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Plano Estrategico da Universidade Nacional Timor Lorosa'eScribd Upload a

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0 PLANO DE DESEMVOLVIMENTO DECENAL DA UNIVERSIDADE NACIONAL TIMOR LOROSA’E 2007


- 2017 DILI TIMOR-LESTE 1 Capítulo I Introdução 1.1. Antecedentes O Plano de
Desenvolvimento Decenal da Universidade Nacional Timor Lorosa’e (UNTL) de
2007–2017, é um plano da Universidade, mandatário do desenvolvimento de qualquer
organização, apesar da sua existência. O Plano de Desenvolvimento da
Universidade foi elaborado no início da proliferação prevalecente da cultura
global e das suas consequências. Uma das consequências significantes é o mercado
livre, tanto para as mercadorias como para os serviços. Relativamente à educação
em particular, há dois pontos que vale a pena serem considerados: primeiro, a
possibilidade de as agências educacionais estrangeiras operarem no país e as
agências nacionais nos países estrangeiros, e segundo, os profissionais
estrangeiros poderem trabalhar no país e os profissionais nacionais nos países
estrangeiros. Isto traz uma nova consequência às instituições educacionais
nacionais, como é o caso da UNTL, que, para se sobreviver e, provavelmente,
facilitar a cooperação com as parcerias estrangeiras, terá de estar alerta
quanto àquali dade. Tudo isto para se concretizar numa série de fases de
planeamento e operações. O planeamento deve incluir/inserir os esforços que
possam assegurar que os graduados da UNTL sejam realmente qualificados e
adquiram um alto nível de conhecimento, aptidão/habilidade e competência geral.
Não levará tempo para que as pessoas estivessem cientes de que as protecções
nacionais, deixando a protecção local a sós, já não seriam legais. As afiliações
tribais, étnicas, e até mesmo nacionais, já não teriam qualquer valor redutivo
ou suplementar. Pelo contrário, são a qualificação, comptência e outras atitudes
qualificadas que, eventualmente, haveriam de prevalecer. No mundo de livre
competição, a produtividade torna-se um dos factores decisivos. É a obrigação da
UNTL, por isso, executar e concretizar uma óptima produtividade num processo
mais eficiente. Tudo isto carece de recursos humanos qualificados em termos de
qualificação e atitudes, desenvolvendo continuamente a tecnologia e suficientes
fundos. Todo o património, real e potencial, deve ser identificado, registado,
desenvolvido e utilizado, com o máximo proveito, no referido Plano de
Dezenvolvimento. 1.2. Objectivos do Plano de Desenvolvimento Este Plano de
Desenvolvimento foi preparado/elaborado para prover às entidades interessadas,
internas e externas, com directrizes/orientações referenciadas. É considerado
tal necessário para que as óptimas tarefas esperadas da parte da universidade,
incluindo as de todas as unidades dependentes, sejam suportadas com boa
coordenação e com a mesma referência das entidades interessadas exógenas,
incluindo oficiais funcionais, faculdades e pessoal administrativo. O Plano
Piloto de Desenvolvimento constitui suas directrizes tendentes a tornar a
universidade uma organização efectiva, dinâmica, elegante e intelectual, que
estará pronta para ambos os casos: auto-avaliação e 2 auto-acreditação, em
conformidade com o espírito da Visão de Desenvolvimento de Timor-Leste de 2020.
O Plano Piloto de Desenvolvimento significa, igualmente, para as entidades
interessadas exógenas: os pais, a sociedade local, os governos locais, a
diocese, as outras universidades, o Ministério de Educação, os operadores
comerciais, os industrialistas, as ONGs, os doadores, os parceiros e as demais
instituições, que necessitam de obter informações claras/objectivas sobre aquilo
que a universidade aspira, planeia/pretende fazer e o que estando actualmente a
fazer. 1.1. Referências A Constituição da “República Democrática de Timor-Leste”
O Plano de Desenvolvimento Nacional
A Lei Básica da Educação
A Política da Educação Nacional
O Estatuto Orgânico do Ministério da Educação
O Estatuto da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e O Decreto do Ministro da
Educação sobre os Currículos Nacionais da Formação Superior A Política da
Acreditação Nacional. 1.4. Apresentação Este documento serve essecialmente como
um Plano de Desenvolvimento para pôr a declarada missão da universidade em
andamento. Por outro lado, a própria declarada missão sujeita-se, de quando em
quando, ao reajustamento e ao melhoramento que proporcionem/favoreçam o
desenvolvimento actual. A composição/elaboração deste Plano de Desenvolvimento
começou propriamente com as iniciativas das entidades interessadas, seguidas
pela formulação da comissão, pelas segundas sugestões/ iniciativas das entidades
interessadas, e, finalmente, pela versão melhorada. Este Plano de
Desenvolvimento é apresentado em cinco capítulos. Capítulo I, Introdução
apresenta os antecendentes, os objectivos da composição/elaboração do Plano de
Desenvolvimento, referências e apresentação. Capítulo II, Auto-avaliação
debruça-se sobre o estado de declaração da missão da universidade,
iniciativa-processo-produção ou resultado, potencialidade, fraquezas e factores
críticos. Capítulo III, Factores Estratégicos debruçam-se sobre a qualidade, a
autonomia e a liberdade académica, responsabilidade, acreditação e avaliação.
Capítulo IV, Programas apresentam a relação total dos programas, na qual cada um
deles completa com a sua descrição. Estes programas são, para os fins da
operação, agrupados em Assuntos Estudantis, Académicos, Administrativos e
Financeiros, e Programas Gerais. Capítulo V, Programa de Gestão descreve a
política financeira e o plano de acção. 3 Capítulo II Auto-Avaliação 2.1.
Estado das Artes Os membros e os líderes da sociedade, formais e informais, que
se sentiram preocupados com o desenvolvimento da suas áreas, dentro da República
Democrática de Timor-Leste, estabeleceram a Universidade Nacional de Timor
Lorosa’e (UNTL) até hoje a única universidade pública no país, no dia 17 de
Novembro de 2000. A UNTL iniciou com cinco faculdades: (1) Faculdade de Ciências
de Educação, (2) Faculdade de Ciências Políticas e Sociais, (3) Faculdade de
Agricultura, (4) Faculdade de Economia e (5) Faculdade de Engenharia, onde se
abrigam Departamentos vários como os de : Biologia, Matemática, Física, Química,
Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Estudos de Políticas de Governação,
Administração Pública, Desenvolvimento Comunitário, Agronomia, Agro- Economia,
Veterinária, Gestão, Estudos de Desenvolvimento, Engenharia Mecânica, Engenharia
Civil, Engenharia Eléctrica, Engenharia Informática, Ciências Agrárias. Hoje em
dia o número das faculdades aumentou até sete, com duas novas faculdades: a
Faculdade de Medicina e a Faculdade de Direito. O órgão estudantil foi
aumentando ao longo dos anos. Quando foi fundada, a universidade começou com
cerca de 5,000 estudantes activos, aumentando para mais 8,000 no lectivo ano
académico de 2007/2008. 2.2. Declaração da Missão É direito de cada cidadão
desenvolver as suas potencialidades até ao máximo e uma instituição de ensino
superior serve como um instrumento de trabalho estratégico. Em vista disso,
depois de vários anos de independência, os membros concernentes da sociedade e
líderes comunitários, formais e informais, sentiram-se seriamente chamados a
responder aos desafios, e em 2000 tiveram o êxito de fundar a Universidade
Nacional de Timor Lorosa’e (UNTL). Ao servir a sociedade, a Universidade
professa a fé básica que a educação constitui, na essência, um processo em
quetranscende, confirma econst ru i, no máximo, toda a pessoa humana, através da
importante interacção recíproca entre o aprendizante e o professor. Adoptando o
espírito que é declarado e orientado pela constituição nacional, a UNTL
posicionou-se/optou por: (1) desempenhar um papel activo nas tentativas de
elevar, confirmar e construir, no máximo, a pessoa humana a ser coerente para
com as vivas aspirações do povo Timorense, (2) receber, seleccionar e aceitar o
nível de formação superior de graduados do Ensino Secundário, que aspiram a
serem graduados altamente qualificados, a fim de responder às exigências da
nação e satisfazer as exigências académicas relacionadas com as áreas de estudo,
(3) tornar-se um centro de desenvolvimento da ciência, tecnologia e cultura,
capaz de manter, estudar, restaurar e reforçar/fortalecer os valores relevantes
e acções que advoguem/proporcionem as relações dignificadas, prestimosas e
balanceadas no seio do povo, com o universo e com Deus. 4 2.3.
Absorção/Input-Processo-Produção/Resultado Em geral, houve um aumento do número
de registo/matrícula/ingresso de novos estudantes no decorrer do tempo, apesar
de ter sido distribuído entre os departamentos. O corpo docente também aumentou
em número e em nível de aquisição mais elevado, a par da melhoria de competência
do pessoal administrativo. As facilidades institucionais, contudo, têm sido
melhoradas significativamente. Dados os recursos disponíveis, os processos
institucionais desenrolam-se relativamente bem, porém uma série de medidas de
desenvolvimento necessitam de serem melhoradas, tais como os currículos, a
execução da gestão de avaliação, os escritos de vários manuais, as actividades
estudantis, as faculdades e os trabalhos de pesquisa estudantis. O plano de
acção, com escalas de prioridade, é realmente necessitado. A produtividade de
programas de estudo, geralmente, precisa ainda de ser melhorada, tanto em número
de graduados como na sua qualidade. Neste momento, a percentagem da
produção/resultado é ainda muito baixa (menos do que 10%), com uma média de GPA
mais baixa do que 2.50 na escala de 1–4. Um número de medidas de melhoramento,
de facto, carecem de ser tomadas, como sendo intensificar as orientações
estudantis, o processo de ensino, de avaliação e a possibilidade de ter
semestres curtos. Associando os projectos com os membros da sociedade, o governo
local e o negócio nesta área também precisam de ser melhorados, mediante a
participação, tanto quanto possível, de faculdades, estudantes e do pessoal
administrativo. 2.4. Potencialidade Como única Universidade Pública, a
Universidade Nacional de Timor Lorosa’e possui vários factores fortes que são
instrumentais no seu desenvolvimento. A comunidade, em geral, é aprobativa e tem
um senso forte de posse. Isto é suportado pelo facto de que o número de alunos
do ensino secundário no país continua a aumentar-se e apenas um número
relativamente pequeno pode ser acomodado/aceite pela UNTL. Por causa de, entre
outras, estas razões, a UNTL, como Universidade Pública, ganhou o suporte
substancial do Governo Central, particularmente em termos de apoio financeiro.
Em acréscimo, a UNTL ganhou também a especial atenção das várias instituições
nacionais e internacionais. Uma das potencialidades da UNTL, especialmente a
relativa a uma nova universidade, é a alta percentagem de professores que
adquiriram o grau de mestrados ou actualmente estão a adquirí-lo. Esta medida é
um recurso muito estratégico para o desenvolvimento seguinte. 2.5. Fraquezas
Durante um tempo relativamente longo a universidade não pode escapar-se da
influência de factores políticos e suas consequências. Desde o seu
estabelecimento/fundação em 5 2000 até hoje em dia, o Estatuto da UNTL,
infelizmente, ainda não foi aprovado pelo Governo, o que suscitou dificuldades à
gestão da UNTL para elaborar os seus planos e executar as suas actividades. Este
facto, indirectamente, causou algum impacto no trabalho ético, nas várias
coordenações e na aquisição de muitos necessários recursos humanos disponíveis.
Outro inevitável impacto é a emergência de atitudes sectárias que ocasionaram
suspeitas e uma equipa de trabalho não sinérgica, cujo papel actual é muito
importante para o progresso da universidade. Algumas outras fraquezas incluindo:
A falta de consolidação deontológica dentro da UNTL, isto é, a gestão, o
pessoal docente, o pessoal discente (estudantes) e o pessoal administrativo. Por
causa disto não há a mesma compreensão no meio da comunidade académica sobre a
visão– missão universitária. Os recursos humanos, particularmente o pessoal
não docente, não são bem treinados nos campos de trabalho. Por isso, a gestão
administrativa é relativamente fraca/deficiente e não profissional; Sistema de
gestão ineficiente e não profissional; Os currículos não são bem desenvolvidos
nem bem estabelecidos/elaborados; As facilidades, particularmente os edifícios
deca mpus, constituem uma fraqueza. Oscampus em Dili, localizados na rua
principal da cidade, não são conducentes/apropriados para o processo de ensino.
Em acréscimo, as salas de aula dos edifícios danificados em Setembro de 1999
ainda não são recuperadas na sua totalidade. 2.6. Factores Críticos Existem
vários factores críticos encarados pela UNTL. A UNTL está agora no processo de
superar alguns deles pelo aumento da gestão de coordenação e trabalho intenso.
Alguns desses factores, contudo, dependem muito dos factores exógenos. O
primeiro factor crítico é a acreditação. A acreditação é um factor crítico
porque primeiramente se relaciona com a sobrevivência e a existência da UNTL no
futuro e em segundo lugar, o tempo disponível para a sua preparação é muito
limitado. A acreditação, planeada pelo governo, será conduzida no ano de 2008. A
primeira medida da acreditação foi tomada, isto é, pelo aumento da gestão de
coordenação e trabalho intenso. A acreditação é um processo contínuo, coeso,
intensivo e amplo, que requer coordenação, cooperação e fundos. Toda esta
coordenação, cooperação e fundos, se forem efectivamente implementados, obterão
apenas alguns dos critérios requeridos da acreditação. A UNTL conseguiu
satisfazer alguns outros critérios, com a ajuda ou apoio de várias partes
através da implementação contínua dos seus planos. 6 O segundo factor crítico é
a autorização do sistema de gestão da universidade. Dada a inexistência do
Estatuto durante um período relativamente longo, a autoridade, os procedimentos,
a coordenação, os relatórios, o arquivo e as preferências carecem de ser
autorizados, de acordo com as respectivas descrições do serviço e do plano
relacionado com o sistema de gestão da universidade. O terceiro factor crítico é
que o campo de Hera ainda não está concluído devido às razões supracitadas. A
fim de se finalizar a sua construção, é preciso um avultado montante de fundos,
eis um outro factor crítico. 7 Capítulo III Factores Estratégicos Os programas
inseridos neste Plano de Desenvolvimento são classificados em quarto categorias:
assuntos académicos, assuntos administrativos e financeiros, assuntos estudantis
e assuntos genéricos. Na sua implementação de cada categoria e mesmo cada
programa, deve-se ter em consideração os seguintes factores estratégicos: a
qualidade, a autonomia e a liberdade académica, a responsabilidade, a
acreditação e a avaliação. 3.1. Qualidade A qualidade é o objectivo de toda a
organização, provinda tanto do processo de absorção como de produção/resultado,
ainda que sejam tangíveis ou intangíveis. A qualidade é parte integrante da
declaração da visão-missão da universidade, que comporta/insere os objectivos
gerais que se pretendem atingir pela universidade e pelas instituições
similares. Tal como outras universidades espalhadas em todo o mundo, um dos
objectivos gerais da UNTL é produzir os graduados qualificados e produtivos,
tanto como pesquisadores como sendo profissionais. A expectativa por graduados
altamente qualificados deve ser suportada com a absorção qualificada
(estudantes, pessoal académico ou pessoal docente, funcionários não-docente e
facilidades de apoio), e também com processos altamente qualificados
(produtividade eficiente, efectivo, relevante e ascendente). Os graduados
qualificados, tendo desenvolvido optimamente os seus conhecimentos,
aptidões/habilidades e a personalidade, indirectamente ajudarão a incrementar a
qualidade da vida da comunidade local. Como tal, os esforços da universidade
também ajudarão a contribuir algum género de valores acrescidos para a
comunidade local. 3.2. Autonomia e Liberdade Académica A autonomia pode ser
definida como sendo o direito e a autoridade para que a universidade funcione
com liberdade e responsabilidade. A universidade tem o direito e a autoridade
para convidar e recrutar os estudantes, professores e empregados, bem como
dispôr de facilidades necessárias e utilizá-las com o máximo proveito possível.
A liberdade académica pode ser compreendida como sendo a liberdade da sociedade
académica para se executar o seu dever e funcionar como educadores e
pesquisadores. O pessoal académico é livre de usar os vários recursos potenciais
e métodos viáveis para desenvolver as disciplinas/matérias ou cursos pelos quais
são responsáveis. Eles são também livres de escolher e conduzir a pesquisa
pertinente à perícia ou áreas de estudo, de acordo com a lei e os valores morais
prevalecentes. 8 3.3. Responsabilidade A responsabilidade implica que todas as
actividades feitas pela universidade possam e careçam de ser responsabilizadas
pelas entidades interessadas, tanto internas como externas. A responsabilidade é
muito inerente à viabilidade de ser fiscalizada, no sentido de que quaisquer
actividades, que venham a ser feitas ulteriormente, sujeitam-se a serem
fiscalizadas. Isto inclui a absorção, o processo, a produção/resultado e a
compatibilidade entre a visão e a missão universitárias e as activadades da sua
comunidade académica e os seus impactos no seio da própria comunidade. A
responsabilidade, também, requer a transparência de posse e monitorização ou
supervisão pelas entidades interessadas sobre a gestão e operação das
actividades funcionais da universidade: educação, pesquisa, e serviço
comunitário. Incluídas na responsabilidade ao utilização dos recursos
disponíveis para alcançar os objectivos predeterminados e a consciência da
comunidade académica de tal maneira a não prejudicar as funções da universidade
e sociedade em geral. A nível dos programas de estudo, a responsabilidade cobre
o currículo e as suas inerentes actividades. Inicia-se com a formulação dos
objectivos ou visão-missão, particularmente os que pertencem aos perfis do
resultado, seguidos por toda uma descrição dos programas de estudo, incluindo os
conteúdos nacionais e locais do currículo, assim como a relação entre vários
grupos de cursos. 3.4. A acreditação O Órgão Nacional de Acreditação conduz a
acreditação da instituição de ensino superior, que particularmente se relaciona
com os programas da operação, permissão e supervisão. Portanto, um programa de
estudo não reconhecido deve, eventualmente, satisfazer os requisistos
predeterminados para ser acreditado/reconhecido antes de lhe ser dado a
portunidade para se desenvolver num determinado período de tempo. Se o programa
de estudo continuar a não ser acreditado/reconhecido, a sua licença pode ser
revogada. Por outras palavras, o programa de estudo deve ser encerrado e o mesmo
deixa então de existir. Pelo contrário, se esse programa de estudo for
acreditado/reconhecido, o mesmo tem o direito e o dever de empreender o contínuo
desenvolvimento. Existem apenas três opções para a universidade no que concerne
ao estado de acreditação/reconhecimento: A (acreditado/reconhecido) B
(probatório), C (chumbado/reprovado/não reconhecido). Em princípio, a
acreditação constitui uma parte da avaliação (avaliação externa). Neste caso,
não há diferença entre as universidades públicas e particulares. O resultado da
avaliação coloca um programa de estudo num nível de acreditação de A, B, ou C.
No futuro é possível que haverá uma outra forma de avaliação, por exemplo,
avaliacão de observação, particularmente no tocante ao nível da acreditação
universitária. Os requisitos da acreditação são claros, amplos e detalhados, e
tomam o formato da forma de acreditação (para os subgraduados), e portfólio para
(programas de graduados). Os requisitos são claros, amplos e detalhados, e os
ítens encontrados na forma da acreditação podem ser usados como base para o
desenvolvimento do Plano Estratégico.
Plano Estrategico da Universidade Nacional Timor Lorosa e
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DECENAL DA UNIVERSIDADE NACIONAL TIMOR LOROSA’E 2007 - 2017 DILI TIMOR-LESTE
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jmatuntl123 left a comment


a forma303247303243o de professores de cienciaa no timor -leste.
Disserta303247303243o do Pedro Soares. Universidade de Minho. 2007
02 / 11 / 2010 Reply
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