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F. J. D O M I N G U E Z S.

HIDRAULICA

WWW.FREELIBROS.COM
C U R S O

D E

HIDRAULICA

F C O . J A V IE R D O M IN G U E Z S.
Pftorrao« ordinarioo<hidmuuca tboaioa ©■
L* UNIVERSIDADOt CHILE. MOfliOR ORMNAftlO
OI HIDRAULICA 8INIRAL DE l-A UNIVmiPAO
CATOLICAOSCHILE

2 - E D IC IO N A M P L IA D A

A U N IV E R S ID A D D E C H IL E O T O R G O A L A P R JM JE R A E D I C I O N D E ESTA OBRA

E L P R E M IO M A X IM O

jSAKflfcD DE CHILE
TALLERAS DE IL INPARCIAL
1 9 4 5
ES P R O P IE D A D
IN SC R . N o 11218
P R O L O G O

E s ta n u e v a im p r e s ió n d e n u e s tr o C u r s o d e H id r á u lic a s a le a lu z c o n a l g u ­
n a s m a te r ia s q u e n o a p a r e c ie r o n en la p r im e r a y c o n m a y o r d e s a r r o llo d e a lg u n o s
te m a s. A sí, p o r e je m p lo , en la c u e s tió n d e l tr á n s ito -del ré g im e n e s tr a t if ic a d o a l
T u rb u le n to , h e m o s p u e s to a lg o s o b re el ré g im e n d e tr a n s ic ió n , sin e n t r a r casi e n
c u e s tio n e s d e fís ic a , p r o p ia m e n te ta le s , p a r a n o a p a r ta r n o s d e l c a r á c te r d e n u e s tr o
lib r o d e s e r v ir d e te x to d e u n iv e r s ita r io s o lib r o d e c o n s u lta d e in g e n ie ro s . A e ste
re s p e c to d e b e m o s d e c ir q u e p a r a lo s p r im e r o s n o s o n n e c e s a r ia s la s n o ta s q u e v a n
a l p ie d e la s p á g in a s , c u y o o b je to es e s c la r e c e r o d e t a l l a r a lg ú n p u n to c o n m a y o r
p r o li jid a d . H e m o s a g r e g a d o la s n o r m a s g e n e r a le s d e la L e y d e s e m e ja n z a m e ­
c á n ic a , b a se d e la te o r ía d e lo s m o d e lo s : la H i d r á u l i c a , e s p e c ia lm e n te e n la s sin
g u l a r i d a d e s , co#no e n s a n c h e s d e c o rrie n te s , c u rv a s , e tc ., c a lc u la p u n to s d e c o n tro !.,
u n o a n te r io r y o t r o p o s te r io r , y c u a n d o e s tá n c o r r e c ta m e n te p r e v is ta s la s p é r d i ­
d a s d e c a r g a , r e s u lta r á n d ic h o s p u n to s d e c o n tr o l c o n f o r m e s a l c á lc u lo ; d e n -
t t o d e la d is p o s ic ió n m is m a , el c á lc u lo n o n o s d a n in g u n a n o r m a d e la v a ria c ió '.i
d e la s p re s io n e s si la d is p o s ic ió n es c e r r a d a , o d e é sta s y ele la s u p e r f ic ie lib r e si
es a b ie r ta . E s o n o s lo d a r á u n m o d e lo e n p e q u e ñ o .. H a y , en la s e s tr u c t u r a s , m u ­
c h a s d is p o s ic io n e s e n q u e la c u r v a tu r a d e tr a y e c to r ia s , o la c o m p le jid a d d e f e n ó ­
m e n o s q u e e n s u s c o m p o n e n te s , a is la d a m e n te s o m o s c a p a c e s d e c a lc u la r , p e ro q u e
e n c o n ju n to , el c á lc u lo d e p re v is ió n se v u e lv e in c ie r to ; é ste e s p e c ia lm e n te es el
c a m p o d e m o d e lo s . N o h a y d u d a , p o r o tr o la d o , q u e se h a e x a g e r a d o a lg o e l u so
d e lo s m o d e lo s , a p lic á n d o lo s a c a so s q u e s o n p e r f e c ta m e n te a b o r d a b le s p o r el
c á lc u lo d e la H i d r á u l i c a : a n á l o g a m e n te Jas f ó r m u la s n e ta m e n te e m p íric a s , e n
v e z d e r a c io n a le s p o s ib le s , v a n c o n tr a e l p r o g r e s o c ie n tific o d e e ste r a m o , y a m ­
b a s s o n in a c e p ta b le s .
H e m o s d a d o m ás d e s a r r o llo e n e sta e d ic ió n a l e s tu d io d e a lg u n o s f e n ó m e ­
n o s s in g u la re s , ta le s c o m o la c o m p u e r ta , el r e s a lto , los e n s a n c h a m ie n to s b ru s c o s
e n c a n a le s , la s g r a d a s d e s u b id a y U s d e b a ja d a p r e c e d i d a s d e u n r é g im e n t o ­
r r e n c ia l. T a m b ié n h e m o s a g r e g a d o e l e s tu d i o d e u n c a n a l d e g a s to v a r ia b le , a li­
m e n ta d o la te r a lm e n te , y p u e s to u n m a y o r d e ta lle d e l v e r te d e r o la te r a l. A u n q u e
se tr a ta d e u n p ro b le m a m u y e s p e c ia liz a d o h e m o s in c lu id o n u e v a m e n te y a ú n con
m ás e x te n s ió n , lo s p a r tid o r e s d e a g u ^ s p o r t r a ta r s e d e u n a c u e s tió n casi e x c lu s rv i
d e n u e s tr o p a ís , en la fo r m a q u e a q u í se a b o r d a y re s u e J v e . El c á lc u lo d e l e je
h id r á u lic o d e u n c a n a l p u e d e tra z a r s e c o n io s d a to s q u e se e n c u e n tr a n en e s te
lib ro h a s ta en su s m e n o re s d e ta lle s , p a s a n d o a tra v é s d e la s s in g u la r id a d e s d e la
VI C u rso d e Tfi'1,'áulico Ge ne ra l

corriente, que se encuentran ordinariam ente en ta práctica. Se puede igualmente


juzgar de disposiciones complejas como bifurcaciones, saques de agua, etc. de
corrientes abiertas. En el estudio de cañerías con movimiento uniform e, hemos
agregado el cálculo de la red dé m allas por el m étodo d e aproximaciones sucesi­
va« de Newron, aplicado por H . Cross. Por últim o, hem os agregado un capítulo,
el de movimientos im perm anentes en corriente« abiertas y cerradas, .concretándo­
nos en esta vasta materia a lo útil al’ ingeniero, a lo que le perm ite efectuar cálcii'
los con la rapidez con que la profesión le exige, dándole como en todo el resto
de la obra, los fundam entos racionales y experimentales en que se basan las fó r­
mulas o./gráficos que ha de emplear.
Como es fácil ver, a tratfcs.de todo este libro, damos im portancia a lo más
nuevo, ya-sea en deducciones analíticas'o en valores experimentales, poniendo en
especial relieve lo am ericano. La enorme y' valiosa contribución de los EE. U U .
de N o rte a m é ric a a la' H idráulica m oderna liem os tratad o de sintetizarla, comen­
tarla y utilizaría, como ¡muy especialmente la de la República A rgentina, donde
nuestros amigos, los profesores IngS'. Ballester y Gandolfo,, y los ingenieros, Iva-
nisevich, Perazzo, G oligorsky y otros, contribuyen poderosam ente a la investiga­
ción hidráulica. En C hilf, al buen num ero de los citados en nuestra prim era edi­
ción, se agregan, en ésta, bastantes más entre los cuales .nos es especialmente
¿ ra to destacar a-los que h an sido nuestros ayudantes, In g .'d o n O . Anwandter, en
{a U n iv ersid ad -d e, C hile, con .su fórm ula para calcular cañerías y canales; Ing.
don P. H uneeus, en la U niversidad .Católica, con su gráfico para tl^cálculo de
resaltos en lechos trapeciales;, y a nuestro ¿actual ayudante en la U niversidad de
Chile, Ing, don P. Lehmánn, cuyos, gráficos para el cálculo de profundidades
críticas y normales han sido reproducidos ya fuera de C h ile .1

Santiago, Ju lio de 1945.


D E L P R O L O G O D E LA E D IC IO N A N T E R IO R

Las experiencia*, las fórm ulas empíricas y las teorías hidtaulicas púUica-
das en otros países, incluso las más recientes, están tfiptódicaiiiente tx p ü e stts en
e sta obra comprensiva, que sólo e*<¿uye a límites prudentes aquellas teorías qtfe
no traducen bien la realidad y cayo desarrollo -analítico tiene sófo la* ápdruertciás
d el rigor matemático: para su a u to r no es la H idráulica una m era inspiradora- de
hermosas abstracciones matemáticas, sino "una ciéncia técnica de la realidad tan­
gible y útil.

El valor pedagógico es el interés que inspira la exposición de los fenóme­


nos, hecha p o r quieri siente los atractiyos y h a vivido efectivamente los secretos
d e la experimentación.
E! valor científico y cultural es la presentación docum entada y fidedigna
d e la evolución y el estado actual de la H idráulica, que del-em pirism o experi­
m ental viene elevándose gradualm ente a la racionalización m atem ática; sugiere
m ultitud de cuestiones a los que esperan que de la concepción dinámica elemental
<le la constitución de los fluidos, se irán deduciendo matem áticam ente las leyes
que rigen todos los fenóm enos del escurrim iento, sin necesidad de aceptar innu’
m era bles coeficientes em píricos.

Esta obra prestigia nuestras universidades, pues tiene un valor .propio que
será reconocido fuera del país.

Ramón Salas Bdwards.


í n d i c e

Pi*.

Prólogo ........................................ - ............................................. ........................................... V


Del prólogo de la edición anterior . . . . . . . ................................................................ .. VII

Capítulo I

.\-uui02JE8 GENERALES

1.--Cweripos sólidos, líquidos y g a s e o s o « ........................................................................ ó


2 .—»Algunas constantes JfLsúcats........................................................... .... : ........... 3
3 .-^Presión. Frotamientos in teriores.................................................. ............... .*. . . . ' 4
4 .—Isotropía y cap ilarid ad ............................................................................................... * . 5
5 .—Líquido «perfecto........................................................................................................................% ... 5
6 .—-Ciencias hid ráu licas........................................................................................................ 6

Capítulo n

HID BOSTA TICA

7 .—K-opartieión de las presiones...................................................... .............................. 7


8 .—Líquidos y gasea en oquil¡¡brio bajo sn peso . . . ..................... ..................... 10
9 .—Aplicaciones diversas. Equilibrio s ó lid o ........................... ................ 12
10.—Principio de Arqufonedes............................................................................................ 17
ír.-r-Presiones t o t a l e s ........................‘ ............................................*...............v 18
J 2 .—-Cuerpos f lo t a u t e s ......................* ...................................... ........................................... 22

Capítulo m

L o c io n e s fundam entales de h id r á u l ic a

13.—Ecuaciones fundam entales....................................... ' .............. .............................. 27


14.—Clasificación do los eseurrim ieutog..................... ............................. . . . SO
35.—Movimiento permanente del líquido .perfecto.Teorema de Bernoulli 33
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urao J(T Jlidráílim General

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Abaco. Altura» críticas en'-acueducto« circulares y ovoides nórmale*.
Pérez Z..............................................
Al>aco. Alturas crítica* ro lóc<hos trapeciales.—*T. S. Gandolfo.. . .
Abaco. Alturas críticas en ledhoa trapeciales.—>P. Pérez Z.........
Abflfeo. Alturas critica« en lechos trn/pceialea.—P. Pérez 55.........

PERDIDAS I>K CARGA GENERALES.—ECUACION DE LAS CORRIENTES-


PERDIDAS’ DE OARGiA. SINGULARES
<o »i n i

i
s

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34\—Qoetficlentes ejqperioieataleí de gasto, *>aia orificios en jpared iplana delga­


da. Ejemplos..........................................................................................................................................................................
35 —Pérdidas de carga singulares-. ......................................................................................................................................
A7

Mg.

36. — Bnfi«nchH8 brusco» y p are d e s g ru e s a s . E je m p lo s .......................................................... 153


37.—Boquillas y conos. Vejltvirímetro. Ejwuplos . ............................................... Ifi3
3 8 .— Codo.» y . c u r v a s ............ ....................................................................................................... 182
39.—Fenómenos incwlentiiles. Äernblinoa de dUíción - , . .* ......................., ............. Í88
40.—Inversión de la v e u a .................. . ....................... ....................................... ' 290
4 1 .—-TVáycclOíja de los d a o rry s. E j e m p l o ............................................................ .............. 391
4 2 .—Tafln enei a de la velocidad a f lu e n t e .........................................................• 195
43.—Vacianñentos. Ejemplo* . . . ......................................................................................... 196

TaWa. ¡N.*4,—Co«*/ieientes experimentales de gasto. en orificios de pared


delgada. rectangulares. Coatracción coimpleta {Poncelet-y
Lejbros)............................ ............................................................ , . . . 200
Tabla iX." 5.—Coeficientes experimentales de “j?asto*en orificios de pared
delgada. Contracción completa Orificio» circulares {H.
íim ítb)............................ .................................... ?................. ! . . . 201
Tablas X.08 0 y Sb.—Coercientes'de goato en orificios ele -i>ar«d delgada ’cir­
culares» Contracción cora^lctji(Brlton). ........................................ 202
Tabjn N.u.7,—Coeficientes experimentales de' gasto en orLfiriojj de pared dé!1
gada sumergido«». Cootracción completa (H. í>mit>h—EDis.—
S tew art)............................ ........................ .............................................. 203
Tablas N.os Ä v 9.—Coeficientes experimentales de gasto en o riccio a de
pared delgada. Contracción’ ,íMj<primida en parte (Poncelet y
Lesbros). , , ..................». *..............‘ . . . . . ............» .............. 204
Tabla X.o. 10.—Coeficientes oqjjerianeirtftltüí do gastaren tubo» de longitud va.
ria ble Con vontraciiin* Suprimida eu parte (Stewart y Roger
y am itli)............................................................... . , k .................... 205
Gráfico, Coeficientes de ßa&to endirrersos tivbos(Universidad cLc W w onsia) 205

Capitulo VI

s in g u ia a ir-itu mu n x o a s 'T o a s o a b i e r t o . vmrm>EROS

44;,—<Generülid*ide* sobre v er te d e ro s......................%• - - **-» ............................. 206


4$,— Vertederos en pared delgada íín contracción lateral Napa libre. Velocidad
y presión eu la vena contraída en vertederos de abobara indefinida . . . . . . 209
4 0 .—Velocidad in ic ia l.......... .................... .. .• ................... J 17,
'47,—Coeficientes^eriperiwentale« de gasto. Jijémplo's............................. ...................... 218
4 8 .—ConTrnocúm lateral. Tíjortvplos .►, .................... ... •< .r........................................ 2Í5
49.—Vertederos •triangulares . . . . . . . . . .: . .. .............................. 228
50.—Ve/tedetos trapeciales . . . *. • ................ . •• ♦»............................... ...............• - a2'
5 1 .— 'aytgularidaaesde contorno C ie r to y el régimen del canal en-que estátf
situadas.-<5a«o especial del-vertedero j-----. . . ♦>. . ■*
ftS.—Vertederos, :en pared delgada. Gtraj /onmas <3e napa .... . . . 240
53. —Coeficientes experimentales y mAdnlpa d e ‘gasto. Ejem plo*..,. . • 243
X f l C u rs o de T íü lv á tt f w a G e n e ra l

Pag.

5 4 .— V e rte d ero s en p a re d g ru esa, d e e n tra d a re d o n d e ad a y d e a r is ta v.iva, sin 111-


ftu e a c iá de a g u as a b ^ jo y sin v elo cid ad in ic ia l ...................... . . .... . . . 247
5 5 .— V e lo cid ad rn ie ia l - . .................. . . . . . . . . .• . . . ... ............................. . ...................• <•* 252
5 6 .— P a re d e s g ru e sa s in flu e n c ia d a s fpor a g u as a b a j o ............. . . . ... *....................... 259
5 7 .— P a re d e s in te rm e d ia s no In flu e n c ia d a s e in flu e n c ia d a s ¡por a g u a s a b ajo .
E jem p lo s.................... .... .. ........................ ........................ *...................................................... 261
5 8 .— V e rte d ero s e * p ared g ru esa con co n tracció n la te ra l. E jem plo............. <............. lííífí
58a.—-Paredes interm edias con contracción, lateral. Ejemplo» ... ......................... 267
5D.— V e rte d ero s de 'b a rre ra s in c lin a d a s y re d o n d e ad a s • .,. . . . . ... . ......... 26$
6 0 .—O .tlas c irc u n sta n c ia s *eu-el e seu r^iim én to y o r v e rte d e ro s: V ertederoa opílenos 270
6 1 .—'V erted ero s la te ra le s . E j e m p l o s .............................. , , .... . r . . . i .................................... 272
6 2 .— E l ' a liv ia d e ro como e lim in a d o r de a v e n id a * - ........... . .....................«. ... 294
6 3 .— V e rte d ero s c u r v o s ................................................ ................................... . • ♦ ♦ ♦ ................. 297

T a b la .N.® 11>—íi-y/2g!li e a función <le »h, . . . . . . ... . ................ ' — ................ 301
T a b la 12.’—V erted ero * eu «pared d e lg a d a sin co n tracció n la te r a l. Fóronn
la de BazMi .................................. . . . * ............ .. 301
T a b la N .° 13.— V e rte d e ro s en ipared d e lg a d a, .s in .co u traeció n la te r a l. F ó r.
m u ía d e R d i b o c k .................................................. ....................*• «• -»♦ 302
T a b la JT.° 14.— V e rte d ero s en $>»réd d e lg a d a con c o n tra c ció n la te ra l. F ó r­
m u la de Jjég ly . . . . . . . .•*......................... . . . . . . ... 303
T a b la N .° lo .— V e cte d e ro a en p a re d d e lg a d a con c o n tra c ció n la te ra l vu^poi-
fe e ta p o r efe cto de m u ro s .^ u e g'níaa la ;c o r r ie n te o lív e n te 304
T $b)a X / -10.— V e rte d ero s tria n g u la ro s en p a re d d e lg a d a (C ru z X Ó k o 'y M o y a) 304
Ta'bla N.* 17.— terfcéderos en p a r e d gru-esa. C o efic ien te de ^ a sfo (fórmxíl’á
p r o p u esta ). ..................................... .... . . . . .............. ..................... 305
T a b la X .° 1&—^V ertederos. UiníbralCs de a ris ta v iv a : p a ra m e n to d e .aguas
a r rib a in c lin a d o y d e a g u a s a b a jo v e rtic a l . . . ........................ 306
T a b la S . ° 19.— V e rte d ero s, Uaribra-los de a ris ta v iv a ; p a ra m e n to d e a g u as
a r r ib a v e r tic a l y d e aguüs &bajo i n c l i n a d o ............................... 307
T a b la N.o 20,— V e rte d ero s. U m b ra le s d e a ris ta v iv a ; A m bos -param entos i»-
• “CÜ»ados " . . . . . . .................... .. . . . — ..........................................., 308
T a b la N.o. 2 1 .—V e rte d ero s. P a re d e s in te rm e d ia s; p a ra m e n to de ag u as a r r i­
b a in clin ad o y de a g u a s ab ajo y e r tic a l . . . 30£í
T a b la N .° 22.— V erted ero s. P a re d e s in te rm e d ia s; p a r a m e n to ' d e a g u as a r r i­
aba .vertical y de. a g u as1 ab ajo i n c l i n a d o ..................... .... .............. 310
T a b la 23.— V e rte d ero s. P artjd ^s iuterm fcdias; am bos p a ra m e n to s in cli.
n a d o s ................................ ... ............................................ ............... 311
T a b la N/* 24a,— V e rte d ero s. U-ni-brales red o n d ead o s (ipe^ueñoa ^-m odelos). . 311
T a b la K .° 24b.— V e rte d ero s. U m b ra le s red o n d ead o s (¡pequeños m odelos, pn-
ro to m a d a e n c u e n ta la ley de s e m e ja u z a ). ... . . 312
T a'bla N.° 2 4 c.-^ 'V erted ero s. Utiub.rales re d o n d e ad o s. G randes m odelos - . 313
T a b ja N.® 2 5 — P a re d e s g ru e sa s en co ritrajpenáiente y tip o s tnijetos^ . . . .. 314
Taibla 27.« 26.—C o e fic ie n te s de g asto en v e rte d e ro s la te ra le s (E n g e ls ). . . 315
T a b la N ." 26 b is.— Calcuk» 4®- lomgi-ttod de un v e rte d e ro la te ra l p o r m e­
dio d e la s fó rm u la s de E n g e l s ..................................... ............. •. 315
I thI ícú

Pág.

T a b la N .° 2 7 a .— V e r te d e r o s la te r a le s . P ó w n u la de B a lm a c e d a y G on sfilcz.
U m b ra! mi pared d e lg a d a . . . . . . ................................................. ..: ...
Ta:bla N \° 27b.— 'V ertedero« la te r a le s. F ó r m u la de B a lm a c e d a y G onzfitcz.
tTprbrales en p a red in te r m e d ia y g r u e sa ...................................... 316

C a p itu lo VTI

O T R A S S I N 'G U n A K I D A D E S B N OOXTOKNO ABfJQJRTO — A P Iv IO A O lO N B S

6 4 . — G e n e r a lid a d e s ....................................................................................................................................... ...................... %


6 5 . — E n sa n c h e s b r o a c o * ;................................................................................................................................. ......... . . . . . 3
a ) E nsancihe p o r v a r ia c ió n d e la s e c c ió n m o ja d a , s in v a r ia c ió n d e la íor*
ín a n i m a g n itu d d e l lecfoo . . ................................. - ....................................................... .... 320
b ) E n s a n c h e brusco, p o r ni«njplc v a r ia c ió n *üo coca d e 'f o n d o ............ . . . 321
•c) Knsancrtie co n v a r ia c ió n b ru sca d e a n c h u ra y c o ta de fo n d o . .................. 327
6 6 . — R e sa lto s ............................................... . . . ......................................................................................... 339
*67.— -E nsanches .p a u la tin o s ................................................... ............. ........................................ 375
6 8 . —-L on gitu d d e e n s a n c h e ............................................ .................................................... ................ 379
6j>.— O ra d a s en ca x ja les. G ra d a s de s u b id a ......................... .. . . . ... 3S3*
7 0 . — G rada» de b a ja d a c o n r e s a lto a le ja d o . L ím it e rech a zo . d e l r e s a lt o .......... ^87
7 1 . — E m b u d o s de e n t r a » d a ............................................ . . . . . .......................................................... 390
7 2 . — ¿Remanso p r o d u cid o p o r loa m a c h o n es de un p u e n t e .................................................. • 393
7 3 . — R e jilla * ................................... .. ............................................................................................... ... 4 0 <5
7 4 .— C od os y c u r v a s ........................................................' ........................................ ...................................... 409
-7 5 .— L o n g itu d d e un r e b a lse .................................... ........................................... . ............................... 411
7 6 . — «Canal do e v a c u a c ió n de un r e b a ls e ................................................................................*............. 412
7 7 . — P a r tid o r e s de a g u a .................. ................... ................ ................................................... 417
7 8 .-r O tr a a a p lic a c io n e s . A fo r a d o r c a de e sc u r r im ie u to c r ític o .- Carda* con e str e .
cSi^m iento (e n fo r m a a lm e n a d a o de n o t d h ) .......................i ............................................ 447
7 9 . V a c ia m ie n to s . E je m p lo s . . . ............................................................................• ................. . : . 452
8 0 . — íif e c t o reg u la d o r de u n e m b a ls e ................................................................................. ... 4o4
Toíbla N .p 2 8 .—'A ltu ra» » r e la tiv a s de r e s a lto e n letiho r e c ta n g u la r .......... 462
T a b la N .o 2 9 .— 'E lem en to s p a r a . e l c á lc u lo d e r e s a lto s en le c h o s c ir c u la r e s . 462

C a p ítu lo v m

C O R R m X T B S A B IE R T A S .

8 1 . — M o v im ie n to p e r m a n e n te u n r f o r m c ......................r ................................................................... 4G3


8 2 . — E cu ació n g e n e r a l , v . .....................v „ .................... . . . . . . .............. ........................... 464
8 3 . — F órm u las- e x p e r im e n ta le s ............................................................................................. . . . 464
8 4 . — A p lic a c io n e s de la s fórm u la». C á lcu lo d e l a p r o fu n d id a d n o i i i m l .................. 474
SS..— F orm a m ás c o n v e n ie n te d e u n canal*. C ííleulo d e un c a n a l ipara c o n d u cir
urfv g a s to á a d o .......................................... .. ....................................................................................... 477
X IV Curilo de H idráulica General

Pág.

8 6 .— Acueductos a b o v e d a d o s ........................ . . ... , ........................................................ 487


8 7 .—»Curya <Je descarga o lironrmctrica del gasto .................................................... 401
8 8 .— Repartición de velocidades ....... . . - .................................. ....................................... 403
8D.— M ovim iento permanente gradualm ente v a r i a d o .............. .................. , ................... 503
9 0 .—«Ecuación géneral ........................................ ................ ..................................................... 504
9 1 .—'Clasificación <le los escurrim icntos y de los tecrtioa.pendiente crítica .. 50('
0 2 .— Discusión general d el eje h id r á u lic o ........................................................................... 510
0 3 .— D iscusión ©articular do cada uno de los seis canos de m ovim iento variado.
Baso e x p e r im e n ta l........................................... ......................... .. .................................... 517
0 4 .—Trazado del ojo hidráulico: puntos de p a r t i d a ................................................... 524
0 5 .—-Ubreación de los r e s a l t o s .................................................................................................... 53&
0 6 .— A-plieacioncs y cjen<plcis.......................................................................................................... 534

Tabla X." 30.— Rscurrimiento por canales. Valores de C según la fórmula


de G-anguillet y K uitcr ..................................................‘ ................ 551
Tabla X .“ 31.— Kacurriroicnto por canales. V alores de C,soj^ún la fórmu.
la de R. M anninij...................................................................................... 5i>2
Tabla N.® 32;—«Escurrimianto ñor canales V alores de C, según la fórijui-
la de t f a z i n ................................ . . . . . ......................................... 553
A baco. V alores <de C ,, según <jkinguilLet y Kuttpr, y B a ziiu -. , .. ................... 554

Abaco. VaTores de -^1^- segíiu Ganguillet y K u t t e r ............................................... 555

Tabla X." 33.—ilscurrhuiento por canales. V alores de 0>, según la fórmulá de


K o e c h l i n .......................................................................................... .... .. 556

Abaco. Valore» de - /á « - 9egún ^ fórmula de K oechlin, para radios hidrúu-


C2jR
licos pequeños.............................................................................................. 550
AbAco. Fórmula de Porchlheimer . . . .............................................................................. 557

Capítulo IX

CORRI ENTES CliRRAI>AS UNIFORMES

0 7 .— Movimiento- -permanente uniforme Ecuación general ......................................... 558


0 8 .—R ugosidad de paredes en las c a ñ e r í a s .............. ....................... ........................ 500
0 9 'Fórmulas e x p e r im e n ta le s ................................... .................................................................... 561
1 00.— >1lec.ción de f ó r m u la ............................................................................... '........................... 5 fü
1 01.— U so de las fónm ulas............................................................................................................ 577
1 0 2 .—C añerías cortas y largas .....................................................................................,............... 578
1 03.— Jmfhicrtcias del p erfil en la línea d e -ca rg a ; lim itación de. la presión. Ca­
ñerías con trozos de distinto d iá m e t r o .......................................................................... 581
10 4 .— L im ites de la velocidad ................................................................................................... 583
1 0 5 .—con d ición de mínimo co sto .................................................................................................... 584
1 0 6 .— Servicio eu camino ........................... ............................................................................. 585
1 0 7 .— Ejctmplos y a p lic a c io n e s ......................................................................................................... 588
108.-—Diámetro y velocidad más convenientes en una cañería de. ¡impulsión y cu
■cañerías de receptores hidráulicos . . . ..................... .................. ... ................ 50«
1 0 9 .—R epartición de v e lo c id a d e s ............................................................................................ . . 500
110.—'Gíilculo de redes ....................................................................................................... 600
Abaco de la fórmula de Lévvy-V aílat.................. ......................................................... 60ií
XV

Págs.

Abaco de la fórmala de Flamant ........................................................................ 60?


Abaco ‘de la fórmula de Moúgni£ ...................................................................... 60&
Abaco dela fórmula de Seobey para honnigóh* amerado ............................... 609
Abaco de la fórmula dé Scofc'éy (para ctUér&e metálicas ..................... . . 610.
Abaco de la fórmula de Anwandter . . . • ........................................................ 611
Abaco dela fórfnula de WlHiatns y H azen....................................................... . 612
Abaco de la fórmula de Ludin para cañerías de a s b e s to .................................... 612

Capitulo X

OOBOUEXTE6 n 4PBR.MANKNT.K8

111.—G eneralidades t ....................... ....................... .


312. —Movimiento» Unpormnneirtes *n canales a b ie r to * ............................................... 61&
113.—Crecidas a ondas lentas. Movimiento’ casi’ p crm an en lo...................................... 616
114.—Ondas (le traslación u onda« r á p id a s....................... ..................................... ..% 620
113.—Variaciones tfrt las ondas por rnriactionos- en'eF- cauce * ... * . . * ............. 626
116.—Eeuacjón del movimiento impermanente <yr corrientes cerradas. Golpe Yle
ariete ¡en g e n e r a l.......... "... . . ................................................................................... .623
117.— Golpe de ariete positivo. Teoría de A lieviv. . . • > . - . 4 « . . . . . . . . ...................................... 631
118.—Cierre rugido tota] ............................................................ ... . . ........ , .......... , *635
11®.—Cierre lento. Ejemplo*............... ............................ .............................................. ....

Registro de autor«? citados


CURSO
DE
HIDRAULICA GENERAL
CAPITULO I
Nociones generales

1. Cuerpos sólidos, líquidos y gaseosos.— 2 . A lg un a s c/xw tantes físic a s. —


3 . Presión, frotam ien to s interiores.— 4. Isotropía y capilaridad.— 5. L íq u i
do perfecto.— 6 . Ciencias hidráulicas.

1. Cuerpos sólidos, líquidos y gaseosos.— E n la N aturaleza, los cu er­


pos tienen aparentem ente cualidades que los a g ru p a n en dós g ran d es c a te ­
gorías: los que se oponen a las deform aciones, que los llam am os sólidos, y los
fluidos que no se oponen a ellas, o m ás bien, que solam ente p resentan resis­
tencia a- las deform aciones m ien tras ellas se realizan, tom ando finalm ente la
form a de los recipientes que los contienen. Los flúidos se d ividen a su vez,
en gases y líquidos, según que aparen tem en te v aríen o no de volum en por
"feetos de cambio de presión o de tem p eratu ra .

2. Algunas constantes físicas.— N ada tienen de absolutas las p ro p ie ­


dades que acabamos de enum erar. Se d iferen cian solam ente en que las m ag­
n itudes que las m iden son de d iferen te orden en los fluidos y en los sólidos.
L a Física G eneral se ocupa especialm ente de d e term in a r los coeficientes de
dilatación y de com presibilidad de los d iferen tes cuerpos. A puntam os aquí
algunos valores de las constantes físicas que pueden sernos útiles en las
aplicaciones.
La compresión produce en el agua u n a contracción cúbica de 0,0000~>
por atm ósfera, que desaparece perfectam ente si sé restablece la presión p ri­
m itiva, E n cambio, una masa de fierro som etida a u n a cóm presión u n ifo r­
memente re p a rtid a se contrae en 0,0000007 p o r atm ósfera (deducido dei
coeficiente de elasticidad tom ando en cuenta' las deform aciones tran sv ersales).
4 C u rso d e H id rá u lic a G en eral

Los volúmenes- de los gases son, a tem p e ra tu ra constante, inversam en­


te proporcionales a las presiones, p v = . cte. (ley d? M ario tte), siempre que
éstas no sean m uy grandes.-
L a elevación de un grado de to tn p eratu ra d ila ta en 1/273 o 0,00366 ni
volumen ¡le un gas y hace ex p erim en tar al agua una dilatación cúbica media
de 0,00043 si la te m p e ra tu ra es notablem ente m ayor de 4o centígrados,
pues a esta te m p eratu ra u n a m asa .de agua tiene su m ayor contracción (o su
pesp máximo pór unidad de v o lu m e n ). E l aum ento de un grado de tem pe­
ra tu ra ocasiona en el fierro un aum ento de volum en de 0,000033 y en el con­
creto de 0,000042.
E l peso específico o peso de la u nidad, de voJumen del agua desti
lada es de 1000 K g /m 3 a 4o de te m p e ra tu ra ; el del agua de m a t es aproxi­
m adam ente de 1025 K g /m 3 ; el del m ercurio es 13600 K g /m 3. E l aire a i<i
presión atm osférica y a í* pesa 1,25 K g /m 3.
U sarem os com únm ente u nidades in d u striales: el m etro, eí kilogramo
y el segundo, salvo indicación expresa de se r-u n id ad e s C. G. S.

3. Presión. Frotam ientos interiores.— Si den tro de u n flúido conce­


bimos una superficie p la n a de dim ensiones pequeñísim as, ésta co rtará las
líneas de acción de un inmenso núm ero de fuerzas m oleculares: atracciones
m utuas de lo» pun to s m ateriales situados a ambos lados del elemento plano,
a distancias im perceptibles. Como este elemento es de pequeñas dimensiones,
podemos despreciar las variaciones de las condiciones físicas e n -su extensión.
P o r lo tanto, la resultan te de las acciones m oleculares que obran a . través de
él, es proporcional a su superficie y tiene u n a dirección y tín sentido d eterm i­
nados. Se llam a presión a la razón e n tre la resu ltan te de las acciones mole
culares que se ejercitan a trav és del elemento plano y el área d e 'é l.
E l elem ento plano ha de ser pequeñísim o y, sin embargo, suficiente parii
co rtar g ra n núm ero de fuerzas m oleculares, en form a de caracterizar la re
su lta n te ' sin llegar a in d iv id u alizar las componentes. E ste concepto especial
de m agnitud elem ental, indispensable ál considerar la constitución Ín te rin
dé cuerpos físicos, se u sa rá en casos análogos y, al calcular, sé considerará
infinitesim al. Podemos, pues, d ecir que la 'p re sió n en un p u n to es .el límite
de la razón d f/d w cuando <2w elemento de área, tiende a cero, llam ando / la
resultante de las fuerzas moleculares.
L a presión no tom a en cuenta las fu erzas exteriores, acción de g r a n d e
masas a> distancias, considerables.
Si las acciones m oleculares v arían con a lta frecuencia p o r vibraciones
caloríficas, etc., la resu ltan te considerada es el térm ino medio :de los valore*
instantáneos.
La presión, dad a la orientación del elemento plano, tiene dirección y
sentido. Sus dim ensiones en sistem a O. G. S. son:

M L T~’

y. su m edida en C. G. S . se expresa en d in as por cm! . En H id ráu lica la me­


direm os e n K g /m 2.
Prcaién-, is o tr o p ia , líq u id o * -perfedi» ó

8 e llam a ta m b ié n p re s ió n a la - r e s u l ta n t e d e la s a c cio n es-.m o lecu lares


q u e o b ra n sobre u n a s u p e rfic ie d e d im en sio n es f in ita s . P a r a d ife re n c ia rla s
se llam a a é sta p re sió n to ta l y a la o tr a , p re sió n „ u n ita ria o sim p le m e n te p r e :
sión. L a p re sió n to ta l tie n e d im en sio n es d e fu e rz a :

M L T ~ ‘

L os flú id o s se c a ra c te riz a n p o r la p ro p ie d a d d e d e fo rm a rs e b a jo las


acciones de fu e rz a s e x te rio re s, p o r p e q u e ñ a s qiie sean . E s ta p ro p ie d a d no sig
u if ic a que no o p o n g an re s iste n c ia m ie n tr a s la d e fo rm a c ió n se v e r if ic a ; al
c o n tra rio , ésta re s iste n c ia ex iste, r e ta r d a n d o m ás o m enos la d e fo rm a c ió n .
P odem os c o n s id e ra r la re s iste n c ia a los. re s b a la m ie n to s d e m a sa s flu id a s comí/
com ponentes ta n g e n c ia le s d e la s p re sio n e s, fu n c io n e s d e la v elo cid ad re la tiv a
de re sb a la m ie n to . E s ta s c o m p o n e n te s q ü e se a n u la n en el reposo, las lla m a ­
rem os, p o r a n a lo g ía , fr o ta m ie n to s, in te rio re s. L a re s iste n c ia de los flú id o s a
s u f r ir d efo rm a c io n e s se llam a, visc o sid a d , q u e nó h a y q u e c o n fu n d ir con la
cohesión a -p r o p ie d a d de re s is tir co m p re sio n e s o p e q u e ñ a s tra c c io n e s .

4. Isotropia, y c a p ila rid a d .— G e n e rá n d o se c o m p o n e n tes .ta n g e n c ia le s


de las p resio n es ú n ic a m e n te c u a n d o se v e rific a n m o v im ien to s, se sig u e q u e
cu flú id o s en reposo no e x iste n sino presione** n o rm a le s a los elem en to s p l a ­
nos q ue se p u e d e n c o n s id e ra r en el seno d e ellos: E s ta n o rm a lid a d de p re s io ­
nes q u e c a ra c te riz a la flu id e z , se e x p lic a diciendo' q u e los flú id o s en reposo
son sistem as 'm a te ria le s d e id é n tic a c o n stitu c ió n in te rn a en to d a s ' las d ir e c ­
ciones posibles en c a d a p u n to ; c o n stitu c ió n q u e p u ed e ir v a ria n d o de un
p u n to a o tro .
L as p a rtíc u la s o p u n to s m a te ria le s q u e c o n s titu y e n el flù id o e s ta ría n
d is trib u id a s d e la m ism a m a n e ra en to d a s d ire c c io n e s en to r n o del p u n to
c o n sid erad o . E s ta p ro p ie d a d , lla m a d a iso tro p ia , llev a com o co n se c u e n cia a la
n o rm a lid a d de las p resio n es, p o r r a z ó n ’d e s im e tría .
L os flú id o s en m o v im ien to tr a t a r í a n d e re c o b r a r la is o tro p ia y a u n de.
c o n se rv a rla d u r a n te la d e fo rm a c ió n , y los fr o ta m ie n to s in te rio re s o la o b li­
c u id a d d e las p resio n es, se ría n d e b id o s a la d e m o ra en r e c u p e r a r la iso tro p ia .
L a c a p ila rid a d , q u e en los líq u id o s en rep o so s e - tr a d u c e en u n a e le v a ­
ción de p re s ió n de la s u p e rfic ie en el co n to rn o de la p a re d , se d e b e ría a d e ­
fecto d e is o tro p ia ju n to a la s p a re d e s q u é c o n tie n e al flù id o , p u e s no se
debe p re te n d e r que te n g a n id é n tic a o rg a n iz a c ió n m o le c u la r el líq u id o y el
sólido q ue lo ro d e a .

5 . L íq u id o p e r f e c t o .— C o n sid e ra n d o e x tre m a d a s la s p ro p ie d a d e s quo


c a ra c te riz a n a los flú id o s, se h a concebido, p a ra s im p lific a r los cálculos, el
“ líq u id o p e r fe c to ” , com o u n m a te ria l iso tró p ic o , sin re siste n c ia a las d e f o r ­
m aciones a u n m ie n tra s se v e rific a n , es d e c ir, de p re sio n e s n o rm a le s a los elé-
m en to s p lan o s que se p u e d e n c o n sid erar,, d e sp ro v isto s d e fro ta m ie n to s y p e r ­
fe c ta m e n te ¡¿icom presibles. E l líq u id o p e rfe c to así co ncebido fa c ilita el e s tu ­
dio del líq u id o en reposo y ta m b ié n alg o el d el líq u id o e n m o v im ien to . Com-
eepción a n á lo g a hace la M ecán ica R a c io n a l al c o n s id e ra r el sólido .p erfecto.
C u rso d e H i d r á u l i c a G en era l

6. Ciencias hidráulicas.— L a Ilid ro m ecán ica estu d ia el m ovim iento del


líquido p erfecto y su eq uilibrio por medio de un proceso rig u ro sam en te a n a ­
lítico. S u s 'ra m a s son, p or consiguiente, la H id ro stá tica y la H idrodinám ica,
p a rte de la M ecánica que se aplica a los líq u id o s.
La H id ro d in ám ica se a p a rta ráp id a m e n te de la rea lid a d física al p res­
c in d ir d'e lás condiciones n a tu ra le s del líquido, y los problem as que interesan
en la p ráctica son resueltos p o r ella en com pleto desacuerdo con la expe­
rien cia. A deíuás, su aridez an a lític a y las d ific u lta d e s m atem áticas que se
p resen tan , han d ado n acim iento a la H id rá u lica G eneral, cilyó ob¡jeto es es­
tu d ia r por el análisis y la experim entación unidos, el equilibrio y m ovimiento
de los líquidos, especialm ente del agua
Lá H id rá u lic a G en eral sim p lifica las cuestiones, suponiendo la in ­
com prensibilidad y fluidez perfectas cuando son acep tab les; pero tom a en
cuenta los fro tam ien to s in terio res cuan d o in flu y e n p rá cticam en te en los fe ­
nómenos. Se lim ita a las cuestiones sencillas' y útiles al ingeniero y se carac
teriza p rin cip alm en te p orque acude a 'la experim entación y saca de ella los
elem entos necesarios p a ra la solución de las cuestiones que el A nálisis no pue­
de tod avía resolver o resuelve d ifíc ilm e n te .
No e n tra n bajo el dominio- de la H id rá u lic a G eneral las d istin ta s H i­
d ráu licas ap licad as a.- regadío, m áq u in as h id ráu licas, obras m arítim as, agua
potable, alca n tarillad o , e tc ., que si-b ie n en «lia se apoyan, son en general
ur> co n ju n to de conocim ientos técnicos de co n stru c c ió n .
CAPITULO II
Hidrostática
7. Repartición de las presiones.— 8. L íquidos y (¡ases, en equilibrio bajo su
peso.— 9. .Aplicaciones diversas. Equilibrio sólido.— 10. Principio de
A rquím edcs. — 11. Presiones totales. — 12. Cuerpos flotantes.

7. Repartición de las presiones:— Hemos visto que en un fluido en


equilibrio, las presiones son norm ales a los elementos que se pueden considerar
en cada punto. Como consecuencia de ello podemos en unciar.el llamado " P r in ­
cipio de Pascal” : “ En un punto de un flùido en equilibrio, las presiones u n i­
tarias sobre todos los planos de cualquiera orientación que pasan por ese
punto, son de igual m a g n itu d ” .
E ste principio se dem uestra conside­
rando el punto O como origen de un sistema
de coordenadas rectangulares. Cortemos e!
triedro así formado por un plano oblicuo de
orientación cualquiera, situado a una distan
eia infinitam ente pequeña de O. Se forma
isí el tetraed ro elem ental O A B C (fig,. 1)
Debido a la continuidad, la presión u n itaria
que obra sobre la cara A B C d ifiere en un in-
X finitam ente pequeño despreciable de la p re ­
sión u n ita ria que obra sobre el plano p a ra ­
lelo a A B C que pasa p or O.
Como el tetraed ro está en equilibrio,
las fuerzas que actúan sobre él, proyectadas
sobre un eje cualquiera, deben d a r suma
nula. Tomemos como eje de proyección el eje X . Si llamamos p x la presión
u n itaria en la cara OPC, la .presión total en esa cara será p t .O B C y se .pro-
C urto de H idráulica Generai

yccta en su verdadera magnitud. lias presiones en las caras OAJi y p A C ,


normales a ellas, no dan proyecciones. La presión sobre la cara ABC, llaman­
do p a la presión unitaria sobre ella, vale p.ABC y se proyecta multiplicad»;
por el coseno del ángulo qué forma p con OX, igual-al diedro BC por te­
ner los lados respectivamente perpendiculares.' Las fuerzas exteriores son
proporcionales a la masa del tetraedro que es de tercer orden de pequeñez,
despreciable al lado de las presiones anotadas que, como proporcionales a las
superficies de las caras, son de segundo orden. En consecuencia, la ecua­
ción de proyección se reduce a:

ps .OBC — p .A B C .cvsMC = 0

en que el sentido de las presiones es hacia las caras. El producto r

ABC .eos B C -O B C

puesto que la superficie OBC es la proyección de la superficie ABC sobri1


el plano OYZ. Luego queda:

Pr = P

es decir, en cada punto la presión unitaria tiene un'valor independiente de la


orientación del plano.
Esta proposición, consecuencia inmediata de la . isotropía, reduce el
problema de la determinación de las presiones a buscar relaciones entre la*
presiones en distintos puntos.
Para encontrar estas relaciones, concibamos en el seno del fluido en
reposo uu cilindro elemental recto, de base da y de altura d s .( fig ,2 ) . y escri­
bamos las proyecciones de f
las fuerzas sobre un eje
paraleló a ds, que dan su­
ma nula por estar el cilin­
dro en equilibrio. rd c J
Las presiones en la su­
perficie cilindrica, dan
proyecciones nulas, pues la presiones unitarias son normales en cada punto
a la superficie. Las que obran en las bases se proyectan en verdadera mag­
nitud. Llamemos p la presión unitaria en una de las caras y tomemos como
sentido positivo el de esta presión. La fuerza será p .d t>; la de la otra base sorá

— (p 4- dp )d a

Las fuerzas exteriores, proporcionales a la masa del cilindro p du> ds,


(en que p e s :la densidad o masa de la unidad de volumen), tienen como va-
or absoluto F p datls, lia marido F la aceleración resultante. Estas fuerza?
VariUción de p resió n A e un p u n to * o tro

se proyectan multiplicadas por el coseno del ángulo que forma F con ds. En
consecuencia, la ecuación de proyección es:

p e la — (p + dp)d<ú -f- F f d o ds eos (/<’, ds) — 0

que simplificada d a :

1) dp = p F ds eos ( F , ds)

Integrándola hasta completar un cilindro de altu ra finita s — s0, en


cuyas bases extremas las presiones las llamamos p y p,„ se tiene:

> -p „ = Í P F eos (F ,d s) ds
J s„

Ecuación que dice que la variación de la presión entre dos puntos de un


fluido en reposo es igual al trabajo que efectúan a lo largo del camino qne
los une, las fuerzas exteriores, por unidad de volumen.
La ecuación 1) se puede escribir:

Eligiendo un sistema de ejes rectangulares en que dx, dy, d? sean las


proyecciones de ds y llamando X , Y , Z las de la aceleración resultante de las
fuerzas exteriores, respecto a los tres ejes elegidos, se tienen las ecuaciones
generales de la H idrostática, Uébidas a E u le r:

1 d p __ „
_ P 9 * ~

2) __i d V _ Y
9 S y

± - ^ = Z
P d 2

M ultiplicadas estas tres ecuaciones por dx, dy,, dz, respectivamente, s u ­


mándolas y tomando en cuenta qae el prim er miembro es el diferencial
Curto de Hidráulica General

total de —- — p se tiene:
P

3). — — dp = X dx -)- Y dy + Z dz
P

El primer miembro es integrable siempre que conozcamos la relación


entre p y p: esta relación es la ecuación característica. En los fluidos in-
compresibles, es decir, los liquides, esa ecuación es:

1 + at

en que es la densidad a la temperatura O”; a e,<el coeficiente de dilatación


y t la temperatura. Como se ve, p es independiente de p En los gases la
eouación Característica es:

Pe ( t + • ()

en que a.y t tienen el mismo significado anterior; p„ es la densidad a O5 y a


la presión p»; p es la presión. Como se ve p es proporcional a p.
Se llaman superficies de nivel o superficies equipotenciales a las su-
perf'icies de igual presión, igual densidad e igual temperatura que cumples'
con la condición:

—— dp = X d x + Y dy + Z <U=zO
P

Estas superficies, como indican las ecuaciones, dan trabajo nulo paru
desplazamientos sobre ellas y son, por consiguiente, normales en todos sus
puntos a la dirección de las fuerzas exteriores.

8. Líquidos y gases en equilibrio bajo su peso.—El caso de mayor in­


terés práctico lo presentan los fluidos sometidos a su peso como única fuerza
exterior. Si tomamos los ejes coordenados rectangulares X e Y en un plano
horizontal y el de las Z vertical ascendente, en la ecuación 3), X e Y valdrán
cero y Z r= — gt aceleración de gravedad con signo negativo; por lo tanto:

En líquidos 'incompresibles, efectuando la integración desde una cota


Ley hxdroxtútica 11

zu en que Ja presión es p0 hasta otra cota arbitraria z, donde valdrá p. se


obtendrá:

P — -P,— t O ( 2 o ~ ? )

El producto de la masa de la unidad de volumen por la aceleración


de la gravedad nos da el peso de la unidad de volumen o .peso específico que
llamaremos f .
La última ecuación puede escribirse, si la dividimos por ¡>y = y.
como sigue:

5) H--- ——= 2 + —-— = de.


t r

expresión que nos dice que en un liquido incompresible es constante la suma


de la cota y de la presión unitaria dividida por el peso específico.
La razón h = p /V homogénea a una longitud, es llamada “altura de
presión”, núes es la altura de la columna liquida' capaz dé producir !n
presión* p
La suma cdnstante dada por la expresión 5),' llamada carga, cota piezo-
métrica o altura p ¡tizométrica, resume la ley de repartición'de presiones en un
líquido pesado en equilibrio. Por esto se le llama “leu Hidrosiátical’. Ella indi­
ca que si a partir de la cota z de un punto de un líquido en reposo se agrega
Verticalmente la altura de presión se llega ál lugar geométrico llamado ‘plano
de carga". Si el líquido se extiende hasta ese plano, ahí la presión es nula:
encima no hay peso alguno, está vacío. ( 1 ).
Las superficies de nivel en las. fluidos pesados en equilibrio son pla­
nos horizontales; por lo tanto, lo serán Ja superficie libre de un líquido c
superficie de él en contacto cou uua atmósfera constante y la superficie de
separación de líquidos de distinto peso especifico, superpuestos.
Una columna líijuida de altura k produce en su pie la presión p = y h ;
por lo tanto, las presiones que dos líquidos dé distinto peso específico' pro­
ducirán coa igual desnivel, guardarán la razón de sus pesos específicos. A
la inversa, una presión dada produoira desnivelaciones‘.inversamente pro­
porcionales a los pesos específicos:

p = Yi Il>= t i h'.

(1) Laa experiencias-de Askenaav, repetida* por o'troa botánicos; de hacer subir
agua indefinidamente, aun no bien explicadas, ■parecén, sin embargo, deberse a ac.
ciouea eléctricas. A estas acciones se debería la- subida de la «avia en grandes arbole*.
Curso de Hidráulico General

de donde:
Ai _ Tí-

En los fluidos compresibles o gases lindemos poner:

¡>= f f p

y, por lo tanto, la integración de la ecuación i) nos da:

Po , )- 2
_1 <¡p
= —g j d¡
A' / p
■J p ¿o

6) L — — — < ilí (z„ — zT


Pe

En las aplicaciones usuales de la Hidráulica se supone constante !n


presión atmosférica; su valor medio se acepta dé 10000 Kg/m2. Se la llama
atmósfera métrica y sus alturas representativas son : A= 10000 ■ 1000 = 19
metros de agiia; h = 10000 : 13600 == 0,735 metros de mercurio. En columna“:
de aire de poca importancia se supone su densidad independiente de la pre­
sión; luego, según lo dieho anteriormente, a igualdad de desniveles de aire v
agua, corresponden variaciones de presión de l^S/1000. Las variaciones d-:
presión de aire son despreciables ai lado de las del agua. En los líquidos su­
perpuestos, él mínimo de potencial exige, para el equilibrio estable, que los
más pesados se vayan abajo.

1). Aplicaciones diversas Equilibrio sólido.—Una de las aplicaciones


prácticas más inmediata de los principios expuestos la constituyen los piezó-
metrós, aparatos destinados o medir diferei:
cias de presión por medio de columnas líqui
das pesadas o livianas. Con un ejemplo- ve­
remos su teoría.
Supongamos unidos dos depósitos por
un tubo de sección constante en forma de
“ Ves”, como en la figura 3. Los depósitos
están llenos de agua y sus cotas piezométri-
cas son respectivamente h, y h¡, siendo h-,
mayor que h:. Las dos partes bajas de las
Ues están llenas de mercurio y entre atubas
ramas y a continuación de ellas hay agua. Se pide determinar la altura h de
las columnas iguales de mercurio de ambos tubos que comunican los depósitos
Las columnas descienden del lado de la mayor cota piezométrica h, y as
cíendeu del lado del otro depósito.
Pieiómetroà 1¿

En los puntos A y B hay la misma presión, pues por ambos puntos


pasa un plano equipotencial. La presión en B excede a la de E en

t „A

siendo y» el peso específico del mercurio. La de E es menor que la de C en el


valor y h, si Y es el peso específico del agua. Las de C y D son iguales por !a
razón antedicha, y la de D excede a la de F en y»A.
En resumen, el exceso de presión entre los puntos A y F está equili­
brado en el piezómetro por dos columnas de mercurio de altura A menos una
de agua, ¿obre un mismo plano horizontal, por ejemplo, el que pasa por A.
la diferencia de altura piezomètrica entre los dos depósitos es:

2 A—

La diferencia de cotas piezométricas entre los depósitos es Ai—Á2, dife­


rencia que es justamente equilibrada por los desniveles del mercurio en e.
piezómetro. Por lo tanto, la diferencia de presiones se puede escribir:

Y (», — »,) = 3 * (Yo,—

de d ond e:

Ai—A»
h=z-
(Tfm—Y)

Como ejemplo de la variación de. presiones en los fluidos compresibles,


podríamos calcular la repartición de presión atmosférica. La fórmula a que
se llega puede considerarse como elemental .en la nivelación barométrica.
En la ecuación' 6 ), g K, sacado de la ecuación característica corres­
pondiente, vale:

g K t-
p„ (1 + «O

Reemplazando los valores, notando que g fe es el peso del aire a 0’ y a


presión p0, que vale 1,25 Kg/m* v si tomamos • = 10000 Kg/m2, o sea, la
presión atmosférica métrica, se tiene:

10000 {1 .+ a i )
u Curso de Hidráulica General

que introducido en la ecuación ya citada nos da:

r P ____ I ¿5 _
p, ~ 10000 (1 + « <)lz<'

Despejando L p y recordando que a =• 0,00336, nos queda:

0,000125 . . , r .....
L p — ------- - (20— z) + L 10000
y 1 + 0,003661.

Si se pudiera aceptar, en desacuerdo con la experiencia, él equilibrio


isotérmico, o sea, t= c te .; 10° por ejemplo, tendríamos:

L p = 0,000121 (z„ — í) + 9,211

Partiendo de í o= 0 se obtiene finalmente:


£ p = 9£11 — 0,000121 z

Dando valores a z se tendrían los valores de p que van a continuación

z 0 1000 2000 3000 .5000 10000 20000 metros


p 10000 8910 7940 7080 5560 3020 900 Kg/m2
P/fm 0,735 0,655 0,584 0,520 0,408 0,222 0,066 Columna de Hg.

No corresponde aquí tratar el problema más cercano a la realidad, del


equilibrio adiabático.

Equilibrio sólido.—La ley de variación de presiones dada por la ecua­


ción 5)' es aplicable a los fluidos en movimiento, si éste se efectúa en todo
el conjunto siü deformaciones. Tal sucede, por lo menos aproximadamente, en
el líquido contenido en un vaso que gira en torno de un eje verticaj. Este
movimiento de rotación del vaso que va comunicándose desde las paredes a
las capas líquidas vecinas y que por éstas se propaga a todo el conjunto, se
acepta perfeccionado en toda la masa, constituyendo un caso del fenómeno
llamado “ equilibrio sólido”.
En este caso es posible aplicar al fluido en movimiento la ecuación
de equilibrio, si de acuerdo con el principio de D’Alembert se agrega a la
aceleración de las fuerzas exteriores la fuerza de inercia, que es el. produc­
to de la masa por la aceleración efectiva cambiada de signo. En nuestro
caso’ la fuerza de inercia es la fuerza centrífuga.
Eligiendo un sistema de ejes en que el de las Z coincida con el eje de
rotación y otro radial, podremos escribir la ecuación 3) notando que la. pro
yección Z vale — g y que en el radio se proyecta en verdadera magnitud la
aceleración centrífuga que vale co2r, si la velocidad angular constante es u.
Squilibrio sólido li

La ecuación diferencial 3) nos dice en este caso:'

— dp = o 2 r<¿r— gdz
P

Supongamos que el origen de codrdenadas está en el punto en que la


superficie libre corta al eje (le rotación o eje Z; descontemos la presión at­
mosférica e integremos desde z — 0, donde,p == 0 y r = 0, hasta un valor z
en que el radio es r y la presión p. Dividiendo por g tenemos:

o sea:
p _ m2 r g
Y~ ~ 2

ecuación que nos da la altura de presión en el punto de coordenadas z y r, Si


hacemos p/-¡-=cte. tendremos la ecuación de una superficie de nivel y como
caso especial para p /y ^ O , la superficie libre. Las super­
ficies de nivel son paraboloides de revolución en torno del
eje Z.

E je m p lo . —En un vaso cilindrico de 0,5 metros de


diámetro y 1 m. de altura hay 0,100 m8 de agua. Se im­
prime al vaso una rotación en torno de su eje, de 12b
vueltas por minuto. Se pide determinar la forma y ubi­
cación de la superficie libre del líquido. (Fig. i ) .
La ecuación del paraboloide, de la superficie libre, con
tando la z desde el punto en que ella corta el eje, es

Fig. 4

La velocidad angular vale, en radianes por segundo:

120 . 2r.
tt = ---- —----- — 12,06 seIT '
60

y por lo tanto, introduciendo valores:

12,56'
r2 — 8,04 r3
19.6
Curto de Hidráulico General

Dando valores a r se tienen los siguientes puntos de la traza de la su­


perficie libre sobre un plano vertical diametral:

r— 0 0,05 0,10 0,15 0,20 0,25 metros.


2= 0 0,02 0,08 0,18 0,32 0,503.

Los últimos valores de >' y z indican que 0K103 metros más alto que el
punto de origen, el paraboloide corta la pared del vaso.
Para determinar la posición del origen respecto a la base delvaso,
basta escribir la ecuación que dice que la suma del volumen del- líquido más
el hueco del paraboloide es igual al volumen del cilindro cuya pared toca el
líquido.
El volumen hueco del paraboloide es % s r2 h, siendo r el radio del
cilindro, en este caso 0,252 mts. y h la altura que vale 0,503. Así calculado el
volumen del paraboloide es 0,0494 m3. El volumen del líquido es 0,1 m3. lia
mando za la altura del origen de las 2, contada desde el fondo, tendremos la
ecuación:

- 0,25* (0,503 + í„) = 0,100 + 0,0494

de donde;
= 0.259 m.

Interesante también desde el punto de


vista técnico, pero' realizable en la práctica
solamente en circunstancias especiales, es el
“equilibrio sólido que se produce en torno
de un eje horizontal”
En e$te caso, si Ó es la proyección del
eje de rotación en la figura 5, un elemento'
de volumen líquido situado en el punto B.
a la distancia radial >• del eje, está sometido
a su peso, cuya fuerza por unidad de masii
es g, y a la fuerza centrífuga que es ú 2 r. El
triángulo ABC, construido con los vectores
g, a- r y su resultante, es semejante al OUO¡
formado por el radio r, la prolongación de Ja
resultante y la vertical levantada desde O
Se tiene, pues, la relación:

OO, _ _ r
g u 2r

o sea
Principi? de Arguim ctìcs

El punto B es un punto cualquiera; podremos, por lo tanto, hacer la


misma construcción' p ara otro, y obtener el mismo punto Oi que dista g/u>- de
O, constante para todos los puntos que consideremos. E sta significa que el
punto Oí es de concurrencia de todas las resultantes, y en consecuencia, que
las superficies de nivel, normales a la resultante, son superficies oilíndricas
cuyo eje, paralelo al de rotación, pasa por Oí. L a superficie libre lo sería
también, pero como nú es de revolución en torno del eje de rotación, su con­
servación exigiría deformaciones o deslizamientos del líquido, contrarios a
la hipótesis del equilibrio sólido.
Es de notar que O i tiende a confundirse con O cuando la velocidad de
rotación tiende a infinito. Si el recipiente está, totalm ente lleno, es tam ­
bién posible la verificación de este equilibrio sólido.

10. Principio de A rquim edes.— P ara estudiar las presiones totales y,


el equilibrio.de los cuerpos flotantes, se aplica el llamado principio de Ar
químedes, cuyo enunciado va a continuación: “ Un cuerpo inmóvil, total o
parcialm ente sumergido en un líquido, está sometido a presiones que tienen
una resultante única, vertical ascendente, cuyo punto de aplicación es el cen­
tro de gravedad del volumen líquido desalojado por el cuerpo y cuya mag­
nitud es el peso de este volumen de flù id o ”
Este principio es una consecuencia de aceptar que el sólido sumer
gido no afecta la isotropia del flùido en equilibrio, es decir, que en la su­
perficie del sólido la capilaridad els despreciable y las presiones son norma­
les. Es como si se d ijera que las presiones que se ejercitan sobre la superfi­
cie del cuerpo sumergido son las mismas que se ejercitarían en ese lugar si
el cuerpo sumergido no existiera y co n tin u a ra 'el flùido.
Se aplica el principio a cuerpos sumergidos en líquidos superpuestos
contando los pesos de los volúmenes desalojados de cada líquido entre los
planos horizontales de separación. En cuerpos flo­
tantes se desprecia el pesb del aire desalojado.
Se puede dem ostrar este principio descomponien­
do el cuerpo en infinitos prism as elementales, hori­
zontales prim ero y verticales después, y estudiando las
presiones a que están sometidas sus bases. Conside­
rando un prisma horizontal elemental (fig. 6) encon­
tram os que. las presiones u nitarias sobre ambas bases
oblicuas son de igual m agnitud, pues ambas valen el
peso de la columna líquida de unidad de superficie y cuya a ltu ra es
la a ltu ra piezomètrica. El valor de la presión total es esa presión u n ita ­
ria por el respectivo elemento de área y se proyecta cada una sobre la d i­
rección horizontal del prisma, m ultiplicada por el coseno del ángulo que for­
ma la presión con esa dirección, el ángulo es igual al que fo n ça la cara obli­
cua con la sección recta del prism a. Cada proyección vale entonces la p re­
sión u n itaria por la sección recta y son, por consiguiente, iguales y de signo
contrario. Su suma será, por lo tanto, n u la. Igual cosa ocurre con todas
i¿ ‘ C u rso d e H id rá u lica G eneral

las componentes horizontales. Luego la resultante, no teniendo componente


horizontal, es vertical.
Si descomponemos el cuerpo en prism as elementales verticales, es v á­
lida la consideración an terio r sobre el ángulo. El exceso de presión en la
base inferior sobre la de la superficie superior es la altu ra del prism a ele­
mental m ultiplicada po r el peso específico del agua y por su sección recta,
es decir, el peso del prism a como si fu e ra líquido. L a suma de todos estos
excesos nos d a „ p a r a la resu ltan te, el valor del peso del líquido desalojado.
E l punto de aplicación de la resu ltan te es, p o r consiguiente, el centro de
gravedad del fluido desalojado, que puede coincidir o no con el del cuerpo,
y que- se llam a “ centro de carena” .
Más sencillam ente pudo haberse denlostrado el principio de Arquíme-
des, atendiendo a que las presiones que se ejercitan sobre un cuerpo sum er­
gido son iguales a las que se ejercitarían sobre la superficie de la masa lí­
quida que él reem plaza. E sta masa flu id a estaría en equilibrio y, por lo ta n ­
to, su peso es igual a la resu ltan te de las presiones que o b rarían sobré su su­
perficie, por lo tanto, esta resultan te es igual y de signo contrario al peso
del líquido desalojado y se aplica en él centro de carena.
E n los cuerpos flotantes, las presiones superiores en los prism as ele-,
mentales son nulas. L a p arte sum ergida se llam a carena.
L a resultante de las presiones se llam a “ subpresión” , peso perdido o
desplazamiento.

11. Presiones totales.— Si las paredes son planas, es sencillo el cálcu­


lo 'de presiones totales sobre áreas lim itadas de ellas. Se tra ta en este caso
de presiones elem entales norm ales a la pared, que form an un sistem a de fu e r­
zas paralelas del mismo sentido, que siguen una ley de variación proporciona!
a la altu ra vertical del líq u id o ; equivale el sistem a a una resu ltan te única.
Si la pared tiene plano vertical de sim etría, en él estará situ ad a la resul­
tante, porque en ese plano están las resultantes parciales de las presiones so­
bre fajas horizontales elem entales.
Sea calcular • la presión total sobre una
área lim itada situada en una pared plana
que form a un ángulo a con la horizontal
(fig. 7 ). Elijam os como eje de las X la in ­
tersección de, la pared con la superficie li­
bre, y el de las Y en la línea de máxima p e n ­
diente del plano en que está el área. Un ele­
mento da> soporta una presión total elementa!
•; h d a ; h vale ysena, y por lo tanto,; la p re ­
sión e s : y y senada: La presión to ta l es, por ser las fuerzas paralelas la suma
algebraica de todas las elem entales hasta cu b rir el área.
f Q
7) P = f sen a l y da

N otando que el integral es el momento estático de la sección respec­


Presiones totales <?» pare/fes planas iÓ

to al eje OX, producto del área ü por la distancia del centro de ■gravedad
de ella al eje, llamando r, la coordenada de dicho centro se tiene:

7a) i ’ = v sen a Q r¡

Como y ir sen a es la presión en el centro de gravedad, se puede decir,


que la presión total es el producto de la presión en el centro de gravedad
por la magnitud del área.
Los momentos de la presión en un elemento da respecto a los ejes, son:

Y sen a y‘ du

Y sen a x y d<¿

Los momentos de la resultante son pues:

M — y sen * ■ - y-du> = P a
Jo

L = y sen a l x y,d<¡>— Pl)
J0
Las coordenadas a y b del punto de aplicación de la resultante sobre
el área las obtendremos dividiendo estos momentos de la resultante por la
magnitud de ella:

En el valor de a de las expresiones 8) ej numerador es el momento ,de


inercia del área con respecto del eje de las X . Este momento de inercia re­
ferido al que el área da respecto al eje horizontal que pasa por su centro de
gravedad, vale:

t + Q tf

l s vale a su vez Q p2 llamando p al radio de giro. Notando que el denominador


vale, como se dijo, ú i¡, se puede escribir:'

8a)
¿Ó ' tu r n o d é H id r á u lic a G en eral

os decir; que el p u n to de ap licació n de la p resió n to ta l o c e n tro de p resión


e s tá siem p re m ás b ajo que el cen tro de g ra v e d a d del á re a . L á ecuación 8)
adem ás, d e m u e s tra que a m ed id a q u e a u m e n ta la p ro fu n d id a d a que se e n c u e n ­
tr a s itu a d a el á re a co n sid erad a, tie n d e n a c o in c id ir el cen tro de g rav e d a d con
el ce n tro de p re s ió n .
S i el á re a es h o riz o n ta l, la s fó rm u la s 7a) y 8) conducen a u n a in d e ­
term in ació n a p a re n te q u e se salv a co n sid e ra n d o que sobre el á re a o b ra u n sis­
tem a de fu e rz a s p a ra le la s e iguales, o si se q u iere, que la re s u lta n te vale el
peso del cilin d ro líq u id o que g ra v ita sobre el área.
E l cálculo de las p resio n es sobre p are d es c u rv a s se. p u ed e e fe c tu a r d i­
v id ién d o las en secciones p e q u e ñ a s asim ilab les a á re a s p la n a s o desco m p o n ien ­
do las presiones elem en tales en tre s c o m p o n e n te s: dos h o rizo n tales de d irec
ciones elegidas y u n a v e r tic a l. L as re s u lta n te s p a rc ia le s de estos tre s siste­
m as p u ed en no c o n c u rr ir.
C ad a re s u lta n te h o rizo n ta l tien e la .m ism a m a g n itu d y lín ea de ac­
ción de la p resió n to ta l que o b ra en la p royección del á re a c u rv a sobre un p la ­
no v e rtic a l p e rp e n d ic u la r a la d irecció n de e lla . L a com ponente v e rtic a l ti e ­
ne la m a g n itu d y -lín e a de acción d.el peso fiel c ilin d ro v e rtic a l de líq u id o que
g ra v ita sobre el á re a . Si la su p e rfic ie c u rv a está lim ita d a p o r. u n a c u rv a p la ­
na, según el p rin c ip io de A rq u ím ed es, la p re sió n e q u iv ale al sistem a de fu e r­
zas c o n stitu id o p o r la p resió n que se e je rc ita sobre el área' p la n a que lim ita
a la c u rv a y p o r el peso del v olum en del líq u id o e n ce rra d o e n tre am bas s u ­
p e rficies .
Se aco stu m b ra d e sc o n ta r de to d a s p a rte s la presió n atm o sfé rica c u a n ­
do ella o b ra en am bos lad o s del á re a c u y a p re sió n se c a lc u la . .
E n flu id o s som etidos a g ra n d e s p resio n es se
suelen d e sp re c ia r, en á re a s p eq u eñ as, las v a ria ­
ciones de p resió n d eb id a s a la ley h id ro stá tic a .

E je m p l o 1.— C a lc u la r la p resió n to ta i y la
ubicación del cen tro de p re sió n sobre el á re a
tr ia n g u la r de la fig u ra 8, s itu a d a en la p a re d
v e rtic a l de u n estan q u e, cuyo v értice d is ta dos
m etros de la su p e rfic ie lib re y que tie n e u n lado
v ertical.
L a d is ta n c ia del ce n tro d e g ra v e d a d del
triá n g u lo a la su p e rfic ie lib re e s :

S - \ - ~ X .2 = .?,.?.? m ts.

L a p resió n u n ita r ia a esa a ltu r a es y 3,33


K g /m 2 ; el á rea del triá n g u lo es 1,5 m 2. P o r lo F ig . 8
ta n to la p resió n to ta l es:

P — y X 3,33 X I ,5 — 5000 K gs.


E je m p lo s d e p r e s io n e s to ta le s Si

Sobre un elem ento de área,

dio = - ^ - ( 1/ — 2) d y

obra la presión u n ita ria y y ; p or lo ta n to , la presión to ta l sobre el ele­


mento e s :
15
p d tú = -;—£— (,y — 2) y d y

que da, si el eje de las I ' pasa por el lado vertical, los m om entos:

respecto al eje de las X : y 0,75 (y — 2) y 2 d y

Y
respecto al eje de las I ’ : — — 0,75 2 (t/.— 2 ) 2 y d y

Los momentos de la resu ltan te respecto a los ejes v a le n :

M = 0,75 7 /f 4 (y — 2) y 2 d y = 17000 Kg. m.

( 'J — 2 ) 2 y d y = 2 6 2 5 Kg. m.

M 17000 o , L 2625
— = ------- = 3.4 111. b = — = - - = 0,525 m.
P 5000 P ■>000

E je m pl o 2 . — C alcu lar la presión to ta l y el p u n to de aplicación de


ella sobre la superficie de cu arto de cilindro
recto de 2 m. de rad io y 3 m. de a ltu ra colocado
liorizoiitalm ente como lo indica la fig u ra 9.
Como esta sup erficie tiene plano d e sime­
tr ía la resu lta n te está situ a d a en este plano.
D escomponiendo las presiones en una h o ri­
zontal Pb, p e rp e n d ic u la r al plano M N P Q , y en
o tra v ertical P , ; avaluarem os separadam ente
am bas resu ltan tes parciales. L a -horizantal v a le .

P„ = Y X 1 X 6 — 6000 Kgs.
Curso de H id rá u lica *G eneral

y su línea de acción horizontal está, aplicando la fórm ala general 8a), a:

3 X 38
O i = ---------------- 1- 1 = 1,333 m. de la superficie libre.
12X1X6

L a componente vertical, peso del cuarto del cilindro líquido, vale:

Y s r 2X 3
ZJ,. = ------ = 9 4 2 5 Kgs.

y su línea de acción dista a3 = 0,(^ X 0 ,7 0 7 = 0,848 m. deducida de la situa­


ción del centro de gravedad del sector ( 1 ), a p a rtir de la vertical que pasa
por el .centro de fig u ra del cilindro.
E l valor de la resultante general, o sea, la presión total sobre la su­
perficie curva es:

P = VSOOO2 - f 94252 = 11171 Kgs.

Su inclinación respecto a la horizontal es

9425
t 0 * = 6000 = 1 >5 7

También puede calcularse esta inclinación tom ando en cuenta que la


resultante pasa por el eje del cilindro, debido a qué todas
las componentes pasan por él. Conocidos «i y a-¿ tenemos. ^.<*««'1
(F iy. 9a): ¡ V '" ] 1
1 \ • /
\ 1 /
2 \ - /
1,3 3 3 . ~¡ \ /
3 * = 0,848 lf i7 / -
! 'i/
12 . Cuerpos flotantes.—E studiarem os las condicio- ------ t \
nes elementales del equilibrio de los cuerpos flotantes. p ■ (Ja
E n un cuerpo totalm ente sum ergido, en equilibrio,
cuyo peso es, por lo tanto, igual al producto de su volumen por el peso es­
pecífico del fluido, la subpresión es igual al peso del cuerpo. La condición
prim era de equilibrio es que el centro de carena y el de gravedad del cuer­
po estén en una vertical. E stos centros no coincidirán si el cuerpo no es
homogéneo.
P a ra que el equilibrio sea estable, es necesario que el centro de g ra ­
vedad esté más bajo- que el centro de carena, pues una rotación en torno de
éste originaría un p a r de reacción, constituido por la subpresión ascendente

(1) H titt« , edición esp añ o la. 1938. Tom o I. P á g . 268.


I e q u ilib r io d e cu erp o s f lo ta n te s 2.1

que se ap lica en el ce n tro de c are n a y el peso a p licad o en el c e n tro de


gravedad," que tie n d e a resta b le c e r la fo rm a de eq u ilib rio que ex istía, que
es d e ' potencial m ínim o, (F ig . 1 0 .)
Si el cen tro de g ra v e d a d y el de c a re n a están en una
v e rtical, pero aquel a rrib a , el eq u ilib rio es inestable, p u es cua!
q u ie r ro tació n en to rn o del c en tro de c a ren a, g e n e ra u n p a r
que tien d e a lle v a r el ce n tro de g ra v e d a d a su posición m ás b a ­
ja . U na ro tació n v ir tu a l en to rn o d e u n e je v ertic a l, d a ría t r a ­
bajos nulos de las fu erzas, peso y su b p re sió n . O tro ta n to suce­
de con u n a traslac ió n h o riz o n tal, d e m a n e ra que estos m ovi­
m ientos m a n ifie sta n in d ife re n c ia al e q u ilib rio .
P a r a el eq u ilib rio de cu erp o s flo ta n te s es necesario que F iy . 10
el peso del cuerpo y la su b p re sió n sean ig u ales y que los p u n ­
tos de aplicación de las fu e rz a s se e n c u e n tre n en u n a vevtical. P e ro si im a ­
ginam os u n cu erp o flo ta n te hom ogéneo, es im posible que el c en tro de g r a ­
ved ad esté m ás b ajo que el ce n tro d e. c a re n a . R o taciones v irtu a le s en to rn o
del cen tro de caren a a lte ra r ía n su v olum en y fo rm a tr a s la d a n d o .s u c e n tro .
D e modo que la condición de e q u ilib rio estab le en este caso es d is tin ta de
la de los cuerp o s .sum ergidos.
P a r a e s tu d ia rla , co n sid erarem o s ú n ic am en te el caso de u n sólido flo ­
ta n te que tiene 1111 p lano v e rtic a l d e sim e tría en que están situ a d o s el centro
de .g ra v e d a d y el de care n a , c o n sid eran d o tre s ro tacio n es y tre s tra sla c io ­
nes in fin itesim ales.
C u a lq u ie ra traslac ió n h o rizo n ta l n o rm al a las fu erzas, no d a tra b a jo ,
y, p o r lo ta n to , acusa in d ife re n c ia del e q u ilib rio p a ra ella. • U na trasla c ió n
v e rtical ascendente d ism in u y e la su b p re sió n y g e n e ra la reacció n c o rre sp o n ­
d ien te que vuelve a su m e rg ir el c u erp o a la posición de e q u ilib rio . U na tr a s ­
lación v e rtic a l descendente,
al a u m e n ta r la su b p resió n ,
tie n d e ta m b ié n a .restablece?'
el equilib rio .
U n a ro tació n v ir tu a l de
e je v e rtic a l, no hace tatnpo-
c o -tra h a ja r la s fu erzas. Q ue­
d a p o r e x am in ar el caso de
ro tacio n es d e ejes h o riz o n ta ­
les. N os lim ita rem o s a consi
d e ra r rotaciones-que no sacan
a l.c e n tr o d e c a r e n a 'd e l p la ­
no de sim e tría que lo c o n ­
tiene.
E n la fig u ra 11 hemos d i­
F iy . 11 b u ja d o el sólido flo ta n te en
su ro ta ció n v ir tu a l elem en­
ta l de eje h o rizo n tal da, p e rp e n d ic u la r al p lan o de sim e tría . P a r a el’ estudio,
elegirem os una ro lació n que no a ltir e el volum en de lsi c a re n a . Los p lan o s
24 Curso de H id rá u lica G eneral

de trazas A fi y ED son las flotaciones anteriores y posterior a la rotación,


llamando ‘‘flotación” a la prolongación del plano de la superficie libre
dentro del sólido.
Observando la figura lia , se ve que por efecto de la rotación en torno del
eje OOi el centro de la carena- C se ha trasladado y que se ha generado un
par compuesto de la subpresión vertical ascendente aplicada en el nuevo C
y el peso aplicado en G. Vemos además, en la fifí, lia , que si la vertical ele­
vada desde el nuevo C corta a la línea X X ,
que une el antiguo. C con G, más arriba que
G, en un punto M. este par tiende a restable­
M, y f cer la posición de equilibrio. Lo contrario
^ ocurre si M está entre C y G. Por lo tanto,
la condición de equilibrio estable es que la
distancia CM sea mayor que la distancia CG.
E l punto M cuya ubicación es decisi­
va para la estabilidad del equilibrio se llama
(k) “ m etacentro” .'
Fiy. li a Se reduce, pues, el problema a encon­
tra r la distancia metacéntrica CM.
Prim ero debemos notar que si consideramos los husos de trazas A O E
y ODB (iguales por hipótesis), como constituidos por los prismas elementales
engendrados por la rotación, de base d u y de altu ra r d a , el integral desde
un extremo a otro ha de ser nulo:

O
da I r d o> = O
o

Como da no es cero, por; hipótesis, el otro factor debe serlo. Luego,


el momento estático de la superficie de flotación, es nulo. P or lo tanto, el
eje 0 0 1 pasa por el centro de gravedad de ella.
Tomemos momentos de los volúmenes de carena respecto a la traza del
plano bisector de los husos, en el plano de simetría, traza que pasa por el
centro de gravedad de ellos. E l momento de los volúmenes podemos d es­
componerlo en dos sum andos: momento de la parte común, inferior a la linca
EOB y momento de los lyusos de sección A O E , de la carena antes de la ro­
tación y DOB de la posterior a ella.
Como el momento de cada huso respecto a esceje es nulo, por ser el
eje X ¡ X i bisector, se sigue que ambas carenas dan momentos iguales con
respecto a ese eje. De aquí se deduce que los centros de carena C y C 1 están
sobre una recta paralela al eje X i X i.
La diferencia de los momentos de los volúmenes de carena respec­
to al eje X» X->, perpendicular al bisector y situado también en el pla­
no de simetría, es V X CC¡, llamado V el volumen de la carena (p u es'
el momento de la carena prim itiva es- V X C R ; el de la segunda es V X Ci R,
de signo contrario al. a n te rio r). Las distancias C R y Ci R son normales al
eje X jX ¿ , como se desprenda del ^paralelismo de C'C, con X \ X \ ,
F lo ta c io n e s — e je m p lo s 2S

E sa d ife re n c ia de m om entos debe ser d eb id a a los husos, p a rte no


com ún de los volúm enes de la caren a, ella v a le :

E l in te g ra l es el m om ento de in e rcia d e la su p erficie de flo tació n re s­


pecto al eje 0 0 ¡ ,. <|úe p a sa p o r su c en tro de g rav e d a d . L a d iferen c ia de los
m om entos se puede e s c r ib ir:

V X C Ci = 1 d a

N otando que d a es ig u al a C C ¡/C M , se tie n e fin alm e n te q u e :

L a d istan cia e n tre el cen tro de c a re n a y el m etacen tro es, p o r con­


siguiente, igual a la razón e n tre el m om ento de in erc ia de la su p erficie de.
flotación y el volum en de la c a re n a . P a r a que el eq u ilib rio sea estable ha
de ser m ayor que la d ista n c ia e n tre el c en tro de care n a y el cen tro de
g ra v e d a d .
E je m p l o s .— 1) Se p u ed e a v e rig u a r el peso específico que debe te n e r
una viga c u a d ra d a de m ad era, co n sid e ra d a hom ogénea, p a ra que flote con u n
lado o con u n a d iag o n al h o riz o n ta l.
2) A quí nos co n ten tarem o s con a v e rig u a r qué p ro p o rció n debe h ab er
e n tre el d iám etro de la base y la a ltu ra de u n cilin d ro homogéneo que pesa
500 IC g/in 3 p ara que flo te con su eje v e rtic a l.
L a p a rte su m erg id a es la m itad del volum en del c ilin d ro .
Si llam am os x a la razón que buscam os { x = z D : h ) , obtendrem os
D ^ x h y, p o r lo tan to , et volum en d e la c are n a s e rá :
I •
y ~ D" h ?: x i h>
' 4X2 ~ 8

E l m om ento de in erc ia de la flotación, que es igual al que d a n las


bases del cilindro, respecto a u n d iá m e tro , v a le :

L a d istan cia CM e s :
Carso de H idráu lica General

La distancia entre el centro de carena y el centro de gravedad es Vi A.


por consiguiente, se tiene:

h x- ^ /(

x- ^ a

x ^ ± 141
La raíz negativa no tiene significado, y por lo tanto, podemos decir
que es posible la flotación de un cilindro homogéneo que pesa 500 Kg/m*, con
su eje vertical, si el diám etro de la base e.s mayor que 1,41 veces la altura.
En el Laboratorio de H idráulica se pueden experimentar los princi­
pios de Pascal y Arquímedes, las presiones totales y las Condiciones de' equi­
librio de cuerpos flotantes.
Salvo el caso de fenómenos capilares, de los cuales se puede prescindir
en la práctica del ingeniero, puede decirse que. la Hidrostática está perfecta­
mente comprobada por la experimentación.
CAPITULO III
Nociones fundamentales de Hidráulica

13. Ecuaciones fundam entales. — 14. Clasificación de las escurrim ientos .—


15. Movimiento permanente del líquido perfecto. Teorema de Bernou­
lli.— 16. Corrientes líquidas, gasto.— 17. E xtensión de la suma de Bernou­
lli a toda la corriente. E jem plo. — 18. Variación de la sum a de Bernoulli
en corrientes abiertas. Escurrim iento critico. Velocidad de propagación de
lus ondas.— 19. Cálculo de la profundidad crítica y del Bernoulli crítico.
Ejem plos y aplicaciones.— 20. Potencia hidráulica. — 21. Pérdidas de carga..

13. ' Ecuaciones 'fundamentales.— P ara establecer las ecuaciones gene­


rales del movimiento de cada p artícu la líquida, en función de las f u e r a s
exteriores que la solicitan, tomando' en cuenta las ligazones que provienen
de la form a de la canalización y de las demás condiciones del escurrimiento,
se puede recurrir, como se hace en la Dinámica del sólido, a escribir, la ecua­
ción itineraria de cada molécula, es decir, las relaciones que dan las coorde­
nadas actuales en función de las fuerzas solicitantes y de las coordenadas
iniciales. E stas ecuaciones que constituyen el sistema de Lagrange, deriva­
das respecto al tiempo, darían la velocidad de Tas partículas. Si en vez de
seguir este camino ordinario, se considera el régimen del movimiento de la
partícula, o sea, si estudiam os en cada punto fijo del espacio las velocida­
des con que va pasando el fluido en cada instante, velocidades que dependen
de las fuerzas solicitantes y del tiempo, obtendremos relaciones en que apa­
recerán las proyecciones .de las velocidades sobre ejes coordenados en fu n ­
ción de las fuerzas solicitantes y de dicho tiem po. E ste últim o es el “ sistema
de E id er” : es el útil en H idráulica. Se establecerán las ecuaciones de E uler
en líquidos perfectos y podrán ser usadas en líquidos naturales, con fro ta ­
mientos, agregándoles términos correctivos.
US C u rso d e H id r á u lic a G en era l

C onsiderem os, pues, siguiendo a E u le r, u n flú id o p erfecto que se m u e ­


ve bajo la acción de fu erzas ex terio res p ro p o rcio n ales a la masa de' él, y
un p u n to fijo en el espacio d e n tro de la m asa líq u id a . Se elige u n .sistema
d e ejes coordenados ortogonales en el que x , y, z, sou las coordenadas del
p u n to co n sid e ra d o ; u, v, tv, las proyecciones sobre los ejes de la velocidad que
posee un a p a rtíc u la al p a sa r p or el p u n to fijo considerado, en el in sta n te t ;
X , Y , Z , las proyecciones de la aceleración re su lta n te de las fu erzas e x te ­
riores; o sea, las proyecciones sobre los ejes, de las fu erzas que o b ran sobre
la u nidad de m asa del f lu id o ; p la presión en ,el p u u to en el in sta n te t,
que es in d ep en d ien te de la o rien tació n del p lano sobre el cual se considere
actuando, pues el líquid o es p erfecto , y p la m asa específica, que es co n stan ­
te en los líquidos incom presibles, pero que en general es tam bién función
de las coordenadas del p u n to y del tiem p o .
L as com ponentes u, v, w, d e la velocidad v a ría n en d u , d v , d w en el tiem ­
po d t, siendo d u , d v, dw , los diferen ciales to tales de la velocidad, respecto a las
cu atro v ariab les x, y , z, i. L a v ariació n de la velocidad se expresa, pues, re fe ­
ren te al eje de las X .

du du , du , du ,
d u = ----- d t - f -—• <lx + ---- d y + — dz
di d x ~ dy dz

L a aceleración efectiv a de la p a rtíc u la a su paso p o r el p u n to fijo es


esta v ariación p o r u n id a d de tiem po, o s e a :

du du du d x du d y du d z du du du du
dt ~ d t + dx di d y d t + éz dt ~ ' d i “ dx + V SJ/ + W ¿7

C onsiderem os a h o rá la p a rtíc u la elem en­


ta l flù id a , móvil, con la fo rm a de u n p a ra le ­
lepípedo re c ta n g u la r, - cuyas a rista s' están
o rie n ta d a s según los e je s y m iden d x , d y , d i
(F iy . 1 2 ). Sobre ella o b rap las fu erzas e x te ­
riores, cuya aceleración re s u lta n te se p royec­ dx
ta, como se d ijo , en X , Y , Z y las presiones
en sus caras.
Podem os escrib ir la ecuación d inám ica
respecto al eje de las X , n o tan d o que si p es
la presión en pl cen tro de g rav e d a d del p a ­
ralelepípedo, en las caras a n tag ó n icas de m ag­ r'
n itu d d y d z, esa presión es: Fig. 12

I d p
p + - T 'dx dx
y las presiones to tales sobre d ich as c aras se rá n el pro d u cto de estas p re sio ­
nes u n ita ria s p o r la m ag n itu d d y d z del á r e a . L as fu erzas ex terio res d a n por
Ecuaciones hidrodinámicas de Euler

resultante, respecto al eje de las X , el producto de la masa p d x dy dz por


X , que es la proyección de la aceleración resultante de ellas sobre dicho eje.
Se tiene, pues, la ecuación:

f d x d y dz ( - g - + « - g - + t- - g - + «• - g - ) = ( p ------ d y d z

— ( p H-- -- ------d-J dz + p d x d y dz X

Sim plificada y dividida por p, esta ecuación y las otras dos análogas
respecto al eje de las 1' y de las Z . q u e d a n :

tiu , tin till 1 Op


+
-1- ««- 3" — X
A
" 5 7 - + 1' S T + V °!l r tix

dir ■1 tip
+, w
w a<
g¡¡' —
_ y1
x) ~ W + ', ~ tÍ ' + v * w ? a!l
dir dir ti ir Oír ——^ 1 tip
+1 w

d 2
..
til U tix díl 9 tiz

que son las ecuaciones de la H idrodinám ica debidas a E uler.


Si en estas ecuaciones suponemos nulas las velocidades, sus derivadas
tam bién lo serán. Se obtienen así las ecuaciones generales de la H idrostáti-
ea. Se podría decir a la inversa, que las ecuaciones de la H idrodinám ica p u e ­
den obtenerse de las de la H idrostática agregando a las fuerzas exteriores
que figuran en ellas las fuerzas de inercia por unidad de masa, de acuerdo
con el principio de D ’A lem bert.
Los líquidos perfectos son incom presibles; la densidad es constant?
en ellos. Si se conocen además todas las fuerzas exteriores, las ecuaciones l 1
dan tres relaciones entre las cuatro funciones, v, w, p de las variables
independientes x, y, z, t. E s necesario, pues, establécer Una cuarta relación
p ara d ejar determ inado el sistem a. E sta relación se obtiene de la condición
de incompresibilidad del líquido o de la invariabilidad del volumen, llamada
“ ecuación de continuidad” .
Supongamos un paralelepípedo recto fijo en el espacio, cuyas arista-*
elementales sean dx, dy, d z. En el centro de gravedad de él, de coordenadas
x, y, z, la velocidad tiene de proyecciones w, v, w, P o r este paralelepípedo
ideal pasa el líquido. E n la cara anterior de m agnitud d y d z , en el instante
t, la velocidad sobre el eje de las X se proyecta en:
íiá C urso á c h id r á u lic a G enerai

,y entra, en consecuencia, un volumen :

( ” - i - ~ i r r dx) dy dz

Sale por la cara posterior, de igual m agnitud, un volum en:

(« + \ --J 7 ~ d x) d y dz

La diferencia con el que entró es:

( u — -jj — hj dz — (11 -j- ~ d y dz = . -------d x dy dz

Análogamente por las otras caras, la diferencia entre el volumen que


e n tr a 'y sale en el instante / es:

dv
d y dz dx
dy

dw
— dz di) d x

Como nó pudo quedarse nada dentro del paralelepípedo, pues el lí­


quido es incompresible, se tie n e :

— d x d y dz — d y dz dx — - dz d y dx — 0
ox oy oz

o sea, simplemente:

du . , dv dw
2) —^------f- ——— -j- -—— — . 0
dx. ■ dy di

Con está ecuación queda determ inado el sistema de ecuaciones de la H i­


drodinám ica del líquido perfecto.

14. Clasificación de los eacurrim ientos.— Antes de proceder a la in­


tegración de las ecuaciones fundam entales en la forma restringida en que sólo
podemos hacerlo, esnecesario conocer las clases de movimientos líquidos que
vamos a estudiar y la nom enclat.ira que se usa comunmente.
Clasificación de los escurrim ientos ¿ i

La forma más interesante de escurrimiento líquido es la de “ corrien­


te ”, que definiremos como un haz de trayectorias o “ filetes líquidos”, rectos
y paralelos, o de pequeña curvatura y lenta convergencia o divergencia. Las
corrientes pueden ser “ im perm anentes” y “ permanentes” según que en cada
punto del espacio varíen o no las circunstancias del escurrimiento, que. son
la velocidad, la presión, etc. Las corrientes permanentes o independientes del
tiempo en 'cada punto, se caracterizan por la ¡»variabilidad de la 1‘sección
normal” o corte plano perpendicular a los filetes o dirección de la velocidad
de las partículas. La sección normal puede, sin embargo, ser lentamente va­
riable a lo largo del camino de la corriente. Si además, de no variar una
sección, son ¡guales a ella las suces¡vas a lo largo del camino, el movimiento
de las partículas es uniforme, y en este «aso se tienen las “ corrientes u n i­
formes” . Si a la invariabilidad de cada sección corresponde una lenta con
vergencia o divergencia general de la corriente, es decir, si las secciones su­
cesivas van aumentando o disminuyendo, se tienen las corrientes “ permanen­
tes gradualmente variadas” . En éstas las velocidades reciben continuamente
aceleraciones positivas o negativas.
Se llaman corrientes abiertas” , o en “ contorno abierto”, aquellas
que tienen parte de la sección normal en coptacto con la atm ósfera; tales son
los canales. “ Cerradas” o en “ contorno cerrado” aquellas cuyo perímetro está
totalmente rodeado de paredes; tal es una cañería.
Algunos autores llaman movimiento variado- a los camb¡os de magni­
tud, forma de sección y demás eirounstancias del escurrimiento que se veri­
fican en cortos espacios. Nosotros llamamos “ singularidades” (1) a estas cir­
cunstancias del escurrimiento.
E n canales de riego se encuentran fácilment'e escurrimientos permanen­
tes, uniformes y variados. E n cañerías también es fácil encontrar corrientes
uniformes. Las olas son ejemplo de movimientos impermanentes. Un rebalse
o vertedero es una singularidad.
Es útil agregar a estas definiciones de los escurrimientos que estu­
diaremos, las denominaciones de uso frecuente en H idráulica; denominaciones
que nada tienen de absoluto.
El lugar geométrico de los centros de gravedad de las •secciones suce
sivas de las corrientes cerradas, el punto medio de la superficie libre en las
abiertas, se denomina “ eje hidráulico”. El eje hidráulico constituye gene­
ralmente la más sencilla referencia de la corriente.
Se llaman “ napas líquidas” a los chorros que se mueven en el aire
cuando son de sección rectangular de base horizontal. Si todas las dimen­
siones de los chorros son de magnitudes CQmparaBles, se llaman “ venas li­
quidas” .
El escurrimiento por filetes paralelos que, como hemos dicho, carac­
teriza a las corrientes, se verifica en la práctica -en corrientes de muy .poca
velocidad. Si las velocidades, son mayores de cierta velocidad llamada “ lím ite”.

• (X) E st« nom bre, <jue non parece m u y ap rop iad o, ha sid o dado por B o u la n g er, enyo
tom o I I do HidrUuüca G e n e ra l,lo denom ina ‘ “P r o b lè m ia à sin g u la rité s e t a p p lic a tio n s ” .
C u r io d e H id r á u lic a G en eral

el eseurriniiento es desordenado; las tray ecto rias, lejos de ser rectas, son to rtu o
sas y variables de un mom ento a o tr o ; las corrientes se ven atrav esad as poí
movimientos girato rio s que nacen en las paredes y revuelven toda la m asa. Si
liay superficie libre, estos movimientos son visibies por las ondulaciones de
ellas.
Osborne ¡Reynolds, en In g la te rra , e n tre 1883 y 1884, hizo v er la existen­
cia de. la velocidad lím ite que sep ara estas dos form as de eseurriniiento y ca lc u ­
ló su valor, proporcional, inversam ente a las dim ensiones de la sección y d i­
rectam ente a la viscosidad del liq u id o . H aeía e sc u rrir el líquido p o r un tubo
de vidrio, en cuyo centro d ejab a escap ar un filete coloreado. Si el movimiento
de la corriente era lento, el filete coloreado seguía una tray ecto ria r e c ta ; si au ­
m entaba la velocidad bruscam ente se coloreaba toda la masa, lo que hacía ver
que el eseurriniiento se verificaba en form a tu rb u le n ta , sem ejante a las volutas
de humo en el aire.
E xisten, pues, dos regím enes m uy d iferen tes en el eseurriniiento por f i­
lete» p a ralelo s: el propio de las pequeñas corrientes y pequeñísim as velocidades,
llam ado por esto, eseurriniiento “ c a p ila r” o “ e stra tifica d o ", (p o r cap as), de
Poiseuille (doctor francés, que lo descubrió estudiando el movimiento de la
sangre en los vasos cap ila re s), y el “ tu rb u le n to ” de las velocidades de la
práctica, llam ado por eso “ h id rá u lico ” ,
L as ecuaciones son aplicables al líquido perfecto que se mueve con
m ovimiento estratificad o .
E n los movimientos hidráulicos se observa que las en cada
punto varían con una especie de periodicidad llam ada “ pulsa ció n ” , cuya fre ­
cuencia y am plitud, m ayor cerca de las paredes y que en ún mismo punto
de la sección varia inversam ente con la velocidad, m ide en cierto modo el
grado de tu rb u len cia.
jC óm o ab o rd ar el estudio de las corrientes con movimiento hidráulico,
desordenado en sus tray ecto rias y de movimientos siem pre variables en cada
p u n to ? Se debe a Boussinesq la aplicación de las ecuaciones generales a es­
tas corrientes, las que más frecuentem ente interesan al ingeniero.
E n escurrim ientos tu rb u len to s cuyas condiciones de producción eran
independientes del tiem po, por lo que p odrían ser consideradas perm anentes,
dem ostraron las experiencias de Bazin, que a p esar de la pulsación, el v a­
lor medio de la velocidad en cada p u n to era constante en dirección y m agni­
tu d . El tiem po necesario p a ra ap reciar ese valor, térm ino medio, debe ser
a lo menos de uno a dos m inutos.
B asado en este hecho, concibió Boussinesq el “ m ovim iento medio local” ,
eseurriniiento hipotético en que la velocidad en cada punto de) espacio
continuam ente el térm ino medio en m agnitud y dirección, de las velocidades
con que las moléculas del líquido pasan por ese lu g a r.
T am bién se puede a p licar este concepto a los movimientos im perm a­
nentes con lenta im perm anencia, tal que al calcular los térm inos medios de
las velocidades en cada p u n to se su p rim a la pulsación, m as no la variación
general correspondiente a la im perm anencia.
T eo rem a tic B e r n o u lli

L as ecuaciones g e n erales a p lic a d a s a los m o v im ien to s tu rb u le n to s son


sim p lem en te el te rm in o m edio d e los c o rre sp o n d ie n tes a los m ovim ientos r e a ­
les in s ta n tá n e o s.
L a H id rá u lic a e stu d ia casi ex clu siv am e n te el m o v im ien to d e é o rrien -
tes m edias locales p e rm a n e n te s d e afrun que se m ueve so m etid a a su peso co­
mo única fu e rz a e x terio r. Se a c e p ta q u e ta l fo rm a de e sc u rrim ie n to se. v e­
rific a c u an d o las condiciones e x te rn a s p e rm an ecen in v a ria b le s, a u n q u e se p ro ­
d u zca u ua c o rrie n te tu r b u le n ta .
A dem ás, calcularem o s cómo p e rm a n e n te s a lg u n o s m ovim ientos cuya
le n ta im p erm an en cia 110 a fe c te los cálculos, tale s como v acia m ien to d e d e­
pósitos, p o r e jem p lo .
Si los fro ta m ie n to s son d esp reciab les, los m ovim ientos d-e los líq u id o s
son regidos p o r el “ teorem a de B e r n o id li” , in te g ra l d e las ecuaciones d e E n -
ler, que resuelve d ire c ta m e n te cu estio n es sen cillas si se conoce la fo rm a d e la s
tra y e c to ria s . E s to sucede en los casos que hem os lla m a d o s in g u la rid a d e s, es­
pecialm ente sj ellas se v e rific a n sin choques d e . m asas líq u id a s ; pu es e sta
c irc u n sta n c ia acusa u n a absorción de en erg ía , cu y a av alu ació n , se debe gene­
ralm en te a la e x p e rie n c ia .
M ovim ientos en <1110 es im p re scin d ib le to m a r en c u e n ta los fro ta m ie n ­
tos y que apoy án d o se en la e x p e rim e n ta ció n se sabe c a lc u la r, son la s c o rrie n ­
tes p erm a n e n te s u n ifo rm e s y la s c o rrie n te s p e rm a n e n te s v a ria d a s .

15. M o v im ie n to p e rm a n e n te d e l liq u id o p e rf e c to .— T e o re m a d e B e r­
n o u lli.— A p liq u em o s las e c u a c io n e s f u n d a m e n ta le s a una- p a r tíc u la m ó v il, so ­
lic ita d a p o r la g ra v e d a d como ú n ic a fu e rz a e x te rn a y a n im a d a d e \in m o v i­
m iento p e rm a n e n te . E n u n tiem p o elem en tal e fe c tu a rá u n cam bio d e lu g a r ds.
E lija m o s u n sistem a d e e je s c o o rd en ad o s re c ta n g u la r o rie n ta d o de m odo que
el eje de las Z sea v e rtica l a scen d en te, lo que nos d a :

X = 0 T = 0 Z — — g

L lam an d o d x , d y , d z la s p ro y eccio n es del ca m b io -d e lu g a r ds y n o ta n ­


do adem ás que. p o r se r p e rm a n e n te el esc u rrim ie n to , la s d e riv a d a s p arciales
de la velocidad resp ecto al tiem p o son n u la s, la s ecuaciones d e E u le r, m u l­
tip lic a d a s p o r la resp ectiv a p royección del d esp la za m ien to , s e r á n :

1 dj 3 * dt< du .du\
----- - d x = — ( u - „— + v —3— -4- u. -v 1d x
p dx \ dx ' di/ di J " *

i dp , dv dv dv \ ,
T - dy % = - ( « - á-- +«'-*£- + w ^ r ) dy

1 dp / d ir dv dw \
- p~ a r * = - (* ax + * ~ w + w '* « ) d * - a d *

3. —Hidráulica.
S4 C urso de H id rá u lica G eneral

Sumadas las tres, observando que se pueden hacer los siguientes reem­
plazos :

dx
» dy = dy — v d x

u dz — — dz = u>dx

v dz = f f - dz — w dy
at
se obtiene:

+ u d z-% ¡- + v < U ~ + v d v ~ + v d * % + vdx ~ - +

dir d iv \
W ~bíj W á r)

El paréntesis del prim er miembro es el diferencial total de p ; el del se-


gundo es el diferencial total de:

- — (« ’ 4- «* + w*)

en que el paréntesis es el cuadrado de la velocidad Y . Se tiene,.en consecuencia:

p <lp = - 9 d z - d ( ± V > )

Integrando en el líquido perfecto, dividiendo por <j y notando que


p¡7 = se tiene:

5) z + J L + - f g = C,e.

E ste es el teorema de Daniel Bernoulli (lo dió a la publicidad en 1733)


que expresa que en un líquido perfecto sometido a su peso v animado de un
movimiento perm anente es constante en el camino de cada partícula la suma
de la altura geométrica o cota z. de la altu ra de píesión p / f y de la "a ltu ra
de velocidad” V -/2g. Tj o s dos primeros térm inos en conjunto forman la “ cota
ptetom éirica”, cuya constancia define el equilibrio de los fluidos pesados. Iva
altura de velocidad o la " altura representativa de la velocidad”, es la altura
FA B e rn o u lli cs e n e r g ia p o r u n idad d e p eso 35

desde donde" cayendo un punto m aterial pesado, sin velocidad inicial, ad ­


quiere la velocidad V ; pues evidentem ente h = V*/2g dn V = \ / 2 g h . L a
suma de ios tres térm inos se llama “ carga to ta l” o “ suma de B ernoulli” o sim­
plemente “ Ber.noulli”.
L a constancia de la su m a 'd e B ernoulli a lo largo de una trayectoria,
dem ostrada p ara el liquido perfecto en movimiento perm anente,, se aplica a
los líquidos reales cuando los frotam ientos son despreciables y a los escu-
rrim ientos im perm anentes cuyas variaciones lentas de régimen perm iten pres­
cindir de las derivadas parciales de la velocidad con respecto al tiempo, al
calcular las aceleraciones de la p artícu la líquida en las ecuaciones fu n d a­
mentales.
L a constancia de la sum a de' B ernoulli que se verifica a lo largo del
camino real de una partícula, se aplica tam bién al camino medio local de las
partículas que escurren con movimiento perm anente turbulento.
E s evidente que' el teorem a de B ernoulli, como las ecuaciones dinám i­
cas de donde se deduce, es. aplicable a los movimientos absolutos y a los
relativos a un sistem a de com paración anim ado de un movimiento recto y
uniform e.
E ste teorema esi la expresión del principio de la “ conservarán de la
energía” aplicado a p artícu las de u n líquido perfecto que escurre p o r su
peso con movimiento perm anente.
Como tal líquido es incom presible, las variaciones de presión no su:
ponen cambio de energía in te rn a en las p artícu las; por lo tanto, los incre­
mentos de energía cinética son iguales a los trab ajo s que las fuerzas exterio­
res efectúan sobre la p a rtíc u la líq u id a considerada. De otro nimio, equivale
a decir que si agregamos la energía cinética de la p artícu la a las energías
potenciales de las fuerzas que obran sobre ella: el peso y las presiones el el
líquido que la rodea, se obtiene una sum a constante.
La sum a de B ernoulli da estas energías p or unidad de peso. E n efec­
to, la energía cinética de la p artícu la de masa m es — m v- y su peso es m g;
luego, por unidad de peso, la energía cinética es:

1 m v2 v1
2 m g 2g

E l potencial del peso de la p artícu la, o sea, la capacidad de su peso


para hacer trab ajo es m g z si ella está s itu a d a ,a la cota z. P o r unidad de pe­
so este potencial es evidentem ente z.
El potencial de las presiones p or unidad de peso es p / f , es dpcir, que
el trab'ajo'que efectúan las presiones sobre las p artícu las de líquido perfecto
incompresible, tiene por medida, calculada p or unidad de pego, la variación-
de altu ra de presión desde una posición inicial a otra fin al.
Las presiones son acciones interiores de la masa líquida, pero exterio­
res a la p artícu la incompresible considerada, por lo tanto, la invariabilidad
de la energía in tern a, al efectuarse cambios de presión en la p artícu la (inva-
C u rso d e H id r á u lic a G en eral

viabilidad correlativa a su incom presibilidad), exige que las variaciones d<*


presión se conviertan en variaciones inversas de cota o a ltu ra de v elo cid ad .
E l trab ajo positivo o negativo que las presiones e fe c tú a n ’ sobre las p a rtíc u ­
las es igual y de signo co n trario al que realizan sobre las p a rtícu las circunveci­
nas y ocasionan en ellas u n a v ariación inversa de cota o a ltu ra de veloci­
dad. La a ltu ra de •presión va m idiendo estos tran sp o rtes de energía de una
p a rtíc u la a otra. U n aum ento de a ltu ra de presión en la p artícu la contem ­
p lad a indica que la energía cinética, o la potencial de su peso que se día p e r­
dido la adquiere o tra u o tra s p artíc u la s y puede volver a ella si desciende
nuevam ente la' a ltu ra de p resió n .
A u n en los liquido» n a tu ra les com presibles, pero elásticos, es in signi­
ficante el aprisionam iento de energía d en tro de cad a p artíc u la , en com para
ción con la variación de p /'f, cuando la presión a u m e n ta ; lo que p erm ite la
extensión prácticam ente exacta de lo an terio rm en te díclio a los líquidos n a ­
tu rales.
Como confirm ación de ío expuesto en el i>árrai'o an terio r,
calcularem os la energía in te rn a que se alm acena en u n a p a rtíc u ­
la líq u id a de volumen inicial V„ que se com prim e p o r efecto de
u n aum ento de j>resión p (F io Í 3 ) . Sobre u n elem ento dui de
su superficie existe la fuerza pdt¿ que efectúa un tra b ajo pdu> d x.
L a in teg ral de los d<ú d x , ex ten d id a a to d a la sup erficie es d V y
la energía to ta l alm acenada en u n a variación desde u n volum en
prim itivo V 0 al fin al T i es: F ig . 13
Vi
p dV
!
P o r cada atm ósfera en que se au m en ta la presión, un volumen p rim iti­
vo de agua dism inuye en 0,00005 V„; por lo tan to , podemos escribir, si acep ta­
mos que la v ariación de volum en sea c o n stan te:

c/V _ 0,00005
dp ~ 10000 ' °
lu eg o :
0.00005
d V -- ■ r0 d P
10000

E n una variación de presión de p„ a p la energía in te rn a p o r u n id ad de


peso alm acenada será, (reem plazando d V p o r su valor en función de p ) •.

/
Si suponem os, p„ = 0 Po
, 0.000 000 000 005

p d p = ------------ ------------ (p * _ Po.)


y p — 100 000 K g /m 2. es decir, u n a variación de
presión cuya a ltu ra rep resen tativ a es 100 m etros de agua, la energía tota!
t i n t in n i ritrititi I 'r f i i i 'i m t K l u l |/ ( Í lir r iim illi 37

a lm a c e n a d a p o r u n id a d d e poso s e r ia ~S> ciii.. d e sp re c ia b le al la d o d e los


100 metl'Os.
Son confirmaciones experimentales del teorema de Bernoulli todas las
cuestiones de Hidráulica que en él se apoyan: pero una comprobación di
recta la constituye el curioso experimento verificado por Dónát Bánl;i.
(Knergía-Atalaknlasol; Folvadékokbnii, Budapest 1920, pág. 5 ).
En el aparato dibujado enesquema en la figura l i , abriendo la llave
Ai se deja escurrir el agua del estanque por el tubo MN. El trozo A de dicho
tubo es de goma de paredes muy delga­
das, de modo que las presiones interiores
y exteriores se transmiten fácilmente. E!
trozo A va cubierto de una ampolla de
vidrio /> unida a un tubo de goma más
gruesa, pero flexible, que permite, su­
biendo o bajando el emhudo. aumentar
« N o disminuir la presión en la ampolla H
N Se nota que al subir el embudo, o sea. al
Fir/. 14
aumentar la presión en Ti. el tubo de go­
ma A se bincha; por el contrario, se con­
trae al bajar la presión. Esto comprueba que transmitido al interior del tu­
bo A el aumento de p. debe disminuir v-/3g: lo que para verificarse nece­
sita aumento de la sección de esentrimiento, e.s decir, dilatación del tubo de
goma y vice-versa. Bánlti hace notar que se. producen vibraciones del trozo
de goma por efecto do las variaciones de presión, para las cuales no ve mía
explicación satisfactoria. En el laboratorio liemos observado las mismas vi­
braciones. notando en la goma, que fácilmente se rompía, la tendencia a
hincharse o a contraerse.

El teorema de Bernoulli tiene representación grá­


fica sencilla. Si a lo largo de la trayectoria real o media
local de cota z (Fig. 13) se agrega la altura de presión
y la altura de velocidad, se obtiene la traza de un plano
horizontal, llamado “plano de carga dinámica” o simple­
mente “ plano de carga”. La linca que separa las alturas
de presión de las alturas de velocidad se llama “ línea
piezomètrica”, pues es la línea hasta donde llegaría Is
columna de líquido, colocando piezómetros distribuidos a
lo largo de la trayectoria del filete.
La trayectoria o lugar geométrico de z, la línea Fig. 15
piezomètrica y el plano de carga no pueden cortarse, pue*
las alturas de presión y de velocidad son siempre positivas. Más aún, para
que el escurrimiento de los líquidos naturales se verifique en-forma continua,
la altura de .presión ni siquiera puede bajar de un ciertovalor, que depende
de la naturaleza del liquido v de la calidad y cantidad de gases disueltos, que
en las bajas presiones tienden a desprenderse, formando vapores que -cortan
el escurrimiento.
3S Curso de H idráulica General

Para los cálculos ordinarios de la Hidráulica se descuentan los


10 metros de la presión atmosférica; suelen así resultar presiones ne­
gativas.
Ejemplo.—En un punto de la trayectoria de un filete de cota 1,50 m..
la presión es de .? Kg/cm“ y la velocidad es de 2/¡ m/seg. Be quiere conocer la
presión en otro punto en que hi cota de la trayectoria es de 0,50 m. y la velo­
cidad 'se lia aumentado a 3 m/seg.
La presión en el primer punto, ex de 3 Kg/cm-, es decir. 30000 ICg/mz,
y la altura de presión es:

La altura de velocidad inicial, obtenida de la Tabla N.* 1, en la cual, frente


a cada valor de h viene el de \ / 2 yh. es de 0,32m. Esta tabla que va en la
pág. 80 se lia calculado tomando para g el valor 9,8 m/soga, valor de la ace­
leración de ¡rravedad en Santiago. Por lo tanto, la suma de Bernoulli vale:

1,5 + 30 + 0,32 = 31,82 m.

En el segundo punto la altura de velocidad es ~ ^ = 0,i6 m. Lue­


go se tiene:
31,82 = 0,50 + ' ^ ' + 0,46

— 30,86 m. p = 30860 Kg/m 2


V

16. Corrientes líquidas. ■Gasto.—Las corrientes, definidas como haces


de filetes reales, o medios locales paralelos, constituyen la forma de escurri-
miento que más interesa en Hidráulica. En ellas, la magnitud que tiene mayor
importancia es el “ gasto” o caudal, que es el volumen líquido que pasa por
una sección en la unidad de tiempo. Definiéndolo en forma analítica para
abarcar corrientes impermanentes, diremos que es la razón entre el volumen
elemental que pasa y el tiempo elemental que demora en escurrir:

dV

Si « es la velocidad de escurrimiento'de un filete en el-instante con­


siderado, cuva sección normal es da, el volumen elemental que eseurre en
un tiempo <}t es un prisma-de altura udt- v base da, por lo tanto, el gasto
elemental del filete es:
G a s to — V e lo c id a d m e d ia 39

u tu tt 10
<1= il (Iti)
at

E l gasto total de una c o rrien te de sección n o rm a l-Q es:

Si la sección' lio es norm a] a la velocidad, se c o n sid e ra rá la com ponen­


te norm al en cada file te . E n eseu rrim ien to tu rb u le n to la velocidad que se ha
de considerar en cada filete es la m edia local.
Se llam a “ velocidad m e d ia ” al té rm in o m edio aritm ético d e las com ­
ponentes norm ales de las velocidades de todos los filetes de la c o rrien te o,
en o tra s palabras, a la velocidad que m u ltip lica d a p o r la sección d a el g asto :

E n un a co rrien te p e rm an en te el gasto que pasa p o r cad a sección es


co n stan te. C uando no h ay alim entaciones o en tre g a s co n stan tes de él en al­
gunos puntos, re su lta co n stan te en to d as las secciones sucesivas, y se puede
e sc rib ir:

7) U„ Uu = £2, Ut — eie.

de donde se deduce :

es decir, que las velocidades m edias de c o rrien tes p e rm an en tes de gasto cons­
ta n te g u a rd a n relación inv ersa con las ■secciones resp ectiv as. Si las secciones
son circiüares, la razón de las velocidades m edias será in v ersa de) cu ad rad o
d e los d iám etro s.
E ste hecho co nstitu y e la condición' de c o n tin u id a d de líquidos incom ­
presibles que escurren con m ovim iento p erm a n e n te y gasto c o n sta n te .
E n líquidos incom presibles con m ovim iento im p erm an en te, la condi­
ción de c o n tin u id ad se obtiene, relacionando la v ariació n del gasto a lo largo
del cam ino, con la de la sección en el tie m p o . E n efecto, considerando el
volum en líquido en cerrad o e n tre dos secciones que d is ta n ds y cuyos gastos son.
O y Q — z— ds e n tra p o r Ja p rim e ra sección u n volum en Q d t y sale p o r la
os
4V Cur su tic U idràulica General

dQ
segunda un volumen: (Q H-----ch) dt

La variación- de volumen es, pues:

Q d t — (Q + d.® ds) d t = — l - - d s dt
os ax

La variación de sección que a este incremento de volumen corres­


ponde es:

expresando en función de ella el incremento de volumen, tenemos:

La igualdad de las dos expresiones de la variación de volumen, debida


a la incompresibilidad del líquido, se expresa:

ecuación que manifiesta que la variación de gasto por unidad de longitud


es igual y de signo contrario a la variación de sección por unidad de tiempo.
La noción de gasto nos da Qtra demostración del teorema de Bernou­
lli por medio de la aplicación del teorema de las fuerzas vivas a un filete de
líquido perfecto, de sección elemental, que
escurre con movimiento permanente, solici­
tada por su peso como única fuerza exterior.
Apliquemos el teorema a la masa li­
quida que escurre en un tiempo infinitesi­
mal dt por las secciones normales sucesivas,
desde una situación inicial A {Fig. lfí) has­
ta otra final B donde llega al cabo de un
tiempo finito. La permanencia del movi­
Fig. 16 miento dice que por cada sección la masa
elemental que escurre demorará en pasar el
mismo tiempo dt, lo que equivali; a decir (pie el gasto dQ es constante. El
semi-incremento ele la fuerza viva de la masa considerada, desde A a B, si Ti,
E l teorem a dC 'B crn oiU li com o con servación de la E n erg ía ' 41

es la velocidad con que se traslada en A y JJi la velocidad en B, será

dQ Út
(IV — ..
Y , r j 2 __ 21

E sta cantidad ha de ser igual al trabajo que las fuerzas, que obran
sobre la masa, efectúan desde ¿1 a El trabajo dfl peso, si z0 y 2i son las-
cotas del centro de gravedad en las posiciones inicial y final,- s e r á :.

v (=:„ — ^,) dQ dt

Las otras fuerzas exteriores son Jas presiones que obran sobre la su ­
perficie de la masa considerada. Las que obran sobre la envoltura cilin d ri­
ca son normales a ella y dan proyección nula sobre el camino; por lo tanto,
su trabajo es nulo. Quedan las de las secciones planas que la limitan, pues
podemos considerar la masa como un prism a recto. E n su posición inicial,
la presión que obra paralela al camino, tra b aja a lo largo de
U0 d t: pero llegada la ‘sección posterior a la sec­
ción 31,Y (Fig. 17) la presión es igual y de sentido
contrario a la que obraba en ese punto cuando en la
situación 31N e sta b a .la sección anterio r. Desde ahí
las presiones sobre las caras anteriores efectúan un
trabajo igual y de signo contrario al de las presiones
en la cara posterior. Queda eu B un saldo de tr a ­
Fig. 17.
bajo: — ]>idu>iü¡.dt
Los frotam ientos o componentes tangenciales no existen pues, por h i­
pótesis, se tra ta dellíquido perfecto, y la energía interna no varía por ser el
líquido incompresible. E n consecuencia, se tiene:

y dQ dt
(V i 2 — V,,-) — •[ dQ d t (í0 — i)) V<¡ U o d<ó0d t — pi U¡ du>¡ dt
<J 2

Sim plificando y notando que:

<Zw„ U0 = do>¡ U¡ — dQ

qued a:

z„ + —— +
v,r- P\ Jh*.
— +
29

que es la expresión del teorema de B ernoulli.

Las corrientes definidas como haces de filetes reales, o medioS-locales


paralelos o de curvatura muy pequeña, preseutan una cualidad que sim plifi­
ca mucho los cálculos. E lla es que “ en la sección normal rige la ley hidrox•
t ática” .
41 Curso de H idráu lica General

I5n efecto, tomemos en el seno de una corriente un sistema de ejes


■coordenados, dando al eje de las „Y la dirección de la corriente '(F ig 18) y
colocarido los ejes Y y Z en la sección normal de modo que el primero sea
horizontal. Si aceptamos que las componen­
tes 1/ y w’ de la aceleración de las partícu­
las según estos últimos ejes son nulas, y to­
mamos en cuenta que la* componente 1 ’ de
las fuerzas exteriores es nula y que Z vals
— g ros i, siendo i el ángu lo 'q u e forma el
haz de filetes con la horizontal, las ecuacio­
nes de proyección sobre los últimos ejes,
son:

1 tip
- = 0
P
10)
1 dp
------ — = — q cosí
p az

La última ecuación es la expresión diferencial de la ley hidrostática y la


de proyección sobre el eje Y la confirma, pues dice que es nula la variación de
presión en la horizontal. Si existe superficie libre la sección queda limitada
por ella en una recta horizontal.
La ecuación dinámica sobre el eje de las X es frecuentemente estu­
diada introduciendo en ella los frotamientos. De ella se deduce la ecuación
general de las coxrientes permanentes.

17. Extensión de la suma de Bernoulli a toda la corriente.—El teo­


rema de Bernoulli demostrado para un filete:

se puede extender a toda la corriente, entre dos secciones en que rige la ley
hidrostática. Si queremos calcular el valor medio de la suma de Bernoulli
que-,corresponde en cada sección al caudal que pasa en la unidad de tiempo
por ella, multiplicaremos los Bernoulli de cada filete por <IQ, gasto de cada
uno, integraremos de cero a Q y dividiremos por Q :

Notando que en esta ecuación z -(- p/~¡ es la cota piezométrica idéntica


E x te n sió n d e l te o re m a d e B e r n o u lli a to d a la co r r ie n te 43

para tocios los filetes, porque en In sección rige la lev hidrostátioa, y que, p or
lo tanto, vale lo mismo en todos los filetes, se obtiene:

rQ »
llu ) z + y + / —^ — d Q = .r te
• Q J 0 20
Poniendo en vez de Q sil valor Q V : y u du> = dQ tenemos

,Q
11b) 8 + - /I „Jts
* rdu>
fu = ct / e .
J 0
Si p a ra el cálculo del valor medio se toma como coeficiente de im ­
portancia la sección elem ental de cada filete, equivale a d ecir que se quiere
calcular el valor medio de la sum a de B ernoulli del agua com prendida, en u n
instante dad o ,-en tre dos secciones in finitam ente próxim as (1 ). Como las sec­
ciones sucesivas van cam biando en el movim iento yariado, p ara tom ar en
cuenta tam bién esta clase de corrientes, no podríam os m u ltip licar el B ernou­
lli por los elementos de área e in teg rar, pues no se conservaría la constancia.
E n cambio, al d e riv ar el B ernoulli de un filete respecto al camino se ob­
tiene una cantidad nula, puesto que es constante; ella después de integrada
tam bién será n u la. Diclia d eriv ad a es:

dz 1 <lp u d u __. ^
ds y lis g ds

M ultiplicando esta ecuación p o r d<¿, integ rán d o la e n tre cero v Q y


dividiéndola por Q tendrem os, en form a análoga a la ecuación 11) :

1 / r & /d t. 1 dp ii d u \ ,
12) / ( + — -,-■ •+ — —j— ) d u — 0
“ I q \d f y ds g ds '

L a sum a de los dos prim eros térm inos del paréntesis constituye la de­
rivada de la cota piezom ètrica, igual p a ra todos los filetes porque rige la lev
hidrostática, y, por lo tan to , tiene nn valor constante en toda la sección ; po­
demos, en consecuencia, escribir esta ecuación como signe :

(1 ) L a d if e r e n c ia e n tr e e s te v a lo r m ed io y el c a lc u la d o a n te r io r m e n te lia sid o
co m en ta /lo ,por tía k lie m e t e f f , sin lle g a r a to m a r en c u e n ta la s v a r ia c io n e s d e lo s c o e f i­
c i e n t e s « y a ', d e q ue lu e g o h a b la rem o s, en s e n tid o in v e r so n Ins v a r ia c io n e s ¿le la v elo -
eid a d inedia (C oriolis am l tlie i»iu*rgy p rin cip ie in T lyd rim lirs. A pp lied M ed ía m e» .— A .S .M .E .
T h ed -v o n K a n m u i A in v er sa ry v o ln m e 15>4I).
44 C urso d e 71 i*lráulica G eneral

CQ
,v, dz 1 dp 1 1 du , .
li a ) — + --------- --- + I ------- -— 11 d a = O
ds y du J ij 9

Nada se altera si en el integral del tercer térm ino introducimos dentro


del signo derivada el gasto constante u du> del filete, que está fu era de él. A de­
más, invirtiendo el orden de la integración y la derivación respecto al ca­
mino, podemos escribir finalm ente la ecuación:

, , r Q
iou\ dz 1 dp , 1 d i
13b) - ^----------- I ii‘ d< ¿= 0
ds y ds ü 9 ds I 0

. Tenemos, pues, dos integrales análogas en las ecuaciones 11b) y 13b) ;


pava encontrar su valor, en función de la velocidad nredia U, escribamos que
la velocidad de un filete es igual a .esta media más u n exceso w, positivo
o negativo:

u = TJ + w

podemos escribir:

U- = l
V ' U ’

el cuadrado de esta razón es:

/ n \- 10 / w \2
( ü ) = 1+ 2i r +( o )
y el cubo:

( £ )* = ’ + '■ £ ” (£ )+ (;•)*

M ultiplicando la prim era, segunda y tercera potencia de la razón u/U


por dw, integrando de cero a O y dividiendo p or O, se tiene:
C o eficien te* a , a ' <yj 45

/* í i /> ü nO
1 ¡ “2 . , , •2 / ic j .1 ¡ w
<ltú
fì W ,/w “ 1 + T T / T rf“ t ñ / r
J « Jo J o

iÛ r O ríi /> D
1 «® , _ - , 3 / W / tí- . , J_. v?
da
IT / 77:1‘ ~ -+ ~Q V Q I . U- íi V*
J o J o J a J o

E l p rim er m iem bro de la p rim era de estas ecuaciones vale la u nidad,.


fQ
pues I ud<¿, el gasto í,) de la corriente, aparece d ividido por sí mismo. O ? /;
Jn
1 f Q
luego el integral <Í(J- cs n,1'°> 'I1'« era evidente ¡il considerar
“ J 0 i!

que este integral es el térm in o m edio de las d iferencias de las velocidades in ­


dividuales con la m ed ia. A parece dividido p o r el gasto O V «pie no afecta su

íQ
u tilid ad . E n cambio, el in teg ral —
1 / w3 d a . no puede ser nulo, y es siera-
J O

pre positivo cualesquiera que sean los signos de los w individuales. E ste in ­
tegral es llam ado generalm ente i¡. E n la ú ltim a ecuación aparece el in te g ra l:

Q
W
r T,„du
ü*
D Jo
cuyo valor es generalm ente m u y pequeño, pues en él, los excesos positivos al
cubo que son por esto pequeños, tienden adem ás a ser compensados coa los
negativos. E ste in teg ral generalm ente despreciable lo llam arem os £. ( 1 ) .
Podemos, pues, escribir la segunda y te rce ra d e estas ecuaciones:

1 f Q
13)
a iP J 0 v2<l(ú = 1 + r>= a'

(1 ) EJ c o e fic ie n te g serrt rig u ro sa m e n te n u lo en la s re p a rtic io n e s lin e a le s de


v e lo c id ad ; ta l c c m tie n d e a s u ce d e r en JaB p a rte s c e n tra le s -de c a n a le s m uy a n ch o s,
en <jue la »ola v a ria c ió n de v e lo c id ad e s q ^ e Qiajjr -que c o n sid e ra r es la de u n a v e rtic a l,
y e sta p u e d e a c e p ta rs e lin e a l.
46 Curso de H idráulica General

14) Q“F* ' n, d a> = l + 3i\ + f>= a

Estos coeficientes numéricos a7 y a (1), como generalmente se los de­


signa, entran en el valor de los integrales que nos interesan, pues de aquí
obtenemos:

Q
u} (ío) = a' íí V2
/ U

a
u3 da — x í l V t
/ 0

Introduciendo estos valores en las ecuaciones 11b) y 1 2 b) tendremos,


respectivamente:

15 ) 2+ _ l + i J ' : . = c í< .

dz + + _L¿ (ct'Qps) =0
ds y ds Ü g ds

Sacando fuera el gasto constante esta última ecuación es:

dz 1 dp V d , , ...
16) +■ --------- T— (a ' l ) = 0
ds y ®* O ds

La ecuación 15) nos dice que la energía cinética media de toda la co­
rriente se obtiene multiplicando la altura de velocidad media por el coefi­
ciente a. Los coeficientes a y a ' que elevan el término medio aritmético V a
término medio cuadrático son siempre superiores a la unidad, y tres veces
superior el exceso de a sobre la unidad que el de a'. Ambos se miden por
medio de r, que depende de las diferencias relativas de velocidades y no de
sus valores absolutos en la sección. Veremos en el estudio de las corrientes, que
en movimiento uniformo su valor es constante y depende de la rugosidad de
las paredes. En régimen gradualmente variado las variaciones de a y a' son
inversas de las de l!-/2(j, y, en general, lo mismo sucede en las singularida­
des en que varía U-/2y entre dos secciones en que rige la ley hidrostática.
En efecto, al pasar de una sección a otra, si en ambas rige la ley liidrostática,

(1 ) L as denom inaciones de ios coeficien tes dadas aquí son um versalm ente se­
guidas por autores franceses. En otros países sp in vierten , como sucede con autores
italian os y de los EE. XTXJ.
V ariaciones in versas, de t) °on v 47

la cota piezométrica tiene un valor común p ara todos los filetes en cada un»
de esas secciones: si hay variaciones en la cota piezométrica común entre am ­
bas secciones, es porque la diferencia se ha convertido en altu ra de veloci­
dad. E n otras palabras, todos los filetes reciben incrementos iguales de altu ­
ra de velocidad, es decir, varían su velocidad en una misma cantidad; por lo
tanto, si “ ese incremento es positivo” , todas las velocidades de la segunda
sección “ tienden o igualarse” , si es negativo, sus diferencias relativas lian
aumentado. La experiencia confirma este lógico razonamiento (1 ).
En el líquido perfecto, libre de frotamientos, en que el Bernoulli se
conserva, se puede encontrar una relación entre las variaciones de rj y las de
V. En efecto, si derivamos la ecuación 15) con respecto al camino, se tie n e :

dz 1 dp d / V2 \
15a) — ¡~ + ------- a . =0
ds 7 ds ds \ 2<j 1

Igualándola con la ecuación 16) se obtiene:

ir)

reemplazando a y a ' por sus valores en función de i¡, multiplicando por di


y por g, obtenemos ( 2 ) :

17a) d¡ (1 + Jri) — ' ~ |== V d ( i + il) ü

ejecutando la diferenciación indicada:

( 1 ) H e aquf tre« caso» e x p er im en ta les que d em u estran e ste razonam ien to. L o s tres
correspouJen a a ce lera c io n es m uy r&pidas d e la corrien te. L a a celera ció n ap arece in .
d icad a por la ú ltim a eclu m n a, que da^ el núm ero de a ltu ra s de velo cid a d es in ic ia le s en
que se h a au m en tado la altu ra d e v elo cid a d fin a l. L a prim era colum n a es el c o e fic ie n ­
te a n te s de la a celera ció n , la segu n d a e s el c o e fic ie n te cu la co rrien te y a a celera d a ;

la tercera, A — ‘l a el au m en to d e U * /2 y m edido en m otros.


-O

«1
XJ2 AU2 | OBSERVACIONES
a.
^g r ü *0 .
. .
3*283 1,020 0,23® 4,15 ‘Canal Peuiw.il (Colcliaguu Cliilo 1922)
1,547 1,013 0,444 6,70 Csiaal Zeniita (Rublo M
1,241 •1,008' 0,071 20,G0 jOíiiuil Manso)- (O'Higgins ** 1933)

( 2 ) S e sup on e £ = 0 ; siem p re q ue a sí sea . serán rigurosas la s co n clu sio n es que


sig u en , sin em b argo, d ada, la p eq u en ez de d ich o c o e fic ie n te , tien en v a lid e z g en era l.
'Curso do H idráu lica General

18) (1 + 5 r.) f; <?C + \ V* ‘1 r, = (1 + r,) ü dU + V* dr,

^ = - * -

Estn relación manifiesta- c|iic las variaciones relativas de la velocidad


son inversas y cuatro veces menores que las del coeficjente r„ como se dedu­
cía de lo ilieho anteriormente. Integrando esta expresión obtenemos:

4 Log V = — Log r, r f cíe.

18b) rl U* = cte.

De la ecuación 18a) podemos obtener el valor de dr, que reemplazado en


la 18) nos da la identidad:

jjt
(1 — 3t¡) V d ü = ( i — d 0

o si dividimos por g y por ds obtendremos en cada miembro de la 1 7 ):

d ■ ü‘
19) ( l — 3r,)
ds 2g

Recordando que los miembros de la 17) son los últimos términos de la


16) y de la 15a), tendríamos la ecuación completa:

SO) * + J - ^ + { 1 - 3 r , ) J - -% L = 0
■dz y ds ds 2g

ecuación que demuestra que si se quiere calcular las variaciones de la ener­


gía cinética entre dos secciones, computadas éstas, por las alturas de velo­
cidad media, es necesario multiplicar su diferencia, por un número menor
que la unidad, como lo había previsto D upuit (1) y manifiesta el error en
que incurren algunos hidraulicistas que al poner

2g

atribuyen a a" el valor de a = 1 -f- •?*), coeficiente que es siempre mayor que la
unidad.

(1 ) D upuit: Ktmle* théoriques c t practiqu es sur le m ouvem ent des eaux courrantes,
1818, p ügs. 69 y sig u ien tes
C o e fic ie n te qu e a f e c t o o lo s d ife r e n c ia s d e a ltu r a s d e v e lo c id a d 49 -

L a ecuación 20) m u ltip licad a p o r ds es in te g ra b le :

20a) d (t +

E l in teg ral del segundo térm in o lo podemos hacer en co n tran d o un


adecuado valor ( 1 — 3ij') que sea el v alo r medio de este coeficiente en el cam ­
po de in te g ra c ió n : como los valores sucesivos 1 — 3r\ en todo dicho cam po son
m enores que la u n id ad , lo será tam bién ese valor m edio ( 1 — 3r¡') que h a de
m u ltip licar a la d iferen cia ^ *

(1 ) F á c il ea d em ostrar q ue e l v a lo r *j' es p rec isa m en te e l térm in o m ed io geo­


m é tr ic o d e lo s v a lo r e s e x t r e m o s . E n efec to :

rvt ru t
-L - / ( i — j ri) dxr = / (dü* — sn tvd U )
J V, . ~ J u0

17,■— V<f 3 f Ul
= ------ a -----------T * V dV
J U.
e l ú ltim o in t e g r a l, s e p u e d e e s c r ib ir :

J- I T W JE -.
9 I r‘ W
V,

C om o el v a lo r d e «*) U l es c o n s ta n te , seg ú n la e c u a c ió n 1 8 b ), lla m á n d o lo K y sacán ­


d o lo d e l s ig n o in t e g r a l, queda:

3K Ií ü‘ gu
e l V)
J uo
y vale:

3K f 1 1 \
W V,’ /
4.— Hidráulica.
Curso de H idráu lica General

Integrando se tiene:

H----- —— z 0 ------— - f ( 1 — 3-1]')


T T

de donde se deduce :

1
20b) > i
1 — 3rt‘ Pi
r

esta relación nos dice que entre dos secciones de una corriente de líquido per­
fecto es mayor la diferencia de alturas de velocidad media que las diferencias
de cotas piezométridas entre ellas o, como podríamos decir, que el rendimiento
de las energías cinéticas computadas por las velocidades medias fes mayor que
la unidad-
Algunos hidraulicistas asignan a a = 1 + 3r, un valor único tal.como 10/9;
este valor no es real. En .movimiento uniforme turbulento, ha dado Bazin rela-

•ln constancia de r¡ ü* supone la de su ra íz y, por lo tanto, se puede escribir:

J f = £ 7 „ * t V V 'tJ.Tp

de modo que el integral; reduciendo en el paréntesis, resulta finalm ente, ig.ua 1 a:

s i/.* v,- , ____ rv — tv . ü,' — 17,* , ______


tg V W V ¿ V ,‘ Sg V
Por lo tan to:
U,

N o hay que olvidar que este resultado como su fundamento t¡ U‘ = ele., suponen
^ue 2 = 1 -+■ es decir que @ es absolutamente nulo, lo que no se cumple sino en
ciertas loyes de repartición de velocidades. En los liquido» reales, con frotam ientos, n o
se puede pretender que yü * sea constante, cuando ellos existuu apreciables, entre dos sec­
ciones de file te s paralelos. Es pues posib le acercarse a esta condición cuando entr»
am bas seccion es aum ente la velocidad, pero no cuando haya un retardo, pues los en ­
sancham ientos que equivalen a los retardos de velocidad se v erifica n en* lon gitu d es
considerables, en las cuales no «e puede prescindir de los frotam ientos. T al o b serv a ,
elón hace B oussinesq y tam bién D e Marchi.
Ejemplos con cálculos de rx V <x' 51

c io n es e x p e rim e n ta le s q u e d e b e n to m arse, en esos' c a so s; en m o v im ien to g r a ­


d u a lm e n te v a ria d o , d e m o s tra re m o s q u e p u e d e . p re s c in d irs e d e i j e n la s s in ­
g u la r id a d e s ( 1 ) deb e a c e p ta rs e a d e a c u e rd o con la s c irc u n s ta n c ia s d e l fe n ó ­
m eno en e s tu d io . M ás v a le to m a r en to d o caso a = 1, com o lo h a c e n m u ch o s
a u to r e s ( 2 ) q u e a p a r ta r s e d e la u n id a d en d is tin to se n tid o q u e el ex ig id o p o r'
la te o r ía y la e x p e rie n c ia ( 3 ) .
E j e m p l o .— E n u n c a n a l r e c ta n g u la r se conoce en u n a sección A ( F ig .
1 9) la ley de re p a r tic ió n d e v e lo cid ad e s en u n a v e rtic a l, q u e es d a d a p o r la ex-
2
p re s ió n u ~ 2 ------ - x 2 en m : ség. E n e s ta e x p re s ió n u es la v e lo c id a d a la
p ro f u n d id a d x , c o n ta d a d esd e la s u p e rfic ie lib re . La' p r o f u n d id a d to ta l en A
es Aa = J , 5 í > m . Se p id e c a lc u la r ia p r o ­
f u n d id a d en o tr a sección D e n q u e el f o n ­
d o lia su b id o 0,4 m ., si en A y D rig e l a
ley h id r o s tá tic a y es a p lic a b le al te o re ­
m a de B e rn o u lli.
P a r a c a lc u la r la s u m a d e B e rn o u ­
lli en A n ece sita m o s c o n o cer la v elo ci­
d a d m e d ia Z7A y ai*. H a c ie n d o el cálc u ­
lo p o r u n id a d d e a n ch o , ca lc u lem o s p r e ­
v ia m e n te el g a s to .

2 1,5*
)d x = 2 ===2,25 m 3/s e g .

(1 ) B a z in da a g u a s a rrib a de v erted ero s v a lo res de 3 v a r ia b le s entre 1,4 y 2,43,


p r o d u cid o s p o r r e ta r d o s c o n tin u a d o s d e . v e lo c id a d e s m u y p e q u e ñ a s ( e n t r e 0,3 y
0 , 4 m / s e g . ) t en c a n a le s d e p a r e d e s m uiy lis a s . S o n a d e m á s v a lo r e s d e d u c id o s en f.orm a
in d ir e c ta . E n c a n a le s d e tie r r a con r e ta r d o s d e v e lo c id a d e s d e m a g n itu d e s a b s o lu t a s
m a y o r e s, h em o s m e d id o d ir e c ta m e n te v a lo r e s de a q ue lle g a b a n a l v a lo r m á x im o 1 ,00.
E n m o v im ie n to s id e a le s e s t r a t if ic a d o s , u n ifo r m e s , e l c á lc u lo da a = 2. L o s , s e ñ o r e s
O 'B rien e H ic k o x (A p p lie d flu id M e c h a n ic « , 19 3 7 , p á g s . 2 7 2 ) d a n v a lo r e a .d e ¿ do
1,8, 2 y h a s ta 2 ,0 8 en c a n a le a r e la tiv a m e n t e m u y h o n d o s, de 1 ,3 0 m . de an c lio y h o n d u ­
ras v a r ia b le s de 1 ,5 0 a 3 m .
( 2 ) L a n g (H ü t t e ) - .— R u s se ll: H id rá u lica (T e c n o ló g ic o . de¿, B o sto n )- 1 9 4 1 .-y— M e.
rrim an : T rea tise on H y d r a u lic , 1938.— W e y ra u ch : H y d r a u lich es R echnen 1921 (H o c h s-
o h u le S t u t t g a r t ) . — F o r c iih e im e r : G ru n d ria s d er H y d r a u lik 1'924.— S a la s E .: E s c u r r í,
m ien to varia d o 19 2 3 .— B o u d in : I / a x e h yd ra u liq u e 1 8 6 3 .— S p a ta r o : Id r a u lic a teórica
e sp e r jm e n ta le , 1 9 2 4 . E n g e n e r a l,, lo s a u to r e s fr a n c e s e s q u e s ig u e n a S a in t V enanfc
y B o u ssin e sq a u n lo c o n s e r v a n » y a lg u n o s com o M o u r e t h a c e n v a le r en escurrim irento
variad o lo s v a lo res dad os por B a z in p a r a el m o v im ien to u n ifo rm e, lo que es
in a c e p ta b le .
( 3 ) S i • se tr a ta de calcuhar la ca n tid a d de m o v im ien to m ed ia del c au d al qu e
pasa en la u n id a d de tiem p o por una sec c ió n , ú til para n u m erosas a p lic a c io n e s de la
H id r á u lic a , a p a r e ce n a tu r a lm e n te el c o e f ic ie n t e , y a d e fin id o a n t e s , <*'. E n e f e c t o , e l

g a s to elem ental- u d (¿ , cu y a m a sa e s “
Y u d• ^ y tie n e u n a ca n tid
-a •
a d d e m o v im ie n to -— u*d(ú\
la de to d a la c o r r ie n te e s:
6S Curso de Hidráulica General

La velocidad media es entonces:

V — — j - ^ - — 1,50 m/seg.

La altura de velocidad correspondiente, encontrada en la Tabla N? 1 es:

U!
-.0,1148 m..
2g

ta r a tener exactamente i), que lo necesitaremos después, calcularemos


primeramente a' = 1 + tj.

lfi

X 1J5 I ’ 3

y ■
— 1 ' ■ 1 5 - 1 í ’5’ 4 - ± J -5' ^
2 ¿ 5 X li5 \ ’ 3 3 + 9 5 )

a \ r= 1,0888 T) A= 0,0888

De aquí podríamos deducir:

«A = l + 3i\ = l¿67

Calculando «a directamente, por la expresión da resulta

.#i == 1¿79, lo que quiere decir que:

■$=0,012

La altura media de velocidad en A, que excede algo a la altura de ve­


locidad media, es:

®a - ~ = 1,27 X 0,115= 0^46 ,m.


2g

Por lo tanto, la suma de Bernoulli media de la corriente, contada desde


el fondo en A , si notamos que la cota piezomStrica es, por la ley hidrostática,.
simplemente la profundidad:

Ba = 1,5 + 0,146 = 1,646- m.


Cálculos de pu ntos d el e je hidráulico en liquide p erfecto 63

La suma de Bernoulli en D, contada igualmente desde el fondo, es:

i) D= l,646 — 0,40 = 1^246 m.

y debe satisfacer la ecuación:


Ud*
Bd — Ad + x¡> 2 g = m-

Debemos notar que <xD = 1 -f- 3r¡n debe cumplir la relación 18b) :

t¡x Da* = t]d Un1= cíe.

Calculando con los elementos ya conocidos de la sección A, obtenemos:

>¡A ÜA4 = 0,0888 X 1,5* = 0,450


üvi
P ara calcular Ad, «D y —-— procederemos por tanteos, suponiendo pre-
2g
viamente <xD= l . Tendríamos, reemplazando la velocidad por su equivalente,
en función del_ gasto, la ecuación de tercer grado en h :

ñ f í = h ', + - 2 7 h s

que para B d = 1,246 y Q = 2 ¿25 m8/seg. se satisface ( ! ) con hD— 0,99 y


con hD= 0,65 m. Tomaremos únicamente la mayor. La profundidad efectiva
es algo menor, pues aD es mayor que la unidad, aunque por la disminución
de A (de 1,50 a cerca de 1 m.) la velocidad ha aumentado y a ha tendido a
la unidad
P ara h — 0,99 correspondería :

2 j2 5
= Z ’S7 m /seg-

Este valor reemplazado en i¡U* = 0,4p0 nos d aría t¡d = 0,0176, y, por
lo tanto nos da idea del valor de a-o— 1 -f- 3 r¡D= 1,05. Como multiplicado este
oíd por ÜD2/2 g del prim er tanteo, llegaríamos a un Bernoulli mayor de 1J246,
es necesario bajar hD (2) para u n segundo tanteo.
Después de taritear se obtiene:
r a
hD=: 0,944 Un ~ 2,38 m/seg. —— (¡o9 m.
29

(1 ) En este m ism o ca p ítu lo , poco despufo se encu en tra el m étodo para calcular la s
altu ras de agua d e e s ta ecu ación , elim in an do la ecuación de tercer grado. L as d os r a f.
ces positivas son ht — 0,99 m. y = 0,65. A l estudiar las corriente abiertas .se fija rá
el criterio que demuestra 'que es válida aquí solam ente la acep tad a: h = 0,99.
(2 ) E sta afirm ación s e dem u estra en este m ism o cap ítu lo al d ecir que lo s tío s
p ierden B ernou lli con la altura.
£4 C u rso d e H id r á u lic a G en era l

tv * ;
1J,, — 0,014 *t> = 1,042 a„— 0,302

valores que verifican las ríos ecuaciones sig u ien tes:

V„ hn — q = ^ 2 ¿ 5 m V seg ./m .

h n + ct„ — Hlt = 1,9.46 ni.

E s ú til observar, p a ra te rm in a r, los siguientes resu ltad o s obtenidos:

£!r>2 — V as „ #i> l'ii‘ — 3 a l a " „ _


= 0 ,i S S m . ------------ ---------------- = 0,156 m .
2g 2g

P o r lo tan to , el coeficiente 3" = J — 3 r ' que m ultiplicado p or

ÍV — r v

nos h a b ría dado la d iferen cia de en erg ías cinéticas m edias e n tre am bas sec­
ciones, h a b ría v alid o :

es decir, como se. dem ostró, m enor que la u n id a d . L a d ife re n c ia con la u n i­


d a d es precisam ente 1 — 0,S3^= ^3 r'-= 0 ,1 7 , .o sea, -corresponde ai v alo r m e­
dio i f — 0,056. E ste v alo r e stá efectivam ente com prendido e n tre kja -=¿0,0888
y Y 5D= 0,0140, cuyo térm in o m edió aritm ético es:

■>ía + _ 0i0S88 + 0,0140 _


2 2

m u y .p a re c id o al de r,' ( 1 ) . íjo que hemos llam ad o ren d im ien to se ría :

1 1
■1J205
*" ~ 1 — 3 r;

m ay o r que la u n id a d , como quedó d icho.

(1 ) C om o jj n o e s n u lo no p o d e m o s p reten d er que sea n rig u r o so s n i e ste va lo r


ni la c o n s ta n c ia de ^ U *, p or eso n o r e su lta v a le r \ / r,o 1)1 = 0,0SSS.
B ern ou lli m ínim o o crítico 55

18.Variación de la suma de Bernoulli en corrientes abiertas.—Escu-


rrimiento crítico.—Velocidad de propagación de las ondas.— Como se ¡ha hecho
notar en el ejemplo anterior, en los canales o corrientes abiertas que escurren
por filetes paralelos con movimiento perm anente, la cota piezométrica que en
la sección corresponde a cada filete es la cota del eje
hidráulico, si descartamos la altu ra de presión atmos­
férica. De modo que la suma de Bernoulli, B, referi­
da al fondo, vale: (F ig . 20)

B = h eos i
Fig. 20 2g

E n las corrientes abiertas el ángulo i que ellas forman con la horizontal


es siempre muy pequeño; luego el coseno vale prácticam ente la unidad. De
modo que sin error apreciable puede ponerse siem pre:

ü‘
SI) B = h -f- a
ao

A la perm anencia del escirrrimiento con invariabilidad del gasto co­


rresponde :
Q == O TJ = efe.

Si suponemos que k aumenta tendiendo a infinito, como Q crece con h, V debe


dism inuir tendiendo a cero. Si U es cero, U‘/2 g tam bién lo es; por, lo tanta,
la suma de Bernoulli se reduce al prim er sumáhdo y tiende a in fin ito . Si a
la inversa, h tifende a cero, TJ tiende a infinito, y en. consecuencia, la suma
de Bernoulli tam bién vale infinito en este caso. E n tre estos, dos valpres extre­
mos de k, B tiene valores finitos y hay, por lo tanto, un valor de h p ara él
cual B es un m ínim o.
P a ra encontrar la condición de mínimo del Bernoulli, o sea, la de
la energía.mínima por unidad de peso, a gasto constante, bastará derivar la
ecuación 21) e igualar a cero la derivada:

dB V dV
:J + = 0
dh g dh

Hemos considerado a igual a la unidad p ara hacer la derivada. Como el


gasto es constante, e igual a Q U, tenem os:

dQ
= 0= 0 J ! L + Ü J ^
dh dh dh

de donde:

dü V dQ
dh Q dh
66 C u rs o d e H i d r á u li c a G e n e r a l

U n eiem ento de, sección dQ es -el p ro d u c to del ancho s u p e rfic ia l l p o r


la a ltu r a elem ental d h . L u e g o :

__ _dQ
dh

y p o r lo ta n to :

J * L = -u *
dh Q
In tro d u c ie n d o est^ vaxor a rrib a , te n d re m o s:

dk ~ gd

q ue ig u a la d a a cero nos d a :

2 3 ). I/= J f g S L
L a s c o rrie n te s n a tu r a le s no e sc u rre n , en g en e ral, con v elocidades re ­
la tiv a m e n te t a n ’ g ra tó le s cómo la d a d a p o r e sta e x p re s ió n . S i lle g a lá N a tu ­
ra le z a á 'p ro d u c irla s y e n c o rrie n te s v a ria d a s a rtific ia le s p ro v ie n e n d e u n a
aceleración d e la c o r r ie n te ; d e m odo q u e a v ale p rá c tic a m e n te « n o , como se
a c e p tó .
L a ra zó n Q /¿ ses u n a lo n g itu d ; es la p ro f u n d id a d B que co rresp o n d e a
u n re c tá n g u lo d e s u p e rfic ie 'Q y ancho l. P o r eso se le siiele lla m a r p r o fu n d i­
d a d m edia.

E l gasto es

24) Q— Q ^ g A
ecuación qu e rev ela que p a r a c a d a , g asto y fo rm a de lecho dados, q u e d a n
d e fin id a s la s m a g n itu d e s d e C1 y del ancho su p e rfic ia l l q u e co rresp o n d e n
a la e n e rg ía m ín im a .
L a a ltu r a d é velo cid ad q u e c o rre sp o n d e a la v elocidad del m ínim o de
e n e rg ía e s :
C a so s en q u e se p r e s e n ta c l B e r n o u l li c r í t i c o 57

L a su m a de B e r n o u lli m ín im a e n c o rr ie n te s d e file te s p a ra le lo s , es e n ­
to n c e s :

») B=*+r|r
L a silm a d e B e rn o u lli m in im a s e p a r a la s c o rr ie n te s en dos g ru p o s d e
c a ra c te re s a n ta g ó n ic o s : la s d e p r o f u n d id a d .m a y o r q u e la q u e c o rre sp o n d e a
ella , lla m a d a s río s, a u m e n ta n d e e n e rg ía u n it a r i a con la a l t u r a ; y la s de m e­
n o r p r o f u n d id a d o to r r e n te s , d is m in u y e n su s u m a d e B e rn o u lli, c o n ta d a des-
áe e l fo n d o , c u a n d o su a l t u r a a u m e n ta . E l tr á n s ito d e u n tip o d e c o rr ie n te
a o tro es u n a c risis ; p o r lo ta n to , el e s c u r r im ie n to q u e se v e rific a con su m a
d e B e rn o u lli m ín im a se lla m a e s c u r r im ie n to critic o . L a- p r o f u n d id a d -de él, co­
mo ta m b ié n su v e lo c id a d , so n lla m a d a s c rític a s, y se d e n o m in a rá n h c y Uc.
C u a lq u ie ra e n e r g ía u n i t a r i a o su m a d e B e rn o u lli d e la c o rr ie n te no es
p u e s c o m p a tib le co n ( el g a sto d e - u n c a n a l d a d o ; p u e s e sa ’ s u m a d e B e rn o u lli
n o p u e d e d e sc e n d e r d e l v a lo r c r ític o . E n c o n se cu e n c ia, si la s co n d ic io n e s d e
e s c u rrim ie n to n o s f i j a n el B e rn o u lli en u n a secció n -d e i a g u a s a b a jo , y h a y
a g u a s a r r i b a d e a q u é lla , o tr a d e m e n o r a n ch o o c u y a « o ta d e fo n d o es
m ás a lta , p u e d e s u c e d e r q u e a é sta c o rre s p o n d a , r e f e rid o al fo n d o d e la d e a g u a s
ab ajo ,- u n B e rn o u lli c rític o m a y o r q u e el
B e rn o u lli e x is te n t e .e n la secció n d e a g u a s
a b a jo . E n esta s c o n d ic io n e s d eb e e x is tir
B e rn o u lli m ín im o en la secció n d e a g u a s
a r r ib a ( 1 ) . U n e je m p lo a c la r a r á e s ta id e a :
E n la fig u r a 21 c o n sid ere m o s la s sección
n es 1 y 11, e n tr e la s c u a le s el fo n d o haj&
" a ” m e tro s. S e a n B / y B //lo s B e rn o u lli re s ­
p e ctiv o s, c o n ta d o s a p a r t i r d e l fo n d o d e
c a d a secció n . S i conocidó el d e a g u a s a b a ­
jo Bn , ca lc u la m o s B j, p o r la c o n sta n c ia
d e los B e rn o u lli se te n d r ía B j, = B/i— a. S i
e ste v a lo r so b re el fo n d o d e I r e s u lta m e n o r • q u e el c rítjc o Bc, so b re el 'fo n d o
de I h a b r á B e rn o u lli c rític o , q u e es m ín im o , p o rq u e m en o s q u e el m ín im o n o

( 1 ) A n á lo g o s r a c io c in io s , h a c e n M . C a sle r e n T r a n s a c tio n s o f A m e r ic a n S o c ie ty
o f C iv il E n g in e e r e , to m o 9 4 , A ñ o 1 9 3 0 , e n un a r tíc u lo “ S t r e a m f lo w in g e n e r a l t e r m s , %
p á g . 12; y B o s s en B e r e c h n u n g d er W a s s e r s p ie g é lla g e (K a rlsru h *. 1 9 1 9 ) p á g s . 3C, 52 y
en to d o e l f o lle t o q u e e stá in s p ir a d o e n e s t a s id e a s d e m o s tr a d a s e s p e r im e n t a lm e n te . E s ,
com o d ic e B o ss en la página. 52 d e su fo lle t o , u n a e x te n s ió n a la H id r á u lic a d el p r in c ip io
d e G a u ss, de. la m á x im a e c o n o m ía o d e l m in im o e f e c t o . B o u s s in e s q h a b ía a n a liz a d o a n te s
la b ase f il o s 6fic a .d e e ste p r in c ip io en s u 't e o r ía del v erted ero de p a red d e lg a d a .. P u e d e
ta m b ié n verse ' ‘ E sc u r r im ie n to V a r ia d o ” , S a la s E ., p á g . 58 J . “ E stu d io E x p e rim e n ta l d e l.
E s c u r r im ie n to •C r itico *9 (F e o . J . D o m ín g u e z ) , 1 9 1 7 . ’
’’ E s n e c e s a r io d e ja r b ie n en c la r o q u e la e n e r g ía m ín im a se [p resen ta c o m o ?e
h a d ic h o , fr e c u e n te m e n te e n l a N a t u r a le z a y q u e e l e s c u r r im ie n to c r ític o y la s r ela cio _
n e s s e n ta d a s eo n p a r a e l c a s o e s p e c ia l d-e “ e n e r g ía m ín im a con f i l e t e s p a r a le lo s ” . D is ­
t in t o ser á e l v a lo r d e la e n e r g ía m ín im a c u a n d o la c o ta p ie z o m è tr ic a n o c o in c id a con
eJ-e je h id r á u lic o . E n e l c a p ítu lo V I e stu d ia r e m o s el c a so d e e n e r g ía m ín im a c o n ’ t r a y e c t o ­
r ia s c u r v a s , c o n c é n tr ic a s , en lo s v e r te d e r o s de p a red d e lg a d a con n a p a lib r e .
es Curso de H id rá u lica G eneral

puede haber y otro mayor tampoco habrá, porque ¡a Naturaleza no desper­


dicia inútilmente energía, pues aoomodándose con el crítico en 1 pierde
entre I y 11 lo menos posible.
E l razonamiento anterior, que es una aplicación del principio de mí­
nimo efecto, está ampliamente demostrado por la experiencia. Esto equivale
a decir que hay- casos en que el eícurrim iento se desliga, como dice Boss, y
es inútil pretender encontrar la velocidad, profundidad, etc,, dé una sección
de aguas arriba, a través de la ecuación de la conservación de la suma de
Bernoulli, sin antes haberse cerciorado de que en todas las secciones dicha
conservación ea posible, p'oVque las sumas de Bernoulli son mayores que la
crítica. Muy fácil es producir esta-desligación del eje hidráulico en la N atu­
raleza. E s f-fie.euente en vertederos y en angosta «lientos, como el que se pro­
duce! bajo' las pilas de u n puerile. E s fitii- hacer notar, desde luego, la fre­
cuencia con que se ha errado al no considerar esta circunstancia •y que no
pueden usarse.tmuchas fórm ulas -que ne la tomen en cuenta Iremos viendo,
en ejemplos d u ra ste ei Curso, este Interesante asunto y de paso haremos la
crítica de algunas expresiones experimentales' que -no la tuvieron en vista ( 1 ).
La ecuación 22), que nos da- )«• derivada del Bernoulli respecto a la.
a ltu ra ; tiene en su segtmiáo térm ino la fracción':

VH
-s n

es decir, el cuadrado de la velocidad de la corriente dividido, por — esta úl?


I
•tima razón qj*é tiene también dimensiones de una segunda potencia de la veloei-
dad Ja llamaremos V E s fácil ver que V* = corresponde precisamente
t
ai valor de la velocidad crítica cuando se sátisfacé la ecuación 24), con el
gasto,-que es dato. También es fácil ver que siempre que - y - sea función ere-
cíente de k, V será mayor que, U siempre .que h sea mayor que la crítica; y
V menor qjie U bí k es menor que h c. P pr lo. tanto, la derivada dél Bérnoulli.
que se puede-.escribir

db _ . _ VI
dk • V

será positiva en los ríos y negativa en los torrentes, siempre que - y sea función

(1) Cuando en un ango&tamiénto o sobre una barrera se produce Bérnoulli critico


por las razones iadks&das, e l exceso -de- ?ste BernouJli sobre «1 d? aguas abajo, guedü
acusado por remolinos dé «je v ertical y 'horizontal,. Estoa remolinos han ¿udo ubicados
y esjpenmentadoá por jtoftbocfc en JEÍárlsrobe {.foade 19X7 ijiaata 1936), él loa llama rodi­
llos, (en aJemftn “ W alzen", qué loa americanos traducen literalmente' “ rol lera.” ) . Los
modeYnoa estudios de Escande (1938, 1930)r a los -que áludiremoa *nfis adelante, con­
sideran esos remolino« Sobre gradas y al pie de compuertas (Revue Uénerale de 1’Hydrauli-
que, Nros. 19, 20, 21 de 1938 y 25, 26, £7 de 1939); acompaña □ siembre a 10» resalto».
C u r v a d e v a r ia c ió n , d e l - B e r n o u l li e n c a n a le s ■59

c re c ie n te d e E q u iv a le e sta d is c u sió n d el sig n o d e la d e riv a d a a la c o n e id e ra -


ción hech a a n te r io r m e n te al d e f i n ir los- río s y los to r re n te s , re sp e c to a la. v a r i a ­
ción del B e rn o u lli con la a l t u r a :
L a fig u r a 22 m u e s tra g rá fic a m e n te la v a ria c ió n d e la su m a d e B e rn o u lli
con la p r o f u n d id a d . S e ve q u e la c u rv a tie n e dos a s ín to ta s : la B = fc.y el eje
d e la s a b sc isa s; p u e s c u a n d o ~h = x . UA/2 g = 0 y a la in v e rsa , s i h — 0,
U‘/ 2 g = oo y B = ao.

F i g . 22

T a m b ié n , com o se sab e, la c u r v a m a n if ie s ta la r á p id a v a ria c ió n d e h


s in v a ria c ió n ' a p re c ia b le d e D en la s c e rc a n ía s d el m ín im o d e la su m a, d e B e r ­
n o u lli .
C onoeiendó la su m a d e B e rn o u lli se p u e d e n c a lc u la r p ro f u n d id a d e s d e
c o rrie n te s a b ie rta s d e secció n re c ta n g u la r d e a n ch o i, e n q u e se conoce f á c i l­
m e n te el •g asto p o r u n id a d d e a n c h o ; s in re s o lv e r la ec u a c ió n d e te r c e r g ra d ó
e n h.

D:—. h —
1“ ——— — h -■{—
2 g 2 g l* h*

C om o en lechos r e c ta n g u la r e s e n c risis

Q
l
se o b tie n e :
Q = l h eV f f h c
d e d o n d e se d e d a c e :
3 ----- S '
*•* Vg
60 Curso d<? H idráulica General

Se obtiene reemplazando::

ñ ~ k + Ih t

Util resulta dividir esta eeuación por hc:

J7> hc ~ h< + 2h?

En la Tabla A'.c 2 están tabulados los valores de B /h c correspendien-


tes a las profundidades relativas k /h c ( 1 ) .
P ara lechos trapeciales o de formh cnalqniera con tal que conozcamos
la manera de variar de ü y l «n las vecindades de la altura que resulta, es
fácil el cálculo de la altura correspondiente a un Bernoulli.- E n efecto, él
profesor Sr, A rturo Quintana aplica el método de Newton para encontrar
las raíces .de una ecuación de formft cualquiera (2 ). Se llega a la eejjaeión

(1) K ing en H andbook of Hy.draulics, tra-a tab las p a ra determ inar las profundi­
dades de igual Bernoulli en secciones rectangulares (T abla 121, pág. 420), en secciones
trapeciales (T ab la 122, págs. 430, 431 -y* 432), y aún en secciones trian g u la ría (T abla
123, pflg. 433), 3.a edición, 1939.
(2) Primer Congreso Sudamericano do--Ingeniería. 1939, tomo XV, pága. 185 a 140.
8i de cierta s función ae desea. encontrar úna raíz, / (a:) = 0, y al introducirle un valor es-
pecial xx se encuentra un residuo 5, f (&-)• = €» tendremos, evidentemente .x'•= *, + A *
y f _j_ a « ) = O, .que desarrolla, conservando solamente los dos primeros términos
nos d a:
/ (X j) + Ÿ C ^) & Z — O

de donde:

28a) A x = - '<*> -
rM r (*>)

de modo que para encontrar el incremento bastará dividir el reaidúoi que da la intro­
ducción de una raíz aproximada, por la derivada de la funeión. En nuestro' «Iso, siendo
conocidos B, Q y l, se tra ta úe determinar h. Se tiene

172
Bz= h + ~ e T

derivando tendremos, siendo JB una constante

í l ~ 1 + -U ™ -= 0
dh g dh

La constancia del gasto, como se hi*o anteriorm ente:


C á lc u lo s d e a ltu r a s c o r r e s p o n d ie n te * a lo» B ern o u U i 61

g eneral, que p a ra / ( x ) = 0 , si ta n te a n d o con u n v alo r 2^ , se com ete u n e rro r


o se e n c u e n tra u n a d ifere n cia e; / ( z i ) = e , el increm ento & x vale

A* -- T (k )

que en el caso del B ernouU i conocido equivale a p o n e r, p a ra c o rre g ir la a l­


tu r a :

28) Ah = --------- — --------- .

a ci

Con un ejem plo se ev id e n c iará su uso. E n la sección tra p e c ia l de 3 ru.


de base, con u n ta lu d v e rtic a l y el o tro in clin ad o 1 /1 , se conoce el B ern o u lli
de 1,5 m., corresp o n d ien te al gasto de 4,5 m 3/s c g . Se q u iere conocer la a ltu ­
r a del río que le co rresp o n d e.
T an tean d o , como p rim e r -valor con h-r= l¿2, se te n d r ía Cl— 4,32';
U = 4,5/4,32 = 1,01; l :2/ 2 g = 0,056, valo res que d a ría n B = 1 ^ 5 6 en vez
de 1,50 que es n u estro d a to ..L a corrección sería, n o tan d o que el ancho su p e rfi­
cial, l = 4,20 y A B = 1 ^ 5 6 — 1,50 = — 0,244;

-------- ~ 0 '3U1,08 +
1 4 32
9,8
4¿0

E l segundo ta n te o se h a ría pues, con h = ¿ l,2 -j- 0 ^ 7 3 = 1,473 que v e ri­


fic a ría Q = 5 ,5 1 ; U = 0,82; V ‘/2 g r=.0,034; Q — 1,506 m.
Si se nos hubiese pedido la a ltu ra d el to rre n te c o rresp o n d ie n te al B e r­
n o u lli, 1,50 con el mism o gasto, e n el mismo canal, em pezando a ta n te a r con
k = .0 ¿ 2 5 , te n d ría m o s: / = 3¿25; Q — 0,758; V = 5,95; Ui /2 g = 1,82 y, p o r
lo ta n to , B = ¡2 ,0 7 m. en vez de 1,50, luego A B = 2 ,0 7 — 1,50 = 0,57.

d e d ond e
J U ____v ____
'd h ~ fld* ' Q

dB UH
X
dh 9 11'
la eecsacíón 2 8 a ) nos dice:

5 ;—

F in a lm e n te , p o n ie n d o in cr em en to s fin it o s :
A B.
C u t& o de H id r á u lic a G e n e ra l

La corrección,sería:

0 57
AA= - ; — 3 Ú ^ r = : + 0 ’0 3 9 1 .
1 9,9X0,758

que agregado al primer valor de h nos daría h = 0,25 + 0,0391 = OX'89. Este
valor nó verifica bien el Bernoulli aue es nuestro dato: en efecto, tendríamos
con é l:

1 — 3,289; Q = 0,887; U = 5,07 l '2/2 g .= 1,31; B = 1,599

Vemos que en cafeo de torrentes no se llega inmediatamente al resultado,


lo que se ex plica por el hecho de ser las variaciones de dQ /dh muy grandes,
la tangente se despega mucho de la función. Con un segundo tanteo se llega
al resultado. En efetto, con él valor- recientemente encontrado de B se obtiene
Á B = 1,599.— 1,500 = 0,099, y, por lo ta n to :

'9,8 X 0#87

que corrigiendo el valor de h = OJlSfi nos da el h definitivo: h = 0,289 +


0,0113 = 0,3003-, que'verifica el •Bernoulli, pues da: £1 = 0,9234; U = 4,88;
V /2 g = l¿ il0 ; B = 1¿>1 m ., con un error de 0,6%.
P ara el cálcjilo de: alturas de velocidad-media de una cor.ricnte es útil
el uso del abaco construido por P. Lehmánp (1). El abaco va al final de este
libro con otros dos análogos. Un ejemplo nos enseñará su uso. Cuál es la al­
tura: de velocidad que corresponde al eseutrimiento dé un gasto de 8,5 m8 : s
por, un[ .le.bho .trapecial-de, 4 m. de base, con taludes de 1/1, si la profundidad
del agua es de. 1,20.

Q k
Formando las relaciones — y notaijdo que d. el parámetro vale 4
se tiene:
Q h 1,20
* -= ~ W "= °W d ~ ~~4~ =?>30

E ntrando al abaco con — = 0,3, hasta encontrar horizontalmente la curva


« Q
de tg,a = l, se sube desde ahí verticalmente hasta frente al valor—- = 0 ,5 3 2
d-
En ese punto se lee H = 0,095 m, que es la altura de velocidad buscada.
Otro hecho-caracteriza también el escuri;imiento crítico: su velocidad es
la misma con que avanza una onda de traslación. Como las variaciones o al­

(1 ) Abacos para el cálculo de las alturas* características del escurrlmiento por


^canales de • cualesquier form a” . A nales "del' Institu to de Ingenieros de Chile. Enero
de 1944,
F rlo cid a d de p ru p a p a ció n de las o n d a s

teraciones de u na corriente se tra n sm ite n p or m edio de ondas elem entales po­


sitivas o n egativas de traslac ió n , se sigue de aq u í que éstas que p o d rán rem on­
ta r los ríos, cuya velocidad es m enor que la crític a , no p o d rá n hacerlo en los
to rren te s, y que, p o r lo ta n to , los río s d ep en d en de v ariaciones de aguas
abajo y los to rre n te s no. P ro d u cid o en u n a sección el esc.urrim iento crítico,
aguas arriba quedará aislado de aguas abajo.
U na onda de traslació n es u n a elevación o in tu m escen cia (o n d a p o sitiv a)
o u n a depresión (onda n e g a tiv a ) que se p ro p ag a conservando su fo rm a geo­
m étrica. Debe su origen en el p rim e r caso, a la ag regación bru sca de un v o ­
lum en de ag u a o a la introd u cció n de u n cuerpo sólido, y la o n d a n eg ativ a a la
extracción re p e n tin a de p a rte del a g u a .
Das ondas se van tra sla d a n d o y, al mismo tiem po, ex tin g u ien d o p o r
efecto de las resistencias p asiv as. Su paso p o r u n a sección exige u n m ovim ien-
to en el agua, en el mismo sentido de la tra slac ió n de ella en la o nda posi­
tiv a .v en sentido inverso en la n e g a tiv a . E l m ovim iento real del agua es de
velocidad u mucho m enor que la V eon que la onda se p ro p ag a. E sta úl.tim a
es la velocidad de la fo rm a geom étrica y p a ra no co n fu n d irla con el m ovi­
m iento del ag u a se le llam a céleridad o rapidez de tra sla c ió n . (F ig . 2 3 ) .
Si p o r hipótesis, p a ra sim plicidad de la d em ostración, suponem os u n canal de
sección O de form a cu alq u iera, en ,reposo a n tes del paso dp la o n d a ; ésta

F*ig. 23
de a ltu ra despreciable e (n e g a tiv a en la onda n e g a tiv a ), y- el canal- ad q u iere
al paso de la onda u n a velocidad u, igual- en to d a la sección, si Jlamam'os I el
ancho su p erficial y consideram os la m asa líq u id a c o m p ren d id a e n tre " u n a sec­
ción a n te rio r a la onda y o tra en el medio d e ella, d esp recian d o &l, al lado
de Í 2j podrem os e sc rib ir:
V d t t i = z u d t Ci

expresión debida a que en u n tiem po d t el volum en de la intum escencia, en


la onda positiva, de que ha au m en tad o la mas'a consid erad a, h a sido obtenido
p orque ha e n trad o en fo rm a de u n p rism a de a ltu ra u d i y de sección Q .
E n la onda negativ a, p or la dep resió n , la m asa corisiderada ha d ism i­
n uído en un volum en V d i e / en el tiem po d t, lo que ha o rig in ad o la salida
de un prism a u d t Q. De esa expresión se o b tien e:
V ^l
U~ Q

que nos dice que la razón e n tre la celerid ad de la onda y la velocidad real
de las m oléculas líquidas g u a rd a la relación de la sección to ta l O del canal
con la de la onda e l, por hipótesis, d esp reciab le.
64 Curso de H id rá u lica General

P ara encontrar el valor, de T aplicamos el teorema de las cantidades de


movimiento a la masa líquida

— Y d t (Q 4 - e í )
Q

cubierta por la onda en el tiempo dt. El incremento de velocidad que reci­


be esta masa en el tiempo dt es la velocidad u; haciendo la proyección sobre
un eje horizontal, despreciando t i al lado de O, la derivada respecto al tiem­
po de las cantidades de movimiento será:

.-X -V Ü u
. . Q
o reemplazando el valor de u :

— Y 2el
a

Las fuerzas que dan proyección son las presiones hidrostáticas en las
caras terminales, en la anterior desde el nivel libre del canal y en la posterior
desde el nivel en medio de la onda. La diferencia entre ambas presiones to ta­
les es y O e, si volvemos a despreciar a i al lado de Q. El teorema dice, fi­
nalmente :

P s í= ríí«
9
de donde

29) y = ]jg ^

que es la expresión de la velocidad crítica ( 1 ) .


Las experiencias de Bazin comprueban con gran exactitud la fórmula
anterior. Este experimentador comparando con las celeridades medidas la ex-
presió"

29a) 11 g + « ) ± XJ

no encontró discrepancias que excedan al 1,5 % . En esta expresión, ¡7 es la


velocidad del canal, que en sus experiencias no estaba en reposo, y e, como
sg ha dicho, la altura de la onda.

( 1 ) Si e no es elem ental, la velocidad efec tiv a u vald ría

el
u = ------------ .
O + tl
lo que darfa
E je m p lo s d e o n d a s.— C á lc u lo d e ' la p r o f u n d id a d c r itic a 65

E je m p l o .— E n un canal re c ta n g u la r d e 2,5 m. de ancho se h an m edido


ondas que rem o n tan la eó rrien te con velocidad de 1,8 m /s e g . y ondas des­
cendentes con velocidad de 3,3 m /se g . D e te rm in a r el gasto del can a l.
Si llam am os ü la velocidad m edia del canal y V la velocidad de la onda
tenem os las ecuaciones:

V '+ U = 3]3

V — ü = 1,8
de donde
V = 2,55 m /seg.

1 / Í2
reem plazando el valor de V de la fó rm u la 2 9 ), V z=sy g- n o tando que

en sección re c ta n g u la r -j= es igual a la p ro fu n d id a d h, se te n d r á :

2,55 = \ / g h

= 0,662 m.

L a sección del canal es, pues, Q = 2,5 X 0,662 = 1,655 m 2 y su velocidad


deducida del sistem a de ecuaciones, es XJ-= .0,75 m /se g . E l gásto del canal,
en consecuencia, e s : _

Q = Q U = 1,655 x 0,75 = 1,24 m ’/se g .

19. Cálculo d e la profundidad crítica y del Bemcralli critico. E jem ­


plos.— V ariación del g a sto a B ernonlli constante.— In te re sa -g en eralm en te
en las cuestiones de H id rá u lic a el cálculo d e la p ro fu n d id a d c rític a y d e la
^uma de B e rn o u lli.c rític a que corresponden a u n gasto conocido, en una cu­
neta o lecho d e fo rm a dada.
Si la sección es d e form a re c ta n g u la r de ancho l, las condicionas de es-
eu rrim ien to crítico s e . sim p lifican , p u es la p ro fu n d id a d m edia U es la p ro ­
fu n d id a d crític a hc. Se tiene, p u e s : '

u 0= \ / g h c

2 g 2

30) B c ■— K

E l gasto en crisis v a ld rá Q — I h c\ / g h c.
L lam ando q = , el gasto p o r u n id a d de ancho, se tie n e :

5 .— H idráulica
66 Curso de H idráulica General

q = hf V g hc

<i‘ ■■
31) — 0,468 q"
9
expresión que revela que la profundidad critica sólo depende del gasto por
unidad de ancho.
En la Tabla N.o 1, la tercera columna da los gastos por metro de an­
cho correspondientes a las alturas críticas de la primera columna.
En ' los canales parabólicos en que:
la sección es:-

a = z - J - lh <

la razón — vale :
o
T ~
la velocidad crítica es:

Uc = ■n 2 i
9— K
la altura de velocidad crítica es:

la suma de Bernoulli crítica:

31a) Be— 3 hc
el gasto crítico:

Q= ^ l k ' \ l gj. kc
y la profundidad crítica:
27 Q’
32) hc =

32a) hc = -
gP I
es decir, que la profundidad crítica de un lecho parabólico es los 3/2 de '.a
del rectángulo de igual ancho superficial.
Las secciones en segmentos' de círculos son asimilables a secciones pa­
rabólicas cuando la altura es menor que el radio. También lo geTán los seg­
mentos de pequeña flecha de los lechos naturales:
A ltu r a c r it ic a cu te c h o s c ir c u la r e s ¿7

E l cálculo de p ro fu n d id a d e s c ritic a s en lechos circ u la re s se p u ed e hacer


p o r m edio del abaco del in g en iero d o n P a b lo P érez Z. ( 1 ) q u ien d iv id e la
ecuación d el gasto crítico p o r la p o te n cia 5 /2 <fe1 ra d io . E n efecto, si 0 ¿s el
án g u lo a l cen tro , la sección m o ja d a vale (F ig . 2 4 )

n = r ° ( - ± - ± - sen t í )

y el ancho s u p e r f ic ia l:


1= 2 r s e n ­

lo que nos d a el g asto en c risis :

r I( 0 ------ -1 sen tí
\ 2 2 j
33) Q = r¡ ( 4 ----- 4 - sen 0)
2 se n -

d iv id id a esta ecuación p o r - r - se co n v ie rte e n :

0 -1
--------------sen tía
33a) 0 / 0 1 2 2
r = ("T - Y-sen tí)

E l g rá fic o que ap a re c e al fin a l de este c a p ítu lo se h a c o n s tru id o ' to ­


m ando como abscisas y como o rd e n a d a s la v a ria b le v e rd a d e ra m e n te ú til
r*
que es — = 1 — e o s — ( 2 ) . E n el g rá fic o ap a re c e n tam b ié n los valores de
v 2 j.*

en fu n ció n de ----- p a ra a c u ed u cto s ovoides no rm ales, con p u n ta ab a jo y con


r
p u n ta a rr ib a ( 3 ) .

( 1 ) A n a les del In stitu to de In g en iero s de Chile. (N o v iem b re de 1 9 3 8 ). T am biéu p o­


d ría u sarse la ta b la de K in g (H a n d b o o k o f H y d ra u J ics, 3.a e d ic ió n 1 9 3 9 ), pfigs. 441 y s g t s .
( 2 ) L a p o ten cia */a de un núm ero x se obtien e fá c ilm en te con la reg la de cálculo,
notan d o que
x- = x ‘ \ / x r
(3 ) S i a te n d ed n o s a l ’h e ch o d é q u e e n to d o a c u e d u c to a b o v e d a d o el a n c h o s u p e r f i .
Q
c ia l tie n d e a cero cuand o s e tie n e n a ltu r a s qu e tie n d a n a lle n a r lo , ded u cirem os q u e —

tien d e a in fin ito , y por lo ta n to , tam bién la velocidad c r ític a ; esto' quiere decir que cu al­
quier g a s to c a b e en c r isis en cu a lq u ier a c u e d u c to a b o v e d a d o , lo qu e e s fís ic a m e n te a b ­
surdo. E n rea lid a d , cerca d e la b ó v e d a .p a r a g a s to s m u y g r a n d e s, h ab rá a ltu r a s , c r ític a s,
pero no g a sto s in fin ito s, pu es in flu y e n fenóm en os secu n d arios, eom o « ip ila rid n d , que
lle n a n e l a c u e d u c to .
Curso d e H id rá u lic a G en eral

E n la Tabla N.o 3 que va al fin al de este eapítulo aparecen los elemen­


tos útiles p a ra el cálculo de la p rofundidad crítica en lechos circulares.
Todas las m agnitudes son sin dimensiones (página 86 ). Con el abaco de P.
Lehm ann de que se habla .después, tam bién puede hacerse el cálcu-lo.
Las secciones triangulares, que tienen poca im portancia práctica, nos
servirán p ara estudiar las secciones trapeciales. E n ellas i a sección es:

ü = h'2 tg a

tg a es ¡a inclinación de uno de los lados con la vertical si ambas inclinaciones


son iguales, o la semi suma de ellas si son distintas.
E l ancho superficial es 1= 2 h tg.a.

Q h
la a ltu ra media es J — ~~*r> *

la velocidad crítica:

la a ltu ra de velocidad crítica :

Me2 hc

2g 4

la suma de B ernoulli crítica :

94)

«1 gasto crítico es, por lo tanto,

Llam aremos gasto por unidad de inclinación a la razón

La profundidad crítica vale:

55)

La Tabla N .* 1 da los gastos por u nidad de inclinación en la cuarta co­


lum na, correspondientes a las a ltu ras de la p rim era.
P ro fu n d id a d es crítica s en techos trapeciales G9

Las secciones trapeciales, compuestas de p arte rectangular y p arte


triangular, han de tener una suma de Bernoulli crítica comprendida éntre
1,5 y 1,25 hc y profundidades críticas menores que las correspondientes a rec­
tángulos de igual base. La sección del trapecio es: Q = b h - f h2 tg a, (b es la
base y tga la semi suma de las inclinaciones de los lad o s). E l ancho superfi­
cial es: 1 = b 4 - 2 h tg a.

La velocidad crítica es:

b k,. -(- h / tg a
6-f- 2 hc tg a
El gasto en crisis será:

36) Q = (6 he + h * tg a ) ]¡ g h K + h/ * g 51
r b + 2 hc tg a

De esta ecuación se podrá obtener por tanteos /ic .si se conoce Q; cosa
en todo caso larga.
E l profesor Salas Edw ards propone la fórmula empírica (1) que dice
que el inverso del cuadrado de la profundidad crítica es igual a la suma de
los inversos de los cuadrados de las profundidades críticas que produciría'todo
el gasto pasando por el rectángulo y todo el gasto pasando por el doble trián ­
gulo de los extremos

Esta expresión que evidentemente es exacta en los casos extremos b = 0


y tg x = 0, produce un error que en el caso más desfavorable ( l i j h x = 0,50.)
llega al tres p o r ciento del valor exacto de 7tc. (2 ).
El profesor José S. Gandolfo, de la Universidad de La P lata (3) ha
construido un abaco muy cómodo para el cálculo de la profundidad crítica en
lechos trapeciales, fundado en las ecuaciones siguientes.
La expresión 22) que nos da la derivada del Bernoulli, respecto á la altu-

(1 ) B . S alas E .; E scurrim iento variado, píig. 64. E sta ecuación es:

(2 ) ü-ing, en H andbook o f H id r á u lic a (1 9 3 9 ), trae ta b la s para el cálcu lo d e p ro.


tundidades criticas en seccionas trap eciales (T ab la1- 124, p ágs. 434 y sig u ien tes; la expli*v
cación del uso de esa ta b la ap arece eá la pftgina: 3 8 2 )..
(3 ) A ltu ra cr ític a en los escu rrim icn toe su p er ficia les. J o sé S. G an d o lfo , B . A ires 1940.
70 C u rso d e H id r á u lic a G en eral

ra , in d ic a , com o q u e d a d ich o , q u e c u a n d o h a y c risis

U2 l. _ Q2 l
L~ f f ü ~~ g ü *

lo q u e se p u e d e e sc rib ir

O2 Í 23

A m b o s m ie m b ro s d iv id id o s p o r el c u a d ra d o del n n ch o de la b ase b d e la
'seeeión tr a p e c ia l, n o s q u e d a n

Q2 Q Cl2
g b2 l b‘

N o ta n d o que, é n c r i s i s :

p odem o s e s c r ib ir ta m b ié n

1(1 a
l+ K ■'
-9 - — h &

y fin a lm e n te , si lla m a m o s q al g a sto p o r u n id a d d e a n c h o d e base,

«= -h

(* + ■ * . i p )
■ — ha

o ín e jo r :
E je m p lo s de c á lc u lo de p ro fu n d id a d e s c rític a s 71

E sta ecuación es fácil de construir por puntos, dándonos hc para ca­


da valor de la razón • Hs' obtendremos los . Al final de este capítulo
va el gráfico del prof. Gandolfo. En los ejemplos siguientes su uso.
El ingeniero don Pablo Pérez Z . hace el cálculo exacto de lá profundidad
crítica del lecho trapecial por medio de un abaco, previa reducción de las tres
variables, Q, h y t(j a, de qne es función hc. a solamente dos, por medio del
artificio siguiente: dividimos la ecuación 36) por b^, tendremos:

-+ -h
¿
1 + 2 ^ tg a
poniendo:
Z = — la convertimos e n :
b

Z + Z ‘ tg a
36a) — (Z + tg a) |/ .7
+ 2 Z tg x
ecu ació n en q u e la in c ó g n ita e s Z y d a to s Q. y tg a, con los q u e es fá c il cons­
t r u i r el abaco q u e v a en d o s g rá fic o s al f in a l de e s te c a p ítu lo . L a c o n s tru c ­
ció n se h a h echo ú n ic a m e n te p a r a la s in c lin a c io n e s m á s p r a c tic a s d e p a red es,
y su uso sen cillo v a e n los e je m p lo s q u e sig u e n a c o n tin u a c ió n . . .
E je m p l o 1.— P o r u n a seceión p a ra b ó lic a c u y a ecu ac ió n , r e f e r id a a la
v e r tic a l y a la ta n g e n te h o riz o n ta l q u e p a s a p o r el p u n to m á s b a jo , es

Jr_
A=
16

pasa un gasto de 0,425 m3/seg. Calcular la profundidad crítica.


La expresión de la profundidad crítica en lechos, parabólicos, dad«
anteriorm ente, es: 3

o sea, ■

í — 8 . g l ‘-
Poniendo aquí el valor de l de la cuneta de nuestro ejemplo, l2= 1 6 ht
tendremos
*r Q1
8 16 g
R e e m p la z a n d o v a lo re s

27
* , = j/ V e = 0 ,3 8 3 \/0,425 = 0£5ú m .
S X 16 X 9,8
72 Curso de H id rá u lica G eneral

E jemplo 2.—¿Cuál es la profundidad crítiea/de un gasto' de 1 m8/seg.


en una cuneta rectangular de 2 ni. de ancho?
E n la Tabla N.” 1 frente al gasto por metro de ancho q = - i — 0,50, está
hc = 0^95, haciendo una interpolación.
E jemplo 3.—¿Cuál es la profundidad crítica de uu gasto de ám ?/seg
en una cuneta trapecial de 1,6 ni. de base y taludes de 1 de base por 2 de al­
tu ra 1
Usamos el abaco del prof. Gaudolfo, que viene en la pág. 88 para b =
1,60 m. se tiene—^ — — - l — — 1 ^ 5 y 0,3125; con estos valores
O ijO u JjO
leemoa en el abaco:
hc —- 0,512 n i.
0 2 2
Usando el abaco del ing. P. Pérez Z., entramos, con -—— ------— = •=
t to* 1,6'-
0,617 v tg a = -w, leemos que —-— — 0,321. De aquí obtenemos
4 b
kc = 0,321 X l,6 = z 0,513 ra
E ste valor verifica el gasto, pues con él se obtiene:
O = 1,6 Y. 0,513 + 0,513* = 0,952 m2
2

1 = 1,6 + 0,513 = 2,113 m.


O
—— = 0,4503
í
Q = 0,952 V tf X 0,4503 — 2 ra3 s
E jemplo 4.—¿Cuál es la profundidad crítica que producen 8 m3/seg.,
en un lecho trapecial de 3 m. de base, con un lado vertical y el otro inclinado
1 de base por 2 de altura?

Tenemos, según los datos tg a = (*/» + 0) ‘/ ¡ = ’/* ; como en el ejem­


plo anterior, para b = 3 m .; = = 2,666

Leemos interpolando en el gráfico del Prof. Gandolfo p ara esta ab-


cisa,con la curva 3 = — 0,0833, hc = 0,87 m.

E jemplo 5.—¿ Cuál es la profundidad crítica del gastó de 1 m8/seg. en


un acueducto circular de 1,5 111. de' diám etro?

r = 0,75 m. r ' - = 0,487

Q _ 1
0,487
E je m p lo s de cálcu lo d e p r o fu n d id a d e s c r itic a s 73

Con este valor como abscisa leemos en el abaco del Ing. P. Pcrez el va­
lor de la ordenada correspondiente, h / r — 0,69, es decir,
lu = 0,69 X ■0,75 = 0,517 m
Recientem ente el señor P . L ehm ann (1) ayudante de esta cátedra en
la U niversidad de Chile, h a construido u n abaco p a ra calcular a ltu ra s
críticas en los lechos de cualquier fo rm a. Se basa en que podem os‘escribir
— y l = ¿ y ( ^ ^ ) , de modo que la ecuación del gasto en crisis es:
Vd

o lo que es lo mismo :

Dice el a u to r : en un lecho de u n a form a geom étrica cualquiera,, la fo r­


ma estará definida p or una serie de cpnstantes, y u n lecho en p aítieu l'ar se in­
dividualiza de las demás secciones geométricamente sem ejantes p o r la m agni­
tud de u na dim ensión lineal cualquiera d que se elegirá en tre las dimensiones
características de la sección. E l lecho trapecial de talu d es 1 : 1, tiene como
constante i g x = l y como dim ensión característica la base b. E l círculo ten ­
drá como dimensión d el diám etro, etc.
La ecuación de arrib a se ha dibujado en coordenadas cartesianas lle­
vando — — en abscisas y - í - en ordenadas. P a ra ev itar el cálculo de - ^ -
di .
sacrificando algo la claridad y. la presición se ha construido un abaco auxi­
lia r colocando a dos escalas en ordenadas el valor de Q.
E l abaco - aparece al fin al de este libro.
E n el ejem plo anterio r, de en co n trar la a ltu ra crítica del gasto de 1 m3 : s
en un acueducto circular de 1,5 m. de diám etro, se e n tra a l abaco horizontal­
m ente desde la a ltu ra Q = l , h asta en co n trar la recta d = 1 ,5 . Desde este
últim o punto bajam os hasta la curva correspondiente al acueducto circular,
lo que sucede fren te al valor J = 0,346. Este valor nos da
h ' = 0 ¿ 4 6 X 1,5 = 0,519 m.
valor práctícanfente igual al encontrado con el abaco del ing. Pérez Z.
E j e m p l o 6.— P a ra evidenciar- el cálculo de o tra a ltu ra partiendo de
una conocida, sirve el siguiente ejem plo:
U n canal de 1 m. de ancho (F’ig.. 25) se ensancha a 2 m. sin que e!
fondo varíe de cota. E l gasto que eseurré es de 1¿2 m* p qr segundo. Se pide
determ inar la pro fu n d id ad en la sección de :1 m. de ancho si en la de 2 m. es
de 1,10 m. y» és aplieable al teorem a de B ern ó u lli.

(1 ) A bacos p a ra e l cálcu lo d e la s a lta r a s ca r a cterística s d el escu rriitiien to por


ca n a les d e ’ cu alq u ier form a. A n a les del In s t. -de In g e n iero s de Q iile . E n ero d e 1944.
püg. 36.
C u rto d e H id rá u lic a G en eral

La velocidad en la segunda*’sección es:

X3
V= Q— — 0,545 m /seg.

y según la Tabla N .‘> 1 :

V2
——— = 0,015 m.
2g

L a sum a de B ernoulli es, pues, prescindiendo de a :

5 = .1 ,1 0 + 0,015 = 1,115 m.

P a ra calcular la p ro fu n d id ad en la sección de 1 m. de ancho, buscar


remos prim ero la p ro fu n d id ad crítica en ella.

E l gasto por unidad de ancho es:

q = = Jm r ^ 1’30 m V seg -

Según la tabla citada, la p ro fu n d id ad crítica


que le corresponde es h c = 0,528 m . o redondeau-
do, ho = 0,53 m .
F ig. 35
L a sum a de B ernoulli relativ a vale, pues:

B _ 1,115
hc 0,53 ’

a la que corresponden, según la Tabla N S 2, dos valores de la p ro fu n d id ad r e ­


lativ a :
hr h"
— ¡— = 0,57 — ----= 1 ,9 3
hiQ
de donde

h ' = 0,30 m. y h " = 1,04 m.

L a prim era de estas dos profu n d id ad es es de to rren te y la segunda de


río. F a lt? la condición p ara d ecid ir cuál de ellas hay que tom ar efectivam ente.
M ás adelante, al estu d iar las corrientes abiertas, la discusión indica cuál de
estas dos es la pro fu n d id ad aceptable; tom arem os la de río h = l,0 4 m .
E n un ejem plo an terio r (pág. 51) se calculaba la p ro fu n d id ad y el coe-
.cíente a de u n a sección, conocidas la p ro fu n d id ad y repartición de velocidades
en otra. E n general, puede prescindirsc de a p a ra el cálculo <Je-la pro fu n d idad ,
como lo hemos hecho en este caso, siem pre que no resulte ella m uy cerca de la
crisis, pues; entonces las variaciones de h son m uy grandes con relación a las
de la sum a de B ernoulli. Tiene1 entonces a alguna influencia por cercano a
la unidad que sea su valo r.
V a r ia c ió n d e l g a s to a ..B e r n o u lli c o n s ta n te .

V a ria c ió n d e l g a s to a B e rn o u lli c o n sta n te .—■ S i a te n d e m o s a que p a ­


r a d e te rm in a r las condiciones de e n e rg ía m ín im a a gasto c o n sta n te an u lam o s
las d eriv a d a s de am bas fu n cio n es, nos dam os c u e n ta que a n a lític a m e n te esto
equivale la d e te rm in a r el m áxim o gasto c o rre sp o n d ie n te a u n a e n e rg ía u n ita ­
ria con stan te. E n este o rd e n de ideas, la velo cid ad c ritic a es la v elocidad del
gasto m áxim o cuando el ese u rrim ie n to se v e rific a p o r file te s p a ra le lo s:

V = \l o -}-
■f
y el gasto m áxim o s e r á :

Si solam ente nos refe rim o s a secciones re c ta n g u la re s : Q = l h c, se te n ­


d rá : (?mo* = l h c y / g h c, ecuación y a se n ta d a p a ra el g a sto c rítico . Como
ht en fu n ció n de la sum a de B e rn o u lli v a le : h Q= 3 /3 B ; tendrem os.:

3 1í 3
Q m «x= -3 - i 3 |/ ~--g E

L uego, el gasto m áxim o p o r u n id a d de ancho en fu n c ió n de la c a rg a es:

38) q max = 0,385 B \ / 2 g Q

Si e n la ecu ació n d e la su m a de B e rn o u lli, expresam os U en fu n c ió n


de Q, como y a lo hicim os, se p u e d e e sc rib ir •

Q = h ' *
3 g Q*

D esp ejan d o aq u í el g asto e sc rib ire m o s:

3 9) Q = - .Q \/2 g ( ñ — h)

y en sección re c ta n g u la r p o r u n id a d d e ancho *** — q, te n d re m o s:

39a) q = h \ / a g ( 3 — h)

D iv id ien d o la ecuación 39a) p o r la 3 8 )■* o b teü e m o s:

q h \/ B— k
0,385 B -’
76 C u rs o d e H i d r á u li c a G en era l

L a a ltu r a h p u ed e v a r ia r desde cero a 5 • L la m a n d o K a la razó n


h / 5> podem os p o n e r:
g j.
40) — „ — 2,6 K ( 1 — K p
<¡mzx 0,3o5

Si dam o s a K v alo res co m p ren d id o s e n tre O y 1, se obtiene p a ra la ra-


7max- los v alores a n o ta d o s en el c u a d ro s ig u ie n te :
K 0,00 0,05 0,10 0,15 0^0 0,30 0,40 0,50 0,60
g 0,00 0,126 0¿47 0,353 0,465 0,653 0,805 0,919 0,988
</niux

K 0,66 0,70 0,75 0,80 0,85 0,90 0,94 0y,7 1,00


q 1,00 0,999 0J75 0,926 0,855 0,738 0,598 0,426 0,000
9uiux
E n el g rá fic o d e la fig u r a 26
e stá re p re s e n ta d a la v a ria c ió n del
gasto con relació n al g asto m á­
xim o e n lechos re c ta n g u la re s en
fu n c ió n de e sta a ltu r a re la tiv a
K = h/E>.
E s ta c u rv a es ú til en ap lic a ­
ciones en q u e c o rre sp o n d a u n
g a sto v a ria b le a B e rn o u lli c o n s.
ta n te , como sucede en v e rte d e ro s
la te ra le s. E n u n lecho d e fo rm a
c u a lq u ie ra , el gasto nos d a , u n a
c u rv a a n álo g a a la d e la fig u r a
26, q u e se c o n stru y e p o r p u n to s,
conociendo la v a ria c ió n de £2 en
F ig . 26 fu n c ió n de la a lty ra .

20. P o te n c ia h id r á u lic a .— C u a n d o se d isp o n e de u n a su m a de B e r­


n o u lli o e n e rg ía p o r u n id a d de peso H , b a sta m u ltip lic a rla p o r el peso que
en la u n id a d d e tiem p o e sc u rre , p a ra o b te n e r la p o ten c ia h id rá u lic a q u e ella
r e p r e s e n ta :
.V Z=r. y Q n K g m /se g .

E s ta p o te n c ia se a c o stu m b ra a c o m p u ta r en caballos, que e q u iv a le n a


75 K g m /se g ., o en K ilo w a tts q u e v a le n 102 IC gm /seg.

41)

P a r a c a lc u la r la p o te n c ia q u é se p u e d e o b te n e r en el árb o l de u n m o­
to r h id rá u lic o , h ab rem o s d e q u it a r la s p é rd id a s q u e se p ro d u c e n en la t r a n s ­
fo rm ació n d e la e n e rg ía h id r á u lic a en m ecán ica y la s p u ra m e n te m ecán icas.
P o te n c ia h id r á u lic a . — i P é r d id a s d e carf/a

E s ta s p é rd id a s d e te rm in a n el re n d im ie n to d el m o to r h id rá u lic o , lla m a n d o así


a la re la c ió n e n tr e la p o te n c ia h id r á u lic a u tiliz a tile o q u e la m á q u in a d e ­
vuelv e y la to ta l q u e a e lla se le s u m in is tr a . E l cálcu lo d e l re n d im ie n to es
p ro p io del e stu d io de la s m á q u in a s. S u p o n d re m o s a q u í, p a r a s im p lific a r, q u e
vale 0,825, v a lo r qu e in tro d u c id o e n la p r im e r a d e la s e x p re sio n e s 4 1) d a
como ex p re sió n d e la p o te n c ia ú til :

42) N a= Y 9 ° '82:r = 11 Q H [H P ]
75

E s ta ecu ació n nos d ice q u e la p o te n c ia q u e d a u n a m o triz h id r á u lic a


es 11 veces el p ro d u c to d el g a sto en m 3/s e g . p o r la su m a d e B e rn o u lli
ponible, en m etro s. E n u n a in s ta la c ió n c o m p le ta , con tra n sfo rm a c io n e s, e t c .,
el f a c to r 11 se b a ja al v a lo r sen cillo 10.
21. P é rd id a s d e c a r g a .— H a s ta a h o r a hem os tr a ta d o d e l líq u id o p e r
fecto, a l qu e es a p lic a b le el te o re m a d e B e rn o u lli. E n la N a tu ra le z a los -lí­
q u id o s son viscosos, es d e c ir, 'en su s m o v im ien to s se g e n e ra n re siste n c ia s, com ­
p o n e n te s ta n g e n c ia le s d e la s p re sio n e s, q u e t r a ta n 'd e r e t a r d a r lo s d e sliz a ­
m ientos, lla m a d a s p o r a n a lo g ía fro ta m ie n to s-. A d em ás, d e e s ta s fu e rz a s que
ab so rb en e n e rg ía d e la c o rrie n te , su ced e q u e ' fre c u e n te m e n te p o r e fecto d i
la fo r m a d e la c a n aliza c ió n se p ro d u c e n ch o q u es d é la s m asas líq u id a s m ás
veloces con o tra s m enos veloces. E sto s choques g e n e ra n re m o lin o s q u e a b ­
so rb en e n c o rto s tre c h o s p artes" a veces c o n sid e ra b le s d e la ene'rgía q u e p o ­
see la c o rr ie n te . E n " re a lid a d , to d a s e s ta s ab so rcio n es d e la e n e rg ía de- la
c o rrie n te son tra n s fo rm a c io n e s d e la e n e rg ía h id r á u lic a en c a lo r, q u e no ap a -
íe c e n de m a n e ra m u y sensible. S i re c o rd a m o s q u e el e q u iv a le n te m ecánico
d el c alo r es 427 K g m . p o r c a lo ría y se o b se rv a que este c a lo r, a m ás d e ca­
le n ta r el líq u id o , se tr a n s m ite a la s p a re d e s y se irra d ia , a l a i r e , . re s u lta p e ­
q u e ñ ís im a la elevación d e te m p e r a tu r a d e l líq u id o .
C alculem os, p o r eje m p lo , la tra n s fo rm a c ió n e n c a lo r d e 1 m . d e su m a
de B e rn o u lli e n u n a corrí-ente c a y o g a sto sea 1 m .s/s e g ., s in irra d ia c ió n n i
p é rd id a s d e c alo r p o r la s p a re d e s.
E l n ú m e ro de k ilo g rá m e tro s q u e en la u n id a d d e ti e m p o . se tr a n s f o r ­
m a, se ría : 1 000 X 1 = 1 000 K g m s., o sea, se o b tie n e n : 1 0 0 0 -.427 = 2,34 -ca­
lo ría s q u e e le v a ría n la te m p e r a tu r a d e los 1 0 0 0 K g . que p a s a n . en u n se ­
g u n d o , e n : 2¿S4 : 1,000 = 0,00234- g ra d o s c e n tíg ra d o s .
S in co n d u cció n n i irra d ia c ió n , la c o rrie n te s e g u iría d e sd e ese p u n to
con "un au m e n to de 0,002 g ra d o s d e te m p e r a tu r a q u e .. como vem os, es in a p r e ­
ciab le .
A e s ta tra n s fo rm a c ió n d e e n e rg ía se le lla m a en H id rá u lic a , p é rd id a
d e ca rg a o p é r d id a de B e r n o u lli, d e n o m in a c ió n -que c o rre sp o n d e al h echo de
q u e la e n e rg ía h id r á u lic a tr a n s f o r m a d a en o tr a no v u elv e n u e v a m e n te a con­
v e rtirs e en su m a de B e r n o u lli y , p o r ló ta n to , se h a p e rd id o p a r a la co­
r r ie n te .
E n las c o rrie n te s n a tu r a le s es e v id e n te la p é rd id a d e c a r g a . - E n e fe c ­
to . im aginem os u n río d e los d e n u e s tro "p a ís, c u y a c o ta p ie z o m è tric a in ic ia l
78 C urso (Iti H id rá u lic a G en eral

sea de 3 000 metros, sobre el nivel del m ar, y la final, cero. Si suponemos nula
la a ltu ra de velocidad inicial, la d iferen cia de 3 000 — 0 = 3 000 m., debía
corresponder, si se conservara la energía u n ita ria de la corriente, a la altu ra
de velocidad final, v, por lo tan to , debía escu rrir con una velocidad final d t
t f = \ / ¿ ¡f 3000 — 242 m /seg., velocidad que es más de cien veces superior
a la efectiva.
Se llam a pérdidas de carga singulares o locales a las disipaciones de
energía ocasionadas por agitaciones tu rb u len tas de carácter local, que son
fácilm ente perceptibles, verificadas en cortas longitudes.
Adem ás de estas pérdidas, b ay que considerar la absorción de energía
que se efectúa entre el líquido y la p ared y la que' efectúan las acciones m u ­
tuas de las masas líquidas, que acom pañan a todo escurrim iento, denom ina­
das por esto pérdidas de carga continuas o resistencia general., E sta clase de
pérdidas de carga llam adas frotam ientos hidráulicos, se sub d ivid en . en dos
clases, esbozadas al en u n ciarlas: frotam ientos parietales, o sea, acciones e n ­
tre el líquido y la pared, que son los que más energía de la corriente absor­
ben ; y frotam ientos interiores (llam ados frotam ientos con más propiedad que
los a n te rio re s): acciones y reacciones de un filéte con los que lo rodean, que
se deben a la viscosidad del líquido, o a la turbulencia, y a las diferencias de
velocidad de' los filetes.
Las pérdidas de carga singulares que se estudian en H idráu lica se
pueden a g ru p a r en tres tipos d istin to s: ensancham ientos bruscos, ensancha­
m ientos menos bruscos, denominados paulatinos, y cambios de dirección de
la corriente.
Se dem uestra, haciendo hipótesis sencillas, que las pérdidas de carga
singulares, en una canalización dada, son proporcionales a la segunda poten­
cia de la velocidad. Se acostum bra, por eso, m edirlas en a ltu ras de veloci­
dad. y así se dice que en ta l curva, en tal cono, se pierden tantas alturas de
velocidad.
No quiere decir que efectivam ente la velocidad' de la cbrriente baje
en lo' que corresponde a la pérdida, sino únicam ente que se com puta el B er­
noulli perdido en alturas de velocidad. E stas pérd id as singulares van acom­
pañadas de torbellinos o remolinos, cuyo eje no se tra sla d a y en'.cuya ag ita­
ción se absorbe B ernoulli. E stos torbellinos, que los autores franceses han
llamado im propiam ente líquido m uerto, han sido llamados, como se dijo en
una nota an terio r rodillos (“ W alzeñ ” ), p o r Rehbock.
L a s-p é rd id a s de carga continuas o frotam ientos las estudiarem os en
el capítulo siguiente, al tr a ta r de la ecuación general de las corrientes. Lais
pérdidas singulares serán estudiadas con los pocos medios que al presente po­
see la H idráulica, en cada caso especial, en las singularidades. Conviene, sin
embargo, notar, desde luego, la form a que se da a la ecuación fundam ental
de la H idráulica haciendo in terv en ir la energía disipada.
Si a la sum a de B ernoulli de una sección dé la corriente se agrega
la energía p erd id a en el trayecto, se. o btendrá la energía u n ita ria inicial.
Se acostum bra a llam ar A a las pérdidas de carg a. Según esto.
T e o r e m a d e B e r n o u lli g e n e r a liz a d o 79

i3 )

Si las p é rd id a s son sin g u la re s se llam a X al fa c to r de .resistencia o n ú ­


m ero, que m u ltip licad o p o r la a ltu ra d e velocidad, d a la p é rd id a de carg a,
y así, las p é rd id a s singulares, se p u ed en escribi-r:

L as p é rd id as c o n tin u a s ó de' fro ta m ien to s p o r u n id a:! d e lo n g itu d , se


llam an J , y v a ld rá n en u n tra y e c to l.

45)

E u u n a co rrien te h ab rá , ■ en g en eral, p é rd id a s de ambas- clases y


se te n d rá

46)

y , -por lo ta n to , se p uede e sc rib ir:

47)

E s ta ecuación, que es de- uso frecuente,- es lo que alg u n o s auto res, como
S p a ta ro , h an llam ado Teorem a de B e rn o u lli generalizado.
80 C u rso d e H id r á u lic a G en eral

T A $IxA N° 1

A lturas de .V e l o c id a d y A lturas C r ít ic a s

O b s e r v a c ió n . — L a tab la puede usarse con los pun to s o comas, notando


que a la pun tu ació n de p a rtid a corresponden íos valores de todas las co­
lum nas en un renglón horizontal. Así, p or ejem plo, a I I — 0,02 correspon­
de y / 2gH = 0,626, etc. y p a ra H - = 2 , valor que se halla en el mismo sitio,
\ / 2 g H — 6,26.

O asto por a n i­
A ltu ra V elocidad G asto por a n i­ dad de in c li­
dad de ancho. nación

H V 2W e V J h - . V ' í

0,01. 0,4.43 0,003.13 0,00002.21


0,01.05 0,4.54 0,003.37 0,00002.50
0 ,01:1 0,4.64 0,003.61 0;00002.81
0,01.15 0,4.75 0,003.86 0,00003.14
.0,01.2 0,4.85 0,004.12 0,00003.49
0,01.25 0,4.95 0,004.37 0,00003.87
0;01.3 0,5.05 0,004.64 0,00004.27
0,01.4 0,5.24 0,005.19 0,00005.13
0,01.5 0,5.42 0,005.75 0,00006.10
0;01.6 0,5.60 0,006.34 0,00007.17
0,01.7 0,5.77 0,006.94 0,00008.34
0,01.8 0,5.94 0,007.56 '0,00009.62
0,01.9 0,6.10 0,008.20 0,00011.01
0,02. 0,6:26 0,008.85 0,00012.52
0,02.1 0,6.42 0,009.53 0,00014.15
0,02.2 0,6/57 0,010.22 0,00015.89
0,02.3 0,6.71 0,010.92 0,00017.76
0,02.4 0,6.86 ,0,011.64 0,00019.75
Q,Q2.5 Q.7.00 0,012.317 0,00021.9
0,02.6 0,7.14 0,013.12 0,00024.1
0,02.7 0,7.27 0,013.89 0,00026.5
0,02.8 0,7,41 0,014.67 0,00029.0
0,02.9 0,7.54 0,015.46 0,00031.7
0,03. 0,7,67 0,016.27 0,00034.5
0,03.2 0.7.92 0,017.92 0,00040.5
T a b l a d e a lt u r a s d e v e lo c id a d y a lt u r a s c r ít ic a s 81

s \ / 2gH flv g n
B ' f s 4
0,03.4 0,8.16 0,019.63 0,00047.2
0,03.6 0,8.40 0,021.4 0,00034.4
0,03.8 0,8.63 0.023.2 0,00062.3
0,04. 0,8.85 0,025.0 0,00070.9
0,04.2 0,9.07 0,026.9 0,00080.0
0,04.4 0,9.29 0,028.9 0,00089.9
0,04.6 0,9.50 0,030.9 0,00100.5
0,04.8 0,9.70 0,032.9 0,00111.7
0,05. 0,9.90 0,035.0 0.00123.7
0,05.25 1,0.14 0,037.7 0,00139.8
0,05.5 1,0.38 0,040.4 0,00157.0
0,05.75 1,0.62 0,043.2 0,00175.5
0,06. 1,0.84 0,046.0 0,00195.2
0,06.25 1,1.07 0,048.9 0,00216.,
0,06.5 1,1.29 0,051.9 0,00238.
0,06.75 1,1.50 0,054.9 0,00263,
0,07. 1,1.71 0,058.0 0,00287.
0,07.25 1,1.92 0,061.1 0,00313.
0,07.5 1,2.12 0,064.3 0,00341.
0,07.75 1,2.32 0,067.5 0,00370.
0,08. 1,2.52 0,070.8 0,00401.
0,08.5 1,2.91 0,077.6 0.00466.
0,09. 1,3.28 0,084.5 0.00538.
0,09.5 1,3.63 0,091.7 0,00616.
o ,io 1,4.00 0,099.0 0,00700.
0,10.5 1,4.35 0,106.5 0,00791.
0,11. 1,4.68 0,114.2 0,00888.
0,11.5 1,5.01 0,122.1 0,00993.
0,12. 1,5.54 0,130.1 0,01104.
0,12.5 1,5.65 0,138.3 0,01223.
0,13. 1,5.96 0,146.7 0,01349.
0,14. 1,6.57 0,164.0 0,01623.
0,15 1,7.15- 0,181.4 0,01929.
0,16. 1,7.71 0,200.0 0,02270.
0,17 1,8.25 0,219. 0,02640.
0,18. 1,8.78 0,239. 0,03040.
0,19 1,9.30 0,259. 0,03480.
0,20. 1,9.80 0,280. 0.03960.
0,21 2,0.3 0,301. 0,04470.
0,22. 2,0.8 0,323. 0,05030.
0,23. 2,1.2 0,345. 0.05620.
0,24. 2,1.7 0,368. 0,06250.

6 .— H id rá u lic a.
8t C urso d e H id rá u lic a G en eral

H V2qB B \/g H
* ¥ 'f .

0,25. 2,2.1 0,391. 0,06920.
0,26. 2,2.6 0,415. 0,07630.
0,27.' 2,3.0 0,439. 0,08390.
0,28. 2,3.4 0,464. 0,09180.
0,29 2,3.8 0,489. 0,10030.
0,30. 2,4.2 0,514. 0,10910.
0,32 2,5.0 0,567. 0,12820.
0,34. 2,5.8 - 0,621. 0,14920.
0,36. 2,6.6 0,676. 0,17210.
0,38. 2,7.3 0,733. 0,19700;
0,40. 2,8.0 0,792. 0,22400.
0,42. 2,8.7 0,852. 0,25300.
0,44. 2,9.4 0,914. 0,28400.
0,46. 3,0.0 0,977. 0,31800.
0,-48. 3,0.7 1,041. 0,35300.
0,50. 3,1.3 1,107. 0,39100.
0,52.5 3,2.1 1,191. 0,44200.
0,55. 3,2.8 1,277. 0,49700.
0,57.5. 3,3.6 1,365. • 0,55500.
0,60; 3,4.3 1,455. 0,61700.
0,62.5 3,5.0 1,547. 0,68400.
0,65. 3,5.7 1,640. 0,75400.
0,67.5 3,6.4 1,736. 0,82900.
0,70. 3,7.0 1,833. 0,90700.
0,72.5 3,7.7 1,933. ' 0,99100.
o;t 5. 3,8.3 2,030. 1,07800.
0,77.5 3,9.0 2,140. 1,17000.
0,80. 3,9.6 2,240. 1¡26700.
0,85. 4,0.8 2,450. 1,47400.
0,90. 4,2.0 2,670. 1,70100.
0,95. • 4,3.2 2,900. 1,94700.
,1,00. 4,4.3 3,130. 2,21000.
A lt u r a s r e la tiv a s d e l B e r n o u lli e n le ch o s r e c ta n g u la r e s

TABLA No 2

E l B e r n o u l l i y l a A l t u r a r e l a t i v o s a l a P r o fu n d id a d C r ít ic a
en L e c h o s R e c ta n g u la r e s

h ‘ B h 8 h B
h0 ; K h„ h. hc hc

0,15 22,3722 0,51' 2,4323 0,87 1,5306


0,16 19,6912 0,52 2,3691 0,88 1,5257
f 0,17 17,4710 0,53 2,3099 ' 0,89 1;5212
0,18 15,6120 . 0,54 '2,2547 0,90 1,5173
0,19 13,9263 0,55 2,2029 0,91 1,5138
0,20 12,7000 0,56 2,1544 0,92 1,5107
0,21 11,5479 0,57 2,1089 0,93 1,5081
0,22 10,5506 0,58 2,0663 0,94 1,5059
0,23 9,6818 0,59 2,0264 0,95 . 1,5040
0,24 8,9206 0,60 1,9889 0,96 1,5025
0,25 8,2500 , 0,61 1,9533 . 0,97 1;5014
0,26 7,6564 0,62 1,9207 0,98 1,5006
0,27 7,1287 0,63 1,8897 0,99 1,5002
0,28 6,6576 0,64 1,8607 f.o o 1,5000
0,29 6,2353 0,65 1,8334 3,0Í 1,5001
0,30 5,8556 0,66 1,8078 1,02 1,5006
0,31 5,5129 0,67 1,7913 1,03 1,5013
0,32 5,2028 0,68 1,7613 1,04 1,5023
0,33 4,9213 0,69 1,7402 1,05 1,5035
0,34 4,6653 , 0,?0 1,7204 1,06 1,5050
0,35 4,5517 0,71 1,7019 1,07 1,5067
0,36 4,2180 0,72 1,6845 1,08 1,5087
. 0,37 4;0223 0,73 1,6683 1,09 1,5108
0,38 3,'8426 0,74 1,6531 1,10 1,5132
0,39 3,6773 0,75 ' 1,6389 1,11 1,5158
0,40 3,5250 0,76 1,6256 1,12 1,5186
0,41 3,3844 0,77 1,6133 1,13 1,5216
0,42 3,2545 0,78 1,6018 1,14 1,5247
0,43 ‘ . 3,1342 0,79 1,5911 1,15 1,5281
0,44 3,0226 0,80 1,5812 s 1,16 1,5316
0,45 2,9191 0,81 1,5698 1,17 1,5352
0,46 2,8118 0,82 1,5636 1,18 1,5391
0,47 ■ 2,7335 0,83 1,5558 1,19 1,5431
0,48 2,6501 0,84 1,5486 1,20 1,5472
0,49 2,5725 0,85 1,5420 1,21 1,5515
0,50 2,5000 0,86 ' 1,5360 1,22 1,5559
84 C u rso d e H id r á u lic a G en era l

h B h B h D
hc K h. h¿ K ho

1,23 1,5605 1,65 1,8336 2,07 2,1867


1,24 1,5652 1,66 1,8414 2,08 2,1956
1,25 1,5700 1,67 1,8493 2,09 2,2045
1,26 1,5749 i , 68 1,8571 2,10 2,2134
1,27 1,5800 1,69 1,8651 2,11 2,2223
1,28 1,5852 1,70 1,8730 2,12 2,2312
1,29 1,5905 1,71 1,8810 2,13 2,2402
1,30 1,5958 1,72 1,8890 2,14 2,24^2
1,31 1,6013 • 1,73 1,8971 2,15 2,2582 ,
1,32 1,6069 1,74 ‘ 1,9051 2,16 2,2672
1¡33 1,6127 1,75 1,9133 2,17 2,2762
1,34 1,6184 1,76 1,9214 ■ 2,18 2,2852
1,35 1,6243 1,77 1,9296 2,19 2,2943
1,36. 1,6303 1,78 1,9378 2,20 • 2,3033
: 1,37 1,6364 1,79 1,9460 2,21 2,3124
; i,38 1,6426 1,80 1,9543 2,22 2,3214
1,39 1.6488 1,81 1,9626 2,23 2,3305
1,40 1,6551 1,82 1,9709 2,24 2.3396
1 1,41 1,6615 1,83 1,9793 2,25 2,3488
1,42 1,6680' 1,84 1,9877 2,26 2,3579
1,43 1,6745 1,85 1,9961’ 2,27 2,3670
1,44. 1,6811 1,86 2,0045 2,28 2,3762
1 1,45 1,6878 1,87 . 2,0130 2,29 2,3853
1,46 1,6946 1,88 2,0215 2,30 2,3952
1,47 1,7014 1,89 2,0300 2,31 2,4070
1,48 1,7083 . 1,90 2,0385 2,32 . 2,4189
1,49 1,7152 • 1,91 2,0470 2,33 2,4210
1,50 1,7222 1,92 2,0556 2,34 2,4331
1,51 1,7293 1,93 2,0642 2,35 2,4454
1,52 ' 1,7364 1,94 2,0728 2,36 2,4477
1,53 1,7436 1,95 2,0815 2,37 2,4502
1,54 1,7508 1,96 2,0901 2,38 2,4683
1,55 1,7581 1,97 2,0988 2,39 2,4753
• 1,56 1,7654 1,98 2,1075 2,40 2,4880
1,57 1,7728 1,99 2,1162 2,41 2,4909
1,58 1,7803 2,00 2,1250 2,42 2,5038
1,59 1,7878 2,01 2,1337 2,43 2,5168
1,60 1,7953 2,02 2,1425 2,44 2,5240
1,61 1,8029 2,03 2,1513 2,45 2,5330
1,62 1,8105 2,04 2,1601 2,46 2,5426
1,63 1,8182 2,05 2,1690 2,47 2,5520
1,64 1,8259 2,06 2,1778 2,48 2,5620
A ltu r a s r e la t iv a s d e l B e r n o u l l i e n le c h o s re c ta n g u la r e s 85

h 0 h B h B
K he h„ K h. K ■

2,49 2,5706 2,72 2,7876 2,95. 3,0075


2,50 2,5800 2,73 2,7971 2,96 3,0171
2,51 2,5926 2,74 2,8066 2,97 3,0267
2,52 2,5988 2,75 2,8161 2,98 3,0330
2,53 2,6081 2,76 2,8256 2,99 3,0459
2,54 2,6175 2,77 2,8á52 3,00 3,0556
2,55 2,6269 2,78 2,8446 3,10 3,1537
2,56 2,6329 2,79 2,8542 3,20 3,2488
2,57 2,6457 2,80 2,8638 3,30 3,3459
2,58 2,6551 2,81 2,8733 3,40 3,4433 '
1 2,59 2,6645 2,82 2,8829 3,50 3,5408
2,60 2,6740 2,83 2,8924 3,60 3,'6398
2,61 2,6834 2,84 ' 2,9020 3,70 3,7365
2,62 2,6928 2,85 2,9115 3,80 3,8346
2,63 2,7023 2,86 2,9211 3,90 3,9329
2,64 2,7117 2,87 2,9307 4;00 4,0313
2,65 2,7212 2,88 2,9403 4,20 4,2283
2,66 2,7307 2,89 2,9499 4,40 4,4258
2,67 ' 2,7401 2,90 2,9595 4,60 4,6236
2,68 2,7496 2,91 2,9659 4,80 4,8217
2,69 2,7591 2,92 2,9786 5,00 5,0200
2,70 2,7686 2,93 2,9882 5.50 5,5165
2,71 2,7781 2,94 2,9978 6,00 6,0139
86 Curso d e H id rá u lica G eneral

TA BLA No 3

‘A cueductos C i r c u l a r e s . E l e m e n t o s p a r a e l c á l c u l o d e a l t u r a s c r í t i c a s
h D l Q
r r2 T Ir

0,00 0.000 0,000 0,000


0,05' 0,0209 0,624 0,0335
0,10 . 0,0578 0,872 0,0663
0,15 •0,1070 1,052 0,1039
0,20 0,1635 1,200 0,136
0,25 0,2267 1,320 0,172
0,30 0,2955 1,428 • 0,207
0,35 0,370 1,518 0,244
' 0,40 . 0,447 1,600 0,2795
0,45 0,529 1,668 0,317
0,50 0,614 1,732 0,354
0,55 0,702 1,785 0,393
0,60 0.794 1,838 0,432 ' ----- .. '
0,65 0,885 1,873 0,472.
0,70 0,980 1,908 0,5135
^0,556
f - \
0,75 1,075 1,936
0,80 . 1,17$ 1,960 0,599
0,85 1,272 1,976 0,646 — h _
0,90 1,371 1,990 0,690 N -i—'
0,95- 1,471 1,996 . 0,738
1,00 1,57-1 2,000 0,7855 h = r(1-cos%)
1,05 1,671 l';996 0,838 0 = 2£í0-senO)
1,10 1,771. 1,990 . 0,891
0,946 / = 2 r sen 9
1,15 1,870 1,976
1,20 1,969 l,96t) . 1,003 f l . r 6 -se n 0
1,25 2,067 1,936 1,070 1 A se n f
1,30 2,162 1,908 1,133
1,35 2,257 1,873 1,202
1,40 2,349 1,838 1,279
1,45 2,449 1,785 1,372
1,50 2,528 1,732 1,456
1,55 2,613 . 1,668 1,568
1,60 . 2,694 1,600 1,683
1,65 2,773 \ ‘1,518 1,826
1,70 2,846 • 1,428 1,996
1,75 2,915 1,320 2,210
1,80 2,978 .1,200 2,480
1,85 3,035 1,052 2,883
1,90 3,083 0,872 3,550
1,95 3,121 0,624 5,015
1,975 3,132 0,444 7,05
■1,99 3,140 0,282 11,11
2,00
’ o 3,142 ’ 0,000 00
Abaco de a ltu ra s c rític a s en lechos abovedados. P. Pérez Z. 87

Abaco del íng. P. Pérez

»0 *0
<3

S8 Curso de B idrtíulica General

"C Metros

Alturas críticas en lechos trapeciales.


Abaco de J. S. Gandolfo
A baco de altu ras crítica s en lechos trapeciales. P . P ir e s Z. 89

Abaco de P. Pérez Z. (A lturas grandes)


h/b
___________________________________________________ w n 12 » u 15

' I I I I I
ALTURA CRITICA E N LECHOS TR A P EC IA LES •r>
O

!
i
I
i

Curso
de Hidráulica
General
Q_
b
Abaco <lc P. Pérez Z. (A lturas pequeñas)
CAPITULO IV
P é rd id a s de c arg a g en erales
E cuación de ias c o rrie n te s p e rm a n e n te s
P é rd id a s de c a rg a sin g u lares
2 2. C onsideraciones generales. D isip a ció n de la energía en las dos fo rm a s de
esc v rrim ie n to .— 2 3 . M o vim ie n to s e stra tific a d o s. F ro ta m ie n to s p ro p ia m e n ­
te dichos. V iscosidad . E x p re sió n de la p é rd id a de carga.— 24. E sc u rri-
m ien to s tu rb u le n to s. Dos fo rm a s de fr o ta m ie n to s : p a rieta les e in terio res,
d ife re n te s de los del rég im en de P o iseu ille. S u s p é rd id a s de carga. T eo ­
ría de K oussinesq.— 2 5 . E sta d o a ctu a l de la cuestió n . C onclusiones.—
2(>. F ó rm u la s d e p érd id a s de carga gen era les en los e sc u rrim ie n to s tu r -
lentos.— 27. C am bio de rég im en . V elo cid a d lím ite .— 28. E cu a ció n de las
corrien tes p e rm a n en te s.— 29. P é rd id a s de carga sin g u la res.— 30. S e m e ­
ja n za m ecánica en H id rá u lic a .

2 2 . ' C o n sid e ra c io n e s g e n e ra le s .— Se d e n o m in an fro ta rp ie n to s, e n H i­


d rá u lic a , a las ab sorciones d e e n e rg ía q u e e fe c tú a n la s c o m p o n en tes ta n g e n c ia ­
les de las p resio n es q ue a c o m p a ñ a n a to d o m ov im ien to de líq u id o s n a tu r a le s .
L a s acciones m u tu a s de la s m o lécu las en m o v im ien to y las acciones d e ellas con
la p a re d son la s que d e te rm in a n la fo rm a g e n e ra l d el m o v im ien to d el .con­
ju n to , d e la c o rrie n te .
Como se h a d ich o en el p á r r a f o 3, esas co m p o n en tes ta n g e n c ia le s d e las
p resio n es que ab sorben e n e rg ía son fu n c ió n d e la velocidad. L a p é rd id a de
c a rg a es entonces fu n c ió n de la v elo cid ad y v a ría d e u n a clase d e m o v im ien to
a o tro . L as fo rm a s m ás im p o rta n te s d e m o v im ien to s resp ecto a la p é rd id a de
c a rg a son las que c o n s titu y e n los reg ím en es y a d e fin id o s : tr a n q u ilo y t u r ­
b u le n to .
E l p rim e ro , llam ad o ta m b ié n ré g im e n estra tific a d o o la m in a r, o rég im en
de P o iseu ille, es el que se v e rific a g e n e ra lm e n te con p e q u e ñ a s velocidades; p o r
Curso de H id rá u lica G eneral

filetes o capas; es decir, por trayectorias fijas, en que una partícula tra s da
otra lleva la dirección general del movimiento. Este régimen, propio de las
canalizaciones de pequeñísimas dimensiones (del orden de los milímetros), pue­
de, sin embargo, encontrarse en las singularidades con grandes velocidadef,
donde se producen rápidas aceleraciones. P ué descubierto y estudiado experi­
mentalmente por el doctor Poiseuille (1 ).
E l régimen turbulento o hidráulico, propio de las velocidades de la prác­
tica del ingeniero, se verifica, sin orden aparente, sembrado de torbellinos:
en él las partículas llevan trayectorias muy complicadas. Osborne Reynolds
lo llamó movimiento sinuoso. Torbellinos que parten de la pared se extien­
den a la masa líquida, desarrollándose hasta el centro. De aquí vuelven las
partículas a la pared, de la cual son nuevamente reflejadas hacia e! interior y
pierden energía en este vaivén. E n este régimen no puede hablarse rigurosa­
mente de movimiento perm anente, pues su característica más., aparente es la
inestabilidad; pero, como queda dicho, y volveremos sobre ello, los térm i­
nos medios de las circunstancias del escurrimiento pueden ser constantes,
constituyendo un movimiento medio local permanente.
. Solamente en el régimen estratificado puede hablarse con alguna pro­
piedad de frotamientos. E n el régimen turbulento, _por analogía y para ge­
neralizar, puede darse esa denominación a las acciones mal conocidas entre
el líquido y la pared y consigo mismo, acciones que le van restando energía
al escurrir.

23. Movimientos estratificados. Frotamientos propiamente dichos.


Viscosidad. Expresión de la pérdida de carga.— El -estudio analítico del
régimen lám inar, antes de haber sido descubierto experimentalmente por Poi­
seuille, lo fué intuitivam ente por Néwton (1687); Navfer (1882); Poisson
(1829) ; B arré de St. V enant (1843) ; y Stokes (1843) ; quienes establecieron
en las ecuaciones generales de la H idrodinám ica la acción de las componente?
tangenciales de las presiones. Se hace la determinación de la pérdida de car­
ga avaluando los esfuerzos debidos a la viscosidad: avaluados los esfuerzos
se calculan los- trabajos que ellos efectúan en el desplazamiento de la partícula.
Directivas d« estas investigaciones han sido las experiencias de Coulomb (1800),
que dem uestran la proporcionalidad de los frotamientos con las velocidades, a
la prim era y segunda potencia (2 ).
E n el movimiento estratificado la velocidad decrece desde el centro
hasta anularse en la p a re d . E n estas condiciones, y dependiendo el frota­
miento de la velocidad, no existe influencia de la pared en el escurrimiento,
salvo el caso en que las asperezas, o más bien, las ondulaciones de ésta, in ­
fluyan en la deformación de las trayectorias. Las únicas causas de disipación
de energía son las acciones mutuas de un filete líquido con sus vecinos Estas
acciones son proporcionales a la extensión de las superficies de contacto, y son

(1 ) K eóherch es e x p ér im en ta les su r le m o u v em en t d e s liq u id es d ans le s tu b es de


tres p e tite s d ia m etres, 1840— 1841— 1844.
( 2 ) Lu resin ten cia q u e op one un sólid o in m ó v il al agua en m o v im ien to es, segú n
Coulomb, de la fo r m a : r = a u + b u!, sien d o « la velocidad del agu a.
C o e fic ie n te c¡e v i s c o s i d a d 93

in d e p e n d ie n te s d e la s p re s io n e s . E l f ile te m á s veloz tie n d e a a c e le ra r al m ás


le n to , y vice v e r s a . C om o in tu itiv a m e n te lo e sta b lec ió N e w to n , el f r o ta m ie n ­
to e n tr e u n f ile te y o tro , es p ro p o r c io n a l a la ra p id e z c o n q u é la v e lo c id a d
v a ría de u n p u n to a o tro d e la secció n n o r m a l . C om o es im p o sib le a.c ep tar v a ­
ria c io n e s f i n it a s d e la v e lo c id a d e n tr e u n f ile te y su s v ecin o s, e sta re la c ió n se
(1u
e x p re s a p o r la d e riv a d a —-— . q u e es el g r a d ie n te d e la v e lo c id a d , e n la se c ­
an
c ió n . E l n ú m e ro d e K g s. d e e n e rg ía d is ip a d a p o r u n id a d d e s u p e r fic ie q u e d a
d a d o p o r el p ro d u c to d e e sta d e r iv a d a p o r el c o e fic ie n te d é v is c o sid a d p.. (1 ) .>
Si a te n d e m o s a q u e la s d im e n sio n e s d e la d e r iv a d a ■ so n T — o sea,
• an
la s d e u n a .velocidad a n g u la r , la s d e p. r e s u lta n s e r L ~ 1 ilí T —i , q u e se p u e d e n
e x p r e s a r en K g s. se g u n d o s p o r m e tro c u a d ra d o en u n id a d e s in d u s tr ia le s .
L a s m e d id a s d el c o e fic ie n te p. h e c h a s p o r a lg u n o s e x p e rim e n ta d o re s son
p e rf e c ta m e n te c o n c o rd a n te s ; n d e p e n d e d e la n a tu r a le z á d e l líq u id o , v a r ía
in v e rs a m e n te con la te m p e r a tu r a , es p r á c tic a m e n te in d e p e n d ie n te d e ' la p re
sió n . S e g ú n P o is e u ille , v a le en el. a g u a ( 3 ) .

0,0001614 „ . ,
^ l - i - 0 ,0 3 3 7 1 0 ,00022 t 2 s-£s- s e g /m .

en q u e t es .la te m p e r a tu r a en g ra d o s c e n tíg ra d o s . H e a q u í los v a lo re s d e u


p a r a el a g u a a d iv e rs a s t e m p e r a t u r a s :

t = 0o 100 20" 50° 100°--

y. = 0,0001814 0,0001335 0,0001029 0,000056 .0,000028

A la te m p e r a t u r a de 20a, el v a lo r d e la v is c o sid a d d e la g lic e rin a es d e


0,46 K g . s e g /m 2, .es d e c ir, 470 veces m a y o r q u e la d e l a g u a ; a esa m ism a te m ­
p e r a t u r a la del m e rc u rio es d e 0,000157 y a 4 0 9 v a le 0,000148 K g . s e g i/m 2.,
E n cam bio, la v isc o sid a d d el a c e ite d e o liv a es a 20 g ra d o s , 80 v eces m a y o r q u e
la d el a g u a y a 40" so la m e n te 56 veces.
P a r a e s tu d ia r e l m o v im ie n to p e rm a n e n te q u e se e fe c tú a d e n tr o d e u n
tu b o d e d iá m e tro c o n s ta n te d ó n d e e x iste u n e s c u r rim ie n to e s tra tific a d o , a is ­

(1 ) L o s in g le s e « y a m e r ic a n o s la d e n o m in a n [/.. E n F r a n c ia y A le m a n ia r¡-
c o a f ic ie n t e d e im p o r ta n c ia a n á lo g o <jue e x i s t e en lo s m o v im ie n to s 'h id ráu lico^ , s e lla m a
en F r a n c ia e- ^-*a m ed id a de la v isc o sid a d se h a c e e n “ p o is e s ” . U n P o is e corresp on d e a
1 d in a , seg . ^ a n n m iQ se^ ‘ << c e n tip o is e ” e s c i ’ n v e c e s g m j w r .- m « * *
cm 2 m2
( 2 ) S e lla m a c o e f ic ie n t e c in e m á tic o d e v is c o s id a d a l a ra zó n \i./p , e s d e c ir , a
d iv id id o p or l a d a n sid a d y s e le d e s ig n a con. l a le tr a v*
94 C urso d e H id rá u lica G eneral

lamos dentro de él un cilindro líquido de longitud l y de radio r concéntrico con


el tubo. (F ig . 2 7 ). L a resultante de las fuerzas que lo solicitan se compone
de las presiones en sus c a ra s . term in ales:
(p„ — pí) z r2, de la com ponente'del peso
Y x r2 l sen a y de los frotamientos. Si ob­
servamos que l sen ¡* es la diferencia de co­
tas de dos puntos homólogos cualesquiera,
de las caras term inales, juntando, la com­
ponente del peso con la de las presiones, dividiendo éstas por y, podre-
mos -poner:

Las fuerzas.de frotam iento que obran en la superficie cilindrica 2 z r l ,


valen:

j du
~dr~

Como se oponen al movimiento, observando que ({U■ es negativo, tendremos


d.r

lá ig u ald ad :

Po Pi \ du
z<¡~h

El paréntesis d e l . prim er miembro, dividido por l, es la pérdida de


carga por unidad de longitud, llam ada J . Luego, -si dividimos esta ecuación
por l, separamos variables e integram os desde un radio cualquiera r, donde
la velocidad es -u, hasta el radio R del tubo, es decir, hasta la pared, donde
la velocidad es cero, obtenemos:

fK ro.
YJ / r d r = . — 2 ¡i / du

(B 2 — r 2)
YJ

u = —1— (B 2 — r2) J
4 |A

ecuación que da la velocidad a una distancia r del centro.


P é rd id a de carga en m o v im ie n to e s t r a t i f i c a d o &ó

E l gasto to ta l es :

Q CR j ¡'R

/ 0
uda = I vl 2 r. r d r = —----- 2

J oy r : J
R* :
Y

D*
tz I

J o
( R * — r 2) r d r

2)
8 Vi ■ 128 v.

L a velocidad m edia es :

3) Q __y J R 2 TJ J »
‘ n R‘ 8 ti ~ 3 2 ¡i

o si se q u iere, d esp ejan d o J :

, 8 |» P 32 p ü
4) J =

expresión que dice que la p é rd id a de c a rg a es p ro p o rc io n a l a la p rim e ra p o ­


te n cia de la v elo cid ad . S i tom am os n ig u a l a 0,000133 a la te m p e ra tu ra de
10°, te n d re m o s :

V ........... V
4a) J = 0,00000106 — = 0 ,0 0 0 0 0 4 2 4
R2 ’ 7>2 .

L as ex p erien cias de P o iseu ille d e ac u erd o con este raciocinio, d iero n p a ­


r a el gasto la fó rm u la e m p ír ic a :

5) Q= K JD *

E l coeficiente K , que d e p en d e ú n ic a m e n te d e la n a tu ra le z a d e l líq u id o


y de su te m p e ra tu ra , en g lo b a el v a lo r teó rico

Y*
128 \jl

A continuación va una comparación de este coeficiente con K:


t = 0" 10°

y*
= 136800 188700
128 [>.

K = 135282 18110Í
96 Curso d e H id rá u lic a G en eral

24. E scurrim ien to s tu rb u len to s.— E n los movimientos turbulentos los


fenómenos de disipación de energía son totalm ente diferentes de los estudiados
en el escürrim iento estratificad o . L as leyes rigurosas de variieió n de velocidad
y presión en cada punto, o la que rige la distribución de trayectorias de las
moléculas líquidas dentro de la masa, nos son hoy d ía imposibles de alcanzar.
L a experim entación de Bazin que, como se ha dicho, autoriza a prescindir de
la pulsación y a estudiar únicam ente los térm inos medios constantes de los v a­
lores reales, ha perm itido sen tar leyes aproxim adas. E n movimientos u n ifo r­
mes, es decir,.buscando la sim plicidad que introduce la constancia de la veloci­
dad media y de la m agnitud de la sección, han sido form uladas esas leyes, in ­
terp retan d o los datos experim entales en la form a más sencilla: asimilando es­
te movimiento al movimiento p or filetes paralelos. Así presentado el problema
se ha podido hablar de movimiento tu rb u len to perm anente, en el cual es
constante en cada punto la velocidad m edia local.
P a ra encontrar las relaciones gue ligan la p érd id a de carga, con los ele­
mentos m ensurables de la co rrien te: velocidad, presión y sección, se estudian
las dos clases de acciones que absorben energía: frotam ientos parietales y fro--
tam icntos interiores.
E n el escürrim iento turb u len to queda u nida a la pared una delgada pe­
lícula líquida de centésimas de m ilím etro de espesor, que no está en reposo sino
que se mueve con movimiento estratificado, con velocidad rapidísim am ente va­
riable, entre lo que llam aríam os el borde in terio r o del lado de la corriente de
la delgada capa, y la pared misma. L a velocidad que se llam a parietal u a es
precisam ente la que existe en ese borde in terio r que separa la capa del resto de
la corriente. L a pared queda .embebida por el líquido que en ella penetra y el
deslizamiento, que se verifica con 'movimiento estratificado en la delgada capa,
sigue las sinuosidades o asperezas de la pared que son de m ayor tam año que su
espesor, borrando las de orden in ferio r. A ntiguam ente se exageraba el espesor
de esta película y se creía que e ra inmóvil y que b orraba todas las asperezas
de la pared, aceptándose, en consecuencia, únicam ente deslizamiento de líquido
sobre un “ guante líquid o ”
Según Boussinesq una p artícu la, al. escu rrir choca contra lo que po­
dríam os llam ar la su perficie.d e separación de la película adherida y el resto
de la corriente, se refleja ahí yéndose hacia el centro de la masa líq u id a . Estos
choques producen p érd id a de la energía que la molécula posee, la m agnitud
del choque es proporcional a la velocidad de choque y su núm ero tam bién lo
se ría ; de modo que puede aceptarse que la pérdida de carga es función de la
velocidad a la segunda potencia. Llamamos frotam ientos parietales a todas las
acciones de disipación de energía que se efectúan en la delgada capa a d h eri­
da a la p ared . L a experim entación dice que los frotam ientos parietales son
proporcionales a la m agnitud de la superficie sólida en contacto con la corrien­
te ; que son proporcionales a una potencia de la velocidad cercana a dos, m e­
nor si la rugosidad es poca' y aun m ayor de dos si la rugosidad es m ucha.
Son proporcionales tam bién a una constante física que depende de la rugo­
sidad de la pared y del grado de turbulencia, llam ada B p o r Boussinesq.
También dependen los frotam ientos parietales de .la naturaleza del líquido
L e y e s 'de F r o ta m ie n to en r é g im e n tu r b u le n to 97

que toca a la p ared , ex p re sa d a p o r el peso especificó. L os fro tam ie n to s son,


en cambio, in d ep en d ien te s d e las .p resio n e s. P a r a sim p lific a r y p o r an alo g ía
con las p é rd id a s de carg a sin g u la re s que son p ro p o rcio n ales ál e u a d rad o de
la velocidad, acep ta esta p o ten cia y escribe que el nú m ero de k g s. de en erg ía
d is ip a d a en fro tam ien to s p a rie ta le s p o r m etro c u a d ra d o d e su p e rfic ie, es d a ­
do p o r la e x p re s ió n :

6'; ■» B u 02

L a s dim ensiones que re s u lta n p a ra B son, seg ú n ésto, L ~ lT 2, es d ecir,


inversas de u n a aceleración. L os valo res de B son e x p erim en tales y , como se
d ijo , d ep en d en de la ru g o sid a d y del g ra d o de tu rb u le n c ia , A um entando con
am bas.
Los fro tam ien to s in te rio re s de u n m ovim iento tu rb u le n to los p re se n ta
B oussinesq en fo rm a análo g a a los de los m ovim ientos e stra tific a d o s, e x p re ­
sando que p o r m etro c u a d ra d o d e su p e rfic ie de con tacto , el n ú m ero de kgs.
de en erg ía d isip a d a es d ad o p o r la e x p re sió n :

en que e no es el coeficiente d e viscosidad, sino el coeficiente de tu rb u le n c ia .


D epende c de u n a co n stan te físic a A , fu n ció n d e la asp ereza de la p a re d , li­
g ad a a la de fro tam ien to s p a rie ta le s p o r la re la c ió n :

8) A = -jr VB~

E n esta expresión, K dep en d e a su vez de la n a tu ra le z a y estad o del


líq u id o ; es decir, algo tam b ién d e su viscosidad. E l v a lo r m edio d e K , d e d u ­
cido p o r B oussinesq de las ex p e rie n c ia s d e B azin , es 48 en m etro s y segundos,
y sus dim ensiones son L * T ~ 1 ; p u es las de A son L ~ 17’2, ig u ales a las de B ;
d epende tam b ién del peso específico del líq u id o y d e la v elocidad p a rie ta l’ u 0.
P o r últim o, según B oussinesq, e es tam b ié n fu n c ió n del ta m a ñ o -y fo rm a de
la sección norm al, ex p re sa d a p o r el radio hidrá u lico , que h ab ía sido d e fin id o
p o r Chézy, razón de la sección £2 al p e rím e tro m o jad o x (F¡9- %8 ) ■

E n secciones c irc u la re s o sem i c irc u la re s ag reg a a e o tro fa c to r, que


sim plificado es R / r , p o rq u e la tu rb u le n c ia se c o n c e n tra hacia e l c e n tro .
E n secciones c ircu la re s o s£mi c irc u la re s el ra d io h id rá u lic o es:
7 .— H idráulica.
93 C u rs o d e H i d r á u li c a G en eral

” R2 R
9 a) R --
~2 t. R

y en secciones re c ta n g u la re s m u y
an ch as de base b y. a ltu r a h, en
que h es pequeño al lad o de b,
bh
9b) tí =
b -j—a h

tie n d e a h. B oussinesq co n sid era


esos d o s casos sencillos y a d o p ta F ig . 28
p a ra s los v a lo r e s :
10a) e = y A u 0h can ales re c ta n g u la re s m u y -anchos.
10b) i = y A u0— ~ { can ales sem i-c irc u la re s-c a ñ e rías c ircu lares.
r [ •

E s te co eficiente d e tu rb u le n c ia da- la c a rg a a b so rb id a p o r los fro ta -


du
m ientos m u ltip lic a d a p o r la m ism a d e riv a d a - , de la velo cid ad resp ecto
al cam bio de lu g a r e n la sección, q u e vim os e n los m o v im ien to s e s tra tific a d o s ;
a q u í se re fie re a velocidad es m ed ia s lo cales.
S in e n tr a r e n m ay o res d e talles sobre las co n sid eracio n es que llev an a
B oussinesq a f i j a r las d e p e n d e n c ia d e e, en trem o s, sig u ien d o a este sabio, en
la d ete rm in a c ió n de la d is trib u c ió n d e v elocidades, del gasto , de la velocida'd
m edia y de la p é rd id a de c a rg a en c o rrie n te s tu r b u le n ta s u n ifo rm e s, en los
dos casos sim p lific a to rio s y a m e n c io n a d o s: can ales re c ta n g u la re s m u y anchos,
en los cuales se p u ed e c o n sid e ra r los fenóm enos p o r u n id a d de ancho y en que
la u b icación d el file te q u ed a d e fin id a p o r la h o n d u ra o d is ta n c ia v e rtic a l a la
su p e rfic ie li b r e ; y c o rrie n te s c irc u la re s o se m ic irc u la re s en q u e el file te líq u id o
q u ed a d e fin id o p o r el ra d io o d is ta n c ia al c e n tro .
C om enzarem os p o r la c o rrie n te re c ta n g u la r m u y an ch a que v a escu ­
rrie n d o con m o vim iento u n ifo rm e , es d ecir, a q u e lla en que la aceleració n que
tie n d e a im p rim irle la co m p o n en te d e l peso, es e q u ilib ra d a p o r los f r o t a ­
m ie n to s. E s tu d ia n d o u n trozo de
j_ a lt u r a z y base de u n m e tro e n la
d irecció n d el m ovim iento y u n m e­
tr o en la sección n o rm al (F ig . 2 9 ),
los fro ta m ie n to s que e q u ilib ra n a
la co m p o n en te d el peso son los
F ig . 29
•in terio res. N o tan d o que la d e ­
riv a d a de la velocidad re sp ecto al cam bio d e lu g a r en la sección es n e g a tiv a ,
si se a c e p ta que la v elo cid ad s u p e rfic ia l es m áx im a, si llam am os 1 al seno del
á n g u lo de los file te s con la h o riz o n ta l, sie m p re m u y p eq u eñ o en c o rrie n te s
a b iertas, y po n ien d o el v a lo r de e d e a rr ib a , se ti e n e :

du
Yz I = — Y Ahíte
dz
R e p a r ti c ió n d e v e lo c id a d e s e n r t g i m c n tu r b u le n to 99

S e p a ra n d o v a ria b le s e in te g ra n d o desde u n p u n to de a lt u r a z, en que


la velocidad es u , h a s ta el fo n d o de a ltu r a h, en q u e la v elo cid ad es la p a ­
rie ta l «o, te n e m o s:

11) I—— — = ¿ A h u 0 (u — M0)

E l m ovim iento u n ifo rm e d e u n tro zo de ig u a l base p e ro d e a ltu r a h,


se p ro d u ce p o rq u e la co m p o n en te d el peso es e q u ilib ra d a p o r los fro ta m ie n to s
p a rie ta le s sobre el m e tro c u a d ra d o , o s e a :

Y h 1 = y B u 02

de d o n d e
B u„2
lia )

y de a q u í sacam os

11b)

L a ecuación l i a ) in tro d u c id a tfrrib a, en la 1 1 ), d e sp e ja n d o u , nos d i­


ce q u e :

12) [i + ~ irr(.1 — ír)]


o si se e lim in a ta m b ié n u 0 :

1
12a) 1 + -2 A 0 ---- £ ~ ) ] V a ;
V -B

es d ecir, q ue la re p a rtic ió n v e rtic a l de v elo cid ad es d e e sta fo rm a d e c o rrie n te


es como la s o rd e n a d a s de u n a p a rá b o la .
L a velocidad m ed ia

1 f ° 1 f k
dz
v = - qT / “
J o J o

será, h acien d o el in te g ra l,

*» !7= v ^ ( I + i £ r ) ' A T
100 Curso de H idráu lica General

Introduciendo el valor de A dado por la ecuación 8) se obtiene:

Notemos que en esta ecuación, I es el descenso de la cotapiezomètrica


en la unidad de longitud.
Razonando del mismo modo en una corriente circular de radio R ce­
rrada, en que aislamos un cilindro concéntrico con ella de 1 m.. de altura y
de radio r, si llamamos p„ y pi las presiones en los centros de las caras an­
terior y posterior, respectivamente, y' notando que el conducto puede tener
una inclinación cualquiera arespecto a la horizontal, se tiene: (1)
« . , >-, > R R du . .
ys e n (p„ — p¡) ~ r- = —A y u„ — -------- 3— 2 r.r
ti r ar
en donde, separando variables e integrando como antes, se tiene :
R 3 — r8 / p 0— P i \
-----—---^sen a -|------------- J = A R- «„ (« — u0)

La cantidad entre paréntesis es el descenso de cota piezomètrica efec­


tuado por la corriente en la unidad de longitud considerada, (como lo era
en el caso del canal muy ancho). E n movimiento uniforme es constante a lo
largo de la corriente la sección, la velocidad y, por lo tanto, la altura de ve­
locidad media. E n consecuencia, el descenso de la cota piezomètrica es la
pérdida de carga debida a los frotamientos. Por unidad de longitud la lla­
maremos J y tenemos:
R 3 — r3
J 3 = (« — «„)

El movimiento uniforme de un trozo de toda la corriente, en un me­


tro de longitud nos da :

y sen a z R- + (p„ — p i) z R 2 = y B u<? 2 z R


de donde

loa)
, j
J =-
2 Bu02

(1 ) Bousainesq hace notar <jue en la exp resión de

Au * B
e = ? A u» —s ~jr

la tendencia al in fin ito al acercarse al cenfcro queda compensada con la tendencia, a


cero de la derivada d u /d r piíes la velocidad en el centro pasa por un raúximo.
P é r d id a de c a rg a d e l r é g im e n tu r b u le n to 101

Introduciendo arrib a se llega a:

A* (l r3 \
16) « = M0 [ i i
l 1 3 A \ R° )

16a)
V u

Lo que áice que la distribución radial de velocidades se hace según las


ordenadas de una parábola cúbica.

L a velocidad media

U= u S r . 'r dr
:S ¡

ejecutando resulta:

17)

R
18) U= >y
L a cantidad entre paréntesis, tan to aquí como en la ecuación 14), de­
pende sólo de las constántes físicas A y Ti que, como se dijo, son función de
la aspereza de la pared y de la naturaleza del líquido; se pueden llam ar C
y C i . Se nota, además, que h en la ecuación 14) es el radio hidráulico y R / 2
lo es en la 18) y como 1 y J son la pérdida de carga, se puede escribir la
fórm ula genera]:

19) f = c V r7

o sea,

20) J =
C2 R

Si de los' valores experimentales de C, nos elevamos por medio de A


y B de Boussinesq al valor de e, se encuentra que en movimientos turbulentos
es unos cuantos miles de veces1 mayor- que el coeficiente de viscosidad y su
valor se acerca a la u n idad .
Curso de H idráu lica General

Los valores de las constantes A y B que Boussinfesq llama medios, de­


ducidos de la experimentación, serían: (1)

B = 0,000885; A = - ^ - \ / 0,000885 — 0,00062

Después de Boussinesq, son muchos los hidraulieistas que se han preo­


cupado de determinar las relaciones y leyes que rigen los frotamientos en mo­
vimientos turbulentos. No se puede pretender, como lo dice Rabut, que la
teoría de Boussinesq expuesta, corresponda seguramente a la realidad, pues,
en primer lugar, no se aplica al fenómeno misino, sino a un movimiento ficticio,
y además, se puede llegar a coincidir con los resultados experimentales ha­
ciendo hipótesis muy diversas que las de ese sabio. Así, por ejemplo, René
Koechlin (2) parte de la energía perdida por las moléculas que chocan con­
tra la pared, y acepta la expresión de los frotamientos interiores de Newton
e d u /d n poniendo provisionalmente un coeficiente s que llama de cohesión y
a cuyo valor llega después de haber deducido la repartición de velocidades
en caso de secciones de forma sencilla y de haber encontrado relación entre
la velocidad media, la pendiente, el radio hidráulico, la rugosidad de la pared
y el coeficiente de cohesión. Esa relación e s:

21) U=(^Kl+-y y-~ -r Æ


\/í
i
)V B I
en esta ecuación, escrita con las mismas denominaciones dadas arriba
las mismas

22 )
K‘~ ] [
siendo / i el coeficiente de rugosidad. Koechlin llega para s al valor:

23) t— 1 y - I h2
2 v, — Uf
en que h es la profundidad, v, la velocidad superficial y v t la del fondo.

25. Estado actual, de la cuestión. Conclusiones.—La cuestión de los


frotamientos de turbulencia que,, qomo se dijo, está muy lejos de ser dominada
por el cálculo, podría resumirse siguiendo a lío u re t (3) en la forma siguiente:
las experiencias que se han hecho para averiguar los frotam ientos en los líqui­

(1) En realid ad , e l c o e fic ie n te B es muy yarj&ble. H e aquí los valores extrem os:

Corrientes p eq ueñas-. . .• . (B = 0,-2 na.) Corrientes grandes . . . . (S = 2 xn.)


Paredes lisas . . . . . . B = 0,0006 ' Paredes l i s a s ........................... B = 0,00032
Paredes á s p e r a s ..................... B = 0,0085 Paredes Á s p e r a s ..................... B = 0,00230

(2 ) M écanisme de l ’eau. P a r ís 1924. -Entre los alem anes es digno de mencionarse


el estudio de la turbulencia de W eil, en Neue" Grundlagen der technischen Hydrodynam ik.
B erlín 1920, P r a n d tl. (1 9 3 4 ),- Karman- (1 9 3 0 ). Entre los am ericanos B ak h m eteff (1 9 3 6 ) y
especialm ente en canales G. H . K eulegan (1 9 3 8 ).

( 3 ) M ouret. Cpurs de Mécanique appliqué. H ydraulique — Ecole dea P onts 'e t


Chauàséea. P a r is 1922.1923;. Curso p oligrafiad o, p û g s. 210-233.
P é rd id a s de carga d e l r é g im e n tu r b u le n to IOS

dos son de dos clases: o bien son de lab oratorio, que. po d ríam o s d e c ir cien tí­
ficas, o bien son de ingenieros, con fin inm ed iatam en te u tilita rio . L as p rim e­
ra s en pequeño (1 ) son precisas. L as o tras, la g ra n m ayoría, tien d en a d a r
fórm ulas de cálculo ráp id a m e n te aplicables, m enos p re c is a s e n general (2 ). F u é
D arcy quien dio luz clara sobre la in flu en cia decisiva de las asperezas d e la
p a re d en la p érd id a dé carga, llevando a su v erd ad ero papel la cap a líq u id a
ad h e rid a a la p ared, que siguiendo la s sinuosidades d e e lla solam ente hace des­
ap arecer la in flu en cia de asperezas de m ínim o tam año. E n la p a red nacen lbs
torbellinos que se p ro p a g a n h acia el c e n tro . L a in ten sid a d de la agitación
tu rb u le n ta se debe a la aspereza de la p a re d y crece con la velocidad p a rie ta l
y con la extensión de la p a red m o ja d a . Los to rbellinos son los v erdaderos
agentes de la p é rd id a de carg a, pues, tra n sfo rm a n la fu erza v iv a del movi­
m iento recto en g irato rio . L a fu e rza viva de este m ovim iento se tran sfo rm a
fácilm ente en calor, pues, au m e n ta n las su p erficies llam ad as de deslizam iento
y, p o r consiguiente, los m ovim ientos secu n d ario s de d isto rsió n . No existe aú n
u n estudio com pleto de los torbellinos, cuya te o ría elem ental es sen cilla. L a in ­
fluencia de la velocidad en los fro tam ien to s, que B oussinesq acep ta ser d e p ro ­
porcionalidad a la segun d a potencia, como en los choques, en rea lid a d es
más com pleja. Coulomb d ab a u n a p ro p o rcio n alid ad a las potencias J y J se-
según la expresión (3 ) :
24) J — a ü + ¡3 V 1

que revela que si V es m uy pequeño solam ente in flu y e el p rim er térm ino, y
si es g ran d e tien e m ás in flu en cia el segundo. A sí esta expresión p o d ría a b a r­
c a r ambos regím enes. R eynolds acep ta la p é rd id a de carg a pro p o rcio n al a
U° y n es función de la rugo sid ad de la p a re d , v aria n d o desde 1,79 si es m uy
lisa, h asta 2 en p aredes á sp e ra s. S eg ú n Lees, la resistencia in te rio r es d e la
fo r m a :
25) J = - a ü l-M +

y es probablem ente la que m ás se acerca a’ la realidad'.


E l tam año y la fo rm a d e la sección n o rm al tien en g ra n in fluencia,"pues,
m ien tras m ayores sean las dim ensiones de la m asa en que los torbellinos ac­
tú a n , m ás g ran d e será la absorción de e n e rg ía q u e e fe ctu arán . M ie n tra s 'm á s
ángulos presen te la sección, en la v ecindad de los v értices h a y relativ am en te
m ás extensión de p a re d p o r m J de sección de co rrien te, y , p o r 'l o ta n to , m a­
y o r agitación tu rb u le n ta que, absorbiendo "en esos p u n to s g ra n p a rte de la
fuerza, viva, produce d ism in u c ió n ' en la velocíídad de tra sla c ió n . P a r a m ed ir

(1 ) D eb id as, ad em ás de C oulom b, a F ro n d e, C o u ettey -G ib son y B yan.


(2 ) F u e r a de la s que' c ita re m o s después, y lá s m ás p re c isa s son dé R eynolds,
B la ssiu s (1 9 1 2 ), L a n d e r (1 9 1 5 ), S ta n to n y P a n n e l • ('1 9 1 0 ), S c h ille r ( 1 9 2 1 ) ,' H e rm a n n
(19 3 0 ) y N ik u ra d s e (1 9 3 3 ) .
(®) a 7 3 n0 son sim p les fa c to re s n u m érico s, p ues, como esa ecuación c o rresponde
a u n a p é rd id a de c a rg a , entT an en a y '¡J to d a s la s d em ás áep e n d e n c iás d e j no e x p ré sa d a s
exp líc ita m en te.
104 Curso de H idráu lica General

la influencia de la magnitud y de la forma de la sección, se introduce en


las fórmulas de pérdida de carga una inversa proporcionalidad con el radio
O
hidráulico de que se habló:— . Es claro que en secciones semejantes o
afines, esta relación da idea de la influencia relativa de la extensión de pa­
red manifestada por el perímetro; pero se puede imaginar secciones no seme­
jantes y de igual radio hidráulico,, cuyos ángulos produzcan distinta agita­
ción turbulenta (1 ). Se ve que no basta el radio hidráulico para caracteri­
zar la influencia de la pared en la pérdida de carga. Las experiencias de
Bazin, revelan, sin embargo que no es muy grande el error que se comete acep­
tando simplemente el radio hidráulico, es decir, prescindiendo de la forma
misma de la sección, por simplicidad. Estas experiencias revelan, en cambio,
la gran influencia que tiene la existencia de una superficie libre, que viene
a ser una superficie indefinida donde los torbellinos tienen libre expansión y,
por lo tanto, es causa de mayor absorción de energía.
La viscosidad casi no tiene influencia en los movimientos turbulentos
El ,peso específico del líquido tiene una influencia mayor, pero secundaria.
La tem peratura prácticamente no tiene ninguna.
La presión tampoco tiene influencia de importancia en estos movi­
mientos, como tampoco la tenía en los estratificados, contrariamente a lo que
sucede en los frotamientos de los sólidos. Se ha tratado de explicar esta di­
ferencia esencial entre los frotamientos de los líquidos y los de los sólidos
respecto a la presión, diciendo que ella aumenta el contacto real de los sóli­
dos, aumentando la extensión de la superficie de contacto, .de modo que en
último término, los frotamientos de los sólidos son también proporcionales
a la superficie de contacto. E sta unión entre líquidos o entre líquidos y la
pared sólida no aumenta con la presión, pues, aunque ella sea muy pequeña,
el- líquido embebe y penetra en la pared.
Concluye Mouret diciendo que aun no estamos en vías de resolver por
el cálculo el problema de frotamientos de líquidos en su naturaleza íntima y
que hemos de recurrir a fórmulas empíricas o resúmenes gráficos de expe­
riencias. E n vez de buscar un rigor inútil, se contentan los experimentadores
con hacer figurar en las fórmulas, en block, la pérdida de carga que los fro­
tamientos van ocasionando por unidad de longitud de la corriente (2 ).

(1 ) E l radio hidráulico de la sección circular es: R = _ JL y el del


• a1 a 2~R 2
cuadrado: R =~ __— ambos serán iguales cuando a = &jR,
.4 a 4
(2 ) A l estu diar mfls ad elan te Jasfórm u las exp erim en tales usadas en e l cálculo d»
corrientes abiertas y cerradas nos daremos cuenta que resulta poco ú til una precisión
aparente de la s'fó r m u la s de pérditla de carga a n te la im posibilidad de expresar en fo r.
ma exacta las rugosidades efectivas de 'la* paredes, especialm ente de los canales, que
varían entre lím ites tan distanciados. En cañerías, la poca diferencia entre la s rugosi­
dades de la práctica perm ite una mayor precisión, que, sin embargo, dista muy lejos
de acercarse a la ex a ctitu d . B asta analizar aúto las más prolijas experiencias para encon.
trar d iferencias desconcertantes.
F ó rm u la s de p é r d id a s g en era le s en r é g im e n tu rb u le n to 105

26. F órm ulas de p érd id as de carg a g enerales en los escurrim ientos


tu rb u len to s.— Los prim eros en in d icar que los fro tam ien to s de los líquidos
son proporcionales al cuadrado de la velocidad fueron, independientem ente,
B rahins (1753), en H olanda y Chézy (1775), en F ra n c ia . E xpresaron tam ­
bién que la pérdida de carga que los frotam ientos producían, era función in ­
versa del radio hidráulico, por medio de la expresión 20) ya c ita d a :

E l coeficiente b que Chézy aceptaba constante, se suele escribir 1 /C 2,


p ara escribir la ecuación 19) de U dada an terio rm en te:

u=c VkT

E n esta expresión V es la velocidad m edia. Se llega a ella aceptando a prio-


ri que los frotam ientos parietales son proporcionales a la superficie- m ojada
y al cuadrado de la velocidad p arietal y que ésta es función de la velocidad
media, dependencia que se engloba
en el coeficiente b. E n efecto, se
calcula en el movimiento uniform e
de una corriente cerrada o abierta de
sección £2 y de perím etro x Ia P e r­
d id a de energía que el'volum en O di
experim enta a lo largo de un camino
Fig. 30 d ss = U d t. (F ig . 3 0 ). L a fuerza
tangencial de frotamientos-, notando
que los frotam ientos interiores de un filete medio local son idénticos y con-
trarios a los de su vecino y que, p or lo tanto, se anulan, se reduce a la p ro­
ducida por los frotam ientos parietales en la superficie d e contacto x di a lo
largo del camino U 'dt.

y B u,,2 x d l ü d t

L a pérdida de carga J nos da estos frotam ientos p o r u nidad de Ion-


gitud y de peso, o sea, el valor de arrib a dividido p o r y Q di U d t :

y B u„‘ x d l ü dt B u„2 y
y Ü di U d t ~ O

L a expresión B «,,2 con la velocidad p arietal es incómoda y, como se dijo, se


reem plaza por una función <p ( Z7), de la medía, que Chézy aceptó sencilla­
m ente ser b: U?, o bien, TJZ/C2- y se tie n e :
106 C urso d e H id rá u lic a G en eral

b U! •/ b u* _ v2

E sta expresión, que nada tiene de rigurosa, es “aún hoy d ía aceptada en


H idráulica, o como p rim era aproximación, o como fórm ula genérica, in tro ­
duciéndole adecuados valares de b. M ateria de los capítulos' de las corrientes
abiertas y cerradas son los valores experim entales de b, función compleja, se
gún algunos, de R, según otros de U y según los más, de ü y R, además de
serlo de la rugosidad de la p ared . A delantarem os aquí, sin embargo, ab a r­
cando. velocidades usuales y radios hidráulicos de la práctica, que b puede
v aria r según la clase de pared desde 0,002 (C = 2 2), en las m uy ásperas,
hasta 0,000124 (C = 9 0 ), en las muy lisas. E n radios hidráulicos pequeños,
es decir, menores de 0,15 m. y paredes lisas, como es el caso de las singula­
ridades de contorno cerrado, se puede to m ar C = 50, es decir, h — 0,0004.
Siguiendo a Lamb y a Forchheim er, se puede calcular el espesor de la
capa que se adhiere a las paredes, capa en que, como dijimos, se verifica un
escurrim iento estratificado cuyos frotam ientos son equivalentes a los p arie­
tales que se desarrollan en la superficie in terio r de esta capa adherente.
• E n el espesor e de la capa, la velocidad v aría desde u„ a cero, en la
pared misma, y se puede aceptar, dada la pequenez de e, que la derivada ^
llft .
es constante y que v a l e - 2-. Los frotam ientos interiores verificados p or u n i­
dad de superficie a lo largo de un camino dt s e rá n :

u„ dt

y son, por .hipótesis, iguales a los parietales que se verifican a lo largo de


u0 dt en la unidad de superficie de separación de la capa y el resto de la
corriente, que valen:

y B «o2 «o dt

Se tiene, p u e s:

2
= T B «o®

26 )
X B u0

es decir, que el espesor de la capa se!hace más pequeño m ientras m ayor sea
V e lo c id a d lim ite 107

la tem peratura y la aspereza de la p a re d ; tomando una tem peratura de 100


a la .que corresponde un coeficiente de viscosidad n = 0,000133, y aceptan­
do un valor medio de B — 0,000885, se tiene: (1 ).
0,00015

es decir, que vale 1,5 décimos de milímetro para un metro de velocidad pa­
rietal.
27. Cambio de régimen. V elocidad lím ite.—Se ha dicho anteriorm ente
que la pérdida de carga en el régimen tranquilo está dada, en función del diá­
metro de un conducto circular, por la fórm ula:

L a de un movimiento turbulento de un' conducto circular, notando que el


radio hidráulico R = D / i es, según lo dicho:

i b V2
D

para un diámetro dado y a una tem peratura dada, se puede p oner:

J 0 = IC'Ü . y J t = K tU 2

Expresando estas relaciones en el g rá­


fico de la Fig. 31, si se lleva en ordenádas
los log J y en abscisas los log V, se ve que la
pérdida de carga del movimiento estratifica­
do que es una recta de coeficiente angular 1,
se corta con Ja del movimiento turbulento de
coeficiente angular 2 en u n punto C. Este
sería el punto de cambio de régim en; es de­
cir, que con velocidades menores es solamen­
te posible el régimen de Poiseuille y con ma­
yores, el turbulento. E l punto C correspon­
de a la ecuación:
32 ¡i ü 4 bU 2
•(D 2
■(1) Con los valores de S dados en u na n ota an teriorm en te, se lleg a ría a los s i­
g u ie n te s esp eso res de la cn/pa a d h e ren te e n a g u a a 10® d« tem p era tu ra :

j p a red es lis a s ......... e = 0 ,0 0 0 2 2 /u o


C orrientes peq ueña«:
| p ared es A s p e r a s ..'« = 0 ,0 0 0 0 1 6 /u o
_ . • . I p ared es lis a s ......... e = 0 ,0 0 0 4 2 /u
C o m e n te s g ra n d es: < . ' 0
| p ared es ftsp?ras . e — 0,000057/ n Q

E s to fija r la un cr iterio p ara ju z g a r el tu n a fio de la s a sp e reza s que no in flu y en


porqué quedan em b eb id as on la capto ad h ó r en te. * *■ '' ''
108 Curso de H idráulica General
*---------------------- --------- ------------------------------ A__________________

que da para la velocidad el valor:

27) Ü = = _ Ü Í _ - = _8J
■¡Db -¡D

Las experiencias de Reynolds indicaron para la velocidad del cambio


de régimen o límite, que él llamó crítica, una expresión análoga a ésta; pero el
fenómeno no es tan simple como el gráfico indica, pues hay una zona en que
los dos regímenes son posibles: si se operá aumentando U, se puede llegar con
el movimiento estratificado hasta un punto B, y ahí bruscamente el movimien-
'to se desordena y convierte én turbulento. Si se opera disminuyendo las velo­
cidades, el régimen turbulento permanece hasta C. E ntre los puntos C y A o
C y B, los dos regímenes son posibles y se presentan alternativamente, como
lo experimentó Couettc (1890) observando una vena que vaciaba un depósito
a través de un tubo de casi 30 cm. de longitud y de 2,6 mm. de diámetro. E l
vaciamiento con carga superiores a 0,75 m . daba una vena áspera, propia del
movimiento turbulento. E ntre cargas-de 0,75 a 0/35 m., la vena sufría sobre­
saltos irregularmente espaciados primero y regulares después. Los sobresalto*
consistían en que se volvía a intervalos lisa y el chorro tenía entonces mayor
alcance, retornándose bruscamente áspera con menor alcance. Con cargas me­
nores de 0,35 m . la vena era definitivamente lisa (1 ). Esto prueba que hay
una zona de transición entre ambos regímenes y que la pérdida de carga es
menor en el régimen estratificado. E n éste es solamente proporcional a V,
mientras que en el turbulento lo es casi a Z72.
La expresión de la velocidad límite, dada por Reynolds para el punto
C, límite inferior es: (2)

28) ü 0= — -^ -(m /se i


P D

en que K es un número, por eso llamado “ Número de Reynolds”, de gran


importancia como se verá.
1 K
E n esa fórmula ----- — 19,8. P ara el límite superior, da Reynolds un
P
valor 6,6 veces mayor, o sea,
130,7 |j.
29) V , = ----- =¡—

(1 ) H em os repetido varias vaces e s ta exp erien cia en el laboratorio, m idiendo


con ella aproxim adam ente el lím ite in ferior do la velocidad critica., en acuerdo su ficien ta
con R eyn old s.

(2) R eynolds escrib e U . = — --------------------- - ------------------- —— . E l valor de


V y ° 278 1 + 0,0337 t + 0,00022 f D
arrib a eq u ivale a éste, dejando el co e ficie n te de viscosid ad con. su valor en globo. Comd
p = 102 kg. masa por ms, el coeficiente K e n . la expresión 28 viene a valer 2020.
N ú m ero d e R e y n o ld s.— R ég im en d e tra n sició n 109

L as experiencias m odernas de N ikuradse (1 ), que confirm an investi­


gaciones anteriores de Blassius y de Shiller ( 2 ), proyectan nueva luz sobre
el fenómeno del cambio de régim en y d an además u n a escala más científica
p ara m edir la rugosidad de las p ared es. E n efecto, la p érd id a de carga del
32 u.U ■ V-
régimen estratificado ./ = ----- * haciendo J = X —— , nos da p ara X
v O- 2g

(3) el valor:

30) Xc 32
D PD V

Las cantidades de la segunda fracción son la inversa del número de


Reynolds, razón entre el producto D U de la dimensión o del radio hidráulico
por la velocidad, y la viscosidad cinem ática u, que llamaremos B c, luego, po­
demos poner p ara u n diám etro dado, o más general, u n radio hidráulico
ñ = D / 4 , dado
/
32 1 8 1 Kx
31) X„ =
1) R, R Rr ~

ecuación de un a hipérbola equilátera, que nos dice que X v aría en el régimen


de Poiseuille inversam ente con el núm ero de Reynolds.
E n el régimen turb u len to se te n d ría :

* V2 _ b V2
* »g R :

que nos da

2 gb
32)
R. j

valor independiente del núm ero de Reynolds, pero función de la rugosidad de


lá pared, caracterizada p or el coeficiente 6 .

( 1 ) S tr ö m u n g sg e se tz e in rau h en R ö h r e n . B e r lin , 1 9 33.


( 2 ) E xp erim en telle U ntersu ch u n gen zum T urbulenzproblem . 1921.
(3 ) E n rigor \ e s la razón en tre la c a íd a de a ltu r a M e p resió n p or u n id a d de
Xji .
lo n g itu d y — ^ ; de m od o q u e es u n n ú m e ro . P o n e m o s la fo rm a fr e c u e n ta ■que n o a lte r a

lo s re su lta d o s, p u e s -eq u ivale a d e c ir q ue el p aso e s p e c íf ic o es p ro p o rcio n a l a la m a sa


e s p e c ífic a E s p ues, s in d im en sion es. x
110 Curso de B td r á iilic a General

E l tránsito de un régimen a otro se hace lentamente, habiendo una


región en que no hay propiamente ni uno ni otro. L a velocidad límite infe­
rior, dada en la ecuación 27, corresponde al número de Reynolds (1) :

/ DTJ ' 8
33) R„ = --------= — — = 2 0 0 0
u gb

E n tubos lisos había encontrado Blassius que si se aumentaba la ve-


K 32 v. TJ
loeidad se pasaba del régimen de Poiseuille (donde X = ——— , ./ = ---- ——)
ac y U‘
a un régimen que no corresponde al turbulento, dado por las ecuaciones

r b l 1* ' 2 gb
J = ---- jr----- y X, = -----¡r-----, sino a:

0,0395 D*
X= P 02V Y J = 0,000068 ~
C7V

válidas para números de Reynolds comprendidos entre el valor críti'eo 2500,


hasta R c = 100000. Si Rc > 100000, el coeficiente X valdría en los tubos lisos
según N ikuradse:

0,0277
X = 0,004----- ’

Operando N ikuradse con rugosidades - distintas, controladas, K /D , en


que K es la dimensión de los granos artificialm ente adheridos a la pared y
D el diámeU-o del tubo, observó que yendo desde pequeñas a grandes veloci­
dades se observaba lo que indica la figura 32, E n esta figura las ordenadas
son los logaritmos de X y las abscisas los logaritmos dé jB«. Se ve que cual­
quiera que sea la rugosidad del tubo, si R c era menor de 2500, en todos ellos
el escurrimiento era estratificado o de Poiseuille, indicado en la recta de
coeficiente angulár igual' a la u n id a d . E n todos ellos se destruye el régimen
estratificado' para el mismo valor R c= 2 5 0 0 , pero al paso que los menos rugo­
sos entre los observados (K /D menores) resbalan sobre “ la recta de Blassius”
de coeficiente angular % en el diagram a logarítmico, los de mayor rugosidad
la cortan; m ientras menos rugosos los tubos, más se adhieren al régimen de
Blassius y m ientras más, menor contacto tienen con él. P or último, cuando iJe
está cercano al valor 250000, todos los tubos observados toman un régimen
independiente de R*, pues su régimen queda indicado por una paralela al eje
de las abscisas. Los valores de X que entonces tienen, a igualdad de diámetro

( l j É l lím ite sup erior 4 e la v elo cid a d lím ite corresp on d ería, d ed ucid o de la
ecuación 29, el valor R 0 = 13100. Segú n E eynolda, tel lím ite in ferior es 2000— 2100, como
se d ice en la n o ta 2 de la p á g in a 108.
F ó r m u la de las corrie n te s 111

o radio hidráulico, son funciones exclusivamente de b, coeficiente que. depende


de la rugosidad (fórmula 32), y nos viene a dar una medida relativa de di­
cha rugosidad.

Fig. 32
Con anterioridad, Schiller había hecho una experiencia también de grau
importancia que pone de relieve la influencia de la “ pre-turbulencia”, en el
punto de la transición de un régimen a otro. La pre-turbulencia o desorden pre­
vio fué introducida artificialmente en el escurrimiento por Schiller por medio
del aparato'esquemáticamente indicado en la figura 33. Por el tubo liso UN
escurre agua que penetra a él por la bocina M. La placa P es susceptible de
acercarse o retirarse a la bocina M, a voluntad. Si se acerca' la pan­
talla a la bocina, la agitación de entrada tal tubo aumenta, y por lo
tanto, el régimen turbulento tendrá más facilidad de presentarse. Para
una posición dada de la placa, comenzando con velocidades pequeñas, las
pérdidas de.carga, o mejor, X, se aplican.exac­
tamente sobre el régimen de Poiseuille. Con
N cierta velocidad para cada posición de la' placa
-fj I Z Z se separa el régimen de la recta del movimiento
estratificado y se va bruscamente a la recta de
' Blássius, para un valor bien determinado del
Fig. 33 número de Reynolds. Cualquiera que sea
la posición de la placa, por grande que sea
la agitación inicial nunca se logra que el cambio de régimen, se haga con' va­
lores del número de Reynolds menores de 2500. Por último, a medida que se
aleja la placa de la bocina del tubo, el punto de abandono del régimen de
Poiseuille se hace en un número de Reynolds mayor. Este conjunto de hechos
prueba que la velocidad limite mínima de Reynolds es bien definida-y corres­
ponde al valor Ut =2500, como antes se dijo y corrobora el hecho de lá.ten-
C u rso d e H id rá u lica G eneral

deneia a perm anecer del régimen lam inar o estratificado, más allá de ese lí­
mite cuando -se disminuye la agitación inicial o “ pre-turbulencia” .
Las experiencias de Gibsori indican que la fórm ula de Reynolds no es
del todo aplicable a tubos de m ayor diám etro que los experimentados por ese
autor. Bannes y Cúker (1904), deducen de sus experiencias, límites más alejados
p ara las velocidades límites TT0 y Ui. Eckmañ, en 1910, experimentando en
los mismos aparatos de Reynolds, dice que la velocidad límite superior pue­
de llegar a ser 3,66 veces mayor que la indicada por Reynolds. Todas estas apa--
rentes anomalías quedan aclaradas con la experiencia de Nikuradse, ya co­
mentada.
Además de este límite n atu ral de separación de ambos regímenes, es
necesario observar que en adecuados casos se le puede variar enormemente.
Tal sucede cuando una corriente se acelera rápidam ente, igualándose las ve­
locidades de todos sus filetes. En tal easo, los frotam ientos interiores disminuyen
tam bién 'porque la derivada d v /d n tiende a cero. E n conos convergentes
de 5“, 7°30', 100 y 15° observó" Gibson que la velocidad límite .superior subía
(a igifaldad de sección) con el ángulo de convergencia. Los aumentos del
número de Reynolds correspondientes a la velocidad límite superior, encon­
trados por Gibson en diám etros extremos de 7,6 y 3,8 cm., en la parte an­
gosta, es decir, a la salida del cono, son los siguientes:
ángulo = 5° 7°30r 10° 15»
aumentos = 4,7 6‘ 7,8 10,2
Como el número de Reynolds correspondiente a esa velocidad fué de 124000,
en un ángulo, por ejemplo, de 15°, el límite superior se traslada al valor
= 10,2 X 124000 = 1 265 000.
Este aumento del campo del régimen estratificado se observa aún en
canales de m ayor m agnitud con paredes lisas.
Los aumentos paulatinos de sección producen el efecto contrario, es
decir, bajan la velocidad lím ite; así sucede, por ejemplo, en los conos diver­
gentes o difusores. • »

28. -Ecuación de las corrientes permatientes e impermanentes.— Los


frotam ientos determ inan la repartición de velocidades en la sección. E n mo­
vimiento perm anente uniform e esa distribución es invariable a lo largo de
la corriente; pero en movimiento gradualm ente variado, incrementos positi­
vos o negativos de altu ra de velocidad van haciendo cam biar esa repartición
de velocidades. P ropia es de los capítulos de las corrientes descubiertas y ce­
rradas la exposición de estas cuestiones; nos limitaremos aquí a, la idea
genera!.
Si partim os de velocidades iguales y las condiciones de la canalización
son las que se requieren p ara el movimiento uniforme, dice Boussinesq que
es necesaria una longitud de 30 veces el ancho de la sección p ara producir la
repartición de velocidades del movimiento uniform e. Según algunas expe­
riencias es m ayor aun la longitud necesaria. Las experiencias generales de
pérdida de carga por unidad de longitud sentadas p ara ambos regímenes su­
ponen el movimiento uniform e producido con todas sus circunstancias per-
P é rd id a s de carga g en erales o de fro ta m ien to s

feecionadas, es decir, incluida la repartición de velocidades. Fijando, sin


embargo, nuestra atención en las corrientes descubiertas, hemos de aceptar
que el movimiento uniforme, especialmente en régimen hidráulico, es teórica­
mente imposible y prácticam ente escaso, aun contentándose con una aproxi­
mación poco rigurosa. E n efecto, ¿cómo pretender la constancia absoluta de
forma de sección, pendiente y rugosidad de paredes en lechos de canales 1 En
realidad, el movimiento de esas corrientes es gradualm ente variado, poco d ife­
rente del uniforme. A hora bien, como en esta clase de corriente es donde se ha
medido la pérdida de carga, parece lógico aceptar que la . expresión de ella,
dada p ara corrientes uniformes, sea válida para las gradualm ente variadas ( 1 ).
Al volver a tra ta r de esta clase de corrientes, se considerará la cuestión con
m ás detalle.
Se acepta, pues, que la expresión de la pérdida de carga es válida p a­
ra todos los movimientos turbulentos perm anentes. Recordando la ecuación
completa de Bernoulli p ara el caso en que existan pérdidas de carga única­
mente de frotam iento:

2 A= f
I Jd s— If
b ü‘
di

Jo Jo

podremos escribir la ecuación 43) del capítulo anterior

V2 [\ * ds = Cte.
34) z+ -
2g
1 7
Si derivamos esta expresión respecto al camino, tendremos:

, 1 dp d b U‘
35) -í— +
Y ds ds 2g 1 ' R

E n la ecuación de arriba, z ' es la cota


de un filete cualquiera: la línea definida
anteriorm ente como eje hidráulico. Es en
lo.s canales y cañerías de formas usuales,
un filete líquido; z puede ser entonces
la cota del eje hidráulico, y d z /d s su
inclinación, es decir, la de la superficie li­
Fig. 34
bre si se tra ta de corrientes de contorno
abierto o canales (F ig. 34) ; en este caso el segundo término desaparece. Tratán-

( 1 ) U n a discusión teórico-experim ontal do la idea exp u esta puede verse en


'*1E scu rrim ien to variad o d el a g u a en los c a n a le s ” . S a la s E d w a r d s . 1933. P ríg s. 33 y
sig u ien tes. -

8 . —-H id rá u lic a
Curso de H id rá u lica G eneral

dose de cañerías o corrientes cerradas, es el lugar geométrico de los centros de


gravedad de las secciones sucesivas (F ig. 3 5 ) ; en estos puntos se verifican las
presiones medias de la sección. E n todo caso d z /d s es el seno del ángulo que
form a el eje hidráulico con la horizontal: sen / ,
en corrientes abiertas siempre pequeño, de mo­
do que se puede poner tg I o simplemente I.
Como dz es negativo, se pone — sen 1 o — tg I,
según los casos.

E n resumen, la ecuación general de las


jp ig m 3 5 corrientes perm anentes cerradas o cañerías es:
i1 dp ,. ., ad (, U2 \ , b üu*
*
36) T ^ - ~ se n Z + ' ^ ( a T 7 ' + - R - =
;y: la
la de cañales e corrientes a b iertas:
ie rta s:
d f ü * _ \ , b V»
■= o
*9
Si las corrientes, además de ser perm anentes son uniformes, la deriva­
da de Ja velocidad respecto al camino es nula, como también lo es la varia­
ción de a, de modo que las ecuaciones anteriores se reducen a :
corrientes cerrad as:
oo\ i 1 dp b U2
38) sen I -----------— =—
y ds R
corrientes abiertas:
38a) I= b^ ’

-La ecuación de las corrientes impermanentes nos es dada por la intro­


ducción de las condiciones de este movimiento en las ecuaciones generales de
la Hidrodinámica.
'•Eligiendo como en el párrafo 16 (página 42) un sistema de ejes coor­
denados, en que el de los X lleve la dirección y sentido de la corriente, y los
otros dos en la sección normal de ella; las ecuaciones referidas a los ejes de
las Y "y de las vZ, son las-dadas allá. La ecuación referida al eje de las X , no­
tando que las derivadas parciales de la velocidad respecto a los otros dos ejes
son nulas, se puede escribir:

dt dx p dx
Las fuerzas exteriores son el peso y los frotam ientos; la componente del pe­
só, por unidad de masa vale g senl, si 1 es la inclinación de la corriente respec­
to a la horizontal. Los frotamientos, que nos dan componente son los p arieta­
les, que por unidad de masa, idénticamente a los de los movimientos perma-
. b V 2 y dx bV 2 _
nentes, se puede aceptar que valen: — Los frotamientos, que
16 ax
se oponen al movimiento se proyectan en verdadera magnitud con signo ne­
gativo. Se tiene pues la expresión:
P é r d i d a s d e c a r g a s in g u la r e s 115

du du bü2 \ 1 dp
39) = gfsenl
~ d T + u dx r r p dx

que es la ecuación general de las co rrien tes im perm anentes, c erra d a s y ab iertas.
E n las ab iertas en vez de sen I se pone sim plem ente 1.
T odas estas ecuaciones las com entarem os en los c ap ítu lo s respectivos,
n o tando aquí únicam en te que la ecuación 37) es la del m ovim iento g ra d u a l­
m ente variado p erm an en te en los canales.,.

29. P érdidas de carga singulares.— El- estu d io ra c io n a l "de- las p é r­


d id as de carga sin g u lares está, en la H id rá u lic a hoy d ía, en u n estado m uy
sem ejante al que ten ía hace u n siglo, cuando
B élanger abordó el de los ensancham ientos
bruscos en contornos cerrados. P u ed e d ecir­
se que, fu e ra de esta cuestión, poquísim o m ás
se ha adelantado, com pletándose sí algunos
casos de ensancham ientos bruscos en canales,
con éxito, pues su e s tu d io . racio n al h a dado
resu ltad o s en teram en te de acuerdo con la ex ­
p erien cia; ta l ha sucedido con los ensanches
que siguen a com puertas' y el estu d io de los
resaltos.
L as sin g u larid ad e s en que se pro d u cen
p érd id as de carga las podem os c lasificar en
tre s tipos, que so n : a ) v ariaciones b ru scas de
sección o ensancham ientos bruscos (F ig . 36, a
y 6 ) ; b ) variaciones co n tin u a s d e sección a
lo larg o de la co rrien te, que p u ed en ser dis- ■
m inuciones (conos convergentes, em budos de
e n tr a d a ), o aum entos d e ella (como d iv e r­
gentes, difusores, em budos de s a lid a ), (F ig .-
36, c y d ) ; p o r últim o, c ) variaciones b ru s­
cas o p a u la tin a s de la dirección d e 'la c o rrien ­
te, como en codos y curvas. (F ig . 36 e y f ) .
T odas estas p é rd id a s de carg a sin g u la ­
res pueden p resen tarse evidentem ente- en sin ­
g u larid ad es de contorno cerrad o o ab ierto . E l
m étodo de cálculo es siem p re el mism o y con­
siste en la aplicación del t e o r e m a d e las can ­ F ig . 36
tid ad es de m ovim iento a la m asa líq u id a li- ( ,
m itad a p o r dos secciones term in ales que en cie rren el fenóm eno. E l éxito de­
p en d erá únicam ente del conocim iento de las fu erzas que o b ran sobre esa m a sa ;
generalm ente la avaluació n d e la s presiones, fro ta m ie n to s o sim plem ente la
lo n g itu d del fenóm eno, p re se n ta n d ific u lta d e s in salv ab les; vienen entonces h i­
pótesis sim p lificato rias que si son felices d a n resu lta d o s conco rd an tes con la
experim entación.
116 C urso de H id rá u lica G eneral

E n la ecuación 44) del C apítulo I I I hemos indicado que se acostum­


bra a escribir una pérdida d e carga singular A en función de a ltu ra de ve­
locidad inedia, poniendo:

en que X representa u n “factor de resistencia" o número que m ultiplicado por


dicha altu ra de velocidad nos da la pérdida singular. Las pérdidas de carga
singulares por ensanchamiento brusco se pueden considerar producidas por
choques de masas veloces co ntra menos veloces qué se les oponen. E n ellas no
predom inan frotam ientos interiores, por lo tanto, existe semejanza mecánica en
disposiciones geométricamente sem ejantes. E n consecuencia, siempre que po­
damos prescindir de frotam ientos interiores, los números X son los mis­
mos eñ disposiciones geométricamente sem ejantes, cualesquiera que sean las
m agnitudes absolutas d e ' las canalizaciones Eso supone, especialmente en
contornos cerrados, que las canalizaciones se. llenan completamente, p ara lo
cual son. menester form as apropiadas y presiones suficientes. La prim era cues­
tión, que podríamos decir es geométrica, se refiere especialmente a conos di­
vergentes o tubos de form a de trom peta que desaguan al aire libre o -en poca
presión f in a l: la vena, en esos casos, es incapaz de llenar conicidades muy
grandes y los ensanches bruscos necesitan u n a longitiid mínima p ara ser lle­
nados. L a segunda se refiere al fenómeno de cavitación consistente en el des­
prendim iento de gases disueltos en el agua, especialmente oxígeno naciente en
las gargantas estrechas de las canalizaciones en que la presión desciende más
allá del límite crítico indicado p or la ley de H enry (1 ) . L a turbulencia da
estabilidad al escurrim iento, es decir, aum enta la adherencia a las paredes y
dism inuye algo la separación de gases. E s im portante la existencia de tu rb u ­
lencia especialmente p a ra la prim era cuestión, evitando la separación de la
vena de las paredes de las canalizaciones y mucho más necesaria es su p re­
sencia en los fenómenos de A erodinám ica que en los de H idráulica.
Cuando la vena se separa de las paredes, y a sea por formas inapropia­
das de la canalización .o por efecto, del desprendim iento de gases, las pérdidas
de carga no son proporcionales a las a ltu ras de velocidad. Acompaña a la
corriente un estertor, a manera, de líquido que hierve, que aun destruye mo­
m entáneamente la constancia del gasto, y, p o r lo tanto, el movimiento p e r­
manente. No son, pues, aplicables en estos casos las ideas expuestas.
A continuación vamos a sentar, la fórm ula clásica de pérdida de carga
por ensanchamiento brusco, llam ada de Borda, que fu é el prim ero que la
enunció.
E n una canalización cerrada, un ensanchamiento brusco significa una
ráp id a disminución de la velocidad de los filetes medios-locales; se puede de-

(1) La cantidad de aire que adm ite el agua ,en disolución es función inversa de
la presión y de la temperatura; la ley da H enry .dice que la solubilidad de un determinado
gas >en un líquido determ inado es para cada temperatura, .proporcional al gas. Si un
liquido se encuentra 3Ú prosoncia de una m ezcla d-e gases (caso del aire) cada uno
de ellos se disuelve proporcionalm ente a eu co eficien te de solubilidad y a la pr3sión
que le corresponde.
P é rd id a de carga p o r en sancham ien to brusco

cir que se produce un choque de la masa más veloz que llega, con la menos
veloz que le sigue. E n realidad, el fenómeno en movimiento turbulento no es
sencillo de im aginar, pues, no conocemos la form a de las trayectorias en el
ensanchamiento de la corriente. Solamente p a ra sim plificar hablamos aquí
de expansión de filetes, exagerando, en exceso, la idea de movimiento me­
dio-local por filetes determ inados. E s un hecho experimental indudable
que un poco aguas abajo del ensanche toda la sección participa del es-
eurrimiento (Fig. 37), por lo tanto, se ha verificado la expansión. No sabe­
mos qué forma va tomando la vena en el en­
sanche, pero es evidente que alrededor de ella
queda líquido llamado “ m uerto” , que no par- \
ticipa del eseurrimiento general, animado d a :
movimientos giratorios que le comunica ! a :
misma vena. Estos torbellinos que rodean la
vena, absorben energía quitándosela a la co­ Fig. 37
rriente y además, chocan contra la corriente
misma. Este conjunto de fenómenos, a los que habría que agregar los fro ta ­
mientos inherentes a todo movimiento, constituyen una pérdida de carga sin­
gular de importancia. E l cálculo de ella, que puede hacerse aplicando el teo­
rema de las cantidades de movimiento, requiere el conocimiento de las presio­
nes en las caras terminales, es decir, en las secciones vivas, y en el anillo que
rodea a la sección viva anterior. Las presiones en 0 0 y £2i (F ig. 38)pueden
aceptarse sencillamente hídrostátieas, puesto que podemos suponer filetes
medios-locales paralelos antes y después del ensanche. E n el anillo que rodea
a la sección Q„ el líquido muerto, animado de torbellinos violentos, no nos p er­
mite aceptar una hipótesis sencilla de variación de presión, sino en el caso que
se acepte también que la velocidad media-local jun to a la pared es nula, aunque
la velocidad instantánea no lo sea. Parece, además, que el sentido de tal velo­
cidad es bien definido, contrariam ente a lo
que requiere la hipótesis de término medio
nulo. La experiencia revela (1) que la pre­
sión en ese anillo es menor que la de Q„ y
tanto menor cuanto mayores son las velo­
cidades y la razón Q j/Q 0. Solamente és des­
preciable la diferencia entre la presión m e­
d ia en el anillo £2i — y la de'£ 2„, en ra ­
zones Dt/Q,, menores de 1,45.
Siguiendo la idea de Pliegner, tomare­
mos en cuenta la presión media en el- anillo
que rodea a la sección inicial en la aplicación
del teorema de las cantidades de movimiento,
Fig. 38 como d istin ta de la hidrostática que reina
en í)0.
Aplicando el teorema citado a la masa líquida encerrada entre A , C y la
sección £2j y tomando como eje de proyección uno paralelo al eje hidráulico

(1 ) Nos referim os a las m edidas hechas p.or A rcher (1911) y Gibson (1 9 0 8 ).


US C urso ' d e H id rá u lic a G en eral

(F ig . 38), escribiremos que el increm ento de las cantidades de movimiento en


la unidad de tiempo, proyectado sobre el eje hidráulico, es igual a la proyec­
ción de las fuerzas.
t Y
E n el tiempo dt e n tra p or Q„ la masa — Q 0 V„ d t y sale p or la sec-
0
ción fin al Q i una masa ig u al. E sta masa e n tra con velocidad ü 0 y sale con
velocidad ü i, comunes, por hipótesis, p a ra todas las p artículas en cada sección,
de modo que el increm ento de cantidad de movimiento que ella recibe en la
unidad de tiem po vale:

O» ¡7o( ül — U0) ==-?- Ql L\ (ü t — Vo)

E l resto de la masa líquida en cerrada entre las secciones term inales p er­
manece entre ellas y como él movimiento es perm anente y el gasto constante,
no v aría su cantidad de movim iento. Las fuerzas que d an proyecciones son el
peso, cuya componente es y Qj l sen a, negativa en la fig u ra, y las presiones
en las caras term inales. Si llamamos p 0 la presión u n itaria que existe en el
centro de gravedad de ü 0; p , la de S i y p el térm ino medio de la reacción
en el anillo Qi — £2», que rodea a £2„; la componente tangencial de las p re­
siones, o sea, la resultante de los frotam ientos, tiene la dirección del eje de p ro ­
yección, pero como la velocidad del remolino ju n to a la pared es inversa de
la de la corriente, aquélla, que llamaremos F , tiene el sentido de ésta. E l teo­
rem a nos dice, pues:

~g ^ T^ 1 sen a p° — Pl p ^ ^
N otando que — l sen a = za — z¡, cotas de dos puntos homólogos de
y £2i, como los centros de gravedad, por ejem plo, dividiendo por
Q i y y, se tiene:

40) ^ - (i( U1-


U i, —U 77,o )\J ==— , i I — — Q „.
, ____ -*1 Pi
' 1 —
\ / . y Qi Y yCl¡

E n el caso que p = p0, y de frotam ientos supuestos despreciables, se


ten d ría :

40a) ^ 1( ,V l - ü 0) = ¡0 + ^ ----- 2 l _ P L
9 v ' y y

E l segundo miembro es la diferencia de cotas piezométricas y como Ui


es siem pre m enor que Uo, quiere decir que la cota piezom ètrica fin al es siem­
pre m ayor que la inicial.

J7o2
A gregando a ambos miembros ---- --------- —- se obtiene en el segundo la
*O 2g
F a c to re s d e re s is te n c ia p o r p é r d id a de en san ch am ien to brusco 119

diferencia entre las sumas de B ernoulli antes y después del ensanche, es de­
cir, la p érdida de carga. P o r lo ta n to :

41) A — Ut* U lU ° | Vo* Ul* — (-ü ° — V l ) *


g g 2g 2g 2g

que es la expresión dada por B orda en 1766, expresando que la p érd id a de


carga es igual a la altura de velocidad perdida, asimilando el fenómeno que
nos ocupa al choque de cuerpos sólidos. B élanger (1840), expone esta teoría
suponiendo que la presión es variable liidrostáticam ente en toda la cara ante­
rio r íí„ más el anillo circunvecino; lo que equivale a la suposición p = p„, como
lo hemos hecho, pues indica que la presión media o única, en el anillo, es
la correspondiente al centro de gravedad de él, que coincide con el de Í2».
Razonando en form a análoga a la anterio r, pero tom ando el teorema
de las cantidades de movimiento con p distinto de p 0 y con frotam ientos, se
llega a :
( ü o — ü t)* p0 — p / f
■42)
— 2g ^ t k' Í 2i ' t a,

Como se ha dicho, p es m enor que p„ y, por lo tanto, el segundó térm ino


de la expresión anterior es positivo y se agrega a la fórm ula sencilla de B or­
d a . P o r otro lado, los frotam ientos entre el líquido llamado m u e rtó 'y la -p a ­
red dan otro térm ino negativo que tendería ‘a compensar; én esta ecuación; el
exceso sobre la fórm ula de B orda que da la presión p m enor que p 0. E ñ el
estado actual de la experim entación y siguiendo a Gibson (1908) no vale la
pena complicar la expresión sencilla de B orda con otros térm inos de dudosa
e x a c titu d . Se puede aceptar, sin grave error, que el segundo térm ino es de
igual valor al tercero y que la expresión sencilla de B orda 41) está con­
firm ada por la experiencia, aceptando la ecuación de la p érd id a de carga de
ensanche b rusco:
. fZ7„— Í M 2
A= -
2g

Como el movimiento es perm anente de gasto constante, se tiene:

V0= V t - ^ ~ y u l = u0 ü °
Q„ ' fli

valores que al ser reem plazados en la fórm ula anteriipr nos d a n :

43a) A: a
f V u °i
£2i > 2g

Qi
43b) A = (■ i ) ’ ü '2
U. ' 2g
ISO Curso de H idráu lica General

Los factores de resistencia de la expresión de Borda son entonces:

m ■ . » .= ( . £ _ , ) •

en alturas de velocidad inicial, y

m k = (-g --i)'

en alturas de velocidad fin al.

E n contornos abiertos los ensanches bruscos se presentan en tres for­


mas diferentes: simple bajada del fondo sin variación del ancho (grada de
b a ja d a ); variación de ancho únicamente, y unión de ambas circunstancias.
También puede presentarse el ensanche sin que se altere el lecho, fenómeno que
se llama resalto. Cerca de la sección menor hay siempre líquido muerto anim a­
do de movimientos irregulares, pero dotado de energía cinética considerable,
esta energía es evidentemente parte de la energía total de la corriente que llega
que, como no es devuelta a la corriente que sigue, significa para ella una pérdida
de carga. El caso más frecuente es áquel en que la corriente ensanchada co­
rresponde a un río o corriente tra n q u ila ; nos ocuparemos principalm ente de
este caso. E n esta hipótesis la- aplicación del teorema de las cantidades de
movimiento nos da idea del fenómeno. Sucede en general que el nivel del eje
hidráulico se peralta en el ensanche. P a ra la aplicación del teorema citado,
es necesario conocer la presión que obra en las caras en que hay líquido m uer­
to. Tomaremos el caso general de ensanche de fondo y lados simultáneamen­
te (consideraremos únicamente lechos rectangulares) y supondremos que en
las caras M N y a (F ig 39), en que hay líquido muerto, rige la ley hidrostáti-
■ ca contada en una sección ficticia de nivel
h' intermedio entre h 0 -(- a y (1 ). Se
considerará para la aplicación del teore­
ma la masa comprendida entre la sección
MN inmediatamente anterior al ensan­
che y A A , donde éste ya ha terminado,
y se proyectará sobre un eje horizontal
que tenga la dirección del escurrimiento.
E n la unidad de tiempo entra por NN y
sale por A A 'la masa del gasto: — Q,
pues el .movimiento es perm anente. El
Fig. 39 resto queda entre N N y A A , la masa del
gasto es la única que recibe incremento
de velocidad en la unidad de tiem po. Ese incremento, considerando en ambas
seccionesterminales todas las velocidades iguales entre sí, llamando U„ la in i-.

( 1 ) E s ta h ip ó te s is con d uce a resu lta d o s -m is gen er a les y , por lo -tanto, mfis re a les
ou c la que hizo B itte r (1 8 9 5 ), que a c e p ta l a p resión h id ro stfitica d esd e e l n iv e l y »
p era lta d o por -3! en sa n c h e (F o r ch b e im er.H y d r a u lik , 1914, p ágin a 2 1 4 ) .
Ensanches bruscos en contorno a b ie rto

Y
cial y Z7i la final, será —~ Q (Z7i — U0) y se proyecta en verdadera m agnitud
sobre el eje horizontal. Las fuerzas que obran son las presiones sobre las ca­
ras terminales, pues descontamos la presión atm osférica. E l peso no da pro­
yección sobre un eje horizontal y los frotam ientos parietales se suponen des­
preciables. La presión total en la cara anterior, en la hipótesis hecha vale:
h'2 h,2 L
Y —— lx, y la de la cara final es: •{—----- ; ambas se proyectan en verdadera
m agnitud sobre un eje horizontal. Se tiene entonces el teorema:

h '2 h hSh

Reemplazando las velocidades por sus valores en función del gasto: ü 0= - ^ - - ,


lo fio
Q
U ¡ = -p -r —, y simplificando, sé puede poner:
■i «i ,

Q - /r 1______ 7,
Q- J _ \1 _ \ 7»-2 A'2 A,2
gh2 \ ■l„ 7i„ J 2 2

<?2
La razón ^2 — hc¡3 es la profundidad crítica al cubo en el canal

d.fl ancho li :

E n esta ecuación haremos: X 0= la altu ra relativa antes del en-


«d
h hf ’l
sanehe: X j = —— , la de aguas abajo; X ' = —— y n — —— , la relación de
ho Íq •
ensanche:

1 n X '2 X ,2
44)
X,

esta ecuación general exige el conocimiento de X ' en función de las condi­


ciones del ensanche, tales como n, relación de anchos y de a-, altura de la gra­
d a. E n el caso especial n = l , es decir, canal de ancho constante, y X ' — X 0
(a = 0), tendremos:

45) 1 i __ * i •^°2
X, + 2 X„ 2

que corresponde al resalto, que es un ensanchamiento brusco de la corriente


sin variación en la forma del lecho.
íes C urso d e H id rá u lic a G en eral

E n tre los casos de ensanche que pueden presentarse está el de X ' > X „
p ara a igual o distinto de cero y con n igual o distinto de la unidad, últim a­
m ente estudiado por Escande en el desagüe de com puertas de fondo.
H aremos más adelante el estudio especial en cada caso, introduciendo
un. adecuado valor de X ', con lo que podremos calcular, por diferencia de
los B ernoulli, la pérdida de carga sin g u lar.
A la ecuación 44) la llamaremos ecuación de la “ Momento,”

30. Sem ejanza m ecánica en Hidráulica,.— Como hemos hecho mención


de la ley de sem ejanza mecánica, vamos a d a r algunas nociones fundam en­
tales de ella. Cada día crece la im portancia de su aplicación que es la base
de la teoría de los modelos cuyo increm ento se acentúa más y más. Sin em bar­
go, es común en H idráulica- exagerar su aplicación a problemas que el cálculo
es capaz de resolvernos.. E n estos casos el estudio en modelos deberá, a nues­
tro juicio, ejecutarse únicam ente como una comprobación o un mejoramiento
de un proyecto. Su im portancia es m ayor y los resultados de su aplicación a
modelos son sorprendentes en contornos cerrados, especialmente en máquinas
hidráulicas y se ha hecho el método insubstituible en los medios indefinidos,
como sucede en A erodinám ica y Navegación m arítim a.
L a sem ejanza mecánica entre dos sistemas existe cuando h ay 'escala de
las tres dimensiones que intervienen en todo fenómeno mecánico: longitudes
L , masas M y tiempos T , y relaciones concordantes en tre las cantidades de esas
dimensiones que intervienen en ambos sistem as; en otras palabras, equivale
a decir que si entre un fenómeno reproducido en modelo en pequeño y uno
grande existe sem ejanza geométrica de dimensiones, p a ra que los fenómenos
de movimientos (en nuestro caso de líquidos), con las ligazones sólidas de
canalización, form a, e tc ., que se desarrollan en ambos, tengan semejanza me­
cánica, es necesario que tengam os en cuenta la relación de masas y tiempos,
además de las propias del fenómeno (de fuerzas, aceleraciones, etc.) que en­
tra n en los dos. Así pues, si las dimensiones en longitud lm de un fenóme­
no estudiado en modelo, g u ard an una relación que llamaremos X con las del
fenómeno grande o n atu ra l o prototipo, de dimensiones l, habrá semejanza m e­
cánica cuando, además de

se tengan las relaciones o escalas de masas n y de tiempos t dadas por las


relaciones

en que las masas que intervienen en el modelo son mm, si m son las del grande
o prototipo y los tiem pos en que se producen los fenómenos del modelo son
tm, si t representa los tiempos del prototipo.
Si hay sem ejanza mecánica en tre dos fenómenos, todas las relacio­
nes numéricas, o sin dimensiones, de ambos han de ser iguales; ta l sucede con
Ley d e s e m e ja n z a m e c á n ic a 1 23

los ángulos, co eficien tes de contra cció n , c o eficien tes de resisten cia , comó se d i­
jo an tes, a ltu ra s re la tiv a s, como Ó /h c, h / h c, c ita d a s e n p á g in a s a n te rio re s
y que h a n de a p a re c e r m ás a d e la n te . T am b ién h a d e> ser el m ism o, si el ré g i­
m en d e e scu rrim ien to es la m in a r, el n ú m e ro de R e y n o ld s.
E n am bos fenóm enos la aceleració n g de la g ra v e d a d , de dim ensiones
L / T 2 es la m ism a, que nos d a la relac ió n n e c e sa ria

es d e c ir

i :— V^>

Si en am bos fenóm enos h id rá u lic o s se o p e ra con ag u a, de d e n sid a d ?>


d e dim ensiones M / L 3, es la m ism a y e x ig iría ta m b ié n

i r -

l¿ = X3

L a escala de velocidades, si Ua, son las del m odelo y u la s del g ra n d e ,


d e dim ensiones L / T , s e rá :

Wm _ __ X

ñ T

q u e en el su p u esto de g ig u a l p a r a am bos, ex ig e:

Mm ^ /—

—« = x/—
V a
=

L a d e aceleraciones, d e d im en sio n es L / T 2, s e r a :

y m______ X

q u e con g c o n stan te d a :

E n g en eral, si e n tr a n fu e rz a s de d im en sio n es - ^ 2~ , la escala de ellas,


124 C urso d e H id rá u lic a G en eral

« u X
si F m son las del modelo y F las del prototipo ha de ser —— , que en el
supuesto de g y p iguales en ambos fenómenos, nos d a ría :

F m __ X____X4 ____ . 3
F ~ ■c2 ~ X — '

es decir, que las fuerzas aplicadas o com putadas en el modelo han de ser
proporcionales al cubo de la relación de longitudes en tre éste y el prototipo.
(Así, si ensayamos en un modelo 100 veces más pequeño que uno grande,
una fuerza de 1 Kg. del modelo equivalente a o tra de 1000 toneladas del p ro ­
totipo) .
L a escala de trabajos, de dimensiones

ML 2 * a2
T- ~
cun y y p ig u a le s , viene a ser igual a X4 ; la de p o ten cias :

Ú LS |i X2
T3 ~ Ta

en el misnío supuesto de la constancia de g y p, sería X3!i.


Si queremos determ in ar la relación o escala de gastos entre nuestro
modelo y el grande, siendo en ellos las dimensiones L 3/ T , tendrem os:

0.n X»
Q ~~ f
que con g constante e s :

así pues, por ejem plo, cada litro por segundo de un modelo 100 veces más
pequeño que un fenómeno grande, representa 100 m 3/s . de é ste.
E n cada caso especial h ab rá o tras relaciones propias. Así, si estudian­
do un fenómeno vemos que depende de presiones u n ita rias de dimensiones
M
P = T f ¡ , sucede que la escala en tre el modelo y el prototipo, p a ra ellas, h a
de ser:

Pm
P
que con g y p constantes'equivale a :
IfCy de s e m e ja n za m ecánica 185

que indicaría que dichas presiones unitarias han de ser proporcionales a las
longitudes. Si en tran altu ras de presión, evidentemente que su escala es la
de las longitudes.
Si intervienen los frotam ientos interiores, en un régimen estratificado
o de Poiseuille, proporcionales al coeficiente de viscosidad, de dim ensiones—
Jj I

que como igual en ambos fenómenos exige —---- = 1, es incom patible con las re-
KT
laciones deducidas de la constancia de g y p ; se exigiría p a ra la semejanza
mecánica viscosidades que satisficieran la relación an terio r o densidades dis­
tin tas en el modelo y el prototipo. E n caso de movimientos turbulentos de­
be tenerse p ara la escala de coeficientes de turbulencia de frotam ientos inte­
riores, la relación

E n régimen turbulento si intervienen frotam ientos parietales propor­


cionales a y B, de dimensiones
ML T2
T2 £* L
es decir, simplificando, M /L s, que son las mismas de la densidad, que es igual
en el modelo y en el prototipo, no se p e rtu rb a tampoco la semejanza .mecánica.
Cuando en el fenómeno grande o prototipo se tiene régimen tu rb u len ­
to, será necesario tenerlo en el modelo, de m anera que hay que asegurarse p re­
viamente de estar no sólo fuera del régim en estratificado, sino, además, de
haber pasado la zona de transición o, como dice Camichel, de haber traspasa­
do “ el um bral” o número de Reynolds, que a La rugosidad de paredes del p ro­
totipo y del modelo, da un régimen, en que el factor de resistencia de pérdida
de carga es independiente de ñ,.. (§ 2 7 ). .
E n fenómenos en que se pueda prescindir de frotam ientos o éstos ten­
gan una acción muy secundaria, es decir, que predom inen acciones de gra­
vedad o de inercia de masas, tales como escurrim ientos en orificios, vertede­
ros, todos los de rápidas aceleraciones (partidores de agua), grad as.d e subida
y bajada, e tc ., es válida la escala de velocidades dada anteriorm ente:

llam ada ley de Froude, muy anteriorm ente enunciada por Newton diciendo
que existiría semejanza hidrodinám ica entre dos fenómenos que guardaban
W2
relación de longitud X, siempre que en ambos fu era el mismo el valor de ~ g f -
E n efecto — — es un número v además, siendo en ambos fenómenos igual el
’ gl
valor de g se evidencia esa igualdad porque equivale a d e c ir:
126 C urso d e H id rá u lica G eneral

o sea

u2 L

E sta relación de que los cuadrados de velocidades de los fenómenos en estu­


dio guarden la razón de la escala de longitudes pone de manifiesto que si
en fenómenos naturales o prototipos existe escurrimiento crítico en alguna
sección, habrá semejanza mecánica en el modelo simplemente habiendo crisis
en la sección homologa, puesto que la altu ra de velocidad crítica es un tanto
por ciento fijo de la a ltu ra crítica en u n a sección de form a geométrica dada.
E s necesario pues, a la inversa, en fenómenos en que en tran fro ta ­
mientos en escurrim ientos estratificados, la igualdad del número de Reynolds.

en que D puede ser una dimensión característica o el radio hidráulico. Fácil es


encontrar en el modelo la igualdad de v, viscosidad cinemática, con el proto­
tipo, lo que dificulta la igualación de i?e. E n todo caso, siendo bien definido
el valor límite de B e p ara escurrim ientos estratificados, es fácil reproducir éstos
y difícil los de la zona de transición.
E l estudio en modelos de fenómenos complejos como arrastres de ma­
teriales u -otros, hace necesario produeir en modelo, efectivam ente esos arras­
tres o simplemente velocidades a escala; es fácil en consecuencia que se haga
indispensable también, para llegar a esas velocidades, aum entar las pendien­
tes de los lechos del modelo o, en otras palabras, liacer escala vertical distin­
ta de la horizontal, resultando modelos con “ distorsión de escalas” .
No podemos e n tra r aquí en mayores detalles sobre esta im portante
cuestión de la H idráulica moderna, que puede consultarse, en tre otras muchas
publicaciones, en las recopiladas por Fraem an en “ H ydraulic Laboratory
P ractice” , (1929) en ‘.‘Técnica de los Laboratorios H idráulicos” de Roberto
J . Pera'zzo (1940) y en “ H ydraulic Models” del “ Committee of the H ydraulics
División on H ydraulic R esearch” de la Am, Soc. of Civil Engineers (1942).
CAPITULO V
Singularidades en contorno cerrado

31. Generalidades.— 32. Velocidad de la ven a contraída. P rincipio de Torri-


celli.— 33. Contracción y reacción parietal.— 34'. Coeficientes experim en­
tales de gasto para orificios de pared plana delgada. E jem plos.— 35. P ér­
didas de carga singulares.— 36. Ensanches bruscos y paredes gruesas.
E jem plo.— 37, Boquillas y conos. E jem plos.— 38. Codos y curvas.— 39. F e­
nómenos incidentales ■. remolinos de succión.— 40. Inversión de la vena.—
41. Trayectoria de los chorros. E jem plo.— 42. Velocidad, inicial.— 43. V a­
ciamientos^

31. G eneralidades.— Se lláraan singularidades a los cortos trozos de


escurrim iento líquido en que se v erifican grandes variaciones de las Condi­
ciones hidráulicas, como .variaciones de presión, de velocidad, etc.
Las llamaremos en contorno cerrado si la corriente pasa dentro de p a­
redes. sólidas que la rodean totalm ente, por ejem plo un orificio por el que es­
curre agua o un codo de cañería.
L as llamaremos en contorno abierto, si existe en la singularidad una
p arte de la corriente sin p ared sólida, por ejemplo, un estrecham iento local
de un canal, un vertedero, etc. L as singularidades de contorno cerrado que se
estudian en este capítulo son: el escurrim iento p or orificios y las pérdidas de
carga singulares. E stas últim as se verifican dentro de tubos a consecuencia
de cambios bruscos o paulatinos de sección o de dirección. .
Se llam a orificio en H id ráu lica a la a b e rtu ra practicad a en la p a ­
red de un depósito que deja escu rrir la corriente líq u id a p or toda su sección.
Si el contacto con la vena líquida tiene lu g a r en u n a línea de todo el contor­
no, se llam a orificio en pared delgada (F ig . 4 0 ). Si alcanza a aplicarse en la
pared de la perforación, se llam a orificio en pared gruesa (F ig. 41).
1SS C urso de HxdráuXica G en eral

Los filetes exteriores de la vena que sale de u n orificio de pared del­


gada, escurren aguas arrib a de la línea de contacto aplicados a la pared del
depósito. Después lo hacen al aire lib re. E stas trayectorias pasan rá p id a ­
m ente de la dirección tangencial a la p ared a una dirección prácticam ente
norm al a e lla ; tienen u n a c u rv a tu ra fu erte, pero no infin ita, y un radio de cu r­
v a tu ra finito, pues las
fuerzas aue actúan
sobre las moléculas
de estos filetes no
pueden pro d u cir una
discontinuidad en su
dirección o velocidad.
De aquí resulta que
se origina una con­
tracción o reducción
de la vena, a no ser ^
que el orificio se b a­
ya redondeado en form a conveniente p a ra evitarla (Fig.
Fig. 40 43^‘
Se puede su p rim ir tam bién en p arte la cu rv atu ra
de los filetes ubicando el orificio ju n to a las paredes del fondo del depósito
(F ig. 43). Pueden hacerse menos pronunciadas m ediante adecuadas disposi­
ciones (F ig. 44). Se obtienen así contracciones parcialm ente suprim idas y
contracciones incompletas, respectivam ente.
E n un a sección situ ad a aguas abajo del orificio, a una distancia, m e­
nor que las dimensiones de él, debería aceptarse en todos los casos la ley hi-
drostática, pues los filetes son ahí paralelos. Si la vena desagua en una atm ós­
fera gaseosa, la p rtsió n que la rodea es prácticam ente constante (en la p rác­
tica, g en eralm en te'la atm o sférica). Tomando en cuenta que las dimensiones

Fig. 42. Fig. 43 Fig. 44.


de la vena- son casi siem pre reducidas, se puede aceptar que la presión que la
rodea rige en toda la vena contraída.
( 1 ) L a te n sió n s u p e r fic ia l tie n e en la co n tra cc ió n d e la v e n a u n a p a r te m u y
s e c u n d a r ia , com o s e e v id e n c ia su p rim ien d o p e r fe c ta m e n te la c o n tra cc ió n en p a rte
d el p erím etro de u n o r if ic io que d e sa g u a a l a i r e , ’ con ta b iq u e s in te r io r e s que im p id a n
ú n ic a m e n te la c u r v a tu r a d e la s tr a y e c to r ia s d e lajj p a r tíc u la s a f lu e n t e s .
O rificio s. V elocidad de la vena co n tra íd a 129

Si el orificio no desagua en una atm ósfera constante, sino que' está su­
mergido, como en la figura 45, o parcialm ente sumergido, como e n 'la figura
46, en la vena rige la ley hidrostática con la a ltu ra piezomètrica correspon­
diente a la masa líquida que la rodea.

En orificios de pared gruesa o en disposiciones equivalentes, la vena


se contrae en la en trada y se ensancha después hasta llenar todo el tubo, oca­
sionándose así una pérdida de carga.
Los orificios de pared delgada quedan c,aracter¡zados por la contrac­
ción; los de paredes gruesas, por la pérdida de entrada, pérdida de frotam ien­
tos y contracción final, circunstancias que pueden fa lta r o aminorarse según
las disposiciones.

32. Velocidad de la vena contraída. Principio de Torricelli__ La apli­


cación del teorema de Bernoulli d a la velocidad de un filete líquido en la
vena contraída. *
Un orificio está generalmente precedido de un estanque de dimensiones
considerablemente mayores que las su­
yas. E n ese estanque son pequeñas o
despreciables las velocidades; en con­
secuencia, se puede aceptar que rige la
ley hidrostática eñ una sección algo se­
parad a del plano del orificio, ta l como
A . (F ig . 47). Tomemos como plaño de
referencia el horizontal que pasa por el
centro de gravedad del orificio y apli­
quemos el teorema citado a la molécula
de trayectoria cualquiera, tal como la
que pasa por N. L a suma de Bernoulli
en A vale simplemente h -|- Pa/'!, lla­
mando p ñ a la presión atm osférica..
Si llamamos u la velocidad del filete y p c la presión en N, se tendrá
la ig u ald ad : ,
Vn Ve
O rific io s. C o e fic ie n te de ve lo c id a d 151

el valor de la velocidad m edia de la sección. Lo harem os en el supuesto caso


Pa
de ~y ~ = “Y ” , caso general de pared delgada. Si llamamos Í1 la sección
de la vena contraída y du> la sección de u n filete que tiene cota z en ella,
tendrem os:
CQ
Q 9\/2 g h — / \ / 2 g (h- — z) dw
Jo
de donde

3) dtú
( '- - r )

E n los casos sencillos de venas horizontales, en los orificios de form a rec­


tan g u lar de lados a y b
o circulares de diám etro
D, (F ig. 49) se llega a las
expresiones de ip siguien­
tes:

O rificio rectan g u lar:

Orificio circular

ejecutadas las integraciones se obtienen los siguientes valores numéricos en fu n ­


ción de h /a y h / D :
h /a o h /D = 0,50 1,00 1,50
Orificio rec ta n g u lar: 9= 0,94 0,99 1,00
O rificio c irc u la r: 9= 0&5 0,99 1,00

Se ve que en casos de cargas comparables a la dimensiones del orificio


el coeficiente vale casi la u nidad, y p ara el m enor valor de h , en el caso lím ite
irrealizable, en que se cubriera apenas el borde superior del orificio, el coefi­
ciente difiere poco de ella.
E n la realidad, la hipótesis de igualdad de presión en toda la vena
contraída no se cumple rigurosam ente; además, los filetes más veloces tr a ta n
13S C u rs o d e H i d r á u li c a G e n e r a l

d e a c e le ra r a los m ás len to s y vice v e rsa , d e m odo que se p u e d e a c e p ta r la


ig u a ld a d d e to d a s la s v e lo c id a d es en la v e n a c o n tr a íd a y el c u m p lim ie n to del
p rin c ip io de T o rric e lli ( 1 ) . E n tr e o tr a s e x p e rie n c ia s que d e m u e s tra n e sta co n ­
c lu sió n , p u e d e n c ita rs e la s d e B a z in (1 8 9 6 ) .
L a s v elo cid ad es in d iv id u a le s que tie n e n g ra n d e s d ife re n c ia s en el p la n o
d el o rific io se ig u a la n r á p id a m e n te a p a r t i r d e él y p u e d e d e c irse q u e son
g
ig u a le s e n tr e sí a u n a d is ta n c ia c o m p re n d id a e n tr e —— y 1 ve z la m en o r di-
4
m e n sió n del o rificio . E n esa sección so n ig u a les las v e lo cid a d es a la velo c id a d
m ed ia y c u m p le n todas el p r in c ip io de T o rric e lli, sien d o esa la sección d e la
v e n a c o n tra íd a .
N o debe c reerse q u e la sección d e la v e n a c o n tr a íd a sea u n a sección m í­
n im a d e e sc u rrim ie n to d e la v e n a lib re en u n a a tm ó sfe ra c o n sta n te , p u es, en
re a lid a d , la v en a p e rm a n e c e ría d e sección c o n sta n te si se p u d ie se p re s c in d ir de
la g ra v e d a d . T a l cosa se e v id e n c ia en la s e x p e rie n c ia s d e B a z in c ita d a s, que
d e m u e s tra n que la d ism in u c ió n de la Sección en u n c h o rro , a c o n ta r d ssd e la
v e n a c o n tra íd a , c o rre sp o n d e a la s ley es de la M ec á n ic a q u e rig e n la c aíd a de
lo s c u e rp o s .
Se h a n m edido a is la d a m e n te v e lo cid ad es d e la v e n a c o n tr a íd a algo s u ­
p e rio re s a la s q u e d a la fó r m u la d e T o r r ic e lli; esto se d eb e al e n ra re c im ie n to
d e l a ire , a consecuencia del a r r a s tr e c o n s ta n te q u e v a h a c ie n d o la v en a líq u id a .

33. C o n tra c c ió n y re a c c ió n p a r i e ta l .— S e lla m a c o e fic ie n te d e c o n trá c


ció n a la ra z ó n e n tr e la sección d e la v e n a c o n tr a íd a y la sección d el o rific io .
Se p u e d e d e te r m in a r la c o n tra c c ió n e n casos sen cillo s e x tre m o s p o r la
ap lic a c ió n d el te o re m a d e la s c a n tid a d e s de m o­
v im ie n to a la m asa líq u id a e n c e rr a d a p o r la
s u p e rfic ie g a u s a id eal, lím ite d e la s v e lo cid a­
d es sen sib les en el seno d e l líq u id o ' p o r la p a ­
re d c o n tig u a a la a b e r tu r a y p o r la v e n a con­
tr a íd a ( F ig . 5 0 ).
E l in c re m e n to de la s c a n tid a d e s de m o ­
v im ie n to e n la u n id a d de tiem p o se re d u c e al
d e la m asa q u e e n ese tie m p o e n tr a y sale
d e los lím ite s fija d o s , q u e en la h ip ó te sis d e es­
c u rrim ie n to p e rm a n e n te , es la m a sa d e l g a sto .
F ig . SO. Se to m a rá com o e je d e p ro y ecció n u n o n o rm a l
al p la n o d el o rificio , q u e te n d r á la d ire c c ió n g e ­
n e ra l d el e sc u rrim ie n to . S i Q es la sec c ió n d el o rific io , ¡a el c o eficien te de
c o n tra c c ió n y se a c e p ta <y = 1, esa m a sa e s :

— n (2 \ / 2 g h

( 1 ) N o te m o s ta m b ié n q u e en fla v e n a q u e s a le d e u n o r ific io e l e sc u r r im ie n to h a
e x p e r im e n ta d o u n a g r a n a c e le r a c ió n , d e m od o qu e to d a s la s v e lo c id a d e s tie n d e n a ig u a ­
lara;;. L a c o r r ie n te en la v e n a c o n tr a íd a e s f á c ilm e n t e e s t r a t if ic a d a , con v e lo c id a d e s
m u ch o m a y o r e s qu e la c r itic a d e tu r b u le n c ia o r d in a r ia .
O r ific io s de p ared d e lg a d a . C o e fic ie n te de co n tra cc ió n 1SS

E l increm ento de la velocidad es V 2 g íi, pues la inicial es n u la . A si, proyec­


tando sobre el eje el increm ento de las cantidades de m ovimiento en la u n id ad
de tiempo, se obtiene:

----- u-Q 2 g h
9 '

L a presión b id ro stática sigue obrando sobre la sup erficie gausa qua


envuelve la región líq u id a do velocidades sensibles, pues en ella las circuns­
tancias son iguales, exista o no e scu rrim ien to . E n la vena co n traíd a, la p re­
sión es la atm ósférica, lo mismo sobre la superficie de la vena h a sta el p la ­
no del orificio. E n la p ared a n u la r en ce rrad a e n tre la superficie g au sa y el
orificio, la conservación de la sum a de B ernoulli exige la dism inución de la
presión b idrostática, pues p a rte de ella se h a tran sfo rm ad o en a ltu ra de velo­
cidad. C alculando directam en te p or p artes la resu lta n te de las fu erzas ex­
teriores encontram os que sobre el á re a del orificio la presión b a ja de la hi-
dro stática sobre la superficie gausa, a cero en la superficie de la vena con­
tr a íd a . P o r lo tanto, la d iferen cia en esa p a rte es -f h O. No sabemos calcu­
la r el descenso 8 de presión sobre la sup erficie a n u la r que rodea al orificio,
pero podemos expresarlo en función del descenso de presión en la superficie
del orificio, p o n ien d o :

P o r lo tanto, el teorem a d ice:

|i CÌ 2 g h = y h Q (1 K)
de donde:

4)

E l caso extrem o se verifica reduciendo a cero


la proyección, sobre el eje de la vena, del descenso de
presión en el anillo circunvecino al o rific io ; esto se
consigue en el tubo de Bo rda ( F i g . 51) que, según
la expresión 4 ) , debe ten er |¿ = 0,50, coeficiente de
contracción verificado p o r la experiencia.
Como la ley de sem ejanza indica que existien­
do sem ejanza geom étrica e n tre dos orificios, existe, en
el escurrim iento, sem ejanza mecánica ( 1 ), se sigue
que los coeficientes de contracción dependen sólo de
F ig . 51 la form a del orificio, si ésta no es dem asiado peque­
ñ a y no depende de las dim ensiones absolutas de él.
Tiene, p o r lo tanto, un v alor propio p a ra cada fo rm a de orificio.

( 1 ) E n e f e c t o , d o s o r if ic io s g e o m é tr ic a m e n te s e m e ja n t e s , c u y a s d im e n s io n e s
g u a rd a n r e la c ió n d arü n fe n ó m e n o s s e m e ja n te s s i s e p r e s c in d a d e f r o t a m ie n t o s in ­
te r io r e s, p u es s e sup on e q u e el escu rrim ien to e s t¿ d eterm in ad o p or la s p resio n es liid ros-
t á l i c a s com o s e d ijo e n e l p á r r a fo 3 0 .
134 C u rso d e H id r á u lic a G en era l

E stu d io s analíticos com plejos, que no es del caso e n u m era r n i detallai


aquí, h an llevado a calcu lar el coeficiente en casos id e a le s; ta l es, p o r ejem plo
el de K irch h o ff, ^ u e llega a de­
te rm in a r que la vena de u n o ri­
ficio de ancho in fin ito tiende
asin tó ticam en te : (F ig . 52) (1 ) .

k + 2
5) = 0,611

__ L a insuficiencia de los e stu ­


dios de esta n a tu ra le z a y las d i­
ficu ltad es a n alíticas h a n llevado 8
F ig . 52 co n sid erar los coeficientes de con­
tracció n como constantes ex p eri­
m entales. E n p ared es delgadas, siem pre- que la m enor dim ensión
del orificio no b aje de 0 fi5 m. n es m ás o menos constante y vale
0,60. E sto d a p a ra K el v alo r de 0,2. E n boquillas redondeadas
el coeficiente de eontracción (F ig . 53) es v-— 1, y, p o r lo tan to , en ellas
K = 1, que equivale a d ecir que el descenso de p resión 3, en el anillo que ro ­
dea al orificio, tiene p o r v alo r el descenso to ta l que se e fe ctú a en el hueco mismo.
P a r a fo rm arse u n a idea de la rap id ez con que d ecre­
cen las velocidades en la p a re d a n illa r que ro d ea al orificio, se
puede su p o n er que la velocidad u, en u n p u n to cu alq u iera
que d ista x r del cen tro del orificio, sea u n a función mono-
m ia de la velocidad u0 que h ay e n A (F ig . 5 4 ), ta l como:

E l descenso de presión a la d ista n c ia x r del orificio es


ev id e n te m e n te :

x F ig. 53
T 2g 2g x 2a
xr
l-i p ero el descenso en A , y —~ , es ig u al a y h, luego
«9
el d e la d istan cia x r es Y h . E n todo el anillo
elem ental 2 z r 2 x d x h ay ese mismo descenso de
presión. E l descenso to ta l en todo el anillo in ­
F ig 54 d efin id o es, p u e s:

( 1 ) L a fo r m a de e s a eu rv a ob ed ece , con la s n o ta c io n e s de la f ig u r a 52, a la s


s ig u ie n t e s e c u a c io n e s, sien d o c la a ltú r a d e la v en a co n tra íd a .

(I — e -c ) y =

1 +4 - 1- +
T
- -
e
D escen so d e p r e s ió n e n lo s v e c in d a d e s d e l o r ific io
T

2 y h r-'r2
i= dx
x ta~ 1

L a razón K entre el descenso y y h O , siendo Ü = - r2, vale, según e sto :

pao
>00

l dx
K = i
J , ^

K =
n—1

E n la p ared delgada K = 0¿2. P o r lo tan to , in ­


troduciendo este valor en la ecuación, se obtiene
« = <>, lo que significa que- las velocidades decrecen
en la p a red a la inversa de la sexta potencia de la dis­
tancia a l orificio. • .
Si en vez de u n anillo indefinido tiene éste un
ancho a y se acepta n = 6, como se acaba de d ecir,
F ig. 55 (F ig. 55) se tie n e :

i + - 1+ -
K = 2 dx
10 x 10

K — 0 ,2 -
, a \
( I+ - )
valor que introducido en el de ¡a de la ecuación i ) , nos d a :

0,1
6)
/ a\
( í +t )
que con los a /r que se indican en el cuadro ad ju n to , d a los siguientes valores:

a /r = O 0,1 0,2 0,4 0,6 1 m ás de 1

li = 0 ,5 0 0 0,539 0,584 0,596 0,599 0,600 0,600


C u rs o de H id r á u l ic a G e n e ra l

Si estos cálenlos no coinciden exactas


mente con la realidad, revelan, sin embargo, la
importancia que tienen los anchos del anillo,
que por pequeños que sean aumentan el coefi­
ciente del tubo de Borda, bastando un ancho
de Vi de diámetro, como dice Weisbach
(a/r = 0,4) (Fig. !í6) para hacerlo casi igual
al de pared plana delgada. A la inversa, se
puede deducir que el menor redondeo de una
pared delgada sube el coeficiente de una bo­
quilla, como lo experimentaron 'Weisbach, Ellis Fig. 56
y Stcwart.
La supresión de la contracción en parte-
del perímetro hace aumentar el coeficiente Con­
viene notar, sin embargo, que virtualmente se pue­
den establecer tabiques que dividan el depósito y
la vena, según uno o varios planos de simetría,
sin que modifiquen el cscurrimiento (Fig. 57),
originando orificios de contracción incompleta, su­
primida en parte, con coeficientes de contracción
igual ál del orificio total. Esta idea de Boussinesq,
Fig. 57 que no confirma del todo la experiencia, tiene
importancia, pues indica que la ubicación de la
supresión influye en el aumento del coeficiente de contracción.
En los orificios sumergidos, nada teórico se ha podido sentar respecto
a los coeficientes de contracción. Los resultados experimentales llevan a atri­
buirles los mismos coeficientes de la vena que desagua al aire libre. Sin embar­
go, el fenómeno debe ser distinto. La Hidrodi­
námica plana indicaría que los filetes toma­
rían trayectorias hiperbólicas confocales en los
bordes del orificio (Fig. 58).
34. Coeficientes experimentales de gas­
to para orificios en pared plana delgada. *—
El gasto que sale por un orificio es el producto
de la velocidad 9 ^ / 2 g h de la vena contraída
por la sección ¡i Q de ella:

7) Q = o v .O y y jg h
Fig. 58

Se llama coeficiente de gasto al producto de los coeficientes de velocidad


y contracción y se le designa por m :

8) m=

9) Q= m Q \j2 g h
Coeficientes de gasto de orificios de pared delgada 137

En las paredes delgadas 9 vale, como se ha visto, prácticamente la uni­


dad ; de aquí que se confunde fácilmente |¿ con m. El coeficiente m que engloba
todas las variaciones de 9 y ¡i es un coeficiente netamente experimental que se
determina en las distintas condiciones posibles por medio de la ecuación 9).
La numerosísima serie de experimentadores da para m tres y aun cua­
tro cifras. Sus tablas, formadas siempre por interpolación y extrapolación, no
concuerdan más allá de la segunda cifra en los casos más claros y definidos.
Esto representa, generalmente, diferencias del í% en contracciones completas
que en los demás casos raras veces bajan del 2%.
Al ingeniero le basta un resumen o término medio de estos resultados.
Si necesita mayor precisión debe recurrir a las experiencias originales.
Las experiencias que se han hecho en contracciones ihcompletas difieren
enormemente entre sí. Esto se debe a que tiene gran influencia en los resul­
tados la inmensa variedad de circunstancias, que han sido muchas veces mal
apreciadas por los experimentadores. Inútil es, con mayor razón, la exactitud
aparente de la tercera cifra de los coeficientes,- y es indispensable recurrir a las
fuentes originales cuando se requiere alguna precisión, pues en los mejores
casos habrá errores probables del 2% que pueden llegar a 10% en los peor
definidos.

A.—Paredes planas delgadas, contracción completa.—Orificio en pared


delgada es aquel cuya pared tiene un espesor menor que la mitad de su menor
dimensión: e/r < 1 (Fig.59). El criterio que fija esta dimensión es el espacio
en que la vena se contrae. Para que la contracción
sea completa se acepta que pueda trazarse alrede­
dor del orificio una superficie de ancho constante
que sea por lo menos 10 veces mayor que la dimen­
sión de éste (1). Este tipo de orificio ha sido ex­
perimentado por Bilton, Poncelet y Lesbros; Bazin,
Hamilton Smith, Graf y Weisbach. Las tablas de los
valores experimentales de las experiencias de Ha­
milton Smith, Bilton, Ellis y Stewart van en las p tg, 50
Tablas N.“ 4, 5, 6, 6a y 7. Nos limitaremos a indi­
car aquí las conclusiones a que conduce un atento estudio comparativo en­
tre ellas.
1? Si las dimensiones del orificio y las cargas no son muy pequeñas, el
coeficiente es casi independiente de ellas y vale aproximadamente 0,60 pero
a medida que las cargas y las dimensiones disminuyen, aumenta algo este'coe­
ficiente, volviendo a disminuir nuevamente cuando la carga excede poco las

(1) Si el orificio es circular, el ancho del anillo será 2,32 radios. Si es cuadrado
y la superficie anular está encerrada por otro cuadrado, el ancho de ella es de 1,16 veces
<1 lado. Si es rectangular con razón de lados 1 :1 ,5 y se supone también rectangular la
superficie anular, su anoho será de 1,41 veces el lado menor. En orificio rectangular de
razón de lados 2, el ancho de la superficie anular sube de 1,61 y si la razón de lados
es 5, sube a 2,34 veces el lado menor.
J3S C ú ra o de H id r á u l ic a G e n e ra l

dimensiones del orificio. Experiencias aisladas parecen revelar algo contrario


a lo dicho.

2° A igualdad de carga y área el coeficiente es tanto menor cuanto más


cercana al círculo es la forma del orificio. El rectángulo cuya proporción de
lados es 1:16 excede en coeficientes al de 1:4; éste al triángulo; éste al cua­
drado, y éste al círculo de igual área.

. 35-. La orientación del orificio no tiene influencia en el coeficiente. Así,


es. igual el coeficiente de un cuadrado con su diagonal vertical o con su lado
vertical, etc.
4’. Se puede aceptar que los orificios que
tienen igual su menor dimensión, tienen igual coefi-
. ciente; ¡dea que se expresa en la Fig. 60.
5'>. Los orificios inclinados y horizontales dan
coeficientes ligeramente superiores a los verticales. Fig. 60
Para los sumergidos se debe tomar igual coeficiente
que los que desaguan al aire libre. (Valores experimentales en Tabla N.° 8).

6v Parece que la temperatura aumenta el coeficiente m.

7? Otros líquidos dan coeficientes de gasto diferentes de! que da el


agua: en el aceite de máquinas espeso, m=z0,73; el mercurio tiene el mismo
coeficiente que el agua.
A continuación va una Tabla de coeficientes prácticos, resumen de to­
das las experiencias citadas, que es suficiente para el uso del ingeniero. En el
gráfico de la figura 61 aparece este cuadro: Con ayuda de él pueden hacerse
interpolaciones rápidas.

Diámetro o lado menor (mts.)


h
en metros 0,005 0,01 0,02 0,05 0,10 | 0,20 . 0,30
1
1
0,10 0,68 0,65 0,63 0,61 0,59 ! _
0,20 0.66 0,64 0,62 0,60 0,60 0,59 '
0,30:. ? -0,64 0,63 0.61 0.60 0,60 0,60 ' 0,60
1,00 0,63 0,62 0;61 0.60 0.60 0,60 0,60
5,00 y más 0,62 0,61 0.60 0,60 0,60 0,60 0,60

B.—Pared delgada. Contracción incompleta.— Se deben distinguir en


las contracciones incompletas dos formas: contracciones imperfectas y contrac­
ciones suprimidas.
Coeficientes de gasto de orificios de pared delgada. Contracción completa 1S9

Si la superficie anular de baja presión y ancho constante es menor de


10 veces el área del orificio, se prbduce una contracción menor que la total o

ftfm rsj

completa y se modifica, por consiguiente, el. coeficiente de gasto. Esta contrac­


ción se llama imperfecta.

área ornilo
Area orificio

4-M 1 1 ' ! ' 1 ' 'T' 1 M | I I , '


8 U 8 $ g
O' O <3 O' CS O
rg s ? S S í U t ín O'
<3 O' Qi <¿¡ O' C¡ C> t í

Fig. 62

Inútil es reproducir las fórmulas empíricas dadas por Weisbach para


este caso, solamente indicaremos en el gráfico de la figura 62 los resultados-
prácticos de su aplicación, partiendo de m = 0,6 para el caso de contracción
140 Curso de H idráulica General

completa, de modo que si en este caso m es algo diferente de éste valor ha de


hacerse una pequeña corrección.
Puede usarse en contracciones imperfectas de orificios circulares ante­
cedidos de una canalización también circnlar los valores experimentales de m
calculados por Lansford, términos medios de todas las experiencias hechas hasta
ahora ( 1 ), que van a continuación:

d d
m m
<Jo do

0 ' 0,612 0,7 0,658


0,1 0,612 0,75 0.688
0,2 0,602 0,80 0.706
0,3 0,603 0,85 0,740
0,4 0,610 0,90 0,790
0,5 0,620 0,95 0,864
0,6 0,635 1.00 1,000

En esta tabla, d0 es el diámetro anterior y d el del orificio (Fig. 63).


Es útil observar que las experiencias en que se basan los valores anteriores
demuestran que son igualmente válidos los coeficientes para el orificio de diá­
metro d, ya exista desagüe inmediato al aire o bien
se trate de un simple diafragma y siga un ensan­
che de la vena.
P ara las contracciones suprimidas ha dado
Bidone una fórmula cuyos resultados no son sa­
tisfactorios y que no toma en cuenta la ubicación
de la parte del perímetro en que se suprime la con-
Fig. 63 tracción. H an experimentado algunos hidraulicistas,
pero sus resultados no concuerdan bien, debido a
la poca uniformidad en controlar las circunstancias accidentales que tienen
gran influencia, según se ha expuesto anteriormente. Si la vena es recibida en
un canal, en vez de desaguar al aire libre, parece producirse una pérdida de
carga singular que hace disminuir el coeficiente de gasto. En realidad, las con­
diciones delcanaltienen influencia preponderante. En casos análogos, pueden
consultarselas tablas que van al final de este capitulo. La Tabla N.° 7, con las
experiencias de Poncelet y Lesbros en orificios cuadrados de 0J2 m. de lado,
y la Tabla N.° 8, también con experiencias de Poncelet y Lesbros en orificios
rectangulares de Ofi X 0,1 m. La Tabla N.« 9, con las experiencias de Stewárt
(1908), que coinciden bien con las de Rogers y Smith (1916). Aquí presen­
tamos una escala de correcciones para los casos prácticos, referidos al de con­

(1 ) L ansford — C oeficien tes de gasto en orificios de cañerías— E ngineering—


M ayo de 1934.— L as exp erien cias consideradas son las de Weisbac-h (1 8 4 5 ); Freem an
(1 8 8 9 ); G. Cutl-er y D . M arsden (1 9 0 8 ); B . L- Jones y M. Korsm o (1 909); L- H aven y F .
Ja.hn (19 1 2 ); H. O askell (1914); H. Judd (191«); E. D a v is y H . Jordan (1 9 )8 ); W.
G reve (1927) y E. B eltler y P . Bucher (1930).
Contracciones incompletas de orificios 141

tracción completa, que aunque afectada de grandes errores probables, no da


menor precisión que el acudir a experiencias originales. Es un resumen sufi­
ciente, útil para las aplicaciones del ingeniero (Fig. 64).

Vena que e/esagua a / a/re

m Íj¡ ÉÉ
■a i WÁ
m0*o,oe o?0*oj)4 m0 *0,0/ m0 *¿zoj m0*oj>7
Vena jegc//(Za efe cana/

Wq -o,o/ mD m0 *0.03 /fy *o,oín.\,*o.oj aio+Qoc


&¿oj ce/e//c/en£es ¿aponen cargas grandes.
n?0 e/apene/e e/e /ás e/zmens/ones e/e/ or/f/c/o y
e/e /a carga
Fig. 64.

Las experiencias de Boileau (1) ejecutadas en una compuerta que pro­


duce un orificio de fondo del mismo ancho del canal (1,60 mts.) que tiene con­
tracción únicamente en el lado superior del orificio, revelan una variación
del coeficiente de gasto y aun una diferencia entre éste y el de contracción.
La variación del coeficiente de gasto es apreciable en las aberturas pequeñAs
respecto a la carga, menores de 0£ h. He aquí los resultados en función de
la razón a/h entre la abertura a y la carga. Las aberturas experimentadas
variaron de 2 a 12 cm. y las cargas de 0,09 a 0,59 mts.

a 0,20 0,30. 0,50 0.80 1,00


= 0.05 0,075 0,10 0,15
h

m = 0,67 0,645 0,63 0,61 0,60 0,595 0,59 0,60 0,61

1» = 0,65 0,62 0,61 0,60 0,593 0,587 0,58 0,575 0,575

ma 0,180 0,295 0,480 0,610


= 0,0335 0,0183 0,063 0,0915 0,120
ir
Si las cargas son grandes (mayores de 20 veces la altura del orificio) eí
coeficiente coincide con el de la escala de correcciones dado de la página an­
terior.

(1) La9 experiencias de Boileu Son en general discutidas por la poca exactitud
de los aforos; estos coeficientes los hemos puesto aquí porque los hemos comprobado en
<1 laboratorio. En ellos se ha encontrado, como se ve en. el cuadro, que el coeficiente ^
es mayor que la unidad, hecho que también hemos comprobado experimentaknente y que
se debe al gran arrastre de aire junto al torrente.
142 Curso d e H id rá u lic a G eneral

Los mismos coeficientes de gasto son válidos, según estas experiencias,,


si el resalto cubre la com puerta o si es rechazado p or el to rren te que ella produce.
Las recientes experiencias del profesor L. Escande (1) dem uestran la cons­
tancia de m en com puertas de fondo, confirm ando los valores anteriores de
B oileau; experim entó con valores de a /h mayores de 0,15, Escande da el coefi­
ciente único de ra = 0,61. E stas experiencias dem uestran además que si el re­
salto no es rechazado por la ve­
na contraída del orificio de la
com puerta, a plomo de ella se
produce una a ltu ra h', siem pre
m enor que h¡ (F ig . 65). E n la
sección de la vena contraída r i­
ge la presión hidrostática con
la a ltu ra h '; aplicando el teo­
rem a de las cantidades de mo­
vim iento a la masa encerrada
Fig. 65 entre las secciones de ancho 1
y a ltu ra de K y hx, si TJ es la velocidad en la vena contraída, de a ltu ra
ma y U¡ la de la sección l h lt se tie n e :

—— Q ( ü i — u ) — y i - r — y i ~

por unidad de ancho, -y - = q, se lle g a :

<?2 / 1
10)
\h j m a'

poniendo en vez de — su valor hca: p rofundidad crítica al cubo, y llam ando:

® __ . h __ xrf hl _ y
~h~ — ’I T ’ — 1

se obtiene la ecuación 45) del capitulo anterior con n = l y X 0= m A :

2
11) — X"2 —
Xx mA

( 1 ) “ E stu d io teó rico y e x p e r im e n ta l d el eacu rrim ien to por c o m p u erta d e f o n d o , , r


R évue G é jera le de 1 ’H yd rau liqu e N os 19, 20 y 21 del « ñ o 1938 y 25, 26 y 27 de 1939.
O rificio de com pu erta 143

o sea:

H a) 1 -Y]2 _ 1___ X'2


X¡ 2 >hA 2

de la ecuación 11) se obtiene finalm ente:

2
12) r = \ ¡ x t + í -
mA

ecuación que determ ina X ' en función de y 4 . E l caso especial X ' = m A ,


(F:rj. 66) es el caso del comienzo de rechazo del resalto por la vena fluente
de la compuerta, que estudiare­
mos en el capítulo V II y que
nos da Ja ecuación 11) en la

que es la misma ecuación 19) . '■ t f - Fig. 66


del capítulo V II. ,
La ecuación 12) nos demuestra que X *se hace igual a X t solamente cuando
X i = m ¿1 . es decir cuando la compuerta es seguida por un torrente o la vena
contraída es igual al río de aguas abajo. Si m A , espesor relativo de la vena
contraída, es distinto de X ít X ' tiende a X x cuando este valor tiende a infi­
nito. E n todos los demás casos de resalto al pie, es decir de X ' > m A , X '
es distinto de X i y siempre menor que él.

Si en la ecuación 10) ponemos en vez del gasto su valor q = m a \ / 2 gh,


tendrem os:

13)

que nos da el valor de h ' :

14)
144 C u rs o d e H id r á u lic a G en era l

ecuación que nos d a, como la 12) la v a ria c ió n de h ' con h \ y m ás cla ra m e n te


la te n d e n c ia de h' a h \ c u a n d o Ai tie n d e a in fin ito .
E n el caso especial de lím ite de resalto rech azad o , en la ecu ació n 13)
se in tro d u c e h ' = nuj y se p u e d e c a lc u la r la c a rg a d e s p e já n d o la :

15) ;t = íma ± hl)


4 ma

y en el caso g en eral en qu e el re sa lto c u b ra p a rc ia lm e n te la vena, o sea que h ’


sea d is tin to de m a :

16) h= —
4 m a (m a — h t ) 4 m a (h t — m a )

T odas estas ecuaciones h a n sido c o n firm a d a s e x p e rim e n ta lm e n te p o r


E sc a n d e (1 ).
L a p é rd id a de ca rg a que se p ro d u c e e n tre la sección de la v en a con­
tr a íd a y la que sigue a la ex p an sió n to ta l de la c o rrie n te , cu an d o el resalto
c u b re la v en a c o n tra íd a , se calc u la p o r m edio de la ecuación 10) p o n iend o en
vez de q su v alo r

2 h-i ~ ~ (¡7, — V ) = h ’2 — A, 2

jj 2 JJ 5
a g re g a n d o a am bos m iem bros — 5--------------------------------------------------------------- —-f-h' — k¡
2g
v a lo r:

17) ‘ A = V t i - h ’) 2
2g 2hi

ecuación que nos d ice que la p é rd id a d e c a rg a es algo m en o r que la del en san ­


che brusco en co n to rn o cerrad o , d a d a p o r la fó rm u la de B o rd a, se n ta d a en el
ca p itu lo a n te rio r, p u es en el segu n d o té rm in o q ue se re s ta del p rim ero es
siem p re p o sitiv a la d ife re n c ia k¡ — k ’. T am bién d e m u e stra que el v alo r de la
p é rd id a tie n d e a se r el d ad o p o r la fó rm u la de B o rd a a m ed id a que tie n d e k ’

( 1 ) L a e x p e r ie n c ia "hecha ipor F . S b b e t s c h , e n e l la b o r a to r io d e la U n iv e r s id a d ríe


C o lu m b ia ( 1 9 3 7 - 1 9 3 8 ) , c o m p r u e b a e x a c ta m e n te lo d e E s c a n d e . E s t o s r e sa lto s lo s lla m a
B a k h m e t e f f , r e s a lto s a h o g a d o s (P r o c e e d in g A .S .C .E . A b r il d e 1 9 4 2 ) .
E je m p lo s d e o r ific io s , d é p a r e d d e lg a d a US

a ser igual a h ¡,'e s decir, a m edida que la cota piezom étrica ju n to a la vena
antes de ensancharse tiende a igualarse a la p o sterio r al ensanche.
L a teoría a n te rio r aparece expuesta en el § 66 en form a general. E l
caso presente es uno especial de resalto incom pleto, las fó rm u las an terio res son
consecuencia de la constancia de la' "m om ento,” a lo largo del resalto.

E j e m p l o 1 .— E n el fondo de un estanque cilindrico de eje vertical


de 0,2 m. de diám etro hay un orificio circ u la r de p ared delgada, concéntrico
con la base del cilindro, de 0,1 m. de diám etro. ¿Q ué a ltu ra tom a el agua den­
tro del estanque si le e n tra p o r la p a rte su p erio r y sale p o r el orificio del
fondo un gasto de Q = 0,020 m 3/se g . ?
L a ecuación 9) del gasto nos d ic e :

0,020 = m 0,00785 V 2 gh
o sea:
0,331
-- ’ m 22

E l coeficiente de gasto m, es el de contracción im perfecta, pues el anillo que


rodea al orificio no tiene u n a área 10 veces m ayor que la del orificio. Según
el cuadro dé la página 140 llam ando d 0 el d iám etro del estanque y d el del o ri­
ficio, se ob ten d ría p a ra — 0,5, u n coeficiente m = 0,62.
,Si calculamos m p o r medio del gráfico de W eisbach, form ando la ra ­
zón de las áreas, que en nuestro caso es ¡
área del anillo d„a — d2
á re a del orificio d1

obtendríam os, leyendo la fig u ra 62, m r= 0 ,6 2 , valor igual al obtenido a n te­


riormente'. 1
E n vista de estos resu ltad o s la carg a es:

. 0,331
h= = ° ’86 ^
L a carg a h es la d iferen cia e n tre el B ern o u lli d en tro del estanque y
la vena c o n tra íd a ; p a ra ten e r la a ltu ra de agua en el cilindro es necesario
re sta r de h la a ltu ra de velocidad, que vale a h í:

Vs 1 / 0,020 \ t
= ------- ( ----------- ) —- 0,02 m.
¿g 2g V 0,0314 /

E j e m p l o 2 . — E n un canal de fo rm a 1 re.ctangular de 2,5 m. de an ch u ra


hay un a com puerta levan tad a 0,4 m. del fondo, form ando u n Orificio en p ared
delgada de toda la pnchura del canal, con supresión de la •contracción en el
fondo y en ambos lados. L a a ltu ra del agua en el canal, inm ediatam ente aguas
a rrib a de la com puerta es de 1,30 m. y aguas abajo de ella, la vena co n traíd a
está descubierta. Se pide d e te rm in ar el gasto que está escurriendo.
10.— Hidráulica.
146 C itf« ), de. H id r á u lic a G en era l

Como solam ente h ay co n tracció n en el lado su p e rio r del orificio, el


espesor ‘d e la vena c o n tra íd a g u a rd a con la a b e rtu ra a, de la com p u erta, la
razón: qu e g u a rd a la sección d e la vena c o n tra íd a oon el á re a del o rificio , es
decir, que.
ht

E l valor del coeficiente d e contracción t» y el de gasto m, los obtendrem os d e


la tabla de coeficientes experim entales" d e B oileau (pá g in a 142). P a ra e n tr a r
en esa tab la necesitam os conocer la carg a h que, en n u estro caso, req u iere
previam ente el conocim iento d e k t, pues se rá p rácticam en te la d iferen cia en ­
tr e la p ro fu n d id a d de aguas a rrib a 1,30- m. y h t. P od ríam o s a c e p ta r u n a m ag­

n itu d h provisoria de 1 m., de modo que fo rm aríam o s la r a z ó n — -y1~ - = 0,4,


que nos d a ría m -= .0,59, it = 0,58. A sí obtendríam os.- h t — 0,58 y 0,4 = 0¿33 m.
y verificaríam os k = 1,30 — 0,23 = 1,07 m . E ste v alo r de h — 1,07 no nos-
m odifica ni el d e m ni el de |¿, que p o r lo ta n to son d efin itiv o s. S egún esto,
el gasto es

Q = 0,59 X 0,4 X 2,5 \ / 2 g X 1,07 = 2,7 ms/s .

E n -re a lid a d h, la carg a, es algo m ay o r que 1,30 — h t, pues h ay que-


ag reg arle la « altu ra de velocidad in icial. B asta co rreg ir el gasto según la co­
rrección que verem os m ás ad ela n te ( 1 ) .' L lam ando Q el gasto aproxim ado en­
contrado, w la sección del orificio y Q la de ag u as a rrib a (que aquí g u a rd a n
la relación de las a ltu ra s ) , esa corrección nos d a el gasto v erd ad ero Q:

Q = <?, ]¡ 1 + « m* — = 2,7 | / 1 + 2 X 0,59* = 2 ,7 8 m 3/s .

E je m p l o 3 . — E ñ un can al re c ta n g u la r de 3 m. de ancho h ay una.


co m puerta de todo el ancho, le v a n ta d a 0,46 m. Se h a m edido la a ltu ra d e
aguas a rrib a de la com p u erta y se. ha en co n trad o que es de 2,2 m. y aguas
abajo, suficientem ente lejos del resalto y to rbellino su p erficial de él es d e
1,50 m. Se pide d e te rm in a r el gasto que escurre.
E l gasto no puede p a s a r dél qué corresp on d ería al caso d el resalto re ­
chazado, E se gasto se calcula poniendo en la fó rm u la co rrespondiente,
Q = m a l \ / 2gh, como v alo r de la carga, sim plem ente h = 2,20— m a, es de­
c ir que prescindim os en "esta p rim e ra aproxim ación de la v elo eid ad ^ ip e i^ l, c u y a
a ltu ra re p re se n ta tiv a se sum a a 2,20. 'A ceptam os tam b ién m = da
m a = 0 ,6 iy ^ 0 ,4 6 = 0,28, y p o r ta n to k = 2¿3 — 0¿28 = 1,92, es d ecir u n gasto,
máxim o posible de

Q = 0 ¿ 8 X 3 \ / 2 g 1 ,9 2 = 5,14 ms/s .

A h o ra bien, a este gasto corresponde u n a a ltu ra c rític a h c = 0,67 y lá a ltu r a


re lativ a del río fin al —r — = - - - - - = 2,24 co rresp o n d ería v e n ir de u n to rre n te re -
/I5 Vjw/

(1 ) P á r r a f o 42, en e s te « » p íta lo .
E je m p lo d e o r ific io s ~d e ' covtpu eT ta 1Á7

Lativo -£ -°- = 0,342, o sea hQ = 0,342 X Ofi? = 0,229 m. Como este to rren te es
flf. • x
de menor altu ra, que el que corresponde al espesor de la v e n a 'c o n tra íd a , lo
que quiere deeir que el de-espesor vna tiene m enor “ momento.** que el- río de
de a ltu ra 1,50 m., resulta que el resalto c u b rirá el pie de la com puerta y
por lo tanto, La vena contraída. Eso d ism inuirá la carga, es decir que el gasto
es menor que 5,14 m 3/s ., pues éste es sólp posible con la p ro fu n d id ad 2£Q m.
aguas arrib a de la com puerta, a condición de que la vena co n traíd a sea capaz
de rechazar el resalto.
P a ra calcular el gasto procederemos aplicando la ecuación 1 6 ), que
nos da h en función de k \ Como ésta no la conocemos, hacemos uso de la
Otra relación evidente:
77 2
h o + J ^ - = k' + h
ay
en que h0 es la p ro fu n d id ad an terio r ,a la com puerta, en nuéstro ejem plo
h0= 2¿¡0 y U0 La velocidad en esta sección. E sta ecüaciófi sé puede escribir,
reem plazando el valor de U por , siendo L la an ch u ra del canal:
h0 L
, , mW h ,, , , , /„ m*a2 \
h° + h* ~ h + h h ( 1 --------^ - ) = A „-A

1 8 )'
i
K*
reem plazando valores conocidos tend ríam o s:

2J¡0— k ’ 2,20— k ’
H= ' = ~ 0¿)83 = lfl1 7
\2 J 2 )
Como liemos dicho, se lia de cu m p lir la ecuación 16)
,, h S — K*
4 m a (k ,— m a) 1
que reem plazando valores, con nuestros datos e s :
2J35-_hfl
h ~ £¿ 67 ■ 1,30 = 1*097(2,25— k ' *)
Si igualamos ambas ecuaciones de h obtendrem os
1,017 (2J2— h ') = 1,097 ( 2 ¿ 5 — k '‘ )

ecuación en que la única incógnita es h' y que ord en ad a re s u lta :


h '2—0 J 2 8 h'— 0 , 2 1 ^ 0
h ' = 0,464 ± V 0,215.1+0,21
k 'j = + 1,109
* ’, = — O .lbl
us C u n o d e H id r á u lic o G en era l

La raíz negativa no tiene significado y sólo vale la positiva, luego h ' = 1,109
In tro d u cid o este valor en cu alq u iera de las ecuaciones de arrib a, la 18 por
ejem plo, se obtiene :

h — l f l l 7 ( 2 ¿ — 1,109) = 1 4 1 m.

Con esta carga p u esta en La ecuación del gasto Q = ma L \ J 2 gh ob­


tendrem os, fin a lm e n te :

Q = 0 ¿ 8 x 3 y / s g 1,11 = 3,91 m 3 :s.

Como verificación tenem os h-\-h' = B0, B ernoulli de aguas a rrib a :

Bo = 1,11+ 1,109 = 2 ¿219 1

Con el gasto Q = 3 ,9 1 y la sección de aguas a rrib a Q 0 = 3 X 2,2 = 6,6 m 2


obtenemos Ua = —^ r - — 0,593 y = 0 ,0 1 8 , es d ecir D0= 2 ^ 0 + 0 ,0 1 8 = ’
6,0 ¿g j
2J218, con e rro r de sólo 1 m ilím etro.

E n la fig u ra 67 se puede ver la form a del eje hidráulico.

3 5 .—P é rd id a s de c a rg a sin g u la re s.— E stu d iarem o s en este p á rra fo las


generalidades com unes a todas las sin g u larid ad es en que se orig in a una p é r­
d id a de carga en contorno cerrado, y que tien en in terés p a ra la p rá c tic a del

F ig. 68

ingeniero. E stas singularid ad es, como se d ijo en el capítu lo an terio r, son de tres
clases: a) V ariaciones bruscas de sección en tubos cilindricos o prism áticos, con
contracción de e n tra d a o sin ella (F ig . 68) en tre las cuales e stán las paredes
gruesas (F ig. 69) y algunos tipos de llaves. A l fin al de estas sin g u larid ad es la
G e n e r a lid a d e s d e s in g u la r id a d e s d e c o n to r n o c e r r a d o con p é r d id a d e c a r g a 149

sección es d e te rm in a d a p o r el co n to rn o sólido y carecen de co n tracció n de salida,


b) Variaciones continuas de Ja sección: conos convergentes y divergentes. E n los
' prim ero s puede e x istir ú n ic am e n te p é rd id a s p o r fro tam ie n to s, com o. sucede en
las •boquillas, y tienen gen eralm en te co n tracció n fin a l ( í ’ifir. 7 0 ). e) V aria cio ­

nes de d irecció n '-d el e je d e la co rrien te, como en ’codos y c u rv a s ; en que


los filetes, en v ir tu d de la in e rc ia , tie n d e n a se g u ir la direcció n p rim itiv a ,
o rig in an d o u n a p e rtu rb a c ió n don p é rd id a d e ca rg a (F ig s . 36e y 3 6 f)._
V2
E l fa cto r de resistencia o n ú m ero que, m u ltip lic ad o p o r —— , nos d a
la p é rd id á de carg a, depen d e solam ente de la fo rm a geo m étrica d e la d isp o ­
sición, y p o r lo ta n to es c o n stan te £ n u n a sin g u la rid a d . L a p é rd id a de .carga
V2
se ex p resa siem pre, como se d ijo en el C á p ítu lo I I I , § 21, p o r '■
— siendo X
■* 9
el fa c to r de resisten cia co n stan te.
E n cu alq u ier s in g u la rid a d la aplicación del teo rem a de B e rn o u lli desde-,
tina sección a n te rio r a ella h a sta o tra p o ste rio r en que r i j a la ley hidrbstáticay.
llam ando como siem pre H el exceso d e su m á de B ern o u lli de ag u a s a rr ib a so?
b re la cota p iezom étrica de ag u a s ab ajo , nos d a :

V2 ü2 ZJ*
U = _ií— + X - ^ - = ( j + X ) - ^ —
~9 2g 2g

19) V= y /T g H
V i

S egún la d efinició n d a d a a n te rio rm en te es el coeficiente de


velocidad, y por" lo ta n t o :

1
20) *■ X=
V 1+ X
L a ecuación de a rrib a d a ta m b ié n :
X V2
21) // = X ^
1 “f- X 2 Q-
lo q ue in d ica que -— 1 — es la p a rte de c a rg a consum ida en la p ér-
150 C u rso d e H id r á u lic a G en era l

d id a . E l coeficiente <? v a ría dfe 1 a 0, y se tien en los sig u ien tes valo res n u ­
m éricos :
0,90 0,80 0,70 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10

0,23 0,56 1,04 1,78 3,00 5,25 10,00 24,00 99,00


0,19 0,36' 0,51 0,61 0,75 0,84 0,91 0,96 0,99

L as ex p erien cias de F lie g n e r (1 8 7 5 ), d e A rc h e r (1913) y de D avis


(1908) no d e m u e s tra n la co n stan cia a b so lu ta de X cu an d o v a ría la velocidad ;
sin em bargo, la co m p aració n d e los re su lta d o s de estos ex p e rim en tad o res no es
co n c o rd a n te en el sen tid o d e p o d e r a firm a r a la luz de ellas si X v a ría en re-
elación d ir e c ta o in v e rsa d e la v elocidad, de m odo que si no son excesivas las
v ariacio n es d e la velocid ad .podrem os a d m itir sim p lem en te la c o n stan cia d e X.
E sto sup o n e que la v e n a 'n o se se p a re b ru sca m e n te de las p a re d e s p o r efecto
de d e sp re n d im ie n to de gases d is u e lto s ; X a d q u ie re e n este ú ltim o caso valores
enorm em en te m a y o res; e sta fp rm a de e sc u rrim in to no d ep en d e y a de Ja fo r­
m a g eo m étrica d e la can alización y X v a ríp p ro p o rcio n a lm en te a la velocidad.
L a se p aració n de la ven a de las p a re d e s se debe al descenso' de p re sió n que
su fre , la , vena e n las secciones estrech as.
... - Si e n p n a d is p o sic ió n , c u a lq u ie ra , p o r
ejem p lo la de la fig u r a . 71, aplicam os el teo ­
rem a de B e rn o u lli desde la sección 1 de p r e ­
sión h id ro s tá tic a a n te rio r a la s in g u la rid a d
h a sta la sección e strech a 2, d e n o m in an d o con ol
sub-índice c o rresp o n d ien te a cada sección a las
p resio n es-y velocidades, locales, si Di es en la sec- F-ig. 71
ción 1 el B e rn o u lli, d esco n tad a la a ltu r a de pre-
ción a tm o sfé ric a ha, y si en 2 la a ltu r a de p resió n es h 2, se ti e n e :

E l+ h a “ ---- -— “ í“ ^ 2
2 9
de d o n d e :
C z — \ / 2 g (J3t+ A 0— h i)

E l gasto, que en la sección 3, p o ste rio r a la s in g u la rid a d , se ex p resa


como siem p re p o r
Q = m Q 3 \/2 g H

siendo H. el exceso d e B e rn o u lli de 1 sobre la cota p iezo m étrica d e 3 y m el


coeficiente, d e gasto, p ro d u c to d e los de velo cid ad y co n tracció n , tam b ié n se
p u ed e e s c rib ir en- 2:' ■ -- - -
Q = O 2 \ / 2 g ( ñ i -L- h „ — h 2)

y p o r lo ta n to se tie n e la ig u a ld a d :

m Q3\ / 2 g II = Oa \ / 2 g — fit)
C o n d ic ió n d e p r e s ió n en la s g a r g a n t a s p a r a q u e la v e n a n o se s e p a r e - 151

í i 22 U
Si llam am os h s la a ltu r a d e p re sió n sobre la a tm ó sfe ra que h a y en 3,
o b te n d re m o s:
H = b , — hs
y p o r lo t a n t o :
2 3) h2= D i -f- h a — m* 44*2*’
^r (B i — h a)

o sim plem ente reem plazan d o eñ la ecuación 22) :

23a) ~2 — Bl +
O 22 Bi — h 3
L a p resió n h 2 .teóricam ente no p uede ser n e g a tiv a y p rá c tic a m e n te no
puede d escender de u n valor p o sitivo en que a la te m p e ra tu ra del líq u id o se
fo rm a n v ap o res y se d e sp re n d en gases d isu elto s, p u es b a ja n d o de ese limit*?
no se v erific a el e scu rrim ie n to a boca lle n a : la c o rrie n te se d e sp re n d e de Las
p a re d e s que la rodean.
Con la ecuación 2 3) se p u e d e e n c o n tra r la p resió n que ro d ea a la sec­
ción m enor y d e te rm in a r, conociendo el v a lo r d e h 2 con que se -d é sp re n d e n los
gases, la carga Bi, lím ite del e scu rrim ien to a boca llena.
E n caso de desagüe al a ire lib re h¡, = 0 y la 23a) nos d a , p o r lo ta n to :

- > "
Como en ú n a disposición d a d a el seg u n d o m iem bro de la ecuación 2 3b)
es co n stan te, los au m en to s d e B i, o sea, de H , rev elan d ism in u cio n es de h 2 p a ­
ra m a n te n e r la co n stan cia ( 1 ).

( 1 ) E s te a s u n to s e p u e d e tr a t a r d e e s t a o tr a m a n e r a : S i ft,, ft2 y h3 so n la s c o ta s
p ie z o m é tr ic a s d e la s s e c c io n e s 1, i y 3 , y U v U 2 y U 3 la s v e lo c id a d e s r e s p e c t iv a s , la a p li­
c a c ió n d el teo re m a d e B e r n o u lli e n tr e 1 y £ , n os d a:

£7.2 F „2
= ft +
¡¡ o 2 eg
v ii
____ , s e t ia n c fin a lm e n te '
*9 £V

( f t ,- f t 2)
*9

. 1 IV : . .
I g u a lm e n t e la a p lic o c ilin d e B e r n o u lli e n t r e S y , S, lla m a n d o e i f a c t o r d e r e s is t e n c ia de
la p é r d id a d e c a r g a , e n f u n c ió n d e la a ltu r a d e v e lo c id a d d e 3 , n o s d a : -

e-V- \ r/„2 .-
2 + ~FgT - + - 5V C1+ X).
u„ 2 U2 Q 2
ta m b ié n t e n e m o s --------- = —?— — ?_ d e m od o q ue s e lle c r a :
*9 2g Q 2 v«
152 Curso de H idráulica General

Además de cargas menores que el valor especial de Bj, que produce la


separación de la vena, es indispensable paiyi el escurrimiento a boca llena una
longitud y forma determinadas. No se puede precisar, en rigor, cuál es la' me­
nor longitud que asegura el escurrimiento a boca llena, pero se acepta que una
longitud 2,5 a 3 veces la.m ayor dimensión del tubo ensanchado es suficiente
para la expansión completa de la vena. Una conicidad de 8° en el vértice al­
canza a ser llenada en el desagüe al aire libre, pero continuando la canaliza­
ción cerrada, un cono de cualquier ángulo se puede llenar.
Son paredes intermedias las comprendidas entre esos límites de 2,5 a 3
veces la mayor dimensión y '/i vez la menor. Son pocos y de pequeña concor­
dancia los estudios experimentales de estas formas intermedias. Parece que la
forma de escurrimieíito depende mucho de una condición inicial o de la in­
versión de la vena, de que luego hablaremos.

US

Si igualamos estos dos valores de la altura de velocidad de 2, llegamos a

jV
Q,2

1 -U + X ) h **

»
El primer miembro de esta última ecuación es constante siempre que entre 2 y 2
se verifique el ensanche, (es decir, e l ‘'escurrimiento llenando la canalización), llamémoslo E
y su valor se puede escribir:

i - . 0 *2
K =
Ai2 Q3 v í V - Q 22)

puesto que:

De aquí deducim os:

ecuación que permite el cftlculo de la pyesión absoluta en las gargantas estrechas. El


coeficiente K fluctúa entre 0,5 e in fin ito ; vale 0^5 cuando Q., es despreciable al lodo
de Q i y es decir, en caso de gargantas entre estanques; si «= Q j, llamando

la r a z ó n K v a le -^— {1 -f- n ) , como el caso de la fig u ra 7 1 .y v a l e ^ _ _ i L _ _ cuando O


i ¿3 2 r ,'uuuuu
es muy grande y , como en el caso anterior, Q 2= u por último, crece tendiendo a in-
O r i f ic i o s en p a r e il g r u e sa 153

E s com ún v e r en tu b o s de g ra n c o n tracció n d e e n tr a d a o en conos de


á n g u lo s su p erio res a 8 *, que la vena a d h e rid a a la s p a re d e s p ro y e c ta al aire
en fo rm a d e penacho, con u n hueco c en tra l.
36.—Enganchas bruscos y paredes gru esas.— E n el c a p ítu lo a n te rio r h e ­
mos sen tad o la fó rm u la d e p é rd id a d e c a rg a en en san ch es bruscos v erific ad o s
d e n tro d e canalizaciones c e rra d as, c u y a ex p resió n es la fó rm u la d e B o rd a :

A = (P .-F,)«
29
y cuyos fa c to re s d e resisten cia en fu n c ió n de la a lt u r a de v elocidad in ic ia l y
fin al, respectivam ente, son los sig u ie n te s:

L a fó rm u la d e B o rd a fu é co n firm a d a p o r los a n tig u o s e x p e rim e n ta d o ­


res W eisbach y F lie g n e r y los m odernos B rig h tm o re (1 9 0 7 ), G ibson (1908) y
S c h ü tt (1 9 2 6 ), eu el In s titu to H id rá u lic o de la E sc u e la P o litéc n ic a de M unich,
b ajo la dirección de T hom a. H a sido, sin em b arg o , c o rre g id a p o r S a in t V e n a n t
(1846) p a ra to m a r en c u e n ta lo s fro ta m ie n to s y la s d e sig u a ld a d e s d e veloci­
d ad ag reg an d o un coeficiente c o n sta n te :

f in ito cu an d o X — 0 y 03 d e c ir, en b o quilla« do e n tr a d a re d o n d e a d o . Com o ge v e rá m íis


• d e la n te , e n u n a p a re d g ru e s a = 0,61 y X = 0 ,5 í) e l v a lo r d e K :

Q ;2
1

«orno o rd in a ria m e n te Q j es m u y g ra n d o a l la d o *de Q 2, so tie n e sim p le m e n te :

K = 2¿53

de m odo que la c o ta p ie z o m é trie a en la g a r g a n ta e s :

h t — 2 ,3 6 3 /»a

S i ponem os hs = 0, es d e e ir, su p o n em o s a ltu r a s d e p re s ió n so b ro la a tm o s fé ric a , con d e ­


s a g ü e f in a l a l a iro lib ro , se lle g a a l f in a :

h.'2

que es lo q u e d ice la fig u r a 73.


154 C u rio de H id r á u lic a (¡ e n tr a !

u) a £ ^ + 4 - 5 !
2g 9 Sg

24a)
)‘+ - í9
Posteriormente Boussinesq,. por consideración analítica, idílico:

25) X, = 1.11 ( - Qi

Después Archer (1913) propone, como resultado de sus experiencias


sobre ensanches con tubos finales hasta de 7,5 cm. y descontando frotamientos:

A_
2g

de la cual se obtiene:

J / Q,
S6a) Al ~ P , 0-0« 1 ( ” Q„ ~ 1 )

Si las pérdidas son pequeñas, ya sea porque las velocidades los son o
porque la razón — —- es poco diferente de uno, esta fórmula da coeficientes
Qo
mayores que los de Borda. (En experiencias hechas licuaron a valer 1J225 X de
Borda). Por el contrario, si las pérdidas'son ¿rancies, sus coeficientes son me-
Q]
ñores que aquéllos. (E n experiencias en que V alcanzó a 10 m/seg. y —g —
a 10, la razón entre estos coeficientes llegó a 0,835).
Archer considera que Gibson tomó la presión final muy cerca del plano
del ensanche y en consecuencia discute sus medidas. "
En vista de estos resultados no concluyentes, no se ve la ventaja en
abandonar la fórmula mucho más sencilla, de Borda (fórmula 41, Capítulo
IV ), cuyos resultados son intermedios entre los propuestos.
Según Archer, la distancia l en que los filetes vuelven a ser paralelos,
comprometiendo toda la sección, es dada por la expresión:

27) l = 1,92 (d¡ — do) 0'1

en que d„ y d¡ son los diámetros anterior y posterior del ensanche. La expre­


sión 27) da los’Siguientes resultados numéricos:

..di—d„ = 0,025- 0,050 OJO mts.

0,55 0,77 ”
S in g u la r id a d e s cotí en sa n c h e -b r u s c o

Como se d ijo , la « o ta piezom ètrica p o ste rio r ál ensanche es m ay o r que


la a n te rio r a él. E n disposiciones h orizontales se c o n fu n d e n con la s a ltu ra s de
presión ; luego, si lá p o ste rio r es atm o sférica, ía a n te rio r será neg ativ a. E n este
p rin cip io están fundado« u r o s cu an to s a p a ra to s, in d u stria le s.
T al conclusión explica tam b ién el resu lta d o d e las ex p erien cias de H a-
chette y B u ff, que dem o straro n que en el escu rrim ien to que desagua' en el
vacío no in flu y e la ag re g ac ió n d e ur) tu b o ad icio n al esto se debe a que es
im posible que la vena, después de c o n traíd a , se ensanche h asta las paredes,
pues en estas condiciones la s presiones que ro d e a ría n a la vena c o n tra íd a se­
ria n m enores que el vacío absoluto.

E l coeficiente' m 2 ■ - de la ecuación 23a) o 23b) p uede v a ria r en el

caso de ensanches bruscos, sin contracción fin al, d e 1 a 2. E l m áxim o 2 c o rres­

ponde a la razón j?** = 2 (1 ) . L a ra íz d e este coeficiente, m que lia-


U] »-‘O
m arem os M , es la razpn e n tre el gasto efectivo y el que h u b ie ra habido sin
ensanche ; si am bos desagües se su p o n en a la m ism a p resión fin a l, 'pues evi­
dentem ente, se puede e sc rib ir:

m Q| \ / 2 g K Qi
28) Af = --------- — ■—
00 \/2 g S
M , si se prescinde de frotam ien to s, p a sará p o r el.m áx im o paca la m ism a razón
q 1 = : 2. Su. \'a lo r m áxim o s e rá : \ J 2 . = 1¿41. (2 ). . . . • •
E sp ecial in terés tien e el cálculo d e .los coeficientes de,velocid£¿l y gasto
de los tubos cortos, de lo n g itu d u n a s cu an ta s veces m ay or que e'l.diáipetro; sque
' se llenan y d esag u an al aire lib re, sin co n tracció n fin al, con cu a lq u ie ra díspo-.

(1 ) E n e fe cto , en enstracb# brusco de sección in iciá l Q 0 y fin a l Ct1 el cife’f lcien te dò


g asto, s i ae prescinde de fro ta m ien to s es?
1 '

V'* '
Poniendo = n y prescindiendo de Tob frótamidritoa

£^2 *2--- S »+ 2

cuyo máidmo, obtenido haciendo nula la derivnda, c< rresponde a n = 2 . S i no sé prescinde


de los frotam ien tos y se anpone que (val< r. qxve Be ju stific a en eete m ismo pft-
rrafo, a contin uación), e l máxim o de M ? es 1 ^ 2 y , c< rresponde. a n~-£,Q96.

(2 ) Tomados en cuenta loa frotam ien tos, el niáxim o es 2kf = 1 £ £ — 1,385 y


üi
es superior a la unidad siem pre que ——— sea m ay >r que 1,048.
156 C u rso d e H id r á u lic a G en eral

sición de e n trad a. E n tr e éstos caen las p ared es g ruesas y los tubos en tran te s
más largos que el de B orda. A dem ás de la p é rd id a de e n tra d a debida al en­
sanche hay que co n sid erar en ellos los fro tam ien to s que en la longitud l v a le n :

. -1 b U* l U-
'= d i — 8 g ^ -f) y v

el coeficiente de resistencia X¡, debido a los frotam ientos, es p u e s :

29) Xt — 8 g i - 1 -

Tom ando 6 = • 0,0004, ap to p a ra tubos pequeños lisos, re su lta :


l
29 a) X, = 0,032 —
D
E l coeficiente de gasto, siendo Xt la p é rd id a de ensanche, v a le :

30)
][ 0 32 - L - + X ,
1 + 0 ,>

E l valor X0 queda dado p o r la expresión de B o rd a que escribirem os:

/ Q \2
x,= ( " a ’)
en que £3 es la sección fin al y £3C la de la vena a n tes del ensanche. Se acepta,
generalm ente, que- en tubos cerrados las contracciones de e n tra d a son iguales
a las que se v erifican al aire libre. E sta afirm ació n se basa en que los cálculos
que las suponen son en gen eral .confirm ados p or la experiencia. Según esto,
se calcula la contracción de e n tra d a en u n a disposición cu alq u iera, p o r los
procedim ientos in d ic a d o s'a n te rio rm e n te en los orificios -de p ared delgada, ya
sea contracción com pleta, im p erfe cta o su p rim id a . S i llam am os ¡i a la razón
(Q c es la sección de la v e n a ' co n traíd a y .£l„ la de e n tra d a, fig u ra 72)
podemos e scrib ir: £}c = ¡jl £20. -E n el ensanche la p é rd id a se rá :

31) - A — ( ------- o ------------ 1 ) —


V || ü . ' 2g

es decir, que el fa c to r d e resistencia del ensanche


v a le :

F ig. 72
In m ed iatam en te a continuación insertam os u n c u ad ro de valores de Xr,
Xc, 2X, m , M y jj " > en tubos de esta especie. Se p a rte con los valores de
jS'in s u la r id a d e s con e n s a n c h e b ru sc o . P a r e d e s grúeSh tí 157

( 1 ), razón que h a b ría , que d iv id ir p o r ¡a p a ra te n e r la relació n —


e n tre la sección de e n tra d a de la disposición y la sección fin a l. E l coeficiente
que en la p rá c tic a puede v a r ia r de 0,5 a 1, se calcu la como se h a indicad o p or

-0«
J .X m M h„—7(2
u >•/ >- H
1.0 0.096 0 0.096 0.956 0.956 ~ 0.09Ó~
o,y 0.096 0,012 0,1 Oí? 0.951 1,056 0,115
0,8 0,096 0,063 0.159 0.929 1.162 0,360
0,7 0,096 0,183 0,279 0.884 1,263 0,600
0,62 0,096 0,410 0,506 0.830 1.314 0,740
0,60 0.096 0,444 0,540 0,808 1.347 0,825
0,52 0.096 0,852 0.948 0.717 1.379 0,900
0,50 0 096 1.000 ' 1,096 0,691 1.3S2 0,920
0,40 0.096 2.25 2,346 0,547 1.368 0.890
0,30 0.096 5.44 5,538 0.390 1.30 0,700-
0,20 0,096 16 16.1 0.242- 1.21 0.470
.0,10 0.096 SI 81,1 0,109 1,20 0.440
0,00 ■.----- X * 0 1 0

los procedim ientos de las p a re d e s d elg ad as. P jira el cálculo d e Xr se h a su ­


puesto u n a lo n g itu d del tu b o igual a 3 d iám etro s. —~ ~ = 3 , d e modo que
\ f — 0,096. E sa lo n g itu d es. como d e m u e s tra la ex p erien cia, su fic ie n te p a ra
que se perfeccione el ensanche.
E l cuadro ap arece d ib u ja d o e n el g rá fico de la fig u r a 73.

(1 ) L a razón - - a d o p t a d a p a ra e l cu a d ro r e su lta m á s ló g ic a q ue la in v e r sa —~ -
C¿ “C
q u e a p a r e c e en la s f ó r m e la s , p u e s a q u é lla vaftfa s o la m e n te e n tr e O y 1 y é s t a e n tr e oo y
1. K s e v id e n te , q ue s i n o h a y c o n tr a c c ió n d e e n tr a d a i y p o r lo t a n t o :
Qr _ Q „
C o rso d e H id rá u lic a G en eral

Según este cuadro, la p érd id a de e n trad a en uña pared gruesa


= 0,6 a Qj¡2 Jj. vale: S X ==■0,50 a 0¿4. E n núm eros redondos se
ieepta 2X = 0,50, E l coeficiente dé gasto resul­
ta m = 0,808 a 0,815, como en realidad se ve­
rifica.
E n un tubo en tran te que se llena
-X = 0,948 ti 1,096; en térm ino medio 2). = 1
y m = 0,70, como sucede en la práctica.
Igualm ente; V entu ri encontró al expe­
rim entar tubos .cortos d e • coeficiente de con­
tracción de en trad a = 0 ,6 2 5 , dispuestos
como indica Ja fig u ra 74, que el agua subía
por el tubo A a 0,774 H , valor que com prueba
el gráfico de la figura 73, pues ese es precisa­
mente el valor de ha — A». .
Si un orificio de p ared gruesa form a án ­
gulo entre la dirección de la vena y la nprmal
a la pared interior d el'e stan q u e (-?%. 75), el coeficiente de gasto disminuye.
Esa dism ínueión se puede com putar aceptando, según las experiencias de
Weisbach, que m dism inuye en 0,0015 por cada grado centígrado, corrección
qTie vale hasta 60 grados.
Respecto, a las paredes interm edias sólo se tie-
nén las experiencias de Poleno (1718) y Stew art
(1908), poco numerosas y que en líneas generales coin­
ciden. Se puede aceptar, partiendo de la pared grue­
s a m = Q ,8 l'y la delgada m. = 0,60, los siguientes coe-
' ficientes, funciones de la razón ~jy~ entre la longi­
tu d del tubo y el diám etro de él,notando que la pá-
75 - -,r€(j gs gruesa cuando — es superior a 3:

l . > . !. . .
■^7 == 3. 2,5 2 1£ 1 Ofi y menos

t.m =• 0,81 0,80 0,79 , ' 0,78 0,75 0,60'

Los resultados anteriores suponen completa la contracción de e n tra ­


da, pues en caso diverso los resultados experim entales que se poseen soii anó­
malos e-incom pletos.
E n la fig u ra 76 se han trazadó los coeficientes de gasto de paredes
gruesas e interm edias y los de tubos en tran tes de más de tres diám etros de
longitud, que se llenan. Como se ve, en las paredes gruesas el m ayor m co­
O rific io s de p a r e d g ru e sa « in te r m e d ia . IXaives y v á lv u la s

rresponde a —j y — 3, es decir, el punto en que se perfecciona la expansión


de la vena dentro del tubo y lo alcanza a llenar perfectam ente escurriendo 9.
l
res —

desciende lentam ente.

F ig. 76

■En las llaves com únm ente usadas se. verifica, u n a p érd id a de carga
p o r ensancham iento brusco, de modo que su cálculo obedecería simplemente
a Las norm as recici) tem ante' <jadas ¡ sin
embargo, lá form a de; la canalización
v aría en cada aljertu ra y da una con­
tracción y ensanche que es variable con
1* ab ertu ra, de m anera que es difícil
conocer con alg u n a aproxim ación Ja
forma y dimensiones efectivas de la co­
rrien te en toda la zona en que está si­
tu ad a la llave. P o r esta razón es p re ­
ferible en lá p rá c tic a tom ar d irecta­
m ente los coeficientes de p érdida de
carga, de contracción-y’de gasto que co­
Fig. 77 rresponden a las distin tas ab ertu ras de
• i las llaves. A continuación--van; los coe­
ficientes. debidos a las experiencias de W eishach ( 1 ) en los dos tip o s :de llaves,

( 1 ) H an sid o corregid a» cierta s an om alías que se n o ta n on la» exp erien cia s. L a s


llave» de com p u erta de sección rectan gu lar que exp erim en tó W eisb a cb , caen en tro loa ori­
fic io s do con tracción su p rim id a en los lad os y en el fo n d o , seg u id o s por1 ufl e n s a n c h é . BfuScó:
C u rs o d e H id r á u lic a G en eral

que son las m ás com unes en g ra n d e s d im ensiones;, la s d esignaciones ap arecen


e n los esquem as de la fig u r a 76:

a ) L la ve de C o m p u erta

a
X m
1T

1/8 89,1 0,60 0,106


2/8 17,0 0,62 0,206
3 /8 7,6 0,63.5 0,341 ‘ .
4 /6 2,09 0,67 0,567
5 /8 0,81 0,707 0,743
6 /8 0,26 0,776 0,890
7 /8 0,07 0,833 0,965
8 /8 o,po 1,00 1,000

b ) L la ve de N u ez

A n g u lo X u m
9

82» oo ' 0 0
65» 486,0 0,484 0,045
60» 206,0 0,464 0,07
55» 106,0 0,460 0,10
50« 57,0 0,468 0,138
45» 31,2 0,484 0,176
40» 17,3 0,506 0,234
85» 9,68 0,530 0,307
30» 5,49 0,544 0,390
25» 3,10 0,594 0,496
20 » 1,56 0,646 0,625
I d» 0.75 0,698 0,760
10 » 0,29 0,767 ' 0,880
5» 0,05 0,862 0,980
0» 0,0 1,000 ' 1,000

L os coeficientes X, n y m se re fie re n a la sección d e sa lid a d e la llave,


es decir, a la de la c a ñ e ría en que v an in tro d u c id a s. S iem p re a l a b r ir u n a lla ­
ve se n o ta al com ienzo u n ry id o esp ecial d ebido al d e sp re n d im ie n to de gases
que corresp o n d e al g ra n e s tra n g u la m ie n to d e la v e n a líq u id a .
E je m p lo d e en sa n ch a m ien to s bruscos 161

Al final de este capítulo, después de la T abla N ."10 aparece un gráfico


confeccionado en la U niversidad de W isconsin, E E . UU. que resume los coefi­
cientes de gasto de los casos más interesantes de la práctica de orificios sum er­
gidos abarcando las paredes delgadas, interm edias y gruesas con contraccio­
nes completas suprim idas en p arte y totalm ente suprim idas. Los coeficientes
son válidos p ara orificios no sumergidos, contándose las cargas, en este caso,
por la diferencia en tre los niveles an terio r y posterior al orificio, como se
ha dicho anteriorm ente.
E j e m p l o .— U na cañ ería horizontal arran ca de un estanque. Se com­
pone de tres trozos: el prim ero de 0,65 m .-de longitud y los otros dos de í ni
de longitud 0 cada u n o ; el prim ero de 0 ¿ 0 m. de diám etro, de 0,15 el segundo y
de 0,30 m. el tercero. E l paso de u n trozo a otro se hace por medio de u n en
sanche brusco. L a a ltu ra del agua 1 en el estanque, contada sobre el plano ho­
rizontal que pasa por el eje de la cañería, es de 0,80 m. Se p id e: a) calcular
el gasto que escurre si el desagüe es al aire libre, y b) tra z a r el plano de
A carga y el de cotas piezom étricas de
toda la cañería. Los frotam ientos se
tom arán en cuenta aceptando que
p or ellos se pierde u n a a ltu ra de ve-
i locidad cada 30 diám etros corridos
----- de cañerías (F ig . 78).
— ™ 1 ojo ' P a ra resolver este problema
es ú til ordenar los cálculos hacién­
dolos p o r medio de cuadros. E n el
p . 78 esquema de la fig u ra 78a se han in ­
dicado los puntos que lim itan trozos
interesantes-en la cañería del ejemplo. Los puntos B, D y F , son los que de­
term inan el fin de la p érd id a de ensanche brusco q u e ocasionan los aumentos
de diám etro. Los ensanches bruscos se verifican, en consecuencia, entre A y B,
e n tre C y 2? y entre E y F. E n los trozos restantes solamente existe pérdida
de carga de frotam ientos. Las longitudes CD y E F se han determ inado por
ia fórm ula em pírica 27) de A rcher y la A B , donde hay un ensanche de reac­
ción, se la supone igual a tres diám etros. E n el p rim er cuadro, que v a a con­
tinuación, la tercera columna da la relación en tre la velocidad que corres­
ponde al trozo y la final, que es la razón inversa de los cuadrados de los
diám etros. L a cu arta d a las razones de las a ltu ra s d e velocidad, razones que
valen los cuadrados de la tercera columna. L a colum na q u in ta es el coeficiente
de resistencia en función de la a ltu ra de velocidad fin al del trozo. Los en ­
sanches bruscos han sido calculados p o r la fórm ula' de B o rd a :
O,

y los frotam ientos, p o r medio de la ex presión: >. = — en que l es la longi­


tu d del trozo y d su diám etro y q u e ' obedece, a la hipótesis hecha de p erd er
u n a altu ra de velocidad cada 30 diám etros.
/
1 1 .— Hidráulica.
C u rso d e H id r á u lic a G e n e ra l

- L o n g itu d V local V s laca!


Trozo
TO . Va Vo‘ ^ local ^ o

AB 0,30 4,0 16,00 0,5 8,000


BC 0,35 4,0 16.00 0,116 1 , Í 66
CD 0,55 1,777 3,145 ' 1.56 4,906
DE 0,45 1,777 3,145 0,10 0,315
EF 0,55 1,0 1,00 0.60 0,600
FG 0,45 1,0 1,00 0,075 0,075

S?. - - 15,762

E l B ern o u lli de G, sobre el p la n o h o riz o n ta l que p asa p o r el c en tro


de g rav ed ad d e la sección, se re d u ce a la a ltu ra d e v e lo c id a d ; ap lican d o el
teorem a d e B ern o u lli gen eralizad o e n tr e A y G se obtiene la e c u a c ió n :

0 ,6 0 — - ^ ° 2- (1 + 2X ) = 1 6 ,7 6 2 Va2

p o r lo ta n to , la a ltu ra d e velocidad e n G v a le :

..V a 2 _ 0.80
= 0,0477 m .
16,762

L a velocidad co rresp o n d ien te es IJo — 0,966 m /se g . ; como la sección e ií G


es Qn-=0,-0S14- el gasto v a le :
Q — 0,0314 X 0,97 = 0,030 m 3/se g .

E l cálculo dei p la n o de c a rg a y el de cotas p iezom étricas v a hecho en


el cu ad ro sig u ien te, que re q u ie re poca ex plicación. L as a ltu ra s d e velocidad se
obtienen m u ltip lic a n d o la altu f,a de v elocidad fin a l 0,0477 m. p o r la razón
JJ2 . . . » • • -
jj~ 2 , d a d a en el cu ad ro a n te rio r. Los B e rn o u lli son la su m a de la p é rd id a

•- V P
Punto. A d el trozo a n terio r B e rn o u lli
's g r

Q 0,0477 0,0477 0.00


F 0,0477 0,075 X 0,0477 = 0,0036 0,0513 + 0,0036
E 0,1500 0,600 X 0,0477 = 0,0286 *0,0799 — 0,0701
D ■ 0,1500 0,315 X 0,0477 = 0,0150 0,0949 . — 0,0551
C 0,7635 4,906 X 0,0477 = 0,2341 0,3290 — 0,4345
B 0,7635 1,866 X 0,0477 = 0,0891 0,4181 — 0,3454
A 0,7635 8,000 X 0,0477 = 0,3818 0,7999 - + 0,0364
E je m p lo de en sa n ch a m ien to brusco. Conos íe s

de carga d el tro zo a n te r io r con el. B e r n o u lli d e l p a n to a n terio r. L,a p é r d id á de


carga v a ca lcu la d a en la co lu m n a tercera;- lia a ltu r a d e p resió n e s la d if e ­
ren cia en tre e l B e r n o u lli y la a lt a r a de-»v e lo c id a d : lo s v a lo r e s n e g a tiv o s s ig n i­
fic a n a ltu ra s d e p resió n in fe r io r e s a l a . a tm o sférica .
E n la colu m n a d e lo s B e r n o u lli, r en g ló n A d e l ú ltim o cu a d ro , se lee
0,7999, en vez d e 0,800. L a p eq u e ñ ísim a d ife r e n c ia e s d e b id a a lo% d ecim ales
d esp recia d o s e n lo s cálcu lo s. . ,
Se lia colocad o (Fig? 78a)* e n tr e A y B el p u n to A i ; en esta secció n se
e n cu en tra la v e n a con trafcte d e en tr a d a . L a d is ta n c ia A A i es de m ed io , d iá m e­
tro, es d ecir, 0,Q5 m . E n
A i e l c o e fic ie n te .d e co n ­
tr a c c ió n 'e s 0,60 y p or lo
ta n to la a ltu r a d e v e lo c i­
d ad v a l e :

TJ¿_ 0,7635
2g 0,602 0,36
= 2,121- m .
Com o en A x el. B e r n o u lli
e s ig u a l al d e A, la a lta r a
d e p re s ió n v a l e :

-Z - = 0,80 — 2,121 —
Y
— 1J21 m.
T am b ién e s d ig n o d e ob­
serv a rse qu e e n la ^sección
Fig. -78a d e la p a r e d d e l.-esta n q u e,
A, en qu e a rrá n ca la ca­
ñ ería, la cota p iezom étrica v a le d e n tr o -del- tu b o , se g ú n e l ú ltim o cu a d ro ,
0,0364 m ., y e n la m ism a secció n A, pero; coiáSiderando d e n tr o d él estan q u e,
v ale 0,80 m ., d e m odo que h a y d o s valores.
E n el g r á fico de la figura 78a, apáre'cé'6 trazados" lo s p la n es, de- carga
y d e cotas, piezom étricas, a u n a esc a la d o b le v e r tie a l q u e h o rizo n ta l.

37.— B o q u illa s y c o n o s.—-V am os a d e sig n a r b üjo la d e n o m in a ció n d e


boquillas to d a s la s d isp o sicio n e s d e con torn o' cerrad o e n qu e n o h a y co n tra cció n
fin a l n i con tra cció n d é en tr a d a y e n que lo s''fro ta m ie n to s so n lo s ú n ic o s -q u e
absorben a lg u n a p a rte d e la e n e r g ía .
■En el caso a n terio r hem os v isto q u e s i ^ — "=^1 y 0,096, se te n ía
m ^= 0^956. E ste es el c o e fic ie n te m ed io d e l a s NWqmMa¡8 co r ta s d e trésr "diáme­
tr o s d e longitud.'
L a s b o q u illa s m ás u sa d a s son la s d e la rueda Jtelton, lo s “ monitores”
y la s’ contra incendios ( Figs. 79a y b). L a s d e l p r im e r tip o p o seen , u n v a s ­
ta g o o aliñ a cu y o o b jeto e s r eg u la r .e l g a sto d e s a lid a , cerra n d o o a b rien d o
la ab ertu ra fin a l por m ed io d e u n a v a n ce o retroceso. E l efe cto qu e p rod u ce
164 C urso de H id rá u lic a G en eral

este vástago de form a bien concebida es estra tific a r completam ente la corrien­
te, dism inuyendo mucho X/, q u e 'h á llegado a descender al valor i., = 0,03, lo
que da m i= 0,975.
Los monitores, usados en abatim ientos de terrenos, son boquillas como las
que se usan contra incendios; sus coeficientes de gasto son m enores; v arían se­
gún Longridge y G a rrard (1 ), e n tre m = 0,8 y 0 ,9 i es decir que X queda
comprendido entre 0,5 y 0,13.
Sé bap experim entado muchos tubos cilindricos y cónicos biselados y
redondeados en la entrada, que son
form as interm edias y pueden catalo­
garse en tre las boquillas. E n estas
form as sé nota, cómo se ha dicho, la
g ran influencia de los redondeos que,
por rudim entarios que sean, dism i­
nuyen mucho la contracción y au ­
m entan el coeficiente de gasto,■■{Fig.
79c).
Se llam an conos e n ’-H idráuli­
ca a1 las canalizaciones de contorno
•cerrado en que la sección va cre­
ciendo o decreciendo p aulatinam en­
te ; de modo que esta denominación Fig. 79b
com prende, además de los conos propiam ente tales, a los troncos de pirám ides,
tubos en form a de trom peta, etc. Si no hacemos referencia especial a estas ú l­
tim as disposiciones, nos referirem os, en lo que sigue, únicam ente a los conos
propiam ente tales.
E l fenómeno p rincipal que se verifica en u n cono es la transform ación
de un a form a de energía en otra, o sea, la dism inución de uno de los sumandos
del teorem a de B em o u lli y aum ento de otro. Así, en
los conos convergentes dism inuye en general la cota
piezom ètrica y aum enta la a ltu ra de velocidad. Lo
contrario sucede en los conos divergentes. Si no h u ­
biera p érd id a de carga dentro de estas disposiciones,
el aum ento de una de de estas form as de energía se­
ría exactam ente igual a la dism inución de la otra, lo
que no sucede en la p ráctica porque existen dichas
Fig. 79c pérdidas.' E n las aplicaciones de la H id ráu lica son
usados los conos precisam ente p o r esta transform ación de energía.
Los conos convergentes están en general afectados de u n a p érd id a de
e n tra d a y contracción de salida. L a p érd id a de en trad a tiende a dism inuir el
coeficiente y de velocidad. L a contracción final, que afecta al coeficiente ¡¿,
depende solamente del ángulo siem pre que la longitud sea suficiente p a ra que
se perfeccione e\ ensanche que sigue a la p erturbación de en trad a,, lo que ocu­
rre si ella es m ayor de 3 veces el diám etro de salida. E n los conos conver­

(1 ) C. C. L on grid ge — H y d ra u lic M in in g , L ondres 1 9 1 0 . J . J. Garrard, B id r a u lic


T in U in n in g in S w a z ila n d , 1 9 1 7 .
Conos c o n v e rg e n te s 165

gentes hay que considerar, adem ás de la p érd id a de e n trad a, los fro tam ien ­
tos que, en general, son d istin to s de los que existen en los tubos cilindricos.
E n los conos convergentes, al acelerarse la corriente, tien d en a desapa­
recer los frotam ientos in terio res p o r la igualación de la velo cid ad ; sube en
consecuencia la velocidad crítica de tu rb u len cia, llegando hasta hacerse "60
veces m ayor que la de los tubos cilindricos y, p or lo tan to , se p resen ta fácil­
m ente la estratificació n de los filetes.

ce 0 ° 90° cc teo* cc 270 “ cc 360 °


F ig. 80

ángulo que define al cono es el del vértice. Así,- la p ared gruesa


a a = 0°, la p la n a a a = 180° y el tu b o e n tra n te de B o rd a a
(F ig. 8 0 ). _ , . . ..
Se puede calcu lar el coeficiente <¡> de veloci­
dad, avaluando las p érd id as de carga. E n efecto,
la p érd id a por -frotam ientos, calculada p o r la
fó rm u la general, p o r u n id ad de longitud,-• en un
p u n to que d ista x de la salida, con Las-anotacio­
nes de la fig u ra 81, es: _

4 b US
J =
D,
F ig. 81 • '
Cf • .
>= D + 2 x t g - —-, podemos poner Ux en función de la velocidad fi-

D‘ V D*
U ,= V
DS / Q! \ 1
( J> + 2 X t g - j )

L a p érd id a de carg a por frotam ientos en todo el cono de longitud, t,


haciendo los reem plazos anteriores es:
Cttrso d e H id rá u lic a G en eral

b V2 ■ D*
32) A ,= —
2 tg ± J (D + S i t g — )

N otando que el diém etro de en tra d a es D 0 = D + 2 l tg - r - , m ulti-


7 ' «
pilcando y dividiendo por 2 g, se te n d rá el facto r de resistencia debido a los
fro tam ien to s:
gb
33) X ,= .
* V D o* >
t f f ~2
Además de los .frotam ientos puede existir la p érdida de entrada, que
U2
estim ada en X .-o ———, en función de la a ltu ra fin al es:
2g

34)
D* U2
— Xe_
°(D + 2 l t g - ? ~ y 29

E l factor de resistencia de esta p érd id a es, pues, si es completa,


Xe_ 0 -—0,5:

D‘
35) K = 0 ,5
(.D + 2 1 t g - ^ Y

y, en general, se puede escribir:

35a) X -X

E l factor de p érd id a de carga total, suma de Xr + Xe, en función de la


velocidad final, es:

36) . — .9 ( i ------- + X ——-


®V e" ° Do*

56a) x -J U í_ ÍL U x _5L-
p .* J +X — Q.*

D ando al coeficiente b el valor adecuado 0,0004, se puede escribir el


coeficiente de velocidad: ' •
Conos conycrpcnUs 167

P a ra cada ángulo, siem bre que el d iám etro de e n tra d a sea 3 veces m a­
y o r que el fin al, esta expresión de 9 da u n v alo r p ráctic a m en te co n stante ( 1 ),
que v a a continuación ( 2 ) : > .

a— 0" 1» 3“ 5» 10" 20« 30* 60 ' 90« 1809


9= 0,815 0,826 0,926 0,958 0,976 0^984 0,987 0,990 0,992 .1

S egún esto, se pu ed e d e c ir que en conos de m ás de 3 d iám etro s fin ales


d e lon g itu d se puede p re s c in d ir de la relación d e los d iám etro s d e las sec­
ciones y que especialm ente en ángulos chicos (m enores de 2 0 ° ) en que se puede
to m a r sim plem ente el ángulo p o r la tan g en te, se p uede a c e p ta r p a ra 9 el valor
sencillo: -

38) 9=
1+ °’°08
y
( 1 ) £1 c o e fic ie n t e d ep en d ien d o de la razón d e d iá m etr o s term in a les e s v a ria b le,
p ero e s t a razón a la cu a rta p o te n c ia h a c e m u y p eq u e ñ a su in f lu e n c ia en la^ fó r m u la cu a n d o
e s m a y o r d e 2,5 lo q u e s u c ed e e n co n o s la r g o s d e p eq u eñ o á n g u lo o de 3 d iá m etr o s d e Ion-
. * D
g it u d s i so n m a y o r e s d e 16®. L o s c o e fic ie n te s c a lc u la d o s co r resp o n d en a ___ 2 _ = 2 ,6 .

( 2 ) P a r a el á n g u lo 3 = 0 ° la razón ^ v a le u n o, el seg u n d o té r m in o d el ra d ic a l
Do •
■es a p a r e n te m e n te in d e te r m in a d o : O —99* pe r o en r e a lid a d v a le 0 , 0 0 8 .E n e f e c t o , po-

j , ;
n ien d o en v ez de t g ——.9 u v a lo r e n fu n c ió n de lo s d iá m etr o s te r m in a le s y d e la lo n g itu d l

oc D —D v

.
(
.
t g ____ =

0 ,0 0 8 l /
____ ______> , se o b tie n e , p a ra el d en om in ad or d e la e c u a c ió n 5 7 ) :

, D> \ , B* 0 ,0 0 8 l 2>‘ ^ ■ V
+ D o- D ~ \ J P 0‘ ) + e~ ° D 0‘ — D q‘ D ¿— D '

1+ (D „ > + D 0’ X D + D 0 X W + D ’ ) + X e- o ~JTT~

p a r a el ca so de' a = O , lo s d iá m etr o s so n ig u a le s, y se te n d r á :
/

• »
•valor que p u e sto en la ec u a c ió n 5 7 ) a c e p ta n d o un tu b o d e 5 d iá m etr o s de lo n g itu d
<1 = 5 D ) t d a r ía :

\ / 1 + O.OUU -I- xe-


q u e e s p rec isa m en te la fó r m u la 3 0 d el p á r r a fo a n te r io r .
C urso d e H id rá u lic a G en eral

qué d á 'ló s siguientes valores:


a = 1» 3o 5° 10» 20 °

<p = 0,825 0,927 0,95,7 0,980 0,990


E stos resultados son confirm ados por la experim entación que no ha
sido, desgraciadam ente, ni metódica ni suficiente.
E n ángulos mayores de 60° el coeficiente de velocidad es prácticam ente
la unidad.
Respecto del coeficiente |i de contracción, nada analítico ha podido es­
tablecerse hasta hoy día. Su determ inación es netam ente experim ental.
E l valor de n, que p a ra el cono de 0“ es la unidad (pared gruesa o tu ­
bo cilindrico) disminuye lentam ente, pasando por [t = 0,60 en los 180° (pared
plana delgada) y bajando h asta \¡.= 0,50 o 0,51 en el cono de 360° (tubo en­
tra n te de B o rd a). A continuación van los valores experim entales encontrados
por Castel (1838), H einem ann (1872) y W eisbach (1845):
a =■ 0° 10» 20» 30» 45° 90» 180» 270» 360»
H= 1,00. 0,99 0,95 0,92 0,88 0,74 0,60 0,55 0,51
L a variación del coeficiente de gasto m con el ángulo, recordando que
es el producto de "los de velocidad y contracción, es la siguiente: en tubos en
que existe pérdida de en trad a, dado el rápido crecimiento de 9 y la poca va­
riación de n en ángulos pequeños, debe crecer desde 0,81, que vale el cono
de 0°, pasando por un máximo y bajando después hasta 0,60 en los 180° y a 0,51
en el cono de 360". E l máximo experim ental (y aun calculando los 9 como
se indicó), se verifica p ara a = 13°. E l valor experim ental del máximo es
m = 0,95. Tomando el valor de 9 calculado, correspondiente a a = 13°, que es
9 = 0,585 y m ultiplicándolo p or el jj. experim ental correspondiente al mismo
ángulo, que es (».= 0,98, se habría obtenido m = 0,965.

30° 60° 90° 120° 150° 180° 210° 2*0° 270° 300° 330° i 60°

F ig. 82
E n los conos de en tra d a redondeada o en aquéllos cuyo diám etro de en­
trad a es igual al de una cañería que lo antecede, se impide la contracción y la
p érd id a de entrada y, p o r lo tanto, p ara a = 0° el coeficiente <f vale 0,96, co­
mo en las boquillas. Como n, en conos de muy pequeño ángulo es práctica-
Conos d iv e r g e n te s o d ifu so re s 169

mente la unidad, el coeficiente de gasto es prácticam ente constante desde 0°


hasta 13° y vale m = 0,96 (línea p u n tead a en la fig u ra 82).
E n estos conos sin p érd id a de en trad a, -de longitud, m ayor de tres diá­
metros finales y cuyo ángulo es mayor d e 15°, el coeficiente de gasto tiene el
mismo valor que en los que tienen dioha pérdida, pues ésta se hace despre­
ciable en ellos, como se deduce de lo dicho a l h ab lar del coeficiente <f, ( 1 ).
E n el gráfico de la fig u ra 82 se resumen los coeficientes experim entales de
gasto de los conos convergentes.
E n un cono divergente o d ifusor el fenómeno deL escurrim iento es más
complejo; la disminucióri'-.de velocidades acarrea u n aumento de la tu rb u len ­
cia y se produce una alteración p ro fu n d a en la corriente. L as pérdidas son de
tres clases: ensanche de reacción de entrada, frotam ientos y enganche p au 1
latino.
L a prim era de las p érdidas de carga, como- se dijo, es la de en­
trada, que se puede avaluar en y í de la altu ra de velocidad de en trad a y que,
por lo tan to , no es función del ángulo. E sta
p érd id a puede fa lta r y de hecho no existe en
muchas aplicaciones prácticas si los bordes de
e n trad a son redondeados o si el diám etro de
en trad a al difusor es igual al de la canalización
que le precede. Su facto r de resistencia en' fu n ­
ción de la a ltu ra de Velocidad final es (F ig. 83) :
Fig. 83
1 { 0 a + 2 L tg -J - y
39)
2 O »2 2 D0- 2 D*
A la pérdida de frotam ientos, que es d istin ta de la de escurrim iento
uniform e, podría asignársele aproxim adam ente un facto r de resistencia como
el obtenido para los tubos convergentes, que en función de la a ltu ra de velo­
cidad de en trada, donde el diám etro es Z>„, sería :
gb D*
40) Xt — i —

ta (D 0 + 2 L t g - j . y

( 1 ) P ara conos Sin p érd id a de en trad a ha d ado Zeuner ( 1 8 5 6 ) , u na fó rm u la del


co e fic ie n te de g a sto , que e s:

m = 0,6885 -f- O¿ 1 2 1 c o s*-j. 0J065 eos


que da los sig u ien tes v a lo r e s :

a 0° 11® 3po 45o 90o 135o 180o 270° 360o

m = 0 ,9 5 7 0,952 0,918 0,883 0,737 0,716 0,639 0,591 0,558

E sta *4escala d e c o n tr a c c ió n ” de Zeuner coincid e b ien con el g rá fic o de la fig u r a


82. S in em b argo, , en. los á n g u lo s m enores de 50o, ios valores son a lg o in fer io res h a sta 120o y
superiores en todos ios dem ás, p u e s, suponen en la p ared d elg a d a =» 180o) m == 0,64 y
en el tu bo de B orda m = 0 ,53, lo que suced e en ca rg a s m u y p eq ueñas en 3 r= 1 80°, o en
tu bos de B orda m uy largos.
170 C u rso d e H id r á u lic a G e n e ra l

Oren fu n ció n d e -la a ltu ra de velocidad fin a l y del d iá m e tro fin a l D¿:

ó en fu n ció n de las secciones:

41a)

D ependen, -pues, los fro tam ie n to s no sólo del án g u lo o, sino tam b ién
de la lo n g itu d d el tub o, m a n ife sta d a en u n d ifu so r d e l án g u lo d ad o p o r la
relación d e los d iám etro s o d e las secciones term in ales. P a r a u n a relació n da-

p a ra a = 0° ( 1 )..
.L a 'te rc e ra p é rd id a de carg a y la m ás p ro p ia del d ifu so r es la d eb id a
a l ensancham iento p a u la tin o de la c o rrie n te líq u id a . E s ta p é rd id a se v erific a,
g en eralm ente, en el caso de u n d ifu so r in te rc ala d o en u n a canalización, pues
u n cono d iv erg en te que v a al fin a l de u n a c o rrie n te n ece sita ser de án g u lo
m en o r de S° p a ra que se 'lle n e y en cam bio, in te rc a lad o , c u a lq u ie r á n g u lo es
llenado p o r la co rrien te. E l m ecanism o de este fenóm eno nos es desconocido,
p ero h a y algunos razonam ien to s que nos d a n a lg u n a idea d e la cau sa de la
p e rtu rb a c ió n que ocasiona la p é rd id a d e carg a. A l lle g a r al d ifu so r los filetes
m edios locales son paralelo s, como tam b ié n lo son d esp u és del d ifu s o r; rige,
en'co n secu en cia, a n te s y d esp u é s-d e l ensancham iento, la ley h id ro stá tic a . L u e­
go se p o d ría a c e p ta r que la d ism in u ció n de a ltu ra d e velocidad es ig u a l p a ra
todos los filetes.
S i así fu e ra , los file te s c u y a a ltu r a d e velocidad inicial es m enor que la
dism inución de a ltu r a de velocidad m edia p e rd e ría n en el d ifu so r to d a su
velocidad.. S ucede*que la viscosidad a y u d a al e scu rrim ien to , y es posible que
e n los áng u lo s m u y g ran d es, e x is ta re alm e n te líq u id o m u erto . A dem ás, a la
dism inución de velocidad en los filetes m enos veloces, c o rresp o n d ería m ay o r
expansión o’ au m ento de sección que a los m ás ráp id o s. A e sta tran sm isió n de
e n e rg ía cin ética de u n file te “ a o tro , co rresp o n d e u n a p ro d u cció n de choques
y desorganización de la co rrien te, que se tra d u c e en u n a p é rd id a de c a rg a .

O ') íjO q u e e q u iv a le a d e c ir q ue tp a r a ^ m a y o r q ue la 11ni ciad, a = 0o e x ig e

lo n g itu d in f in it a .
C o n o s d iv e r g e n te «. h ú m e r o de G ib s o n 17 1

A ñádese a lo, dicho que los file te s en v ir tu d de la in e rc ia tie n d e n a seg u ir


tra y e c to ria s de la direcció n in ic ial, o sea, a se p a ra rse d e las p ared es. E sto
ú ltim o explica el hecho, e x p e rim e n ta lm e n te com probado,- d e que existe m a­
y o r p é rd id a de ca rg a en los d ifu so re s p reced id o s d e m o v iin ie rto s e s tra ­
tificad o s o de velocidades igu ales y , en cam bio, d ism in u cio n es sensibles
de la p é rd id a de c a rg a c u an d o se' an teced e al d ifu s o r u n a g ra n tu rb u le n c ia .
P a re c e aceptable, según lo a n te rio r, que los choques y la p e rtu rb a c ió n , o sea,
la p é rd id a de carg a, sea p ro p o rc io n a l a la e x p a n sió n p o r u n id a d de lo n g itu d ,
es d ecir, el ángulo d el d ifu so r, b a jo c ierto lim ite.
G ibson ex p erim en tó (1 ) la p é rd id a de c a rg a d e los d ifu so res, e lim in a n ­
do la de e n tra d a , ex p resá n d o la e n fu n c ió n d e la de ensanche b rusco, calc u la d a
ésta p o r la fó rm u la d e B o rd a :

,2) A= s
2o \ £), ' 2g
Se pued e p u es e sc rib ir la ecu a c ió n :

J, J V - N w AVo— v .y
?9 V 2g / •8 9
Im posible nos es d a r u n v a lo r a n alític o del n ú m ero d e G ibson que sum a
la p é rd id a d e ensanche p a u la tin o con la d e fr o ta m ie n to s ; sin em bargo, lla­
m ando K el fa c to r de re siste n c ia d ebido al ensanche p a u la tin o , a ce p ta n d o el
el v a lo r de los fro ta m ie n to s d a d o a n te rio rm e n te -y -poniendo el fa c to r d e re ­
sisten cia en fü n ció n de ? se lle g a ría -a:

43, a = - _ í^ ( - g l _ , ) + . * = , ( - £ - - 1 ) ' :

de d o n d e :

44) ?= + K Q#‘
4 a
t9 T

Si, .d a d a n u e s tra f a lta d e co nocim ientos del v alo r K , no podem os es­


tu d ia r an a lític a m e n te el v a lo r del n ú m ero d e G ibson, nos sirve, sin em bargo,
e sta expresión, a c ep tan d o que K crece fo n el án g u lo , p a r a n o ta r que p a ra
a = O, el v a lo r de 5 — oo ; y ta m b ié n que el n ú m ero de G ibson d e p e n d e de
la relación de secciones te rm in a le s, d ep e n d e n c ia que, re firié n d o n o s ú n ic a ­
m ente a l ensanche p a u la tin o , in d ic a que ? v a ría en ra z ó n in v e rsa de la ra -
Í2, ’
z ó n --------Todos estos hechos h a n sido c o n firm a d o s e x p e rim e n ta lm e n te * p o r
£2« • . . .
G ibson. L as e x p erien cias d e F le ig n e r, como dice L a n g ( H ü tt e ) , d an p a ra el

( 1 ) E x p e rie n c ia s p u b lic a d a s 1 en P ro c.* R o y a l S o c ie ty 83— A — 1910 y T r a n s a c tio n s


K oya'l S o c ie ty 48— 97— 191-1 y en H y d ra u lic s 191Ö p á g . 83. H a n sid o re p ro d u c id a s p o r
W e il en N e u e G r u n d la g e n d e r T e s n is c h e n H y d r o d y n a m ik (1 9 2 0 ) y p o r S p á ta r o « n I d r a u ­
lic a T e o ric a e S p e rim e n ta le — 192¿
172 C urso d e H id r á u lic a G en eral

segundo térm ino del núm ero Gibson, en ángulos menores de 30°,. el valor sen a
•35 J
o sim plem ente a. Como en estos casos tg — - tam bién es reem plazable p o r —-—
t¿ A*
se puede poner sim plem en te:
2 g b Q i -|-
4 5 ).
« Ü! — “

E sta expresión p a sa p o r u n mínimo p a ra :

46) 2 gb Q i ~h
O] — ,Q 0

-0 ,0 0 8 y con los ■ „ ■ d a los


indican a continuación:
Qi = 1,5 2 ■ 3 5 8 10 20 ce
fio
a= 11°2 6 ’ 8°51' 7°12’ 6°1 5 ’ 5°51’ 5°3 9 ’ 5°2 2 ’ 4°36’
% min = 0,40 0.30 ft ¿ 5 ■ 0 ¿ 2 0.20 0,20 0,19 0,18
Según Gibson, la variación del núm ero ? es la d ad a p o r el gráfico de
. la fig u ra 84.

Fig. ■S4 ,

P a ra el ángulo a = 0°, \ vale . » . E n seguida decrece'con m ucha rapidez.


E l mínim o es m enor que el indicado anteriorm ente, y en realidad coincide
C on os d iv e r g e n te s . N úm ero de G ib s o n 173

en u n mismo ángulo p a ra todos los valores de las razones —“j 1 , ex p erim en ta-
i¿ o
d as y vale 0,137. E l v alo r c o rresp o n d ien te de a es 5*30\ Subé después rá p id a ­
m ente de nuevo, corf u n v a lo r com ún c u a lq u ie ra que sea la razón — h asta
Q
20°. donde %= 0,44. D espués de este á n g u lo se n o ta la in flu e n cia de — —
Q,
pues, al paso que q vale la u n id a d p a ra a = 4 5 ° cuan d o —p r - = 5 , p asa p o r
O °
ese v alo r cuando a = 60°, si —=—• = 9. E n án g u lo s m ay o res que éstos, 5 vale
'Q
m ás de la u n id ad , llegando h a sta %= 1 ¿ 1 p a ra a = 63° en * = 2 y a
Q,
%= 1,05 p a ra a = 70° si - - — 9. D espués decrece ? h a sta v a le r p rácticam en -
““o
te la u n id a d 'e n a = 180" o en san ch e b rusco ( 1 ) .
Parece anóm alo a p rim e ra v ista q u e en u n en san ch e p a u la tin o p ueda
h ab er p é rd id as d e carg a m ayores que en u n ensanche brusco, si la razón de
secciones a n te rio r y p o ste rio r al ensanche es en am bos casos la m ism a ; pero
si se considera que en d ifu so re s de cierto s án g u lo s la ad h eren cia del líq u id o a
la p a re d puede sig n ific a r u n a ex p an sió n de m ay o r án g u lo que la del ensan­
cham iento libre que se v e rific a en u n a canalización d e ensanche brusco, fá c il­
m ente nos dam os u n a explicación d e este hecho ( 2 ).
R esum iendo lo dicho, se tien e que las p é rd id a s de ca rg a de u n cono
div erg en te o d ifu so r s o n :

47) I A = ; (Cr° ^ - - -1-)8 -j-'X. u °—


2 g •' 2g
siendo en ésta expresión Xe el fa c to r de resisten cia d e la p é rd id a de e n tra d a
en fu n ció n de la a ltu r a de veloeidad d é e n tra d a . E s ta p é rd id a puede f a lta r o
ser incom pleta, en cuyos casos Xc sería nulo o te n d r ía su v alo r d a d o p o r la
contracción de e n tra d a , idéntico al de tubos cilin d rico s. Se puede e scrib ir, todo
en función de la velocidad fin al':

48) SA
-if-I Q„s \ 2 g

(1 ) G ib so h , p a r a c o n o s c ir c u la r e s c u y o s á n g u lo s e s tá n co m p ren d id o s e n tr e 7 ° 80* y
85*, d a lo s v a lo r es em p ír ic o s s ig u ie n t e s :
a

E n C h ile, e l p r o fe s o r S a la s E ., a c e p ta n d o en la e x p r e sió n .4 5 ) e l c o e fic ie n t e b co n el v a lo r


m ed io 0 ,0 0 0 4 y la fr a c c ió n d e la s s e c c io n e s ig u a l a la u n id a d , d a la e x p r e sió n :
0 ,0 0 8
46a) 5 = a + ----------
cr
v á lid a d esd e O* h a s ta 60°, q u e tie n e e l v a lo r m í n i m o = 0 ,1 7 9 p a r a a = 5<*s> 1 v a le la
u n id a d e n la s c e r c a n ía s d el ra d ia n .
P a r a en sa n c h e s p a u la tin o s en tu b o s d e se c c ió n r e c ta n g u la r d a G ib so n , p a ra p a red es
q ue se a b ren con* á n g u lo s d e 10 ° a 8 5 «, e l v a lo r £ •— 0 ,7 2 & t. .

( 2 ) B a s ta r ía a c e p ta r q u e en e l en sa n c h e b r u s c o - la e x p a n sió n d e ' la v en a Correspon-


d e a c ie r to á n g u lo y q.ue s i el d e e n s a n c h e p a u la tin o e s m a y o r, s e o b lig a a la co r r ie n te
a a b r ir se m á s rá p id a m e n te .
Vìi Curso de H id rá u lica General

Se llam a. rendimiento de un difusor a la razón entre el aumento de


cota piezomètrica y la disminución de altura de velocidad. E l rendimiento,
ideado por Andrés, se designa con la letra t). Si h„ y hi son las cotas piezomé-
tricas a la entrada y salida del difusor, respectivamente, con los mismos sub
índices p ara las velocidades medias, se tiene:
h i — h„
49) »1 =
U<? US
2g 2g ■
Si no hubiera pérdidas de carga, el rendimiento del difusor valdría la
unidad, de modo que está ligajlo a dichas pérdidas. E n efecto, notando que:

= h i—h
V 2a 2 og >
y que $n el cono divergente:

2A = h„ 4- ■ hx-
2g
se obtiene:
V s— VJ f i.2
2 A — (í + ,) ( i + n) (
2g ' ' V Q„2 >2 g
Fácil es entonces relacionar el rendimiento con el número do Gibson,
pues, de esta expresión y la 48) podemos poner:

Oí , j v _ . / f i !2
50 )' 2).
) + X * 1 Í 7 ----- ( í n) ( fio2
Qi — fì 0
51) T¡ = 1 — 5
fil + fig

» rectangular 225 i
o - i:1
• - 9:1
* cuadrado i: 1

50°a 50° a

Qo
E l número indicado, al lado de la curva es la razón
Qi
Fig. 85
C o n o s d iv e r g e n te s . R e n d im ie n to 175

E n tu b o s de sección re c ta n g u la r con dos c a ra s p aralelas- y en troncoá


d e p irá m id e s de base c u a d ra d a , ta m b ié n e x p e rim e n tó G ibson. E n la fig u r a 85
dam os los re su lta d o s e x p e rim e n ta le s del- n ú m e ro de G ibson y del re n d im ien to
en tu b o s de sección re c ta n g u la r y c u a d ra d a .
E n la fig u ra 86 está el v alo r d el re n d im ie n to de conos circu la res, dado
en fu n c ió n del núm ero de G ibson p o r l a fó rm u la 5 1 ), to m an d o el v a lo r del n ú ­
m ero d e G ibson e x p erim e n ta l. (1 ).

n • . .
10
09
~n \ -
os YV s
,\ \
07 \ N s
\ rv
06

05
V-V
VV
Oí VV f/
----
1 -
03 < --
-- --- —
0.2 -- --- - • *3.U
—— H V
O.
0 10o 20° 30° *0° 50° 60° 70° 80a 90° 100° 110° '2 0 a ■ 130° 110° ISO9 160° 170° 10 0 °

F ig . 86

C on la s ecuaciones a n te rio re s se p u e d e n esc rib ir o tro s coeficientes. A sí


en fu n c ió n de la a ltu r a de velo cid ad , se puede-' p o n e r:

2X„ = 2X ßo
52)
Q i2
E l coeficiente de gasto, ig u al al de v elo cid ad 9 , e s :
1
m = 9 :
V i + 2X

53)

V1 :
( 1 ) U n gr&fico ahÄlogo, tom ando g ig u a l al seno del ängu lo, ha trazado B ie l en
D ie W irkun gsw eise der K reiselpu m pen und V en tila to ren . B erlin , 1907, pfig. 37.
176 Curso de H id rá u lica General.
______ ! _______________

ó en función del rendim iento:

53a)
]/ * ■ Q l 2 - ( : z - r i + >,)
Oo2

La relación entre el gasto de un difusor y el que hubiera habido si no


hubiese existido el ensanche, llamando como hasta ahora Q 0 la sección inicial del
cono, y notando que si hay contracción de entrada la vena contraída vale
[Ao ®o, ®S:
O, 1 1 ______________
.54) M= m

o en función del rendim iento:

1 1
54a) ■ ií =

E l máximo de M, en caso de no haber pérdida de entrada, (n0— 1 y


Xc = 0); se produce con el ángulo de 5°30/ que corresponde al mínimo del
número de Gibson, 5 = 0,137 que, introducido en la ecuación 54) se hace máxi-
^ - ‘ Ql
mo cuando la relación — — = 8 ’,41 y vale:

54b) M = —= -1 — ■- = — 2,90
V 0,1189- + 0,137 ( 1 — 0,1189)*

es decir, que con u n difusor adecuado se obtiene 2,9 veces mayor gasto que
O]
desaguando al aire libre. Con otras relaciones de -j=¡—, en el mismo ángulo
de 5°30', de mínimo número de Gibsop, tam bién sin pérdida de entrada, se
obtiene para M los siguientes valores:
D.
-ff- = 2 3 5 . 8 10

M — 1,88 2,43 2,81 2,90 2,89

E n caso de haber una pérdida de entrada, el máximo de M, conservan­


do el' ángulo, corresponde a la misma relación ■ = 8,41 y si la pérdida de
1 0
entrada vale media a ltu ra de velocidad que corresponde a [i0== 0,6, el mayor
valor de M b aja a 2,13. Si Xt = l (como tubo e n tran te), es decir, \io — 0,5,
M desciende a i , 90.. s
.P a ra term inar, .es ú til .indicar que las experiencias aisladas anteriores
a las de A ndrés y Gibson, como son las dé F rancis (1871), Fliegner (1875),
V e n iu r im e tr o 177

M o n ta n a ri (1 8 9 7 ) , B a n n in g e r (1 9 0 6 ) y otros, e n c u a d r a n en lín e a s g en era les


c o n lo s resu ltad os que d a n la s ex p re sio n e s e x p u e sta s. ( 1 ) .
U n a a p lica ció n p rá c tic a d e co n o s co n v e r g e n te s y d iv e r g e n te s co n stitu y e
«1 venturímetro, ap arato d e stin a d o a m ed ir e l g a sto p or la sim p le lec tu ra de
la s d ife r e n c ia s en tre la s co ta s p iezo m étrica s a n terio r al ap a ra to y la d e la p a r­
t e m ás estrech a. L a figura 87 es u n corte d el v en tu rím etro e n su fo rm a m ás
c o m ú n ; com o se v e, .en vez
de u n cono co n v e r g e n te se
tr a ta d e u n a b o q u illa cuyo
c o e fic ie n te de g a sto e s su p e ­
rior a 0,96 y c a si lle g a a 0,98.
E l d iá m etro de la g a r g a n ­
ta es, gen era lm en te, la te r ­
cera p a rte del d iám etro de
la c a ñ e r ía . en que v a in s ta ­
la d o ; la lo n g itu d de la b o q u illa es, gen era lm en te, d e u n d iá m e tr o d e esa cañ e­
ría . S i en v ez d e b oq u illa se p on e u n cono c o n v e r g e n te , su lo n g itu d es o rd in a ria ­
m en te de 2,5 d iám etros, lo que le d a un á n g u lo d e 15°10'. A l d ifu so r que e n ­
laza la b oq u illa con la cañ ería se le d a u n a lo n g itu d d e 7,5
d iá m etros, o sea, p rá ctica m en te el á n g u lo de r en d im ien to
m áxim o 5°6'. E ste d ifu so r p u ed e fa lta r , com o e n la figu­
ra 8 8 , lo que tien e por ú n ico efec to el a u m en ta r la p é r ­
d id a d e carga to ta l del aparato.
S i llam am os h a y V 0 la co ta p iezo m étrica y la v e ­
lo cid a d m edia a la en tr a d a d e l v en tu r ím e tr o y hx y Vi
la s m ism as en la g a rg a n ta , se p u ed e e s c r ib ir : Fig. 8 8
V o2 US
2 g U + X)
h a -J- ht
29 ”* '
P o r la p erm a n en cia del escu rrim ien to , si £Jb y O í Son la s seccio n es de
e n tr a d a y en la g a rg a n ta , se t i e n e :

ho ~ hl “ T F Í + 5?V
d e d on d e, in tro d u cien d o e l g a sto Q= Í2i Vx,
J\, se o b tien e fin
fii a lm e n t e :
• Cii
55) Q = \ / 2 g ( h0 — fci)

L as secciones son d ato y teó rica m en te X ta m b ién es co n sta n te y cono­


cid o , de m odo que se p u ed e p o n er:
56a) Q ~ K i s / ) lo — hi
(1 ) L a s e x p e rie n c ia s n o so n c o n c o rd a n te s , ¿ a lta n d a to s s o b re la fo rm a d e e n tra d
a l d i f u s o r y lo s f r o ta m ie n to s n o c o r r e s p o n d e n b ie n a la s u p o s ic ió n g e n e r a l h e c h a a q u í. L a
q u e e s, e n c a m b io , u n a c u e s tió n e x p e r im e n ta l r e s u e lt a , e s el m & xim o d e e n la s c e r c a n ía s
d e l á n g u lo de 5°.

12 — Hidráulica.
178 Curso de H id rá u lica G eneral

o, si se quiere, englobando en la constante únicam ente las m agnitudes invaria­


bles y poniendo por efecto de /, u n coeficiente de gasto í> se suele escribir: ( 1 >

56b) Q = <t>K ^

E n la práctica í> es casi perfectam ente constante a p a rtir de velocidades-


en la garganta superiores a 6 m /seg., es decir, con la relación corriente de diá­
metros, siempre que la corriente an terio r y posterior tenga velocidades superio­
res a 0,75 m /seg. E l valor de <É> es corrientem ente superior a 0,98 e in fe rio r
a 0,99. (2 ) .
E l problema de leer en una esfera o re g istrar el gasto, consis­
te en que siendo el gasto proporcional a la raíz de la desnivelación piezomé-
trica h„ —- h i, es conveniente hacer que los desplazam ientos indicadores sean
sencillamente proporcionales al gasto. P a ra esto se ha ideado el piezómetro
en U de la fig u ra 89, cuya ram a Ai está comunicada con la entrada del ventu-
rím etro y en cu y a'ram a N, comunicada con la garganta, hay un flotador, cuyo-
vástago hace los desplazamientos indicadores. L a ram a M tiene un cuerpo cen­
tra l de form a de un paraboloide d e revolución (3 ), o tiene toda ella form a d e

(1 ) En realid ad <J> es la razón en tre el g asto efectivo de un venturím etro y el que hu­
biera habido si se hubiese tom ado X = 0> Que sería dado p o r la fó rm u la:

V 2 g (fc„— h i)

or-
Con el valor usado en la p rá c tic a de la razón de secciones -~-i el de = 0,98, su­

pone X —0,058.
(2 ) L as anom alías e stu d iad as p o r Gibson que a rro ja b a n valeres de <J> muy supe­
riores a la unidad, no son reales y se debieran a los reg istrad ores de las presiones.
(3 ) P a ra obtener la proporcionalidad e n tre los gastos y los desplazam ientos del
flo tad o r que hay en la ram a N ,*lo que se desea es que se cum pla la relación ( F ig . 89):

S7) ' - V T
Qmnx- X “\ / h max.

en esta ecuación Q es el g asto que corresponde a una a ltu ra x en la ram a N y h la des­


nivelación piezom ótrica hQ— h^, <jue corresponde a l gasto Q. Las m agnitudes X y
-son correspondientes al m ayor g a s t o * q u e mide el venturím etro. Los valores de X y
/»max. son, pues, constantes del ap arato .

Llam ando m la razón se obtiene la relación:

m - h - *+y
4? “ Z*
de donde:

58) * y —x (m x — 1)

L a can tid ad y, que es la diferen cia en tre el ferndo del estanque de la ram a ^ y e l
nivel del* m ercurio de la ram a 3f, conviene que sea g rande, por lo tonto, hay conveniencia
de hacer g ran d e m; la curva que rep resen ta la váriación de y en función de x da p a ra
E je m p lo so b re v e n tu r ím e tr o 179

un p e rfil parabólico, a lo que se debe la proporcionalidad en tre los gastos


que pasan y los desplazam ientos del flotador.
O tra im portante aplicación de los difusores consti­ N
tu y e el tubo de aspiración de las tu rb in a s de reacción, que 1 M -2R-
perm ite dism inuir las dim ensiones de los rotores, aum en­ 1 Áp’;•IT T*
\ 1 1 w î i
tando la velocidad de salida m erced a la dism inución de Y
presión que precede al difusor. T
E j e m p l o N.° 1 . — C alcular la p érd id a de carga total
que introduce en la cañcría en que v a intercalado el v en tu ­
rím etro de la fig u ra 90, com puesto de u n cono convergen­
te de en trad a, de u n a g a rg a n ta d e paredes curvas p a ra evi­
ta r toda contracción y del cono d ifu so r de salida, cuando el
gasto que escurre es de 1 m 3/seg . y la presión fin a l absolu­
ta - - F ig . 89
ta es —— = 30 m. C alcular, además, qué gasto máximo
puede medirse con este ap a ra to sin que en. la g arg a n ta se desp ren d an gases
disueltos, si se acepta que el desprendim iento se hace con u n a presión ab­
soluta de 4 m.
D enom inando con los subíndices 1, 2, 3, y 4 las m agnitudes d e los ele­
mentos a la e n tra d a del cono convergente,
' a la salida de él, a la e n tra d a del cono d i­
vergente y a su salida, respectivam ente,
350m — ■ notemos que no hay p érd id as de e n tra d a ni
en 1' ni en 3, p or consiguiente, las que de­
F ig. 90
bemos considerar s o n :
a) P érd id as por frotam ientos e n tre 1 y 2.
b) P érd id as por frotam ientos y p o r ensanche p au latin o en tre 3 y 4.

0, y — 0; da el va lo r m áxim o y — p a ra x ■—— , y vuelve, a dar


■i m S m
y =s 0 p a ra x =r 1 / m ; d esp u és, p ara x m a y o res de 1 /m , da valores d e y p o sitiv o s . L o s y se
cu en ta n p o sitiv o s h a cia a b a jo , d e m odo q ue lo s valores n e g a tiv o s son su p erio res a l n iv el del
fo n d o de la ram a N y deb en ser su p rim id o s. E n o tra s p a la b ra s, y s in en tr a r en m a y o res
d eta lles, en g a s to s p eq u eñ os n o se lo g r a la p rop orcion alid ad en tre la le c tu r a y e l g a sto .
L a form a d el vaso M se d eterm in a p or la relación q ue da la ig u a ld a d d el volu m en
V q ue b a ja e l m ercurio e n M y su b e en N , que s e ’ p u e d e escrib ir, p a ra u n d esp la za m ie n to
in fin ite sim a l, con la s n o ta cio n es d e la fig u r a 8 9 , si lla m a m o s ad em á s p e l ra d io d el vaso M ,
corresp on d ien te a 7», d esn iv el p iezom étrico: d V =* ^ pa d y = «r R* d x
R*
S e elim in a d y , d ifer en cia n d o la e c u a c ió n .5 8 ) y s e o b tie n e : pa =
?m x — 1
L a ecuación 5 8 ) n os d a la ra íz ú til de x :

x= —— -f- 1/__L . +-
Sm y j m2

que in tro d u cid a en la exp resión a n terio r, s im p lific a n d o , d a fin a lm e n te : '

R
59) p :
(I 4 m y ) i
E s ta ecu a ción e s la de una p a rá b o la .
180 C u rs o d e H id r á u li c a G en eral

V i2
R eferirem o s estas p é rd id a s a lá a lt u r a de v elocidad fin a l — , que
es ig u al a la de e n tr a d a , p u e s Q j = Q«.
E l fa c to r d e re siste n c ia en a ltu r a s d e velo cid ad d e 2 en el cono co n ­
v e rg e n te es:
0,004 , „ D 2* \
Xl_2 “ , a l DS )
9 ~*
y en a ltu r a s de velocidad de 4, n o ta n d o que los d iá m e tro s d e 1 y 4 son ig u ales
e n tr e sí y que a su vez ta m b ié n son los d e 2 y 3 :

0,004 , „ D 2* y Z V

, _ 0,004 ( D S „\
Xl" 2 - “ — V K d T ' - 1 )
10-J

E1 fa c to r d e re siste n c ia d e 3 a 4 e s :

en a ltu ra s de v elo cid ad de 4.

E l f a c to r de re siste n c ia to ta l s e r á :

0,004 / Di* \ _/ Z>42 \ 1

9 2

E n n u e stro caso, en el cono c o n v e rg en te tg - ~ = 0,35, y como se d ijo , la


ig u a ld á d de d iá m e tro s ños d a :

D1 Z><
d2 ~ ^d¡ 333
L uego
{ 123,4 — 1) 4- § (11,1 j )2

. . . . >-t = 1 ,4 .+ 102 ?

E l án g u lo del d ifu s o r e s : tg = 0,1, o sea, = 5° 40? y


2 3,5 2.
a¡ = 11° 20'.
P a r a esté á n g u lo vem os (F ig . 83) que ? es in d e p e n d ie n te de la razó n de
secciones y v ale 0,21. P o r c o n s ig u ie n te :
E jem -plo sa b re v e n tu r ím e tr o ' 181

X, == 1,40 + 103 X 0,21 = 1,40 + 2 1 ,4 = i 32,8 . -

L a a ltu ra-d e velocidad de 4 cuando pase el gasto de 1 m 3/s . es:

Q2 1 / 4 \2 1
= — = 0 , 0 5 5 m ts.

L a p érd id a de carg a to ta l será


A = 2 2 ,8 0 X 0,083 = 1,89 mts.
L a p rim era cuestión queda resu elta diciendo que se pierden en nues­
tro venturím etro, 1,89 m. de B ernoulli cuando escurre p o r él 1 m 3 :'s.
L a ecuación del gasto de este v en tu rím etro , introduciendo valores en la
ecuación 55), es':
0,0706 , ____________ ________
<?= , ■ ■ ; v 2g (h i — h 2) = 0 , 3 9 7 \ / h , — h2
V í + 0 ,1 1 3 — 0,008 v y v ’ v

L a aplicación de B ernoulli en tre 1 y 4 en nuestro v en tu rím etro d a : •

¡7 ,2 U ,2
h ' + - i ¡ r = h< + ^ r ( i + 33 M '

d e donde, introduciendo el gasto y los .valores num éricos: £ 2 ! = 0,785 m 2 y


ht = 30 m., obtendrem os:
Q, __________ ______
< ? = ^ /= = V 3 a ( * i — A«); Q = 0 , 7 3 8 ^ ^ — 3 0 '

Poniendo en la ecuación del gasto de a rrib a la condición de despren­


dim iento de gases, h2 — 4 m., e igualándola con esta últim a se t e n d r á :

0,728 V ft, — ~30 = 0,397 V h x.— 4

de donde: h 1 — - —- 35¿2 m. E ste valor, introducido en cualquiera de las


ecuaciones del gasto nos da fin a lm e n te : Q = 1,66 m 3/seg., que es m ayor cau­
d al que puede ser m edido e n el v e n tu rím etro sin desprendim iento de gases.

E je m p lo N.9 .2.— ¿Q ué ángulo y qué longi-


'--------- * tu d debe d a rse al d ifu so r de la fig u ra 91, que
— j— a rra n c a de un estanque y desagua al aire, pa-
_____ ra que el gasto que. e scu rra sea máximo, si la car­
te a n » _____________o ga h es de 1 m.1
1 i ■• Según' lo expuesto en la página 176 ve­
mos que el ángulo que produce m ayor gasto es
F ig. 91 a = 5° 30’ con razón de ' secciones -2 ^ - = 8,41.
, . < . •
Vemos tam bién que si se com puta la p érd id a de e n tra d a en m edia a ltu ra de
velocidad. (i0 — 0,6 y M vale 3,13; o sea, que el gasto que escurre en estas con­
diciones e s: ■
IS t C u rs o d e H id r á u lic a G en era l

1 = 2,13 0,6 X —— 0,04 \ J 2g h = 0,176 m 8/seg.

L as dim ensiones del tubo quedan determ inadas p o r el diám etro inicial,
ángulo y relación de seccione?. E l diám etro fin al es:
Z>,2 = D 02 X 8,41

D i = D 0y / 8,41■ = 0,58 m ts.

0,58— 0 ¿ 0,19
tg j - = tg 2° 45' =
2L

Introduciendo tg 2° 45' = 0,048, la longitud e s :

0,19
L = = 3,98 mts.
0,048

38.—Codos y curvas.— E n las p érd id as de carga debidas a un codo o


cambio brusco de dirección del eje de la corriente, el teorem a de las can tid a­
des de movimiento d a algunas indicaciones sobre e l . mecanismo del fenómeno.
Considerando (F ig. 92) la masa lí-
. q uida com prendida en tre la sección A B de
aguas a rrib a del codo y la sección CD
aguas abajo, de la misma área, en que r i­
ge nuevam ente la ley h idrostática, que al
cabo de u n lapso dt avatiza de u n a longi­
tu d U dt -y llega a A iB i, CiD¡. E l incre­
m ento de la can tid ad de m ovimiento p o r
u n idad de tiem po tiene el siguiente valor,
proyectado sobre la dirección últim a del
escurrimi.ento que form a un ángulo ¡3 con la p rim itiv a :

- 1 - Q V (Z7 — V eos P) = -X - IP £1 ( í — eos g)


9 9
L a resu ltan te de las fu erzas exteriores que obran sobre la m asa no se
altera, si se q u ita de todas las presiones, en esta superficie cerrada, la presión
Pe que obr^ sobre A B . H echa esta supresión y prescindiendo de los fro tam ien ­
tos parietales y del peso, queda la presión (p i — p 0) Q, norm al a C D. Los sal­
dos de presiones parietales sobre la superficie cilin d rica e n tre A B y el codo
mismo d an una resu ltan te P, norm al al eje prim itivo del tubo, y las presiones
en la envoltura cilindrica com prendida en tre el codo mismo y la sección CD,
d a n proyección nula. P o r lo ta n to :

ü 2 Q (1 — eos $) = — (P i — p„) O + P sen [

Po sen 0
60 ) A I—
T 2 2g T5 ~
P é rd id a de carga en codos 183

V2
E l prim er miembro es la pérdida de carga, dada la constancia de —— , en
2g
ambas secciones.
Si las velocidades en todos los puntos de las paredes fueran iguales,
tam bién serían las presiones iguales a p 0, según el teorema de Bernoulli, ap li­
cable hasta el codo mismo; P sería nulo. Luego se te n d ría :

. 60a) \= .4 s e n ‘

E n esta hipótesis, para ¡5= 90° se obtiene X= 5 ; pero la experiencia


d a , en tubos grandes, valores cercanos a la unidad, que sólo se acercan a 2
cuando los diám etros, son muy pequeños.
Weisbach (1845) estudió codos de diferentes ángulos en tubos de 0,03 m.
d e diám etro y propuso la siguiente fórm ula empírica, en que se han suprimido
los decimales innecesarios:

61) X = sen' + 2 sen* - | -

E sta fórm ula da pérdidas menores que la hipótesis P = 0 lo que indi­


ca ría que siempre P es mayor que cero. Según esta fórm ula se obtiene:

(1= 0° 30° 60° 90° 120’ 150* 180°

X= 0 0,07 0,37 1,0 1,9 2,6 3,0

Los valores de X alimentan al dism inuir el diámetro D del tubo. Weis-


bach, en codos de ángulo recto y D = 0,01 m. ha medido X = l,54 en vez de
X90° = 1, indicado para D = 0,0.3 m.
M ontanari (1897) propone p ara codos de 90“ :

62a) X90°= 3 1,09 + ° '0000i5


Z>*

Si el codo desagua al aire libre y la ram a final tiene una longitud de


J D da: ,
, 0,000053
62b) Xóo° — 1,3 H-------- £2 -----

Se obtiene según estas expresiones:

D '= O fll 0,03 0,10 ( metros)


fórm ula 62a) : X9o ° = 1,54 1,14 1,095
fórm ula 62b) : XOT° = 1,83 1,36 1,31

Dice M ontanari que si el ángulo es distinto de 90° hasta m ultiplicar es­


tos resultados por la relación ($/90°)’.
184 C urso d e H id rá u lic a G en eral

B rightm ore (1907), obtuvo en tubos de 7,5 a 10 cm. de diám etro p a ­


ra codo de 90° :
X90° = 1,17

P u p p in i (1915), d a valores de la p é rd id a de carg a como un 40 p o r


ciento mayores que los de W eisb ach ; p érd id a que según él, p a ra codos de
90°, obedece a la ex p resió n :
D — 0,02
X90° = 1,30 + 0,14
D (« + 0,50)

válida p ara diám etros D, menores de 4 cm. y velocidades «, menores d e


4,8 m /seg. E n las experiencias de P u p p in i, en codos de 45°, se en cu en tra
que X b aja en u n 25% del de 90° en tubos m ayores d e 2 cm. y a 30% si son
m enores de 1 cm. lo que está de acuerdo con lo establecido p o r W eisbach.
L as experiencias del In stitu to de H id rá u lic a de M unich (1) d a n los.
siguientes resultados en diám etros de 43 m m .:
= 22°30' 30° 45” 60° 90°
X = 0,05 0¿L02 0¿236 0,471 1,13
E n v ista de, estos datos, p o d ría aceptarse p a ra ángulos rectos los
.siguientes coeficientes de resistencia, interm edios en tre los experimentales,
e in terp o lar entre ellos: \
D = 0,10 0,01 0,005 (m tro s)
Xoo» = 1 x ' 1,5 2
lt
S i el ángulo ¡3 no es recto, se podría, sim plem ente m ultip lica r el coefi­
ciente Xoo0, relativo al diám etro, por el valor que para este ángulo indica la
tabla de W eisbach, ya que en ella a 90° corresponde la unidad.
U'2-
E n resumen, puede decirse que los codos de 90° hacen p erd er —— si
2g
los diám etros no son ta n chicos que puedan tem erse perturbaciones capilares.
El fenómeno de la p érd id a de carga en curvas ha sido asimilado tam ­
bién p or Boussinesq a u n a sucesión de codos, pero la experim entación no ha
confirm ado la hipótesis hecha.
P arece que. el fenóm eno de las p érd id as de carga en curvas se debe a
un a perturbación de e n trad a , a una pertu rb ació n d u ran te la c u rv a tu ra que
consume cierta cantidad de energía en exceso sobre el trab a jo ord in ario de
los frotam ientos, y a u n a p erturbación de salida. E n to d a curva aum enta la
velocidad del , lado in te rio r y dism inuye la del lado exterior, lo que acarrea
una correlativa variación inversa en la a ltu ra de presión e n tre un lado y otro
de la sección norm al. P a ra volver a la d istribución o rd in aria de velocidades
e hidrostática de presiones se necesitan, según Schoder, 76 diám etros corridos,,
y según Y arnell y N agler, 30 diám etros. (2 ) .

(1 ) D e T hom a y K ircliíjach . " (1 9 2 6 ).


(2 ) P ro ceed in g s. A .S .C .E . A g o sto de 1934.
P é r d id a d e c a r g a e n cu rva s 185

E n pocas cuestiones de H id ráu lica se está en presencia de experien­


cias más enigm áticas y difíciles de in te rp re ta r como actualm ente en las re­
sistencias de las curvas. L a anom alía de los resultados puede, sin embargo,
explicarse por la pequeñez de la p érd id a por m edís, que v aría enorm em ente
con el estado de rugosidad de las paredes de las c u n a s experim entadas, que son
las que proporciona la in d u stria.
L a fórm ula d? W eisbach, explicada p or L an g en el H ü tte , 'atendiendo
sólo a las perturbaciones de e n tra d a y salida, establece que las pérd id as son in ­
dependientes de la longitud del arco y sólo función de las dim ensiones del
tubo y del radio de cu rv atu ra. P o r el contrario, las consideraciones de S aint
V enant y Boussinesq conducen a p érd id as proporcionales a la longitud de
las curvas:

siendo D el diám etro del tubo, p el radio de c u rv a tu ra y l la longitud del a r­


co. Las experiencias de P reem an, en m angueras, indican, p a ra u n to tal de 3
vueltas form adas por 3 círculos, p or 12 cu ad ran tes y por 24 curvas de 45°,
respectivam ente, separados por trozos rectos: \ = 0,83; 0,88 y 1,21, respec -1
tivam ente, lo que parece d em o strar que las p érd id as crecen menos que
proporcionalm ente a la longitud. Schoder (1909) encontró valores desp re­
ciables en cañerías con ángulo de 4o. E n realidad, parece que como p a ra la
acomodación p erfecta de los filetes hay u n a longitud mínim a, las relaciones
de la p érd id a de carga con la longitud son com plejas.
Según las fórm ulas de D u b u at y W eisbach, a igualdad de ángulo de
contingencia, la curva de m ayor radio da m enor p érd id a ; pero, experiencias
posteriores han m anifestado que un radio p m uy g ran d e dism inuye la p érd i­
da por unidad de largo en proporción m enor que el aum ento de longitud,
resultando de aquí que con cierta proporción de p /D el coeficienté \no° es
mínimo.
Según los experim entadores de D etro it (1) y según las fórinuLas em­
píricas de A lexander (1905), este mínimo corresponde a p/D = 2,5. Según
B rightm ore (1907), X8o°, que es mínim o p a ra p /D = 3 o 4, crece hasta ser
p/D = 6 o 7 y-vuelve después a d ism in u ir. Según S aph y 'Schoder, \g 0o pasa
por un mínimo cuando p /D = ‘ 15. Según H ofm ann no hay este mínimb. Pero,
en realidad, Xoo° es casi constanté p a ra los" valores de p /D m ayores de
2,5. ( 2 ) .
E l valor de X»" crece con la velocidád V, según las experiencias de
D avis (1909) hasta duplicarse y trip licarse en algunas cu rv as de tipos co­
merciales, e n tré 0,60 y. 10 m etros p o r segundo; dism inuye la' velocidad
hasta 'la m itad en algunos aforos de S aph y Schoder e n tre 1 y ' 5 m /seg.
y según las experiencias de A lexander, que ab arcan un tray ecto demasiado

( 1 ) W illia m s, H u b b el y F e n k el ( 1 9 0 2 ) .
( 2 ) *E1 g r á fic o d e H o fm a n n d e ja e n t ia r a , e s t a s d iv e r g e n c ia s e x p e r im e n ta le s ;
H o fm a n n e x p e r im e n tó en e l I n s t it u t o d e M u n ich , e n . 1 9 2 6 .
1S6 Curso d e H id rá u lic a G en eral

reducido p ara la expansión total de los filetes, decrecen en proporción a


t / - 0,225. P a ra p > 2,5 D da la fó rm u la :
2> \ 0,83
A = 0,107 ( - £ - )
y p ara p < 2,5 D :
A = 1,61 ( - ^ - ) 20 P 1-777

Finalm ente, en las experiencias de B rightm ore, X9o° es prácticam ent«


independiente de U.
Las experiencias de Y arnell y N agler (1933) (1) en curvas de 180°,
90° y 4!>° diversas form as (sección cuadrada y circular) en tubos tran sp a re n ­
tes de celuloide (de 0J25 m. de lado y 0,15 m. de d iám etro ), han revelado el
g ran aum ento de la p érd id a de carga si en la distribución de la velocidad
afluente es m ayor la velocidad en el lado interno. Si la distribución de la
velocidad en la cañería afluente es sim étrica, es decir, tiene u n máximo cen­
tra l o si es m ayor la del lado externo de la curva que la del lado interno,
la pérdida de carga tiene prácticam ente el mismo valor, pero si en cambio en
la distribución de velocidades antes de la purva la del lado interno es m a­
yor que la del lado externo, se llegó en las experiencias a pérdidas de carga
cuatro veces mayores que las o rdinarias de distribución sim étrica o inversa.
Como se dijo, la velocidad tiende a aum entar de suyo en el lado interno de
la curva, lo que constituye quizás la causa m ayor de p ertu rbació n ; segura­
m ente u na m ayor velocidad previa en este lado de la sección aum entaría se­
gún estás .experiencias la perturbación que la curva introduce en la corriente.
Según Y arnell y N agler, citados, la p erd id a de carg a es proporcional
al cuadrado de la velocidad siendo errados los exponentes, distintos de 2, em­
pleados en algunas de las fórm ulas anteriores.
G rande es tam bién la divergencia en los valores absolutos de Xoo° dados,
por lo? diversos experim entadores. H e aquí, comparados, valores globalmente
*
aproxim ados de X00° p a ra 2,5 y 10 respectivam ente.
•* - ‘ V alores de Xoo” p ara
E xperim entadores p _ 9 ., p
' D ~D ~ ~
W e is b a c h .................................... . .. 0£0 0,12
F r e e m a n ....................................... 0,07
W illiam s y o t r o s ..................... . .. 0,20 0.70
Saph y Schoder ...................... . .. OySl 0,16
Davis . .......................................... . .. 0,50 0,64
B r ig h tm o r e ............................. . .. 0,31 0,19
A le x a n d e r ................................... . .. 0,04 —
Balch ( 1 9 1 3 ) ....................... '. . .. 0,21 0¿9
H ofm ann ( 1 9 2 6 ) ..................... . .. 0,12 0,09
( 1 ) D . Y a rn ell y A . N a g le r , p resen ta d a s a la reunión de la P o w er D iv isio n o f
A .S.O .E . d e -C hicago en '1933 y. p u b licad a en P r o ceed in g s de A g o sto de. 1 9 S 4 , hechas
en la U n iv ersid a d dö I o w a , B E . U tJ. !’• ; .
P é r d id a d e carga en .tees

Son tan incoherentes estos datos respecto a los valores absolutos como
a las propiedades de 1» función de p, D y ü que d a n el coeficiente de resis­
tencia X90°, que si fu era necesario ad o p ta r Valores num éricos, p arecería lo
más práctico tom ar u n valor constante para todas las curvas usuales en que
en que - 9— es m ayor de 2, de ángulo recto, que podrá ser X00° = 2,5, térm ino
m edio de las cifras indicadas en las dos colum nas a n terio re s; se acep taría
tam bién que las-pérdidas son proporcionales prácticam ente a los ángtdos de
contingencia, de modo que el coeficiente de resistencia en una vu elta entera
p
sea la unidad. (1 ), E n curvas de 90° en q u e - g - e s m enor de 2, siguiendo un
criterio análogo al sim plista propiciado arrib a, el B u re au of R eclam ation de
E E . IJU., da p a ra el facto r de resistencia los siguientes valores (2) :

-? -= 2 1,5 1,3 1¿ 1,1 1


f
Xeo° = 0,25 ' 0,28 0,32 0,35 0,38 0,42
Como complemento de codos es de alg ú n interés el caso de unión o
confluencia de dos corrientes, o bien, la b ifurcación de ellas. E n contorno
cerrado estas uniones o separaciones se v erifican en Tees. H a n sido expe­
rim entadas Tees de ángu lo recto p o r D avis y D aley (3) en E stados Unidos
y por Vogel en A lem ania (,1926) bajo la dirección de Thom a (4 ). Según lo d i­
cho en los codos, asim ilando la Te a un codo,
en el caso de desviación de 909 la p érd id a
debe ser igual a un a a ltu ra de velocidad de
la ram a desviada, lo que en térm ino medio
confirm ail las experiencias de Vogel y que R e dondeo.
dondeo Fh qgflBBgS,
R edondeó

había enunciado mucho ahtes B élanger. E s


evidente que la presencia de la co rriente en
la ram a p rin cip al hace d iferen te el' fenóme­ «O f N ?2 n °3
^ ‘S
1

no de la Te del que se v erifica en u n codo,


diferen cia que se acentúa m ien tras m enor F ig. 93
es el gasto que sigue p o r la ram a p rin cip al.
E n la ram a p rincipal de la Te, en caso de desviación d e corriente, tam bién se
nota una pequeña p érd id a de carga su p lem en taria en la c o rrie n te : que sigue,
p érd id a debida en g ran p arte, quizás, a los defectos de construcción in ev ita­
bles de las Tees experim entadas.
E n caso de confluencia de corrientes la p é rd id a de c a rg a ' es desp re­
ciable si el gasto que se ag reg a p or la ram a secundaria és pequeño (5) y a la
( 1 ) S in em b a rg o W . E . F u lle r (1 9 1 3 ) d ic e que e n á n g u lo s d e 45« l a p é r d id a
e s lo s % de la de 90o y en 2 2 °3 0 ', e s la m ita d . • f *
( 2 ) U . S . D e p a rtm en t o f I n te r io r ; B u réa u o f R e c la m a tio n . D eBign D a t a . (A p r il
1 9 4 0 ) X .C .8 3 . ; .. . , ,
. (3 ) T e s is p resen ta d a a la U n iv e r sid a d de C ornell ( 1 9 0 6 ) . . , ■
(4 ) I n s titu to d e H id r ft u lic a .d e M u n ich . •
(¡>) L a s ex p er ien cia s d e V o g e l d an p ara el c o e fic ie n te d e r e siste n c ia v a lo res *
n eg a tiv o s, que s ig n ific a r ía n au m en tos d e B e r n o u lli; cu an do e l g a & o d e la • ram a secu n d a ,
ria es p eq ueño en com p aración d el q ue lle v a la ra m a p rin cip a l. . • i
188 C urso d e H id rá u lic a G en eral

inversa, tiende a ser fgual a la?'de un codo cuando el gasto de la ram a se­
cundaria es mucho más im portante que el que llega á la confluencia p o r la
ram a principal. A continuación van los resultados de Vogel divididas por
él en tres series. L a p rim era en Tees sin redondeos, la segunda con redon­
deo de 2,5 mm. de radio por el lado conveniente al escurrim iento y la te r ­
cera con el mismo redondeo, situado al lado opuesto al escurrim iento (Fig. 93).
L as tres series corresponden a división de corrientes y a confluencia de
ellas y los diám etros de,'los tubos son de 43 mm. Llam ando Q el gasto después
de la Te y Qi, el de la ram a secundaria, se d an a continuación los coeficientes
de resistencia X en función de la a ltu ra de velocidad en la ram a principal,
a la salida de la Te y Xi de la ram a secundaria. H e aquí los coeficientes co-
Qi
rrespondientes a la razón ' — : . . .

a ) D iv isió n de co rrien te s

<?» X Qi X X,
Xi
Q Q

0 0 0,95 6 0¿5 1.15


i 0 0,92 7 ■ 0,26 1,1.6
2 ' 0,12 0,99 8 0¿!7 1,17
3 0,175 1,05 9 0¿8 1,19
■4 .. 0,21 ■ 1,10 ■ 10 0¿8 1,19
5 ■0¿24 ■ 1,12 oc 0,35 1¿¡9

E l m enor valor de Xi se verifica p ara = 0,04 y es Xi = 0,88. P a ra


el caso de la serie. N.° 2 los coeficientes son 10% menores y p a ra la serie N.° 3,
u n 5 % .4 - • ■■ . . .
• b ) C o n flu en cia d e co rrien te s

x • X, X
Q Q

0 0 . 0 • 0,7 0,30 0,61


0,3 0 0 0,8 0,46 0,72
. 0,4 0,014 0,09 ■0,9 0.66 ■ 0,82
0,5 0,075 . 0J29 . 1,00 0¿1 0,91
0,6 0,17 0,47

E n caso de la serie N.’ 2 los" coeficientes de resistencia son u n 10 por


ciento menores y en caso de la serie N." 3 son u n 15 por ciento m enores.

- ■ 3!X Fenómenos incidentales. Remolinos de succión__ A ntes de te r ­


m inar este capítulo se considerarán brevem ente algunos interesantes fenóme­
nos incidentales relacionados con' escurrim ientos p or orificios, y demás singu­
laridades de contorno cerrado. Em pezarem os p o r el remolino de succión.
Cu«nd(>.- 1a caig a de u n a -disposición, .de contorno cerrado es pequeña,
o aun en cargas relativam ente grandes, si se reúnen c ie rta s cbndiciones, se p re­
R e m o lin o d e s u c cM n 189

se n ta u n hueco en e l seno del líq u id o a n te r io r a la s in g u la rid a d , e n fo rm a de


u n em budo, n o tán d o se que e n la su p e rfic ie d e la co n cav id ad las m oléculas e stá n
an im ad as d e g ra n d e s velo cid ad es de ro tació n . A veces b a sta u n a im p u lsió n o
u n a d is im e tría de la disp o sició n p a ra p rovocar, la 'ro ta c ió n del líq u id o que ge­
n e ra el rem olino d e succión.
L a velocidad de la s p a rtíc u la s , que a p a re n te m e n te es de ro ta c ió n , es en
re a lid a d e fe c tu a d a e n tr a y e c to ria s d e fo rm a de hélice, c u y a s e sp ira s se van
haciendo m ás v e rtic a le s m ie n tra s m ás c erca d e la d isp o sició n fin a l se en­
c u e n tra n . •' .
Se p u ed en a c e p ta r d esp reciab le? los fro ta m ie n to s y el rég im en p e rm a ­
nen te E n la fig u r a 94, en que a p a re c e d ib u ja d o esq u em áticam en te el rem o ­
lino de succión, se ve la fo rm a de la su p e rfic ie lib re y la tra y e c to ria d e u n a
p a rtíc u la que viene desde lejos, con v elocidad d e p a rtid a d esp reciab le. L la ­
m arem os K, la co ta de la su p e rfic ie lib re d el rem o lin o a la d is ta n c ia r d e su eje,
respecto a u n p lan o g e n e ra l de re fe re n cia .
L a tr a y e c to ria helizoidal de u n a mo­
lécu la p u ed e a sim ilarse a c írcu lo s h o rizo n tales
por lo m enos en la p a rte su p e rio r, de modo
que la a celeració n efe c tiv a de la m olécula, de
velocidad V , a la d is ta n c ia r del eje d el re-
yz
m olino es c e n tríp e ta y v a le ' , p o r lo ta n to ,
resp ecto a u n eje h o riz o n ta l, si el o rig en de
coord en ad as e stá situ a d o sobre el e je d el re ­
m olino, la ecuación g e n e ra l de la H id ro d in á -
... . 1 d p ----------------V ó­ F ig . 94
m ica se e sc rib irá : — —— = ■ -----
o dr r
E n to d a e s p ira de ra d io r, n o rm a l a la fu e rz a c e n trífu g a o fu e rz a de
in ercia, rige la ley h id ro stá tic a , como la cota d e l n iv el lib re, c o rre sp o n d ie n te
al ra d ió r es X,, la co ta p ie zo m étrica es sólo fu n c ió n del rad io , p u esto que es­
crib ien d o la ecuación g en eral d e la H id ro d in á m ic a resp ecto a u n e je v e r­
tical llegaríam os a :

A p lican d o el teo rem a de B e rn o n lli a la m o lécula d esd e a g u as tra n q u ila s,


donde vale B , h a s ta el p u n to d o n d e la velo cid ad es V , a la d is ta n c ia r del
e je del rem olino, o b ten d rem o s la re la c ió n :

.+ Ï + = u

E s ta ecuación d e riv a d a resp ecto al ra d io , n o ta n d o que z y H son cons­


ta n te s, se e s c rib irá :
J_ d p _ V dV
7 dr ‘ g dr ... ,
M u ltip lic á n d o la p o r g, ig u a la n d o el seg u n d o m iem bro de e lla con el de
la ecuación de là H id ro d in á m ic a resp ecto al r'ádio, se obtiene :
190 C urso de H id rá u lic a G en eral

dV • dr
V ~~ r '
o sea,

63) V r = cíe = K

E sta ecuación nos dice que las velocidades en u n remolino son inversas
de las distancias a su eje, como lo enunció Leonardo de Vinci.
L a ecuación de B ernoulli, introduciendo el valor de Ç y el de V de la
65), queda:

y -p o r-lo ta n to :

G4) H —
K2
iIgr»

relación que perm itiría tra z a r la form a de la superficie libre, pues relaciona
¡i con r, en la zona superior en que las tray ecto rias se pueden considerar ho­
rizontales.
E n cuanto a la influencia que pueden tener, en el gasto que escurre
p or el orificio, estos remolinos, cuya teo ría supone la constancia de la suma
de B ernoulli, hay algunos autores que afirm an que no lo dism inuyen; Bazin
los observó con carga de 1 m. y orificios de 0,20 m. de diám etro, en 8 casos
en que se originaban remolinos, con un delgado tubo por donde el aire de la
superficie se inyectaba en la vena, y en 5 experiencias en que evitó su pro-
" ducción dejando flo ta r una tab la sobre el orificio, y ninguna diferencia dieron
los aíoros. Sin embargo, es fácil observar en muchas singularidades de con­
torno cerrado que ju n to con producirse el remolino la carga aum enta b ru s­
camente:

40. Inversió n de la vena.— O tro curioso fenóm eno que se p resen ta


en las venas líquidas, es la inversión, que consiste en el cambio de form a que
van experim entando a m edida que se alejan del orificio.
Se observa que los ángulos se van biselando y que el proceso de defor­
mación continúa indefinidam ente, tendiendo a convertir el polígono en una
estrella form ada por lám inas perpendiculares a los lados del orificio (F ig . 95)
en cuya intersección central queda u n núcleo y en cuyos bordes se form a a
veces un cordón.
L a convergencia de las trayectorias p a ra llegar a la contracción puede
a lte ra r las form as por los choques y cruzam ientos de ellas; pero parece que
la tensión -superficial que tie n d e a d ism inuir el p erím etro de la sección de la
vena y, principalm ente, a su p rim ir los ángulos, va originando velocidades tra n s­
versales que producen más adelante deform aciones antagónicas. L a influen­
cia de tensión superficial en la contracción ha sido com probada por Wolt-
m ann e -Isa rn (1888) quienes’ evaporando éter (lo que b aja la 'te n sió n capilar
de la vena) observaron un aum ento del gasto con pequeñas cargas.
In v e r s ió n de ¡a vena 191

Bovey refiere experiencias que corresponderían a .verdaderas palpita­


ciones de una envoltura elástica, simultáneas con el escurrim iento de la vena.
Las deformaciones de sec­
ciones circulares en elípticas de
menor eje vertical, se podrían ex­
plicar por la mayor velocidad de
los filetes inferiores que los lle­
varía hacia los superiores cuyas
trayectorias serían de menor al­
cance.
Cuando la carga es grande,
la inversión consiste en la tran s­
formación del polígono del orifi­
cio en una estrella cuyos e n tran ­ < ■
tes coinciden con los vértices del
polígono de origen y cuyas pun­
tas hasta 4 veces más grandes que
Fig. 95
los lados del orificio enfrentan a
sus lados. As! puede verse en las experiencias de Bidone, hechas con cargas
de 7,30 m. en orificios situados en pared vertical, es decir, venas horizonta­
les. L a figura 95 m uestra dos ejemplos dé
esas experiencias.
A Si las cargas son pequeñas no son
tan grandes relativam ente las puntas del
O )\ a polígono estrellado y, en cambio, la ve­
* i Y na es u n a cadena o serie de inversiones
con nodos, aumentos y disminuciones de
4* Y la longitud de los lados de la estrella, pe­
ro no de la m agnitud de la-sección de la
* Y * vena. Como ejemplo de pequeñas cargas
puede verse en la figura 96, dos experien­
cias de Magñus (1855)', con cargas de
0,40 m. en venas verticales de orificios ho­

/i rizontales. E n las grandes cargas quizás no


se ven nodos porque la vena es desagre­
gada por el aire.' antes de producirlos.
Fig. .96
E n verdad, este hermoso fenóme­
no dé la inversión, observado por Bidone
hace ya un siglo, no ha sido aún reducido al cálculo y no tenemos de él un co­
nocimiento científico.

41. T rayectoria de los chorros.—P a ra el trazado d e-la trayectoria de


la vena líquida que sale de un orificio, en la atm ósfera que la rodea, se puede
prescindir de losfrotamientos con -el aire cuando las velocidades son pequeñas
y las dimensiones del orificio no son muy reducidas y, dada la constancia de
las presiones, el eje de los chorros é s. la trayectoria parabólica de un punto
material pesado
192 C urso de H id rá u lica G eneral

E l problem a tiene m uy fácil solución tom ando como ejes coordenados


la perpendicular al plano del orificio que pasa por el centro de él y la v erti­
cal en ese punto (F ig. 97). So­
bre el p rim er eje la coordenada
crece uniform em ente con la ve­
locidad V„ de la vena contraí­
da : xr=i V„t. Sobre el segun­
do, el extremo de la coordenada
tiene un movimiento de acelera­
ción g, de velocidad inicial n u ­
la : y = — g / 2.

Se puede pues indicar


inm ediatam ente p or sus coorde­
nadas las situaciones correspon-
F ig. 97 d ie n ta a distintos valores de t.

’ Elim inando t se tiene:

65) y— — 9

dy gx
L a inclinación de la tangente a la curva será
dx
Si V 0= \ / ' 2 g h se llega a

65a) y =
ih
dy x
65b)
dx T /T

lo que perm ite una fácil construcción de la curva que form a el c h o rro ; pues pa­
ra el valor especial x z= 2 h, la in clinación: — i
dx
Interesa, conocer el alcance horizontal y vertical del chorro, llamando
así, respectivam ente, a la distancia horizontal a en que el eje del chorro vuel­
ve a pasar por el plano horizontal del centro de gravedad del orificio y a la
a ltu ra m ayor b que alcanza sobre ese plano. Con el sistema de ejes elegido, el
plano horizontal form a u n ángulo « con el eje X -y las coordenadas X . e T m
del alcance horizontal serán:
a r „ = X , sen a
X .=
cos a
1 x2
Como u n a ordenada cualquiera es: y = —— g lr „ , se tiene p ara el al-
v
— •g
X2 = X„ sc;i a • o sea, filialm ente, reem plazando el
cance h o rizo n tal:
V ,1
valor de X „:
Alcance da loa chorros ' 19S

2 V ,,2
66) a= — sen a eos a si V 0* — 2 g h , sé tie n e :'.

66a) a r = 4 h sen a eos a

E l alcance horizontal es máxim o cuando sen a = eos a, o sea, cuando


a — 45", y v a le :
V 2
67a) —i-
9

P a ra el caso V „2 ■= 2 g h se te n d r á :

67b) OmtI = 2 k

-•‘E l alcance v ertical se obtiene notando que en el p u n to X b, Yb, la ta n ­


gente horizontal con el sistem a de ejes elegido d a :

dy X„
. — = Sen a = 9 - - r
v . • • -

de donde =
—— sen a ; de la ecuación 65) se o btiene: I ' b = ■-,b-- o sea,
9 v 2 ? ***
con el valor de X b a n te rio r: Y b = ~ 0°~ sen 2 a. P o r o tr o 'la d o , notando que
2g
b -f- y«, = X b sen a se llega a
r
68) b— sen3 a
2g

Si V 0 = \ / 2 g h, se tie n e : .

68a) b = h sen s a

Si el chorro h a sido larg ad o v erticalm ente, a = 90", y p o r lo ta n to :

68b) b= h . . .

E s ta form a y dim ensiones teóricas del chorro no se alcanzan en la p rá c ­


tic a p o r la resistencia del aire que in flu y e e n -fu n ció n d el. ángulo y de la in :
tensidad del viento. Y algo tam b ién in flu y e la fo rja a de la salida, p o r.la . in v er­
sión de la vena que d ism in u y e el alcance. . .
P a ra alcance de chorros verticales se d a n expresiones sencillas. Si lla ­
mamos k la carga teórica inicial que, como se h a visto, es precisam ente el
alcance teórico de u n chorro vertical, y si denom inam os h i el alcanee efectivo,
tenem os las expresiones experim entales siguientes:

69a) M ario tte: - j — — 1 -\r 0,0103 h \.

13.— Hidráulica.
194 C u rso ,de g i d r à u l i c a G e n e r a l

hi
69b) D ’A ubuisson : ■1— 0,01 h
h.

h
69c) W eisbach: = a - f - P ^ + Y^*

Según W eisbaoh las co n stan tes or, ¡i y y dep en d en de la fo rm a y di*«


m ensiones de la desem bocadura según el cu ad ro que viene a c o n tin u a c ió n :

F o rm a D jám . a 0 7
O rificio circ u la r 0,01 1 0,01158 0,000582-
O rificio c ircu lar 0,014 1 0,00778 0,000604
O rificio circ u la r 0,025 1 0,00094 0,000228
B oquilla co rta 0,01 1,027 0,00043 . 0,000956
Cono 8° "L ongitud: 0,245 m. 0,016 1,060 0,00529 0,000718
CQno 15° L o n g itu d : 0,14 in ­ 0,01 1,045 ■- 0,00037 0,000859-
Cono 15° L o n g itu d : 0,11 ni. 0,014 1,022 0,000239 0,000327

F re e m a n , ex p erim en tan d o en b oquillas c o n tra-in cen d io (1 ) los alcance»


de chorros, d a, p a ra el alcance v e rtica l d e las ú ltim a s gotas, la ex p resió n :

70) b = h — 0,000113

en que h es la a ltu ra de velocidad .y d el d iám etro . E s ta expresión es válida-


p a ra h com prendidos e n tre 28 y 49 m etro s y d e n tre 1,9 y 3,5 cm. P a r a d is­
tin g u ir los chorros com pactos de los disp erso s p o r la acción de la resisten cia
del aire,, define como ch o rro eficaz al que, con los d iám etro s d e boquillas in d i­
cados, no p ro y e c ta fu e ra de u n círculo de 25 cm. de d iá m etro m ás del 2 5 p o r
ciento del gasto. Sus ex p erien cias p a ra alcances v e rtic a le s 'v a n resunjidas en.
el cuad ro que viene en la p á g in a del fre n te .
E sta s c ifra s rev elan que se a c e n tú a la d ism inución del alcance v ertical
p a ra cárgas su p erio re s a 20 m etros.
R especto al alcance h o rizo n tal que, como se h a visto, es te ó ric a m e n te
m áxim o cuando el ángulo de in clin ació n inicial del chorro es de 45° y vàie
a = 2h, experim entad o p o r F re e m a n con la s m ism as b oquillas que el v e rtic a l,
se en c u e n tra que solam ente corresponde al án g u lo teórico si h es m enor d e
7 m. y ' que el ángulo m ás conveniente b a ja poco a poco h a sta v ale r 32° p a ra
h=='35* m; E n él cu ad ro segtíndo, de la p á g in a sig u ien te v an los resultados-
experim entales de F re em an , ta n to del alcance de las ú ltim a s gotas como del
chorro eficaz.
Se -nota .u n a d ism in u ció n g ra n d e del alcance h o rizo n tal de las ú ltim as,
gotas en carg as m ayores de 20 m etros. •

( 1 ) . P r o c e e d in g s o t A m e r ic a n S o c ie ty o f C iv il E n g in e e r s. (N o v . 1 8 9 0 ) ¡
A lc a n b e ,cte lo s chorros'. I n f l u e n c ia d e l a v e lo c id a d a f lu e n te 195

R a zó n e n tr e e l a lc a n c e v e r tic a l R a zó n e n tr e e l a lc a n c e h o r iz o n ta l
e f e c t iv o b, y la c a r g a ú t il h. e f e c t iv o o y e l a lc a n c e te ó r ic o
- m áxim o 2 h

A lc an c e v e rtic a l A lc an c e v e rtic a l A lc a n c é h o riz o n ­ A lc a n c e h o riz o n ­


de la s ú ltim a s d e l c h o rro e f i ­ t a l d e la s ú l t i ­ t a l d e l c h o rro
g o ta s en a ire caz so p la n d o m as g o ta s en e fic a z ^soplando
q u ie to b r is a v a i r e q u ie to b ris a

D ia m . b o q u illa 19 mm. 35 mm. 19 mm. 35 mm. 19 m m . 35 m m . 19 m m . 35 m m .

5 0,80 0,92 0,74 0 ,8 0 0,78 0,88 0,43 0,55


10 0,88 0,95 0,73 0,79 0,78 0,87 0,35 0,48
P a ra h = 15 ‘ 0,88 0,93 0,735 0,775 0;77 0,89 0,32 0,43 I
(m ta .) 20 0,88 0,92 0,72 0,76 0,72 0,86 0,27 . 0,40
30 0,84 0,92 0,54 •0,61 0,60 0,78 0,23 0,34
40 0,77 0,90 0,54 0,615 0,52 • 0,69 0,20 0,29
50 0,72 0,86 0,47 0,56 0,45 0,62 0,18 *“ 0,25
€0 0,85 ,0,80 0,41 . 0,49 0,41 0,56 0,16 0,23
70 0,59 0,71 0,35 o;44 0,37 0,51 0,16 0,20

E jem p lo .— Con una boquilla de 2 cm. de diáinetro se la rg a vertical­


mente un chorro cuya velocidad inicial es de 30 m /seg. Se desea saber hasta
dónde llega el chorro unido y el alcance de las últim as go.tas. . .. •
V2
L a a ltu ra d e velocidad e s : h = —-— = 46 m etros.
. . . 29

C on este v a lo r la e x p re sió n de M a rio tte d ir ía que el alca n ce v e rtic a l es


de 34- m etros. L as ex p erien cias d e F re e m a n , e n tra n d o a la tá b la d e valorea,
j. • *•
d an , p a ra h = 46 y d = 1 ,9 cm., —j— = 0 , 7 4 , -p ara el alcance, de- la s ú ltim a s
b
gotas, y —-— = 0,5, p a ra el c h o rro eficaz. P o r lo ta n to , el a lc a n c e -d é la s ú lti-
^ ,
m as gotas es de b = 0,74 X 46 = 34 m etros.
E l ch o rro com pacto sólo lleg a a la a ltu r a d e 23 m etros.
L a e x p resió n d e D ‘A u b u isso n h a b ría d ad o u n alcan ce d e 25 m etros, en
coincidencia con el alcance d el c h o rro ’com pacto de F re e m a n .
i N otarem os fin a lm e n te que c u a lq u ie ra a lte ra c ió n en el ex trem o de la , bo­
q u illa in flu y e no tab lem en te en estos alcances.

42. In f lu e n c ia d e l a v e lo c id a d a flu e n te .—C om o se h a d ic h o a n te r io r ­


m en te, cu ando la velocid ad in icial o velo cid a d a flu e n te no es d esp reciab le,
ta m b ién fo rm a p a r te como su m a n d o d e B > B e rn o u lü en exceso sobre la co ta
piezom étrica f in a l. .-
L lam an d o Q el á re a co n o cid a p o r la que p a sa el gasto a g u a s .arrib a
- . . o
del orificio, h y Q, la c a rg a y el g a sto ; la v elocidad a flu e n te s e ría - q - - S i lla ­
m am os Q i el gasto que se o b te n d ría .d esp recian d o la velo cid ad .aflu e n te, se
tien e Ql = m 2 g h p e ro el g asto v e rd a dero, nota n d o que la v e rd a d e ra
c a rg a vale B = h + a- —~ q ¡~ es Q = m “ |¡ 2 f f h + a ■■■ q , - p o niendo d e n tr o
196 C u rso d e H id r á u lic a G e n e r a l

del ra d ic a l el gasto en fu n ció n d e . la c a rg a h (d esp re c ian d o ah í el pequeño


au m en to debido a la velocidad a flu e n te ), te n d re m o s:

Q = m t>, j1 a g k ( l + * ” 5 7 -" )

_Q____ f 1 ,
Q i ~ V. + ° Ü2 )
de donde, su p rim ien d o desde el te rc e r té rm in o del d esarro llo , se te n d rá
ap ro x im a d a m e n te :

« ) 4 - = i + 1 - m2“ 2
Ql — . ^ 2 íi2
A dem ás, in tro d u cie h d o H , la su m a d e B e rn o u lli con la a ltu r a de ve­

locidad aflu e n te , se ti e n e : = -B — L u e g o :
\/2 g H Qi
h __ Q2 __j , _ ni2 tú*
JET ~ <h2 Ü2
. • *
E l increm en to de la c a rg a y los gastos p o r la v elocidad a flu e n te es p ro ­
po rcio n al a l cu a d ra d o de la ra zó n d e las á rea s y a la m ita d de este valo r, res­
pectivam ente. !
L as velocidades de los file te s a n terio res a la sin g u la rid a d so n pequeñas,
su s d ife re n c ia s son g en eralm en te m u y g ra n d e s : p u ed en q u e d a r p o r d ebajo de
, la velocidad lím ite de tu rb u le n c ia . E l coeficiente a tie n e fácilm en té valo res que
su b en d e 1,5 y a u n lle g a n a 2. Se p u ed e to m a r p o r sim p lic id a d el v a lo r a = 2
en la ecuación 7 1 ),
D e n tro del 1 p o r ciento d e ap ro x im ació n e n los gastos se h a de p re s­
c in d ir d e ' esta corrección cü an d o el á re a a n te rio r al o rificio es u n fas 14 veces
m ay o r que e l'v a lo r d e mta.
E l á re a p la n a O h a d e se r n o rm al a la s d irecciones in iciales de los file ­
te s p aralelo s e n tre s í ; es g en eralm en te h o rizo n ta l en los depósitos y v ertical
en los canales. '
P a re c e que la velocidad a flu e n te debe se r red u c id a p o r c ie rta p é rd id a
d e ca rg a cuando tien e d ife re n te d irecció n que la vena, p e ro no se m encio­
n a n experien cias especiales p a ra e stu d ia rla .
43. V aciam ien to s.— T iene in terés p rác tic o el cálculo de vaciam ientos o
del tiem po que d em o ra e n v aeiarse o llen arse u n dep ó sito d o tad o de u n des­
ag ü e de co ntorno cerrado .
E l caso m ás sencillo es el d e d epósitos que d e sa g u a n p o r u n solo o ri­
ficio y a l a ire lib re o en u n a m asa líq u id a d e n ivel co n stan te.
E l volum en esc u rrid o e n u n 'tie m p o elem en tal d t p o r el orificio de sec­
ción <ú, cu y a c a rg a es h, se p u ed e e x p re sa r p o r la fó rm u la
y
m tú \ / 2 g h d t
y es ig u al al volum en Q d h d e que se v acia el estan q u e de sección £2. E sto
V a cia m ien to ^ p o r o r ific io s 197

supone despreciar la im perm anencia del escurrim iento en el tiem po d t. De


aquí, notando que d t y d h son de d istin to signo, re su lta :
Q dh ‘
* dt —
~ .
■ m o>V 2 9 h
Integrando desde la a ltu ra inicial h0 h asta la fin a l h¡, se obtiene el
tiempo T de vaciam iento del depósito e n tre esas cargas. E n esta integración
se podrá considerar constante el coeficiente m , atribu y én d o le, si es el caso,
valores interm edios entre los que corresponden a las cargas e x trem as:
[* hi
73) T= — ------- í — - / dh
m os \ J 2 9 I V*
J 1i. ••
Si no hay u na definición analítica sencilla de Oen función de h, se
Q
procederá a l cálculo exacto o aproxim ado de d iferen tes valores de — y
m ediante su térm ino medio aritm ético o p or la fórm ula de Sim pson, o g ráfica­
y*
m ente se podrá obtener la integral a rrib a indicada.
Si ese tra ta de depósitos prism áticos, O es constante y el gasto medio
de vaciám iento es la semi-suma del gastó inicial y f i n a l: .

74) T ~ m b ¡ \ / j j ~ ( . 2 y h° ~ hi )
o en otras palabras, el tiem po del vaciam iento de u n depósito -de sección cons­
tan te se puede obtener calculando con el gasto medio aritm ético en ,v ez-del
gasto efectivo variable.
________ _______________________
• Q (A„ — h i) ¿ i.¿ 2 0 , ------- ----
T —
- jj- m iú ( \/S g h „ -f- m u y / 2 g h , ) m < ¿ \/2 g

E n conos invertidos de base Í20 que desaguan al aire libre y cúyo vér-
h2
tice está en el o rificio : Q = Í20 —, -. E n p araboloides: £i == Q 0 .
h
no hQ
Reemplazando estas funciones e integrando se d eterm inan los vacia­
mientos de estos y otros cuerpos geométricos. P arece ú til, p a ra ju zg ar por
comparación, indicar en la fig u ra 98 los v alores,de la razón t en tre el tiem ­
po efectivo de vaciam iento y el que se o b tendría si perm aneciera constante
el gasto inicial ( 1 ) :
r <*■
Q
= dh
m <■>V 2 g I VA
75)

V 2 g h0

(1 ) S a la s E d w a r d s. H id r á u lic a G e n e ra l. P o líg r a f o 1918, to m o H .


198 C uras d e H id rá u lica G eneral

E sta razón es inversa de la que guardan el gasto medio durante el


vaciamiento y el gasto máximo.

Z -3.1 20
Qjnssile =0.31 aso
Qmá*.

. Z -1 6 14 1.3 12
medio _ 0 62 0.71 0.7.5 063
Omáx.
Fig. 98
General es el caso de dos depósitos en comunicación por un orificio su­
mergido. como el de la figura 99, cuyas secciones O, y Ob son funciones de
las distancias verticales al orificio: y xt> (!)■
La constancia de los volúmenes de agua contenidos en los depósitos
establece lá siguiente relación
entre x , y x b, designando por
y 0 la suma de los volúmenes,
descontadas las cavidades infe­
riores al orificio:

r® . í xb
/ O .dx, + I iCibdx b= V„

L a consideración del vo­


lumen elemental escurrido perm ite establecer, como en el caso anterior:

O.
77) T— -- d x.
ita \/2 1 V 2* —

en que x b es la función indicada 76) de y x ,t y ¡rtj los valores extremos de

( 1 ) S alas Edwarda, obra d ia d a en la nota de la p ágin a anterior.


V aciam ien tos p o r 'o rificio s 199

x ,. Cuando uno de los depósitos, el B, por ejemplo, es de área infinita, se cae


en el caso anterior, pues xb es constante y se tie n e : x » — z b = h; d xa = dk.
E n depósitos comunicados, de área constante, se tiene, designando por
h la diferencia de niveles,

78)- (Q„ — Ü „ ) x . ^ Q b h = V 0

d x. =: —pr— — dh
Q. + Ob

y por lo tanto:

hi — _
O . Oh I dh
79)
m <*>\ / 2 9 Ofl 4* Ob I \Z .h
K
i
O tro s' casos, como los vaciamientos de depósitos que reciben además
una alimentación, o los orificios múltiples, son distintos problemas analíticos
análogos, en que no intervienen nuevas bases hidráulicas.
too C u rso d e H id r á u lic a G e n e ra l

T A B L A K. o 4.

C o e f ic ie n t e s E x p e r im e n t a l e s , d e G a st o e n O r i f i c io s d e P a r e d

D elgada R ec t a n g u la r es — C o n t r a c c ió n C o m p l e t a

(P oncelet y Lesbros)

• . P a re d
vu iiio -íAiiiacio 1 de
• 5 cm.

' C arg a a n c h u ra del orificio 0.20 m. anch. 0.60 m..

en

in. a ltu r a d el orificio e n m. a lt. orific.

0,01 0,02 0,03 0,05 0,10 0,20 0,02 0,20

0,01 0,702 0,660 0,634 0,607 0,644


0,03, 0,689 0,659 0,640 0,620 0,600 0,578 0,642 0,593
0,05 0,680 0,658 0,640 0,625 0,605 0,585 0,641 0,597
' 0,07 0,’674 0,657 0,638 0,627 0,609 0,583 0,640 0,600
0 ,10 0,667 0,655 0,637 0,630 0,611 0,592 0,639 0.602
0,20 0,655 0,649 0,634 0,631 0,615 0,598 0,635 0,605
0,30 0.650 0,645 0,632 0,630 0,616 0,600 0,633 0,607
0,40 0,646 0,642 0,631 0,629 0,617 0,602 0,631 0,607
0,50 0,643 0,640 0,631 0.628 0,617 0,603 0,630 0,607
0,60 0.641 0,638 0,630 0,627 0,617 0,604 0,629 0,607
0,70 0,638 0,637 0,629 0,627 0,616 0,604 0,628 0,607
0,80 0,635 0,635 0.628 0,626 0,616 0,605 0,628 0,606
0,90 0,632 0,634 0,627 0,625 0,615 0,605 0,627 0,606
1,00 0,629 0,632 0,627 0,625 0,615 0.605 0,626 0,605
1,50 0,617 0,620 0,621 0.619 0,611 0,602 0,623 0,602
2,00 0,613 0,613 0,613 0,613 0,607 0,601 0,620 0,602
3,00 0,609 0,608 0,607 0,606 0,603 0,601 . 0,615 0,601
C o e fic ie n te s de g a s to d e o r ific io s circ u la re s en p a r e d d e lg a d a d e H . S m ith SOI

T A B L A N .o 5.

C o e f ic ie n t e s E x p e r im e n t a l e s 'de G asto en O r if ic io s de P ared D elg ada.

•C o n t r a c c i ó n C o m p l e t a . O r i f i c i o s C i r c u l a r e s

(Según H am ilton Sm ith, 1886)

D iám etro del O rificio en mts.


Carga
/ sobre
centro
en m. 0,006 0,015 0,030 0,060 0,180 0,300

0,12 0,631 0,618


0,15 0.627 0,615 0,600 . 0,592
0,18 0,655 0,624 0,613 0,601 0,593
0,21 0,651 0,622 0,611 0,601 0,594 0,590
0,24 0,648 0,620 0,610 0,601 0,594 0,591
0,27 0,646 0,618 0,609 0,601 0,595 0,591
0,30 0,644 0,617 0,608 0,600 0,595 0,591
0,40 0,638 0,613 0,605 0;600 - 0,596 0,593
0,60 0,632 0,610 0,604 * 0,599 0.597 0,595
0,90 0,627 0,606 0,603 0,599 0,597 0,597
1,20 0,623 0,605 0,602 0,599 0,598 0,596
1,80 0,618 0,604 0,600- "0,598 0,597 0,596
2,40 0.614 0,603 . 0,600 0,598 . 0,596 0,596
3,00 0,611 0,601 0,598 0,597 0,596 0,595
6,00 0,601 0,598 0,596 0,596 0,596 0,594
30,00 0,593 0,592 -0,592 0,592 0,592 0,592
'
to t C u rso d e H id rá u lic a ' G en eral

T A B L A N. o 6.

C o e f ic ie n t e s de G asto en O r if ic io s de P ared D elgada C ir c u l a r e s .

C o n t r a c c ió n C o m p l e t a

(B ilton, 1907)

D iám etro del orificio en mts.


C arga
sobre
centrò
en m. 0,0006 0,0013 0,0025 0,0051 0,0076 0,0100 0,013 0,015 0,019

0,15 0,748 0,722 0,690 0,673 0,665 0,652 0,645 0,644 0,632
0,30 0,748 0,717 0,680 0,659 0,647 0,636 0,630 0,627 0,618
0,60 0,748 0,708 0,666 0,642 0,630 0,624 0,621 0,618 0j613
1,25 0,748 0,697 0,652 0,630 0,627 0,624 0,621 0,618 0,613
1,80 0,748 0,688 . 0,647 0,630 0,627 0,624 0,621 0,618 0,613
2,20 •0,683 0.645 0,630 0,627 0,624 0,621 0,618 0,613

T A B L A N. » 6. a

C o e f ic ie n t e s de G asto en O r if ic io s de P arkd D elgada C ir c u l a r e s .

C o n t r a c c ió n C o m p l e t a

( P ara d iá m e tr o s m a y o res d e 0,025 m .)

(B ilton, 1907)

D iátaetro del orificio en mts.


C arga
sobre el
centro
en mts. 0,025 0,038 0,051 0,063
y más

0,075 0,640
0,15 0.626 0,618 0,612 0,610
0,25 0,619 0,612 0,606 0,604
0,30 0,612 0,606 0,601 ' 0,600
0,45 0;608 0,603 0,599 0,598
0,50 0,608 0,603 0,599 0,598
0,55 0,608. 0,603 0,599 0,598
1,15
y más 0,608 0,603 0,599 0,598
C o e fic ie n te s d e g a s to d e o r if ic io s .s u m e r g id o s e n p a r e d d e lg a d a 203

T A B L A N .o 7.

C o e f ic ie n t e s E x p e r im e n t a l e s de G asto en O r if ic io s de P ared D elgada,

S u m e r g id o s . C o n t r a c c ió n , C o m pleta.

H a m ilto n S m ith (1886) — E llis (1876) — S te w a rt (1908)

( E n la c o lu m n a d e la s d im e n s io n e s , d s ig n if ic a d iá m e tr o , a a ltu r a s i o s r e c tá n g u lo o la d o

si es cuadrado, b b a s e d e l r e c t á n g u lo )

C arg a en m etros.
F o rm a D im ens.
O rificios
V ertió. (m ts.)
0 ,10 0,15 0 ,3 0 . 0,60 1,20 2,00 3,00 5,00

C irc u la r d = 0.15 0,599 0,597 Q,595 0,595


C irc u la r a = 0 , 0 3 0,600 0,600 0,600 0,599 0,598 •
C u ad r. a = 0,15 0,609 0,607 0,605 0,604
C u ad r. a = 0 ,0 3 0,607 0,605 0,604 0,603 0,604

R ectang. b = 0,9 0,621 , 0,620 0,620 0,618


8 = 0 ,0 1 5
C ircu lar d •.= 0,3 0,608 0,602 0,603 0,602 0,601
C u a d r. • a = 0 , 3 0,601 0,601 0,603 0,605 0,606
C u ad r. a = 1,2 0,614
£04 Curso de H idráulica General

. * T A B L A S N .o * 8 y 9.

C o e f ic ie n t e s ' E x p e r im e n t a l e s de G asto en O r if ic io s de P ared D elgada,

C o n t r a c c ió n S u p r im id a en P arte

(P o n c e le t y L esb ro s)

( O r i f i c i o s . cu a d r a d o s de 0 ,2 0 de la d o )

C o n tra cc ió n s u p rim id a e n :
C a rg a
sobre el
c en tro
de grav. . el un los. dos fo n d o v fo n d o y
fond o lad o • lad o s u n lado d os lads.

0,15 0,616 0,600 0,641 0,043 0,648


0,20 0,618 0,601 ' 0,639 0,637 0,670
0,25 0,623 0,602. 0,639 0,637 0,695
0,30 0.622 -0,605 0,640 0.637 0,690
0,40 0,623 0,608 0,635 0.637 O ^S1
0.50 0,624 0,609 0,635 0,637 0,678
0,75 0,624 0,610 0,633 0,637 0,672
1,00 0,624 • 0,611 0,630 0,637 0,669
1,5 0,623 0,610 0,629 0,637 0,664
2,0 0,619 0.609 (j;627 0,636 0,661
3,0 0,615 0,607 0,623 0,633 0,658.

» *
( O r if ic i o s r e c t a n g u la r e s d e 0 , 2 d e a n c h u r a y 0 ,1 d e a lt u r a )

0 ,10 0,646 0,643 0,652 0,665 0,743


0,15 0,648 0.638 0,647 0,661 0,707
0,20 0,649 0,636 0.643 0,660 0.697
0,25 0,649 0.634 0,641 0,659 0,691
0,30 0,649 . 0,634 0,638 0,659 0,680
0,40 0,649 0,633 0,636 0,658 0,680.
0,50 0,648 0,633 0.634 0,657 0,679
0,75 0,648 0,632 0,633 0,656 0,676
1,00 0.647 0,628 0,631 0.656 0,674
1,5 0,644 0,622 0,630 0,654 0,671
2.0 0.641 0,618 0.629 0,652 0,669
. 3,0 0,636 0,611 0,625 0,648 0,664
C o e f ic ie n te s d e g a s to d e p a r e d e s in te r m e d ia s . C o n tr a c c io n e s c o m p le ta s y s u p r im id a s £05

T A B L A N.° 10.

C o e f ic ie n t e s E x p e r im e n t a l e s de G asto en T ubos de L o n g it u d V a b ia b l e ,

con c o n t r a c c ió n S u p r im id a en P arte

S tew art (1908) y R ogers y S m ith (1916)


L oa tu b o s d e S te w a r t eran c u a d ra d o s d e 1 2 2 m . d e lo n g itu d y lo n g it u d e s v a ria b les
en tre 0 ,0 9 m . y 4 ,2 7 m . con p eq u e ñ a s c a r g a s h a sta d e . 0 ¿ 0 m .
L o s B o g e r s y S m itli era n c u a d ra d o s de 0 ,1 5 , 0 £ , 0 ,2 5 m . d e la d o y co n c a r g a s que
lleg a ro n a 0 ,6 7 m.
L e s la lo n g itu d d e l tu b o y D la m a g n it u d d e l la d o

Forma de_ entrada:

L ¡ C ontrac­ Contrac­
Contrac­ c ió n su­ c ió n su ­ C ontrac­
D C ontrac­ c ió n s u ­ prim ida prim ida c ió n to ­
c ió n prim ida en el fon­ en el fon­ talm en­
com pleta en el fon­ do y un do y dos te supri­
do lado lados m ida

0,10 0.61 0,63 0,68 0,77 0,95


0,15 0.62 0,64 0,68 0,77 0,94
0,30 0,65 0,66 0.69'' 0,74 0.93
0,50 0,67 0,68 Ó,70 0,72 0,93
0,80 0,74 0.73 0,74 0,73 0,92
1,00 0,78 0,75 0,77 0,80 0,91
1.50 0,79 0,79 0,80 0,84' 0.90
2,00 0.80 ,0,80 . 0,81 0,85 0,90
3,00 0,80 0,80 0.81 0.85 0.90
4,00 " 0.80 0.81 0,82 0,85 0.90

Coeficientes de gasto efn las disposiciones Que se indican


0313 125 23

IAfM _0.763 —fiaV - -3 05-1 — 1


«h».55 mrn.n mTn __

m.Ch
1- 0^ — Entrada oiiptlca

C uando la e n tr a ­
d a e líp tic a no es-
7a tá Indicada, la s
. ' 1
m.,95
- —^ a r is ta s son v iv a s
c o r ta d a s en m a -
>T0d0S 104 tobos Horn
. Los v a lo r e s d e m
d a d o s , son m e d io s
d e la fó rm u la :
Q - m ílV ig h

BOLETIN N ?2 1 6 D E LA UN IVERSID AD D E WISCONS/N


CAPITULO VI
Singularidades en contorno abierto
Vertederos

44. Generalidades sobre vertederos.— í5. Vertederos en pared delgada, napa


libre, sin contracción .lat.eral. Velocidad y presión de la vena contraída en
.vertederos de ancho indefinido.— 46. Velocidad inicial.— 47. Coeficientes
experimentales de gasto. Ejemplo.-*-48. Contracción lateral. Ejemplo.—
49. Vertederos triangulares.— 50. Vertederos trapeciales.— 51. Las singu­
laridades .en contorno abierto y el régimen del canal en que están situa­
das. Caso especial del vertedero.— 52. Vertederos de pared delgada de
otras formas de napas.— 53. Coeficientes experimentales, módulos de gas­
to. Ejemplos.— 54. Vertederos en pared gruesa, de entrada redondeada y
arista viva sin influencia de aguas abajo y sin velocidad inicial.— 55. Ve­
locidad inicial. Ejemplo.— 56. Paredes gruesas influenciadas por aguas
abajo.— 57. Paredes intermedias no influenciadas e influenciadas por
agües abajo. Ejemplos.—58. Vertederos en , pared gruesa con contracción
lateral. Ejemplo.— 59. Vertederos en barreras inclinadas y redondeadas.
— 60. Otras circunstancias en el escurrimiento por vertederos: Vertederos
oblicuos.— 61. Vertederos laterales. Ejemplos.— 62. Vertederos curvos.

44. Generalidades sobre vertederos.—Empezaremos a estudiar en este


capítulo las singularidades del escurrimiento con superficie libre, es decir,
las de contorno abierto que se definieron en el Capítulo III, § 14, página 31
y en el Capítulo V, § 31, pág. 127. Puede decirse que el tipo de esta singularj-
■dad es el vertedero o rebalse, que es el escurrimiento que se verifica sobre
una barrera. Al estudio del vertedero dedicaremos este capítulo.
G eneralidades sobre vertederos 207

Los vertederos pueden ser de cualquier forma definida por la sección


mojada. Los más usados son Jos rectangulares, triangulares y trapeciales.
Si la napa toca en una sola arista de la b arrera o pared, el vertede­
ro se llama vertedero en p a r e d d e l g a d a . F o t el contrario, se llama en p a r e d
g r u e s a , si la toca en un plano. La arista, generalmente horizontal o plano a que
se adhiere la napa se llama la c r e s t a o u m b r a l del vertedero.' Según esto se dice
vertedero en cresta delgada o cresta gruesa. ( F i g . 1 0 0 ) .

Se llama longitud del-vertedero la distancia L entre las paredes late­


rales, verticales <S inclinadas que lo lim itan; en este último caso, la longitud
se cuenta en la basé del trapecio que for­
ma la sección transversal. (Fig. 101).
E l vertedero triangular queda de­
finido por el ángulo.
Un vertedero puede ser vertical o
inclinado, según sean los paramentos de
la barrera que lo origina.; esta inclinación,
principalmente en las paredes delgadas, se
m¡4 e por el ángulo que forma la vertical
con el -paramento de la barrera. Se toma positivo cuando la inclinación es
hacia aguas arrib a y negativo si es hacia aguas abajo. Según esto, la ineli-
nación i — ------5— es lo que se llama vulgarmente una caída. (Fig. 102).

Fig. 102

Muy usados en rebalses de tranques son los umbrales redondeados, o


paramentos curvos, que facilitan el escurrimiento.
Curso de H idráulica General

S i el n ivel d e a g u a s a b a jo es s u p e rio r al de la c re s ta d el v e rte d e ro


se le llam a su m ^ -g id o o in com pleto (F ig . 1 0 3 ). Se llaitaa com pleto en el caso
c o n tra rio . T am b ién se h a solido lla m a r, ah o g ad o «1 v e rte d e ro en las condiciones
p rim e ra m e n te e n u n cia d a s. E n a d e la n te se u s a r á esta d en o m in ació n ú n ica m e n te
p a r a e l caso e n que el ¿ iv e l d e a g u as a b a jo in f lu y a so b re el d e a g u as a rr ib a

F ig . 103

del u m b ral, p u d ie n d o esto p ro d u c irse a u n q u e el n iv el d e a g u a s ab ajo saa in fe ­


rio r al de la Cresta y no p ro d u c irse , seg ú n c ie rta s c irc u n sta n c ia s que e stu ­
diarem os
E n u n a sección A B (F ig . 1 0 4 ), a g u a s a r r ib a de la b a rr e ra , p ero su ­
ficie n te m e n te a le ja d a de ella, to d a la sección p a rtic ip a del e scu rrim ie n to . E n
ella rig e Ja ley h id ro stá tic a , p u es los f i ­
letes m edios-locales son p a ra le lo s . E n
o tra s secciones m ás c e rc a n a s a la b a r r e ­
ra , ta l como C D , p o r e jem p lo , existe j u n ­
,L to a l fo n d o , líq u id o m u e rto an im ad o de
A m ov im ien to s im p e rm a n e n te s. P o r lo ta n ­
¡ , ; : to, la v elo cid ad m ed ia en C D h a de se r m a­
y o r q u e la de A B . A c e p ta n d o la cons­
ta n c ia d e la su m a de B e ín o u lli d e' la co­
F ig . 104 r r ie n te y la co in cid en cia d e la c o ta pie-
z c m é tric a con el e je ' h id ráu lic o , d a d a la
p equenez d e la v elocid ad , se e x p lic a la d e p re sió n q u e éste s u f re en la s c e r­
c an ía s de la b a rre ra .
Se p u e d e tr a z a r en lín e as g en erales, sig u ie n d o a G ria lo u (1)-, la t r a ­
y e c to ria lím ite del m o v im ien to sensible, ta l como B D O , ta n g e n te al fo n d o e y B -
y . a la p a re d d e la b a r r e r a algo m ás a b a jo del n iv e l de la c re sta (F ig . 104)
y re la tiv a m e n te ta n to m á s ab ajo ,' c u a n to m e n o r es la a ltu r a d é la b a tr e r a
y m ayor- Ja in c lin a c ió n del p a ra m e n to h acia a g u as a b a jo ( 2 ) .
S e 'll a m a c á rg a d el v e rte d e ro Ja a ltu r a d e l a g u a s o b r e ’el nivel d e la
cresta, m ed id a en la sección A B en que rig e la ley h id ro stá tic a . Se le de-

, ( 1 ) G ria lo u . C ó u rs d 'H a d r a u liq u e . P a r í a 1916 (P& g. 4 9 0 ).


(2 ) Es-tas t r a y e c t o r i a s h a n s id o o b s e r v a d a s p o r m e d io d e p o lv o d e a lu m in io , x a -
v a s p a r tíc u la s im p r e s io n a n s u e s t e l a e n u n a p la c a f o to g r á f ic a , p o r C a m ic h e l e n e l
L a b o r a to r io d e T o lo s a , F r a n c i a , d e s d e 1928.
G e n e r a lid a d e s d e v e rte d e r o s' 200

sig n a con la le tra h ( F ig . 104). E n rig o r, no es h la carga efectiva, pues


ü 2
-a la p ro fu n d id a d hay. que a g re g a r: a ° , a ltu ra m edia de velocidad, en la
9
p ráctica no siem pre despreciable. L lam arem os & a la sum a de B ernoulli de
ag u a s arrib a sobre el nivel de la cresta.

TT 2
H — h+ a
2g

L a experiencia dem u estra que la depresión de la superficie lib re , en ge­


neral, es despreciable m ás allá de u n a d istan cia-d e 4 h aguas a rrib a de la ba­
rre ra , y es, como observa P orchheim er, apenas de 3% de h, como térm ino me­
dio, a u na distancia 3 h. S in em bargo, es fácil d arse cu en ta que la depresión
su p erficial, dependiendo de la a ltu ra a de aguas a rrib a de la b a rre ra y de
su inclinación, está íntim am ente lig ad a en su extensión a las ‘ condiciones del
"vertedero. H ay tam bién que observar que p a ra m ed ir La carga no conviene
ale ja rse dem asiado de la b a rre ra , pues se la puede false ar debido a la pen­
d ie n te general del eje hidráulico.
Los filetes in ferio res de la napa, que aguas a rrib a de la b a rre ra escurren
u n id o s a la pared, ocasionan la contracción, como en los orificios, siem pre que
no se cuide de red o n d ear lás aristas de en trad a. Si h ay a rista viva, existe,
pues, contracción en la p a rte in ferio r y en los lados. P uede la contracción
-ser tam bién im p erfecta o incom pleta.com o en los orificios y .puede fa lta r to ­
talm ente en los lados, siendo com pleta -en la p a rte in ferio r, como sucede co-
.múnm ente en las b a rre ra s colocadas en canales. L a contracción o rigina u n a
p é rd id a de carga en p ared es gruesas. E n éstas el espacio in fe rio r de la con­
tracció n , como en ciertas form as de n ap as en p ared es delgadas, se llen a de
agua anim ada de movim iento im perm anente ( F ig s. 100 y 103), en form a de
torbellino de eje horizontal, que se observa en-el laboratorio in tro d u cien d o cor­
púsculos qüe son tom ados p o r el m ovim iento g irato rio an tes de ser a rr a s tr a ­
d o s po r la corriente.
45. V ertederos en pared d elgad a sin contracción lateral. N apa libre.
V elocidad y presión en la vena, contraída, en vertederos d e anchura indefinida.
— S i la presión, g en eralm e n te atm o sférica que o b ra sobre da n ap a , o b ra tam bién
bajo ella, se form a la n a p a que llam ó B azin libre y que antes había sido p ro ­
lijam ente experim entada p o r F ra n c is y F te le y y S tearns. De los vertede­
ros en pared delgada el m ás sencillo es el vertical, de contracción la te ra l su p ri­
m ida y* en el que hay u n a d istrib u ció n u n ifo rm e de velocidad en to d a la a n ­
c h u ra ; en e sta form a se puede considerar el fenóm eno p o r u n id ad de ancho.
E n u n vertedero de estas condiciones parece aceptable, a p rim fra vista,
l i . — H idráulica.
no Curso de Hidráulica General

que en toda la sección de la vena contraída reine la presión que la rodea, como-
se, acepta en la vena contraída que sale de un orificio; pero por efecto de-
la curvatura de filetes, y como experimentalmente se comprueba, hay un
exceso de presión en el interior de la -napa. Aceptaremos, para emprender el.
estudio del vertedero vertical de napa libre, las hipótesis intuitivas siguientes,,
debidas a Boussinesq:
1.® La sección AB> (Fig. 105) de la
napa, que forma con la vertical AC que
pasa por el punto más alto del peral­
te del filete' inferior, un ángulo peque­
ño, cuyo coseno es prácticamente la uni-
dad, es atravesada por filetes cuyas tra­
yectorias son concéntricas; y
2.'¡ La Naturaleza se arregla en sus
factores: espesor de la napa contraída y Fig. 105
velocidades, para escurrir el mayor'gas­
to posible dada la carga disponible o, lo que es lo mismo, la Naturaleza es-
curre el gasto dado, arreglándose de manera que la carga o suma de Bernou-
lli, sea un mínimo.
. La primera hipótesis es poco real, pero es «encilla para hacer interve­
nir la curvatura de filetes y la segunda que no es sinoel principio de máxima
economía, enunciado para el caso de filetes paralelos en el § 18, páginas 57
y 58, se puede justificar con las consideraciones siguientes: supongamos que
sobre una barrera, primitivamente, no haya escurrimiento, lo que. supone que-
• agua arriba y abajo de e
mo nivel libre B . Consideremos que se ba­
ja el nivel de aguas abajo: la napa escu­
rrirá con un cierto espesor sobre el um.
bral, espesor variable con el nivel de aguas,
abajo. La velocidad de escurrimiento crece-
con el desnivel: E — h¡ (Fig. 106), y por
lo tanto, con el H — U x, o sea, Q — ,fi (H — bi) ~ ( B — H \) ■
El gasto, primitivamente nulo cuando no había desnivel, crece con éste
hasta que. descendiendo suficientemente el nivel H i de aguas abajo, no in­
fluya ni en el espesor de la napa, ni en la repartición de presiones en ella.
dQ
Desde entonces no influye en el gasto y, según lo dicho, las derivadas .
dQ * *
y — que eran positivas se han anulado y, por lo'tanto, Q se ha hecho-
d Hj 1
un máximo. Este raciocinio se puede generalizar a cualquiera forma de napa
y a cualquiera forma de umbral.
V erte d ero v e rtic a l de n apa lib re en p a r e d d elg a d a . T e o ría d e BouAsinesq É11

Supuestas estas hipótesis, apliquemos el teorema de Bernoulli a una


moléoula en su trayectoria, desde una sec­
ción A , {Fig. 107), donde empieza la de­
presión superficial y son paralelos aun los
filetes, hasta la napa contraída, en la sec­
ción en que las trayectorias son concén­
tricas, suponiendo m uy alta la b arrera
p a ra que la velocidad afluente sea des­
preciable. Si tomamos como plano de refe­
rencia al horizontal que pasa p or la cres­
ta y aceptamos vertical la sección con­
traíd a que contiene al eje OZ, el teorema
Fig. d ic e :
P
1) B — i + z 4-
T
siendo e el peralte del filete inferior, x la cota de la trayectoria sobre ese
peralte, p la presión y tí la velocidad de la molécula en la napa contraída.
L a ecuación general de la H idrodinám ica referida al eje OZ aplicada
a la molécula en el punto de cota z, es
1 dp , u2
j n r ~ ~ 9 + ~r
si llamamos R el radio de cu rv atu ra de la trayectoria en N. E n v irtu d de la
hipótesis de concentricidad acep tad a: R = R„ -f- z, siendo R 0 el radio de c u r­
vatura del filete inferior (.Fig. 107) y, por lo ta n to :
1 dp u2
2) -g +
f dz * T" ¿i» Hr z
Derivando respecto a z la ecuación. 1) de Bernoulli, se obtiene:

' • 1 + ± ÍT L + 2LJ% L= o
t dz- g dz
1 dp
ecuación que m ultiplicada p o r g y despejando — es:

1 dp du
5) T d T — ~ 9 ~ u ~dT
Ifrualando las ecuaciones 2) y 3) obtenem os: .
u _
H„ 4 - z dz
Separando variables e integrando indefinidam ente, se llega a :

logh (R„ + z) + logh u = Cte.

4) (R„ z) u = C£e.
£1£ C u rso d e H id rá u lic a G en eral

L lam ando u„ la velocidad del filete in fe rio r y u¡ la del superior, equi­


vale a p o n er:
5) u t B 0 = ui ( f í, + e) = u ( R 0 + z)

Introduciendo u n p arám etro k ■= — se obtiene de la ecuación 5) :


Uo

6) k = - R°
Ro + e
de donde se deduce :
ek
6a) R0

E l teorem a de B ernoulli, aplicado al filete in ferio r y superior, respec-


i>
tivam ente, notando que —- — es nulo en ambos casos, por ser la napa libre, e s :

i í = *H----- ---— ; de donde : u„ = \ / 2 g (H — t)


*9
7)
H = zt + e + — ; d e d o nde: u! = \ ^ 2 g ( i í — * — e)
.9
Introduciendo estos valores y el de fío de 6a) en la ecuación 5 ), bb*
tenem os:
• 1
\ / 2g ( 2T - . ) . ! = ( _ l í r + tf —«-«)

ecuación que nos da las relaciones siguientes:

f — «j ( i — k*)
8)
Ro — k ( S — e) (1 + k )

, O btenidas estas relaciones en tre los elem entos de la sección contraída,


que son deducidos de la hipótesis de concentticidad, estudiarem os el gasto que
escurre sobre la b arrera. E l filete que pasa p or N tiene un gasto elemental
p or u n id ad de a n c h o : dq — u dz. E l gasto to ta l p or u n id ad .de ancho se rá ls
in te g ra l:

O'!

Reem plazando aquí el valor de u deducido de la ecuación 5 ) ..o b te n ­


drem os :
Vertedero vertical de napa libre en pared delgada. Teoría de Botttsinesq SIS

T> y -L R<>“H 6
9a) q = «o «„ logh ■— -

ecuación en que substituyendo u„ por su valor dado por 7), R0 por el dado
por la segunda de las relaciones 8) y notando que — = queda:
«o fC

q = V 2g (H — e)Tfc (1 -f- k) logh ■—

expresión que dividida y multiplicada por resulta:

§
9t) q= k (1 + k) logh ~ h y /T g H

Se tiene el coeficiente numérico de gasto:

' §
10) m= -----k (1 + k) Uigh

que ha de ser máximo, según la segunda hipótesis, para que el gasto lo sea.
En el primer factor de m aparece la contracción inferior; si seprescinde
provisoriamente de las variaciones de este primer factor, extremando los de­
más factores que forman el coeficiente: k (1 + As) lo g h ~ -y se iguala a cero
la derivada, se obtiene:

logh — 1 + 2 k logh ~ —*= O

Se satisface esta ecuación para k = 0,4685, lo que nos da para estosfactores


el valor:

11) k (1 + 6) logh - i - = 0,5216

8epuede calcular la contracción en función de k en el vertedero en­


trante, disposición teórica análoga al tubo de Borda, suponiendo en seguida
que ella varía linealmente con el ángulo,-según la ley que expresa la relación:

-s ~ iK T + -r)
en que e, es el peralte del filete inferior en el vertedero entrante y « el co­
rrespondiente en un vertedero inclinado de un ángulo « con la vertical. Con
esta ecuación se obtiene efectivamente en el vertedero vertical ( i — 0 )r
C u rso d e H id r á u lic a G en eral

c&lcul de e„ se efe c tú a ap lic a n d o en el v e rte d e ro e n tr a n te d isp u e s­


E l Calculo
to en fo rm a a n á lo g a a l tu b o d e B o rd a , el te o rem a d e las c a n tid a d e s de m ovi­
m ien to a la m asa líq u id a c o m p re n d id a e n tre la
sección A A ( F ig . 108) y la sección de la n a p a
c o n tra íd a d e p e ra lte m áxim o, sección v e rtic a l en
que las tr a y e c to ria s son c o n cén tricas. P a r a la
a p lic a c ió n 'd e l te o rem a se p u ed e su p o n e r que él
descenso de p re sió n en la v e c in d a d d e la cre sta
no lleg a al p u n to C, es d ecir, que en la c a ra CD
rig e la ley h id ro s tá tic a c o rre sp o n d ie n te al n ivel
lib re A . Se elige como eje de p royecciones uno
F ig . 108 h o riz o n ta l y se calc u la el in crem en to de las can ­
tid a d e s de m ovim iento que co rre sp o n d e a la m asa d el g asto en la u n id a d de
tie m p o . L a m asa de u n file te que en la u n id a d d e tie m p o e n tr a y sale de los
Y
lím ite s fija d o s y p o r u n id a d d e a n c h u ra es - g U ^ z - ®í no tam o s que la velocidad
d e l file te en A A esd esp re c ia b le y q u e en la sección d e la v e n a c o n tra íd a vale
v , el in crem en to p o r u n id a d d e tiem p o de s u c a n tid a d de m ovim iento será
Y » *
— w2 dz. E l in cre m e n to Jtotal p o r u n id a d de tie m p o d e las c a n tid a d e s de
m ovim iento c o rre sp o n d ie n te a la m asa que e n tr a p o r A A y sale p o r la n a p a

c o n tr a íd a es, p o r co n sig u ien te . JL


/ ’*«« d, z. E l re sto de la m asa no v a ría de
Jo
velocidad. D e las fu e rz a s que o b ran , las que d a n proy eccio n es sobre el e je e le ­
gido son, si descontam os la p re sió n atm o sfé ric a , y suponem os d esp reciab les los
fro ta m ie n to s , las p resio n es en las c a ra s te rm in a le s y en la c a ra C D . E n la c a ra
A A la p re sió n sobre el tro zo in fe rio r B A es ig u al y d e se n tid o c o n tra rio a
la d e la p a re d C D . Q u ed a como saldo la p re sió n e n el tro zo s u p e rio r A B , que
■yH2
v a le : „ p o r u n id a d d e a n c h o . E n la n a p a c o n tra íd a , la re s u lta n te de las
2 -
p resio n es s e r á :

p dz
f■J o

sien d o p la d e u n p u n to c u a lq u ie ra de o rd e n a d a z. E l te o re m a d ic e :
• «« re.

/ p dz

D e la ecu ación 1) a p lic a d a al v e rte d e ro e n tr a n te se d e sp re n d e :

p = y ( B - t , - z ------ | L )

-In tro d u c ie n d o este v a lo r d e p en la ecuación a n te r io r y d iv id ien d o p o r


f , se t i e n e : . -
V e r te d e r o v e r tic a l d e n a p a lib r e e n p a r e d d e lg a d a . T e o r ía d e B o u ss in e sq S IS

ree re, re , r ee
g ^ u2 d z = — ■H I dz te I dz -f- / zd z -\— / « a d2
Jo d Z + í ' i o d Z + \ o ZdZ + ^ J o U'
*•'R 2
Sim plificando, ejec u tan d o y reem plazando el valo r de u 2 p o r : m„2 °
(«o + z ) 2
.y finalm ente el de u 02 p o r el deducido de la ecuación de B e rn o u lli: u * = 2g
<H — e„), se -tiene :

fJ O

Ejecut&nclo, reem plazando los valores de R 0 y d e «, p o r los dados p o r


las ecuaciones 8) y despejando, se obtiene en el v erted ero e n tra n te , como valor
-del fac to r de cuyas variaciones se h ab ía p rescindido provisionalm ente, el si-
■guiente: •
is ) ( i - - ! ? - ) * = - ------------ — -
. (J + fc):* (J _ fc) *
E ste fac to r se hace máximo- con el v alo r de k que hace m ínim a la ex­
presión (1 fe) 3 ( i — k ) , que es k = 0,5, p o r lo tan to , con el valor k — 0,4685
■que hace máxim o el otro fa c to r de m , sus variaciones son efectivam ente desp re­
ciables, como provisoriam ente se h ab ía supuesto.
E l v flo r k~=z 0,4685, o sea, prácticam en te, 0,5 d a p a ra -J~- el valor
■0,2302 y p a ra el coeficiente de gasto del vertedero e n tra n te :

14) ■ m = (1 — ,0,2302f X 0,5216 = 0 J 5 2


P o r analogía, según-B oussinesq, se prescinde tam bién de las variaciones
del p rim er factor, en verted ero s de cu alq u iera inclinación y se obtiene, p o r lo
ta n to , como coeficiente de g a s to :

■15) m = I — 0¿302 + ' 4)]* X 0,5216

E n el vertedero v ertical se ría :

16) m = {1-— 0,1151)* X 0,5216 — 0,4342


•que ea el valor del coeficiente • calculado p o r • Boussinesq, con u n núm ero de
■cifras que excede realm ente lo que p erm iten las aproxim aciones acep tad as p a ra
el cálculo.
E a teo ría de B oussinesq debe su éxito a- lá coincidencia de sus resultados
en el verted ero v ertical de n a p a lib re con la ex p erim entación de B azin ; ella,
que fué ex ten d id a p o r su a u to r a las- fc*í>&Í‘ no libres, necesita,, p a ra ab o rd ar
•el problem a, r e c u r rir en esos casos a los valores em píricos de las presiones que
-obran, debajo de la nap a, de modo que m ás lógico parece to m a r sencillam ente,
* in complicaciones inútiles, d irectam en te ,los coeficientes experim entales. L a
tie C u rto de H id rá u lica G eneral

variación lineal de la contracción con el ángulo, d ista bastante de la realidad.

E l vertedero de napa libre de á n g u lo ----- puede equivaler a la pared gruesa,

pues así como en el vertedero entran te i = . —— es necesario una barrera coa


. 2
param ento vertical, además de la parte horizontal, también podemos suponerla
en el otro caso extrem o; el coeficiente que se obtiene aplicando la teoría.
(m = 0,5216), se aleja mucho del valor teórico que sentaremos después y
de los experimentales que coinciden con éste.
Los autores modernos, aun los franceses, reducen su exposición al ver­
tedero de napa libre, como lo hemos hecho ( 1 ).
A continuación va una comparación entre los elementos que se pueden
calcular por medio de la teoría de Boussinesq y las experiencias de Bazin, p ar­

tiendo como se ha visto en el vertedero vertical con —— = 0 ,1 1 5 y k = 0,4685.

P a r a - ¿ - d a Bazin en la napa libre, el valor experim ental—~ = 0,112.


xí H
Espesor . Boussinesq: —g , - — ( í — 0,115) (1 — 0,4685*) = 0 ,6 9 0
de
la napa
Bazin :

Velocidad y presión en el interior de la napa contraída:

■m P
2 gE fH
e z
e ~w
Boussinesq Bazin Boussinesq Bazín

0.0 0,00 0,885' 0,885 0,00 0,00


0,1 0,069 0,715 ' 0,731 0,101 0,098
0,2 0,138 0,589 0,606 0,158 0,159
0,3 , 0,207 0,494 0,520 0,184 0,180
0,4 0,276 0,419 0,444 0,190 0,182
0,5 0,345 0,360 0,400 0,180 0.170
0,6 0,414 0,313 0,360 - 0,158 0;145
0,7 0,483 0.275 0,326 0,127. 0,114
0,8 . 0,552 0,244 0,287 0,089 0,084
0,9 0,621 0,220 0,270 0,044 0,042
1,0 0,690 0,195 , 0,246 0,00 0.00

( 1 ) M ouret.— Courg d‘ H ydraulique Génerale. 1922, p ág. 610.— E vdoux.— H y d ra u li-


que, p ág. 258.—; F o r ch h e im er.. H ydraulik, 1914, p&g. 3 0 6 .— S p a ta ro . Idraulic-a teórica.
• sperim entqle, tom o I t , p á g . 10 9 4 . L os au tores norteam ericanos no la m encionan, com o
K in g , M errim an, R u ssell; Bolamente H u gh es y S a ffo r d la exponen sucintam ente, (p á g . 1 9 3 ) .
N in gun o de los autores citados le dedica ,ipás de tres págin as.
V ertedero ve rtica l de napa lib re en p a red delgada. V elocidad inicial.

ü2
De los valores experimentales de la r e l a c i ó n , es fácil deducir
que la velocidad media en la vena contraída de un vertedero de pared del­
gada, napa libre es 0,68\ / 2gH, es decir, que el coeficiente de velocidad val<
9 = 0,68
\

46. Velocidad inicial — E n vertederos de anchura igual o comparabl«


a la del canal o estanque de aducción, se puede despreciar la velocidad ■iniciai
solamente cuando la altu ra de la barrera es muy grande con respecto a la carga
La velocidad inicial disminuye la contracción inferior, como lo demuestran
las experiencias de Bazin que dieron para, la razón—g - los valores siguientes
en función de , si a es la altu ra de aguas arriba del vertedero:
li

~4r
XZ = 1 2 3 4 5

= 0,096 0,103 0,106 0,109 0,110

La introducción de la velocidad en el teorema de las cantidades de mo­


vimiento, aplicado al vertedero entrante p ara calcular la contracoióri, da resul­
tados complicados; por eso se hace el siguiente raciocinio, más sencillo, aunque
menos racional. L a carga H es, como se ha dicho, la suma de la carga mesu-
ü 2
rabie A y la altura media de velocidad inicial a ——-— ; introduciendo estos
~ ff
valores en la ecuación del gasto : g = 0,434 H \ / 2gH, se obtiene:

17) q = 0 ,4 3 4 ( h + a ^ - ) y 2g + \

o sea:
Í7„2
<1= 0,434(1 + a h V T Jk

el coeficiente de gasto que toma en cuenta la velocidad inicial y lo da en fun­


ción de la carga mensurable es, según e sto :.

expresión en que:
_ q m h \ / 2 g h
h + a ~

aproximadamente con m — 0,45 d a :


218 C u rso d e H id rá u lic a G en eral

P o r consiguiente:

18a) m = 0,434 ( i + 0,3 » - {h + a )i- f


I
D esarrollando la potencia del paréntesis y tom ando en cu en ta solam en­
t e los dos prim eros térm inos obtenem os:

18b) m = 0,434 ( l + ± - 0 ¿ a (fc j ' fl)r ) .

E l coeficiente a. depende de las condiciones de aguas a rrib a de la ba­


rre ra . S erá poco d iferen te de la u n id ad si esas condiciones o riginan un río de­
prim ido y d ife rirá mucho de ese valor, si uno p eraltado. De modo que en rigor
n o se le puede asignar u n valor único. E l caso co rriente es. que, p o r efecto
de la b arrera, se origine u n río peraltad o , en el cual las aceleraciones nega­
tiv a s de velocidad crean la g ra n desigualdad dé velocidades; ta l es el caso de
Xas experiencias de Bazin, y F teley y S tearns, que d an al valor medio a = 1,6
y las consideraciones analíticas de Boussinesq que conducen al valor a = 1¿Í7.
A ceptarem os, pues, con la salvedad indicada; a = 1,6.
Redondeando cifras se obtiene fin alm en te:

19) m = 0,434 + 0 ¿ 1 - f*
(h 4- a ) !

4 Í. C oeficientoe ex p erim en tales d e gasto.— E n tre los e x p erim en tad o ­


res más prolijos sobre el tipo de vertedero que nos ocupa, podemos colocar a
F ran cis en E E . UU. (1852) ; F te le y y S tearns, tam bién en E E . UU. (1 8 7 7 );
Bazin, en F ra n c ia (1888-1898); F rese, en A lem ania (1890) y Rehbock, tam ­
bién en A lem ania (1910-1929); K ing, (1918), y los que después se indican.
A puntarem os aquí sum ariam ente, la fó rm u la de F ran cis, usada en
E E . UU. e In g la te rra , que si se prescinde de la velocidad inicial, es: Q =• 1,84 h*
lo qué d a m = 0,416
Bazin, de sus experiencias, dió p a ra m la fó rm u la:

50) » = (0 ,4 0 5 + W j¡ 3 _ ) ( i + 0,55 ^ )

Como las experiencias fu ero n hechas en un vertedero de 2 mts. de lon­


g itu d , con cargas com prendidas e n tre 0,08 y 0,55 m. y a ltu ra s de vertederos de
O¿24, 0,35, 0,50, 0,75 y 1,13 mts. esos son en rig o r los lím ites de aplicación
de la fórm ula. L a cresta, como indica la fig u ra 109, estaba form ada p or un
p alastro de 0,007 m ts. A cercándose a las condiciones del experim entador se
V e r te d e r o v e r tic a l de n a p a lib re en p a r e d d e lg a d a . F ó rm u la s e x p e rim e n ta le s 219

puede conseguir ’en aforos indirectos una precisión que no excederá de 1,5%.
Los valores de m de esta expresión aparecen tabulados en la tabla N.° 12 (1 ).
y-a Rehbock ha experim entado vertederos de p ared del-
0.10—*
0.10 --tf.fO-H gada desde 1911 h asta a h o ra ; h a dado 4 fórm ulas (.1911,
.L —iö ö f r - » ' 1912, 1913 y 1929). Sus experiencias, m uy prolijas, hechas
0.07
n
en K arlsru h e, se caracterizan p o r las precauciones tom adas
p a ra reg u larizar la corriente aguas a rrib a del vertedero,
dism inuyendo así el coeficiente de la a ltu ra de velocidad
afluente.
L a fórm ula de 1929 (2 ), es la siguiente-
F ig. 109
2 / h 0,00009 \ r 0,0011 \ i •
21) m = —— ( 0,6035 -f- 0,0813 -|-- —— ------------------- J

E sta expresión, que es el resultado de las experiencias de Rehbock he­


chas entre 1911 y 1929, coincide m uy bien con las de Sehoder y T u rn e r que
se citan después, con las de L in d q u ist (1926), (a = 0,5 m .; y h e n tre 0,12 y
0,45), Schaffernack (1915), (a = 0,56 m .; y h en tre 0,03 y 0,31), las de E idg e­
nössisches Á m t f ü r W asserw irtschaft (B erna 1926), (o = 0,8 m .; y h entre
0,10 y 0,8 m .), y las de Jones (U niversidad de Com ell, 1927), ( a = 0,76 m._; y
h en tre 0,012 y 0,41 m .), en to ta l 5750 experiencias, además de las de Rehbock.
D a en casos análogos a los de la experim entación e rr o re s ’que no llegan a 1%.
E s de g ran utilidad en aforos p or vertedero en Laboratorio. E n la Tabla N.° 13
puede verse los valores del coeficiente m p a ra efectuar cálculos.
Tam bién ha experim entado K ing, en la U niversidad de M ichigán (1918),
que da p a ra m la expresión:

L a Sociedad Suiza de Ingenieros y A rquitectos (S. I. A .) (1,924), da


<a fó rm u la : . . .

23)

esta expresión, que corresponde a m uchas experiencias en condiciones de re-


gularización de la corriente, es válida p a ra cargas com prendidas entre 0,025

(1 ) D ice B a zin que la fórm u la sim p lific a d a :

h2
(h + a)

d a una a p roxim ación s u fic ie n te p ara c a r g a s com p ren d id as en tre 0,1 j Ofi m. E s ta fó rm u la es
m u y p a recid a a la teó rica 1 9 ) e in d ica que con un error m áxim o de 2 % la velo cid a d in i­

c ia l n o in flu y e e n el g a s to s i — ------- < 0 ¿ .

(2) W a sse rm essu n g m it s c h a r fk a n tig e n ü b e r fa llw e h r e n (1 9 2 9 ).


eso C urso de H id rá u lic a G eneral

y 0 ,80 m ts . y a l t u r a s d e b a r r e r a s u p e r io r e s a 0 ,3 m ., s ie m p r e - q u e d ic h a a l t u r a
se a m a y o r q u e l a c a r g a . P u e d e u s a r s e .m e d ia n te lo s s ig u ie n te s c u a d r o s :

h n Ainf i i ^ ^ a.
1 1 05 h‘
m e tro s V •1 . 1 0 0 0 h + 1 , 6 > h + ’ (h + a )a

0,025 0,425 1 1,125


0,050 0,417 1,05 1 ,1 2 0
0 ,10 0,414 1 ,1 0 1,113
0,15 0,413 1 ,2 0 l,104r
0,20 0,412 1,30 1,095
0,30 0,4 1 1 5 1,50 1,08
0,40 0,411 2,00 1,056
0.50 0,4105 3,00 1.031
0,70 0,410 5,00 1,014
0,80 0,410 10 ,0 0 1,004
20,00 1 ,0 0 1
ce 1,0 0 0
-. . -

E s t a e c u a c ió n d a r e s u lta d o s m u y p a re c id o s a la d e R e h b o c k .
P o s te r io r m e n te , S o h o d e r y T u r n e r (1 9 2 7 ) , e n la U n iv e r s id a d d e C o r-
n e ll, com o re s u lta d o d e 2 4 3 8 m e d id a s (1 ) co n c a rg a s v a ria b le s d e 0 ,0 0 3 m ., a
0,84 m .. a l t u r a s d e b a r r e r a c o m p r e n d id a s e n t r e 0 ,1 5 y 2 ,3 va. y lo n g itu d e s d e
v e r te d e r o s d e 0 ,3 a 1,3 m ., d a n la f ó r m u l a :

24) l h US
Q — 0 ,4 1 6 l h ^ 2 g h ( l + - ¿ VJ*h )'»
2 g
e x p re s ió n n o h o m o g é n e a , c r i ti c a d a p o r L in d q u i s t, y e n q u e ?7 h e s la v e lo c id a d
m e d ia de' la p a r t e d e la c o r r ie n te a f l u e n te e n la se c c ió n d e l a . c a r g a h s u p e r io r
a l n iv e l d e l u m b r a l y £7« la d e la c o r r ie n te a f l u e n te e n la p a r t e in f e r io r a l u m ­
b r a l. P a r e c e p o c o ló g ic o lle g a r a u n a e x p re s ió n d e e ste ti p o co n t a n t a s ex ­
p e r ie n c ia s ; c o n s id e ra n d o q u e p a r a u s a r e s t a f ó r m u la h a y q u e e f e c tu a r la m e ­
d id a p r e v ia d e l a r e p a r ti c ió n d e v e lo c id a d e s d e a g u a s a r r i b a ; e v id e n te m e n te
s e r ia m á s r á p id o m e d ir la s d e la v e n a c o n tr a íd a , y a q u e p ro p o n e n e sto s au -
to re á m e d ir v e lo c id a d e s, y n o u s a r f ó r m u la a lg u n a . T a m b ié n es d e n o ta r q u e
la s v e lo c id a d e s a f l u e n te s v a r í a n e n fo r m a s m u y d iv e r s a s s e g ú n la s c ir c u n s ­
ta n c ia s . t a n t o en e l s e n tid o v e r tic a l com o e n e l tr a n s v e r s a l ( 2 ) .

( 1 ) D e e s t a s e x p e r ie n c ia s , 1 2 7 6 fu e r o n h e c h a s p o r S ch o d er y T u rn er y e l r e s to
por lo s señ o re s D a w so n , M a r tin , J o n e s , M e y e r y S e e , y W eb er.

( 2 ) P o s te r io r m e n te el in g e n ie r o C. G. C lin e ( P r o c e e d in g s A m . S oc. C . E . E n ero do


1 9 3 4 ) , a p r o v e ch a n d o la s e x p e r ie n c ia s de la U n iv e r sid a d d e C orn ell q u e B irvieron a S ch o d er
v T u r n e r, d a p a r a e l g a s to d e un v e rted er o en p a r e d d e lg a d a s in c o a tr a c c ió n la te r a l c o n
c a r g a h , lo n g itu d l, y a ltu r a de b a r r er a a , la e x p r e s ió n :

Q - 0 ,3 0 4 4 X 1 ,0 6 5 4 » x (.S.SO S.h)* x 1 0 <= » m ’/ s .


V e rte d e ro s v e rtic a le s de n apa lib re en p a r e d d e lg a d a . F ó rm u la s e x p e rim e n ta le s 221

Las experiencias de B azin fueron hechas al aire libre, en n n canal de


concreto; Rehbock y los demás que experim entaron en laboratorio (K ing, Scho-
d er y T u rn e r), tom aron precauciones-especiales p a ra tran q u ilizar la corriente
afluente y obtener superficies libres, invariables y tersas, por medio de rejillas.
E l efecto de estas circunstancias es, evidentem ente, el de dism inuir las desigual­
d ad es en las velocidades, o sea, han acercado a la u n id ad el coeficiente a. E n
las experiencias de Bazin, como es lógico, con velocidades diferentes entre sí en
la corriente afluente, influ y e la an ch u ra del canal y su fórm ula no es rigurosa­
m ente aplicable en canales de an ch u ra d iferente al experim entado. A eso se debe,

en e lla loa exp on en tes v a len :


0 ,890
i — 1 ¿ £ 1 h**9" k = -----------------------j
1 + 3 6 ,5 2 a*

E sta com plicada ecuación , netam en te em p írica, seg ú n la exp resión de su au tor, da
buenos resu ltad os, q ue son m uy sem eja n tes a lo s que da la fórm u la de R ehbock j la de la
S ociedad S uiza.
A ' con tin u ación va un cuadro de c o e fic ie n te s m , calcu lad os haciendo con la ecuación
la razón Q
---------- ■- = m
Ih y / f f f h x

V alores .d el c o e fic ie n te de g a s to m
-

» A ltu r a de b a rre ra en m e tro s


C arga
en
m etros
0,15 0,30 0,45 0,60 0,80 1,0 1.5 O • 30

0,05 0,437 0,429 0.428 0,426 0,425 0,424 0,424 - 0,423 0,422
0,075 0,438 0,426 0,422 0,421 0,421 0,420 <W 9 0,419 0,416
0,10 0,444 0,427 0,422 0,419 0,418 0,417 0,416 0/416. 0,414
0,15 0,456 0,432 0,423 0,421 0,420 0,417 0,415 0,414 0,413
0,20 0,469 0,437 0,428 0,422 0,421 0;418 0,416 0,415 0,414
0,25 0,488 0,447 0,433 0,426 0,423 0,421 0 ,4 )8 0,417 0,416
0,30 0,505 0,455 0,439 0,429 0,425 0,424 0,421 0,419 0,417
0,35 0,523 0,463 0)443 0,434 0,429 0,427 _ 0,424 0,422' - < 4 1 9
0,40 0,542 0>471 0,449 0,439 0,432 0,430 0,426 0,4£4 0,421
0,45 0,562 0,479 0,455 0,444 0,436 0,434 0,429 0.426 0,423
0,50 ,,,,, 0,488 0,461 0,449 ‘ 0,440 0,437 0,432 0.429 0,424 .
0,60 0,509 0,473 0,459 0,448 0,443 0,437 0,434 0,428
0,70 . 0,o30 0,4 S6 0,467 *0,456 0.450 0.441 0.439 0,433
0,30 0,499 0,478 0,463 0.456 . 0,448 0,446 0,437
r

E n el P roceed in gs o f A . S . C. E . de S ep tiem b re d e 1934, vien e la fó rm u la de B . Me,


M illa n , b a sa d a com o la d e C lin e en Jas e x p e r ie n c ia s d e S h ó d e r y T u rn er. S e v e q ue no se
da por resu elta aún la cú estión de los verted eros v er tica le s de n ap a libre.
222 C u rso d e H id r á u lic a G en era l

en p a rte , sus. d ife ren cia s con los d em ás e x p erim en tad o res. E s de n o ta r que
R ehbock estu d ió su fó rm u la ten ien d o en v ista la sim ilitu d m ecánica. (1 ).
C argas m ayores h a n sido ex p erim e n ta d as p o r R a fte r (1 899), H o rto n
y W illiam s (1903) tam b ién en la U n iv ersid ad d e C ornell. E l p rim ero llegó a
cargas de 1,43 m ts. en v e rted ero de 2 m ts, de lo n g itu d y de 1,59 d e a ltu ra , encon­
tra n d o p a ra las cargas que se in d ic an (en m e tro s), los sig u ien tes coeficientes:
h = 0,68 0,80 1,00 1¿0 1,43
— = = 0,43 . 0,51 0,63 0,76 1¿2
CL
m = 0 ,4 1 6 0,419 0,422 0,430 0,438
Los otros ex p erim en taro n en u n v erted ero de 4,85 m.. de lo n g itu d y 3,43
m. de a ltu ra y alcanzaro p carg as h a sta de 0,7 m etros. No detallarem o s aq u í los
resu ltad o s dé estas experiencias, que p u e d e n co n su ltarse e n H u g h es y S affo rd
y en las ta b la s de W illiam s y H azen. Sólo observarem os que la fó rm u la de
B azin e x tra lim ita d a a estas experien cias, d a d iferen cias m uy p equeñas con
las de W illiam s y h a sta dé 6% p o r exceso con las de R a fte r. De modo que
la fó rm u la de B azin puede e x ten d e rse a estos casos cuan d o no se q u iera m ayor
precisión.
L a fó rm u la (1 9 ), d a m ucho m ayores d iferen cias, p o r exceso, en estas
g ran d es cargas. L a razón de ser d e este exceso está, e n p a rte , en h a b e r des­
preciado los fro tam ien to s en el p lan teo analítico .
E n resum en, no es posible p re te n d e r obtener, ap lic an d o u n a fó rm u la o
u n coeficiente ex p erim en ta l e n u n v e rted ero de p a re d d e lg a d a con n a p a libre,
u n a precisión que evite u n e rr o r de 2 % en el gasto, como térm ino- medio! P ro ­
viene de la fo rm a d e ex p erim en tació n y d e los erro res in ev itab les de m edida. E n
la p rá ctica, p a ra cálculos del ingeniero, b a sta u sa r la fó rm u la de B azin en ca­
nales a l a ite lib re y c u a lq u ie ra de las o tra s ex p erim en tales si se h an tom ado
precauciones p a ra e v ita r la tu rb u le n c ia de la c o rrien te aflu en te.

E je m p lo 1.— i Q ué gasto p a sa sobre u n a b a rr e ra de 1 mt. de a ltu ra ,


cuyo u m b ral es u n p a la stro d e 1 cm. colocado en u n canal .de 2,50 m ts. de a n ­
chura, si la c a rg a m ed id a .2 m ts. ag u as a rrib a es de 0,42 m. y la n a p a es lib re í

( 1 ) H a c ié n d o se c a r g o H é g ly , a y u d a n te d e B a z in en e s ta s e x p e r ie n c ia s , p r e c isa m e n te
de la s d e s ig u a ld a d e s d e lo s r e su lta d o s dfe la s fó r m u la s (A n n a le s d es P o n t s e t C h a u ssées.—
O ct. 1 9 3 7 ) e x p lic a e s a s d ife r e n c ia s p o r la s m ism a s r a z o n e s q ue a q u í d a m o s y d ic e q ue la
fó r m u la d e B a z in e q u iv a le a la s d em á s q u e su p o n en c o r r ie n te a f lu e n t e m u y tr a n q u ila a g r e ­
g a n d o a l d en o m in a d o r de la fr a c c ió n d el l.e r p a r é n te s is la c a n tid a d 0 ,1 0 , q u ed a n d o e n to n ­
ces, e s a fr a c c ió n en la fo r m a
0 ,0 0 3
h - f 0,10

I g u a l cor recc ió n b a sta r ía h a cer en su p r o p ia fó r m u la 2 8 ) d e la p á g . 2 2 6 cu a n d o


h a y a g u a tr a n q u ila en la c o r r ie n te a f lu e n t e , p u e s la ú ltim a fr a c c ió n d el l .e r p a r é n te s is se

esc r ib e 0>0027— ^ ^ un reco n o ce u n a co r recc ió n a n á lo g a en v e r te d e r o s tr ia n g u la r e s , p u e s el


h + 040

2 .0 té r m in o s e r ía ------0fi02^------(V é a s e N e t a N .o 1 -de la p á g in a 2 3 1 ) . .
h + 0 ,0 6
V e r te d e r o v e r t ic a l de napa lib r e , en pared d e lg a d a . E je m p lo s 223

L a fó rm u la (19) nos d a ría u n coeficiente d e g asto :'

m = 0,434 + 0 ¿ { ~ ^ ) = 0,452

q u e m u ltip licad o p o r el v alo r de h \ / 2 g h seg ú n la T a b la N .’ 11, nos d a u n


gasto q = 0 ,5 i7 m 3/ s p o r m etro dé lo n g itu d ' d el v erted ero . P o r lo ta n to ,
Q = 0,547 X 2,50 = 1,367 m 3/ s en todo el canal.
L a T abla N .’ I X (fó rm u la de B a z in ) nos d a in m e S ia ta m e n te : m = 0,434-,
o sea, u n gasto u n ita rio d e q = 0,434 X 1,21 = 0,525 .m3/ s y u n gasto to tal
Q = 0,525 x 2,50 = 1,313 m */s.
L a T abla N.« 1& (fó rm u la de R ehbock) nos d a m = 0,427; u n g a sto
u n ita rio q — 0,516 y u n gasto to ta l Q = 1,292 m 3/s .
L a fó rm u la suiza (2 3 ), p a ra = • 2,38 y h = 0 , 4 2 nos d a
el coeficiente de gasto m = 0,411 X 1 ,0 4 4 -= 0 ,4 3 0 , es d ecir, m enos de 0,7% de
d iferen cia con Rehbock y casi 1% con B azin, y su resu ltad o cayó e n tre am bas.
Como se ve, la d ife re n c ia de' R ehbock con B azin es p e q u e ñ a : sólo de-
1,6% . E n cambio, e n tre B azin y la fó rm u la teó rica la d ife re n c ia sube a 4%-.. _
E je m p lo 2.— jQ u é carg a to m a ría en el m ism o x e rted ero u n gasto de-
2 ms/ s escu rriendo con n a p a lib re?
Se procede p o r tan teo s, n o tan d o que el gasto es aproxim adam ente-
r j •___
<7 =s 0,45 h \ / 2 g ; o sea q u e:

h= ( ------- 0,63 q*
V 0,45 v / 2g /
* . 2
E n el caso del ejem plo, el gasto p o r m etro de a n c h u ra es q = - 5 -^- = 0 ,8 .

Com enzarem os a ta n te a r co n : h = 0,63 X 0,8' = 0 , 5 4 m.


3
' - -

De las tab las obtenem os con e sta c a rg a : h \ / 2 g ¡i = 1,76 m 2/s .

B azin d a m = 0,439, R ehbock m = 0,434 y la fó rm u la su iza m = 0,440,-


eomo se ve, la d iferen cia m áxim a no alcanza a 1,5% . Se o b te n d ría , según B azin .
Q = 0,439 X 2,5 X i , 7 6 = 1,93
en vez de 2 ma/s . P a r a h ac er u n nuevo ta n te o ' se n o ta que si se prescin d e de-
la v ariación del coeficiente m e n tre dos carg as que d ifie re n poco, los gastos (el
que es d ato Q y 'e l Q 1 que re su ltó d el ta n te o ), son p ro p o rcio n ales a las p o ten ­
cias -§ de las c a rg a s:

-§r = (-£•)* »-(-£-)***■


E n n u estro c a s o :

->«>,54 = 0,555
££4 C u rs o d e H i d r á u li c a G en eral

E fectivam en te, para h = • 0,555 m . se tien e k \ / S g h = 1,8 1; y m , según


B azin , no varió y por lo ta n t o :
Q = ¡0 ,4 3 9 X 2 ,5 X 1,81 — 1,99 m s
V erted ero s in clin a d o s.— L a in c lin a c ió n h a c ia a g u a s a r r ib a a u m e n ta la
■contracción in f e r io r y la in c lin a c ió n h a c ia a g u a s a b a jo la d is m in u y e : o en o tro s
té rm in o s, para n n « m is m a . c a rg a el g a sto d is m in u y e con la in c lin a c ió n h a c ia
a g u a s a r r ib a y aum enta co n la h a c ia a g u a s a b a jo . S in a n o ta r a q n í los r e s u lta ­
d o s te ó ric o s de B o u ssin esq , q u e 'c a lz a n b ie n c o n los e x p e rim e n ta le s d e B azin ,
h e a q u í los coeficien tes e x p e rim e n ta le s d e este a u to r , p o r los que h a y que
m u ltip lic a r los g asto s d e u n v e rte d e ro v e rtic a l d e la m ism a c a rg a , a ltu r a y
lo n g itu d :
I n d .'
B ase á n g u lo C o eficien te
a lt u r a

"/. SO» o;s?


Vi 45° 0,93 .
Va 33“ T 0,94
Vi 18» 4 ' 0,96
0 0 1

. — V» — 18» 4 ' 1,05


— 2A — 33° V 1,09
— Vi — 45» 1 ,1 2
— Vx — 63» V 1,14
— Vi — 76° 1 ,1 0

C u a n d o el ta lu d e s d e m a sia d o su a v e h a c ia a g u a s a b ajo , e q u iv a le a u n a
c o n tr a p e n d ie n te . L a g r a n lo n g itu d q u e re q u ie re la b a rre ra - h ace q u e los f r o ta ­
m ien to s, a b so rb ien d o c a rg a , d is m in u y a n el efecto d e la in c lin a c ió n . E s to se
o b se rv a e n án g u lo s m a y o re s d e 60°:
E je m p lo . — j C u á l h a b ría sid o e l g asto en
el e je m p lo 1, si el v e rte d e ro , e n vez d e se r v e rtic a l,
h u b ie r a te n id o u n a in c lin a c ió n d e — —h a c ia a g u as
a b a jo ? (F ig . 1 1 0 ).
S e g ú n la fó r m u la d e B a z in h a b ría sid o d e :
F ig . 110 Q = 1,313 X 1,12 = 1,47 m */s.

E je m p lo 4 . — ¿ C u á l h a b r ía sid o la c a rg a e n el se g u n d o e je m p lo si la
b a r r e r a en vez d e se r v e rtic a l, h u b ie r a te n id o u n a in c lin a c ió n d e S de base p o r 1
d e a ltu r a h a c ia a g u a s a b a jo ? •
V e rte d ero s en p a r e d d elg a d a . C on tracción la te r a l.

E l coeficiente que relaciona el gasto del vertedero en cuestión con el


vertical, es 1,14 según el cuadro a n terio r; pero siendo I03 gastos proporcionales
a la potencia — de las cargas, se tienen las ecuaciones siguientes p ara obtener
i*
la razón entre ellas:

Q = m \ / 2 g h 1,14 m \ / 2g h x ^

h, = ------—-----= ° é í - — 0,51 mts.


(1,14) 3 lf i7
48. Contracción lateral. —E l estudio analítico del fenóm eno de la con­
tracción lateral presenta dificultades hasta ahora no salvadas. Los primeros
experimentadores, asimilando su efecto u una reducción de la longitud útil
del vertedero, daban la siguiente fórm ula p ara la contracción en ambos lados:

25) Q = m (l— 2 n h )h \/2 g h


en que Q es el gasto total y n es un coeficiente que relaciona la anchura p er­
dida en la contracción de cada lado y la carga; l es la longitud total del sa­
cado. Cuando la contracción es completa, n vale según P rancis 0,1 y descien­
de cuando no lo es hasta 0,06 según las experiencias -de Pteley y Stearns.
La ecuación de a rrib a se.puede poner:

25a) Q = z m íl— 2 n l h \/2 g h

lo que indica que la contracción lateral disminuye el coeficiente de gasto.


E l coeficiente n = 0,10 parece indicar que la contracción lateral com­
pleta es prácticam ente igual a la-inferior d ed a napa, avaluada como se sabe en
* = 0,11. Se verificaría la contracción completa cuando el canal de aduc-
h
ción.deja un espacio m ayor de 3 h a cada lado del vertedero. Como la con­
tracción lateral pertu rb a la distribución de presiones y velocidades en el in­
terior de la vena en un espacio apreciable de su vecindad, es tam bién necesario
que la longitud del vertedero sea m ayor que 3h p ara que Tas perturbaciones no
se encuentren en el interior de la vena. Según esto, la contracción lateral es
perfecta si el canal de aducción tiene una anchura m ayor de 91i.
Al introducir la corrección por velocidad in icial en el coeficiente m de
una napa contraída lateralm ente hay que tener en cuenta la m ayor anchura
del canal de aducción. E n adelante, al tr a ta r de la contracción lateral, llam a­
remos L a la anchura del canal de aducción y 2 a 'la longitud del vertedero. Si
la velocidad influye, se tiene la ecuación:

26a) Q = m„ ( í — 2 n A) (A 4- a lh \/2 g
o sea:

26b) Q = m„ ( 1 — 2 n - y - ) ( 1 + * —0°(h ) lh \ / 2 g h
15 — Hidráulica
Í8 6 Óurso de H idráulica General

siendo m 0 el coeficiente de gasto del m ism o v e rte d e ro sin c o n tracció n la te ra l y


sin velocidad in icial sensible. S eg ú n esto, el co eficien te de g asto m s e r á :
!i. v . . . r .i

26c) m= m (( i _ S n - i ) ( 3 + a ^ r )' ..............

E n este caso, la velocidad in icial nos d a las relacio n es:

^ __ Q _ m i h \ / 2gh . u 0- __l" h2
(h + a ) L (h -f- o ) L ’ 2 g h L 2 (h a)2
to m an d o a q u í m ==■ 0,45, v a lo r m edio d e su fic ie n te ap ro x im a ció n p a ra a p re c ia r
« , y co n sid eran d o sólo los d e s p rim e ro s té rm in o s del d esarro llo d e la p o ten cia
— se llega a :

* “ * • ( * - * » - r ) [ 1 + T * 0 ’S0~ l T ( T í a y ] '
no in tro d u c ire m o s a q u í el v a lo r teó rico m = 0,434 que d a v alo res algo e x a g e ra ­
dos del gasto. P o n d rem o s, en cam bio, los valo res e x p e rim en tale s de B azin :
m 0 = 0 ,4 0 5 -+- y a m 2 = .0 .5 5 . O b ten d rem o s así la e x p re sió n :

27) m = ( 0 , 4 0 5 + — °?.3. ) ( 1 — S n 2 -f- 0,55 — ll*— - 1


* h /\ Z/ L ¿ 2 (A+ a)2 J
que en el caso especial de c o n tra cc ió n co m p leta, o sea, n = 0,20 es:

n~ > , - h . 0,0006 \ 0,003 1 f l2 h2


M = [0 ^ 0 5 -(0 ,0 8 1 — + T T - ) + - i — ] [í + 0 , 0 5 5 ^ T ^ y T

que d a re su lta d o s m u y d e a c u e r d £ c o n las u ltim a s ex p erie n c ias d e P re se y


H ég ly . •
1A H a n ex p erim en ta d o sobre v e rte d e ro s en p a re d d e lg a d a con co n tracció n la ­
te ra l, F ra n c is , P te le y y S te a rn s, P re s e y H ég ly . E ste ú ltim o p u b licó sus ex p e­
rien cias en los “ A n u a le s d e P o n ts et C h au ssé es” e n 1921 con la fó rm u la si­
g u ien te, que él lla m a “ fó r m u la co m p leta de B a z in ’’ :

p: h2
28)
L 2 (k + a ) 2
V á lid a h a s ta ca rg a s de 0.6 m ts. y p a ra to d a clase d e contraccio n es, com ­
pleta^. e incom pletas, su p rim id a s d e u n lado, etc., p a ra u n o o v ario s sacacfos
que sum ados te n g a n la lo n g itu d l. C alza b ien e sta m o d e rn a fó rm u la con las p ro ­
p ia s ex p erien cias del a u to r y co n las a n te rio re s desde L esb ro s h a s ta P re se . E n
la' Tabla N." 14) va ta b u la d a la fó rm u la 2 8 ). Si L = l, no h ay co n tracció n la te ­
ra l y se cae en la fó rm u la 2 0) de B azin.
. E je m p lo 1.— j Q ué gasto e sc u rre sobre u n v e rted e ro , cu y a b a rr e ra tien e
0,80 m ts. de a ltu r a y 3 m ts. de lo n g itu d , u b icad o e n u n can al q u e tie n e -5 m ts.
de a n c h u ra , d e fo rm a re c ta n g u la r, si la ca rg a es h = 0 , 6 0 m ts. y el n ivel de
a g u as ab ajo no in flu y e e n el e sc u rrim ie n to ?
V e rte d e ro s en p a re d d e lg a d a . C o n tr a c c ió n la t e r a l. E je m p lo s 227

Aplicaremos la fórmula de Hégly por medio de la Tabla l i . Calcularemos


. , . i L—l 5— 3 h 0,6
previamente el valor d e ---- =— = ---- — = 0,4; ——---- = — ■- ’ - ■= 0,427
L 5 h -f- a 0,6 + 0,8

La tabla superior para los datos h y —— nos da el valor 0,398 y la



inferior para —-— y h de nuestro caso indica el factor 1,0Í7.
Ju
Luego m = 0,398 X 1,037 — 0,413. Siendo h V 2gh = 2,06 y 1 = 3 mts.,
el gasto que escurre será:
Q = 0,413 X 3 X 2,06 =2,56 m 8 :seg.
Calculando con la fórmula 27a), se obtiene: m = 0,393 X 1,037 = 0,408,
o sea. una diferencia de 1^2% con la de Hégly.
E jemplo 2 .—jQué carga habría tenido en el mismo vertedero el gasto
de 1 m 8 :seg. 1
Haciendo un primer tanteo con el Bernoulli crítico como carga, sin dis­
minuirlo.en vista de la contracción lateral, se tendrá
s ___
h, — \ I J i - = O¿25 mts. D< = 0J37 = k

A esta carga corresponde, calculando como arriba con la fórmula de


Hégly un coeficiente m =± 0,40 X 1,018 = 0,407, coeficiente que daría un
gasto de Q = 1,06 m 8:seg. (1 ). Si se prescinde de la pequeña variación de m
para evitarse nuevo tanteo, bastará calcular la carga por la expresión siguien­
te, deducida de la fórmula general:

h = ( - ^ - ) * x hx = 0,337 = 0,324 mts.

La contracción puede ser imperfecta por existir muros guiadores ubica­


dos aguas arriba del vertedero (.Fig. 111), a falta de experiencias directas se
puede aceptar que la contracción lateral tiene
el mismo valor que la inferior del vertedero in­
clinado de ángulo igual al que forman los mu­
ros con la dirección de la corriente (ángulo a
en la Fig. 111). Aceptar esto es coincidir con
la idea anteriormente expuesta, de la igualdad
de la contracción lateral completa con la infe­
rior del vertedero vertical. Según esto, se po­
dría emplear la fórmula 27), con los siguientes
'valores de n, experimentales de Bazin:

(1 ) Como se verá después, en vertederos de cresta gruesa en que ,hay escurri-


m iento crítico y no h ay pérdida de cai^a. <1co eficien te de g a sto v a le m *= 0 J 8 6 t lo que
hace ver inmediatamente que en nuestro tanteo el gasto resulta mayor ■que el de par­

tid a en —0,407 = 1,06 veces.


0J85
228 Curso de H idráu lica G eneral

tg <z = 00 3,73 2 1 0,5 0,4 0¿7


a= 90° . 75° 63*30' 45° 26°4ff 21°50' 15°
n= 0,1 0,09 0,07 0,04 0,013 0,0085 0,0030

Este cuadro indica que si a es inferior a ÍS ”, no vale la pena tomar en


cuenta la contracción lateral; conclusión experimental análoga a la que se ob­
serva en la contracción de salida de los conos convergentes menores de 15°.
E n la Tabla N.° 15 aparece que los valores que toma el paréntesis
^ 1 — 2n —j —^ de la fórm ula 27) con los » dados arriba,

E jemplo 3.—j Cuál es la carga que toma un vertedero de 2 m. de longi­


tud en la barrera de 0,5 m. de altura, situado en un canal de 3,5 m. de anchu­
ra, con muros guiadores de 45°, si la napa es libre y escurren 2 ms :s?
E l gasto unitario es 1 m3 :s. y el Bernoulli crítico correspondiente es
= 0,70 m. Aceptando h — 0,9 Dc lo que da h = 0,63, p ara principar a
h 0 63
tantear, se encuentra en la Tabla N.° 15 pará 0,315 el coeficiente
l
1 — 2n = 0¿)75. P a ra = 0 ,5 7 y p ara = 0¿6
l L 3,5 / • • n -f* G 1,13
se encuentra en la Tabla N.° 14 que el último paréntesis de la fórmula 27)
vale 1,06. E l prim er paréntesis de la misma fórm ula aparece en la últim a co­
lum na de la Tabla N.° 12. P a ra k.— 0,63, m vale 0,41. E l coeficiente de gasto
es en consecuencia: m = 0,41 X 0,975 X 1,06 = 0,424. Como h \^2 g h según
la Tabla N.° 11 vale 2¿21, el gasto correspondiente a la carga supuesta será
Q = 0,424 X 2 X 2,21 = 1,87. Con este resultado se corrige la carga, calcu­
lando la nueva por medio de la ecuación ya conocida:

Este cálculo que supone que m no varía, es efectivamente exacto, pues,


recalculando el coeficiente para h = 0,66 m. se encuentra nuevamente m =
0,425, la carga y el coeficiente satisfacen el gasto; es por tanto esta carga
definitiva.

49. V ertederos triangulares y trapeciales.—E n la sección de peralte


máximo de un vertedero trian g u lar se puede aceptar sin error experimental
de consideración, que la presión que hay en el interior de la vena es la a t­
mosférica que la rodea, dado el pequeño espesor de ella. E n consecuencia, la
aplicación del teorema de Bernoulli desde la sección de aguas arriba donde
se mide la carga h, hasta la sección de peralte máximo del filete inferior nos
d a p ara la velocidad en ésta, a una altu ra z del plano de carga el valor:
u = \ / 2gz (F ig. 112). E sta velocidad es común al elemento de área situado
en la altu ra z. Ahí .el área elemental e s : ni bdz, siendo su coeficiente de
reducción. E l gasto del elemento de sección bdz e s:

dq = Hi b V 2gz dz
V e rte d e ro s tr ia n g u la r e s en p a re d d e lg a d a

Llamando Ig a a la ■semi suma de las inclinaciones de los lados del


sacado con la vertical, tendremos
6 = 5 (h — z) tg a

lo que nos da para el gasto elemental:

dq = 2 \LXtg a V s 8 (h — *) ** de

El gasto total, integral de estos elementos, será:

_ th ,
Q= 2 tg a \/2 g J |ii (A — z) z~ dz
o

La reducción de cada elemento de área depende probablemente de z.


Llamando t¿ un coeficiente de gasto, podemos poner:

— fh ' ' •
Q = 2 ¡i tg a \ / 2 g / (h — z) 2 7 dz
• o
29) Q= — ¡i tg a h- V 2gh
15

Experimentalmente se comprueba que p. es un coeficiente de contrac­


ción, razón entre el área de la sección de la vena en la vertical del peralte
máximo y el área del sacado ( 1 ) y que la velocidad media en la vertical
de la vena contraída vale:
30) V— ~ \/2 g íi

Generalmente se hace: m == ja y : K )= m tg x \ / 2<j


lo
Entonces:
31) ’ Q = m tg a h 2 \j 2 g h = /A K

(1 ) Con e s to resu ltad o ex p erim en ta l se p u ed e calcu lar el v a lo r d e ji en et verté-


deró trian gu lar en tran te ap licán d ole el teo rem a d e la s ca n tid a d es de m ovim ien to. (V e r ­
ted eros trian gu lares L. Cruz-Coke y C., M oya, 1 9 2 4 ).
tSO Curso de H idráulica General

Según las experiencias, ¡a varíá algo con el'áijgulo y la carga, pero, en


general, se puede dar la cifra media de ¡¿ = 0,62 para ángulos comprendidos
entre 150 y 120° y cargas entre 0,06 y 0,30 mts. Ese valor de la contracción,
como se ve, es poco diferente del que se mide en orificios de pared delgada.
Entre los mismos límites, y con errores que no suben de 5% en cada
ángulo, se pueden dar los siguientes coeficientes de gasto, deducidos de las
experiencias hechas en Chile por los señores L. Cruz-Colee y C. Moya (1).

a — 15” 30" 45° 60° 75° 90° 105° 120° 150°

m = 0,355 0,342 0,33 0,322 0,317 0,314 0J16 0,32 0¿355

K — 0,20 0,40 0,60 0,815 lfi8 1,39 1,84 2,47 ' 5,88

Fig. 113.

En la Tabla N.° 16 y el gráfico adjunto {Fig. 113) se dan los coefi­


cientes experimentales de gasto, según los resultados experimentales de los
ingenieros señores L. Cruz Colee y C. Moya, hechos en el laboratorio de la

(1 ) Tesis de los señorea Cruz-Cok e y M oya. E xperiencias hechas en el laboratorio


de la Universidad Católica de Chile, ch 1923 y 1924. Los ángulos 75o y 106o son inter­
polados; 'el 150° es extrapolado. Los valores apuntadps son redondeado» buscando la
sencillez aun a costa de la exactitud. Para aforos se tisa el de 90o cuyos coeficientes es­
tán controlados por numerosas fórm ulas. En eae caso siempre se acudirá a tara directa
«i se necesita gran precisión.
V e r te d e r o s tr ia n g u la r e s en p ared d e lg a d a 231

¡Universidad C atólica d e C hile. Las experiencias citadas calzan m uy bien con


las de B a rr (E n g in eerin g , 1910) y con las de H égly (1921) ( ] ) correspon­
dientes al ángulo de 90°. P a ra 90°, K ing, en la U niversidad de M ichigán, (1916)
•había dado la fórm ula, que en m edidas m étricas se ría : K z = 1,344 h , -i7 váli­
d a con cargas de 0,06 < h < 0,65 m.
U ltim am ente, E asby, en la U niversidad de P en sy lv an ia (2) h a expe­
rim entado los vertederos de 60° y 90°. Los coeficientes de este últim o d an con
las experiencias dé' Cruz-Coke y M oya, d iferen cias m enores de % , y llegan
h asta, cargas 0,40 m. E n el vertedero de 60° hay d iferen cias h asta de 1,5% .
A continuación van los coeficientes de E a sb y en el vertedero de 90°.

h = 0,1 0,15 0¿Q 0¿5 0¿0 0,35 0,40 m.

m = 0,314 0,313 0,312 0J105 0,309 0¿08 0,308


1
W oodburns (3 ), en la U niversidad de M ichigán, en u n vertedero
tr ia n g u la r de 90°, experim entando carg as com prendidas e n tre 0,158 y 0,52 m.
encontró los siguientes coeficientes d e g a s to :

h = 0,152 0¿ 0¿>5 0,30 0,35 0,40 a,45 0,50 0,52

m = 0,318 0,3155 0,3135 0,312 0,3116 0J11 0J102 0,310 0,3097

P osteriorm ente H ertzler, en el labo rato rio d e Coweeta (4) d a p a ra el ver­


ted ero tria n g u la r de 90° la fórm ula que en unidades m étricas se ría :

Q = 2,47 h ‘.*‘

euyos resultados válidos p a ra h > 6 em. calzan con los valores dados arrib a .
E n el vertedero tria n g u la r vertical tiene poca influencia la a ltu ra de
la b arrera, como tam bién la a n c h u ra d é l'c a n a l de aducción, pues, la pequenez
relativ a del sacado de este tipo hace que siem pre sea poco sensible la in ­
fluencia de la velocidad inicial. A sí, en el vertedero de 90° no v aría el gasto
con la a ltu ra de la b arre ra , a u n q u e el fondo esté m uy cerca del vértice del
trián g u lo y la anchura empieza a in flu ir solam ente cuando el canal de aducción

(1 ) H é g ly ^ s p e r im e n tò a l a ir e lib r e con c a r g a s ix a sta d e 4 5 c m . y re su m ió sua

•exp erien eias on la fò r m u la : m = 0,31 — .,???— ■■• . ‘ (A n n a le a d es P o n ts et C h a u ssées.


h
N o v .- D ic . d e 1 9 2 1 ) .

(2 ) T r a n s a c tio n o f A m . S o c ie t y , T o m o 9 3 . 1929, P â g . 1134. ^

(3 ) T r a n s a c tio n s o f A m e r ic a n S o c ie t y .— T o m o 9 6 , 1 9 32 , p â g . 3 9 2 .

( 4 ) C iv il E n gin eerin g* de N o v . de 1 9 38.— CToweeta E x p . F o r e st.


C u rs o de H id r á u lic a G e n e ra l

tiene una anchura menor de 6h. E n el de 45° esta influencia se nota cuando la
anchura es menor de 4h. L a poca variación de los coeficientes de gasto en los ver­
tederos triangulares los acredita como método de aforo de pequeños gastos, como-
son los de regueras, acequias, etc. E s necesario notar que la medida de la carga
ha de ser cuidadosamente hecha, porque el gasto es proporcional a la poten­
cia de A.
A continuación aparecen los módulos por que hay que m ultiplicar los
coeficientes de gasto de la Tabla N. 16; cuando el canal de aducción tiene una
anchura menor que los límites indicados. E n esta tabla, L es la anchura del
canal de aducción al nivel del vértice^del sacado del vertedero, h es la c arg a;
m es el coeficiente de gasto y t»« eldel mismo vertedero colocado en canal
. muy ancho.
i,
— 5 4 3 2,75 2,50 2,25 2,00 1,75 1,50 1,25 1,00
h
m I 'Veri, de 90o 1,00 1,01 1,03 1,05 ' 1,07 1,11 1,15
~5¡¡71 V ert. de 450 I jOO 1,00 1,00 1,00 1,005 1,01- 1,012 1,02 1,048 1,081 1,1*

50. V ertederos trapeciales.—.De los vertederos trápeciales usados en


E E . UU. cojno método de aforo, se suele d a r una teoría errónea, suponiendo
presión nula en el interio r dé la vena Contraída y que el gasto es la sum a
de los que con la misma carga corresponden al rectángulo y al doble triángulo
que ,form an el sacado. S e'supone, además, que es idéntico el coeficiente n del
triángulo y rectángulo, y se llega ¿ concluir que la inclinación de los taludes
tg a — :i~ compensa' justam ente el efecto dé la contracción lateral de un
'4 V

vertedero rectangular de igual base (1). Expérim entalm ente, este hecho que­
d a desm entido con laa experiencias de Stew árt y Longuell y las anteriores

( 1 ) S i s e . ap lica la eeuAeión d$ P olen o que p ara un vertedero rectangu lar dice que
el g a sto vale A S tjtff'h; .y ' se supone' que el g a sto de un vertedero trap ecial es la
. som a- d e . ;los . q u e r e c t á n g u l o • ’d é ! b a e e ' l y del doble triá n g u lo de in clin ación
tg <x, c ó u ^ i m í f ^ ; c&rg» :

Q =• — | — (1, ^ 3 h2 y/~é¿h

S i adem ás se supone que el ja tien e un’ m ism o valor en vertedero rectangu lar y tria n ­

gu lar y se saca fa c to r a V £ gh, se o b tien e:

• « = _ £o- • rM* (í-l- - 4o - ^ « *>

s i esta expresión fu era verdadera se podría decir que i t g a h, sirve para com pensar la
contracción la te r a l, que segú n F ra n cis, tien d e a dism inuir la anchura ú til en £ nh. P o n ieñ d o
* z z Oyl la com pensación se h aría ju stam en te bí

^ Oy£ h = — tg a h
,

de donde se h a deducido tg a = — -—
4
R ég im en d e l can al en qu e e s tá s itu a d o u n v e rte d e ro 233

de F ly n n y D yer (1893). C ipoletti (1887), ideador de este tipo y que le ha


dado su nombre, d a como resultado' de sus experiencias los coeficientes
m = 0 ^ 1 9 y K = 1,86 p a ra las fórm ulas Q = m l h \/ 2 g h = K l A^en que
l es la longitud de la base, y la inclinación es t g a = - y - ,
4
F ly n n y D yer dan para valores de l com prendidos en tre 1 y 3 mts.
y cargas entre 0,06 y 0,45 mts. los valores medios m = s 0,409 y K = 1,81.
E tcheverry (1) dice que los coeficientes de C ipoletti dan buenos re­
sultados, siempre que h sea menor que . -
H an experim entado vertederos circulares, Hégly, y parabólicos, Greve,
que no creemos sean de utilid ad práctica.
51. Las singularidades de contorno abierto y el régimen del canal en
que están situadas. Caso especial del vertedero.—L a s sin g u larid ad es coloca­
das en canales se hayan ta n íntim am ente ligadas al régimen del canal en que
se encuentran, p ara estudiarlas es imposible prescindir de ese régimen. ' Se
puede decir, en general, pero más especialmente en las de contorno abierto,
que si el régimen del canal depende de aguas abajo, cualquiera variación en
éste influye; en la singularidad, modificando en ella las circunstancias dé es'
cürrim iento, aunque el gasto se m antenga constapt^. Si el régimen depende
de aguas arriba, caso mucho menos frecuente en la práctica, la singularidad
obedecerá únicam ente a variaciones que vengan de esa p arte. La singularidad
influye, además, en la determ inación del escurrim iento en sus cercanías.
E ste hecho puede generalizarse a todas las singularidades introduci­
das en las corrientes; pero, -en las de contorno cerrado la' alteración se re­
fiere casi únicam ente a la cota piezomètrica d en tro de las canalizaciones ce­
rradas, alteración que poco se nota esteriorm ente. L a sección y la velocidad
quedan determ inadas por la canalización. E n cambio, en las de contorno
abierto, la variación de cota piezomètrica es variación de sección, y, por lo
tanto, variación de velocidad. De aquí resu lta p a ra el cálculo, una dificu l­
tad. L a form a de la superficie libre y, en consecuencia, la m agnitud de las.
secciones y velocidades, dependen de las circunstancias de la singularidad y
de las pérdidas de carga si las hay, pero tam bién éstas son a su vez función
de aquellas m agnitudes.
Supongamos una b arrera de ver­
tedero vertical o una simple grada dé
b ajad a (F ig. 114). Las condiciones que
• siguen a la singularidad fijan la p ro ­
fu n d id ad que tom aría el agua d?l ca­
nal sí no existiera la b arre ra o g ra d a ;
Fig. 114 esa profundidad fin a l, puede ser o un
to rren te o un río. Si lo prim ero, .ella
puede alterarse por efecto de la singularidad misma, pues, es una corriente
que depende de aguas arrib a (p ig . 63) ; si lo segundo, es decir, si la profun-

( 1 ) Irrig a tio n P r a ctice and E n g . N ew Y ork 1915, tom o I I I p á g . 3 8 1 .


SS4 Curso de H id rá u lica G enerql

didad final corresponde $ un río, como esta clase de corrientes dependen sólo
de aguas abajo, dicha profundidad tiende a producirse desde el pie de la
b arrera o grada, a no «er que por lá energía o Bernoulli acumulada sobre
ésta el resalto sea rechazado por la n a p a '(1 ). .
Si el vertedero o grada no es influenciado por aguas abajo, sobre la
barrera hay un Bernoulli, contado sobre el fondo que le sigue, considerable,
cercano al valor 1,5 hc -f- a que llamaremos H + a (2 ), que corresponde al
mínimo de energía o Bernoulli compatible con las condiciones de la b arrera (3)
o grada.
Veremos más adelante que los vertederos de pared delgada no son in­
fluenciados únicamente en el caso de ser seguidos p o r u n régimn torrencial,
en cambio, los de pared gruesa, pueden no ser influenciados aunque la napa
se sum erja «n él torbellino de un resalto incompleto que la cubra, o aun
cuando esta napa se vaya a la superficie, en ciertos casos. Prescindamos de
esta últim a forma y consideremos, por ahora, únicamente el caso de la gra­
da o barrera de vertedero, no influenciada porque es seguida de un régimen
torrencial, va sea porque corresponda a las condiciones del lecho o porque

( 1 ) P ara comprender esto m ecanism o es necesario conocer la teoría del fesa lto que
e s tá en el cap ítu lo V I I ; su d efin ición ha sido dada en la p ágin a 121 y tam bién su ecuación
en .lecho rectangu lar que aquí tratam os. D ebem os suponerla en lo que sigu e.
( 2 ) S i el vertedero es de "pared gru esa o d elgad a, ol coeficien te de g a sto por
unidad de ruicho de la fórm u la q = m h g h varía entre 0,S y 0,05, como se' verá más
a d ela n te, de m odo que despejando la cnrgn ten d rem os:

fn»

fii prescindiendo de la velocidad in ic ia l, suponem os h ig u a l a l B ernou lli sobre el um bral, con

lo s d istin tos valores posibles de m , tendrem os la relación — J L - o B ern ou lli sobre el nivel

d el um bral:

m = 0,30 0,35 0,385 0,40 0,45 0,50 0,55

— 5— = 1,775 1,60 1,50 1,462 1,35 1,26 1,23

«1 B ernoulli sobre el umbral, contado desde el fon do p osterior a la barrara v a le siem pre
<* + /», y la carga excede siem pre en form a apreciable do la altu ra crítica.
. S i en vez de un vertedero form ado por una barrera, se trata do una sim ple grada
d e bajada, en el caso que contem plam os, de no ser in flu en ciada, sobre su umbral hay m í-

nuna en ergía que sin error apreciable vale _ _ hc- N o consideram os aquí el caso én que an tes

d e la grada hubiera un escurrim iento torrencial.

( 3 ) V éase lo dicho en la p ágin a 57 y en la pftg. 210. Precisam ente esa acum ulación
d e B ernoulli, si sigu e un régim en de río, puede exceder tan to del B ernoulli de éste,
qüe se genera un torrente que pierde ese exceso rápidam ente en frotam ientos y por últim o
en el resalto para tom ar la altu ra del río. •
R é g im e n d e l c a n a l e n q u o e s t á s itu a d o u n v e r te d e r o 235

el resaito es rechazado p o r Ja n a p a . Los to rb ellin o s in ferio re s de la n ap a,


el choque de ésta c o n tra el fo n d o y los cam bios de d irecció n le hacen p e rd e r
p a rte de ese B ern o u lli (1 ) , q u ed an d o al p ie de la n a p a , d onde los filetes
vuelven a ser paralelos ( F ig . 1 1 5 ), u n a a ltu ra h, de to rre n te , c o rre sp o n d ien ­
te al residuo de B ern o u lli, seg ú n la e c u a c ió n :

H + a — A = lit -4- — ^ —*

E s ev id en te que la p é rd id a de carg a d ep en d e del gasto y de la a l­


tu r a de la b a rre ra o g ra d a . N a tu ra lm e n te , tam b ié n es fu n ció n de la fo rm a de
La b a rre ra , ta n to a n te rio r como p o s te rio r: se rá d is tin ta en u n v e rted ero de p a ­
red d elg ad a de la que e x is tirá en u n o de p a re d g ru esa, o en u n o de fo rm as r e ­
dondeadas o con p a ram e n to de ag u as a rrib a inclin ad o , pues v a ria con estás
condiciones el B ern o u lli inicial d e e sta s in g u la rid a d . T am bién in flu y e la fo r­
m a del p aram en to p o ste rio r, p ero éste solam ente m o d ifica la p é rd id a de c a r­
ga en el caso e n que se salga de la zona su b -n ap a y lá m o d ifiq u e sensiblem ente
L as condiciones de la fo rm a de u m b ra l (p a re d d elg ad a , gruesa, red o n d ead a
o sim ple g ra d a ) , tie n e s i n e m b a r g o , m u y p o c a i n f l u e n c i a e n e l v a l o r d e l a

( 1 ) E x p e r im e n ta l m e u te se h a co m p ro b a d o , q ue ere fu n c ió n do la a ltu r a d e v e lo c i­
d ad d el to r r e n te , el f a c t o r d e r e s is te n c ia d e / ‘S ta p érd id u p u e d e e s c r ib ir s e :

= 0 ¿ 1 6 _ ® ---- ' .

P u ed o v er se el a r tíc u lo " G r a d a s de b a ja d a e n c a n a le s ’ ' ( F e o . J a v ie r D o m ín g u e z ) . A n a les


d el I n s t it u t o do I n g e n ie r o s do C h ile, J u n io d e 1 9 2 2 , p á g . 3 7 1 .
P u e d e p r e s c in d ir se d e lu in c lin a c ió n d e l . p a r a m e n to d e a g u a s a b a j o d e la b a rrera
o g r a d a , sie m p r e que é s t e no a lte r e • la u b ic a c ió n d el to r r e n te de a lt u r a h ( en fo r m a m u y
a p r e c ia b lc . E n esto m ism o p á r r a fo s e h a b la d e esa u b ic a c ió n .
B a k h m e t e f f , en H y d r a u lic s o f op en c h a n n e ls (Net*- Y o rk 1 9 3 2 , p á g . 2 S 6 y s ig u ie n ­
t e s ) d a u n c o e fic ie n t e d e v e lo c id a d q ue s e g ú n la s e x p e r ie n c ia s h ech a s eñ la U n iv e r s id a d
C a tó lic a d e C h ile r e su m id a s en la fó r m u la a n te r io r v a ld r ía :
7 I

^ \v / 1 4" At* 1I í x 0 , 2 1 6 ____


u
» he
c u y o s v a lo r es c a lc u la d o s s o n :

— — = 0 0 ,5 1 2 3 5 10
hc
q sss 1 0 ,9 4 5 0 ,9 0 6 0 ,8 3 6 0 ,7 7 7 0 ,6 9 3 0 ,5 6 2

c o e fic ie n t e m u y v a r ia b le co n __?__ en v e z d e l v a lo r p o c o v a r i a b l e q u e é l le a t r i b u y e .
e
(p á g s. 288 y sg ts. y f ig s .- 2 18, 2 19 y 2 2 0 ) .
M á s r e c ie n te m e n te h an e x p e r im e n ta d o lo s to r r e n te s a l p ie d e la s g r a d á s 5W . L .
M o o re ( P r o c e e d in g s A .S .C .E . d e N o v . d e 1 9 4 1 ) y el in ism o B a k h m e t e f f ( P r o c . A . 8 . C . E . de
A b r il d e 194.2). L o s v a lo r e s - datU>s p o r e s t e ú lt im o a u to r s o n id é n t ic o s á lo s -n u e str o s e n
g r a d a s de a ltu r a s r e la tiv a s m en o res d e 3 h c. E s d e n o ta r q u e a e s a s graH as co r resp o n d en
la s n a p a s d e f o n u a a b s o lu ta m e n t e esta ib le . P u e d e v o r s e n u e s t r o a r t íc u lo “ V e in t e a ñ o s
d e s p u é s ” , d e lo s A n a le s d e l I n s t i t u t o <le I n g e n ie r o s d e O h ile , d e J u lio - A g o s t ó d e 1 9 4 2 . ’
236 C urso d e H id rá u lic a G en eral

pérdida de carga, y puede prescindirse de esta circunstancia, aceptando, con

suficiente exactitud q u e .s u valor lo determ ina simplemente la razón ~ r — .


í* 0
E ste supuesto i e sem ejanza mecánica indica que en una b a rrera de form a
dada, siendo un fenómeno en que podemos prescindir de frotamientos, la
pérdida de carga ocasionada depende solam ente de la a ltu ra de la grada o
b a rrera y del gasto por u n id ad de ancho que sobre ella escu rre; caraeteri-'
zando éste por la pro fu n d id ad critica, dicha p érd id a podemos expresarla co­

mo función sólo de la variable , como se dijo. Este hecho queda además


confirm ado por la experiencia, de modo que podemos aceptarlo.
Si suponemos ahora que por las condiciones de aguas abajo, el rég i­
men del canal es de río de p ro fu n d id ad hr, es necesario averig u ar las condicio­
nes del resalto desde el to rran te de a ltu ra h t, a ese río, p a ra saber si éste se ve­
rifica desde el pie del vertedero, o si es rechazado por un exceso de energía
del torrente. E n este últim o caso, al pie de la n ap a ex istiría régim en to rre n ­
cial. Si las condiciones de resalto indican que el río K cubre el pie de la napa,
la p rofundidad h, determ inará la presión en el torbellino in ferio r; influirá
tam bién en la form a y presión d en tro de la napa, y p or lo tanto, tam bién en
la carga del vertedero, si no hay o tra circunstancia que lo im pida (1 ). Un es­
tudio racional de las a ltu ra s h t correspondientes al resalto rechazado o h, lím ite
del rechazo de dicho resalto, no ha sido posible por el desconocimiento de la
variación de presiones en la c ara de la grada. Las experiencias que tenemos no
perm iten elevarse de la variación de presión a una hipótesis plausible que haga
el fenómeno abordable p or análisis.
L a figura 115 nos m uestra ese caso lím ite del rechazo del resalto y se
.. ven en ella las a ltu ras h t, hr que esta-
— mos definiendo y la distancia d de
que se habla a continuación. L a figura
— 114 de la página 233 nos m uestra el
caso del resalto cubriendo parcialm en­
te el pie de la napa. Bazin determ inó
experim entalm ente las relaciones que ligan la pro fu n d id ad de hr del río
aguas abajo (2) con la carga k y a ltu ra de la b arrera, de un vertedero de

(1 ) T al com o p aralelism o de file t e s y le y h id rostú tica c o n sig u ien te, que ex istien d o
m ín im a e n er g ía o se a , rigien d o el p rin cip io de g a sto m áxim o (co m o sucedo en lo s v e r te ­
d ero s) lle v a a l cscu rrim ien to c r ític o . S u d estru cción solam en te se puede efec tu a r por
a u m en tos s u fic ie n te s del B er n o u lli que le s ig u e , pero n o se m o d ific a por sim p les v a r ia d o ,
n es de agu a9 a b a jo . P u ed en verse e sta s id e a s m ás a d ela n te, en el p á rra fo 56 y con su ltarse
en el a rtícu lo de M . D . C a slo r : " S tr e a m flo w in g en era l te r m s ” T r a n s. A m . S . C . E . ,
tom o 9 4 , 1930, p ág. 13 y en “ G radas de b a ja d a en c a n a le s ” , F . J . D o m ín g u ez, A n a les
de I n s t . de I n g . de C h ile. A ño 1922, N ú m s. J u n io , J u lio y S ep tiem b re.
( 2 ) V éa se el a rtícu lo cita d o en la n o ta an terior “ G radas do b a j a d a ” , N .o de J u lio
de 1922, de A n a les del I n s titu to de In g e n iero s de C hile, p á g . 3 9 8 . S e a cla ra n e sta s id ea s en
el p á rra fo 63 d el ca p itu lo V I I . L a s ecu a cio n es 3 3 ) son a n á lo g a s a la s que se sien ta n al
fin n l de ese p á rra fo p ara el rech azo d e l r e s a lto por una com p u erta.
L im ite d el r e s a lto a l p ie d e u n v e r te d e r o y g ra d a

pared delgada en el caso lim ite en que el resalto se produzca al pie de la


napa. Esas relaciones con nu estra denom inación s e ría n :

K < hr = 1 .U 7 h 4- 0,177 a
33)
hr > a h, = h 4- 0,3 a
en que la h es la carga del vertedero.
hr
E n la finura 116■ se han llevado en ordenadas la ra z ó n ------en tre la al-
a
tu ra final del río de aguas abajo y la a ltu ra de la g rad a o b a rre ra y en abscisas
la variable , altu ra de g rad a relativa a la a ltu ra crítica. Respecto a es-
hc

¥ . s «
F ig. U 6 .
tas variables se han trazado tres curvas ex p erim en tales: lím ite del' resalto al pie
o rechazo del resalto; lím ite de la napa ondulada de que se habla en el p á rra ­
fo siguiente y por últim o lím ite del escurrim iento crítico posible; con u n ejem ­
plo se entenderá su u s o : si tenemos u n a grada de b ajad a de tres p ro fu n d id a­
des críticas de altu ra, = 3, aunque la a ltu ra fin al sea de río, el resalto será
hc
alejado del pie de la napa, y ésta será seguida por u n to rre n te si la a ltu ra que
corresponde al río es m enor del 63% de la a ltu ra de la g rad a ^ = 0,63^;
C urso d e H id rá u lica G eneral

si son mayores que este límite las altu ras del río, el resalto cubrirá el pie de
la nap a y ella se ira. a la superficie, es decir, se hará ondulada, cuando hr
sea m ayor de 1,20 a, = 1 £ 0 ) ; el escurrim iento crítico que existe sobre
la grada con resalto rechazado, existirá aun con resalto al pie y aun con napa
ondulada m ientras la profundidad del río sea inferior a 1,47 veces la a ltu ra de
la grada (lím ite de la crisis p a ra -^ — = 3 es — — = 1 ,4 7 ) .
he o>
A continuación van, en función de la altu ra relativa de la barrera, los
valores experim entales de las altu ras relativas — límite inferior del río que
hc
puede haber al pie de la napa, y del torrente . - que tiende a producirse en
caso de resaltp rechazado. Estos valores son válidos cualesquiera que sean las
formas de la barrera y de la napa.

l
a hr h, a K h,
h0 he K hc K he

0 1 \ 1,20 1,68 0,54


0,1 1,21 0,82 1,50 1,73 0,52
0,2 1,30 0,74 1,76 1,76 0,50
• 0,3 1,40 0,70 2• 1,80 0,49
0,4 1,46 0.66 2,5 1,85 0,47
0,5 1,48 0,64 3 1,89 0.45
0,6 1,52 0.62 4 1,99 0,42
0,7 1,55 0.60 5 ' 2,02 0,41
0,8 1,58 0,59 7,5 2,08 0,39
1,0 1,64 0,56 10 2,10 0,38

Nótese que a las altu ras relativas de b arre ra menores que 1,76, corres-'
ponden profundidades límites mayores que ellas; es decir, que si la b arrera es
menor de 1,76 profundidades críticas puede haber profundidades de río más
altas qué el nivel de la cresta, y, sin embargo, ser rechazado -el resalto p or la
napa. E n este caso, si se atiende solamente al hecho de com parar la profundi­
dad final hr con el nivel del um bral, es im propio el nombre- de vertedero in­
completo que se le suele dar.
Cómo complemento de estas alturas, puede ser útil agregar las distan-
■d
cias relativ as—r— contadas desde el plano de la b arrera en que se producirá
\ hc
el torrente dé altu ra' h,. Estos valores experim entales sirven p ara barreras
cuyo param ento de aguas abajo es vertical (1).
E n el cuadro que sigue van los valores experimentales

■(1) L a ubicación del torrente de a ltu ra ht no se altera siem pre 'que el param ento
quede dentro del torb ellin o de d eb ajo de la n apa. Si el param ento de la grad a o barrera
es máa ten d id o la alteración de hf es m uy pequeña y por lo ta n to es poca la de hr lím ite.
L i m i t e d e l re s a llo a l p ie de u n v e rte d e ro y g ra d a

a d 0 d
lie K he he
0 00 1.75 2,81
0,1 4,42 2 2,92
0,2 ' 2,85’ 2,5 3,13
0,4 2,60 3 3,35
' 0,G 2,49 3,5 3,60
0,8 2,51 4 3,76
1,0 2,56 5 4,13
1,2 2,G3 7.5 4.95
1.5 2,73 10 5,79

En el gráfico de la figura 117 se lian dibujado los valores experimen­


tales del cuadro' de la página anterior y en la figura 118 los valores de -~—
Jb • c
he
£40 Curso de H idráulica General

Para una barrera y un gasto dados, no todas las profundidades de rio


fijadas por las condiciones de aguas abajo son posibles,' pues, todas las me­
nores que el limite no pueden existir al pie del vertedero. De aquí se
he ■
sigue que las fórmulas de vertederos sumergidos como la de Du Buat, por ejem-

a
r>c

Fig. irs

pío, no pueden usarse sin controlar previamente la posición del resalto. Si el


régimen que sigue a la barrera, es torrencial, la primera profundidad del
torrente es la fijada en el cuadro anterior
Hemos creído neeésario hacer este análisis antes de entrar en el
estudio de las formas que naturalmente toma la napa de un vertedero cuando
no se le dispone de manera que haya napa libre, pues toda la singularidad de­
pende del régimen y al mismo tiempo a s.u alrededor lo crea o modifica. Ade­
más, cuando es dato el gasto y no la carga, estos cuadros y gráficos faci­
litan los cálculos simplificando los tanteos

52. Vertederos en pared delgada. Otras formas de n a p a .—Cuando no


existe una disposición adecüada que permita la entrada del aire atmosférico
bajo la napa, no podrá haber napa libre. El estudio del problema se complica
enormemente, pues influyen en el gasto la forma de la barrera y el, nivel
de aguas abajo. Bazin ha hecho experiencias que son directivas en esta mate­
ria en que la teoría no ha podido alcanzar éxito, pues, no se ha podido poner
en ecuación la influencia del nivel del aguas abajo en el valor de la presión
que reina bajo la napa, al nivel de la cresta.
Las formas de escurrimiento que va ocasionando una carga creciente,
cuando el.vertedero es seguido de régimen torrencial, es decir, cuando el re­
salto está rechazado por la napa, son las siguientes: si la carga no es muy
grande, con relación a la altura de la barrera, y hay aire bajo la napa, este
F orm as de n ap as de ve rte d e r o s en p a red d elg a d a

comienza a ser arrastrado produciéndose así una disminución de presión en su


parte inferior. La disminución de presión provoca la subida del nivel del
agua m uerta que existe debajo de la napa.
Además, la presión exterior, mayor que la
inferior, em puja a la napa contra la b arre­
ra. P or esta razón, Bazin la llamó napa de­
prim ida (1) (Fig. 119). Siendo la presión
inferior menor que la atm osférica y aum en­
tando por la depresión la curvatura de fi­
Fig. 119
letes, y con ésta, la fuerza centrífuga,' a
igualdad de carga, lia de ser mayor el gasto
de esta forma de napa que el de la libre.
Si se aum enta la carga de ún verte­
dero con napa, deprim ida, disminuye más el
aire enrarecido de su p arte inferior y la na­
pa se va acercando más y más a la ba­
rre ra aum entan­
.1 do de curvatura.
Fig. 120 Si la barrera
tiene un espes.or
no m uy pequeño, la napa logrará pegarse a su p a­
ramento de aguas1 abajo, formándose la napa que
Bazin llamó, adherente ( Fig 120),’ que a igualdad
de carga da mucho m ayor gasto que la libre y
que la deprim ida. Como la curvatura de filetes
no puede pasar en la práctica de cierros lí­
mites, es indispensable un espesor adecuado de
barrera p ara la aparición de la napa adhe­
rente, como forma natural que sigue á la de­
primida.
Un: aumento de carga en un vertedero con
napa adherente, empieza por deform arla, llenán­
dola de estrías verticales pronunciadas que se-
mejan al decir de Bazin los pliegues de una
cortina flotante (Fig. 121). E sta napa con­
cluye separándose bruscamente del p a ra ­
mento de la barrera, totalm ente llena de
agua tum ultuosa en su parte inferior, razón
por la cual Bazin la llamó napa ahogada o
sum ergida por debajo (Fig. 122). Al cam­
. Fig. 122 bio brusco de napa adherente én sumergi-
da, como al de deprim ida en adherente, corresponde un cambio brusco en la
cítfgs, en éste disminución y en aquél aumento. E s decir, que la adherente
tiene mayores coeficientes de gasto que las otras dos.

<1) Expériences nouvelles sur l ’écoulement en déversoirs, executées a Dijon (1888).


16.—Hidráulica. . '
Curso de H idráu lica G eneral

■i Si no es posible la napa anherente por razón de la forma de la barrera,


la napa deprim ida se convierte en ahogada.
Todo cambio de formas se complica
cuando en vez de seguir al vertedero un to­
rrente, el resalto cubre el pie de la napa. Se
presentan aumentando las cargas, prim era­
mente la napa deprimida, después la adke-
rente (Fig. 123) y después la ahogada (Fig.
124). No'daremos aquí los límites de trans-
. formación de una napa en otra, por las
• Fig. 123 fórmulas empíricas de Bazin; nos bastará.
referirnos al cuadro de la figura 126 que
encierra todos los casos posibles. Notaremos sí, que los límites indicados son
■solamente términos medios, pues se desplazan hacia un lado u otro, según que
se opere subiendo o bajando las cargas.
Cuando el nivel del río de aguas abajo aumenta, la napa ahogada que
se iba al fondo y era seguida de un
torbellino superficial (Fig. 124) se
va bruscamente a la superficie y es
surcada por ondulaciones muy cla­
ram ente .marcadas. Por este motivo
Bazin denominó a ésta, napa ondulada
(Fig. 12'5). A este cambio de for­
ma no corresponde cambio en la car­ Fig. 124
ga. Este límite no es riguroso; des­
ciende si se opera bajando la carga y sube si se opera subiéndola.
Los puntos de transform ación se desplazan, como héíffois dicho, se­
gún se opere, subiendo o bajando los niveles, tanto el de aguas arrib a (car­
gas, es decir, el gasto), como el de
aguas abajo del vertedero. E ste
fenómeno es general en H idráuli­
ca ; parece revelar que a cada for­
ma de escurrim iento' correspon­
den disposiciones interiores de p re- * .
sión y velocidad y que es necesa­
rio acentuar la variación .de las
condiciones p a ra alterarlas.
El gráfioo de la fig u ta 126 que da las transformaciones de formas, se
ha construido llevando en las abscisas la razón entre la altura de la
h ,
b arrera y la carga, y en ordenadas la razón ■ J entre la profundidad del río
aguas abajo y la altura de barrera, sea el resalto rechazado o no. Si al verte­
dero no puede seguir un río por las condiciones de aguas abajo, el resalto es
imposible, y. por lo tanto, se caerá necesariamente en la zona que queda de-
C o e f ic i e n t e s d e g a s t o d<- v e r t e d e r o s e n p a r i d d e lg a d a con napas no lib r e s 243

bajo de la curva, qué en el cuadro representa el recitazo del resalto. Bastará.,


pues, formar las razones mencionadas p ara saber la clase de napa que habrá
en cada caso. Según el cuadro, si el resalto es rechazado y es posible la napa
adherente la transformación se verifica cuando —í* — 3,3S,----- de
ti a
Bazin). La adherente d ará su puesto a la ahogada en un límite variable con
la profundidad relativa 4^1 río de aguas- abajo. Si se impide convenientemente
la entrada de aire debajo de la napa, o éste no existe en .disolución en el agua,
es.p 06Íble que toda la zona de las napas deprimidas sea invadida por las adhe-
rentes que pueden existir con resalto al pie, aunque la profundidad de aguas
abajo, en los grandes valores de —?— se acerque al nivel de la cresta, ( ———
h d '5
cercanos s i ) , E] punto — 0,616,- j — 2,6/ ’ (1) separa las napas ahoga-
a ti
das con resalto rechazado de las mismas con resalto al pie y de las adherentes.
Cuando no son posibles las napas adherentes las deprimidas se con­
vierten en ahogadas en el límite — — 3,3.1.
El límite de las napas onduladas en la figura 126 es el-inferior, es de­
cir. <jue para valores menores de ■ ' ella es imposible ya se opere disminu­
yendo o aumentando el gasto (o la carga, tratándose de un vertedero).

53. Coeficientes experim entales y módulos de gasto.— La form a de la


napa, tiene gran influencia, como se ha dicho, en el coeficiente de gasto de
los vertederos de pared delgada; asimismo influye el nivel -de aguas abajo
cuando el resalto no es rechazado del pie de la napa. Siguiendo a Bazin, para
calcular dicho coeficiente lo relacionaremos con el de la napa libre de, igual
,■ J?l
altura de barrera y carga, dando los m ó d u lo s-----p ara cada caso, siendo
rn el coeficiente del vertedero estudiado, m„ el de la napa libre en las con­
diciones dkha.a. E s necesario observar que para estim ar m0 se habrá- de tom ar
¡a altura de aguas .arriba de la barrera, pues es función de la velocidad ini­
cial y para encontrar — — la de aguas abajo, que si el fondo' varia de nivel
puede ser diferente de la de .aguas arriba y que es la que determina la for­
ma de la napa.
■ En el gráfico de la figura 126 aparecen los módulos por medio de las
Hneas de. iguat módulo; para encontrar un mód.ulo bastará form ar las razones
—1 v —— , entre la profundidad del lío y la altura de barrera, que.como se
a ’ h.
ha dicho va en ordenadas y la razón entre la altu ra -de barrera y la carga
que va en abscisas. Ese gráfico da, pues, la forma de la napa, la ubicación del
resalto y el coeficiente de gasto.
Echando una ojeada sobre las líneas de igual módulo se ve que son in­
dependientes de hr cuando el resalto es alejado y que en cambio varían con la

( 1 ) E l p u n t o lo ¡n d ic r.u B a z in c a n el val<*r. in v e r s o . 7L_ 0,$ 8 S .


C u rso d e H id rá u lic a G en eral

V E R TE D E R O S D E P A R E D D E L G A D A
Transformación de Ñ apas y Módulos de Gasto

pro fu n d id ad de aguas abajo cuando el resalto cubre «1 pie de la napa. Ello


se debe, aunque exista energía m ínim a sobre el um bral, a que ía . presión, y
por lo tanto, repartició n de velocidades en la n a p a son función de esa p ro fu n ­
d id ad ,y en consecuencia ella influye en la carga del vertedero.
Debemos observar que n in g ú n h id rau licista ha superado a B azin en la
p ro lijid ad con que experim entó las n ap as no libres de los vertederos de pa-
•red delgada y que fu * ra de las n ap as adherentes- (cuyo módulo depende mu-
cho de la form a de la b a rre ra ) y. de las d ep rim id as con resalto al pie, e n todos
los demás-casos, los-coeficientes d e gasto se obtienen con e rro res que no pasa-n
de 3% ; así. lo ha dem ostrado el laboratorio y la práctica. E s d« n o tar tam bién
que l a ley de sem ejanza se cum ple a igualdad de -—— y - f , cu alquiera que
sea la m ag n itu d a b so lu ta ; en cambio, m 0 p resen ta m ay o r d ificu ltad , pues la
fórm ula de B azin de napas, lib res no la consideró.
P resio n es h a jo la s n apas d e v e r te d e r o s en p a r e d d e lg a d a SIS-

P a ra term in ar con los vertederos de pared delg ad a Que no tien en napa


libre pueden interesar las expresiones d ad as gor B azin p a ra la presión que se
produce bajo la napa al nivel de la cresta. Así e n n ap as ahogadas con resalto
alejado, la diferencia P e n tre la a ltu ra de presión citada y la.atm o sférica obe­
dece según B azin a la expresión: „

34a) ■ - 1 ^ - 0 , 6 0 — 0,58 ^ - '


h h
y en las mismas napas con resalto al p ie ese valor sería tam bién de la
fo rm a : . •

» i • H r - . * + * H r - .

a y ¡i tienen valores distin to s si el nivel del río que Sigue al vertedero es in­
ferior o superior al d e la cresta del vertedero. Si es in f e r io r :

, h — h' \
a = — 0¿6 ¡S= — 0,75 ( -------------------0,05 )
k! — h, — a, es negativo en este caso.

Si el nivel es s u p e rio r:

« = — ( 0,26 + 0,54

¡S= 0,02 + 1,26 h ~ k' + 0,54 ( — ~


)2
a \
/ a
* '■
L as otras form as d e n ap as interesan menos que las ahogadas y ¡as p re­
siones son m ás inciertas. « . . ,
P o r últim o . es tam bién ú til conocer los valores experim entales de la-
contracción inferior, relacionados p or Bazin, con la presión que hay debajo' de
la napa, según las leyes e m p íric a s: ’ . :.

34c) ~ r ~ — 0,112 + 0,04 — ^ J . + —----- — •) (presiones negativas)

.£ P ./ ’ P \
34d) ~ — — 0,112 + 0,04 ■■■■■■■^ 1 + & ’ "h " ) (presiones p o sitiv as)
expresiones 'én que P es la a ltu ra de presión al n iv el de la cresta, v ariab le con
la carga en el caso de un vertedero de a ltu ra dada, si el resalto, es-alejad ó y
variable con la carga y el nivel de agiias abajó si el resalto cubre el pie de la
n a p a . E stas ecuaciones m u estran que si la a ltu ra de presión en el nivel d e l
um bral del vertedero tom a valores cercanos, a k la. contracción au m en ta ten ­
diendo, a Q¿23 h, como parece suce/ier en .los vertederos d^e pared gruesa.
L a Velocidad m edia en la vena co n traíd a, v aría énormemente. con la fo r­
ma de la n a p a y con la situación del re sa lto ; tieité s a m ayor val«?: en .las -na--
pas adherente? y b a já mucho p o r efecto dé la influencia del nivel de ag u as
abajo. E l: coeficiente 9 que multiplicado^ p or V 2ph nos da- dicha véloeidad
media tiene los valores medios que se indican én el cuadro sig u ien te: .
■$46 C u n o d e B U r á u lic a G en eral

F o rm a d e n a p a y situ a c ió n
d el r e c i t o C o eficien te 9 •

A d h e re n te 0,860
D e p rim id a - 0,780
A h o g ad a re sa lto alejad o 0,740
A h o g ad a resalto a l pie 0,670
O n d u la d a 0,540

N apas no libres experim entaron taínbién B oileau y posteriorm ente Reh-


bock, éste en barreras cuyos param entos no son verticales y cuyos um brales
son redondeados.
E jemplo 1.— E n un canal rectangular de concreto, de 3 metros de an­
chura con pendiente ind efin id a de 0,0023 hay una barrera de pared delgada de
0,65' m. de altura: Se pide determ inar qué gasto escurre cuándo se ha medido
una carga de 0,565 m ts. L a barrera es d e tod a la anchura del canal, por lo
cual no se puede producir napa libre.
, Se tantea como s ig u e : lá carga tiene u n valor parecido al de la suma
de B ern ou lli critica ; redondeando cifras aceptam os = 0 ,6 m. lo que da
h c = 0,4 m. y. un gasto previo de q = 0,790 m3 :s por metro de vertedero. Con
este gasto: Q = 3 y .0 ,7 9 — 2y37 m 3 :s. en todo e l vertedero. La- profundidad
que sigue al vertedero e s la de régimen, uniform e calculada por el abaco de
P . Lehm ann que va a l f.inal d él libro, resulta- ser h r — 0,45.. Con, esta profundi-
h r ■ 0.45 á 0,65
d a d fo rm am o s la razón ------= - — 0,69* que con la - ^ — = *— ^— = 1,15,
* d Y f6 5 ' 0 ,5 v o
nos perm ite encontrar en el gráfico de l a fig . 126, que en n u estro 'caso se trata
'de una n apa ahogada con resalto -alejado y que, por lo ta&to, el nivel de aguas
abajo n o in flu y e sobre el gasto. E l módulo interpolado en el mismo gráfico vale
— 1,02. E l m 0 correspondiente, obtenido d e la T a b la Ar.° 12, vale m0 = 0,46,
m0 ’ ^ .• -
y en consecuencia m = 1,02 X .'0,46 = 0,47. Como h \J 2 gh a= 1,88 el gasto u n i­
ta rio e s : q == Ó’,47 X 1,88 = 0,880 en vez de 0,790. C alculando con este gasto' ía
profundidad de aguas ahajo se o b tie n e : h r = 0,46 (véase cap. V I H ) y por lo tan-
to, ---- -* — 0,71 que no m odifica la s condiciones de napa ahogada con resalto
® a . •: . '*
ale ja d o . Como —r— no se m o d ifica, el m ódulo. m0 es el m ism o ta m b ié n ,,y p o r lo
tí • • • * . . . •
tan to el gasto total es: •' -
Q ~ 0 ,8 8 X 3 = 2,64 m s :S.

E je m p lo 2.— i Qué carga tom a el gasto de 2 ms :8eg.-en u n vertedero de


p ared delgada de 0,60 mts. de a ltu ra colocado en u n canal rec tan g u lar de con­
creto de 3 n its .d e an c h u ra y pendiente indefinida i = 0,00015 ?
La p ro fu n d id a d d é régim en uniform e correspondiente a los datos es
¿i — 2 m.-, (.Ver cap. V I I I ) . Ltiego se tie n e = 1 ,0 7 . E l vertedero es sum er­
gid o o incom pleto.
E je m p lo s de verted ero s en p a red delgada. V erte d ero s en p a red gruesa 247

i
E l gasto unitario es q = —— = 0,667 m2:s., al que corresponde una
' ■>•' . ■3
profundidad crítica hc=:0,36. L a suma de Bernoulli crítica es --0 he == 0,54.
Supondremos esta carga en un prim er tanteo, lo que no se verificará si la ña­
po es muy influenciada por aguas abajo. Con la carga — = 1,11.
Según esto el gráfico de la figura 126 nos dice que se tra ta de una napa
ahogada con resalto al pie, en el límite de hacerse ondulada (1 ). El g rá­
fico de La figura 126 p ara — —= 1,67 y ■■ = 1,11 nos da interpolando
771 ®
----- = 0,77. E l m0 para h = 0,54 y a = 0,6 según la Tabla 12 vale:
771o
m 0 = 0,461, por lo tanto :

m = 0,77 X 0,461 = 0,355

Siendo h \ / 2gh =. 1,76, se obtiene fácilmente (2) :

Q — 0,355 X 3 X .1,7.6 = 1,88 m3 :s.

en vez de 2 m3:s. que es dato. Una corrección de h en la forma expuesta en


un ejemplo anterior, es, en general, errada, pues m. puede variar rápidam en­
te con h en los vertederos m uy sumergidos, influenciados por aguas abajo.
Aumentando la carga para hacer un nuevo tanteo, para h = 0,56, por ejem­
plo, encontraríamos — = 1,07; ±= 0,78; m0 = 0,463; h V - 1,86
h ttíq
y m = 0,36, lo que nos daría finalm ente: Q = 2,010 m3 :seg.

Con error de 0,5% en el gasto es aceptable la carga h = 0,56. E s de


• '2
notar que este error del gasto equivale a otro de sólo - y de él en la carga.
La suma de Bernoulli de un vertedero sumergido, puede sobrepasar , en
mucho de la suma de Bernoulli crítica.

54. V ertederos en p ared gruesa, de en trad a redondeada y de arista


viva, sin influencia de aguas abajo y sin velocidad inicial.—Dijimos an terior­
mente que la"-pared delgada queda caracterizada por el hecho de que la napa
«ólo toca a la barrera en una arista, y la gruesa, por la adherencia de la na­
pa al plano horizontal que form a el umbral. E n las napas libres de paredes
delgadas la vena se contrae, es decir, el filete inferior sube sobre el plano ho-

(1) Si con hc = 0,S6 hacemos la relación = 1 ,6 7 , y entram os al g rá ­

fico de la fig. 116 encontrarem os igualm ente la misma form a de napa.


( 2) E ste resultado dem uestra que es pequeña la carga acep tada como se indica en
‘la n o ta de la pág. 227, pues a l escurriiniento crítico sin pérdida de carga que supone

■h=: hc, (carg a tom ada p a ra empezar a ta n te a r), corresponde m = 0,886 (véase tab la de
2 'i f
■valorea de la p ágina 234 y fórm ula 87) página 249.
£48 Curso de H idráu lica General

rizontal que pasa por la cresta, p ara después, al descender por efecto de la gra-
2-
vedad, volverlo a,encontrar a una distancia igual a - y de la carga (Fig. 127).
La contracción aumenta con la presión que exis­
te bajo la napa, como lo .demuestran las expe­
riencias de Bazin y como parece verificarse en las
paredes francamente gruesas en que efectivamen­
te es grande, la presión en ese sitio. La distan­
cia antes dicha, debe, pues, variar con la presión
inferior de la napa, o en otras palabras, debe
aumentar, en general, con el nivel que hay aguas
abajo de la vena contraida. No es fácil, pues, fue­
Fig. 127 ra del caso de la napa libre, fija r el límite del
espesor necesario p ara que se produzca la ádhe-
repcia al umbral. Se agrega a lo dicho que este límite no es el mismo cuando
se opera aumentando la carga, que cuando se opera a la inversa. Por lo d e ­
más, no tiene verdadera im portancia práctica su determinación rigurosa.
Clasificaremos los umbrales formados por planos horizontales en dos
categorías: umbrales gruesos propiamente tales y paredes intermedias. Se­
rán propiamente gruesas las paredes cuyo umbral tiene, en el sentido del es-
currimiento, una longitud que verifique el escurrimiento por filetes parale­
los o simplemente con repartición hidrostática de presiones en la sección.
Serán intermedias las paredes de menor espesor de umbral, siempre que exis­
ta la adherencia de la napa al umbral.
Nos ocuparemos primeramente de los coeficientes de gasto de las pare­
des gruesas propiamente tales. Estudiaremos luego cuál es la condición de es­
pesor que verifica el escurrimiento por filetes paralelos. Por ahora, supuesta
dicha forma de escurrimiento, aplicaremos el teorema de Bemoulli a la co­
rriente de anchura unitaria desde la sección AA (Fig. 128) de filetes paralelos,
hasta la B B también de filetes paralelos. Si la caída es libre, es decir, no
influenciada por aguas abajo, sobre el umbral hay un Bernoulli mínimo, que
en la 'hipótesis de filetes paralelos o ley hidrostática en la sección, es eseurri-
• ' 3
miento crítico (1) y vale, en lecho rectangular, — hc contado sobre el plano
del umbral. E n A A la suma de Bernoulli sobre la misma referencia es:
U, U¿ J h . se tiene lá ecuación:
¡2a 2

H = - hc

(1 ) N o s é . debe afirm ar rigurosam ente sino que sobre el umbral hay gasto máximo-
o energte mínima, y qqe esa energía m ínim a no d ifiere prácticam ente de la que- corres,
ponde a la hipótesis de paralelism o de ñ lete s. La confirm ación experim ental de este hechor
está en la exactitud de la fórm ula qué se va a sentar y en las experiencias de Bazin.
y de Hounter Rouse, citadas en la nota de la págin a 251, hechas en caldas, donde lia
d iferencia entre la suma de Bernoulli efectiv a y la que corresponde a l escurrim iento crí­
tico, es despreciable. (P u ed e verse l ‘ Grada de bajada en can ales” , A nales del Instituto-
de Ingenieros, 1 9 2 2 ).
V e rte d e ro s en * p a r e d g ru e sa . 'C óefiú ién te de g a s to 249

La profundidad crítica h 0 es u n a función conocida del gasto u nitario r


a» . . .
hcs = - - — . Reemplazando este valor en la ecuación de B ernoulli y despejando
g •
el gasto se obtiene:
35) q= --------------- — -— ^ ■.------ B \/'2 g H
S>.
\ / 2 ( 2 +. 3 r
De la ecuación (35), se deduce que el coeficiente d e gasto m„, es:
! \.:
36)

E n el caso teórico en que no existan pérdidas de c a rg a :


1
37) = 0t385

v ? T (4 )‘
A este resultado se llega aplicando al vertedero el principio de gasto •máximo
con carga dada, debido a B éíanger (1 ). B azin tra tó de reproducir esas con­
diciones teóricas redondeando la entrada, haciendo bien liso .el um bral de »la

( 1 ) Como se ha hecho en el cap itu lo I t l , p á g in a 75. L a con d ición de guato máximo-


resu lta de anular la derivada de la ecuación del .gasto que se ob tien e por la ap lica ció n d
teorem a d e B ernou lli. L lam ando la p rofu n d id ad sobro el um bral y u, la velocid ad de

una m olécula, se tie n e : R ■* hi +


——— de d on d e, \ y 2g ( H — h¿), e s decir, que
2g •
to d a s la s m olécu las tien en ig u a l velocid ad sobre 'el um bral. E l g a sto por unidad de a n ­
cho es q = \ \ / 2 g (H — fc,), o se a \ J 2 g (JET hx* — ./>**): S i el g a sto e s un m áxim o, la ca n tid a d
sub -rad ical tam b ién lo será y su derivada será, en co n secu en cia , nula:
dq
-----1 - =r 2 E h l — 3 h * = 0
dh * • .
B eem plazan do este valor en la ecu ación d el g a sto u n itario s e t ie n e :

38) 2
H y 2g B = 0J85 s y/ ZgU
3 y/3
N o ta m os que H —rh^ es la a ltu ra dé velocid ad com ún p ara tod os los filetee,.
sg
de m anera que s i la v elo cid a d in ic ia l es d esp reciab le, y p u ed e con sid erarse a H com o la
ca rg a m ensurable o altu ra de a gu as arrib a sobre el p lan o d el um bral, to d a s la s 'v e lo c id a ­
d e s so b re é s te so n ig u á le s e h tr e s i ; Hecho sufi& ienlem eilte corroborado p or la ex p e-
rifin c rin . .
250 Curso de H id rá u lica General

barrera y dándole altu ra suficiente para que fuera despreciable la velocidad


inicial. Así encontró un coeficiente m -=0,373, que como se ve difiere poco del
teórico, cuyas condiciones son injposibles de verificar de una m anera exacta.
• E n un vertedero de pared gruesa las pérdidas de carga son d o s: la de
en trad a y la de frotamientos. La prim era, que existe si la arista de entrada
es viva, parece ocasionarse por el ensanche de reacción que sigue a la con­
tracción de -entrada (Fig. 128). La contracción es fácil de comprobar, intro­
duciendo corpúsculos que no son arrastrados y que toman movimientos gira­
torios. Difícil es que con hipótesis sencillas se pueda hacer el cálculo analítico
de la pérdida de entrada. Experim entalmente, se la puede apreciar si ella es
completa, basados en las experiencias de Bazin y la de Cornell University, en
-J-. de la altu ra de velocidad final crítica (1).

S9)
\

P a ra que sea completa, es necesario que la a ltu ra de barrera sea mayor


•de 3,5 veces ke, o sea, «rías dos veces la carga.
é Sj la barrera o grada de subida es menor de 3,5 h0 se pueden aceptar los
■siguientes valores del factor de resistencia de la pérdida de entrada:
*(
A rista-viva 2,04 1,78 1,48 ' 1,19 0,91 0,67 0,314 0
ti .

.-f- 3,5 ’ 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0


N
Xe 0,33 . 0,32 0,30 . 0,28' 0,24 0,18 0,11 0
Como en los orificios, pequeños redondeos o simples biseles bastan para
dism inuirla mucho.
L a pérdida debida a los frotam ientos dependerá de la longitud e o
espesor del um bral y de su rugosidad. E n la práctica, se tra ta generalmente de
umbrales lisos y de escurrimientos que sobre él um bral son de poca profundi­
dad con relación a la anchura de modo que el radio hidráulico vale la pro­
fundidad. Se puede peeptar,' supuesto el escurrimiento crítico, que la pérdi-
¡7 *
.d a de ’c arga por frotam ientos por unidad de longitud e s : J = ■ - , siendo
O K
Ve la velocidad crítica. Poniendo en-vez de R la profundidad crítica, y expre­
sando el espesor del umbral en profundidades críticas, e = n h c, la pérdida en
todo el umbral será A( = J X « = X — ; o sea X ,= ~~7Tr~-
O C .

(1 ) E sto m ism o afirm an Rühlma.nn (H an n over, 1 8 8 0 ), al a sig n a r el valor


ni
1¿3 ------ a l desnivel que se produce en una grad a de subida entre agu as arriba y la
2q
profu nd idad sobre la grada (cita d o por. W eyrauch, edición de 1921, p ág. 1 8 5 ). M ás ade-
lan te„en u n a .n o ta , se ju stifjc^ ,..aproxim ad am en te, el valor Xe “ i al dem ostrar que la re­
lación en tre la carga H y la p rofundidad c r itic a .e s 1,73. V éase tam bién ca p ítu lo sigu ien te
§ 69. Gradas en canales, gTadas de subida. L a entrada de una barrera d e- pared gruesa
•es una grad a de subida. A q u í es un caso esp ecial con altura critica sobre la grada.
V ertederoa en p a r e d g ru esa. P é r d id a s d e carg a 261 .

Según lo dicho de la rugosidad de pared y tratándose de profundidades


pequeñas, se puede asignar a C el valor 50 (véase cap. V III) que introducido
arriba da:
40) - \= : Ó ,0 0 8 n
E n general, p a ra contracciones de en trad a cualquiera, de coeficiente de re­
sistencia X„ ,el coeficiente de gasto- se rá :
1 ■’
41a) ■

y llevando los valores de la pérdida completa de entrada, X, = - j - v Xr de la


ecuación 40), la ecuación 41a), quedaría: ...
1 ‘ '
41b)
r-t 3 . 0,33 -f. 0,008 n \§
+ -------— ---------/
E l paralelismo de filetes,"o sea, el escurrim iento crítico, (1) se vérifica so-
bre el um bral grueso de e n trad a con arista viva con valores de n comprendidos -
entre 5 y 15; en barreras de en tra d a redondeada con valores de n compren­
didos entre 3,5 y 13. E ste hecho experim ental, comprobado p o r las experiencias
citadas, queda de manifiesto con la anulación de las influencias de aguas abajo
(como variaciones de nivel, de form a de napa, etc.). E n espesores de um bral me­
nores de 5 h0 y 3,5 k c la cu rv atu ra de filetes es m uy pronunciada, y en mayores
de 15 hc ya no se tra ta propiam ente d e escurrim iento sobre m i vertedero^ sino
en un canal que escurre cercano a la crisis, en el cual se m anifiestan laá
ondulaciones superíiciales propias de esta form a de eseuirim iento, (experien­
cias de Bazin, citadas, y de 'W oodbum, que se citan luego). Es fácil reprodu­
cir las ondulaciones en el laboratorio ‘y se encuentran comúnmente en la
práctica. .
Si en la fórm ula (41b) se introduce la condición de entrada redondea­
da, aceptaremos que la pérdida de entrada se anula, p or consiguiente se
obtiene:
42) ■ • rñ„ — — — — ------ -— *---------
\/* ( ~ r + 0,004n)
<s.’
Los umbrales de’ pared gruesa con entrada redondeada se usan en la
práctica cuando se quiere aprovechar la ven taja de la anulación de la in-

(1 ) L as exp erien cias de H ou n ter R ouse (K aTlsruhe, 19 3 3 ) dem uestran quo en caídas
d e nm bral plano, horizontal, cuyo chorro tie n e p resión atm o sférica w fsr io rm en te desde
que abandona el um bral, a m uy poco d ista n cia ag u a s arrib a d el p lan o -de la eaida * w
a 0 ,7 h e) t f a rige la le y h id roaU tiea d e rep artición de p resion es, en la sección norm al.
N a tu ra lm en te en napa« d istin ta s d e la libre, cu ya presión in fer io r a g u a s b a jo deV um ­
bral es menor que la atm osférica, esa d istan cia ha de ser a lg o m ayor, pero ’ la p eq íéñ ez
de aquélla revela, que ésta no serft nunca m uy grande.
252 C u rs o .d e H id r á u lic a G e n e ra l

fluencia de aguas abajo, reduciendo a un mínimo el remanso de aguas arri­


ba (1 ). . .
A continuación van los valores del coeficiente m„ dados por las fórmu­
las (i2) para el umbral con entrada redondeada y (4/6) para entrada de;
arista viva y contracción completa > 3,5). entre los límites de n
cados (2 ):
n = 3,5 5 7,5 10 12,5 15

entrada redondeada m, = 0,381 0,375 0J74 0,370 0,366 0J62

entr,. arista viva mc — 0,322 0,320 Of) 17 0,315 0,311

55. Velocidad inicial—r- Los coeficientes anteriores son directamente


aplicables cuando la altu ra de bárfera. es suficientemente alta, de modo que
3 , suma de Bernoulli, de aguas acriba, difiera poco de la carga mensurable
h } es dedir, cuándo la velocidad inicial es despreciable. En caso contrario va­
ría «1 coeficiente de gasto, En -efecto, reemplazando en la, ecuación 35) E
por el valor: H = h + a—r~— . se tiene:
. .
q = m , ( ¿> + <* = «N. ( í + «

El coeficiente de gasto viene a se r:

43a) m ■==. m0 ( 1 + a - Vo3 \ i*


. ' . \ 22gh
ah >

Eacioeinando análogamente a lo que se hizo en paredes delgadas, llega­


remos a la expresión: •

43b) m = m0 { 1 + — a m2 ■ ^
(* + «)*

3
El coeficiente numérico omi2 se puede estimar aquí en el valor medio

(1 ) E l redondeo ai se quiere anular la contracción, puede ser circular de un ra­


dio comprendido-entre 0,1 y O¿i h, como se deduce del valor de ella al introducir valore»
de P superiores a 0,6' h, -(como es el caso), en la ecuación 34d) del párrafo 53.
(2 ) E s notable la coincidencia entre el valor de Jos coeficientes m0 d e 'la fórmula
42) y los experimentales de Bazin que buscaban la demostración del principio de gasto
máximo, en la s serie» N .os 116 y 117 del 5.eme Article de sus Experiences sur déver&oirs
( p íg - 3 9 ) . •'
V e r te d e r o s en p a r e d g ru e sa . V elo cid a d in ic ia l 25S

0,26; esto equivale a poner valores de a variables de 1,6 a 1,25 m ientras m varía
de 0,33 a 0,37, lo que es cercano á la realidad. Sé tiene fin alm e n te :

1 - f 0 ¿ 6 - j t — ■—
44a) m = ------------- —--------------- — ' en trad a redondeada.
V * ( — + 0,004 n f
;¡2
1 + 0,26
’ ■ ’ (h + a ) *
44b) m = --------------------- ----- ----—¡— -------- — e n tra d a en arista viva.
• • y / 7 í J — ■ - + ° ’008 n ^ •
2 -2 / . • ' .- '
D espreciando, en u n a prim era aproxim ación 0,004 n al lado de: los de­
más valores del denominador, la fórm ula 44a) resulta

1 0 6% h * ‘
44c) m„= -----------------— 0,385 + 0,100 k*
,- tl 3 (ft 4- a y
v * (-r)
E n la Tabla A'.'>17 se ha calculado los coeficientes de gasto m de las
h
barrerás dé e n trad a redondeada y viva p ara valores de — ,—— <»oroprendidos
O. -¡ h .■
en tre cero y 1» unidad, es decir, todos los valores posibles de las cargas y de altu ­
ras de barrera. Si a ^ tien d e al valor cero quiere decir que la carga es muy,
pequeña con relación a la altu ra de b a rr e ra ; inversamente, si —
y • •' • . .fl.T «
tiende a la unidad, significa, que la a ltu ra de b a rrera se hace despreciable al
lado d e la c a rg a v Evidentem ente que en el lím ite ■■ f' — 1, no es lógica la
"¡ ‘ ,>vi.x - .• . ; d .
aplicación de las fórm ulas 44) ¡ se Ijap Calculado esos coeficientes extremos
. par* la jilterpolaeióñ. Sin embargo, si se supone qp.e a — 0 (b a rre ra cuya al­
tu r a de aguaf arriba. es n u la ), los .coeficientes serían los de u p a caída no in­
flu e n z a d a por aguas abajo y las cal-gas serían las altu ras que tom a el agua
a la- distancia n hc, si el fondo an terio r a la caída es horizontal y la pared
es poso rugosa. Así, por ejem plo, paca-., u n . gasto unitario d? "1 m */s.
(A„ vale 0,47 m .), el cálculo de la .a ltu r a de-agua, a 2,5 ni. aguas arri-
25
ba de una caída da, según la tabla, p ara n = ^ = 5,32, (X, 0 ; pues a = 0;
son aplicables ambas- ecuaciones), el coeficiente m = 0,476, y por lo tanto
ft \ / 2 g h = = 2,11, es decir, h = 0,6.1' m. que efectivam ente es la al-
0,476
tu r a que daría, el cálculo d e l.e je hidráulico en sección an ch a,-sin pendiente
y poca rugósidad de paredes a 2,5 m. aguas a rrib a de u n a caída. E n caídas
sin barrera es im propio h ab lar de cargas. Las altu ras variables de agua son
las del remanso que da el movimiento variado.
■ La Tabla A'.? 17 ha sido calculada por medio de las ecuaciones 44) to­
mando par» X, su valor experim ental, qne es constante e igual a si
.. . . o hc
es 4 C urso d e H id rá u lica G eneral

es m ayor que 3,5 o es mayor, que 2 y que b a ja de ese valor, según se


n 1
indicó anteriormente- si la contracción no es com pleta (1 ).
Si la anchura del canal afluente es m ayor que la longitud del verte­
dero, como es corriente en p artidores de agua del tipo de barrera, la influencia
de la velocidad inicial dism inuye. E l coeficiente de gasto se calcularía tomando el
m de la Tabla N.* 17 correspondiente a — ~—t - = 0, m ultiplicado por el valor
¡i ji . . <? + n •
1 + 0,36 -r r - —r ------- , expresión, en que l es la longitud del vertedero y L la
L* (h + a)*
anchura del canal afluente*.
Los resultados de las expresiones- 44) coinciden muy bien con las ex­
periencias citadas de B azin (2)- y tam bién'con la expresión de Gibson (3) vá­
lida p a ra b arreras de arista viva, contracción completa (siempre que » > 2h) :

45) O T f= « J (0 ,W + 0 , í — ) •

en que m0 es el coeficiente de n ap a libre en p ared delgada, calculado según la


expresión dada por F ra n cis:1 .
Las expresiones 44), con las experiencias de B azin dan diferencias a lo
sumo de 2,5¿/c; con la expresión de Gibson, la diferencia es térm ino, medio
inferior al 2% y y coji las experiencias de W illiam s y H orton ejecutadas en la
U niversidad de Cófnell en u n vertedero de 3,43 mta. de a ltu ra ? espesores de
um bral de 0,5, 1, 1,78, 2,75, 3,75 y 5 mts. y con cargas variables de 0J.5 a
1,20 m.. las diferencias llegan a 5% , no siendo en térm ino medio mayores de
3% en el campo de aplicación. E s de n o tar en las experiencias de la U n i­
versidad de Cornell, que el coeficiente de gasto en vez de crecer con la carga,
como corresponde ál aum ento de la velocidad inicial, disminuye. Las antiguas
experiencias de la U niversidad de Cornell, llam adas de “ pared g ru esa” , co­
rresponden propiam ente a paredes interm edias y se alude a ellas más adelante.-
É n tre las experiencias, del U. S. Dep. W aterw ays B oard y del Geolo-
gical Survey, ejecutadas en vertederos cuyos espesores fueron de 0,8 y 2 m.

( 1 ) A cep ta d a la relación de. la exp resión 4 7 ) en tre h y la con tracción eerá com-
1 • • , • .*•»
p leta en la en trad a s i e s m enor d e 0JS28, p u es s© tuene:
h -f o *

1,7 1 h
* ' 0 = 0,928
h (5 ,5 + 1,7 1 )

P a r a valoras de - ' ^ m ayores que esta lím ite se ha tom ado el X* correspondiente,
• -f- o .
calcu lan d o p reviam en te la raz6n ap roxim ad a ------ , com o se in d ica en la- n o ta (1 ) de la
K
p á g in a 257.
( 2 ) 5eme A rticles-seriea 113, 114, 11 5 , 116 y 1 1 7 , . ,
( 3 ) H y d ra u lics and it s A p p lica tio n s, F o u rth ed itio n , p ég . Í7 1 d educida p o r Gibeon
del exam en de la s exp erien cias h ech as en la U . de C ornell, b a jo la dirección de G. S.
•W illiam s, con esp esores de um bral com p ren d id os en tre 0,15 m . y 5 m. y ca rgas entro 0,15
v 1JS2 m. v a ltu ra s de barrera de 8,43 m. que se d eta lla n in m ed ia ta m en te después
V e r te d e r o s en p a r e d g r u e s a . E x p e r ie n c ia s 255

y de 1,39 d e a ltu ra , h ay a lg u n a s que caen e n tr e la s p a re d e s g ru esas^ E l re d o n ­


deo d e e n tra d a fu é ig u a l al d e B azin , d e 0,10 m . d e ra d io , y , sin em bargo, los
coeficientes d a n d ife re n c ia s h a s ta d e 6 % p o r d efeoto co n la fó rm u la .
L as ex p erien cias d e W o o d b u rn , h ech as e n la U n iv e rsid a d d e M ichi-
gón (1 ) , en b a rr e ra s d e p a re d g ru e sa , c u y o esp e so r d e u m b ra l e ra d e 3 m. y
c uy» a ltu r a e r a d e O,S3 m . en u n can al de m a d e ra de 0,60 m. de a n c h u ra , con
c a rg a s d e 0,25 a 0,45 m . d a n c o eficien tes algo m e n o re s que la s fó rm u la s a n te ­
rio re s y d ife re n c ia s h a s ta de 4% . p o r d efecto con ellas en b a rr e ra s d e e n tra d a
re d o n d e a d a y d e 5 % p o r exceso e n entrad«, d e a ris ta v iv a. E n g ra n p a r te es­
ta d ife re n c ia se ex p lica, p u es lo s fro ta m ie n to s en u n can al d e m a d e ra ta n a n ­
gosto como el de W o o d b u rn , son m ay o res que los. q u e su p o n e la fó rm u la . L a
co n tracció n d e e n tr a d a e ra im p e r f e c ta . p o rq u e la ra z ó n — e r a m en o r d e
3¿5. A dem ás, h a y que o b serv a r q u e los co eficien tes d e W o ó d b u rn h a n sid o c a l­
cu lad o s to m án d o la su m a d e B e rn o u lli en vez d e la carg a, y su p o n ien d o a d e
la a ltu r a d e v elocidad in ic ia l ig u a l a . la u n id a d , lo q u e no es exacto. E s d e
n o ta r qu e la s ex p erien cias d e W o o d b u rn d a n , con la s d e B az in , m ay o res d ife ­
re n c ia s que con las fó rm u la s 4 4 ) y que c o rre sp o n d en a v alo res de n c o m p ren ­
didos e n tre 10 y 32.
S i se d a a m 0 el v a lo r m ed io d e Or32 c o rre sp o n d ie n te a n — 7,5 se o b tie­
ne u n a sen cilla ex p re sió n p a r a a ris ta s v iv a s (2 ) :

46) m = 0 ¿ 2 4 - 0,08 )*

L a s relaciones a n te rio re s de m rev e la n la -p o c a in flu e n c ia de los fro ta m ie n to s en


el esc u rrim ie n to p o r v e rte d e ro s d e p a re d g ru esa. A d a p ta n d o u n v a lo r m edio
d e e sta p é rd id a d e c a rg a , que p a r a n = JO sería. >* = 0,08, si se in tro d u c e

ta m b ié n X, = en la ecuación de la p á g in a 248, se' o b tie n e :

47) B = ! ----- 1---- 1---- 1- 0,04 ) = 1,71 h„

relació n q ue p e rm ite el u so eóm odo de la T a b la N f -17, c u a n d o no es da<^o e l


gasto (3 ) y se conoce la c a rg a , siem pre- que é sta d if ie ra poco de H , pu es, d e ­
te rm in a e e n fu n c ió n de A:

( 1 ) D u r a n te 1 9 2 8 y 1 9 2 9 p u b lic a d a s on P r o c e e d in g s A . 8 . C. E . e n S e p tie m b r e d e
1930 y en T r a n s a c tio n A . 8 . C . E . ( 1 9 3 2 ) . V o l . 9 6 , p é g s . 3 8 7 a 453.

( 2 ) E x p r e s ió n q u e r e v e la q u e c o n a p r o x im a c ió n d e 2 % , e s d e s p r e c ia b le la v e lo c id a d

in ic ia l c o n v a lo r e s d e — -—- — -— < 0 ¿ .
h 4- a
(3 ) Se p u ed e ju stific a r a p r o x im a d a m e n te e l v a lo r de = ¿ t? 1 h a c ie n d o la h i-
i956 C urso d e H id rá u lica G eneral

» ) . . « = » ! , = - « — — r = 0,59 » B
1,71 L

por lo tanto, además de la relación —jr— se tiene n-— 1,71 — , relación


-que es suficientemente exacta para los cálculos én barreras que tengan una al-

p ótesis extrem a de qne en una grad a de subida de gran altu ra, la presión en el param ento
vertical varía hid rostáticam ente desde el n i­
vel A ( Fiff. 1 2 9 ). E sta h ip ó tesis que tiend e

a exagerar el valor de la relación no es


h
del todo exacta, pues, en las vecindades de la
arista , la vélocid ad sen sible hace dism inuir la
presión. En e sta s con d iciones, suponiendo so-
p e8‘ ' sta3 cona,c,ones’ 3UP0m0nQ0 s°-
bre #la grad a escurrimient<> critico, se ap lica
el teorem a de las can tid ad es de m ovim iento
a la m asa u n itaria encerrada en tre las secciones
A y B y se p royecta sóbre up eje horizontal.
Y
L a m asa — -— q d t entra por A y sale per B
9
en el tiem po d i ; en tra con velocidad prácti-

ca m en te nula, y sale con la velocidad crítica U „ «* Su increm ento de can tid ad de mo

v im ien to, en la unidad de tiem po, es p u es: *

‘ei - - t1v c
¿9- ■ >
E l resto de la m asa encerrada en tre A y B , queda dentro de esos lím ites y n o v a ­
r ía su can tid ad de m ovim iento.
L as presiones e n las caras term in ales, ú nicas fu erzas que dan proyección, en la lii-.

p ó tesis de p artid a, valen ^ > en ^a cara ^ > 7 — en *a 031,1 Por ta3ato e l


teorem a dice:

Y *. — -g .~ g

de .donde resu lta, fin alm en te, h = 7ic S — 1 ,7 S relación que da una d iferen cia de
poco, m ás de í% , con la experim ental. • ,
E n rigor se podría decir que, com o en la cara de la barrera parte de la co ta piezo-
m étrica se ha convertido en altu ra de velocidad, h ay en esa cara una d ism inución de pre.
sió n , y por lo ta n to , al hacer la d iferen cia en tre las p resiones de la sección A y la cara de
la barrera, para com putarla b asta m u ltip licar el prim er térm ino del segu nd o m iem bro por
un fa cto r K , m ayor que la u n id ad . L a ecuacióm an terior q uedaría:

=
■de dónde

K = - h

K es poco d istin to de la u nidad, pues a l valor 1,71 hc corresponde K 1,026.


V e rte d e ro e n p a re d g ru e s a . P é r d id a s de c a rg a 257

tura superior a 3,5 he o sea 2h. S i la entrada es redondeada h = 1,54 hc y


n = 1 ,5 4 (1).
rl
La existencia del escurrimiento crítico sobre los umbrales gruesos en
que hay filetes paralelos, queda suficientemente probada en la práctica con
la concordancia de estas ideas y la experimentación. Teóricamente se apoya en
•el principio de gasto máximo a carga dada, ya enunciado, que equivale a
energía mínima a gasto dado, o sea, a una economía de la Naturaleza, que
en el caso presente puede enunciárselas!: la Naturaleza se acomoda sobre la
barrera con el mínimo de energía o suma de Bernoulli, siempre que agregando
a ésta la altura de barrera se obtenga mayor Bernoulli que el de aguas abajo.
También la consideración de ser la velocidad crítica la de la onda, da una
nueva base para.confirmar su existencia (2).
La velocidad media sobre’ un umbral de pared gruesa para un gasto
dado es la crítica, independiente de la carga; pero como ésta depende de las
pérdidas de carga, se puede escribir que la velocidad, depende de ambas ; en
efecto, podemos escribir, si llamamos H el Bernoulli de aguas arriba, contado
sobre el plano del umbral:

= h' +
b
¿ ar ( 1 + 2 *)

La altura crítica se puede poner en función de la altura de velocidad


ü *
crítica pues h e = 2 ——— :
y
f l = - g - ( í + 2X)

(1) La relación 47) es variable si la contracción de entrada no es completa. He aquí

los valores qae ella toma en. función de _—_ v ■de a ■ cuando las barreras tienen una
ho ■ h -
altura relativa menor de 3,5; calculados por medio de los X0 dados anteriormente:

3,5 y más 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0,25 0

2,04 1,78 1,48 1,19 0,91 0,61 0,314 0,10 0

1,71 1,70 1,69 1,68 1,66 1,63 1,595 1,57- 1,50

Estas razones entre la carga y la profundidad crítica sirven para el cálculo de n,


en barreras de poca altura, sin fedondeo de entrada, como se indica al pie de la Tabla 17.
Es necesario no olvidar que tanto estas relaciones como la de la fórmula 47) son razones
entre el Bernoulli anterior a la barrera y la profundidad crítica. Las cargas mensurables
son menores, porque hay que restar a estos valores la altura media de velocidad afluente.
(2) Es - interesante el estudio teórico experimental de Hottnter Rouse ya citado
(Verteilung der hydrulischen Energie bei einem lotrechten Absturz-Berlín 1933. Laborato­
rio de Kárlsruhe), que demuestra que, como lo hemos dicho anteriormente, aunque a plomo
de l a cA Ída misma’ no habiendo paralelismo de filetes no hay escurrimiento crítico, la dife­
rencia entre él Bernoulli medio y el crítico es ahí prácticamente despreciable. (Véase tam­
bién Anales Instituto Ingenieros de Chile, Junio de 1922, págs. 355 y 356).

II.—Hidráulica.
S58 Curso de' H idráulica General

" • = 7 J T i r V í‘'"
el coeficiente e = — rr depende entonces de 2X. Este coeficiente de re-
V5+2X
sistencia varia d^sde el valor cero, caso ideal de entrada redondeada y ausen­
cia.de frotamientos, hasta el máximo S X = 0 ,4 5 que corresponde a frotamien­
tos (Xi =■ 0,008 n, con n — 15) en umbral muy largo y pérdida de entrada •
completa = A continuación van los valores de 9 en los casos que se
indican:
Entrada redondeada 0 Entrada arista viva 9
Sin frotam ientos 0,577 f -0 ,5 0,560
« = 3,5 0,575 0,554
n » 15 0,566 n - 10 — - 1 0,546
hc i - 2
1 =* 3,5 y más 0,541
Entrada arista viva

0,563 í - 0 ,5 0,556
n - 5 A t r 0,557 n — 15 =1 0,551
0,549 0,542
»o- y x=
“ 23,5 y más hc “ 3,5
1 = 2 -y más
‘ 0,545 D,539

E j e m p l o 1.—¿Cuánto baja la carga de.un vertedero de 0,60 m. de altu­


ra; 2,0 m. de espesor y 2,5 m. de longitud, sobre cuyo umbral pasan 2,0 m8/s, si
se le redondea la entrada, primitivamente viva f El vertedero no tiene influen­
cia de aguas abajo.
Se tienen los siguientes datos: a = 0 ,6 m ., e = 2,0 m., y £ = 5,5 m. El
2
gasto unitario es q = z — r -=0,8 m2 ;s, por lo tanto, hc = 0,40 m., lo que nos
A S K 0 _ O’6
da ” = -0j = 5 y 1 7 — 04 = 1 '5-
Como una primera aproximación se tiene — = 1,54 si la barrera es
h c
de entrada redondeada y - 7— — 1,66, según la nota 1 de la página 257, si. la
entrada es viva; de modo que las cargas serían:
arista v iv a: h = 1,66 X 0,4 = 0,664 m.
arista redondeada: h — 1,54 X 0,4 ==. 0,616 m.
y, por lo tanto, bajaría con un redondeo de entrada de 0,048 m.
Un tanteo más correcto, dándonos h y verificando su valor, lo hare­
mos comenzando por el caso en que la entrada en la barrera sea de arista viva
con h = 0,66, ló que nos da ^ —= 0,524; m, según la Tabla N." 17, valdría
m = 0,365; como, según la Tabla N S 11, h \ / 2 gh = 2,37, se tendría el gasto
unitario q = 0,365 X 2,37 = 0,865 en vez de 0,800 m 2 :s. Un tanteo coi> menor
carga, h = 0,63 m., da, finalmente, h ^ S gh — 2,208 y m = 0,362 y, por lo
tanto, q = 0,800 m2 :s., es decij, que 0,63 m. es la carga correspondiente al
gasto.
V e r te d e r o s en p a r e d g r u e sa in flu e n c ia d o s p o r a g u a s a b a jo 259

E n fo rm a an álo g a ,.si la e n tra d a es redondeada, se te n d rá h = 0,585 m.,


___ 7
h y y 2 1,985; — - = 0,494; m =
gh — 0,4 0 2 ; q = 0,800 m 2 :S.

-
, ° T 'l
P o r lo tanto, como la carg a con e n tra d a de a ris ta viva es de 0,63 m., y re ­
dondeada desciende a 0,585, b a ja ría 0,045 m. redondeando la e n tra d a .
56. P a re d e s g ru esa s in flu e n c ia d a s p o r a g u a s a b a jo .—S i ag re g a n d o a
la sum a de B em oulli, de ag u as abajo de la b a rre ra , la p é rd id a de ¡carga 'p o r
ensanche, se en c u e n tra sobre el mismo plano de re feren cia m ayor sum a de
B ernoulli que la crític a sobre la b a rre ra , es im posible la existencia de ésta
en ese sitio. T al cosa sucede cuando al elevar el nivel de ag u as ab ajo de u n
vertedero en p ared gruesa, se pasa u n cierto lím ite . D ifícil es d a r a n a lític a ­
m ente este lím ite, porque la aplicación del teorem a de las can tid ad es de mo­
vim iento supone el conocim iento de la presión que o b ra en la cara de la ba­
rr e ra o grada, como se v erá m ás en detalle e n el cap ítu lo siguiente. E x p e ­
rim entalm ente, p a ra el caso del vertedero, encontró B azin que el nivel de
aguas abajo se puede elev ar casi 40% de la p ro fu n d id a d crítica sobre el
to rre n te de la b a rre ra sin que se note aguas a rrib a la m enor alte ra c ió n . E s­
to equivale a d ecir que el escu rrim ien to c rítico que aisla de las in fluencias
de aguas abajo, subsiste h a sta ese lím ite . E l p u n to de d estrucción del es­
currim iento crítico p o r el nivel de aguas abajo depende algo de la a ltu r a de
b a rre ra pero la in flu en cia de ésta es poca.
Si llam am os h ' la a ltu ra de aguas
sobre el p lano del u m b ral (F ig . 130), la des­
trucción del escu rrim ien to crítico se verifica
cuando h ' tom a el v a lo r: h ' = 1,39 h c ( 1 ) .
No.tando que I I = 1,7-1 h 0 aproxim adam ente,
ese línrite en fu n ció n de la carg a o B ernou-
F ig . 130.
lli H , es h ' = - -'y - TI = 0,810 II. Como la
carg a m ensurable h es siem pre algo m enor que el B ern o u lli, h ’ um es
5
m ás o m enos h, como dice B azin. E se valor h' = 1,39 es u n prom edio.
O
(1 ) E n r e a lid a d , a n a liz a n d o la s ex p e r ie n c ia s, e s te lím ite e s fu n c ió n d e la a ltu r a
d e la barrera, p u d ien d o d a rse lo s s ig u ie n te s v a le r e s n u m é ric o s:

__ - __ 0 0 ,2 3 0 ,5 0 ,7 5 1 2 3 S 6 8 10
K
h’"m 1 1.10 1,2 8 1,3 2 1 ,3 5 1 ,3 0 1 ,3 9 5 1 ,3 8 1 ,3 7 ' 1 ,3 5 1 ,3 4
he '
P u e d e v er se 11 G rad as d e b a j a d a ” , F . J . D o m ín g u e z , A n a l e s ‘ d el I n s t it u t o de In ­
g e n ie r o s, 1922, N .’ 9. L a a p lic a c ió n d el teorem a de la s 'c a n t id a d e s d e m o v im ien to (p á g in a
1 2 0 ) , da

_ £ ___ _ 0 0 ,2 0 ,5 1 1 ,5 2 5 10
\ •
Z = h “m «. 1 1,21 1 ,2 6 1,27 1,2 5 1 ,2 2 1 ,1 0 1 ,06
K
E n el p á r r a fo 65 d el c a p ítu lo s ig u ie n te Be v u elv e n a d ar Iob v a lo r es d e e s te lím ite ,
d ed u c id o s de la a p lic a c ió n d el teo rem a de la s c a n tid a d e s d e m o v im ien to . " . . r*
C urso de M idr&ulica G eneral

Indicamos a- continuación los módulos de gasto, sacados de las expe­


riencias de Bazin p a ra las b arreras influenciadas por aguas abajo, es decir,
• h __
p ara él caso en que A '> 1,39 hc y los damos en función de las ra z o n e s----- -----
h __y ho
y — ^— . Cuando h = 1,39 h e esas razones valen, respectivamente, 0,31 y
0,18. E n la tabla de valores siguiente, m 0 es el coeficiente de la pared gruesa
de igual carga y altu ra de b arre ra pero no influenciada, dichos coeficientes se
obtienen de la Tabla N.° 17.

h — H' h — h' m
he h m0
0,31 0,18 1
0,25 0,135 0,94
0,20 0,098 0,82
0,]5 0,072 0,72
0,10 0,044 0,59
0.05 0,014 0,44
.0,03 0,006 0,36
0,02 • 0,003 0,31
0,01 0,001 0,24
0 0 0
Las experiencias de Bazin. de donde han sido deducidos estos módulos
corresponden a barreras de en trad a con arista v iva; es probable que puedan
aplicarse a barreras de en trad a redondeada.
Los valores anteriores son válidos p ara altu ras de b arrera comprendidas
entre 3 y 10 veces la p rofundidad crítica. ( 1 ) . S uperfluo es agregar que se
tra ta , además, de barreras cuyos espesores de um bral verifican el paralelismo de
filetes (2 ) . x
(1 ) T am bién en e sta s barreras in flu en cia d a s, de um bral g ru eso , puede ser ú til la
s ig u ien te fórm u la em pírica- que prescinde -de la carga del vertedero:
h'
49) m = 0,532 — 0}155 — ^—

' vá lid a siem p re que — s ea m enor de 2,5, y que da los sig u ien tes v a lo r e s :

_ 2,5 2,2 2,1 2,0 . 1,9 1,8 1,7 1,6 1,5 1,39

m 0,15 0,195 0,211 0,226 0,241 0;257 0,272 . 0,287 0,302 0,320

esa fórm u la supone en trad a de a rista v iv a . S i la en trad a es redondeada se aum entarán


en un 1 0 % . „
( 2 ) In teresa n te desde el p unto de v ista teórico es el vertedero tria n g u la r de pared
fran cam en te gru esa y en trad a redondeada, en que debe veri-
ficarse, segú n lo d ic h o / el escurrim iento critico . L as exp e­
rien cias hechas en C hile por L. Cruz-Coke y C. M oya (1 9 2 4 )
com prueban am p liam ente este hecho (t e s is cita d a , p á g . 2 7 8 ) .
S i no era m n y gran d e la curvatura de file te s , la in trod u c­
ción de piezóm etros en la vena sobre el um bral dem ostró la
F ig . 181
ex isten cia de la ley h id rostátich en la sección. A esto s ca­
sos se le s m idió el co e fic ie n te de g a sto que tam b ién puede calcu larse teó rica m en te. En
efe c to ( F i£ . 1 3 1 ), la carga h, o sum a de B ern ou lli de a gu as arriba es ig u a l a la sum a de
V e rte d e ro s en p a re d in t e rm e d ia

57. Paredes intermedias no influenciadas e influenciadas por aguas


abajo.— Hemos llamado paredes intermedias aquéllas cuyo espesor de umbral
es menor de 5 he o lo que es aproximadamente lo miBmo, menor de 3 h, siempre
que la napa se adhiera al umbral, pues, en caso contrario son paredes delga­
das. En paredes intermedias es muy difícil hacer consideraciones analíticas
que lleven al coeficiente de gasto. Nohay tampocoanulación de las influen­
cias de aguas abajo, de modo que el escurrimiento depende del nivel de las
aguas posterior a la barrera y de la forma de
la napa. Se complica además el estudio, cuan­
do el espesor de umbral es muy pequeño. Si
se opera disminuyendo la carga de una napa
libre, que escurre sin adherencia al umbral,
■en un umbral de espesor é (Fig. 1331, se efec-
h
tuará la adherencia cuando ---- ' = 1,5, como
6
se dijo en el párrafo 54. Al contrario, si
adherida la napa al umbral se opera au-
h
mentando la carga, se producirá la separación cuando la razón —— tome el
valor 2. Entre estos límites la napa libre es inestable: un cuerpo extraño flo­
tante, la introducción de aire, etc., determinan la separación de la napa del
a
umbral. Por otro lado, la forma de la napa depende de la razón , en que a
es, como de costumbre, la altura de la barrera y h la carga. El gasto, dada
una carga, varía con la forma de la napa y con la adherencia o separación
del umbral; circunstancias que no tienen dependencia entre sí. No entrare­
mos aquí en detalles que no tienen importancia práctica; solamente escri­
biremos la expresión del módulo de Bazin para napas libres, en que m„ es-
el coeficiente de gasto de un vertedero de pared delgada con napa libre, de
igual altura y carga:

B e rn o u lli c r ít i c a s o b r e e l u m b r a l s i a é s t a s e a g r e g a n l a s p é r d id a s d e c a r g a , q u e c o n e n t r a d a
r e d o n d e a d a , s e r e d u c e n a los f r o ta m ie n t o s . E x p r e s a n d o é s to s e n a l t u r a s d e v e lo c id a d c rític a »

o b te n e m o s , e n la sec ció n t r i a n g u l a r en q u e el B e rn o u lli c r ít i c o es 5 h e y e n q u e la a l t u r a

de v e lo c id a d c r ít i c a
K
e s ___ ÍL__

fc = ( 5 + X, )

C om o
✓ *Q* \4-
h ■— ( ------------------------| 5 , s ie n d o t g ' a la s e m is u m a d e l a s ta n g e n te s d e l á n g u lo que fo r -
' V 9 *0*a r
m a c a d a la d o d e l v e r te d e r o co n l a v e r t i c a l ; s e o b tie n e h a c ie n d o re e m p la z o s y d e s p e ja n d o
el g a s to :

« = -r(-T T x r)*
e s d e c ir, q u e el c o e fic ie n te d e g a s t o d e u n v e r te d e r o t r i a n g u l a r , co n e s c u r r im ie n to c r ít i c o , e s :

SO) m= — / ___ 1___ y


* k S + X,. >
Carao de H id rá u lic a G eneral

S i) — = 0,700 + 0,185 — "


't fño 6
cuyos valores entre sus lím ites de aplicación (1) son:
- = 0,33 0,5 0,75 1 ly¡5 1,50 1,62 2,00
e

0,79 = 0,75
0,84 0,89 O# 3 0,98 1,00 1,07
mo * ,
h
Como se ye, cuando — — excede de 1,62 el módulo es m ayor que la unidad, es
decir, que en esos casos la pared interm edia con n ap a libre tiene u n coeficien­
te de gasto m ayor que la delgada.
E n el gráfico de la fig u ra 133 se resumen las paredes interm edias, cu-
. a L e
yas napas no son libres. E n él aparecen en función de las razones y —
la form a de nap a correspondiente y el m ódulo; tam bién aparece la circuns­
tancia de adherencia o separación al um bral. E l gráfico se refiere únicam ente
a vertederos no influenciados por aguas abajo.
E n paredes interm edias la adherencia al um bral reta rd a la influencia
del nivel de aguas abajo. No existe esa influencia, evidentemente, si sigue a la
b a rrera un régimen to rrencial y tampoco existe, aunque la siga u n río, si la

S i no h ub iera p érd id as de fro ta m ie n to , X / sería cero y m = .S86S.

P a ra avalu ar \ t notem os que en sección tria n g u la r de p rofu n d id a d hc , el rad io h idráulico

vale X = .^ , sen a »y, por lo ta n to , en un um bral de esp esor e — n he la pérd id a to ta l e s :

A
¿y. = Jr
c = —C *h - sen ^
ql n Kc — 2 T-—— 8en <
£« »x = 4 * 8en (X
* —^7
C1 — 2i 1
g—

e s decir que el fa c to r de re sisten cia v a le : X / = 4 9 SC7^¿- ■ n • A cep ta n d o , en el ángulo

en sa y a d o de' 90o (sen 3 =» sen 45° = 0 ,7 0 7 ) el c o e f ic ie n t e — - L - — 0,0006 se o b tien e:

X , = 0,017 n

Intro d u cien d o este valor en la ecuación 5 0 ) , se han calcu lad o lo s co e ficie n te s que a
co n tin u ación se com p aran con los ex p e r im é n ta le s; en um bral de n m ayor que 5 :
n- = 5 10 17

ic alcu lado = 0¿74 0¿65 0¿50

I e x p e rim e n ta l = 0JÍ73 0£64

p ared es gru esas • y la s in term ed ias, es, en fu n c ió n de la ca rg a , e — 5


0,S49

( 1 ) El esp esor de um bral e = 5 hc , lím ite de sep aración que hem os fija d o , en tre las

— — i,9 S h prác-

tic a m en te 5 h, como se h a d ich o, y su in versa,


h
-. — —
0 J 3 es el
1.’71.
lím ite in d icad o
en la
s e '
f ig u r a 133. B a zin d ice que la fórm u la 5 1 ) d a b uenos resu ltad os, precisam en te en valores de

m ayores de __JL_ (E x p érien ces N o u v e lle s, lám . d e la p ág. 5 9 ) , por lo ta n to , su fórm ula
e 3
e s e fec tiv a m en te sólo de p ared es in term ed ias.
. v e r t e d e r o s - p a r e d e s in t e r m e d ia s no in flu e n c ia d a s

Vertederos
en
pared
intermedia
S6S
C rudas de *ubido ASA

K sta c o n tra c c ió n o casio n a p e rtu rb a c io n e s q u e a c a r r e a n u n a p é rd id a d e c a r ­


ica d e e n tr a d a . N o p u e d e d e c irse q u e é sta se d e b a a u n e n sa n c h e d e r e a c ­
ción. L a c o n tra c c ió n es r e la tiv a m e n te g ra n d e c-oniparada con la d el v e rte ­
d e ro d e p a r e d d e lg a d a y n a p a lib r e ; es u n 2 0 % m a y o r q u e ella'.

L a ecu ació n 3$ ) , n o ta n d o q u e <¡r


es h cn, d iv id ié n d o la p o r h va y po-
v
A. ;A i ;
n ie n d o = X -j— — A" v el v a lo r d e h ’ d a d o p o r la ú l t i ­
Ac K
m a e x p re s ió n d e la p á g in a a n te r io r , n o s r e s u lta :
1 i _ (A *.-}- A ')*
3 7 a)
A, A'„ + 2

S i p a r a s im p lific a r, s u p o n ie n d o g r a d a s d e a l t u r a s u p e r io r a S.5 h e h a c e ­
m os e = 1, te n d re m o s la e c u a c ió n :
A V (.V. A')*
3 7 b) + -)*
X x X o 4 - A'
e c u ació n e n q u e el p r im e r m ie m b ro e s la “ m o iu e n ta ” f in a l d e u n re s a lto com ­
p le to , p o r u n id a d de a n c h o y d iv id id a p o r A,5. L o s d o s p rim e ro s té rm in o s del
s e g u n d o ta m b ié n lo son d e la a l t u r a X „ -)- K , d e a g u a s a r r ib a . A é sta se le
r e s ta u n té rm in o p a r a ig u a la r a 1h fin a l. EL c u a d ro s ig u ie n te d a los v a lo res
d e A'„ y A'i, p a r a los d is tin to s K -.

V a lo re s d e A 0 p a l a K

3,5 4 4.5 5 5,5 ,C 8 10


1 3,625 1,634 1.642 1,649 1,656 1.660 1,667 1.673
1,2 l,6 ñ 0 1.667 ' 1.663 1,669 1.673 3,677 1,684 1.690
3,4 1,730 1,7:58 .1.746 3,754 1.761. 1.768 1.7.77 1.786
1.6 1.842 1.852 1,859 1.868 1,875 1,882 1.896 3,910
1,8 i 1.992 2.000 2,008 2,015 2,022 ' 2,02« 2,038 2.048
2.<1 2,152 2.167 2.163 2,17« 2,177 2,183 2.192 2,200
- 2 2 2.320 2,:527 2,334 2,341 2,346 2,350 2,357 2,363
2> 2.500 2.505 2.510 2,515 2.520 2,524 2,632 2,540
2,6 1 2,683 2.680 2,695 2,700 2,704 2,708 2,715 2,720
2.8 ' 2,875 2.880 2,885 2,889 2,892 2,893 2,898 2,902
3.0 :¡.<)72 3.074 3.076 3.078 3.080 3.082 3.086 3.0.00
Com ó se d ijo en e l c a p ítu lo a n te r io r , al t r a t a r de, v e rte d e ro s , en la h ip ó te sis d e
i — l p a r a .u n a a l t u r a d e b a r r e r a a o JC = ec , X „ — 1.73, cu a n d o ATi = 1 (1 ) .
T a m b ié n , e n v e rte d e ro s se d ijo a l t r a t a r d e la e n tr a d a d e u n a p a r e d g ru e s a con
a r i s ta v iv a , (pie el v a lo r <le la p é rd id a d e c a rg a que^se p ro d u c e e n la e n fr a ila
1
d e u n a g r a d a d e s u b id a a lta , m a y o r d e 3 ,5 e s —--— de l a a l t u r a d e v elo cid ad
fin a l (o sea, d e Ift q u e h a y so b re la g ra d a , in m e d ia ta m e n te a g u a s a b a jo d e la
c o n tra c c ió n ) . L a a p lic a c ió n d e l te o re m a d e la s c a n tid a d e s d e m o v im ie n to , en
l a fo r m a liecha a n te r io r m e n te c o n firm a e ste re s u lta d o . E n g ra d a s d e a ltu r a s
(11 i liü, n o ta ile )n p tfg im i 2rífi.
25 —Hidráulica.
SSO C u rso <ir H U Ìróxtìica C en era i

menores ol factor de resistencia es me'nor cíe — ; repitiendo los valores dados


p a ra los Vertederos, que son válidos p a ra las g rad as eon cu alquiera a ltu rá fin a l
del río, los vemos en el cuadro siguiente (2 ).
= 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 y más
*i
X —0 0,11 0,18 Ofií 0,28 0,30 0,32 0,33
Si la grada es de entrada redondeada, no hay pérdidji de entrada.
El cálculo de la grada de subida, de entrada en arista viva puede ha­
cerse por medio de la pérdida de carga o en las grandes, por medio de ella o
por el cuadro de las alturas dado anteriormente. E l problema siempre se pre­
sentará conociendo la altura que hay sobre la grada. E n las gradas de entra­
da redondeada el cálculo de alturas se puede hacer,simplemente por la con­
servación del B ernou lli.
E j e m p l o 1.— E n un canal rectangular de
f | -------- j----- 3 m. de anchura, hay una grada de subida 0,35 m.
h a«í de altura. Escurriendo un gasto de 4,5 m3/s ., a
| -------- ----------------- 1----- continuación de la grada (Fig. 197) hay una al-
tura de 0,85 m. S e desea saber qué altura se pro-
Fig 197 duee aguas arriba de la grada.
Con el dato del gasto Q = 1,5 obtenemos,
por los procedimientos ya conocidos, ?<c = 0 ,0 12 y con este valor los de
K= ~ -Q^rp? - 0,572, es grada chica, que se calcula a través de la

pérdida de carga. E l valor que hay que formar es


h\
= -°’3
~ =0,41,
Offjo
al que

corresponde X — 0,09. La altura de velocidad sobre la grada es — -— = 0,181, y


2 g
el Bernoulli es B = 0,85 + 0,181 = 1,031. Agregándole la pérdida de carga, que
es A i = 0,09 X 0,181 = 0,016, se obtiene 1,047. Si a esta carga añadimos la
altura de la grada de 0,35 obtenemos el Bernoulli de aguas arriba B0 = 1,397.
A este Bernoulli, calculando en la forma ordinaria corresponde una altura do
agua de 1,33 m., es decir, h„ — 1,33 — 0J35 — 0¿)8. B aja en consecuencia el
eje hidráulico 0,13 m. por efecto de la grada, o mejor dicho la grada provoca
un remanso de esa altura.
Si en vez de tener la arista viva hubiese sido redondeada la entrada d e
la grada, no hubiera habido pérdida de carga, y el Bernoulli anterior hubiera
sido de B „=1,031 0¿)5 = 1¿¡81, cuya altura correspondiente es h = 1,312,
es decir, un remanso menor que el del caso anterior, pues sería de 0 ,1 1 2 m., en
vez de 0,13. Prácticamente se pudo calcular la altura en este caso, (fuitando
(2 ) K o cli y C a rsla n jen . B c w e g u n g dos AVnssers, p fig. 107 y s g te s ., tra en tres e x ­
p erien cia s que co in c id en b ien en e l fa c t o r d e r e siste n c ia tío Ja p érd id a do en tra d a con lo s
v a lo r es a p u n ta d o s aq u í. H e a q u í osos v a lo r es ex p e r im e n ta le s; h es la a ltu r a de a g u a sobro-
la g r a d a , que on u n o so lo de lo s c a so s f n é 7*c.

— 0,588 0 ,5 6 6 0,62

>, = 0 ,114 0 ,1 5 4 0,142


G ra d a s de b a ja d a a n te c e d id a s d e to r r e n te 3S 7

a la an terio r de arista v iva la p érd id a de c a rg a : en efecto,


/< = 1,330 — 0,016 — 1,3 l i
E je m h .o 2 .— Si suponemos el mismo caso an terio r, pero la a ltu ra de
g rada de 2,50 m „ en vez de 0,35 ni., tend ríam o s:

* —
E n tra n d o al i-imdnp^la arrib a , encontram os interpolando X „ = 1,712, es decir,
h„ — 1,070. L a a ltu ra de aguas a rrib a sería h — 1,07 -|- 2,50 = 3,57 in .; la altu ra
de velocidad es 0,009 y el B ernoulli vale B„ — 3,579. Como contado sobre el
fondo a n terio r a la g rada, el liernoulli e< B i = 2,50 -{-1,031 = 3,531, la p e rd i­
da de carga seria de A = 3.57y — 3,531 — 0,018. C om putada esta p érd id a por
el facto r de resistencia dado an teriorm ente, sería dicha p é rd id a de u n valor
A = 0,33 X 0,181 — 0,06 tn.. en vez de 0,048 m. dado p o r la ‘"aplicación del
cuadro de altu ras.
7(1. Oradas do bajada con resalto alejado.— Lim ite de rechazo del re­
salto.— Kn el p árra fo 51 del capítulo an terio r, liemos estudiado la gTada de
b aja d a en el caso de que sobre ella exista m ínim o de B ernoulli, que es la
form a en que se p resen ta la g ra d a y la b a rre ra en los vertederos. E n el p á ­
rra fo 65 de este capítulo la g ra d a con resalto al pie, e influ en ciad a p or aguas
abajo, tan to cuando se h a lla p recedida de u n río eomo de u n torren te. Nos
queda por tr a ta r e] caso e n que habiendo sobre la grada « » torrente, éste es
rapaz de rechazar el resalto del pie de l<i napa, caso in teresan te p a ra el p ro ­
yecto de algunas estru c tu ra s h id rá u lic a s .______
eomo cascadas de rebalse d e centrales hi-
droeléetrieas, etc. E l fenóm eno no lia po­
dido ser abordado analíticam ente p o r el ’
teorem a de las cantidades de movimien- aL \
to. como no lo h a sido cuando es prece- 7r"' ’'- w w w m i . 'j j w w /»>
dido de energía mínim a, porque no pode­
mos en co n trar la relación entro la presión ^ *9S
en la cara de la g rad a en función de los d ato s: gasto, a ltu ra de dicha g rad a
y a ltu ra del agua sobre ella. P o r esta razón en el L aboratorio de H id ráu lica
de la U niversidad C atólica de Chile lia sido abordado p o r la v ía experim en­
ta l en la tesis de los ingenieros señores B. F ab res y M. E rrá z u riz (1 ). E l
resultado de 137 experiencias colocando sobre la g rad a a ltu ra s relativ as —j " -

de to rren te inicial de 0,75, 0,60, 0.50. 0 ,i0 . 0,30 y 0,30, ron alturas ——-de gra-
/I q

( l ) t f E stu d io ex p er im en ta l de* G radas de b a ja d a p reced id as do T o ^ ren to , , . — D ic .


d e 194 2 .— F u ó tarad o u n verted ero tr ia n g u la r re la cio n a n d o su c a r g a con la a ltu r a cr ític a
del g a sto e n el ca n a l de e x p e r ie n c ia s ; a s í, con u n a ab ertu ra co n o cid a do co m p u erta a n te ­

rior era f á c il p rod u cir cu alq u ier con r e la tiv a ex a c titu d . S i es d if íc il m ed ir lo s to -

rren tes en g r a d a s p rec ed id a s de a ltu ra c r ític a m ucho m ás lo es s i so n p rec ed id a s do rég im en


torren cial.
C«r.\7> ijr H id r á u lic a G en era l

da variables desde
OJO) a 7,2 va en el
gráfico de la figura
JMht adjunta, t'on
Cslv gráfico que d a
en ordenadas la reía-
eión entre la altu ra
del to rren te que exis­
te sobre Ja g rad a h»,
y el del pie h i > "!/-
o
en función de f
/i..
p a ra diversos to rren ­
tes rotativos ----- , J5n
este gráfico liemos in­
F ig , IM a
terpolado curvas pa-
ru varios tórrenles reí»-
h
ti vos ■, ■
GRADAS
JSi queremos hacer un Lkrtit* d*i resolto atajado
gráfico muilugn aL de la
/tí;\iru JÍT, lloVjcimlo cu
ordenadas los torrentes
L y 0jri abscisas los —!*—
Ac Ac
h„
p a ra cada -jr- > obtene-
inos los valores <lol grá-
fico <lc la figura fiWb. lis ­
to gráfico que aparece u n
poco confuso es interesan- ^
te,, sin rnibav<ro, porque
evidencia que las altu ras ... .
L . nos
pequeñas de torrentes mi- wL*— j— _
cíales rechazan t í o s m uy l : torrentes
altos citando 1<is barre- —
ra s ci gradas *snn chicas.
< 2*5 y a la inversa
K
tienen resalto al pie e.on
ríos mucho menores que

los grandes si la al­


ta r a relativa de harroywt
(¿radas de baja d a an tecedidas de torren te. E jrm jdu sso

es grande. Se Imn puesto por esto también cu el gráfico los -, ríos límites
tic
a h i ,
de resalto alejado correspondientes al — y que esta a plomo.
he /ie
El gráfico de la figura 199b nos hace ver que si - y - es menor de 0,40
/ic
los torrentes ilcl pie, cuando el resalto es rechazado, son más altos que los
que hay sobre la grada, pues — < 1. Todas las denominaciones son las
de la fiyura 198. El gráfico de 1k
figura 199a es útil pava los cálculos.
También- sé ha medido en las
experiencias citadas la longitud <í
necesaria para que se ]>ongan para­
lelos los filetes on el torrente que si­
gue a la grada {Fin. 198). En el grá­
fico de la finura 200 aparecen los
valores experimentales encontrados.
•Son valores promedios con fuerte
error probable.

Ejem plo.— En un canal de


sección rectangular de 3 m. de an ­
chura, hay una grada <te bajada de
0,60 m. de altura. El gasto que es­
curre es ile 3,6 m 5/s. y la altura so­
bre la grada es de h„ — O,.'10 ni. ( 1 ) .
So pide determ inar: a) la altura y
ubicación del posible torrente al pie
do la grada, y b) la mayor a ltara
de río que nos da resalto rechazado.
Con los datos que son a — 0,60:
= 0,30 y deducido hc que para
3.6
1 — " j0- — es de 0,!)29, olito-
a h„
nemos: —— — 1131 v • — 0.567.
", " lie
Entrando al gráfico de la figura 199a, leemos, interpolando.
— 1,235, o sea, que vale OS!, es decir, Ai — O.Hl X Ort — 0,213:
«1 l'o ' rf
y que según el gráfico de la figura 200 para los datos citados —— ~ 2,25,
fte
es deeir. que la altura del torrente do 0,2i3 se sitúa a <1 = 2 ,3 5 X 0 ,5 2 9 igual
a 1¿!R m. de la grada.

( 1 ) lYim obtrnrr om?íl filtiíra bastaría mía com puerta coreana a ia grada a b ierta

o~- =» QÓ56 ni. n una pendiente ind efin id a antes «le la grada üe OSi f S c o n paredes
0/>!
•le hormigón enlucidas (n 0>013 ^c (íanguiHet y K nttor; capítulo sig u ien te)
C urso d e TI id rà u lic a G en eral

En el gráfico de la fig u ra 199ben tran d o con —— = 1.131 p ara


7io i, /ic
-—— =z 0,567, interpolando h allam os: ----- — 1,88, o .sea,
C /to
h r = 1.88 X 0,539 = 0.995 ni.,
lo que significa que si las condiciones de aguas abajo de la g rad a dan ríos
mayores de 0,995 ni. <>1resalto cubre el pie de la g rada, y si menores, el resalto
. __„ ______ es alejado. P jira que el re-
a ) sa*t0 se empiece a subir
, m sobre la grada se necesita
'7 77777777*r7& & 777777777777777777777777777777777777777777777777777777777í /.
rtPAlm r sea m ayor que
----
2,35, lo que supone decir
/ir — 1¿>1 m., como se ev i­
'7 7 X r7 7 7 ? r? W S ? ? y ? ? S JW W S ,'S 7777SS7S/V,'SSS/>/S,'/ / ,''? ¿ >;? ? S W 1> W / / S S .
dencia, tanteando con la
F ig . 201 ecuación 6 ) del p á rrafo 65.
L a fig u ra 201 nos m uestra el lim ite del resalto al pie en a) y elcomienzo
de subida sobre Ja g rad a en b ).

71. E m budos de e n tra d a .— Los angostam ientos paulatinos de la sec­


ción de los canales, como los conos convergentes de las singularidades en con­
torno cerrado, están afectados de p érd id a de carga debida únicam ente a los
frotam ientos. Les es aplicable ia ecuación de resistencia de aquéllos (1) que
en función de la a ltu ra de velocidad fin al, se puede escrib ir:

tu —

E n secciones rectangulares o trapeciales se puede llam ar el ángulo


que form a cada lado con la dirección de la co rrien te; en caso general, en sec­
ciones de form a cualquiera, su definición será incierta. E n canales rectan g u ­
lares que escurren como ríos, alejados de la crisis, con pequeñas velocidades.
íi
las altu ra s extrem as difiere n poco, do modo que la razón - g — p o d ría tomarse
como la razón de las an ch u ras. E l coeficiente b, en cambio, 110 tiene aquí un
valor único, a pesar de que estos em budos son siem pre de sección revestida, b
depende del radio hidráulico. Suficiente, sin embargo, parece tom ar valores
sencillos de 7> qu e tratán d o se de paredes lisas, como es el caso de la práctica,
pueden ser los siguientes:
R adio hidráulico R = 0,2 0.5 1 2 3 m.
h = 0.0003 0.0002 0.0001.7 0.00015 0.00014
gb = 0.003 0.002 0.0017 0.0015 0.0014

(1> E vunciún SS ) del § S 7, del C a p ítu lo V , pflg. 16C.


R em anso de m achones «Je p u e n te

= 1,715 v la longitud del embudo es: L = —-------- = ~ = 7 j m.


*5 • 2 X 0 .1 7 6

A = o,oí« ¿ - (2 + ) - i ^ . — 0,013 x o,r«« = 0,00.?

72. Remanso p roducido p o r los m achones de u n p u en te.—Esto proble­


ma. que consiste en determ inar 1« diferencia de a ltu ra de aguas arrib a y abajo
doi estrecham iento qne provocan eii u n a corriente los machones introducidos
en ella, es una aplicación de la teoría de los ensancham ientos bruscos y p au ­
to ¡nos. Estos machones se «san en puentes, pero su im portancia en H id rá u ­
lica está hoy día únicam ente en los machones que se colocan e n tre compuertas
en canales, focas cuestiones prácticas han preocupado más a los hidranlicistns.
y a sea teóricos o experimentales, que el remanso que produce el paso del agua
entre los m a c h o n e s de un puente. Sin pretender clasificar ni abarcarlos a to­
dos, basta citar a D ubuat (1786), V’ic'at (1836), D 'A ubisson ( IK-ÍO), Xavier
(1843), Weisbach (185Ó), Rtihlmann .(1880), Wex (1888), M outanari (1891).
Loreiiz (1910), X agler (1917), Rehbock (1919) y Y arnell (19:14). Todos los
textos de H idráulica tra ta n el problema, algunos con gran extensión. A la im­
portancia desm edida que se le lia atribuido al estudio del remanso que pro-
duecu los machones del puente es necesario agregar que la g ran m ayoría de
las fórmulas experim entales y auu las teóricas presentadas, son o de aplica­
ción m uy restringida o groseramente erradas. W eyraueh (1) hace notar, con
un ejemplo, la discrepancia enorme entre Jos resultados de las fórm ulas más
consideradas. (A qué se debe esta doble anom alía? L a im portancia d ad a al
problema es debida a la aparición del resalto y velocidades peligrosas en el
torrente que le precede, en los momento de creces. Esto sucedía en grandes
corrientes bajo. Jos puentes de allmnilerfa de machones muy anchos, que fioy día
lian desaparecido. L a segunda, o sea, la poca exactitu d de las fórm ulas p ro­
puestas os debida al desconocimiento de la energía m ínim a que fácilm ente se
presenta en las parles más estrechas, cuando la suma de Hernoulli de la co­
rriente en la sección que sigue «I puente es relativam ente pequeña.
Las experiencias hechas sobre corrientes e n tre machones hau dado fo r­
mas del eje hidráulico muy diversas, lo que lia desconcertado a los experi­
m entadores, especialmente a los antiguos. E n realidad, la diversidad de form as
corresponde, precisam ente, a los diversos casos que pueden presentarse, que
podremos resum ir en tre s: 1.» E je ligado, es decir, pro fu n d id ad de aguas a rr i­
ba. que depende d e .a g u a s ab ajo : 2." E je desligado porque en tre los macho­
nes se produce escurrimie.nto crítico con resalto al p ie; y 3.’ E je desligado y
resalto rechazado: la corriente entre Jos machones tiene energía para produ-

<l ) IlyiIrnuliscH c* R e c lin e n f c«li<-i/»n <le 1021 púff*. 238 y « g ts.


Curso de H idráulica General

eir un torrente, que finalmente vuelve al río de aguas abajo por medio del
resalto. El eje hidráulico del primer caso tiene la forma de una depresión
entre los machones. El segundo puede tener la forma de una depresión o ser
un cscalonamiento de un nivel más alto anterior, uno intermedio entre los
machones y uno menor posterior que corresponde a la profundidad de aguas
abajo. El tercer easo será siempre de eje hidráulico escalonado, siendo el es-
eurrimiento crítico entre los machones seguido de un torreute de poca altura
que recupera el nivel de aguas abajo por medio del resalto. Eu el segundo ca­
so, eje desligado con resalto que cubre la napa, se produce aguas abajo del
esc.nrrimiento crítico un torbellino de eje horizontal o cilindro líquido, como
lo llama Rehbock, situado encima de la corriente, análogo al que se observa en
los resaltos incompletos.
En Chile, este problema ha sido, resuelto racionalmente desde que el
profesor D. Ramón Salas dió a conocer su teoría del escurrimiento crítico (3 914).
y hoy día, gracias a las experiencias hechas en ensanchamientos bruscos y pau­
latinos (1). Se puede hacer el cálculo de las pérdidas de carga con acierto.
Puede determinarse con precisión suficiente, en todos los casos, la diferencia
de nivel entre aguas arriba y abajo de los machones de un puente y preverse
con seguridad la forma del eje hidráulico.
Rehbock y Boss (1919),
en Alemania, distinguieron la
desligadura posible del eje hi­
dráulico, observando los tres
casos que dejamos anotados. Da
Rehbock fórmulas empíricas pa­
ra el cálculo del 'remanso en
los tres casos y para los lími­
tes en que la desligadura del
eje y el rechazo del resalto se
produee (2). Las expresiones
que dan la altura del remanso
parecen muy acertadas y sus
Ftrj. 203 resultados están en concordan­
cia -con el procedimiento ra ­
cional que expondremos. Las fórmulas que dan los límites entre los tres ca­
sos de eje hidráulico tienen pequeños defectos, debidos, sin duda, al hecho de
no haberse considerado en ellas el mínimo de energía.
En un angostamiento producido por los machones de un puente (3) se
pueden considerar cuatro secciones: la final E (Fifi. 203) que, generalmen­
te. depende de las condiciones de aguas abajo, pues en ella hay un río. En
esta sección ya ha terminado la perturbación introducida por el machón; la

(1 'i Experiencias citadas en los párrafos 6.' y 07.


(2 ) Zur Fruge des Briickenstauc*.— Zcntral bl. der Bauverwatt. 1010, N.* 37.
(3 ) Aquí suponemos Icelio en foruia invariable, es decir, sin socavaciones posibles,
que son frecuentes en la realidad. Esc problema es diverso del que aquí tratamos.
E m b u d o s d e e n tr a d a 331

KI v a lo r do c o eficie n te do re s is te n c ia v a ría , e n to n c es, con la m a g n itu d


O2
<lcl e m b u d o . L a ra z ó n "jy-r es, e n g e n e ra l, p e q u e ñ a a l la d o d e la u n id a d , a d e ­
m ás, con v a lo re s a p ro x im a d o s d e gb no e s lógico p re o c u p a rs e d e la e x a c titu d
d e l p a ré n te s is d e la e c u a c ió n 3 8 ), d e m odo q u e , p re s c in d ie n d o d e e s ta ra z ó n , se
p u e d e n d a r los s ig u ie n te s v a lo re s d e >.f:

P a ra R =
a
0.2 m 0.5 m 1 m 2 m 3 »i

1* 0.:i4 0.23 0,20 0,17 0,16


Oo 0.115 0,077 0,066 0,06 0.05
5° 0.07 0.05 0,04 0,034 0,032
io- 0.034 0.022 0.020 0,017 0,016
15° 0,023 0.015 0.013 0,012 0,011
20" 0.017 0.011 0,010 0,009 0,008
25° 0,014 0,009 0.008 0.007 0,006
ño* 0.011 0.007 0.006 0,0055 • 0,005
45® 0.007 0.005 0,004 0.0036 0,0033

o .
K n caso q u e la ra zó n — sea m u y d i s t in t a d e cero b a s t a r á m u ltip lic a r
los v a lo re s a n te r io r e s p o r el q u e to m e el p a ré n te s is .
K n la e cu a ció n 3 fí), si es p o c a l a v a ria c ió n d e a lt u r a , lla m a n d o la la
a n c h u r a in ic ia l ( m e d ia si h a y t a lu d e s ) , ¿i la f in a l y £ la lo n g itu d d e l em budo,
en em b u d o s d e p a re d e s c u rv a s, q u e so n los d e fo rm a m á s u sa d a , se p u e d e
s u b s ti t u ir la ig —~~ p o r e l v a lo r , d e m odo q u e e sa e x p re sió n , colocán-
Jj
d o lé el v a lo r m edio b = 0,000i , q u e d a :

L , li2 \
38a ) >., = 0,008 ------- — ( 1 —
I o ' *1 N **-o
E li la p r á c tic a son poco c o n v e n ie n te s los e m b u d o s d e e n tr a d a e n fo rm a
<le conos c o n v erg e n te s, p u e s p ro d u c e n c o n tra c c io n e s d e la n a p a y o n d u la c io n e s
s u p e r f ic ia le s g ra n d e s , e n cam bio, se u sa n la s form as
redondeadas com o la s boquillas d e c o n to rn o c e rra d o ,
q u e d is m in u y e n y a u n a n u la n d ic h a s a lte ra c io n e s.
L o s a m e ric a n o s h a n so lid o u s a r <?1 e m b u d o e ire n -
l a r d e p a ra m e n to v e rtic a l, c u y o ra d io R e s tá d a d o
p o r la r e la c ió n :
R = (h — h)
en que h y son la s anchura.«; s u p e rfic ia le s a n te ­
r i o r y p o s te rio r a l em b u d o ( F i g . S O I). F ig . SOI
$92 C u r s o d e H id r á u lic a G eneral

E n C hile liemos usado un embudo corto de


param ento vertical, con muy buen resultado. Con­
siste (¡''¡¡j. 202) en cuidar únicam ente una longitud
de él igual a la anchura fin al y cu yas dim ensiones
relativas aparecen en la figu ra. H acia aguas arriba
de ln sección que disto, como se lia dicho l del final
Fiff. 202 se une e l embudo al canal d e,ad u cción por medio de
una curva cualquiera. T.a pérdida de carga que da este embudo es a me­
nudo inapreciable, del orden 0 .0 1 alturas d e velocidad fiival ( 1 ) .
C oinciden con estos resultados las exp eriencias de los embudos del’ ca­
nal de la A luroinium In d u strie, hechas por TCüclii ( 2 ) , qne en radios medios
grandes de cerca de 1.5 ni. y ángulos cercanos a 3" han dado en térm ino m e­
dio Xf = 0,06. Tam bién coinciden las pocas exp eriencias hechas en Chile, en
embudos en form a de. boquilla asim ilables a los de pequeño ángulo (m enor de
a
—— — 5“), que con radios hidráulicos variables en tre 1 111. y O,ó ín. lian dado
Xf, como se ha dictar, variable de 0,0,? a 0,10.
U jkmi-i.o s : ¿Qué altu ra se produce a ln entrada de un embudo de
de sección rectangular de 2 0 ’ d e ángulo, si la anchura inicial e s de 6 m .
de 3.5 m. y el gasto que escurre es de 10 m*/« ., si la altura fin a l de la Co­
rriente e s de 1.5 m."

Con los datos se tien e en la sección fin al:- Q = M X 1,5 — 5¿25 m".;

——= 0.186:B = 1,686 ni. Los radios hidráulicos extrem os son del orden de
2 <J
1 m. el inicial y 0,81 m. el fin a l, de modo que la tabla de valores de la pág. 391

nos ila, para = 1 0 ’ un valor de Xt = 0,023, es decir, que la pérdida de car­


ga es: A = 0,023 X. 0,186 = 0,004 de m odo que el B ern ou lli inicial v a le:
E „ = 1 ,6 8 6 + O.COI— 1.69, al que corresponde, calculado en la forma ordinaria
A„ — 1,637 m.
Si. suponiendo que las alturas son poco d iferen tes, Aplicamos la fór­
mula 38a). substitu yendo valores, y notando que la relación de anchuras es

( 1 ) I.n fo r n i» «te o s te e m b u d o o s f á c i l d e o b te n e r crai g r a n a p r o x im a c ió n p o r m e d io d e


la co n n tru eció n d e • Ja f ig u r a SOSa.

(2 )B eob ach t ungen iib o r G csch -


w in d d ig k e it s c h o lie n boi P r o f ilü m le -
r u n g e n in k a n a le n — Sci» w e i ze ri s c lie
F iff. 202a. B a iiz e it u n g , d e 2 1 d e A g o s t o do 1 9 2 0 .
R e m a n so d e m a c h o n e s ü c p u e n te S9S

D al fin a l del angostam iento, o sea, a l em pezar el en san ch e; la B , la sección


teóricam ente m ás estrech a p o r la contracción
<le la vena liq u id a que p uede p ro v o car el
m achón; y Id A , de aguas a rrib a , donde to ­
d a la an c h u ra L de la co rrien te, como en la
sección K, p a rtic ip a del cscu rrim icn to . E l
rem anso que interesa determ in arse es z, d i­
ferencia, e n tre las p ro fu n d id ad e s h \ y h r.,
siem pre positivo
E n tre D y K h ay u n a p e rd id a de c a r­
g a por ensanche, que depende en p a rte de la
fo rm a geom étrica de la p u n ta de ag u as ab a­
jo del machón. Según las experiencias de Na-
g le r (U n iv ersid ad de. Iowa, E E . UU.. 1917)
(1) la form a que menos p érd id a de carga
p ro d u ciría es la de doble c u rv a (F ig . 2 0 ia ),
poco práctica, en u na construcción y a la cual
se |>ega la vena. E s equivalente a u n en san ­
che p au latin o de ángulo in fe rio r a JO". E n
caso de to m ar la p u n ta u n ángulo 2 6, como
en la fig u ra 203, te n d rá u n ensanche p a u la ­
tino correspondiente a ese ángulo, si no h ay
p u n ta, se tr a ta r á de u n ensanche brusco.
E n tre D y l i h a b rá u n ensanche de
reacción debido a la contracción de l i ; este
ensanche equivale, como se h a dicho en el
§ 65, a uno brusco sin variación de fondo y
frotam ientos, que h a b rá que co n sid erar si
la longitud del m achón es grande. L a con­
tracción de e n tra d a puede su p rim irse p rá c ­
ticam ente con tina p u n ta de form a adecuada.
E n tre las m ejores p u n ta s lie e n tra d a está la o jival, cuyos arcos tien en un
rad io tres veces la an ch u ra, según N agler, o solam ente dos veces, según
Rehbock, fig u ra 201b, p u es no p ro ­
duce contracción. L a fo rm a m ás
]>erfecfca del m achón es in d u d ab le­
m ente la del “ p e rfil biconvexo de
----- Y oukow sky” (F ig . 203), que p a ra
co m p u ertas p u ed e usarse, pero no
p a ra p uentes, p u es neeesita u n tr o ­
zo de a n c h u ra constante. A l p erfil
Youkowsky se ad h iere la vena sin fo r­
m a r contracciones de modo que la co­
rrie n te tiene e n to d as p a rte s u n a a n c h u ra ig u a l al espacio lib re e n tre macho-

( 1 ) O b stru ctio n o f b rid g o p ie r s to tb e flo w o f w a ter. P r o c. A . S . O. E . (1 9 1 7 y 1 9 1 S ).


M il C v ra o <lf‘ H itlrá u lic a G en eral

ues ( 1 ) . Muchos experim entadores dan ¿1 coeficiente de contracción, o rela­


ción en tre la anchura ú til Ib y la an ch u ra l, e n tre machones, únicam ente en
función de la form a de la p u n ta de e n tra d a , lo que no puede generalizarse,
pues depende en realidad del valor de l. litis racional es lo que hace Itehbock,
de d a r la anchura e -)- 2 1 (F iy . 203), es decir, el total del estorbo que el
machón introduce, en función de su a n ch u ra c. Esta, relación que Rehboek
llama, i tiene los siguientes valores (2) :

E = . <: + - e £
P u n tas o j i v a l e s ........................................................................................... fí
1 .00 ~Ó
P u n tas de ángulos 2 0 ............................................... i + 0,35 sen 0 0,175 sen 0
P u n ta s se m ic irc u la re s .............................................. 1,20 OJO
Machón sin p u n ta o de sección rectan g u lar
(20 = 1 8 0 ° ) ...............................................‘ ____ 1,35 0,175

L a contracción viene a valer e por cada lado de u n machón,a u n a dis­


tan cia que es más o menos 2 e do la a rista de e n tra d a ; de modo que a esa dis­
tancia de la e n tra d a de la p a rte angosta se en cu en tra la sección que liemos
llamado B.
E n tre B y A hay un embudo de en trad a, cjiya p érd id a de carga, de fro ­
tam ientos únicam ente, se calcula p o r medio de los coeficientes dados p a ra ellos
en el ? 71.
P a ra el cálenlo del rem anso se considera la p a rte de la corriente com­
prendida entre los ejes de dos machones contiguos, tom ando el gasto corres­
pondiente a la p a rte — que es la relación en tre la an ch u ra e n tre dos ejes do
Jj
machones contiguos y la a n c h u ra to tal de la corriente aguas a rrib a o abajo
d e 'lo s machones. E l rem anso z, queda dado por la aplicación del teorem a de
B ernoulli desde E a A , si agregam os a la sum a de B ernoulli de E las p érd i­
das de carga 2 A del cam ino; la aplicación de B ernoulli nos da (Fifi. 2 0 3):

= * ‘ + - 3 F '+ 2A
y, en consecuencia, el rem anso será:

39) t = h A - k F. = V k* ~ Va* + S A

( 1 ) N o p arece oportuno en trar aquí en d eta tle s sobre la ecuación del |>erfil Y oukow s-
k y quo puede verse e n tre otros en " B a r r a g e s ” . “ Traitó aérodiiiam iqu e de* p ile s ” . —
( 1 0 3 7 ) pAg. ITT.—■ 24 y sig u ie n te s , n i en trar en el tra ta d o g r á fic o de T r e f ft z , o b m c ita ­
d a, p á g . 111-28. E n la obra cita d a y en R evu e G enéralo do 1 ’Ily d ra u liq u e da cu en ta E s­
cando d el h echo do quo en co r rien tes to rren cia les b asta poner la p a rto d elan tera (h a sta
el esp eso r r ) d el m achón p u es la corrien te fo rm a so la el resto d el p e r fil aero d in á m ico .
( 2 ) A b flu s, fttau u n W a lz en b ild u n g bei fliesse n d en gew iissern , etc. R ehboek, lí>17,
p /ig. 1 0 1 . N o con sid eram os la d iv isió n en s u p er ficies lis a s y ru g o sa s, p u es ca lcu la m o s a p a rte
lo s fro ta m ien tos.
7%em*t>ixf> tir machón c* tic p u en te

H egún lo d ich o , las p é r d id a s d e c a rg a s o n :

— T.:n r- , . (V n — u , , y - , T „ ¿v .2
*»k«>— •» — ; •¡»ivii— — ------------ -i- J bd ; A i : a — Al,A — ------
” >' #w1/ o

e s ta s fó r m u la s s o n v á lid a s e n wiso tío e je lig a d o ( I ) . £ n caso d e p ro d u c irs e


o! e s c u rrim ic n to c rítie o e n se te n d r á e n A u n a s u m a d e l ’. o rn o u lli i*»nal a la

c r ític a d e lí m á s la p é rd id a en el e m b u d o : >.Arl — — /.,\n ; e n e ste


Caso se p u e d e e s c r ib ir e n lecho re c ta n g u la r , ijup e s el ú n ic o q u e c o n s id e ra re ­
m os e n tr e los m a ch o n e s:

4, ,0, n) ■
> ~h -------
z_ = ---------
~
«'-.<« /i,.,;-------------
1 a~ — kr.
~9
,
ISn e s ta s e x p re s io n e s y e u fo q u e sig u e se in d ic a n la s p r o f u n d id a d e s
c rític a s con el su b ín d ic e c y la s le tr a s d e la secció n re s p e c tiv a . N o se h a co n ­
sid e ra d o p e n d ie n te d el locho, p o rq u e c o rrie n te m e n te p u e d e p rese ín d irse d e ella.
E n caso d o h a b e r u n a p e n d ie n te a p re c ia b le t o s e r g r a n d e la d is ta n c ia e n tr e A
y E , p a r« e a lc « f« r z se rá n ec e sa rio p o n e r e n e! se g u n d o m ie m b ro d e )as f ó r ­
m u la s 3 9 ) y 4 0 ). el p ro d u c to d e l a p e n d ie n te i p o r l a d is ta n c ia e n tr e vi y /»,
con sig n o n e g a tiv o .
P u r a co n o cer si el e je es lig a d o o n o , b a s ta a g r e g a r al lie m o w lji d e li
Xas p é rd id a s cu tr e JO y ]•' y c o m p a r a r esta ad ició n con . «%V —— es
m a y o r qu e esa su m a , es d e slig a d o y e n Ti h a y e s c u r rim ie n to c r í ti c o . P a r a a v e ­
r i g u a r .si <?i re s a lto es re c h a z a d o , co n » d o h a y en I t criáis, b a sta ( r a z a r p o r p u n ­
to s «1 to r r e n te d e sd e l í h a c ia a g u a s a b a jo , c a lc u la n d o a q u é a l t u r a p u e d e Ho­
g a r e n c a d a p in ito e n re s a lto . íii la s a lt u r a s d o n d e p u e d e lle g a r so n m ay o res
q u e la d e l río d e a g u a s a b a jo s e r á re c h a z a d o e l re s a lto .
l i l c ále n lo e s sen c illo u sa n d o la T a b la N.*' 2 d e l c a p ítu lo V , p á g in a 83,

fíf,
d e —jr— p ro c e d ie n d o re s p e c to a la s p é rd id a s d e c a rg a , com o se h a in d ic a d o
a n te rio rm e n te .
U n u n e je m p lo q u e va a c o n tin u a c ió n , se m u e s tra n to d o s los casos p o si­
bles d e e je s h id rá u lic o s d e b id o s a (a p re s e n c ia d e los inac-hones d e u n p u e n te .

(h.^ — h ' i»
(1 ) E n Ja p é r d i d a ite Ui df»precidilo el término ----------- - fó r m u la S) ilr
”“ d
e s to c a p ítu lo , p ú g . S215, q u e e s m u y p e q u e fio s ie m p re q u e íiR s e a p o c o d ifo r e n to d e lin.
L a f o r m u la S9) 00. p u ro ce a l a d e 1 ) ’A u b u is ^ o n e n lin t-a s g e n e r a le s , p e r o é s ta a q u í s e n ­
ta d » e s r a c io n a l, e n c a m b io , ta <loí a u t o r c ita d o <iet>e s e r c o n s id e r a d a como e m p íric a .
Cvrao de Hidráulica General

y de paso damos Jas fórmulas empíricas <le Rchbock, cuya coincidencia con
estos cálculos queda de manifiesto, notando las pequeñas deficiencias teóri­
cas en los límites de desligazón del eje y de resalto rechazado. También cal-

C urvas d e

M O D O D E U S A R EL A B A C O
1 ? ) S e d e te r m in o o c í e í m is m o d e R e h b o c k )
2 ? ) S e l e e e n la c u r v o d e o c c o n u jt e l v a lo r d e u>L
3 ? ) S e d e t e r m in a u¿ ( e l m i s m o d e R e h b o c k )
¿.°) S e h a c e l a r a z ó n i g -
5 o) S e l e e - f e n lo c u r v a d e ^ c o n ■£■
he ht
F O R M A D E E N T R A D A Y S A L ID A DEL M A C H O N
--------------- S e c c i ó n r e c ta n g u l a r
--------------- T e r m in a c io n e s e n s e m i c í r c u l o
--------------- " tr ia n g u la r e s d e 9 0 °
--------------- C o lu m n a s c i l i n d r i c a s e n h i l e r a
u n i d a s c o n c o r t i n a s l o n g i tu d i n a l e s

Fig. 20G
cularemos los remansos por medio del abaco de Yarnell (1), figura 206, siem­
pre que los casos caigan dentro de los límites de dicho abaco.
( 1 ) B a c k w a t e r a t b r i d g e p i e r s .— T e c li. B u ll. N .o 4 2 2 . D e p t. A g r ic u l. U . S . (1 D 3 G ).
JRcmaTL$o de wmc/i<»«cs de p u en te. E jem p lo SOC*

E j e m p l o : IJ n c a n a l d é í£> n i . d e a n c h u ra d e seeción re c ta n g u la r, tie ­


n e u n m achón c e n tra l y dos m ita d e s la te ra le s d e la s d im en sio n e s y fo rm a que
in d ic a 1« fig u ra . 207. S e p id e d e te rm in a r
el rem a n so q u e se p ro d u c e p o r e sto s m a ­
chones c u a n d o e sc u rre u n g a sto d e
.20 m */s., en los tr e s casos s ig u ie n te s:
¿¡ 3 .5 f - TS m a ) la p ro f u n d id a d a g u a s a b a jo de los
m ach o n es es d é 2,3 m .; b ) e sa p ro f u n ­
fOm.
¡
<33> 1 _ | d id a d es d e 1,25 m .; c ) ]¡t p ro fu n d id a d
d e a g u a s a b a jo es d e 1 tu. K u tre .1 y K
¡AS el lecho n o tie n e p e n d ie n te .
”T UL B u la fig u r a 207 se h a n se ñ alad o
"t i l ! i la s secciones in te re s a n te s p a r a el c á lc u ­
lo del rem anso.- E l á n g u lo d e l em b u d o
B O d e e n tr a d a , ig u al e n n u e stro ejem p lo
F ig . 207 al d e sa lid a , es de 2 0 = 53° 2 0 ' y , p o r
lo ta n to , el co eficien te d e re s iste n c ia
d el e m b u d o de e n tr a d a e s >.AU = 0 ,009, p u e s los ra d io s h id rá u lic o s se rá n m a ­
y o res d e <>,6 m. Como ~ - = 1,43, el co eficien te e n e l en sa n c h e
11> <7\¿>
p a u la tin o q ue h ay e n tr e I ) y E v ale 1,10 m ás o m enos. L a c o n trac c ió n en
B v a le :
r. 53° 2 0 '
- - — - - 0,175 s e n ------- -p— 0,078.'!
o seo,
c — 0,0785 X i A — 0,118 ni.
L a a n c h u r a ú til a l e s e n rrim ie n to e n f í es, p u e s,
/„ = 3,5 — 2 X 0,118 = 3¿¡6 i ni.
L a sección c o n tra íd a está. 0,24 i»¡. a g u a s a b a jo d el com ienzo d el an g o sta-
m ien to . E l 5 d e R ehbock vale 1,157.
P odem os su p o n e r, com o se d ijo , q u e el g a sto se r e p a r te en ig u a les
porciones- e n fre los huecos d e ja d o s p o r los m achones, y e s tu d ia r e l fenóm eno
p o r e n tr e d o s m achones con e l «gasto c o rre sp o n d ie n te . E n n u e stro caso, el
g asto e n tr e m achones es
i>__
<3 — 20 4^- 2.0 X 10 m3/ s-
/1 TcT
L a s p ro fu n d id a d e s c rític a s, su m a s d e B e rn o u lli crític o , e tc ., c o rre sp o n ­
d ie n te s a este g a sto e n la s c u a tr o secciones s o n :

Uc- hc
S ección l <1 he U, B — Ss ~ h«c
2g 2

E 5 2 0,741 2,69 0.371 1,112


D 3.5 2,86 0,941 3,04 0,471 a,412
B 3,264 3,07 0,935 3,11 0,493 1,478
A 5 2 0.741 2.C9 0,371 1.112
400 Cuino de Jlidrávlica General

Caso a ) : E s flato h r .= 2,50 m. y en consecuencia se tie n e ;

C K = ■— = 0,8 m /s .; — — = 0.032:> 111.; Bk — 2,533 ni.


2,0 2 <J

L a p érd id a p o r ensanche p a u la tin o Aj.e se calcula p o r tanteos, acep­


tan d o p a ra em pezar : Aj.k = 0,007, se te n d ría Bo = 2,533 + 0,007 = 2 ,5 ÍO a lo

que co rresponde: y ' - = = 2 ,7 : - y ''- = 2,630: lu, = 2.17: U¡, = 1,1(1:


««•j> ()tV 4 1 «,•!>

(1,16 — 0,8)"
A „ k = 1,10 - -------------— = 0.0066
2(1
quedando com probado el v alo r A |)t; pues resu lta p rácticam en te igual al s u ­
puesto, el tan teo es d efin itiv o .
E n tr e D y Ji háy ensanche brusco, con los siguientes d ato s:
i* _ *i> 1_ a .. _ h> _ 3 , 5 0 _^
h *u /u “ 3M í ~ 1, h
que en tra n d o al g ráfico de la fig u ra 167 nos da inm ediatam ente X„ = 2.62:

es decir, h u = 2,62 X 0,041 = 2,16. A esto corresp o n d ería — = 2,50


h cu
, - - - = 2,5!): es decir, u n B ern o u lli Bn — 2.550 m., o sea, qu e la p é rd id a es
««•n
de 0,01 ni.
H a y que a g re g a r la p é rd id a de fro tam ien to s en el tray e c to H I) d e :
3 — 0¿24= -2,76 m. d e 'lo n g itu d , que d a d a la poca d iferen cia e n tre las sec­
ciones term inales se puede c alcu lar sim plem ente m u ltip lican d o la p érd id a de
carg a p o r u n id ad de lo n g itu d co rrespondiente a la sección D p o r la d is ta n ­
c ia D H , A|,u = </|> X 2,76. E l valor de ./ 1>, obtenido p o r los procedim ientos
o rd in ario s de los canales, suponiendo un coeficiente de rugosidad « = 0,017
de K u tte r es:

= - 7 ^ 7 = 0.0001.

L a p é rd id a ile frotam ien to s es, pues, Adb = 0,001.


A gregando sim plem ente a la su m a de B ern o u lli de 1) la sum a de las
p érd id as d ad as p o r estos dos cálculos (considerada la pequenez de ella s), se
te n d rá :
Bji = 2 ,5 4 + 0,011 = 2,551 s:i.

y por lo l aut o — 2,50 X 0,98ó = 2,47 m. y ~T>~ — 0,081;

La sum a de B erno u lli 2,551 ni. es m ayor que la c rítica que corresponde
a la sección ¡l. y, p o r lo ta n to , el eje es ligado.
L a p é rd id a en el em budo de e n tra d a es:
A*n = 0,009 X 0,081 = 0,0007,
R em an so d e los m ach on es d e p u e n te . E je m p lo 401

es tan pequeña que no vale la pena agregarla a Bu. Se tiene finalm ente

B¿. = 2,551; ~ ~ = 3,445; = 3,41; hj, = 2,52 m.


*cA *0.1
E l remanso producido p or los machones, es entonces;

? = 2.52 — 2,50 = 0,05 ni.

Xc
llehbock llam a “ estorbo” a la relación a = —y—, e n tre la p arte de an-
Jj
chura ocupada por los machones y la an ch u ra to tal de la corriente, y llama
“ relación de escurrim icnto” a la razón

fc> —
&v
2ghK

Da p ara el eje hidráulico ligado, la fó rm u la em pírica del remanso:

41) z = |2 — a ( i — J ) ] (0,4 a + * - + 9 a4) (1 + 2 a )-


’a
y como expresión sim plificada, p a ra los casos ordinarios (0,0Q<. a < 0,16 y
0,03 < w < 0,12), con e rro r hasta de 16% , la fó rm u la:

41a) z= a

E n nuestro ejem plo con

* = -T o-’ « = 2 ^ - = 0’0 1 3 * t = = í ’1S7

tendríam os con la fórm ula 41a).


z = 0,3 X 0.0325 = 0,01 ni.
0 con la 41) :
z = ( 1,157 — 0,3X 0,157) (1J>+ 0,09+ 0,0729) (1+ 0,026) X0.0325 =±0,050 m.
en vez de 0,02 m. que dió nuestro cálculo.

Con el gráfico de Y arnell no se puede calcular este caso, pues, con


(ú 2" (i)
los datos resulta ----- = 0.135, y sólo da valores de - j— p a ra ----- mayo-
Ur. «E <■>!.
res de 0,8.
Uv3
Casa b) h r. = 1,25: l'r. = 1,6 m /s .;' ~ 0 ¿ 3 m ' : ^¡¡ — 1 ^ 8 .

ha. sum a d e B ernoulli m ínim a que puede h aber en D es la crítica


Be = 1,412. H aciendo un tanteo de la p érd id a de carga con la diferencia
A = 1,412— 1,38 — 0,032, que supondría crisis en la sección D, se tien e:
19—HldrlullM.
402 Curso tic H idráu lica G e