Manual para elaboração trabalhos acadêmicos

de

Manual para subsidiar a confecção de trabalhos acadêmicos nas Faculdades Borges de Mendonça, em seus diversos cursos.

NEDE

2010

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Não existe método infalível, nem tampouco padrões ou diretrizes preestabelecidas que se adaptem a qualquer situação; sempre ocorrerá a incidência de elementos pessoais próprios a cada pesquisador que lhe indicarão caminhos específicos de ação. (LEITE, 2000, p.18)

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Sumário

1 APRESENTAÇÃO...............................................................................................................4 ..............................................................................................................................6 2 CONHECIMENTO E CIÊNCIA..............................................................................................7 3 TRABALHOS ACADÊMICOS.............................................................................................10 ........................................................................................................................................14 ........................................................................................................................................14 4 REDAÇÃO DE TEXTOS CIENTÍFICOS...............................................................................15 5 A PESQUISA ...................................................................................................................31 6 ESTAGIO SUPERVISIONADO...........................................................................................37 7 INDICATIVOS GERAIS DE FORMATAÇÃO DE TRABALHOS...............................................45 8 MODELOS.......................................................................................................................53 9 REFERÊNCIAS.................................................................................................................77

4 1 APRESENTAÇÃO Em um curso de nível superior. podendo também contribuir aos estudantes de pós-graduação dos cursos das Faculdades Borges de Mendonça. Não temos a pretensão de abranger todas as questões envolvidas na Metodologia Científica. “dizer ou fazer qualquer coisa de qualquer maneira”. . a perspectiva é de o estudante ampliar e produzir conhecimentos. trata-se de um Manual para consulta por parte dos estudantes dos cursos de graduação. ou seja. e explicações que irão orientá-lo. o que não pode ser feito de qualquer forma. este Manual tem a responsabilidade de lhe fornecer um conjunto de diretrizes básicas. Com o objetivo de contribuir para que você enfrente o desafio de saber-fazer os seus trabalhos neste nível de ensino. recursos metodológicos.

3 – Não investigarás tem sem fonte. a menos que estejas maduro para produzi-la. 6.5 DECÁLAGO DO PESQUISADOR (AZEVEDO. 10 – Não ignorarás os teus leitores.Não escreverás uma obra-prima. 2000. 8. . 2 – Não pesquisarás o que está apenas na tua cabeça. a menos que o estudo seja precisamente sobre ela. 9 – Não farás uma colcha-de-retalhos.Não menosprezarás as normas. porque não és.8-9) 1 – Não cobiçaras o tema do teu próximo. a menos que pretendas transformá-la. 7 – Não te julgarás incompetente. a menos que a tua genialidade te permita prescindir dele. a menos que te aches mais importante do que eles. porque ela pode te liberar para o exercício da criatividade. porque a grama do jardim do teu vizinho não é mais verde. 4 – Não te perderás em meio à falta ou ao excesso de planejamento. 5 – Não desprezarás a rotina. porque a tua tarefa é fazer os dois e comunicarem. porque és capaz de um trabalho verdadeiramente intelectual. até prova em contrário. p.

Esse site é ótimo porque é possível ter acesso a vários artigos sobre o mesmo assunto. www.rausp.br/ Revista de Administração da USP. Na Biblioteca da nossa Faculdade é possível ter acesso as seguintes revistas científicas na área da administração: RAP – Rio de Janeiro – Revista de Administração Pública (Fundação Getulio Vargas) RAC – Revista de Administração Contemporânea RAE _ Revista de Administração de Empresas RAUSP . inclusive monografias. Disponibiliza os artigos na integra com acesso online. dissertações e teses na integra com acesso online.rae.br/ REAd . www. http://read. acesso aos resumos.br Este endereço é do SCIELO em português.com.br/rae/ Este site é da Revista de Administração de Empresas.6 Sugestão de Sites para pesquisa http://www. inclusive monografias.br Neste site você encontra vários tipos de obras.teses.udesc.anpad.bu. Disponibiliza os artigos na integra com acesso online.São Paulo) Revista da FAE (Centro Universitário Franciscano – Curitiba) RBRS – Revista Brasileira de Risco e Seguro (Fundação Escola Nacional de Seguros) Revista da UNIFEBE (Centro Universitário de Brusque) . www. publicada pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.scielo.Revista de Administração da USP Revista ADMpg Gestão Estratégica (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) Comunicação. http://www. mesmo que estejam em revistas diferentes e além do resumo é possível ler o artigo na integra com acesso online. Mas a versão na internet só permite aceso aos resumos dos artigos. www.org.usp.ufsc.br Site da Biblioteca da USP. Disponibiliza banco de teses e dissertações na integra com acesso online.ufrgs. dissertações e teses na integra com acesso online.br Neste site você encontra vários tipos de obras.br/rac/ Revista de Administração Contemporânea. Um portal que dá acesso a várias revistas acadêmicas.usp.Revista Eletrônica de Administração.adm.bu. Mídia e Consumo (Escola Superior de Propaganda e Marketing . www.

É um saber que preenche nossa vida diária e que se possui sem o haver procurado ou estudado. Trata-se de um tipo de conhecimento que não é refletido e se encontra misturado a crenças e preconceitos. Ele é transmitido de geração para geração por meio da educação informal. herdado dos antepassados. Filosófico. vulgar ou empírico. Por relacionar-se com o mundo de diferentes formas de vida. alias. em geral. É adquirido sem aplicação de um método e sem se haver refletido sobre algo. também chamado de ordinário. É um conhecimento adquirido através das experiências vividas e acumuladas por nós. cria intelectualmente representações da realidade. trazendo contribuições para a sociedade. ele. Teológico – religioso. atribuindo-lhes significação. as idéias que temos em relação ao mundo. pelo que se sabe. que tem consciência de sua existência e das relações sociais que o cercam. não explica a origem ou razão dos fatos. portanto. Por ser existencial. A essas representações chamamos conhecimento. e cada realidade possui o seu senso comum. o homem utiliza-se de diversas formas de conhecimentos. Conhecimento do tipo SENSO COMUM É a forma mais usual de conhecimento. por tradição. comum. se torna humano a medida que estabelece relações com os outros. no nosso dia-a-dia. por intermédio dos quais evolui e faz evoluir o meio em que vive. assistemático) e não ser crítico. Dentre esses conhecimentos encontra-se o: Senso-comum. são construídas sem questionamentos. Científico. Por ser fragmentado (porque difuso. independente de métodos ou pesquisa. de acordo com o seu tempo. Por ser empírico. tem que interpretar a si e ao mundo em que vive.7 2 CONHECIMENTO E CIÊNCIA O ser humano “parece” ser o único animal. Senso comum caracteriza-se por ser: .

• Acrítico. é indagar. valor ou idéia é: a filosofia indaga qual é a natureza e o significado de algo. É baseado em crenças. “porque o senti”. tanto os que adquire por vivência própria quanto os que se adquire “por ouvir dizer”. conforma-se com a aparência. (CHAUI. com aquilo que se pode comprovar simplesmente estando junto das coisas. porem o seu fundamento é a construção lógica de argumentos e raciocínio. qual é a origem ou as suas causas. Características do conhecimento religioso . Expressa-se por frases como “porque o vi”. porque o disseram”. pois não se contenta em obter respostas para as questões colocadas. relacionem-se entre si. verdadeiros ou não. isto é. pois esta “organização” das experiências não visa uma sistematização. O conhecimento filosófico é um trabalho intelectual. • Sensitivo. como e por que uma coisa. O conhecimento filosófico busca dar respostas as grandes indagações da humanidade. A fé religiosa é construída baseada em dogmas que são princípios. ou seja. Conhecimento FILOSÓFICO No conhecimento filosófico a reflexão sobre a realidade é orientada pela razão. Perguntar o que. qual é sua estrutura e as relações que constituem. • Subjetivo. A atitude filosófica. esclareçam umas as outras e possam ser testadas e provadas racionalmente.8 • Superficial. pois. portanto. valores e fé. a pretensão de que esses conhecimentos o sejam não se manifesta sempre de uma forma crítica. referente a vivências. pois. verdades sem questionamento ou necessidade de demonstrações. Conhecimento TEOLÓGICO OU RELIGIOSO As verdades acerca da realidade são alcançadas por meio do que aceito com revelação divina. nem na forma de adquiri-las nem na tentativa de validá-las. sistemático. “porque todo mundo o diz”. estados de ânimo e emoções da vida diária. 1995). e não pela razão. • Assistemático. mas também exige que as próprias questões sejam validas e que suas respostas sejam verdadeiras. é o próprio sujeito que organiza suas experiências e conhecimentos.

a ciência passou a produzir conhecimento sistemático. metódica e crítica. O conhecimento científico. • É um conhecimento falível. Dessa forma. O c onhecimento científico é mais um tipo de conhecimento que o homem faz uso para compreender. sua fundamentação surge na mente. Ele surge não apenas da necessidade de encontrar soluções para os problemas e as questões do cotidiano. soprado pela divindade que governa o objeto da crença. • É sistemático. por não se basear na razão. • É verificável. da religião e da própria filosofia. mas do desejo de buscar respostas e soluções. hoje sabemos que a verdade absoluta em relação ao conhecimento não existe. objeto da investigação. ao lado de outras. O caráter científico dos estudos e pesquisas só adquiriu status de ciência na idade moderna da história. tal como conhecemos hoje. ele é sempre aproximado. pois não é definitivo. como o conhecimento filosófico e o conhecimento de senso-comum. como vemos. . na medida em que suas proposições ou hipóteses têm veracidade ou falsidade conhecida por meio da experimentação e não apenas pela razão. portanto. mais preciso em relação às outras formas. data de um período muito recente. portanto. absoluto ou final. pois se configura como um saber ordenado logicamente. Ele compreende o mundo de forma sistemática. constituindo um sistema de idéias (teoria) e não conhecimentos dispersos e desconexos. ler e entender. postura típica do conhecimento filosófico.9 • Por inspiração. a ciência é apenas mais uma forma de conhecer o mundo. torna-se um conhecimento de inspiração na divindade e não admite dúvida. Conhecimento CIENTÍFICO O conhecimento científico se caracteriza pelo tratamento metódico e sistemático dos fatos referente à realidade. • Explica de forma global toda a realidade. vai para além do senso comum. que pode ser confirmada ou negada. • Pressupõe que existe uma autoridade divina que repassa o conhecimento (sagradas escrituras) • Ele busca sua fundamentação na crença. a realidade social. não verificável. suas hipóteses ou pressupostos são confrontadas com a realidade. Assim. Características do conhecimento científico • É um conhecimento eventual. Com a utilização do método.

Entretanto. comparação com outras obras da mesma área e avaliação da relevância da obra em relação às outras do mesmo gênero. apenas um resumo. resultando num texto em que o resumo e a voz crítica do resenhista se interpenetram. artigos em publicações periódicas). de uma obra por inteiro ou mesmo de um filme. editora. resenhas críticas. permite comentários e opiniões. então. p. inclui julgamento de valor. paper (texto escrito a partir de uma comunicação oral) etc. congressos ou outros eventos científicos. alguns destes trabalhos que nos aventuram. 3 apud MATTAR. A resenha pode ser de um ou mais capítulos. Recomenda-se que a resenha não seja apresentada como um resumo a que se acrescenta ao final uma avaliação ou crítica. trabalhos monográficos e/ou acadêmicos (monografia. A postura crítica deve estar presente desde a primeira linha. trabalhos de divulgação científica (notas ou comunicações científicas apresentadas oralmente em simpósios. Vejamos. ensaio. relatórios e informes científicos. existem diversos tipos de trabalhos científicos: trabalhos de síntese (sinopse e resumos). na medida em que novas proposições e o desenvolvimento de técnicas podem reformular o acervo de teoria existente. uma expedição intelectual que se assemelha ao ato de desvendar um mistério: é uma forma de exploração que nos leva a descobertas (GIBALDI. Um trabalho científico é uma aventura. 1999. Resenha A resenha é o mesmo que o resumo crítico. Os itens apresentados abaixo ajudam na construção da resenha: Autor (a) (es) 1. data) . 2008. trabalhos de conclusão de cursos de graduação e pós-graduação lato sensu. ou seja. A resenha não é. 157). p. portanto. 3 TRABALHOS ACADÊMICOS Temos utilizado com freqüência a expressão “trabalho científico” como se ela se referisse a algo definido ou individual.Referência Titulo Imprentas (local da edição.10 • É aproximadamente exato. além do resumo da obra. dissertação de mestrado ou tese de doutorado)).

sistematizada? • há originalidade e equilíbrio da disposição das partes? e) indicação da obra • a quem é dirigida: grande público. originais.. em relação as circunstancias sociais. históricas.11 bibliográfica Numero de paginas Ilustração (tabelas. didática. dos capítulos) 4. ed. Credenciais do autor Quem fez o estudo? Quando? Por quê? Em que local? Resumo detalhado das idéias principais Do que trata a obra? O que diz? Tem alguma característica especial? 3. especialistas. amplos. Eva Maria. coerente? • linguagem correta? d) forma • lógica.da época? b) mérito da obra: • qual a contribuição dada? • idéias verdadeiras. Conclusão do autor Quais foram? Modelo teórico 5. preciso. fotos) Informações gerais sobre o autor Autoridade no campo científico 2. simples? • claro. gráficos. Conhecimento Como foi abordado o assunto? Exige conhecimentos prévios para entendê-lo? O autor faz conclusões? (ou não?) Onde foram colocadas? (final do livro. objetivo. MARCONI. criativas? • conhecimentos novos. estudantes? Fonte: LAKATOS.. Fundamentos de metodologia científica. Marina de Andrade. de divulgação? • como se situa o autor em relação as escolas ou correntes teóricas. . São Paulo: Atlas. 1999. Quadro de referencia do autor Que teoria serviu de embasamento? Qual método utilizado? a) julgamento da obra • científica. abordagens diferentes? 6. Apreciação c) estilo • conciso. 4. econômicas.

temas para a pesquisa: a dificuldade está em decidir-se por um deles. Não faltam evidentemente.) • Enfoque (administrativo. qualitativo. setorial. comparação entre teorias. o que o limita de constituir-se em matéria para dissertação. mas deve ser adequado à capacidade e à formação do pesquisador e corresponder às suas possibilidades quanto ao tempo e aos recursos econômicos. contendo idéias novas ou abordagens que complementam estudos já feitos. tese ou livro. Tais textos devem seguir as orientações normativas dos trabalhos acadêmicos. outras datas passadas. estudo de um caso. observando-se a sua apresentação em tamanho reduzido. educacional.) • Circunstâncias espaciais (abrangência local. O tema pode surgir de um interesse particular ou profissional. mas textos com rigor científico que procedem à revisão de literatura disponível em uma temática. Para alguns são momentos de angustia. que deve ser suficiente e estar disponível. igualmente. Pode-se recorrer a algumas técnicas. O primeiro passo para a escrita de um artigo científico é a escolha do tema. comparação entre períodos. levar em conta o material bibliográfico. regional. Tem sido comum no meio acadêmico a solicitação de artigos que não necessariamente trata-se de comunicações de resultados de pesquisas. sociológico.) Quanto à estrutura.textuais. etc. quantitativo. textuais e pós-textuais. a Norma 6022/03 da ABNT indica a presença de elementos pré. Delimitar um tema é selecionar um tópico ou parte a ser focalizada. unidade.12 ARTIGO CIENTÍFICO O artigo científico consiste na apresentação sintética dos resultados de pesquisas ou estudos realizados a respeito de uma questão. deve-se delimitá-lo. observando-se em especial a NBR 6022/2003 ABNT que trata da apresentação de artigo em publicação periódica científica impressa. por exemplo: • Divisão do tema em suas partes constitutivas. Evite fixar a escolha sobre temas a respeito dos quais já existem ‘milhões’ de estudos exaustivos! Escolhido o tema. Na escolha do tema deve-se. de algum estudo ou leitura ou mesmo de uma observação. Em geral é publicado em revistas ou outros periódicos especializados. mas também pode ser solicitado como trabalho para conclusão de disciplina ou curso acadêmico. • Definição da compreensão dos termos • Circunstâncias temporais (atualidade. etc. etc. Adaptamos a Norma para nossa realidade acadêmica . uma área teórica.

e subtítulo (se houver) (o título deve conter o menor número de palavras capazes de descrever com precisão o conteúdo do artigo). Elementos textuais a) introdução: Parte inicial do artigo. glossário. que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto tratado. b) nome(s) do(s) autor(es) (colocar na primeira pagina. uma breve apresentação do(s) autor(es). c) resumo na língua do texto. Elementos pós-textuais nota(s) explicativa(s). os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do artigo. onde devem constar a delimitação do assunto tratado. (opcional) anexo(s). c) considerações finais: Parte final do artigo. em nota de rodapé. Caso necessário pode ser dividido em seções e subseções. na qual se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos e hipóteses. (opcional) a) b) c) d) e) . (opcional) apêndice(s). b) desenvolvimento: Parte principal do artigo. d) palavras-chave na língua do texto.13 e apresentamos abaixo os elementos componentes do modelo de artigo cientifico seguido pelas Faculdades Borges de Mendonça. Elementos pré-textuais a) título. (opcional) referências.

o objetivo e o conteúdo pesquisado. consistente e abrangente. Enfoca a relevância do assunto. REFERÊNCIAS 1 Na primeira folha inserir uma nota de rodapé com uma breve apresentação do autor. Você deve acrescentar suas considerações mais pessoais. bem como a síntese das considerações finais. p. segundo a ABNT. que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Palavra. apontar novas possibilidades de pesquisa. 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Não deve ser um resumo da obra.1 SUBTÍTULO ESCOLHIDO PELO ACADÊMICO Desenvolvimento desenvolvimento desenvolvimento desenvolvimento desenvolvimento desenvolvimento desenvolvimento desenvolvimento desenvolvimento. Ressalta o tema abordado no artigo.” Anuncia a idéia central do trabalho delimitando o ponto de vista enfocado em relação ao assunto e a extensão. objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. O resumo deve ser digitado sem parágrafos e recuos e deve estar formatado com espaçamento entre linhas simples. Situa o problema ou o tema abordado.” 2. Deve conter. . Apresenta o objetivo central do artigo.NBR 14720 (2002. Deve ser breve. Sugere-se não utilizar citações nesta seção. alinhamento do texto no modo justificado. 5) o desenvolvimento é “a parte principal do texto. 1 INTRODUÇÃO Segundo a ABNT . Palavra. que variam em função da abordagem do tema e do método. descrevendo clara e concisamente os pontos mais relevantes do trabalho. 5) a introdução é “A parte inicial do texto.TÍTULO ESCOLHIDO PELO AUTOR Conforme a ABNT . sem acrescentar dados não apresentados no texto. Dividi-se em seções e subseções. no caso de artigos de periódicos. entre 100 e 250 palavras. Palavras-chave: Palavra.14 TÍTULO DO ARTIGO CIENTÍFICO Nome do Autor1 RESUMO Trata-se de uma breve síntese informativa do conteúdo. Apresenta uma seqüência contínua de frases concisas e afirmativas. no tempo e no espaço. 2 DESENVOLVIMENTO . p. onde devem constar a delimitação do assunto tratado.NBR 14720 (2002.

o domínio do assunto escolhido. terá que ter havido uma boa investigação cientifica. consistência. Um texto pode ter as virtudes essenciais da clareza. Há uma dimensão estética no escrever. Mais adiante. Esta não é uma tarefa menos fácil do que reunir e analisar os dados. no fundo. 10. precisão. A aceitação destes pressupostos impõe maior responsabilidade ao autor. por parte do autor. O prazer está precisamente no estilo. Como todo texto. Israel. um pretexto para comunicar suas idéias. discutem-se as qualidades específicas do texto. encadeamento. . concisão. significa escrever para provocar prazer em sua leitura. ed. a comunicação cientifica também visa a persuasão. bem como sua capacidade de sistematizar. bem como algumas falhas comuns. Isto não implica em ceder ao fácil para convencer. que é aquela que demonstra. Para que haja uma boa comunicação cientifica.15 4 REDAÇÃO DE TEXTOS CIENTÍFICOS AZEVEDO. Seu texto terá que perseguir os princípios básicos de qualquer comunicação. contundência. que é. embora possa ter nascido de sua leitura. originalidade e fidelidade. constitui um gênero próprio. São Paulo: Hagnos. independentemente de sua genealogia ou teleologia. o autor apresenta os resultados de sua pesquisa. O texto científico. A advertência que se faz aos jornalistas se aplica aos cientistas. Nele e por ele. entre outros compromissos. correção. O prazer da produção científica. o que vier a ocorrer independente dele. são destacadas algumas qualidade globais da pesquisa cientifica. Toda interpretação é um esforço para ordenar o caos. 2001. Significa escrever de forma inteligível. da concisão e da precisão e ser enfadonho. A partir daí. A seguir. O conhecimento cientifico está voltado para a interpretação e transformação da realidade. como clareza. recriar e criticar o material escolhido. O texto é o estágio final deste processo. Mais que isso. como no ler. Um texto é para ser fruído.

mais ainda.. a partir da pesquisa bibliográfica.. Ou. que não podem ser Conjunções e locuções conjuntivas E. senão. num tratamento científico escrito. . já.. (aditivas). ora. b) Exposição clara. evitando o colóquio excessivamente familiar e vulgar. objetiva.. Ventura insiste que “é preciso ‘costurar’..já. isto é. f) Precisão e rigor com o vocabulário técnico. No entanto. a argumentação e compreensão do mesmo. A elaboração do relatório requer a aplicação de um conjunto de técnicas ou padrões de natureza formal que auxiliam o estudante na melhora da exposição de sua argumentação. explicitar os liames. e) Linguagem direta. o domínio de uma visão sobre o que o contextualiza. Mas. ao passo que. ..ora.) como ou (tanto) quanto. a ironia causticante. também. os recursos retóricos. p. concisa. produzir-se a informação nova (SOUZA. isto é.. (adversativas). d) Preocupação em redigir com um estilo capaz de equilibrar a simplicidade com o movimento . c) Cuidado em evitar períodos extensos. 73). contudo. idéias que se opõem ou contrastam entre si. todavia. como também. 1997. nem. (Não só. quer seja.. condizente com a redação científica.. p. O trabalho dissertativo requer a definição de um tema. 73).quer.) mas também.. entretanto. não obstante. senão. Assim.. apesar disso.. Expressar uma relação de exclusão ou alternância entre os dois termos ou entre as duas orações.. entre uma oração e outra” e reproduz um conjunto de expressões. porém. sem cair no hermetismo. pois não se concebem.ou. certos defeitos relevantes. (alternativas). constitui o procedimento adequado para.16 RECOMENDAÇÕES INICIAIS Na redação do trabalho científico não se deve descuidar da linguagem. compensação.seja.. importa respeitar os seguintes aspectos fundamentais: a) Correção gramatical: (convém solicitar a contribuição de um conhecedor da língua e da gramática para nos auxiliar). 1997. (tanto. no sentido de sistematizar as transcrições: Finalidade Expressar idéias similares ou equivalentes e estabelecer uma relação de soma aos dois termos ou às duas orações Expressar contrastes. enriquecendo a discussão que estará apresentando em seu texto (SOUZA.

já que. por isso. mesmo que. porque. Expressar idéias a conclusivas. visto como. maior. depois que.. QUALIDADES DA INVESTIGAÇAO CIENTIFICA DELIMITAÇAO PRECISA . pois. ainda que. nem que. Embora. sempre que. primeiro termo ou da primeira oração. depois que..) quanto. de forma que.. explicação do Assim. ao passo que. que. concomitância. dado que.. o mesmo que. Introduzir orações que expressam algum sentido de contrariedade.mais. no entanto. Que. Expressar o motivo. logo. dado que. Introduzir orações que funciona como o segundo elemento de uma comparação. consoante (conformativas). a qual. por conseqüentes. por muito que. não impede que o fato se realize. (conclusivas). (comparativas). como. (causais). desde que. se bem que.. (tão . a fim de que. (condicionais). Fonte: MESQUITA. 1995. porquanto. à proporção que. como. Introduzir orações anterior. Introduzir que indicam uma segundo.. assim que. por menos que. (temporais). (tal. (explicativas) Se. Introduzir orações que expressam simultaneidade. 366-370.. apesar de. mal. (mais. de modo que.) que.menos. melhor ou pior. tão ou tamanho.) que. contanto que. Roberto. Introduzir orações que indicam circunstâncias de causa. portanto. sem que (=embora não). até que. São Paulo: Saraiva. tanto. Introduzir orações que expressam hipótese ou condição. quando mais . por conseqüência. 3 ed. quanto menos. a não ser que. porquanto. bem como. desde que. que (=para que). Introduzir orações que indicam acordo ou conformidade. até que. apenas. caso. Porque (=para que).ou tanto. visto que.. (proporcionais) Quando. tal. uma vez que. Gramática da língua portuguesa. desde que. para que.. p. pois. que. logo que. de maneira que. que.. Como. sem que. de sorte que... (concessivas) À medida que. conseguinte. a menos que. menos. Porque. assim como. cada vez conseqüência do fato traduzido na oração orações que expressam circunstância de finalidade. mesmo quando. Introduzir orações que exprimem circunstâncias de tempo. por mais que. agora que. antes que. Conforme. salvo se.17 simultâneos. menor.

Já que ninguém pesquisa ou escreve sem este quadro teórico. especialmente as hipóteses de trabalho (que devem ser específicas. Boa parte das intenções de pesquisa não se materializa pela falta de uma delimitação precisa. sempre dirá respeito ao modo de observar e interpretar a realidade. Mesmo uma revisão bibliográfica pode preencher este requisito. o acumulo e a predição. O resultado é. RIGOR DOCUMENTAL Um dos elementos essenciais na comunicação cientifica é o rigor na documentação. relevante é o tema cujo conhecimento faz alguma diferença da vida das pessoas. tanto para o autor quanto para os leitores. o que contribui para a ampliação dos horizontes do próprio referencial teórico. FUNDAMENTAÇAO TEORICA O autor deve ter em mente que a pesquisa cientifica é um processo que consiste em interpretar fatos segundo um referencial teórico. Para isso. o assunto tratado se torna reconhecível e claro. A documentação deve ser apresentada . o leitor ainda se pergunta sobre o que afinal. RELEVANCIA TEMÁTICA O tema a ser tratado deve ser relevante e desenvolvido por meio da apresentação de dados e discussão de idéias. Cabe ao autor enunciar e fundamentar seu marco teórico. relacionadas com uma teoria e a referencia empíricas) e os modelos de analise (sejam eles descritivos. Isto significa que precisa estar adequadamente circunscrito (quanto ao tempo e ao espaço). explanatórios ou prescritivos). Alguns autores chamam-nos de método ou metodologia. De qualquer modo. a ausência deste pré-requisito dificulta a elaboração da comunicação dos dados. Mesmo quando esta comunicação é concluída. Uma delimitação precisa é o primeiro passo para a adequada condução de uma pesquisa. sejam eles obtidos pela observação ou pela leitura de autores. Por ela. deve ser original. O sentido deste marco varia de área para área do conhecimento. Mesmo quando é levada a cabo. Assim. plausíveis. pretendeu o autor.18 Para que a pesquisa tenha direção e possa ser aferida. entendido como a apresentação de informações sobre as fontes dos dados. para permitir a aceitação ou contestação das conclusões fornecidas. Esses procedimentos devem permitir a verificabilidade dos dados. De igual modo. o objeto (ou problema ou assunto) a ser investigado deve estar bem delimitado. entre outras facetas. CLAREZA NOS PROCEDIMENTOS Uma boa investigação indica com clareza os procedimentos adotados. ele precisa ser explicado. se reunir o material sob um eixo novo. num fluxo de retroalimentação constante. relevante é o tema que amplia os horizontes do conhecimento acerca de um objeto. mesmo que elas não o percebam. definido (quanto às categorias que emprega) e especificado (em relação à área maior do conhecimento em que se inscreve).

descrevem-se os dados levantados. fraseologicamente claro. oferecem-se os procedimentos empregados na coleta e na analise dos dados. Cada tipo de estudo pede um tipo de sequencia. cuida-se de delimitar e explicitar o tema. bem como indicar o quadro teórico da pesquisa. mesmo um capítulo de revisão de literatura. MÁ ORGANIZAÇAO DO MATERIAL EXPOSITIVO Os capítulos devem ser organizados de modo lógico. Uma comunicação cientifica. a partir dos autores mais expressivos. os quais serão analisados na seção seguinte: discussão. coerente e harmônico. Na revisão de literatura. As considerações finais servem a uma revisão geral do material apresentado e a uma indicação de potenciais desdobramentos da pesquisa. resultados e considerações finais. ORGANIZAÇAO LÓGICA O material deve ser apresentado numa seqüência lógica. precisa do toque pessoal do seu criador. terminologicamente preciso e estilisticamente agradável. Na seção materiais e métodos. Nos resultados. será útil explicar os objetivos da investigação. o trabalho deve evidenciar originalidade. o leitor poderá ficar com a sensação de não ter entendido aonde o autor quer chegar. Do contrário. FALHAS COMUNS NA INVESTIGAÇAO CIENTIFICA FALTA DE CLAREZA NOS PROPÓSITOS O autor deve ter sempre em mente seus objetivos na condução da pesquisa.19 segundo regras normativas universais e coerentes que permitam com facilidade e precisão a identificação dessas fontes. Isto significa tão somente dizer que precisa ser redigido de modo gramaticamente correto. faz-se um inventário do estatuto do conhecimento acerca do estudo. FALTA DE ORIGINALIDADE DO MATERIAL Desde a escolha do tema até a redação do texto final. ESTILO APURADO O texto deve ser escrito de modo apurado. . Na introdução. revisão de literatura. Há que ser sempre uma tentativa própria de contribuição para a compreensão do objeto investigado. Esse rigor é um dever ético indiscutível e uma condição indispensável para a verificabilidade dos dados. passando pela definição do referencial de analise e pela própria analise propriamente dita. Capítulos muito longos devem ser divididos. Alguns elementos são essenciais nessa apresentação: introdução. por isso. materiais e métodos.

DIMENSAO EXCESSIVAMENTE LONGA DE TITULOS DE CAPITULOS OU TOPICOS Os títulos. Um texto científico não é e nem pode parecer uma colagem. mantida uma distância entre eles e o autor do novo texto. INADEQUAÇÃO DA DEFINIÇÃO DE TERMOS OS termos empregados devem ser explicitados. não devem pretender sintetizá-lo. se isto for imprescindível. de quem não se deve abusar da paciência sob qualquer pretexto. deve seguir as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). ou teses. ESCREVA PARA SER LIDO. EXCESSIVA DEPENDENCIA DAS FONTES Os autores e materiais utilizados devem ser usados criticamente. que deve se lembrar que “o que é escrito sem esforço é lido sem prazer”. por isso. O compromisso de um pesquisador é fazer avançar o conhecimento e não apenas repeti-lo. O critério da adequação deve acompanhar o da atualização. .20 REPETIÇAO DE PALAVRAS. precisa estar em dia com as fontes. DESATUALIZAÇAO BIBLIOGRAFICA Além de abundantes. PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO 1. INCORREÇAO OU INCOERENCIA NO SISTEMA DE REFERENCIAÇAO DAS FONTES Seja qual for o sistema usado. monografias. se são de domínio comum. CONCEITOS E INFORMAÇOES A remissão a informações já apresentadas deve ser mínima e apenas para recordar o leitor. para estar em dia com este conhecimento. devem ser utilizados de modo consistente ao longo do texto. sejam artigos. Essas qualidades e essas falhas exigem cuidado por parte do autor. subtítulos e entretítulos devem ser apenas indicativos do conteúdo que se seguirá. as fontes devem ser atualizadas e adequadas.

Não escreva para provocar sono. você precisa acreditar na relevância da sua pesquisa e na qualidade do seu texto. ocupe-se da sua interpretação. QUALIDADES A SEREM ALCANÇADAS O texto científico deve ser redigido seguindo-se aqueles cuidados que lhe confiram clareza. tomando o cuidado de não repetir no texto os dados apresentados na ilustração. desenvolvido de um modo que ainda não foi experimentado. Se. seja rigoroso na escolha das palavras. mas para incendiar a imaginação. no seu texto há predominância de dados numéricos. Em síntese. Há várias maneiras de dizer uma coisa: procure a melhor. . Se suas idéias valem a pena. lerão aqueles que lhes parecerem mais originais. um pensamento raro. mais se escreve com simplicidade. 2. Escrever bem não é escrever difícil: é provocar sensações nos leitores. agradável e criativa. Não tenha em mente apenas o professor da disciplina que solicitou o trabalho ou o orientador da pesquisa ou a banca que a julgará. Escrever de modo autônomo é redigir numa perspectiva pessoal. 4. procure o melhor meio para atrair e para informar o leitor. eles vão folhear os textos candidatos e. Em resumo. o vocabulário pernóstico (cheio de palavras de uso raro. Cada tipo de pesquisa exige um tipo de relatório. as frases empoladas (que apenas dão a impressão de brilho). ele precisa se desenvolver por meio de um rico vocabulário. que se na manifesta na recusa ao uso das frases feitas. que só servem para fazer barulho. original é o texto que reflete uma imagem nova. embora o leitor geralmente a confunda com indigência mental mesmo. CULTIVE A SIMPLICIDADE. uma relação inédita. por fim. Não basta que seu texto contenha idéias. Quem escreve bem despreza o enfeite gratuito (seja um adjetivo ou frase rebuscada). por exemplo. 3. a falsa erudição (com citações desnecessárias e conceitos confusos). por exemplo. Para selecionar os que serão lidos. transformando o material em mãos numa obra do espírito e não numa colcha de retalhos alheios. Há sempre uma pilha de artigos e livros sobre a mesa dos leitores.21 Por isso. Descubra-o. organize-os em tabelas e gráficos. escrever de modo agradável é redigir de forma a despertar no leitor o prazer da leitura. Originalidade é também riqueza vocabular. mude de assunto. SEJA ORIGINAL. quando há as de uso comum e de mesma eficácia). Por isso. Quanto mais se conhece a língua. Essa riqueza permitirá evitar a cansativa repetição de palavras. reescrevendo (a maioria) e transcrevendo (quando indispensável) as idéias contidas nas fontes. que revela apenas a escassez vocabular do autor. Se não acredita. PROCURE O MELHOR MODO DE COMUNICAR SUAS IDÉIAS. pressuponha que está escrevendo para pessoas com interesses variados. Seu texto deve evidenciar que você escreveu algo que vale a pena ser lido. conquanto não haja elegância sem simplicidade. A melhor remuneração para um autor é despertar no leitor o seguinte comentário: "eu gostaria de ter escrito este texto". dos lugares-comuns e dos jargões profissionais. que os adjetivos se tornem como os chocalhos das vacas destruidores de cerca. A originalidade está no tratamento do assunto. A originalidade está numa redação autônoma. escrever de modo criativo é construir as frases de jeito a realçar os aspectos novos do problema tratado. Não permita. Para tanto. entre outras afetações. o texto deve ser elegante.

Assim. Na comunicação científica este um princípio áureo a ser buscado.Escreva em português. Depois. A .Procure dizer o máximo no mínimo. que são um meio de dizer. já resolveram. Um bom teste para a clareza do seu texto é solicitar sua leitura por outra pessoa. menores serão as suas chances. a eventual dificuldade do leitor pode residir na compreensão do assunto. Aliás. mas a falta de apuro da linguagem contribui para que se tenha idéias tolas. Todo texto deve ser escrito para ser entendido. Quanto maior. Um pensamento claro gera um texto claro. Os maiores cuidados devem ser tomados em três dimensões principais: a ortografia. está muito aquém do nível das idéias que apresenta. Ademais. com seus corretores eletrônicos. Dito de outro modo. igualmente o é que a concisão concorre para a clareza. CORREÇÃO . um autor seguro do que quer dizer não se perde em meio às suas palavras. às vezes. nota-se um vocábulo supérfluo encontra-se uma maneira de dizer a mesma coisa com menos palavras. a concordância e a pontuação. escrito segundo a ordem natural do pensamento e das regras gramaticais. Não escreva de modo a merecer a ironia de que "os escritores nebulosos têm um deus à parte" e "talvez por isso não se dão ao trabalho de filtrar seu pensamento". descobrese uma repetição de idéias ou de palavras. Sob a clareza de um texto devem estar as idéias mais densas. não escreva: "autores como lay e loy relatam que as decisões". por vezes complexo. diga logo: "isto requer um novo estudo". precisa dizer o máximo no menor número possível de palavras. O estilo depende da correção da linguagem. principalmente o científico. até mesmo os diários íntimos. prefira a concisão: "para lay e loy. jamais na obscuridade do raciocínio do autor. Por isto. Todo texto tem um estilo próprio. mesmo de alguns publicados. há autores que escrevem num dialeto próprio. seja a empregada na imprensa. "nada tem de frívola a guerra ao mau uso da língua'. a língua se torna feia e imprecisa porque as idéias são tolas. coerência. Se ela fizer alguma pergunta. CONCISÃO . não há dúvida que um dicionário não possa responder. não responda. que todo autor de texto científico almeja. Ser claro não é escrever de modo óbvio. como se sua leitura exigisse a presença permanente de um tradutor. seja aquela pela qual se expressam professores e alunos. os editores de texto.22 concisão. entre outras qualidades. Um dos critérios para a aceitação de original para a publicação (de artigos e livros) é a extensão do texto. CLAREZA . repita o teste. Neste sentido. Se é verdade que a clareza concorre para a concisão.Escreva para ser entendido. correção e precisão. mas a gramática é sempre a mesma para todos os textos. Não é renunciar à originalidade e à profundidade. A concisão se obtém com o exercício de reescrever. A clareza concorre para a concisão. vem sendo objetos de involuntários. não é alcançada com hermetismo. A cada vez que se faz isso. a língua. referindo-se ao idioma inglês. Assim. A ortografia. mas violentos maus-tratos. Por isto. a qualidade gramatical de textos científicos. Tome o texto e o reescreva. seja aquela usada no dia-a-dia das pessoas. Como acentuou George Orwell. e não um fim. "escreve claro quem concebe ou imagina claro". impedir a compreensão dessas mesmas idéias. ao ponto de. as decisões". Qualquer texto. Também não diga: "isto envolve a necessidade de um novo estudo". por exemplo. A profundidade.

quando empregados numa acepção particular. Esta inconsistência nada tem de elegante. por descrever fatos do passado no presente do indicativo. “o pesquisador". sem circunl6quios. A precisão exige que se busque a palavra certa. negando o que tem que ser negado. Enquanto essa palavra não é encontrada. A precisão conceitual e terminol6gica é absolutamente indispensável na comunicação científica. O melhor caminho é dedicar-se ao estudo da gramática nos pontos críticos.Provoque o leitor. os pronomes ou palavras que o autor usa para se referir a si mesmo devem guardar o mesmo cuidado. No entanto. A autovigilância é um dever. CONTUNDÊNCIA . à formatação das citações. O mesmo cuidado se aplica ao uso de numerais.Seja original. Evite as frases feitas. à grafia de palavras estrangeiras.Seja preciso nas palavras e nos conceitos. Procure até encontrar. depois que receber a primeira correção. Quando os termos são usados na sua acepção universal. Contudo. afirmando o que tem que ser afirmado. por exemplo. os pronomes de autotratamento e as grafias especiais de um modo coerente ao longo do "texto. O texto deve ir direto ao ponto. o texto tende a se delongar. O texto deve usar os tempos verbais. nós. o autor pode escolher um tratamento (eu. por exemplo. seja para marcar as posições do autor. sem eufemismos e sem explicações desnecessárias.23 concordância e a pontuação. as idéias batidas e as expressões vazias de novidade. ORIGINALIDADE . Solicitar a ajuda de quem não tem este tipo de dificuldade é outro recurso. está em dificuldades financeiras". CORREÇÃO POLÍTICA . PRECISÃO . Para os tempos verbais deve-se preferir a voz ativa. A frase deve ser vigorosa e não frouxa. "pretende-se"). A ambigüidade léxica é inaceitável.Escreva de modo politicamente correto. devido talvez a problemas de administração. devem ser definidos num glossário ou numa nota-de-rodapé. CONSISTÊNCIA . não precisam de definição. . é melhor redigir: "os balancetes demonstram que a escola está em dificuldades financeiras". a problema é quando o pretérito e o futuro são usados para descrever o mesmo tipo de situação. As afirmações devem ser fortes. É um recurso estilístico aceitável.Mantenha coerência nos termos. Aprender é mais fácil do que depender de terceiros permanentemente. "este pesquisador") ou buscar a impessoalidade ("a pesquisa pretende". etc. Para se referir a si mesmo como pesquisador. Assim. em lugar de dizer vagamente. "parece-me que a escola. De igual modo. no temor de não ter sido claro. Há sempre uma maneira diferente de dizer as mesmas coisas. Muitos autores optam. às notas bibliográficas. seja para criar impacto e persuadir. O importante é manter a escolha coerentemente ao longo de todo o trabalho.

cuide de escrever frases breves. sexista e racista (como "judiar" ou "denegrir"). entre outros. tanto para o autor quanto para o leitor.argumentum ad misericordiam: apelo à bondade do leitor para relevar falhas do redator: ("gostaria de ter me aprofundado no assunto. à luz dos seus conhecimentos. com as fontes e com o leitor. "somente um leigo afirmaria'). não deve apelar a falácias lógicas. mas não foi possível". Abstenha-se de superlativos. Na argumentação e no uso das fontes.argumentum ad verecundiam: apelo à autoridade de um autor: ("porque Dermeval Saviani disse. considere as seguintes recomendações. por vezes será melhor quebrá-lo em nome do interesse do leitor. mas não se desespere. Busque a qualidade. Para tanto. Na argumentação. Se você pode usar uma palavra em lugar de duas. Escreva de modo "eticamente correto".24 Sem fazer disto uma obsessão. não a quantidade de palavras. cuide dos detalhes. de modo a lhe permitir indicar meticulosamente todas as elipses e interpolações. O PARÁGRAFO .”). "em virtude da escassez de tempo. FIDELIDADE . "fazendo com que") e pronomes relativos ("o qual". não foi possível"). especialmente as de cunho político (como "classes desfavorecidas"). Afaste-se do emprego de expressões de conotação etnocentrista. parágrafos curtos e capítulos enxutos. Não torne desnecessariamente longas as frases. . aumentativos. o texto deve seguir parâmetros que impliquem em respeito ao objeto de estudo e às fontes empregadas. Cada' frase deve conter apenas uma idéia forte e a informação indispensável. O alvo deve ser dizer o máximo com o menor número possível de palavras. Tenha sempre em mente que o melhor texto é aquele que apresenta os resultados no menor número possível de palavras. diminutivos e adjetivos em demasia. procure ser o mais politicamente correto que conseguir. Não se deve acumular numa mesma frase idéias que não se relacionam e que podem compor outra frase. Ao anotar as informações. especialmente os etimológicos. A FRASE . Na busca deste ideal.. especialmente os minoritários. especialmente com apelos fáceis a recursos como gerúndios ("sendo que".De igual modo. Diante deles. a tendência dos leitores é passar para o próximo. . faça tudo o que estiver ao seu alcance para não distorcer os que os autores quiseram dizer. "cujo"). No uso das fontes. Fique atento. para evitar o uso de expressões que sejam ofensivas a grupos. Embora um parágrafo deva conter uma idéia completa. como as abaixo exemplificadas: . use uma e não duas.. concordará com a nossa hipótese". PARA ESCREVER MELHOR Procure ser claro e conciso.Seja honesto com o assunto.Não sobrecarregue uma frase com dados e idéias.argumentum ad populum: apelo à vaidade do leitor ("quem for inteligente. os parágrafos também não devem ser longos. que .

O mesmo vale para tópicos e capítulos. não é o tecnicismo (uso de vocabulário específico de uma área do conhecimento). É recomendável que contenham tópicos identificados por entretítulos. Os termos técnicos. portanto. o equilíbrio e a proporção. os tópicos e os capítulos entre si.Não confunda termo técnico com jargão. Se isto se constitui o que se convencionou chamar de vocabulário técnico. apenas para demonstrar erudição). que. os parágrafos. detalhar.Os mesmos cuidados devem ser considerados para a extensão dos capítulos. mantêm características gerais. aqui entendido como a linguagem de um determinado grupo. use esses termos. O CAPÍTULO . por vezes será necessário reescrever o texto até que alcance a concisão indispensável. quanto para demonstrar.Encadeie as frases. As qualidades básicas de um bom parágrafo são a unidade (contendo uma única idéia).Os termos utilizados devem ser precisos. a coerência (com as frases conectando-se entre si) e a ênfase (com destaque para a idéia principal). não tenha receio de empregá-la. pela força do pensamento". Cada parágrafo deve estar em harmonia e em tranqüila transição com o anterior e com o posterior. concisa e clara. restringir ou negar. O jargão acaba se tornando uma espécie de dialeto inteligível só . no entanto. O ENCADEAMENTO . parágrafos. Para alcançar essas qualidades. mas é imprescindível que haja uma hierarquia entre eles. que sempre concorre para a clareza. Trata-se de observar a lógica. Portanto. para serem compreendidos. evitam o rodeio de palavras. O problema. numa seqüência lógica. que não devem ser excessivamente longos. meta permanente de quem escreve. Procure tornar cada frase um desenvolvimento do que veio antes. As partes (frases. Há uma especificidade nos textos científicos. VOCABULÁRIO TÉCNICO . quando forem necessários e familiares à audiência. A ESCOLHA DAS PALAVRAS Pese cada palavra antes de escolhê-la. JARGÕES . Alguns aspectos específicos são aqui considerados. tanto para explicar. tópicos e capítulos) devem "ligar-se não com barbantes. Se forem palavras e expressões brasileiras. demonstradas pela numeração ou pelo uso de tipos de letra diferentes. A numeração seqüencial deles não é indispensável. Faça o texto fluir naturalmente e não andar aos solavancos. É bom também que os capítulos guardem um certo equilíbrio quantitativo entre eles.25 dificilmente tolera um parágrafo com mais de linhas. Lembre-se que toda palavra tem um peso que varia segundo sua expressividade e "de acordo com sua capacidade de sintetizar uma informação". mas com a lógica das idéias. Lembre-se que a construção de um texto se assemelha ao trabalho de um pedreiro: "cada tijolo apóia o que lhe é posto em cima e nenhum deve atrapalhar a harmonia do conjunto". mas a técnica (o abuso deste vocabulário desnecessariamente. que deve ser precisa. por sua aceitação universal. não será preciso aspá-Ios.

: Varig.. Banespa. Não se deixe seduzir pelo fato de que uma boa palavra para o termo já exista em língua estrangeira. Percorra primeiro o dicionário. medidas e siglas de instituições e partidos. USP. especialmente o inglês.26 para os iniciados.. 40 O jargão.. medidas. [Ex..Resista à tentação de criá-Ios. o nome da instituição deve vir por extenso. seguido de sigla entre parênteses. Sra.: Prof. Capes. [Ex. exceto títulos de tratamento.: CNPq. As pessoas não "falecem". Trata-se de uma linguagem burocrática que não necessariamente demanda o uso de termos especializados. oferecem-se algumas regras específicas consagradas pelo uso.Só devem ser empregadas se forem transcrição de depoimentos. 1 kg. NEOLOGISMOS .Para a primeira ocorrência. 30 m. pela sua capacidade de nada dizer. Veja primeiro se a língua portuguesa já não tem o termo de que você precisa. com espaço entre o valor e a unidade de medida. IBM. 55 kg. Se for o caso. para apoiá-lo na produção de um texto melhor.. Excia. Dra. 11. GÍRIAS .. for necessária. mas sem pontuação interna e sem plural. Abreviaturas . ABREVIATURAS E SIGLAS . EUFEMISMOS . BNDES]. Dr. 1 m. nem isto é necessário. GRAFIAS ESPECIAIS A seguir. Sr. seja parcimonioso. Evite-os. de fato. Petrobrás] ou representam partidos políticos. elas "morrem" mesmo. justifique a criação numa nota-de-rodapé.] Pesos.. 16 h. PMDB.No caso de títulos de tratamento. [Ex. deve ser evitado.. 331. 4 km. pesos. etc. dias e horas também devem ser abreviados.: Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep). Se. Consulte bons autores. devem ser escritos preferentemente de forma abreviada e sem qualquer destaque tipográfico.Não se abreviam palavras no texto. 5ª feira.: PT. 1 km. . Prona. para alguns tipos de palavras e expressões. sua construção. [Ex.A linguagem acadêmica não admite eufemismos.] Quando o nome da sigla for mais conhecido.] Em alguns casos. [Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). exceto quando cada letra for pronunciada à parte [Ex. Cel. MEC]. quando as siglas alcançam o status de marcas [Ex.] As siglas com mais de três letras devem ser grafados em letras minúsculas [Exemplos: Unimep. faz-se o procedimento inverso. Profa. 16h 15min 13s] Siglas .

as exceções à regra são "cem". 140 Congresso de Filologia].: campus. Se no parágrafo.Os títulos das obras citadas. há números abaixo e acima de 11. exceto na indicação de anos. Se isto for necessário. O melhor é inverter a ordem da frase. campi. "milhão" e "bilhão". No caso dos cardinais. devem vir entre aspas ou em itálico. desde que o faça com consciência e de modo padronizado ao longo do texto.: status quo.” status quo”] Cuidado com aquelas palavras latinas que têm a mesma pronúncia em português mas são grafadas diferentemente e devem aparecer em itálico. software. encontro (e não meeting). devem ser grafadas em itálico.: Luís XV] e nomes oficiais [Ex. use ponto para os milhares. Aquelas palavras de uso muito freqüente. padrão (e não standard) e desempenho (e não performance). o número deve vir por extenso. Assim. em letras normais. Números fracionários devem vir por extenso. século 12].: I Exército. Quando houver correspondência. shopping center. é preferível escrevê-Ios com algarismos. NUMERAIS . prefira algarismos arábicos. Para a menção a século.: Primeira Guerra Mundial. a exemplo do que se faz com tabelas e gráficos. strito sensu. prefira balé (e não ballet).: século 10.As regras para a grafia de palavras compostas (com hífen) são bastante claras. é recomendável no início do texto apresentar uma lista delas (também neologisticamente chamada de siglário). Não se deve começar período com numerais. NOMES DE OBRAS E AUTORES . Deve-se tomar muito cuidado com a concordância. "mil". por exemplo.27 Quando houver uma profusão de siglas. Algumas normas exigem-nos em letras maiúsculas. [Ex. para as quais não há correspondência em português.: Homo sapiens].A regra básica é grafá-Ios por extenso até dez e com algarismos a partir de 11. [Ex. Não se deve colocar entre parênteses o número por extenso. PALAVRAS COM HÍFEN . pela simples razão que facilita a leitura. Os nomes dos autores devem aparecer sem qualquer destaque. Escolha um destes cuidados e o mantenha ao longo do trabalho. Use algarismo romanos apenas para títulos de reis e papas [Ex. Preste atenção. PALAVRAS EM OUTROS IDIOMAS . . não é necessário empregar O para dias e meses. XV de Novembro]. Quanto a outras expressões em latim.Em geral. Nos demais casos. embora enfeiem o texto. No caso de nomes científicos em latim. siga-as. slide. a convenção é grafá-Ios em itálico. No caso de datas. as palavras estrangeiras devem ser grafadas em itálico ou com aspas. tanto para os cardinais quanto para os ordinais. você pode grafá-la sem qualquer destaque. embora seu domínio não seja muito comum. A partir de mil. não hesite em empregá-Ias. No entanto. com a primeira palavra começando com letra maiúscula [Ex. quando aparecem no texto. neste caso. lato sensu]. como marketing. fique com os arábicos [Ex. use itálico ou aspas [Ex.

em termos de Antes de mais nada A ponto do/da Ao ponto de Ao invés de A ponto de o/a . Em alguma escola. mesmo que involuntariamente. CUIDADO COM ESSAS PALAVRAS E EXPRESSÕES Segue. "colocação".  Evite empregar palavras rebuscadas. Use sinônimos. sublinhados.) surgiu.  Evite as frases feitas. como "em nível de".. Azevedo (2000. etc.  Evite as redundâncias.. o que redunda em superficialidade e prolixidade. "Gadotti vai dizer que. obstaculizar.: conformamente.. por influência do espanhol É possível algo antes do mais nada Errado Quer dizer “ao contrário de” e não “em lugar de” Sugestão A maior parte (. oportunizar. sejam vocábulos dicionarizados. que se acha parcialmente transcrito a seguir: Expressão A maior parte (.]  Evite expressões que datam o texto.  Evite recorrer. Essas expressões do jargão universitário são vagas e imprecisas. "corrente ano".. Considere que o seu texto terá uma vida longa. cuja consulta pode ser útil. objetivar.) afirmam À medida em que À nível de Cuidado Concorda com o coletivo Concordância condenável Errado “a nível de”simplesmente não existe apesar de seu uso geral... "todos sabem").. p..) surgiram A maioria (.. A maioria (. uma lista de palavras e expressões que são objeto de dúvidas. a modismos lingüísticos.. Pegado". [ Ex.  Evite repetir conceitos ao longo do texto e palavras na frase (basta uma vez). agora.  Evite perder-se em pormenores. etc. itálicos. Escreva de tal modo que a ênfase decorra da impressão que o texto provoca no leitor.) afirma À medida que Em nível de. como "os alunos são a razão de ser da Escola Prof. "neste mês". como "recentemente". Não deixe que seu texto envelheça logo.28 OUTROS CUIDADOS  Evite abusar de destaques (negritos.”.129-133) pede cuidado com certas palavras e expressões “perigosas” e apresenta um rol delas. detalhando superfluamente.  Evite apelar para generalizações (do tipo "a maioria acha". os alunos não são a sua razão de ser? Cada frase deve ser produto de uma reflexão. Seja preciso nas suas informações. maiúsculas). sejam neologismos. que pareçam demonstrar erudição. e tratar de assuntos alheios ao problema em consideração.

bem como o com o primeiro sujeito aluno.(como pesquisador pesquisador) penso que Todo erário é público Erário Erro crasso Exceção Locução inexistente Em face de O verbo é impessoal Faz dez anos que. diante de Exige acento Modismo lingüístico Use sinônimos Concordância singular E não “a grosso modo” .. pois todo Elo elo é de ligação Quer dizer “em lugar de”e não “ao contrário de” Brasileirismo nada Fundamentação: eufônico fundamentar É adjunto adverbial de Na condição de tempo..29 Apesar de Apesar do Assim como Bem como Até porque o autor Bimensal Bimestral Cerca de Citar Colocação Com exceção de Dar conta de De encontro a Deixar claro Dentro A contratação dificulta a Apesar de o autor achar identificação do sujeito que O verbo deve concordar O professor. “até” é desnecessário É duas vezes por mês É de dois em dois meses Concorde com o numeral Porque o autor Denegrir Desapercebido Despercebido Desde um ponto de vista De vez que Dia-a-dia Dia a dia Durante o tempo em que Elo de ligação Em vez de Embasamento Embasar Enquanto Erário público Excessão Face a Fazem dez anos Frente a Fórum/Fóruns Garantir Grande número Grosso modo Cerca de 200 pessoas compareceram Deve ser usado apenas Mencionar para referência a citações Evite a frase feita “o autor O autor observa que faz a seguinte colocação” Prefira a concisão Exceto Frase feita – evite Quer dizer contra.. Não confunda com “ao encontro de” Concorda com o objeto Deixar claras as coisas É um adjunto adverbial de “Como parte de um lugar – evite frases como processo de marketing “dentro do processo de empresarial” marketing empresarial” Palavra politicamente incorreta e preconceituosa Significa desprevenido Significa desatento “desde” é uma preposição para indicar tempo “de vez”quer dizer “de Uma vez que ou vez que maneira decisiva” Indica rotina Equivale a diariamente Prefira a concisão Enquanto Redundância.. Evite enquanto pesquisador. sabe da verdade. Locução inexistente Em frente de.

. na qual Ou seja Paralelo a isto Por sob Pra Praticar preço Quorum Resgate histórico Sendo que Scritu sensu Somente um leigo afirmaria Suscinto Sumarizar Tanto quanto/tanto como Todo um processo Um grupo de (. exige hífen Errado Palavra composta. exige hífen Use somente para lugar Não escreva no sentido “em que”.) entrevistou Muitos Geralmente Viger . evite Não é acentuada Palavra latina Lugar comum. “na qual” Não deve começar frase Evite Locução inexistente Não é necessário o acento Modismo.30 Há anos atrás Haja visto Item Judiar Latu sensu Matéria-prima Na medida em que Obra-prima Onde Se aconteceu “há anos”. só pode ser “atrás” Errado Não tem acento Palavra politicamente inaceitável. evite Evite Errado Deselegante Errado De fazer resumo Prefira o verbo no plural Evite Prefira a concisão Lugar comum Errado Há anos Haja vista Lato sensu Na medida que Em que.. por preconceituosa contra os judeus Errado Palavra composta.) entrevistaram Uma grande quantidade Via de regra Vigir Em outras palavras Paralelamente a isto Sob Cobrar Quorum Stricto sensu Sucinto Sumariar Tanto o professor quanto o aluno optou por Um processo Um grupo de (...

A pesquisa parte. de uma dúvida ou problema e. nosso próprio aprendizado sobre a vida constitui uma série de pequenas ou grandes pesquisas. através do emprego de processos científicos. todos nós realizamos vários tipos de pesquisa ao longo de nossa vida. A pesquisa cientifica é a realização concreta de uma investigação planejada. As características almejadas para o conhecimento científico exigem a utilização do método e do rigor científicos em todas as etapas de uma pesquisa. A pesquisa cientifica é uma atividade voltada para a solução de problemas. É o método de abordagem de um problema em estudo que caracteriza o aspecto científico de uma pesquisa. busca uma resposta ou solução. com o uso do método cientifico. Nos . desde o seu projeto até a elaboração do relatório final e conseqüente comunicação de seus resultados. desenvolvida e redigida de acordo com as normas de metodologias consagradas pela ciência. pois.31 5 A PESQUISA De certa forma. A rigor.

tornando o trabalho confuso. pertinência e suficiência do trabalho. ressalta a importância do projeto. que é a apresentação e defesa da monografia jurídica”..] a experiência vai lhe ensinar que o início de uma pesquisa. ou seja.. p. sem projeto. aceito. fornecendo-lhe todos os elementos essenciais para que ele julgue a importância. ELEMENTOS DA PESQUISA A pesquisa científica deve ser planejada. utilização de linguagem e veículos apropriados. principalmente na área social.32 processos de comunicação. O pesquisador. agir desta maneira. geral acumulativo. . 45). reduplicando esforços inutilmente e que. é necessário ter ética e algumas habilidades para que o ‘objeto’ de analise não sofra conseqüências negativas. Para Oliveira (1999. racional objetivo. é motivo de muita pesquisa começada e não terminada. 40). p. porém o principiante pode supor que elaborar projetos é perder tempo e que o melhor é começar imediatamente o trabalho da pesquisa. pois o conhecimento científico deve ser comunicável. organizações. p. apresentação lógica e encadeada dos assuntos. histórias de vida. aberto. no entanto: [. é lançar-se à improvisação. Para Severino (2000. 1998. útil. antes de ser executada. lida com fatos e questões que envolvem pessoas. Azevedo (2000. 138) o projeto “define e planeja para o próprio orientando o caminho a ser seguido no desenvolvimento do trabalho de pesquisa e reflexão. alguns protocolos devem ser observados. 15) o projeto de pesquisa serve de guia “para a realização das etapas que deverão ser cumpridas até alcançar-se o objetivo final. os instrumentos e estratégias a serem usadas”. explicitando as etapas a serem alcançadas. sistemático. É o que veremos a seguir. p. afirmando que é “impossível executar-se uma pesquisa sem que se faça antes o seu projeto. que consiste n planejamento das diversas etapas a serem seguidas e na definição da metodologia a ser empregada ao longo da pesquisa”. dando insegurança ao mesmo. num lastimoso esbanjamento de tempo e recursos (RUDIO. é motivo de muita pesquisa começada e não terminada. No entendimento de Hübner (1999. verificável e falível. p. o que implica a inclusão de elementos obrigatórios. 39) a função primeira do projeto é esclarecer ao leitor o objetivo principal do trabalho e o caminho (método) para atingi-lo. compartilhável.

enquanto que Rudio (1998. p. e Ventura (2000. por exemplo: . Às vezes seu orientador indica o tema. Isto significa que ali. p. p. Na escolha do tema. tratam do projeto como sinônimo de plano. 81). Qual assunto? Qual objeto? Qual temática? • Escolhido o tema. quanto ao tempo e aos recursos econômicos. que deve ser suficiente e estar disponível. p. de algum estudo ou leitura ou mesmo de uma observação. O tema pode surgir de um interesse particular ou profissional. e deve fazê-lo de forma organizada e em linguagem objetiva. 133) e Leite (2000. sempre atentado para a área de concentração do Curso e enquadrando a sua pesquisa nas respectivas linhas de pesquisa. Delimitar um tema é selecionar um tópico ou parte a ser focalizada. grifo do autor). Recursos Humanos??? • Escolhido a área de atuação. p. que são os planos. Não faltam evidentemente. o próximo passo é a escolha do tema propriamente dito. O melhor conceito operacional foi formulado por Pasold (2000. afirma que o plano do trabalho e projeto responde ao planejamento concreto da execução da pesquisa. 46) considera o projeto como um todo. Finanças. mas não o mais fácil. Pode-se recorrer a algumas técnicas. Marketing. igualmente. A ESCOLHA DO TEMA A escolha do tema é o primeiro passo no planejamento da pesquisa. O tema deve ser adequado à capacidade e à formação do pesquisador e corresponder às suas possibilidades. Pasold (2000. já que é integrado de partes. o pesquisador colocará todos os aspectos básicos da investigação que pretende encetar. Temos que escolher entre tantos interesses e ainda levar em conta a viabilidade da pesquisa. para que: O Projeto de Pesquisa é o plano de intenções do investigador. vinculando sua pesquisa a outras. p. Evite-se fixar a escolha sobre temas a respeito dos quais já existem ‘milhões’ de estudos exaustivos! • O primeiro passo é a escolha de qual será Seu campo específico de estudo. 104). Para alguns são momentos de angustia. 133. deve-se. temas para a pesquisa: a dificuldade está em decidirse por um deles.33 Eco (1998. 70). deve-se DELIMITÁ-LO. levar em conta o material bibliográfico.

A elaboração clara do problema é também fruto de uma revisão da literatura. d. escolha um tema que possa ser abordado na organização escolhida. com mais precisão. e do tempo disponível. formular perguntas e levantar hipóteses. É também importante levar em consideração o tempo disponível para a realização da pesquisa. a. leva o pesquisador a reflexão e maior segurança sobre o assunto. pois as vantagens da formulação do problema são muitas: a) b) c) d) delimita. Você deve ser prático. b. O tema escolhido deve ser questionado. Nunca se passa diretamente da escolha do tema à coleta de dados. Isso pode acontecer na forma de formulação de perguntas. qual tipo de resposta procurar. aponta a metodologia a ser adotada Formulação de hipóteses Podemos pensar em hipótese como a suposição de uma causa ou lei destinada a explicar provisoriamente um fenômeno até que os fatos a venham contradizer ou afirmar. os custos envolvidos e a possibilidade de se chegar a uma solução adequada. é necessário certo conhecimento sobre o assunto. mediante seu esforço de reflexão e curiosidade. mas procure um tema onde você possa aplicar o que aprendeu no curso. É importante destacar que esta operação requer uma série de pesquisas exploratórias tanto no ambiente organizacional como na literatura. fixa roteiros para levantamento bibliográfico e coleta de dados. tempo e conhecimentos. disponibilidade de bibliografia e de orientação. Deve ser viável em termos de acesso às fontes de informação e aos dados. Deve ser do interesse da organização aonde será feito o estágio e do orientador. As hipóteses têm função prática quando orientam o pesquisador. Deve levantar os problemas que o tema envolve identificar as dificuldades que ele sugere. portanto deve o pesquisador transformá-lo em problema de pesquisa. Portanto. e da reflexão pessoal. por isso uma revisão bibliográfica previa é essencial. Para se ter hipóteses plausíveis. a fase seguinte é a transformação do tema em problema. O problema de pesquisa Escolhido o tema e feita sua delimitação. colocando-o na direção da causa provável ou da lei que se procura. pelo menos previa. e que esteja dentro de suas possibilidades em termos de custos. buscar novos conhecimentos é importante. c.34 Divisão do Definição da Circunstâncias tema em compreensão temporais suas partes dos termos constitutivas Circunstâncias espaciais Enfoque Tipo de pesquisa O próximo passo é pensar na viabilidade do projeto. . Deve ser viável em termos de custo.

mesmo que seja possível implantar um plano de marketing em uma empresa durante a pesquisa. portanto. Objetivos específicos: definir os objetivos específicos significa aprofundar as intenções expressas nos objetivos gerais. é improvável que se tenha tempo de avaliá-lo. uma questão ou problema dentro do tema. como subsídio para a implementação de mudanças administrativas e gerenciais na 1ª Delegacia de Polícia da Capital. Isso significa diferenciar objetivos que descrevem resultados (produtos-fins mensuráveis) e aqueles que descrevem processos (meios). mas seria mais conveniente ter como objetivo ‘elaborar um plano para o lançamento de um cartão de crédito’. Os objetivos específicos podem ser mais bem compreendidos como sendo etapas de solução do problema. No entanto. muitas vezes. Dessa maneira. É comum confundir os objetivos do projeto com os objetivos do programa que se está sugerindo implantar. Os objetivos que se têm em vista definem. o propósito do pesquisador com a realização da pesquisa. um projeto que estava propondo o lançamento de um cartão de crédito para uma loja. é conveniente ter uma pergunta ou problema de pesquisa. b) aplicação de um modelo de análise de clima organizacional desenvolvido por Rizzatti (1995) com base nos seguintes fatores: a imagem e a avaliação. contidas no objetivo geral.35 Definição dos objetivos Para facilitar o processo de construção dos objetivos. desenvolvimento da política de recursos humanos. beneficio e incentivos. um problema. O objetivo geral possui uma visão global. os objetivos específicos não podem. abrangente. com clareza e objetividade. pois não é possível se comprometer com o real aumento das vendas.: Analisar a percepção dos funcionários acerca de alguns fatores de clima organizacional. Objetivos gerais: determina. Um problema de pesquisa é.: a) identificação das políticas de recursos humanos na Secretaria de Segurança Pública. e encontrar nela uma questão. Isso significa que o pesquisador deve analisar a realidade da organização na qual irá realizar a pesquisa. o tipo de problema a ser selecionado. cuja resposta ou solução possa ser dada por ele dentro do período estipulado. recomenda-se traçar ‘objetivos-meios’. Um dos critérios mais importantes na avaliação do trabalho final é a medida segundo a qual os objetivos propostos foram atingidos. Neste caso. a metodologia de pesquisa e o material a coletar. ultrapassar os limites estabelecidos pelo objetivo geral. que guiará a pesquisa e as atividades da pesquisa dentro da organização. a natureza do trabalho. Ex. do tema. Esses últimos são resultados que o aluno não pode comprometer-se em alcançar. em hipótese alguma. tinha como objetivo ‘aumentar as vendas da empresa’. E o objetivo deve levar a sua resposta ou solução. Para garantir esse sucesso. uma falta. recomenda-se formular o objetivo dessa forma: ‘implantar um plano de marketing na empresa X’ e não ‘aumentar a fatia de mercado da empresa X’. organização e . Por exemplo. Ex. é indiscutível que um plano de marketing se destina entre outras coisas a aumentar a fatia de mercado da empresa. um problema a solucionar. Outro exemplo.

de B. saciedade. Justificativa quanto à oportunidade: A justificativa refere-se ao momento de mudança na política governamental. Chapecó: Grifos. financeira. Florianópolis. seu significado social e sua contribuição para o aperfeiçoamento e crescimento da área em questão ou para a instituição pesquisada. Justificativa do tema O próximo passo é justificá-lo. p. a relevância do estudo. . 85. Também é interessante pontuar a quem o projeto é importante? As razões podem estar relacionadas com os objetivos da empresa. F. um caminho para justificar a importância do projeto é recorrer aos objetivos-fins do plano ou programa (não confunda com os objetivos do projeto) que se está querendo implementar. 141 p. Analise de fatores significativos do clima organizacional da Policia Civil de Santa Catarina: estudo de caso na 1ª Delegacia de Policia da Capital. indicando a razão da escolha. social. clientes. sucessão políticoadministrativa e comportamento das chefias. com o bem-estar dos empregados. levando a boa oportunidade de mudança administrativa pelas empresas. Algumas dicas: Justificativa quanto à importância: È sempre importante melhorar uma prática ou programa. Emerson M. meio ambiente. relacionamento interpessoal dos funcionários. Questionário. 1 Exemplos do objetivo geral e específico tirado da dissertação de: SARTOR. Neste sentido. e este são evidentemente os propósitos dos métodos e técnicas em administração. Dissertação (Mestrado em Administração) – UFSC. diagnosticar ou avaliar. 2001. entre outros. A seguir alguns verbos que auxiliam na construção dos objetivos da pesquisa: Conhecimento Definir Enunciar Citar Relatar Referir Identificar Indicar Distinguir Reconhecer Definir Organizar Mostrar Compreensão Deduzir Descrever Demonstrar Ilustrar Interpretar Explicar Expor Relacionar Inferir Induzir Extrapolar Generalizar Aplicação Resolver Aplicar Manejar Empregar Utilizar Comprovar Produzir Aproveitar Praticar Discriminar Localizar Operar Análise Identificar Diferenciar Isolar Separar Fracionar Decompor Examinar Detectar Abstrair Omitir Dividir Conceber Síntese Narrar Expor Sumariar Compilar Compor Simplificar Agrupar Combinar Contrastar Classificar Gerar Restringir Avaliação Sustentar Justificar Criticar Valorizar Escolher Selecionar Verificar Constatar Comprovar Eleger Medir Precisar Fonte: LABES.36 condições de trabalho. satisfação pessoal1. 1998.

6 ESTAGIO SUPERVISIONADO ETAPAS DO ESTAGIO SUPERVISIONADO DECISAO CURRICULO NOVO DECISAO CURRICULO VELHO BORGES DE MENDONÇA . formulários. Interessa rever o que pode ajudar na delimitação e apresentação da temática.37 Referencial teórico – revisão da literatura Este referencial consiste numa primeira abordagem do conteúdo teórico referente ao tema. fichá-las. por exemplo. Metodologia A metodologia indica os procedimentos a serem utilizados na realização da pesquisa. como: entrevistas. a aplicação de questionários. e que oriente os métodos adotados no trabalho e os procedimentos para a coleta e análise dos dados. etc. quais linhas teóricas irá abordar etc. os tipos de abordagem utilizados. lê-las e resumi-las. Já num trabalho de pesquisa bibliográfica. como: a observação. estadia. definições dos principais conceitos. Nos trabalhos de campo. como suporte para a definição do problema e dos objetivos. como pretende construir seu texto. apresentando as etapas necessárias ao cumprimento das tarefas e atividades previstas ao longo de períodos de tempo. E o orçamento é necessário caso precise solicitar o financiamento com os gastos referentes à passagem. reprodução de cópias de questionários ou formulários (em numero significativo). Um bom referencial teórico abrange conteúdos que possam ser considerados relevantes ou necessários para explicar o problema. abordagem. Significa descrever por quais meios os objetivos serão atingidos. conceito e resultados alcançados por outras pesquisas sobre o assunto. Cronograma e Orçamento O cronograma se refere ao planejamento temporal do trabalho de estágio. onde a leitura é praticamente o único material utilizado. o aluno/pesquisador pode explicar como pretende acessar suas fontes de consulta. roteiros de entrevista etc. deve haver a indicação dos locais em que a pesquisa será realizada. os instrumentos e as técnicas a serem usadas. permanência no campo.

. cultural. Ele deve propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem. TCC parcial Estagi o 4 8ª fase TCC final PRIMEIRAS CONSIDERAÇÕES O Estágio apresenta-se como uma oportunidade para que você possa aplicar seus conhecimentos. executado. aprimorando-os e qualificando-se para o exercício profissional.38 Estagi o1 3ª fase Estagio de observação 100 h. de aperfeiçoamento técnico. Estagi o2 5ª fase Estagio de observação 100 h. acompanhado e avaliado em conformidade com os currículos. Relatório de observação 7ª fase TCC parcial 150 h. em termos de treinamento prático. programas do curso. científico e de relacionamento humano. deve ser planejado. Estagi o3 7ª fase Estagio de execução 100 h. 8ª fase TCC final 150 h. Relatório de observação 8ª fase TCC final 150 h. a fim de se constituir em instrumento de integração. portanto. 7ª fase TCC parcial 150 h.

39 Além dos conteúdos teóricos e práticos que integram as atividades imprescindíveis para sua formação. • Se há material bibliográfico disponível. Lembre-se: • Evite fixar a escolha em temas a respeito dos quais já existem ‘milhões’ de estudos exaustivos. é importante que o acadêmico(a) tenha consciência do trabalho a desenvolver e de que a temática deve ser apresentada com coerência e consistência. e. • • Leve em consideração a relevância teórica. no entanto. Não há numero de paginas estabelecidas. lembre-se de seguir as Normas da ABNT que regulamentam os trabalhos acadêmicos. O tema. No momento de escrever seu TCC. com empresas que necessitam de seus préstimos e com o mercado de trabalho que irá recebê-lo. o estágio é o momento em que se viabiliza o seu contato com profissionais já formados. • 6.1 ESTAGIO DE OBSERVAÇÃO O primeiro requisito que você tem que cumprir refere-se aos encaminhamentos para regularizar o estágio e o contato com a empresa acordando em qual setor você fará a observação. conteúdo. . que você escolher para pesquisar/estagiar deve estar de acordo com sua preferência. além disso. deverá considerar: • Que o tema deve ser adequado à sua capacidade e formação acadêmica e corresponder às suas possibilidades quanto ao tempo e aos recursos econômicos. área da organização. e se é suficiente para realização do trabalho. • Se há professor disponível para lhe orientar teoricamente. social e acadêmica da escolha temática.

escrever o objetivo fica mais fácil. enquanto estiver procedendo a etapa da observação. colete o máximo de .. Ex. exatamente sobre o que você vai observar/descrever. Uma dica: No Relatório você terá que caracterizar a empresa que esta realizando o estagio. Nesse momento comece respondendo as seguintes perguntas: O que quero descrever no setor X? O que quero observar/descrever no setor X? Qual a pergunta que eu quero responder? Essas perguntas esclarecem seu objeto de pesquisa.: Como é a logística de estoque no almoxarifado da loja X e como é organizada a saída da mercadoria para o setor de entrega? Após ter clareza da pergunta. Por isso. Ou seja. Claro que você já estudou nas aulas a respeito do assunto. conseguirá ter sugestões e criticas para colaborar com a empresa. livro ata. você deverá pensar em como obter a resposta da sua pergunta. fará anotações mais precisas e. pois talvez você tenha. você deve escrever um Projeto de Observação. Perceba que apesar de uma pergunta você tem dois objetivos.40 É comum após este momento o aluno achar que já pode marcar o dia para comparecer a empresa e se apresentar ao responsável pelo setor onde ocorrerá o estagio. Não é aconselhável ir ao local da pesquisa sem algum conhecimento sobre o que ira observar. ou não. Assim.: Descrever como são armazenadas as mercadorias no almoxarifado. construir uma pergunta ajuda você. Após ter mais clareza do seu objeto e objetivo de pesquisa. manual. é prudente que você primeiramente concentre-se em planejar sua observação. não correrá o risco de coletar todo o material que encontrar pela frente e depois descobrir que foi desnecessário. Não deixe para pensar nisso depois. protocolo. Seu próximo passo será ler a respeito do que pretende pesquisar. registro. ou seja. pois poderá não obter autorização e terá que rever seus planos. Planejando a pesquisa você terá maior clareza do que pretende observar/descrever. porém. Ter essa clareza ajuda. Quais pessoas podem lhe ajudar a encontrar a resposta? Quais documentos? Quais manuais? Quais procedimentos? Nesse momento planeje se terá que aplicar algum questionário ou entrevista. No entanto. pois não convém que vá ao local do estágio apenas com uma “vaga idéia na cabeça”. estando mais focado. portanto. que buscar diferentes fontes de informação para alcançar os objetivos da pesquisa. ou se você terá que solicitar autorização para ter acesso a algum documento. Ex.. relembre. lendo novamente algum autor que considera importante na área. Descrever como é o processo de saída da mercadoria para o setor de entrega. não deixará passar informações importantes. do seu objeto de pesquisa. da sua abrangência.

entre outros passos.2 ESTAGIO DE EXECUÇÃO . antever. figuras. não é necessário encaderná-lo. 6. questionários. aprofundar o Referencial Teórico que . Procure ser criativo! Veja se pode construir um fluxograma para ilustrar seus dados. tabelas. Após realizar a observação você deve analisar o material (suas anotações. quadros.)..41 informações sobre a organização. procure vários recursos para descrever o seu objeto/tema de pesquisa. menos obstáculos encontrará durante o estágio.: O relatório de observação pode ser entregue apenas grampeado. Lembre-se: Quanto mais detalhes planejar. gráficos. O relatório de Observação deve ter os seguintes itens: • • • • • • • • • • • • • • • Capa Folha de rosto Documentos comprobatórios do estagio Dedicatória (opcional) Agradecimento (opcional) Epigrafe (opcional) Listas (símbolos.TCC PARCIAL O TCC Parcial pode ser considerado uma espécie de projeto para o TCC final. entrevistas. quadros. tabelas) (opcional) Sumário Introdução Caracterização da Empresa Desenvolvimento Considerações finais Referencias Apêndices (material produzido pelo pesquisador) (opcional) Anexos (material produzido por terceiros) (opcional) Obs. Nesse momento você deve. Trace um esquema dos tópicos que detalhará no Relatório de estagio e procure ser o mais organizado possível para facilitar a clareza das idéias e consequentemente da escrita. projetar.. documentos. enfim.

explica. tabelas) (opcional) Sumário Introdução Fundamentação teórica Metodologia Cronograma Orçamento • • Referencias Apêndices (material produzido pelo pesquisador) (opcional) Anexos (material produzido por terceiros) (opcional) Item Detalhes . figuras. quadros.42 esclarece. conceitua seu objeto/tema de pesquisa e explicitar em detalhes a metodologia que utilizará para chegar aos objetivos. O Relatório – TCC Parcial deve ter os seguintes itens: • • • • • • • • • 1 2 3 4 5 • Capa Folha de rosto Equipe tecnica Dados de identificação da empresa Dedicatória (opcional) Agradecimento (opcional) Epigrafe (opcional) Listas (símbolos.

execução do seu objeto de pesquisa) 3. Introdução 1.2 Técnica de coleta de dados 3.problemática) 1. 1.1 Caracterização da pesquisa 3.) Metodologia 2.3 Definição da área/população alvo do estudo e plano de amostragem 3.43 Introdução (contém o relato da situação pesquisada.2 Objetivos (geral e específico) 1. Metodologia 3. seus objetivos e sua justificativa.1 Especificação do problema (tema da pesquisa. Fundamentação teórica (detalhamento das teorias que embasam a explicação.4 Formas de analise de dados Cronograma (previsão de tempo que será gasto na realização do trabalho de acordo com as atividades a serem cumpridas) Orçamento (somente se você tiver que despender verbas ou solicitálas a algum órgão financiador) 5. Orçamento (podem estar divididos em Material Permanente.3 TCC FINAL .3 Justificativa Fundamentação teórica (visa melhorar a análise das atividades desenvolvidas. Cronograma de execução da pesquisa (geralmente em forma de tabela com programação mensal) 6. para fundamentar o estudo. bem como a focalização e o aprofundamento do trabalho sobre determinada temática. Material de Consumo e Pessoal) 4.

analisá-los a luz do referencial teórico escolhido e sistematizar tudo na forma de Relatório. tabelas) (opcional) Sumário 1 2 3 4 5 6 • • • • • Introdução Caracterização da empresa Fundamentação teorica Metodologia Descrição e analise dos dados Considerações finais Referencias Apêndices (material produzido pelo pesquisador) (opcional) Anexos (material produzido por terceiros) (opcional) Declaração da empresa – cumprimento das horas Folha de assinaturas .44 Nesta etapa você deverá concretizar seu TCC Parcial. deverá proceder na busca dos objetivos que traçou no semestre anterior. Agora é o momento de coletar os dados. quadros. Este relatório deve conter os seguintes itens: • • • • • • • • • • • • • Capa Folha de rosto Folha de aprovação Equipe técnica Dedicatória (opcional) Agradecimento (opcional) Epigrafe (opcional) Folha de equipe técnica Dados de identificação da empresa Autorização para publicação Resumo Listas (símbolos. ou seja. figuras.

a maior parte extraídos da ABNT. 3 MARGENS . Índice. a utilização do “Ob. todas as folhas do trabalho. A numeração. a partir da folha de rosto.724/2002. Uma observação relevante a ser feita: não utilize publicações de editoras como referencial metodológico. deve ser mantida uma única sequência de numeração das folhas. 2 FONTE A ABNT não determina o tipo de letra (fonte) a ser empregada em trabalhos acadêmicos. entretanto.45 7 INDICATIVOS GERAIS DE FORMATAÇÃO DE TRABALHOS FORMATAÇAO GRAFICA Os indicativos formais de apresentação de trabalhos acadêmicos que seguem aplicam-se a qualquer modalidade de resultado de pesquisa acadêmica. Cit. deve ser colocada somente a partir da parte textual (introdução). As folhas com apêndice. Em se tratando de trabalho com mais volume. Índice Analítico. a serem seguidos nos cursos da Faculdade Borges de Mendonça. do primeiro ao último volume. no entanto. em algarismos arábicos. a dois centímetros da borda superior. anexos ou índices devem ser numeradas de maneira contínua. ficando o último algarismo a dois centímetros a borda direita da folha. no canto superior direito da folha. A quantidade de linhas certamente será maior ou menor em função da existência e das dimensões das notas de rodapé. notas de rodapé. As diretivas que aqui oferecemos são simples indicativos de uniformização de formatação dos trabalhos acadêmicos em geral. Razões do mercado editorial acabam determinando padrões diferentes de formatação e de parâmetros metodológicos como citações.”. Estamos assumindo a utilização do editor de texto Word da Microsoft (Office) em qualquer de suas versões. referências. adotaremos como fonte padrão a Time New Roman ou Ariel. Índice Onomástico e assim por diante. Conforme a NBR 14. 1 PAGINAÇÃO Cerca de 30 linhas por página é o suficiente. devem ser contadas. e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. sendo o tamanho 12 para texto e o tamanho 10 para as notas de rodapé e citações longas.

e devem ser destacados em relação ao texto mediante a utilização de recursos gráficos como negrito. 3). diferença de tamanho da fonte etc. e serão precedidos do indicativo numerário da seção (primária. terciária.3) e assim por diante até o limite das seções quinarias. 1. Evidentemente que tudo isso no formato retrato. itálico.1. Cada seção primária (1. utilize três centímetros para a margem superior. recomenda-se dividir o texto até a seção terciária e. Então. Os títulos de cada seção são sempre alinhados à margem esquerda. Em uma seção serão desenvolvidas as temáticas afins dentro de uma lógica de articulação de raciocínio de todo o texto. 1. eles devem vir centralizados. Na elaboração dessa divisão interna do seu trabalho. listas em geral. . anexos e outros. 4 DIVISÃO INTERNA DO TEXTO O conteúdo de seu trabalho deve ser apresentado sob a forma de uma interação lógica e ordenada dos assuntos abordados e que possa também facilitar a sua localização no texto.3).1.2. secundária. dois centímetros para a margem inferior. sem recuos. como os resumos. é necessária observância do sistema de numeração progressiva das seções de um documento escrito estabelecido pela ABNT (NBR 6. demandar novas subdivisões e então teremos as seções terciárias (exemplo: 1. quinaria) mais um espaço (um caractere em branco). deverá atender a mesma intenção de ordenação interna e coerente do texto e se subdividir em outras tantas partes. No caso de títulos sem indicativos numéricos.024/2003). por sua vez.46 Quando configurar a página. caso necessite de mais divisões. três centímetros para margem esquerda e dois para a margem direita. 2. referências. isto é. No entanto. As divisões principais do trabalho são denominadas seções primárias – o que se entendia anteriormente por capítulos. quaternária. com as folhas dispostas na vertical.1. 1. não promova divisões de seções sucessivamente sem que entre os títulos exista um trecho escrito de seu trabalho sobre o assunto referenciado no título de cada seção. utilize alíneas.1. Seção é o nome que recebe cada parte componente da divisão interna de seu trabalho e deverá ter seu título precedido por um indicativo numérico. contudo. Observe que cada seção do trabalho deve obrigatoriamente contemplar um texto a ela pertinente. caixa alta.1. 1. chamadas seções secundárias (exemplo: 1. Uma seção secundária poderá.2.

Caso você subdivida seu texto em alínea.3. travessão ou qualquer outro caractere. Cuide para após o indicativo numerário de cada seção somente um espaço anteceda seu título respectivo. ou seja. mas as demais seções permanecem na seqüência do texto. As seções primárias receberam indicativos numerários inteiros. sendo que todas as letras devem estar em caixa alta e em negrito: Exemplo: 1 A FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO FRENTE FLEXIBILIZAÇÃO DAS NORMAS TRABALHISTAS.1 HISTÓRICO GERAL 1. O indicativo numerário da seção secundária recebe o número da seção primária a que pertence. sendo que todas as letras devem estar em caixa alta.1. O trecho final do parágrafo do corpo do texto que antecede a alínea e ao qual ela se refere termina em dois-pontos. TCC. mais um ponto e o número da sua sequência terciária. mais um ponto. não é necessário abrir nova pagina. ela é indicada por uma letra minúscula.1 A inspeção do trabalho assalariado Esse sistema se repetirá até a última seção. após os quais cada alínea é apresentada em novo parágrafo reentrado em relação à margem esquerda.2. abra sempre uma nova página iniciar uma seção primária. Para 1. não empregue qualquer sinal. portanto. hífen.47 No caso de Relatórios de Estagio.2 A INSPEÇÃO DO TRABALHO NO DIREITO INTERNACIONAL O indicativo numerário da seção terciária recebe o número da seção secundaria a que pertence. sendo que somente a primeira letra deve estar em caixa alta. o ponto não é pronunciado na leitura oral. o número da sua sequência no assunto e em seguida o título. seguida de um parêntese e deverá respeitar a ordem alfabética. mas sem negrito: Exemplo: 1. como ponto. A numeração progressiva parte sempre do número de cada seção primária. Exemplo: . Contudo. e todo o titulo em negrito: Exemplo: 1. contados a partir do número 1 seguido de um espaço e o título em seguida. Em cada parágrafo destinado a uma alínea. a segunda linha e as demais iniciam ajustadas sob a primeira letra de seu próprio texto. deve-se ler: um três um.

o alinhamento continua justificado e não haverá recuo da primeira linha.25 na primeira linha de cada parágrafo. procure separar o titulo dos textos correspondentes por dois espaços. de forma a ficar com uma apresentação visual não poluída.0 (simples). em relação ao espaçamento entre o parágrafo anterior e o posterior. Da mesma forma. 6 ESPAÇAMENTO ENTRELINHAS Para o texto utilize espaçamento entrelinhas 1. Mas. Há situações em que as alíneas são compostas de enunciados cumulativos. As citações longas. após a penúltima alínea pode ser acrescentado e/ou. conforme o caso.5 (Word). Se o título sem numeração (referências.. c. Não use o espaço duplo do editor de texto Microsoft porque ficará demasiadamente grande. alinhamento justificado.). E todas elas. O hífen é ajustado sob a primeira letra do texto da alínea a que elas pertencem e se inicia o texto correspondente logo por letras minúsculas. Nos demais casos o alinhamento dependerá do que se trata: a. b. 5 ALINHAMENTO Para o corpo do texto.48 a. Se seus companheiros de equipe subirem a montanha e descerem a ladeira com velocidade superior a equipe anterior. justificado e sem recuo de parágrafo na primeira linha.0). sumario. utilize o alinhamento justificado. Se correr demais e ganhar a prova. 7 PARÁGRAFOS DE CITAÇÕES DIRETAS LONGAS Quando as citações diretas atingirem mais de três linhas no corpo do texto. as referências e o resumo devem ser digitados em espaço de entrelinhas simples (1. nesses casos. recuado 4 cm em relação à margem esquerda e sem recuo de parágrafo na primeira linha. sem aspas. fonte 10pt no mesmo padrão do resto do texto (Times New Roman). transfira-as para um parágrafo recuado 4 cm da margem. Nesse caso. terminam com um ponto-e-vírgula. procure distanciá-lo um ponto mais. Se citação direta longa. b. salvo a última.. Além disso. o espaçamento entrelinhas deve ser reduzido para 1. com o recuo de 1. o alinhamento será centralizado. . Se a nota de rodapé. as notas de rodapé. uma alínea pode ser compartimentada em subalíneas que são precedidas de um hífen mais um espaço. Da mesma forma.

1 ILUSTRAÇÃO E TABELAS Qualquer tipo de elemento ilustrativo no texto deve ser legendado.0). figuras. 11 ELEMENTOS GRÁFICOS E VISUAIS Além do desenvolvimento das idéias no curso normal do texto. deve iniciar e terminar naquela mesma página! Somente em casos excepcionais. gráficos. Além disso. espaço entre linhas simples e sem recuo da primeira linha. A nota de rodapé deve vir na mesma fonte do texto. observe os seguintes indicativos norteados pela ABNT. entre cada referência o espaço deve ser um duplo. não há mais recuo a partir da segunda linha. Pelas novas normas da ABNT. desenhos etc.0 linha. plantas.49 Adotaremos o SISTEMA AUTOR-DATA para as citações. pode-se fazer necessária a utilização de símbolos. abreviaturas.0 linha (simples) e a fonte será a mesma do restante do trabalho. sem espaçamento antes e depois do parágrafo. ilustrações em geral e assemelhados. sendo que as referências devem estar alinhadas a esquerda. o que é o mesmo que dois simples (1. a apresentação de gráficos e tabelas. 11. O espaçamento entrelinhas deve ser 1. lâminas. O espaço entrelinhas é 1. Todo o resumo estará contido em um só parágrafo. vir em parágrafo justificado e sem recuo da primeira linha. 9 RESUMO O resumo deve estar contido em uma só página. siglas. as referências devem vir na mesma fonte e tamanho utilizados no corpo do texto. em que for imprescindível a confecção de uma longa nota. mas. As ilustrações podem ser: quadros. O alinhamento é justificado. . organogramas. é admitida a sua continuação na página seguinte. Nesse caso. recuado três centímetros a partir da margem esquerda. fotografias. esquemas. 10 REFERÊNCIAS Ao final do trabalho. 8 NOTAS DE RODAPÉ As notas de rodapé devem ficar separadas do texto por um filete. mas em tamanho 10. fluxogramas.

expressões e nomes de Instituições são repetidos com tamanha intensidade que justificam a adoção de abreviaturas ou a indicação de siglas por economia de redação. como veremos a seguir. Em primeiro lugar. não se justifica abreviar palavras simples porque venham . c) as fontes das tabelas e notas explicativas. do título ou explicação e abaixo a “fonte” (caso a ilustração seja produzida por você. coloque como fonte “o autor” ou “dados primários da pesquisa”). estas últimas quando necessárias. a tabela pode continuar na página seguinte. pelo estilo de redação adotado pelo autor.> para ela se referir. Portanto. devem vir indicadas logo abaixo da mesma. “gráfico”. as tabelas devem ser localizada o mais próximo possível da sua referência no corpo do texto. aqueles que acabam por constituir o próprio pano de fundo categorial de toda a pesquisa. de seu número de ordem em algarismos arábicos e alocado na parte superior da própria tabela. b) o título vem precedido da palavra <Tabela>. d) assim como as ilustrações. deixando o quadro com a linha final em aberto e repetindo-se seus títulos (cabeçalho) na folha que se segue. e) caso não caiba em uma só página. contudo alguns cuidados devem ser tomados. A apresentação de tabelas deve observar as seguintes diretivas (NBR 14. Exemplo: uma pesquisa sobre Informática Administrativa que por seu recorte metodológico tenha de operar com a concepção de Inteligência Artificial apresentará tantas vezes essa expressão que se justifica. termos. somente abrevie as palavras que representam expressões ou termos estratégicos. 11.50 As legendas são feitas da seguinte forma: para qualquer elemento relativo ilustrativo indique uma palavra denominativa “figura”. e f) fios horizontais e verticais são utilizados para separar os títulos de cada coluna no cabeçalho e também para fechar tais colunas na sua parte inferior.A. A ABNT recomenda que as ilustrações devem ser inseridas o mais próximo possível do texto a que corresponde. devem-se evitar fios verticais para separação das demais colunas.724/2002): a) numeração consecutiva e independente de qualquer numeração empregada nas seções do texto e nas ilustrações. seguida de sua numeração no texto em algarismos arábicos. ao longo do texto. o uso da abreviatura <I. evidentemente.2 ABREVIATURAS E SIGLAS Por vezes. opcional. Tal prática é. “ilustração”.

devem ser escritos preferentemente de forma abreviada e sem qualquer destaque tipográfico. um espaçamento maior entre as linhas em que é permitido.. elas devem vir destacadas ou: a) No próprio corpo do texto e. para não evidenciar o descaso. 55 kg. como... Dr. Em relação à adoção de siglas. por exemplo. 331. EQUAÇÕES E FÓRMULAS No caso da utilização de símbolos. No caso de equações e fórmulas. mas sem pontuação interna e sem plural. 1 kg.. nesse caso. como para por p/. Dra. nesse último caso. Exemplo: Supremo Tribunal Federal. etc. Exemplo: Constituição da República Federativa do Brasil por Const. . Sra. ou b) Isoladas e centralizadas em parágrafos destinados exclusivamente a elas... 1 km. 30 m. [Ex. do Brasil ou algo parecido. Segundo a ABNT (NBR 14. sendo obviamente dispensada por extenso nas seções seguinte. Excia. 11. Cel.] Pesos. 5ª feira. 16h 15min 13s] 11. a utilização de abreviaturas e siglas obriga o autor do trabalho a indicação por extenso do significado de cada abreviatura ou sigla. 4 km. toda primeira vez que tais menções aparecerem no texto. Profa. Sr. Fed. a sigla oficial é STF e não Sup. Rep. observando que para essas regras cabe mais uma orientação: evite abreviar referências importantes. No caso de títulos de tratamento. as fórmulas e equações podem ou não ser numeradas conforme a quantidade apresentada e a necessidade. 1 m.3 SÍMBOLOS. 16 h.. Fed. acompanhado da abreviatura ou sigla entre parênteses logo a seguir. dias e horas também devem ser abreviados. medidas.724/2002). lembre-se de indicar claramente sua convenção e não se esqueça de indicar seu significado quando aparecerem pela primeira vez no corpo do texto.51 a aparecer muitas vezes no texto. tome o cuidado de não “fabricar” siglas aleatórias a despeito das oficialmente existentes.. Trib. ou que por q.. em trabalhos que de alguma forma utilizem a Lógica simbólica ou outras linguagens simbólicas (gráficas). [Ex. com espaço entre o valor e a unidade de medida.: Prof.

O melhor é inverter a ordem da frase. campi. shopping center. use itálico ou aspas [Ex. as exceções à regra são "cem". [Ex. No caso de nomes científicos em latim. tanto para os cardinais quanto para os ordinais. desde que o faça com consciência e de modo padronizado ao longo do texto. "mil". a convenção é grafá-los em itálico. com a primeira palavra começando com letra maiúscula [Ex. as palavras estrangeiras devem ser grafadas em itálico ou com aspas.5 PALAVRAS EM OUTROS IDIOMAS Em geral. "milhão" e "bilhão". use ponto para os milhares. Nos demais casos. fique com os arábicos [Ex.: Homo sapiens]. encontro (e não meeting). software. para as quais não há correspondência em português. Quando houver correspondência. o número deve vir por extenso. prefira balé (e não ballet). não é necessário empregar O para dias e meses. como marketing.” status quo”] Cuidado com aquelas palavras latinas que têm a mesma pronúncia em português. padrão (e não standard) e desempenho (e não performance). Deve-se tomar muito cuidado com a concordância. lato sensu]. devem ser grafadas em itálico. No entanto. não hesite em empregálas. Não se deve começar período com numerais. No caso de datas. há números abaixo e acima de 11. XV de Novembro].4 NUMERAIS A regra básica é grafá-Ios por extenso até dez e com algarismos a partir de 11.52 Se a equação ou fórmula não couber em uma linha. slide.724/2002) 11. a quebra deverá ocorrer antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição.: Luís XV] e nomes oficiais [Ex. No caso dos cardinais. . Se no parágrafo. 11. strito sensu.: status quo. Quanto a outras expressões em latim. exceto na indicação de anos. é preferível escrevê-Ios com algarismos. Use algarismo romanos apenas para títulos de reis e papas [Ex. pela simples razão que facilita a leitura.: I Exército. Se isto for necessário. Assim. 140 Congresso de Filologia].: Primeira Guerra Mundial. você pode grafá-la sem qualquer destaque.: campus. Aquelas palavras de uso muito freqüente. Não se deve colocar entre parênteses o número por extenso. multiplicação e divisão (NBR 14. mas são grafadas diferentemente e devem aparecer em itálico. A partir de mil. Números fracionários devem vir por extenso.

53 8 MODELOS 1 Modelo de Formatação Segue modelo de folha de texto. evidenciando as margens determinadas pela NBR 14724. Formato de Apresentação 3 cm 2cm 3cm 2cm 2 ESPACEJAMENTO .

entre uma referência e outra.legenda e fonte das ilustrações e tabelas.separa cada título das seções e subseções do texto que os precede e os que sucedem. c) dois espaços 1.todo o texto. .5.5. . . para. .natureza do trabalho. e) dois espaços simples.notas de rodapé. . na lista de referências ao final do trabalho. nome da instituição a que é submetida e área de concentração. d) espaço simples. b) um espaço de 1.54 O espacejamento que você deve adotar na formatação do seu trabalho é: a) espaço 1. .citações longas.separa o texto da citação longa.referências. objetivo. . 3 Ordem dos Trabalhos Acadêmicos .ficha catalográfica. .5. . .

1 Elementos Textuais .55 Ordem crescente dos elementos do trabalho acadêmico e contagem e impressão do número de folhas Índice(s) Apendice(s ) Anexo(s) Glossário Referências Conclusão Desenvolvimento Introdução Sumário Folhas contadas com numeração impresas Element os PósTextuais Referências Elemento s textuais Lista de Abreviaturas e siglas Lista de Tabelas Lista de Ilustrações Resumo de língua estrangeira Resumo em língua vernácula Epígrafe Agradeciment os Dedicatória Folhas contadas sem numeração impresas Elementos Pré-textuais Folha Aprovação de Folha de Rosto Capa Fonte: Elaboração das autoras. 2010. 3.

1 Capa (obrigatória) Proteção externa do trabalho. subtítulo (se houver) local (cidade da instituição onde deve ser apresentado).1.2 Folha de rosto – anverso (obrigatória) O anverso da folha de rosto deve conter os elementos essenciais que identificam a obra. na seguinte ordem:        Autor(es) Título principal Subtítulo (se houver) Nota de apresentação Nome do orientador Local Data . M ÁRCIA C RISTINA S IMÕES Socialização e cidadania do menino de rua Belo Horizonte 1997 3. contém dados essenciais que identificam a obra: autor. título. data.56 3.

Orientadora: Beatriz Ricci Belo Horizonte 1997 O verso da folha de rosto deve conter a ficha catalográfica. da Escola de Serviço Social da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Dedicatória – Elemento opcional Oferecimento do trabalho a determinada pessoa ou pessoas Agradecimentos – Elemento opcional Agradecimentos a pessoas que contribuíram para o desenvolvimento do trabalho Epígrafe – Elemento opcional Pensamentos retirados de um livro. conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. uma música. um poema. seguida de indicação de autoria .57 M ÁRCIA C RISTINA S IMÕES Digite seu nome Socialização e cidadania do menino de rua Monografia apresentada na disciplina Educação Social.

palavras-chave e/ou descritores. logo abaixo. caixa alta e caixa baixa. Os títulos devem ser destacados gradativamente. tabelas. itálico ou grifo. Listagem das ilustrações. seguido. isto é. digitado ou datilografado em folha separada. Resumo em língua estrangeira – Elemento obrigatório com as mesmas características do resumo em língua portuguesa. usando-se os recursos de negrito. Listas – Elemento opcional. Devem ser numerados de acordo com a Norma NBR 6024/1989 (Numeração progressiva). conforme NBR 6028. das palavras representativas do conteúdo do trabalho. No caso das ilustrações e tabelas. seções e partes que compõem o trabalho. não ultrapassando 500 palavras. abreviaturas e siglas. .58 Resumo em português – Elemento obrigatório constituído de uma seqüência de frases concisas e objetivas. deve-se indicar o número das páginas em que constam. Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho na língua. Sumário – Elemento obrigatório Enumeração dos capítulos. símbolos. seguido de sua localização dentro do texto.

........ 13 2...........2 Mudanças na espessura dos tecidos..................... 08 2 REVISÃO DE LITERATURA.............. 11 2....................... em espaço simples......59 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...............1 Origem dos conceitos de beleza.............1 Espessura da pele..........1 Alteração no perfil facial..................2 Estética facial....... 86 As referências devem ser ordenadas alfabeticamente.......2 Protrusão dos lábios.. 20 2....................................... ............................ 59 5 RESULTADOS...... 73 5............2.............. 23 3 31 PROPOSIÇÃO........................................................ 4 MATERIAL E MÉTODOS..................... 65 5..............2...... 16 2...................................................................................................... e espaço duplo entre elas.............

MASCARENHAS. O homem urbano. out. O Estado de São Paulo. Sua safra. Revista Mineira de Engenharia. Disponível em <www. 1986. Belo Horizonte. 17 3.811.9 Lista de Símbolos LISTA DE SÍMBOLOS Identificação ASCII CLP CR CRC E/S FP HDLC HZ Referência American Sandart Code for Information Interchange Controlador Lógico Programável Carriage Return Cyclical Redundancy Checking Entrada e Saída Fator de Potencia High Level Data Link Control Herts .3. n. Cap. Legislação e movimentos pendulares ambietais. Rio de Janeiro: Paz e Terra. p.htm> Acesso em 8 mar.3. ARATO. Benjamim Campolina. A antimonia do marxismo clássico. MARQUES. 2. Eric.ed. Rita. (Org.aguaforte.6. Andrew.60 R EFERÊNCIAS B IBLIOGRÁFICAS AMARAL. p. Maria das Graças. v. seu dinheiro. 1999. 1989. São Paulo. In: HOBSBAWN. História do marxismo.).com/antropologia/homem.85148.

.......................................................... 00 Figura 2 Título da figura......................................................... 00 Quadro 4 Título do quadro.................................... 00 Quadro 5 Título do quadro....................................... 00 Figura 5 Título da figura............................................................ 00 Figura 4 Título da figura........................... 00 ..............................................................................................11 Lista de Quadros LISTA DE QUADROS Quadro 1 Título do quadro..............61 IEC IED IHM Intenational Electrotechnical Commission Instrumentos Eletrônicos Inteligentes Interface Homem Maquina 3.............................................................................. 00 Figura 6 Título da figura.................................. 00 Figura 3 Título da figura..... 00 3....................................................................................................................... 00 Quadro 5 Título do quadro...........................................................................10 Lista de Figuras LISTA DE FIGURAS Figura 1 Título da figura............................................................................................................................................................................................................................................................................... 00 Quadro 3 Título do quadro.................... 00 Quadro 2 Título do quadro........................................................................

o orçamento e a disponibilidade das fontes bibliográficas e outras.62 3. o tempo disponível para atingi-los.12 Cronograma do Projeto Científico Na fase do Projeto Científico. capa Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto X X X X X X X X X X Outros Exemplos: Cronograma do Projeto de Pesquisa ETAPAS Levantamento bibliográfico e coleta de dados Análise dos dados Introdução Embasamento teórico Metodologia da pesquisa Cronograma da pesquisa e estruturação provisória do artigo científico Pré-texto e pós-texto Revisão MÊS Do dia XX ao dia Do dia XX ao dia Do dia XX ao dia Do dia XX ao dia dia dia Do dia XX ao dia Do dia XX ao dia MÊS . Exemplo Cronograma 2010 Levantamento bibliográfico Pressupostos teóricos Procedimentos da pesquisa Procedimentos da Análise Conclusão Revisão. é preciso traçar um plano de ação considerando os objetivos. digitação.

1 Papel: Utiliza-se papel A4 (21 cm x 29. que devem ter tamanho 10.63 Entrega do Projeto de Pesquisa dia Cronograma do Artigo Científico ETAPAS Desenvolvimento Conclusão ABRIL Do dia XX ao dia Do dia XX ao dia MAIO Introdução Pré-texto e pós-texto Revisão Entrega do artigo científico Do dia XX ao dia Do dia XX ao dia Do dia XX ao dia Do dia XX ao dia 4 Forma de Apresentação do Trabalho 4.7 cm → OK. Observe a figura abaixo: 4. Devem ser digitados e impressos com tinta preta. No editor de textos Word. legendas de ilustrações e números de páginas.7 cm). tamanho 12 para todo o texto. impresso somente na frente da folha. vá à opção: Menu arquivo → Configurar Página → Papel → A4 → Largura: 21 cm → Altura: 29. com exceção das citações que tenham extensão superior a três linhas.2 Fonte Times new roman. . notas de rodapé.

No editor de textos Word. Observe a figura abaixo . vá à opção: Formatar → Fonte → Times new Roman → Estilo da fonte: normal → Tamanho: 12. vá à opção: Menu arquivo → Configurar Página → Margens → Superior – 3 cm → Esquerda – 3 cm → Direita – 2 cm → Inferior – 2 cm → Orientação: Retrato → Várias páginas: normal → OK. Cor da fonte: automático Estilo de sublinhado: nenhum OK.3 Margens No editor de textos Word.64 utilizando impressão colorida apenas para ilustrações e gráficos. Observe a figura abaixo: 4.

4 Espacejamento O texto deve ser digitado com espaço 1.5 cm → OK.0 → Entre linhas: Múltiplos: 1. No editor de textos Word.0 cm.65 4. .5 Nota de rodapé Devem ser digitadas dentro da margem. são separadas por um filete de 3. com exceção das citações com mais de três linhas de extensão. vá à opção: Formatar → Alinhamento: justificado → Nível de tópico: corpo de texto → Recuo: Esquerdo – 0 e Direito – 0 → Especial: nenhum → Espaçamento: Antes.5 entrelinhas. das notas de rodapé e referências que devem ter espaço 1.0 e Depois. Observe a figura abaixo: 4. Confira a nota de rodapé no final desta página.0.

veja como realizar o recuo: . Isso quer dizer que você sempre precisará dar crédito ao proprietário intelectual da idéia mencionada em seu trabalho. ou seja.6 Citações Há dois modos de citar material produzido por outro autor: diretamente ou indiretamente (parafraseando). A NBR 10520:2002 define citação direta como “transcrição textual de parte da obra do autor consultado” e citação indireta como “texto baseado na obra do autor consultado”.66 4. precisará fazer a chamada do autor. Para citações longas em que há necessidade de recuo.

mas não numeradas.7 Números de página Todas as folhas. → Numeração de página: Iniciar em 1 → OK .2. devem ser contadas seqüencialmente. vá à opção: Inserir → Números de páginas → Posição: Início da página → Alinhamento: direita → (marque!) Mostrar número na 1ª página → Formatar (Aparecerá outra janela: Formatar número de página) Formato do número: 1. A numeração é colocada a partir da introdução (primeira folha da parte textual) e feita na parte superior da folha..67 4. caso contrário não conseguirá numerar adequadamente.3. Observe as figuras abaixo: .. Isso quer dizer que precisará abrir um novo arquivo com a parte textual. No editor de textos Word.. exceto a capa.

após definir todos os capítulos é criar um estilo para determinado tipo de título. escolha a opção "Estilos" e "Salvar Seleção como Novo Estilo Rápido". .8 Sumário O primeiro passo. clique com o botão direito sobre o texto que irá para o sumário.. Deve aparecer uma janelinha como a que está na figura a seguir. Para tanto. a introdução.. como no caso abaixo. Nomeie o estilo de forma que seja fácil de diferenciar depois. que se tornou o primeiro capítulo do trabalho.68 4.

. Repita esse procedimento para todos os níveis que tiver no seu trabalho.." e alterar algumas configurações.. tamanho e tipo de fonte. no caso eu tive 4 níveis de título. pode clicar no botão "Modificar. Se você não entendeu essa parte. pois é "1. aconselho a ler um bom livro de metodologia antes mesmo de começar o trabalho. como alinhamento. a justificativa se enquadra no nível 2. Não se esqueça das normas para configurar cada nível! No exemplo a seguir. entre outros.. Depois de personalizar seu estivo clique em "OK" para voltar ao corpo do texto. .1".69 Se você quiser. espaçamento entre linhas.

"Inserir Sumário". que é do nível 2. para aplicar esse mesmo estilo aos outros elementos do nível dois é muito simples. vai receber as características do estilo criado para o elemento "Justificativa". No caso. ou melhor. como mostra a figura a seguir: . Como anteriormente foi criado um estilo para "Justificativa". Agora vem a parte mais interessante e fácil. é só aplicar esses níveis para os outros títulos que se enquadram na mesma configuração. selecione o respectivo texto e clique no estilo que todas as configurações valerão para esse título também.2" receberá as características da "Justificativa". a criação do sumário.70 Agora que já definiu os níveis. Vá na aba "Referências" "Sumário" . que tem numeração "1. a "Hipótese".

. Eu alterei o número que está em "Mostrar níveis" de 3 para 1. ou seja. com todos os títulos começando na mesma distância da borda da página. para que o sumário fique todo alinhado a esquerda.71 Aparecerá então uma janela como a seguir: Nessa tela você pode alterar algumas configurações.

o seu sumário estará criado! . Dê um OK e vai aparecer essa janelinha: Agora clique no botão "OK" dessa telinha e pronto. para aparecerem no sumário você deve colocar o número "1" na caixa de texto a direita do estilo.. clique no botão "Opções..72 Para completar." e irá surgir uma tela como a mostrada a seguir: Lembra dos estilos criados? Pois é.

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Alternativamente

Para criar o seu sumário, voce tem que saber usar Estilos de acordo com o modelo abaixo:

Esta barra de estilo, você encontra no botão rápido Inicio. No Microsoft Office Word 2007, os Estilos rápidos são conjuntos de estilos desenvolvidos para trabalharem juntos de modo a criar um documento com uma aparência profissional. Na maioria dos casos, você não irá alterar os estilos em um Estilo rápido, uma vez que eles foram criados para se complementarem e é mais fácil usar um conjunto de Estilos rápidos diferente. Voce deve primeiro modificar o Estilo Titulo 1, para a configuração exigida de seu TCC. Normalmente, é exigido para o TCC a seguinte formatação:
• Nome da fonte: ARIAL

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• •

Estilo da Fonte: NEGRITO
Tamanho da fonte: 12

Depois que você modificar o estilo para esta configuração e formatação, em todos os capítulos você vai assim proceder:

1. Digitar o título; 2. Selecionar o titulo digitado; 3. Aplicar o Estilo Título 1.

Observação: Se voce vai utilizar uma configuração e ou formatação diferente para subtítulos, modifique ou crie um Estilo para os subtítulos, e proceda de igual forma nos mesmos. É através deste simples passo que o seu sumário será construido pelo Microsoft Word 2007 em menos de 3 segundos assim que você terminar de digitar o seu TCC. Se você já digitou o seu TCC, vá em cada capítulo e aplique o estilo. “Você cria um índice analítico e ou sumário escolhendo os estilos de título , por exemplo, Título 1, Título 2 e Título 3 , que deseja incluir no índice analítico. O Microsoft Office Word procura títulos que correspondam ao estilo que escolheu, formata e recua o texto da entrada de acordo com o estilo do título e insere o índice analítico no documento. O Microsoft Office Word 2007 fornece uma galeria com vários estilos de sumário para você escolher. Marque as entradas do sumário e clique no estilo de sumário que deseja usar a partir das opções da galeria. O Office Word 2007 cria automaticamente o sumário a partir dos títulos marcados.” – Help do Microsoft Office 2007 – MS Word Método longo: Vá para a página em que o Sumário deve ser inserido e siga esta sequencia de cliques, na guia de comandos Inserir, clique Partes Rápidas. Escolha Campo.

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Vai surgir a guia de Campos. Navegue na lista e encontre entre os nomes de campos, o campo TOC. Depois clique no botão Sumário. Escolha as opções desejadas e clique em OK.

O seu sumário vai aparecer em menos de 3 segundos. Método Rápido: Neste método você clica menos, mas, o resultado é o mesmo. Clique na guia Referências. Ao lado esquerdo tem lá o botão Sumário. Clique em Sumário, e escolha um dos sumários desejados.

no comando: Inserir Sumário. Na tela que surge. . e pronto. pode sair um sumário diferente do seu texto. então. sugere-se que você clique na parte de baixo. Os procedimentos são iguais a este processo de criar sumário.76 Mas. Com este recurso da guia referâncias. você pode usar para criar um Indice Analítico do seu documento. escolha suas configurações.

Marilena. Petrópolis: Vozes. Olga Maria Boschi Aguiar de. Guia para elaboração de monografia e projetos de dissertação de mestrado e doutorado. GIBALDI. 2001. Questionário. LEITE. p. Florianópolis: OAB/SC Editora. Eduardo de Oliveira. Metodologia científica na era da informática. Gilson César Cardoso. MATTAR. João. Roberto. 1999. Ed. 5 th ed. São Paulo: Saraiva. Israel Belo de. LABES. Como se faz uma tese. 2000 . São Paulo: Prazer de Ler. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 14 ed. Maria Martha. 1998. rev. Porto Alegre: Sínteses. Emerson M. ed. MLA handbook for writers of research papers. Cesar Luiz. Chapecó: Grifos. 3 ed. Metodologia do trabalho científico. 22 ed.77 9 REFERÊNCIAS AZEVEDO. 4 ed. 1999. 1998. Joseph. 1995. São Paulo: Ed. CHAUI. PASOLD. HÜBNER. São Paulo: Editora RT. Monografia Jurídica: orientações metológicas para trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Hagnos. 10. E atualizada. 2000. 1995. Antônio Joaquim. ECO. 21. O prazer da produção científica. SEVERINO. São Paulo: Cortez. OLIVEIRA. A monografia jurídica. ___________l. Gramática da língua portuguesa. 8 ed. RUDIO. MESQUITA. Franz Victor. São Paulo: Pioneira/Mackenzie. 2008. Ática. 3 ed. O prazer da produção científica: diretrizes para a elaboração de trabalhos acadêmicos. São Paulo: Perspectiva. New York: MLA. 1998. Humberto. 2000. Convite a filosofia. Prática da Pesquisa Jurídica: idéias e ferramentas úteis para o pesquisador do direito. 2000. São Paulo: Saraiva. Trad. 1999. 3 ed. 85.

Francisco das Chagas de. 1997. 2000. Monografia jurídica: uma visão prática. Florianópolis: Editora da UFSC. Deisy.78 SOUZA. Escrevendo e normatizando trabalhos acadêmicos. Porto Alegre: Livraria do Advogado. . VENTURA.