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Definição de uma sintese:

Uma síntese é um resumo condensado dos conceitos mais relevantes sobre o tratamento
de um determinado tópico. O ato de reduzir a elaboração de um tópico a seus elementos
mais substanciais é especialmente importante para a realização de qualquer tipo de
estudo. Assim, o uso de resumos é de grande utilidade para enfrentar qualquer tipo de
educação formal.

Definição do resumo:

Resumo é uma exposição curta ou reduzida no referente a um assunto ou tema


determinado. No geral, o termo resumo faz alusão em um texto escrito onde se define os
pontos de mais importância. Dando uma descrição em termos gerais onde se tenta
oferecer aos que tem acesso ao tema, uma ideia, sem perder o contexto, sem perder a
linha do está escrito. Isso também acontece se a ideia é explicada de forma oral.

O resumo é uma apresentação de forma breve, porém precisa do conteúdo de um


documento, sem interpretação crítica e sem distinção do autor da analise. Pode-se
também dizer que resumo é uma breve redação que pretende recolher as principais
ideias de um texto.
Resumo dos excertos da obra "Como um Romance"

“Como um romance”, do pedagogo francês Daniel Pennac, é uma daquelas obras que
deveriam ser consideradas essenciais para quem trabalha com o incentivo à leitura. É
um livro revelador que nos aponta equívocos cometidos por diversos pais e educadores
na tentativa de fomentar o hábito de ler entre os jovens.

Em diversos casos, o efeito é desastrosamente contrário: afastamento em vez de atração.


Pennac relata a exitosa experiência, realizada entre ele e seus alunos, que leva em
consideração os diferentes tempos em que os jovens despertarão para a leitura, devido
às distintas experiências de cada um e ao modo como as obras lhes afetarão.

O livro pode ser considerado um ensaio-romanesco ou um romance-ensaístico, já que


fala sobre o processo de iniciação à leitura com o espírito crítico esperado de um ensaio
e com uma narrativa própria de um romance. Para quem gosta de ler, será uma
oportunidade para compreender os motivos que levam tantas pessoas a serem refratárias
ao hábito da leitura. Aos que não apreciam esse exercício, um conselho: deem-se mais
uma chance. Pode ser que descubram de onde surge a “leiturofobia”, perdendo, quem
sabe, essa aversão, num processo semelhante a uma análise cujo psicanalista é o próprio
leitor (ou não-leitor).

E pode ficar calmo, meu caro (ainda) não-leitor, você não será obrigado a gostar de ler,
Pennac não apontará um livro em sua direção como se portasse uma arma. Pode ler sem
pretensões e, provavelmente, irá se surpreender.