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1

Exped
diente

Presidenta da Repúblicca Edma ar Moretti
Dilma Rousseeff Edsânngela Aparecid da Freitas
Flávioo Roberto da SSilva Júnior
Gilsonn Leite de Oliv
veira
Ministro da
a Saúde
Hélio da Silva Pereira
Marcelo Costta e Castro
Ítalo R
Ruann Araújo
Lincooln Portela
Secretário‐Executivo Luana a Fernanda de e Moraes
José Agenor Á
Álvares da Silv
va Lúcioo Nunes Valentte
Luis C
Cláudio Ribeirro Neves
Departame
ento de Moniitoramento e
e Avaliação d
do Luis G
Gustavo Caiafffa de Sousa
SUS (Demass) Murillo de Oliveira Caixêta
Paulo de Tarsso Ribeiro de Oliveira Nathaalia da Silveira
a Derengowskki
(Diretor de Monitoramento ee Avaliação do SUS) Pauloo Henrique Barros
Afonso Teixeeira dos Reis Raimundo Bezerra da Costa Filhho
(Coordenadorr‐Geral de Monitoramento e A
Avaliação) Raphaela Nogueira a Dutra
Reginna Maria Melo
Paulo Eduard
do Guedes Selllera
Ricardo Alexandre Ribeiro Neve s
(Coordenadorr‐Geral de Gestã
ão da Informaçção Estratégicaa)
Rita d
de Cássia Alenncar Silva
Sama antha Cristina Paschoal
Coordenaçã
ão‐Geral de M
Monitorame
ento e Avaliaação Solannge de Lourdes Souza
(CGMA) Sorayya Oliveira doss Santos
Aderson Lucas Guimarães Medeiros
Célia Maria C
Castex Aly
Assessoria do De
emas / Apoioo Administra
ativo
Dayanne de M Mendonça Vieeira
Luciana Maraa de Oliveira Adla MMarques de A
Almeida Lacerdda
Luiz Marques Campelo Divina Luciene Pirees
Luci Fabiane Scheffer Morrais Genúzia do Nascimmento Felinto
Márcia Cristiina Castro Carrtucho Julian
na Cássia Xavier Santos
Maria Cristin
na Lima Melo Mariaa de Fátima An
ndré Silva Macciel
Semilla Dallaa Lasta de Oliv
veira Pauloo Henrique Oliiveira Weiss dde Carvalho

Coordenaçã ão‐Geral de G
Gestão da In
nformação Assessoria e‐Car
Estratégica
a (CGGIE) José R
Roberto Vasco oncelos Júniorr
André da Silvva Mesquita Rafaeel Freitas de M
Morais
Augusto Morreira
Cristiano Caeetano Melo Conssultoria Externa
Cristiano Maazzola Leite Elizab
beth Moreira d
dos Santos
César Santanna Rodrigues CCampos Márciia Aparecida d
do Amaral

2
Sumário

Apresenta
ação .................................................................................................................................................................... 5
5

1. O Deparrtamento de Monitora
amento e Avvaliação do
o SUS ............................................................................ 6
6

1.1 Atrib
buições da C
Coordenação
o‐Geral de M
Monitoramento e Avalia
ação (CGMA)) .......................................... 7
7

1.2 Atrib
buições da C
Coordenação
o‐Geral de G
Gestão da Informação Esstratégica (CCGGIE) .............................. 7
7

2. Principa
ais Produto
os e Ações D
Desenvolvid
das de 2011
1 a 2015 .................................................................... 9
9

2.1 Mon
nitoramento do Planejam
mento Estraatégico do M
Ministério da
a Saúde ................................................... 13
3

2.2 Acom nto e Avaliaçção de Resulltados (e‐Caar) .................................................................................... 16
mpanhamen 6
2.2.1 Painel do Pllano Estratéégico (site e‐ Car) ................................................................................................................ 16
6

2.3 Publlicações e arrtigos ..................................... .................................................................................................................. 17
7
2.3.1 Artigos cien
ntíficos sobree a experiênccia em moniitoramento e e avaliação ddo MS e participações
em congresssos ..................................................................................................................................................................... 17
7
2.3.2 Livros sobree o Planejam
mento Estrattégico do Min Saúde .......................................................... 19
nistério da S 9

2.4 Avalliação para aa qualificaçã
ão do SUS .... .................................................................................................................. 20
0

2.5 Índicce de Desem Sistema Únicco de Saúde (IDSUS) ........................................................................ 20
mpenho do S 0

MA‐SUS) .......................................................................... 22
2.6 Políttica de Moniitoramento e Avaliação do SUS (PM 2

US em Vista .................................................. .................................................................................................................. 23
2.7 O SU 3

2.8 Estu
udos sobre p
parâmetros p ura ................................................................................... 24
preliminarees de cobertu 4
2.8.1 Estudo sobrre parâmetros preliminaares de cobertura médica especializaada para o S Sistema
aúde .................................................................................................................................................................... 24
Único de Sa 4
2.8.2 Estudo sobrre parâmetros preliminaares de cobertura com procedimentoos selecionad dos da
mbulatorial eespecializadaa ....................................................................................................................... 24
atenção am 4

2.9 Índicce Nacional de Qualidad
de das Ouvid
dorias do SU
US (INOUV‐S
SUS) ......................................................... 25
5

2.10 Com
mitê de Info
ormação e In CIINFO) ........................................................................... 26
nformática eem Saúde (C 6

2.11 Pollítica Nacion
nal de Inform m Saúde (PNIIS) .......................................................... 27
mação e Infoormática em 7

2.12 Sala de Apoio àà Gestão Esttratégica (Saage) .......................................................................................................... 27
7

GeoSaúde ...................................................... .................................................................................................................. 30
2.13 I3G 0

2.14 Porrtal Saúde co ansparênciaa ................................................................................................................. 31
om Mais Tra 1

2.15 Dessenvolvimen al ..................... .................................................................................................................. 31
nto Regiona 1

3
2.16 Edu
ucação Perm
manente ............................... .................................................................................................................. 31
1

operação .............................. .................................................................................................................. 33
2.17 Terrmos de Coo 3
2.17.1
1 Termo de Cooperação 64/2012: Q Qualificação das ações do o Planejameento Estratég gico do
Ministério da Saúde ........................................................................................................................................................ 33
3
2.17.2
2 Termo de Cooperação 130/2012: Curso de Ed ducação a Disstância em A Avaliação em m Saúde e
de Oficinass Curtas de M
Monitoramennto e Avaliação ........................................................................................ 33
3
2.17.3
3 Termo de Cooperação 136/2012: Cooperação o entre o Min
nistério da Saaúde e a Uniiversidade
Federal do nformação e Comunicaçãão ....................................... 34
o Pará nas árreas de Tecnnologia da In 4
2.17.4
4 Termo de Cooperação o 229/2012:: Estudo de ccenários futu uros, objetivvando captu urar e
antecipar o desenvolvimento prosspectivo noss domínio do o setor saúdee – Projeto S Saúde
Brasil 2030 ......................................................................................................................................................................... 34
4
2.17.5 Termo de Cooperação o 43/2013: IInovação Teecnológica d da Sala de Appoio à Gestã ão
Estratégica (Sage) ............................... .................................................................................................................... 35
5
2.17.6 Termo de Cooperação o 36/2014: P Pesquisa científica, tecnológica e dee inovação p para o
aperfeiçoa
amento e intter‐relacionaamento dos dados do Sisstema de Infformação
Ambulatorrial (SIA), Siistema Inforrmação Hosp pitalar (SIH)), Sistema Innformação ssobre
Mortalidadde (SIM) e dde Cadastram mento dos UUsuários do SSUS (CADSU US) ....................................... 35
5
2.17.7 Termo de Cooperação 111/2014: Construção de conhecim mentos e cappacidades em m
Monitorammento e Avalliação para oo fortalecimento das açõ ões do Deparrtamento dee
Monitoram US ....................................................................................................................... 36
mento e Avalliação do SUS 6
2.17.8
8 Termo de C
Cooperação 50 – OPAS/O
OMS: Qualida
ade do Sistem
ma Único de Saúde (QualiSUS) ...... 37
7

3. Planejam
mento e Ge
estão da Infformação ............................................................................................................ 38
8

4. Organizzação do De
emas ........................................................................................................................................... 40
0

5. O Demas nas Estru
uturas Organizacionaiss do MS ........................................................................................ 42
2

o ......................................................................................................................................................................... 44
Conclusão 4

Apêndice: Marcos No
ormativos ................................................................................................................................. 45
5

4
Apressentação

Na gestão do Sistemaa Único de Saúde (SU S), trabalhaa‐se com a formulaçãoo de políticcas públicass
intersetoriaais, que intteragem e se influencciam reciprrocamente. Tal sistemáática implicca enormess
m termos dee coordenaçção, de estraatégias e de ações, atrib
desafios em buindo à gesstão da info ormação em m
saúde um importante p papel no apaarato institu
ucional e orgganizacional do Ministéério da Saúde (MS).

Nesse cenáário, o Depaartamento de Monitoram mento e Av valiação do S
SUS (Demass) – unidade e integrantee
da Secretarria‐Executiv va (SE) do M
MS – recebeu u incumbênccias referen ntes à qualifi
ficação das informaçõess
em saúde p
para o estaabelecimentoo das estrattégias de pllanejamento
o, monitoraamento e av
valiação doss
produtos e ações de caada secretaria do Ministtério.

Assim, de 22011 a 2015 5, o Demas cconsolidou sseu papel naa coordenaçã ão de estrattégias releva
antes para o o
planejamen nto sistemáttico e organ nizacional doo MS e para a gestão da a informaçãoo em saúde.. Para tanto,,
foram realiizadas diverrsas ações ta ais como o mmonitorameento do Plan nejamento E Estratégico ((PE) do MS;;
o desenvollvimento, em m 2011, e publicação, eem 2012, do o Índice de Desempenhho do Sistem ma Único dee
Saúde (IDSSUS); a apresentação do
d texto daa Política Naacional de Informação
I e Informáttica do SUSS
(PNIIS) e d
de seu I Plano Operativo o ao Conselhho Nacional de Saúde (C CNS) e a pubblicação das respectivass
portaria e rresolução; aa continuaçãão da reestruuturação daa Sala de Apoio à Gestãoo Estratégica (Sage) e aa
instituição de um Gru upo de Tra
abalho (Porrtaria 1.5177/13) para debater e elaborar a Política dee
Monitoram mento e Avaliação do SUS (PMA‐SUSS).

Até o final de 2015, diversas estratégias
e fforam destaaque, comoo: a reformuulação, visa
ando maiorr
precisão, ddos indicad
dores do IDDSUS; a puublicação daa PNIIS; a implantaçãão, na Sage e, de novass
metodologiias desenvo olvidas em parceria coom a Univeersidade de Santa Cataarina (TC 43/2013);
4 o
o
fortalecimeento da estrratégia de desenvolvim mento region nal para a ex xpansão dass políticas rregionais dee
saúde do go overno fedeeral; e a conttinuidade daas ações de eeducação peermanente bbaseadas na a elaboraçãoo
de um plaano de cappacitação pa ara o dese nvolvimento dos trabalhadores ddo MS, no campo do o
Monitoram mento e Avaliação (M&A A).

Este docum
mento objetiva aprese
entar os ressultados do os gestores do SUS e a todos oss
o Demas ao
os, assim como demonsstrar as açõees realizadass pelo Deparrtamento, dee 2011 a 2015.
interessado

Diretoor do Deparrtamento dee
Monitorame
M ento e Avalia
ação do SUSS

5
1. O D
Departa
amentto de M
Monito
oramen
nto e A
Avaliaçção
do SUUS

O processoo de monito
oramento e avaliação d das políticass públicas de
d saúde tem m ocorrido, no SUS, dee
forma fraggmentada, por meio da utilizaçção de con nceitos, mettodologias e dos mais diversoss
instrumenttos. As açõees do Departtamento de Monitoram mento e Avaliação do SU US (Demas), no âmbito o
da Secretaaria‐Executivva do Miniistério da SSaúde, reprresentam uma importa tante iniciattiva para a
a
alteração ddesse cenáário. Nesse sentido, o Demas, su ubdividido em duas ccoordenações‐gerais – –
Coordenaçãão‐Geral dee Monitoramento e A Avaliação (C CGMA) e Coordenação
C o‐Geral de Gestão daa
Informação o Estratégica (CGGIE) –,
– assumiu uum papel reelevante na articulação e desenvollvimento dee
ações de m
monitoramen nto e avalia
ação em saú
úde e na co
onstrução de e uma estruutura especializada emm
produção de informaações qualifficadas e e stratégicas para os ge estores da saúde e para
p toda a
a
coletividadde.

Tal atribuiçção indica a relevância estratégica do Demas n
na produção e distribuiçção de informações quee
contribuamm efetivamen o decisório ddo SUS (em
nte para a rredução das incertezas no processo m geral) e do
o
Ministério da Saúde (eem particular).

o artigo 10 do anexo I do Decretoo 8.065, de 7 de agosto
Conforme o o de 2013, qque dispõe a estruturaa
regimental do Ministérrio da Saúde e, compete aao Demas:

I. Coo
ordenar a fo
ormulação da Política dee Monitoram
mento e Avalliação do SU
US;

II. Cooordenar os pprocessos d
de elaboraçãão, negociaçção, implantação e impllementação de normas,,
insttrumentos e métodos necessário s ao fortalecimento das
d práticass de monito
oramento e
e
avaaliação do SU
US;

III. es de monittoramento e avaliação executadas ppelos órgãoss e unidadess
Artticular e inteegrar as açõe
do Ministério;

IV. Dessenvolver mmetodologiass e apoiar in
niciativas qu
ue qualifique
em o processso de monittoramento ee
avaaliação do SU
US;

V. Viabilizar e coordenar
c a realizaçãão de estu
udos e pessquisas visaando à prrodução do
o
con
nhecimento no campo d do monitoram mento e avaaliação do SU
US;

VI. Parrticipar da coordenação
c o do processso colegiad
do de monittoramento, avaliação e gestão dass
info
ormações do o SUS; e

VII. gicas para subsidiar a tomada de decisão naa
Sisttematizar e disseminarr informaçõões estratég
gesstão federal do SUS.

Quanto àss atividadess desempenhadas pellas Coordenações‐Gera ais, em quue pese nã ão estarem m
formalmen nte disciplin
nadas no De
ecreto 8.065
5/13, a sisteemática de trabalho noo Demas ass definiu daa
seguinte forma:

6
1.1 Atrib
buições d
da Coordenação‐G
Geral de M
Monitora
amento ee Avaliação
(CGMA)
I. Cooordenar o processo
p de
e elaboraçãoo da avaliação do SUS
S no que see refere ao acesso e à
à
efettividade doss diferentes níveis de attenção à saú
úde;

II. Disponibilizar indicadoress de avaliaçãão e de desempenho parra contribuiir com a gestão nas trêss
esfeeras do SUS;

III. Coo es e com o controle so
operar com os gestore ocial para o aprimoram
mento dos processos
p e
e
prááticas de monitoramento e avaliaçã o da gestão do SUS;

IV. Cooordenar a arrticulação en
ntre as áreaas do Ministéério da Saúd
de para garaantir a integ
gralidade naa
exeecução das aatividades de
e monitoram mento e avalliação;

V. Coo
ordenar o prrocesso de m
monitorameento do plan
nejamento esstratégico doo Ministério
o da Saúde;

VI. Subbsidiar os gestores
g com ações d e monitoraamento e avaliação paara a qualifficação e o
o
dessenvolvimen nto de polítiicas, estratéégias e progrramas necesssários à efeetivação dos princípioss
e diiretrizes do SUS;

VII. Sub
bsidiar, com
m os resultaddos do mon ação, o dese nvolvimento das açõess
nitoramento e da avalia
de p
participação
o e controle social em saaúde;

VIII. ntribuir para a melhoria da qualidaade dos dad
Con dos de gestã
ão, de financciamento, de estrutura,,
de vvigilância e de atenção à saúde;

IX. Disponibilizar indicadoress de desemmpenho e dee avaliação que contribbuam com as
a ações dee
reggulação, conttrole, avaliação e auditooria do SUS;

X. Coo
ordenar o desenvolvim
d mento de esstudos e dee pesquisas voltadas ppara a qualiificação doss
pro
ocessos e prááticas de mo
onitoramentto e avaliaçãão da gestão o do SUS;

XI. Anaalisar, adequ
uar e/ou criiar indicadoores do processo de mon nitoramentoo e avaliação em saúde,,
em articulação com as área as técnicas ddo Ministériio da Saúde.

1.2 Atrib
buições d
da Coordenação‐G
Geral de Gestão da Inform
mação Esttratégica
(CGGIE)
I. Cooordenar o processo de sistematizaação de dadoos e informação voltaddos para os p
processos ee
prááticas de monitoramento e avaliaçã o da gestão do SUS;

II. Aco
ompanhar os os relacionaados ao monitoramento
o processo o das inforrmações parra a gestão
o
estrratégica em saúde;

III. Obtter e dispon
nibilizar info
ormações e aanálises de caráter executivo e gerrencial para subsidiar aa
tom
mada de decisão e a prod dução de coonhecimentoo;

7
IV. Conntribuir para a melhoria da qualidaade das práticas de monitoramentoo e avaliaçã ão da gestãoo
do SUS, articu
ulando com as áreas dde informaçção e avalia
ação do Minnistério da Saúde, dass
enttidades vincuuladas e instâncias de ggestão e controle;

V. Coo
ordenar a Saala de Apoio
o à Gestão Esstratégica (S
Sage);

VI. de análise siituacional em saúde, po
Disponibilizar relatórios d or meio da SSala de Apo
oio à Gestão
o
Esttratégica;

VII. Con
ntribuir comm as secretarrias e órgãoos vinculado os ao Ministé
ério da Saúdde, por meio o da Sala dee
Apo
oio à Gestão Estratégicca, para a p
produção de
d informaçõ ões para a gestão estrratégica em
m
saú
úde;

VIII. Pro
omover asseessoria técniica para elab
boração e im
mplantação d
de projetos e de ativida
ades na áreaa
de ggestão da in
nformação em saúde;

IX. Parrticipar do monitorameento e da iimplantação
o de sistem
mas de inforrmação, deffinidos pelo
o
Commitê de Informação e Innformática eem Saúde (CIINFO).

8
2. Prin
ncipaiis Prod
dutos e
e Açõe
es Dese
envolvvidas d
de
2011 a 2015 5

Em fevereiro de 2011, foi realizadda uma Oficin
na de Alinhaamento Estrratégico, com
m o objetivo
o de pactuarr
uma agendda estratégicca para o Ministério da Saúde (MS), com a definição de 166 Objetivos EEstratégicoss
norteadorees das suas aações institu
ucionais.

16 Objetivos E
Estratégicoss do MS para a gestão
o de 2011‐20015 

Fonte
e: Demas/SE/MS.. 

9
Em continu uidade ao prrocesso de pplanejamentto iniciado, e seguindo o o mesmo dirrecionamen nto de 2011,,
em fevereiiro de 2012
2 foram rea
alizadas oficcinas de plaanejamento, com a paarticipação de
d todas ass
Secretariass do MS e Enntidades Vinnculadas, envvolvendo m mais de 300 g gestores e téécnicos. Esssas reuniõess
foram realiizadas para orientar sobre as atuallizações no planejamento estratégiico para o an no de 2012,,
assim como o definir qu dos e produttos/marcos intermediá
uais resultad ários deveriaam ser entrregues pelass
áreas técnicas para a realização doos objetivos estratégico os elencadoss.

Assim com mo nos anos anteriores, no ano de 2 2014, as Secretarias e V Vinculadas, comprometidas com o o
Plano Estraatégico do M MS, mobiliza aram‐se no ssentido de rrevisar seuss resultados e respectiv
vas entregass
para o ano
o que se iniciava, visan
ndo a um d
direcionameento cada vez
v mais foccado das açções para o
o
alcance doss objetivos eestratégicoss pactuados em 2011. N Nesse sentido o, a equipe ddo Demas prestou todoo
o suporte ee orientação às áreas, além de subsiidiar as disccussões com informaçõees qualificad das.

Do mesmo modo, o Deemas – prio oritariamentte enquadraado nas ativvidades do OObjetivo Esttratégico 10
0
(Qualificar instrumenttos de execuução direta, ggerando gan
nhos de produtividade ee eficiência para o SUS))
– também rrealizou a reevisão de seu Plano com
m a participaação de toda
a sua equipee técnica.

Síntese d
dos Resultaados e Produtos a parttir das Estra
atégias Coordenadas ppelo Demas em 2014 
ESTRATÉGIA
A  R
RESULTADOS  PRODUTOS 
02 ‐ Novva Política Nacio
onal  2.1 ‐ NNovo documentto da PNIIS elab
borado. 
de Inforrmação e  2.2 ‐ PPNIIS pactuada na CIT. 
Informática em Saúde 
2.3 ‐ PPNIIS apresentada no CNS. 
(PNIIS) d
definida e 
implemeentada.  2.4 ‐ PPNIIS publicada.. 

4.1 ‐ CCatálogo de info
ormações estrattégicas e gerencciais aprovado no CIINFO. 
04 ‐ Apeerfeiçoar a  4.2 ‐ F luxos, responsááveis e periodiccidades de inforrmações consid
deradas 
disponibbilização de  estratéégicas e gerencciais sistematiza
ados. 
informações estratégiccas e  4.5 ‐ PProcessos de traabalho da SAGE E reformulados.. 
gerenciaais do MS.  4.6 ‐ SAAGE adequado e apta à inserçção das informaações referente es ao quesito 
raça/c or dos bancos d de dados do SU US. 

06 ‐ Espacialização doss  6.1 ‐ RRelatório trimesstral da produçã
ão cartográfica  elaborado e divvulgado. 
dados da SAGE  6.2 ‐ PProcedimento p para visualização
o de dados geoográficos no SAIKU definido. 
implemeentada.  6.3 ‐Veersão 5 do I3Ge eo implantada nno ambiente dee produção da SSAGE. 
05 ‐ Sistematizzar  8.1 ‐ F erramenta de rrelatório PRD im mplementada. 
as Informaçõees 
8.5 ‐ PProcesso de obttenção da inform mação automattizado utilizanddo o PDI. 
Estratégicas doo  08 ‐ Solu
ução tecnológicca 
MS  8.6 ‐ PProposta para aprimoramento do fluxo, extraçção e sistematização dos 
para connsolidação de 
(Competências VI  dados validada com aa as áreas técnicas do MS. 
relatório
os implementad da. 
e VII).  8.7 ‐ RRelatório gerenccial das regiões de saúde impleementado. 
8.8 ‐ RRelatório gerenccial dos territórios de cidadaniia implementad
do. 
10.1 ‐ Proposta para reestruturação da SAGE com aagregação de novos recursos 
tecnol ógicos elaborad da. 
10.2 ‐ Base de dados reestruturada seguindo o mo delo dimension nal. 
10.3 ‐ Soluções tecno ológicas utilizadas integradas ( PDI, BI, camada a de serviços, 
Json, G
GeoNetwork, caamada de apressentação ‐ CCC22 e novo portall). 
10 ‐ Salaa de Apoio à Ge
estão  10.4 ‐ Dados estratéggicos do MS parra a SAGE (pesqquisas nacionaiss, PAC e marca 
Estratéggica (SAGE)  de govvernos nas base es dos dados da a SALA, Casa Civvil e Gaia) incorrporados, 
reestrutturada.  qualifi cados e divulgaados. 
10.5 ‐ Catálogo de paadrões utilizadas pela SAGE puublicado no Red dmine. 
10.6 ‐ Design do Portal SAGE readeq quado. 
10.7 ‐ Processos de trrabalho da SAGE reformuladoss. 
10.8 ‐ Metodologia de mineração de e dados implem mentada. 
10.9 ‐ IDSUS automattizado. 

10
ESTRATÉGIA
A  R
RESULTADOS  PRODUTOS 
11 ‐ Proposta do Portal  11.1 ‐ Garantir a estabilidade do Porrtal. 
Saúde com mais  11.2 ‐ Acompanhar a integração com m os dados banncários da Caixa
a Econômica 
transparência finalizada.  Federaal e Banco do BBrasil. 

12 ‐ Municípios e Estad
dos  12.1 ‐ Relatórios trim
mestrais de implantação de expperiências piloto
o elaborados.
apoiadoos tecnicamentee 
12.2 ‐ I3GeoSaúde ve ersão 10 concluída. 
para a im
mplantação de Salas 
de Apoio à Gestão  12.3 ‐ Guia de orientaações técnicas para a estrutura
ração da SAGE nnos Estados e 
Estratéggica.  Municcípios elaborado o. 

13 ‐ Com
municar as açõe
es  13.1 ‐ Site IDSUS deseenvolvido. 
desenvoolvidas pelo  13.2 ‐ Site da SAGE desenvolvido. 
DEMAS//SE.  13.3 ‐ Publicações elaaboradas (livross e folderes). 
14 ‐ Aco
ompanhamentoo das 
ações doo CIINFO.   
15.1 ‐ Processo tecnoológico que permita o comparttilhamento de d dados da Sage 
com a INDE e a INDA implantado e d documentado. 
15 ‐ Inteegrar‐se às 
15.2 ‐ Alterações reallizadas no e‐Car pelo MS docuumentadas e pu ublicizadas. 
estratéggias e estruturas do 
Governo o Eletrônico.  15.3 ‐ Proposta de ammpliação do núm mero de serviçoos e indicadore
es do MS 
ofertaddos à populaçãão elaborada emm consonância ccom as determinações do 
Gabineete Digital da Presidência da R
República. 
16 ‐ Cooordenar os proje
etos 
de desenvolvimento  16.1 ‐ Coordenar o prrojeto com a Un
niversidade Fedderal de Santa C
Catarina 
tecnológgico realizados em  (UFSC)). 
parceriaa com as 
16.2 ‐ Coordenar o prrojeto com a Un
niversidade Fedderal do Pará (U
UFPA). 
Universiidades Federaiss 
(UFSC e UFPA). 
13 ‐ Apoiar as 
Estratégias de   05 ‐ Proposta de Educa
ação 
Educação  Permanente para o DEMAS 
Permanente n no  aprovadda e implementada.   
âmbito do MSS. 
1.1 ‐ GGrupo de Traballho instituído pela Portaria 15117 de 24/07/13
3 para formularr 
a políttica de monitoramento e avalia ação instauradoo. 
01 ‐ PMA‐SUS 
1.2 ‐ PPolítica de Moniitoramento e Avaliação do SUSS (PMA‐SUS) pu ublicada. 
implemeentada. 
1.3 ‐ PPolítica de Moniitoramento e Avaliação do SUSS inscrita em evventos 
nacionnais e internacio
onais (Documento PMA‐SUS). 
16 ‐ Açõ
ões de Avaliaçãoo do 
SUS insttituídas (IDSUS,  16.1 ‐ IDSUS consolid
dado enquanto instrumento dee avaliação. 
PNASS, PMAQ e Pesquisa  16.2 ‐ Acompanhar a implementação do PNASS. 
de Satisfação do Usuárrio)  16.3 ‐ Acompanhar a pesquisa de av
valiação da Ouvvidoria (INOUV‐‐SUS). 
(Competências II, IV e V
V). 
10 ‐ Implemen ntar  17 ‐ Con
ntribuir com a 
a Política de  formulação de indicado ores 
Monitoramentto e  do BRICS.   
Avaliação do SSUS 
(PMA‐SUS)  18 ‐ Con
ntribuir com a 
(Competência I).  formulação do 
planejam
mento OPAS 20 014‐  
2019. 
19.1 ‐ Indicadores de monitoramentto utilizados peelo Demas integgrados (e‐Car e
Sage).
19 ‐ Plan
nejamento  19.2 ‐ Pesquisa de Avvaliação do Plan
nejamento Estraatégico de 20111‐2013 
Estratéggico do MS  elaborrada até dez 2013. 
monitorrado (Competên
ncia  19.3 ‐ Desdobramentto dos planos de ação das áreaas técnicas apoiado. 
III).  19.4 ‐ Recorte estraté
égico monitorad do mensalmentte. 
19.5 ‐ Plano estratégiico do MS monitorado quadrim mestralmente. 
19.6 ‐ Oficinas por OE
E organizadas dde acordo com oos ciclos de mo
onitoramento.

11
ESTRATÉGIA
A  R
RESULTADOS  PRODUTOS 
19.7 ‐ e‐Car aperfeiçooado para subsiidiar o monitora
ramento do Plano Nacional de
Saúde  (PNS) e o Plano Plurianual (PP PA). 
19.8 ‐ Manual do e‐Car atualizado e disponibilizadoo. 
19.9 ‐ Planejamento estratégico do MS com visibiliddade em todass as suas 
instânccias. 
19.10  ‐ Oficina de Balanço Anual do MS organizadaa em conjunto ccom a SPO. 
19.11  ‐ Publicação doos resultados doo PE 2011‐20144 elaborada até abril 2014. 
19.12  ‐ 5 Artigos cien
ntíficos sobre a experiência em
m monitoramento e avaliação 
do MSS publicados. 

Fonte
e: Demas/SE/MS.. 

O ano de 2
2014 foi maais um ano de muito trrabalho parra o fortaleccimento e ppara a consolidação daa
cultura de pplanejamen nto e monitoramento noo MS. Tambéém foi um an no para a prrofundar o a alinhamento o
dos instrummentos de gestão e prestação dee contas do o Governo Federal,
F porr meio da parceria
p do
o
Departameento com a SSubsecretariia de Planejaamento e Orrçamento (S SPO). Nesse ano, foi posssível colherr
os frutos do amadureccimento insttitucional, exxpressado p pela conscientização dee importânciia da gestão o
da informaação estratéggica que qua alifica a tom
mada de decisão.

Em 2014, oo Demas se cconsolidou e fortaleceu ssua relação junto às área as técnicas ddo MS como fomentadorr
de metodollogias e inicciativas, que
e visem à qu
ualificação do
d processo de monitorramento e avaliação
a doo
SUS. O aperrfeiçoamentto da ferramenta e‐Car, p por exemplo o, qualificou a análise sittuacional do
o PE‐MS porr
meio dos pareceres insseridos pelas áreas técn nicas, bem coomo a geraçção de indicaadores autom matizados ee
sinalizadorres personaliizados. Adem mais, a reesttruturação d da Sala de Appoio à Gestãoo Estratégicaa permitiu aa
disponibilizzação de dados estratég gicos para a tomada de decisão nos três níveis de governo.

Vale aqui destacar quue, no final de 2014, o Tribunal de Contass da União (TCU) pro omoveu um m
levantamen nto sobre o
o perfil de maturidade
m mas de avaliação da addministração direta do
e dos sistem o
Poder Execcutivo Fedeeral. Nesse intuito, o T
Tribunal criou o Índice
e de Maturiidade dos Sistemas
S dee
Avaliação dda Administtração Federal Direta ( iSA‐Gov), qu ue expressaa a percepçãão dos gesto ores quanto o
de adequação dos me
ao nível d ecanismos ee instrumen ntos para demandar, produzir e e utilizar o
o
conhecimento avaliattivo para o o aperfeiçoaamento do os programas e polítiicas nas Unidades daa
Administraação Direta.

Do conjuntto de órgão os pesquisad dos (28 no total) o Miinistério da Saúde se ddestacou como o único o
órgão com índice de maturidade
m aprimoradoo (73,09), evidenciando o que os sisstemas de avaliação
a do
o
MS são sufficientes e atendem
a satisfatoriameente as necessidades dos
d gestoress. O modelo o avaliativo,,
desenvolvido pelo TCU U, para cara
acterizar e m
mensurar o perfil de maturidade
m llevou em co onta quatro
o
focos: (I) d
demandas av valiativas; (ii)
( oferta/p produção do o conhecime ento avaliatiivo; (iii) cap
pacidade dee
aprendizad do organizaccional; e (iv)) utilização dda avaliação
o.

Até o final d
de 2015, o D
Demas contiinuou às açõões para con nsolidação e fortalecimeento do Mon nitoramento o
e Avaliação
o (M&A) commo ferrameenta de gesttão, por meiio de reuniõ
ões técnicass junto às árreas do MS,,
além de ofiicinas de cappacitação doos profissio nais do MS no âmbito n no M&A, alinnhando mettodologias ee
promovend do a práticaa reflexiva com vistas àà qualificaçãão do processso de moniitoramento e avaliação o
do SUS.

Além dissoo, o Departaamento prom
moveu, de 3
30 de novem
mbro a 3 de
e dezembroo de 2015, em
e parceriaa
com o. Lab
boratório de
d Situaçõess Endêmicass Regionaiss (Laser/Fio ocruz), o Seeminário In
nternacionall

12
Monitorammento e Avalliação para a a Ação. O evvento, que objetivou esttimular a dissseminação de estudos,,
modelos e práticas, naacionais e internacionaais, no camppo do Moniitoramento e Avaliação
o em saúde,,
assegurou um espaço para a apre esentação, inntercambio e discussão o de temas rrelacionados à M&A naa
gestão das políticas públicas
p em saúde. Parrte integran nte do Term
mo de Coopperação: Con
nstrução dee
conhecimento e capaciidade em monitoramen nto e avaliaçção para o fo
ortalecimentto das açõess do Demas,,
o seminárrio contou com mais de 200 in nscrições (n nacionais e
e internacioonais) entrre gestores,,
pesquisadoores e profisssionais inte eressados em m práticas avaliativas orrientadas à ttomada de d decisão.

Parrticipantes do Seminário Internaccional Mon
nitoramento
o e Avaliaçãão para a Ação 

Fonte: Demas/SE/MS. Fotoo: Adla Marques 

2.1 Monitoramen
nto do Pllanejame
ento Estra
atégico d
do Ministtério da S
Saúde
O exercíci o de 2014,, iniciado em
e março, foi aberto oficialmen nte por me io de uma oficina dee
balanço an nual de gesttão e aponta amentos pa ra 2014. Essta reunião, ocorrida em m 29 de abrril de 2014,,
na Escola de Adminiistração Fazendária (E ESAF), conttou com a presença ddos dirigen ntes do MS,,
incluindo o Ministrro da Saú úde, a Seccretária‐Exeecutiva, oss seis seccretários do d MS, oss
presidentees/diretoress das entidades vinculladas e parrte de suas respectivass equipes. Enquanto
E a
a
oficina de 2013 prio orizou, paraa a implemmentação de seu plan no pactuadoo em 2011 1, a análisee
conjunta das capaciidades de governo ee da governabilidade e do Minisstério, a reunião
r dee
planejame nto de abrill 2014, por conta do m momento de transição p para uma noova gestão m ministerial,,
além da aapresentação dos avan nços e da d
discussão dos
d desafios vivenciaddos pela ge estão até o
o
momento, priorizou a a análise doos instrumeentos de go
overnança e e de monitooramento do d MS. Com m
foco nos reesultados da
d reunião do
d colegiad do ministeriial, as secre
etarias e enntidades vin
nculadas see
organizaraam de formaa a revisar a as entregass pactuadas para 2014. Do processso de revisã ão do Plano o
Estratégico o do MS, resultaram
r resultadoss ainda maais objetivo os, com focco na viabiilidade dass
entregas p actuadas paara 2014.

13
A revisão do Recorte Estratégico do Ministtério da Saúde (REM), que definiiu as 97 en ntregas quee
seriam moonitoradas mensalmen
m nte, tornou o Plano Esttratégico mais
m assertivvo e orienttado aos 16 6
Objetivos Estratégico os pactuados em 201 11. Ao longo dos últtimos três anos, a diinâmica dee
monitoram mento do PE‐MS prom moveu mais de 100 reuniões/oficcinas para ddiscussões acerca dass
revisões d o Plano Esttratégico, além do envvolvimento de cerca de e mil gesto res e técniccos para ass
Oficinas Trransversais de Monitorramento poor OE.

Após as Ofiicinas e reunniões de rev niciaram‐se, então, os ci clos de mon
visão do PE‐ MS 2014, in nitoramentoo
do exercíccio em queestão. Tais ciclos forram alinhad dos aos deemais instrrumentos federais
f dee
monitoram mento de prestação
p de
d contas, como os relatórios quadrimesttrais, elabo orados pelaa
Subsecretaaria de Planeejamento e O Orçamento (SPO), por eexemplo. O fortalecimeento da conssolidação daa
cultura de monitoram mento no MS
M pode serr observadoo pelo uso e
e aperfeiçoaamento da ferramentaa
Controle, A
Acompanham mento e Ava aliação de R
Resultados (ee‐Car)1. No ano de 20144, o e‐Car fo
ortaleceu‐see
como fontee de validaação das infformações prestadas aos
a órgãos externos ppelo MS e permaneceu
p u
durante os meses de 2015. A sistemática de m monitoramen nto se deu dda seguinte fforma:

 Mensalmente: monitoram mento no ee‐Car, realizado pelas áreas
á técniccas, dos Ressultados do
o
Reccorte Estratéégico do MS S (REM) e reeuniões de m monitorame ento no Coleegiado de Ge estão do MSS
(Miinistro, Secrretários e Diretores‐pre sidentes das vinculadass).

Representação ggráfica da ssistemática mensal de monitoram
mento 

Fonte:: Demas/SE/MS. 

 Qua adrimestra almente: monitoramen nto no e‐Carr, realizado pelas áreass técnicas, de
d todos oss
Ressultados e Produtos/Ma arcos Interm
mediários 20 014 e dispon nibilização dde relatórios gerenciaiss
parra o Colegiad
do de Gestão
o do MS.

1 A ferramentta será abordad
da com maior propriedade n
no próximo tóp
pico.

14
Representação gráffica da sisteemática qua
adrimestrall de monitooramento 

Fonte
e: Demas/SE/MS.. 

Por conta d
do momentto de transição vivido iinternamente, foram necessárias rreuniões de
e revisão do
o
Planejamen nto que acabaram
a por
p substitu uir, em allguns casos, as Oficiinas Transsversais dee
Monitorammento por Objetivos
O Esstratégicos, uma vez que
q as revisões eram precedidas da análisee
pactuadas em 2011.
situacional das metas p

A equipe dde monitoramento do D Demas acom mpanhou o p processo de revisão, prrestando apo oio técnico‐‐
metodológiico às áreass e visando oo alcance doos 16 Objetiivos Estraté
égicos do MSS. Nesse sen ntido, foram
m
realizadas mais de 50 reuniões com as Seecretarias e
e equipes técnicas
t do
o MS, que resultou
r naa
reprogramação das metas
m para as
a entregas 2014, comm 543 resulttados, dos qquais 97 co
onstituem o
o
Recorte Esttratégico do
o Ministério..

Em continuuidade ao processo
p de Planejame nto Estratégico do MS, o Demas ccoordenou, a partir dee
m o envolv
de 2015, a revisão do PE‐MS, com
fevereiro d vimento de todas as ssecretarias e
e entidadess
vinculadas,, para a redeefinição dos resultados a serem enttregues.

Consideranndo o alinh
hamento do o PE‐MS aoo Plano Plu
urianual (PP
PA), foram iniciadas as
a ações dee
formulaçãoo do PPA 2016‐2019, tendo sempree como referrência as ne ecessidades da populaçãão, a missão
o
do Ministérrio da Saúdee e seus obje
etivos estrattégicos.

A proximid dade da SPO com o Demas é uma im mportante fo onte de aferiição das infoormações uttilizadas nass
iniciativas institucionaais e legais de avaliaçãão. Por isso,, pretende‐sse fortificarr o vínculo entre estass
áreas, aprooximando, cada
c vez mais,
m os mom mentos de formulação, monitoram mento e av valiação doss
instrumenttos de gestão (Planejam mento Estrattégico do MS S, Plano Nacional de Saúúde e Plano Plurianual)..

15
2.2 Acom
mpanham
mento e A
Avaliação
o de Resu
ultados (e
e‐Car)
A plataform
ma Controle, Acompan nhamento ee Avaliação de Resultados (e‐Car)) vem send
do utilizada,,
desde 2011 1, para o monitoramen nto do Planeejamento Esstratégico do
o MS. Trata‐‐se de um instrumento o
gerencial próprio paara o plan nejamento das ações de goverrno. Sua eestrutura comporta o o
monitoram mento estrattégico e ope
eracional em
m uma mesm
ma solução tecnológicaa, permitind
do o apoio à
à
execução ddas ações e
e à tomada de decisãoo, em uma estrutura que
q se subddivide em módulos
m dee
cadastro, m
monitoramen nto e relatórrios.

Por se trattar de umaa ferramentta personaliizável, o e‐Car vem se endo aperfeeiçoado, com
m base nass
nando mais ágil e faciliitando a visualização ddo andamento do plano
experiênciaas do cotidiiano, se torn o
estratégicoo. Novas fun
ncionalidade es foram im
mplementadas em um ambiente
a m
mais atrativo
o no que see
refere à saíída de dado os, possibilittando ao usu uário maior interação e e navegabiliddade de acoordo com ass
necessidad des da informmação.

Em 2012, ffoi implemen ntado o mód dulo de etiqquetas, que ppermite agru
upar resultaados e produ utos em um
m
mesmo tem ma, independ dente de seu u objetivo esstratégico o
ou estratégia
a. Esse móduulo consoliddou‐se como
o
funcionalid
dade valiosaa por facilitar a localizaçção de inform
mações de mmodo ágil e oobjetivo.

Em 2014, vvisando aten nder às necessidades d dos usuárioss, foram cria ados mais ddois tipos de e relatórios,,
dessa vez em Excel, permitindo
p mais flexib ilidade no tratamento
t das inform
mações. O feeedback doss
usuários suubsidia a construção da as propostass de alteraçõ ões evolutiv
vas no sistemma, constitu uindo‐se emm
fonte de meelhorias con nstantes da fferramenta e‐Car.

Em 2015, o e‐Car foi internaalizado, maanteve‐se como
c ferramenta de operaciona alização do
o
Planejamen
nto Estratéggico e inicou
u‐se o proceesso de redeefinição da e
estrutura téécnica e visu
ual do e‐Carr
para compo
ortar o Plan
nejamento Estratégico 2 2016‐2016, eem consonância com o P PPA 2016‐2 2019.

2.2.1 Pain
nel do Plan
no Estratég
gico (site ee‐Car)

Em 2013, o
o Painel do Plano Estra
atégico (PPE
E), desenvolvido para que
q os dirigeentes e gesttores do MSS
pudessem aacompanharr e gerenciar os resultad dos, produtoos e ações dde seus plannos estratégicos, ganhou u
nova funcio
onalidade ao o apresentar os planos p pactuados tannto para o ano de 2012 ccomo para 2 2013.

O filtro inclluído no sisttema permitte ao gestor selecionar o o exercício q
que pretendee analisar, ppermitindo aa
visualização o por exercíício ou para os dois anoos (2012 e 2 2013). O PPE E permite aoos gestores o acesso ao o
Plano Estraatégico de qualquer
q com
mputador, ttablet ou sm
martphone. Trata‐se
T de uuma interfa
ace gráfica e
e
tecnológicaa que, alémm de dialoggar com quualquer sofftware ou banco
b de ddados, posssibilita umaa
comunicaçãão com o e‐C Car.

O Painel é uutilizado naas reuniões dde Colegiadoo das Secrettarias como ferramenta de monitorramento dass
ações das ááreas técnicaas no âmbito o do Plano E Estratégico ddo MS. Por mmeio da ferrramenta, é p
possível, aoss
gestores, uma avaliaçãão da evoluçção dos resu
ultados pacctuados, subsidiando a tomada de decisão e a
a
proposição de encamin nhamentos. Essa interfaace facilita aa visualizaçãão e a comprreensão do Plano como o
um todo, além da inserção das área as técnicas eem cada Objeetivo Estratéégico.
 

16
Tela do Painel d
do Plano Esstratégico do MS 

Fontee: http://ecar.sau
ude.gov.br/pems// 

2.3 Publlicações e
e artigos

2.3.1 Artigos científficos sobre
e a experiêência em m
monitoram
mento e avvaliação do
o MS e
participaçções em coongressos

Visando coontribuir na sistematiza
ação e divulggação das açções de mon
nitoramentoo e avaliação
o no âmbito
o
do Ministérrio da Saúde, o Demas publicou em m revistas ee/ou encamiinhou para divulgação em eventoss
internacion
nais, os segu
uintes artigo
os e docume ntos:

 Sisttema de Avaliação
A para a Quallificação doo Sistema Único de SSaúde (SUS S). Autores::
Afo
onso Reis Teixeira,
T Paulo de Tarrso Ribeiro de Oliveira, Paulo Edduardo Selllera. | DOI::
10.3395/RECIIIS. Saúde Rio o de Janeiroo, v.6 n.2 Sup
p1. Ago, 2012.

 Avaaliação da ccompletude e da variávvel raça/corr nos sistem mas nacionaais de inforrmação em m
saú
úde para aferição da equidade étnico‐raciial em indiicadores ussados pelo o Índice de
e
Dessempenho do Sistema a Único de SSaúde. Auto ores: Rui Mooreira Braz, Paulo de Ta
arso Ribeiroo
de O
Oliveira, Afo
onso Texeira a dos Reis, N
Nadia Mariaa da Silva Ma
achado. | Rev
evista Saúde em Debate..
Cenntro Brasileiiro de Estud
dos de Saúdee. Rio de Jan
neiro v. 37, n
n. 99 out/deez 2013. Dissponível em
m
http
p://cebes.coom.br/site/wp‐contentt/uploads/2014/01/99.pdf.

 O MMonitorame ento e a Avaliação na G Gestão do MMinistério dda Saúde. A
Autores: Pau ulo de Tarso
o
Ribbeiro de Oliv
veira, Paulo Eduardo Guuedes Sellerra, Afonso T
Teixeira dos Reis, Adla Marques dee
Almmeida Lacerdda. | Estudo de caso na Revista Brasileira de Monitoramennto e Avaliaçção, númeroo
2013. Ministtério do Desenvolvimen
5, 2 nto Social e C
Combate à FFome.

 Ava
aliação dass Ações e Serviços d
do Sistema Único ofe
erecido aoss residente
es de cada
a
mu
unicípio braasileiro por meio de indicador composto. Autores: EEucilene Alv
ves Santana,,

17
Afo
onso Reis Teeixeira, Paulo de Tarsoo Ribeiro Oliveira, Regin
na Maria M
Mello, Nadia Maria Silvaa
Macchado, Prisccilla Cristina a Ramos. | A Aprovado paara apresenttação modal idade oral e e publicação o
em forma de reesumo expan ndido nos An nais do 11º Congresso dda Rede Unidda. Com o te ema central::
“Girrar Vida, Pollíticas e Exisstências: a deelicadeza daa Educação e
e do Trabalhoo no cotidiano do SUS”.

 Integração de e informaçõ ões para tom mada de Decisão no M Ministério d de Saúde por meio da a
Sala de Apoio o a Gestão E Estratégica (Sage). Auttores: Eucile ene Alves Saantana, Pau ulo de Tarsoo
Rib
beiro de Oliiveira, Soray
ya Oliveira dos Santoss, Maria da Conceição Cavalcanti Magalhães,,
Pau
ulo Eduardoo Guedes Se ellera. | Aproovado para apresentação em rodaas de converrsas no 11ºº
Con
ngresso da R Rede Unida. Com o temaa central: “G Girar Vida, P
Políticas e Exxistências: a
a delicadezaa
Educação e do Trabalho
da E o no cotidian no do SUS”.

 Plaanejamento o Estratégicco do Minisstério da Sa aúde: contr ribuições paara o moniitoramento o
e a
avaliação no contexto do Sistem ma Único dee Saúde. Au
utores: Paullo de Tarso Ribeiro dee
Olivveira, Rafaeel Freitas de Morais, A
Adla Marques de Alme eida Lacerdda, Semilla Dalla
D Lasta,,
Dayyanne Vieiraa, Gustavo Edin.
E | Aproovado para apresentação em rodaas de converrsas no 11ºº
Conngresso da R Rede Unida. Com o temaa central: “G Girar Vida, P
Políticas e Exxistências: a
a delicadezaa
da EEducação e do Trabalho o no cotidianno do SUS”.

 Moonitoramentto do Plane ejamento Esstratégico d do Ministérrio da Saúdde: experiên ncias com o o
Sisttema Contrrole, Acomp panhamentto e Avaliaçção de Resu
ultados (e‐CCar). Autore
es: Paulo dee
Tarrso Ribeiro dde Oliveira, Diana Meneezes Gabriell, Taciana Co
osta Fernanndes Souza, R Rui Moreiraa
Braaz, Luciana M
Mara de Oliv veira, Adla M
Marques de AAlmeida Laccerda. Aprovvado para ap presentação o
em rodas de conversas
c no
n 11º Conggresso da Rede
R Unida. Com o tem
ma central: “Girar Vida,,
Políticas e Existtências: a de
elicadeza da Educação e do Trabalhoo no cotidianno do SUS”.

 Esppacialização o das inforrmações em m saúde em m nível loca al: experiênncias com o software e
i3G
GeoSaúde. Autores:
A Eddmar Morettti, Daniel Alvão
A nior, Paulo Eduardo Sellera, Adlaa
C. Jún
Marrques de Almeida Lacerda, Paulo d de Tarso Ribbeiro de Oliveira, Rui M
Moreira Brazz. Aprovado
o
parra apresentaação em roda as de converrsas no 11º Congresso d da Rede Unidda. Com o te ema central::
“Girrar Vida, Pollíticas e Exisstências: a deelicadeza daa Educação e e do Trabalhoo no cotidiano do SUS”.

 Pla
anejamento o da oficinaa: Repensan ndo a políttica de mon nitoramentto e avaliaçção do SUS..
R Teixeiraa e Rui Morreira Braz. |
Ressponsáveis: Paulo de Tarso Ribeiroo de Oliveirra, Afonso Reis
Aprrovado paraa um público o de 30 pesssoas no 11º C Congresso d da Rede Unidda.

 Parrticipação no 3º Cong
gresso Norrte e Nordeste de Se Municipais de Saúde,,
ecretarias M
rea
alizado na ccidade de Jooão Pessoa‐‐PB, entre os dias 9 e 12
2 de junho dde 2015.

 Parrticipação no o MedTrop 2015 da Sociedade Bra
o Congresso asileira de M
Medicina Tropical, 14 aa
ortaleza‐CE
17 de junho dee 2015 em Fo

 étodos misttos em Ava
Oficina sobre Uso de mé aliação em Saúde – 111º Congressso de Saúdee
Coletiva‐ ABRA
ASCO 2015 – – 27 de julhoo de 2015. P
Público: 25 p
pessoas.

 Parrticipação no
n Congresso 2015 do Conselho Nacional
N de Secretariass Municipaiis de Saúdee
enttre os dias 06 a 08 de ag
gosto em Braasília – DF.

18
2.3.2 Livrros sobre o
o Planejam
mento Estr atégico do
o Ministériio da Saúd
de

Em agostoo de 2013, o Demas publicou
p a p
primeira ed
dição do liv
vro “Planejaamento Estratégico doo
Ministério da Saúde 2011‐2015 5: Resultadoos e Perspectivas”. Trrata‐se de um históriico com oss
principais aspectos que
q ajudara
am a consoolidar a ag
genda estra atégica 20111‐2015 e os avançoss
alcançadoss até o momeento da publicação.

ve seis mil exemplaress distribuído
A primeiraa edição tev os nacionalm mente e paara todos oss órgãos do
o
Executivo. Em novemb bro de 20155, foi publiccada a quintta edição da
a publicaçãoo, com os av
vanços, quee
representaam a ampliaação de ações e serviçoos, alcançad dos até junhho de 2015,, referentes a: Atenção
o
Básica; Ateenção Especializada de Média e Altta Complexidade; Pesqu uisa e Desennvolvimento o em Saúde;;
Inovação ee Complexo o Produtivo da Saúde; Assistênciaa Farmacêu utica; à Preevenção e Controle
C dee
Doenças e A Agravos; Vigilância em Saúde; Polííticas de Quaalificação de e Pessoal e dda Gestão d do Trabalho;;
Saúde Indíígena; Saneeamento e Saúde
S Amb biental; Gesttão Descenttralizada; O Ouvidoria; Participação
P o
Popular e AAuditoria; Saaúde Suplem mentar; e Fin nanciamentto.

Tendo em vvista os prin da publicidade e transpa
ncípios consttitucionais d arência, foraam distribuídos mais dee
20 mil exemmplares desssa publicação, considerrando‐se suaas cinco edições. A verssão digital d
do livro estáá
disponível na Biblio oteca Virtu
ual do M Ministério da Saúde (BVS), nno endereçço: http:///
bvsms.saudde.gov.br/bvvs/publicaco
oes/planejam mento_estraategico_ministerio_saudee_2011_2015_5ed.pdf.

Capa
a da 5ª ediçção da publiicação do P
PE‐MS 

Fontte: Demas/SE/MSS 

19
2.4 Avaliação para a quallificação do SUS
O Demas teem como um m de seus ob bjetivos dessenvolver açções de avalliação para qualificar o SUS, sendoo
este um ddos principaais elementtos para a implementtação de um ma Política
a de Monito oramento e
e
Avaliação d
do SUS. Essas ações po
odem ser en
ntendidas co
omo um con
njunto de prrojetos e programas dee
avaliação, relativamente indepe endentes, m mas que devem serr relacionaados, conca atenados e
e
complemen ntares entre si.

Tais práticcas devem produzir innformações necessáriass e estratégicas, que constituam o enfoquee
do ciclo de ggestão da Política de Saú
avaliativo d úde e que suubsidiem o d desenvolvimeento e a qua
alificação do
o
SUS, com reelação ao cumprimento de seus prin ncípios e direetrizes.

A Coordennação‐Geral de Monitorramento e A Avaliação (CGMA),
( do Demas, de senvolveu o o Índice dee
Desempenh ho do Sistem ma Único de e Saúde (IDSSUS), que forrmulado em m 2011 com aprovação da CIT, tevee
seus primeeiros resultados divulg gados em mmarço de 20 012. Foram implementtadas novass formas dee
apresentaçção dos resu ultados do ID DSUS por m meio de tabeelas, gráficoss tradicionaais e gráficoss de bolhas,,
além de mapas. O IDSSUS teve sua
a página naa internet to
otalmente re
eestruturadda no ano de 2014. Em
m
Agosto de 2015, o ID
DSUS foi deb batido no ccolegiado dee Secretário
os do MS, qquando foi apontada a
a
necessidadde de sua reeestruturação o.

Em 2013, a CGMA testou
t 29 indicadores
i do Sistem
ma de Inforrmação Am mbulatorial (SIA) e 24
4
indicadores Sistema de
d Informaçção Hospitaalar (SIH), participando
p o da reestruuturação do
o Programaa
Nacional dee Avaliação de Serviçoss de Saúde ((PNASS) quee visa avaliar os estabellecimentos d de saúde doo
SUS. Esses indicadoress, testados p
por estabeleecimento dee saúde, med diram a prooporção de ó óbitos entree
os atendim
mentos, segu
undo grupos de proced dimentos reealizados. Em 2015, essses indicad
dores foram
m
reformuladdos no sentido de medirr, também, aa proporção o de óbitos e entre os ateendimentos, por gruposs
de causas d
da CID e vissando novoss testes a paartir do pareeamento das bases SIA, A, SIH com o Sistema dee
Informaçãoo sobre Mortalidade (SIM), de form ma a corrigir o sub registtros de óbitoos.

O Demas, também em 2014, assinou um Termo de Cooperaçã ão (TC) com m a UFMG visando a a
individualização e parreamento das
d principaais bases dee dados assistenciais ddo SUS. Coube a CGMA A
articular a equipe de pesquisado
ores desse TC com a equipe da DAAED/CGA AM/DATASUS/SE, quee
desenvolvia um projetto semelhannte. Por meiio desse traabalho conju
unto foram elaborados algoritmoss
para limpeza, padronizzação e de d duplicação ( determinísttica e probab bilística) dee dados de id
dentificação
o
dos indivídduos nas basses de dadoss, de 2008 a 2014, do SIH, SIA, SINA AN e SIM. Essse projeto jáá conta com
m
os primeiro os resultado ando‐se em nova fase d
os, encontra de processam mento dos ddados, com ajustes doss
algoritmos e programaas computaccionais.

2.5 Índicce de Dessempenh
ho do Sisttema Úniico de Saú
úde (IDSSUS)
O IDSUS éé um índicee composto que se prropõe a avaaliar o dese empenho doo “SUS que e atende oss
residentes de cada mu unicípio brassileiro”, quan nto ao cump primento de e seus princíípios da universalidadee
do acesso, integralidaade da atennção, equid dade, regionnalização, hierarquizaç
h ção, comando único e e
responsabiilidade tripaartite. Vale ressaltar q
que, ao reallizar essa avaliação,
a o IDSUS nãoo analisa oss
municípios, isoladamen nte, pois conntempla a veerificação daa Atenção Bá ásica (toda rrealizada no
o município))
e a da Aten
nção Especiaalizada, Amb bulatorial e HHospitalar, rrealizada tan nto no próp rio município, quanto aa

20
que é encamminhada parra outros mu
unicípios, reeferência de uma região, de um estaddo ou nacion
nal (Rede dee
Atenção à SSaúde).

O Índice uttiliza metod
dologias esta
atísticas parra o cálculo
o de indicadores simplees e composstos aptos a
a
apontar as diferenças de acesso e efetividade,, tanto entree os níveis d de atenção, qquanto entre o SUS quee
atende os rresidentes eem municípiios e regiõess de saúde ee unidades ffederadas e regiões do país. Para aa
atribuição de pesos aos indicadores simp ples que co ompõem o IDSUS, foii usada a Análise dee
Componentes Principaais que se m mostrou com mo método aadequado p para desvenddar as iniqu uidades quee
devem ser superadas, p possibilitando a busca d de maior eq quidade no SUS.

Em 2012, fforam publiccados os primeiros resu ultados do ID DSUS, que see referem aoos dados do o período dee
2007 a 2010. Tais dados indicam
m, portanto, a situação do “SUS qu
ue atendeu os residenttes de cadaa
município b
brasileiro” até
a 2010, nãão contempplando as melhorias que e podem terr ocorrido nos
n anos dee
2011 e 20112.

De forma ggeral, os prim meiros resu ultados IDSU US apontaram que o ma aior problemma do SUS, a ainda é o dee
acesso, quee a atenção
o básica, na maioria doos municípios brasileirros está mellhor do que
e a atenção
o
especializaada. Assim, oo IDSUS apo ontou que m muito deve ser melhorad do na regionnalização, issto é, que see
deve melho orar o acesso de residen ntes em cidaades que nãão têm a aten nção especiaalizada, às ccidades comm
mais infraeestrutura dee média e allta complex idade, ambu ulatorial e h hospitalar, aassim como melhorar o o
acesso dos residentes d desses municípios de reeferência.

O IDSUS appontou, aindda, os municíípios, que, aalém da aten alizada, têm deficiênciass na atenção
nção especia o
básica e qu
ue a deficiên
ncia da atençção especiallizada é maior nas regiõ
ões Norte, NNordeste e Centro Oestee
do que nas regiões Suddeste e Sul d
do Brasil.

Em 2013, h houve a divu ulgação dos indicadoress simples do o IDSUS que incluiu o anno de 2011, avaliando o o
período dee 2008 a 20
011, renovanndo um anoo do período de três an
nos. Ou sejaa, acrescentando dadoss
mais recenntes dispon níveis do último
ú ano de um peeríodo, parra efeito dee acompan nhamento e
e
monitoram mento da evo olução dos rresultados ddos indicado ores simpless. Portanto, para esse p período, não
o
foram calcuuladas as no otas dos indiicadores commpostos ou índices, ma as apenas oss resultados e notas doss
24 indicadoores simpless.

Também eem 2013, fo
oram disponnibilizados, na página do
d IDSUS <www.saude
< e.gov.br/idsus>, mapass
com as no
otas dos 24
4 indicadorres simpless, além de gráficos de
e bolhas coom os resu
ultados doss
indicadores compostoss do IDSUS, até 2010.

É importan nte afirmar que o IDSUS S é um dos componenttes das ações de Avaliaçção para a Q Qualificaçãoo
do SUS, qu
ue contemplará pesquissas diretas d
de satisfação dos usuárrios, a restrruturação do
o Programaa
Nacional dde Avaliação
o dos Serviiços de Saú
úde, o Programa Nacio onal de Mellhoria do Acesso
A e daa
Qualidade d da Atenção Básica (PMA AQ), a Cartaa SUS, entre ooutros.

Mais que u um ranking e menos qu ue uma expl icação exau ustiva, o IDSUS oferece uma visão a aproximadaa
do SUS, peermitindo in
nstaurar prá áticas de avvaliação e monitorame
m ento para iddentificar oss principaiss
problemas do SUS e, principalme ente, para oorientar a construção
c de pactos eentre os gestores, comm
metas e coompromisso os para a co
ontínua con nstrução de um SUS qu ue respondaa mais aos direitos dee
cidadania ee de saúde ddo povo brassileiro.

Em 2015, na perspecctiva de reevisar o IDSSUS, a CGM
MA realizou u discussõees a fim dee estudar a
a
substituiçãão de algun
ns indicadorres simples por outros correlatoss mais preccisos, usand
do além dee
21
indicadores que medeem o núme
ero de even
ntos (óbitoss, procedim
mentos), usaar também alguns quee
meçam o número de pessoas atendidas.

2.6 Políttica de M
Monitoram
mento e A
Avaliação
o do SUS (PMA‐SU
US)
Desde sua instituição em 2011, o
o Demas veem envidando esforços para o dessenvolvimen nto de umaa
Política de Monitoram mento e Avalliação do SU US (PMA‐SU US). A constrrução dessaa política tem
m sido umaa
ação articu
ulada ao desenvolvimen nto da politicca de saúde,, que oriento
ou a gestão do MS de 2011 a 2014..
Assim, as aações de mon nitoramentoo e avaliaçãoo têm sido inscritas com
mo componeentes do cicllo da gestãoo
de políticass públicas, teendo como p
pressupostoo o uso de daados e inforrmações.

Nesse senttido, em julh ho de 2013, foi publica da a portarria nº 1.517,, que instituui o Grupo dde Trabalhoo
boração da PMA‐SUS. Em 2014, aas reuniões do GT culm
para a Elab minaram naa apresentaçção de umaa
minuta da Política, a ser posterriormente aanalisada e desenvolvida. Essa prroposta aprresentou oss
seguintes ttópicos como o propósitoss:

 O d
desenvolvim egração e o fortalecimeento das açõ
mento, a inte ões de moniitoramento e avaliação
o
em saúde nas ttrês esferas de gestão, p produzindo informaçõess estratégicaas capazes d de subsidiarr
a to
omada de deecisão para aa melhor qu ualificação e desempenh ho do SUS.

 A o
orientação para
p o desen
nvolvimentoo e a execução das açõões de moniitoramento e avaliaçãoo
commo insumo estratégico o para o cicclo de elaboração, deccisão, impleementação, avaliação e
e
corrreção das Políticas Públicas de Saú úde.

 O d
desenvolvim
mento, a inteegração e o fortalecimeento das açõ
ões de moniitoramento e avaliação
o
em saúde inteer e entre os
o sistemass de serviçoos públicos e privadoss de saúde, no âmbitoo
naccional.

Além disso, a propostaa da PMA‐SU
US traz as se guintes direetrizes:

 Esttímulo ao deesenvolvime
ento, ao forttalecimento
o, à articulaçção e à inteegração das práticas dee
monitoramento, avaliação e gestão daas informaçõ ões, nas três esferas de ggestão do SU US.

 Insttitucionalizaar a integra
ação do mon
nitoramento
o e avaliaçã
ão com as aações de pla
anejamento,,
orççamentação, regulação, ccontrole e aauditoria do SUS.

 Proodução e uttilização de
e informaçõões qualificaadas, estrattégicas e coonhecimenttos sobre o
o
sisttema públicoo de serviçoos de saúde ee sobre a saúde da popu ulação brasiileira.

 Fom
mento e con ntribuição para a transp
parência daas ações da administraçção pública em saúde ee
sub
bsidio para o
o desenvolviimento das ações de participação e
e controle soocial.

 Conntribuição para
p o desenvolvimentto da responsabilidade e prestaçãão de contass das açõess
praaticadas por gestores e pprofissionai s do SUS.

 bsídios aos processos de respon
Sub nsabilização
o, contratua
alização dee metas, re
esultados e
e
mellhoria de deesempenho d
de trabalhad
dores e gesttores no âmb
bito do SUS..

 Fom
mento e con ntribuição pa
ara maior exxcelência, efficiência, eficácia e efetiividade na p
produção dee
ben
ns, ações e serviços públicos de saú
úde.

22
 Pro
omoção do uuso de ferra
amentas infoormatizadass em conform
midade comm a Política Nacional dee
Info
ormação e In
nformática d
do SUS (PNIIIS) para açõ
ões de monitoramento ee avaliação d
do SUS.

 Conntribuição ppara a integrração das açções de mon nitoramento o e avaliaçãoo das políticcas públicass
inteersetoriais e entre os sistemas d
de serviços públicos e
e privados de saúde, em âmbito o
naccional.

 Artticulação e eestabelecime ento de parrcerias com órgãos gove ernamentaiss, não goverrnamentais,,
naccionais e intternacionaiss, intra e inttersetoriais,, bem como com a sociiedade civil organizadaa
parra o fortalecimento das ações de con ntrole sociaal, monitorammento e avaaliação em sa aúde.

Para o ano de 2015, o o Demas eivo ou‐se de esfforços para apresentar, discutir e aprovar a P
PMA‐SUS no o
âmbito do Ministério da saúde e posteriorrmente no Conselho
C Nacional
N de Saúde e na Comissão
o
Intergestorres Tripartitte. Entretanto, até setem
mbro de 2015, a dificulldade de ageenda dos dirigentes e o
o
nstitucional impossibilittaram a reallização destaas discussõe
contexto in es.

2.7 O SU
US em Vissta
Inspirado nna publicaçãão “Indicado ores do Deseenvolvimen nto Brasileiro”, do Minisstério do Plaanejamento,,
Orçamento o e Gestão, ee nos indicad dores do Ín dice de Desempenho do SUS (IDSU US), em 2014, o Demas,,
por meio dde sua Coord denação‐Gerral de Moniitoramento e Avaliação (CGMA), ellaborou um documento o
que busca apresentar,, em série histórica,
h m conjunto de indicado
um ores selecionnados, abarcando fatoss
socioeconôômicos, de saúde do Bra asil e, tambéém, de finannciamento e de produçãão de serviços de saúdee
do SUS. Essses indicad
dores foram m analisadoos em quattro níveis de
d desagreggação geogrráfica (país,,
Regiões, UFF e municípiios) e organizados em b blocos de infformações sob três persspectivas:

 Naccional: que compara as a médias daas grandes regiões, do Brasil e daas Unidadess Federadass
(UFF) entre si, representad
r da por tabellas coloridas na gradaçção das corees vermelha
a, amarela e
e
verrde. Essas co ores significa
am, respectiivamente, reesultados ba aixos, intermmediários e altos.

 Gra
andes Regiõ ões: que com mpara a méédia dessas, do Brasil e das respecttivas UFs, re
epresentadaa
pelos gráficos d ambém, nas gradações d
de linhas, ta de vermelho o, amarelo e verde.

 Muunicípios brasileiros:
b comparad dos entre si,
s represen ntada peloss mapas co oloridos naa
graadação verm
melho, larannja, amareloo, verde claro, verde esscuro e azuul, no mesm
mo padrão e
e
os mapas do IDSUS, cujas corres significcam, respectivamente,,
inteervalos utiilizados no
resultados mu uito baixos, baixos, inttermediárioos inferiores, intermeddiários, inte ermediárioss
supperiores e alltos.

O documen nto traz um
m importante
e conjunto d
de informaçções que pe
ermitem queestionamen ntos sobre o
o
desenvolvimento histó órico do SUS
S e sobre seuus avanços ee deficiênciaas, podendo ser – para le
egisladores,,
governantees, órgãos de controle ddo Estado brrasileiro, geestores, trabbalhadores ee usuários d
do SUS – um m
subsídio paara a consoliidação desse audaciosoo projeto e patrimônio republicano do Brasil.

23
2.8 Estudos sobrre parâmetros pre
eliminares de cob
bertura

2.8.1 Estu
udo sobre p
parâmetro
os prelimiinares de ccobertura médica esspecializad
da para o
Sistema ÚÚnico de Sa
aúde

Realizado eem 2014, com o objetiivo de calcu
ular, prelim
minarmente, o número m médicos poor habitantee
para a Aten nção ambulaatorial e hospitalar esp pecializada nno SUS, essee estudo tevve um prime eiro cenário
o
de parâmeetros constrruído a parttir dos dad
dos cadastraais de profissionais dee saúde no Sistema do
o
Cadastro NNacional de E Estabelecim
mentos de Saaúde (CNES)) e dos dado os de proceddimentos am mbulatoriaiss
e hospitalaares especiallizados, produzidos e reegistrados ssegundo esp pecialidadess médicas, n nos sistemass
de informaações SIA e SSIH, para o a
ano de 2013 e em cada m município brrasileiro.

ntidade de unidades de 40 horas semanais de médicoss
A partir dee tais dados, foi calcullada a quan
especialistaas (ambulattoriais e hosspitalares) n necessárioss para o atendimento àà população usuária doo
SUS, resideente em um subconjunto de municíípios brasileeiros com a melhor estrrutura e organização daa
produção p pública de serviços de e saúde, e que se caraacterizam por
p disporem m da maior oferta dee
serviços especializados, ambulatoriais e hosp italares, no Brasil.

Ao se enco
ontrar a refferida quanttidade de u nidades de 40 horas semanais
s – registradas no CNES e
e
tomadas como as utiilizadas parra produçãoo SUS de procedimen
p ntos ambulaatoriais e hospitalares
h s
especializaados, por esspecialidadee médica (C CBO) –, estta foi divid
da pela som
ma da popu ulação, com
m
cobertura ambulatoriaal exclusiva amente SUSS (sem cobertura com planos priivados de saúde),
s doss
municípioss selecionados como refferência, ressultando na quantidade de unidade s de 40 hora as semanaiss
ambulatoriiais, por especialidade m médica (CBO O), por mil h
habitantes.

Um segund do cenário d de parâmetrros foi consttruído sem usar os dad dos do CNESS, mas apenas os dadoss
da produçãão registradaa segundo e especialidad des médicas (CBO), nos ssistemas de e informaçõe es SIA e SIH..
Nesse cenáário, a quan
ntidade anua al (2013), d
de procedim
mentos prodduzidos na aatenção ambulatorial e e
hospitalar especializadda, foi dividida pela resspectiva capacidade ope eracional (qquantidade e esperada dee
procedimen ntos para cada
c 40 horras semanai s de cada especialidad
e de, em um aano), encontrando‐se a a
quantidadee de 40 horras semanaiis ambulatooriais necesssárias àquella produçãoo, que, por sua vez, foii
divida pelaa soma da população, co om coberturra ambulato orial exclusiivamente SUUS (sem cob bertura com m
planos privvados de saú úde), dos mu unicípios seelecionados como referê ência, resulttando na quantidade dee
40 horas seemanais ambulatoriais, por especiaalidade médica (CBO), p por mil habittantes.

2.8.2 Estu
udo sobre p
parâmetro
os prelimiinares de ccobertura com proceedimentoss
selecionaados da ate
enção amb
bulatorial eespecializada

Em 2014, u um grupo dee procedime entos especi alizados, sellecionados p pela Coordennação‐Gerall de Média ee
Alta Compllexidade da Secretaria d
de Atenção àà Saúde, foi tabulado se egundo munnícipio de re
esidência doo
usuário e o ano (atendiimento) de 2
2013. Esta taabulação seggundo municcípio de resiidência foi possível paraa
os dados d
do Sistema de
d Informaçções Hospitaalares (SIH)), do Sistem
ma de Inform
mações Amb
bulatoriais ‐

Autorização o para Proceedimentos d
de Alto Custto/Complexiidade (SIA A APAC) e do SSistema de IInformaçõess
m de Produção Ambulatoorial Individ
Ambulatoriiais ‐ Boletim dualizada (SIIA BPA‐I).

Para os procedimento os de média complexidaade (como consultas médicas
m e váários Serviço de Apoio,,
Diagnóstico o e Terapêu
utica ‐ SADT
T) – registraados no Boletim de Produção Ammbulatorial Consolidado
C o
24
(BPA‐C), qu ue não traz o municípioo de residên ncia do usuáário atendid do –, esta infformação de e residênciaa
foi inferidaa a partir do
d municípiio de residêência registtrado no Booletim de P
Produção Ambulatoriall
Individualizado (BPA‐‐I). Para esssa inferênccia, o perceentual de atendimentoo que cada municípioss
realiza parra outros municípios em duzido e registrado noo BPA‐I, foi aplicado ao
m relação aao total prod o
total procedimentos seelecionados e registradoos no BPA‐C C desses municípios quee atenderam m residentess
de outros m municípios, encontrando o quantitaativo de pro ocedimentoss realizados ao próprioss residentess
e aos resideentes encam minhados poor cada um d dos outros m munícipios.

Dispondo da quantidaade, segund do ano de atendimentto, de todos os proceddimentos selecionadoss
(registrado
os no BPA‐‐C, BPA‐I, APAC,
A e SIIH) destinada aos ressidentes de todos os municípioss
brasileiros,, foram calcu
uladas, para
a cada proceedimento, ass seguintes mmédias:

 Média Brasil –– média de 5
5565 municíípios brasileeiros;

 Média dos Munícipios
M Referência
R – média de
d 42 muniicípios brassileiros tom
mados comoo
refeerência, isto
o é, subconju
unto de mun nicípios brasileiros com
m a melhor eestrutura e o
organização
o
da pprodução pú ública de se
erviços de saaúde, e que se caracterizam por dissporem da mmaior ofertaa
de sserviços esppecializados, ambulatorriais e hospittalares, no B
Brasil;

 Média de 14 M Munícipios Referênciaa com cobe ertura de attenção básiica de 80% % ou mais ––
média do subcconjunto doss munícipioos de referên ncia e de se eus vizinhoss localizadoss na mesmaa
reggião de saúde (CIR em 16/06/2014 4) todos com m cobertura de atenção bbásica de 80 0% ou mais,,
medida pelo in
ndicador Coobertura esttimada da população
p re
esidente pellas equipes da atenção
o
bássica à saúd
de. Essas médias,
m tom
madas como o parâmetro os, permiteem a comparação e o o
map peamento da
d adequaçã ão ou déficiits da ofertta atual doss procedimeentos selecionados, emm
tod
dos os municcípios brasileiros.

2.9 Índicce Nacion
nal de Qu
ualidade das Ouviidorias d
do SUS (IN
NOUV‐SU
US)
A CGMA/ DDemas presttou assessorria, a Coordeenação da Ouvidoria do SUS (DOGE
ES/SGEP), na
a criação do
o
Índice Naciional de Quaalidade das O do SUS (INO
Ouvidorias d OUV‐SUS).

O INOUV‐SSUS consistee num conjjunto de in dicadores simples
s e co
ompostos qque buscam m fazer umaa
aferição daa adequação o de estrutu
ura e de fun
ncionamentto dos serviiços de Ouvvidorias do Sistema dee
Único de SSaúde (SUS), enquanto canais perm manentes dee comunicaçção, que reccebem e resspondem àss
demandas, queixas ou manifestações dos cidaadãos referentes a açõe es e serviçoos de saúde do SUS, sob b
gestão mun nicipal, estad
dual e federral

o INOUV‐SUS compreen
O modelo aavaliativo do nde:

uvidorias do SUS, por meio de in
Uma avaliaação das ou ndicadores simples e ccompostos capazes dee
mensurar características das ouv vidorias doo SUS existeentes no pa
aís, de moddo a identifficar pontoss
positivos e negativos eem suas estrruturas e proocessos usan ndo:

a) Indicadoores simplees advindo de itens coolhidos por um inquérito e valoraados segund
do critérioss
técnico‐pollíticos orien
ntados pela P Política Naccional das OOuvidorias do SUS. A som ma dos ponntos de cadaa
item avaliaado resulta eem uma pon ntuação de 0 0 a 10.

25
b) Indicado
ores simpless calculadoss com dadoss quantitativ
vos colhidoss no inquériito. O quocie
ente entre o
o
resultado d
do indicadorr e o parâmeetro estabellecido em su
ua ficha técn
nica, multipllicado por 1
10, resultam
m
em uma po ontuação de 0 a 10;

c) Resultaddos ou notass dos indicad dores simpl es e composstos das ouv vidorias do SSUS existentes em cadaa
região de ssaúde, estad
do, região brasileira e eem todo o território
t na
acional; calcculados pela
a média doss
resultados ou notas dos indicad dores das oouvidorias avaliadas
a ponderadas
p pelas popuulações doss
correspond dentes territtórios.

Uma ponderação dos indicadores simples nno cálculo dos
d indicad dores compoostos interm
mediários e e
destes nos índices mais gerais porr meio do méétodo estatíístico da Aná
álise de Com
mponentes P Principais.

Foram reallizados doiss testes doss indicadorees e do modelo avaliattivo (em deezembro de 2013, com
m
dados da p
pesquisa a 161
1 ouvidorrias e em noovembro dee 2014, de 497
4 ouvidorrias). Foram m testados e
e
calculados 21 indicadoores simple es, 8 indicad
dores compo ostos interm
mediários e o Indicador composto o
final ‐ INOU
UV‐SUS. Em 2014 foram m elaboradass as fichas rresumidas dos indicado res e a minu uta do textoo
base do INOOUV‐SUS.

Em 2015, a CGMA/D Demas asseessorou a Coordenaçãão da Ouviidoria do SSUS (Dogess/SGEP) naa
reformulaçção do inquéérito aplicad
do, a partir d
de uma segu
unda pesquisa realizadaa junto as ou
uvidorias doo
SUS, e que colheu outrros dados quue não estavvam presenntes no prim
meiro inquérrito, o que im
mplicará naa
construção
o de novos indicadoress simples ee consequen
ntemente de
d construçãão e cálculoo de novoss
indicadores compostoss.

2.10 Com
mitê de In
nformaçã
ão e Info rmática em Saúde (CIINFO
O)
O Comitê d
de Informaçção e Informmática (CIIN
NFO) detém
m uma funçã ão prepond erante no processo
p dee
estruturaçãão da goverrnança da in
nformação nno Ministérrio da Saúde, uma vez que define estratégiass
convergenttes quanto aao uso de padrões de Te cnologia da Informação o e Informáttica (TIC).

Em março de 2012, foi assinada a a portaria nºº 188, dispo ondo acerca a do Regimeento Interno o do CIINFO,,
que, além dde formalizaar a estruturra, as compeetências e o funcioname ento do Com mitê, estabelece ser estee
constituído
o por três Su ubcomitês: ((i) Subcomi tê de Goverrnança de TIIC; (ii) Subccomitê de Se egurança daa
Informação bcomitê de Governançaa da Informaação em Saú
o; e (iii) Sub úde. Este úlltimo, coord
denado pelaa
Coordenaçãão‐Geral dee Gestão da d Informaação Estrattégica (CGG GIE/Demas),, possui dentre
d suass
atribuiçõess o fortaleciimento da Política
P Naciional de Infformação e Informáticaa (PNIIS), cu ujo objetivo
o
principal é o direcionaamento da in nformação eem saúde no o sentido de se alcançar r uma base p padronizadaa
de dados nas três esferras de gestão o do SUS.

Além disso o, o CIINFO ffaz um acommpanhamen to dos Sisteemas de Info ormação e Innformática ddo MS, açãoo
que tem co
ontribuído para
p o desenvolvimentoo de sistemas de inform
mação em ssaúde, assim
m como tem
m
delimitado o investimeento de força a de trabalh
ho nesse cammpo.

O, o Demas coordena a
No CIINFO a Gestão daa Informaçãão, auxilia nas atividaades do Apo
oio Técnico
o
Administraativo, inclu
uindo definnição de ppauta, elab
boração de Portarias,, Regimentto Interno,,
implemetaçção da PNIISS, e participa do grupo d
de revisão d
do PDTI.

Em 2015, o Demas, em parceria com o Dataasus, iniciou
u os trabalh
hos para a revisão da Portaria nºº
2.072/2011, que redeefine o CIIN
NFO no âm bito do MS S. Além da atualizaçãoo das competências do o

26
CIINFO, a revisão preetende insttituir formaalmente a Secretaria
S Técnica
T do CIINFO, insstância quee
omo principal atribuição
possuirá co o subsidiar as decisões finais prolatadas pelo CCIINFO.

2.11 Pollítica Naccional de Informa
ação e Infformática
a em Saú
úde (PNIIS)
Em 2013, aapós a realiização de re
euniões comm integrantees e particip
pantes do Suubcomitê dee Gestão daa
Informaçãoo em Saúde (SGIS) e a a aprovação d do CIINFO, oo texto da PN NIIS e seu I Plano Operrativo foram m
pactuados pela Comisssão Interge estores Trip
partite (CIT)), em 31 de
e outubro. AAinda em 2013,
2 foram
m
encaminhaadas, à Consu ultoria Juríddica do MS (CConjur/MS)), minutas de e Portaria, innstituindo a
a PNIIS, e dee
Resolução, estabelecen ndo estratég gias e ações orientadoraas para seu I Plano Operrativo.

Em 2014, fforam apresentados o te exto da PNIIIS e seu I Plano Operatiivo ao Conseelho Nacion nal de Saúdee
(CNS), ao C
Conselho Naacional de Secretários
S Estaduais de
d Saúde (Conass) e aoo Conselho Nacional
N dee
Secretariass Municipaiss de Saúde (Conasems)). Nesse conntexto, a im
mplementaçãão da PNIIS
S, que é um
m
instrumentto federativo o de coorde enação das aações e iniciiativas no ca ampo da infformação e informáticaa
em saúde, capaz de amparar a a formulaçãão de um processo decisório
d cooerente comm as reaiss
necessidaddes da popullação, visa a suprir:

 A faalta de padronização do
os procedim
mentos de ob
btenção e tra
atamento doos dados em
m saúde.

 A h dade de sua periodicidaade.
heterogeneid

 A d
deficiência reelativa de qu
ualificação p
profissional nesse tema.

 égias de fin anciamento
A insuficiênciaa de estraté o no campo da informaação e informática em
m
saú
úde, entre ou utras lacuna as obstativass do alcancee da interoperabilidade de dados e informaçãoo
em saúde.

foi publicadaa a Portaria
Em 2015 fo 0 de maio de 2015, que
a 589, de 20 e instituiu aa PNIIS, dando‐se como o
cumprida aa responsabbilidade do DDemas no q que tange à revisão e pu
ublicação daa referida Política. Estáá
em fase de elaboração a publicação da referid da política.

2.12 Sala
a de Apoio à Gesttão Estrattégica (Sage)
O Ministérrio da Saúde ocupa no
o Governo FFederal um lugar de destaque
d quuando consiiderado seu
u
imenso acervo de daados e infoormações. D
Deste modo o, foi verificcada a neccessidade de o Demass
administraar uma Sala de Apoio à Gestão Estr atégica (Sagge), na qual se insere um ma sala de iinformação,,
que integraa informaçõ ões estratégicas provennientes de toodos os órgãos e entidaades vincula adas ao MS..
Além dissoo, por intermmédio de varriados instruumentos dee qualificação e quantificcação de ind dicadores, aa
Sage concentra inform mações proveenientes dass diversas esstruturas orrganizacionaais de monittoramento ee
avaliação.

Não obstannte a função o interna dessempenhad a pela Sage no âmbito iinformacionnal do MS, sobreleva‐see
seu papel externo qu uando deten ntora da reesponsabilid dade de serr utilizada, também, co omo centro o
o e atualizaado de informações peela Presidên
qualificado ncia da Rep pública, Cassa Civil, Miinistério do
o
Planejamen nto Orçameento e Gestãão, gestoress das três essferas de go
overno, conntrole sociall, órgãos daa
controladoria interna ee externa e ssociedade ciivil em geral.

27
A Sage enggloba um con njunto de mmetodologiass implementtadas por m meio de análiise de dadoss pelos seuss
técnicos e softwares qque, em últim ma análise, coletam infformações e e as organizzam em connhecimentoss
úteis para ajudar na toomada de d decisão. Segu uindo essa metodologia de gestão da informa ação, a Sagee
controla o processo co onhecido co omo Businesss Intelligencce (BI), que visa ao corrreto gerencciamento daa
informação o, na medida em que estabelece umm processo periódico e
e estruturaddo de plane
ejamento dee
Tecnologiaa da Informaação, capaz d de subsidiarr os gestoress de saúde p
pública nas ssuas análises e decisõess
a respeito d
das informaações contidas nos Siste mas de Informação em Saúde (SIS)).

Em março de 2012, fo a a portariaa n° 406, insstituindo officialmente aa Sage e redefinindo o
oi publicada o
fluxo para a gestão das
d informa ações estrattégicas no âmbito
â do MS e entiddades a ele vinculadas..
Segundo essa normattiva, cabe ao o Demas, p por intermédio de sua Coordenaçãão‐Geral de e Gestão daa
Informação o Estratégicaa (CGGIE), aa coordenaçãão da Sala.

O Demas tem partticipado attivamente das iniciaativas do Governo FFederal re eferentes à à
institucionaalização daas duas Inffraestruturaas Nacionaiis de Dado os, uma esppecializada em dadoss
georreferen nciados (Inffraestrutura
a Nacional d
de Dados Esspaciais – IN
NDE), outraa que englob
ba todos oss
tipos de daados (Infraesstrutura Naccional de Daados Abertos – INDA).

Assim, o D
Demas tem compartilha
c ntemente seus dados co
ado constan om a INDE, por meio do
d softwaree
GeoNetworrk. Até o mo omento, 61 iindicadores que constam da base d de dados daa SAGE estão o acessíveiss
por meio d da INDE. Os dados conttidos na IND DE estão emm processo dde integraçãão técnica com a INDA,,
sob a resp
ponsabilidadde de seu gestor
g (MP OG). O Dem
mas tambémm participoou da II Jorrnada INDEE
acadêmica,, na qual foi apresentada minuta daa Política Naacional de Ge
eoInformaçãão (PNGEO).

No que see refere ao delineamen erno, decisiivo para o sucesso do
nto do proccesso de trrabalho inte o
fortalecimeento da Sagee como ferra amenta paraa tomada dee decisão no SUS, em 20 12, a Sage começou um m
processo dde ampliaçãão de sua equipe, além o de meios e/ou ferram
m de iniciarr a inserção mentas quee
fortalecem as suas ativ vidades.

A partir de agosto dee 2012, a Sage,
S e tam
mbém todo o Demas, passou
p a uttilizar, interrnamente, o
o
Redmine, u um softwaree livre de gerenciamentto de projeto os, que pote
encializa o pprocesso de redefinição o
de tarefas e propicia a criação de memóriia do conjuunto do tra
abalho realiizado, identtificando ass
atividades desenvolvid das pelos téccnicos respoonsáveis pella análise de
e informaçõ es e pela Te ecnologia daa
Informação o.

Outra ferraamenta incoorporada neeste períoddo foi um siistema de controle
c de versão opeen‐source: o
o
Subversion (SVN), quee possibilita
a gerenciar arquivos e e diretórios cronologiccamente e gravar
g cadaa
modificação em um reepositório específico,
e permitindo a recuperaçção e a anállise de com
p mparação dee
diferentes vversões e ottimizando o processo dee trabalho.

O Termo d de Cooperação nº 43/20 013, Inovaçção Tecnológ gica da Sala
a de Apoio àà Gestão Esttratégica do o
Ministério da Saúde, fiirmado entrre o Ministérrio da Saúdee (MS) via o Departameento de Mon nitoramento o
e Avaliação
o do SUS ‐ D Demas e a Universidadee Federal dee Santa Catarina (UFSC)), com valorr total de R$ $
3.336.628,220, objetivo
ou a implemmentação d de melhoriaas e avanço tecnológicco no fornecimento dee
informaçõees no âmbitto do Ministtério da Saú
úde, com a reformulaçã ão tecnológgica da Sala de Apoio à
à
Gestão Estrratégica (Sagge/MS).

Desde 2011, o Demas tem desenvolvido e d es sistemáticcas e coord
disponibilizaado aferiçõe denadas doss
indicadores de saúde e do desem
mpenho do sistema dee serviços de
d saúde braasileiro parra subsidiarr

28
análises esstratégicas e
e operacion nais, visand o o acompaanhamento de metas, prestação de d contas e
e
melhoria dda qualidade de serviçços oferecid dos a população brasileeira. Um coomponente importantee
deste proccesso é a disseminaçã
d ão amigávell e abrangeente destas informaçõees com o objetivo dee
potencializzar a transpaarência de g gestão e a reegulação soccial, escopo e
e objeto da pparceria enttre o Demass
e a UFSC. Para atingirr tal objetiv
vo o Termoo de Cooperração desen
nvolveu mettodologias e e processoss
inovadoress para uma rreestruturaçção tecnológgica da Sala de Apoio à Gestão Estrratégica parra fortalecerr
essa imporrtante ferraamenta com mo fonte dee dados da saúde no Brasil e faccilitar o ace
esso dessass
informaçõees a qualqueer cidadão brasileiro.

No final dee setembro d de 2015, com m a criação do “Painel de Indicado ores do MS” na SAGE, fo oi iniciado o
o
cadastrameento dos responsáveis pela inclusãão dos indicadores, para possibiliitar o acesso
o ao painel,,
através de “login” e “senha”,
“ forrnecidos peela SAGE. A
A inclusão dos
d indicadoores com as a fichas dee
metadadoss encontra‐sse na fase inicial.
i Entrretanto, é im
mportante destacar
d o ccompromettimento dass
áreas para que todo o p processo sejja concluídoo em 2015.

Atualmentee, encontraa‐se em de esenvolvimeento o mód dulo das metas
m estruuturantes de
d naturezaa
quantitativvas que perm
mitirá o intercâmbio d os valores registrados
r com os inddicadores ex
xistentes no
o
painel. As mmetas qualittativas conttinuaram se ndo monito oradas no e‐Car atravéss de parecerres emitidoss
pelos respoonsáveis.

As informações do blocco Situação d de Saúde noo Portal da Sage, tem com mo fonte priincipal as áreas técnicass
da secretarria de vigilân ncia em saúde, e são atu ualizadas peeriodicamen nte por meioo de envio d de dados em m
planilha Exxcel. Para qu
ue o processso de atualizzação se torrne mais ágiil e diminuaa a margem de erro, foii
iniciado em
m 2015 um piloto com as informaçções da AIDS onde a ex xtração dos dados é feitta de formaa
automatizaada diretameente do banco da área ttécnica com a utilização da ferrameenta de ETL Spoon.

Em 2015 ffoi feita a implantação o do softwaare livre CK KAN, envolve endo a insttalação, con
nfiguração e e
definição d
dos procedimentos de e utilização (cadastram mento de usuários, deefinição do modelo dee
entrada dee dados e caarga de dados iniciais). Trata‐se dee um softwa
are para co nstrução dee portais naa
web para o o gerenciam mento e disseminação d de dados, co onforme preconizado peela política de acesso àà
informação o do governo o Federal e pelo Portal de Dados Abertos. A instalação do CKAN no M Ministério daa
Saúde (httpp://dados.saaude.gov.br/) interage com o Portaal de Dados Abertos (htttp://dados.gov.br/) dee
forma a torrnar acessív vel ao públicco em geral os dados pu ublicados pe elo MS. Atuaalmente, trê ês conjuntoss
de dados eestão receb bendo maior atenção q quanto ao uso
u do CKA AN: dados uutilizados nos
n gráficoss
disponíveiss no portal SSage, dados do painel d de indicadorres e dados do Tabwin. A iniciativa a CKAN estáá
associada ao processo de dissem minação dee dados, em m padrões abertos, jáá utilizados na Sage e e
vinculados à Infraestru utura Nacion nal de Dado s Espaciais (INDE).

Ainda em 2015, a Saage iniciou o desenvoolvimento de d mapas in nterativos qque são utiilizados em
m
diferentes setores do MS. Esses mapas
m são b
baseados em m modelos de program mação que permitem
p a
a
confecção rrápida de novos
n produutos. Os mo delos são desenvolvido
d os e reaprovveitados com base nass
experiênciaas desenvollvidas no tratamento dde assuntos específicos e evoluem m conforme os usuárioss
aprimoramm suas demaandas. Nesse e contexto foorma desenv volvidos doiis modelos nnovos:

 Modelo de maapa de fluxo
os para rep
presentar daados referen
ntes ao desslocamento de pessoass
enttre lugares, p
permitindo visualizar ppor exemplo o fluxo de ppacientes enntre unidadees do SUS.

 Modelo de map pa dinâmico o para proceessar tabelas de dados ccom dados cclassificados de formass
diversas. Com esse modello, partindoo‐se de umaa tabela simples no bannco de dado
os, chega‐see

29
rap
pidamente à confecção d
de um mapaa que possui várias funções de análiise geográficca.

A Sage veem buscand ar os proceessos internos de trattamento dee dados geográficos e
do aprimora e
integração entre sistem
mas. Destaca
am‐se os segguintes proccessos:

 Atu
ualização do
os limites municipais
m ee de regiõees de saúde
e por meio de processsos de ETL,,
sub
bstituindo em
m grande pa arte as atividdades manu uais de cargaa de dados.

 Disseminação de serviços de acesso aa dados espaciais por m
meio da IND
DE, que passsou a contarr
com
m procedimeentos padroonizados e d ocumentado os.

 Atuualização do d localizaçção dos estabelecimen
os dados de ntos cadasttrados no CNES. Essee
proocesso foi automatizad
a o e incorpoorou regras de controlle de qualiddade dos re egistros dass
cooordenadas geográficas
g dos estabel ecimentos. Foi constuído um proccesso de ET TL capaz dee
geooreferenciarr mais de 300 mil estaabelecimenttos cadastra ados no CNE ES. Nesse processo,
p ass
latitudes e lon
ngitudes armmazenadas nos bancoss do SISMO OB, CNES E PMAQ são o analisadass
passsando cadaa uma delass por um p processo dee validação. Caso nenhhuma das coordenadass
arm
mazenadas nos n bancos de dados foorem satisfaatórias, entã ão é feita um
ma pesquisaa no Googlee
Map ps pelo enddereço da instituição. Se ainda asssim, as coo
ordenadas rretornadas pelo forem m
inválidas então o a coordena ada considerrada será a da sede mun nicipal.

2.13 I3G
GeoSaúde
e
A partir dee 2011, o Deemas iniciou u a reestrutu uração da Sala de Apoio o à Gestão EEstratégica (antiga Salaa
de Situaçãoo em Saúdee), especialmmente em rrelação ao georreferen
g ciamento ddos dados por meio doo
software livvre I3Geo (Interface
( nterativa paara Internet de Ferramentas de Geeoprocessam
In mento) e daa
criação de relatórios consolidado
c os, que perm
mitem aos dirigentes
d ob
bter inform
mações em te
empo ágil e
e
oportuno.

Dessa form
ma, foi desenvolvido o aplicativo II3GeoSaúde com a fina alidade de aagrupar e organizar oss
dados geoggráficos prod duzidos pelaas diversas áreas do MSS, possibilita
ando o acessso a mapas e a diversass
análises e ffacilitando aa espacializa
ação de dadoos estatístico
os da área dde saúde.

O aplicativo o possibilitaa a geração dde cartogram mas dinâmiccos e análise es espaciais, incluindo a
a construçãoo
de uma basse de metad dados estatíssticos. Um doos objetivoss é difundir oo uso de geooprocessamento dentro o
do MS, a partir da impplementação o de uma in
nterface genérica, porém
m, com inúm
meras possibbilidades dee
interação eentre aplicaçção e usuário o, o que o toorna um sistema que ate ende a diverrsas finalidaddes, desde aa
simples navvegação pelo os mapas temáticos gerrados e acesssados por ussuários “leiggos”, até a su ua utilização
o
como ferraamenta de an nálise e apoiio à tomadaa de decisão por gestore es.

Como partee do processso de aprimo oramento coontínuo dos iinstrumento os tecnológiccos utilizado
os pela Sage,,
especificam
mente na árrea de repre
esentação d
de dados poor meio de tecnologias de geoproccessamento,,
diversas attividades forram desenvo olvidas em 22014 como: conclusão d da versão 1. 0 e início da
a versão 2.0
0
do sistema i3GeoSaúdee e sua interrnalização nno Datasus, iimplantação o piloto do ssistema i3GeeoSaúde nass
Secretariass Municipais de Saúde d das cidades dde Manaus‐A AM e Natal‐RN, implanttação de nov vas técnicass
de represeentação cartográfica (mmapas de ccalor e agrupamento de pontos) para uso nos mapass
interativos,, desenvolviimento do mmaterial didáático em plaataforma Mo oodle para ccapacitação de usuárioss

30
na adminisstração do software de
d geoproceessamento (i3Geo),
( parrticipação eem eventos técnicos e
e
científicos p
para apresen
ntação dos ttrabalhos deesenvolvidoss na Sage, entre outras.

2.14 Porrtal Saúd
de com Mais Transsparênciia
Como form ma de se atuaalizar frente à dinâmica ggovernamen ntal pautada pela transpparência, o M
Ministério daa
Saúde criouu o Portal Saaúde com Mais Transparrência <http p://aplicacao
o.saude.gov.bbr/portaltransparencia//
index.jsf>. Tal mecaniismo, ineren
nte ao concceito de gov
verno eletrô
ônico, perm
mite aos cida
adãos obterr
informaçõees sobre o u uso dos recu ursos federaais, destinad dos ao setorr de saúde, transferidos a estados,,
municípioss e Distritoo Federal e discrimin nados por programa orçamentáário ou porr bloco dee
financiameento.

Além dissoo, o portal ap
presenta os valores paggos por conv vênios com eentidades púúblicas e privadas, bem
m
como, mosttra os plano os e relatórios de gestãoo, permitinddo aos cidad
dãos acompaanhar como é investido o
o dinheiro da saúde em m seu estadoos, municípiio e Distrito Federal.

Assim, con
nclui‐se que o Portal Sa
aúde com M
Mais Transp
parência é um
u meio efiicaz de otim
mização dass
infraestruturas informmacionais do d Ministé rio da Saúúde, poden ndo ser co nsiderado, ainda, umm
colaboradoor no exercíccio da cidadania informmacional.

a produção da propostaa e a manuttenção do pportal, que conta
Cabe ao Deemas a coorrdenação da c com a
a
participaçãão do Fundo o Nacional dde Saúde (FNNS), do Departamento d de Auditoriaa do SUS (D Denasus), daa
Secretaria dde Gestão Estratégica e Participativva (SGEP) e da Controla adoria‐Gerall da União (C CGU).

2.15 Dessenvolvim
mento Re
egional
Em setembbro de 2012
2, foi publiccada a portaaria nº 1.9887, que crio
ou a Câmaraa Técnica de
d Saúde dee
Apoio à P
Política Naccional de Desenvolvim mento Reg gional (PND DR), cujo oobjetivo é reduzir ass
desigualdades sociais eentre as reggiões brasile iras e promover a equid dade no acessso à saúde.

O Demas, d desde 2013, participa co omo membrro da referid da Câmara T
Técnica, subbsidiando o p
processo dee
apoio à deecisão da allta gestão do
d MS, bemm como o processo
p de
e monitorammento e av
valiação doss
impactos à saúde advin ndos da imp plantação dee ações e em
mpreendimenntos da PND DR.

Em 2014, oo Demas, cum mprindo seu u papel na C
Câmara Técn DR, também auxiliou na construção
nica da PND o
das oficinass e na dispo
onibilização dos dados ee informaçõees referente
es aos municcípios particcipantes doss
Planos de DDesenvolvim mento Regio onal Sustenttável (PDRS)) do Xingu, O
Oeste Paraeense (Tocantins e Baixo o
Amazonas)), do Arquipélago do Ma arajó e Terriitório da Cid
dadania.

2.16 Edu
ucação Pe
ermanen
nte
Ao enconttro das prááticas de desenvolvim
d mento de co
ompetências (conhecim mentos, habilidades e
e
atitudes) e de aprendiizagem conttínua, o Dem mas elaborou, em 2013, um plano de capacitação na áreaa
de monitorramento e av valiação parra trabalhad
dores do MS,, cujas açõess se perpetuuam em 2014 e 2015.

Além das ooficinas transversais de monitoram ento por Ob
bjetivo Estra
atégico do P
PE‐MS, que eexpressam o
o
d processo de mon itoramento,, e visando
caráter peedagógico do o incentivaar o desen
nvolvimento
o

31
profissionaal e pessoal dos trabalhadores do D Departamen nto e de todo
o o MS, foram m realizadaas, em 2014,,
três Oficinaas Rápidas d
de Capacitaçção em Mon itoramento e Avaliação, em parceriia com a Fio ocruz. Nessaa
ação foram
m capacitado os 56 traba alhadores d
do MS, que estão aptoss a multipliicar, em sua
as áreas dee
atuação, oss conhecimeentos e as habilidades
h técnicas ap
prendidas nos encontroos. Entre 20 013 e 2014,,
foram oferttadas oito OOficinas de ca apacitação, envolvendo o 178 trabalh
hadores do M MS.

Em novem mbro de 20114, o Demass promoveu uma oficin
na interna para
p a consttrução de um plano dee
educação p permanente do Departa amento. O eencontro se constituiu e em um movvimento de m mobilizaçãoo
dos servido
ores para a composiçãoo de uma aggenda que refletisse
r ass necessidaddes do Depa artamento e e
também su ua capacidad de de agregaar valor à Aggenda de Educação Perm manente do Ministério d da Saúde.

Os colaboradores, pelo o período de três horass, puderam se reunir e pensar coleetivamente sobre quaiss
seriam as pprioridades de formaçã
ão e desenvoolvimento relacionadass aos processsos de trabbalho de suaa
área de attuação, bem
m como qu
uais ações formativas seriam commpartilhadaas e ofertadas para a
a
Coordenaçãão de Desen nvolvimento
o de Pessoass (CODEP) dda Coordenaação‐Geral dde Gestão dee Pessoas doo
Ministério da Saúde (C CGESP).

Durante o p processo, pôôde‐se constatar o alto nível dos prrofissionais que compõeem o quadro do Demass
e sua capaacidade de planejar
p e contribuir.
c E
Em perfeitaa sinergia e em um ammbiente de construção,,
liberdade ee respeito mmútuo, elaborou‐se um cconjunto de ações que ccontribuirãoo para o forttalecimento o
do Ministéério da Saúdde. No dia 1º
1 de dezem mbro, em uma
u oficina realizada ppela CODEP na Fiocruzz
Brasília, o resultado desse
d processso de plan
nejamento participativo
p o foi apresenntado. Nesssa oficina, o
o
Demas se d destacou pela qualidade e do plano d de educaçãoo produzido e pela rapiddez com que e conseguiu u
estruturar suas ações eeducacionaiis.

No final dee 2014, a priimeira turm
ma de Especiialização em m Avaliação em Saúde, eem EAD – offertada pelo o
Demas, emm parceria com a Esco ola Nacionaal de Saúdee Pública (ENSP) da FFiocruz – iniciada
i em
m
novembro de 2013, forrmou cerca de 200 espeecialistas qu ue se constittuirão em m
mão‐de‐obra a qualificadaa
para atuarr no SUS e
e capaz de: compreen nder abordaagens em M&A aplicaadas à saúde pública;;
compreend der o papeel do M&A na melhooria dos prrogramas; desenvolver
d r Modelos Lógicos dee
Programas (MLP); ideentificar as semelhanç as e diferenças entre modelos opperacionais e modeloss
teóricos emm avaliação
o; caracterizzar evidênccias e julgaamento na prática avaaliativa; e conhecer
c oss
princípios dda meta‐avaaliação, aspe
ectos éticos e princípioss da prática em processoos avaliativo os.

Foram oferrecidas, inicialmente, 30
00 vagas paara trabalhad
dores do Miinistério da Saúde de to
odo o Brasil..
Uma segunnda turma jáá foi iniciada
a em setembbro de 2015.

Ainda no final de 2014 4, a Secretarria de Vigilân ncia em Saú úde (SVS), em m mais umaa parceria co om o Demass
e a Fiocruz, publicou o edital de abertura do processso seletivo para o Messtrado Proffissional em m
Avaliação eem Saúde, oferecendo
o 30 vagas paara os profiissionais do Ministério da Saúde. O mestradoo
permitirá oo desenvolv
vimento de capacidades
c s e habilidades em avaliação, tomaando como objetivo dee
reflexão as políticas, os programa as e as redess de atenção o à saúde. A ação visa à produção o oportuna dee
conhecimento como subsídio
s de governabillidade e deverá gerar, em fevereiiro de 2017 7, 30 novoss
mestres em m Avaliação eem Saúde no o corpo de trrabalhadorees do Ministé ério da Saúdee.

Em 2016, aalém das ofiicinas transversais de m
monitorameento por Objetivos Estrratégicos do o PE‐MS, em m
conjunto com a Coord
denação de Desenvolviimento de Pessoas
P (Co
odep) e com
m o Coletivo
o‐MS, serão
o
ofertadas m
mais quatro turmas das Oficinas Ráápidas de Caapacitação eem Monitoraamento e Av valiação, em
m

32
parceria co
om a Fiocruzz, em uma a
ação constan
nte de consccientização e capacitaçãão da força de trabalho
o
do MS paraa a importân
ncia do monitoramento e da avaliaçção das açõe
es pactuadass pela gestão
o.

Para a com
mpletude doo plano de educação p
permanente,, serão reallizados, aindda, fóruns, seminários,,
conferênciaas e eventoss relativos aos temas doo Demas.

2.17 Terrmos de C
Cooperaçção
De 2011 a 2 2015, a Asseessoria do Demas oferecceu importan nte apoio aoo Departameento na orga anização doss
planos e estratégias de
d ação para a o atingim
mento das metas
m da gesstão. No seuu papel de articulador,,
consolidou u as ações existentes e
e instituiu novas parccerias chega ando ao fim m da gestão o com setee
parcerias pprofícuas no o campo da C Ciência, Teccnologia e In
novação em Monitorameento e Avaliiação e umaa
com a Orgaanização Pan n‐americana a de Saúde, aapresentadaas a seguir:

2.17.1 Termo de Co ooperação 64/2012: Qualificaçção das ações do Plaanejamentto
Estratégicco do Miniistério da S
Saúde

Uma das neecessidadess prementes na gestão p pública brassileira é o au
umento da eeficiência e eficácia doss
serviços prrestados à ppopulação. N
No setor saúúde, o enfrenntamento desta tarefa ppassa pela n necessidadee
afios da co nformação de ações e serviços de saúde robustos e
constante de enfrenttar os desa e
estruturado os, com alto
o desempenhho na execuçção da políttica pública nna área.

O Termo de Cooperaçãão 64/2012 2 tem por ob bjetivo apoiar o desenvvolvimento dde metodolo ogias para aa
qualificação
o do Planeejamento Esstratégico d
do Ministériio da Saúde, por meioo: da qualificação doss
instrumenttos de gestão; da sistem
matização e d disseminaçãão de metod dologias e innformações e estratégicass
que qualifiq
quem o processo de mo onitoramentto e avaliaçãão do SUS e sirvam de ssubsídio parra a tomadaa
de decisãoo na gestão federal; e da articculação e integração das ações de acompanhamento,,
monitoram mento e avaliiação executtadas pelos órgãos e un nidades do MMinistério daa Saúde.

No total, deesde outubrro de 2012, foram inveestidos maiss de R$ 3,7 milhões. Deestes, R$ 1,9 9 milhão foii
om a inclussão de novaa meta que versa sobre
aditivado eem 2014, co e as ações ppara o incre
emento doss
instrumenttos e das metodologias de mon nitoramento o e avaliaçã
ão para suubsidiar a geração dee
informaçõees estratégicas para o SUS. A viggência destee TC está prevista
p parra abril de 2016, com
m
possibilidaade de prorrogação.

2.17.2 Termo de Coooperação 130/2012 2: Curso de
e Educaçãoo a Distânccia em Ava
aliação
em Saúdee e de Oficiinas Curtas de Monittoramentoo e Avaliaç
ção

No intuito dde contribuir para o forrtalecimentoo da culturaa do M&A na a gestão púbblica da saúd de, o Demass
firmou o TC 130/2012 2, com a Funndação Osw waldo Cruz, q que possui duas dimennsões distinttas, a saber::
(i) realizar um curso d de especializzação em avvaliação em saúde, por meio da eduucação a disstância, quee
tem como objetivo desenvolver
d a capacidaade avaliatiiva no âmb bito do Sisttema Único o de Saúde,,
contribuind do para a fo
ormação dee pessoal té cnico especcializado na gestão do Sistema; e (ii) realizarr
oficinas curtas de Mon nitoramentoo e Avaliaçãão, cujos preessupostos são voltadoos à institucionalização,,
por meio da prática refflexiva do co otidiano do M&A como ferramenta diária e usuual na gestão o do SUS.

33
O Curso de Especializaação em Avaliação em Saaúde foi org ganizado parra atender aa demanda ccrescente dee
formação eem Monitorramento e Avaliação n no país. Paara tanto, fo
oram dispoonibilizadas 300 vagass
gratuitas n
no segundo ssemestre de e 2013. Conttabilizando‐‐se as exclussões por paarte dos alun nos que nãoo
obtiveram requisitos ssatisfatório, conforme d
determinaçãão da secreta aria pedagóógica, 154 allunos foram
m
formados eem 2015.

No que se referem às oficinas de monitorammento e avalliação, estass auxiliaram
m na implem
mentação daa
prática peddagógica qu ue propicia a reflexão e oferecem
m aos participantes coonteúdos e habilidadess
técnicas esspecíficas para execuçã ão do M&A na prática cotidiana. Nos anos dde 2013 e 2014
2 foram
m
realizadas diversas officinas, capaacitando ap roximadamente 200 se ervidores nno desenvolvvimento do
o
M&A para aas áreas do MS.

Nesse TC, iiniciado em dezembro de 2012 com
m término eem março d
de 2015, o D
Demas invesstiu mais dee
R$ 1,4 milh
hão.

2.17.3 Termo de Co
ooperação 136/2012 2: Cooperaação entre o Ministérrio da Saú
úde e a
Universid
dade Federral do Pará
á nas áreaas de Tecno
ologia da IInformaçãão e Comunnicação

A necessidaade do levan ntamento de e indicadorees, aptos a aaferir o acesso e a efetivvidade do SU
US, tem sido o
alvo de graande atençãão por parte do MS. Nesste sentido, o Demas, por meio da portaria nºº 406/2012,,
m processo de reestrutturação da Sala de Ap
iniciou um poio à Gesttão Estratéggica (Sage),, visando a
a
potencializzá‐la como um instru umento de produção e disseminação de dados e informaçõess
mada de deciisão na gestão em saúdee e o acomp
estratégicaas para subsidiar o proccesso de tom panhamento o
das políticaas públicas d
do setor.

Neste senttido, o Dem
mas firmou, com a Univversidade Federal do Pará
P (UFPA)
A) – por inte
ermédio doo
Laboratório o de Inteligência Com mputacional e Pesquisa Operacional (LINC) e do Labo oratório dee
Planejamen nto de Redees de Alto Desempenho
D o (LPRAD) –, o Termo de Cooperaação nº 136
6/2012, porr
meio do quual foram inv vestidos ma 5 mil (de 12/12/2012 a
ais de R$ 915 a 1/12/20144).

Finalizado em dezemb bro de 2014,, o TC se volltou para a rrealização d
de estudos ppara o desen nvolvimento o
de metodollogias e abordagens ma atemáticas ee de inteligên ncia computtacional e geerou prim ordialmente::
(i) a sistem
matização do
d processo de concep ção e desen nvolvimento o de indicaddores que compõem
c o
o
IDSUS; (ii) a extração iinformaçõess e padrões d das bases de dados da S Sage, para suubsidiar os usuários dee
níveis decisórios nass tomadas de decisão relativas à gestão do d SUS; e (iii) a mod delagem daa
documentaação e do manual
m do i3GeoSaúde,, na qual fo
oram empre egadas técnnicas de Enggenharia dee
Software e Interação H Homem Com mputador (IH HC).

2.17.4 Termo de Coooperação 229/2012 2: Estudo d
de cenários futuros, objetivando
capturar e antecipa
ar o desenv
volvimentto prospecctivo nos d
domínio do
o setor saúúde –
Projeto Sa
aúde Brasil 2030

O setor saaúde contrib
bui de form
ma crescentte para o dinamismo
d econômico
e das socieda
ades, e suaa
integração com outros setores pode influir decisivameente no mod delo de dessenvolvimen nto do país..
Assim, dada essa comp plexidade, é indispensávvel o planejaamento em llongo prazoo para auxilia ar a tomadaa
de decisão o e possibilitar o forrtalecimentoo da gestãão estratégica, mediannte diretrizzes para o
o
alinhamentto das açõess com o cená ário de futurro desejávell para o país.

34
Visando esse cenário, o projeto Sa
aúde Brasil 2030 (TC 229/2012) trrata‐se de uuma coopera ação técnicaa
envolvendoo a Secretaria de Assunttos Estratéggicos da Pressidência da República ( SAE/PR), o Instituto dee
Econômica Aplicada (Ipea) e o Ministério da Saúde, por meio do Departtamento dee
Pesquisa E
Monitorammento e Avaliação do SUS (co–fiinanciador do projeto) e da Funndação Osw waldo Cruzz
(executora do projeto)).

Por parte d do Demas, fo oram investiidos mais dee R$ 1,4 millhão, no período de dez//2012 a dezz/2014, quee
auxiliaram a: (i) projeetar o alinhamento esttratégicos e cenários de
e desenvolvvimento do Brasil paraa
2030; (ii) pprojetar o peerfil sanitário e demogrráfico da população bra asileira paraa 2030; e (iiii)identificarr
modelos de organizaçã
e definir m ão e gestãoo do sistem
ma de saúde
e com foco na força de
d trabalho,,
financiameento e desen nvolvimento produtivo ee do compleexo econômiico da saúdee.

2.17.5 Termo de Co
ooperação 43/2013: Inovação Tecnológiica da Salaa de Apoio à Gestão
Estratégicca

A promoçãão da sistemmatização e disseminaçãão de inform mações estratégicas é uuma das atrribuições do o
Demas. Asssim sendo, aa Sala de apo oio à Gestãoo Estratégicaa disponibiliza informaações de saú úde, além dee
permitir o
o acompan nhamento de d metas, repasses, coberturas, indicadorees epidemiológicos e e
mas para a tomada dee decisão, gestão e gerração de con
operacionaais das açõees e program nhecimentoo
pelos estad
dos e municíípios.

Com o objeetivo de aperfeiçoar métodos
m e si stemas quee potencializzem as funccionalidadess da Sage, o
o
Demas firmmou, com a a Universiddade Federaal de Santaa Catarina (UFSC), o T Termo de Cooperação o
43/2013, qque tem com mo ponto central
c o fo rnecimentoo de informa ações do M
Ministério daa Saúde emm
relação aoss programass SOS Emerg gência, UPA e UBS e Mellhor em Casa a.

O projeto, que intenttou a reform
mulação esttrutural da Sage, ating
girá a interrface de ap
presentação,,
estruturaçãão interna dos dados e inserçção de ferramentas de d produtivvidade, por meio daa
reestruturaação de processos, bancco de dadoss, forma de iinteração co om uso de fe ferramentas, métodos ee
técnicas qu
ue permitam m a manipula ação visual d
dos dados e uma nova ccamada de aapresentação o.

Iniciado em
m outubro dde 2013, com m previsão dde encerram
mento para o o primeiro ssemestre de e 2015, o TC
C
já recebeu um investimmento de m mais de R$ 33,3 milhões e possibilito
ou que a Saage se tornasse o ponto o
central de fornecimen ormações doo Ministério da Saúde
nto de info e no âmbitoo da reform
mulação do
o
tratamentoo de dados ee da publicaçção de indicaadores dos p
programas dde governo monitorado os.

2.17.6 Termo de Coooperação 36/2014: Pesquisa científica, tecnológiica e de ino ovação
para o aperfeiçoammento e intter‐relacio
onamento ddos dados do Sistem ma de Inforrmação
Ambulatoorial (SIA),, Sistema IInformaçã
ão Hospitallar (SIH), S
Sistema In
nformação sobre
Mortalidaade (SIM) e
e de Cadasstramento o dos Usuárrios do SUS (CADSUSS)

O Sistemaa de Inform
mação Hosppitalar (SIH
H) e o Sisttema de In
nformação Ambulatorial (SIA) – –
mente nos módulos: Boletim d
especificam de Produçãão Ambulattorial Indivvidualizado (BPAI) e e
Autorização de Proced dimentos dee Alta Comp plexidade (AAPAC) – se cconstituem nnas principa ais bases dee
dados que registram oos atendimen
ntos especiaalizados ambulatoriais e e hospitalarres realizadoos pelo SUS..
Eles contêm
m campos de identificaçção de uma pessoa com mo nome pró óprio, data dde nascimento, nome daa
mãe, númeero de algumm documento etc.). No entaanto, esses ccampos não
o (CPF, Carttão Nacionall de Saúde, e o

35
são padron
nizados nem em seu momento registro, nem n nos fo
ormatos de armazenam
mento, não
o
permitindo
o a identificaação única d
de uma pessooa em seus diversos ate
endimentos..

Apesar de eexperiências e de pesqu uisas pontuaais de identtificação única das pess oas atendid das pelo SUSS
e de paream mento das b bases de dados que reggistram tais atendimenttos, nenhum ma delas, nem mesmo o o
projeto do Cartão Naciional de Saú úde, foram c apazes de aabranger de forma mais completa a as principaiss
bases de d
dados assisttenciais, de cadastro d os usuárioss, de nascim
mentos, de ddoenças de notificação
o
compulsóriia e óbitos.

Nesse conttexto, o Demmas celebrou u, com a Unniversidade Federal de Minas Geraiis (UFMG), o Termo dee
Cooperação o 36/2014 com objetiivo de prop
porcionar a
a identificação dos inddivíduos em
m uma sériee
histórica dee dados refeerentes aos atendimenttos especialiizados ambu
ulatoriais e hhospitalaress realizadoss
no SUS.

Iniciado em
m agosto dee 2014, com
m previsão d
de encerram
mento no primeiro sem mestre de 2016,
2 foram
m
investidos R$ 400 mil e espera‐se que ao finaal seja possív
vel: (i) a con
nstrução de informaçõe es em saúdee
que acomp panham o contato de pessoas
p com
m os serviço
os de saúdee em um itinnerário que
e abrange o
o
adoecer e oos atendimentos obtidos na rede esspecializadaa do SUS, até o óbito; (ii)) a construçã ão de novoss
indicadores, imprescin ndíveis ao avvanço do ID
DSUS e da Saage; e (iii) a
a construçãoo de novas informaçõess
estratégicaas para os geestores do SU
US.

2.17.7 Termo de Co
ooperação 111/2014 4: Construção de connhecimenttos e capaccidades
em Monittoramentoo e Avaliação para o ffortalecim
mento das a
ações do D
Departameento de
Monitoraamento e A
Avaliação d
do SUS

No intuito de promoveer processoss de elaboraação, negociiação, impla
antação de nnormas, insttrumentos ee
métodos necessários ao
a fortalecim
mento das p
práticas de monitoramento e avaliiação do SU
US, o Demass
firmou, com o Cruz, um novo Term
m a Fundaçção Oswaldo mo de Coopeeração (TC 111/2014) que visa à
à
construçãoo do conheciimento estruuturado em m M&A e o desenvolvimento de cappacidades in nstitucionaiss
para o fortaalecimento d
das ações de
e M&A no âm mbito do MS S.

A propostaa abrange trrês eixos de
e atividades:: (i) Formaçção em avaliação em saaúde, que coonsistirá naa
institucionaalização da cultura e da
d profission nalização emm M&A no âmbito do M MS, a ser de
esenvolvidaa
por meio dde um curso de especialiização para 120 profisssionais e oficcinas de trabbalho sobre e a temática;;
(ii) Produçção e divu
ulgação técn nica e cienntífica, que busca a estruturação
e o e sistema atização doo
conhecimento científiico a cerca a da temáttica do M& &A, pois, durante
d déccadas, o processo dee
planejamen nto, monitoramento e avaliação
a daas políticas pública de saúde no ââmbito do MS M ocorreraa
por meio dda utilização de diversoss conceitos ee metodolog gias, dificulttando a concceituação de e uma visão o
organizadaa, sistêmica e crítica; e
e (iii) Implaantação da translação do conheciimento, que e reúne um
m
conjunto d
de atividadees com obje etivo de dessenvolver, a
a partir de um referenncial teórico o, estudos e
e
pesquisas ssobre o M&A A para auxílio a tomadaa de decisão dos gestore es e planejaddores em saú úde.

mado em dezembro de
No TC, firm e 2014 com
m início das atividades a partir dee janeiro de
e 2015. Em
m
setembro d de 2015 inicciou‐se a 3ª turma do C urso de Esp pecialização em Avaliaçãão em Saúd de que contaa
com a pressença de 10
01 servidores do SUS. As atividad
des do TC tê
êm previsãoo de encerrramento em m
fevereiro dde 2017.

36
2.17.8 Termo de Co
ooperação 50 – OPASS/OMS: Qu
ualidade do
o Sistema Único de S
Saúde
(QualiSUSS)

Firmado coom a Organização Pan‐‐Americana de Saúde (O Opas/OMS), o Termo dde Cooperaçção 50, com
m
vigência atté dezembroo de 2016, bbusca fortaleecer a gestãão federal do
o Sistema ÚÚnico de Saú úde. Esse TCC
abrange oss diversos deepartamento e instânciaas administtrativas ligaddas à Secrettaria‐Executtiva do MS ee
tem se coloocado como o principal instrumentto para o forrtalecimento o institucionnal da pasta, com vistass
ao desempenho de seu u papel estra
atégico de cooordenação dos diverso os setores doo Ministério
o.

Ao Demas compete, em
e colabora ação com aa Opas/OMS S, desenvolv
ver metodollogias e insstrumentos;;
coordenar esforços de implantaçção e execu
ução de açõ
ões de M&AA, tanto do MS, quanto de formaa
descentraliizada e com os órgãos d
de controle iinterno e exxterno; e pro
omover a geestão e disse eminação daa
informaçãoo no âmbito do SUS.

diversas ações desenv
Entre as d volvidas no âmbito deessa cooperração, destaacam‐se: (i)) Apoio naa
concepção,, elaboraçãoo e desenvolvimento doo IDSUS; (ii)) Elaboração de docum
mento técnicco contendo o
ações paraa sistematizaação dos indicadores dde Acesso da
d Atenção Ambulatoria
A al para o Prrograma dee
Avaliação ppara a Qualiificação do S SUS; (iii) De senvolvimento e manutenção da S age; (iv) Ela aboração dee
módulos ee reorganizzação de metadados
m dde indicado
ores de saúúde segunddo níveis de d atenção,,
disponibilizzando‐os naa Sage; (v) D Desenvolvim mento de prrojetos relaccionados ao componentte de gestão o
da inform
mação no MS M e à Po olítica Naccional de Informação
I e Informáática em Saúde;
S (vi))
Desenvolviimento de estudos e do ocumentos ttécnicos visaando a sistematização ddo monitora amento e daa
avaliação do alinham mento estratégico do MS; e (v vii) Desenvvolvimento de metod dologias dee
acompanhaamento dos compromisssos prioritáários do Go overno (Pressidência da República),, da Agendaa
dos Prefeitos e da Casaa Civil.

37
3. Plan
nejam
mento e
e Gestã
ão da IInform
mação

Ante a com
mplexidade do SUS, cu uja formaçãão é descen ntralizada e composta por diverso os órgãos e e
entidades nnas três esfferas de gesstão, o plan
nejamento da
d gestão da a informaçãão desempe enhado pelo o
Demas surrge como alggo inerente à boa goveernança da informação estratégicaa do SUS. Dessa forma,,
alguns insstrumentos de gestão apresentam m‐se fundaamentais pa ara a confo
formação do processo o
organizacioonal da inforrmação em saúde. Nessse contexto, primeirame ente, destac a‐se a Polítiica Nacionall
de Informaação e Info ormática em m Saúde (P PNIIS), cujo
o objetivo principal
p é o direcion namento daa
informação o em saúde no sentido de se alcan nçar uma baase padronizada de daddos nas trêss esferas dee
gestão do SSUS.

Complemen ntarmente, consideran ndo a necesssidade de fortalecime ento da PNIIIS e de inovação doss
sistemas dde informação e inform mática em ssaúde, o CIIINFO (cujo apoio técn ico e admin nistrativo é
é
realizado p
pelo Demas em conjun nto com o D
Datasus), poor meio de seu Subcom mitê de Gov vernança daa
Informação o em Saúde (SGIS), serrá o responssável, em 2015, pela im
mplantação do plano operativo daa
PNIIS, torn
nando, assim
m, a gestão da informaçção em saúd de mais inte
egrada entrre os entes federativos..
Além disso o, o CIINFO ffaz um acom mpanhamentto dos Sisteemas de Info ormação e Innformática d do MS, ação o
que tem co
ontribuído para
p o desen
nvolvimentoo de sistemmas de informmação em ssaúde, assimm como temm
delimitado o investimeento de força de trabalh ho nesse cam mpo.

O Demas mantém so ob sua respponsabilidaade os seguuintes instrrumentos ppara monito oramento e e
avaliação ddo Planejammento Estrattégico do MSS: e‐Car, Sag ge, i3GeoSaúúde e IDSUSS. Tais ferraamentas são o
indispensávveis para a excelência do processoo de acomp
panhamento, execução ee análise de
e resultadoss
das estratéégias fixadass no plano dee trabalho d
do MS.

O e‐Car é um instrum
mento geren ncial internoo ao MS e voltado
v para
a o acompaanhamento estratégico,,
gerenciameento e operracionalizaçã ão das ativiidades do planejament
p o estratégicco da Pasta. Tem comoo
diferencial uma flexibiilidade operracional, quee permite a configuraçã ão e adequaçção de sua e estrutura àss
necessidad des do usuário, bem co
omo o planeejamento e a avaliação o de resultaados, produttos e ações,,
oferecendo o uma análisse qualitativa por meio d de relatórios.

Internamen mas, a Sage é utilizadaa como ferrramenta de planejameento, monito
nte ao Dem oramento e e
avaliação, ppossuindo inndicadores e informaçõões quantitaativas, qualittativas e de serviços quue apoiam oo
acompanhaamento do P PE‐MS. As fufuncionalidaades da Sagee ultrapassa am o atendim mento às necessidadess
internas do o MS, sendo também uttilizada por gestores esttaduais, municipais e poor outras innstituições ee
pela coletivvidade.

O i3GeoSaú úde é um ap
plicativo, ge
erenciado p ela Sage, qu
ue foi desen
nvolvido parra agrupar e organizarr
dados geoggráficos pro oduzidos pe ela saúde, p
possibilitanddo não só o
o acesso a m
mapas, mass também a a
diversas an nálises provvenientes de estes dados.. A ideia é d difundir o usso do geoprrocessamentto por meio o
de uma intterface genérica, mas co om inúmeraas possibilidades de inte eração entree aplicação e usuário, o o
que o torna uma ferraamenta apta a a atender a diversas finalidades, desde a sim
mples naveggação peloss
mapas tem máticos, até ssua utilização para análiise e apoio àà tomada de decisão porr gestores.

O IDSUS tem m como preessuposto paara a sua elaaboração a bboa gestão dda informaçãão. A partir da análise ee
do cruzameento de umaa série de inndicadores s imples e com mpostos, o ííndice avaliaa o SUS nos municípios,,
estados, reegiões, bem como em todo país. Os resultad
dos da avaliiação podemm ser visua
alizados em
m
38
tabelas ou em cartogrramas dinâm
micos do i3 Geo (dadoss disponíveis para dow
wnload). Dessa forma, o
o
IDSUS permmite a insttauração de práticas d
de avaliação
o e monitorramento paara a identificação doss
principais p
problemas d do sistema, ccontribuinddo para o plaanejamento e execução ddas políticas de saúde.

O fluxogram
ma detalhad do a seguir demonstra a ideia de monitorame ento e avaliiação vislum
mbrada pelo
o
onforme se verifica, a SSage é responsável pela concentraação e distribuição doss
Demas parra o SUS. Co
dados encaaminhados pelas
p Secrettarias e Enttidades Vincculadas ao MS.
M Além diisso, por inttermédio dee
variados in
nstrumentoss de qualificcação e quaantificação de
d indicadorres, a Sage cconcentra informaçõess
provenienttes das diverrsas estrutu uras organizaacionais de monitoramento e avaliaação.

Perspe
ectiva de mo
onitoramen
nto e avalia
ação vislumbrada pelo 
o Demas 

Fonte
e: Demas/SE/MS.. 

39
4. Org
ganização do
o Dema
as

Dentro da estrutura interna
i do Departameento, propõee‐se que oss trabalhadoores se agrrupem – dee
acordo comm as suas commpetências,, experiênciaas e habilidaades – em Grupos de Trrabalho. Asssim, durantee
a gestão d
de 2011‐20 015, o Dem
mas organiizou‐se inteernamente em Gruposs de Traba alho (GTs),,
respeitadass as responssabilidades a
atribuídas p
pelo Decretoo 8.065/13.

Esttrutura organizacionall adotada p
pelo Demas de 2011‐20015 

Fonte
e: Demas/SE/MS.. 

Ao todo, esstão conform
mados cincoo Grupos dee Trabalho (ver quadro
o a seguir), que estão distribuídos
d s
entre as dduas Coordenações‐Gerrais (de accordo com suas competências e peculiarida ades) e um
m
colegiado d de apoio maatricial ligad
do à diretoriia do Demass. O Departa amento contta com a com mpetência ee
experiênciaa de 51 trab balhadores, sendo a maaioria oriun nda de estruuturas preexxistentes do MS. Assim,,
ao combinaar o disposiitivo formal do Decretoo 8.065/13 aa uma estru utura mais fflexível e ad dequada aoss
desafios do o Departameento, constru uiu‐se a segguinte distrib
buição de trrabalho.

Detalham
mento dos Grupos de Trabalho do Demas 
Gaabinete do Departamento dde Monitorame
ento e Avaliaçção (Gab/Dem
mas) 
Instância  Atribuição  Composição

COLEGIADO  Agrega os que a
A assessoram matricialmente e  Adla, Afonsoo, Hélio, Luciana
a, Luiz, 
Colegiado do D
Demas  tecnicamente o
t o conjunto do D
Departamento. Nathalia, Pauulo Sellera e Pa
aulo de Tarso  
 

Coordena
ação‐Geral de  Monitoramen
nto e Avaliação (CGMA) 
Instância  Atribuição  Composição

GT‐AVAL  Agrega os que l
A idam com a avaaliação do 
Grupo de Trab
balho de Avaliaçção do SUS  SUS e com a for
S rmulação da PMMA‐SUS.  Afonso, Luiz,, Márcia, Dayan
nne, Luci e 
Célia  
GT‐PM  Agrega os que l
A idam diretamente com o 

40
Grupo de Trab
balho de Planejamento e  processo de for
p rmulação e mon nitoramento 
Monitoramento  do alinhamento
d o estratégico do
o MS. 
 

Coordenaçã
ão‐Geral de Geestão da Inform
mação Estraté
égica (CGGIE) 
Instância  Atribuição  Composição

Agrega os que l
A idam com a reccepção, 
GT‐VPI 
validação e prod
v dução de dados e  Alexandre, H
Hélio, Lúcio, Luis Gustavo, 
Grupo de Trab
balho de Validação e  informações quue a Sage armazzena e  Samantha, SSoraya. 
Produção de Informação  distribui. 
d
GT‐TIC 
Agrega os que l
A idam com as TIIC em seus  Alexandre, G
Gilson, Lincoln, Luís Cláudio, 
Grupo de Trab
balho de Tecnologias da  componentes d
c de hardware e ssoftware.  Moretti, Rafaael, Raimundo,, Vasconcelos.
Informação e Comunicação 
GT‐GI 
Agrega os que l
A idam com a PN
NIIS e o 
Grupo de Trab
balho de Gestão
o da  Soraya, Nathhalia, e Hélio. 
CIINFO. 
C
Informação 

Fonte
e: Demas/SE/MS.. 

Esta estruttura não im
mplica a dessresponsabillização dos ocupantes dos cargos s formais esstabelecidoss
pelo Decreeto nº 8.065
5/13. Deve‐sse ainda ateentar para o
o fato de ha
aver uma coonstante intteração doss
fluxos de trrabalho e innformações entre as du uas coordenações‐geraiss (CGMA e CCGGIE), decorrente dass
próprias attividades do o Departame ento.

Esta caractterística gerra uma relação contínu
ua, paralela e complem
mentar no prrocesso de trabalho daa
gestão da informação dentro do D Demas. Entree outras razzões, isso occorre devidoo aos três in
nstrumentoss
matriciais uutilizados em m conjunto por todo o D Departamen nto: o Portal Saúde comm mais Transsparência, aa
plataformaa e‐Car e a Saage.

41
5. O D
Demas nas Esstruturras Orrganiza
acionaais do M
MS

Tendo em vvista que a iinformação constitui o suporte de uma organiização e é um m elemento o essencial ee
indispensávvel à sua exxistência, a presença d
de um depaartamento que
q cumpra este papel é um fatorr
peremptório para se atingir um ma situaçãoo de excelência. Aquelle que disppõe de info
ormação dee
qualidade ffidedigna, em
e quantida ade adequad da e no mom
mento certo
o, adquire va
vantagens co
ompetitivas..
Do mesmo modo, a faltta de inform mação abre m margens a errros e a perdda de oportuunidades.

Em 2011, aatento a tod
dos estes fa
atores inform
macionais e
e gerenciais,, o Demas iiniciou suas atividades,,
tendo como o eixo a inteegração e a coordenaçãão de esforçços entre differentes orgganizações ((internas ou u
externas). D
Dessa formaa, durante a gestão de 2 2011 a 20155, o Departam
mento atuouu em papéiss diferentes,,
nas seguinttes estruturas organizaccionais do M MS.

A
Atuação do Demas nass Estruturass Organizaciionais do M
MS 
INSTTÂNCIAS  ATUAÇÃO

Coorden nou a Gestão daa Informação, aauxiliou nas ativ
vidades do Apooio Técnico Admministrativo, 
Comitê de Info
ormação e 
incluindo
o definição de ppauta, elaboraçção de Portarias, Regimento Innterno, revisão da PNIIS, e 
Informática em
m Saúde (CIINFO) 
participo
ou do grupo dee revisão do PDTTI. 
Após a ccriação do Portaal Saúde com M
Mais Transparênncia, o Demas aauxiliou na consstante 
Comitê do Porrtal Saúde com  manuten nção e inclusãoo de melhorias n
no site com a participação do  Fundo Nacionaal de Saúde 
Mais Transparrência  (FNS), do
o Departamentto de Auditoria do SUS (Denasus), da Secreta ria de Gestão E Estratégica e 
Participa
ativa (SGEP) e dda Controladoria‐Geral da Uniã
ão (CGU). 
Coorden nou e subsidiouu o NAP com infformações e rellatórios quantittativos e qualita
ativos, assim 
Núcleo de Apo
oio ao 
como ap poiou as diversaas áreas do MS no monitoramento e avaliaçãão dos objetivos estratégicos, 
Planejamento (NAP) 
estratéggias e produtos de 2012 do Plaanejamento Estratégico. 
Colegiado da SSecretária‐ Articulou
u, fomentou e aapoiou os órgãos do MS a partir do acompannhamento e mo
onitoramento 
Executiva  das açõees estratégicas  do MS. 

Propiciou a transparênccia das informaações estratégiccas a fim de subbsidiar a tomad
da de decisões 
Colegiado Min
nistério da Saúd
de 
por parte da alta gestãoo do MS. 

Auxiliou o GT Xingu na articulação com
m os órgãos e e
entidade do Minnistério da Saúdde, com 
Comitê do Pro
ojeto Xingu  objetivo de integrá‐lo nna Câmara Técn
nica de Saúde de Apoio à Políttica Nacional de

Desenvoolvimento Regioonal. 

Comitê de mo
onitoramento do  Acompanhou o monitooramento das ações do MS no BSM para repaasse de informa ações para o 
programa Brassil sem Miséria  Ministérrio do Desenvollvimento Sociall, por intermédio de planilhas  específicas, e p
para o Ministro
(BSM)  da Saúdee, por meio do e‐Car. 

Coordenação de  Fez parte da Codep, co mponente da e estrutura da Coordenação‐Gerral de Gestão de Pessoas 
Desenvolvimeento de Pessoass  (CGESP),, que trata das capacitações das competênciaas individuais ddos funcionários no âmbito do

(Codep)  MS. 

Comitês de Fo
ormulação e 
Acompanhou a formulaação das políticcas para proporr uma sistemátiica de monitora
amento. 
Monitoramento das Marcas 

Comitê de Gesstores da Web  Planejou
u, implementouu e monitorou aa oferta de informações pelo PPortal da Saúde
e. 

Comitê de Seggurança da 
Contribu
uiu com a elabooração das Norm
mas de Seguran
nça da Informaçção. 
Informação 

Comitês do Go
overno Eletrôniico  Integrou
u e participou, ppor meio do CIINFO, de vários comitês. 
Comitê de Infrraestrutura  Criou um
ma infraestrutu ra para georrefferenciamento de informaçõess do Ministério o da Saúde e é 
Nacional de Dados Espaciais  a organização que, juntto com a Secrettaria de Vigilância Sanitária (SVVS), lida com a 
(INDE)  geolocalização. 

42
INSTTÂNCIAS  ATUAÇÃO

ou, por meio doo CIINFO, das estruturas de go
Participo overnança dessaa parceria transsnacional. O 
Comitê Interm
ministerial para o 
objetivo da participaçã o é integrar o M
Ministério da Sa
aúde na formullação e implementação das 
Governo Aberrto 
ações deessa iniciativa.

Comitê Executtivo do Plano 
Articulou
u, monitorou e  avaliou a imple
ementação do Plano Setorial dda Saúde de Mitigação e de 
Setorial da Saú
úde de Mitigaçãão 
Adaptação às mudançaas Climáticas naas esferas federral, estadual, di strital e municiipal do Sistema 
e de Adaptaçãão às Mudançass 
Único dee Saúde (SUS).
Climáticas 

Fonte
e: Demas/SE/MS.. 

43
Conclusão

Ciente de q
que o monittoramento e e a avaliaçãoo e a acuráccia e a confiaabilidade daa gestão da informação o
em saúde apresentam
m‐se como peças indisspensáveis para
p o apriimoramentoo da gestãoo do SUS, o
o
Demas, durrante a gesttão de 20111‐2015, tem prezado po or utilizar d
diretrizes teccnológicas ee gerenciaiss
adequadas para o M&A A e para a prrodução de iinformaçõess em saúde e e sua divulggação interna e externa.

Sendo assimm, em 2016 6, estão entrre as atividaades de gesttão da inforrmação conttempladas p pelo Demas::
continuidadde das discu ussões da Política Nacioonal de Mon nitoramento o e Avaliaçãão do SUS (P PMA‐SUS); aa
publicação da Políticaa Nacional de
d Informaçção e Inform
mática do SUS
S (PNIIS)) e seus normativos; o
o
desenvolvimento/conssolidação do IDSUS; e o controle e acompan nhamento ddo fluxo de dados doss
diversos Sistemas de In nformação e em Saúde.

Mereceu destaque, naa gestão de 2011 a 201 15, a reorgaanização daa Sage, que subsidia, por
p meio dee
informaçõees armazenaadas e dispo onibilizadass em seu sitte <www.sau ude.gov.br//sage>, os re elatórios do o
Plano Plurrianual (PPAA) e do Pla
ano Nacionaal de Saúdee (PNS), a mensagem
m ppresidencia
al anual e a
a
programaçção quadrim mestral para o Conselho Nacional dee Saúde (CNS). Além dissso, vale ressaltar que aa
Sala, somen nte em 2015 5, teve mais de um milh hão de acesssos, ofertand do aos gestoores das três esferas dee
governo, ccontrole soccial, órgãos da controlladoria inteerna e exterrna e à socciedade civil em gerall
informaçõees qualificaddas e atualizadas.

Por interm
médio de sua
s equipe de monitooramento e avaliação, o Demas também fiigura como o
responsáveel pelo bom
b andammento do Planejameento Estrattégico do MS, acom mpanhando o
sistematicaamente a execução
e doos resultad
dos pactuad
dos pelas áreas
á técniccas e possiibilitando a
a
execução dde ações prevventivas, e n
não somentee corretivas.

Para 2016,, os desafios e tarefas continuam,, seja na continuidade dos projetoos estratégiccos, seja naa
estruturaçãão de novas atividades e ações. N Nesse sentiido, a elabooração de uum plano de
d educação o
permanentte, que ofereeça cursos la ato e stricto sensu com o o objetivo de qualificar os profissio
onais do MS,,
explicita o intuito de o Demas cola aborar com oo crescimen nto profissional dos servvidores da saúde.

Por tudo o
o mais expo
osto, a conssolidação doo Departam
mento de Mo onitoramentto e Avaliação do SUSS
(Demas), co omo um doss espaços de e produção de informaçções qualificcadas e estrratégicas que e se tornem
m
imprescind díveis à tomaada de decissão, constituui o principaal desafio do
o Departameento.

44
Apênd
dice: M
Marcoss Norm
mativos

M
MARCO  DESCRIÇÃ
ÃO 
PORTARIA Nº 1.517, DE 24 DE  Institui o
o Grupo de Trabbalho para a Elaaboração da Po
olítica de Monittoramento e Avvaliação do 
JULHO DE 20113.  Sistema Único de Saúdee (SUS). 

PORTARIA Nº 85, DE 31 DE 
Publica a
as normas de S egurança da Informação no âm
mbito Ministériio da Saúde. 
AGOSTO DE 20012 (MS). 

Regula o
o acesso a inforrmações previstto no inciso XXX XIII do art. 5º, nno inciso II do § 3º do art. 37 ee 
LEI Nº 12.527,, DE 18 DE  no § 2 º do art. 216 da  Constituição Fe
ederal; altera a Lei n º 8.112, dde 11 de dezem mbro de 1990; 
NOVEMBRO D DE 2011.  revoga aa Lei n º 11.111,, de 5 de maio de 2005, e disp
positivos da Lei  n º 8.159, de 8 8 de janeiro de 
1991; e ddá outras proviidências. 

DECRETO Nº 77.579, DE 11 DEE  Dispõe ssobre o Sistemaa de Administraação dos Recurssos de Tecnologgia da Informaçção (SISP), do 
OUTUBRO DE 2011.  Poder Exxecutivo federaal. 

DECRETO DE 115 DE SETEMBR
RO 
Institui o
o Plano de Açãoo Nacional sobrre Governo Abe
erto e dá outrass providências. 
DE 2011. 
PORTARIA Nº 2.072, DE 31 DE  Redefinee o Comitê de I nformação e In
nformática em S
Saúde (CIINFO)  no âmbito do Ministério da 
AGOSTO DE 20011 (MS).  Saúde. 
Regulam menta o uso de  padrões de inte eroperabilidadee e informação  em saúde para a sistemas de 
PORTARIA Nº 2.073, DE 31 DE 
informaçção em saúde nno âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS),  nos níveis mun nicipal, 
AGOSTO DE 20011 (MS). 
distrital, estadual e fed eral, e para os sistemas privad
dos e do setor dde saúde suplementar. 
DECRETO Nº 88.065 DE 7 DE  Aprova a
a Estrutura Reggimental e o Quuadro Demonstrativo dos Carggos em Comissãão e das 
AGOSTO DE 20013.  Funções Gratificadas doo Ministério daa Saúde e reman
neja cargos em
m comissão.. 

Regulammenta a Lei n º 88.080, de 19 de
e setembro de 1
1990, para disppor sobre a orga anização do 
DECRETO Nº 77.508, DE 28 DEE 
Sistema Único de Saúdee, o planejamento da saúde, a a assistência à ssaúde e a articu
ulação 
JUNHO DE 20111. 
interfederativa, e dá ouutras providênccias. 

LEI Nº 12.401,, DE 28 DE ABRIIL  Altera a Lei n º 8080, dee 19 de setemb
bro de 1990, para dispor sobree a assistência tterapêutica e a
DE 2011.  incorporração de tecnollogia em saúde no âmbito do S Sistema Único dde Saúde. 

Dispõe ssobre o processso de contratação de Soluçõess de Tecnologia  da Informação
o pelos órgãos 
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04 
integran
ntes do Sistemaa de Administração dos Recursos de Informaçção e Informática (SISP) do 
DE 12 DE NOV
VEMBRO DE 201
10. 
Poder Exxecutivo Federaal. 

Dispõe ssobre o padrão mínimo de quaalidade do Sisteema Integrado dde Administraçção Financeira 
DECRETO Nº 77.185, DE 27 DEE 
e Contro ole (SIAF), no âm
mbito de cada e
ente da Federação, nos termoos do art. 48, pa
arágrafo único,
MAIO DE 20100. 
inciso III, da Lei Compleementar nº 101
1, de 4 de maio de 2000, e dá ooutras providên
ncias. 

DECRETO Nº 66.666, DE 27 DEE  Institui, no âmbito do PPoder Executivo
o federal, a Infraestrutura Naccional de Dadoss Espaciais 
NOVEMBRO DDE 2008.  (INDE), ee dá outras provvidências. 

Institucio
onaliza os Padrrões de Interoperabilidade de Governo Eletrôônico (e‐PING), no âmbito do 
PORTARIA Nº 05, DE 14 DE  Sistema de Administraçção dos Recurso os de Informação e Informáticca (SISP), cria su
ua 
JULHO DE 20005 (MPOG).  coordenação, definindoo a competênciia de seus integ ma de atualização das versões
grantes e a form
do documento. 

DECRETO Nº 55.482, DE 30 DEE  Dispõe ssobre a divulgaçção de dados e informações pelos órgãos e eentidades da ad
dministração 
JUNHO DE 20005.  pública ffederal, por meeio da Internet.

DECRETO DE 229 DE OUTUBRO

Comitês Técnicoos do Comitê Executivo do Go
Institui C overno Eletrônicco e dá outras p
providências. 
DE 2003. 

RESOLUÇÃO NNº 7, DE 29 DE 
Estabele
ece regras e direetrizes para os sítios na internet da Administtração Pública FFederal. 
JULHO DE 20002. 

LEI Nº 8.080, D
DE 19 DE  Dispõe ssobre as condiç ões para a prom
moção, proteçã
ão e recuperaçãão da saúde, a o
organização e 
SETEMBRO DEE 1990.  o funcionamento dos s erviços corresp pondentes e dá outras providêências. 

45

46