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ESCOLA DE ENGENHARIA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

ANALISE ECONÔMICA DAS


TECNOLOGIAS FOTOVOLTAICA E
CONCENTRADOR SOLAR EM
INSTALAÇÕES RESIDENCIAIS

JOSÉ RAFAEL NICOLAO CARNEIRO

ORIENTADOR: PROF. BRUNO M. S. C. BORBA


Sumário
1. Introdução
2. Energia Solar
3. Tecnologia Fotovoltaica
4. Tecnologia Heliotérmica
5. Analise Econômica
6. Conclusões
Sumário
1. Introdução

2. Energia Solar
• Radiação Solar
• Movimento do Sol
• Potencial Solar Brasileiro

3. Tecnologia Fotovoltaica
4. Tecnologia Heliotérmica
5. Analise Econômica
6. Conclusões
Sumário
1. Introdução
2. Energia Solar
3. Tecnologia Fotovoltaica
• Descrição Tecnológica
• Módulos
• Inversores
• Sistemas OFF GRID e GRID TIE
4. Tecnologia Heliotérmica
5. Analise Econômica
6. Conclusões
Sumário
1. Introdução
2. Energia Solar
3. Tecnologia Fotovoltaica
4. Tecnologia Heliotérmica
• Descrição Tecnológica
• Cilindro Parabólico
• Torre Central
• Disco Parabólico
5. Analise Econômica
6. Conclusões
Sumário
1. Introdução
2. Energia Solar
3. Tecnologia Fotovoltaica
4. Tecnologia Heliotérmica

5. Analise Econômica
• Sam
• Parâmetros Utilizados
• Simulação Fotovoltaica
• Simulação Heliotérmica
• Comparação dos Resultados Simulados
6. Conclusões
Sumário
1. Introdução
2. Energia Solar
3. Tecnologia Fotovoltaica
4. Tecnologia Heliotérmica
5. Analise Econômica

6. Conclusões
1. Introdução

Taxas de crescimento médio anual da capacidade de energias renováveis e de biocombustíveis


do final de 2008 até 2013. (Fonte: REN, 2014)
1. Introdução

Gráfico da capacidade global adicionada e do investimento anuais em energia solar


fotovoltaica. (Fonte: REN, 2014)
1. Introdução

Gráficos dos investimentos anuais em energia renovável e combustível por região, de 2004 até 2013.
(Fonte: REN, 2014)
Sumário
1. Introdução

2. Energia Solar
• Radiação Solar
• Movimento do Sol
• Potencial Solar Brasileiro

3. Tecnologia Fotovoltaica
4. Tecnologia Heliotérmica
5. Analise Econômica
6. Conclusões
2.1 Radiação Solar
Radiação Solar
• 43% refletido ou absorvido
• 57% absorvido como radiação direta e difusa
Constante Solar 1400J ou 1,4kW/m²
Potência Solar
• Influência da Atmosfera
• Influência da Latitude
• Influência da Condição Temporal
• Declinação Solar
• Ângulo Horário
• Ângulo Zenital
2.2 Movimento do Sol
Declinação Solar

Variação anual da declinação solar. (Fonte: Kalougirou, 2009)


2.2 Movimento do Sol
Ângulo Horário

Variação do ângulo horário do nascer do sol até o por do sol. (Fonte: Kalougirou, 2009)
2.2 Movimento do Sol
Ângulo Zenital

Ângulo zenital, ângulo solar de altitude e azimute para hemisfério norte. (Fonte: Mpoweruk, 2005)
2.3 Potencial Solar Brasileiro

Mapa da média anual de DNI no Brasil. (Fonte: Solargis, 2015)


2.3 Potencial Solar Brasileiro

Mapa da média anual de DNI no Brasil. (Fonte: Solargis, 2015)


Sumário
1. Introdução
2. Energia Solar
3. Tecnologia Fotovoltaica
• Descrição Tecnológica
• Módulos
• Inversores
• Sistemas OFF GRID e GRID TIE
4. Tecnologia Heliotérmica
5. Analise Econômica
6. Conclusões
3.1 Descrição Tecnológica
Junção PN

Diagrama esquematico da junção P-N. (Fonte: Kalougirou, 2009)


3.1 Descrição Tecnológica
Efeito Fotovoltaico

Efeito fotovoltaico. (Fonte: Kalougirou, 2009)


3.1 Descrição Tecnológica
Curva Característica

Curva característica típica de uma célula fotovoltaica. (Fonte: Schneider Electric, 2015)
3.1 Descrição Tecnológica
Curva Característica

Curva característica típica de uma célula fotovoltaica. (Fonte: Schneider Electric, 2015)
3.1 Descrição Tecnológica
Curva Característica

Curva característica típica de uma célula fotovoltaica. (Fonte: Schneider Electric, 2015)
3.1 Descrição Tecnológica
Influência do Aumento da Radiação e da Temperatura

Influência da radiação e da temperatura em células fotovoltaicas. (a) Influência do aumento da radiação.


(b) Influência do aumento de temperatura na célula. (Fonte: Kalougirou, 2009)
3.1 Descrição Tecnológica
Conexão Paralelo e Série

Conexão em série e paralelo de duas células fotovoltaicas idênticas. (a) Conexão


em paralelo. (b) Conexão em serie. (Fonte: Kalougirou, 2009)
3.2 Módulos
Células Fotovoltaicas

Célula de silício monocristalino. Célula de silício policristalino.


(Fonte: Cresesb, 2006) (Fonte: Cresesb, 2006)
Célula de silício amorfo.
(Fonte: Ecofield.biz)
3.2 Módulos
Gerações Células Fotovoltaicas

Análise comparativa de custo e eficiência das três gerações


de células fotovoltaicas. (Fonte: IEEE, 2014)
3.3 Inversores
• Converte corrente contínua em corrente alternada;
• Capaz de desconexão automática em ausência de tensão;
• Mantem a tensão constante no lado da corrente alternada;
• Converte a potência de entrada em potência de saída maximizando a eficiência.

Ponto de operação de uma array fotovoltaica que produz a maior potência, também
conhecida como MPPT. (Fonte: Schneider Electric, 2015)
3.4 Sistemas OFF GRID e GRID TIE
OFF GRID - Sistema Isolado da Rede
• Bateria de chumbo (Pb);
• Bateria de níquel e cádmio (Ni-Cd);
• Baterias de lítio ionizado (Li-ion).

GRID TIE – Sistema Conectado a Rede


• Total Sale
• Sale of Excess
Sumário
1. Introdução
2. Energia Solar
3. Tecnologia Fotovoltaica
4. Tecnologia Heliotérmica
• Descrição Tecnológica
• Cilindro Parabólico
• Torre Central
• Disco Parabólico
5. Analise Econômica
6. Conclusões
4.1 Descrição Tecnológica
Diagrama Concentrador Solar

Diagrama esquemático do sistema de conversão de energia solar


térmica. (Fonte: Kalougirou, 2009)
4.1 Descrição Tecnológica
Principais Tecnologias Heliotérmicas

a) Cilindro Parabólico b) Torre Central c) Disco Parabólica (Fonte: Solarpaces, 2002)


4.2 Cilindro Parabólico
Coletor Cilíndrico Parabólico
Rastreamento em 1 eixo
Receptor Tubular
Faixa de Temperatura: 60-400ºC
Tecnologia mas experimentada
Ótima Performance Hibrida
Integrated Solar Combined Cycle System

Concentrador cilíndrico parabólico. (Fonte: Renewable


Power News, 2009)
4.3 Torre Central
Campo de Heliostatos
Rastreamento em 2 eixos
Receptor Pontual
Faixa de Temperatura: 150-2000ºC
Turbinas Maiores
Potencial para Armazenamento
Despachabilidade

Torres de concentração PS10 e PS20 na Espanha. (Fonte:


Abengoa, 2012)
4.4 Disco Parabólico
Coletor Disco Parabólico
Rastreamento em 2 eixos
Receptor Pontual
Faixa de Temperatura: 100-1500ºC
Receptor acoplado Motor/Gerador
Modular
Sistema Simples
Autonomia Operacional
Motor Stirling
Diagrama esquemático do coletor de disco
parabólico. (Fonte: Kalougirou, 2009)
4.4 Disco Parabólico
Coletor Disco Parabólico
Rastreamento em 2 eixos
Receptor Pontual
Faixa de Temperatura: 100-1500ºC
Receptor acoplado Motor/Gerador
Modular
Sistema Simples
Autonomia Operacional
Motor Stirling Concentrador solar do tipo disco parabólico. (Fonte:
Global Nevadacorp, 2011)
4.4 Disco Parabólico
Coletor Disco Parabólico
Rastreamento em 2 eixos
Receptor Pontual
Faixa de Temperatura: 100-1500ºC
Receptor acoplado Motor/Gerador
Modular
Sistema Simples
Autonomia Operacional
Motor Stirling Motor Stirling de 4 cilindros cada um com um motor de
95cc da SES. (Fonte: Mtholyoke, 2008)
4.4 Disco Parabólico
Ciclo Stirling

(a) (b)
Gráficos do ciclo Stirling de pressão por volume em (a) e de
temperatura por entropia em (b). (Fonte: Cubasolar, 2003)
Diagrama esquemático mostrando o princípio de
funcionamento do motor Stirling em 4 etapas. (Fonte:
Solarpaces, 2002)
Sumário
1. Introdução
2. Energia Solar
3. Tecnologia Fotovoltaica
4. Tecnologia Heliotérmica

5. Analise Econômica
• Sam
• Parâmetros Utilizados
• Simulação Fotovoltaica
• Simulação Heliotérmica
• Comparação dos Resultados Simulados
6. Conclusões
5.1 Sam
National Reneable Energy Laboratory (NREL)
2005 Solar Advisor Model
2010 System Advisor Model
Compara Sistemas
Analisa Desempenho
Interface com Usuário
Ferramenta de Cálculo
Projetado para EUA
5.2 Parâmetros Utilizados
Dados Climatológicos: U.S. Department of Energy
Taxa de Empréstimo: BCO TOYOTABRASIL S.A.
21,14% a.a.
Taxa Real de Desconto: Título do Tesouro Nacional
13,49% a.a.
Taxa de Inflação: 8,29%
Tarifa de Energia Elétrica
Perfil de Carga
5.2 Parâmetros Utilizados
Dados Climatológicos: U.S. Department of Energy
Taxa de Empréstimo: BCO TOYOTABRASIL S.A.
21,14% a.a.
Taxa Real de Desconto: Título do Tesouro Nacional
13,49% a.a.
Taxa de Inflação: 8,29%
Tarifa de Energia Elétrica
Perfil de Carga

Tarifas de baixa tensão em R$/kWh cobrado pela Light no


mês de junho de 2015. (Fonte: Light, 2015)
5.2 Parâmetros Utilizados
Dados Climatológicos: U.S. Department of Energy
Taxa de Empréstimo: BCO TOYOTABRASIL S.A.
21,14% a.a.
Taxa Real de Desconto: Título do Tesouro Nacional
13,49% a.a.
Taxa de Inflação: 8,29%
Tarifa de Energia Elétrica
Perfil de Carga

Perfil de curva de carga residência de uma família de


classe alta. (Fonte: Autor)
5.3 Simulação Fotovoltaica
50 módulos da Kyocera Solar modelo KD150 GX-LFBS
2 inversores da GE modelo GEPVe-2500-240V

(a) (b)
Curva de eficiência do inversor da GE modelo GEPVe-2500 240V em (a) e curva
característica do módulo fotovoltaico da Kyocera Solar modelo KD140GX-LBFS em (b).
5.3 Simulação Fotovoltaica
Capacidade: 10kW
Custo Total: R$ 86.733,46

Gráfico da composição do preço de custo por watt de


uma instalação fotovoltaica de 10kW.
5.3 Simulação Fotovoltaica
Capacidade: 10kW
Custo Total: R$ 86.733,46

20,2%

62,3%

Gráfico da composição do preço de custo por watt de


uma instalação fotovoltaica de 10kW.
5.3 Simulação Fotovoltaica
Produção Anual de Energia

Gráfico da produção de energia elétrica anual de uma


instalação fotovoltaica de 10kW.
5.3 Simulação Fotovoltaica
Cenário 1: 0% Financiamento e 0% Incentivo

Dados gerais de uma instalação fotovoltaica de 10kW


para o cenário 1, sem financiamento e sem incentivo do
governo.
Gráfico do fluxo de caixa de uma instalação fotovoltaica
de 10kW para o cenário 1, sem financiamento e sem
incentivo do governo.
5.3 Simulação Fotovoltaica
Cenário 1: 0% Financiamento e 0% Incentivo

Dados gerais de uma instalação fotovoltaica de 10kW


para o cenário 1, sem financiamento e sem incentivo do
governo.
Gráfico do fluxo de caixa de uma instalação fotovoltaica
de 10kW para o cenário 1, sem financiamento e sem
incentivo do governo.
5.3 Simulação Fotovoltaica
Cenário 4: 0% Financiamento e 50% Incentivo

Dados gerais de uma instalação fotovoltaica de 10kW


para o cenário 4, sem financiamento e com 50% de
incentivo do governo.
Gráfico do fluxo de caixa de uma instalação fotovoltaica
de 10kW para o cenário 4, sem financiamento e com 50%
de incentivo do governo.
5.3 Simulação Fotovoltaica
Cenário 4: 0% Financiamento e 50% Incentivo

Dados gerais de uma instalação fotovoltaica de 10kW


para o cenário 4, sem financiamento e com 50% de
incentivo do governo.
Gráfico do fluxo de caixa de uma instalação fotovoltaica
de 10kW para o cenário 4, sem financiamento e com 50%
de incentivo do governo.
5.3 Simulação Fotovoltaica
Resumo Simulação Fotovoltaica

Resumo dos cenários simulados para o sistema fotovoltaico.


5.4 Simulação Heliotérmica
Capacidade: 10kW
Custo Total: R$ 148.841,30

Gráfico da composição do preço de custo por watt de uma


instalação heliotérmica do tipo disco Stirling de 10kW.
5.4 Simulação Heliotérmica
Capacidade: 10kW
Custo Total: R$ 148.841,30

51%

38,1%

Gráfico da composição do preço de custo por watt de uma


instalação heliotérmica do tipo disco Stirling de 10kW.
5.4 Simulação Heliotérmica
Produção Anual de Energia

Gráfico da produção de energia elétrica anual de uma instalação


heliotérmica do tipo disco Stirling de 10kW.
5.4 Simulação Heliotérmica
Cenário 1: 0% Financiamento e 0% Incentivo

Dados gerais de uma instalação heliotérmica do tipo


disco Stirling de 10kW para o cenário 1, sem
financiamento e sem incentivo do governo.0
Gráfico do fluxo de caixa de uma instalação heliotérmica
do tipo disco Stirling de 10kW para o cenário 1, sem
financiamento e sem incentivo do governo.0
5.4 Simulação Heliotérmica
Cenário 1: 0% Financiamento e 0% Incentivo

Dados gerais de uma instalação heliotérmica do tipo


disco Stirling de 10kW para o cenário 1, sem
financiamento e sem incentivo do governo.0
Gráfico do fluxo de caixa de uma instalação heliotérmica
do tipo disco Stirling de 10kW para o cenário 1, sem
financiamento e sem incentivo do governo.0
5.4 Simulação Heliotérmica
Cenário 6: 47,8% Financiamento e 52% Incentivo

Dados gerais de uma instalação fotovoltaica de 10kW


para o cenário 6, 47,8% financiado e com 52% de
incentivo do governo.
Gráfico do fluxo de caixa de uma instalação heliotérmica
do tipo disco Stirling de 10kW para o cenário 6, 47,8%
financiado e com 52% de incentivo do governo.
5.4 Simulação Heliotérmica
Cenário 6: 47,8% Financiamento e 52,2% Incentivo

Dados gerais de uma instalação fotovoltaica de 10kW


para o cenário 6, 47,8% financiado e com 52,2% de
incentivo do governo.
Gráfico do fluxo de caixa de uma instalação heliotérmica
do tipo disco Stirling de 10kW para o cenário 6, 47,8%
financiado e com 52,2% de incentivo do governo.
5.4 Simulação Heliotérmica
Resumo Simulação Heliotérmica

Resumo dos cenários simulados para o sistema heliotérmico.


5.5 Comparação dos Resultados Simulados
CSP produz 21,2% mais energia anualmente
CSP tem custo total 41,7% maior
CSP tem perda 10% menor
CSP tem eficiência ligeiramente maior
CSP precisa de 52,2% de incentivo com o restante financiado
PV precisa de 31,5% de incentivo sem financiamento
6.1 Conclusão
Geração Solar residencial precisa de incentivo do Governo

Rio de Janeiro tem DNI médio baixo

Investir em P&D
6.2 Trabalhos Futuros
Simular sistema fotovoltaico e heliotérmico em regiões com taxas de irradiação mais altos

Destaque Nordeste e Centro-Oeste


Duvidas