You are on page 1of 6

REFERÊNCIAS

A economia cristã dos senhores no governo dos escravos (1700). São Paulo: Grijalbo, 1977.
(Estudos preliminares de Pedro de Alcântara Figueira e Claudinei M.M. Mendes).
ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O Trato dos Viventes: Formação do Brasil no Atlântico
Sul. 2000.
ASSIS, Angelo. Macabeias da Colônia. São Paulo: Alameda, 2012. MARCOCCI, Giuseppe
& PAIVA, José Pedro. História da Inquisição portuguesa. Lisboa: círculo de Leitores, 2013. É
UMA ÚNICA REFERENCIA?
BANDEIRA, Élcia, ARAGÃO, Luiz e RIBEIRO, Mário. O cotidiano brasileiro do século
XIX através das imagens de Rugendas. - ANPUH – Associação Nacional de História /
Núcleo Regional de Pernambuco: Memórias & História. V Encontro Nordestino de História,
V Encontro de História, Recife, UEFP – 2004.
BARROS, José D’ Assunção. O campo da história: especialidades e abordagens. 5. Ed –
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. OK
BELLINI, Ligia. Por amor e por interesse: a relação senhor-escravo em cartas de alforria. –
Escravidão e invenção da liberdade: estudos sobre o negro no Brasil. – REIS, João José. Org.
Editora brasileira, 1988, Em Co-Edição com o CNPQ: Conselho nacional de
desenvolvimento.
BELLINI, Ligia. A coisa obscura: Mulher, Sodomia e Inquisição no Brasil Colonial. São
Paulo: Editora Brasiliense, 1989. OK
BETHENCOURT, Franncisco. História das Inquisições : Portugal, Espanha e Itália –
Séculos XV-XIX. São Paulo : Companhia das letras, 2000, 148 p. OK

BLUTEAU, Rafael. Vocabulário português e latino, tomo III, p. 224-225.


FALTA Marc Bloch
CALAINHO, Daniela Bueno. Agentes da Fé: familiares da Inquisição portuguesa no Brasil
Colonial / Daniela Bueno Calainho. – Bauru, SP: Edusc, 2006, 204 p. OK
Casas da Ponte e dos Marquezes de Niza Mestre de campo Antonio Guedes de Brito: Casa da
Ponte P 197, 198 e 199. ATÉ ONDE É O TITULO DA PUBLICAÇÃO?
CERTEAU, Michel De. A escrita da história. Tradução de Maria de Lourdes Menezes;
revisão técnica de Arno Vogel. – 2. Ed.- Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2002.
ELIAS, Rodrigo; RAMOS, Geferson. A máquina da fé. Pesquisa e texto de Rodrigo Elias e
Geferson Ramos. Inquisição à brasileira. Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 7,
nº 73, Outubro 2011.
FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patrono político brasileiro. 20ed., São
Paulo: Globo, 1989.
FILHO, Luiz Viana. O negro na Bahia. Livraria José Olympio. Ed. São Paulo, Capítulo I e
II. OK
FONSECA, Jorge. 1946 – Escravos e senhores na Lisboa quinhentista. – (Extra – coleção)
ISBN – 978 – 989 – 689 – 041 – 4 CDU 94 (469.411) “15”. 326. 316?
1
FONTELLA, Leandro Goya; FARINATTI, Luís Augusto Ebling. Acomodação, negação e
adaptação: debate historiográfico entre Gilberto Freyre, Jacob Gorender e a historiografia do
escravo real (historiografia da escravidão no Brasil). Disc. Scientia. Série: Ciências Humanas,
S. Maria, v. 9, n. 1, p. 121-140, 2008.
FOUCAULT, Michel 1926-1984. História da Sexualidade, 3: o cuidado de si. Tradução de
Maria Tereza da Costa Albuquerque: revisão técnica de José Augusto Guilhon Albuquerque.
Rio de Janeiro: Edições Graal, 1985.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir. Leya, 2014. ACREDITO QUE FALTAM
INFORMAÕES, COMO EDITORA E EDIÇÃO.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala: formação da família brasileira sob o regime de
economia patriarcal / Gilberto Freyre. – Recife: Campanhia editora de Pernambuco (CEPE),
1970.

FALTA Gladstone

GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido


pela Inquisição. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. OK
GINZBURG, Carlos. Mitos, Emblemas e sinais: morfologia e história. Tradução: Federico
Carotti. São Paulo: Companhia das letras, 1989.
GOMES, Fábio da Silva. O escravo sodomita na colônia. Khóra, revista transdisciplinar, V.
2, N. 2, maio 2015 ISSN: 2358-9159. OK
Jacob Gorender 1991
HERNANDEZ, Leila M.G. A África na Sala de Aula: Visita à história contemporânea. 2.
Ed. Ver. São Paulo: Selo Negro, 2008.
FALTA Eric Hobsbawn
JESUS, Priscila Natividade de. Escravidão, Feitiçaria e Inquisição Portuguesa na Bahia
Colonial (1730-1756). Santo Antônio de Jesus/BA, Dissertação (Mestrado) Universidade do
Estado da Bahia/Campus V, 131p., 2015. OK
LAPA, Jose Roberto do Amaral. A visitação do Santo Oficio à Bahia em 1618.

MARCOCCI, GIUSEPPE; PAIVA, JOSÉ PEDRO. História da Inquisição Portuguesa


1536-1821. Lisboa: Esfera dos Livros, 2013, 607 páginas. FALTAM OS SOBRENOMES
DOS PESQUISADORES OK
Falta Richard Miskolci
MORAES, de Douglas Batista. A Igreja: o "baptismo", o casamento e a angústia do
confessionário. Meme revista de humanidade / Dossiê Cultura e Sociedade na América
Portuguesa Colonial, v.5, n. 12, out./nov.2004.
MOTT, Luiz. Dicionário Biográfico dos Homossexuais da Bahia (Século XVI-XIX),
Salvador, Editora Grupo Gay da Bahia, 1990.
MOTT, Luiz. Escravidão, homossexualidade e demonologia. São Paulo: Ícone 1988.

2
MOTT, Luiz. Por que os homossexuais são os mais odiados dentre todas as minorias?
FALTA EDITORA, ANO MOTT, 1986 SERÁ ESSE?
MOTT, Luiz. Sodomia na Bahia: O amor que não ousava dizer o nome 2002. Iquine: Revista
Cultural – N.O - O grito!
MOTT, Luiz. Bahia: inquisição & sociedade. Salvador: EDUFBA, 2010.294 p.: il.
MOTT, Luiz. Moralidade e sexualidade no Brasil colonial e na atualidade: Relações raciais
entre homossexuais no Brasil colonial. Revista de Antropologia: São Paulo, USP, 1992, v.
35, p. 169-190.
MOTT, Luiz. O sexo proibido: escravos, gays e virgens nas garras da Inquisição. Campinas,
SP: Papirus, 1988.
MOTT, Luiz. Raízes históricas da homossexualidade no atlântico lusófono negro.
Conferência “The Lusophone black Atlantic in a comparative perspective”, 10-11 March
2005, Centre for the Study of Brazilian Culture and Society, King’s College, London.
MOTT, Luiz. Sodomia na Bahia: o amor que não ousava dizer o nome. Revista Inquice.
Disponível em: <http://www.inquice.ufba.br/00mott.html> Acesso colocar data
MUNIZ, Pollyanna Gouveia Mendonça; MATTOS, Yllan de Oliveira - Vigiar a ortodoxia:
limites e complementariedades entre a Justiça Eclesiástica e a Inquisição na América
Portuguesa. Revista de História (USP), v. 171, p. 287-316, 2014. OK

NOVINSKY, Anita Waingort. A Inquisição. Ed. Brasiliense. SP.1982. OK


O etíope registrado, empenhado, sustentado, corrigido, instruído, libertado: discurso
teológico-jurídico sobre a libertação dos escravos no Brasil. (1758). Petrópolis: vozes / São
Paulo: CEHILA, 1992. (Introd. E notas de Paulo Suess). O povo bahiense e seus afazeres no
século XVIII. V Congresso de História da Bahia – Anais. AQUI AINDA É NOVINSKY?
OLIVEIRA, de Diovana Ferreira. Desmundo: o cotidiano no Brasil colonial. Uma análise
cinematográfico. Anais do II encontro Internacional de História colonial. Mneme - Revista
de humanidade. UFRN. Caicó (RN), v. 9.n. 24, Set/out. 2008. ISSN 1518-3394.
FALTA José Pedro Paiva
RANGEL, Felipe Augusto Barreto. Aos sinais das Ave Marias : furtos de hóstias, feituras de
proteção e o desenho religioso da Bahia setecentista : o caso das Diligências de Muritiba /
Felipe Augusto Barreto Rangel. – Feira de Santana, 2015,162 p. OK
REIS, João José. Escravidão e suas sombras. José Reis; Elciene Azevedo, Organizadores.
Salvador: EDUFBA, 2012. 369.
RIBEIRO, Daniel Valle. A Igreja Nascente em face do Estado Romano. In: SOUZA, José
Antônio de C. R. (org.). O Reino e o Sacerdócio – O pensamento político na Alta Idade
Média. OK
RIBEIRO, Daniel. Valle. A Igreja nascente em face do Estado Romano. In: SOUZA, José
Antônio de C. R. (org.). O Reino e o Sacerdócio – O pensamento político na Alta Idade
Média. p 9 e 10.

3
RODRIGUES, Aldair Carlos. Honra e estatutos de limpeza de sangue no Brasil colonial.
Web Mosaica, v. 4, n. 1.
FALTA Cassio Bruno de Araujo Rocha
SANTOS, Lilian Oliveira. Religiosidade e Inquisição Portuguesa: as práticas mágico-
religiosa dos mandingueiros no sertão baiano (1745-1756). [Monografia em História]. UNEB-
BA CAMPUS XIII – ITABERABA, 2012. 98 p.
FALTA Vanicléia Silva Santos
FALTA SEBASTIÃO, 1853
SEVERS, Suzana Maria de Sousa Santos. “Sapatos ao mato”: o sentimento de “um triste
homem que vem preso” pelo Santo Ofício. Politeia: História e Sociedade Vitória da Conquista
v. 11 n. 1 p. 105-125 jan.-jun. 2011. OK
SILVA, Emilia Maria Ferreira da. Representações da família real portuguesa na viagem
pitoresca e histórica ao Brasil, de Jean Baptiste Debret.
SILVA, José Amilton da. Olhar das religiões sobre a sexualidade. FALTAM
INFORMAÇÕES
FALTA Marco Antonio Nunes da Silva
SIQUEIRA, Sônia Aparecida. A Inquisição portuguesa e a sociedade colonial. São Paulo,
África, 1978 e no Regimento do Santo Ofício da Inquisição dos reinos de Portugal. Impresso
em Lisboa na officina de Miguel Manescal da Costa. Anno MDCCLXXIV.OK
SIQUEIRA, Sonia. Confissões da Bahia (1618-1620). Sonia Siqueira. 2. Ed. Coleção
Videlicet. João Pessoa: Ideia, 2011. 334p.
SOUZA, Greyce Mayre Bonfim. Para remédio das Almas: comissários, qualificadores e
notários da inquisição portuguesa na Bahia (1692-1804). Tese (Doutorado em História),
Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2009. OK
SOUZA, Laura de Mello e. O Diabo e a Terra de Santa Cruz: feitiçaria e religiosidade
popular no Brasil colonial. São Paulo, 1986. OK
VAINFAS, Ronaldo. Dicionário de Brasil colonial. Verbete Sodomia. Rio de Janeiro:
Objetiva, 200, p. 534-536.

Sodomia na Bahia: O amor que não ousava dizer o nome 2002, p. 1. AUTOR?
VAINFAS, Ronaldo. Trópico dos pecados: moral, sexualidade e Inquisição no Brasil. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1997.
VAINFAS, Ronaldo. História e sexualidade no Brasil. Ronaldo Vainfas (organizador). Rio
de Janeiro: Edições Graal, 1986. (Biblioteca de História, 17).
VASCONCELOS, Pedro de Almeida. A “Idade de Ouro” de Salvador. FALTAM
INFORMAÇÕES
GOMES, Fábio da Silva: O escravo sodomita na colônia. Khóra, revista transdisciplinar, V.
2, N. 2, maio 2015. ISSN: 2358-9159

4
DOIS TRECHOS QUE FALTAM REFERÊNCIA

existência da pratica nefanda através dos “de cor” e nos serviu como ferramenta de
reflexão e questionamentos. Como podemos ver na citação sobre Cadernos do Promotor:

Reportam-se a todo o tipo de acusações consideradas heresia. Incluem


denúncias, confissões, cartas de comissários e familiares e instrução dos
processos. A série inclui 5 volumes de índices (liv. 325 a 329). As séries
Processos e Solicitantes contêm documentos retirados destes cadernos,
encontrando-se nestes, por vezes, a justificação para essa medida (existência
de processo crime). FALTA REFERÊNCIA

Entre os acervos documentais inquisitoriais que contemplam a nossa pesquisa,


levantamos os registos que contém acusações e confissões dos réus, suspeitos e testemunhas
que mediante ao depoimento aos inquisidores, confessaram suas culpas e/ou fizeram
denúncias sobre desconfiança de sujeitos que cometiam com outros prática nefanda, a saber:
o Sumário de culpa nº 12257 e Caderno do Promotor nº 19, localizados no ANTT – Arquivo
Nacional da Torre do Tombo.Documentações estas, que levaram os inquisidores aos nomes
dos pecadores, como podemos ver na citação:

Os registros de Visitações dentre outras, contêm denúncias, reconciliações,


confissões e ratificações feitas durante as visitações do Santo Ofício, pelos
inquisidores, como podemos ver: Licenciado Heitor Furtado de Mendonça,
Marcos Teixeira (protonotário apostólico) Jerónimo Teixeira Cabral,
Francisco Cardoso de Torneo (fidalgo da Casa Real, colegial do Colégio de
São Pedro, da cidade de Coimbra) licenciado Jerónimo de Pedrosa (do
Desembargo do Paço, e Casa da Suplicação) Diogo Pereira, D. Francisco de
Bragança (do Conselho Geral do Santo Ofício, e comissário geral da Bula da
Santa Cruzada) António de Mendonça, licenciado António Dias Cardoso,
frei António de Sousa, mestre frei Manuel Coelho, licenciado Álvares de
Paredes, e Heitor Furtado de Mendonça e é nestes registros de Visitações
chegamos aos nomes1. FALTA REFERÊNCIA

1
Arquivo Nacional Torre do Tombo. - 038 Registos de Visitações 1560/1775, Confissões da Bahia.
5
6