You are on page 1of 17

15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

0   mais    Próximo blog» Criar um blog   Login

Destinado ás pessoas que procura refletir sobre conhecimentos pedagogicos. As postagens serão feitas através de
pesquisas pela internet e livros que serão capazes de agusar o conhecimento dos visitantes e todas conterão referências
bibiograficas.

SEGUNDA­FEIRA, 28 DE JANEIRO DE 2013 SEGUIDORES

Participar deste site
AULA DE PORTUGUÊS Google Friend Connect

Ainda não há membros.
Seja o primeiro!

1. CURSO DE LINGUÍSTICA APLICADA À Já é um membro? Fazer login

INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS.
ARQUIVO DO BLOG
Janeiro (3)

1. 1­ Explanação sobre: procedimentos de QUEM SOU EU
pequeninos
leitura;Compreensão do texto;Relação entre Aparecida de Goiania, goiás, Brazil
textos;Coerência e coesão no processamento do Pedagoga que busca conhecimento e
atualidades
texto;Relação entre recursos expressivos e efeitos Visualizar meu perfil completo
de sentido;Variação linguística. Autor: Professor:
Antônio Fernandes Neto

2. PROCEDIMENTOS DE LEITURAO
procedimento de leitura consiste , a priori, em uma
análise atenta do que está sendo comunicado, pois
durante este processo ocorre o DIÁLOGO entre autor
e leitor. Nesse sentido o autor do texto parte do
pressuposto de que o leitor compartilha com ele,
autor, alguns conhecimentos que precisam ser
ativados: Professor: Antônio Fernandes Neto
3. Podemos dividir estes conhecimentos em três
etapas distintas:São os conhecimentos prévios:1.
Conhecimentos linguísticos: Estão no âmbito dos
conhecimentos gramaticais, suas regras,
conhecimentos relacionados à semântica e ao léxico
(significado das palavras);2. Conhecimento de
mundo: São nosso conhecimentos históricos, sociais,
http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 1/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

geográficos, econômicos, literários etc... Só devemos
aliar leitura, interpretação e conhecimento de mundo
se o texto assim solicitar, pois caso contrário
estaremos cometendo um erro fatal.Professor:
Antônio Fernandes Neto
4. Podemos dividir estes conhecimentos em três
etapas distintas:3. Conhecimentos contextuais: São
conhecimentos que nos permitem entender a situação
de produção a qual o texto está inserido: ( quem
escreveu? Quando? Onde? Para quem quem foi
feito? É sobre o quê? E para quem?Assim estamos
entendo o CONTEXTO.Professor: Antônio Fernandes
Neto
5. HIERARQUIA DE SENTIDOS DO TEXTO E
SITUAÇÃO COMUNICATIVA Devemos saber
associar TEXTO E CONTEXTO, pois as
circunstâncias em que um texto é produzido são
PRIMORDIAIS para sua Compreensão. No caso de
textos verbais, a eficácia comunicativa advém da
compreensão do significado das palavras no
texto.Professor: Antônio Fernandes Neto
6. PARA ENTENDERMOS ESTES SIGNIFICADOS,
VAMOS CONCEITUAR:DENOTAÇÃO: É a palavra
em seu sentido único, restrito. 1. Ex.: A cascável é
uma cobra venenosa.Aqui a palavra cobra foi usada
da forma que lhe é atribuída no léxico.CONOTAÇÃO:
É a palavra com sentido amplo, figurado. 2. Ex.:
Aquela mulher é uma cobra venenosa.Aqui a palavra
teve seu espectro de significaçãoAmpliado, pois já
não significa animal peçonhento, mas uma pessoa
falsa, em quem não podemos confiar, isto também é
SEMÂNTICA.Professor: Antônio Fernandes Neto
7. POLISSEMIA E AMBIGUIDADEA polissemia: é o
jogo de palavras, o duplo sentido.São as
possibilidades de várias Interpretações, levando­se
em consideração as situações de aplicabilidade em
seus contextos. Há uma infinidade de outros
exemplos em que podemos verificar a ocorrência da
polissemia, como por exemplo: Esta mulher é uma
tremenda gata. O gato do vizinho é peralta. Precisei
fazer um gato para que a energia voltasse. Professor:

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 2/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

Antônio Fernandes Neto
8. A AMBIGUIDADEÉ concebida a partir do jogo de
palavras / do duplo sentidoVEJAMOS: Em um
outdoor na saída de Florianópolis há a seguinte
mensagem de uma empresa de telecomunicações:“
AGORA VOCÊ SABE PORQUE TODO MUNDO
FALA BEM DE
FLORIANÓPOLIS”CONTEXTUALIZANDO: Aqui
percebemos claramente aambiguidade, a qual foi
concebida de forma inteligente, Pois FALAR BEM DE
FLORIPA, pode ser em virtude da cidade acolhedora,
bem como da ótima qualidade da empresa de
telecomunicações. Aqui nenhum dos significados é
mais importante do que oOutro, apenas mais
adequado ou propício a uma dada situação
comunicativa.Professor: Antônio Fernandes Neto
9. PRESSUPOSIÇÃO E INFERÊNCIAAqui
começamos a trilhar uma magnifíca estrada no
campoda interpretação textual. Agora será exigido de
você Competência, pois agora terá de ser capaz de
perceber nas entrelinhas do texto o que não está
escrito.ESSAS INFORMAÇÕES PODEM ESTAR
SOB FORMA DE PRESSUPOSTOS OU
INFERÊNCIAS.Professor: Antônio Fernandes Neto
10. Professor: Antônio Fernandes
NetoPRESSUPOSTOSPodemos definir como
PRESSUPOSTOS as ideiasapresentadas
implicitamente pelo texto, ou seja, são as ideias que
não estão escritas, mas podem ser verificadas por
certas palavras e expressões contidas no
texto.Exemplos:O concurseirodeixou de sair aos
sábados para estudar mais.(pressuposto: o
concurseiro saía todos os sábados.)O novo fiscal de
rendas continua estudando para concursos.
(pressuposto: o fiscal estudava antes de passar.)A
espera dos candidatos pelo gabarito oficial acabou.
(pressuposto: os candidatos estavam esperando o
resultado.)PODEMOS ENTENDER COMO IDEIAS
LÓGICAS
11. INFERÊNCIA1. Que é inferência ? Inferência é
a operação mental pela qual se extrai uma conclusão

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 3/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

(nova proposição) de uma ou mais proposições já
conhecidas. A inferência pode ser extraída também
de alguma sensação.O ato de realizar uma
INFERÊNCIA consiste em deduzirmos informações
implícitas do texto, possuem uma relação lógica
dentro do contexto, apesar de muitas vezes não
poderem ser provadas textualmente.Ex.: O chão está
molhado, logo...Ex.: José está preocupado, pois não
sabe como controlar as equipes durante a partida de
futebol.Se inferirmos que José é um técnico de
futebol, teremos Dificuldades em compreender
porque ele está preocupado, jáse inferirmos que ele é
um árbitro tudo poderá se tornarmais claro.Professor:
 Antônio Fernandes Neto

12. Interpretação de texto não verbalA linguagem
pode ser não verbal, ao contrário da verbal, não se
utiliza do vocábulo, das palavras para se comunicar.
O objetivo, neste caso, não é o de expor verbalmente
o que se quer dizer ou o que se está pensando, mas
se utilizar de outros meios comunicativos, como:
placas, figuras, gestos, objetos, cores, ou seja, dos
signos visuais.Um ponto importante a ser salientado é
o de que alguns textos literários (aqueles os quais a
forma de expressão do autor é, em grande parte,
mais valorizada que a informação a ser transmitida ao
seu leitor, como o poema abaixo:Anatomia do
monólogo:“ser ou não ser?Er ou não er? R ou não r?
Onã? Professor:
 Antônio Fernandes Neto

13. PONTO DE VISTA DO AUTOR E RECURSOS
DA ARGUMENTAÇÃOTodo texto produzido,
independentemente da forma como ele se apresenta,
deixa transparecer o ponto de vista da pessoa que o
produziu. Devemos entender que todo texto, por mais
informativo que seja, não é neutro. Todo texto é
usado ao favor das ideologias, das verdades, dos
juízos de valor. Ou seja, em todo e qualquer discurso
subjaz uma IDEOLOGIA.O produtor do texto pode
deixar estes aspectos de forma EXPLÍCITA, quando é

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 4/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

claro em seus posicionamentos, ou de forma
IMPLÍCITA, quando usa de processos inferenciais a
fim de que o leitor perceba a sua intenção.
14. RELAÇÃO ENTRE TEXTOSA
INTERTEXTUALIDADE.A INTERTEXTUALIDADE
consiste no conjunto de citações que um texto faz a
outros textos já produzidos antes dele. É preciso
entender aqui o texto em sentido amplo ( verbal, não
verbal, oral, enfim toda forma de comunicação entre
um emissor e um receptor), para dizer que a
INTERTEXTUALIDADE parte de um conhecimento de
Mundo prévio, partilhado pelo emissor e
receptor.Professor: Antônio Fernandes Neto
15. EXEMPLOS 1Texto Original – Canção do
ExílioMinha terra tem palmeirasOnde canta o
sabiá,As aves que aqui gorjeiamNão gorjeiam como
lá.[...]Gonçalves DiasINTERTEXTUALIDADEMeus
olhos brasileiros se fecham saudososMinha boca
procura a ‘Canção do Exílio’.Como era mesmo a
‘Canção do Exílio’?Eu tão esquecido de minha terra…
Ai terra que tem palmeirasOnde canta o sabiá!
[...]Carlos Drummond de AndradeAQUI A
INTERTEXTUALIDADE ESTÁ CLARA
16. EXEMPLOS 2POEMA DE SETE
FACESQuando nasci, um anjo tortodesses que vivem
na sombradisse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.As
casas espiam os homensque correm atrás de
mulheres.A tarde talvez fosse azul,não houvesse
tantos desejos.O bonde passa cheio de
pernas:pernas brancas pretas amarelas.Para que
tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.Porém
meus olhosnão perguntam nada.O homem atrás do
bigodeé serio, simples e forte.Quase não
conversa.Tem poucos, raros amigoso homem atrás
dos óculos e do bigode.Meu Deus, por que me
abandonastese sabias que eu não era Deusse sabias
que eu era fraco.Mundo mundo vasto mundo,se eu
me chamasse Raimundoseria uma rima, não seria
uma solução.Mundo mundo vasto mundo,mais vasto
é meu coração.Eu não devia te dizermas essa luamas
esse conhaquebotam a gente comovido como o

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 5/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

diabo.AQUI A INTERTEXTUALIDADE É FEITA COM
A FALA DE JESUS NO MOMENTO DA
CRUCIFICAÇÃO, DEPENDE DE PRÉVIO
CONHECIMENTO.Professor: Antônio Fernandes
Neto
17. DIFERENTES FORMAS DE ABORDAR UMA
INFORMAÇÃOA língua dispõe de vários mecanismos
linguísticos que permitem à redação de uma mesma
mensagem de formas diferentes, tomando­se por
base um texto matriz. Ao utilizar desses recursos,
dando nova redação às mensagens, você estará
fazendo uso de PARÁFRASE.Parafrasear consiste
em transcrever, com novas palavras as ideias de um
texto, ou seja, você reescreve o texto com outras
palavras, porém mantendo a essência inicial do
mesmo. Neste caso convém antenar para a não
ocorrência de extrapolção, redução nem
contradição.Existem vários caminhos para elaborar
uma PARÁFRASE. Professor: Antônio Fernandes
Neto
18. EXEMPLOS 1 DE PARÁFRASESubstituição
vocabular: 1 A regra mais importante na vida é ser
feliz. 2 A regra principal na vida é ser feliz.b) Inversão
gramatical (deslocamentos): 1. A regra mais
importante na vida é ser feliz.2. Na vida, a regra mais
importante é ser feliz.Professor: Antônio Fernandes
Neto
19. Qualidades e vícios de linguagemUm texto bem
redigido deve ter algumas qualidades. CLAREZA X
OBSCURIDADECLAREZA: É a qualidade que faz um
texto ser facilmente entendido. OBSCURIDADE é o
seu Contrário.Ex.: “ O menino e seu pai foram
hospedados em hoteisDiferentes o que o fez ficar
triste.”ANÁLISE: * A leitura se torna ambígua em
virtude do mal uso do pronome obliquo “o”.
Colocando o “o” pron. Obliquo no plural, caberia
pluralizar “ficar triste”. *Este erro faz o enunciado ficar
obscuro, pois não sabemos quem
ficouTriste.Professor: Antônio Fernandes Neto
20. Outros exemplosPLEONASMO Repetição
desnecessária de uma expressão.­ Criar novos… ­

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 6/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

Hemorragia de sangue­ Subir para cima­ Panorama
geral­ Antecipar para antesSOLECISMO É o desvio
em relação à sintaxe. Pode ser:De concordância ­
Haviam pessoas. (o certo seria havia)­ Fazem dois
meses. (o certo seria faz)­ Faltou muitos alunos. (o
certo seria faltaram)De regência­ Obedeça o chefe. (o
certo seria ao chefe)­ Assisti o filme. (o certo seria ao
filme)De colocação ­ Tinha ausentado­me.­ Não
espere­me.CACOFONIA É o som desagradável,
obsceno.­ Hilca ganhou.­ Vou­me já.­ Ele marca gol.­
Boca dela.ECO Repetição desagradável de
terminações iguais.­ Vicente já não sente dores de
dente tão freqüentemente como antigamente quando
estava no Oriente.OBS: O eco na prosa é
considerado um vício, um defeito. Já na poesia é o
fundamento da rima.COLISÃO Aproximação de sons
consonantais idênticos ou semelhantes.­ Sua saia
saiu suja da máquina.Professor: Antônio Fernandes
Neto
21. Recursos expressivos e efeitos de
sentidoConsistem na forma como a mensagem é
repassada aos leitores, ouvintes. Isto ocorre de
maneira diferenciada, pois oobjetivo é deixar a
mensagem mais atrativa ou mais sugestivaao leitor,
quando o texto faz uso destes recursos podemos
afirmar que ocorreu a função poética da linguagem. O
leitor Atento nunca fará leitura literal de certos
enunciados, pois os Mesmos podem vir carregados
de conotações, ironias, figuras deLinguagem usadas
de forma intencional.Ex. Um outdoor de um grande
hipermercado apareceu a seguinte frase: “Cobrimos
qualquer oferta de nosso caro concorrente”Uma
leitura mais ingênua poderia nos fazer crer que o
publicitário deseja atribuir uma linguagem amistosa e
cortês ao concorrente, porque caro pode ser: querido,
mas se pensarmos um pouco perceberemos que a
palavracaro aqui significa aquele que pratica altos
preços.Professor: Antônio Fernandes Neto
22. VARIAÇÃO LINGUÍSTICA LINGUAGEM
FORMAL E INFORMALEm todas as línguas
existentes é, possível percebemos variações que
estão associadas principalmente a fatores históricos,
http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 7/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

sociais, regionais, etários e, até, individuais
dependendo da situação vivida pelo falante. A esse
fenômeno dá­se o nome de VARIAÇÃO
LINGUÍSTICA.LINGUAGEM FORMAL E
INFORMAL:FORMAL OU CULTA: É a linguagem
usada em situações cerimoniosas, quando oral e
criteriosa com regras gramaticais quando
escrita.INFORMAL OU COLOQUIAL:É a linguagem
usada no cotidiano, em Situações comuns, sendo
marcada por presença de gírias, marcas deOralidade,
seu objetivo maior é o ATO COMUNICATIVO
RÁPIDO E EFICAZ.Professor: Antônio Fernandes
Neto

Postado por pequeninos às 11:24  Nenhum comentário: 

Recomende isto no Google

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DO CONCURSO DE 2010.

 
 
 
 
 

PREFEITURA DE GOIÂNIA
 
 

SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS
 
COMISSÃO DE CONCURSO PÚBLICO

Rua 16 esq. c/ Rua 12 n°. 97, Ed. CAPEMI – 1° andar, Centro. Goiânia­GO – CEP: 74015.020 – Fone: 3524­2535

CONCURSO PÚBLICO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ­ SME

EDITAL Nº. 002/2010

ANEXO IV

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

I ­ PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO II – PEDAGOGIA

LÍNGUA PORTUGUESA
 

1.

Interpretação textual: hierarquia dos sentidos do texto, situação comunicativa, pressuposição, inferência,

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 8/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

ambiguidade, ironia, figurativização, polissemia, intertextualidade, linguagem não­verbal.

2.

Modos de organização do texto: descrição, narração, exposição, argumentação, diálogo e esquemas retóricos

(enumeração de ideias, relações de causa e consequência etc.).

3.

Estrutura textual: progressão temática, parágrafo, período, oração, pontuação, tipos de discurso, coesão

lexical e conexão sintática.

4.

Gêneros textuais públicos, técnicos e oficiais: editorial, notícia, reportagem, resenha, crônica, carta, artigo de

opinião, relatório, parecer, ofício etc.

5.

Estilo e registro: variedades linguísticas, formalidade e informalidade, formas de tratamento, propriedade

lexical, adequação comunicativa.

6.

Língua padrão: ortografia, regência, concordância nominal e verbal, flexão verbal e nominal.

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS:

BECHARA, E.

Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 1999.

MAINGUENEAU, Dominique.

Análise de Textos de Comunicação. São Paulo: Cortez, 2001.

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 9/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

FÁVERO, Leonor Lopes.

Coesão e coerência textuais. São Paulo: Ática, 2000.

PLATÃO & FIORIN.

Lições de texto: leitura e redação. 5 ed. São Paulo: Ática, 2006.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS NA ÁREA DE ATUAÇÃO

1. EDUCAÇÃO E CONTEXTO SOCIAL: ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA/LEGISLAÇÃO

EDUCACIONAL/POLÍTICAS EDUCACIONAIS

1. A relação sociedade, teorias pedagógicas e políticas educacionais no Brasil.

1.2. Bases legais que norteiam a educação brasileira

1.3. A organização e a estrutura dos sistemas de ensino no Brasil

1.4. Educação infantil, educação para os anos iniciais do ensino fundamental, educação de adolescentes, Jovens

e adultos, educação para a diversidade

2. A FORMAÇÃO DE PROFESSORES

2.1. As perspectivas de formação docente

2.2. Formação inicial e formação continuada

2.3. Saberes especializados da docência

2.4. A pesquisa na formação e na prática dos professores

2.5. Dimensão ética da profissão docente

2.6. Identidade e profissionalização

3. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA ESCOLA

3.1. Planejamento educacional

3.2. Parâmetros curriculares nacionais

3.3. Projeto político pedagógico

3.4. Projetos de ensino e de aprendizagem

3.5. Plano de aula

4. AVALIAÇÃO EDUCACIONAL

4.1. A avaliação como parte integrante do processo de ensino­aprendizagem: os sujeitos e os objetos de

avaliação

4.2. Concepções de avaliação da aprendizagem e práticas avaliativas

4.3. Processos e instrumentos de avaliação

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 10/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

5 . O DESAFIO DE SABER ENSINAR

5.1. As tecnologias da comunicação e informação nas práticas educativas

5.2. Disciplina, indisciplina e motivação da aprendizagem

PREFEITURA DE GOIÂNIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS

COMISSÃO DE CONCURSO PÚBLICO

Rua 16 esq. c/ Rua 12 n°. 97, Ed. CAPEMI – 1° andar, Centro. Goiânia­GO – CEP: 74015.020 – Fone: 3524­2535

5.3. Interdisciplinaridade e transversalidade

5.4. Aprender: compreender ou memorizar?

5.5. Inclusão Educacional

SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS

ANDRÉ, Marli (org).

O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas, SP,

Papirus,2001.

AQUINO, Júlio Groppa.

Indisciplina: o contraponto das escolas democráticas. São Paulo : Moderna, 2003.

ARROYO, Miguel Gonzáles.

Oficio de Mestre: imagens e auto­imagens. Petrópolis: Vozes, 2000.

BRASIL. Ministério da Educação.

Decreto nº 6.571 de 17 de setembro de 2008. Dispõe sobre o atendimento

educacional especializado.

BRASIL. Ministério da Educação.

Lei n. 9394/96 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 11/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

da Educação Nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 23 dez.1996. Disponível

em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>.

BRASIL. Ministério da Educação.

Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança

de seis anos de idade.

Organização: Jeanete Beauchamp, Sandra Denise Pagel, Aricélia Ribeiro do

Nascimento. Brasília: FNDE, Estação Gráfica, 2006.

BRASIL. Ministério da Educação.

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação

Inclusiva (2008).

Disponível em: <http://www.mec.gov.br/seesp>.

BRASIL. Ministério da Educação.

Resolução CNE/CEB Nº 01/2000. Estabelece Diretrizes Curriculares

Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Disponível em:

<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12816&Itemid=866>.

CATANI, Denice Barbara;GALLEGO, Rita de Cassia.

Avaliação. São Paulo:Editora UNES,2009.

DALMÁS, Ângelo.

Planejamento participativo na escola: elaboração, acompanhamento e avaliação.

Petrópolis, RJ: Vozes, 6ª ed. 1998.

Educação & Sociedade: revista quadrimestral de ciências da educação.

Dossiê Políticas Curriculares e

Decisões Epistemológicas

. Centro de estudos Educação e Sociedade. Campinas, ano XXI, n.73, dez. 2000.

Educação & Sociedade: revista quadrimestral de ciências da educação.

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 12/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

Formação de profissionais da

educação, políticas e tendências.

Centro de estudos educação e sociedade. Campinas, ano XX, n.68.

Especial, dez.1999.

GADOTTI, Moacir; ROMÃO, José E.

Autonomia da Escola: princípios e propostas. São Paulo: Cortez: Instituto

Paulo Freire, 2004.

GALVÃO, Izabel; Henri Wallon:

Uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Petrópolis, 1995.

(Educação e Conhecimento).

GERALDI, Corinta Maria Grisolia;FIORENTINI, Dario; PEREIRA, Elisabete Monteiro de A.

Cartografias do

trabalho docente:professor (a )pesquisador (a).

Campinas, SP, Mercado das Letras,1998.

GOIÁS.

Resolução CEE/GO Nº 194 de 19 de agosto de 2005. Estabelece diretrizes para avaliação escolar e

aprovação do projeto político pedagógico. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007­

2010/2008/Decreto/D6571.htm>.

FREIRE, Paulo.

Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,

1996.

GÓMEZ, Pérez

. A função e a formação do professor no ensino para a compreensão: diferentes perspectivas. In:

SACRISTAN, Gimeno e GÓMEZ, Pérez.

Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: Artmed, 1998

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 13/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

GUIMARÃES, Ana Archangelo.

O coordenador pedagógico e a educação continuada. São Paulo: Loyola,

1998.

HADJI, Carles,

Avaliação desmistificada. Trad. Patrícia C. Ramos, Porto Alegre ARTMED Editora, 2001.

INTER­AÇÃO. Revista da Faculdade de Educação da UFG,

Dossiê infância. Goiânia: Editora da UFG, v.33, n.2,

jul./dez.2008.

HOFFMANN, Jussara. Pontos e contrapontos: do pensar ao agir em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 1998.

INTER­AÇÃO. Revista da Faculdade de Educação da UFG,

Dossiê educação inclusiva. Goiânia: Editora da

UFG, v.31, n.2, jul./dez.2006.

KRAMER, Sonia; LEITE, Maria Isabel (orgs).

Infância: fios e desafios da pesquisa. Campinas, SP: Papirus,

1996.

LIBÂNEO, J. C.; OLIVEIRA, J. F.; TOSCHI, M. S.

Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São

Paulo: Cortez, 2003.

PREFEITURA DE GOIÂNIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS

COMISSÃO DE CONCURSO PÚBLICO

Rua 16 esq. c/ Rua 12 n°. 97, Ed. CAPEMI – 1° andar, Centro. Goiânia­GO – CEP: 74015.020 – Fone: 3524­2535

LIBÂNEO, J. C.

Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 1998.

LIMA, L.

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 14/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES
A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez, 2001.

LISITA, Verbena Moreira; SOUSA Luciana Freire (org.)

Políticas Educacionais, práticas escolares e

alternativas de inclusão escolar.

Rio de janeiro: DP&A, 2003.

LÜCK, Heloisa.

A gestão participativa na escola. Petrópolis: Vozes, 2008. (Série Cadernos de Gestão, 3)

MACHADO, Maria Lúcia (org.)

Encontros e Desencontros em Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 2002.

MANTOAN, M. T. E.; PRIETO, R.G.; ARANTES, V.A. (Org).

Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São

Paulo: Summus, 2006.

MOYSÉS, Lúcia Maria.

O desafio de saber ensinar. Campinas, SP: Papirus, 1995.

MARTINS, Pura Lúcia Oliver.

A Didática e as contradições da prática. Campinas, SP: Papirus, 1988.

MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti, et al.

Escola e aprendizagem da docência: processos de Investigação e

formação. São Carlos : EdUFSCar, 2002.

NÓVOA, Antonio.(org).

Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.

OLIVEIRA, Inês B. e PAIVA, Jane.

Educação de Jovens e Adultos. Petrópolis, RJ: DP et. Alii, 2009.

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 15/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES
PARO, Vitor Henrique.

Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Editora Ática, 1997.

PONTUSCHKA, Nídia Nacib (org.)

Ousadia no diálogo: interdisciplinaridade na escola pública. São Paulo :

Loyola, 2001.

REALI, Aline Maria de Medeiros Rodrigues; MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti (orgs.).

Formação de

professores, práticas pedagógicas e escola.

São Carlos : EdUFSCar, 2002.

REGO, Teresa Cristina.

Vygotsky: uma perspectiva histórico cultural da educação. Petrópolis: Vozes, 2007.

RIOS, Terezinha Azeredo Rios.

Ética e Competência. São Paulo, Cortez, 2005.

_______ .

Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. São Paulo: Cortez, 2001

SAVIANI, Dermeval.

Escola e Democracia. Campinas: Autores Associados, 2006.

ROSA, Dalva E. Gonçalves, SOUZA.Vanilton Camilo (org.).

Políticas organizativas e curriculares, educação

inclusiva e formação de professores.

Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

SCHIMIDT, Saraí.

A educação em tempos de globalização. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 16/17
15/04/2016 ESTUDOS PEDAGOGICOS ­ ATUALIDADES

STAINBACK, Susan e STAINBACK, Willian.

Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 1999.

VASCONCELLOS, Celso dos S.

Coordenação do Trabalho Pedagógico: do projeto político­pedagógico ao

cotidiano da sala de aula. 5ª ed. São Paulo: Libertad Editora, 2004.

VASCONCELLOS, Celso dos Santos.

Planejamento: projeto de ensino­aprendizagem e projeto políticopedagógico.

São Paulo: Libertad, 2006.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro, et. Al.

Licenciatura em Pedagogia. Campinas, SP, Papirus, 1997.

VEIGA, I. P. A. (Org.).

Projeto Político Pedagógico da Escola: uma construção possível. 12ª ed. Campinas:

Papirus, 1995.

 
 

Postado por pequeninos às 07:58  Nenhum comentário: 

Recomende isto no Google

Página inicial Postagens mais antigas

Assinar: Postagens (Atom)

Modelo Picture Window. Tecnologia do Blogger.

http://pedagogiaconhecimentoatualidades.blogspot.com.br/ 17/17