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PRÓ-REITORIA DE ENSINO – PROEN

DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR

MODELO DE ELABORAÇÃO DE
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

Salvador
2016

0
REITOR
Prof. Renato Anunciação Filho

PRÓ-REITORA DE ENSINO
Prof. Nilton Vasconcelos

CHEFE DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR


Profa. Jaqueline Souza de Oliveira

ELABORAÇÃO
ÍSIS CEUTA
TAE DO DEPARTAMENTO DO ENSINO SUPERIOR
JAQUELINE OLIVEIRA
CHEFE DO DEPARTAMENTO DO ENSINO SUPERIOR

LYGIA ZIGOLIS
PEDAGOGA DO ENSINO SUPERIOR

1
1.INTRODUÇÃO..................................................................................................................... 6
2.JUSTIFICATIVA................................................................................................................... 6
3.CONCEPÇÃO DO CURSO..................................................................................................6
3.1 OBJETIVOS DO CURSO (GERAL E ESPECÍFICOS)...............................................6
3.2 PERFIL DO EGRESSO..............................................................................................6
3.3 COMPETÊNCIAS......................................................................................................6
3.4 REQUISITOS DE ACESSO.......................................................................................6
4.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR..........................................................................................6
4.1 ESTRUTURA CURRICULAR.....................................................................................6
4.2 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO....................................7
4.3 COMPONENTES CURRICULARES DE EXIGÊNCIA LEGAL (EDUCAÇÃO DAS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA,
EDUCAÇÃO AMBIENTAL, EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E DISCIPLINA DE
LIBRAS)........................................................................................................................... 8
4.4 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO...............................................................9
4.5 ESTÁGIO................................................................................................................... 9
4.6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC)..................................................................9
4.7 ARTICULAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO................................................9
4.7.1 A Política de pesquisa.........................................................................................9
4.7.2 Política de extensão..........................................................................................10
5. PROCEDIMENTO METODOLÓGICO...............................................................................10
5.1 INTERDISCIPLINARIDADES...................................................................................10
5.2 A PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR (SOMENTE PARA AS
LICENCIATURAS)......................................................................................................... 10
5.4 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS – NO PROCESSO
ENSINO- APRENDIZAGEM (TICs)...............................................................................10
6. ACESSIBILIDADE.............................................................................................................11
7. SERVIÇO DE APOIO AO DISCENTE E AO PORTADOR DE NECESSIDADES
ESPECIAIS........................................................................................................................... 11
8. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO................................................................................11
8.1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM...........................................................................11
8.2 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO........................................12
8.3CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE
COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS...............12
9. GESTÃO ACADÊMICA DO CURSO.................................................................................12
9.1 COLEGIADO............................................................................................................ 12
9.2 COORDENAÇÃO....................................................................................................12
9.3 NDE......................................................................................................................... 12
10.INFRA-ESTRUTURA.......................................................................................................13
10.1 CORPO DOCENTE...............................................................................................13
10.2 COORDENADOR..................................................................................................13
2
10.3 EQUIPE TÉCNICO-PEDAGÓGICA (CORES/GRA, SECRETARIA E TÉCNICOS DE
LABORATÓRIOS).......................................................................................................... 13
10.4 INSTALAÇÕES (BÁSICAS E ESPECÍFICAS)........................................................13
10.5 BIBLIOTECA.......................................................................................................... 13
11.CERTIFICAÇÃO............................................................................................................... 13
11.1 Cursos Superiores de Tecnologia...........................................................................13
11.2 Cursos de Bacharelado e Licenciaturas.................................................................14
12. REFERÊNCIAS............................................................................................................... 14
13. ANEXOS......................................................................................................................... 14

3
APRESENTAÇÃO

Esse documento foi proposto pelo Departamento de Ensino Superior da Pró-


Reitoria de Ensino do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia- IFBA
para auxiliar o Núcleo Docente Estruturante e a Coordenação do Curso na
elaboração/alteração do Projeto Pedagógico de Curso Superior.
As orientações para construção do PPC foram baseadas nos formulários de
avaliação do INEP, bem como as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos
Superiores.
O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) expressa os principais parâmetros
para o desenvolvimento do curso. Deve ser construído de modo coletivo e
democrático. Não é um documento que, uma vez concluído e aprovado, torna-se
imutável, mas deve ser regularmente revisto.
É o documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas
institucionais com base nas DCNs. Entre outros elementos, é composto
pelos conhecimentos e saberes necessários à formação das competências
estabelecidas a partir de perfil do egresso; estrutura e conteúdo curricular;
ementário; bibliografia básica e complementar; estratégias de ensino;
docentes; recursos materiais; laboratórios e infraestrutura de apoio ao
pleno funcionamento do curso (SINAES, 2012).

O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) é um documento de orientação


acadêmica em que constam, dentre outros elementos, conhecimentos e saberes
considerados necessários à formação das competências estabelecidas a partir do
perfil profissiográfico, organizações curricular, didático-pedagógica e administrativa,
além da infraestrutura de apoio ao pleno funcionamento do curso.
O PPC deve ser construído em sintonia com o Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI), o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e com as Diretrizes
Curriculares Nacionais, voltado para a construção do conhecimento e associado às
ações de pesquisa aplicada e extensão.

O Departamento de Ensino Superior está a disposição para esclarecimentos


que se fizerem necessários. Esperamos contribuir com o sucesso dos trabalhos!

Salvador, Agosto de 2016

Dsup

4
I-ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

 CAPA
 FOLHA DE ROSTO
 LISTA DE TABELAS/FIGURAS
 DADOS DO CURSO

DADOS DO CURSO
HABILITAÇÃO Inserir a habilitação do curso
ENDEREÇO Inserir o endereço do campus
DESCRIÇÃO DO CURSO Inserir a descrição sumária do curso
DATA DE IMPLANTAÇÃO DO Inserir a data de implantação do curso
CURSO
REGIME ACADÊMICO Inserir a informação a respeito da periodização do
curso se é semestral, modular ou anual. Cada período
tem duração de 100 (cem) dias letivos.
NÚMERO DE VAGAS Inserir a quantidade de vagas ofertadas no processo
seletivo
TURNO DE FUNCIONAMENTO Inserir o turno que o curso será ofertado
NÚMERO DE TURMAS Inserir o número de turmas com a quantidade de
alunos
REGIME DE MATRÍCULA Inserir a informação a respeito do regime de matrícula
se é semestral, anual ou outro tipo.
DIMENSÃO DAS TURMAS Inserir a quantidade máxima de alunos nas aulas
teóricas e práticas
REGIME DO CURSO Inserir o Sistema de regime do curso (Créditos)
TEMPO MÍNIMO PARA Inserir o tempo mínimo para integralização1
INTEGRALIZAÇÃO
TEMPO MÁXIMO PARA Inserir o tempo máximo para integralização2
INTEGRALIZAÇÃO
TOTAL DE CRÉDITOS Inserir o total de créditos
CARGA HORÁRIA Inserir o total das seguintes cargas horárias:
Carga Horária de Créditos Práticos
Carga Horária de Créditos de Prática de Ensino
Carga Horária de Estágio
Carga Horária Total
FORMA DE INGRESSO Inserir a forma de Ingresso no curso

1 Consultar a Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007, que trata do tempo mínimo de integralização.
2 Consultar o Parecer CNE/CES nº 184/2006
5
II- ELEMENTOS TEXTUAIS

1.INTRODUÇÃO
Contextualização: missão; visão, concepção pedagógica, histórico
institucional e realidade regional com dados socioeconômicos e socioambientais e
culturais da região.

2.JUSTIFICATIVA
Contexto educacional local, relevância e Impacto que o curso superior provoca
junto à comunidade local e/ou nacional, com relação às questões de natureza
econômica, social, cultural, política e ambiental.

3.CONCEPÇÃO DO CURSO

3.1 OBJETIVOS DO CURSO (GERAL E ESPECÍFICOS)


Define o tipo de curso que se pretende ter, o que vai impactar no tipo de
profissional a ser formado. Os objetivos têm que apresentar coerência com a
missão, visão, perfil profissional do egresso, organização curricular, procedimentos
metodológicos e contexto educacional.

3.2 PERFIL DO EGRESSO


Adequação às DCNs do curso. Este tópico deve assegurar uma formação
profissional e humana necessária ao egresso para atuar no mundo do trabalho de
forma competente e cidadã.

3.3 COMPETÊNCIAS
Competências que o egresso deverá desenvolver para que se atinja o perfil
profissional desejado, este tópico tem que estar adequado às DCNs do curso e coerente
com os objetivos do curso e o perfil profissional.

3.4 REQUISITOS DE ACESSO


Acrescentar as informações a respeito da forma de acesso que segundo a
Norma do Ensino Superior do IFBA pode ocorrer por: Processo Seletivo, Portador
de Diploma de Nível Superior; Aluno Especial; Aluno Ouvinte; Aluno decorrente de
Convênio intercâmbio ou Acordo Cultural; Transferência Interna e Transferência
Externa (Compulsória ou Facultativa).
Lembrando que a entrada ao ensino superior é 100% pelo SISU.

4.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

4.1 ESTRUTURA CURRICULAR

Esta parte deverá conter informações sobre a organização curricular do curso


a respeito de sua estrutura, se é em eixos temáticos e/ou núcleo básico,
profissionalizante, complementares, específicos, além de sua inter-relação com as
políticas de extensão e pesquisa, como também a existência de temas relacionados

6
à pessoa com deficiência nos respectivos campos de conhecimento para contemplar
a lei 13146/2015 art. 28 Inciso XIV. E atendendo a DCN do curso, quando houver.

4.2 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO


Este item deverá apresentar a representação gráfica do perfil de formação, devendo
ser elaborado uma matriz curricular e o fluxograma do curso, com todos os componentes
curriculares. Há de se ressaltar que existe necessidade de se ter componentes
curriculares com temas relacionados à pessoa com deficiência nos respectivos
campos de conhecimento e presentes nas respectivas representações gráficas.
Abaixo segue um modelo de Matriz Curricular e Fluxograma.

MODELO DE MATRIZ CURRICULAR


C.H C.H C.H
Semestre III Área Pré-requisito Horas semanais Créd.
Teórica Prática Total

DISCIPLINA II XXX DISCIPLINA I X X X X X

DISCIPLINA XXX --------------- X X X X X

Totais X X X X X

MODELO DE FLUXOGRAMA

7
4.3 COMPONENTES CURRICULARES DE EXIGÊNCIA LEGAL (EDUCAÇÃO DAS
RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA,
EDUCAÇÃO AMBIENTAL, EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E DISCIPLINA DE
LIBRAS)
Além dos componentes curriculares exigidos pela DCN dos cursos
existem alguns componentes curriculares que são obrigatórios em quaisquer
cursos, conforme abaixo descriminados:

 Educação das Relações Étnico-Raciais e História e Cultura Afro-Brasileira,


Africana e Indígena - Base legal - Lei nº9394/96, com a redação dada pelas
Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, e da Resolução CNE/CP nº 1/2004,
fundamentada no Parecer CNE/CP nº 3/2004.

§ 1° As Instituições de Ensino Superior incluirão nos conteúdos de


disciplinas e atividades curriculares dos cursos que ministram a
Educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões
e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes, nos termos
explicitados no Parecer CNE/CP 3/2004. (Resolução CNE/CP nº 1/2004)

 Educação Ambiental

Base legal - Decreto nº 4.281/2002 e CNE/CP Resolução nº 2, de 15 de junho


de 2012

Indica a obrigatoriedade de se desenvolver Educação Ambiental em todos os


níveis e modalidades de ensino, descreve várias formas de metodologia de
trabalho, mas destaca a interdisciplinaridade3 e transversalidade como
metodologias para se desenvolver a Educação Ambiental.

 Educação em Direitos Humanos


Base Legal – Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012) e ao Parecer CNE/CP
8/2012 os artigos 6 e 7 das Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos
Humanos (Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012) indicam que o tema pode
ser desenvolvido das seguintes formas:
I - pela transversalidade4, por meio de temas relacionados aos Direitos
Humanos e tratados interdisciplinarmente;
II - como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes
no currículo escolar;
III - de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e
disciplinaridade.

3 Interdisciplinaridade é ter um objeto de conhecimento convencional tratado em disciplinas diferentes de


forma simultânea, articulada e integrada, no intuito de romper com a fragmentação do conhecimento e
possibilitar a aprendizagem mais orgânica
4 Transversalidade são temas, como por exemplo, o Meio Ambiente e deve ser integrado às áreas
convencionais de forma a estarem presentes em todas elas, relacionando-as às questões da atualidade (PCN,
Temas Transversais, p.29).

8
4.4 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Deverá ser explicitado no PPC se o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
está regulamentado/institucionalizado e como ocorrerão as seguintes questões: a
carga horária, formas de apresentação, orientação, coordenação.
4.5 ESTÁGIO
Caso o Estágio seja obrigatório, conforme DCN ou caso seja opcional, deverá
ser explicitado no PPC as seguintes questões: se está
regulamentado/institucionalizado, a carga horária, os convênios, as formas de
apresentação, a orientação, supervisão, coordenação e avaliação.
No caso das licenciaturas outras questões também deverão estar presentes
no PPC, além das citadas no parágrafo acima, conforme transcrito do Instrumento
de Avaliação de Cursos Superiores 2016 e inserido abaixo:
 A relação com a rede de escolas da Educação Básica - acompanhamento
pelo docente da IES (Orientador) nas atividades no campo da prática, ao longo
do ano letivo, com vivência da realidade escolar de forma integral, incluindo
participação em conselhos de classe/reunião de professores.
 A relação entre licenciandos, docentes e supervisores da rede de
escolas da Educação Básica a parceria entre docentes da IES, licenciandos e
docentes da Educação Básica, incluindo o supervisor de estágio;
companhamento/participação do licenciando em atividades de planejamento,
desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da Educação Básica; e
participação dos docentes da Educação Básica no processo de
orientação/formação dos licenciandos.
 A relação entre teoria e prática - articulação entre o currículo do curso e
aspectos práticos da Educação Básica, embasamento teórico das atividades
planejadas/desenvolvidas no campo da prática; reflexão teórica acerca das
situações vivenciadas pelos licenciando em contextos de educação formal e não
formal e produção acadêmica que articule a teoria estudada com a prática
vivenciada.

4.6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES (AC)


Este item deverá informar se as Atividades Complementares estão
regulamentadas/ institucionalizadas, como também a carga horária, a lista de
atividades e formas de aproveitamento.

Barema de Validação e Aproveitamento das Atividades Complementares


Atividade Realizada Quantidade de horas Quantidade máximo de Documentos
(AR) válidas como AC horas que poderão ser Comprobatórios
aproveitadas
Tipo de atividade X hs de atividade Até X hs Certificados e Declarações
realizada = X hs de Termos de Outorga de Iniciação
AC Científica ou
declaração/certificado do
professor orientador etc.

4.7 ARTICULAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO


Deve apresentar a relação do ensino com a pesquisa e a extensão no
desenvolvimento das atividades curriculares do curso, de acordo com a políticas
institucionais previstas no PDI.

9
4.7.1 A Política de pesquisa
 Estratégias para alcançar a política de pesquisa;
 Linhas de pesquisa e a articulação com o ensino e a extensão;
 Grupos de Pesquisa.

4.7.2 Política de extensão


 Estratégias para alcançar a política de extensão;
 Ações extensionistas visando à interação entre o conhecimento científico
produzido no curso e sua interface com a comunidade.

5. PROCEDIMENTO METODOLÓGICO
Descrição dos procedimentos metodológicos que serão utilizados no processo
educativo desenvolvido no curso, ou seja, estratégias, formas e mecanismos de
ação e intervenção no cotidiano acadêmico. Neste item há de se indicar que a
interdisciplinaridade, transversalidade e a relação teoria-prática estarão presentes no
desenvolvimento do currículo.
É indicado que a metodologia de ensino adotada no curso possibilite a
acessibilidade pedagógica e atitudinal e é importante que esta informação esteja
presente neste item, alguns documentos que devem ser referendados são: os
Referenciais de Acessibilidade na Educação superior e a Avaliação in Loco do
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), a Lei n°13.146/15 e
Resolução CONSUP 09/2015.

5.1 INTERDISCIPLINARIDADES
Neste tópico é essencial que seja inserido a forma que a interdisciplinaridade
ocorrerá, se vai ser por intermédio de projetos integradores, situações problemas,
desenvolvimento entre duas ou mais disciplinas, etc.

5.2 A PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR (SOMENTE PARA AS


LICENCIATURAS)
O PPC deve especificar como a Prática como Componente Curricular estão
organizadas no currículo e como serão desenvolvidas, devendo também :
 Especificar as cargas horárias das PCC cumpridas nas disciplinas;
 Especificar as cargas horárias das PCC cumpridas em atividades e/ou
projetos;
 Alocar carga horária das PCC integralmente na matriz curricular?

5.4 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TICS – NO PROCESSO


ENSINO- APRENDIZAGEM (TICs)

Indicar como as TICs estarão presentes no curso , indicando os produtos de


vídeos e multi-meios, lousas digitais, ambiente virtual de aprendizagem,
softwares educacionais etc.
Como será desenvolvida a acessibilidade digital para Pessoas com deficiência,
fazer referência ao Capítulo II do Título III, da Lei Brasileira de Inclusão, nº 13.146, de 6
de julho de 2015. É importante que seja inserido os aplicativos /programas específicos e
as tecnologias assistivas que serão utilizados, como por exemplo, o Dosvox, Virtual
Vision, Motrix, Calculadora, entre outros.

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6. ACESSIBILIDADE
Segundo a Lei Brasileira de Inclusão, nº 13.146, de 6 de julho de 2015 deverá
contemplar as ações que permitam a acessibilidade pedagógica, atitudinal,
comunicacional, programática e digital presentes no curso.
Observar e fazer referência à Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012 que
trata da Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, à
Constituição Federal, artigos 205,206 e 208 que tratam, respectivamente, do
direito, dever e finalidade da educação; dos princípios do Ensino; da garantia da
educação básica pelo Estado, ao Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011
que trata sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá
outras providências, à Resolução nº 09, de 28 de março de 2016, que institui as
Diretrizes para a Acessibilidade Pedagógica dos Estudantes com Necessidades
Específicas no âmbito do IFBA e ao Decreto nº 5.626/2005, que dispõe sobre a
Língua Brasileira de Sinais – Libras.
Observar e fazer referência à Portaria nº 3.284, de 7 de novembro de 2004,
que trata sobre os requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de
deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de
cursos, e de credenciamento de instituições.
Inserir a informação abaixo nos respectivos tópicos: Metodologia de Ensino,
Conteúdo Curricular, Avaliação, Trabalho de Conclusão de Curso, Bibliografia do
Curso, Integralização do Curso, Estágio (caso seja obrigatório pelas DCNs do
Curso) e da Certificação.
Informar que na entrada do estudante com deficiência o Projeto Pedagógico
será adaptado para que ocorra a acessibilidade plena desse estudante. Há de se
ressaltar que para cada estudante com deficiência será elaborado um Projeto
Pedagógico específico.

7. SERVIÇO DE APOIO AO DISCENTE E AO PORTADOR DE NECESSIDADES


ESPECIAIS
Descrever o apoio ao discente informando questões relacionadas à
Assistência Estudantil, ao Núcleo de Apoio Docente e a Coordenação Técnico-
Pedagógica no curso. Informando se o serviço contempla, “os programas de apoio
extraclasse e psicopedagógico, de acessibilidade plena, de atividades de
nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e
os programas de participação em centros acadêmicos e em intercâmbios.”
(Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância, 2016,
p. 14)
Falar a respeito do Serviço médico e psicossocial e do Núcleo de
atendimento às pessoas com necessidades especiais (NAPNE).

8. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

8.1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM


Descrever a forma de avaliação do corpo discente, com base na Norma
Acadêmica do IFBA, informando:
- como será a acessibilidade na avaliação.

11
- como o processo de avaliação contempla as competências e habilidades do
perfil profissional, - como ocorre a adequação dos instrumentos à metodologia
proposta

8.2 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO


Especificar os processos de acompanhamento e avaliação do PPC e como eles
ocorrerão com base na definição de seus objetivos, competências e habilidades,
estrutura curricular, flexibilização curricular, atividades complementares, pertinência
do curso no contexto regional, corpo docente e discente.
Avaliação do corpo discente sobre o curso - sua estrutura curricular, utilização
dos espaços educativos (laboratórios, bibliotecas, etc.), a atuação dos docentes,
estrutura física, comunicação com a coordenação do curso, etc.;
Avaliação do corpo docente - sua estrutura curricular, a auto-avaliação, estrutura
física, comunicação com a coordenação do curso, etc.;
Avaliação do corpo técnico-administrativo-a atuação dos docentes, discentes,
comunicação com a coordenação do curso, estrutura física, seu desempenho
contribuindo para o bom andamento do curso, etc.; e
Avaliação interna do curso através do índice de evasão, aceitação dos
formandos no mercado nacional e internacional e em programas de pós-graduação,
convênios, produção científica dos alunos, projetos integrados de ensino, pesquisa e
extensão, recursos e estágios remunerados obtidos em outras empresas, estrutura
curricular, biblioteca, média das avaliações anuais por grupos de alunos etc.

8.3CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE


COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ANTERIORMENTE DESENVOLVIDAS
Descrever as formas de aproveitamento de estudos e os procedimentos de
avaliação de competências profissionais anteriormente desenvolvidas, conforme
regulamentação interna do IFBA.
9. GESTÃO ACADÊMICA DO CURSO

9.1 COLEGIADO
Informar se o colegiado está regulamentado e institucionalizado como também:
- a composição (representatividade dos segmentos)
- o funcionamento ( periodicidades das reuniões, encaminhamentos e registros)

9.2 COORDENAÇÃO
Apresentar as funções, perfil e atribuições da coordenação e carga horária
destinada à coordenação, conforme regulamento do IFBA.

9.3 NDE
Comunicar a composição, titulação, regime de trabalho e permanência do
Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso e o ato de criação/definição dos seus
integrantes.
Destacar a atuação do NDE quanto ao desenvolvimento do curso, a
autoavaliação e a concretização das propostas do PPC.
Inserir as informações com relação aos seguintes aspectos: concepção,
acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC.

12
As informações referentes ao NDE tem que estar de acordo com o Regimento
do NDE do IFBA.

10.INFRA-ESTRUTURA

10.1 CORPO DOCENTE


Citar o número de docentes envolvidos com o curso, nome, carga horária, a que
componente curricular está vinculado e titulação.

10.2 COORDENADOR
Descrever sucintamente o currículo do coordenador do curso.

10.3 EQUIPE TÉCNICO-PEDAGÓGICA (CORES/GRA, SECRETARIA E TÉCNICOS DE


LABORATÓRIOS)
Descrever o nome e a função do servidor.

10.4 INSTALAÇÕES (BÁSICAS E ESPECÍFICAS)


Descrição dos materiais e espaços físicos existentes, bem como dos que são
necessários.

 Salas de aula;
 Laboratórios;
 Quadra/Ginásio;
 Espaços de convivência;
 Auditório.

10.5 BIBLIOTECA
Descrição da estrutura da biblioteca e os recursos disponíveis.

11.CERTIFICAÇÃO

11.1 Cursos Superiores de Tecnologia


Informar o tipo de certificação que será emitida após a integralização do
curso, integralmente ou parcialmente, ou seja, se será emitido um Diploma de
Tecnólogo após a integralização total do curso ou um certificado de qualificação
profissional referente a conclusão parcial de determinados componentes
curriculares.
Informar que a certificação obedecerá a legislação vigente, como também as
Normas Acadêmicas do Ensino Superior do IFBA.
As Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Tecnologia possibilita a
Certificação de Qualificação Profissional, conforme descrito abaixo, porém há de
ressaltar a necessidade que esteja definido na estrutura curricular os
componentes curriculares necessários para a obtenção de uma determinada
competência que será certificada, como também definido no tópico de
Certificação e Diplomação.

13
Art. 5º Os cursos superiores de tecnologia poderão ser organizados por
módulos que correspondam a qualificações profissionais identificáveis no
mundo do trabalho.

§ 1º O concluinte de módulos correspondentes a qualificações profissionais


fará jus ao respectivo Certificado de Qualificação Profissional de Nível
Tecnológico.

§ 2º O histórico escolar que acompanha o Certificado de Qualificação


Profissional de Nível Tecnológico deverá incluir as competências
profissionais definidas no perfil de conclusão do respectivo módulo.

11.2 Cursos de Bacharelado e Licenciaturas


Informar que após a integralização do curso será emitido um diploma,
informar também o grau obtido se é de Bacharel e em que (Engenharia Civil,
Arquitetura etc) ou se é em licenciatura (física, química etc) e informar que a
certificação obedecerá a legislação vigente, como também as Normas Acadêmicas
do Ensino Superior do IFBA.

12. REFERÊNCIAS
Incluir lista de referencias que foram citadas no corpo do texto.

13. ANEXOS
Incluir os anos que foram citados no texto, iniciando pelas ementas.

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DOCUMENTOS QUE SUBSIDIAM A ELABORAÇÃO DO PIC

LEGISLAÇÕES – ENSINO SUPERIOR

Legislações Gerais:

Lei de Diretrizes e Bases da Educação


Lei nº 9.394/1996
Nacional – LDB.
Sistema Nacional de Avaliação da SINAIS, de agosto de
Educação Superior – SINAES. 2003
Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior – SINAES e dá outras Lei nº 10.861/2004
providências.
Regulação, supervisão e avaliação de
instituições de educação superior e Decreto nº 5.773/2006
cursos superiores de graduação.
e-MEC - sistema eletrônico de fluxo de
Portaria Normativa nº
trabalho e gerenciamento de
40/2007
Avaliação e informações.
Regulação da Resolução CNE/CES nº
Conceito de hora-aula.
Educação Superior 03/2007
Institui a Rede Federal de Educação
Lei nº 11.892/2008
Profissional, Científica e Tecnológica.
Resolução CONAES nº
1/2010
Núcleo Docente Estruturante – NDE.
Resolução/CONSUP/IFBA
nº 17 de 27/08/2012
Instrumento de Avaliação de Cursos de
Instrumento de
Graduação presencial e a distância.
Avaliação de maio de
Ofício Circular DAES/INEP Nº 24, de 17
2012
de março de 2015.
Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais Resolução CNE/CEB nº 4,
para a Educação Básica de 13 de julho de 2010

Institui a Política Nacional de Educação


Lei nº 9.795/1999
Ambiental.
Educação Regulamenta a Lei no 9.795. Decreto nº 4.281/2002
Ambiental Estabelece as Diretrizes Curriculares
Resolução Nº 2, DE 15 DE
Nacionais para a Educação Ambiental
Junho de 2012

Normas gerais e critérios básicos para a


promoção da acessibilidade das pessoas
Decreto nº 5.296/2004
portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida.
Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais
Decreto nº 5.626/2005
– Libras.
Promulga a Convenção Internacional
Decreto nº 6.949, de 25
sobre os Direitos das Pessoas com
de agosto de 2009
Deficiência e seu Protocolo Facultativo
Dispõe sobre a educação especial, o Decreto nº 7.611, de 17

15
atendi- mento educacional especializado
de novembro de 2011
e dá outras providências
Dispõe sobre requisitos de acessibilidade
de pessoas portadoras de deficiências,
para instruir os processos de Portaria nº 3.284, de 7
autorização e de reconhecimento de de novembro de 2004
cursos, e de credencia-
mento de instituições
Art. 205 – Trata do direito, dever e
finalidade da educação.
Art. 206 – Trata dos princípios do Constituição Federal,
Ensino. artigos 205,206 e 208
Art. 208 - Trata da garantia da educação
básica pelo Estado
Acessibilidade a edificações, mobiliário, NBR 9050/2004, da
espaços e equipamentos urbanos. ABNT
Estabelece normas gerais e
critérios básicos para a promoção da
acessibilidade Lei Federal 10.098, de 19
das pessoas portadoras de deficiência de dezembro de 2000
ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências
Diretrizes para a Acessibilidade
Resolução Nº 09 de 28
Acessibilidade Pedagógica dos Estudantes com
de março de 2016.
Necessidades Específicas no IFBA
Institui a Lei Brasileira de Inclusão da
Lei nº 13.146, de 06 de
Pessoa com Deficiência (Estatuto da
julho de 2015.
Pessoa com Deficiência)
Referenciais de Acessibilidade na
Educação Superior e a Avaliação in Loco Avaliação de Cursos de
do Sistema Nacional de Avaliação da Graduação
Educação Superior (SINAES)

Pessoa com Proteção dos Direitos da Pessoa com Lei nº 12.764, de 27 de


Transtorno de Transtorno do Espectro Autista dezembro de 2012.
Espectro Autista

Diretrizes Curriculares Nacionais para a


Educação das Relações Étnico- Raciais e Resolução CNE/CP nº
para o Ensino de História e Cultura Afro- 01/2004
Brasileira e Africana.
Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação para Educação das Relações Étnico-Raciais Parecer CNE/CP nº
Relações Étnico- e para o Ensino de História e Cultura 03/2004
Raciais Afro-Brasileira e Africana.
Lei 10.639/2003
Inclui no currículo oficial da rede de
ensino a obrigatoriedade da temática
Lei nº 11.645/2008
“História e Cultura Afro-Brasileira e
Indígena”.

Estágio Lei que dispõe sobre estágio de Lei nº 11.788/2008


estudantes.

Educação em Diretrizes Curriculares Nacionais para a Resolução CNE/CP nº 1,


16
Direitos Humanos Educação em Direitos Humanos de 30 de maio de 2012

Cursos de Tecnologia:

Portaria Normativa
Denominação dos Catálogo Nacional dos Cursos Superiores nº 12/2006
Cursos de Tecnologia. Portaria nº
1024/2006
Catálogo Nacional dos Cursos Superiores
Portaria nº 10/2006
Carga Horária de Tecnologia.
mínima Diretrizes Curriculares Nacionais dos Resolução CNE/CP
Cursos de Tecnologia. 3/2002
Decreto 5.154 de
Certificação
23/07/2004 (Artigo
intermediária
6º e 7º)

Licenciatura:

Cadastro de
denominações dos
Denominação dos
Cursos de Graduação
Cursos
(bacharelado e
licenciatura)
Carga Horária Duração e a carga horária dos cursos de Resolução CNE/ CP
Mínima licenciatura, de graduação plena. nº 02/2002
Resolução CNE/CP nº
Diretrizes Curriculares Nacionais para a 1, de 18 de fevereiro
Formação de Professores da Educação de 2002 e Resolução
Básica CNE/CP nº 2, de 19
de fevereiro de 2002
Formação inicial em nível superior (cursos
de licenciatura, cursos de formação
RESOLUÇÃO Nº 2, DE
DCN pedagógica para graduados e cursos de
1º DE JULHO DE 2015
segunda licenciatura) e para a formação
continuada.

Bacharelado:

Cadastro de
denominações dos
Denominação dos
Cursos de Graduação
Cursos
(bacharelado e
licenciatura)
Carga horária mínima e integralização e
Carga Horária Resolução CNE/ CES
duração dos cursos de graduação,
Mínima nº 02/2007
bacharelados, na modalidade presencial.

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