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LICENCIATURAS - MÓDULO 1 E 2
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MÓDULOS 1 E 2
LICENCIATURAS

DIRETRIZES DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA


OU PRÁTICA INTERDISCIPLINAR

LICENCIATURAS - MÓDULO 1 E 2
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SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO ............................................................................................................... 1
2. O QUE É A DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA
INTERDISCIPLINAR? ............................................................................................................ 1
2.1 INTERAÇÃO, COOPERAÇÃO E CONHECIMENTO ..................................................... 4
2.2 FORMAÇÃO PROFISSIONAL A PARTIR DO DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA
SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA INTERDISCIPLINAR ......................................... 5
3. METODOLOGIA .................................................................................................................. 7
3.1 REFERENCIAIS DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA
INTERDISCIPLINAR PARA OS MÓDULOS 1 E 2 ................................................................ 7
3.2 ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU
PRÁTICA INTERDISCIPLINAR NOS MÓDULOS 1 E 2 ............................................................... 8
3.3 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM - 1º E 2º MÓDULOS ................................................ 12
4 TRILHA DE APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA
INTERDISCIPLINAR – MÓDULOS 1 E 2 .............................................................................. 13
5. ASPECTOS IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO DO PAPER ........................... 14
6. REFERÊNCIAS ................................................................................................................... 15
ANEXOS .................................................................................................................................. 16
ANEXO I – MODELO DO PAPER .......................................................................................... 16
ANEXO II – RESOLUÇÃO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA
Nº 001/2014 .............................................................................................................................. 19

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1. APRESENTAÇÃO

Prezado acadêmico!

A disciplina denominada Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar é parte integrante


da matriz curricular do seu curso, presente em cada módulo. As atividades desenvolvidas a partir
dessa disciplina de caráter prático contribuem para antecipar questões práticas de ordem profissional,
simulando assim a resolução de problemas relacionados ao seu futuro fazer profissional, pois como
diria Leonardo da Vinci: “Não basta fazer, é preciso saber fazer”.

Nos módulos iniciais (1 e 2), o acadêmico é convidado a conhecer a estrutura e a construção


de um trabalho científico e a concepção de sua formação profissional.  
A partir do terceiro módulo, a disciplina Seminário/Prática incorpora os conteúdos das
disciplinas estudadas no módulo, de forma a estabelecer um diálogo entre as áreas do conhecimento
trabalhadas e promover a interação entre a teoria e a prática.

A concepção e realização do Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar, a partir do


contexto de um grupo de disciplinas curriculares, fundamentam o processo de desenvolvimento de
competências e habilidades pedagógicas e profissionais, visando garantir uma sólida formação para
as ações de atuação.

Assim, a UNIASSELVI convida-o a trilhar esse campo conceitual e organizacional do conjunto


dessas disciplinas que, pelas relações cooperativas e interativas proporcionadas através das práticas
interdisciplinares, farão a diferença na sua formação profissional. Vamos, então, conhecer o que são os
Seminários/Prática, seus referenciais e que etapas você seguirá para a construção do conhecimento
pautado na sua realidade.

* Nomenclatura da disciplina Prática será de acordo com a matriz curricular do seu curso. Podendo ser chamada
de Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar.

2 O QUE É A DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA INTERDISCIPLINAR?

FONTE: Disponível em: <www.gizmodo.uol.com.br>. Acesso em: 30


jan. 2017.

A disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar caracteriza-se pela estratégia


de abordagem e tratamento do conhecimento. Nessa perspectiva, a partir do terceiro módulo, duas
ou mais disciplinas curriculares ofertadas simultaneamente estabelecem relações de análise e
interpretação de conteúdos, com a finalidade de propiciar condições de apropriação, pelo acadêmico,
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de um conhecimento mais abrangente e contextualizado. Desse modo, permite a construção de uma
autonomia com autoria da produção do conhecimento, uma vez que o acadêmico, o tutor externo e o
professor da disciplina são responsáveis pela construção do contexto interdisciplinar, transcendendo a
realidade local e regional para o processo de uma formação técnica, científica, pedagógica e cultural.

Nesse sentido, a disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar consiste no


desenvolvimento de atividades teóricas e práticas, de caráter investigativo que perpassam a dinâmica
curricular do seu curso de graduação, no sentido de proporcionar um espaço de reflexão, interrogação,
análise crítica e compreensão do exercício da profissão em suas diferentes dimensões.

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação de Professores da


Educação Básica, em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, no Art. 14, § 1º:

A flexibilidade abrangerá as dimensões teóricas e práticas, de interdisciplinaridade, dos


conhecimentos a serem ensinados, dos que fundamentam a ação pedagógica, da formação
comum e específica, bem como dos diferentes âmbitos do conhecimento e da autonomia
intelectual e profissional (BRASIL, 2002, p. 6).

Desta forma, os cursos de Licenciaturas têm no Seminário/Prática propostas de flexibilidade


de integração teoria/prática e de interdisciplinaridade de formação didático-pedagógica em sua matriz
curricular ao longo do curso. Neste contexto, o Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar é
um importante instrumento de vinculação da teoria à prática, contribuindo para a formação do futuro
profissional da educação. Essa relação possibilita a aproximação da prática na medida em que a teoria
estudada e discutida durante os encontros se constitui como subsídio para a reflexão da realidade
educacional.

A Prática está inserida na estrutura pedagógica dos Cursos de Licenciatura, conforme a


Resolução CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de 2002, que dispõe no Art. 12:

§ 1º A prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um espaço isolado, que a restrinja
ao estágio, desarticulado do restante do curso.

§ 2º A prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do
professor.

§ 3º No interior das áreas ou das disciplinas que constituírem os componentes curriculares


de formação, e não apenas nas disciplinas pedagógicas, todas terão a sua dimensão prática
(BRASIL, 2002, p. 5).

A Prática estimula os estudos independentes, fortalece a articulação entre a teoria e a prática,


valoriza a iniciação científica e assim se configura como espaço de articulação interdisciplinar,
contextualizando as situações de saber, com a finalidade de proporcionar, ao futuro professor,
oportunidades de reflexão acerca da resolução de problemas e tomada de decisões mais adequadas
a sua prática docente, com base na integração dos conteúdos ministrados em cada módulo. Ainda,
conforme a resolução do Conselho Nacional de Educação, dispõe em seus artigos:

Art. 13. Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática


transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das diferentes práticas,
numa perspectiva interdisciplinar.

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§ 1º A prática será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e reflexão,
visando à atuação em situações contextualizadas, com o registro dessas observações
realizadas e a resolução de situações-problema.

§ 2º A presença da prática profissional na formação do professor, que não prescinde da


observação e ação direta, poderá ser enriquecida com tecnologias da informação, incluídos
o computador e o vídeo, narrativas orais e escritas de professores, produções de alunos,
situações simuladoras e estudo de casos (BRASIL, 2002, p. 6).

De tal modo, a disciplina de Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar se forma de


uma ação ousada, em que se buscam novas possibilidades, sem descartar o conhecido, o vivido,
pois nele estão contidas as sementes de sabedoria que nos permitem avançar. As práticas, ao serem
realizadas com responsabilidade, nos fornecem princípios que permitem enriquecer as ações futuras
da profissão.

Uma das características desta disciplina tem sido a originalidade. Percebemos que elas surgem
profundamente articuladas aos contextos nos quais foram gestadas, possuem as marcas de seus
autores e vêm ao encontro das necessidades de uma determinada comunidade pedagógica.

Assim, esta disciplina tem como principal objetivo proporcionar elementos científicos que
venham fortalecer o inter-relacionamento dos conceitos aprendidos em sala, fomentando uma postura
investigativa, crítica, criativa e inovadora no seu futuro exercício profissional.

Com esse entendimento, a disciplina de Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar


torna-se um espaço de construção de maneiras de ser e de estar na profissão. Ela instiga a formação
de um profissional crítico em sintonia com a sua sociedade, pois permite que os conceitos sejam
adaptados à realidade dos sujeitos envolvidos. Dessa forma, esta disciplina fornece abertura das
próprias fronteiras acadêmicas, criando zonas de interseção com a comunidade e com a realidade,
permitindo, assim, um movimento de aproximação, diálogo e transformação que vai além das
disciplinas.

A disciplina aqui contemplada, converge para as políticas de extensão do Centro Universitário


Leonardo da Vinci, manifestada no Plano de Desenvolvimento Institucional (2016-2020, p. 32):

1. Aperfeiçoamento das atividades de extensão nos cursos, à luz da autoavaliação institucional


e de cursos;

2. Ampliação das atividades, segundo áreas prioritárias, especialmente onde for considerado
mais necessário o estreitamento das relações entre a teoria e prática;

3. Oferecimento de cursos de extensão em áreas selecionadas, conforme as demandas da


comunidade, detectadas mediante sondagem sistemática;

4. Estímulo à experimentação de novas metodologias de ações sociais, envolvendo o acadêmico


com diferentes possibilidades de atuação no sentido de reduzir as mazelas sociais e promover
a disseminação do conhecimento do bem público;

5. Estabelecimento de ações que aliem a projeção da imagem da instituição a serviços


específicos prestados à comunidade;

6. Divulgação das extensões que gerem recursos financeiros para ajudar o custeamento das
despesas fixas da Instituição; e

7. Estabelecimento de estratégias para parcerias na busca de recursos financeiros externos,


governamentais ou não governamentais, desde que compatíveis com as normas e políticas da
instituição.

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As atividades de extensão (projetos, cursos, eventos, produções intelectuais e outras atividades
acadêmicas) permitem a ampliação do entendimento das teorias discutidas em sala e complementam
o aprendizado com a aplicação prática. A extensão divulga o conteúdo aprendido à comunidade,
prestando-lhe serviços e assistência. Este intercâmbio favorece a revisão e a renovação dos conteúdos
curriculares e ações do Centro Universitário Leonardo Da Vinci –UNIASSELVI –, orientando-a para
o atendimento da realidade local, regional ou nacional, tendo em vista que está presente em vários
municípios brasileiros, de norte a sul do país.

Este diálogo entre a comunidade (o saber popular) e a IES (saber científico), especialmente
para os cursos de graduação na modalidade a distância, que atendem acadêmicos de vários estados,
abre espaço para os avanços na esfera acadêmica, que precisa prever o tratamento das diferenças
socioculturais inerentes à realidade brasileira.

Neste cenário, o Núcleo de Programas de Extensão (NUPEX), em parceria com o Núcleo de


Iniciação Científica (NUIC), fomentam a Jornada de Integração Acadêmica (JOIA), evento anual, que
oferece ao acadêmico, aos profissionais da instituição e à comunidade, a oportunidade de divulgação
de trabalhos de iniciação científica e a participação em ações extensionistas, como minicursos,
palestras e oficinas, nos polos de apoio presencial.

As atividades de extensão no Centro Universitário Leonardo Da Vinci – UNIASSELVI – envolvem


programas e projetos de extensão nas áreas de Comunicação, Cultura, Direitos Humanos, Educação,
Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Trabalho (PDI, 2016-2020, p. 32-33).

2.1 INTERAÇÃO, COOPERAÇÃO E CONHECIMENTO

FONTE: Disponível em: <www.papodeempreendedor.com.br>. Acesso em: 30 jan. 2017.

O processo de conhecimento é encarado como construção ativa da relação entre sujeito e mundo
(MONTENEGRO; MAURICE-NAVILLE, 1994) e, nesse processo, a disciplina Prática Interdisciplinar
leva o aluno a “interagir” e assim, proporcionar a troca de ideias, o compartilhamento de informações
e interesses comuns, podendo levar à transformação do conhecimento.

A troca de saberes inclui o reconhecimento do outro, a mobilização de competências, a


capacidade de negociação e a disposição à cooperação. Esses aspectos podem evidenciar o potencial
de interação mútua e consequente criação social.

Desse processo de interação e cooperação entre os alunos, podem emergir iniciativas de

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autoria coletiva, favorecendo novas formas de aprender. Portanto, a disciplina Seminário/Prática não
é apenas um ato de troca, nem se limita à interação pessoal. Esta disciplina busca a abertura para
uma comunicação, socialização das informações e participação mais efetivas.

Piaget e Vygotsky (apud VALDÉS ARRIAGADA, 2002) reafirmam a importância da interação


do sujeito com outros indivíduos no processo da aprendizagem, dando a noção de compartilhamento
e de socialização. Por outro lado, discute-se a questão da autonomia e do seu desenvolvimento, assim
como inter-relaciona os conceitos de cooperação e autonomia: “para que a autonomia se desenvolva,
é necessário que o sujeito seja capaz de estabelecer relações cooperativas” (FREIRE, 1998, p. 32).

Nesse contexto, o desenvolver da disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar


proporciona o aprendizado de forma interativa e prazerosa, uma vez que a autonomia o leva ao encontro
do seu próprio ritmo de aprendizagem e a cooperação o leva a aprender em grupo, participar de
projetos, conhecer a realidade, realizar pesquisas em conjunto e avançar na qualificação profissional.

A prática poderá contribuir para as ações futuras de sua atuação e qualificação profissional. A
seguir, vamos entender um pouco mais a respeito desse contexto.

2.2 FORMAÇÃO PROFISSIONAL A PARTIR DO DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA


SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA INTERDISCIPLINAR

FONTE: Disponível em: <www.carreiras.empregos.com.br>. Acesso em: 8 out. 2014.

Se analisarmos os processos relacionados à psicologia da educação e da aprendizagem,


descobriremos que existe uma forte relação entre o desenvolvimento pessoal e a educação. Temos que
ter clareza de que o ambiente humano das práticas profissionais é de suma importância no processo
de ensino e aprendizagem, pois a vivência prática e aplicação dos saberes estudados garantirão,

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certamente, uma formação mais sólida e coerente com a realidade na qual estamos inseridos.

Levando em consideração o exposto acima, é coerente pensar que “o desenvolvimento


humano é exercido em interação com um ambiente social organizado culturalmente, e que dificilmente
qualificaremos como natural” (SALVADOR, 1999, p. 111).

Para termos condições concretas e bem fundamentadas, com o objetivo de intervirmos


nestes ambientes não naturais, é necessário desenvolver competências e habilidades profissionais
apreendidas na Universidade, pois o mundo do trabalho está cada vez mais exigente e complexo.
Nesse sentido, é fundamental atribuir valor e dedicação ao desenvolvimento de atividades de caráter
prático que venham a antecipar situações que serão enfrentadas no mercado de trabalho.

Sendo assim, é preciso ter clareza de que o processo de aprender possui uma relação muito
estreita com a sua vivência pessoal, pois na Universidade são descobertos novos conhecimentos
relacionados ao curso escolhido e, ao mesmo tempo, alteram sua concepção de mundo e sociedade.
Assim, o acadêmico com certeza será o responsável pelas mudanças futuras no seu país, localidade
e/ou sociedade.

Na Uniasselvi, entendemos que é por meio das experiências relacionadas à educação que os
sujeitos têm condições de refletir de forma crítica sobre o futuro das suas ações. Assim, ao realizar o
Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar, haverá condições de aplicar os saberes teóricos
que apreendeu ao cursar as disciplinas.

Por meio das experiências educativas (experiências diversas, relativas a conteúdos diversos
e também com diferentes graus de sistematização, com finalidades mais delimitadas ou
difusas), o indivíduo torna-se um membro ativo e participativo do seu grupo à medida que
vai compartilhando a cultura. Ao mesmo tempo, as aprendizagens que realiza, porque assim
lhe permitem as experiências em que se vê imerso, constituem o motor por meio do qual se
desenvolve em todas as suas capacidades-afetivos-relacionais, de equilíbrio pessoal, de
inserção social, cognitivas e motoras. Podemos afirmar que graças às aprendizagens que
as diversas experiências educativas possibilitam, o indivíduo configura-se como uma pessoa
que compartilha com as outras determinados e fundamentais aspectos, porém é a única e
irrepetível, porque são únicos também os contextos específicos em que vive, e a maneira que
tem de se apropriar das ferramentas culturais é idiossincráticas (SALVADOR, 1999, p. 142).

Levando em consideração o que foi exposto anteriormente, deve haver a consciência de que
o desenvolvimento intelectual, proposto pela Universidade, terá mais sentido e aplicação prática se
existir a clareza de que o desenvolvimento intelectual é inseparável do desenvolvimento profissional.
Podemos dizer então que existe um processo de união entre as duas atividades de desenvolvimento
humano/intelectual e humano/profissional.

Assim, o entendimento dessa união deve levar em conta o sentido prático da escolha do seu
curso, pois o bom desenvolvimento do Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar indicará a
indissociabilidade entre formação intelectual e formação profissional.

Procure sempre relacionar suas leituras, estudos e discussões teóricas com a aplicação prática
destes saberes, pois quando, no futuro, estiver exercendo a sua profissão, certamente terá condições
e conforto para tomar as decisões mais acertadas.

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3. METODOLOGIA

FONTE: Disponível em: <www.enquantoisso.com>. Acesso em: 30 jan. 2017.

A Matriz Curricular do seu curso prevê uma disciplina por módulo chamada de Seminário da
Prática ou Prática Interdisciplinar. Acadêmico, verifique em sua matriz curricular a carga horária
semestral (por módulo) destinada a esta disciplina. Cada uma delas terá uma proposição de atividades
diferentes, devidamente referenciadas que contemplarão os saberes apreendidos e discutidos nas
disciplinas cursadas no módulo, com o objetivo de aproximar os saberes teóricos com o seu futuro
ambiente profissional.

3.1 REFERENCIAIS DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA


INTERDISCIPLINAR PARA OS MÓDULOS 1 E 2

FONTE: Disponível em: <www.saiadolugar.com.br>. Acesso em: 30 jan. 2017.

Para visualizar e compreender o conjunto das disciplinas voltadas para o Seminário da


Prática ou Prática Interdisciplinar dos módulos 1 e 2, foi elaborado um quadro com os referenciais
para cada prática. Estas primeiras práticas apresentam uma atividade mais teórica e genérica, que
familiarizará você com a estrutura e a elaboração de um trabalho científico. 

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QUADRO 1 – DESCRIÇÃO DETALHADA DA ORGANIZAÇÃO DO SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA
INTERDISCIPLINAR DOS MÓDULOS 1 E 2

Descrição detalhada da Organização do Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar –


módulos 1 e 2
CARGA
MÓDULO FASE TEMA DESCRIÇÃO
HORÁRIA
A primeira Prática possui um caráter
conceitual. O objetivo será de compreender
Introdução Ve r i f i c a r o que é uma produção acadêmica, a partir
Seminário
à pesquisa: na matriz da elaboração conceitual das etapas de
da Prática
c o n c e i t o , curricular um trabalho científico. Para tanto, efetuará
1º ou Prática
estrutura e de seu pesquisas bibliográficas e redigir um artigo
Interdisciplinar I
elaboração curso no formato paper que trate da temática ou
assunto proposto. Além do artigo, deverá
socializar a prática com seus colegas.
A problemática e o assunto para o
desenvolvimento da segunda Prática estarão
voltados ao estudo teórico da “profissão”,
Ve r i f i c a r
Seminário podendo ser abordados assuntos como: ética
na matriz
da Prática F o r m a ç ã o profissional, trabalho em equipe, mercado de
2º curricular
ou Prática profissional trabalho, formação docente, entre outros. Essa
de seu
Interdisciplinar II atividade terá como principal característica a
curso
pesquisa documental, a produção de um artigo
no formato paper e a troca de experiência
entre os colegas através da socialização.
FONTE: Equipe pedagógica NEAD

Com a realização destas Práticas, o acadêmico terá desenvolvido competências e habilidades


acerca da pesquisa e a importância sobre as nossas ações e qualificação para ingressar no mercado
de trabalho. Vamos agora às orientações para desenvolver as práticas.

3.2 ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU


PRÁTICA INTERDISCIPLINAR NOS MÓDULOS 1 E 2

FONTE: Disponível em: <www.romildopsicologo.com.br>. Acesso em: 30 jan. 2017.

O Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar acontece por meio da interação e


cooperação, trocando informações e, assim, gerando o conhecimento. Veja então, como ocorre o
desenvolvimento desta disciplina.

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As duas primeiras práticas serão baseadas no modelo de paper, disponibilizado em sua
trilha de aprendizagem (Anexo I). Nestas etapas, o objetivo é a construção do processo de iniciação
científica. Nos próximos módulos, o objetivo da prática é o aprofundamento deste processo e a
interdisciplinaridade inerente à formação profissional do seu curso.

QUADRO 2 – ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA


INTERDISCIPLINAR: MÓDULOS 1 E 2
Considerações
1ª Etapa 2ª Etapa 3ª Etapa 4ª Etapa
Iniciais

• Entrega da
Introdução e do
Desenvolvimento
• Formação do do Paper.
grupo (até 4
acadêmicos). • Desenvolvimento
das
• Orientações • Elaboração do Considerações • Socialização do
para a leitura • Desenvolvimento Desenvolvimento Finais. trabalho realizado
dos materiais de da Introdução. do Paper pelo grupo ou
apoio disponíveis (Fundamentação acadêmico.
na Trilha de Teórica, Materiais • Desenvolvimento
Aprendizagem. e Métodos) do Resumo.

• Postagem
do Paper pelo
acadêmico (antes
da 4ª Etapa).
Obs.: Estas etapas serão norteadas pelo modelo do Paper (Anexo I).
Atenção: Todas as etapas deverão seguir o calendário acadêmico.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS:

• Serão realizadas no primeiro encontro da quarta disciplina do 1º e 2º módulos.

• Neste encontro, serão divididas as equipes (até 4 acadêmicos) e trabalhada a temática.

• Serão ainda repassadas, pelo tutor, as orientações para leitura dos materiais de apoio disponíveis
na trilha de aprendizagem.

• É importante que a equipe (de até 4 acadêmicos) realize a leitura sugerida antes do próximo
encontro.

1ª ETAPA:

• Será realizada no primeiro encontro da disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar.

• Será desenvolvida a Introdução (contextualização, objetivos e justificativas) do Paper.

• O acadêmico deverá finalizar a Introdução e entregar ao tutor externo.

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2ª ETAPA:

• Será realizada no segundo encontro da disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar.

• Nesta etapa as equipes desenvolverão, com a orientação do tutor externo, o Desenvolvimento


(fundamentação teórica, materiais e métodos) do Paper.

3° ETAPA:

• Será realizada no terceiro encontro da disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar.

• Antes do início da atividade, o tutor externa recolherá a Introdução e o Desenvolvimento do Paper


já finalizado pela equipe, a partir das orientações já previstas nas etapas anteriores.

• Neste encontro, as equipes desenvolverão e finalizarão, com apoio do tutor externo, as


Considerações finais do Paper.

• Neste encontro, as equipes desenvolverão e finalizarão, com apoio do tutor externo, o Resumo do
Paper.

• O Paper deverá ser postado no Ambiente Virtual de Aprendizagem pelo acadêmico antes da 4ª etapa,
quando este for aprovado pelo tutor externo, com todas as etapas: Introdução, Desenvolvimento e
Considerações finais, finalizadas.

4º ETAPA:

• Será realizada no quarto encontro da disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar.

• Nesta etapa as equipes socializarão o trabalho desenvolvido pelo grupo ou acadêmico.

• O tutor externo avaliará o Paper postado individualmente pelo acadêmico no Ambiente Virtual de
Aprendizagem: Vida Acadêmica > Atividades > Produção Acadêmica. Lembre-se: a postagem
deverá ser realizada antes da socialização!

QUADRO 3 – ETAPAS DAS DINÂMICAS DOS ENCONTROS PRESENCIAIS E REALIZAÇÃO DAS PRÁTICAS
NOS MÓDULOS 1 E 2
ETAPA ATIVIDADES ENTREGA/ENCAMINHAMENTOS
Formação dos grupos (até 4
integrantes).
CONSIDERAÇÕES 1º encontro da 4ª disciplina do módulo.
Orientação para leitura dos
INICIAIS
materiais de apoio disponíveis na
trilha de aprendizagem.

Desenvolvimento da Introdução 1º encontro da disciplina da Prática ou


1ª ETAPA
(Início e finalização). Seminário.

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Elaboração do
Desenvolvimento do Paper da 2º encontro da disciplina da Prática ou
2ª ETAPA
prática (fundamentação teórica, Seminário.
materiais e métodos).
Entrega da primeira parte do
Desenvolvimento do Paper
(Introdução, Fundamentação 3º encontro da disciplina da Prática ou
Teórica, matérias e métodos) Seminário.

Início e finalização das A postagem deve ser feita antes da


Considerações Finais. socialização, com aprovação do tutor
3ª ETAPA
externo, que deverá fazer a validação do
Escrita do Resumo. Paper.

Postagem do Paper pelo A postagem deverá ser feita individualmente


acadêmico no AVA no link pelos membros da equipe em seu AVA.
Produção Acadêmica, antes da
4ª etapa (Socialização).

Socialização da prática pelo 4º encontro da disciplina da Prática ou


4ª ETAPA
grupo ou acadêmico. Seminário.

FONTE: Equipe pedagógica NEAD

Para a elaboração do Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar nos módulos


1 e 2 serão fornecidos materiais de apoio pelo docente na trilha da disciplina, os quais poderão
ser projetados pelo tutor no decorrer dos encontros. O grupo de acadêmicos, composto na etapa
Considerações Iniciais, precisará complementar os materiais de apoio fornecidos com suas próprias
pesquisas.

Se houver disponibilidade, o primeiro, segundo e terceiro encontro destas Práticas referente


aos módulos 1 e 2 poderão ser realizados diretamente no laboratório de informática.

As fontes de informação para a realização destas Práticas poderão ser diversas. As pesquisas
podem ser feitas, a partir de várias fontes como livros, arquivos, Internet, jornais, revistas e banco
de dados, entre outros. Com as informações colhidas, o grupo estará em condições de elaborar o
trabalho.

É importante frisar que o grupo deverá realizar a pesquisa com responsabilidade, procurando
sempre citar as fontes de forma correta, evitando, assim, o plágio.

Para contribuir com o processo de reflexão e elaboração do Paper do Seminário da Prática


ou Prática Interdisciplinar, sugerimos a realização do Curso de Formação Continuada sobre Autoria
e Originalidade de Trabalhos Acadêmicos.

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3.3 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM - 1º E 2º MÓDULOS

FONTE: Disponível em: <www.sbcoaching.com.br>. Acesso em: 8 out. 2014.

O processo de avaliação da disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar,


que será desenvolvida pelo acadêmico do Curso de Graduação a Distância da UNIASSELVI, será
realizado conforme descrito a seguir, observado o cumprimento das atividades descritas nas etapas
de 1 a 4 do item 3.2:

a) Avaliação referente à Etapa 1 e 2: serão avaliados os processos que foram empreendidos e


construídos para a elaboração do Paper (introdução, fundamentação teórica, materiais e métodos).
Esta avaliação corresponderá à nota da primeira avaliação (N1) e receberá o peso 2 (dois).

b) Avaliação referente à Etapa 3: consistirá na avaliação do Paper finalizado, suas considerações


finais e resumo, alinhado nas etapas de 1 a 3 do item 3.2. Esta avaliação corresponderá à nota da
segunda avaliação (N2) e receberá o peso 4 (quatro).

c) Avaliação referente à Etapa 4: socialização da pesquisa. No espaço destinado no calendário para


a realização da disciplina, o acadêmico, ou grupo, deverá socializar para a turma os resultados
elencados no Paper, inserido nestas duas Práticas, módulos 1 e 2. Esta avaliação corresponderá
à nota da terceira avaliação (N3) e receberá o peso 4 (quatro).

Cada etapa de realização terá o acompanhamento e orientação do Tutor Externo, sendo que
ele atribuirá o conceito ao final de cada etapa. Ao final do processo, será realizada a somatória do
conceito das três atividades avaliativas, estabelecendo a média, definindo, assim, o conceito final do
acadêmico na disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar.

Obs.: A presença de plágio no trabalho implica em nota insuficiente para obter aprovação na
disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar.

ATENÇÃO:

O Tutor Externo deverá conferir e validar o Paper, observando se as alterações foram feitas
de acordo com as suas orientações.

Obs.: Caso o acadêmico não tenha postado em Produção Acadêmica o seu Paper finalizado,
antes da sua socialização, o tutor externo deverá lançar nota zero na 3ª etapa (Quadro 3).

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Resumo da Avaliação da Aprendizagem nos módulos 1 e 2:
• Realização da Introdução e Desenvolvimento do Paper: Introdução, Fundamentação Teórica,
Materiais e Métodos (N1) (peso 2).
• Paper finalizado: Introdução, Desenvolvimento, Considerações Finais e Resumo (N2) (peso 4).
• Socialização do Paper (N3) (peso 4).

LEMBRE-SE: Fique atento!

• A apresentação destas práticas será sugerida no seu AVA - Ambiente Virtual de Aprendizagem.
• A nota será de 0 a 10 em cada uma das etapas, conforme o peso das mesmas.

Não será permitida a realização da socialização da prática e entrega do


Paper em data e horário diferente do que foi fixado no Cronograma do
Curso, exceto para os casos amparados em Lei.

COMUNICADO
Nestes casos, os acadêmicos deverão solicitar à UNIASSELVI, via
requerimento, nova data.
IMPORTANTE O acadêmico que não socializar a prática, não entregar o Paper na data
marcada e não justificar sua ausência nos termos da legislação, terá nota
zero e, por conseguinte, estará reprovado na disciplina.
A postagem deverá ser feita individualmente pelos membros da equipe
em seu AVA em produção acadêmica.

4 TRILHA DE APRENDIZAGEM DA DISCIPLINA SEMINÁRIO DA PRÁTICA OU PRÁTICA


INTERDISCIPLINAR – MÓDULOS 1 E 2

FONTE: Disponível em: <www.una.br>. Acesso em: 30 jan. 2017.

A disciplina Seminário da Prática ou Prática Interdisciplinar possui a sua Trilha de


Aprendizagem como as outras disciplinas cursadas ou a cursar. Na trilha há informações e orientações
que irão ajudá-lo no processo de desenvolvimento da disciplina. Para tanto, é necessário que o
acadêmico acesse a trilha no seu Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA.

O tema de pesquisa da Prática será publicado na Trilha, tendo como base o referencial do
módulo (Quadro 1). Além do tema, serão publicados na Trilha, leituras complementares, vídeos
instrucionais, formulários que indicam a forma gráfica correta do modelo de Paper (Anexo I).

LICENCIATURAS - MÓDULO 1 E 2
14
Além da Trilha, o acadêmico poderá contar com a orientação do seu tutor externo, da tutoria
interna e do docente da disciplina. Para contatar a equipe interna, utilize o Ambiente Virtual de
Aprendizagem ou, se preferir, ligue para o 0800 642 5000, utilize-se do Da Vinci Talk, da ferramenta
contato, e-mail, ou ainda pela ferramenta Plantão.

5. ASPECTOS IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO DO PAPER

FONTE: Disponível em: <www.mayroses.wordpress.com>. Acesso em: 30 jan.


2017.

ALERTA!
PLÁGIO!
ENCONTRAMOS, E AGORA?

Ao identificarmos plágio em qualquer atividade acadêmica desenvolvida,


o acadêmico:

1. Terá utilizado um texto, parte dele, parágrafo, frase, como se fosse seu, não o sendo;
2. terá cometido fraude, além de um ato imoral e antiético contra o sistema educacional;
3. terá utilizado um texto sem dar o devido crédito ao seu autor original e isto é CRIME;
4. poderá responder a um processo judicial e ser condenado a pagar multa ou ser submetido à detenção
(art.184 do Código Penal Brasileiro);
5. a nota de sua atividade será 0 (zero);
6. com sua nota 0 (zero) poderá ser reprovado (a).
Você pode evitar esta situação...

Não existe NENHUM IMPEDIMENTO para o uso de textos:


• de internet;
• livros;
• reportagens em jornais;
• textos em revistas;
• textos científicos;
• dissertações;
• teses;
• etc.

LICENCIATURAS - MÓDULO 1 E 2
15

O que você precisa fazer?

REFERENCIAR nos textos que você produzir:


• os autores originais;
• suas obras;
• seus acessos à internet; ou
• qualquer outro material que você utilize como base para a elaboração
de seus trabalhos.

Dúvidas?

Fale com seu tutor externo, mantenha contato com o tutor interno, com
o professor da disciplina, utilizando nossos meios de comunicação
(0800, contato AVA, e-mail etc.), busque no caderno de metodologia
científica as formas corretas para referenciar os conteúdos de seu
trabalho acadêmico.

Você, que busca o conhecimento, precisa protegê-lo!

6. REFERÊNCIAS

FONTE: Disponível em: <www.prat-k.com.br>. Acesso em: 30 jan. 2017.

BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica.


Brasília: Ministério da Educação/ Conselho Nacional de Educação (CNE), 2002.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. 9. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.

MONTENGERO, J.; MAURICE-NAVILLE, D. Piaget ou a Inteligência em Evolução. Porto Alegre: Artmed,


1994.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL (2016-2020). Centro Universitário Leonardo da Vinci.


Indaial, 2013.

SALVADOR, C. C. (Org.). Psicologia da Educação. Porto Alegre: Artmed, 1999.

VALDÉS ARRIAGADA, M. Psicomotricidade vivenciada: uma proposta metodológica para trabalhar em aula.
Blumenau: Edifurb, 2002.

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ANEXOS

ANEXO I – MODELO DE PAPER

COMO ELABORAR UM PAPER

Acadêmicos
Tutor(a) Externo(a)
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI
Curso (Código da Turma) – Prática do Módulo X
dd/mm/aa

RESUMO

O resumo deve ter um parágrafo de, no máximo, 250 palavras (aproximadamente 15 linhas), sem
recuo na primeira linha. Use espacejamento simples, justificado, tamanho 12, itálico. O resumo deve
apresentar o objetivo geral da pesquisa, o método utilizado, os resultados e as conclusões do trabalho,
formando uma sequência corrente de frases concisas.

Palavras-chave: Artigo científico. Normalização. NBR 6022.

1 INTRODUÇÃO

É a apresentação inicial do trabalho. Possibilita uma visão global do assunto tratado


(contextualização), com definição clara, concisa e objetiva do tema e da delimitação precisa das
fronteiras do estudo em relação ao campo selecionado, ao problema e aos objetivos a serem estudados.

O objetivo geral refere-se diretamente ao objeto – problema – do trabalho. Inicia-se a frase com
um verbo abrangente e na forma infinitiva, envolvendo o cenário pesquisado e uma complementação
que apresente a finalidade.

O autor aponta os seus propósitos e as linhas gerais que orientaram seu pensamento, ou seja,
apresenta o problema ou tema central do estudo ou da pesquisa, contextualiza-o, destacando sua
importância e seus limites quanto à extensão e à profundidade. Na introdução, também deve ser
mencionado as principais etapas (a partir de títulos e subtítulos) do trabalho.

2 DESENVOLVIMENTO

É a parte principal, mais extensa e consistente do trabalho. São apresentados os conceitos, teorias

LICENCIATURAS - MÓDULO 1 E 2
17
e principais ideias sobre o tema focalizado, além de aspectos metodológicos, resultados e interpretação
do estudo (ABNT, NBR 6022, 2003).

Da mesma forma que na Introdução, os elementos que integram o Desenvolvimento do Trabalho
poderão variar nas suas divisões e subdivisões, em função da sua natureza e da área de conhecimento a
que pertencem.

Independente do trabalho, o acadêmico deve utilizar recursos complementares no corpo do texto,


especialmente no desenvolvimento.

A numeração deve ser progressiva e alinhada à esquerda. As seções com seus títulos de primeiro
nível (3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA) não devem iniciar em folha distinta. Não se utiliza nenhuma
pontuação ou caractere entre o número e o título (ABNT, NBR 6024, 2003). Os títulos das seções e das
subseções são destacados gradativamente, usando-se os recursos apresentados no quadro 1.

QUADRO 1 – TÍTULOS E FORMATAÇÃO

TÍTULOOO FORMATAÇÃO

3 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: NOVOS


Letras maiúsculas, em negrito.
DESAFIOS

3.1 ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Letras maiúsculas, sem negrito.

3.1.1 Histórico da alfabetização de jovens e adultos


Apenas a 1ª letra maiúscula, sem negrito.
no Brasil
FONTE: Elaborado pelos autores (2008)

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A parte final do texto consiste na revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo
realizado. Tem como objetivo destacar as principais questões tratadas no trabalho acerca do estudo
desenvolvido.

As considerações finais devem apresentar deduções lógicas correspondentes aos propósitos


previamente estabelecidos do trabalho, apontando o alcance e o significado de suas contribuições.
Também podem indicar questões dignas de novos estudos, além de sugestões para outros trabalhos.

Salienta-se que, nessa etapa do trabalho, não se devem utilizar citações (diretas ou indiretas),
pois este momento é único e exclusivo para a reflexão do acadêmico.

Nas considerações, igualmente, não se devem acrescentar elementos que não foram tratados no
desenvolvimento.

LICENCIATURAS - MÓDULO 1 E 2
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REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: artigo em publicação periódica


científica impressa: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

______. NBR 6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003.

TAFNER, Elisabeth Penzlien; SILVA, Everaldo da. Metodologia do Trabalho Acadêmico. Indaial: Ed. Grupo
UNIASSELVI, 2013.

ACADÊMICOS E TUTOR EXTERNO:


PLÁGIO É CRIME! TEXTOS PLAGIADOS NÃO DEVEM SER ACEITOS. A ORIENTAÇÃO
QUE A UNIASSELVI REPASSA AOS SEUS TUTORES É ATRIBUIÇÃO DE NOTA ZERO QUANDO
DETECTADO E COMPROVADO O PLÁGIO. DESSA FORMA, ACADÊMICO, PRIME PELA
AUTENTICIDADE E AUTORIA PRÓPRIA NA ESCRITA DOS SEUS TRABALHOS.

ATENÇÃO: Estrutura e apresentação do seu Paper:


O seu Paper deve conter de 6 a 12 laudas.
Tipo de papel: A4, branco. Só use um lado da folha para imprimir.
Tipo e tamanho da fonte: Times New Roman, 12. Exceto nas notas de rodapé, nas citações longas,
na paginação, legendas e fontes das ilustrações e das tabelas, que devem ser em tamanho menor e
uniforme.
Espaçamento: 1,5 entrelinhas para parágrafos do texto (exceto o resumo, onde você deve usar espaço
simples.)
Simples: no cabeçalho, nas citações longas, nas notas de rodapé, nas legendas de quadros, nas
tabelas, nas ilustrações, nas referências.
Margens: todas (direita, esquerda, superior, inferior) - 2 cm.
Numeração de páginas: no canto superior direito, na área do cabeçalho. A primeira folha é contada,
mas não recebe numeração. Assim, apenas a partir da segunda página é que você verá a numeração.

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ANEXO II – RESOLUÇÃO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA
Nº 001/2014

RESOLUÇÃO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA


Nº xxxxxxxxxxxxxx

Institui a Disciplina da Prática.

A Pró-Reitora de Ensino de Graduação a Distância do Centro Universitário Leonardo da Vinci –


UNIASSELVI –, no uso de suas atribuições legais que lhe são conferidas pelo Regimento Geral, com
base no Art. 10, inciso V,

RESOLVE
Art. 1º Categorizar a disciplina da Prática, na classe de disciplina normal, sendo esta componente
curricular integrante da matriz curricular dos Cursos Superiores ofertados na modalidade EAD pelo
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI.

Art. 2º Aprovar as nomenclaturas da disciplina da prática ofertada nos Cursos Superiores da modalidade
EAD, ofertados pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI –, conforme descrição a
seguir:

I. Seminário Interdisciplinar para os cursos de Bacharelado, para os Cursos Superiores de Tecnologia


e para o curso de Pedagogia.

II. Seminário da Prática para os cursos de Licenciatura, exceto Pedagogia.

III. Pratica Interdisciplinar para os cursos de Licenciatura Pedagogia, Educação Especial, Letras
Inglês, a partir do edital 2016/2.

Parágrafo único: aplicam-se as disposições contidas neste regulamento à disciplina da Prática


inserida nas matrizes curriculares dos editais 2013/2 e 2014/1, independentemente da nomenclatura
em que seja encontrada, bem como as que se seguirem a estas, até edição de resolução em contrário.

Art. 3° A disciplina da prática terá por objetivo produzir atividade interdisciplinar, comum a um conjunto
de disciplinas do módulo, valorizando os conteúdos relacionados à realidade local da qual o acadêmico
faz parte.

Art. 4º A partir do edital 2017/1, a disciplina da Prática referente ao 1º e 2º módulos terá execução
diferente dos demais módulos. Serão consideradas para a realização da disciplina da prática os
processos e as atividades sequencialmente elencadas:

I. As atividades (produção acadêmica) e orientações que contemplam a disciplina da prática serão


realizadas no 1º encontro da 4ª disciplina do módulo e nos demais encontros destinados à disciplina
do seminário ou prática.

LICENCIATURAS - MÓDULO 1 E 2
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II. A cada encontro destinado à disciplina da Prática, o acadêmico receberá orientações quanto à
execução das atividades pertinentes à disciplina.
III. A socialização das atividades será realizada no último encontro da disciplina da Prática.

Art. 5º Serão consideradas atividades da disciplina de Prática do módulo 1 e 2, denominadas de


produção acadêmica, as relacionadas a seguir:

a) Formação da equipe e orientações para leitura dos materiais de apoio disponíveis na trilha de
aprendizagem, elaborado no 1º encontro da 4ª disciplina e finalizado no 1º encontro da disciplina da
Prática.
b) Desenvolvimento e finalização da Introdução, realizada no 1º encontro da disciplina da Prática.
c) Realização do Desenvolvimento do Paper, feita no 2º encontro da disciplina.
d) Entrega da Introdução e do Desenvolvimento do Paper. Início e fechamento das atividades referentes
às Considerações Finais do Paper, e escrita do Resumo, realizado no 3º encontro da disciplina.
e) Postagem da versão final do Paper pelo acadêmico no Ambiente Virtual de Aprendizagem antes da
socialização do Paper da Prática, antes do 4º encontro.
f) Socialização do Paper final, realizado no 4º encontro da disciplina Prática.

Parágrafo único: As orientações e correções referente aos módulos 1 e 2 serão feitas pelo Tutor
Externo.

Art. 6º O processo avaliativo da disciplina de prática do módulo 1 e 2 é constituído de 3 (três) notas e


respectivos pesos, às quais serão atribuídas conforme descrição a seguir:

I. Desenvolvimento do Paper: Introdução, Fundamentação Teórica, Materiais e Métodos, com nota de


0 a 10 (peso 2).

II. Paper final (Introdução, Desenvolvimento, Considerações Finais e Resumo), com nota de 0 a 10
(peso 4).

III. Socialização do Paper, com nota de 0 a 10 (peso 4).

Parágrafo único: As informações contidas nos artigos 7º, 8º e 12º, se referem exclusivamente às
Práticas realizadas a partir do 3º módulo (conforme matriz curricular).

Art. 7º Serão consideradas para a consecução da disciplina da prática os processos e as atividades


sequencialmente elencadas:

I. As atividades (produção acadêmica) e orientações que contemplam a disciplina da prática serão


realizadas ao longo de cada um dos módulos do curso.
II. No segundo encontro de cada disciplina de cada módulo, o acadêmico receberá orientações quanto
à execução das atividades pertinentes à disciplina da Prática.
III. A socialização das atividades será realizada no espaço destinado no cronograma acadêmico para
a realização da disciplina.

LICENCIATURAS - MÓDULO 1 E 2
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Art. 8º Serão consideradas atividades da disciplina de Prática, denominadas de produção acadêmica,
as relacionadas a seguir:

a) Plano de desenvolvimento, que deverá ser entregue no segundo encontro, da segunda disciplina do
módulo.

b) Entrega da primeira versão impressa do Paper para correção pelo Tutor Externo, no segundo
encontro da terceira disciplina.

c) Devolutiva do Tutor Externo da primeira versão impressa do Paper com sugestões para correção no
segundo encontro da quarta disciplina.

d) Postagem da versão final do Paper pelo acadêmico no Ambiente Virtual de Aprendizagem antes da
socialização do Paper da Prática.

Parágrafo único: a postagem do Paper pelo acadêmico deverá ser realizada na disciplina da Prática,
última disciplina do módulo.

Art. 9º As atividades realizadas na disciplina da prática terão como base o Tema de Referência
do Módulo definido pelo Núcleo Docente Estruturante dos Cursos Superiores de EAD do Centro
Universitário Leonardo da Vinci e aprovados pelo respectivo Colegiado.

Art. 10º As atividades realizadas na disciplina da Prática serão orientadas, acompanhadas e avaliadas
pelo Tutor Externo, sendo que estão compreendidas no processo de orientação:

I. Orientações gerais dadas a todos os acadêmicos através do Ambiente Virtual, na trilha de


aprendizagem da disciplina da Prática, na qual estão postadas as informações e as diretrizes que
regulamentam a disciplina da Prática.

II. Orientações individuais e em grupos realizadas pelo Tutor Externo nos encontros presenciais,
conforme estabelecido no cronograma acadêmico.

III. Orientações individuais realizadas pelo Tutor Interno ou professor da disciplina, por meio das
ferramentas de apoio disponibilizadas ao acadêmico: trilha de aprendizagem, 0800, Da Vinci Talk,
e-mail, contato, ferramenta Plantão.

Art. 11º As atividades que integram a disciplina da Prática serão realizadas em grupos de até quatro
acadêmicos, ou em casos excepcionais, individualmente.

Parágrafo único: a organização dos grupos e a decisão da eventualidade da realização das atividades
de forma individual será de responsabilidade do Tutor Externo.

Art. 12º O processo avaliativo da disciplina de Prática é constituído de 3 (três) notas e respectivos
pesos, às quais serão atribuídas conforme descrição a seguir:

a) Plano de Desenvolvimento da Prática, com nota de 0 a 10 (peso 2).


b) Paper, com nota de 0 a 10 (peso 4).
c) Socialização, com nota de 0 a 10 (peso 4).

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Parágrafo único: a somatória dos pesos de cada uma das etapas avaliativas comporá a média final
da disciplina da prática.

Art. 13º A cada módulo o Tutor Externo, em seu Ambiente Virtual, deverá validar os Papers postados.

Art. 14º A constatação de plágio nos Papers, situação tipificada como crime contra a propriedade
intelectual (art. 184 CP), implicará atribuição da nota 0 (zero) para a disciplina da Prática, podendo
levar o acadêmico à reprovação nesta disciplina.

Art. 15º A disciplina da Prática poderá ser convalidada, respeitando-se sua ementa e carga horária e
as seguintes proposições:

I. Por disciplina similar cursada em outra Instituição de Ensino Superior – IES.

II. Quando todas as disciplinas do módulo forem convalidadas. Nesta situação a nota atribuída será
resultado da média obtida nas demais disciplinas do módulo.

Art. 16º Revogam-se as resoluções anteriores.

Indaial/SC, xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

Prof.ª Francieli Stano Torres


Pró-Reitora de Ensino de
Graduação a Distância

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