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concepto del coeficiente de

seguridad en las obras


de impermeabilización^
Carlos Safránez, Dr. Ingeniero

401-9

Sinopsis Se exponen los distintos factores que condicionan


la eficacia de una impermeabilización, que hay que
tener en cuenta y para la fijación de un coeficiente
de seguridad adecuado.
Para asegurar la eficacia de una impermeabilización
hay que contar con un coeficiente de seguridad ade- Además, se debe tener presente que ciertas circuns-
cuado, pero observamos que su concepto resulta tancias, como el emplazamiento de la obra, las condi-
poco definido, precisamente en las obras de imper ciones sociales de los usuarios de la obra imper-
meabilizaclón. meabilizada, etc., pueden hacer aconsejable elegir una
solución más segura que la mínima admisible por la
Al no ser factible aún expresar su coeficiente de se- Norma.
guridad en términos numéricos, por medio de un
cálculo, a pesar de los muy notables progresos Finalmente, se indica un procedimiento para compa-
realizados últimamente en este sentido para lograrlo, rar, por medio de un cálculo, el coeficiente de resis-
tenemos que conformarnos, para las obras de imper- tencia al envejecimiento y al desprendimiento de la
meabilización, con un coeficiente de seguridad com- masilla asfáltica de sellado, de distintos tipos de jun-
parativo. tas de contracción.

1. Introducción
Se observa en España, en los últimos años, observa con cierta frecuencia que las solu-
un esfuerzo serio para mejorar la calidad en ciones previstas no tienen la seguridad nece-
la Construcción, lo que lleva consigo también saria, lo que trae consigo la aparición de
poder contar con un coeficiente de seguri- defectos, algunas veces de consecuencias
dad adecuado en las obras de impermeabili- muy graves.
zación.
Por otro lado, ante la sensación de inseguri-
El coeficiente de seguridad, uno de los con- dad, al no pisar terreno firme y para no de-
ceptos fundamentales de la técnica, está de- pender del factor suerte, se tiende en algu-
finido, generalmente, para su empleo ade- nos casos a exagerar la seguridad de la im-
cuado, o sea, para ofrecer el margen de se- permeabilización, lo que produce gastos no
guridad que se pretende conseguir sin sobre- del todo justificados.
pasar las naturales limitaciones económicas.
La falta de claridad sobre el coeficiente de
seguridad en obras de impermeabilización se
En cambio, cuando se trata de obras de im- debe, sobre todo, al gran número de facto-
permeabilización y según lo demuestra la res que influyen sobre la eficacia de la imper-
experiencia, el concepto del coeficiente de meabilización, los cuales vamos a exponer en
seguridad carece de la claridad precisa, y se el transcurso de este trabajo.

* Conferencia pronunciada en el I Congreso Internacional de la Impermeabilización de Barcelona, mayo

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Informes de la Construcción, n.° 322

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c h é i t é s b i t u m i n e u s e s , sur le plan d e la p r a t i q u e » . s y s t è m e s sur d i f f é r e n t s m a t é r i a u x d ' i s o l a t i o n t h e r m i q u e s
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resume summary zusammenfassung


C O N C E P T D U C O E F F I C I E N T DE SE SAFETY COEFFICIENT CONCEPT IN BEGRIFF DES SICHERHEITSKOEFFI
C U R I T E D A N S LES T R A V A U X D ' I M - WATERPROOFING WORKS Z I E N T E N FUER ABDICHTUNGSAR
PERMEABILISATION C a r l o s S a f r á n e z , Dr. E n g i n e e r BEITEN
C a r l o s S a f r á n e z , Dr. i n g é n i e u r C a r l o s S a f r á n e z , Dr. I n g é n i e u r
To assure the efficiency of waterproofing, a
Pour assurer l'efficacité d'une Imperméabili- suitable safety coefficient should be counted Zur Gewahrleistung einer Abdichtung bedarf
sation, il faut avoir un coefficient de sécurité on, but we find this concept is not clearly es eines geeigneten Sicherheitskoeffizienten,
approprié, mais nous constatons que son defined precisely in the waterproofing works. doch stellen wir test, dass dessen Begriff
concept est peu défini justement dans les gerade fur Abdichtungsarbeiten wenig de-
travaux d'imperméablisation. Since it is not yet feasible to express the finiert ist.
safety coefficient in numerical terms, using a
Comme il n'est pas encore facile à exprimer, calculation method, in spite of the most no- Da es trotz der beachtlichen Fortschritte, die
par calcul, leur coefficient de sécurité en table progress recently made in this respect in letzter Zeit in dieser Hinsicht erzielt wurden,
termes numériques, malgré les progrès très to achieve this, we have to conform with a nicht moglich ist, den Sicherheitskoeffizienten
importants récemment faits dans ce sens, comparative safety coefficient, for waterproof- zahlenmassig zu berechnen, müssen wir uns
nous devons nous contenter, pour les travaux ing works. fur Abdichtungsarbeiten mit einem Vergleichs-
d'imperméabilisation, d'un coefficient de sé- sicherheitskoeffizienten begnügen.
curité comparatif. The various factors that condition the effi-
ciency of a waterproofing are described, and Es werden hier die verschiedenen Faktoren
On expose les différents facteurs condition which must be considered when fixing a sui- dargelegt, die die Wirksamkeit der Abdichtung
nant l'efficacité d'une imperméabilisation, table safety coefficient. bedingen und die fur die Festlegung eines
dont il faut tenir compte pour la fixation d'un geeigneten Sicherheitskoeffizienten zu be-
cofficient de sécurité approprié. It should moreover be remembered that cer- rucksichtigen sind.
tain circunstamces such as the location of the
En plus, il ne faut pas oublier le fait que cer- works, the social conditions of the water- Es ist ferner zu bedenken, dass es zufolge
taines circonstances, telles que l'emplacement proofed work users, etc., may make it advi- bestimmter Umstande, wie die Lage des Ob-
de l'ouvrage, les conditions sociales des sable to choose a safer solution than the jektes, die sozialen Verhaltnisse der Benützer
usagers de l'ouvrage imperméablisé, etc., minimum accepted by the Standard. des abgedichteten Bauwerkes, usw., ratsam
peuvent conseiller de choisir une solution erscheinen mag, eine sicherere Losung als
plus sûre que la solution minimale admissible Finally a procedure is given, through calcula- die von der Vorschrift festgelegte minimale
par la norme. tion, to compare the ageing and shedding re zu wahlen.
sistance coefficient of the asphalt sealer putty,
Finalement, on indique un procédé pour com- of different kinds of construction joints. Schliesslich wird noch ein Verfahren fur den
parer, par calcul, le coefficient de résistance rechnungsmassigen Vergleich des Alterungs-
au vieillissement et au décollement du mastic und Ablosungsfestigkeitskoeffizienten des
d'asphalte de scellement, de différents types Asphaltkittes bei verschiedenen Schrumpf-
de joints de contraction. dichtungsarten angegeben.

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Estos medios
pueden
ayudarle a construir viviendas
Dragados y Construcciones Ponemos al servicio del
ha utilizado eficazmente profesional de la edificación,
sus medios para la realización nuestros hombres, nuestra
de obras públicas. experiencia y nuestros medios.

Las viviendas Cuando promueva o


realizadas por Dragados proyecte viviendas, piense en
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2. definición del
coeficiente de
seguridad

El valor C del coeficiente de seguridad de


un elemento constructivo se define, normal-
mente, como la relación entre su resistencia
a la rotura /? y el esfuerzo máximo F al que
éste puede estar sometido en las circunstan-
cias más desfavorables posibles.

Si tenemos, por ejemplo, una R - 3.600


kp/cm^ y un F = 1.200 kp/cm^ obtenemos
como coeficiente de seguridad el valor de 3. definición del
coeficiente de
seguridad en las obras
C
3.600
3,0
de impermeabilización
1.200

Teniendo la absoluta seguridad de que en El coeficiente de seguridad está definido en


circunstancias reales el valor de /?i de la re- el apartado anterior en forma numérica basa-
sistencia real a la rotura no puede ser inferior da en un cálculo, y expresa la relación entre
a /?,/?! ^ /?, y que el valor de F^ del es- la resistencia y el esfuerzo a que está some-
fuerzo máximo real no puede ser superior tido un elemento constructivo determinado,
3 F, F-^ < F, podemos conformarnos con siendo condición indispensable el conoci-
un mínimo valor del coeficiente de seguridad miento de estos dos factores.
Ci, o sea, muy poco superior al valor de uno,
fijando el valor admisible de F^ algo inferior Tratándose de obras de impermeabilización
al valor de F. la situación es, desgraciadamente, bien dis-
tinta. Tenemos conocimiento de los estudios
Fijar el valor adecuado del coeficiente de se- que se están realizando desde hace varios
guridad es un asunto de gran responsabili- años, lo mismo en Alemania que en Francia,
dad. La industria aeronáutica, por ejemplo, con el fin de poder hacer un proyecto de
es sin duda una de las más avanzadas en lo impermeabilización con materiales bitumino-
referente a la investigación, control de la eje- sos, basándose en la resistencia y el compor-
cución y normas rigurosas del manteni- tamiento de éstos y en los esfuerzos a que
miento. Sin embargo, tenemos todos en la están sometidos.
memoria la gran conmoción que sufrió el
mundo civilizado al enterarse de que en En un trabajo colectivo de Braun-Metelmann-
EE.UU. de América un avión DC-10 se estre- Thun-Vordermeier^ publicado en el año 1976,
lló en circunstancias normales de vuelo de- se expone el procedimiento para el cálculo
bido a la rotura de uno de los tornillos que de impermeabilizaciones bituminosas (1). Con
sujetaban un motor de propulsión. La causa ocasión de las Jornadas Técnicas Internacio-
de este fallo se atribuyó a la fatiga del mate- nales de A.I.E., celebradas en Venecia en el
rial, lo que llama la atención sobre la im- año 1977, el Dr. Braun pronunció una confe-
portancia del factor tiempo en la apreciación rencia sobre el mismo tema (2).
del coeficiente de seguridad.
En otra conferencia, durante las mismas
Naturalmente, no vamos a equiparar la tras- Jornadas Técnicas, J . Y. Meynard expuso
cendencia del coeficiente de seguridad en la una teoría del trabajo elástico del revesti-
industria aeronáutica con el de la impermea- miento impermeable de una cubierta, dando
bilización de obras, pero nos parece impor- a conocer los resultados de los ensayos
tante tener el hecho presente, en la medida realizados en un laboratorio para determinar
correspondiente, al pasar a ocuparnos de la anchura admisible de una grieta en el so-
este último. porte base (3).

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Indudablemente se han conseguido resultados calidad de las láminas impermeabilizantes de
muy notables y prometedores para estable- acuerdo con la pendiente. Citamos a conti-
cer una base científica para el proyecto de nuación los siguientes ejemplos:
una impermeabilización bituminosa, pero es-
tos procedimientos no se han generalizado Para una pendiente entre el 1 y el 5 % se exi-
aún. Las Normas vigentes se basan en las gen una lámina tipo 18 y otra tipo 40; en
características mínimas exigibles de los mate- cambio, para una pendiente del O % hay que
riales y de las membranas impermeabilizantes, emplear dos láminas del tipo 18 y una del
cuya eficacia haya sido ampliamente compro- tipo 40.
bada por la experiencia en circunstancias de-
terminadas. Para una pendiente entre el 5 y el 15 % y un
tipo de membrana autoprotegida, hay que
Ante esta situación no podemos, naturalmen- emplear dos láminas tipo 40; en cambio,
te, obtener un coeficiente de seguridad en para una pendiente superior al 15 %, se debe
forma numérica, basado en un cálculo, te- emplear una del tipo 18 y otra del tipo 40.
niendo que conformarnos con un coeficiente
de seguridad relativo o comparativo, o sea, Otro ejemplo de la aplicación del coeficiente
comparando, para un caso determinado, la de seguridad comparativo nos ofrece la Nor-
eficacia de distintas soluciones. ma alemana referente a la impermeabilización
en presencia de agua a presión, aumentando
Pero es indudable que, en las mismas condi- el número de láminas impermeabilizantes de
ciones de la obra, al aumentar por ejemplo el acuerdo con la presión del agua. (DIN 4.031
número de láminas de una membrana imper- Impermeabilización en presencia de agua a
meabilizante, aumentamos también su segu- presión).
ridad y viceversa.
Uno de los objetivos fundamentales de la
Norma se manifiesta con toda claridad en los
Únicamente y tratándose de juntas de dila- citados ejemplos. Partiendo de soluciones
tación, tenemos conocimiento de la posibili- mínimas exigibles, de eficacia comprobada,
dad de comparar, por medio del cálculo, el hay que reforzarlas, o sea, aumentar su coe-
coeficiente de resistencia al envejecimiento ficiente de seguridad cuando las circunstan-
y al desprendimiento de la masilla asfáltica cias de la obra lo hacen aconsejable.
de sellado de distintos tipos de juntas. Volve-
remos sobre el particular en los apartados
14.1 y 14.2.

5. observaciones
4. coeficiente de preliminares
seguridad
comparativo Antes de proceder a exponer los factores
que condicionan el coeficiente de seguridad
en las obras de impermeabilización, nos pa-
rece conveniente hacer constar las siguientes
Una demostración clara del significado y de observaciones:
la aplicación del coeficiente de seguridad
comparativo nos ofrece, por ejemplo, la Nor- La impermeabilización no es un elemento
ma francesa al exponer la incidencia de la constructivo independiente, no es un para-
pendiente sobre el tipo de la membrana im- guas, sino que forma parte integrante del
permeabilizante (4). conjunto de la obra, dependiendo la eficacia
de la impermeabilización, de su protección,
Se sabe que entre dos cubiertas de idénticas del soporte base y, en general, de las carac-
características, con la única diferencia de la terísticas de la obra (5).
pendiente, la de mayor pendiente ofrece una
mayor seguridad contra las filtraciones, ya Al mismo tiempo existe una diferencia fun-
que favorece la evacuación de agua. La Nor- damental entre la obra de impermeabilización
ma refleja esta circunstancia rebajando o y la obra de albañilería. Mientras alguna
aumentando, en la composición de la mem- pequeña deficiencia en la albañilería, normal-
brana impermeabilizante, el número o la mente, no tiene gran importancia, un peque-

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ño defecto en la impermeabilización puede No nos vamos a ocupar de la impermeabili-
ser la causa para la inutilización de un de- zación integral de la masa del hormigón o del
pósito de agua, o hacer inservible un local, mortero por medio de un aditivo impermea-
ya que el agua acusa cualquier fallo. Por esta bilizante, ya que tiene características parti-
razón es preciso prestar una especial aten- culares, y hacemos referencia a la publica-
ción al coeficiente de seguridad en las obras ción del autor «Consideraciones sobre el
de impermeabilización, teniendo presente Hormigón Impermeable y el Aspecto de su
que los tipos de impermeabilización que fi- Garantía» (6).
guran en la Norma son siempre soluciones
mínimas admisibles. Suponiendo que el tipo previsto de la mem-
brana impermeabilizante es el adecuado, la
eficacia de la impermeabilización depende de
6. circunstancias que los cuatro siguientes factores:
condicionan el 1) Debida preparación del soporte base y
coeficiente de sus características.
2) Calidad de los materiales.
seguridad en una obra 3) Calidad de la ejecución.
de impermeabilización 4) Protección de la impermeabilización.

Estas circunstancias podemos clasificarlas en 7.1. soporte base


la forma siguiente:
Tratándose de hormigón como soporte base,
a) Las directamente relacionadas con la su acabado, a pesar de ser de fácil compro-
propia impermeabilización. bación, resulta deficiente en muchas ocasio-
b) Las relacionadas con las características nes, sea debido a una rugosidad excesiva,
de la obra a impermeabilizar. sea por permitir un embalsamiento de agua
c) Emplazamiento de la obra. en algunos sitios, etc., viéndose obligada a
d) Existencia de un seguro que garantice la transigir la empresa impermeabilizadora, para
eficacia de la impermeabilización. no enfrentarse con su cliente, la empresa
e) Condición social de los usuarios de la constructora.
obra impermeabilizada y el uso y man-
tenimiento de la misma. La falta de la resistencia mecánica del sopor-
te base es difícilmente detectable por el im-
A continuación nos ocuparemos detallada- permeabilizador y no debe ser, lógicamente,
mente de estas circunstancias. imputable a éste una responsabilidad al ob-
servarse alguna filtración debida a la citada
falta, pero, no obstante, le causa, por lo
menos, una situación embarazosa.
7. circunstancias Las características de las distintas clases del
relacionadas soporte base tienen mucha influencia sobre
la eficacia de la impermeabilización, y este
directamente con la hecho fue ampliamente expuesto en una
propia conferencia de P. Geisen con ocasión de las
citadas Jornadas Técnicas de A.I.E., en
impermeabilización Venecia (7).

Dada la importancia de este problema, en otra


Con el fin de no extendernos demasiado, va- conferencia trató M. Stam de la evolución y
mos a centrarnos sobre la impermeabiliza- problemática de la aplicación de la imper-
ción de superfice por medio de una membra- meabilización bituminosa sobre distintas cla-
na impermeabilizante, por representar ésta ses de aislamiento térmico, haciendo espe-
uno de los trabajos de impermeabilización cial referencia sobre la utilización de ciertos
más frecuentes, pero siendo válidas también productos sintéticos como aislamiento térmi-
las conclusiones que se sacan para otras co, y aprovechándolos como soporte base,
clases de impermeabilización, con las restric- lo que dio lugar a numerosas reclama-
ciones naturales. ciones (8).

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7.2. calidad de los materiales El no prestar la debida atención a ciertos de-
talles constructivos de la cubierta plana pue-
La empresa impermeabilizadora ha de confiar de provocar la aparición de grietas en la
que los materíales que lleguen a pie de obra misma y en las paredes de la última planta,
son de buena calidad, y que cumplan las afectando a su impermeabilidad, de acuerdo
exigencias de la Norma, ya que, generalmen- con lo expuesto por L. Logeais en su ex-
te, no se dispone de los medios necesarios tenso y bien documentado artículo publicado
para realizar la comprobación debida, salvo en la Revue Générale de l'Etenchéité (9).
una revisión ocular. Solamente en obras
excepcionales se realizan ciertos ensayos que Como director de la Cía. de Seguros Bureau
se consideran más significativos. Sécuritas, L. Logeais pudo examinar unos
tres mil expedientes de siniestros de su com-
pañía y de la Cía. de Seguros Socotec, re-
7.3. calidad de la ejecución sultando que casi dos tercios eran debidos
a algún defecto de la obra de hormigón ar-
Es decisivo para la eficacia de la impermeabi- mado en la última planta.
lización la calidad de la ejecución, o sea, el
reparto uniforme de los materiales, su colo- Para la fijación del coeficiente de segundad
cación, el solape y la unión de las distintas adecuado hay que tener presente también
piezas, el tratamiento adecuado de los pun- las condiciones de trabajo y las consecuencias
tos singulares, etc. de algún defecto de la impermeabilización.

En una obra con pocos operarios, lo que


ocurre muy frecuentemente, no hay posi- 8.1. condiciones de trabajo
bilidad de disponer de una vigilancia técnica
constante y hay que confiar en la seriedad En los sitios donde las condiciones de tra-
y capacidad profesional del operarío colo- bajo son especialmente difíciles, o cuyo ac-
cador. ceso requiere la instalación de costosos
medios auxiliares, lo que haría complicada
una eventual reparación, es recomendable
7.4. protección de la impermeabilización reforzar la impermeabilización.

La membrana impermeabilizante es suma-


mente vulnerable durante el proceso de la 8.2. consecuencias de algún defecto
ejecución y antes de ser debidamente prote- de la impermeabilización
gida al estar expuesta a un deteríoro causa-
do por un tráfico indebido u otras inciden- También se impone el refuerzo de la imper-
cias propias de una obra en ejecución. meabilización si se aprecian como muy gra-
ves los posibles daños que puede causar un
defecto en la misma, lo que puede ocurrír
8. circunstancias en una sala de espectáculos instalada en un
subterráneo, en unas instalaciones delicadas,
relacionadas con las o cuando se trata de objetos de un gran valor
artístico, etc., y hacemos referencia a la pu-
características de la blicación del autor «La Garantía en las Obras
obra a de Impermeabilización» (10).

impermeabilizar
9. emplazamiento
Se presupone que en el proyecto de la
impermeabilización fueron tomadas en cuen-
de la obra
ta las características de la obra, como por
ejemplo, las condiciones climatológicas, la Para la apreciación del coeficiente de segun-
presión de agua, etc. Ya nos hemos adelan- dad recomendable hay que tener en cuenta
tado en lo referente a la repercusión de la también el emplazamiento de la obra. Una
pendiente sobre el tipo de la membrana im- obra de fácil acceso situada en un lugar
permeabilizante, y también nos hemos ocu- céntrico se vigila, normalmente, con mayor
pado ya de la importancia del soporte base frecuencia que una obra apartada y de difícil
(ver apartados 4 y 7.1). acceso.

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En este último caso, el resultado de la im-
permeabilización depende en un mayor gra-
11. condición social de
do de la pericia y de la seriedad profesional los usuarios de la
del operario colocador, por lo que resulta re-
comendable compensar la deficiencia de la obra
vigilancia aumentando el coeficiente de se-
guridad.
impermeabilizada,
y el uso y
9.1 avenas
mantenimiento de la
misma
En una edificación apartada y aislada, habi-
tada solamente durante ciertas temporadas,
concurre además otra circunstancia desfa- Para poder cumplir con su cometido, el uso
vorable que conviene tener presente. de la obra impermeabilizada debe ser el pre-
visto, sus componentes debidamente mante-
Al ocurrir alguna avería en la impermeabiliza- nidos, los desperfectos subsanados, la eva-
ción, transcurre muchas veces un tiempo cuación de agua no obstaculizada y los
considerable hasta que el interesado queda desagües no obstruidos, criterio éste expues-
enterado del hecho, pudiendo producirse to, por ejemplo, en las Normas Tecnológi-
mientras tanto daños de consideración. cas (11).
El conseguir que se realice la reparación ne- Tratándose de usuarios pertenecientes a una
cesaria presenta también, casi siempre, se- clase social económicamente desahogada, al
rias dificultades, dado el emplazamiento de observarse algún defecto, se procura, nor-
la obra. malmente, remediarlo lo más rápidamente
posible, antes de que se produzcan mayores
Por cierto, nos encontramos también con al- daños y molestias.
guna frecuencia con el mismo problema en
los edificios destinados a escuelas y que Lamentablemente, éste no es el caso cuando
quedan deshabitados durante la época de los usuarios pertenecen a una clase social de
vacaciones. modestos medios económicos. Ante la falta
de recursos, se ven muchas veces imposibili-
tados de conseguir en un tiempo prudencial
las reparaciones necesarias, agravándose
mientras tanto los daños y molestias.

Por consiguiente, resulta aconsejable aumen-


10. seguro de la tar el coeficiente de seguridad de la imper-
impermeabilización meabilización, destinada a la vivienda mo-
desta.

El hecho de estar la obra acogida a un se-


guro que garantice la eficacia de la imper- 12. evolución de la
meabilización repercute favorablemente sobre
el coeficiente de seguridad, ya que presupo-
membrana
ne la conformidad de la compañía asegura- impermeabilizante
dora con el proyecto de la impermeabiliza-
ción y comprende la supervisión de su eje-
cución y la recepción de la obra acabada. Al analizar los procedimientos que se em-
plean para componer una membrana imper-
Significa además que el interesado puede meabilizante, se observa, en los últimos años,
contar con un responsable de solvencia para una tendencia a reducir el número de com-
hacer frente a una reclamación justificada. ponentes del llamado sistema «multicapa»
que figura en las distintas Normas, llegando
También, el mero hecho de disponer de una hasta proponer membranas impermeabilizan-
recepción de la obra por personal competen- tes a base de una sola capa, o sea, la «mo-
te, disminuye notablemente el riesgo de al- nocapa». Ante este hecho nos parece impor-
gún fallo. tante hacer una breve exposición recordato-

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ria de la evolución de la membrana imper- sadas excesivamente delgadas de cierto pro-
meabilizante. ducto químico sintético. No dudamos de las
cualidades excelentes del mismo, pero hay
Sabemos que en los comienzos de la técnica que tener presente que una obra no es un
moderna de la impermeabilización al presen- laboratorio, ni tampoco un taller. Efectiva-
tarse la necesidad de impermeabilizar, por mente, después de algún tiempo no se vuel-
ejemplo, una cubierta plana, se recurría al ve a hablar más de aquella solución.
procedimiento más sencillo y económico po-
sible, consistiendo en muchas ocasiones en Una lámina gruesa sí que tiene la resistencia
la simple aplicación de dos pasadas de una mecánica suficiente, pero, al exagerar su es-
pintura asfáltica. pesor, se dificulta su manejo y nos encontra-
mos con serios problemas para su debida
Al observar los fallos de esta clase de imper- unión, sobre todo en los sitios donde coin-
meabilización, se aumentaba el número de las ciden más de dos piezas.
capas y se empleaban materiales más idó-
neos, hasta llegar al procedimiento de mul-
ticapa. En lo que se refiere al modo de empleo de
materiales nuevos, hay que señalar la seria
El principio fundamental que caracteriza esta divergencia que existe entre los fabricantes
solución puede expresarse de la manera si- y los colocadores. En busca de competitivi-
guiente: dad, sobre todo para poder competir con
los productos tradicionales, el fabricante pro-
a) Disponer de un espesor suficiente para cura reducir al máximo los espesores y las
obtener la necesaria resistencia mecáni- anchuras de los solapes y, por supuesto, el
ca y contra el envejecimiento. número de los componentes de la membrana
b) Al contar con la posibilidad de algún impermeabilizante, llegando a considerar
fallo, lo mismo en el material que en la como suficiente el empleo de una sola lámi-
colocación, poder confiar que éstos no na, o sea, una membrana monocapa, basán-
coincidan en el mismo sitio. dose en la calidad de sus productos.
c) Simplificar en lo posible la ejecución de
los solapes, punto clave para la eficacia El colocador, por el contrario, consciente de
de la impermeabilización. su responsabilidad y conocedor de las condi-
ciones reales de la obra, aspira a poder con-
Un inconveniente de la membrana imper- tar con un coeficiente de seguridad lo más
meabilizante multicapa es el gran número amplio posible. Le parece precario depender
de sus componentes y, por consiguiente, el de la perfección de un solo elemento para
elevado coste de la mano de obra. garantizar la eficacia de una impermeabiliza-
ción.
Con el propósito de reducir el número de ca-
pas se procedió, por un lado, a aumentar el Al observarse algún defecto, se recurre siem-
espesor de las láminas impermeabilizantes, y, pre a la empresa colocadora, mientras que la
por otro lado, a emplear materiales nuevos, empresa suministradora suele rechazar cual-
en busca de la mejora de la calidad de la im- quier responsabilidad, atribuyendo el fallo a
permeabilización. una colocación defectuosa. Una vez coloca-
do, resulta muy difícil y costoso demostrar
Ante la tendencia de una reducción excesiva algún defecto del material, no siendo éste
del número de los componentes de la mem- muy pronunciado, sobre todo al no coincidir
brana impermeabilizante, es importante lla- la entrada de agua con la manifestación de la
mar la atención sobre el peligro que existe, al humedad, lo que ocurre, normalmente, al
no respetar los límites que nos marca la ex- emplear un sistema no adherido de imper-
periencia y que llevaron precisamente a la meabilización.
creación de la membrana multicapa.
Vista esta situación se facilitaría, seguramen-
Observamos que, en algunas ocasiones, ha- te, la introducción de nuevos productos si
ciendo caso omiso de la necesidad de un los fabricantes participaran conjuntamente
espesor suficiente, que proporcione la resis- con los colocadores en la garantía de su efi-
tencia mecánica necesaria, se dan a conocer cacia. Pero, hasta la fecha, no tenemos nin-
por parte de la Industria Química soluciones guna noticia de esta clase de colaboración,
para la impermeabilización de cubiertas, por limitándose los fabricantes a vender sus pro-
ejemplo, basadas en la aplicación de dos pa- ductos e inhibiéndose de sus resultados.

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Referente al empleo de la membrana imper-
meabilizante monocapa, y teniendo en cuen-
ta lo expuesto anteriormente, nos parecen
sumamente acertadas las aclaraciones que 13. reparaciones
hizo el Dr. Braun en contestación a una pre-
gunta, con ocasión de las Jornadas Técni- El hecho de que una obra impermeabilizada
cas de A.I.E. celebradas en Venecia en necesite una reparación total, o también de
1977(12). una parte significativa de la misma, hay que
interpretarlo como un toque de atención,
sugiriendo la pregunta ¿por qué ha fallado la
impermeabilización?
A pesar de ser también un fabricante, el
Dr. Braun declara que no se encuentra en
No hay que dejarse llevar a una explicación
absoluto a gusto ante el riesgo y la garantía
cómoda, atríbuyendo el fallo a una deficien-
que supone el que la seguridad de la imper-
cia de la ejecución o de los materíales. Esto
meabilización dependa de una sola capa.
es naturalmente posible pero, tratándose de
Está enterado, además, que lo mismo les
empresas acreditadas, resulta poco probable
ocurre a la mayoría de sus colegas de pro-
un fallo generalizado de esta clase.
fesión en Alemania.
Para enfocar debidamente una reparación, es
de suma importancia aclarar primero la causa
Prosigue manifestando el Dr. Braun que, o las causas del fallo, ya que muchas veces
aunque consciente de que el resultado de la suelen coincidir vanos factores para provo-
impermeabilzación depende de la perfección carlo. Nos hemos ocupado detalladamente
de cada una de las uniones de las distintas de las numerosas circunstancias que condi-
piezas, no pueden ni él ni su encargado es- cionan la eficacia de una impermeabilización,
tar siempre presentes para controlar su co- que pueden ser, aparte de las ya menciona-
rrecta ejecución. das, el tipo de la membrana impermeabilizan-
te, deficiencia del soporte base, característi-
cas de la estructura, etc.

Sabemos que se dispone de procedimientos Al persistir alguna duda sobre la causa del
para localizar, por ejemplo, unos poros en fallo y ante esta incógnita, es aconsejable
una lámina impermeabilizante, y controlar la aumentar el coeficiente de seguridad de la
ejecución de la unión entre las distintas pie- reparación. Esta medida resulta además re-
zas, pero, contando con el factor humano y comendable ante la comprensible existencia
las circunstancias imprevisibles, nos adherí- de cierta desconfianza debida precisamente
mos por completo al criterio del Dr. Braun al fallo ocurrído con el fin de evitar, en lo
referente al empleo de una membrana mo- posible, la necesidad de una nueva repa-
nocapa. ración.

En Francia, al estar generalizada la garantía


de la construcción, incluidas las obras de im-
permeabilización, por medio de una póliza
de seguro, son las compañías aseguradoras 14. juntas de
las que impiden, prácticamente y basándose
en su experiencia, el empleo de aquellos
contracción en obras
procedimientos que no les ofrecen las debi- hidráulicas
das condiciones de seguridad, no admitiendo
su seguro, por lo menos, en condiciones
normales. La resistencia al envejecimiento y al despren-
dimiento son dos de los distintos factores que
condicionan la eficacia de una junta de con-
Ya que estas compañías de seguro son, en tracción en obras hidráulicas, sellada por
última instancia, las que tienen que hacer medio de una masilla asfáltica. Ambas clases
frente a alguna reclamación, debe conside- de resistencia dependen, naturalmente, de
rarse, en casos dudosos, como muy valiosa las características de la masilla pero, al mis-
su apreciación de la segundad de un proyec- mo tiempo, también de las dimensiones de la
to de impermeabilización. junta.

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Junta tipo n.° 1, fig. 1, anchura 2 cm,
espesor de la masilla 10 cm:

V = 20; S, = 2; R,i = 20 : 2 lu

Junta tipo n.° 2, fig. 2 (sin la capa de


mortero de protección), anchuras 4 y 3 cm
respectivamente y espesor de la masilla
5 cm:
Partiendo de las características análogas de
4 + 3
la masilla de sellado, podemos establecer una X 5 = 17,5
V =
relación entre las dimensiones de la junta y
su resistencia al envejecimiento y al des-
prendimiento. Una vez conocida esta rela- S. = 4
ción para varios tipos de juntas, obtenemos R„2 = 17,5 : 4 = 4,4
su coeficiente de resistencia al envejecimien- R,i : R„2 = 10 : 4,4 = 2,3.
to y al desprendimiento, lo que nos propor-
ciona una medida para comparar su eficacia
ante ambos fenómenos.

14.1. coeficiente de resistencia al


envejecimiento

El envejecimiento es debido a la acción de


agentes atmosféricos, por lo que el envejeci-
miento de la masilla asfáltica empieza en la
zona de su contacto con aquéllos. Cuanto
más extensa es esta zona, más intenso resul-
ta el efecto del envejecimiento. Por otro lado,
la superficie envejecida actúa como una pan-
talla de protección, atenuando la acción de
los agentes atmosféricos; de esta forma, de-
bajo de la capa endurecida, la masilla conti-
núa en buen estado de conservación. Este
estado de cosas depende, naturalmente, del
espesor de la masilla y del tiempo de exposi- Fig. 1
ción al envejecimiento.

Por consiguiente, y partiendo de la misma


calidad del producto, los dos factores que
determinan la resistencia de la masilla al en-
vejecimiento son: su superficie de contac-
to S, y su volumen V. La relación entre estos
dos factores, volumen/superficie, o sea, V / S , ,
representa el valor R, del coeficiente de resis-
tencia al envejecimiento de la masilla de se-
llado, de una junta de contracción deter-
minada

R, = V / S .

Al mayor valor de R, corresponde una mayor


resistencia contra el envejecimiento y vi-
ceversa .

Vamos a comparar a continuación el valor


de R, de dos tipos de juntas de contracción: Fig. 2

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Es evidente que a pesar de emplear, prácti- La comparación de ambos coeficientes nos
camente, el mismo volumen de masilla, la demuestra la notable superioridad de la
junta tipo n.° 1 ofrece una resistencia al en- resistencia al desprendimiento de la junta
vejecimiento muy superior a la de la junta tipo n.° 1. Efectivamente, según lo demues-
tipo n.° 2; por esta razón se precisa para tra la experiencia, al emplear la junta tipo
esta última una capa de protección de mor- n.° 2, hay que contar con la posibilidad del
tero de acuerdo con la fig. 2. desprendimiento de la masilla de sellado, so-
bre todo con la temperatura ambiente eleva-
da por lo que, normalmente, ésta se protege
por medio de una capa de mortero de acuer-
14.2. coeficiente de resistencia ai do con la fig. 2.
desprendimiento
Interesa hacer constar que no es nuestra
intención formar un criterio sobre la conve-
Para que la junta cumpla con su cometido,
niencia del empleo de uno u otro tipo de
es indispensable que la masilla de sellado,
junta, ya que esto depende también de otros
de consistencia pastora, se mantenga en su
factores no tratados en este trabajo; preten-
sitio, que no se produzca un vaciado parcial
demos, solamente en plan de ejemplo, esta-
de la junta debido al escurrimiento o des-
blecer sus coeficientes de resistencia al en-
prendimiento de la masilla.
vejecimiento y al desprendimiento.

Esta se mantiene en su sitio debido a su


adherencia al perímetro de la junta, además
de su propia resistencia al escurrimiento.
15. conclusión
A una mayor superficie adherida de la masi- Es evidente que al depender la eficacia de una
lla, corresponde una mayor resistencia a su impermeabilización de un gran número de
desprendimiento, actuando como contrapar- factores, tenemos que contar también con
tida el peso propio de la misma. Contando muchas posibilidades de fallo de alguno de
con masillas con características análogas, y éstos, por lo que hay que evitar un coeficien-
para una temperatura ambiente determinada, te de seguridad demasiado ajustado.
la relación entre la superficie adherida S„ y
el peso de la masilla, resulta decisiva para No se trata de una postura alarmista, sino de
la apreciación de la resistencia al desprendi- una postura realista, la que adopta, precisa-
miento. Para mayor comodidad de cálculo, mente, la Norma al exigir las soluciones míni-
expresamos el peso de la masilla por su vo- mas admisibles que ofrecen un coeficiente
lumen V y obtenemos la siguiente definición de seguridad adecuado de acuerdo con las
del valor /?</ del coeficiente de resistencia al circunstancias reales de la obra, o sea, com-
desprendimiento. parando para un caso determinado la efica-
cia de distintas soluciones. Es indudable que,
R./ ^ S„/v en las mismas condiciones de la obra, al au-
mentar, por ejemplo, el número de las capas
Al mayor valor de /?,/, corresponde una ma- de una membrana impermeabilizante, au-
yor resistencia al desprendimiento, y vice- mentamos también su coeficiente de seguri-
versa. dad y viceversa, criterio éste que se expresa
en las Normas vigentes.
Vamos a comparar a continuación el valor de
R,i de los mismos tipos de juntas, cuyos va- Hemos visto que son numerosas las circuns-
lores de /?, hemos calculado anteriormente: tancias que influyen sobre la eficacia de la
impermeabilzación, y por consiguiente condi-
— Junta tipo n.° 1, fig. 1: cionan su coeficiente de seguridad.
V = 20
S,, = ^0 + ^0 + 2 = 22 También hemos expuesto ciertas circuns-
D,,i = 22 :20 = 1,10. tancias especiales que hacen aconsejable
buscar soluciones que ofrecen una seguridad
Junta tipo n.° 2, fig. 2 (sin la capa de superior a la mínima admitida por la Norma.
mortero de protección):
V = 17,5 Esperamos, con este trabajo, haber aportado
S. = 5 -h 5 -h 3 = 13 una contribución para aclarar el concepto de
R,2 = 13 : 17,5 = 0,74 coeficiente de seguridad en las obras de im-
R . i : R.2 - 1-10:0,74 = 1,5. permeabilización.

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