrônicoó, nôtncias,oivuftcã-
gÕg_s.|r9g? dg gssin?tur?_po_r
çõ-es.freçg 12 qúmeros:
númêros: 2@
issinatur? -po.r.1.2 260 êJcuããê.
esc u-dõs.
Pgrpg9g":q"_lí9jo*1r; 12, cv., Apartadôìãss:
Lisbóa í, Portugal. Depto Mgg.id
RTV.

zgl '
B
ü
\

I
oo

*"'--E

metro. B é um cabo coaxial de 75 ohms nadas de amplificadoresde RF, .melhoram


que deve ter um comprimento total de 87,5 muito a recepção dcs sinais Íracos de TV e
cm. A baixada ou fio de ligação ao TV ou eventua!menteajudarãoa captar melhor uma
pré amplificaQorde RF para TV é no extre- TV distante.
mo da ligação do cabo coaxial (E) que deve
ter 87,5 cm de comprimento. FM-DX
Naturalmentequè as antenas comerciais para
TV servem para tentar o DX-TV. O que e Também há possíbilidadede se captar esta-
necessário é dotá-las de rotação, pois nem ções distantesna faixa de FM e na figura g
sempre as estações de TV distantes.chegam damos os detalhes de uma antena que dá
da m"esmadireção. bons resultados. Deve ser rotativa para'po-
Também unidades de amplificação,denomi- der captar o sinal da direção que é irradia-

il
do. A dimensãoda haste (A) deverá ser de Perturbação
1,65 mts. a distância(B) deve ser de 80 cm: Ruído Propagação Leitura
u'dirtân"iu (C) deve ser de 50 cm; o dipolo
excelente
ãoUrado(D) deve ser de 1,75 mts' e a haste nenhum nenhuma
A ali- pouco pouca boa
iÈl oru e o diretor, deve Ïer 1,42 mts' razoâvel
e ligada nas partes abertas di- moder'ado moderada
ilá"ìáõao .do
devendo ser uma linha de muito muito soÍrível
oã-rã--ãoutudol
excessivo excessiva impossível
300 ohms.
O ouvinte ao captar uma estação poderá in-
formar neste código, usando os números na
ordem que estão indicados. Assim uma es-
có Dlc o s l N P o tação reportada 55555 quer dizer que tem
potência excelente, nenhuma interferência.
Este codigo é universal e permite dar uma nenhum ruído, nenhumaperturbaçãode pro-
noção, a óstação irradiantede como o sinal pagação e a leitura (entendimentodo que é
foi captado Pel ouvinte' talac.io)é excelente.
Para os leitores que desejem saber o ende-
reço, potência,freqüênciae demais detalhes
Escala Polência Interierência oas estações de ondas curtas, TV e FM reco-
mendamosque adquiram um destes livros:
5 excelente nenhuma
pouca WORLD RÁDIO-TVHANDBOOK- Sililievei
4 boa
moderada 44, 2650 Hvidovre, Denmark.
3 razoâvel
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PercePtível England.

/
A',

i
I
B
I

,/'
I

31
contmuação

CURSODB BLETRÔNICA
Vejamosagora a figura 32 que nos indica a
diferençade potencial'ou voltagentnos vá-
rios pontosda rede. Esta figura representa
a mesmarede das figuras30 e 31.
,l
O voltímetro1 indica a voltagemtotal qqe I
no presentecaso é 10 volts; o voltímetro2
nìostraa voltagemparcialde 2 volts; o vol- -* í.ì
tímetro3 a voltagemparcial de 6,5 volts e r \v
o voltímetro4 a voltagemparcialde 1,5volts. t--

Somandoas voltagensparciais obtemoso rËt


valor total da voltagem.Daí podemostirar a t-*l
seguinteconclusãogeral:em uma redehãs
Cerivativaou sem desvio a voltagemtotal é
igual à somadas voltagensparciais:
v t otal: vl + v2 + v 3 + v 4...
---\r.ìv.r.-
2) Condiçõesde uma rede com desviosou F
"J
ev

derivações.
Fig. 33
Vejamoso circuito da figura 33. Os elemen- Dois circuitos ramificados com três resistores ligados
tos de construçãoem ambosos circuitossão em paralelo
semelhantesi a única diferençaé'pela dis-
posição dos elementose voltímetros. Em
cada caso os voltímetrosindicamo mesmo Na disposiçãode prova da figura 34 a lei-
valor. Testèsdeste tipo permitelgvar a ge- tura de cada amperímetro é diferente.A cor.-
neralizaçãoque estabelecem as regras. rente total da rede flui atravésdo amperí-
Em um circuito ramiÍicadocom resistoresli- metro 1 enquantoatiavés dos amperímetros
gados em paralelo,a voltagemé idêntica 2, 3 e 4 Ílui correnteparcial,que quandoso-
em cada resistor. Vejamosagora a intensi- madas dão o total indicadopela amperíme:
dade de correntenestarede. rro 1 .
Vamoscalcularas três correntesparciaisna
base ila disposiçãodo circuito da figuya34.
Exemplo:
Achar a porrente parcial em cada resistor,
na rede da figura 34, sabendo-seque a vol-
t a g e mé V : 1 0 .
Tendo
v : 10v..
R1 : 250
R2 : 175
R3 : 7 5
Deseja-sesabera.correnteparciat11,12e 13.
A solugãoserá:
_ V V 10v
I:
;-)I' -6r [ :=_il,- o,o4A
=v
& R' Rt Ì 1ov
Fig'32 ": R2 -" -: 17s'-Iz- o,o56A
=-rl,
Fig. 3?
Relaçãõ da vollagem n9 circuito derivativo
. r,VÌ1ovr
.3:
I voltímetro I
2 voltímetro 2
fllls - 75 lo- 0,Í34A
3 vollímelro 3 Quandoadicionando os valoresde 11até 13
4 voltímetro 4 obtemosa I total : 0.23A. Estevalortam- II
I
.32 I
__J
bém é indicadopelo amperímetro1. Pode- Quandocomparandoos valores de Rl ate
mos tirar a seguinteconclusãogeral: R3, com a resistênciatotal, pode-setirar a
Em uma rede derivativaa soma das corren- qeguinteconelusão:
tes componentes ou parciais,nas derivações
é iguala somada correnteno condutorantes A resistênciatotal da combinaçãode resis-
da j u n ç ão : toresem paraleloé sempremenorque a me-
individualda rede..
nor resistência
Irorqr:It-* l, + b +
É semprepossívelcalculara resistênciato-
Quandoanalisandoa resistênciadesta com- tal de qualquercombinaçõesde resistores
binação,verificamosque as condiçõessão em paralelo,mesmonão se conhecendoos
valoiesde voltageme corrente. O exemplo
diferentesde uma rede com uma combina- seguintedemonstracomo é isto alcançado'
ção pura .de elementosem série, pois para
estes a seguinteequaçãoé correta Exemplo:
R t o t a l :R1 + R 2+ Oseguinte
exemplodemonstraa diÍerençaentreos dois O exame deve iniciar-secom o teoremada
casos. relaçãoentre correntetotal e correntecom-
Exemplo: ponente,em cada derivaçãoda rede:
Achar a resistênciade uma rede,de acordo I total : 1112 13 14 (no caso presente,li-
com a figura34, sê a correnteé de 0,23A. mitadoa 4 componentes). A I total pode ser
Tendo derivadade I total :
V:1OV
| : 0,23 A. tvvvv
Achar a resistênciatotal (R total). 'rorql - R. f R.
t
h.
l-
Rn

Que tambémpode ser escritoassim:


A resistênciatotal é de 43.5 ohms.
v -: Rv, =R r f R, r *R
vn , v v
Rãr

Se esta equaçãofor divididapor V, teremos:

1 1, Í,1 I
n;: r;+ R;+ n; + r.

Evidentemente,paraqualquernúmerode re-
sistoresem paialelo,a recíprocada resis-
tência equivalenteé igual a soma da recí-
pÌoca das resistènciasindividuais.
Substituindoos valoresdadosna Íigura 35,
a seguinteresistênciatotal é obtida:
-1 1 _' 1-L1-r1
-
R ;t,- 25O I 50f) ' 400 ' 100 12
18 , 4 5 ,' 2
: zooo T2ooi rT2oooTzooo
F i 7.3 tt ni.i"i
119 :
Fis 34 il;;t 200o
Exame das relaçõesde correnfe com,três resistores
ligados eú paralelo :'4ïf
Rrnrol
I resistor Rl = 250
2 resislor R2 = 175 R,o,ot: 10'53 O
3 reçistor R3 = 75
4 an{perimetroI
5 amperímeiro2
ó amperímefro3
7 ampcrímetro 4 ----à

33
Para dois resistoresem paralelo pode-se
aplicaresta Íórmulasimplificada:
R r.R " 8o.8o 6Le
^ :
^s,o 7. ,r{-: ET+ slt- - 16O
R se:4O

Prosseguindo:
R tot:2O+ 50()+ 4Q'

!,!: s69-
totalda redecomresistores
A resistência em
Determinação da resistênciâ total (figura36) é de 56 ohms.
série-paralelo
I resistência R.l : 25
2 resistência R2 = 50
3 resisfência R3 = 40
4 resislência R4 = 100

Fínalmenteconsideremos uma rede derivati-


va com resistoresem disposiçãosérie-para-
lelo.
As combinações sériee paralelopodemseÍ
consideradas, simplificando,como resistores lll
lll
ern série,como indicadono pontilhadoda Íi- l tr
I r---r]__.r-----_l _
gura 36. lsto é, resolvendoo grupo I e de- I r---r
- - -L---:- - -'u
-- -f
- --u- - - :- --
pois o grupo 3, no final"equivale-sea três Fig' 36
resrstoresem série.

Podemosanunciarda sqguintemaneira:
Fig. 3ó
R total : R1,2, 3 R4,R5,6 Circuito derivaiivo série-paralelo
'| resistência Rl : 5, N2 = 4, R3 = 20
Para determinar-sea resistênciaprocede-se 2 resislência R4 = 50
da seguintemaneira: 3 resisiência R5 = 8, Ró = 8
111111í
F;: + n;* T;+ 5rl: ao + zoo
n
:-!- * 5 * I : 10
20í ) 20Í ) 200 2 0 fi

^ 20r )
: -lg-
lír,z,r

Lrf3c)

SEilIICOlIDUTORES
de A. Fanzerer
Paraentendêrcomo funcionamos diodos'e transistores,,
compreesle livro em linguagemacessível

PedidosparaRuaGoiás,I .164- Quintino- Rio

34
MOTORESMAIS ECONÔMICOS
O presidenteda Ford, Lee A. lacocca,ânun- escapede 3 cilindros,cortandoa sua alimen-
ciou que a Empresadesenvolveestudosem ração.
um motol de 6 cilindros,para utilitários, Os pistõesdesses3 cilindroscontinuamsu-
com o objetivode obter a reduçãodo con- bindoe descendoe as velascontinuamemi-
sumode gasol,lna.Trata-sede um projetoque tindo centelhas,mas não ocorre queimade
permite interrompera alimentaçãode 3 ci- combustível:as válvulasestão travadas,im-
lindros,quandoo veículoatingira velocidade possibilitandoa entradade misturaarlgaso-
de cruzeiro, passandoa ser impulsionado lina, enquantoo motoristado veÍculoman-
pela metadeda capacidadedo motor. tiver a velocidadeconstante,ou até que ela
Um pequenocomputadoreletrônico,monta- seja reduzidapara 40 km/h, quandoo com-
do em uma caixa de 15 cm de largurapor putadorretira o bloqueioe o motor volta a
4 cm de altura, recebe informaçõesde 5 funcionarnormalmente.
sensores,indicandoa temperaturada água O sistema,no motor de 6 cilindros,já pas-
de reÍrigeração,o número de rotaçõesdo sou por mais de 800.000quilômetrosde tes-
motor,a marchaque está sendousada,o vá- tes, permitindo,aos engenheirosda Ford,
cuo gerado nos tubos de admissãoe a po- iniciaremo mesmotrabalhocom motor V8,
sição de abertura da borboleta do carbu' com o corte do combustívelem 4 cilindros,
rador. inclusiveem marcha-lenta.Segundo enge-
Quandoessessensoresinformaremao com- nheiro James Glark, responsávelpelo pro-
putadorque a temperatura idealÍoi atingida, jeto, acredita-sena possibilidadede reduzir
que o veículoestá na marchamais alta e o consumode gasolinaem até 20 por cen-
que a velocidadepassoude 72 km/h (45 mi- to, com a utilizaçãodo automóvelem es-
lhas),a caixinhatransmiteum sinal de co- tradas.
Ínanctogue trava as válvulasde admissãoe

SINAIS DE
COMANDO

COMPT'TADOR

SENSORES
A ELETRÔNICAAJUDA A

ECONOMIZARCOMBUSTíVEL

$empreprocuramosem nossaspáginastucio
que seja de real interessepara nossosleito-
,es, o que no final das contassignificaque
ó o interessedo Brasil.
Conr a atual crise de combustfuele as me-
,iidas que se estão adotandopara economi-
zá-ro nada mais justo que em nossaspágr-
nas abordássemos a ajuda que a eletrônica-
pode dar no sentidode economizarcombus-
lÍvel.
Ho;e desejamostratar de um dispositivoque
Itrstaladono automóvelpermitenotáveleco-
nomia de combustível,aumentaa potência
e rendimentodo motore diminuia poluição.
Como podem apreciarna foto o dispositivo
é simples,de diminutasproporçõese pode
ser instaladoem pouco tempo em qualquer
carÍo, seja de passeioou caminhão.
Notem que esta peça não usa transistores,
nem relés. A ligação externa ao automóvel
constitui-sede apenas 2 fios, um vermelho
que vai ao positivoda bobina e um preto
que vai ao negativoda bobina. Nada mais
simples,como se pode apreciarno desenho
esquemáticoque acompanhaesta nota.

As velas dos motoresde 4 cilindros devem


ter a seguinte'abertura: 1,8 m/m e o plati- É tao simplesa colocaçãodo aparelhoquo
nado deve ser reguladopara uma abertura podeser feita por qualquerpessoa,
de 050. não ssndonecessário alterarqualquerligacão
Para motoresde 6 cilindrosas velas devem ou peça originaldo veículo:
ter uma aberturade 1,4 m/m e o platinado 1.' - Fixa-seo aparelhona latariado cârro,
deve ter aberturade 045. perto da bobina,pelos dois orifrciosda
Para o-smotoresde 8 cilindrosas velàs de- base, por meio de parafusosauto-atarraxantes
vem ter uma abertura.de 1 m/m e o plati- que se
nado uma aberturade 040. encontramna
Devidoa melhorqueimaobtidacom estedis- embalagem.
positivohá menoscafvão,melhor rendimen-
to e também'se'evitam as "batidas" de pino, 2." - Li-
fato hoje muito comumdevido a misturano ga-se, em
combustívele regulageminadequadapara a seguida,o fio
mesina. vermelhoda
O custo de cada unidade não chega a Super-
Cr$ 600,00atualmentee nossosAmigos Lei- lgnição
tores poderãoobter ainda uma bonificação, Segurança
citandonossapublicagão,ao adquirirdireta- ao polo
menteldo distribuidor AMORTECEDORES
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Destinadoà localizaçãode tubos,cabos ou canos de esgoto ou drenagem,em pro-


fundidadese até 3 metros estê âparelho,dq operaçãomanual,é fabricadopelaElec-
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lltanual prá,tieo sobre a IVC destinado
aos téenieos que já tcarham experiên-
cia anterior cìorna Tlt monocromâtica
(preto & branco)

PREF^F,.CIO
São rffio, oo sêr tornodode usopúblico,veio Depoisde Boird,emiulhode 1925,Jenkins, nos
-
revolücicflcro mundo,permitindoo tronsmissõo íns- EE.UU.do Américodo Nortefozio Íombémumo de-
funiôneodo wz, sinoise músicos, de formodifuso, mcnslroçõo de ïV, uÌilizondo
o discode Nipkow.tm
pcro todos,olrovessondo fronÌeirosfísicosc políti- 27 de iunhode 1926,Boirddemonstiou peronte40
cas,o televisõo,conseqüêncio e seqüêncio do ró. membrosdo ilustre Sociedode Reol.no Ingloterro,
dir ocrescenlou outrosovonçodos ò revoluçõoro- com o disco de Nipkow,umo trEnsmissõo mono-
dicelétrico. cromótico
de meiostons.0 locoldo ocontecimenfo
A imogem,iuntomente como somé hoie rece- 9 hoieum restouronte, no boirrodo Soho,porém,o
b:<toquoseuniversolmente e breve - groÍos oos SociedodeReolde Televisõo fez ofixor umo ploco
sotélitesde relronsmissõo direto, isto seió urno comemorolivodo feito. no primeiropovimentodo
reolidodeglobol.I o por dos ovonçosbósicosch* piedio.
gom os efinomentos,os sofisticoções. tm rúdio-
tronsnissõo,sôo os tipos de moduloçõo(AM, Flì^, Doisonosopós,Boird conseguiu tronsmitirsí.
SSB,PCll etc.), os onÌenos,os vúlvulosde superpo. nsisde TV desdeo Ingloterro{loulsdon)poro lfovo
tÊncio;no rodiorecepçõo foi o superheterodinq cir. llque (Horstdold.Verificovo-se, ossim 30 qnos
cullos mois eloborodos, esiereofonio. tronsmissõo olrós,ontes dos sotélites,o prtmeirotronsmissõo
dúplexetc. de TV tronsotlôntico. Eoirdcon.otodosos homens
0 semicondulor lrouxe um impulsotõo Íorle que se sobresscem do médio,teve seusdetrotores,
nâ oyonço do rodiofécnicoque quoss se desloco gu. prucurovcm diminuirou eliminoro êxilo de suos
come fotor isolodo e importonte. Reolmente.o erperiêncios.Eroporém,Boirdinforigóvelno trobo-
tronsistortem tonfos implicoções sociois,técnicos lho e ió em ogostode 1928produzioo primeirode.
e políticosque podesg sem receio,desfocó.lodo monstroçõqUãfVC (felevisõoem cores).Hó poucm
ponommogerol do tecnologioródio poro sifuóJo foniesde referêncio oo folo, porém,o revislocien'
em cotegorioc porte. tífico "NAïüRE"de 18 de ogostode 1928dó s se-
No W, desdeos tentativosde transmissõod€ guinlenoÌo:oscrovosoporeciotït comiuos coresno'
imogenscom o disco de Nipkow oté os experiên- turoise urnocestode moronqos rnoslrovoos frutos
cis de John logie Boird, que em obril de 1925 de rnodonitido". É tudo que hú sobreesto prime!-
dovo o primeiro demonstroçõo público de W, oté ro demonsÌroçõo no mundo,do TV o corãs.Âliós,
c otnol TVC(felevisõoem cores)um longo,porém, nõo devemos nos odmirordestesilêncio,pois oqui
rópldocomiúo foi percorrido,lrozendoumo modi- no Brosil, foto porecidooconfeceu. 0 Professor
ficoçõo substonciolno vido dos hobitontesdesle RoqrrttePinto.em 1934,tronsmitiu,usondoum diç
ploneto.Sôbrs o questõode pioneirismodo TV, co de Nipkow,desdeo Ruoda Corioco,ondese lo'
cabecqui um regislro.A Telefunken do Brosilpu- colizovo o Ródio Sociedode (PRAA)hoie Rúdio
blicouem.recentefolheto,urnoseqüêncio de dotos ftl'E-C.,poro o coso.de um sr. Íbiesquito, no Ruo
hisióricossobreo TV e reivindicoporo Augustus RetrlGrondezo, o imogeú de umo cruz. 0 oulor.
Korouluso primozio(1924)do prirneirotronsmissõo es?ovopresente,troboihondocomoouxilior envio'
embrionóriode TV.Trotovo-seporém,de umoÌrons- dc pelo CosotigneulSontos&. Cio..Estefato oo
missõode um discoque conÌinhoespelhos, que irr- que nos consfonõo tem tombémregistrooficiol:
clusivejó hoviosido reolizodo nc Fronço,.flcco-
meçoïo século, comotentoÌivode fozer-se um"oni- O processode Boirdusoyoo sistemode "putlo
moÌógrcfo".Porém,o primoziodo tronsmissõo de móvel"originolde Nipkowium disco€m qu€ ümo
in:ogem,usondoondusde ródio é de Boird.
sériede orifkios, equidisfootcs,ocomponhowm uino Por cornpo!Ívolrntcndc,sc um disporitivo,
linho espirol.Ouondogirodo, o disco,os oriÍÍcios, ccsro ou sistcmo quc permjto oos TV dc pntoflu.a
explorcvomlotolmenfeo imogem,do esquerdoporo Dronto, rgccDorlm os mtsmos sinois, rm Gor no.
o direirode olto o boixo.0 sistemoOetüC OetioirO lurolmentc,inudiodos pelo-TVcobddo c or rlcaÈ
usovotorúém três discos,um comos orifícim co torar de TV( receberos sinois dc tronrmissõoin
bertosde filtro vermelho, oufro com fittro verdae prelo c,bronco.
o terceirofihro ozul. reproduzir o. imogon_coloddo,og ruc.p,
_-0sdiscosgirovomo umovelocidode de ô00 nm - fiornm
?or, -Poru têntodosvóriossoluçõca,
mos; quc opt!.
ou l0-roloções por segundo, produzindo 30 compos vo.u,dold-oorigamo pÍoduçõoãm mosso,fói ã úfo
segundo.0 rccepfor usovoduos lümpadq de ücs. trÌcromótho ou dc tÉs corGt com móscsmdc som.
corgogososo:umode neonguebrilhovoolrovésdO b3 pcr.fur.odo, inventodo:poi eotAsmìrfrììrimrol.
filt"o verrrelhoe oulro de héliomercúrio, que bri- viCopclo RCÀ
lhavoolrovésdosfiltros vendee ozul.A seômefiu
0 rostodo Ítnndo ooomponhou os sforços nor.
do imogemero reco'nsffuído por um discopêrfuro-
l..ry.{qofos no.produçõodo um sisrcrnoõC.qú
do. idênlicooo do estoçõo?ronsmissoro, e quegiro- do dl WC e se bemo processoNTSCnõo oDrosco.
vo em sincronismo com esle. losso dificuldodesde odoptoçõoo quolqueisist*
. Depoisdísto prosseguism os experiêncios e mc _o podrto, o reprodugõo do motii ero criticodo
dssenvolvimgnlos comnovosmélodos, numúlenlo. no Europoe os técnicosdesto regiõonõo so deixo.
tivo de superoros deficiêncios do processomccô. rom influencitirpelo imensoquoìtiOodede trobo-
ricosequecionol de Niokowe Bqird.' lhcs opresefllodo!^!_ propogondodesfeúodopelos
0 sistemosimuhôneo, que consistiono trons- omericcnos. Em Ì958 o Fhilipscpresentou um sis.
missõodos três imogens(vCrmeltro-verdeozul), em femo utilizondoduossubporfodoros:
lrês concisseporodos foi um pÍocesso urïtomodutodo
desenvolvido em.onrplitude, pelosinotvermelfio
p:lo Bell Telephones [obs. dos [stodos Unidosdo e outropelosinol
ozul. 0- receptor_ sêporoyoo sinol de croàinôncio,
Anréricodo Norte.Usovofotocélulos e um discogi. peio seleçõode freoüêncio,
roióríocomfihros dos lrês cores. seguidode um diodode
tm 1949 o RCAdemonstrouum sistemose-
demoduloçoo em AM. porémo processo criovocer.
to prcblemode compotibilidode, quondoocorríom
quecionol em que o comorode três ?ubosdovosi. DottÍnentos enlre os sinois.
mu[ôneomenfe, os sinoisdb lrês imcgens,yerme- Cm1959,Henride Froncefez vóriossuqestões
lh':. verde e azul. 0s componenles de-codo sinol, prro um sistemade TVCe hoje um processd
conrfreqüêntiossifuodosentre1,79e 4 i/lHa erom resul.
tonte-dos mesmosé dofodono Fronçãe outrospoÍ.
sornodos s fim de formor uú sinotolto, complexo. ses do contine*teeuropeu.0 processoconheóido
0 sisÍemode entreloçomenfos ero imotrfei?oe o comoSICÂM(Sequentiel
esïruturodos pontosào imogernfinof ããirãro iri Couteur'òf,iémoire)uso o
sis?emode memóriodo inrervolod; lt"h;;;'no ru.
fo fl deseior.
cepfor.Estesi'stemolevou Bruch,no Alemonho.o
[m obril de 1950Boileye Loughlinfizeromo experimentor o idéiode ormozenomente dos linhos,
demonstroçõo do princípioúe ,,lumìnosidode cons. poro melhororo sisiemoNTSC.
lon?e"oue os ouforesdescreviom Executou vóriospro.
como umo êr_ c_esso:,um dos quois dcspertouinteressegerol.
tensõodo princípioonteriorocimodescrifo.
Bruch reviveuo conceitoloughin - de seqü'êncio
Emnovembrode 1950o inúúsl.riode rodiodifu_ oscilontede cores- e deseniotveuumo novo léc.
sôo dos [E.UU.do Amóricodo Nortèreformulouo n'rcode oÍmozenoros linhose descodificoros sinois
CamitéNocionolporu Sistemosde ÍelevisõofiTSC caÍnponentes.
- NotionolTelevision SystemCommittee), quehovio
Seusistemoficou conhecido comopAl.
(PhoseÂltemolion Line).
estobelecido. os p-odrões do TV monocromóïico (pre- Quondosetornou cloro queo sislemoNTSCnõo
lo & bronco).A fungõodo i{TSCserio coordenoros ero o único processode TVC,o UniõoEuropéiode
p:squisose frobolhossobneum sisiemo de TVC Rodiodifusõo (EBU)recomendou
simultôneo. Emdezembro em !9ffi quà o sis.
de Ì950 o RCAdemsns. temo PÂL fosse lncluÍdo oficiolmentena competi-
lr0r, umo versõomelürorodo de seu sislemoseque-
cionolde ponfos.Trêsmeses çõc poro um sisfemoeuropeude TVC.Hoie o'pAt
moistordeo philco'de. e o StCAtì disputome_dividemo mercqdo'europeu
monstrou um sislemoque usovoum sinolde brilho e eurcosióticodo ïVC. Fronço,UniõoSoviéticàc
de foixo lorgo,com umo subportodoro de èor, mo-
drrlodo em ouodroluro peladiferenço de doissìnois 9]rtros poíse_s
(0ciddn?oD
usom o SKAM, enquontoAlemonho
GrüSretonho,usom o' pAL. 0 sisràmo
dg cor. [m fins de Ì95ì Hozelfine demonsfrou o NTSCé usodo nos tE UU. do Âménicodo Norre e
vonlogemde usor-seumo seqüêncio oscilonfede posscssões.
cor emqueo fosede diferenco de um:inol (decor) 0 Brosilodotouo sistemopA[, méiodoM, que
porémo idéio
"eroinvertidoo intervolos requlores. veremosmoir cdionte comoé..No Américodo iul,
Íoi poucodepoisobondónodo. ignorc-seoindo se hoverriuniformidode 'do 'siste.
tm t953 os resultddosde centenosde milho- Dc quolquer modo, se for odotodo o
res de contribuições fécnicoscgm€çorom finolmente Tj-fAl:tr
o don"frutos.llm novo sìsfemo,fofolmenleelctrô. ITSC, t t possibilidodes de odoproçõoporo o pAt--M
u pÍocessode odoptoçõoé de outorio do enoenhei.
nico, de fV em cores,utilizondoprocessocompotí, ro brosileiroe foi considerodo odequodopclã nGl.
vel, foi cpresentodoem puülico. Poro referênciosbibliogrónco1ver'openOïõ.

2
CAP TULO I

TETEVISJTOEM CONES
A televisão em cores (WC), sim, rtma serie de cuidados devem ser
abre nais uma opoÉunidade ào teó- tomados na instalação e operação
nico estudioso, pÍíra o exercÍeio da para evitar dissabores. Os ieitoies
profissão de consertador e instalador sem dúvida lembram-se dos primei-
d9 aparelhos televisores desta espé- ros anos com a TV'preto & branco,
cie. quando existiam as ?onas de <<som-
' porém que o técni- bra>>em que se recebia o
-Ê:i-porlaute a ima-
co {dique algumes horal por sema- gem não chegava. Hoje "o*e a recepção
na. Para estudar a T\fC, paia que nã,o
9p preto & branco não é mais pro_
pja suryreendido com apãrehõs cujo blema. Chegará também esta oõaiião
funcionamento não cornpreende per- para a TVC. Porém atualmente é ain_
feitamente e corn uma ierminolôjà da muito su.jeito a vários probiemas
totalmente nova. cte insta,lação e operação.
Se bem que grande parte dos cir_ Há ainda a quesfão de eores, ou
euitos de vídeo e áudio dbs TVC asse- seja a <fidelidadér, das eores, um fa-
.melhem-seaos televisoreaem preto & tor a.mais para que o técnico ajuste,
branco, há estágios e disposiçêiesque equilibre, acerte. por outro ladda re_
(urerem ou sao novos_eque exigem cepção de sinais de TVC por um re-
uma exata compreensão para que a eeptor monocromático traiá grandee
reparação ou ajuste se'pro"e""em melhorias à imagem deste.
adequadamente.E com rehìão a ter-
minologia existem novas palavras O Brasil adotou o slstema PAL-
_quepassarãoa faznr parte do vocábu- M, que é um desenvolvimento do sis-
lo cotidiano. tema NTSC com vantagens tanto na,
. De mais a mais, no presente mG parte_de transmissão cõmo de recep_
lqento, as TVC são muito sofistiga- ção.

porép nossa firrre eonvicçáo
das e sujeitas à ação de agentes ex- que dentro de alguns anos ambos ãis.
ternos que já n_ãorepresentam pro- temas estarão superados por algo me-
blema para a TV monõcromática.-Ag- nos eomplexo.
sim o sinal para produzir uma boe
imagem eolorida tem gue ser intenso, Uma das vantagens atribuÍdas
implicando em bom receptor e boa au- ao sistema pAL e que os efeitos
tena. Os campos magrréticos das ins- propagação e eros-ae sintonìã'são de.
bla,çõeselétricas e até mesmoo ma,g- -b;ü;*msis
netismo terrestre são de molde a T*i"- reduzidos, s""aõ
si?lles o aiúte e calibiaiã
afetar o comportamento do T\IC e aa- T\TC. rtoe
Antes de entrarmos ProPriatnen- disciplinares, pois eada vez mais ve-
te na descrição do sistema PAL e o rificâtnoS que os limites e divisões do
processo PAL-M que foi adotadd no passado são inadequados. Os apare-
ilrasiÌ torna-se conveniente que o lei- Ihos, instrumentos, máquinas, etc.
tor tenha uma certa compreensão do construídos por humanos, para uso
que é cor e um? exPlicação d_ecomo humano devèm enquadrar-se nisto.
se comporta o olho humano. Houves- Assim, construir um amplificàdor de
sem os técnicos de rádio e amplifica- áudio ignorando aspetos da audiolo-
ção, bem como de TV monocromática gia - comportamento do organismo
se dedicado um Pouco a compreender em relação ao som; falar de TV sem
como funcionam os sensoriais de au- se preocupar de com'o se comporta p
dição e vieão e sem dúvida teríamos sentido da visão é insistir numa ati-
tido muito menos Problemas no Pas- tude irreal, que conduziu a muitos
sado com as HI FI, Estéreo e TV. desaeertos no passado. Hoje ao estu-
darem-se os circuitos de áudio, TV e
Aliás devemos acrescentar que TVC é necessârio que se conheça o
no nÍvel de desenvolvimento em que comportamento dos sensoriais huma-
se encontra o muRdo é recomendável nos. Dai a conveniência de inseriruros
que se abandone a estreita mentali. algumas linhas a respeitó de cor e sua
dade de <<alta especialização>>,com relação com o sentido de visão hu-
del.iprezopelos conhecimentos inter- mana.

CAPÍTULO JI

coR
A cor possui três características: parecem mais brilhantes que outras,
brilho, matiz e saturação. O brilho da (o vernelho por exemplo), mesmo
cor já deve ser familiar ao leitor pois quando são projetada^s com idêntica
é o termo usado em TV monocromâ-
tica, artes gráficas e fotografia.
As outras duas característieas,
em conjunto, dão o que se denomina
"le <<crominância>> da eor. Matiz é a
sensação pela qual o olho humano
rxrrcebea diferença entre aluz de vá-
rios componentes de onda: entre ver-
melho, verde, azttl, amarelo etc. Sa-
turaçãg é. a medida de <çelsrifls> -
da diferença entre uma determinada
ror e o branco. Por exemPlo: verme-
lho e rosa claro têm o mesmo compri-
mento de onda e portanto o mesnìo lrf tru ïnu trm.
matiz. O vermelho porém tem mais ,000 50e0 3800
saturação que o rosra. 7r 5t 38r
É importante ter sempre presen-
te que eor é uma impressão subjeti-
f =lr;ürrrr.f=lfups=lf{nptnm
va" $ que impot'ca é como o olho hu-
lrirnr=hlfmtnr l\ '
Curva de rcsglosta do olbo hqrmano
m&$e vê as cores e não o que ap Íne-
dida* físicas indicanrl exï$ir"' For energia, eomo se pode deduzir pela ob-
exemnplo,certe,s eores, corno o verde, servação da eeurva de respQÉtta)>do

'*
olho humano. Esta é uma propriedade o vermelho, am4relo e azul. Irela mis-
do olho e qualquer sistenia d-e repro- tura destas três cores em diversas
dução de cor deve levar isto €rrr con. proporções, todas as cores comuns [xr-
sideração: dem st'r obtidas; o olho humano não
distingue entre luzes que são colori-
Outra propricdade do olho que das-, (porque seu comyrrimento de
tem muila importância para a TVC onda situa-se em uma determinada
é que quasê todas as cores e braneo, faixa) e a mistura de luzes de diver-
podem ser obtidas pela <mistura.>> de sos compriúentos de onda. por exem-
três cores primáries, eÍn proporções plo, uma mistura de luz vermelha e
adequadas. Para obter ótimos resul- verde p_odeproduzir um amarelo que
tados, as eores primárias em luz, são o olho humano não pgde diferencian
escolhidas de tonalidade vermelha, do amarelo do espectroda luz branca;
verde e azul. Os pigmentos das iini,as luz branca é a soma de todos os com-
de cores primârias sã,onaturalmente primentos de onda.
CAPÍTULO III

orHo HUMA,NO
Uma propriedade.do olho huma- para completar a imagem colorida.
no, gue tem muita importância na te-
levicão em cor é que aquele não pode Esta propriedade também liermr.
diferenqar a cor em detalhes muito te que a cor possa ser apresentada sr..
minuciosos. Quando olhando para de- multaneamente na forma de uma mis-
talhes muitg pequenos o olho não é tura de pequenos pontos coloiidos
consciente da diferença de cores, po- adjacentes; o olho humano nãc r_em
rém somente do brilho das variaçõãs. c_ondiçõesde distinguir os pontos in-
Esta propriedade permite que uma dividuais e o que se vê é o'resuitado
imagem de telwisão em cores possa da mistura dâs cores utilizadas. A
ser transmitida como se fosse uma maioria dos recptores de TVC da
variaqão de brilho a gual foi adicio- atualidade aprescntam de modr-, sr-
nada cor. Em outras palavras, parte multâneo os cômponentes verrnelho,
da imagem pode ser transmitidà em verde e azul de urna imagem por me,io
preto e branco e uma definicão de de um sistema de pontoã, eonl,overe-
cor, relativamente,baixa, adicionada mos mais adiante.
CAPÍTULO IV

Tn^ÃNslvfissÃo
DÃ wc
Naturalmente, por várias razões, total. O sistema PAL é um dos pro-
seria desejável que a TVC pudesseser cessos compatíveis da TVC - como
recebida pelos atuais receptores de também o são o NTSC e o SECAM. A
T\F monocromáticas (produzindo na- largura de banda de transmissão da
iuralmente uma imagem em preto e TVC não é maior ou mais ampla do
branco) e que os tra--nsmissores mo- que a usada para TV monoeroúátic".
noeromáticos pudessem ter seus si- Para superar as limitações que isto
naisì recebidos .pelos receptores de apresentar na transmissão de sinais
Tvc. responsáveis .pela cor e informa.ções
A isto se eha^macompatibilidade associada"s,vârios processos.e siste-

5
garan- em amplitude, de modo ôu9 ag infor-
me^sforam usados e -podemos maçõeJ de matiz e saturação da- ima-
to-
ii" qúã-"i"da não estão esgotadas gem televisada, são transmitidas a'
das'as
--- Possibilidsdes'
Nato importa a diferença entrg os cada instante.
limi-
siste;ã ;-tòão", essencialmente'
ã"--" ft"'sora dabanda irradiada' ex- Devido ao fato que as irnagens
pË;"dt"* limitações do olho huma- de TV são <vârridas> ìinha a linha, a
io, p"tt suPerar os Problemls que as energia de uma imagem transmitida
de compa-tibilidade ocasio- está contida em bandas muito estrei-
"""t'"iç0""
nam. tas, centralizada em múltiplos da fre-
----iada qüência da linha de varredura.
imagem é conPosta d9 ele-
m"ot* úrmeÍhos, verdes e azuis' Se
toúï- transmitidas tfês i1agens de Entre estas freqüências seccio-
aita àerinição (uma vermelha, outra nadas, hâ pouca informação e_largos
ïõaãã -séria tt"ceira azul) a largura da espaeos de freqüêneia, centrados em
;;;ã; " três vezes mais amPla múltiptos ímpales da freqüência da
dJì* ã ú"aaa Para TV monocromá- linha de varredura, contém pouca in-
iiã"] úo siskmã PAL os sinais cor- formação
respondentes às três cores são adicio-
tt"d"" de modo especial, para produ- Deste modo, Por uma escolha
zir um sinal de luminância e dois de adeouada da freqüência subportado-
crominância- ra a'ittfotmação áe crominância pode
No sisterna de cores, transmite- ser colocada nos espaços entre as
se a imagem em Preto e branco ít"1- bandas de informação, no sinal de
se a letrã Y pará identificar este si- luminância. Assim um sínal de cro-
nal) e se adi-cionam as informlÇões minância pode ser enviado dentro de
referentes à eor (C) que equivale ao uma bandã de onda ocuPada Pelo si-
sinat de crominância.- Este sinal de nal de luminância eom um mínimo de
crominância é conseguido através de interação (crosstAlk) .
uma camara especial-quecom auxílio
de filtros para' cores' decompõem a
i*rg"- em três sinais de inform"çio
contendo caoa uma um a Proporçao
correspondente de vermelho (R), ver- nlfil

de (Gf e azul (B) da cena televisada'


O sinal de luminância é a soma
dos sinais vermelhos, verdes e azuis,
oue foram'dosados Para fornecer o
Ëã"i""ru"te de um sinal monocromá-
iËã. O sinal de luminância fornece in- DemonstraçÍo como og rinris de crominân.
formação sobre o brilho d'a imagem cir são enviadoc na sub.pottadora de
iransmitida. Isto ocupa toda a banda rrdiofiuquência.
do canal de vídeo. Assim os televiso-
."* monocromáticos Podem receber SINAL DE LUIìIINÂNCIA
os sinais de TVC e aPresentar uma O sinal de luminância é formado
boa imagem, em Preto e branco natu- pela soma dos sinais saídos da câ-.
ralmente. Ínara, e correspondentes às compo-
Os sinais de crominância, que nentes da cor vermelha, verde e azul
contóm.as informações sobre matiz e da cena televisada. A saída da câma-
satüração, fornecem a definii,ão - ra é ajustada de tal modo que a en-
relativámente baixa, da eor. Modu- trada de um sinal <<branco>> equivale
lam eles uma subPortadora, em fase e as três cores., Porém quando os três

6
sinais são adieionadoe para prcduzir luminância é um e os outros dois são
uma luz branca, a proporção é a se- de crominância. Os sinais de cromi-
guinte: nância são obtidos pela subtração do
Vemelho 0.30 = N% sinal de luminância (Y) dos sinais de
Verde 0.õ9 = W% cor vermelha (R) e azul íB). São re-
Azul 0. 11 = tl%o presentados assim: Y-R e Y-8.
Quando saÍdaa da câmara trí-
as Do ponto de vista ideal uma va-
pla são adieionadas para pfoduzir o riação de luminância nâo deverá afe'
ãinal de luminância, as quantidades tar a crominância, porém na prâtica
são na DroDorcãoacima. tal não sucede,se bem que a interação
seja muito reduzida. São estes e ou-
SINAL DE CBOIIíINÂNCIA tros pequenos <porens> que nos le-
Para levar a informação de cor, vam a afirmar que ainda não chege-
são necessâriostrês sinais: o sinal de mos ao estágio final da TI/C.
CAPÍTI'LO V

SISTEMJT,PAf,

rql!q|l3t

Srlva dr sublnrtadore (Burst) que oonsta


de una sequêncie'ou 'Íltilo de I + I ciclos
completos do Burst trrnsmiüdoe sobre o
lrcdestrl ou limiar de aprgamento.

Os sinais resultantes da diferen- das laterais de urna onda (subporta-


ça na transmis- dora) que é modulada em amplitude
são para modular_em
portãdoras, de freqüência idêntica Devido à subpo
iorém com uma diferen_çade fase de suprimida na transmissão, uma por-
0Oo.Durante a.modulação a portado- tadora similar deve ser gerada no re-
ra É suprimida, aPós a modulação as ceptor a fim de dernoduÌar correta-
duas dómponentes de banda lateral mCnte a" cromaticidade dos sinais.
são adicioiradas para formar as ban' Para assegurar que o oseilador do re-
ceDtor tenha a mesma relação de fase A reversão de fase do sinal em
oara os sinais de crominância, um si- cada linha alternada traz o problema
ãal de referência'é transmitido após de como identificar a linha reveraa.
cada impulso de sincronismo de Ii Isto é obtido por meio da portadora
Co"iiste este sinal de vârios ei- ou salva de cor (colour. burst) que na
"úã.
clos da freqüêneia subportadora, sen- realidade é também fase-invertida
do designados como portadora ou sal- em linhas alternadas.
va de cór (colour referenoe burst). O
oscilador do receptor engata neste si'
A fase do sinal é invertida em li-
nal e mantém a relação de fase eor-
nhas alternadas-a fim de superar os
reta.
efeitos de mudança de fase que ocor-
rem antes da recepção. No sistema de
À descrição anterior de como os
TV-NTSC, qualquer mudanca de fase
ais ãodulãm a subporta'dora não
"it verdade no sistema do sinal de crominância, com referên-
ã--ãsiritamente
ê correta no sistema cia a portadora de cor, produzirâ uma
É,q.í. porém
^No sistema PAL o sinal tem faÌsa eor, na tela do cinescópio. Com
NCSô.
o sistema PAL p,orém, 'os -erros
à f*" invertida em linhas alternadas, de
PAL (Phase Alternation fase que ocorrem durante a transmis-
ã.í o nome
Line). Nos outros aspectos a descrr- são; estâr'ão situados no sentido das
o sistema linhas adjacentes. Os receptores do
ção âcima é correta Para
PAL' sistema PAL são de vários métodos:
a portadora. emiúida pela estação trsz
alguns sinais relrtivos I Gor, além dr
informrçio ul prclobr.nso.

, '- lr0
/uuz
TIVEL
ERAXCO
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'/vvzvn:7/zz
trvEr.r0c
sncRoaülAçâo

Tipo PAL-S, PAL-D e PAL-M D e PÂL-S porque o sistema é de


. 405-62õ linhas.
usàdo no Brasil -' Os métodos dizem
respeito ao sisten.a de TV adotado no Todos estes tipos de TV são pro-
paí3. Se é de 525 linhas como no Bra- jetados de modo que um er:ro relativo
ãil ã PÁr,-M, na Grã-Bretanha é PAL- à eor é cancelado pela linha adjacen-

I
I te,'em sentido contrârio. No PAL-S só que traz em seu bojo mais alguns
(tipo mais barato) o cancelamento é sinais relativos a cor. É importante
obtido oticamente, jâ que a uma cer- fazer notar estes detalhes relativos a
ta distância da tela do cinescópio o tipos de receptores de TVC PAL por-
olho humano faz uma média dos erros que provavelmente sucederá algu-
das cores apresentadas. No sistema mas pessoas.adquirirem ntr exterior
de'retardo de linha PAL-D o eance- aparelhos teÍevisorese aqui não pode-
lamento é obtido eletrônicamente 1rcr rão usálos por serem diferenres. Os
sreio de uma linha de retardo. O tìpo receptores de TVC, do sistema NTSC,
PAL-M adotâdo no Brasil é ae SZS podem, mediante modificaçâo, ser
linhas 30 quadros. usados para o sistema PAL-M. con-
A portadora é idêntica em lar- forme já dissemos.
gura à usada pela TV preto e branco,

CAPÍTULO VI

RECEPïOR P^At-lYI
O sintonizador do receptor de As saídas das unidades adiciona-
ïVC é idêntico'ao fV monocromâti- doras e de subtração são irrjetàdas no
co (preto e branco). Quando dizemos detetor sincrono. Após a detcção, os
idêntico nos referimos a um bom re- dois sinais são levados a u:Ìra matriz
eeptor. TVC requer, no monento que produz os sinais eü€ st--ràoleva-
atual, que os sinais sejam intensos dos às grades de controle ou modu-
para que se obtenha boa imagem com ladoras do cinescópio tricromático,
fidelida'de de cor. Também os canais ou seja os três canhões qìre eoÌTes-
ou estâgios de FI são idênticos ao ;rondem às cores vermelha, verde e
TV monocromático.O estágio de sai- azul. O sinal de luminâncirr também
da de luminância corresponde ao es- é aplicado ao catodo do cinescópio;
tagro amplificado.r de vídeo no TV desta forma os feixes eletrônicos ïos
preto e branco. + canhões correspondem aos sinais de
Os sinais de luminância e cromi- corestprimárias. o retraso de 0.6 mi-
nância são separados do sinal com- crossetundos no caminho dos sinais
posto de entrada, como se P'odever tle que é obticlo por uma
-Iuminância,
linha
iro diagrama de blocos da'2'capa des- de retardo, assegurãm que
ta publicagão.Os sinais de crominân- aquele e os sinais de crominancia es-
tejam e;n fase quando alcancem a te-
cia são injetados, Por dois e-aPinhos,
-devidamõnte la do cinescópio-.
depois de amplificados,
a ôua" rrnidades de <adição> e <sub-
traçã.o> respectivamente. Um dos ca- Nos receptores de menor preço,
minhos contém urna linha de retardo em que os erros devido a falta de fase
de quase & micro-segundos que é em linh-asadjacentes é deixada a ação
igual ao tempo de varredura de uma integralizante do olho hurnano par.a
linha. que os erros de matrizes se anülem
-
Ássim as entradas Cas unidades :ïiqlT"mente, há uma ten ência,
de adição e subtração constituem-se :3^llg"", guq o sinal é afetadopor
do sinal de duas linhas de varredura' _ratoresexteriores a surgirem umas
õnsecutivas. A unidade adicionado- barr3s na imagem.nstal lã*"Ë eu_
ra determina a soma dos sinais Psra nomrnactas baras de Hanover
são
as ôuas linhas consecutivas e'a uni- devidas ao entrel"ç"-u.rt"--du*'
dade de subtração e diferença eatre pos consecutivos e pàres de "**-
linhas
os sinais de duas linhas consecutivas" eom o meslno erro dé nnatizes.
CAPÍTULO VII

coMo FUNCIONA O TV
Acreditamos que o nível de pre-. tos clássicos de alimentação de ten-
paro técnico dos leitores da presente sões anódicas etc. Tanto os sinais de
-'varredura
publicação seja de molde a dispensar horizontal como vertical
uma detalhada explicação de como são levados a um enrolantento espe-
funciona a TV monocromática. De cial, situado no pescoço do cinescó-
outro modo não seria sequer oceitá- pio. Este enrolamento - canÍIa ou
vel que tentassem iniciar-se em TVC yoke - é que faz desviar o feixe de
se não entendessem de como funcio- eletrons produzidos pelo cat,ododo ci-
na o processo, relativamente mais nescópio. O' desvio no serriido hori-
simples da TV em preto e branco. zontal (linhas de varredura), o des-
" penas para recórdar pontos e assim vio na vertical, e a modulação da in-
ntrar nos detalhes de como funeiona tensidade do feixe eletrônico, fazem
a TVC faremos um breve retrospecto com que o fósforo depositado na tela
de como funciona a TV nronocr-omá- do cinescópio tenha maior ou menor
tica. brilho. daí resultando uma série de
pontos luminosos, que o olho não dis-
Na figura da 3" capa desta Pubti- tingue como pontos, porém como uma
cação temos um diagram:r de bloco sensação visual de conjunto, que é a
de-um TV monocromático, O sinal" imagem.
irradiado pela estação é captado pela Esta é, em traços gerais, muito
antena, seja ela interna ou externa, resumidos, como funciona a TV mo-
ê levado ao sintonizador ou como nocromática. Vejamos a coisa corn
também é conhecido - <<front-end>>. mais detalhes.
Daí o sinal é amplificado pelo estágio
de FI geral também designada de FI O SII\TTOMZAIX)R OU FRONT.ENI)
vídeo (fw,1 que tanto amPliftca a Como existem 83 canais de TV -
banda de vídeo como de som. Passa se bem que no Brasil so se usem
o sinal assim amplificado ao detetor
de vídeo e depois ao amplificador de os 12 canais das faixas baixas
vídeo daí seguindo para o einescópio, (\mF), hâ necessidade de um proces-
do de seleção, entre tantos, do canal
mas antes há uma bifurcaçào onde a
parte de som é levada a FI de som que nos interessa captar. Daí a neces-
sidade de um circuito sintonizador, à
Ìrlsl. Esta FrS é detetada e .levada semelhança dos circuitos sintonizado-
a um amplificador de áutlio e daí ao
falante. O sintonizador u a amplifi- res ou estágios de RF do.. -adios co-
cação de FfV estão sujeitas a ação do muns. O sintonizador ou tront-end
Controle Autbmâtico de Ganho além de sintonizar o sinal. desejado e
(CAG) que é uma espéeiesofisticada smplificâ-lo, converte-o, mediante ba-
de controle automâtico de sensibili- timento ou heterodinagem com uma
freqüência produzida localmente'(os-
dade. Do circuito amplifieatlor de ví-
deo sai também um sinal que vai ter cilador local) numa freqüência mais
interação.e integração com os circui- baixa, que é a Freqüência Interme-
-horizontais diária de Vídeo (FIV). Há certos au-
tos oslciladores e verti-
cais. Hâ ainda a extra alta tensão tores que prefei'em chamar a FrV de
(MAT) produzida por um circuito os- canal ff 1, o que não é exatamente
" correto. Uma vez obtida a FIV esta
dilldor (quase sempre é usado o osci-
lador horizontal), o eontrole automá- deve ser amplificada pois o sinal além
tico de freqüência (CAf).e os circui- de chegar com pouca intensidade na

t10
antena e ter sido amPlificado Pglo com a banda de freqüência abrangida
ainda assim e pouco in- pelos canais de TV, é mais fácil obter-
para o que se necesslt'a' pÌrncl-
"i"tó"i""dor,
tenso se um circuito amplificador de alto
palmeirte no que concerne ao vídeo' A ganho e sgletividade. O CAG é geraÌ-
^sintonia dos canais é quase sempre mente aplicado em pelo menos uma
ãieiuaaa a'grosso modo por uma cha- etapa desse estágio.
ve seletorâ e ajustada por um siste-
DETKTTOR, DS VÍI}EO
ma de sintonia fina. No estágio sin-
Depois da FIV o sinal é injetado
tonizador atua o CAG, Para que to-
no detetor de vídeo. Jâ neste ponto a
dos os sinais que chegam à FIV te- potência do sinal ê suficienle para
nham a mesma intensidade. Há que
operar lo_dos_c's outros estágios que
notar que um sistema automâtico de
se seguirão. O detetor de vídeo con-
sanho'ìão eleva os sinais fracos ao verte o sinal vindcr do está.gio de FIV,
íí'rel dos sinais foúes. Antes reduz
em duas espÇcies.
os sinais fortes a ürn nível médio, da
1*) O sinal composto, de vídeo,
maioria dos sinais. A função de um
que é de AM, contenâo todas as in_
controle deste tipo é retirar parte da
energia do sinal forte e aplicá-lo em formações relativas a irqp,gens e os
retro-alimentação ou <<fee<lback>> pa- impulsos de sineronismo. '
ra que não haja saturação dos está- 2r) O sinal de FI de Som, que é
gios que se seguem. Assini.iulgar que de FM, e responsável pelo sinal aè áu-
o sinal fraco seria de moclo mila$ro'
so <<fortificado>>pelo CAG é incorre-
to. Pode-se até acrescentar que se o
ffiHcaD'BDE
'
vÍDEo ,
Nos estágios amplificadores de
TV estiver situado em uma área em video, o produto obtido do detetor de
que chegam somente estações de si- vídeo é amplificado e depois são se-
nal médio e fraquíssimos, sem risco parados o'sinal da FI de Som, os im-
de sinais fortes, a ação do CAG pode- pulsos de sincronismos e a inf,oma-
ria ser reduzida ao míìrimo, pois aí o ção constituinte da imagern.
sintonizador ficaria com ganho total" A FI de Som (FIS) e injetada no
São observações a margem da descri- estágio apropriado. Os impulsos de
ção do princípio de funcionamento sincronismo são aplicados ao CAG e
que fazemos porque trata-se de uma ao separador de sincronismcr. A infor-
vivência em oficina, perante casos maçãõ referente a imagem (vídeo) 6
reais, de TV situadas em áreas dis- amplifieada novagrente e levada ao
tantes onde se necessita l'azer tudo tuú de imagem" O controlê de t^rn-
para ganhar potência ou energia do trasto é localizado neste estâgio.
débil sinal captado pela antena. Mas Controla ele a quantidade de vídeo
continuemos com a descrição. que. será levada ao tubo de imagem,
AMPLIF'ICADOR DE FI VTDT)O assim como o controle de voÌume @on-
Como dissemos anteriormente, o trola o nível de áudio para o alto-fa-
sinal eaptado pelo sintonizador, hete- lante. No caso dos TVC, os sinais de
rodinado e entregue ao está.gio ampti- cor são separados neste ponto e ma-
ficador de FfV não é suficiËnte para nipulados pela seção cromil do recep-
produzir som e vídeo adeqrrado.Tor. tor.
na-se necessário então amplificai este OOÀI:IROLE AUTOMÃTI(N
sinal. O fim precípuo do estagio de DE GAìIHO - CAG
FIy g amplificar a potência dJsinal, O CAG é aplicado ao sintoniza-
principalmente a parte de vídeo. Co_ dor c blocos de FïV com o propósito -
,mo só opera em üma estreita faixa de assegurar uma rresposta liuear,
de freqüência, quando comparada com respeito a sinais fracos e fortes.

11
Uma das funçõres do CAG é manter a acondo com os impulsos aplicados àque-
média de intensidade dos impulsos de le. O sinal de varredura é levadci ao ps-
sincronismo. tágto.de saída horirontal. Nesta seção
AMPLIFICAINR, DA tr.I encontra-se o controle de estabilização
DE SOM - F'IS horiaontal.
Trata-se de um ou mais estâgios SAÍDA HORIZOIiMAL
de !'I, em FM, que amplificam a par-
te de som do receptor de TV. fVo fifC São necessárias525 linhas horizon-
não difere dos monocromáticos. tais para produzir um quadro comple-
to. Assim o ponto elethônico no tubo
DETEïOR DE SOM de irnagem deve mover-sc de um lado
O sinal de rádio F M que vem da para o ouüro, muito npidamentc. Na
amplificação de FIS é detetado num prática para prodüir uma imagem
sistema eomum a receptores de FM. completa o ponto prfaz 15.?50 movi-
AMPLIFICADOB DE ÃUDIO mentos por segundo. Para mover o
Trata-se de um processo clássico ponto láo rapidamente é necessário
de amplificador de âuüo. energia sufióiente na varredura hori-
SEPARAIX)R DE SINCROnnSMO zontal. Esta energia é fornecida pelo
Os impulsos de sincronismo pro- estrigio de saída horizontal do recep-
venientes dos amplificadores de ví- tor de TV.
deo são aplicados ao separador dé O estagio de saída horizontal é um
sincronismo assim como ao CAG. A gerador de impulsos, muito foÉes acio-
função do separador de sincronismo nados pelo oscilador hoúzcntal. A fun-
é selecionar estes impulsos de vídeo 9ão principal do esüágio de saída hori-
e levar os verticais e horizontais para zontal, nos TV preto & branco, é for-
as seções respectivas. Deoer energia a bobina de deflexão
(yoke) para que haja uma varredura
VAIT,REDUR.AVERTICAL horizontal adequada do feixe eletrôni-
Neste estágio os sinais de sincro- co, no tubo de imagem. Neste estágio
nismo veÉical que prodrazema varredu- situam-se os controles dc largura e as
ri vertical são aplicados a bobina de de- vezes um ouüirc, denominado de linea-
flexão (yoke). São os responsáveispelo ridade horizontal.
movimento do feixe eletr6nico vertical- Além de fornecer energia para a
mente, Duma velocidade estabelecidb varredura horizontal do tubo de ima-
pelos impulsos de sincronismo. Dêste gem, a seção de saída tem outra fun-
modo a imagem seú sincronizada ver' ção- importante. Fornece a energia ini-
-tenúo
ticalmente com a cena que está seudo cial. para a parte de extra-alta
televisada. Situam-se neste estágio os (MAT) e envia um impulso
de retor-
controles de fixação vertical, assim co- no pala a seção de CAF Nos TVC, al-
tno os cpatroles que alteram ou vâriam guns fabricantes preferern usar um cir-
a <<altura>> e linearidade da imagem. cuito- separado para produzir a MAT,
que deve ser mais estável que a usad.a
OSüIIu)OR DE DEFI,EKÃO nos'fi/ preto & brando.
HORIZOT{TAL
Os isnpulsos de sincronismo hori- CAF HORIZOT{TAL
zontal, provenientes do separador de A freqüência em que oPera b es-
sincronismo, são aplicados primeiro ao tágio de saída horizontal é muito im-
CAF (controle utomomático de freqüên- ú-*""t,e pois determina a freqèência
ci,a) e depois ao oscilador hoúzontal. L.ttt qou a imagem é analisada ou (<var-
Soble o CÂF Íal,aremos mais adiante. ridu. Esta freqüência deve estar sin-
0 oscitrador horizontal produz um sinal cronizada corn a freqüência de varre-
ho,rieontal de varr.edura (sweep), de dura do sinal transmitido pela estação'

12
Para assegurar que a saída hori- mesmo é muito rápida o CAF reduzin'
zorntal esteja em sintonia eorn os im- do:a, o que ocasiona a redução da saí.
pulsos de sincronismo de estação, am- da horizontal. De modo inver€o, se a
bos são comparâdos. O impulso de sin- freqüência do osciladór é muito lenta
cronismo da estação e o produzido pelo o CAF atua no sentido de acelerá-la.
circuito horizontal são levados a seção Deste modo q CAF mantérn a freqüôn-
de CAF. Por sua vez controla o osci- cia de varreduia horizontal dentro dos
lador horizontal. Se a freqüência do valores corretos.

C.Â.E HORIZONTAL
Rr2r 5
820
ECr.84 +8r(?95v)
\itaoì-

l-èrzõ
ct2 02 * ro o p
47n Rí 207| Rr 209
8, 2k I t k

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47Otl
},'
r206 c r209
Rt202 33On
G T'-on
5 9k Itln
Rt20 3
J-r AO P|NO5 00 Ìs H
ct2 0 t J - ? 7X ( Tr t 3O l)
l ,zn -f

-
EXIN,A ALTA TENSÃO . MAT balho de 12.000 volts. As dimensões e
Além de fornecer a varredura ho- custo suplantariam tudo mais existen-
rizontal e o CAF, a seção de saída ho- te no ï\i. Assim a solução é obter um
rizontal (nos TV monccromriticos) ali- impulso de freqüência muito rnais ete-
menta a fonte de extra alta tensão - vada e retificá-lo dispensando op fil-
MAT. Aqui cabe uma pequena expli- tros. Isto é perfeitamente aceitável na
cação extra. TnLrmonocromática e provav€lmente o
Naturalmente seria mais prático será em TVC. Porém para âqueles, que
salvo por um pequeno detalhe por curiosidade tiveram condições de
que a MAT de 12.000 volts fosse obti- experrmentar com uma MAT retifica*
'da de um simples transformador com da e filtrada fácil é verificar como se
primário de 110 ou 220 r'olts e o secun- ria ótirno se existissem filtros para al-
dário com número de espiras suficien- tissima tensão e baixa capacidade, para
tes para fornecer a MAT. A corrente serem usados nestâ paÉe. A imagem
sendo tão diminuta, não obrigaria ao é muito melhor e não causE o c'ansaço
uso de fio muito grosso e haveria uma da visão oorno também deixa de pro-
considerável simplificação em todo o duzir o mal-estar serrrelhante a (aura>
circuito. Sucede porém que esta ÌúAT da epilepsia, que certas pessoas de.,
teria uma ondulação de dua-s vezes a monstram depois de assistir durante
freqüência da rede elétrica. No Brasil algum tempo os programas de TV'.
seria de 60x2 igual 120 hertz. Isto pro- FOIì{IE DE ALTA TENSÃO
duzina uma intolerável ondulação na Todo e qualquer aparolbo dè ln'
imagem. CoÌocar condensadores de necessita de uma fonte de alimentacãcr
filtto pareceria ser a solução, àas ima- comum, para fornecer tensões de fila.
gine o leitor condensadores de pelo mento, placa, grades auxiliares e,tc.
menos 8 mfds para uma tensão de tra- Os TV trensistorizedos tambérr.,nececsitrn

L l3
de uma fonte de alimentação, que se das como o caso das válvulas, não dei-
beur não prqduza voltagens tão eleva' xa de ser a fonüe de alinrentação.

r :;j
I
* ár,aaou,
I

ro
Dfsr^cÌ{EÍ |Z^OOn
ÂUTOXÂÍlCO,
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tl
t,l
LJ,J
t-4-)
ch 160r
I
i I
r--'-'T---

pLO4 pCL82

CTNES'CÓPIO

O tubo de irnagens, cinescóPio op


TRC (tubo de raios cetfiicos) recebe,
por parte do recePtor de TV, quatro
espéciesde tensões ou sinais,
1") Extra alta tensão GúAT) para ser 3') Varredura horizontal gue move o
aplicado a conexão ULTOR, des- feixe eletrônico de extrerno a ex-
tinada a atrair o feixe eletrônico trerno, da tela, no sentido hori-
até a tela. zontal,
4.', Vídeo, que varia a intensidade de
?N'l Varedura veÉical que controla a feixe eletnônico, enquanto o mes-
velocidade com que são formados mo é movido de lado a lado e de
os quadros comPletos de imagerrr. alto b. baixo.
Cono estes quatro sinais ou tensões
o cinescópio reproduz a image"m tele-
visada. Naturalnrente há ainda a ten-
são de aquecimento ou filamento que
Íaz com que se emitam os eletrons,
desde o catodo.
Estas são, em breves linhas, como
opera um TV monocromátioo. Veja-
mos cgora corno opera um ïVC (tetrc-
visor a eores)

ï4
CAPÍTULO \rIII

ïErgvrsÃoA conEs (wc)


Os TVC usam alguns circuitos se- cuitos, princioalmente os de croma. Um
melhantes aos TV monocromáticos. bom sinüonizador de TV monocromáti-
Mesmo pcìrque os sistemas devem ser ca serve perfeitamente para TVC, po-
.
competíveis, isto é, um TV deve po_ rém, há que ser de qualidade extra. No
der rcceber (em preto & branco) os- caso da recepção a cores a presença da
progra.mas de televisão em cores e um informação cromática na parte supe-
receptor de TVC deve poder receber rior de cada canal impõem uma rigi-
(em preto & branco) um progra,.rs
de àez maior quanto as características
TV monocromático. para quu tarni- desejáveis do sintonizador, especial-
liarizem coÌrr os novos termos ".da TVC mente as referentes a faixa de passa-,'
reeomendamos aos nossos leitores que gem e a estabilidade da freqüência do
consultem as páginas do apêndice dãs_ oscilador' local. r
ta obra. Se o oscilador local - cÌue produz
Na figura da 2" capa terrrce um a heterodinagem com o sinal captado
diagra.ma dc blocos de um TVC, siste- na antena, para produzir a FIV .-- não
ma PAL-M. Poderia dizer-se que o TVC for estável e apresentar deslises de frei
tem, como acréscimo aos ïV monocro- qüência, ou se a faixa de passagem do
máticos a seção <<croma>>, responsável canal estiver desajustada, a informa-
pelas informaçõesaotl sinais que darão ção cromática podLrá ser suprimida.
a cor nas imagenído cinescópio. Isto
é sem dúvida uma simplificação exces- FIV
siva porque a seção (<crloma>)implica À semelhança da TV monoeromá-
em uma série de circuitos adicionais e tica os sinais de TVC uma vez capta-
também poryue o cinescópio para TVC dos pela antena e sintonizados pelo
ê mais complexo, pcsuindo três ca- Front-End, após heterodinagem com o
nhões ou pelo menos três grades de oscilador local, são transformados em
controle e exige uma ÌúAT muito mais uma freqüência que denominamos de
elevada e intensa que os TV monocro- FI de VïDEO (FIV) que alguns auto-
máticos. Porém não é errado dizer-se res designam de 1', canal. Os estágios
que nos fl/C o acréscirrio é a seção de FIV são idênticos aos de ïV preto
<(croma>>.Vejamos, bloco por: bloco, as & branco, só que a semelhança dos
funções do TVC. sintonizadores, devem .seì. de qualida-
de extra. Há que notar que na TVC
SINTONüZADOR OU TIRONT-END existern três sinais importantes de co-
O sintonizador dos TVC em prin- res mais o sinal de som. Assim a fai-
cipio não difere dos TV monocrbmáti- 1a de passagem da FIV não pode so-
cos. Quando dizemos isto é porque eles frer lacerações ou deform"çõ.", corno
sintonizam o mesmo número de canais as vezes é perdoável na TV monsro-
e possuem a mesma largura de faixa. mática, principalmente em zonas de si-
Porém devem ser sintonizadores de óti- nais muito foúes.
ma estabilidade de freqüência, seletivi- A portadora de som está presente
dade e sensibilidade, pois na TVC a va- na FfV, mas deve ter uma atenuação
riação de sintonia altera o que pode- de 50 a 60 DB atê chegar ao detetor
;ríamos denominar a fidelidade das co- de luminância e crominãncia a Íim de
res e tarnbérn na TVC'necessita-se de diminuir a amplitude dos batimentos
um sinaf mais intenso nos váiios cir- resultantes da interação das portado-
I

15
ftbs de som e cor. Esta atenuação em A subpoúadora de crominância
T\y' monocromáticas é de apenas 26 DB também está presente na FIV, situan-
ponque não há a presença de croma. do-se na freqüência de 42,11 MIIz, no

S€L€TOR Er.DESOtÍ
ctr6 uoz 4.5llHr

Front - end'e amradilhgs de som

'-.-4l,âSttl{z
L106

DFT
VIDEO
+Br +82 r08
42.3*lHr 455tÍHr
+85
44MH!,

ponto de 6DB de atenuação Na Íigu- tre o ideal e o possível devern ser en-
ra $ darnos uma curva teórica de como contrados a custa de circuitos que tor-
rleve ser a FIV. nam complexa e custosa a TVC

roo%
FIV
\TJ
o
:) 42,17ìlHz
:
)(L
c.A.G. i
I
I
I
?5 +8t
(255V' IroT
Íri
!
I
I

40 4t\\41 45 44 43 46 47
DtoS

i
4t,25UHr
..-TREOUÊI|C|A( THT}
)fio*
ro3
coz |
Cuna teórica da F. t" Y. |on ro7 | I

AO PINO3

-t
I
I

Aliás a TVC, ...-omomento atual


está cheia de cpmPromissos" limitações
e paradoxos. A PoÉadora de som
, e*emplo é atenuada fortemente nos
'Por
oo ÌsH
[Trl 3O{I
r
ro4
-a
ï

Lei0i
I
I estágios de FIV para evitar o batimen. :.. L j
to q"ue produz uma freqüência de 92{
'KHZ. Depois, adiante, torna-se neces- +84
(25Vt
sário amplificar á parte de som, antes
ateguado, o que é realizado ne FI de Cïlcuito do C. A. G.
sorÍ1. ï.Iestas qperações, como não po-
-deria deixar de ser, compromissQs €n'
No circuito da figura 7 a poÉa- F.I. V. e detetor dc tuminâncin e cromr-
dora de som rá atenuada rór dua" a"- nânaia
madilhas constituídas de bobinas e
condensadores

DESEMPENIIO DO ÂMPLIFIC.ADOB DE FI .'ì


DE VÍI'EO
c,
|lI
a Freqüência intermediária
(vidco): 45,?5 MItt

o Iteqüêoct8 intermediálla c,
(côr): 42,17 *tÍíz m
o
a fteqüência intermediária
(s om ) : 41,25 MJl?.

a Largura de faira do âm-


pliÍicedor de ItI (- 6dB): 3,6 MHz
a Atenuação reletiva da por-
tsdora de vÍdeo (45,?5
Mltrr) na Íaixa de FI: 6dB

Ídem, para a subpoÌtadora


de cromintutcia ({2,1?MIÍz) : 6 atB

Idem, paÌa I Irortedorâ de


som ({lr5 MIü) 8té o de- -' --f---:r
tetoÍ de luminânciâ e cÍc
minâJrcia: = 50dF

Sinôl na ant€na (portâdora


não moduÌad8) para sinal
C.C, detetado de I V, 8cl-
Iaa do ruÍdo: I pV (valor elicaz)

MÍixlmo sinel de antena


para deteção sem com-
pÌessão: l. valoÌ eficaz)

Mádmo sinsl pico-8-pico


no detetor, s€m distorção: 3,5 V
* :li
3
9l;
Atuação total do c.t.G.: = t02dB
-{
oo
o
-9
ro
6
ìtr t---rt ___
--- -ì
ilt
DEIE"TOR DE I,UMINÂNCIÁ E
CROMIIüÂNCIA L-;-------J
Após a amplificação de FI\/, há
uma bifurcação com os sinais indo pa-
-c)
ra a deteião de lurninância e crominân- o=
oO
D'
cia e FI de som. Vejamos a deteção ì
F
de luminância e crominância. o
o
A estação de TVC transmite a ima- 3

gem em preto e branco (sinal Y) acres-


cido da inlormação em cores (C). É
então transmitido uú sinal composto
dc Y mais C" Esta informação de co-
res <.C>>(sinal de crominância) é con- {
seguida através de uma câmera espe- o
N
Gf
ciai e com. auxílio de filtros para as co- Õ@

res, que decompõem a imagem em três
informações ou sinais, cada .uma con- 0
teedo partc ou porcentagens corres-
pÇndente ao vermelho (R), verde (G)
83
or õ3 õ

o
Í

e"azul (B) da cena televisada. Já nos .F o


F
referimos, nD início, da possibilidade -c
de misturar estas três cores <<básicas>>

17
e obter todas as outras. Estes tÉs ma' nuação que o canal de som sofre nesta
tizes são conhecidos pelas letras R, G,, operação, não ê possível juntarem-se
B que equivalem ag iniciais das cores as duas operacões (vÍdeo-som) cordo
vermelha, verde e azul, respectivam€lr- sucedé nos TV monocrom,íticos. Há
te, no idioma ingles várias solúções, deshóndo-se cntne
Na TV monocromática há somen- elns as seguintes:
te um sinal, que corresponde a varia- 1") Cc,nve:são a 4,5 MHZ Detcção dos
ção de luminância, poiém na TVC há ' sinais de luminância, apagamento
que acr'escentar-se a crominância. Esta e*sincronismo (que noq TV preto
correiponde aos sinais R, G, B porém & branco equivale a deteção vídeo
não em proporções iguais. O olho hu- comum). Deteçã.o dos sinais de cro-
ma:to e certos problemas de fisica tor- minância.
nam necessário que a porcentagem de
vermelho (R) seja de 30'4, db verde 2) Deteção conjunta dos sinais de lu-
(G) $$'i , azul (B) LLtt . O sinal de minância c crominância. Conver.são
luminância equivalente a in'formação separacla.
em preto e branco é designado pela Ie-
tra Y (ipsilone) como já dissemos. É 3"). 'Deteção dos sinais de crominância
convenienté lembrar que a luminância juntamente com a conversão da
da TVC obtida com estes sinais hCg interportadora.
e Y monocromática. Daí-, s'erem com- Deteção de luminância separada.
pativeis, tornancio-r. po""it"l um TV Seja qual for a alternativa empne-
preto e branco receber os sínais da TVC, gada porém, o níVel da portadorr de
e vice-versa. som, no estágio em que se efeua a dete-
Os sinais de luminância e cromi- ção de luminância, deve ser severamen-
nância gue venr desde o transmissor, te rle&rzido No circuito que usamos pa-
são recebidos pela antena, sintoniza- ra exempliÍicar a TVg foi adotada a al-
dos pelo Front End e passam pela FIV. ternativa ?.
Aí necessitam ser descodificados ou de'-
modulados, isb é, extrair do envelope CIRCUrI1OSâUXIIJAREÊ DE
de radiofreqüência os sinais e informa- CBOMA
ções. Por isto a poÉadora da esiação Já vimos até agora que a imaior
éle ï'VC traz mais um sinal que é a parte dos estágios do T\IC são muito
<<salva>>ou <<burst>)e que faz o sincro- semelhantes a TV monocromática. Va-
nismo entre os circuitos de crominân- mos ver agora. os denominados circuitos
cia do transmisgor e do receptor. A sal- auxiliares do croma. Como o sinal cro-
var ou subportadora de cor, na FIV, au- ma ó transmitido desde a estação eom
rncnta a complexidade nos estágios de a poÉgrdora suprimida, no recéptor'há
deteção e conversão, exigindo que es- que inieiar-se uma portadora.
hue seja
tas operações sejam efetuadas s€para- indêntica àquela suprimida.
damentc, guando nos TV moaocromá-
tic.oe é efetuada em conjunto. OSCILN)OR
Por paradoxal que paneça' esta Ílto se obtém dom o oscilador re-
complexidade ó para reduzit a <com- generador de subportadorà e que operà
plicação>>produzida pelo batimento en- em 3,5 MHZ (exatarnente 3,57561tr
tre as portadoras de som e cor, que pro- MHZ) sendb controlado a eristal. O
duz a freqüência de .924 KJHZ (mais controle a cristal é necessário para que
c:ratqmente - 924,3W KJHZI, o que na haja um.perfeito ajuste entre a frequên-
prátiëa nem sempre se consegue com 'cia do transmissor e do receptor, nâ nê-
total satisfação... Deviclo a grande ate- " criação da subportadora. Deste modo

18
G
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JO

2< os demoduladores podem tazer a demo-
63
aCl
ão dulação ou deteção correta do sinal:de
-I
Q! trJ croma.

Ërí

Cl
=o Além da freqüência exata i' preciso
íw que o oscilador de referência esteja em
ú. 9
6>
o tr,
perfeito sincionismo com o transmissor.
ctcl
Para is/o, desde a transmissão, são en.
viados pulsos denominados <<salva))ou

í9
'.<burst>>que sincronizam o oscilador de Como a portadora do crorna é su-
deferência primida, torna-se impor{ante que a por-

o
(o
ô ï,ï,gf
(D

N
o
(,
c Ëe
<r O
-T-rsn
( o0
'o R6r7
(l)
o t5t
x
(D
ffi

Oscilador de reÍerência
tadora re-criada no receptor eôteja em SALVA OU BURST
absoluto sincronismo (fase e frequên- . O sinal burst é retirado do
sinal
cia) com a portadora original, suprimi- cloma logo após a FI de cor. Esta sepa-
da na transmissão. O processo de sin- ração é efetuada através de um pnrcesso
cronismo ó alcançado utilizando-se
amostras da frequência portadora de
cr()ma que é enviada pela estação trans-
c.A.c.
missora. Estas amostras são compostas a
@-
de oito a dez ciilos ou <<fatias>>da fre- lr}
ú)
quôncia em questão e se localizam no (t
|r}
limiar ou portico dos pedestais de apa- ãË E

gamento horizontal, loglo após os pulsos


dc sincrcnismo hor-zontal. Es"e sine.l é
transnr,itido num in-cn'alo dc tem^:o que
varia de 2,24 a 2,80 microsegundos apro-
ximadamente. Os picos positivos desse
sin:rl atingem aproximadamentc 50',
da amplitude dos pulsos de sincronis- o
9
mo. É importante notar que a frequôn- d)

cia dc trabalho oy operação do sinal de gg1 BAl48 526rrtn


J D5O6 I

rnlva cu burst rôo mesmo da portadora !


dc cromr cu seja 3,58 MHZ.
+ cszj
HF
Ít
-
O oscilador de referência tem uma ì_ïp
difercnça de fasc de 90" em relação ao n z?oaBURST
I i R 548 GATE tsÂÍuRAcïõl
burst para que possa ser efetuada a com- T ro h
paração no comparador automático de
frequência (CAFC). O sinal fornecido Contlle automátict u€ oor (C.A.C.)
pclo oscilador de referôncia 'lFverá ali-
mcntar dois dernoduladores (R-Y e B['NST
R-X) scndo que um deles recebe o sinal de comutação .conseguido através dos
nn mesma t'ase e o outro um- sinal de- pulsos de retraço horizontal. Além de
fasado a 90. screm separados são tamb"rn utttlifi-

2A
cados.de modo a tenem suficiente ener- dor de cores, indentificados, armadilha
gia para controlar os esüâgios que são de 3,58 MRZ e osciliador de referência.
dependentes dos rnesrrlos (CAC, .inibi-

l4

bl Oimrnrôn dot
tiior d.'óoprl
olumínio'.

cl Dirpoliçiio dor
?lfor dc'popll
obmínio'rSbr
' o lubo dr'Fr-
mlilr'.

dl Jonclc dr'poprl
obafnio" dirool-
lor rôbro o íüho
dr policrlrr( se-
porogôocntrr ir-
ntiot: llrlyì; lomO-
rl p 9r9mm).
r) Fôho rh Potier-
flrr&c o Gorì-
|nfo do Íiguro
c) (Ar íitos nror-
lrodor no íig.c.),
crl6o no íoco o-
culfo,no íig. tl.

ll Arprclo ílnol.

Dct8lh€ da lirúa de retrrdo

CAFC Quando o sincronismo é exato entre o


O controle automático de frequên- transmissor e o receptor este discrimi-
cia ìe cor (CAFC) cornpôem-se de nador não produz nenhuma voltagem
dois discriminadores. Um deles'é o res- de saída. Porém se há defasagem entre
ponsável pela comparação do sinal burst o sinal transmitido e o recebido, há uma
com o sinal do oscilador de'reÌerência. voltagem de saída que depende do dès-

21
Ecu
ìtJsrorct PrG3rEx-
r9 ot retolrcr;,lot-
erc E l,|ïr^çAo

t or - -
- -
rntn'. ttot looFfs trY

o€
oct cxTË Jxlts ^IPL|ïU-
orrtïo
g ncïAto^oo

lt.l ' ai-rrtrolrctl ot Lttttl, $tÍr ooa t5


rtfxl.t rclt3tytf oí,| ïrrüortrDttt

I.inha de retardo ultrassônica pAL

vio de frequência (fase) do oscilador de CONTROLE AUTOMÁTICO DE


referência. Este discriminador, na even- COR
tualidade de um defasarr,rento, fornece A finalidade do controle automáti_
uma voltagem'ou sinal que aciona o co rÌe cor é garantir um sinal de saída
<<corretor de frequência>>que na realida-
na FI de cor em nível constante, de ma-
dade ó um diodo varicap (isto é, varia
neira que a reprodução das cores esteja
a capacidade em função de uma volta-
sempre na sua saturaqão cor:r.eta, inde-
gen aplicada). Além da voltagem para
pendente das variações de sintonia fi._
o c<;rretor de frequência o CAFC forne- na (300 KHZ abaixo.ou acima da fre-
ce uma tensão para o controle automá- quência do canal). Se considerarmos
tico do CAC, como veremos mais adian- que a informacão croma está localizada
te. No CAFC o outro discriminador for-
a ffi% da ampÌitude máxima da curva
nece voltagem de ccmando para o ini- de vídeo (FIV) ao desJocarmos a
bidor de cor e para o identificador. sin-
tonia fina poderia ocorrer que
a cromi_
nância viesse a ocupar um nível
de ga_
nho entre 50 e 100.. ou 0..
INIBIDOR DE COR 50,,.
Desja maneira, com. a posição "
incorre_
A função princiPal do inibidor de ta de sintonia fina, poderia suceder
mai-
cor é eliminar o surgimento de pontos or ou menor ganho do sinal croma.
Es-
ccloridos (<<efeitoc"onfeti>) na imagem, tas_variações são acompanhadas
peÌo si_
durante a recepção em preto e branco. nal burst que por sua vez atua
no CAC:
E um estágio sofisticado para comodi- de modo que este coyrtrola .
dade do telespectador pois durante as *""h;';;.
FI de croma e garanre uma
saída Ã;ìl
transn\issões de preto e branco bastaria tante assegurando a correta
saturação,
fechar o controle de dosagem de cor. das cores

22
CHAVE PAL
Nos TVC sistema PAL uma das ca- nal croma. Esta comutação é denomina-
raterísticas básicas ó o sistema de co- da de <.chave PAL> e Íaz o ôscila<ior de
mutação de linhas para eompensar as referência situar-se em 90 ou 270 a fim
variaçôes de fase na transmissão do si- de restabelecer a fase correta.

R 7?O R 7?l
5.3r 6.8r

47r arl, RTZI-5.6t

R7Ú I R7r8 R725


z,z,

r
to
ú) c ? r4 |
I
r ?o3 | lllt6 gt"t:
tSop !?.2-3
I Ir 5.6r lOOn :
c (l I fr?n 16 I
.
-.-.G. -.-a-a -a
.- .- .- .1
- .- .- .- .

LINHA DE RETARDO de ser obtida, dentro de certos compro-


Nos receptoresde TVC sistem.aPAL missos. Se fosse usado um cabo elétrico,
existem duas linhas de retardo. Uma é por onde o sinal circulasse a fim de
a linha de retardo Y que tambóm exis- <<atrasar-se>>,aquele teria que ter quasi
te nos receptores de TVC do sistema 35 metros de comprimento, o que cons-
NTSC e a outra é a linha de retardo PAL tituiria um verdadeiro trambolho den-
cuja finalidade, neste sistema, é corri- tro do TVC. A solução é çransformar o
gir eletricamdnte a cor. Funcibna como impulso eÌétrico em onda sonora ou me-
uma espécie de memória que armazena lhor sônica, fazê-la percorrer um cami-
a informação de uma linha, até que a nho fisicarnente cúrto, porém demora-
próxima linha seja transmitida. Desse do porque o som se propaga mais deve-
modo existem as informações simulta- gar que a corrente elétrica e ao fim des-
neas de duas linhas seguidasque podem te caminho tornar a transformar estes
ser juntadas eletricamente a.fim de eli- impulsos sônicos em corrente elétrica.
minar os erros de fase que implicariam Isto ó conseguido pelo emprego de um
em erros de cor ou infidelidades de cor. bastão ou bloco de vidro especial em cu-
Este aliás ó o ponto alto do sistema PAL jas extremidades situam-se transduto-
em reÌação ao NTSC. A mistura de duas res qu€ transformam o sinai elétrico em
linhas só é efetuada com a informação sônico e vice-versa.
de cor se permanecer inalteçada a infor-
MULTIVIBRADOR
mação ou sinal de luminância; essa li-
A chave PAL recebe as variações
nha que retern as informações do croma de tensões de um multivibrador que
durante o tempo de varredura de uma é-comdndado por urn sinal trbtido da
linha., ou seja 63,5 microsegundos é fácil saída horizontal (pulsos de retraço

23
r|o* EFE|ïO OÂ OP€RÂÇÂb NOME
EFEITO OA OP€RAçA:O
OA OP€RÂCâO OA OPERÂCÂb

cotilcto€itcta BALANC€AMENTO
HORIZo|{TÂL 0a tNcLtNAçao
VEROE/VEREL}IO
PÂRTE INFERIOR VERMELHO/VEROE

COINCIO€lìlclA BALÂIVC€AMENTO
HORIZONTAL OA PARÂBoLÂ
VERO€/VERMELXO VERMELHO/V€ROE
PÂRTE SUPERIOR

corNcr0€Ncta
VERM€LHO/V€RO€
CORREÇAO
OA PÃRA8OLÂ
VERO€/VERÍÊ,L}IO

CoRR€ÇÀo
OA PARÂ8OLÂ
coRR€ç^o VERM€LI{O/VERO€
0a rÍ|cL|lúÂçÂo
v€RïrcÂL'
vERO€/VERTELl{
PÂRÌE SUPERIOR conneçab
oa rNcLrNAÇao
A ZU L
CORREçÂO
oa rftcLrrrtacÂo
VERÍICÂL
VERO€/\'ERTELX( coRREÇAb
PÂRTETNFERIOR DA PARdaoLa
AZUL
@tÍ{cioÊNcta
HORTZOÍìtTÂL
ÂzuL/ÂmÂR€Lo connEcaõ
PART€ SUPERIOR DA FORMA
DE ONDA AZUL

co|l{ctdt{oÂ
}iORIZONTÂL
AZUL/AHÂRELO C ON V E R GE N C TA
PÂRTÊ, IÍIFERIOR A ZU L LA TE R A L
l7

Terminologia Fadronizúz para as olrcra.


ções de ajuste da s,eção crorÌta.

horizontal). -Estemultivibrador bi-es- nado de quadratura. Um ilos demo-


tâvel, também conhecido como <flip- duladores age sobre o eixo B'Y e ou-
tro.sobre o eixo R-Y. O gxilduto des-
= recebe as informações por meio
flop>>
do identificador. que por sua vez é tes estágios produzem orr sinais que
comandado pelo burst, de modo alter- vão à matriz.
nado, em dois angulos de fase, a fim MATRIZ
de identificar o sentido :orreto da O estágio <Matriz>>recebe as in-
chave PAL. formações R-Y (notar quc t-rsinal -
Para que possa haver uma com- indica subtração) e B-Y dos demodu-
naracão correta entre o oseiÌador de ladores e mais a informação Y do ca-
referència e o burst no CAFC, os si- nal de luminancia. Neste estâgio,
nais a serem comparados Precisam através de um circuito retativamertte
estar defasados em 90n. simples, recupera-seo sinal G-Y, e, à
saída da matriz, um sistema de adi-
DETEçÃO EM qUADRATURA
dos sinaisde cro- ção elétrica fornece os sinais defini-
.\ der.nodulação tivos RGB ou seja vermelho, verde e
ma é efetuada pelo processo denomi- azul.

24
c 802 ?7p
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R8 0 l 6,8 k
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5,6 h
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25
LC!íOí rCllOZ ffi ã
I
ãi" OEFLEXfO yERT1CÂL
'à'i'
_ ã,ã;__ã:ff
'CllOs RlZ7fd
! - :"_ - I

Circuito do deílexão vertical de un TVC,


sistema PALM.
Esses três sinais obtidos da ma-
AMPLIFICADORES RGB triz são amplificados em separado
+8a(e70v)

c902

B A I45
o90l

AUPLÍFICADORES
R , G,8 ._

c903

. 47'

por três amplificadores de vídeo, em des-controles do cinescópio tricromá-


níveis suficientes para excitar as gra- tico.

26
coBREçÃo DE ATMOF.ADA **, Mas é o que há -no mornento
(PTNCUSHTON COBBECnON ) oio.t".t"lmente dentro de uma déca-
"t".
"da esta descriçã'o serâ lida com a mes-
Nos TV monoeromátieos a cor!'e-
ção do traçado de varredura no cines- ma atitude com que hoje se lê sobre
cópio é efetuada pela confol:mação do os primeiros esforços de NiPkov e
campo magnétieo das bobinas defle- Baiid. Para corrigir estas deflexões
toras, de acordo com a distribuição usa-se um translador. Aqui cabe um
das espiras no yoke ou canga. Nos reparo. Há uma tendê:ncia cm usar o
cinescópios trieromátieos não é pos- ndme transdutor para significar este
sível isto. À presença de três feixes, comnonente que ê um verdadeiro
a assimetria de cada almofada, r€- traúformadoi ou translador de ba-
cessidade de convergência e pureza lanceamento dinâmico. O termo
tornam irnpossível o método usado no transdutor é aplicável ao nome inglês
monocromático. A correção é tentada <<transduceD>.Os técnicos da Ibrape
então através das próprias correntes preferem chamar de transformador
de deflexão, com uma confomação ãe correção de traçado para não usa-
adequada de cada uma delas. rem a palavra transdutor. Achamos
Na distorção em almofada,. as que translador resolveria a questão e
cunraturas no topo e na base do tra- por isto o aplicamos.
çado correspondem a chamada eorre-
ção norte-sul. As curyaturas laterais PUAE'ZA
correspondem aos erros de deflexão Além do. erro de almofada deve-
horizontal e denominattr-ite corregões se ajustar a pureza de reProdução
teste-oeste. Estes erros resulta'm da das cores, no cinescópio. Isto signifi-
nâô coincidência entre os centros de ca que em qualquer posição da varre-
deflexão e de cunratura da tela e a dura o feixe deve atingir, na tela, no
lnnto <<triad>>,isto é, da trinca de fós-
correção é obtida pela mocirrlação da
corrente de deflexão vertical por sr- foro, o ponto correspondente. Notar
que püreza aqui não é a mesma coisa
nais parabólicos em-fre-qüência hori-
que saturação da cor. O ajuste de
mntà e a corrente de deflexão hori-
zontal 1x)r um sinal Parabólico em convergência dos feixes significa que
freqüência vertical. Como devem no- em qualquer posição da varredura ea-
tarõs leitores a T\IC está muito cheia tes devem convergir no plano da nrás-
de compromissos, paradoxos, limita- Gara, ou seja, passar pelos mesmos
orifícios, no mesmo instante.
ções corrrgidas com circuitrrs çoÍnple-

GADASïnO
Eavie su none e endereço qgnpletm 1n11 rq,*irtr-r Ç{til
dc infor-
tr;lh"ürq;iú A" ã i*UiUt eo rãoeUinento
oeoõer e folhetoc" técoio'
clpctet znts-zgn
ã).000, GB

27
( 10) ir r t
'hsr oc ç or{rdov
OOI\TVENGÊNCTA
A operação de pureza e conver-
gência, embora distintas entre si, de-
tn . vem ser efetuadas ao nesmo tempo e
F

o o^ corneslnndem aos seguintes ajustes:


t- ' ol-
N ? l! :c no centro e nos cantos da tela; con-
@ clô velgêqgl? estática (radial e lateral,
l tí)

It
Ã-
Or
2>
esta última somente para o feixó
o
n q azul) ; convergência dinâmica vertical
p
e horizontal (radial, para os três fei- .
xes e lateral apenas para o azut).
Hâ uma certa interação entre os
$v9rs9s ajustes que deteminam a'
deflexão dos feixe-, como a deflexão
geral, a centralizaçáo e a correcão da
geopstria, os ajustes da pure"a e das
seqüências 1P execução-dos ajusies
para maior facilidade e rapideá. Va_
mos pois descrever aqui coúo se corut-
titui o cinescópio e seus implementos
bem como se efetuam os ajustes aci-
ma mencionados.
(r
llt (9

@ È@
(D

ecl'-.glõ i J OltIì ; CINESCÕPIO TRICROMÁ,iIICO


a is
úlo
o çf Z \
Como é do conhecimento de to-
o
Á\ ?
ltttd
È dos, são necessárias três camaras
^ colrn
o'
i! çl o para coDopor a imagem eolorida. na
rt
ío
eY .6 1
ãl estação transmissora. Do mesmo mo-
çO
otrN do, no receptor são necessârios três
I
It-
;t cinescópios para recompor a imagem.
1
ç çl Porém ém llrgar de três r:inescópios
q o
rít
o
OO
individuais usa-se um tubo de raios
() :s
(r catódicos especial que possui três ca-
nhões e cujatela em lugar de fósforo
rt
9 de uma só cor, possua uma trinca de
;oo
G

fósforo vermelho, fósforo verde e fós-


90 rr-l
ç foro azul. Esta trinca e conhecida
ó como <<triad>. Entre a tela e os ca-
.t -- -t - -- - nhões existe uma chapa de aço perfu-,
rada que contém cerca de 400 mil ori-

{$E#l
õl
9l
;l
fícios.
-t? O anodo de extra alta tensão (pl-
s() -t
Â|= tor) é idêntico ao do cinescópio pre-
'ï-L-j
Oc
z cO to e branco. O número de pontos de
( JN
.lrj
(, fósforo em um cinescópio de 26" é da
Íl ordem de 1.2ü) mil.
lrJ | 35
| õn$
z MÃSCARA PERr.URADA
o
() A mâscara perfurada tem um ori-

6i*
irF
fício correspondente a um triad que
N por sua vez cor̀sponde a rrm elemen-
to de imagem. Os feixes eletrônicos

28
Dassam pelos orifícios da mâscara tela e devido à dilatação que sofre
(shadow-mask) e ao atingirem o pon- com o aquecimento do tubo e necessâ-
tb de fósforo correspondente, este cin- rio que o TVC fique ligado pelo me-
tila na cor básica que lhe é peculiar. nos 25 mittutcis antes de se iniciart m
O diametro dos orifícios na máscara os ajustes. O objetivo da nráscara i'
é da ordem de 250 microÌÌs; rÍrâs há garantir uma perfeita incrdi'ncia tlos
uma ligeira variação nos rnesmos, na feixes eletrônicoscom os Íósfort)sc()r-
proporõão em que se afastam do cen- respondentes,no triad. Os trôs fr.ixt's
tro parã a periieria da máscara. Pela eletrônicos são dirigidos lrirra a tt'll
distiibuição dos orifícios na máscara fluorescente de tal modo {1ueclt's st.
apenas uma pequena.parte do total de eruzam num ponto comum sobrt' o
elétrons chega à tela; aproximada- orifício da máscara; os fcixt.s Ír() s('
mente 2A%, os restantes 807 são in- eruzarem nesse ponto rla mirscltr:r
tereeptados e absorvidos pela região continuam sua trajetória rtle atingi-
não perfurada da tela metálica. Daí rem o fósforo resylcctivono triad ou
s€r menos luminosa que a monocro- trinca, fixado na tcla tlo cirrt':;r:ripio.
mática. Mais um dos <<poréns>> da Esta disposição garante unìa ritzrxi.
TVC. . . vel pureza de cor('s.

EXTNA ALTA TENSÃO - MAT â t'r)


A pureza de um cln('s(:rrlìir)
PeIa razã;o àcima o rendimento res pode ser caracterizada c()Itì(,sr'tt'
de luminosidade do cinescópio tricro- do a precisão com que os tris fctxr'.s
mâtico é muito inferior ço èinescópio de elétrons atingem seus t'('sIrt'('tt!'(ts
para preto e branco e por isto usa.se fósforos para obtenção de unta tlt'tt'r.
uma extra alta tensão (MAT)' muito minada cor. Na reprodur;ào dr' unra
elevada, da ordem de2I5mil volts. Isto cor vermelha, por exemlrlrl. diriamus
por outro lado aumenta o risco de tratar-se de uma boa purt'zà no caso
radiação de raios-X, o que sem dúvi- dt:sta cor não apresentar mrstura de
da irâ fa,rer com que os técnicos de outra cor. Aqui devemos frisar qut,
esta tarefa dificilmente poderâ ser
TVC venham a ter direito o uma gra- realizada por um técnico dalttlnico
tificação por trabalharem eom mate- (que tem dificuldade ou rnìpossibili-
rial perigoso à.saúde. dade de diferenciar certas curesì,prln-
A corrente média do feixe eletr& cipalmerite ver:melho-verde).
nico em um osciloscópio l)ara lVC é
de aproximadamente 1 mA eom uma A incidência de um único ftixtr
drssipação de 25 watts, enquanto no de elétrons sobre dois ou Lrês fósf<>
cinesìópio para preto e branco é da ros de um mesmo triad ou trinca, si-
ordem ãe 300 mitroamPeres. A más- multaneamente, indica impureza pois
cara é constituída de aço muito fino cada feixe deve atingir um unico tipo
e fica situada a cerca de 1õ mm da de fósforo: vermelho, ver{B ou azul.

DERÁDl0s
RrpARÂç0tÍ ïRAÌ|S|5T0R|IÂD0
de
A. 'Frnzcr.es
4.r cdiç{o rwisrde e empliede

Pé.lidm prrr' Rur Goile. 1.164 - Quinrino

8
Apesar da precisão de fabricação dos necesúrio o ajuste de pureza. Este
einerscopioscom relação a tela, más- ajuste se efetua do modb intlicado no
cara frerfurada, canhões, elc., faz-se apêndice desta obra.

RISOE

cr306 8Yr76 GY S OI
tOOg/7rv
Dr30l
AO Prf{O1200 AÍ2042t50
TSH(Tr.l3Ol
) Tr.l30l
22

25kV
+ Br ( 295V)
PLqoe ATrO55/50
Lr30l
vr30l __ -____l
\ cr3tl
c r3 0 l
PY50O
tiìm
TSH z-7-a
AT 2082/50
8

cr303 fi3o4 6 | =-Z -?orl[';'r','o


HFlOOn lOOn/l,6kv
Rr305 {305
ro
tl Rr303
9 470k
a nrre
{ (D
304 EF
V E R Ï)
4?Ok
Rr313
330k

E298ED/A265

DFISMAGNETTZAçÃO ' TVC faz com que por duqs ou três


O cinescópio trieromático é mui- vezes circule nesta bobina desmagne-
to sensível aos efeitos magnéticos e
ató o magnetismo terrestre afeta e DESUAGNETIZADOR
desvia os feixes eletrônicos, alteran- L t50t Lt502
do a pureza das cores. Uma imanta-
çào da máscara perfurada c suficien-
:tr' para desregular o cinescópio e inr-
1rcdir qualquer reajuste Ce pureza. 23
A fim de facilitar a regulagem e
evitar resíduos magnéticos na más-
cara, normalmente todo o cinescópio
tricromático tem uma blindagem ex-
terna, dotada de uma bobina de des-
magnetização automática quando se
liga n aparelho. Esta operar;áose efe"
tua todas as vezes que se Ìiga o TVC. tizadora uma corrente elétrica decres-
LIm circuito téy+ico, ao ser ligado o. cente, suficiente para anular os efei-

30
OU
z>
G tos do magnetismo externo. Por esta
ez
.oo razão os TVC ao serem desligados
Ea
GU
o
ôU
não devem ser religados logo após. Há
.F

É3 s<9
que deixar passar de 2 a 3 minutos
ts
<
o' oõ
q:
!o E !-u -c
antes de religâ-lo.
EN
A fonte de alimentaçáo de extra
alta tensão (MAT) é diferente nos
TVC porque além de maior tensão
exige maior estabilidade. Acredita-
l@
mos que os circuitos atuais de MAT
lgo
I Eo
em que pese a engenhosidz,.de de seus
F projetistas, muito breve ser'âosubsti-
N tuídos por outros de concepção dife-
&ó rente e provavelmente mais simpies.
o
ll n DEFI,IqKÃO VERTICAL
1r--Ì
O estâgio de deflexâo vertical de
c!-
um TVC pouco difere dos TV mono-
õo

ËN
cromáticos, com alguns pequenospon-
tos discordantes. O posicionamento
de imagens por exemplo não pode ser
efetuado através de ímãs como nos
TVs monocromáticos, já que as peças
NO
magnéticas são usadas para ajuste da
pureza do cinescópio. Superpõem-se
uma corrente continua a corrente den-
=N
Gq z
te da serra da deflexão vertical, para
se obter o efeito desejado.

o

P13
ãt;

o-
o
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31
DT F L HORIZONÌAI DEFLEXÃO HORIZONTAL
Tí l30l
4T205!,,O1 A deflexão horizontal em certos
l12 tipos de TVC não é responsável pela
-Pí8 8 JOIL MAT e afora esta cireunstância asse-
v!3 0?
r --J-
melha-se à TV monocromática só que
I
Pt rtJ_4- fornece mais energia.
, / 1. 11 1 xl i*-
Ìv

a ' .rc a;,.ce


"4
L l30Z Â 'rc22/O(
Rl]r ?

Rt 3 0 3
E? 9 A Z Z/ 0 6

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R t3 0 6
r ?9880r

CAPITULO IX

INSïA,LA,çAO DO TVC
A instalação de rrm TVC deve ser zido pela Terra e objetos metálicos
eft.tuada com mais cuidado e critério de grande porte : geladeiras, condi-
<lo quc o dispcnsado atualmente aos cionadores de ar, portas e janelas de
'fV rÌlon()cromátrcos. Isto deve ser ferro, pianos etc.,'afetam a máscara
obst rryatlt) por duas razòes principais. perfurada do cinescópio, é importan-
Um TVC bem instalado e com o teles- te que se tenha grande cuidado na
lx.ctador bem treiriado em seu uso, colocação do TVC. A melhor posição
proporcionará mútua satisfação e di- é a de maior distância destes õbSetos
nrinuirá o lìúnlcro de chamados para e também evitando que a luz dó sol
ajustes dt. mcnor monta; também aju' incida diretamente na tela do cines-
tlará a t'stabt-lecer a confiança para cópio tricomático. Para evitar o mag-
qu(' aunìr'tìtr' o número de possuido- ' netismo terrestre, os TVC são eqú-
r'('s.dt' TVC.. pados de um cabo desmagnetizador,
Do APARELHO
como já dissemos anteriormente.
P()StçÃ0
Cõmo o campo magnético Produ-

32
LIGAçÃO À REDE DE afetarão primeiro as bandas laterais.
ENDRGIA ELÉTR,ICA As linhas de ligação da antena âo re-
Todos os TVC devem possuir un ceptor devem ser de baixa perda .:
transformador estabilizador de ten- devem ser evitadas curvas em ângu-
são. Isto evitará uma série de dissa- los agudos.
bores no ajuste e operação do equi-
pamento. AJUSTES DE PRETO & BRAN('O
Os ajustes de preto e branco de-
ANTENA vem ser cuidadosamente t'fetuados,
Normalmente uma antena que de preferência usando um padrão. A
serve para um TV preto e branco ser- altura, largura, linearidade, contÌ.as-
ve pera um TVC. Porém sueede que te e brilho são ajustados da mcsma
a maioria dos TV monocromáticos maneira que em um receptor rÌì()no-
instalados nas cidades já não pos- cromático, porém devem ser executa.
suem antena externa. Antes de se dos com cuidado, pois o teste de cern-
ligar um TVC a uma antena externa vergência que se segue dependerii
é conveniente examinar o desempe- dos mesrnos. Aìguns fabricantes in-
nho da mesma. Antenas internas di- cluem um jogo de controles para ajus-
ficilmente servirão para os TVC. te vertical e horizontal da centragem.
mesmo algumas ditas de procedência FOCO
o rienta l . N a d a , ma s n a d a me smo , O controle de foco tarnbem existe
substitui uma boa antena exterrra, em alguns TVC, permitindo a varia-
salvo outra antena externa melhor...
Em TVC é mais importante a ção da tensão para uma ótima reso-
lução nas áreas de maior brilho da
qualidade do que a quantidade de tela. Deve ser usada urna imagem
sinal. Recepçãomúltipla que causam estacionáriapara este ajuste.
<<fantasmas>dão muito mais traba-
Ìho em TVC que na preto e branco. PI]REZA E DIqSMAGNETTZAçÃO
O sistema PAL é o mellos afetado Os elétrons, como se sabc, são
pelo problema de múltipla recepção, desviados pelos campos magnirticclse
e desde que o <fantasma>>seja tole- num cinescópic tricromático qttal-
rável em preto e branco, tannbém quer magnetismo indesejável farâ
darâ uma imagem razoávei em TVC. com que o feixe eletrônico atinja a
Porém o <fantasma>>só deve ser acei- cor errada.
to quando não há maneira nenhuma
_ Antes que se proccda aos ajustt.s
de eliminâ-lo. de pureza é necessárioque a máscarn
A sensibiìidadecleum TVC é nor- perfurada e os componentesao rcdor
malmente a mesÍrÌa dc um TV Preto e se ja m desr nagnet.izados,' usando- lj
branco, de modo que um sinal de 500 para isto uma bobina de.smagzrctiza-
a 700 microvolts na antena dará uma dora (degaussing-coil). Flsta.bobin;r
recepção livre de ruídos e com bas- é energizada quando se liga o TVC c
tante resolução para produzir: uma produz dois ou mais impulsos dt:crcs-
boa imagem. eentcs de corrente, que desmagneti-
Um fator que pode causar Pro- zam a máscara. Se bem qu(, a mãioria
blemas na TVC é o de <<ondas estacio- dos TVC possua suas próprias bobi-
nárias>> na descida da antena, o que nas de desmagnetização,é convenien-
na TV monocromática às vezes pas- te que o técnico tenha uma para.exa-
sa desapercebido. Tal sucede porque minar e testar o aparelho, principal-
a i4formação de cor é trazida desdea mente em uma nova instalação. A b<l-
estàção em uma banda lateral de 4 bina deve ser ligada à rede eletrica,
Mhz aprox. e as ondas estaeionárias com o TVC ligado ou não (é indife-

3:l
Âirltc dr convc4Ênclr c.tíücr

?Azul
iI
Bronco
Ancclo . ;õ.;- Ô

lÈtrd
O ajuste de pureza é efetuado em
duas etapas.
1" - ajuste na área central do
cinescópio;
2" - ajuste nas regiões fora do
centro, inclusive laterais
do cinescópio.
Escolhe-se para esse ajuste a
rente) e a bobina movida na frente cor vermelha, que pode ser fornecida
do cinescópio, na parte inferior e su- por um gerador (instrumento de tes-
perior da caixa e nos lados. NUNCA te de cor) e também porque o fósforo
SITUAR A BOBINA NA PARTE vermelho r€quer corrente mais inten-
TRASEIRA DO TVC, pois isto ocasio- sa do feixe eletrônico e assim uma vez
naria a desmagnetização dos imãs de obtida uma boa pureza no vermelho
pureza e convergência. Após um mi- o azul e o verde deverão estar pelo
nuto de fazer passear a bobina como menos aceitáveis.
indicamos, afaste-a lentamente, a Na falta de um teste gerador
partir do centro da tela do cinescópio usa-se o vermelho do próprio cines-
até uma distância de pelo menos três cópio, bastando para isto <<cortar>>os
metros do TVC antes de desligá-to. canhões verde e azul. À maioria dos,
Isto é para evitar que ao desligar pró- TVC possui um interruptor de apaga-
ximo ao receptor, o efeito se inverta mento dos canhões qüe normalmente
e a bobina em lugar de desmagnetiza. nemove a alta tensão do 1o anodo do
dora se transforme em magnetiza- do einescópio. Um proeesso alterna-
dorà. trvo é ligar a'grade de controle (S 1)
ao chassi, através de um resistor de'
.100K.
AJUSTE DE PUREZA Com os canhões de verde e azul
A pureza de um cinescópio a cores desligados, o traçado vermelho deve
pode ser definida como sendo a exati- ser examinado para traços de impu-
dão com que os três feixes de elétrons ne?,8..
atingem seus respectivos pontos no Para ajustar na â,rea central
triad, para produzir uma determina- recua-se a bobina defletona ou yoke
da cor. Na vermelha, por exemplo, toda para trás, na direção do soquete
diz-se que há pureza quando a mesma do cinescópio. Isto se consegue, oor-
,surge na tela do cinescópio,.sem ne- malmente, soltando as borboletas ou
nhurna mistura. parafusos de fixação das mesmas.
Se um único feixe de elétrons in- Com o auxílio de 2 imãs anulares, se-
cide sobre dois ou tr€s tipos de fós- melhantes aos anéis centralizadores
foroq diferentes, no mesmo friad, si- dos TV monocromáticos, que ficam
multâneamente, isto produz o que se colocados sobre o pescoçodo cinescó-
denomina puneza incorreta pio, ajustam-se simultaneamente os

g4
'tr€s feixes de elétrons de modo a que rigirem-se para a tela. Se os feixes
surja uma mancha vermelha no cen- eletr6nicos chegam à tela por orifí-
tro do cinescópio. Para este ajustr' gi- cios diferehtes o traçado dã imagem
ram-se os imãs de pureza um etn opo- não serâ satisfatório e surgirão ïÉs
sição ao outro, aumentando ou dimi- imagens ou três delineios em cores
nuindo o campo magnético do conjun- vermelho,. verrle e azul. Para obter
to, conseguindo-se maior ou menor uma boa imagem, além do ajuste de
deslocamento dos feixes até que surja puneza é necessário o ajuste-de con-
a mancha vermelha já mencionada. verg€ncia. Este ajuste também é rea-
Um pequeno macete que aplicamos lizado em duas etipas:
em eertos TVC ê,faz.et com que a man- 1o - Convergênc-iaestática;
cha vemelha inicial fique -um pguco ? - Convergência dinâmica.
abaixo e ligeiramente à esquerda do Para este ajuste usa-se um pa-
centro do cinescópio. Devido a certos drão especial, eú forma de quadrí-
detalhes de fabricação e outros fato- cula. Os tr€s canhões devem estar
nes, ceÉos cinescópios ficam c o m igualmente equilibrados de forma a
uma <<tendência>> que esta pequena produzir uma luminosidade branca na
<<torção>elimina. Isto naturalmente, tela.
com a vivência o técnico anotará em
seu caderno de apontamentos para .,.. P"I. o ajuste de convergênciaes_
tática deslocam-se os feixeã .dos ca-
futuras referências. nhões verde e vermelho, simultanea_
O ajuste das áreas laterais se mente, através dos imãs da unidade
faz pelo pnocesso de avançar a bobi- de convergência que agem sobre as
na defletora ou yoke, para a direção peç_aspolares para cadã feixe. colo_
da tela do cinescópio. fsto deve ser cadas no interior do pescoçodo cines_
efetuado com extremo cuidado, repe- 9opio. A coincidênciaaos feixeslrr""_
tidas várias vezes, até que se encontrne de com vermelho>>produzirá a cor
um ponto coúurn de desvio que satis- amarela. O movimeàto dos feixes é
faça a eor uniforme em toda a tela. perpendicular às Ìinhas de força mag-
Depois disto apeÉam-se as borbole- nética e no sentido radial
tas ou parafusos de fixação do yoke. Conseguindo-se o amarelo, acio-
na.se agora somente o imã responsá_
CONTVEBGÊNCIA vel pelo ajuste do azul, deslocando
este feixe no sentido vertical até o ní-
Os tr€s feixes eletrônicos devem vel dc amarelo. A seguir aciona-se o
ser agrupados de tal naneira que pas- imã dc <<azullateral> que está situa-
sem simultaneamente por um único do sobre o _pescoçodo-cinescópio; o
orifício da máscara perfurada ao di- movimento lateral tlo azul deve coin-

Ajuste da convergência estática

Vrrdo Verm3lho

35
Verde Vermefho

Azul
citlir c()m o amarelo, resultando em traduzido do inglês translator, como
<:orbranca. As linhas do padrão qua- translador.
drir:rrlado devem estar bem sobrepos- Esse translador acopla os circui-
t:rs na região central rÌo cinescópio. tos vertical e horizontal entre si de
A convergência dinâmica é mais
maneira a reduzir a amplitude das
co mp l i c a d a I'or q u e há que levar em eorrentes <dente de serra>> nas ne-
considt'ração a distorcão em <<tra- regiões da imagem em que a distorção
vrrssotÌ'o))o( ltincushion ) ou almofa- é maior. Dessemodo faz-se u.ma com.
dâ, qut' i, uma deficÌôneia dos cines- pensação eliminando os <<bicos>> do
círlrioscom tt.la quase plana.. Os com- quadro.
Apesar da eficiência do transla-
lrromissos em cletronica obrigam
murtas vez(rs a soluqõc.sacrobáticas dor, ficam resíduos entr.e as três aI-
para remediar o tfeifo secundário mofadas devido ao posicionamento
de umA soltrção otima a prrmeira vis- dos canhões que por força de detalhes
ta. O caso dos r:inesci'pios que no constmtivos não estão no centro do
pas s a d o tin h a m a s telas ligeiramente pescoço do cinescópio. Produzem-se
cÌtrvrrs r- q..i. passaram a ter as telzrs rssirn rrnuralmofatìatraçada lrclo fci-
x e a z u l t ' d u a s a lmo f irt la s s imt : t ric a ^ se
Jrlarilrsi' um deÌes Nos cinescópios
dos T\I(ì a soluciro cio efeito de tra- rnv('rsas,tios fcixt s ;rzul e vermeìho.
vesseiros niìo pode sc:r idêntico ao A convergrìncia dessas almo-
trsatlo nos TV m(fÌÌocromáticos. Isto f:rdas deve ser feita de modo que estas
[)orqu(' t'xistt'm três canhões que es- seJam c()tncidelìtes enr todos os seus
tão montadils em torno de um eixo, ponlos em qualquer região da tela. O
e()m um afastamento entre si de 120'. us() dr. imãs para esta finalidadc' (co-
nr() no cas(} da TV monocromáticai e
irnpratrcável uma vez que estes afe-
Para a correçãro dessas almofa-
t a ria m s in ru Ì t a n e a me n t e o s t rê s f e i-
da,s hír uma montagem especial cuja
xes, desajustando tanrbém a pureza.
1x't;a tl chamacla pela Telefun-ken de São os ,,poréns>> que a TVC ainda en_
*trlr,rìstìutor", pelos técnicos da lbra-
contra em seu caminho. Naturalmen_
pe di' ,,.trernsformador de correção de
traçado" e que julgamos seja melhor t.c qtrc os autoÌ'cs das soìuções atuais
c la ma m e in s is t c m q u e e d e f in it iv o o

36
mctodo ou sistema que adotam. Da-
qui há alguns ano-snossos leitores ao P a ra c o n t o rn a r e s t a s it u a c ã o
ler'em estas ìinhas terão o mesmo pen- usa-se outra unidade de deflexiio, irr-
dividual para cada faixa eletiônica.
qrrc consiste em dois pares de bobinas.
um para correção .ver.tical (, t)utrr>
paÌ'a correqão horizontal. Estt, r,on_
junto está colocado atrás cla bobin:r
defletora e servc parâ prov()cíìr um
d-esvioprevio no f^lxe clirtrônicr), sen_
do proporcional e cla .jireqiro invt,rsa
à dist-orção da aimofada. A corrt,ntt.
trsada nesse c<lnjunto clt bobinas tem
u m p e rf il q u e e u ma c o rì ì b in a c irorlt ,
parábola com tìente de serra, .sencl<,
;lfornecida por circuitos espt;ciais
que devem ser ajustados ctji,lacl,rsa_
samento quc hoje nos ocorre quando mcnte parâ atenderem a uma (.0n_
lemos as descrições dos pioneiros do vergência satisfattiria .
rádio c TV.

CAPÍTULO X
INSTRTTMENTOS DI) TIìSTE PARA

ïELEVrSÃO Ã CORES
Pelos capítulos anteriores os lei- Os testes ou instrumentos essen-
tores dévem ter verificado que a ins- ciais para a fi/C são os seguintes :
talaçã.odos TVC necessitam de certns Para instalação
instrumentos ou testes que normal- Ponta de prova da MAT;
mente são dispensadosem se tratan- Bobina de desirnantação (de-
do de TV preto e branco. Recomenda- gaussing eoil);
mos aos técnicos que se dediquem a Gerador de barras e quadrículas.
TVC, que procurem equipar-se com
instrumentos a nar de estudarem cui- Para mrnutenção
dadosamentetudo gue se publique so- Osciloseópio;
bre a matéria. Trata-se de um setor Gerador de bar de cores;
de iniensas peÌspectivas e não devem Gerador de sinais:
cometer os mesmoserros que no pas- Gerador de varredura (sweep).
sado foram o ponto alto da TV preto
e branco. Chega de aventureirismo. PONTA DE PIiOVA DA MAT'
Convenqam-se'de que um técnicoqua-
lificado ganha. como empregado ou A maneira rnais econômica dc
autônomo, praticamente o que deseja. medir a MAT é obter uma ponta mul-
Mas e preciso que seja bom e adequa- tiplicadora que transforme o VOM co-
daúente equipado. TVC sem conhe- mum de 20.000ohms pol'volt, ern um
cimentos e sem instrumcntos é uma voltímetro que possâ medir 25 ou 30
aventura perigosa e que pode levar a mil volts. Estas pontas de grrovaexis-
resr-{tados desagradáveis com. perda teni a venda nas c&Íta.sespecializadas
de tiberdade e reputação. Cuidem-se e nãeinos deterenìos esïrrnaiores deLa-
pois e tratem de equipar-se. Ìhes aqui.

Jf
BOBINA DNSMAGNETIZAIX)RA eores normal consiste de 8 barras ver-
ticais, na ordem decreseentede lumi-
O leitor pode construir uma bobina nância: Branco, Amat€lo, Cianico,
desmagnetizad,ora. Sob uma forma Verde, Fucsia, Vertrelho, Azul, -Preto'
de 30 centímetros de diâmetro, enro- A propósito das cores <<cianico>> e
lam-se 8O0 espiras de fio esmaltado t<fucsia>>alguns autores usam a ex-
n" 24. Depois comprime-se ou achata- pressão em inglês: cyan e magenta'
se o rolo, colocando-o dentro de um ^ O geradoi Produz traçados, níti-
tubo de plástieo. (os eletrodutos de dos das barras, com as cores racllmen-
plástico de 2 irolegadas senrem). te reconhecíveis.
Estas bobinas são para uso intermi- Estes testes geradores de barra
tente e devem possuir um botão de de cores possuem facilidades de inje-
ligação, do tipo de pressão. 0 proces- tar o sinãl na antena, no detetor de
so de desimantaçío jâ foi explicado vídeo, no descodificador e as vezes à
em ca$itulos anteriores. CUinaOO entrada dos amplificadores de FI' É ?
PARA NÃO COLOCAR A BOBINA conveniente queã teste possua facili-
DESMAGNETIZADORA NA PAR- dade de desligar o <<burst>>para exa-
,TE DE TRÃS
DO OSCILoScoPIo. minar o inibidor de cor, bem como
Os ímãs de pureza e convergêneia po- variar a amplitude do <<burst>> ou sal-
derão perder a imantação ou ficarem va para exãminar. os eircuitos do
fracos, o que trarâ um problema mui- C..L. G. Também traçados em qua-
to sério de substituição destes eom- drícula, escala de cinza e tesue de
ponentes. pureza são algumas das facilidades
GnRADOR DE QUADBÍCfILAS que um bom teste gerador de barras
de cor deve possuir.
Um instrumento desta natureza
poderá ser adquirido no comércio. Já GERADOR,E.S DE SINAL
forarn publicados artigos nossos, errt E DE VARR,EDURA
RÃDIO r\/ TTTCNICO .e ELETRô-
NICA EM FOCO sobre instrumentos Estes são instrumentos bem co-
desta espécie,porém um teste profis. nhecidos do técnico que já opera em
sional dará resultados mais seguros e TV monocromátiea-
úpidos.
OUTROS INSTRU1WENTOS
OSCILOSCOPIOS
Existem ainda outros instrumen-
Na oficina o instrumento mais tos que podem ser usados pelo técni-
usado é o osciloscópio. Para os leito- co. llm deles é uma eseala de compa.
nes que não estão muito familiariza- racão de cores, que ligada à luz, pro,
dos com este instnrmento recomenda- duz as 8 cores padrõei em um tìbo
mos a leitura de nosqo Iivro o OSCI- de vidro, servindo para comparação
LOSCóPrO E SUA APLTCAÇÃO com es cores produzidas no cinescó-
onde se detalham todas as maneiras pio, qeja pelo teste, seja pelo sinal
de ajuste e uso deste imprescindívet padrão irradiado da estaçãõ.
instrumento quando se trata de T.V.
Naturalmente, além pestes ins_
GEIìADOR DE BAR DE CORES trumentos <<Essenciais>> hiL que ter
voltímetros eletrônicos, trm VOM, e
Um gerador que produza barras recomendável seria ter urna boa pon*
dercorespadronizadas é de ajuda ines- te para medir condensadores,resisto-
timável quando se está efetuando a res e indutâncias. Sucedeque na TVC
manuüenção de TVC. O padrão de há nêcessidadede muita piecisão nos

38
circuitos e a simples substituiqão de colocação do novo componentt', des-
um condensador, por exemplo de 0.01 tinado a remover o defeito, acrescen-
por outro que tem na etiqueta a mes- te outra'falha. Isto desnorteará o
ma indicacão não nos garante que a técnico, que, imaginando ter qut' llro-
relação RC ou. C-L será mantida. curar'o defeito em outrc local, já qut'
Disto pode resultar uma alteracãct colocou um condensador <.bom>>, se
substancial nos tempos ou freqüên- trerderá, em soluQõesproviúrias, ex-
cias do circuito, fazendo com que a periências e <gatilhos>>.

^ãPÊNDICES
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