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Excelência, a presente demanda é proposta por intermédio do Comitê Internacional dos

Direitos Humanos. A anteceder às acusações, gostaria de parabenizar a Justiça Charmosa por todo
o trabalho que desempenha.

Este comitê busca pela igualdade diante os Direitos Humanos. A presente demanda se encaixa
nas hipóteses de violabilidade da aplicação prática da lei penal, bem como a configuração típica de
irregularidades e abuso de poder, praticado por agentes públicos em seu dever.

I. Da aplicabilidade ilegítima da lei penal

Constantes na inicial, a situação é comum. Não fora a primeira ocasião, mas a terceira em
apenas 02 (dois) dias.

Agentes públicos do setor militar (PMESP), estão condenando imigrantes à penas
exuberantes e infra legais.

Conforme fica demonstrado nas Regras de Grupo, onde especifica com clareza: “2.5
- FARC pode passar a fronteira para cidade Charmosa mas ilegalmente, se forem pegos
serão presos por 10 anos e serão deportados;”.
O certame retro é claro, especificando de forma legal a prévia legalidade de sua
norma, sendo assim, obrigatório ao uso de seus agentes públicos e sociedade. Além do mais,
em anterior reunião com o Oficial Pink, Delegado Manoel, Lek Diretor da PRF e Juiz Oliveira,
ambas organizações FARC e Seguranças Nacionais firmaram um consenso buscando uma
aplicação justa para ambos, levando em consideração a normal supra. Ficou estabelecido
um acordo de cumprimento com base na lei da Cidade, além de apreensão de itens ilegais
(caso portassem), bem como a aplicação de multas pecuniárias aos delitos cometidos.

Com tudo, o acordo buscou uma melhoria e equiparação entre todos, visto que se
tratam de imigrantes e, havendo legislação prévia, em hipótese alguma os agentes públicos
poderiam ultrapassar a sua aplicabilidade no caso concreto. A prova arrolada neste
documento (imagem 01), retrata a situação de forma concreta, o Imigrante foi condenado pelo
período de 20 anos (minutos).
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II. Das irregularidades e do abuso de poder
A lei vigente no território Charmosa, busca uma demonstração nítida de justiça e
condução eficiente de suas ações frente aos agentes públicos de segurança.
Tais regras estão elencadas em Regras do Servidor e Regras da PMESP. A demanda
proposta busca sua satisfação frente ao rompimento das regras: PMESP, regra nº 1 “1-
Mínimo de 2 policiais para iniciar patrulha”. Conforme provas arroladas ao documento
(foto 02), ficou revelada a má conduta do Polícia Rafael (ID 48), visto que o denunciado estava
sozinho na Viatura, violando assim a regra básica sobre patrulhamento em SOLO da
PMESP. A demanda de tal argumento merece provimento, pois mesmo havendo um águia
em ação, a patrulha não atingiu os membros necessários em solo, estando o agente sozinho
em veículo público e agindo de má forma.
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Frente ao teor de abuso de poder, a doutrina clássica o classifica como: “A expressão
abuso de poder faz referência, no campo da administração pública, ao
comportamento irregular intrusivo ou omissivo de autoridade, que ordena
arbitrariamente, ou executa, medida que ignora a observância das formalidades
legais”
Na demanda proposta em outra ocasião, a Polícia Federal, órgão de Federal,
estava com um dos seus agentes fardado de Policial Militar, vindo o denunciado
naquele momento, pedir desculpas e assumir o seu erro.
Entretanto, o mesmo erro voltou a ser cometido. A patrulha entre corporações
distintas é permitida, entretanto a troca de cargo, é ilegítima. Um agente público
possuí suas atribuições restritas, não podendo ser confundidas com
funções/jurisdições de corporações distintas.
Fica demonstrado que o Agente Federal Gordin (ID 22) e o Policial SuS (ID
25), estavam atuando no águia da Polícia Militar no momento da prisão do imigrante,
bem como portando o cargo de ROTA, sendo que o denunciado possuí seu cargo em
não podendo de tal forma, trocar de
âmbito Federal e não Estadual,
fardamento e confundir suas atribuições. A prova de tal argumento
consta na imagem de nº 03.
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Com a argumentação retro, fica constituído o acontecimento de abuso de
poder, sendo que o Agente Federal Gordin, utilizou de suas vantagens, violando de
tal forma normas legais de atuações.
Ademais, constando outras duas violações de conduta, a regra de patrulha
aérea estipula o mínimo de 02 (dois) tripulantes por aeronave, visto que na presente
proposta não fora atendido o requisito legal. Ao ser liberado do presídio, o imigrante
foi escoltado pela aeronave militar, constando apenas 01 (um) militar. Com isto, fica
violado o dispositivo legal: “ 1. Patrulhar apenas com 2 viaturas em patrulha.” no capítulo
aéreas dentro do livro de regras da PMESP. A conduta fora praticada pelo agente público
SuS (ID 25).
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Na mesma ocasião o piloto (ID 25) sobrevoou o veículo de transporte (imagem 04),
não respeitando a regra 4.2, agindo de forma imprudente.

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“Imprudente é aquele que sabe do grau de risco envolvido na atividade e mesmo assim
acredita que é possível a realização sem prejuízo para ninguém. É aquele que extrapola os
limites da inteligência e do bom senso. “
O comitê Internacional da Colômbia exige que Vossa Excelência busque uma
solução para os presentes acontecimentos, tendo em vista que a rotina de atuação
ilegítima vem tomando conta das atuações públicas dos agentes de segurança.
Por fim, por se tratar de uma nova denúncia frente aos idênticos agentes (ID
48) ou corporações de segurança nacional (PF), envolvidos em um outro processo de
ordem internacional, o comitê deste País, reitera a solicitação de medidas aplicáveis
por Vossa Excelência.

“É mais fácil não dar o poder a certos homens do que impedir
que abusem dele.” Jeanne Roland

Delgado Lorencio
Delegado de La Policia Federale de la Colombia
Orgs. Advoacticion 5126