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UNIVERSIDAD CENTRAL DEL

ECUADOR

FACULTAD DE INGENIERÍA QUÍMICA

INGENIERIA ECONÓMICA

GUIA DEL ESTUDIANTE

JORGE RENE VITERI MOYA
Índice
1. CONCEPTOS BASICOS DE MACROECONOMIA ................................................ 8
1.1. LA ECONOMIA: BASES FUNDAMENTALES ................................................... 9
1.1.1. MARCO LEGAL ........................................................................................ 9
1.1.2. MARCO INSTITUCIONAL .......................................................................... 9
1.1.3. MARCO DE POLÍTICA PÚBLICA. ............................................................. 9

1.2. LA PIRÁMIDE DE KELSEN .............................................................................. 9
1.3. VISIONES DE LA ECONOMIA ....................................................................... 10
1.3.1. Economía Positiva .................................................................................... 10
1.3.2. Economía Normativa ................................................................................ 10
1.4. CONCEPTO DE ECONOMIA ......................................................................... 10
1.4.1. Milton Friedman........................................................................................ 10
1.5. DEFINICION DE ECONOMIA ......................................................................... 11
1.6. DEFINICION DE LA ECONOMIA SEGÚN VARIOS AUTORES .................... 11
1.7. ¿QUE ES LA ECONOMIA? ........................................................................... 11
1.8. PIRAMIDE DE MASLOW ................................................................................ 12
1.9. Conceptos Importantes. ............................................................................... 13
1.9.1. ESCASEZ ................................................................................................ 13
1.9.2. EFICIENCIA ............................................................................................. 13
1.9.3. BIENES: .................................................................................................. 13
1.9.3.1. Bienes Económicos.............................................................................. 14
1.9.4. PRODUCCION ......................................................................................... 14
1.9.5. CONSUMO .............................................................................................. 14
1.9.6. NECESIDAD ............................................................................................ 14
1.10.FLUJO CIRCULAR DEL DINERO .................................................................. 15
1.11.FINES DE LA ECONOMIA.............................................................................. 15
1.12.CAMPO DE LA ECONOMIA ........................................................................... 15
1.13.CAMPO DE ANÁLISIS Y ENFOQUE DE LA ECONOMÍA .............................. 16
1.13.1. TIPOS DE MERCADO: ........................................................................... 16
1.13.1.1. MERCADO DE BIENES Y SERVICIOS .................................... 16
1.13.1.2. MERCADO DE DINERO........................................................... 16
1.13.1.3. MERCADO DE TRABAJO ........................................................ 16

2
1.13.1.4. LA MACRO Y MICROECONOMIA ........................................... 16
1.14.MICROECONOMIA ......................................................................................... 17
1.15.MACROECONOMIA-INTRODUCCION........................................................... 17
1.15.1. MACROECONOMIA-DEFINICION ........................................................... 18
1.15.2. AGENTES ECONOMICOS ...................................................................... 18
1.15.3. CICLOS ECONOMICOS ......................................................................... 18
1.15.4. POLITICA MAROECONOMICA ............................................................... 19
1.15.5. INDICADORES MACROECONOMICOS .................................................. 19
1.15.5.1. PIB ........................................................................................... 20
1.15.5.1.1. ¿Qué considera el PIB? .............................................................. 20
1.15.5.1.2. ¿Qué no Considera el PIB? ........................................................ 20
1.15.5.1.3. PIB REAL .................................................................................... 20
1.15.5.1.4. PIB NOMINAL ............................................................................. 20
1.15.5.1.5. INDICES DE PRECIOS ............................................................... 20
1.15.5.1.6. DEFLACTOR DEL PIB ................................................................ 21
1.15.5.1.7. INDICE DE PRECIOS AL CONSUMIDOS VS EL PIB ................. 21
1.15.5.1.8. EJERCICIO DEFLACTOR PIB .................................................... 22
1.15.5.1.9. CRECIMIENTO DEL PIB EN EL ECUADOR .............................. 22
1.15.5.2. PNB .......................................................................................... 22
1.15.5.3. DESEMPLEO .......................................................................... 22
1.15.5.3.1. POBLACIÓN EN EDAD DE TRABAJAR (PET): ......................... 22
1.15.5.3.2. POBLACIÓN ECONÓMICAMENTE INACTIVA (PEI): ................ 22
1.15.5.3.3. POBLACION ECONOMICAMENTE ACTIVA (PEA): .................. 22
1.15.5.3.4. POBLACION CON EMPLEO ....................................................... 22
1.15.5.3.4.1. EMPLEO ADECUADO / PLENO ................................... 22
1.15.5.3.4.2. SUBEMPLEADOS......................................................... 23
1.15.5.3.4.3. EMPLEO NO REMUNERADO ...................................... 23
1.15.5.3.4.4. OTRO EMPLEO NO PLENO ......................................... 23
1.15.5.3.4.5. EMPLEO NO CLASIFICADO ........................................ 23
1.15.5.3.5. DESEMPLEADOS: ...................................................................... 23
1.15.5.4. INFLACION .............................................................................. 23
1.15.5.4.1. INTRODUCCION ......................................................................... 23
1.15.5.4.2. DEFINICION DE INFLACION ...................................................... 23
1.15.5.4.3. INDICE DE PRECIOS AL CONSUMIDOR ................................... 24
1.15.5.5. DEVALUACION ........................................................................ 24
1.15.5.5.1. INTRODUCCION ......................................................................... 24
1.15.5.5.2. ¿POR QUÉ OCURRE LA DEVALUACION? ............................... 25
1.15.5.6. DEFLACION ............................................................................. 25
1.15.5.7. CANASTA FAMILIAR ............................................................... 25
1.15.5.8. RIESGO PAIS .......................................................................... 25
1.15.5.8.1. INTRODUCCION ......................................................................... 25
1.15.5.8.2. ¿QUÉ ES EL RIESGO PAIS? ..................................................... 26
1.15.5.8.3. CONCEPTO DE INGENIERIA ECONOMICA……………………...26
2. PRINCIPIOS BÁSICOS DE MICROECONOMÍA .................................................. 27
2.1. Diversos Conceptos ...................................................................................... 28

2.1.1. Análisis Marginal ...................................................................................... 28
2.1.1.1. Costo Marginal .................................................................................. 29

3
2.1.1.2. Beneficio Marginal ............................................................................. 29
2.1.2. Ejercicios .................................................................................................. 29
2.1.3. Costo de Oportunidad .............................................................................. 29
2.1.4. Costo Hundido ......................................................................................... 30
2.2. Ley de Oferta y Demanda.............................................................................. 31

2.2.1. Conceptos ................................................................................................ 31
2.2.1.1. Bien Sustitutivo .................................................................................. 31
2.2.1.2. Bien Complementario ........................................................................ 32
2.2.1.3. Bien Normal ........................................................................................ 33
2.2.1.4. Bien Superior ..................................................................................... 33
2.2.1.5. Bien Inferior ........................................................................................ 33
2.2.2. Oferta y Demanda .................................................................................... 33
2.2.2.1. Mercado Competitivo ......................................................................... 33
2.2.2.2. Mercado Perfecto (Características) ................................................. 34
2.2.2.3. Corto y Largo Plazo ........................................................................... 34
2.2.2.4. Ley de la Demanda............................................................................. 34
2.2.2.5. Curva de Demanda............................................................................. 34
2.2.2.5.1. Factores que afectan la curva de demanda ............................. 34
2.2.2.5.1.1. Ceteris Paribus ............................................................ 35
2.2.2.6. Ley de la Oferta .................................................................................. 35
2.2.2.7. Curva de Oferta .................................................................................. 35
2.2.2.7.1. Factores que afectan la curva de la oferta ............................... 36
2.2.3. Equilibrio en el Mercado ........................................................................... 37
2.3. Elasticidad ..................................................................................................... 38
2.3.1. Elasticidad de la Demanda ....................................................................... 39
2.3.1.1. Elasticidad precio de la demanda (Ep): ............................................ 39
2.3.1.1.1. Demanda Inelástica (Elasticidad < 1) ...................................... 39
2.3.1.1.2. Demanda de Elasticidad Unitaria (Elasticidad = 1) ................. 40
2.3.1.1.3. Demanda Perfectamente Inelástica (Elasticidad = 0) ........... 40
2.3.1.1.4. Demanda Elástica (Elasticidad > 1) ......................................... 41
2.3.1.1.5. Demanda Perfectamente Elástica (Elasticidad = ) ................ 41
2.3.1.2. Elasticidad Punto ............................................................................... 42
2.3.1.3. Elasticidad Arco ................................................................................. 43
2.3.1.4. Elasticidad-precio cruzada de la demanda (Ex): ............................. 43
2.3.2. Elasticidad de la Oferta ............................................................................ 44
2.3.2.1. Elasticidad precio de la oferta (εp): .................................................. 44
2.3.2.1.1. Oferta Perfectamente Inelástica (Elasticidad = 0) .................. 45
2.3.2.1.2. Oferta Inelástica (Elasticidad < 1) ........................................... 45
2.3.2.1.3. Oferta con Elasticidad Unitaria (Elasticidad = 1) ................... 46
2.3.2.1.4. Oferta Elástica (Elasticidad > 1) .............................................. 46
2.3.2.1.5. Oferta Perfectamente Elástica (Elasticidad = ) ..................... 47
2.4. Modelo Competitivo del Mercado ................................................................. 47
2.4.1. Demanda individual y de mercado ........................................................... 49
2.4.2. Excedente del CONSUMIDOR y productor .............................................. 49

4
2.4.3. Excedente del consumidor y PRODUCTOR ............................................. 50
2.4.4. Excedente de consumidores y productores .............................................. 51
2.4.5. Ejercicios .................................................................................................. 51
3. Introducción a la Matemática Finaciera ................................................................. 59
3.1. El ABC de las finanzas .................................................................................. 60
3.2. El esquema de Rossell .................................................................................. 60
3.3. Definiciones Importantes .............................................................................. 61
3.3.1. Flujos de efectivo ..................................................................................... 61
3.3.2. Tasa de interés y tasa de rendimiento ...................................................... 61
3.3.3. El interés se paga..................................................................................... 61
3.3.4. El interés se gana..................................................................................... 61
3.4. Interés ............................................................................................................ 61
3.4.1. Interés simple y compuesto ...................................................................... 62
3.4.2. Interés simple ........................................................................................... 63
3.4.3. Ejercicios de interés simple ...................................................................... 67
3.4.4. Interés compuesto .................................................................................... 68
3.5. Amortización.................................................................................................. 72
3.5.1. Cuadros de amortización.......................................................................... 73
3.5.2. Características de los cuadros de amortización ....................................... 73
3.5.3. Cálculo de amortización ........................................................................... 74
3.5.4. Métodos de cálculo .................................................................................. 74
3.5.5. Amortización constante (Método Alemán) ............................................... 75
3.5.6. Amortización de vencimiento (Método Americano) .................................. 75
3.5.7. Amortización de pagos uniformes (Método Francés) ............................... 79
3.5.8. Amortización comercial (Método Flat) ..................................................... 81
4. CONTABILIDAD Y ESTADOS FINANCIEROS .................................................... 84
4.1. Contabilidad................................................................................................... 85
4.1.1. Principios de Contabilidad Generalmente Aceptados (PCGA) ................. 85
4.1.2. Normas Internacionales de Contabilidad .................................................. 87
4.2. Empresa ......................................................................................................... 87
4.3. Principio de Dualidad Económica ................................................................ 88
4.4. Ecuación de Balance..................................................................................... 88
4.5. Proceso Contable .......................................................................................... 89
4.6. Cuenta ............................................................................................................ 90
4.6.1. Cuenta T .................................................................................................. 90
4.6.2. Saldo deudor ............................................................................................ 90
4.6.3. Saldo acreedor ......................................................................................... 90
4.6.4. Saldo nulo ................................................................................................ 91

5
4.7. Estados financieros ...................................................................................... 93
4.8. Balance General ............................................................................................ 93
4.8.1. Estructura del Balance general................................................................. 95
4.9. ¿Qué es un activo? ...................................................................................... 95
4.9.1. Clasificación de los activos ....................................................................... 95
4.10.¿Qué es un pasivo? ..................................................................................... 98
4.10.1. Clasificación de los pasivos ...................................................................... 98
4.11.¿Qué es patrimonio? .................................................................................... 98
4.12.Teoría de la partida doble ........................................................................... 101
4.13.Libro diario................................................................................................... 103
4.14.Mayorización de cuentas ............................................................................ 104
4.15.Balance de Comprobación ......................................................................... 104
4.16.Estado de resultados .................................................................................. 105
4.16.1. Componentes del estado financiero ....................................................... 106
4.16.2. Ejemplo de cuentas pertenecientes al estado de resultados .................. 107
4.17.Ejercicios propuestos ................................................................................. 110
4.18.Flujo de recursos......................................................................................... 113
4.19.Relación entre balance general y estado de resultados ........................... 114
4.20.Flujo de caja................................................................................................. 116
5. COSTOS............................................................................................................. 119
5.1. Definición de costo ..................................................................................... 120
5.2. Definición de Gasto ..................................................................................... 121
5.2.1. Tipos de gastos ...................................................................................... 121
5.3. Diferencia entre costo y gasto.................................................................... 122
5.4. Qué es devengado....................................................................................... 123
5.5. Toma de decisiones según análisis de costos ......................................... 123
5.6. Asignación de costos ................................................................................. 123
5.7. Clasificación de costos ............................................................................... 125
5.8. Punto de equilibrio ...................................................................................... 128
5.8.1. Importancia del punto de equilibrio ......................................................... 129
5.8.2. Supuestos del punto de equilibrio ........................................................... 129
5.8.3. Volumen de equilibrio. Veq o Qeq .......................................................... 129
5.8.4. Margen de contribución .......................................................................... 129
5.8.5. Incidencia de la estructura de costos...................................................... 129
5.8.6. Comprar o fabricar ................................................................................. 132
6. INDICADÓRES FINANCIEROS.......................................................................... 135
6.1. Indicadores de liquidez ............................................................................... 136
6.1.1. Liquidez Corriente .................................................................................. 136
6.1.2. Prueba Ácida.......................................................................................... 136
6.2. Indicadores de solvencia. .......................................................................... 137

6
6.2.1. Endeudamiento del efectivo ................................................................... 137
6.2.2. Endeudamiento patrimonial .................................................................... 137
6.2.3. Endeudamiento del activo fijo ................................................................. 138
6.2.4. Apalancamiento...................................................................................... 138
6.2.5. Apalancamiento financiero ..................................................................... 139
6.3. Indicadores de gestión................................................................................ 139
6.3.1. Rotación de cartera ................................................................................ 140
6.3.2. Rotación del activo fijo............................................................................ 140
6.3.3. Rotación de ventas................................................................................. 141
6.3.4. Periodo medio de cobranza .................................................................... 142
6.3.5. Periodo medio de pago .......................................................................... 143
6.3.6. Impacto de los gastos de administración y ventas .................................. 144
6.3.7. Impacto de la carga financiera................................................................ 145
6.4. Indicadores de rentabilidad ........................................................................ 146
6.4.1. Rentabilidad neta del activo (Dupont) .................................................... 146
6.4.2. Margen Bruto ......................................................................................... 147
6.4.3. Margen operacional................................................................................ 148
6.4.4. Rentabilidad neta de ventas (Margen Neto) .......................................... 148
6.4.5. Rentabilidad Operacional del patrimonio ................................................ 149
6.4.6. Rentabilidad Financiera .......................................................................... 150

7
CAPÍTULO 1
CONCEPTOS BASICOS DE MACROECONOMIA

OBJETIVOS DE APRENDIZAJE

 Definir conceptos de economía, escasez
 Conocer la historia, importancia, conceptos y
principales variables de la macroeconomía
 Identificar indicadores e índices como: PIB, Canasta
Básica, inflación, desempleo y riesgo país.

8
1. CONCEPTOS BASICOS DE MACROECONOMIA
1.1 LA ECONOMIA: BASES FUNDAMENTALES
La economía se fundamenta en 3 elementos:
1.1.1 MARCO LEGAL
“El concepto de marco legal, es aplicado al conjunto de provisiones regulatorias
y leyes interrelacionadas entre sí. También denominado Marco Jurídico,
contempla un conjunto de disposiciones, leyes, reglamentos y acuerdos.
Se basa en la Constitución como suprema legislación y se completa con
legislaciones promulgadas por el parlamento o legislatura, los códigos penales,
las regulaciones como Código de Conducta y Ética. (Francisco, 2011)

1.1.2 MARCO INSTITUCIONAL

“Establece un conjunto de normas utilizadas como base para la elaboración de
estadísticas.
En la iniciativa, "Marco Institucional" se refiere a una ley u otra disposición
formal que asignar la responsabilidad principal, así como la autoridad a una
agencia para la recopilación, procesamiento y difusión de las estadísticas, sino
que también incluye las disposiciones o procedimientos para facilitar el uso
compartido de datos y la coordinación entre los organismos productores de
datos ("los requisitos de información").” (AGCID,2013)

1.1.3 MARCO DE POLÍTICA PÚBLICA.

Existen varios conceptos en cuanto a la definición de Marco de Política Publica
pero se cita los siguientes:
Jenkins (1978): William Jenkins por su parte, define una política pública como
“un conjunto de decisiones interrelacionadas, tomadas por uno o varios actores
políticos, con relación a la selección de objetivos y de los medios para
alcanzarlos, dentro de una situación específica, donde aquellas decisiones
deberían, en principio, estar dentro del ámbito de competencia de aquellos
actores”.

Grau (2002): Mireia Grau, enfatizando en el elemento político, plantea que las
políticas públicas “son el conjunto de acciones, de procesos, de interacciones e
intercambios entre actores que tienen lugar en los ámbitos del poder político.
Así, y a pesar de que existe cierta tendencia a pensar que el ámbito de las
políticas públicas es el ámbito de la tecnicidad, las políticas públicas y su
estudio suponen entrar en el análisis de lo que es el poder político: quién
obtiene qué, por qué y cuándo y las consecuencias de ello”
Dye (2008): Dye, por su parte, en una definición sucinta, pero muy difundida,
señala que una política pública “es todo lo que los gobiernos deciden hacer o
no hacer”.

1.2 LA PIRÁMIDE DE KELSEN
“La pirámide de Kelsen, es un método jurídico estricto, mediante el cual quiere
eliminar toda influencia psicológica, sociológica y teológica en la construcción
jurídica, y acotar la misión de la ciencia del derecho al estudio exclusivo de las
formas normativas posibles y a las conexiones esenciales entre las mismas,

9
representa gráficamente la idea de sistema jurídico escalonado” (López, 2010,
pág. 1.)
Entonces, la pirámide de Kelsen establece un principio de jerarquía en las leyes,
compuesto por un sistema jurídico y se considera a nivel mundial
Figura 1. Pirámide de Kelsen

Constitución
de la República

Convenios
Internacionales

Leyes Orgánicas, Ordinarias y
dictadas por el legislativo

Decretos: Reglamentos dictados por el
ejecutivo

Acuerdos Ministeriales: Resoluciones y normas
dictadas por organos del ejecutivo

Reglamentos de la Empresa

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.
1.3 VISIONES DE LA ECONOMIA

La economía presenta dos visiones:

1.3.1 Economía Positiva

La cual de enfoca en:
 Describir la realidad económica.
 Los fenómenos económicos.
 Describir las variables que determinan los resultados económicos

1.3.2 Economía Normativa

Se encarga de influir positivamente sobre los resultados económicos a
través de las políticas macroeconómicas.

1.4 CONCEPTO DE ECONOMIA

1.4.1 Milton Friedman

10
Según Milton Friedman se definió a la economía como: “la economía es la
ciencia que estudia como determinada sociedad resuelve el problema
económico, entendiendo como problema económico la existencia de medios
escasos para la satisfacción de usos alternativos”

1.5 DEFINICION DE ECONOMIA

“La palabra economía es de uso muy antiguo, puesto que deriva de los términos
griegos oikos (casa) y nomos (regla), lo cual significa “gobierno de la casa” o
“administración doméstica”.
La economía es una ciencia social que estudia las leyes de producción,
distribución, intercambio y consumo de bienes y servicios que el hombre
necesita o desea.
Las necesidades del hombre, en casi todo los campos, son superiores a los
medios de que dispone paras satisfacerlas, de ahí se deriva la actividad
económica. La economía busca fijar los principios y las correspondientes normas
de aplicación, destinadas a poner los recursos naturales, los medios de
producción, el capital, el trabajo, la técnica y la mecánica de las relaciones
humanas en función de la vida de la sociedad.
Aun siendo una ciencia social, la economía se ve determinada por su propio
objeto de estudio a emplear de forma continua el análisis matemático. Combina
pues, el interés de ciencias humanas con la Lógica y las Matemáticas.”
(Definista, 2015)

1.6 DEFINICION DE LA ECONOMIA SEGÚN VARIOS AUTORES

Tabla 1. Definición de la economía según varios autores

DEFINICIÓN AUTOR

El estudio de la manera en que las sociedades utilizan los Samuelson y
recursos escasos para producir mercancías valiosas y Nordhaus (2002)
distribuirlas entre los diferentes individuos

Ciencia que estudia la asignación más conveniente de los Larroulet (2010)
recursos escasos de una sociedad para la obtención de un
conjunto ordenado de objetivo

El estudio de cómo los individuos transforman los recursos Mark Skousen (1994)
naturales en productos y servicios finales que pueden usar
las personas

Estudio de los actos humanos en los asuntos ordinarios de Perles y Sullivan
la vida. Explica cómo logra el hombre sus ingresos y cómo (1973)
los invierte.

11
Fuente: Viteri J. (2017). Definición de Economía. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

1.7 ¿QUE ES LA ECONOMIA?

Se puede decir que la economía entonces es el estudio de como las sociedades
utilizan los recursos escasos para producir bienes y distribuirlos entre los
individuos de esa sociedad.
Economía. - “Ciencia social que estudia la asignación de los recursos
escasos entre fines alternativos, de forma eficiente”.
No se debe olvidar que los recursos son siempre escasos y las necesidades
ilimitadas.

Figura 2. Conflicto de la economía en cuanto a necesidades y recursos

EL CONFLICTO ENTRE

NECESIDADES RECURSOS

LIMITADAS LIMITADOS

Genera

Que
implica
NECESIDAD DE
ESCASEZ ELEGIR

Que supone

RENUNCIAR OTRAS
OPCIONES

Que soporta

DECISIONES

Fuente: Viteri J. (2017). Conflicto de la Economía. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

12
1.8 PIRAMIDE DE MASLOW

Análogo a la pirámide de Kelsen, la pirámide de Maslow representa la
jerarquía de las necesidades humanas, es una teoría psicológica propuesta
por Abraham Maslow en su obra: Una teoría sobre la motivación humana
de 1943.

Figura 3. Pirámide de Maslow

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Maslow. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.
1.9 Conceptos Importantes.
1.9.1 ESCASEZ

Se denomina ESCASEZ a la falta de capacidad para alcanzar nuestros
anhelos.
“En economía es la situación en la que los recursos son insuficientes para
producir bienes que satisfagan las necesidades. Insuficiencia, carencia de
algo. Generalmente se refiere a la falta de oferta respecto a
la demanda existente. Aunque también puede designar el caso
contrario, falta de demanda respecto a la oferta existente.” (Enciclopedia de
la Economía, 2009).

1.9.2 EFICIENCIA

La EFICIENCIA es la utilización de los recursos de la sociedad de la
manera más óptima posible para satisfacer las necesidades y los deseos

13
de los individuos. Entonces podemos decir que la economía produce
eficientemente cuando se puede mejorar el bienestar económico de una
persona sin empeorar el de alguna otra.

1.9.3 BIENES:

Teóricamente se refiere a cualquier cosa, tangible o intangible, que sea
útil para el hombre y le satisfaga alguna necesidad individual o colectiva
o que contribuya al bienestar de los individuos.

1.9.3.1 Bienes Económicos: Un bien económico es cualquier objeto útil,
provechoso o agradable que proporciona un cierto valor de uso o
utilidad al consumidor. El bien económico se produce para su
intercambio en el mercado, en otra palabra, es una mercancía.
(Revista Color ABC, 2018)
[9]

1.9.4 PRODUCCION
Hace referencia a qué bienes son los que se van a elaborar y en qué
medios se usarán para producir dichos bienes.
Los recursos utilizados para producir bienes y servicios se denominan
factores de producción o recursos de producción
1.9.5 CONSUMO
“Consumo es la acción de utilizar y/o gastar un producto, un bien o un
servicio para atender necesidades humanas tanto primarias como
secundarias. En economía, se considera el consumo como la fase final
del proceso productivo, cuando el bien obtenido es capaz de servir de
utilidad al consumidor.” (Economipedia, 2015) [10]

1.9.6 NECESIDAD
Impulso, carencia, imposible resistirse
“En Economía la NECESIDAD es un componente básico del ser
humano que afecta su comportamiento, porque siente la falta de algo
para poder sobrevivir o sencillamente para estar mejor. Por tanto,
la necesidad humana es el blanco al que apunta la mercadotecnia
actual para cumplir una de sus principales funciones, que es la de
identificar y satisfacer las necesidades existentes en el mercado.”
(Thompson, 2014) [11]

1.10 FLUJO CIRCULAR DEL DINERO

14
Figura 4. Flujo Circular del Dinero

Fuente: Viteri J. (2017). Flujo Circular del Dinero. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

1.11 FINES DE LA ECONOMIA

Los fines primordiales de la economía son:
 Lograr el pleno empleo porque de esta manera se garantizaría un nivel alto de
ingresos.
 La Satisfacción plena de las necesidades humanas de la sociedad.
 Estabilidad de precios porque de esta manera se lograría cierta equidad en la
distribución del ingreso nacional.
 Crecimiento y Desarrollo económico de un país de manera sostenida de tal
manera que se logre el fin primordial de la economía: el bienestar general.

1.12 CAMPO DE LA ECONOMIA

La amplitud y profundidad de la economía abarca el estudio de:

 El comportamiento del consumidor
 El comportamiento de la empresa
 La determinación de los precios de los bienes y/o servicios
 La determinación del precio de los factores productivos
 La determinación del precio de equilibrio
 Los modelos de empresa o mercados

15
 Los agregados macroeconómicos como: inflación, producción nacional,
ingreso nacional, entre otros.

 Las finanzas públicas: ingresos y egresos fiscales

 La deuda externa y sus efectos

 El comercio internacional

 Las políticas económicas en general

 El empleo y desempleo

 Los ciclos económicos vinculados al tema del crecimiento y desarrollo
económicos

 Los acuerdos de integración regional y mundial

 La globalización económica, financiera, entre otros.

1.13 CAMPO DE ANÁLISIS Y ENFOQUE DE LA ECONOMÍA

1.13.1 TIPOS DE MERCADO:

1.13.1.1 MERCADO DE BIENES Y SERVICIOS
Este mercado hace referencia al lugar donde confluyen oferentes
(empresas) y demandantes (familias o gobierno) de bienes y/o servicios
producidos en la economía.
Hace referencia a donde se compran y venden todo tipo de bienes
(alimentos, electrodomésticos, ordenadores, ladrillos, etc.) y de los
diferentes tipos de servicios ofertados (servicios profesionales de
abogados, médicos, espectáculos, competiciones deportivas,
peluquería, etc.).

1.13.1.2 MERCADO DE DINERO

Es donde confluye la demanda de dinero (interés de familias,
empresas, organismos públicos, etc. de disponer de dinero) y la oferta
de dinero (cantidad de dinero que el Banco Central del país mantiene
en circulación).

1.13.1.3 MERCADO DE TRABAJO

Donde confluye la oferta de trabajo (deseo de los habitantes del país
de trabajar) y la demanda de trabajo (interés de las empresas de
contratar trabajadores.

1.13.1.4 LA MACRO Y MICROECONOMIA
“Microeconomía y macroeconomía son dos divisiones de la teoría
económica, la primera se ocupa de la actividad económica en su
conjunto y la segunda de los individuos y sus decisiones.” (GestioPolis,
2001)

16
Tabla 2. Cuadro comparativo entre la Macro y Microeconomía

Fuente: Viteri J. (2017). Macroeconomía. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.
1.14 MICROECONOMIA

“La microeconomía es la disciplina que estudia el comportamiento económico
de empresas, hogares e individuos y su interacción con los mercados. Analiza
cómo toman decisiones para asignar sus recursos limitados a las distintas
posibilidades.” (Economipedia, 2015)
[13]

1.15 MACROECONOMIA-INTRODUCCION

“La macroeconomía estudia el funcionamiento global de la economía como
conjunto integrado, para poder explicar la evolución de los agregados
económicos, como por ejemplo, el nivel de precios, el desempleo, la balanza de
pagos o el crecimiento económico.
Uno de los principales usos de la macroeconomía es analizar la mejor forma de
conseguir los objetivos económicos de un país.” (Economipedia, 2015)
[12]
Existen varias definiciones para macroeconomía de las cuales se citan:

17
Tabla 1.18.1-1 Definiciones de Macroeconomía según varios autores

Fuente: Viteri J. (2017). Macroeconomía. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.
1.15.1 MACROECONOMIA-DEFINICION
La macroeconomía es la rama de la economía que estudia el
funcionamiento de ésta en su conjunto.
Es decir, estudia la economía global de un país, si bien para proceder a dicho
estudio lo que hace es fijarse en el funcionamiento individual de una serie de
mercados y en las interrelaciones que se producen entre ellos.

1.15.2 AGENTES ECONOMICOS

Los agentes que conforman la economía y para que esta tenga lugar son:
o Economías Domésticas o familias
o Empresas
o Sector público
o Sector Exterior

1.15.3 CICLOS ECONOMICOS

En la Economía suelen observarse periodos de tiempo en que se da
expansión simultánea en la mayoría de los sectores y otros en que se da
contracción, lo que se refleja en paralelas fluctuaciones en los indicadores
económicos.

18
Figura 5. Fluctuación de los Ciclos Económicos

Fuente: Viteri J. (2017). Ciclos Económicos. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

1.15.4 POLITICA MAROECONOMICA
La política macroeconómica se apoya en fundamentos e Instrumentos, así:

Tabla 3. Objetivos e Instrumentos que soportan las políticas
Macroeconómicas
OBJETIVOS POLITICAS INSTRUMENTOS
ECONOMICOS MACROECONOMICAS
 Crecimiento  Monetaria  Tipo de interés
Económico  Fiscal  Tipo de cambio
 Alto nivel de  De Rentas  Impuestos
empleo  Exterior  Leyes
 Estabilidad del  Subvenciones
nivel general de  Acuerdos con
los precios sindicatos
 Distribución
Equitativa de la
renta
 Solido comercio
internacional
(estabilidad de la
moneda)
Fuente: Viteri J. (2017). Políticas Macroeconómicas. Clases de
Ingeniería Económica. FIQ-UCE.

1.15.5 INDICADORES MACROECONOMICOS

La economía utiliza algunas variables clave para evaluar los resultados
macroeconómicos, pero las más importantes son: Producto Interior Bruto
(PIB), Tasa de empleo, Tasa de inflación, Riesgo País, Entre otras (Renta
nacional, tipos de interés, inversión)

19
1.15.5.1 PIB

El Producto Interior Bruto (PIB) o Producto Bruto Interno (PBI) es el
valor monetario total de la producción corriente de bienes y servicios de
un país durante un período (normalmente es un trimestre o un año).
Es el indicador más completo e importante de la economía por su
capacidad de sintetizar, representar y explicar el comportamiento de la
economía.
Se debe tener en claro que:
“DENTRO DE UN PAIS”: Solo dentro de las fronteras del País.
“EN UN PERIODO DETERMINADO”: Normalmente un año.
“VALOR MONETARIO”: para poder sumar diferentes bienes se
homogeneizan en unidades monetarias (multiplicando las Q por sus P).
Según se tomen los precios vigentes ese año o si se toman los de un
año de referencia

1.15.5.1.1 ¿Qué considera el PIB?

Únicamente considera Bienes y Servicios FINALES

1.15.5.1.2 ¿Qué no Considera el PIB?

El PIB NO considera:
 Acciones Trading
 Bonos
 Seguros privados
 Pagos de transferencias gubernamentales tales como: Seguros,
ayudas humanitarias, etc.

1.15.5.1.3 PIB REAL

Se calcula el PIB utilizando los precios de mercado del momento actual.

1.15.5.1.4 PIB NOMINAL

Se calcula el PIB utilizando los precios de un año base, lo que nos
permite comparar los datos del PIB de diferentes años.

1.15.5.1.5 INDICES DE PRECIOS

Son unas medidas ponderadas de los precios en los que cada bien o
servicio se valora de acuerdo con su “peso” o importancia en el
producto total.

1.15.5.1.6 DEFLACTOR DEL PIB

20
El Deflactor del PIB es un índice de precios que se obtiene dividiendo para
cada año el PIB nominal entre en PIB real, este toma valor 100 en el año
base.
El deflactor del PIB se calcula mediante la siguiente formula:
𝑃𝐼𝐵 𝑛𝑜𝑚𝑖𝑛𝑎𝑙(𝑎ñ𝑜 𝑡)
𝐷𝑒𝑓𝑙𝑎𝑐𝑡𝑜𝑟
1.15.5.1.7 INDICE 𝑃𝐼𝐵 (𝑎ñ𝑜 AL
DE𝑑𝑒PRECIOS 𝑡) =CONSUMIDOS VS EL .PIB
100
𝑃𝐼𝐵 𝑟𝑒𝑎𝑙 (𝑎ñ𝑜 𝑡)
 El deflactor del PIB mide los precios de todos los bienes y servicios
producidos.
 El IPC mide sólo los precios de los bienes y servicios comprados por los
consumidores.
 El deflactor del PIB sólo comprende los bienes producidos en el interior.
Los bienes no forman parte del PIB y no se reflejan en el deflactor del PIB.
 El IPC asigna ponderaciones fijas a los precios de los diferentes bienes.
 El deflactor del PIB asigna ponderaciones variables.

1.15.5.1.8 EJERCICIO DEFLACTOR PIB
Sea un país en el que solo se produce mantequilla y pan de acuerdo a los
datos siguientes:

Calcule:
El PIB nominal, el PIB real y el deflactor del PIB para cada año tomando
2015 como año base.
SOLUCION
a) El PIB nominal de un año se calcula como las producciones del año
valoradas a precios del año:

PIB 2014 = (21. 20) + (10.10) = 520 $
PIB 2015= (20. 22) + (9.12) = 548 $
PIB 2016= (22. 21) + (10.11) = 572 $

𝑎ñ𝑜 𝑏𝑎𝑠𝑒
b) El deflactor del PIB (para abreviar, lo indicaremos como 𝐷𝑒𝑓𝑎ñ𝑜 ) en
un año se calcula como el PIB nominal del año dividido entre el PIB real del
año, y multiplicado por 100:

2015
𝑃𝐼𝐵2014 520
𝐷𝑒𝑓2014 = 2015 . 100 = 490 . 100 = 106.1
𝑃𝐼𝐵2014
2015
𝑃𝐼𝐵2015 548
𝐷𝑒𝑓2015 = 2015 . 100 = 548 . 100 = 100
𝑃𝐼𝐵2015
2015
𝑃𝐼𝐵2016 572
𝐷𝑒𝑓2016 = 2015 . 100 = 419 . 100 = 110.2
𝑃𝐼𝐵2016

c) El valor del deflactor del PIB en el año base es 100.

1.15.5.1.9 CRECIMIENTO DEL PIB EN EL ECUADOR

21
Figura 6. Crecimiento del PIB

Fuente: Banco Central del Ecuador, 2016

1.15.5.2 PNB

El PNB, conocido también como Ingreso Nacional Bruto, sí tiene en cuenta el
concepto o término de nacionalidad.
Por ello, se incluyen los productos realizados por ciudadanos o empresas
nacionales y, de esta forma, excluye los productos o servicios extranjeros
realizados dentro del país.

1.15.5.3 DESEMPLEO
“El desempleo es un indicador de la salud económica de un país, sin
embargo es difícil interpretar exactamente su valor.
Según el INEC puede clasificar a la población en:

1.15.5.3.1 POBLACIÓN EN EDAD DE TRABAJAR (PET): Comprende a
todas las personas de 15 años y más.

1.15.5.3.2 POBLACIÓN ECONÓMICAMENTE INACTIVA (PEI): Son todas
aquellas personas de 15 años y más que no están empleadas,
tampoco buscan trabajo y no estaban disponibles para trabajar.
Típicamente las categorías de inactividad son: rentista, jubilados,
estudiantes, amas de casa, entre otros.

1.15.5.3.3 POBLACION ECONOMICAMENTE ACTIVA (PEA): Personas
de 15 años y más que trabajaron al menos 1 hora en la semana
de referencia o aunque no trabajaron, tuvieron trabajo

22
(empleados); y personas que no tenían empleo pero estaban
disponibles para trabajar y buscan empleo (desempleados).

1.15.5.3.4 POBLACION CON EMPLEO: Personas de 15 años y más que,
durante la semana de referencia, se dedicaban a alguna actividad para
producir bienes o prestar servicios a cambio de remuneración o
beneficios.

1.15.5.3.4.1 EMPLEO ADECUADO / PLENO: Personas con empleo
que, durante la semana de referencia, perciben ingresos
laborales iguales o superiores al salario mínimo, trabajan
igual o más de 40 horas a la semana, independientemente
del deseo y disponibilidad de trabajar horas adicionales.

1.15.5.3.4.2 SUBEMPLEADOS: Personas con empleo que, durante la
semana de referencia, percibieron ingresos inferiores al
salario mínimo y/o trabajaron menos de la jornada legal y
tienen el deseo y disponibilidad de trabajar horas
adicionales. Es la sumatoria del subempleo por insuficiencia
de tiempo de trabajo y por insuficiencia de ingresos.

1.15.5.3.4.3 EMPLEO NO REMUNERADO: Lo conforman aquellas
personas con empleo que, durante la semana de referencia,
no perciben ingresos laborales. En esta categoría están los
trabajadores no remunerados del hogar, trabajadores no
remunerados en otro hogar y ayudantes no remunerados de
asalariados/jornaleros.

1.15.5.3.4.4 OTRO EMPLEO NO PLENO: Son personas con empleo
que, durante la semana de referencia, percibieron ingresos
inferiores al salario mínimo y/o trabajaron menos de la
jornada legal y no tienen el deseo y disponibilidad de
trabajar horas adicionales.

1.15.5.3.4.5 EMPLEO NO CLASIFICADO: Son aquellas personas
empleadas que no se pueden clasificar como empleados
adecuados, inadecuados, o no remunerados por falta de
información en los factores determinantes. Se construye
como residuo del resto de categorías.

1.15.5.3.5 DESEMPLEADOS: Personas de 15 años y más que, en el
periodo de referencia, no estuvieron Empleados y
presentan ciertas características:

 No tuvieron empleo, no estuvieron empleados la
semana pasada y están disponibles para trabajar.
 Buscaron trabajo o realizaron gestiones concretas para
conseguir empleo o para establecer algún negocio en
las cuatro semanas anteriores. Se distinguen dos tipos
de desempleo: abierto y oculto.” (INEC, 2016)

23
1.15.5.4 INFLACION

1.15.5.4.1 INTRODUCCION

La inflación es el aumento generalizado y sostenido de los precios de
bienes y servicios en un país. Para medir el crecimiento de la
inflación se utilizan índices, que reflejan el crecimiento porcentual de
una canasta de bienes ponderada.
1.15.5.4.2 DEFINICION DE INFLACION

Según varios autores se puede definir a la inflación:

Tabla 4. Definiciones de Inflación según varios autores.

Fuente: Viteri J. (2017). Definiciones de Inflación. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

Entonces se puede definir a la INFLACION como un incremento generalizado
de los precios de los bienes y de los servicios a lo largo de un período de
tiempo prolongado que produce como consecuencia un descenso del valor
del dinero y, por tanto, de su poder adquisitivo.

1.15.5.4.3 INDICE DE PRECIOS AL CONSUMIDOR

El IPC es la medida oficial de la inflación registrada en el país.
El Índice de Precios al Consumidor (IPC), es un indicador económico que
mide la evolución del nivel general de precios correspondiente al
conjunto de productos (bienes y servicios) de consumo, adquiridos por
los hogares en un periodo determinado de tiempo.

24
1.15.5.5 DEVALUACION

1.15.5.5.1 INTRODUCCION

“La devaluación es la disminución o pérdida del valor nominal de una
moneda corriente frente a otras monedas extranjeras.” (Club Planeta,
2015)
Inflación se diferencia de la devaluación, dado que esta última se
refiere a la caída en el valor de la moneda de un país en relación con
otra moneda cotizada en los mercados internacionales, como el dólar
estadounidense, el euro o el yen.

1.15.5.5.2 ¿POR QUÉ OCURRE LA DEVALUACION?
“La principal causa de una devaluación ocurre por el incremento en la
demanda de la moneda extranjera, y este aumento de demanda se
deberá entre otras cosas a:

 Falta de confianza en la economía local o en su estabilidad.
 Déficit en la balanza comercial, (cuando el monto de los
productos que importamos es mayor al monto de los productos
que exportamos)
 Salida de capitales especulativos ante ofertas más atractivas
de inversión.” (Club Planeta, 2015)

1.15.5.6 DEFLACION

“La deflación es una contracción de la oferta monetaria en una economía, que
puede provocar una bajada general de los precios de una economía, es decir,
lo contrario a la inflación.

La disminución de los precios sucede como resultado de la reducción de la
oferta monetaria, que aumenta el valor de la moneda, incrementando así
su poder adquisitivo. Con la misma cantidad de dinero podemos comprar más
cosas. Cuando existe deflación de precios, los bienes y servicios disponibles
en una economía bajan de precio y, por tanto se vuelven más baratos.”
(Economipedia, 2015)
Se puede decir entonces que la Deflación es el fenómeno opuesto a la
inflación, es decir, una situación en la que tiene lugar un descenso global del
nivel de los precios durante un período prolongado; (inflación negativa).

1.15.5.7 CANASTA FAMILIAR
“La Canasta Familiar Básica es un conjunto de bienes y servicios que son
imprescindibles para satisfacer las necesidades básicas del hogar tipo
compuesto por 4 miembros con 1,6 perceptores de ingresos, que ganan la
remuneración básica unificada. Calcular el costo de esta canasta es
necesario para el análisis de la relación entre remuneraciones e inflación.”
(INEC, 2016)

1.15.5.8 RIESGO PAIS
1.15.5.8.1 INTRODUCCION

25
El riesgo país es un indicador sobre las posibilidades de un país emergente
de no cumplir en los términos acordados con el pago de su deuda externa, ya
sea al capital o sus intereses; cuanto más crece el nivel del "Riesgo País" de
una nación determinada, mayor es la probabilidad de que la misma ingrese
en moratoria de pagos o "default".

1.15.5.8.2 ¿QUÉ ES EL RIESGO PAIS?

“El riesgo país es un índice que intenta medir el grado de riesgo que entraña un
país para las inversiones extranjeras. Los inversores, al momento de realizar sus
elecciones de dónde y cómo invertir, buscan maximizar sus ganancias, pero
además tienen en cuenta el riesgo, esto es, la probabilidad de que las ganancias
sean menor que lo esperado o que existan pérdidas. En términos estadísticos,
las ganancias se suelen medir usualmente por el rendimiento esperado, y el
riesgo por la desviación estándar del rendimiento esperado. Debido a la gran
cantidad de información disponible y al costo de obtenerla, a problemas de
información imperfecta y asimetrías de información, y principalmente a que es
imposible adivinar el futuro, es imposible saber con exactitud cuál es el
rendimiento esperado y la desviación estándar de una inversión. Sin embargo,
para disminuir el costo de obtener la información, aprovechando las economías
de escala existentes en la búsqueda de información, se elaboran índices. El
índice de riesgo país es un indicador simplificado de la situación de un país, que
utilizan los inversores internacionales como un elemento más cuando toman sus
decisiones. El riesgo país es un indicador simplificado e imperfecto de la
situación de una economía.” (Anzil, 2011)

1.15.5.8.3 RIESGO PAIS: ECUADOR EN EL RANKIN EN AMERICA LATINA

Tabla 5. Ubicación de los diferentes países de América Latina

26
Fuente: Desarrollo Peruano, 2017. Recuperado de:
http://desarrolloperuano.blogspot.com/2017/01/el-peru-en-el-ranking-
latinomericano.html
[20]

1.15.5.9 Concepto de Ingeniería Económica
Según varios autores la ingeniería económica se pueden definir como:

Figura 1. Definiciones de Ingeniería Económica

Fuente: Viteri J. (2017). Definiciones de Ingeniería Económica. Clases de
Ingeniería Económica. FIQ-UCE

“Fundamentalmente la ingeniería económica implica formular, estimar y evaluar
los resultados económicos cuando existan alternativas disponibles para llevar a
cabo un propósito definido. Otra forma de definir la ingeniería económica consiste
en describirla como un conjunto de técnicas matemáticas que simplifican las
comparaciones económicas.” (González, 2016)

1.15.5.10 Definición de Ingeniería Económica
“La ingeniería económica implica formular, estimar y evaluar los resultados
económicos cuando existan alternativas disponibles para llevar a cabo un
propósito definido. La ingeniería económica consiste en un conjunto de
técnicas matemáticas que simplifican las comparaciones económicas.” (Blank,
Lelan & Tarquin, 2012)

27
Figura 2. Campos que abarca la Ingeniería Económica

Fuente: Viteri J. (2017). Definiciones de Ingeniería Económica. Clases de
Ingeniería Económica. FIQ-UCE

BIBLIOGRAFIA

 Francisco R. (2011). Concepto de Marco Legal. Recuperado de:
https://www.scribd.com/doc/75951216/Concepto-de-Marco-Legal
 AGCID CHILE (2013). Marco Institucional. Glosario de Terminos. Recuperado de:
https://www.agci.cl/index.php/glosario/182-m/365-marco-institucional
 Jenkins W. (1978): “Policy Analysis: A Political and organizacional Perspective”
 Grau M. (2002): “Introducción. El Estudio de las Políticas Públicas: Enfoques y
Metodologías de Análisis”, en Grau, M. y Mateos, A. (Eds.) (2002): “Análisis de
Políticas Públicas en España: enfoques y casos”, Tirant lo Blanch,
Valencia. Pp.29-58.
 Dye T. R. (2008): “Understanding Public Policies”, 12th Edition, Pearson Prentice
Hall, New Jersey.
 López I. (2010). La Pirámide de Kelsen. El imperio del derecho. México.
Recuperado de:
https://sc.jalisco.gob.mx/sites/sc.jalisco.gob.mx/files/el_imperio_del_derecho_pone
ncia_0.pdf
 Definista (2015). Economía Conceptos y definición. Conceptos y definiciones.
Recuperado de: http://conceptodefinicion.de/economia/
 Enciclopedia de la Economía (2009). La gran Enciclopedia de la Economía.
Definición de Escasez. Recuperado de:
http://www.economia48.com/spa/d/escasez/escasez.htm
 SS.NN. (2018). Los bienes Económicos. Revista Color ABC. Recuperado de:
http://www.abc.com.py/articulos/los-bienes-economicos-975731.html

28
 Economipedia (2015). Que es el consumo. Diccionario de la economía.
Recuperado de: http://economipedia.com/definiciones/consumo.html
 Thompson I. (2014). Definición de necesidad. Promonegocios.net. Recuperado
de: https://www.promonegocios.net/mercadotecnia/necesidad-definicion.html
 Economipedia (2015). Macroeconomía. Diccionario de la economía. Recuperado
de: http://economipedia.com/definiciones/consumo.html
 Economipedia (2015). Microeconomía. Diccionario de la economía. Recuperado
de: http://economipedia.com/definiciones/consumo.html
 GestioPolis.com Experto. (2001)¿Qué son microeconomía y macroeconomía?
Recuperado de https://www.gestiopolis.com/que-son-microeconomia-y-
macroeconomia/
 INEC (2016). Empleo y Condición Económica del Ecuador. Recuperado de:
http://www.ecuadorencifras.gob.ec/wp-
content/uploads/downloads/2015/02/Empleo-y-condici%C3%B3n-de-actividad-en-
Ecuador.pdf
 Club Planeta, 2015. Indicadores Económicos. Devaluación. Recuperado de:
https://www.economia.com.mx/devaluacion.htm
 Economipedia (2015). Deflación. Diccionario de la economía. Recuperado de:
http://economipedia.com/definiciones/deflacion.html
 Anzil F. (2011). Riesgo País, que es, definición. Econlink. Recuperado de:
https://www.econlink.com.ar/definicion/riesgopais.shtml
 Desarrollo Peruano (2017). Rankin Latinoamericano del Riesgo País. Recuperado
de: http://desarrolloperuano.blogspot.com/2017/01/el-peru-en-el-ranking-
latinomericano.htm

29
CAPÍTULO 2

PRINCIPIOS BÁSICOS DE MICROECONOMÍA

OBJETIVOS DE APRENDIZAJE:

 Definir que es microeconomía.
 Calcular las principales elasticidades en función de la
demanda y oferta.
 Evaluar el efecto de los factores que inciden en el mercado.
 Estimar la cantidad producida y la demanda ofertada.

30
2 PRINCIPIOS BÁSICOS DE MICROECONOMÍA
2.1 Diversos Conceptos

• La palabra microeconomía proviene del griego mikros (pequeño) y
oikonomía (economía), ósea la pequeña economía; a lo largo del tiempo se
han definido varias connotaciones con relación a esta palabra que
determina el estudio de la conducta económica de los agentes económicos
individuales (economías domésticas y empresas), al igual que de mercados
e industrias específicas.

• Rama de la economía que examina el funcionamiento de las industrias
individuales y el comportamiento de las unidades individuales de toma de
decisiones, es decir, las empresas y las familias. Karl Case

• La microeconomía es una rama de la economía que estudia el
comportamiento de unidades económicas individuales, como pueden ser
individuos, familias y empresas, y el funcionamiento de los mercados en los
cuales ellos operan. Alfred Marshall.

Figura 1. Componentes Básicos de la Microeconomía

2.1.1 Análisis Marginal

Tanto en macroeconomía como en microeconomía el análisis marginal es
de gran utilidad al momento de tomar decisiones sobre venta, precio,
producción.

31
Este análisis consiste en establecer un punto de equilibrio a partir del cual
dos variables generalmente costo e ingreso se crucen para obtener una
maximización del beneficio o venta.
2.1.1.1 Costo Marginal
El coste marginal se define como la variación en el coste total,
ante el aumento de una unidad en la cantidad producida. Dicho
en otras palabras, es el coste de producir una unidad
adicional.

El coste marginal es un concepto fundamental en la teoría
microeconómica y se utiliza para determinar la cantidad de
producción de las empresas y los precios de los productos.
En términos generales, el coste marginal en cada nivel de
producción incluye los costes adicionales requeridos para
producir la siguiente unidad. Por ejemplo, si la producción de
vehículos adicionales requiere, por ejemplo, la construcción de
una nueva fábrica, el coste marginal de esos vehículos
adicionales incluye el coste de la nueva fábrica.

• Costo Marginal= Costo total (x)- Costo total (x-1)

2.1.1.2 Beneficio Marginal

El beneficio marginal es uno de los conceptos básicos pero
claves en la economía, cuando hablamos de beneficio marginal
nos referimos al beneficio, satisfacción, placer o felicidad que
recibe una persona por el consumo de una unidad adicional de
un bien o servicio.

Otra forma de definirlo es como la máxima cantidad de dinero
que una persona está dispuesta a pagar por una unidad
adicional del bien o servicio.

• Beneficio Marginal= Beneficio total (x)- Beneficio total (x-1)

Ejemplo:

Un pescador pretende optimizar su flota de barcos para lo cual desea
saber cuántos de ellos sería óptimo comprar?

Número
Ingreso Costo Costo Beneficio Ingreso
de
Total Total Marginal Marginal T-Costo T
Barcos
0 0 0 - - -
1 300 100 100 300 200
2 480 200 100 180 280
3 600 300 100 120 300
4 640 400 100 40 240

32
Solución:

De acuerdo con el análisis que realizamos anteriormente podemos notar
que al comprar tres barcos el beneficio marginal es mayor que el costo
marginal. BM>CM

Además podemos apreciar que con este número de barcos la diferencia
entre el ingreso total y el costos total [Ingreso Total − Costo Total]
corresponde al valor más alto.

Solución Gráfica;

Figura 2. Gráficas BM-CM y B-C en función del número de barcos

2.1.2 Ejercicios

 Calcular el beneficio marginal y el costo marginal de la siguiente tabla:

Número de Beneficio Total Costo Total, $
Trabajadores (Ingresos), $
1 30 10
2 50 25
3 60 45
4 65 70

 Cuántos trabajadores contratar. Grafícalo en un diagrama $ = f(No.
Trabajadores)

Number of Total Marginal Total cost Marginal Total
workers benefit benefit ($) cost ($) benefit –
(revenue) (revenue) Total cost
($) ($)
1 5 5 2 2 3
2 10 5 4 2 6

33
3 15 5 8 4 7
4 20 5 14 6 6
5 25 5 22 8 3

• Un producto alimenticio tiene problemas de rendimiento, por lo cual el
departamento de I&D ha experimentado con una nueva bacteria en su
fórmula, la cual ha dado buenos resultados con el fin de aumenta la
producción. El producto es vendido a 30 centavos por kilogramo y al
incluir este microorganismo la producción aumentaría de acuerdo a la
siguiente tabla. El kilo de esta bacteria tiene un costo de 50 centavos y
el departamento financiero te pide maximizar la producción. ¿Cuántos
kilos de la nueva bacteria se debe usar?

Kilos de la bacteria Kilos de producto
0 100
1 120
2 125
3 128
4 130
5 131
6 131.5

2.1.3 Costo de Oportunidad

El coste de oportunidad es el coste de la alternativa a la que
renunciamos cuando tomamos una determinada decisión, incluyendo
los beneficios que podríamos haber obtenido de haber escogido la
opción alternativa.

Por lo tanto, el coste de oportunidad son aquellos recursos que dejamos
de percibir o que representan un coste por el hecho de no haber elegido
la mejor alternativa posible, cuando se tienen unos recursos limitados
(generalmente dinero y tiempo). El término coste de oportunidad
también es denominado como “el valor de la mejor opción no
seleccionada”.

Ejemplo:

Si tenemos 100.000€ y queremos invertirlos, imaginemos que podemos
montar una frutería o invertir en 12.500 acciones de Repsol, que cotizan
a 8€ en la Bolsa de Madrid. Puesto que no entendemos mucho de
mercados financieros, decidimos decantarnos por la frutería, que al
cabo de 2 años nos reporta 20.000€ de beneficio, mientras que en esos
mismos dos años las acciones de Repsol han ascendido hasta los 11€.
En este caso el coste de oportunidad sería:

34
Beneficios frutería: 20.000

Beneficios acciones Repsol (desechada): (11-8) x 12.500: 37.500€

Coste de oportunidad: 37.500-20.000: 17.500€ euros.

2.1.4 Costo Hundido

Los costes hundidos son aquellos costes en los que ya se ha incurrido y
no se podrán recuperar en el futuro. Incluyen el tiempo, el dinero u otros
recursos que se gastaron en un proyecto, inversión u otra actividad y
que no se podrán recuperar.

Una regla importante con respecto a los costes hundidos es que estos
no deben ser tomados en cuenta en las decisiones económicas de
inversión, porque corresponden al pasado y lo relevante es evaluar las
oportunidades de ganancias futuras.

Ejemplo:

Suponga que una empresa desea lanzar un nuevo producto para lo cual
ha encargado un estudio de mercado cuyo costo es 5000 euros.
Además, ha contratado un diseñador para hacer un modelo del producto
a pequeña escala, esto ha costado otros 8000 euros. A lo anterior hay
que agregarle el tiempo, la investigación y el modelo a escala
demoraron 6 meses en realizarse.

Una vez obtenido el estudio de mercado y el modelo, la empresa no
está convencida de que el producto vaya a ser exitoso. ¿Qué decisión
debe tomar? ¿Cómo influyen los costes hundidos?

Lo primero que hay que reconocer que los gastos realizados (13000
euros) son costes hundidos, no se recuperarán y por tanto no deben
influir en la decisión acerca del producto. Aunque exista la presión de
querer recuperar el dinero gastado esto no debe interferir en la
evaluación acerca de la inversión es buena o no.

Muchos empresarios caen en este error, al querer recuperar los costes
hundidos siguen invirtiendo en proyectos que no son rentables.

2.2 Ley de Oferta y Demanda

2.2.1 Conceptos

2.2.1.1 Bien Sustitutivo

Están en un mismo mercado y compitiendo al satisfacer iguales
necesidades y deseos, como los diferentes tipos de transporte
público.

35
Figura. 3 Ejemplo de bienes sustitutivos (Mantequilla y Marganina)

Fuente: http://bankob.blogspot.com/2013/11/bienes-sustitutos-
complementarios.html

2.2.1.2 Bien Complementario

Suelen adquirirse de manera conjunta, como un arma de fuego y la
munición.

Figura. 4. Ejemplos de bienes complementarios (Mantequilla y Pan
para untar con Mantequilla)

Fuente: http://bankob.blogspot.com/2013/11/bienes-sustitutos-
complementarios.html

36
2.2.1.3 Bien Normal

Un bien normal es todo aquel tipo de bien o servicio en que la
demanda aumenta a medida que aumentan los ingresos. Es un
término utilizado en economía para estudiar los distintos tipos de
bienes. La mayoría de los bienes y servicios pertenecen a esta
categoría. El otro tipo de bienes son los bienes inferiores.

2.2.1.4 Bien Superior

Son un bien superior todos aquellos cuyo consumo y adquisición se
incrementa al aumentarse la renta de un sujeto o grupo de
individuos.
Ejemplos
Automóviles
Joyas
Educación
Comidas exquisitas
Mansiones

2.2.1.5 Bien Inferior

Los bienes inferiores son aquellos elementos materiales que están
relacionados con el consumo de las personas que disponen de
menores ingresos y que cubren con sus necesidades básicas.
Ejemplos
La manteca para cocinar
Ropa de baja calidad
Autos y motos de segunda mano
Comidas rápidas

2.2.2 Oferta y Demanda

La ley de la Oferta y la Demanda es el principio básico sobre el que se
basa una economía de mercado. Este principio refleja la relación que
existe entre la demanda de un producto y la cantidad ofrecida de ese
producto teniendo en cuenta el precio al que se vende el producto.
2.2.2.1 Mercado Competitivo

Existe un gran número de compradores y vendedores en el
mercado, así como una gran cantidad de productos vendidos y
comprados, por tal motivo un solo actor no puede cambiar el
comportamiento del mercado por sí mismo.

2.2.2.2 Mercado Perfecto (Caracteristicas)

 El producto es homogéneo
 No hay barreras muy grandes para entrar

37
 Todos los actores del mercado tienen el mismo conocimiento
de la información relevante del mercado

2.2.2.3 Corto y Largo Plazo
Tabla 2.
Corto y Largo Plazo
Corto Plazo Largo Plazo
Aumento en la demanda La oferta aumenta cuando nuevos vendedores
causa un aumento en el entran al mercado o cuando los mismos
precio vendedores aumentan su capacidad de
producción
La disminución en la
demanda causa una La oferta decrece cuando las empresas menos
disminución del precio preparadas salen del mercado o disminuyen su
capacidad de producción
El aumento en la oferta
hace que el precio La demanda aumenta con los gustos y
disminuya preferencias de los consumidores hacia los
productos y se alejan de los sustitutos
La disminución en la
oferta hace que el precio La demanda disminuye cuando las
aumente preferencias de los consumidores se alejan del
producto y se dirigen a los sustitutos.

2.2.2.4 Ley de la Demanda

Si los demás factores permanecen constantes, cuanto más alto
sea el precio de un bien, menor será la cantidad demandada de
dicho bien, y cuanto más bajo sea el precio de un bien mayor
será la cantidad demandada del mismo

2.2.2.5 Curva de Demanda
Figura. 5. Curvas de Demanda

Fuente: http://www.enciclopediafinanciera.com/definicion-curva-de-
demanda.html

38
2.2.2.5.1 Factores que afectan la curva de demanda

Precios de bienes relacionados:

La cantidad de un producto que los consumidores planean
comprar depende en parte de los precios de los sustitutos de
este artículo. Un bien sustituto es un bien que puede utilizarse
en lugar de otro.

Bien Sustituto:

Es un bien que puede utilizarse en lugar de otro; Una
hamburguesa es un sustito de un emparedado, Una bebida
energética es un sustituto de una barra energética

Bien Complementario:

Es un bien que se utiliza en conjunto con otro; Las
hamburguesas y las papas fritas son complementos entre sí.

Precios esperados en el futuro:
Cuando se espera que el precio de un bien aumente en el
futuro y dicho bien pueda almacenarse, es decir aumenta la
demanda del producto en el presente antes de que su precio
suba, disminuyendo así su demanda en el futuro

Ingreso:

El ingreso de los consumidores también influye en la demanda.
Cuando el ingreso aumenta, los consumidores compran más
bienes por el contrario cuando este disminuye los
consumidores compran menos.

Bien Normal:
Es aquel cuya demanda se incrementa conforme el ingreso
aumenta.

Bien Inferior:
Es aquel cuya demanda baja conforme el ingreso aumenta.
Ejemplo: Cuando los ingresos suben, la demanda de viajes
aéreos (bien normal) aumenta, mientras la demanda de viajes
largo en autobús (bien inferior) disminuye.

Ingreso esperado en el futuro y crédito

Cuando se espera el ingreso aumente en el futuro o cuando el
crédito es fácil de obtener, la demanda podría obtener en el
presente.

Población

La demanda también depende del tamaño y la distribución por
edades de la población, cuanto más grande sea la población,

39
mayor será la demanda de todos los bienes y servicios; cuanto
menos numerosa sea la población, menor será la demanda de
todos los bienes y servicios.

Preferencias

La demanda también depende de las preferencias, las
preferencias determinan el valor que la gente le da a cada bien
y servicio. Las preferencias dependen de cosas como el clima,
la información y la moda. Por ejemplo un mayor interés por la
salud y la condición física ha cambiado las preferencias a favor
de suplementos alimenticios.

Figuras 6. Resumen de los Cambios de Demanda

2.2.2.5.1.1 Ceteris Paribus

En economía, Ceteris Paribus es un Recurso metodológico al que se
recurre para aislar la influencia que alguna variable en particular
ejerce sobre un fenómeno que esté condicionado por muchos
factores.

Suponiendo que todos estos factores no cambian, es posible analizar
por separado la Acción de la variable en cuestión sobre el fenómeno
estudiado.

Ejemplo donde se aplica ceteris paribus:

Como ejemplo se muestra el caso de la demanda. Los factores que
hacen que varíe son: el precio, los precios rivales y complementarios,
la renta, los gustos y las expectativas. Si se aplica Ceteris Paribus en
cada variable, se puede observar el efecto precio-cantidad que
tiene cada factor en la demanda. Para saber las consecuencias que
tiene una variable sobre un acontecimiento económico es clave
aislarlo de lo demás factores, por ello, debemos estudiar cada factor
individualmente:

2.2.2.6 Ley de la Oferta

40
Si los demás factores permanecen constantes, cuanto más alto
sea el precio de un bien, mayor será la cantidad ofrecida de éste,
y cuanto más bajo sea el precio de un bien, menor será la
cantidad ofrecida del mismo.

2.2.2.7 Curva de Oferta
Figura 7. Curvas de Oferta

Fuente: https://vaqker.files.wordpress.com/2015/06/cambios2.jpg

Una curva de oferta describe las combinaciones de precios y
cantidades ofrecidas que pueden darse cuando todos los demás
factores que influyen en la oferta se mantienen constantes. Se
utiliza la expresión latina "ceteris paribus" para aludir a esa
condición de "que todo lo demás permanece igual".

2.2.2.7.1 Factores que afectan la curva de la oferta

Precios de los bienes relacionados
La cantidad de los bienes y servicios que las empresas producen
influyen también en la oferta
a) Bien Sustituto en la Producción: Es un bien que puede
utilizarse en lugar de otro; Si el precio de una bebida energética
aumenta, las empresas cambian la producción de barras por
bebidas y la oferta de barras energéticas disminuye.
b) Bien Complementario en la Producción: Bienes que pueden
producirse utilizando los mismos recursos, Cuando el precio de la
carne sube, aumenta la oferta del cuero.

Precios esperados en el futuro

41
Cuando se espera que el precio de un bien aumente, el beneficio
de vender dicho bien en el futuro será más alto de lo que es hoy
en día. En consecuencia, la oferta disminuye hoy y aumenta en el
futuro
Precios de los recursos productivos
Los precios de los recursos productivos usados para producir un
bien influyen en su oferta. Si el precio de un recurso productivo
aumenta, el precio más bajo que un productor estará dispuesto a
aceptar incrementa, con lo que la oferta disminuye, por ejemplo
durante 2008 cuando el precio para combustible para jets
aumentó, la oferta de servicios de transportación aérea disminuyó.
Número de Proveedores
Cuanto más grande se el número de empresas que producen un
bien, mayor será la oferta de dicho bien. Asimismo, conforme más
empresas entran en una industria, la oferta en esta industria se
incrementa, y conforme abandonan la industria, la oferta
disminuye.
Tecnología
Un cambio tecnológico ocurre cuando se descubre un nuevo
método que disminuye el costo de producción de un bien, por
ejemplo nuevos métodos usados en fábricas donde se usan
circuitos integrados para computadoras han disminuido el costo y
aumentado la oferta de estos.
Estado de la Naturaleza
Implican todas los cambios naturales que pueden influir en la
producción como el clima, el cual puede garantizan el aumento en
la oferta de muchos productos agrícolas y un mal clima lo
disminuye, los fenómenos naturales como terremotos, huracanes,
tornados también influyen en la oferta.
Figura 8. Resumen de los Cambios de Oferta

2.2.3 Equilibrio en el Mercado

En los mercados, el equilibrio ocurre cuando los precios se ajustan para
coordinar los planes de compradores y vendedores.
42
EL precio de equilibrio es el precio al que la cantidad demandada es igual
a la cantidad ofrecida.
La cantidad de equilibrio es la cantidad comprada y vendida al precio de
equilibrio.

Figura. 9. Equilibrio del Mercado

 Cuando el precio se encuentra por debajo del equilibrio, es
impulsado hacia arriaba:

¿Por qué los compradores no rechazan el aumento ni se niegan a
comprar al precio más alto?

Porque valoran el bien más que el precio corriente y no pueden
satisfacer su demanda a este precio.

 Cuando el precio está arriba del equilibrio, se ve impulsado hacia
abajo:

¿Por qué los vendedores no rechazan esta disminución ni se
rehúsan a vender a este precio menor?

Porque su precio mínimo de oferta está por debajo del precio
corriente y no pueden vender todo lo que les gustaría a este
precio. Por lo general, son los vendedores quienes impulsan el
precio hacia abajo al ofrecer precios más bajos para ganar
participación en el mercado.

Ejemplo:

La demanda de barquillos de helados es [Precio del barquillo expresado
en centavos y las cantidades de barquillo por día]

43
P = 800 − 2Qd
La oferta de barquillos de helado es
P = 200 − Qs
Entonces analizamos en el punto de equilibrio
800 − 2Q ∗= 200 − Q ∗
3Q ∗= 600
Q ∗= 200
P ∗= 800 − 2(200)
P ∗= 400
Por lo tanto el precio de equilibrio es de 4 dólares (400 centavos) por
barquillo y la cantidad es de 200 barquillos por día (200,400).

2.3 Elasticidad

 La elasticidad es un concepto económico introducido por el economista
inglés Alfred Marshall, procedente de la física, para cuantificar la variación
(que puede ser positiva o negativa) experimentada por una variable al
cambiar otra. Para entender el concepto económico de la elasticidad
debemos partir de la existencia de dos variables, ejemplo PIB y los tipos de
interés.

 Es el grado de sensibilidad de la cantidad demanda ante variaciones del
precio del bien
%Variación porcentual en la cantidad demanda
Ed =
% Variacion porcentual en el precio
∆Qd/∆Qd
Ed =
∆P/P

 Existen muchos conceptos de elasticidad, debido al alcance de
esta materia nos referiremos únicamente a

– Elasticidad de la demanda
– Elasticidad de la oferta

2.3.1 Elasticidad de la Demanda
2.3.1.1 Elasticidad precio de la demanda (Ep):

Medida del grado en que la cantidad demandada de un bien
responde a una variación porcentual de su precio.

% QD
EP 
% P

2.3.1.1.1Demanda Perfectamente Inelástica
(Elasticidad = 0)
Figura 6. Demanda Perfectamente Inelástica

44
Fig 6. Demanda Perfectamente Inelástica
Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

2.3.1.1.2 Demanda Inelástica (Elasticidad < 1)
Figura 7. Demanda Inelástica

Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

2.3.1.1.3 Demanda de Elasticidad Unitaria
(Elasticidad = 1)
Figura 8. Demanda de Elasticidad Unitaria

45
Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

2.3.1.1.4 Demanda Elástica (Elasticidad > 1)

Figura 9. Demanda Elástica

Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

2.3.1.1.5 Demanda Perfectamente Elástica
(Elasticidad = )

Figura 10. Demanda Perfectamente Elástica

46
Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

Ejemplo:

Supongamos que aumenta un 10% el precio del helado, lo que hace
descender la cantidad demandada en un 20 % ¿cuál es la elasticidad-
precio de la demanda?

% QD 20 %
EP   2
% P 10 %

NOTA: La variación porcentual de la cantidad demandada siempre tiene
signo contrario a la variación porcentual del precio (ley de la demanda).
Expresamos Ep en valor absoluto.

2.3.1.2 Elasticidad Punto

Es la elasticidad – precio en un determinado punto de la curva de
demanda. Se calcula sustituyendo ΔP/ΔQ en la fórmula de la
elasticidad precio de la demanda por la magnitud de la pendiente de
la curva de demanda en ese punto, entonces la elasticidad punto se
determina mediante.
Q2  Q1
% QD Q1
EP  
% P P2  P1
P1

Ejemplo:

Si el precio de un barquillo de helado se incrementa de $2.00 a $2.20
y la cantidad demandada cae de 10 a 8 , entonces la elasticidad de
demanda es:

47
(10  8)
10 20
 2
(2.20  2.00) 10
2.00

Figura 11. Representación de la Elasticidad Punto

Fuente: Viteri J. (2017). Grafica Interés simple y compuesto. Clases de
Ingeniería Económica. FIQ-UCE

2.3.1.3 Elasticidad Arco

Nos da el promedio de elasticidad entre dos puntos de la curva de
demanda

(Q2  Q1 )/(Q 2  Q1 )
EA =
(P2  P1 )/(P2  P1 )
Ejemplo:
Punto A: precio=4; cantidad=120
Punto B: precio=6; cantidad=80

(Q2  Q1 )/(Q 2  Q1 )
EA =
(P2  P1 )/(P2  P1 )

Figura 12. Representación de la Elasticidad Arco

48
2.3.1.4 Elasticidad-precio cruzada de la demanda (Ex):

Medida del grado en que la cantidad demandada de un bien responde
a una variación porcentual en el precio de otro bien.

Ex  Δ%Δ%precio
QD de un bien A
de otro bien B
Depende del signo de la misma para saber sobre un bien

La elasticidad-precio cruzada nos permite afirmar si dos bienes son
SUSTITUTIVOS o COMPLEMENTARIOS:

 Dos bienes A y B son SUSTITUTIVOS si Ex > 0
 Dos bienes A y B son COMPLEMENTARIOS si Ex < 0

2.3.2 Elasticidad de la Oferta

2.3.2.1 Elasticidad precio de la oferta (εp):

Medida del grado en que la cantidad ofrecida de un bien responde a
una variación porcentual de su precio.

% QO
 p 
% P
Ejemplo 1:

49
Supongamos que aumenta un 10% el precio del helado, lo que hace
aumentar la cantidad ofrecida en un 15 % ¿cuál es la elasticidad-precio
de la oferta?

 P  %%QP  10
o 15 %
%
1,5

Ejemplo 2:

Una subida del precio de la leche de 2,85 a 3,15 dólares el litro eleva la
cantidad producida de 9.000 a 11.000 litros. ¿Cuál es la elasticidad-
precio de la oferta?

(11.000  9.000)
100
10.000 20 %
Ep   2
(3, 15  2, 85) 10 %
100
3,00

2.3.2.1.1 Oferta Perfectamente Inelástica
(Elasticidad = 0)
Figura 13. Oferta Perfectamente Inelástica

Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

2.3.2.1.2 Oferta Inelástica (Elasticidad < 1)

50
Figura14. Oferta Inelástica

Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

2.3.2.1.3 Oferta con Elasticidad Unitaria
(Elasticidad = 1)
Figura 15. Oferta con Elasticidad Unitaria

Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

51
2.3.2.1.4 Oferta Elástica (Elasticidad > 1)
Figura 16. Oferta Elástica

Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

2.3.2.1.5 Oferta Perfectamente Elástica (Elasticidad
= )
Figura 17. Oferta Perfectamente Elástica

Fuente: https://www.emaze.com/@AOQIFZZZ

2.4 Modelo Competitivo del Mercado

1) Sustituyendo a la actividad privada.

52
2) Contratación administrativa (contratación de obras)

3) Regulación y política fiscal (impuestos, subsidios, precios máximos, precios
mínimos, salvaguardas)
4) Defensa de la competencia y consumidor

5) Normas jurídicas y Restricciones (Permisos de funcionamiento)

Figura 18: Modelo Competitivo del Mercado

Fuente:
novellaqalive2.mhhe.com/sites/dl/free/9701038274/146906/Unidad10.pdf

Figura 19. Cuadro de las Estructuras de Mercado

53
Ejemplos:

Monopolio: Servicios básicos, agua potable;

Oligopolio: Claro, movistar,CNT ;

Competencia monopolística: Comida rápida, medicamentos, ropa deportiva,

Monopsonio: contratar obra pública, Industria de armamento pesado,
Uniformes especiales para bomberos,

Oligopsonio: Aviones, Submarinos, Reparación (restauración) de autos
antiguos de colección

 Otra forma de interpretar la demanda es decir que por cada unidad
negociada, existe un precio máximo que se pagará. Caso contrario no
se negociará willingness to pay (WTP).

Figura 20. Gráfica de Precio-Cantidad

54
2.4.1 Demanda individual y de mercado

• La curva de demanda total de mercado se denomina beneficio
social de mercado MSB.

• De la misma manera la curva de la oferta total se denomina curva
de costo marginal MSC.

2.4.2 Excedente del CONSUMIDOR y productor

• Valores discretos para 1 unidad vendida
Figura 21. Curva de Demanda

Si P = $25, entonces Qd = 2

55
Pedro y Cris solo tienen un WTP $20 no pagaran un precio de $25.

Beneficio para los consumidores (CS):

(40-25) + (30-25) = $20

2.4.3 Excedente del consumidor y PRODUCTOR

• Valores discretos para 1 unidad vendida

Figura 22. Curva de Oferta

Supongamos P=$25, entonces Qo = 3

Beneficio para los proveedores (PS):

(25-6) + (25-10) + (25-11) = $48

Neil no estará dispuesto a suministrar el producto a un precio de $
25

2.4.4 Excedente de consumidores y productores

Figura 23. Gráfica Precio-Cantidad

56
2.4.5 Ejercicios

 Las funciones de oferta y demanda de mercado de un determinado
bien son:
X o = 150P - 300
X d = 62.700 - 300P
Se pide:
1. Calcula el precio y la cantidad de equilibrio.
2. Explica qué ocurriría si P = 170, y si P = 110.
3. Realiza la representación gráfica de los dos puntos anteriores y
explicar el gráfico

 El mercado de naranjas en Ecuador presenta las funciones de oferta
y demanda siguientes:
O = 10.000 + 250 P
D = 50.000 - 150 P
Se pide:
1. Indica de qué tipo de mercado se trata, razonando la respuesta.
2. Calcula el precio y la cantidad de equilibrio.
3. Si el Estado fijara un precio máximo de 85 u.m.(ctvs) ¿qué pasaría?
4. Realiza la representación gráfica de las dos cuestiones anteriores.

 Explique las diferencias entre los desplazamientos de las curvas de
oferta y demanda de un mercado y los movimientos que se producen a
lo largo de esas curvas.
• Indique claramente cuáles son los factores que determinan un
movimiento o un desplazamiento.
• Para elaborar la respuesta ayúdese de gráficos.

57
BIBLIOGRAFÍA.
 Aguado Franco, Juan Carlos. (2011) Curso Fundamental de Microeconomía.
Delta Publicaciones.

 Pindyck Daniel; L. Rubinfeld, R. S. (2013). Microeconomía, 8va Edición.
Pearson, 776.

 Case, K., Fair, R., & Oster, S. (2011). Principios de Microeconomía.

 Freire Rubio, M., Viejo Rubio, R. and Blanco Jiménez, F. (2014). Prácticas y
conceptos básicos de Microeconomía. Pozuelo de Alarcón (Madrid): ESIC.

58
 Case, K., Fair, R., Oster, S. and Gómez-Mont Araiza, J. (2012). Principios de
microeconomía. México, D.F.: Pearson.

 Frank, R., Cartwright, E. and Piras, R. (2017). Microeconomia. Milano [etc.]:
McGraw Hill Education.

 Eeckhoudt, L. and Calcoen, F. (1992). Elementos de microeconomía. Madrid:
Editorial AC.

CAPÍTULO 3
INTRODUCCION A LA MATEMATICA FINANCIERA

59
OBJETIVOS DE APRENDIZAJE

 Definir conceptos de Ingeniería Económica.
 Conocer los diferentes métodos de amortización
como el Alemán, Francés, Americano y Comercial
(FLAT).
 Identificar la diferencia entre interés simple y
compuesto.

60
3 Introducción a las finanzas

3.1 El ABC de las finanzas
“El principio para entender las finanzas: tiene tres partes, bien diferenciadas:
1. Hay que estudiar, 2. No son difíciles 3. Pero hay que estudiar.
El axioma básico: La única verdad absoluta en finanzas es que no hay
verdades absolutas.
La respuesta lógica y válida, ante toda pregunta relacionada con las
finanzas es Depende. Por dos razones: para dar tiempo a pensar en la
respuesta, y porque efectivamente siempre depende de muchos factores y
no hay una única respuesta.
El teorema totalizante de las finanzas: Una decisión en cualquier área de la
empresa, siempre afecta el área financiera.
El lema del crecimiento: Crecer cuesta dinero
La ley: compra barato, vende caro, cobra rápido, paga tarde, y no gastes en
superficialidades.
El principio de la diversificación: nunca coloques todos los huevos en la
misma canasta.
El principio del flujo de caja: nunca estires la mano más que la manga. “
(Duarte & Fernández, 2005)

3.2 El esquema de Rossell
Figura 3. Esquema de Rosell

Fuente: https://taxesetdroits.wordpress.com/2013/05/07/el-esquema-de-
rossell/

“El esquema podemos explicarlo de la siguiente manera, del lado izquierdo
se encuentran las inversiones o también llamados los activos de una
organización, del lado derecho tenemos las fuentes de recursos, que

61
también se les denominan el pasivo y capital contable, (vemos que la
paridad de la ecuación contable se mantienen ACTIVO = PASIVO +
CAPITAL). Si vemos la esquina superior izquierda el esquema nos dice que
todas las inversiones tienen un plazo, ósea si nosotros queremos comprar
algo para nuestro negocio, por ejemplo materia prima, en determinado
tiempo (plazo) esperamos que se vuelva efectivo de nuevo, siempre que nos
genere cierto margen de “ganancia”, ahora, este plazo en el que la materia
prima se vuelve efectivo, siempre se busca que sea lo más corto posible,
porque cualquier empresa quiere que el dinero invertido retorne a la mayor
brevedad posible.
Si observamos el lado opuesto, (derecho) vemos también que las fuentes de
los recursos tienen un plazo que sea corto para obtener más rápido el
dinero de regreso, en cambio el plazo de las fuentes de los recursos se
procura más largo que el de las inversiones, por el hecho de que mientras
más nos tardemos en pagarle a nuestro proveedor, más tiempo vamos a
poder utilizar el dinero dentro de la empresa (los plazos de pago siempre
deben de ser los acordados).
Ambos extremos de la parte inferior, podremos concluir el hecho de que si el
rendimiento de las inversiones es mayor al costo de la fuente de los
recursos tendremos “UTILIDAD”, que al final de cuentas es por lo cual se
trabaja o se echa a andar un negocio.

En cambio si el costo de las fuentes de los recursos es mayor al rendimiento
de las inversiones tendremos algo denominado PERDIDA.” (Cifuentes,
2013)

3.3 Definiciones Importantes
3.3.1 “Flujos de efectivo: Las entradas (ingresos) y salidas (costos)
estimadas de dinero reciben el nombre de flujos de efectivo. Sin
estimaciones de flujo de efectivo durante un periodo de tiempo resulta
imposible realizar un estudio de ingeniería económica.
3.3.2 Tasa de interés y tasa de rendimiento: El interés es la manifestación
del valor del dinero en el tiempo. Es la diferencia entre la cantidad final y
la original de dinero. Si la diferencia es nula no existe tasa de interés.
Se clasifica en interés ganado e interés pagado.
3.3.3 El interés se paga cuando una organización o persona pide dinero
prestado (préstamo) y paga una cantidad mayor.
3.3.4 El interés se gana cuando una organización o persona ahorra, invierte
o presta dinero y recibe una cantidad mayor” (Blank, Lelan & Tarquin,
2012).

3.4 Interés
El interés es la manifestación del valor del dinero en el tiempo. Desde una
perspectiva de cálculo, el interés es la diferencia entre una cantidad final de
dinero y la cantidad original. Si la diferencia es nula o negativa, no hay
interés
Existen dos variantes del interés: el interés pagado y el interés ganado. El
interés se paga cuando una persona u organización pide dinero prestado
(obtiene un préstamo) y paga una cantidad mayor. El interés se gana

62
cuando una persona u organización ahorra, invierte o presta dinero y recibe
una cantidad mayor.
El interés que se paga por fondos que se piden prestados (préstamo) se
determina mediante la relación

Interés = cantidad que se debe ahora – cantidad original
Cuando el interés pagado con respecto a una unidad de tiempo específica
se expresa como porcentaje de la suma original (principal), el resultado
recibe el nombre de tasa de interés

𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠 𝑎𝑐𝑢𝑚𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜 𝑝𝑜𝑟 𝑢𝑛𝑖𝑑𝑎𝑑 𝑑𝑒 𝑡𝑖𝑒𝑚𝑝𝑜
𝑡𝑎𝑠𝑎 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠(%) = 𝑠𝑢𝑚𝑎 𝑂𝑟𝑖𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙
∗ 100 Ec 2.5-1

Ejemplo 1
Un empleado de CIMACYT solicita un préstamo de $10000 el 1 de Mayo y
debe pagar un total de 10700 exactamente después de un año. Determine el
interés y la tasa de interés pagada.

SOLUCIÓN:
Aquí el problema se analiza desde la perspectiva del prestatario en virtud de
que los $10 700 pagan un préstamo.

Interés = $10 700 – $10 000 = $700

La tasa de interés pagada durante un año.
700
𝑡𝑎𝑠𝑎 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠(%) = ∗ 100
10000

𝑡𝑎𝑠𝑎 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠 = 7%

3.4.1 Interés simple y compuesto
“El interés simple se refiere a los intereses que produce un capital inicial
en un período de tiempo, el cual no se acumula al capital para producir
los intereses del siguiente período; concluyéndose que el interés simple
generado o pagado por el capital invertido o prestado será igual en
todos los períodos de la inversión o préstamo mientras la tasa de interés
y el plazo no cambien.
El interés compuesto se presenta cuando los intereses obtenidos al final
del período de inversión o préstamo no se retiran o pagan sino que se
reinvierten y se añaden al capital principal.” (Coltefinanciera, 2014)

Los términos interés, periodo de interés y tasa de interés son útiles en el
cálculo de sumas de dinero equivalentes para un periodo de interés en
el pasado y un periodo de interés en el futuro. Sin embargo, para más
de un periodo de interés, los términos interés simple e interés
compuesto se tornan importantes.

63
Figura 4. Grafica comparativa entre el interés simple y compuesto

Fuente: Viteri J. (2017). Grafica Interés simple y compuesto. Clases de
Ingeniería Económica. FIQ-UCE

3.4.2 Interés simple
El interés simple se calcula utilizando exclusivamente el principal e
ignorando cualquier interés generado en los periodos de interés
precedentes. El interés simple total durante varios periodos se calcula
de la siguiente manera:

Interés = (capital) (número de periodos) (tasa de interés)

I = C · t· i
Donde:
interés (I)
Capital inicial (C) (Principal)
Tiempo (t)
Tasa de interés (i)

Donde la tasa de interés (i) se expresa en forma decimal.

Figura 5.Representación Gráfica del Interés simple

64
Fuente: Viteri J. (2017). Grafica Interés simple y compuesto. Clases de
Ingeniería Económica. FIQ-UCE

Ejemplo 2
Telephone Credit Union otorgó un préstamo a un miembro del personal
de ingeniería para que éste adquiriera un avión a escala dirigido por un
radio controlador. El préstamo asciende a $1000 por tres años con un
interés simple de 5% anual. ¿Cuánto debe pagar el ingeniero al final de
los tres años?

SOLUCION:

El interés para cada uno de los tres años es:

Interés anual = 1 000(0.05) = $50

El interés total de los tres años de acuerdo con la ecuación es:

Interés total = 1 000(3)(0.05) = $150

El monto adeudado después de tres años es:

Adeudo total = $1 000 + 150 = $1 150

El interés acumulado de $50 en el primer año y el interés acumulado de $50 en
el segundo año no generan intereses. El interés que se adeuda cada año se
calcula exclusivamente sobre el principal de $1000.
Los detalles de los pagos del préstamo se tabulan en la tabla 1.1 desde el
punto de vista del prestatario. El tiempo cero representa el presente, es decir,
cuando se otorga el préstamo. No se hacen pagos sino hasta que concluya el
tercer año. El monto que se adeuda cada año se incrementa uniformemente
$50, en virtud de que el interés simple se calcula sólo sobre el principal del
préstamo.

65
Ejemplo 3
Calcular el interés simple producido por 30.000 dólares durante 90 días
a una tasa de interés anual del 5 %.

SOLUCION:
I. Anual=30000*0,05*(90/365)=360

Ejemplo 4
Ayudemos a la Señora Díaz que desea colocar $1000 en el Banco Italia a
plazo fijo, quien está dando un interés del 6% anual. En su casa necesita hacer
los cálculos de los intereses que obtendría si pacta la colocación a 1 año, si la
pacta a 2 años, a 3 años, a 4 años, a 5 años.
a) Elabora con los cálculos efectuados la tabla Tiempo (en años) – Intereses
(en $).
b) Grafica la función.
c) hallar la fórmula matemática que describa los Intereses en función del
Tiempo para la gráfica confeccionada.
d) ¿Qué tipo de función es?

SOLUCION
Se realiza una tabla de datos con el eje de las X el tiempo y en el eje de las Y
el interés:

TIEMPO (años) INTERES ($)

1 60

2 120

3 180

4 240

5 300

66
Graficando el interés en función del tiempo se tiene:

Se calcula la pendiente mediante la ecuación y=mx+b y se reemplaza un
punto de la ecuación encontrando el valor de b y de este modo la ecuación que
responde a este ejercicio así:
𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑏
120 − 60
𝑚=
2−1
𝑚 = 60
120 = 60 ∗ 2 + 𝑏
𝑏=0
Por tanto la ecuación se puede escribir como:
𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑏
𝐼 = 𝑚𝑡 + 𝑏
𝐼 = 60𝑡 + 0
Ejemplo 5
Ahora la Señora Díaz quiere saber el importe Monto) que recibiría al finalizar el
plazo de colocación tanto si éste es de 1 año, o 2 años, 3 años, 4 años, 5años
a) confeccione la tabla Tiempo (en años) – Monto (en $)
b) Grafica la función.
c) Hallar la fórmula matemática que describa el Monto en función del Tiempo,
identificando a monto con la letra S.

SOLUCION

Construimos una tabla calculando el interés simple mediante la fórmula:
I=c*i*t
Mientras que el monto se calculara como:
C1=C0+I
A continuación se construye la tabla:

TIEMPO INTERES ($) MONTO ($)
(años)
1 60 1060

67
2 120 1120
3 180 1180
4 240 1240
5 300 1300

Graficando el Monto en función del tiempo se tiene:

Se calcula la pendiente mediante la ecuación y=mx+b y se reemplaza un
punto de la ecuación encontrando el valor de b y de este modo la ecuación que
responde a este ejercicio así:
𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑏
1120 − 1060
𝑚=
2−1
𝑚 = 60
1120 = 1060 ∗ 2 + 𝑏
𝑏 = 1000
Por tanto, la ecuación se puede escribir como:
𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑏
𝑀 = 60𝑡 + 1000

3.4.3 Ejercicios de interés simple
Ejercicio 1
Al finalizar un año, un banco ha ingresado en una cuenta de ahorro, en
concepto de intereses, 970 dólares. La tasa de intereses de una cuenta
de ahorro es del 2% ¿Cuál es el saldo medio (capital) de dicha cuenta
de ese año?

Ejercicio 2
¿Cuál es la tasa de interés cobrada? Si se tiene un préstamo de 20000
dólares y se paga al cabo de un año 22400 dólares

Ejercicio 3

68
Un capital de 300000 dólares invertidos a una tasa de interés del 8%
durante un cierto tiempo, ha supuesto unos intereses de 12000 dólares
¿Cuánto tiempo ha estado invirtiendo? Se deduce que la tasa es del 8%
anual, pero no sabemos el tiempo durante el cual ha estado invertido el
capital.

3.4.4 Interés compuesto
En el caso del interés compuesto, el interés generado durante cada
periodo de interés se calcula sobre el principal más el monto total del
interés acumulado en todos los periodos anteriores. Así, el interés
compuesto es un interés sobre el interés. También refleja el efecto del
valor del dinero en el tiempo sobre el interés.

Interés = (principal + todos los intereses acumulados) (tasa de interés)

“Por Ejemplo cuando se deposita el dinero en el Banco a interés (el
banco hace atractiva la inversión)
El interés de un capital al que se va acumulando los réditos para que
produzcan otros.
Cuando se calcula interés compuesto, el capital aumenta por la adición
de los intereses vencidos al final de cada uno de los períodos a que se
refiere la tasa.
El interés compuesto se caracteriza porque el interés generado, en una
unidad de tiempo, se suma al capital y este valor nuevamente gana
intereses y se acumula al nuevo capital, y así sucesivamente, tantas
veces como períodos de capitalización se hayan establecido” (Mora,
2009).
El interés compuesto se calcula mediante la fórmula:

𝐼 = 𝐶 ∗ (1 + 𝑖)𝑛 Ec 2.5.5-1

Donde:
I – Interés generado
C –Capital
i - tasa de interés por el período de cálculo (día, mes, año;
n - cantidad de períodos de cálculo.

Ejemplo 1
Un ingeniero solicita a la cooperativa de crédito de la empresa un
préstamo de $1 000 con un interés anual compuesto de 5%. Calcule el
adeudo total después de tres años. Elabore una gráfica y compare los
resultados de este ejemplo y del ejemplo 2

SOLUCION
El interés y el adeudo total de cada año se calculan por separado mediante
la ecuación del interés compuesto:

Interés del primer año: $1 000*(0.05) = $50.00

69
Adeudo total después del primer año: $1 000 + 50.00 = $1 050.00

Interés del segundo año: $1 050*(0.05) = $52.50

Adeudo total después del segundo año: $1 050 + 52.50 = $1 102.50

Interés del tercer año: $1 102.50*(0.05) = $55.13

Adeudo total después del tercer año: $1 102.50 + 55.13 = $1 157.63
Los detalles aparecen en la tabla 1.2.
El plan de pagos es el mismo que el del ejemplo del interés simple: el pago
único es el principal más los intereses acumulados al final de los tres años.

La figura muestra el adeudo al final de cada uno de los tres años. En el caso
del interés compuesto, se reconoce la diferencia debida al valor del dinero en el
tiempo. Aquí se paga un interés adicional de
$1 157.63 – $1 150 = $7.63

En comparación con el interés simple durante el periodo de 3 años.

Figura 6. Comparación de los cálculos del interés simple y el interés
compuesto

70
Fuente: Viteri J. (2017). Grafica Interés simple y compuesto. Clases de
Ingeniería Económica. FIQ-UCE

Ejemplo 2
Calculemos el monto, el interés simple y el interés compuesto de un
capital de $ 4.000.000 a una tasa de interés del 10% durante 12
períodos. Graficar

SOLUCION

I = 4.000.000(0,10)(6) = $ 2.400.000

Cálculo a interés compuesto:

Período 1: M = 4.000.000[1 + 0,10(1)] = $ 4.400.000
Período 2: M = 4.400.000[1 + 0,10(1)] = $ 4.840.000
Período 3: M = 4.840.000[1 + 0,10(1)] = $ 5.324.000
Período 4: M = 5.324.000[1 + 0,10(1)] = $ 5.856.400
Período 5: M = 5.856.400[1 + 0,10(1)] = $ 6.442.040

Ejemplo 3
Calcular el monto de un capital de $ 20.000,00 a interés compuesto
durante 25 años y 9 meses, si la tasa de interés es del 9% anual
capitalizable de la siguiente forma:
a) anual,
b) semestral,
c) quimestral,
d) cuatrimestral,
e) trimestral,
f) bimensual
g) mensual

71
h) diario, y
i) analizar los resultados
Datos:
C= $ 20.000,00
t = 25 años y 9 mes
i = 9% anual
M=?

SOLUCION

a) Tasa del 9% efectiva:
𝑀 = 20 000 (1 + 0.09)25.75 = 183976, 4852

b) Tasa del 9% anual capitalizable semestralmente:

0.09 51.50
𝑀 = 20 000 (1 + ) = 192 982,95569
2

c) Tasa del 9% anual capitalizable quimestralmente:
0.09 51.50
𝑀 = 20 000 (1 + 2,4
) = 194 578,5257
d) Tasa del 9% anual capitalizable cuatrimestralmente:
0.09 77.25
𝑀 = 20 000 (1 + ) = 196 202,9822
3
e) Tasa del 9% capitalización trimestral:
0.09 103
𝑀 = 20 000 (1 + ) = 197 857,0883
4
f) Tasa del 9% capitalización bimestral:
0.09 154,5
𝑀 = 20 000 (1 + ) = 199 541,6335
6
g) Tasa del 9% capitalización mensual:
0.09 309
𝑀 = 20 000 (1 + ) = 201 257, 4348
12
h) Tasa del 9% capitalización diaria:
0.09 9270
𝑀 = 20 000 (1 + ) = 202 946,5481
360

Como puede notarse, cuando la capitalización aumenta, se incrementa el
Monto.

Ejemplo 4
Si una empresa obtiene un préstamo de $ 3.000 a 6 años de plazo, con
una tasa de interés del 15% anual capitalizable semestralmente, ¿qué
monto debe pagar a la fecha de vencimiento y que interés?
Datos:
C= $ 3.000
t = 6 años
i = 15% anual
M=?
I= ?

72
SOLUCION
Se calcula i y n:
6 𝑥 12
𝑛= = 12 𝑝𝑒𝑟𝑖𝑜𝑑𝑜𝑠
6

360
𝑚= =2
180
0,15
𝑖= 2
=0.075 = 7,5 % semestral
Se calcula i y n:
𝑀 = 3 000 (1 + 0.075)12

𝑀 = 3 000 (2, 381780) = $ 7 145,34

Interés compuesto que debe pagar:
I=M–C

I = 7 145,34 – 3 000 = $ 4 145,34

Ejemplo 5
Si una empresa obtiene un préstamo de $ 3.000 a 6 años de plazo, con
una tasa de interés del 15% anual capitalizable semestralmente, ¿qué
monto debe pagar a la fecha de vencimiento y que interés?
Datos:
C= $ 3.000
t = 6 años
i = 15% anual
M=?
I= ?

SOLUCION
Se calcula i y n:
6 𝑥 12
𝑛= = 12 𝑝𝑒𝑟𝑖𝑜𝑑𝑜𝑠
6

360
𝑚= =2
180
0,15
𝑖= 2
=0.075 = 7,5 % semestral
Se calcula i y n:
𝑀 = 3 000 (1 + 0.075)12

𝑀 = 3 000 (2, 381780) = $ 7 145,34

Interés compuesto que debe pagar:
I=M–C

73
I = 7 145,34 – 3 000 = $ 4 145,34

3.5 Amortización
“En una amortización el deudor da al prestamista (institución financiera) un
reembolso del dinero otorgado por este último en un plazo convenido y con
tasas de interés (fijas o variables) previamente acordadas.
Los tres factores más relevantes para un proceso de amortización son:
1) El importe del préstamo o deuda
2) El tipo de interés
3) El plazo establecido para pagar la deuda.
Ya que los tres elementos están interrelacionados, al contemplar un
préstamo se debe tomar en cuenta que a mayor plazo de amortización, más
intereses pagará por su deuda. Sin embargo, a mayor plazo de
amortización, menor será la cuota periódica que deba asumir.” (Finanzas
Prácticas, 2014)

“Todo crédito o préstamo deberá cancelarse a su vencimiento. La
devolución se realiza en forma gradual, generalmente mediante pagos
periódicos, incluyendo intereses por el uso del financiamiento, las
comisiones, los costos de operar el crédito. Los desembolsos destinados a
cancelar la deuda se conocen como pagos o servicio de deuda. La
descomposición de los pagos en porciones de interés y el capital se llaman
“Programa de Amortización”. (Barral, 2015)

Es el proceso financiero mediante el cual el deudor se compromete a
reintegrar periódicamente un capital prestado, pudiendo dicha periodicidad
adquirir diversas frecuencias (anual, semestral, mensual, etc.). En todos
los casos dicha frecuencia se establece previamente entre las partes.

Para recordar
1. Una deuda disminuye, sólo, por “amortización” (devolución del capital
en partes).
2. El” interés” se calcula con la fórmula conocida:
I=C*i*t
3. La cuota (o pago total), siempre, es la suma del interés con la
amortización.

PARA PENSAR…

Se solicita línea de crédito para 1000 usd, teniendo dos opciones
Línea de crédito 1: Intereses = pagos-principal

74
= 950 + 105 - 1000
= 55
Línea de crédito 2: Intereses = pagos-principal
= 130 + 927 – 1000
= 57

Cual línea de crédito Elije: ?
Como en la línea 1 se pagan menos intereses, entonces pensaría que ésta
es la más barata
Un error muy común en la selección de un crédito es sumar el total de las
cuotas dé interés en cada una de las alternativas disponibles y luego elegir
el de menor suma, aduciendo que es el más barato (en algunos casos se
compara la suma de los pagos).
De hecho este tipo de análisis carece totalmente de sentido pues, en primer
lugar, se deja de lado el comportamiento de los saldos y, en segundo lugar,
se están sumando unidades monetarias de diferente valor económico, es
decir, no se respeta el valor del dinero en el tiempo
3.5.1 Cuadros de amortización
“Representa un calendario de pagos al que tendrá que hacer frente un
cliente al que una entidad financiera le haya concedido una operación
de financiación.
Mediante la consulta del cuadro de amortización, el cliente podrá
comprobar:
 En qué fechas debe pagar.
 Qué importe de capital debe pagar en cada fecha.
 Qué importe de intereses deudores debe pagar en cada fecha.
Los cuadros de pagos son esenciales en los contratos de préstamo,
que suelen ser de larga duración y en los que a menudo se pacta la
devolución mediante pagos periódicos.”
(Barral, 2015)
[9]

3.5.2 Características de los cuadros de amortización
“En los contratos de préstamo se incluye en el contrato el cuadro de
amortización o pagos, que puede presentar dos modalidades:
a) Si la operación es a tipo de interés fijo: El cuadro de pagos o
amortización es absolutamente real, puesto que desde el primer
momento puede conocerse cuánto pagará el cliente por intereses.
b) Si la operación es a tipo variable, el cuadro de pagos constituye una
simulación y parte de la premisa de que el interés que resulta de
aplicación al primer período (por ejemplo al primer año) permanece
constante durante el resto de la vida del préstamo o leasing “(Barral,
2015)
[10]

3.5.3 Cálculo de amortización
Los desembolsos destinados a cancelar la deuda se conocen como
” Pagos o servicios de la deuda”.

75
La descomposición de los pagos en cuotas de interés y capital se llama
cronograma de pagos; por tanto, para el diseño de éste se debe tener
en cuenta:

𝑅𝑘 = 𝐶𝑘 + 𝐼𝑘

Donde:
Rk= Pago o servicio de la deuda (monto de la cuota)
Ck= amortización (cuota del capital)
Ik= Cuota de interés
La forma de determinar la cuota del capital a desembolsar en cada
período se denomina sistema de amortización.
Cabe mencionar que para el cálculo de los pagos o diseño del cuadro
de amortizaciones se considera el principal y la tasa pactada en la
operación, es decir, no deben considerarse las retenciones o
comisiones si existiesen; éstas sólo incluirse en el cálculo del costo de
crédito.
Para establecer si el cuadro de amortización está bien diseñado se
debe verificar que el saldo en el último período sea igual a la última
cuota de capital (lo que significa que el cuadro está saldado).
Adicionalmente, la suma de todas las cuotas de capital debe ser igual al
principal. De hecho, a veces existen discrepancias en decimales debido
a las aproximaciones.

3.5.4 Métodos de cálculo
1. La principal característica del “Método Alemán”: amortizaciones
iguales.
2. La principal característica del “Método Americano” una sola
amortización al final de la operación.
3. La principal característica del “Método Francés”: cuotas Iguales
en términos de renta
4. La principal característica del “Método Comercia o FLAT”: cuotas
constantes calculadas como interés simple.

3.5.5 Amortización constante (Método Alemán)

Como su nombre lo indica, en este sistema las cuotas de capital
amortizaciones son constantes o iguales. Así, éstas se calculan
dividiendo el principal entre el número de períodos de pago.
Como característica de este sistema se puede mencionar que dado que
los saldos disminuyen, las cuotas de interés también disminuyen y, por
lo tanto, este método, es también conocido como el de Cuotas
decrecientes.

76
Sistema de amortización constante
Se divide el capital a pagar y se divide entre el número de años generán-
dose la cuota fija de amortización:
Capital 9000
Plazo 8 años
Tasa int. 0,02 anual
Cuota capital´= 9000/8 = 1125

Años Capital Interes Cuota capital Monto de la cuota
1 Sistema de amortización
9000 180 constante
1125 1305
Se divide2el capital
7875 157,5
a pagar y se divide entre el1125 1282,5
número de años generán-
3 6750
dose la cuota fija de amortización: 135 1125 1260
4 Capital5625 112,5
9000 1125 1237,5
5 Plazo4500 90
8 años 1125 1215
6 Tasa 3375
int. 67,5
0,02 anual 1125 1192,5
7 Cuota2250 ´= 9000/8 =45
capital 1125 1125 1170
8 1125 22,5 1125 1147,5
Años Capital 810
Interes 9000
Cuota capital Monto 9810
de la cuota
1 9000 180 1125 1305
2 7875 157,5 1125 1282,5
3 6750 135 1125 1260
4 5625 112,5 1125 1237,5
5 4500 90 1125 1215
6 3375 67,5 1125 1192,5
7 2250 45 1125 1170
8 1125 22,5 1125 1147,5
810 9000 9810

3.5.6 Amortización de vencimiento (Método Americano)

Amortización al vencimiento o americano: El capital se devuelve al final
del préstamo y las cuotas periódicas sólo están compuestas por los
intereses que se pagan por el importe recibido.

Ejemplo 1
Calcular el cuadro de amortización de un préstamo de 15000€ a amortizar
en 3 años con pagos anuales, siendo el tipo de interés nominal anual el 3% .
Considerar que se amortiza por el sistema americano.

SOLUCION
Se obtiene la siguiente tabla de Resultados:

Tabla 3.4.2.1.-1 Resultados

77
Ejemplo 2

Una deuda de $ 2000 con interés del 5% vence en un año. El deudor
paga $ 600 en 5 meses y $ 800 en 9 meses. Hallar el saldo de la
deuda en la fecha de vencimiento

SOLUCION

𝐼𝑛 = 𝐶𝑜 (1 + (𝑖 ∗ 𝑡))

SOLUCION

Valor de la deuda a 5 meses
𝐼𝑛 = 𝐶𝑜 (1 + (𝑖 ∗ 𝑡))
0.05
𝐼𝑛 = 2000 ∗ (1 + (5 ∗ ))
12
𝐼=2041,67
Deuda a la fecha del primer pago= 2041,67
Primer pago= 600
Saldo de la deuda= 1441,67
Valor de la deuda a 12 meses, fecha de vencimiento
𝐼𝑛 = 𝐶𝑜 ∗ (1 + (𝑖 ∗ 𝑡))
0.05
𝐼𝑛 = 665,70 ∗ (1 + (3 ∗ ))
12
𝑰𝒏 = 𝟔𝟕𝟒, 𝟎𝟐 (𝐬𝐚𝐥𝐝𝐨 𝐧𝐞𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐥𝐚 𝐝𝐞𝐮𝐝𝐚)

Valor de la deuda a 9 meses

78
𝐼𝑛 = 𝐶𝑜 (1 + (𝑖 ∗ 𝑡))
0.05
𝐼𝑛 = 1441,67 ∗ (1 + (4 ∗ ))
12 𝐼𝑛
=1465,70
Deuda a la fecha del segundo pago= 1465,70
Segundo pago parcial= 800
Saldo de la deuda= 665,70

Ejemplo 3
Supongamos que hemos adquirido un préstamo de 1000 Euros, a una tasa
de interés mensual de 4%, por un periodo de 5 meses. Calcular la cuota de
amortización mensual usando el método alemán

SOLUCION
Aplicando el método alemán tenemos la tabla de Resultados:

Calculo de la amortización:
𝑝𝑟𝑒𝑠𝑡𝑎𝑚𝑜
𝐴=
𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑒𝑠

1000
𝐴=
5

𝐴 = 200

Tabla 1. Resultados

Ejemplo 4

Supongamos que obtienes un préstamo por $9.600.000 a tasa efectiva del 12%
anual, el cual se amortizará en base a 8 anualidades de amortizaciones reales
vencidas iguales y consecutivas.

79
SOLUCION
Resolviendo el ejercicio obtenemos la siguiente tabla de resultados:

Tabla 2. Resultados

3.5.7 Amortización de pagos uniformes (Método Francés)

Este sistema está basado en la teoría de rentas, pues los pagos se
calculan como si fuesen los términos de una renta.
La Renta se define como un conjunto de capitales con
vencimientos equidistantes de tiempo
En este sistema las cuotas de capital crecen en progresión geométrica,
siendo la razón (1-i), donde i es la tasa pactada. Así las cuotas de
interés deben decrecer en forma exponencial de modo tal que al
sumarlas el pago resulte constante.
Una vez hallado R se calcula I1, luego por diferencia C1.
Posteriormente se determina D2, luego i2 y por diferencia C2,
prosiguiendo este proceso hasta saldar la deuda.
𝐶∗𝑖∗(1+𝑖)𝑛
𝑅= (1+𝑖)𝑛 −1
Ec 3.4.3-1

Ejemplo 1

80
SOLUCION

Principal: S/. 9,000
Plazo: 8 meses
Tasa int. : 2% mensual

Calculando para todos los periodos se tiene que:

Tabla 3.4.3.1-1 Resultados

Ejemplo 2
Si solicitáramos un préstamo hipotecario por valor de 10000 dólares
a pagar durante 3 años (36 cuotas) y con un tipo de interés mensual
constante del 0.03%, ¿Cuánto dinero pagaríamos?

SOLUCION
Calculando para las 36 cuotas se tiene
Tabla 3. Resultados

81
3.5.8 Amortización comercial (Método Flat)

El método consiste en hallar una cuota constante de pago con la cual
se debe cancelar la deuda.
Primero se determina el monto que genera la deuda al régimen de
interés y por todo el plazo que dura la operación. Luego este monto se

82
divide ente el número de períodos de pago obteniéndose así la cuota
constante a pagar llamada la “cuota flat”.
Se determina mediante la fórmula:

𝐶∗(1+(𝑖∗𝑛))
𝑅= 𝑛
Ec 3.4.4-1

Ejemplo 1:
Calcular el costo del crédito por la compra de un televisor, con los
siguientes datos:
Precio de lista: S/. 900
Al contado: 5% de descuento
A crédito: plazo 8 meses
Cuota inicial: 20%
Tasa de interés: 2% mensual flat

SOLUCION

Se calcula la cuota flat dividiendo el monto generado por el saldo
entre el número de pagos:
Precio al contado: 0,95(900) = 855
Cuota inicial: 0.2*(900) =180
Saldo pendiente: (0.8)900) =720
Calcular cuota mensual FLAT
104,4

85
5
0 1 8

18
0 104.
4

83
BIBLIOGRAFÍA

 Gonzales L. (2016). Concepto de Ingeniería Económica. Docencia-Web-Blog
personal. Recuperado de:
https://alfonsogori.wordpress.com/2016/08/25/concepto-de-ingenieria-de-
economica/
 Leland, Blank y Tarkin (2012).Concepto de Ingenieria Economica. Ingenieria
Economica. Sexta edición. Recuperado de:
http://www.academia.edu/12359619/Ingenieria_Economica_6ta_Edicion_Lelan
d_Blank_y_Anthony_Tarquin
 Duarte y Fernández (2005). El ABC de las finanzas. Contabilidad y Finanzas.
Recuperado de: http://repository.cesa.edu.co/handle/10726/37
 Cifuentes M. (2013). El esquema de Rosell. Impuestos y Economía de
Guatemala. Blog personal. Recuperado de:
https://taxesetdroits.wordpress.com/2013/05/07/el-esquema-de-rossell/
 Coltefinanciera (2014). Interés simple y Compuesto. Educación en Finanzas.
Recuperado de: https://www.coltefinanciera.com.co/educacion-
financiera/tasas-y-tarifas/424-que-es-interes-simple-y-compuesto
 Finanzas Prácticas (2014). Amortización. Asesor Financiero personal.
Recuperado de:
https://www.finanzaspracticas.com.co/finanzaspersonales/entienda/que_es/8.p
hp
 Barral A. (2015). Amortización. Economía y Finanzas. Tercera edición.
Editorial Reverte S.A. España

84
CAPÍTULO 4

CONTABILIDAD Y ESTADOS FINANCIEROS

OBJETIVOS DE APRENDIZAJE:

 Definir que es contabilidad.
 Definir la ecuación contable y sus constituyentes
 Identificar los diferentes estados financieros
 Elaborar balances generales y determinar el estado de
resultados

4 CONTABILIDAD Y ESTADOS FINANCIEROS

85
4.1 Contabilidad
Se define a la contabilidad como el proceso de captar, identificar, medir,
valorar, registrar, agregar y comunicar información económica a las personas
interesadas en tomar decisiones y juicios. (García, 2009)
La contabilidad constituye una herramienta de administración y un sistema de
información que permitirá la toma de decisiones para la gestión acertada de la
empresa. Definiéndose así sus principales funciones:

 Clasificación o codificación
 Registro
 Resumen y presentación de cuentas
 Determinación de los estados financieros
A la ejecución de pasos nombrados en la definición de contabilidad se lo
conoce como el Ciclo Contable.
Figura 1. Ciclo contable

5. 1. Captar
Interpretar y información
Analizar relevante

4. Comunicar 2. Valorar y
información Representar

3. Registrar
operaciones

Fuente: Adaptado de: La importancia del ciclo contable. Recuperado de:
http://www.ficaconsulting.com.do/cw/publicaciones/12-contabilidad/247-la-
importancia-del-ciclo-contable

4.1.1 Principios de Contabilidad Generalmente Aceptados (PCGA)
Son un conjunto de reglas generales y normas que sirven de guía contable
para formular criterios referidos a la medición del patrimonio y a la
información de los elementos patrimoniales y económicos de un ente,
organización, empresa, etc. Constituyen parámetros para la elaboración de
los estados financieros, sea sobre la base de métodos uniformes de
técnica contable. (Gavelán, 2000)

86
Estas reglas tienen como objetivo la uniformidad en la presentación de la
información de los estados financieros, sin importar la nacionalidad de
quienes analicen e interpreten la información. (Rodríguez, 2015)
Consta de 14 principios:
1.- Equidad. Referente a la toma de decisiones que estén enfocadas en el
sentido de lo ético y justo, para que la información obtenida y resultados
sean imparciales
2.- Principio de la entidad contable. La entidad tiene derechos y
obligaciones propios, distinta de las personas que la formaron.
3.- Principio de Bienes Económicos. Establece que los bienes económicos
de una empresa son susceptibles a ser devaluados en términos
monetarios con el paso del tiempo.
4.- Principio de la moneda. Se debe establecer una moneda usualmente la
oficial de cada país para valorizar los elementos patrimoniales de la
empresa.
5.- Principio de la empresa en marcha. Se asume que la empresa estará
en funcionamiento por tiempo indefinido y no será liquidada en un futuro
previsible.
6.- Principio de costo. Constituye el criterio básico de valuación,
formulación de estados financieros llamados de situación.
7.- Principio de periodo de tiempo. Se establece periodos de tiempo
uniformes para medir los resultados de la aplicación de normas sobre la
entidad, definiendo si tales decisiones favorecen o no a la entidad.
8.- Devengado. Significa reconocer y registrar en cuentas a determinada
fecha eventos o transacciones contabilizables.
9.- Objetividad. Todo cambio en los bienes de la empresa debe ser
registrado formalmente en registros contables.
10.- Realización. Los resultados solo se registran al ser realizados.
11.- Prudencia. Escoger la mejor opción con la finalidad de perder menos.
12.- Uniformidad. Los principios establecidos deben permanecer fijos.
13.- Significancia.
14.- Contenido de fondo.

87
Figura 2. Principios de Contabilidad Generalmente aceptados

Fuente: Viteri. J. (2017) Cátedra de Ingeniería económica

4.1.2 Normas Internacionales de Contabilidad
Las Normas contables NIC/NIIF se refieren al proceso de reforma contable
iniciado por la Unión Europea con la finalidad de que la información
elaborada por las sociedades comunitarias se rija por un único cuerpo
normativo, para homogeneizar la información contable de cada empresa y
así estas puedan ser comprensibles y comparadas.

4.2 Empresa
Se denomina así a las unidades económicas constituidas por una persona
natural o jurídica, bajo cualquier forma de organización o gestión empresarial
contemplados por la ley. El objeto de una empresa es producir, comercializar
bienes o brindar servicios y tiene la finalidad de llevar a cabo negocios,
proyectos o una actividad económica de cualquier tipo.
Se puede clasificar por:

 Por su actividad: Comerciales, Industriales, de Servicios, entre otras
 Por el sector económico a cuál pertenecen: Sector público o Sector privado.
 Por su tamaño: Grandes, medianas y pequeñas.

88
 Según la Ley de Compañías Ecuador: Sociedades anónimas, Compañías de
responsabilidad limitada, Compañía en nombre colectivo, Compañías
comandita simple y divididas por acciones, Economía mixta.

4.3 Principio de Dualidad Económica

La estructura de la contabilidad está basada en el principio de la dualidad
económica, el cual debe reflejar cual ha sido el origen de los recursos que
maneja la empresa, así como la manera en que los ha utilizado (Quevedo, S.
2005)

4.4 Ecuación de Balance

Muestra la situación financiera de la empresa en un momento determinado,
logrando que los lados izquierdo y derecho muestren un invariable balance.
Figura 3. La ecuación contable

Fuente: Recuperado de http://contenidosdigitales.ulp.edu.ar/exe/sistemade
info_cont/ecuacin_patrimonial_dinmica.html

89
Figura 4. Clasificación de Activo y pasivo

Fuente: Recuperado de: https://viasalud.co/revista-via-salud-disfrute-la-
contabilidad-como-leer-los-estados-financieros/

4.5 Proceso Contable

Es el ciclo donde se registran las actividades con fines económicos de la
empresa, estos se registran en los diferentes libros de contabilidad, estos
documentos son:

 Balance de situación
Estado contable que representan forma sistemática, ordenada y resumida la
situación de una empresa.
 Asiento de apertura
Es el primer asiento que se hace en contabilidad, y se lo realiza al inicio de las
actividades económicas.
 Libros mayores
Es un libro en el cual se registran las actividades de una empresa el cual no es
obligatorio, por lo que no existen normas de cómo debe llevarse. En este se
anota cuenta por cuenta todo tipo de operaciones realizadas.
 Asiento de operaciones
Consiste en el registro de actividades durante el ejercicio de las actividades
económicas de una empresa

90
 Asiento de cierre
Es el asiento en el cual se cierran todas las actividades en un momento
determinado, se realiza saldando todas las cuentas abiertas, de modo que se
cargarán todas las cuentas que tengan saldo deudor, mientras que se
abonarán todas aquellas que tengan saldo acreedor.

4.6 Cuenta

La cuenta permite ordenar las diferentes obligaciones con terceros o con la
empresa, permitiendo agrupar las transacciones de una misma naturaleza a la
vez que facilita el control respecto a determinadas operaciones.
Una cuenta posee dos partes las cuales por convención se llaman DEBE a la
izquierda y el HABER a la derecha.
4.6.1 Cuenta T
Es la representación gráfica de una cuenta contable, en la parte superior
indicará el nombre de la cuenta en la parte izquierda y derecha el debe y el
haber respectivamente, en la cual se irán registrando cada una de las
transacciones. Mismas que formarán parte del Libro Mayor.
NOMBRE DE LA CUENTA
DEBE HABER

Al registrar un movimiento en el debe de una cuenta se llama cargar o
debitar, mientras que al realizar un movimiento en el haber se denomina
abonar o acreditar. A la suma de los debe se los denomina DEBITOS y a la
suma de los abonos se los denomina CREDITOS.
La diferencia entre débitos y créditos se denomina SALDOS. (Ávila, 2007)

4.6.2 Saldo deudor
Si la suma de los importes del debe es mayor a la suma de los importes
del haber.

Banco
DEBE HABER
3000 12000
5000 2500
8000 14500
DEUDOR 6500

91
4.6.3 Saldo acreedor

Si la suma de los importes del haber es mayor a la suma de los importes
del debe.

Caja
DEBE HABER
4000 2000
5000 2500
9000 4500
4500 ACREEDOR

4.6.4 Saldo nulo
Cuando la suma de los importes tanto del debe y del haber son iguales.

Caja
DEBE HABER
4000 3200
5000 5800
9000 9000
0 NULO

Figura 5:
Estructura de
la cuenta T

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de
Ingeniería Económica. FIQ-UCE

92
Figura 6. Activos y Pasivos

Fuente: Visbal. V (2004) Activos y pasivos. Balance Financiero
Recuperado de http://www.monografias.com/trabajos94/los-estados-
financieros/los-estados-financieros.shtml

Figura 7. Ecuación de Balance

Fuente: Visbal. V (2004) Activos y pasivos. Balance Financiero Recuperado
de http://www.monografias.com/trabajos94/los-estados-financieros/los-
estados-financieros.shtml
Las cuentas de activo tienen saldo deudor: aumentan en el debe y
disminuyen en el haber.
Las cuentas del pasivo y capital tienen saldo acreedor, aumentan en el
haber y disminuyen en el debe.
93
4.7 Estados financieros
Los Estados Financieros son los documentos que debe preparar la empresa al
terminar el ejercicio contable, con el fin de conocer la situación financiera y los
resultados económicos obtenidos de las actividades de su empresa en un
periodo. (Recuperado de: Gestiopolis.com)
Constituyen cuadros sistemáticos y comparativos en un periodo determinado,
cualquiera que sea su naturaleza, preparados con la finalidad de presentar en
forma racional y coherente los movimientos económicos, así como ver los
aspectos de la situación financiera, económica y presupuestaria de una
empresa de acuerdo con los Principios de la Contabilidad Generalmente
Aceptados. (Sánchez, 2018)
La información presentada por los estados financieros interesa a:

 La administración: para la toma de decisiones, después de determinar el
crecimiento y desarrollo de una empresa durante un periodo determinado de
tiempo.
 Los propietarios: para conocer el progreso financiero de su negocio, fijar metas
de desempeño e imponer restricciones a los administradores de las empresas.
 Los acreedores: para conocer la liquidez de la empresa y determinar la
capacidad del cumplimiento de sus obligaciones.
 El estado: para determinar la cantidad de pago de impuestos y contribuciones.
Los estados financieros básicos son:

 Balance general
 Estado de resultados
 Estados de cambio de patrimonio
 Estado de flujos de efectivo
 Estado de costo de fabricación

4.8 Balance General
Es el documento contable que presenta la situación financiera de una empresa
en una fecha determinada, siempre debe estar actualizado, se dice que es una
fotografía instantánea de la empresa. Por lo tanto, este cambiará todos los días
a medida que se realizan diferentes transacciones.
Sus elementos constituyen la ecuación de balance general:
Activo = Pasivo + Capital Contable
El balance general debe contener datos correspondientes a:

 Encabezado: en el cual debe contar el nombre de la empresa, indicación de
tratarse de un balance general y si fecha de formulación.
 Cuerpo: debe contar de los nombres y valores detallados de cada una de las
cuentas que forman el activo, pasivo y capital de la empresa.
 Firmas: debe contar con las firmas de propietario del negocio y del contador
público que lo autorizó. (Ávila, 2007)
Formas de presentar un balance general

94
 En forma de cuenta: En esta forma se emplean dos páginas, en la de la
izquierda se anota clasificadamente el activo y en la derecha el pasivo y el
capital contable.
 En forma de reporte: Esta forma consiste en anotar clasificadamente el activo
y pasivo en una solo página, de tal manera que la suma del activo se le puede
restar verticalmente la suma del pasivo para determinar el capital contable.

Figura 8. Ecuación de Balance

Fuente: Visbal. V (2004) Activos y pasivos. Balance Financiero Recuperado
de http://www.monografias.com/trabajos94/los-estados-financieros/los-
estados-financieros.shtml
Figura 10. Activo= Pasivo + Patrimonio

Visbal. V (2004) Activos y pasivos. Balance Financiero Recuperado de
http://www.monografias.com/trabajos94/los-estados-financieros/los-
estados-financieros.shtml

95
4.8.1 Estructura del Balance general

En este estado financiero se muestra cómo están distribuidos, por un lado,
el activo, que define todos los bienes que posee la empresa, y por otro lado
se muestra la forma en que se han conseguido y las obligaciones que
existen.
Figura 11. Clasificación activo y pasivo

Fuente: Visbal. V (2004) Activos y pasivos. Balance Financiero Recuperado
de http://www.monografias.com/trabajos94/los-estados-financieros/los-
estados-financieros.shtml
4.9 ¿Qué es un activo?
El activo muestra el conjunto de bienes y derechos que la empresa posee en
un determinado momento, expresado en unidades monetarias. También
representa la utilización que la empresa ha dado en ese momento a sus
recursos.
Los activos se clasifican siguiendo el criterio de ordenación de menor a mayor
grado de liquidez. Por ejemplo, la máxima liquidez lo tiene el dinero en efectivo,
siendo este un activo corriente, mientras que el de menos liquidez se denomina
activo no corriente, por ejemplo, terrenos y edificios.

4.9.1 Clasificación de los activos

Activo Corriente. Engloba las partidas del activo que están en continua
transformación, por lo que estará compuesto de aquellos elementos que
pueden ser convertidos en dinero en un plazo inferior a un año.
El activo corriente se divide en: Existencias, realizable y Disponible
a. Existencias. Constituyen las provisiones de mercancía necesaria para
que el negocio pueda realizar sus actividades normalmente. Ejemplos:
Materias primas, comerciales, combustibles, repuestos, envases,
productos en curso, productos terminados, entre otros.

96
 Inventario. Representa las existencias en almacenes, pueden ser:
insumos, materias primas, productos en procesos, productos terminados
y más.

b. Realizable. Es el conjunto de bienes en los que la empresa ha invertido
fondos por exigencias de la actividad que ha de desarrollar, pero que
carecen de carácter de permanencia. Ejemplos: Anticipo de
proveedores, anticipo de remuneraciones, organismos de seguridad
social, cuentas por cobrar, etc.
 Cuentas por cobrar. Es el resultado de transacciones mediante la
extensión de créditos, representando los pagos realizados por los
clientes, como resultado de compra de bienes o servicios.
 Otras cuentas por cobrar. Son el resultado de otros cobros no
relacionados directamente con el giro de negocios de la empresa. Por
ejemple alquiler de una propiedad perteneciente a la empresa. Son
cuentas a favor de la empresa.

c. Disponible. Son los fondos líquidos para hacer frente a las necesidades
financieras de tipo corriente que se originan como consecuencia de la
actividad. Se representa principalmente por dos partidas: Caja y Banco.
 Caja. Es el reflejo contable del dinero en efectivo disponible para
pequeños pagos diarios. El efectivo es lo único que representa dinero
real.
 Banco. Es el reflejo contable del dinero depositado en cuentas corrientes
a la vista de entidades financieras para atender los pagos requeridos.

Figura 12. Clasificación de activo Corriente

ACTIVO CORRIENTE

Existencias Disponibles
Realizables

Comerciales Caja
Clientes
Materias Primas Bancos
Efectos comerciales a cobrar
Combustible
Operaciones de factoring
Repuestos
Clientes de dudoso cobro
Embalajes
Anticipo a proveedores
Envases
Anticipo de remuneraciones
Productos en curso
Administración pública
Productos terminados
Gastos anticipados

97
Activos No Corrientes. También se lo conoce como activo inmovilizado
y está conformado por el conjunto de bienes y derechos adquiridos por la
empresa, pueden convertirse en efectivo en un plazo mayor a un año.
El activo inmovilizado se lo puede dividir en inmovilizado inmaterial e
inmovilizado material.
a. Inmovilizado inmaterial. Se consideran así a los bienes y servicios
adquiridos por la empresa que no se materializan en bienes tangibles y
son susceptibles a valoraciones económicas. Ejemplos: Depreciaciones,
Aplicaciones informáticas, Derechos de traspaso, Propiedad intelectual,
entre otros.
 Aplicaciones informáticas. Importe satisfecho por la propiedad o por el
derecho al uso de programas informáticos
b. Inmovilizado material. Consisten todos aquellos bienes de naturaleza
tangible mueble o inmueble o las valoraciones de los inmovilizados
materiales. Ejemplos: Depreciaciones, terrenos, construcciones,
maquinaria, utillaje, inversiones, amortizaciones, entre otras. (Rajadell,
Trullas, Simo.2013)

4.10 ¿Qué es un pasivo?
Constituyen los medios financieros de procedencia ajena de la empresa, son
las obligaciones contraídas por la empresa. Se pueden clasificar de acuerdo
con el plazo en el cual estas se deben honrar. Dividiéndose en pasivo corriente
y no corriente.
4.10.1 Clasificación de los pasivos
a. Pasivo corriente. Está formado por las deudas y obligaciones a
cumplirse en un plazo menor a un año, se caracterizan por estar en
constante movimiento, usualmente las que se contraen por razón de
compra de mercancías o prestamos recibidos. Ejemplos. Proveedores,
Envases y embalajes a devolver por los clientes, Anticipos de clientes,
Acreedores, etc.
 Proveedores. Son las obligaciones que tiene la empresa con sus
proveedores.
 Empleados. Son las deudas que tiene la empresa con sus empleados
por concepto de sueldos, gratificaciones, beneficios sociales, etc.
 Estado. Son las deudas con el estado por concepto de intereses.
b. Pasivo no corriente. También conocido como pasivo fijo, este formado
por todas las deudas u obligaciones a largo plazo, con vencimiento mayor
a un año. Ejemplos: Documentos por pagar a largo plazo, hipotecas,
obligaciones y bonos.
[14].
- Hipotecas. Son deudas a largo plazo de la empresa por algún
crédito
Hipotecario.

4.11 ¿Qué es patrimonio?

Son las obligaciones que la empresa tiene con los accionistas, se puede identificar el
capital y el patrimonio.

98
a. Capital. Refleja las aportaciones escrituradas del empresario o los accionistas,
susceptibles de aumento y disminución, constituye la garantía de los
acreedores
b. Utilidades acumuladas. Son las ganancias de la empresa tiene en un
intervalo de tiempo, las misma que pueden ser capitalizadas o repartidas entre
los propietarios.
 Utilidades retenidas. Se acumulan con el tiempo a medida que la
empresa ahorra o reinvierte parte de las utilidades en vez de pagarlas
como dividendos.

Figura 13. Clasificación activo, pasivo y patrimonio

Fuente: Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

99
Figura 14. Clasificación activo, pasivo y patrimonio

Fuente: Departamento de Contaduría Pública. Recuperado de:
https://equipo7contaxd.wikispaces.com/Glemuscof0101

100
Ejercicio 1
Suponiendo que un pequeño negocio ha iniciado sus actividades con $ 10 000
correspondientes a ahorros del propietario. Entonces el balance general inicial de este
negocio corresponderá a:

BALANCE GENERAL DE APERTURA
ACTIVO PATRIMONIO
Caja y Bancos 10 000 Capital 10 000
TOTAL ACTIVO 10 000 TOTAL DE PATRIMONIO 10 000

Ejercicio 2
El dueño de un negocio decidió comprar equipos e inmuebles e instalarlos en un
pequeño local que alquiló. El precio de compra fue de $ 6 000 y los pagó a contado.

BALANCE GENERAL 1

ACTIVO PATRIMONIO
Caja y Bancos 4 000 Capital 10 000
Activo fijo 6 000
TOTAL ACTIVO 10 000 TOTAL PATRIMONIO 10 000

4.12 Teoría de la partida doble

Consiste en registrar mediante cargos y abonos, los efectos que producen las
operaciones en los diferentes elementos del balance, de manera que siempre
exista igualdad entre el activo y la suma de pasivos con patrimonio.
Teniéndose los siguientes conceptos de la teoría de partida doble:

 A todo cargo, corresponderá un abono.
 A uno o varios cargos, corresponderá uno o varios abonos.
Las reglas para la partida doble son:
a. A todo aumento de activo corresponde:
 Un aumento de capital contable
 Un aumento de pasivo
 O una disminución del propio activo

b. A toda disminución de pasivo corresponde:
 Una disminución de activo
 Un aumento de capital contable
 Un aumento del propio pasivo

c. A toda disminución de capital contable corresponde:

101
 Una disminución de activo
 Un aumento de pasivo
 Un aumento del propio capital contable.

(Ávila, 2007)

Figura 14. Teoría de la partida doble

ACCIÓN APLICACIÓN
ACTIVO Aumento Disminución en el
activo
Aumento en el pasivo
Aumento en el capital
Disminución Aumento en el activo
Disminución en el
pasivo
Disminución en el
capital
PASIVO Aumento Aumento en el activo
Disminución en el
pasivo
Disminución en el
capital
Disminución Disminución en el
activo
Aumento en el pasivo
Aumento en el capital
CAPITAL Aumento Aumento en el activo
Disminución en el
pasivo
Disminución en el
capital
Disminución Disminución en el
activo
Aumento en el pasivo
Aumento en el capital
Fuente: Modificado de Conceptos Básico de Contabilidad Financiera de:
http://www.ingenieria.unam.mx/~materiacfc/concep_basicos.html
Tarea 1
Del ejercicio x, el dueño adquirió mercancía para iniciar el proceso de
comercialización. Para obtener un descuento por volumen hizo un pedido por $
5 000. Como no tenía suficiente efectivo para cubrir esta compra, la hizo a
crédito. Realizar el balance actual.
Tarea 2
Del total de mercancía adquirida, se retira del almacén $ 3 000 para ser
vendido, la misma que se vende al cliente mediante crédito por $ 3 500,
obteniéndose como ganancia $ 1 500. Realice al balance después de la venta.

102
Tarea 3
Se recibió un pago en efectivo de $ 3 000 del cliente, al que se le vendió la
mercancía. Realice el balance general actual.
Tarea 4
Se canceló la cuenta correspondiente a la mercancía adquirida a crédito. Se
requiere el balance general a la fecha.
4.13 Libro diario
Es aquel destinado a recoger la totalidad de los asientos contables realizados
por la empresa. Se plasma día a día cada una de las operaciones realizada por
la empresa en forma de asiento. Dichos asientos se realizarán en forma
cronológica, señalando la fecha en la que se realizó la operación y se le asigna
a cada uno de los asientos un número de orden correlativo.
El libro diario da información ordenada cronológicamente de cada operación
con trascendencia económica que se ha producido, que consta de un hecho
contable y su contrapartida. (La Contabilidad y los Impuestos)

Figura 15. Diario General

Fuente: Recuperado de http://elcontador.net/libro-diario-general/

103
4.14 Mayorización de cuentas

Es un proceso que se realiza al final de un periodo contable, siendo su objetivo
brindar información sobre cuáles son los saldos de cada una de las cuentas
que se usó en ese periodo, los mismo que servirán para conocer el
comportamiento de la empresa en esas operaciones.
Es un proceso que consiste en trasladar de forma sistemática y clasificada los
valores que se encuentran en el libro diario.
Se pasa los valores al mismo lado de las cuentas, si un valor se encuentra en
el espacio del debe en el libro diario, de igual manera es trasladado a la cuenta
debe de mayorización. (Alcarria.J, 2011)

Figura 16. Ejemplos de cuenta T

Fuente: Recuperado de: https://equipo7contaxd.wikispaces.com/Glemuscof0101

4.15 Balance de Comprobación

Como su nombre lo dice es un instrumento que sirve para la comprobación de
las sumas de los saldos deudores y acreedores que han intervenido en la
contabilidad de las cuentas utilizadas durante un periodo determinado de
tiempo, totalicen en valores iguales, de caso contrario se deberá revisar el
proceso de mayorización, hasta obtener la igualdad de saldos

104
Para elaborarlo es necesario sumar todas las anotaciones realizadas durante
un periodo de tiempo, calculando las sumas de saldos deudores y acreedores
de todas las cuentas empleadas. (Alcarria, 2011)
Figura 17. Ejemplo de Balance de Comprobación

Fuente: Modificado de Conceptos Básico de Contabilidad Financiera de:
http://www.ingenieria.unam.mx/~materiacfc/concep_basicos.html

4.16 Estado de resultados

Mide el desempeño a lo largo de un periodo de tiempo, generalmente un año, a
la par que mide la rentabilidad de una empresa. (Contabilidad Gerencial)
Importancia del estado de resultados:
a. Permite visualizar si una empresa está experimentando ganancias o pérdidas
al ejercer sus actividades, por lo que también se lo conoce con el estado de
pérdidas y ganancias, en el cual se mostrará de manera detallada los ingresos,
gastos y el resultado de las actividades.
b. El estado de resultados permitirá a los gerentes tener una visión financiera que
permitirá realizar previsiones en base a los resultados. Debido a que da
información de la utilidad de la empresa durante un periodo de tiempo.
c. Determinar la cantidad de tiempo de certidumbre de flujos de efectivo.
d. Medir el riesgo de obtener un flujo de efectivo.
e. Permite distribuir las utilidades entre los dueños de la empresa.

105
4.16.1 Componentes del estado financiero
 Ventas o Ingresos
Es el primer dato de cualquier estado de resultados que hace referencia a los
ingresos percibidos por las ventas realizadas en un periodo concreto.
Resulta de una o más transacciones comerciales que reciben un pago, cada
uno de los ingresos es el resultado del producto de variables cantidad y costo.
(Recuperado de: sweigmedia.com)

𝑰𝒏𝒈𝒓𝒆𝒔𝒐 (𝑰) = 𝑪𝒐𝒔𝒕𝒐 ∗ 𝑪𝒂𝒏𝒕𝒊𝒅𝒂

 Costo de ventas, Gastos o Egresos
Son los costos incurridos para la adquisición de mercadería, costos de proceso
de producción o costos para la prestación de los servicios

 Utilidad bruta
Se expresa como el sobrante de los ingresos después de restar los costos.

𝑼𝒕𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅 = 𝑰𝒏𝒈𝒓𝒆𝒔𝒐 − 𝑪𝒐𝒔𝒕𝒐𝒔

𝑼=𝑰−𝑪

Grafico 18. Componentes del balance

Fuente: Ochoa, Vallejo. 1999. Manual práctico para la gestión local de la salud.

4.16.2 Ejemplo de cuentas pertenecientes al estado de resultados:
 Ventas netas
Es el conteo total de ventas luego de considerar las devoluciones y las
rebajas a los bienes o servicios.

106
 Costo de ventas
Es el costo en que se incurre para la adquisición de mercadería,
costos requeridos para el proceso de producción o costos incurridos
para la prestación de servicios, mismos que dependen del giro de
negocio al que se dedique cada empresa.
 Utilidad bruta
También se lo conoce como margen de contribución, y se la expresa
como la diferencia entre ventas netas y costo de ventas.

 Gastos administrativos
Son aquellos gastos relacionados a actividades de gestión. Ejemplo:
Gasto de sueldos, útiles de oficina, servicios básicos, entre otros.

 Gastos de ventas
Referido a los gastos de los procesos de comercialización de los
productos. Ejemplo: publicidad, impuesto a las ventas, transporte,
almacenamiento, entre otros.

 Utilidad operativa
Se llama así a la utilidad antes de intereses e impuestos y es el
resultado entre la diferencia de la utilidad bruta y los gastos operativos.

 Gastos financieros
Son los gastos correspondientes al pago de intereses por deudas
asumidas por la empresa.

 Utilidad antes de impuestos
Es el resultado de la diferencia entre utilidad operativa y gastos
financieros.

 Impuestos
Son los impuestos que debe tributar la empresa y que se aplican a las
utilidades.

 Utilidad neta.
Se los conoce como ingresos netos y corresponde a la ganancia o
pérdida registrada por la empresa y se la obtiene a partir de la
diferencia entre la utilidad antes de impuestos y los impuestos; sobre
ella se calculan los dividendos.

 Dividendos.
Es la repartición de las utilidades entre los accionistas o propietarios
de las empresas.

 Utilidades retenidas.
Es la utilidad neta menos los dividendos pagados a los accionistas, las
cuales luego pueden ser capitalizadas.

107
Figura 19. Estructura de Estado de Resultados

Fuente: Recuperado de: http://www.myshared.ru/slide/1139344/

Figura 20. Estado de Resultados

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.

Figura 21. Ejemplo de estado de resultados

108
Fuente: Libro Fundamento de la administración financiera. Pag 16

109
Figura 22. Ejemple de Balance de Comprobación

Fuente: Libro Fundamento de la administración financiera. Pag 31

110
4.17 Ejercicios propuestos
Tarea 1
Analizar las siguientes transacciones comerciales, registrarlas en el libro
diario, libro mayor y preparar el balance de comprobación

Dic 1.- La empresa “XYZ” inicia sus operaciones con un aporte de capital de
$18000 en efectivo.
Dic 3.- Con el saldo existente en caja a la fecha se apertura una cuenta
corriente a nombre de la entidad.
Dic 5.- Para uso de la empresa compramos muebles por $1800, equipos de
computación por $1800 pagamos con cheque.
Dic 7.- Para uso de la empresa compramos un vehículo en $8000, el 80%
pagamos con cheque y por la diferencia pagamos con letras.
Dic 9.- Pagamos con cheque servicios básicos por $165.
Dic 11.- Pagamos con cheque arriendo por $375.
Dic 13.- Pagamos con cheque anuncios publicitarios por $135.
Dic 15.- Pagamos con cheque sueldos por $950.
Dic 17.- Vendemos servicios de lavandería por $3600, el 50% nos pagan en
efectivo y por la diferencia nos firman letra de cambio.
Dic 19.- Pagamos anuncios publicitarios por $120 con cheque.
Dic 21.- Vendemos servicios de lavandería por $3200, el 70% nos pagan con
choque y por la diferencia otorgamos crédito simple.
Dic 23.- El saldo existente en caja a la fecha se deposita en la cuenta corriente
de la entidad.
Dic 25.- Compramos un anaquel en $160 con crédito simple.
Dic 27.- Compramos una impresora den $320 pagamos con cheque.
Dic 29.- Pagamos con cheque sueldos por $950

Tarea 2.
Analizar las siguientes transacciones comerciales, registrarlas en el libro
diario, libro mayor y preparar el balance de comprobación

Dic 1.- La empresa “XYZ” inicia sus operaciones con un aporte de capital de
$20000 en efectivo.
Dic 3.- Con el saldo existente en caja a la fecha aperturamos una cuenta
corriente a nombre de la entidad.
Dic 5.- Para uso de la empresa compramos escritorio, anaquel, mesas y sillas
por $1200, el 20% pagamos con cheque y por la diferencia crédito personal.
Dic 7.- Para uso de la empresa compramos dos computadoras, dos
impresoras en $1400, al 10% pagamos en cheque y por la diferencia firmamos
una letra de cambio.
Dic 9.- Para uso de la empresa compramos equipos médicos por $3500, el
10% pagamos con cheque, 40% crédito simple y por la diferencia firmamos una
letra de cambio.
Dic 11.- Pagamos con cheque anuncios publicitarios por $300.
Dic 13.- Pagamos con cheque arriendos por $350
Dic 15.- Pagamos sueldos por $1050 con cheque
Dic 17.- Vendemos servicios médicos por $3500, el 50% nos pagan el 80% en
efectivo y por la diferencia crédito simple.
Dic 19.- Pagamos servicios básicos con cheque por $200.
Dic 21.- Vendemos servicios médicos por $3200, el 50% nos pagan con
cheque y por la diferencia una letra de cambio.

111
Dic 23.- El saldo existente en caja a la fecha se deposita en la cuenta corriente
de la empresa
Dic 25.- Para uso de la empresa compramos un vehículo en $7000, el 20%
pagamos con cheque y la diferencia firmamos una letra de cambio.
Dic 27.- Pagamos con choque anuncios publicitarios por $150
Dic 29.- Para uso de la empresa compramos un escritorio por $150, pagamos
con cheque.
Dic 31.- Pagamos con cheque sueldos por $1050

Tarea 3
Se tienen los siguientes saldos:
Bancos 17 000,00
Cuentas por cobrar 1 050,00
Documentos por cobrar 3 100,00
Muebles y enseres 1 070,00
Equipos de computación 2 300,00
Terreno 6 000,00
Cuentas por pagar 1 800,00
Documentos por pagar 2 950,00
Capital ?
Utilidad ejercicio anterior 4 000,00

DIC. 5. El saldo inicial de cuentas por cobrar y documentos por cobrar nos
cancelan en efectivo el 45% de cada caso.
DIC. 10. Del saldo inicial de cuentas por pagar y documentos por pagar,
pagamos con cheque el 35% en cada caso.
DIC. 15. Vendemos servicios de lavandería por $ 4 800,00, el 50% nos pagan
en efectivo, el 10% otorgamos crédito simple y por el 40% firmamos letras de
cambio.
DIC. 20. El saldo existente en caja se deposita en la cuenta corriente de la
entidad.
DIC. 30. Pagamos con cheque: Sueldos $ 1 650,00, arriendos $305,00,
publicidad $195,00, servicios básicos $ 130,00 y comisiones a vendedores
$205,00.

112
Tarea 4
EMPRESA “XYZ”
Saldos iniciales

 Bancos 20 000,00
 Documentos por cobrar 3000,00
 Reserva de créditos incobrables 300,00
 Mercaderías 22500,00
 90 grabadoras a $90,00 c/u 8 100,00
 20 computadoras a $720 c/u 14 000,00
 Muebles y enseres 2 500,00
 Depreciación acumulada de muebles y enseres 400,00
 Documentos por pagar 22 000,00
 Capital ?
 Utilidad ejercicios anteriores 10 000,00
Transacciones:

 Compramos 30 grabadoras a $95,00 c/u. pagamos con cheque
 Compramos 20 computadoras a $725.00 c/u. Firmamos letras de cambio
 Vendemos 60 grabadoras a $130,00 c/u. Cobramos en efectivo
 Vendemos 30 computadoras a $850,00 c/u. Cobramos en efectivo el 50% y por
el 50% nos firman letras de cambio.
 El saldo existente en efectivo se deposita en la cuenta corriente de la entidad.
 Pagamos con cheques: Sueldos $ 1 000,00, arriendos $ 300,00, publicidad $
200,00, comisiones en ventas $180,00
Datos para los ajustes.

 De ser factible considérela reserva para créditos incobrables
 Considere la depreciación mensual de activos fijos

4.18 Flujo de recursos

Son el conjunto de activos financieros de una empresa que cuentan con un alto
grado de liquidez, a más del efectivo.
Se utilizan principalmente para llevar a cabo las operaciones de organización,
compra de mercadería, pago de sueldos y realizar inversiones a largo plazo.
(Recuperado de: ecolink.com)

113
Figura 23. Flujo de caja

Fuente: Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

4.19 Relación entre balance general y estado de resultados
Ambos basan su información en el registro de transacciones comerciales.
Figura 24. Relación entre balance general y estado de resultados

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.
114
Figura 25 . Relación Balance General y estado de Resultados
Empresa Comercializadora

Fuente: Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

115
Figura 26. Relación Balance General y estado de Resultados
Empresa Manufacturera

Fuente: Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

4.20 Flujo de caja
Recibe varios nombres: flujo de efectivo, presupuesto de caja, planeación y
control del efectivo, entre otros.
Resume las entradas y salidas de efectivo que se estiman ocurrirán en un
periodo próximo.
Para presupuestar el flujo de caja es necesario proyectar las entradas y las
salidas de efectivo al igual que las necesidades financieras. (Duarte,
Fernández. 2005)

116
Gráfico 27. Flujo de caja

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.

117
BIBLIOGRAFÍA

 García I. (2009). Introducción a la Contabilidad. Recuperado d:
https://clea.edu.mx/biblioteca/introduccion%20a%20la%20contabilidad.pdf

 Gavelán (2000). Principios de Contabilidad Generalmente Aceptados Vigencia
y aplicación. Facultad de Ciencias Contables. Recuperado de:
http://sisbib.unmsm.edu.pe/bibVirtual/Publicaciones/quipukamayoc/2000/primer
/princi_conta.htm
 Rodríguez (2015). Principios de Contabilidad Generalmente Aceptados.
Recuperado de: https://contabilidad.com.do/principios-de-contabilidad-
generalmente-aceptados-pcga/
 Quevedo,S. (2005). Estudio Práctico de los Principios de Contabilidad Básicos.
Pag. 45
 Ávila. J. (2007). Introducción a la Contabilidad. Edit. Umbral. México. Pag. 17
 Los Estados Financieros. Recuperado de: https://www.gestiopolis.com/estados-
financieros-basicos/
 Sánchez, J. Clasificación de los Estados Financieros. Recuperado de:
https://sites.google.com/site/procesocontable3/home/integracion-del-proceso-
contable/modulo-i/clasificacion-de-los-estados-financieros
 Rajadell, Trullas & Simo. (2013). Contabilidad para todos. Introducción al
registro Contable.
 La Contabilidad y los Impuestos. Recuperado de:
http://aprendiendoestadistika.blogspot.com/2015/01/mayorizacion-libro-
mayor.html
 Alcarria. J. (2011). Contabilidad Financiera I. Universitat Jaume. Pag 60-62
 Recursos Financieros. Recuperado de:
https://www.econlink.com.ar/recursos/financieros
 Duarte, Fernández. (2005). Finanzas Operativas: Un Coloquio. México. Pag.
77-80

118
CAPÍTULO 5

COSTOS

OBJETIVOS DE APRENDIZAJE:

 Determinar resultados y utilidad
 Definir el margen de utilidad por línea de producto
 Brindar información para la toma de decisiones

119
5 COSTOS

La contabilidad de costos es un sistema de información que permite registrar,
acumular, distribución, interpretar e informar de los costos de producción,
distribución, administración y financiamiento.
5.1 Definición de costo

Se define como.

 Los costos representan una porción del precio de adquisición de artículos,
propiedades o servicios que ha sido diferida o que todavía no se ha
aplicado a la realización de ingresos.
 Son la suma de esfuerzos y recursos que se han invertido para producir
algo. “Del Rio Gonzales”
 Es el conjunto de pagos, obligaciones contraídas, consumos,
depreciaciones, amortizaciones y aplicaciones atribuidas a un periodo
determinado, relacionadas con las funciones de producción, distribución,
administración, administración y financiamiento. “Ortega Pérez de León”

Todo proceso de producción de un bien supone el consumo o desgaste de uns
serie de factores productivos, el concepto de coste está íntimamente ligado al
sacrificio incurrido para ese bien o servicio.
Gráfico 1. Costos

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.

120
5.2 Definición de Gasto

Los gastos son costos que se han aplicado contra el ingreso de un periodo
determinado. Los salarios de oficina son gastos que se aplican al periodo
en el cual se producen.
El gasto es un egreso de dinero que una empresa o persona paga por la
compra de un producto, un bien o un servicio. (Recuperado de:
ingeniería.unam.mx)
Es la inversión que se efectúa ya sea de una forma directa o indirecta,
necesariamente para la consecución de un bien tangible.
5.2.1 Tipos de gastos
Gastos operaciones
Son aquellos que se relacionan con el beneficio de la empresa para
generar ingresos pudiendo ser administrativos (gastos de personal,
honorarios, papelería, capacitaciones) o de ventas (labores de
promoción, distribución, publicidad).
Gastos no operacionales
Son los gatos que no garantizan un ingreso, pero son necesarios para
la empresa como los financieros (pagos al banco, pago de intereses)
(Billene.R, 2006)
Gráfico 2. Gastos

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.

121
5.3 Diferencia entre costo y gasto

El costo en contabilidad es el conjunto de gastos, es decir, que la
diferencia entre estos dos conceptos es que costos es el desembolso para
producir un determinado producto y gasto es el desembolso que realiza
una empresa para el desarrollo de las actividades.
El costo básicamente se representa por un activo en cambio, el gasto se
origina por la utilización de dicho activo con la finalidad de generar
ingresos.
Por lo tanto, costos es un conjunto de gastos, mientras que gastos es una
parte del costo.
Consideraciones a tomar en cuenta:
- Los costos son dinámicos
- Lo más importante es la metodología de cálculo de costos, lo secundario
su contabilidad
- Para cálculos los costos hay que conocer la empresa.
- En costos se considera el principio de devengado.

5.4 Qué es devengado

Es uno de los principios contables generalmente aceptados, expresa que
las variaciones patrimoniales que deben considerarse para establecer el
resultado económico son las que competen a un periodo sin entrar a
considerar si se han cobrado o pagado; por lo cual su finalidad es reflejar
la imagen fiel de la empresa
Por lo tanto, con el principio de devengado se asegura que en cada año
contable la empresa llevará a la cuenta de resultados exclusivamente los
gastos e ingresos que corresponden a dicho periodo. [4]

5.5 Toma de decisiones según análisis de costos

En toda empresa se toman decisiones diariamente, entre ellas se puede
citar:
- Contratación de personal
- Continuación o eliminación de una línea de producción
- Remplazo de maquinarias o equipos
- Tercerización
- Fijación de objetivos de ventas
- Definición de los productos a comercializar.

5.6 Asignación de costos

La asignación de costos es importante para determinar los costos unitarios
de cada uno de los productos fabricados, permitiendo determinar el precio
de venta individual.

122
Uno de los objetivos de la contabilidad de costos es asignar una parte de
los costos conjuntos a cada uno de los tipos de productos.

Gráfico 3. Asignación de Costos

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

Ejemplo. 1
En una cafetería se prepara un tipo de sandwich para 06 raciones. El
sueldo anual del cocinero es de $ 4800 y el tiempo que necesita para
preparar las 06 raciones es de 15 minutos. Calcule los costos unitarios de
materiales directos y de mano de obra directa, (considere 1 año = 2080
hrs. Laborables).

Para 6 raciones
Sueldo
$4800/año $0.58

Costo de producción

123
Queso $0.24

Jamón $5.01

Papa $0.04

Cebolla $0.02

Costo de 6 raciones $5.31

Costo de una ración $0.88

Costo de la ración total $1.46

5.7 Clasificación de costos
Se pueden clasificar de diferentes maneras:
- Según el área donde se consume, considerando las actividades que se
realizan.
 Costo de producción. Son los costos que se generan en el proceso de
transformación de la materia prima a productos terminados.
 Costos de distribución. Son aquellos gastos que se generan por llevar el
producto o servicio hasta el consumidor final.
 Costos de administración. Son los gastos generados en el área de la
administración de la empresa.
 Costos financieros. Aquellos que se generan por el uso de recursos de
capital.

Figura 4. Clasificación de costos

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE

124
Figura 5. Clasificación de costos

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

- Según su identificación.
 Directos: Son aquellos costos que pueden ser identificados
fácilmente con la producción de un producto específico, servicio,
proceso o departamento.
 Indirecto: Son aquellos que su costo abarca para el desempeño de
toda la empresa o para un conjunto de productos.
- De acuerdo con su comportamiento
 Costos fijos. Son aquellos costos que permanecen constantes
durante un periodo de tiempo determinado, sin importar el volumen
de producción.
 Costos variables. Son aquellos que se modifican de acuerdo con el
volumen de producción de tal manera que si no hay producción no
hay costos variables. (Recuperado de: uv.mx)

125
Figura 6. Clasificación de costos

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería
Económica. FIQ-UCE.

Tarea 1
Identificar el costo unitario variable y el costo unitario fijo

5.8 Punto de equilibrio

El punto de equilibrio es el nivel de ventas con el que los ingresos son
iguales a los gastos y la utilidad neta es cero, es decir las ventas equivalen a
los costos totales.

126
Figura 7. Punto de equilibrio

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.

5.8.1 Importancia del punto de equilibrio

- Obtener una visión de la cantidad de producción para empezar a
obtener ganancias.
- Conocer la viabilidad de un proyecto.
- Evaluar el riesgo de tomar decisiones de inversión, introducción de
nuevos productos, cambios de precio, etc.

5.8.2 Supuestos del punto de equilibrio

5.8.3 Volumen de equilibrio. Veq o Qeq
Es la cantidad de producción en la cual se alcanza el punto de
equilibrio.

127
5.8.4 Margen de contribución

Si al precio de venta de cada producto se le descuenta todos los costos
variables directamente relacionados con las ventas, se origina el
margen de contribución unitario.
El volumen de ventas por el margen de contribución unitario determina
el margen de contribución total, para cubrir los gastos de la estructura
fija.
Si el margen de contribución iguala a los costos fijos, entonces se
alcanza el punto de equilibrio, y se empieza a obtener ganancias. (Ollé,
planellas, 1997)

5.8.5 Incidencia de la estructura de costos
Figura 8. Clasificación de costos

Fuente: Viteri J. (2017). Pirámide de Kelsen. Clases de Ingeniería Económica.
FIQ-UCE.

Ejercicio.
Un inversionista desea saber en cuanto está el punto de equilibrio de su
proyecto que está fabricando un producto determinado en el cual se han
calculado unos costos fijos de $7845000, el precio de venta es de

128
$2525 y el costo variable por unidad producida es de $1305.
Encuentre el punto de equilibrio.

Ejercicio.
La empresa Ecuaoil produce anualmente 9000 botes de pintura para la
industria petrolera y obtiene $675000 de ingresos por ellos. Los costos
fijos son de $210000 por año y, los costos totales, de $354000 en ese
lapso.
¿Con cuánto contribuye cada bote a los costos fijos y las utilidades?

129
Ejercicio.
Una empresa dedicada a la comercialización de productos químicos,
vende uno sus productos a un precio de $40, el costo de producto es de
$24, se paga una comisión de ventas por $2, y sus gastos fijos (alquiler,
salarios, servicios, etc.), ascienden a $3500. ¿Cuál es el punto de
equilibrio en unidades de venta y en dólares? y ¿a cuánto ascenderían
las utilidades si se vendieran 800 productos?

5.8.6 Comprar o fabricar

A menudo los gerentes deben decidir si comprar o fabricar un
determinado producto, la empresa puede considerar producir un
componente que en la actualidad compra o viceversa. Por lo que para
tomar decisiones se de tomar en cuenta el factor costo, ya que dicha
decisión es resultado de comparar los costos de la adquisición o
producción del artículo.
La decisión de comprar no es una decisión permanente, ya que
constantemente los precios van cambiando de los factores implicados
en dicha decisión. (Recuperado de: emprendaria.com)

Ejercicio.
El gerente de un restaurante de comida rápida que vende
hamburguesas decide incluir ensaladas en el menú. Existen dos
opciones y el precio para el cliente será el mismo con cualquiera de
ellas. La opción de fabricar consiste en instalar una barra de ensaladas
bien provista de verduras, frutas y aderezos, y dejar que el cliente

130
prepare la ensalada. La barra de ensaladas tendría que pedirse en
alquiler y sería necesario contratar un empleado de tiempo parcial que
la atendiera.
El gerente estima los costos fijos en $12000 y cree que los costos
variables ascenderán a $1.50 por ensalada. La opción de comprar
consiste en conseguir las ensaladas ya preparadas y listas para la
venta. Éstas tendrían que comprarse a un proveedor local a $2.00 por
ensalada. La venta de ensaladas previamente preparadas requeriría la
instalación y operación de más refrigeradores, con un costo fijo anual de
$2400. El gerente espera vender 25000 ensaladas al año.
a) ¿Cuál es la cantidad en la que se alcanza el punto de equilibrio?
b) ¿Qué operación convendría escoger? ¿Comprar o fabricar?

Ejercicio.
Calcular el punto de equilibrio en unidades, en dólares y el margen de
contribución.

131
BIBLIOGRAFÍA

 Contabilidad de costos. Recuperado de:
http://www.ingenieria.unam.mx/~materiacfc/CCostos.html

 Billene.R. (2006). Análisis de costos. Un enfoque conceptual para el
análisis y control de costos. Ediciones Jurídicas Cuyo. Pag. 147

 Clasificación de costos. Recuperado de:
https://www.uv.mx/personal/alsalas/files/2013/02/CLASIFICACION-DE-
LOS-COSTOS.pdf

132
CAPÍTULO 6
INDICADORES FINANCIEROS

OBJETIVOS DE APRENDIZAJE

 Definir conceptos de los diferentes tipos de
indicadores técnicos

 Conocer los conceptos de indicador de liquidez, de
solvencia, de gestión y de rentabilidad.

133
6 INDICADÓRES FINANCIEROS
6.1 Indicadores de liquidez

Estos indicadores surgen de la necesidad de medir la capacidad que tienen
las empresas para cancelar sus obligaciones de corto plazo. Sirven para
establecer la facilidad o dificultad que presenta una compañía para pagar
sus pasivos corrientes al convertir a efectivo sus activos corrientes. Se trata
de determinar qué pasaría si a la empresa se le exigiera el pago inmediato
de todas sus obligaciones en el lapso menor a un año. De esta forma, los
índices de liquidez aplicados en un momento determinado evalúan a la
empresa desde el punto de vista del pago inmediato de sus acreencias
corrientes en caso excepcional

6.1.1 Liquidez Corriente
Este índice relaciona los activos corrientes frente a los pasivos de la
misma naturaleza. Cuanto más alto sea el coeficiente, la empresa
tendrá mayores posibilidades de efectuar sus pagos de corto plazo.

La liquidez corriente muestra la capacidad de las empresas para hacer
frente a sus vencimientos de corto plazo, estando influenciada por la
composición del activo circulante y las deudas a corto plazo, por lo que
su análisis periódico permite prevenir situaciones de iliquidez y
posteriores problemas de insolvencia en las empresas.
Generalmente se maneja el criterio de que una relación adecuada
entre los activos y pasivos corrientes es de 1 a 1, considerándose,
especialmente desde el punto de vista del acreedor, que el índice es
mejor cuando alcanza valores más altos. No obstante, esta última
percepción debe tomar en cuenta que un índice demasiado elevado
puede ocultar un manejo inadecuado de activos corrientes, pudiendo
tener las empresas excesos de liquidez poco productivos.

Ejemplo:

Supongamos que una empresa tiene $10.000.000 de activos
corrientes y tiene $4.000.000 de pasivos corrientes. Aplicando la
fórmula tendremos:
10.000.000/4.000.000 = 2.5.
Esto quiere decir que la empresa por cada dólar que debe, tiene 2.5
dólares para pagar o respaldar esa deuda.
6.1.2 Prueba Ácida

Se conoce también con el nombre de prueba del ácido o liquidez seca.
Es un indicador más riguroso, el cual pretende verificar la capacidad
de la empresa para cancelar sus obligaciones corrientes, pero sin

134
depender de la venta de sus existencias; es decir, básicamente con
sus saldos de efectivo, el de sus cuentas por cobrar, inversiones
temporales y algún otro activo de fácil liquidación, diferente de los
inventarios.

No se puede precisar cuál es el valor ideal para este indicador, pero,
en principio, el más adecuado podría acercarse a 1, aunque es
admisible por debajo de este nivel, dependiendo del tipo de empresa y
de la época del año en la cual se ha hecho el corte del balance. Al
respecto de este índice cabe señalar que existe una gran diferencia,
por razones obvias, entre lo que debe ser la prueba ácida para una
empresa industrial por ejemplo, que para una empresa comercial;
pues de acuerdo con su actividad las cantidades de inventario que
manejan son distintas, teniendo esta cuenta diferente influencia en la
valoración de la liquidez.
Ejemplo:
Supongamos un activo corriente de 10.000, unos inventarios de 6.000
y un pasivo corriente de 5.000.
Tendríamos entonces:
(10.000-6.000)/5.000 = 0.8
Quiere decir esto que por cada peso que debe la empresa, dispone de
80 centavos para pagarlo, es decir que no estaría en condiciones de
pagar la totalidad de sus pasivos a corto plazo sin vender sus
mercancías.
6.2 Indicadores de solvencia.

Los indicadores de endeudamiento o solvencia tienen por objeto medir en
qué grado y de qué forma participan los acreedores dentro del
financiamiento de la empresa. Se trata de establecer también el riesgo que
corren tales acreedores y los dueños de la compañía y la conveniencia o
inconveniencia del endeudamiento.
Desde el punto de vista de los administradores de la empresa, el manejo del
endeudamiento es todo un arte y su optimización depende, entre otras
variables, de la situación financiera de la empresa en particular, de los
márgenes de rentabilidad de la misma y del nivel de las tasas de interés
vigentes en el mercado, teniendo siempre presente que trabajar con dinero
prestado es bueno siempre y cuando se logre una rentabilidad neta superior
a los intereses que se debe pagar por ese dinero.

135
Por su parte los acreedores, para otorgar nuevo financiamiento,
generalmente prefieren que la empresa tenga un endeudamiento "bajo", una
buena situación de liquidez y una alta generación de utilidades, factores que
disminuyen el riesgo de crédito.
6.2.1 Endeudamiento del activo

Este índice permite determinar el nivel de autonomía financiera.
Cuando el índice es elevado indica que la empresa depende mucho de
sus acreedores y que dispone de una limitada capacidad de
endeudamiento, o lo que es lo mismo, se está descapitalizando y
funciona con una estructura financiera más arriesgada. Por el
contrario, un índice bajo representa un elevado grado de
independencia de la empresa frente a sus acreedores.

Ejemplo:

Supongamos que la empresa A tiene un activo total de 100 y unos
pasivos totales de 50. Por otro lado empresa B tiene un activo total de
100 y unos pasivos totales de 75. Si calculamos ambos ratios tenemos
lo siguiente:
Razón de endeudamiento para la empresa A = 50/100 = 0,5
Razón de endeudamiento para la empresa B = 75/100 = 0,75
Si multiplicamos por 100 los ejemplos anteriores, vemos que la
empresa A financia un 50% de su actividad con ajenos y el otro 50%
con fondos propios De esta manera la empresa tendría una estructura
de capital dentro de los parámetros adecuados.
Sin embargo le empresa B está financiando un 75% de su actividad
con recursos ajenos y tan solo un 25% con fondos propios.

6.2.2 Endeudamiento patrimonial

Este indicador mide el grado de compromiso del patrimonio para con
los acreedores de la empresa. No debe entenderse como que los
pasivos se puedan pagar con patrimonio, puesto que, en el fondo,
ambos constituyen un compromiso para la empresa.

Esta razón de dependencia entre propietarios y acreedores, sirve
también para indicar la capacidad de créditos y saber si los

136
propietarios o los acreedores son los que financian mayormente a la
empresa, mostrando el origen de los fondos que ésta utiliza, ya sean
propios o ajenos e indicando si el capital o el patrimonio son o no
suficientes.
Ejemplo:
Activo Total (AT): S/.20 000
Pasivo Total (PT): S/.10 000
Patrimonio (P): S/.10 000
Endeudamiento de los Activos (PT/AT): 0.5 (ó 50%)
Endeudamiento Patrimonial (PT/P): 1 (ó 100%)
En donde se aprecia que “los activos totales de la empresa están
comprometidos en un 50% con acreedores”. Información,
aparentemente más relevante, que el hecho de decir: “el patrimonio de
la empresa está comprometido en un 100% con sus acreedores”.
Sobre todo porque existe un margen de 50% de Activos Totales
financiados con Patrimonio, no comprometidos con Acreedores.

6.2.3 Endeudamiento del activo fijo

El coeficiente resultante de esta relación indica la cantidad de
unidades monetarias que se tiene de patrimonio por cada unidad
invertida en activos fijos. Si el cálculo de este indicador arroja un
cociente igual o mayor a 1, significa que la totalidad del activo fijo se
pudo haber financiado con el patrimonio de la empresa, sin necesidad
de préstamos de terceros.

Para elaborar este índice se utiliza el valor del activo fijo neto tangible
(no se toma en cuenta el intangible), debido a que esta cuenta indica
la inversión en maquinaria y equipos que usan las empresas para
producir.

Ejemplo:

Interpretación:
Solo el 49% del activo fijo neto es financiado por deudas de largo
plazo, el resto es a través del patrimonio de la empresa. Lo cual
resulta adecuado.

137
6.2.4 Apalancamiento

Se interpreta como el número de unidades monetarias de activos que
se han conseguido por cada unidad monetaria de patrimonio. Es decir,
determina el grado de apoyo de los recursos internos de la empresa
sobre recursos de terceros.

Dicho apoyo es procedente si la rentabilidad del capital invertido es
superior al costo de los capitales prestados; en ese caso, la
rentabilidad del capital propio queda mejorada por este mecanismo
llamado "efecto de palanca". En términos generales, en una empresa
con un fuerte apalancamiento, una pequeña reducción del valor del
activo podría absorber casi totalmente el patrimonio; por el contrario,
un pequeño aumento podría significar una gran revalorización de ese
patrimonio.
Ejemplo:

Interpretación:
La empresa debe incrementar el financiamiento de terceros para que
los acreedores asuman el riesgo y no los accionistas y además se
aproveche el escudo fiscal. Aun cuando hay que indicar que esta
situación le da a la empresa mayor solvencia frente a los acreedores
que buscan estas condiciones para correr menos riesgo.
6.2.5 Apalancamiento financiero

El apalancamiento financiero indica las ventajas o desventajas del
endeudamiento con terceros y como éste contribuye a la rentabilidad
del negocio, dada la particular estructura financiera de la empresa. Su
análisis es fundamental para comprender los efectos de los gastos
financieros en las utilidades. De hecho, a medida que las tasas de
interés de la deuda son más elevadas, es más difícil que las empresas
puedan apalancarse financieramente.
Si bien existen diferentes formas de calcular el apalancamiento
financiero, la fórmula que se presenta a continuación tiene la ventaja
de permitir comprender fácilmente los factores que lo conforman:

138
En la relación, el numerador representa la rentabilidad sobre los
recursos propios y el denominador la rentabilidad sobre el activo.
De esta forma, el apalancamiento financiero depende y refleja a la vez,
la relación entre los beneficios alcanzados antes de intereses e
impuestos, el costo de la deuda y el volumen de ésta. Generalmente,
cuando el índice es mayor que 1 indica que los fondos ajenos
remunerables contribuyen a que la rentabilidad de los fondos propios
sea superior a lo que sería si la empresa no se endeudaría. Cuando el
índice es inferior a 1 indica lo contrario, mientras que cuando es igual
a 1 la utilización de fondos ajenos es indiferente desde el punto de
vista económico.
Ejemplo:
Supongamos que queremos comprar acciones de una empresa y
disponemos de 10.000€ que hemos ahorrado. Las acciones tienes un
precio de 1€ por acción, por lo que podríamos comprar 10.000
acciones. Así que compramos 10.000 acciones a 1€. Pasado un
tiempo, la acciones de esta empresa se sitúan a 1,5€ por acción y
decidimos vender 10.000 acciones por 15.000€. Al final de la
operación ganamos 5.000€ con una inversión de 10.000€, es decir,
obtenemos una rentabilidad del 50%

6.3 Indicadores de gestión

Estos indicadores tienen por objetivo medir la eficiencia con la cual las
empresas utilizan sus recursos. De esta forma, miden el nivel de rotación de
los componentes del activo; el grado de recuperación de los créditos y del
pago de las obligaciones; la eficiencia con la cual una empresa utiliza sus
activos según la velocidad de recuperación de los valores aplicados en ellos
y el peso de diversos gastos de la firma en relación con los ingresos
generados por ventas.
En varios indicadores, se pretende imprimirle un sentido dinámico al análisis
de aplicación de recursos, mediante la comparación entre cuentas de
balance (estáticas) y cuentas de resultado (dinámicas). Lo anterior surge de
un principio elemental en el campo de las finanzas de acuerdo al cual, todos
los activos de una empresa deben contribuir al máximo en el logro de los
objetivos financieros de la misma, de tal suerte que no conviene mantener
activos improductivos o innecesarios. Lo mismo ocurre en el caso de los
gastos, que cuando registran valores demasiado altos respecto a los
ingresos demuestran mala gestión en el área financiera.

139
6.3.1 Rotación de cartera

Muestra el número de veces que las cuentas por cobrar giran, en
promedio, en un periodo determinado de tiempo, generalmente un
año.

Se debe tener cuidado en no involucrar en el cálculo de este indicador
cuentas diferentes a la cartera propiamente dicha. Sucede que, en la
gran mayoría de balances, figuran otras cuentas por cobrar que no se
originan en las ventas, tales como cuentas por cobrar a socios,
cuentas por cobrar a empleados, deudores varios, etc. Como tales
derechos allí representados no tuvieron su origen en una transacción
de venta de los productos o servicios propios de la actividad de la
compañía, no pueden incluirse en el cálculo de las rotaciones porque
esto implicaría comparar dos aspectos que no tienen ninguna relación
en la gestión de la empresa. En este caso, para elaborar el índice se
toma en cuenta las cuentas por cobrar a corto plazo.
Ejemplo
Supongamos una empresa X que en el 2016 realizó ventas a crédito
por 30.000.000.
Al iniciar el 2016 tenía un saldo en cartera de 1.000.000 y al finalizar el
2016 su saldo en cartera era de 2.000.000.
Luego su rotación de cartera es:
30.000.000/((1.000.000+2.000.000/)2) = 30.000.000/1.5000 = 20
Quiere decir esto que la rotación de cartera para esta empresa es de
20
Luego, si dividimos 360 en 20 tendremos que la empresa rota su
cartera cada 18 días (360/20 = 18)
La empresa tarda 18 días en recuperar su cartera, lo cual se puede
interpretar como eficiente el manejo que le están dando a su cartera.

6.3.2 Rotación del activo fijo

Indica la cantidad de unidades monetarias vendidas por cada unidad
monetaria invertida en activos inmovilizados. Señala también una
eventual insuficiencia en ventas; por ello, las ventas deben estar en
proporción de lo invertido en la planta y en el equipo. De lo contrario,
las utilidades se reducirán pues se verían afectadas por la
depreciación de un equipo excedente o demasiado caro; los intereses
de préstamos contraídos y los gastos de mantenimiento.

140
Ejemplo:
Supongamos los siguientes valores:
Ventas en el 2016: 100.000.000
Activos en el 2016: 20.000.000
100.000.000/20.000.000 = 5
Quiere decir que en un año los activos rotan 5 veces, lo que podemos
traducir a días dividiendo 360 entre 5 y tendremos que los activos
rotan cada 72 días.

6.3.3 Rotación de ventas

La eficiencia en la utilización del activo total se mide a través de esta
relación que indica también el número de veces que, en un
determinado nivel de ventas, se utilizan los activos.

Este indicador se lo conoce como "coeficiente de eficiencia directiva",
puesto que mide la efectividad de la administración. Mientras mayor
sea el volumen de ventas que se pueda realizar con determinada
inversión, más eficiente será la dirección del negocio. Para un análisis
más completo se lo asocia con los índices de utilidades de operación a
ventas, utilidades a activo y el período medio de cobranza.
Ejemplo:
Supongamos un costo de mercancías en el año 2016 de $60.000.000
y un promedio de inventarios en el 2016 de $10.000.000, entonces
60.000.000/10.000.000 = 6.
Esto quiere decir que la rotación del inventario durante el 2016 fue de
6 veces, o dicho de otra forma: los inventarios se vendieron o rotaron
cada dos meses (12/6). Las mercancías permanecieron 2 meses en el
almacén antes de ser vendidas.

6.3.4 Periodo medio de cobranza

Permite apreciar el grado de liquidez (en días) de las cuentas y
documentos por cobrar, lo cual se refleja en la gestión y buena marcha
de la empresa. En la práctica, su comportamiento puede afectar la

141
liquidez de la empresa ante la posibilidad de un período bastante largo
entre el momento que la empresa factura sus ventas y el momento en
que recibe el pago de las mismas.

Debido a que el índice pretende medir la habilidad de la empresa para
recuperar el dinero de sus ventas, para elaborarlo se utilizan las
cuentas por cobrar de corto plazo, pues incluir valores
correspondientes a cuentas por cobrar a largo plazo podría
distorsionar el análisis en el corto plazo.
Ejemplo:
Una empresa industrial de la alimentación, sobretodo del pesado
congelado, como es Pescanova. Si nos fijamos en sus cuentas
anuales 2008 obtenemos estos datos:
Saldo clientes: 129,8 millones de euros.
Ventas: 1.312,5 millones de euros.
Saldo proveedores: 570,3 millones de euros.
Compras: 878,3 millones de euros.
Haciendo cálculos obtenemos que su periodo medio de cobro es de
36 días

6.3.5 Periodo medio de pago
Indica el número de días que la empresa tarda en cubrir sus
obligaciones de inventarios. El coeficiente adquiere mayor significado
cuando se lo compara con los índices de liquidez y el período medio
de cobranza.

Con relativa frecuencia, períodos largos de pago a los proveedores
son consecuencia de una rotación lenta de los inventarios; de un
exceso del período medio de cobranza, o, incluso, de una falta de
potencia financiera. Para su cálculo se utilizan las cuentas y
documentos por pagar a proveedores en el corto plazo, que son las
que permiten evaluar la eficiencia en el pago de las adquisiciones de
insumos.

Ejemplo:
Una empresa industrial de la alimentación, sobretodo del pesado
congelado, como es Pescanova. Si nos fijamos en sus cuentas
anuales 2008 obtenemos estos datos:

142
Saldo clientes: 129,8 millones de euros.
Ventas: 1.312,5 millones de euros.
Saldo proveedores: 570,3 millones de euros.
Compras: 878,3 millones de euros.
Haciendo cálculos obtenemos que su periodo medio de cobro es de
36 días y su periodo medio de pago es de 237 días. Cobra mucho
antes de pagar

6.3.6 Impacto de los gastos de administración y ventas

Si bien una empresa puede presentar un margen bruto relativamente
aceptable, este puede verse disminuido por la presencia de fuertes
gastos operacionales (administrativos y de ventas) que determinarán
un bajo margen operacional y la disminución de las utilidades netas de
la empresa.

La necesidad de prever esta situación hace que el cálculo de este
índice crezca en importancia, adicionalmente porque podría disminuir
las posibilidades de fortalecer su patrimonio y la distribución de
utilidades, con lo cual las expectativas de crecimiento serían escasas.
El deterioro de la opción de capitalización vía utilidades podría
impulsar a la vez a un peligroso endeudamiento que, a mediano plazo,
restrinja los potenciales beneficios que generaría la empresa.
Ejemplo:

Interpretación: cómo podemos observar la participación de los gastos
administrativos y de ventas sobre las ventas fue de del 28,44% para el
2007 y del 28,92% para el 2008. A partir de esto podemos inferir que
existe un aumento no significativo de esta participación del 0,48%

6.3.7 Impacto de la carga financiera

Si bien una empresa puede presentar un margen bruto relativamente
aceptable, este puede verse disminuido por la presencia de fuertes

143
gastos operacionales (administrativos y de ventas) que determinarán
un bajo margen operacional y la disminución de las utilidades netas
de la empresa.

La necesidad de prever esta situación hace que el cálculo de este
índice crezca en importancia, adicionalmente porque podría disminuir
las posibilidades de fortalecer su patrimonio y la distribución de
utilidades, con lo cual las expectativas de crecimiento serían
escasas. El deterioro de la opción de capitalización vía utilidades
podría impulsar a la vez a un peligroso endeudamiento que, a
mediano plazo, restrinja los potenciales beneficios que generaría la
empresa.

6.4 Indicadores de rentabilidad
Los indicadores de rendimiento, denominados también de rentabilidad o
lucratividad, sirven para medir la efectividad de la administración de la
empresa para controlar los costos y gastos y, de esta manera, convertir las
ventas en utilidades.
Desde el punto de vista del inversionista, lo más importante de utilizar estos
indicadores es analizar la manera como se produce el retorno de los valores
invertidos en la empresa (rentabilidad del patrimonio y rentabilidad del activo
total).
6.4.1 Rentabilidad neta del activo (Dupont)

Esta razón muestra la capacidad del activo para producir utilidades,
independientemente de la forma como haya sido financiado, ya sea con
deuda o patrimonio.

Si bien la rentabilidad neta del activo se puede obtener dividiendo la
utilidad neta para el activo total, la variación presentada en su fórmula,
conocida como “Sistema Dupont”1, permite relacionar la rentabilidad de
ventas y la rotación del activo total, con lo que se puede identificar las
áreas responsables del desempeño de la rentabilidad del activo.
En algunos casos este indicador puede ser negativo debido a que para
obtener las utilidades netas, las utilidades del ejercicio se ven afectadas
por la conciliación tributaria, en la cual, si existe un monto muy alto de
gastos no deducibles, el impuesto a la renta tendrá un valor elevado, el
mismo que, al sumarse con la participación de trabajadores puede ser
incluso superior a la utilidad del ejercicio.
Ejemplo:

144
(Utilidad neta/Ventas).
40.000.000/300.000.000 = 13.3333
(Ventas/Activo fijo total)
300.000.000/100.000.000 = 3
(Multiplicador del capital = Apalancamiento financiero =
Activos/Patrimonio)
100.000.000/70.000.000 = 1.43
Donde
13.3333 * 3 * 1.43 = 57,14.
Según la información financiera trabajada, el índice DUPONT nos da
una rentabilidad del 57%, de donde se puede concluir que el
rendimiento más importante fue debido a la eficiencia en la operación de
activos, tal como se puede ver en el cálculo independiente del segundo
factor de la formula DUPONT.

6.4.2 Margen Bruto

Este índice permite conocer la rentabilidad de las ventas frente al
costo de ventas y la capacidad de la empresa para cubrir los gastos
operativos y generar utilidades antes de deducciones e impuestos.

En el caso de las empresas industriales, el costo de ventas
corresponde al costo de producción más el de los inventarios de
productos terminados. Por consiguiente, el método que se utilice para
valorar los diferentes inventarios (materias primas, productos en
proceso y productos terminados) puede incidir significativamente sobre
el costo de ventas y, por lo tanto, sobre el margen bruto de utilidad. El
valor de este índice puede ser negativo en caso de que el costo de
ventas sea mayor a las ventas totales.
Ejemplo:

Interpretación: De lo anterior podemos inferir que para el año 2007 y
2008, la utilidad bruta obtenida después de descontar los costos de
ventas fueron del 40,99% y 40,54% respectivamente, por cual
observamos que existe un leve descenso del 0,12% para este periodo,

145
así como también podemos afirmar que a pesar de que los costos de
venta aumentaron su impacto sobre la utilidad bruta no es significativa.

6.4.3 Margen operacional

La utilidad operacional está influenciada no sólo por el costo de las
ventas, sino también por los gastos operacionales de administración y
ventas. Los gastos financieros, no deben considerarse como gastos
operacionales, puesto que teóricamente no son absolutamente
necesarios para que la empresa pueda operar. Una compañía podría
desarrollar su actividad social sin incurrir en gastos financieros, por
ejemplo, cuando no incluye deuda en su financiamiento, o cuando la
deuda incluida no implica costo financiero por provenir de socios,
proveedores o gastos acumulados.

El margen operacional tiene gran importancia dentro del estudio de la
rentabilidad de una empresa, puesto que indica si el negocio es o no
lucrativo, en sí mismo, independientemente de la forma como ha sido
financiado.
Debido a que la utilidad operacional es resultado de los ingresos
operacionales menos el costo de ventas y los gastos de administración
y ventas, este índice puede tomar valores negativos, ya que no se
toman en cuenta los ingresos no operacionales que pueden ser la
principal fuente de ingresos que determine que las empresas tengan
utilidades, como en el caso de las empresas holding por ejemplo.
Ejemplo:

Interpretación: podemos observar que la compañía para el año 2007
genero una utilidad operacional del 12,54%, y para el 2008 de 11,67%;
por lo anterior evidenciamos un decrecimiento de la utilidad en 0.93%
principalmente originado por el aumento de los costos de ventas en
especial por materia prima, así como los gastos de venta para el año
2008.

6.4.4 Rentabilidad neta de ventas (Margen Neto)

Los índices de rentabilidad de ventas muestran la utilidad de la empresa
por cada unidad de venta. Se debe tener especial cuidado al estudiar

146
este indicador, comparándolo con el margen operacional, para
establecer si la utilidad procede principalmente de la operación propia
de la empresa, o de otros ingresos diferentes. La inconveniencia de
estos últimos se deriva del hecho que este tipo de ingresos tienden a
ser inestables o esporádicos y no reflejan la rentabilidad propia del
negocio. Puede suceder que una compañía reporte una utilidad neta
aceptable después de haber presentado pérdida operacional. Entonces,
si solamente se analizara el margen neto, las conclusiones serían
incompletas y erróneas.

Debido a que este índice utiliza el valor de la utilidad neta, pueden
registrarse valores negativos por la misma razón que se explicó en el
caso de la rentabilidad neta del activo.
Ejemplo:

Interpretación: Como podemos observar las ventas de la empresa para
el año 2007y 2008 generaron el 7,16% y el 7,45% de utilidad
respectivamente, también podemos ver que existe un aumento del
0,29% en la utilidad. Adicionalmente decimos que a pesar del aumento
en los costos de venta y en los gastos de administración y ventas, las
ventas crecieron lo suficiente para asumir dicho aumento

6.4.5 Rentabilidad Operacional del patrimonio

La rentabilidad operacional del patrimonio permite identificar la
rentabilidad que le ofrece a los socios o accionistas el capital que han
invertido en la empresa, sin tomar en cuenta los gastos financieros ni de
impuestos y participación de trabajadores. Por tanto, para su análisis es
importante tomar en cuenta la diferencia que existe entre este indicador
y el de rentabilidad financiera, para conocer cuál es el impacto de los
gastos financieros e impuestos en la rentabilidad de los accionistas.

Este índice también puede registrar valores negativos, por la misma
razón que se explica en el caso del margen operacional.

147
6.4.6 Rentabilidad Financiera

Cuando un accionista o socio decide mantener la inversión en la
empresa, es porque la misma le responde con un rendimiento mayor a
las tasas de mercado o indirectamente recibe otro tipo de beneficios que
compensan su frágil o menor rentabilidad patrimonial.
De esta forma, la rentabilidad financiera se constituye en un indicador
sumamente importante, pues mide el beneficio neto (deducidos los
gastos financieros, impuestos y participación de trabajadores) generado
en relación a la inversión de los propietarios de la empresa. Refleja
además, las expectativas de los accionistas o socios, que suelen estar
representadas por el denominado costo de oportunidad, que indica la
rentabilidad que dejan de percibir en lugar de optar por otras
alternativas de inversiones de riesgo.
Si bien la rentabilidad neta se puede encontrar fácilmente dividiendo la
utilidad neta para el patrimonio, la fórmula a continuación permite
identificar qué factores están afectando a la utilidad de los accionistas.

Bajo esta concepción, es importante para el empresario determinar qué
factor o factores han generado o afectado a la rentabilidad, en este
caso, a partir de la rotación, el margen, el apalancamiento financiero y el
efecto fiscal que mide la repercusión que tiene el impuesto sobre la
utilidad neta. Con el análisis de estas relaciones los administradores
podrán formular políticas que fortalezcan, modifiquen o sustituyan a las
tomadas por la empresa.
Debido a que este índice utiliza el valor de la utilidad neta, pueden
registrarse valores negativos por la misma razón que se explicó en el
caso de la rentabilidad neta del activo.
Ejemplo:
Supongamos que una empresa ha realizado una inversión por valor de
5.000€ con una rentabilidad del 12%.
La empresa ha financiado la operación con fondos propios por valor de
2.700€ y el resto mediante un préstamo a un tipo del 7% anual.
La rentabilidad que la empresa obtiene por la inversión realizada será:
12% x 5.000€ = 600€
A esta rentabilidad obtenida por la empresa hay que descontarle el
coste que supone la deuda adquirida con la entidad financiera que le ha
otorgado el préstamo. 2.300 x 7% = 161€

148
Por tanto el Beneficio Neto que la empresa obtiene por la inversión que
ha realizado será:

Una vez obtenido el Beneficio Neto de la empresa, ya se puede calcular
la Rentabilidad Financiera o ROE

149
BIBLIOGRAFÍA

 Ácida, P., & Patrimonial, E. (n.d.). Tabla de Indicadores Financieros.

 Flores Soria Jaime (2011) Contabilidad Gerencial-Teoría y Práctica. Lima.
Distribuciones Torres.

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Delta.

 Cabrera Adame, C., Gutiérrez Lara, A. and Antonio Miguel, R. (2005). Principales
indicadores financieros y del sector externo de la economía mexicana. México:
UNAM, Facultad de Economía.

150