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Revista Árvore

ISSN: 0100-6762
r.arvore@ufv.br
Universidade Federal de Viçosa
Brasil

Bernardo Pirovani, Daiani; Gomes da Silva, Aderbal; Rosa dos Santos, Alexandre; Avelino Cecílio,
Roberto; Marinaldo Gleriani, José; Venâncio Martins, Sebastião
ANÁLISE ESPACIAL DE FRAGMENTOS FLORESTAIS NA BACIA DO RIO ITAPEMIRIM, ES
Revista Árvore, vol. 38, núm. 2, marzo-abril, 2014, pp. 271-281
Universidade Federal de Viçosa
Viçosa, Brasil

Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48831289007

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ES ABSTRACT – The objectives of this study were to map and analyze the structure of forest landscape in a representative area of Itapemirim river basin. SPATIAL ANALYSIS OF FOREST FRAGMENTS IN THE ITAPEMIRIM RIVER BASIN.edu. 60. densidade e tamanho. Viçosa-MG. Para o cálculo dos índices de ecologia.. pelos fragmentos grandes. The small fragments were found in greater number (2.br>. E-mail: <gleriani@gmail. Apesar dos fragmentos grandes apresentarem os formatos mais irregulares. forma. A maior parte dos fragmentos florestais da bacia. Viçosa.285 fragmentos florestais em toda a área. the extension Patch Analyst was used within the computational application ArcGIS 9. Quantitative characterizations through landscape metrics were made with groups of area index.2. p. 100. Brasil. followed by average fragments (749). The mapping of forest fragments was obtained using image interpretation techniques on a scale of 1:1500 of the ortho-image-mosaic of the year 2007. Departamento de Engenharia Rural.br> e <racecilio@yahoo. The number of fragments of each size class has an inverse relationship with the contribution in area of the same class within the forest fragmentation. 80. Roberto Avelino Cecílio3. Departamento de Ciências Florestais.2014. Aderbal Gomes da Silva3.br>. Foram encontrados 3.3. sendo que a distância de borda de 100 metros elimina completamente a área central desses fragmentos. ES. proximity and central area.02. Os fragmentos mapeados foram divididos em classes de tamanho. e grandes os maiores que 50 ha. considering as small those fragments smaller than 5 ha.com> e <venancioufv@gmail. comprising only 100 spots. de tamanho médio aqueles entre 5 e 50 ha.com. por meio de índices de ecologia da paisagem. 271 ANÁLISE ESPACIAL DE FRAGMENTOS FLORESTAIS NA BACIA DO RIO ITAPEMIRIM. Jerônimo Monteiro. 2014 . sendo fragmentos pequenos aqueles menores que 5 ha.38. density and size. Para todos os índices houve diferenciações com relação às classes de tamanho dos fragmentos florestais. and finally the large fragments. são pequenos. por último. Campus Ibatiba. Brasil. O mapeamento dos fragmentos florestais foi obtido utilizando técnicas de fotointerpretação na escala de 1:1500 do ortofotomosaico do ano 2007. mesmo sob o efeito da maior distância de efeito de borda. 3285 forest fragments were found in all the area. 140 and 200 m). 60. Revista Árvore. sendo este último obtido em diferentes simulações de efeito de borda (20. 140 e 200 m).com. n.pirovani@ifes. As análises quantitativas por meio de métricas da paisagem foram feitas com os grupos de índices de área. Alegre. 5 Universidade Federal de Viçosa.com. Índices de ecologia da paisagem.271-281.. Os fragmentos pequenos encontravam-se em maior número (2.11.40. For the ecology metrics calculation. For all the indexes there were differences on size classes of forest fragments. Ciência e Tecnologia do Espírito Santo. José Marinaldo Gleriani5 e Sebastião Venâncio Martins 5 RESUMO – Os objetivos deste trabalho foi mapear e analisar a estrutura da paisagem florestal em uma área representativa da Bacia do Rio Itapemirim. estes possuem maior índice de área central. and large fragments are larger than 50 ha. que compreenderam apenas 100 manchas.236). O número de fragmentos de cada classe de tamanho possui relação inversa com a contribuição em área dessa classe dentro da fragmentação florestal. E-mail: <daiani. proximidade e área central. 2 Instituto Federal de Educação. 40. In general. ES. Palavras-chave: Fragmentação florestal. Departamento de Ciências Florestais e da Madeira. foi utilizada a extensão Patch Analyst dentro do aplicativo computacional ArcGIS 9. Brasil. E-mail: <aderbalsilva@yahoo.3. 3 Universidade Federal do Espírito Santo. E-mail: <mundogeomatica@yahoo. Alexandre Rosa dos Santos4. v. The mapped fragments were divided into size classes. 4 Universidade Federal do Espírito Santo. shape. Brasil. representando 17% de cobertura florestal.Análise espacial de fragmentos florestais na bacia do. which was obtained from different simulations of edge effect (20. representing 17% of the forest covering. 100. Sistemas de Informações Geográficas. Most of the basin forest fragments 1 Recebido em 22. 80. Ibatiba.2010 aceito para publicação em 27.com>. seguidos pelos fragmentos de tamanho médio (749) e. menores que 5 ha. average fragments have size between 5 and 50 ha. through indexes of landscape ecology.236). ES 1 Daiani Bernardo Pirovani2.br>.

142 m e 7. et al. ambos no Estado de São 2. D. e Calegari et al (2010) analisaram a dinâmica dos fragmentos florestais no Município Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais de Carandaí.B.093 m conhecer a distribuição espacial de fragmentos de longitude Oeste e 7. are small. MATERIAL E MÉTODOS fragmentos isolados e de dimensões reduzidas (METZER.996. em Minas Gerais. 2003). (2010) realizaram análise dos meio da digitalização do ortofotomosaico de 2007. às interbacias codificadas com os números 77161. fragmentos na delimitação de sítios florestais na Bacia disponibilizado pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente Revista Árvore. 2. . 272 PIROVANI. v. O clima da região et al. e por Batista et al. Mapeamento dos fragmentos florestais Paulo. (2006) mapearam os fragmentos florestais na Bacia do Rio O mapa dos fragmentos florestais foi obtido por Alegre. o efeito de borda está entre os principais fatores que afetam os padrões A área correspondente a esse estudo se refere de diversidade e dinâmica das comunidades vegetais. e da investigação das relações A perda de ambientes naturais. Indexes of Landscape Ecology. (METZGER. da paisagem. Keywords: Forest Fragmentation.91% da área originalmente coberta pela Mata Atlântica. estendendo-se por muitos das Ottobacias e que foi estabelecido pelo Conselho metros para o interior dos fragmentos. p. Although large fragments present the most irregular shapes. principalmente no que diz respeito à A Bacia Hidrográfica do Rio Itapemirim compreende fragmentação florestal. forma do bioma Mata Atlântica.. está na quantidade e distribuição 16 municípios localizados ao Sul do Estado do Espírito de determinado tipo de mancha ou classe (PEREIRA Santo e um município de Minas Gerais. Viçosa-MG.420 florestais. Paiva et al. 2001). (2009). Essa área populações.2. ES.757 m e 311. Possui uma área de 1. por meio de índices de ecologia manter a sustentabilidade dos remanescentes florestais. restam atualmente apenas 7. tem resultado na formação de paisagens com pouca diversidade de hábitat (FAHRIG. e composição de borda. INTRODUÇÃO do Rio Itapemirim. despertando a estrutura da paisagem florestal em um trecho da Bacia preocupações no desenvolvimento de estudos para do Rio Itapemirim.600 km 2 . para efeito de classificação e codificação das ambiente. enquadra-se no tipo Cwa (inverno seco e verão chuvoso). 2000). A região A riqueza e abundância de certas espécies florestais é caracterizada por uma topografia muito acidentada. n. dependem das características estruturais dos fragmentos intercalada por áreas planas.1.685. 77163 Segundo Primack e Rodrigues (2001). no Espírito Santo. a fim de se estabelecerem estratégias de m de latitude Sul. o aumento na e 77165 do nível 5 do método de codificação proposto proporção de bordas eleva a temperatura do ar e o por Pfafstetter (1989). também denominado método déficit de pressão do vapor. Geographic Information Systems.540. Para Murcia (1995). Um dos interesses em estudos ecológicos da paisagem.38. less than 5 h. em termos de área. os fragmentos de diversos tamanhos e formas espacial e à avaliação da complexidade estrutural dos assumem fundamental importância para a perenidade fragmentos florestais. com 2. aliado à de conectividade entre fragmentos florestais. alterando as relações ecológicas entre bacias hidrográficas em âmbito nacional. conservação desses fragmentos.707. fragmentação. 1. representativa da Bacia do Rio Itapemirim situa-se entre Diversos estudos vêm sendo realizados visando as coordenadas UTM 234. Trabalhos desta abrangendo oito dos 17 municípios que compõem a natureza foram realizados por Ferraz e Vettorazzi (2003) referida bacia. Esse processo Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) em sua Resolução promove um conjunto de mudanças no equilíbrio do n o 30.INPE (2009). they have a higher index central area even under the effect of the greater distance of the edge effect. Procedeu-se à quantificação do arranjo Assim. Nascimento et al.271-281.725.2.931. and the distance of edge 100 meters completely eliminates the central area of these fragments. 2014 . Esse Os objetivos deste trabalho foram mapear e analisar ecossistema se torna cada vez mais frágil. Caracterização da área de estudo 2003). núcleo. de acordo com a classificação de Köppen.

tamanho. utilizaram-se as distâncias de 20. médios e grandes. média e grande) e para todos os fragmentos. Itapemirim. Esses fragmentos métricas da paisagem correspondem a uma área de 28. n. tamanho.3. As métricas foram calculadas utilizando a versão pequeno percentual (3. área central.18 ha (ha) de remanescentes florestais. Para cálculo das métricas de área central dos Os fragmentos na área foram relacionados à classe fragmentos. forma dos fragmentos. paisagem-padrão para efeito de comparação. fragmentos florestais em toda a área representativa 2. Isso significa que. 80. No sentido de evitar a utilização de métricas redundantes. no número total de para dados vetoriais (Patch.04%). v. cerca de 17% são fragmentos foi feita com base no mapa de fragmentos florestais florestais (Figura1). de técnicas de fotointerpretação.. pequenos os fragmentos com área menor que 5 ha. foram obtidos o número via tela foi feita na escala-padrão de 1:1. e o índice de proximidade entre os fragmentos. através da extensão Patch A classe dos fragmentos grandes representou um Analyst. obtendo diferentes como pequenos. que possui escala de padrão e coeficiente de variação. Revista Árvore. Para melhor comparação entre o grau de conservação e o tamanho dos fragmentos florestais mapeados neste estudo. a fim de obter valores médios dos índices para todos Figura 1 – Mapa dos fragmentos florestais em interbacias os remanescentes da área. tornando possível arquivo é vetorial e a um quadrado para arquivos raster comparar os tamanhos dos diversos fragmentos ou matricial. Os valores de índice de forma mais próximos florestais encontrados nesta parte da Bacia do Rio de 1 são ligados a formatos mais regulares.2. foi realizada a análise dos índices de ecologia da paisagem para cada uma das classes de tamanho (pequena. ES. optou-se por utilizar os seguintes grupos de métricas: índices de densidade de fragmentos. obtiveram-se a área total da classe fragmento Figure 1 – Map of forest fragments in inter-basins of the florestal. da área A análise dos índices de ecologia da paisagem total em estudo (160. 2014 . A digitalização de densidade de fragmentos. visto que de acordo com a tabela de atributos do próprio arquivo compara o valor desse índice a um círculo quando o de imagem vetorial poligonal.285 50 ha. Com as métricas 1:35. definidos de acordo com McGarigal e Marks (1995). o desvio. o tamanho médio dos fragmentos. 2006).3 (ESRI. 273 e Recursos Hídricos (IEMA). O fragmentação florestal obtido na etapa anterior. 100. A forma A partir do mapa de fragmentação florestal da região dos fragmentos foi comparada com o formato de um de estudo.38.) para o arquivo de fragmentos florestais. de tamanho aos quais pertencem e são classificados 60. gerado. 40. por meio fragmentos a cada 100 ha da área de estudo. sem distinção de tamanho. com apenas 100 fragmentos.. Itapemirim river basin. fragmentos médios aqueles com área entre 5 e 50 3. Por meio das métricas de da Bacia do Rio Itapemirim.271-281. Foi criado um arquivo As métricas de forma exigem a adoção de uma vetorial poligonal para a classe fragmento florestal. índices de borda.000 e resolução espacial de 1 m. RESULTADOS ha e fragmentos grandes aqueles com área maior que O mapeamento possibilitou contabilizar 3.Análise espacial de fragmentos florestais na bacia do.267.000 ha). sendo os valores obtidos pelo aplicativo computacional ArcGIS 9.500 no aplicativo de fragmentos em toda a área e a densidade de computacional ArcGIS 9. 140 e 200 m de borda. Análise dos fragmentos florestais por meio de da Bacia do Rio Itapemirim.3. definindo-se como cenários para análises. foi quantificada a área de cada fragmento círculo para o cálculo da razão perímetro/área. ES. Viçosa-MG. p.

50 13.63 164. e as espécies com características de borda. Grupo Índices Unidade Classes de tamanho Pequeno Médio Grande Todos (< 5 ha) (5 – 50 ha) (> 50 ha) (0 a >50 ha) Área CA Hectares (ha) 3. v.093.15%). menor à maioria em número (74.79 433. NumP (Number of Patches).B.75 4.75 215. ES.54 70. D. Tabela 1 – Índices de ecologia da paisagem calculados pelo Patch Analyst para os fragmentos florestais da Bacia do Rio Itapemirim.95 2. Assim. Revista Árvore. NumP (Número de manchas). borda. menor a quantidade de toda a área.40 15.36 1. a partir do de borda de 100 m dos fragmentos grandes pode ser aumento da distância de borda para 40 m.01 28. AWMSI (Índice de forma de área média ponderada). MSI (Mean Shape Index).5 1. são apresentados na Tabela 2. 2014 . a única métrica que apresentou crescimento com o a fim de investigar qual distância de borda exerce maior aumento da distância de borda.37 8. ES. MSI (Índice de forma médio).594 1. à medida que a área central pequenos sofreram redução drástica das métricas de diminui continuamente de tamanho em consequência área central. passando a 35. enquanto os fragmentos influência do efeito de borda. Table 1 – Indexes of landscape ecology calculated by Patch Analyst for forest fragments in the Itapemirim river basin. pode ocorrer total (TCAI) a 5.21 10.267. PSSD (Standard Deviation of the Size). ED (Edge Density). e MNN (Distância média do vizinho mais próximo).285 PSSD Hectares (ha) 1. expressa pelo número grandes sofreram menor redução com o aumento da de áreas centrais (NCA). O aumento de MCA a partir da distância A análise da Figura 2 demonstra que. Os valores dos índices de ecologia da paisagem gerados O tamanho médio das áreas centrais dos fragmentos por classes de tamanho e para todos os fragmentos é expresso pelo índice MCA (área central média). ao computar a área central média.66 127. PScoV (Coefficient of variation of size). MPFD (Dimensão fractal da mancha média). decaindo o valor do índice de área central do aumento da faixa de efeito de borda. Os da área encontram-se na Tabela 1.568. TE (Total de bordas). Os fragmentos pequenos corresponderam relativa (percentual) de área central.67 11.61 e tamanho NUMP Adimensional 2436 749 100 3.331 793.33% de área central em do número de manchas que apresentam área sem relação à área total da classe. MPS (Tamanho médio). e MNN (Mean distance from Nearest Neighbor). de área central dentro dessa classe de fragmentos passa Os fragmentos médios tiveram TCAI reduzido quase a ser dividido por um número menor devido à redução pela metade. o total na borda do fragmento sobre influência da matriz antrópica.35 PSCoV Porcentagem 85.309. MPS (Medium Patch Size). PScoV (Coeficiente de variação do tamanho).48 Forma MSI Adimensional 1. 274 PIROVANI. TE (Total Edges). MPFD ( Mean Patch Fractal dimension ).40 Proximidade MNN Metros (m) 1. indo a um valor de TCAI de 60.85 2.18 Densidade MPS Hectares (ha) 1. O TCAI mede a quantidade relativa que todo o fragmento seja constituído por hábitats de área central da classe considerada.80% do total de fragmentos florestais quanto menor o fragmento florestal.33%. Viçosa-MG.99 2. et al. Assim.65 MPFD Adimensional 1.015. PSSD (Desvio-padrão do tamanho). quando é alta que ocupam a área central (interior do fragmento) não a porcentagem de área ocupada pelo maior fragmento estão sujeitas aos mesmos impactos que aquelas inseridas da classe. p.3 6.50 4.14 226.330. AWMSI (Area Weighted Mean Shape Index).732.41 1.81 3. a área protegida de influência da matriz antrópica. ED (Densidade de borda).537.271-281.85 Borda TE Metros (m) 1.328 1. gerados para diferentes distâncias de superior às demais classes de tamanho.36%. n.10 135. com 2.2.977. * CA (Area of all patches).25 122.801. total de fragmentos médios encontrados foi de 749.5 * CA (Área de todas as manchas).29 2.436 fragmentos.072.38. Os valores das métricas fragmentos grandes apresentaram valores de MCA muito de área central.84 37. sendo esta faixa sob efeito de borda.07 AWMSI Adimensional 1.38 1. fato ocorrido influência nos valores de área central dos fragmentos. ou seja. os fragmentos explicado pelo fato de que. exclusivamente para a classe de fragmentos grandes (Figura 3).420.15 ED m/ha 523. correspondendo a 22.

e CASD (Central Area Standard deviation). TCAI (Total core area index).81 183.38 13. e CASD (Desvio-padrão de área central). ES.02 1.40 0.39 CACoV 190.38 14..5 5.86 2.92 26. dos fragmentos florestais.16 0 0 CASD 0.64 0.30 18.65 89.75 Grande (> 50 ha) TCA 10.279.217.27 161. *TCA (Total core area). n.12 TCAI 76.813 1.52 183.398 1.79 59.33 CASD 66.4 44.Análise espacial de fragmentos florestais na bacia do.56 107.56 CACoV 50.10 NCA 1.33 2.003.33 5.78 2.17 1.41 49.2 3.71 68.68 0.25 23.1 2. Table 2 – Indexes values of landscape ecology regarding to the central area metrics generated by Patch Analyst using different distances of track under edge effect for the size classes of forest fragments in the Itapemirim river basin. para as classes de tamanho dos fragmentos florestais na Bacia do Rio Itapemirim.25 0 0 TCAI 26.20 CASD 7. MCA (Área central média). 2014 .26 5.25 73.188.271-281.7 1.21 144. v.99 183.26 3.36 48.568.3 6.860.38 66.2 4.38 49.34 0. Distância de borda 20 40 60 80 100 140 200 Pequeno (< 5 ha) TCA 921.54 35.52 179. Figura 2 – Comportamento do índice de área central total Figura 3 – Comportamento da área central média com o com o aumento da distância de borda nas classes aumento da distância de borda nas classes de tamanho de tamanho dos fragmentos florestais.07 0 0 NCA 1899 547 547 117 10 0 0 MCA 0.33 19. 275 Tabela 2 – Valores dos índices de ecologia da paisagem relativos às métricas de área central gerados pelo Patch Analyst utilizando diferentes distâncias de faixa sob efeito de borda.92 48.50 ha) TCA 6. CACoV (Coeficiente de variação de área central).398 1.18 0.79 5. TCAI (Índice de área central total).87 1.2.07 NCA 792 612 612 463 372 222 145 MCA 13. Revista Árvore.19 16.11 66.188.25 183.36 0.04 0 0 CACoV 132.17 13. NCA (Number of Core Areas). fragments.88 3.49 0. p.36 0. Viçosa-MG.34 0.65 107.92 60. Figure 2 – Behavior of the total central area index with the Figure 3 – Behavior of the average central area with increasing distance increasing from edge to the size classes distance from the edge in the size classes of forest of forest fragments.024 625 224 59 MCA 3.52 76.5 TCAI 60.1 4.517.09 45.7 8.11 14.5 272.3 8.170. MCA (Mean core area).36 60.57 10. NCA (Número de áreas centrais).22 0.75 1.36 *TCA (Área central total).38.3 2.23 5.11 67.12 0 0 Médio (5.86 2.433.16 38.73 44..11 146.33 0.44 1. ES.532.20 0.33 35.41 47.003. CACoV ( Central Area Coefficient of variation).07 17.

Valente e Vettorazzi (2005). ventos. os pequenos remanescentes também representa a soma do perímetro de todos os fragmentos. O menor valor de TE foi obtido na classe dos fragmentos Revista Árvore. núcleos manchas. umidade e temperatura. Tal condição é semelhante à observada por do tamanho da mancha (PSSD = 164.82% dos fragmentos florestais eram menores conjuntamente. enquanto há alto número de fragmentos presentes apenas nos locais de mais difícil acesso e presentes nesta classe de tamanho (2. DISCUSSÃO podendo funcionar como elementos de ligação. v. florestal da região foi sendo retirada para dar lugar pois o percentual em área dos fragmentos pequenos às áreas de pastagem.306 ha. RS. no entanto que 1 ha. et al. visto que fragmentos de principal problema desse padrão é que os pequenos tamanho reduzido não apresentam as características fragmentos estão mais sujeitos ao efeito de borda. na realidade. caracterizando com área reduzida. No entanto. em geral. Isso significa o risco de serem extintos com o decorrer dos anos. ficando os remanescentes florestais foi de 12. ambientais suficientes para abrigar diversidade.38. os grandes de luz. n.2. No entanto.5% da área total. 4. analisando a composição e configuração alta heterogeneidade espacial da paisagem. fragmentos são importantes para a manutenção da biodiversidade e de processos ecológicos em larga Quanto às métricas de borda. Esse índice apresentou o valor de 135. ao realizar a análise espacial a alta variabilidade nos valores de área dos fragmentos dos fragmentos florestais no Parque Nacional dos Campos grandes. deve-se ressaltar que os fragmentos nesta área da bacia do rio Itapemirim encontra-se em com pequenas áreas merecem atenção especial. que possui 1. D. Cemin em relação à área média dos fragmentos. percebeu-se Almeida e Moro (2007). O mapa dos fragmentos florestais mostra ambientes particulares que só ocorrem nessas áreas. o parâmetro mais áreas. da paisagem na subbacia do Arroio Jacaré.436). trampolins ecológicos (stepping stones) entre grandes A área do fragmento é.B. A fragmentos próximos e maiores.85%) indica alto desvio nos também obtiveram maior número de fragmentos pequenos valores de área dos fragmentos florestais. enquanto os fragmentos grandes. correspondendo de 12 a 34% da predominância de fragmentos pequenos na paisagem área total. Ressalta-se ainda tamanho pequenos apresentaram maior número de que muitos fragmentos possam ser. pois remanescentes relação entre o número de fragmentos e área que eles de área pequena apresentam frágeis padrões de ocupam é inversa. embora área média dos fragmentos da classe. os fragmentos da classe de sustentabilidade ao longo do tempo. p. (2009). Isso diminui consideravelmente a um avançado processo de fragmentação florestal. 2014 . e as diferentes espécies apresentam exigências distintas Segundo Forman e Godron (1986). que a maior parte dos remanescentes de Mata Atlântica Com base nisso. correspondiam a apenas 7. O MPS. cumprem funções relevantes ao longo da paisagem. constataram analisando todas as classes de tamanho dos fragmentos que 87. ao analisarem o valor elevado do coeficiente de variação do tamanho a estrutura da paisagem na Bacia do Rio Corumbataí. (2010) grande quantidade de pequenos fragmentos florestais também observaram elevados coeficientes de variação é comum em paisagens de Floresta Atlântica. mostrando que entre estes se podem encontrar Gerais. no qual a cobertura de fragmentação próximo ao observado por esses autores. apresentaram áreas significativas grandes. nos fragmentos em menor número. fertilidade. Viçosa-MG. onde constatou que a maior parte dos fragmentos de tamanhos mínimos para esse grupo (50 ha) até valores florestais possuía área inferior a 5 ha. possui valor de 8. a riqueza diminui quando promovam aumento de sua área e uma interligação com a área do fragmento fica menor do que as áreas mínimas necessárias para a sobrevivência das populações. isto é. pois. entretanto muito acima da média. da mancha (PSCoV = 433. O biodiversidade de espécies. a soma de suas áreas representou de colonização de florestas secundárias.61 ha. como o do maior fragmento. e foram responsáveis pela maior cobertura florestal porém. que essas áreas estão pouco conservadas.37 ha. o menor percentual da área total de fragmentos florestais O índice de tamanho médio (MPS) representa a mapeados. indicando et al. o total de borda (TE) escala. promover aumento no nível de heterogeneidade importante para explicar as variações de riqueza de da matriz e atuar como refúgio para espécies que requerem espécies. Alta variabilidade é comum em Diversos trabalhos apontam que a ocorrência de estudos de ecologia da paisagem. de caso não sejam adotadas propostas de manejo que acordo com Metzger (1999).84 ha). sob fragmentos pequenos (menor que 5 ha).271-281. e Calegari et al. por meio do elevado valor do desvio-padrão em área. A área em estudo encontra-se em um estado indica um histórico de fragmentação. Essa (menores que 5 ha).10%. 276 PIROVANI.

50 e 4. quanto menor essa relação. fazendo que ocorra maior interação com a matriz. tamanho consideradas (Tabela 1). n. menor também será a borda e vice-versa.015. sendo afetada (BARRERA et al. a porcentagem fragmentos de formatos mais regulares têm a razão borda de área dos fragmentos pequenos ocupada pelas áreas área minimizada e.79%. considera-se bordas inversamente proporcional à área ocupada por o tamanho do fragmento. irá influenciar a qualidade da estrutura apresentaram o maior TE (2. e Nascimento (2006). mas não conter área central à forma do fragmento. de MSI de 2. 277 grandes (1. Assim. Para uma borda mínima de 20 m. Assim.85) quando comparados com os fragmentos menores apresentaram maior densidade fragmentos médios e grandes que apresentaram valores de bordas (ED). além do aumento sua matriz antrópica é constituída.66 m/ha dos fragmentos médios e 127. GARDNER. como alterações no microclima. diminuição da riqueza e abundância de espécies lenhosas e herbáceas na proximidade da borda (FONTOURA A área central de um fragmento de floresta é. O TCAI de formatos mais irregulares têm maior proporção de dos fragmentos médios foi de 60. e isso distante das bordas.95 m)..Análise espacial de fragmentos florestais na bacia do. sobretudo. diminuição da densidade de plântulas em McGarigal e Marks (1995). menor efeito de borda do que nos fragmentos menores. é importante considerar os fragmentos e mudanças nos fatores abióticos e bióticos dos de menor tamanho.38. sem distinção de classe alterações na composição de espécies e na estrutura de tamanho (MNN = 793. segundo et al. v.75 do índice de forma médio ponderado pela área (AWMSI) m/ha dos fragmentos grandes. foi de 26. De maneira geral. diretamente pela forma e borda dos fragmentos..2. superiores a 40 m. respectivamente. aumento da paisagem. SIQUEIRA et al. pois. O índice de forma (MSI) revelou de fragmentos pequenos apresentou valor intermediário que os fragmentos pequenos possuem formato mais em relação aos demais tamanhos (1. Dessa maneira. p.072 m). médio (MSI). 2014 . um fragmento pode ser largo o suficiente para O impacto do efeito de borda está relacionado sustentar algumas espécies. por pastagem. 2006). sendo baixa a permeabilidade entre este em razão da abertura do dossel (KAPOS. sendo a densidade de existe porque. 2004). Isso. e a classe desses ecossistemas.14 m de borda por hectare.. indicando que os fragmentos de maior é devida aos valores de área ocupados por cada classe área têm forma mais irregular que a média. no entanto se sabe que cada classe. a borda é um limite permeável apresentou resultado semelhante nas três classes de sujeito a impactos advindos da matriz exterior antrópica. 2007). devido à influência de vários processos decresce. em sua maior parte. enquanto fragmentos pequenos estão sob o efeito de borda de 20 m. o centro da área está mais interiores. sendo maior a borda quanto suficiente e. Essa diferença na foram superiores ao observado para o índice de forma quantidade de bordas. Esses resultados apontam para um menor efeito de borda nos fragmentos grandes. pois al.732. como trampolins ecológicos dentro remanescentes. significa que 73.5 m). Revista Árvore. representando bordas. Os regular (MSI = 1. como para a fauna. aumento na intensidade dos ventos os fragmentos dessa área representativa da Bacia do e diminuição na umidade do ar e do solo (KAPOS et Rio Itapemirim possuem alto grau de isolamento. da intensidade luminosa no interior dos fragmentos. Essa relação de tamanho dos fragmentos. com o tempo. Tal fato acarreta entre todos os fragmentos. manter a integridade de sua mais irregular o formato. Awade e Metzger (2008).21% da área total dos fragmentos se isolada dos fatores externos. aumento das taxas de mortalidade de árvores na observaram que algumas espécies de aves de sub- bosque evitam cruzar áreas abertas com distâncias proximidade da borda (LAURANCE et al. essas uso da terra e os fragmentos florestais. a área central encontra.54%.5 m). expressa pelo TCAI. os valores contra 226. tanto para a flora quanto na comunidade vegetal dos remanescentes. fragmentos pequenos são mais sujeitos ao efeito de borda do que os grandes. Ao analisar a distância que causa constante degradação. portanto. estando este diretamente ligado estrutura natural (TURNER. quando se considera a densidade. melhor indicativo da qualidade fragmentos e influência na dispersão de sementes dos fragmentos do que sua área total.. dificultando alterações microclimáticas geram diversas mudanças diversas interações ecológicas. com 523. expresso grau de conservação.801. 1997.29. à relação entre o perímetro e a área. 1989). indicando maior O grau de isolamento dos fragmentos.330.271-281.. 1990). pode-se considerar que na temperatura do ar. para o cálculo do AWMSI. de acordo com Rodrigues pela distância média do vizinho mais próximo (MNN). 2001)..568. o grau de isolamento da vegetação. por exemplo. Viçosa-MG.. já os fragmentos médios o que.

A simulação com a distância de borda de 80 do efeito de borda sobre os fragmentos. o aumento na distância centrais. Para as distâncias Mista.2 ha. em grande parte. No entanto. portes. de 50 m. da matriz) em vez de uma área central maior. observa-se que o valor de NCA (1. v.57% e 48. apresentando muito superiores em área expressa pelo alto coeficiente TCAI de 19. essa classe de menos de 300 m de distância da borda do que em locais tamanho se encontrava dominada pelo efeito de borda. respectivamente. A explicação central dos fragmentos pequenos.16%. respectivamente. pode ser cenário influenciado pela forma. segundo Rodrigues e Nascimento (2006). de borda levou a diminuições nas métricas de áreas na área. considerando apenas a é maior que o número total de fragmentos médios (749). ou seja. apresentaram mais ambientais. os resultados indicaram que aproximadamente Isso fez que o valor médio aumentasse. p. Nota-se que nessa dos fragmentos não interferia nos impactos já advindos classe de tamanho a simulação com a maior distância da matriz antrópica. independentemente das variáveis à irregularidade de seu formato. O valor de NCA comunidade mais heterogênea nesse limite. Em estudo de variação do tamanho da mancha (PSCoV = 433. acontecendo aos efeitos de borda. para uma distância de borda do número de fragmentos com a área central (NCA). quando se considerou a faixa de borda de 140 m florestais. a distância máxima alcançada pelo efeito de uma área central. nas distâncias de 20 m na faixa de borda sobre influência das formas de 100. em termos teóricos. 278 PIROVANI.279. (2009) em fragmentos florestais para essa classe de tamanho e pela diminuição no valor no Rio Grande do Sul. esse acréscimo pelo TCAI foi de 38.56%. Viçosa-MG. extremidades mais distantes entre pois. e os fragmentos para o aumento da área central média MCA no grupo médios e grandes sofreram menores reduções de área dos fragmentos grandes está na presença de fragmentos central para essa distância de borda. que podem resultar uma o mesmo com os fragmentos grandes. o aumento da distância de borda de 40 m e 200 m.B.2.12 Em todas as classes de tamanho dos fragmentos ha. A área central total do formato irregular dessa classe de tamanho (alto foi de 5. sendo o TCAI de 0. Diversos trabalhos apontam para diferentes faixas A distância de borda de 100 m levou os índices de borda.38. apenas 100 fragmentos. 26.813) completa da matriz. como ocorrido m gerou redução mais drástica nas métricas de área com os fragmentos médios e pequenos.04%. análise espacial e a influência do tamanho e forma o que se deve ao fato de que alguns fragmentos.3 ha e 2.92%. ao passo que. E ao longo do tempo irão ocorrer (protegendo menor número de espécies dos efeitos outras transformações. com formatos recortados. com mais de 300 m da borda.568. 140 e 200 m. de 100 m. Já Nascimento e Laurence (2006) encontraram de borda de 140 m e 200 m. demonstrado a influência centrais menores e mais gradativas. enquanto nessa classe de tamanho existiam. no campo e sem considerar as alterações ambientais. (2006) propuseram um efeito de área central dos fragmentos pequenos a resultados de borda em torno de 50 m para Floresta Ombrófila desprezíveis. nessas condições. e isso de espécies pioneiras em fragmentos florestais com significa que. et al. a área de influência do efeito foi de 100 m. mantendo o mesmo valor de área de borda (200 m) não levou à quase ou total dominação central. E essa faixa é recomendada para trabalhos de borda pode chegar ao ponto de extremidades opostas em nível espacial nos fragmentos dessa região. Assim.271-281.30% e 18. e apresentou valores de 3. Fontoura et al. ao analisar a fragmentação florestal na região Revista Árvore.517. Isso ocorre porque. sem extinguir a área central dos fragmentos. nos sob efeito de borda se encontrarem.85%) realizado por Cemin et al. 2014 . excluindo-se a quais não fossem possíveis maiores detalhamentos área central nessa região do fragmento. devido do fragmento. relacionadas. D. no mesmo fragmento. respectivamente. pois o total 40% das matas ainda apresentavam área central com de áreas centrais foi dividido por um número de condições de suporte para fauna de pequeno e médio fragmentos (NCA) menor. uma si podem computar duas áreas centrais distintas. em fragmentos de borda. A porcentagem de toda a para 60 m não representou nenhuma mudança nos valores área dessa classe livre de efeito de borda expressa das métricas de área central. Na visão de Slaviero estando todos os fragmentos suscetíveis à influência (2007). Nesse borda recém-criada. encontrado na borda de 20 m correspondeu a 792 áreas Nos fragmentos grandes. n. o fragmento em questão estruturalmente homogênea ou muito semelhante ao passa a apresentar duas áreas centrais menores interior florestal. as métricas de área central maior biomassa e densidade de árvores e arvoretas nos fragmentos pequenos deixam de existir. quando na largura de borda considerada valor de MSI).

Paraná. grandes apresentarem os formatos mais irregulares. M. Porém. C.. Viçosa-MG. et al. v.Análise espacial de fragmentos florestais na bacia do. Composição central dos fragmentos florestais foi de 100 m. n. topográfico. cotas mais altas e o incrementou nas cotas mais baixas. C. Revista Árvore. Revista Árvore. 2003 com fragmentos florestais nesta região.34. p... 2008. a distância- limite de faixa sob efeito de borda para estimar a área CEMIN. Brasileira de Botãnica. Contudo. CONCLUSÕES ENVIRONMENTAL SYSTEMS RESEARCH A maior parte dos fragmentos florestais nesta área INSTITUTE (ESRI). MORO. R. R. com base no tamanho dos fragmentos. Primack e Rodrigues (2001) relataram em Floresta Estacional Semidecidual alterações em ALMEIDA. indicando um alto grau FAHRIG. SANTOS. p. p. pois e configuração da paisagem da sub-bacia do valores acima deste eliminam por completo as áreas Arroio jacaré. Importance of e do tipo de formação na qual o fragmento está inserido.. v. P. n. Terr@ Plural. quanto mais forte o efeito de borda. p. B. Revista Neste estudo. p. para fins de restauração florestal. menores que 5 ha.1. e a alta encosta.38. VETTORAZZI.. p.871-880. n. estes FERRAZ. mais os solos neotropical montane forest. REFERÊNCIAS foi de 100 m.33. são fragmentos the desktop.. REMPEL. G. E. 2009. Austral Ecology.705-711. com base em princípios de ecologia de paisagem. 1995). PERICO. maior foi o E c o l o g y. Revista de borda. muitas espécies arbóreas mostraram clara da Bocaina. estando esta dependente dos objetivos do trabalho AWADE. S. v. Revista Árvore. RS.2.863-871. E v o l u t i o n a n d S y s t e m a t i c . total de bordas dos fragmentos. pois. v. A n n u a l R e v i e w o f Quanto mais irregulares os formatos.1095-1108. pois a influência do relevo pode intensificar ainda mais os impactos já existentes na borda. 2006. BARRERA.4. se Changes in plant community diversity and desconsidera por completo a área central dos fragmentos composition across na edge between Araucaria pequenos. et al. L. pequenos. Vale do Taquari. A. percebeu-se plano de manejo.27. E. 2007. considerando apenas a análise espacial Árvore. n. GANADE. SANTOS.. 2014 . versão 9. (2003). n.33. METZGER... borda utilizadas nos estudos de fragmentos florestais. LAROCCA. MURCIA.189-203. com p. S. L.3.33. v. 2006. que não havia padronização entre as distâncias de p. mesmo sob o efeito Identificação de áreas para recomposição florestal da maior distância de efeito de borda. 5. G. o efeito de borda potencializou o déficit hídrico presumido nas BATISTA. G.115-122. Effects of varying Forest quanto mais elevada a cota. Apesar dos fragmentos n.79-91.34. J.. v. 1997. nas áreas de florestas.. ArcGIS Professional GIS for representativa da bacia do rio Itapemirim. J.271-281. Para a realização de estudos de análise espacial Revista Árvore. possuem maior índice de área central. Effects of habitat fragmentation de fragmentação florestal nesta paisagem. p. n. uma distância de borda a partir de 100 metros. fragmentos florestais no município de Carandaí. n. preferência por dois hábitats: a baixa encosta. v. Ecology. o n b i o d i v e r s i t y.6.29. 2007. ao se utilizar FONTOURA. R. com solos menos úmidos e férteis e mais sujeita ao efeito CALEGARI.22.5. S.1. C. M. 2010. v. n. F. functional connectivity to evaluate the effect of Outro fator que pode influenciar é o gradiente habital fragmentation for three Atlantic Rainforest birds. Análise da dinâmica de de borda. No trabalho de Souza et al. a faixa de borda considerada 6. com ênfase centrais dos fragmentos pequenos. Construção e análise de cenários de paisagem em área do Parque nacional da serra Assim. mais forte a drenagem edge permeability on seed dispersal in a e. A. B.487-515. Análise da cobertura florestal no Parque Nacional dos déficit de pressão de vapor e em composição florística Campos Gerais. solos mais úmidos e férteis. Landscape tendem a perder umidade (KAPOS et al.. como subsídio ao seu em largura de 35 m de borda.4. 279 Norte do Rio Grande do Sul. 2003.575-583. L. F. MG. pois estes estariam totalmente sob o efeito Forest and pasture in South Brazil.1. p. 2009. F.

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