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Arquivologia
para Concursos

José Carlos Guimarães Junior
Kelly Pontes

Brasília/2015

deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira - 048.118.263/29, vedada, por quaisquer meios e a qualque
a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.

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divulgação ou distribuição. .263/29. por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. cópia. vedada. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. Arquivologia para Concursos José Carlos Guimarães Junior Kelly Pontes Brasília/2015 deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .048.118.

br TODOS OS DIREITOS RESERVADOS – De acordo com a Lei n. PONTES. PRESIDÊNCIA: Gabriel Granjeiro DIRETORIA EXECUTIVA: Rodrigo Teles Calado CONSELHO EDITORIAL: João Dino e Bruno Pilastre DIRETORIA COMERCIAL: Ana Camila Oliveira SUPERVISÃO DE PRODUÇÃO: Marilene Otaviano DESIGN EDITORIAL: Miquéas Araujo da Silva REVISÃO: Editora Gran Cursos CAPA: Pedro Wgilson Granjeiro GG EDUCACIONAL EIRELI SIA TRECHO 3 lote 990. 3º ANDAR. Impresso no Brasil Printed in Brazil 2015 deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .610.118. cópia.200-032 Tel: (61) 3209-9500 faleconosco@editoragrancursos. Brasil: Arquivologia. vedada. p. nenhuma parte deste livro pode ser fotocopiada.com. divulgação ou distribuição.048. por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. Kelly. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.263/29. de 19/02/1998. . reproduzida ou armazenada em um sistema de recuperação de informações ou transmitida sob qual- quer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico sem o prévio consentimento do detentor dos direitos autorais e do editor. Brasília: GG Educacional Eireli. 138 ISBN: 978-85-69303-08-4 CDD: 000 1. 2015. 06/2015 – GG Educacional Eireli GUIMARÃES JUNIOR. Edifício Itaú – Brasília-DF Cep: 71. gravada. Arquivologia para Concursos José Carlos Guimarães Junior e Kelly Pontes. 9. José Carlos.

048. divulgação ou distribuição. cópia. vedada.263/29. Também. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. pelo espí- rito empreendedor. nos desafia a sermos melhores do que hoje. Enfim. Euvaldo. suas dúvidas. Dedico este livro aos meus queridos alunos. sempre procuro atender a todos de maneira que aprendam e consigam êxito na aprovação. e de toda a equipe que faz da nossa editora uma empresa de sucesso. Agradeço.com deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . nos provoca. Ex-Gerente Administrativo da Editora Gran Cursos. aos gestores da Rede Gran Cursos. seus desejos. Prof José Carlos profjc65@hotmail. que sempre buscam me desafiar a ser muito melhor do que sou hoje. por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. suas indagações.118. Obrigado. . agradeço a todos que de uma forma ou de outra. Não posso deixar de agradecer ao Sr.

263/29. . por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. cópia. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.118.048.deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . vedada. divulgação ou distribuição.

aprendizado e realizações. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. Agradeço à Editora Gran Cursos por acreditar no meu trabalho e vontade de tornar público uma parte de meus conhecimentos. vedada. provocando em nossos leitores. divulgação ou distribuição.263/29. cópia. cada vez maior. uma sede.048. de conhecimento. por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. . deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .118.

cópia.048. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.263/29.deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . vedada. .118. por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. divulgação ou distribuição.

mas não tem jeito mesmo. convidei a Professora Kelly Pontes.118. E ainda ao final da resolução de todas as questões.048. oferecemos o gabarito. profjc65@hotmail. buscando nossos limites. envie-nos um email e. oferecemos 500. numa busca frenética de um lugar ao sol. . lhe retornaremos. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. APRESENTAÇÃO Mais uma vitória.com Nesta obra. em breve. Este livro apresenta seu conteúdo com uma metodologia diferenciada. formada em Arquivologia pela Universidade de Brasília. para depois descansar na sombra. não tenha timidez alguma. e ao final de todo seu estudo. em que os alunos poderão “entender e compreender” de uma maneira mais simples e mais pedagógica. mais um livro entregue aos amantes de uma boa leitura e aos alunos que se dedicam aos estudos. divulgação ou distribuição.263/29. por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. E. Os desafios nos provocam a todo o momento. cópia. Para que seus estudos sejam cobertos de êxito. que aceitou MAIS ESSE DESAFIO EM REPASSAR SEUS CONHECIMENTOS PARA SEUS ALUNO. quinhentas questões. resolvemos oferecer as questões de maneira a seguir uma ordem cronológica para que possamos entender o processo de “como” esses conteúdos vêm sendo cobrados nos certames. todas de concursos e de diversas bancas para que você reforce ainda mais seus conhecimentos. se ainda assim tiver alguma dúvida. somos jovens desafiadores desse mundo. isso mesmo. vedada. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . somos amantes da boa escrita.

por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. vedada. .048.118.deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . cópia. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.263/29. divulgação ou distribuição.

por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. dediquem-se cada vez mais a esse estudo. Nos últimos certames. mostrando mais uma vez seu diferencial e competência. fazendo com que os aspirantes a uma vaga no serviço público. INTRODUÇÃO Arquivologia para concursos chega para implementar uma nova fase no mercado editorial brasileiro. desta- cando-se no nacional. oferecendo. todas as condições para quem nunca estudou esse conteúdo.118. esse conteúdo vem sido cobrado com muita força e rigor. a cada dia que se passa. vislumbrando uma real necessidade de se oferecer aos estudantes um mate- rial que sirva de referência para seus estudos. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . os autores. divulgação ou distribuição. dessa forma. lança esse livro que abrange todos os conteúdos já cobrados em provas de concursos anteriores. A profissão de Arquivologista torna-se. seus autores parceiros a se desafiarem e colocarem suas obras em suas salas de aula. mais complexa e árdua. oferecendo um conteúdo de forma inovadora e alicerçado a uma pedagogia surpreendente. principalmente porque as organizações que se tornam sistemas tão complexos como a condição da profissão.263/29.048. incentivando. cópia. . Não posso deixar de comentar a respeito da face empreendedora da Editora Gran Cursos. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. poder aprender e compreender toda essa dinâmica da Arquivologia. a cada dia. Dessa forma. vedada.

. cópia. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . vedada.118. por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução. divulgação ou distribuição.048.263/29.

..............125 17 Bibliografia..............25 10 Gestão Documental..................................... MUSEU e BIBLIOTECA?.................................................58 16 Gabarito.............19 4 Classificação de Arquivos................................................................................................................ por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução..............................................................................263/29......21 8 Teoria das Três Idades ou Ciclo Vital..................................................................................................................................................048........................................................ 17 2 Dúvidas sobre a distinção entre ARQUIVO.22 PARTE III 9 Classificação de Documentos. vedada........................................................... 31 14 Anexo A. SUMÁRIO PARTE I 1 Fundamentos da Arquivologia............................................. ........................................................19 5 Arquivos Setoriais x Arquivos Centrais................................................................26 11 Protocolo................................................................................................20 PARTE II 6 Documentos e suas características...............................................27 12 Preservação......................................................................................................................................................................................................................29 13 Métodos de arquivamento.....................118... Conservação e Restauração de Documentos................... sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.................. divulgação ou distribuição............... 137 deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira ...................................... 18 3 Quais os Tipos de Arquivos?......................................................... cópia......................................... 21 7 Valor dos Documentos..............................................................................37 15 Questões......................................

sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.263/29.048.deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . . vedada. por quaisquer meios e a qualque a sua reprodução.118. cópia. divulgação ou distribuição.

sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.048.263/29. como podemos perceber. e somente nas últimas décadas é que “descobrimos” que toda a história da humanidade está registrada. passando pelas folhas de papel vegetal e chegando aos dias atuais. divulgação ou distribuição. onde Sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme.118. em algum lugar. começando pelas paredes das caver- nas. cópia.. faremos uma viagem para um destino que tem sido cobrado em muitos concursos e estará presente em muitos outros editais. pen drives e muitas outras tecnologias utilizadas atualmente. por volta de 4000 a. com o advento da tecnologia digital.C. A importância do registro de documentos. de alguma forma. o Homem tem a necessidade de deixar registradas suas histórias. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Arquivologia para Concursos ARQUIVOLOGIA PARA CONCURSOS A partir de agora. onde a forma de expressão era evidente. por quaisquer meios e a qualque 16 a sua reprodução. . vedada. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . vem da pré- -história. uma planta que prensada e seca originava um papel amarelado. em hard drives. passando pelo papiro. Foi somente na antiga Mesopotâmia que a escrita foi elaborada e criada. na qual usavam placas de barro para cunhar esta escrita. A pergunta que será nosso ponto de partida é: Qual a importância da Arquivolo- gia para a carreira pública? Desde os primórdios da Humanidade.

8159/19911. Gerenciar as informações minimiza o tempo perdido durante os processos de exe- cução de uma atividade. dessa maneira. cópia. instituições de caráter público e 1 Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.263/29. AFINAL. . ao desenvolvimento científico e como elementos de prova e informação”. A necessidade de se registrar as atividades humanas produz um grande número de documentos. levando em conta a democracia e o exercício da cidadania. define muito bem o dever da administração: “É dever do Poder Público a gestão documental e a de proteção especial a documentos de arquivos. dessa forma. a informação tem se multiplicado devido à evolução por que passa a sociedade e se acumulado nos Arquivos. Principalmente a partir do século XX.048.118. A grande quantidade de documentos e a exigência da população pelo acesso rápido a informação levou a administração pública a se preocupar a cada dia mais com o gerenciamento de seus arquivos. Diante do texto da Lei n. divulgação ou distribuição. 8. A Lei n. como instrumento de apoio à administração. tendo em vista que o acesso à informação é essencial e exigido pela sociedade. tendo sempre relação com os direitos das instituições ou dos indivíduos. o que impossibilita o acesso às informações relevantes no processo de tomada de decisão. antigamente. A desarticulação no processo de controle da produção e tramitação documental. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos PARTE I FUNDAMENTOS DA ARQUIVOLOGIA Os documentos estão presentes em diversas ações realizadas diariamente por órgãos públicos e privados. aumentam custos operacionais devido à guarda de informações desnecessárias. arquivos são “Conjuntos de docu- mentos produzidos e recebidos por órgãos públicos. vedada. em seu art. Com a otimização dos processos é mais provável alcançar a efetividade nas atividades realizadas. Os arquivos deixam de ser um depósito de papéis empoeirados e acumulados e começam a dar espaço a grandes centros de informação.159/1991 (anexo A). o acúmulo desordenado e a falta de normas e procedimentos arquivísticos efetivos com- prometem o acesso à informação e. 1º. a produção documental tem cres- cido a níveis muito elevados fugindo. à cultura. os arquivos eram apenas depósitos de papéis de qualquer espécie. O QUE É UM ARQUIVO? Arquivo = Conjunto de documentos Segundo Marilena Leite Paes. por quaisquer meios e a qualque 17 a sua reprodução. do controle por parte das organi- zações e exigindo novas alternativas para gerir essa produção documental. Com o passar dos anos.

048. em decorrência do exercício de atividades específicas. Dessa forma. pois tinham a mesma função: guardar os documentos produzidos pelo homem. pública e/ou privada. Para Marilena Leite Paes. Os arquivos se acumulam diariamente de acordo com as atividades que cada setor da organização desenvolve. são reunidos por acumulação ao longo das atividades de pes- soas físicas ou jurídicas. divulgação ou distribuição. Ex. bem como por pessoa física. públicas ou privadas. Arquivos = Instituições Entidade administrativa. cópia. conceitua como “Conjunto de documentos que. Dúvidas sobre a distinção entre ARQUIVO. os documentos de cada setor refletem os trabalhos realizados pelos funcionários dessa repartição. produzido em vir- tude de uma necessidade. caracterizado pela natureza orgânica de sua acumulação e conservado por essas pessoas ou por seus sucessores para fins de prova ou informação”. qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos docu- mentos”. Já a Maria Alexan- dra Miranda Aparício. eles foram se diferenciando quanto ao seu objetivo e cada um deles foi absorvendo características próprias. projetos de pesquisa e as resoluções e processos produzidos e/ou recebi- dos pela instituição constituem seu Arquivo e eles devem naturalmente refletir as suas atividades. museu e biblioteca tenham como finalidade a guarda de docu- mentos. MUSEU e BIBLIOTECA? Vamos saná-las então! Durante muito tempo essas três instituições se confundiam. arquivo é a “designação genérica de um conjunto de documentos produzidos e recebidos por uma pessoa física ou jurídica. pelo tra- tamento documental e pela utilização dos arquivos sob sua jurisdição. independente da natureza ou do suporte. Não se produz documentos sem deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . sob um contexto específico. por quaisquer meios e a qualque 18 a sua reprodução.” Existem para atender a administração. vedada. relatórios de atividades.118. .263/29. cada instituição guarda documentos diferenciados. memorando. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. independente do objetivo que esses documentos tinham em sua criação. Embora arquivo. Arquivo = Local de armazenamento Móvel ou armário destinado ao armazenamento dos documentos. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos entidades privadas. ofícios.: Arquivo Público do DF. seus documentos são resultados de ativida- des específicas de cada organização. responsável pela custódia. O Princípio da Unicidade preconiza o documento como único. Isso significa que os conjuntos de atas de reuniões. pública ou pri- vada. Com o passar dos anos e a evolução da sociedade.

por quaisquer meios e a qualque 19 a sua reprodução. pesquisa e consulta. podendo ser direcionadas a públicos específicos. CLASSIFICAÇÃO DE ARQUIVOS Público: arquivo de instituições governamentais de âmbito federal. divulgação ou distribuição. os documentos de arquivo acabam perdendo seu valor administrativo. Seja pelo valor afetivo. alguns documentos adquirem um valor secundário. aberta ao público e que promove pesquisas relati- vas aos testemunhos materiais do homem e do seu ambiente. Essa instituição é fruto do hábito de colecionar. educação e prazer” (Conselho Internacional dos Museus – ICOM). que dependerá do grau de importância ou sigilo do documento. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos uma razão específica ou uma necessidade emergente. * Dica: guarde bem essa diferença. adquire-os. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.118. São organizadas por meio de um código próprio para estudo. ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento. Os arquivos podem ter também o que se chama de “Restrição de Acesso”. e passam a ter caráter cultural. Bibliotecas: São coleções de informações. comunica-os e expõe-nos para estudo. que se caracterizam e são diferenciados pelos seus objetivos e competências das Entidades produtoras. QUAIS OS TIPOS DE ARQUIVOS? Existem vários tipos de arquivo. a finalidade das bibliotecas e dos museus é essencialmente cultural.048. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . cultural ou material o homem acaba por reunir peças por suas características e isso dá origem aos acervos de museu. vedada. podendo ser produzidos em exemplares únicos ou em número limitado de cópias. Perceba que enquanto o arquivo tem finalidade funcional. Museu: “O museu é uma instituição permanente. . adquiridas por compra ou doação e não produzidas pela própria instituição. em sua maioria impressas. Em um segundo momento. cópia. As bibliotecas podem pos- suir temas específicos e características próprias de acordo com seu objetivo. após cumprir o objetivo de sua criação. conserva-os. estadual ou municipal.263/29. pois é um conteúdo que já foi cobrado em várias provas. sem fins lucrativos. Vale dizer que os documentos são únicos em termos de conteúdo. e possuir grande quantidade de exemplares e são abertas ao público. A partir do caráter histórico.

ou seja. ARQUIVOS SETORIAIS X ARQUIVOS CENTRAIS Com relação à localização dos arquivos nas instituições. São exemplos os arquivos médicos. Exemplo: arquivos que guardam fotografias. divulgação ou distribuição. Sem essas condições especiais esses arquivos se deterioram de forma rápida.unicamp. são constituídos de documentos em formato físico diferenciado e. O QUE SÃO ARQUIVOS ESPECIAIS X ESPECIALIZADOS? Os Arquivos não guardam somente documentos em papel. Comercial: arquivo de empresas.048. Arquivos centrais: são os que se destinam a receber os documentos correntes provenientes dos diversos setores que integram a estrutura de uma instituição. temos: Arquivos Setoriais: se definem pela proximidade dos documentos a quem os produz ou utiliza. funcio- nando como extensão daqueles. necessitam de medidas especiais quanto ao seu armazenamento. guarda e conservação. corporações e companhias. Arquivos especializados: São arquivos compostos por documentos referentes a determinados assuntos ou por atividades especializadas. fruto de grande utilização ou possibilidade de utilização no dia a dia. vedada. por esse motivo. fitas. cópia. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . são os arquivos instalados nos setores de trabalho.118. Esses arquivos demandam técnicas e materiais espe- cíficos para sua organização (disponível em http://www. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. precisam de um ambiente específico com temperatura. Familiar ou Pessoal: diz respeito ao arquivo organizado por grupos familiares ou por pessoas. filmes.siarq. discos. Arquivos Especiais: são os arquivos que por possuírem sob sua guarda documen- tos de formas físicas diversas ou de suportes específicos. igrejas. . sociedades e associações.263/29. ou seja. precisam de um cuidado espe- cial quanto a sua conservação para que não tenham suas características físicas compro- metidas. umidade e uso de materiais diferenciados para seu manuseio. literários. por quaisquer meios e a qualque 20 a sua reprodução. corporações não lucrativas. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Institucional: está relacionado às instituições educacionais.br/siarq). de engenharia.

Documento: Qualquer informação registrada em um suporte. cartão de memória. também conhecido como adminis- trativo e com o tempo perde esse valor (prescrição). Assim. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . DVD. As empre- sas com mais conhecimento e informações organizadas. . J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos PARTE II DOCUMENTOS E SUAS CARACTERÍSTICAS Os arquivos. É o motivo pelo qual o documento foi criado para atender as necessidades da orga- nização no seu dia a dia. legais e fiscais” Fonte: Dicionário de Terminologia Arquivística (2005.Terminologia Arquivística). o papel. Entende-se por suporte qual- quer meio utilizado para gravar a informação. suporte e documento. Com o avanço da tecnologia é cada vez maior o número de instrumentos capazes de servirem de suporte para a informação. Exemplo de suporte: o pergaminho e o papiro. que são formados pelos conjuntos de documentos. 163). levando-se em conta a sua utilidade para fins administrativos. Informação: Pode ser definida como ideia ou conhecimento. (muito usados antigamente). Suporte: Meio no qual a informação é registrada. devemos antes conhecer três conceitos básicos que integram a área: informação.263/29.048. são as que mais se destacam no mercado. vedada. Todo documento nasce com valor primário.118. são espelhos das instituições e neles são refletidas suas atividades. “Todo e qualquer ele- mento referencial contido num documento” (Dic. pendrive. CD . Hoje em dia é um dos recursos mais importantes de uma instituição. p. por quaisquer meios e a qualque 21 a sua reprodução. divulgação ou distribuição. cópia. disquete (quase não utilizado mais). Informação + Suporte = Documento VALOR DOS DOCUMENTOS Primário: “Valor atribuído a documento em função do interesse que possa ter uma entidade produtora. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. e surgem no momento em que as informações são registradas em um suporte. para entendermos melhor.

“Configuração Física de um Caderno. Fonte: Como classificar e ordenar documentos de arquivo – Projeto como fazer.” Minuta.” renda. alguns documentos mesmo depois de prescritos. “Configuração que assume um documento de acordo com a dis.263/29. . docu- dos. 2 TEORIA DAS TRÊS IDADES OU CICLO VITAL A chamada Teoria das três idades ou Ciclo vital. 163). Dessa forma. Forma transmissão de documentos.” mentação cartográfica. por serem conside- rados importantes para preservar a memória ou a história da empresa ou da sociedade são conservados. tendo em vista a sua utilidade para fins diferentes daqueles para os quais foi originalmente produzido”.” papel. Dicionário de Termino- logia Arquivística (2005. Cópia. Livro. Declaração de imposto de com a atividade que a gerou. comunicação de seus conteú. desde o deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .” Boletim de ocorrência. é a “Sucessão de fases por que passam os documentos. mações nele contidas. Mapa. Cartaz. ção. Declaração de Tipo espécie documental de acordo Bens.” “Configuração que assume um Documentação audiovisual. Fita magnética.118. Rascunho. Certidão. Rolo reza e o modo como foi conhe- de filme.Boletim. “Estágio de preparação e de Original. Diapositivo. relatório. segundo o Dicionário de Termi- nologia Arquivística. suporte. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. pendrive. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Secundário: “Valor atribuído a um documento em função do interesse que possa ter para a entidade produtora e outros usuários. documentação textual. por quaisquer meios e a qualque 22 a sua reprodução. cópia. Planta. cido. Suporte ções são registradas. papiro. Declara- Espécie posição e a natureza das infor. p. vedada. de acordo com a natu- Formato Folha. pergaminho. v. CD. Certidão “Configuração que assume uma de nascimento. divulgação ou distribuição. Os documentos que compõem um arquivo podem ser divididos conforme o quadro abaixo: TABELA 1 Definição técnica Exemplos “Material no qual as informa. Gênero sistema de signos utilizado na documentação iconográfica.048. Relatório de atividades. documento de acordo com um documentação fonográfica.

veja as figuras abaixo FIGURA 2 deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . Com o recolhimento destes documen- tos ao arquivo permanente. Aguardam o cumprimento dos prazos de precaução e prescrição Arquivo Permanente: documentos que perderam seu valor administrativo. 8º que os documentos públicos são identificados como correntes. mas possuem valor secundário ou histórico. 2000). os documentos de valor permanente são inalienáveis e imprescritíveis.263/29.159/1991 (anexo A).” São os estágios ou fases por que passam os documentos dentro da instituição. Seu acesso é liberado apenas para seu produtor. segundo a Lei n. cópia.159/1991 (anexo A). 8. que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados. “A função primordial dos arquivos permanentes ou históricos é recolher e tratar os documentos públicos após o cumprimento das razões pelas quais eles foram gerados. Para melhor esquematizar. (. O acesso é liberado apenas para seu produtor. Define no art. possuem valor permanente e se tornam documentos históricos. divulgação ou distribuição. 8. por quaisquer meios e a qualque 23 a sua reprodução. Essa teoria tem embasamento na legislação a partir da Lei n.118. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. vedada.. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos momento em que são criados até a sua destinação final. 10. social e cultural” (Heloísa. cessa seu uso primário e se inicia o uso científico.. Arquivo Corrente: Conjunto de documentos estreitamente vinculados aos obje- tivos imediatos para os quais foram produzidos ou recebidos no cumprimento de suas atividades-meio e que se conservam junto aos órgãos produtores em razão de sua vigên- cia e da frequência com que são por eles consultados. .) Os documentos que não forem descartados e elimi- nados através de tabelas de temporalidade possuem interesse histórico. sua destinação final.048. em seu art. Arquivo Intermediário: é o arquivo constituído por documentos que não são de uso corrente e aguardam em local fora das unidades administrativas. Seu acesso é público. intermediários e perma- nentes.

acompa- nhados de listagem. divulgação ou distribuição. cópia. 9º da Lei n. o arquivo deve elaborar instrumentos de recuperação da informação com vistas à sua guarda permanente e seu acesso público. Instituição arquivís- Física lador balho tica Fonte: Sousa (2009) Eliminação: trata-se da destruição dos documentos. legais ou fiscais trativa conservação 5-10% do total acu- Volume 100% Sensível diminuição mulado Localização Próxima ao acumu. 8.048. adminis- de cotidianas vas. Nesta fase.263/29. na sua específica esfera de competência. Segundo o art. 2013 FIGURA 3 Arquivo Arquivo Corrente Arquivo Permanente Itermediário Valor Primário Primário Secundário Restrito aos acu- Restrito aos acumu- Acesso muladores ou com Aberto ladores autorização Centralizado ou Des- Sistema Centralizado Centralizado centralizado Justificativa Apoio às atividades Razões administrati.br/apostilas/915. a eliminação de documentos produzidos por instituições públi- cas e de caráter público será realizada mediante autorização da instituição arquivística pública. vedada. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Fonte: Autor. por quaisquer meios e a qualque 24 a sua reprodução. Fora do setor de tra.com. Fonte: apostilas. Transferência: é o envio dos documentos para o arquivo intermediário.159/1991 (anexo A). Pesquisa.netsaber. Recolhimento: é o envio dos documentos para o arquivo permanente.118. onde aguardarão o cumprimento dos prazos de guarda e a desti- nação final. .pdf deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.

a identificação da atividade que determinou a sua existência. de acordo com a Lei n. de 18.048. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. Funcional: é classificado de acordo com as funções desempenhadas pela enti- dade produtora. cuja divulgação não compromete o andamento das atividades. Ultrassecretos: Documentos que requerem elevado grau de segurança e que somente devem ser de conhecimento de pessoas intimamente ligadas a seu estudo e manuseio. “referencial de busca” é uma sequência de operações que. Classificação quanto ao Grau de Sigilo (natureza do assunto) Os documentos classificados como OSTENSIVOS são aqueles que contêm infor- mações comuns.263/29. mantendo as relações contextuais do documento e a sequência das ativida- des realizadas. Documentos SIGILOSOS são os que contêm informações de caráter restrito e exigem medidas de segurança na sua guarda e conservação.118.11. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos PARTE III CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS O que é um Referencial de busca? Segundo o dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. divulgação ou distribuição. pois seu conhecimento pode acarretar dano à segurança da sociedade e do Estado. por quaisquer meios e a qualque 25 a sua reprodução. de acordo com as diferentes estruturas. cópia. de forma a constituir um referencial. A partir da Classificação é elaborado o instrumento denominado Plano de Classificação. ou seja.2011. visa a distribuir os documentos de um arquivo. . não podem ser consultados pelo público. o que se considera é o conteúdo dos documentos. ou seja. Assunto: nesse caso. Esses documentos pos- suem restrição de acesso. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . MÉTODOS DE CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS Estrutural: toma como princípio de classificação a estrutura administrativa da entidade produtora. A Classificação consiste em organizar os documentos produzidos e recebidos pela organização no exercício de suas atividades. Os documentos sigilosos se dividem quanto ao grau de sigilo. vedada.  A classificação de documentos possibilita a recuperação do contexto original de produção dos documentos. 12. fun- ções e atividades da entidade produtora.527 (anexo B).

do espaço físico e dos equipamentos. 8. visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. divulgação ou distribuição. Objetivos da Gestão de Documentos: • Assegurar.159/1991 (Anexo A). a produção. uso. Com a grande quantidade de documentos produzidos pelas instituições. • Garantir que a informação governamental esteja disponível quando e onde seja necessária ao governo e aos cidadãos. mesmo não estando intimamente ligadas ao assunto. para que isso não aconteça. a gestão documental se tornou essencial.263/29. manutenção e desti- nação de documentos. tenham autorização para tomar conhecimento. cópia.118. organização. com o obje- tivo de aperfeiçoar e simplificar o ciclo documental. Prazo máximo de restrição de acesso: 15 anos Reservados: Trata de assuntos que não devem ser de conhecimento do público em geral. A gestão de documentos é atingida através do planejamento. tramitação. 8. . administração. avaliação e arquivamento de documentos em fase corrente e intermediária. GESTÃO DOCUMENTAL FIGURA 2 Fonte: Lei n. em seu parágrafo 3º. vedada. coordenação dos recursos humanos. de forma eficiente. define gestão de documentos como o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes às atividades de produção. controle. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . por quaisquer meios e a qualque 26 a sua reprodução.159/1991 A Lei n.048. a busca por informações se torna cada vez mais difícil. Prazo máximo de restrição de acesso: 5 anos. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Prazo máximo de restrição de acesso: 25 anos Secretos: Requerem alto grau de segurança e só podem ser acessados por pes- soas que.

. registro. facilitando o controle. seleção e fixação de prazos de guarda dos documentos. implica decidir quais os documentos a serem eliminados e quais serão preservados permanentemente. a gestão de arquivos correntes e intermediários e a implanta- ção de sistemas de arquivo e de recuperação da informação. Através do recebimento. Avaliação e Destinação: Envolve as atividades de análise. Quais são as atividades do Protocolo? Recebimento Os documentos a serem tramitados pela instituição devem ser apresentados ao pro- tocolo para que este passe a controlar tal atividade. evitando-se a produção daqueles não essenciais. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . • Assegurar o uso adequado da micrográfica. Esta fase envolve métodos de controle relacionados às atividades de protocolo e às técnicas específicas para classificação. classificação. Desenvolve-se. também.048.118. cópia. legal ou para a pesquisa científica. organização e elaboração de instrumentos de recuperação da informação e o arquivamento também será controlado nesta etapa. FASES DA GESTÃO DE DOCUMENTOS Produção: Refere-se ao ato de elaborar documentos em razão das atividades espe- cíficas de um órgão ou setor. processamento automatizado de dados e outras técnicas avançadas de gestão da informação. assim como sua guarda após cessar seu trâmite. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. pois é nesta fase que a frequência de uso dos documentos é alta. armazenamento e eliminação. necessário ao cum- primento de sua função administrativa. ou seja. A atividade de protocolo é típica da fase corrente. divulgação ou distribuição. PROTOCOLO O que é um Protocolo? É um conjunto de operações que visa controlar a documentação de forma a facilitar a localização e acesso em tempo hábil. diminuindo o volume. Nesta fase deve-se otimizar a criação de documentos.263/29. • Contribuir para o acesso e preservação dos documentos que mereçam guarda permanente por seus valores histórico e científico. Utilização: Refere-se ao fluxo percorrido pelos documentos. distribuição. vedada. por quaisquer meios e a qualque 27 a sua reprodução. controle da tramitação e expedição de documentos. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos • Assegurar a eliminação dos documentos que não tenham valor administrativo fiscal.

vedada. Registro e Autuação No registro são inseridos dados de um documento em sistema de controle informa- tizado ou não. e sim a um funcionário em particular 3 ultra secretos. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos É a etapa de recebimento dos documentos.118. Controle da Tramitação / Movimentação É a atividade realizada pelo protocolo que consiste em identificar os setores por que passam os documentos. sem a necessidade de serem classificados. que seu acesso não causa nenhum prejuízo deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. cópia. bem como identificar possíveis atrasos na tramitação destes. pois têm acesso restrito. à exceção dos particulares2 ou sigilosos3. quando necessário. Dica: Tais documentos (particulares e/ou sigilosos) deverão ser encaminhados diretamente aos respectivos destinatários. secretos. antes de serem encaminhados aos seus destinatários. Classificação Refere-se à análise e identificação do conteúdo do documento do qual se busca extrair o assunto pelo qual serão recuperados os documentos posteriormente. Os documentos que entrarem na instituição em envelopes fechados são abertos pelo protocolo para classificação. . um exem- plo de Plano de Classificação está na Resolução n. Chama-se distribuição quando é interna. confidenciais ou reservados 4 ou seja.263/29. classificados de acordo com o assunto tratado. que é o objetivo primordial da arquivologia. Os documentos de natureza ostensiva4 deverão ser abertos e analisados. Podem ser atribuídos códigos de acordo com o plano de classificação da instituição.048. divulgação ou distribuição. por quaisquer meios e a qualque 28 a sua reprodução. Essa fase é essencial. através desse cadastro o documento poderá ser rastreado na instituição. pois ela irá agilizar a recuperação da informação. tanto os produzidos internamente. de forma a recuperá-lo com rapidez. Apenas os destinatários poderão abrir estes documentos. 14 do CONARQ (anexo C). Expedição / Distribuição É a atividade que consiste em enviar o documento ao seu destinatário. quanto os encaminhados à instituição por outras empresas. 2 documentos não endereçados à instituição. e expedição quando direcionada a outra instituição.

Desentranhamento: A retirada de um determinado documento ou qualquer folha de um processo. com mesmo interessado ou não. armazenamento. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.048.118. A Preservação. Deve ser inserido o Termo de Desentranhamento. segundo o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivís- tica. por quaisquer meios e a qualque 29 a sua reprodução. Juntada por Apensação: Faz a união provisória de um ou mais processos a outro processo.263/29. CONSERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE DOCUMENTOS O arquivo deve manter os documentos de valor permanente pelo maior tempo pos- sível e. cópia. . é necessário que sejam adotadas algumas medidas. Fluxograma de Procedimentos de Protocolo PRESERVAÇÃO. é a “Função arquivística destinada a assegurar as atividades de acondicionamento. por meio de controle ambiental deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . por isso. que. divulgação ou distribuição. conservação e restauração de documentos” é essencial para aumentar a durabilidade dos documentos. desde que contenham matérias semelhantes. A conservação é um conjunto de ações estabilizadoras que visam desacelerar o processo de degradação de documentos ou objetos. vedada. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos O setor de protocolo é responsável também por essas três atividades relacionadas aos processos: Juntada por Anexação: Faz a união definitiva e irreversível de um ou mais pro- cessos a outro processo. desde que pertencentes a um mesmo interessado e que conte- nham o mesmo assunto.

A conservação busca estender a vida útil dos documentos. isso ocasiona ondulações e o enfraquecimento do papel. A oscilação também não é interessante. ou ainda pelo termoigrômetro. reparos e acondicionamento). por exemplo. cópia. pois os fatores ambientais podem causar a desintegração dos materiais. Temperatura: Temperaturas demasiado altas ou baixas aceleram a degradação do papel. Por outro lado. Químicos Os documentos também são agredidos pelos fatores químicos como qualidade do ar. também contribui para a aceleração do processo de envelhecimento do documento.048. A umidade ideal é de 45% a 58%. umi- dade e iluminação sejam controladas. Deve-se evitar a pre- sença de grampos e clipes que enferrujam com o tempo e umidade. A medição da temperatura é feita pelos termômetros. Os arquivos e bibliotecas de regiões tropicais são o ambiente ideal para sua moradia e reprodução. Biológicos Os ambientes úmidos. . o mais recomendado é manter a temperatura entre 20° e 22°. que causa deterioração representada pela poeira e poluição. acelera a velocidade da maioria das reações químicas. biológicos e químicos. pois os materiais de arquivo são higroscópicos. caso ela esteja baixa demais pode ressecar as fibras do papel. Fatores Físicos Luminosidade: a luz atua como catalisador na oxidação. Já a umidade alta pode gerar mofo e proliferar insetos.118. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. absorvem e liberam facilmente a umidade. vedada. escureci- mento ou descoloração do papel. O calor. é muito importante que temperatura.263/29. Pode provocar também o amarelecimento. A preocupação com o ambiente onde serão armazenados os arquivos é muito importante. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . que realiza as duas medições. e a de umidade com higrôme- tros. a própria tinta e o papel utilizado também são responsáveis por danos futuros. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos (higienização. divulgação ou distribuição. por quaisquer meios e a qualque 30 a sua reprodução. Dessa forma. por exemplo. Umidade: o excesso de umidade. ou seja. causando enfraqueci- mento ou enrijecimento do papel. escuros e de pouca ventilação são os mais propícios aos micro-organismos. a restauração tem por objetivo revitalizar os documentos que foram agredidos por fatores físicos. quentes. Deve-se evitar o manuseio desnecessário e tomar um cuidado especial com os materiais mais sensí- veis como fotografias. insetos e até pequenos roedores. bem como o clima muito seco.

263/29. • Retirar o lixo do dia após o final do expediente.118. ratos e o próprio homem. pois assim evita-se que a poeira fique em suspensão. • Para a limpeza das folhas. Pode-se dividir os métodos de arquivamento em dois grandes sistemas: direto e indireto. para evitar ferrugem. Cuidados na conservação preventiva de documentos • Manter o local de guarda do acervo longe de fontes de alimentos.048. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. As estantes e arquivos devem ser de metal pintado. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Os insetos que atacam os documentos. Sistema direto é aquele em que a busca do documento é feita diretamente no local onde está guardado. etiquetas. • A remoção da poeira deve ser feita com cuidado. não utilizar molha dedos ou saliva. fitas adesivas. Sistema indireto é aquele em que. quando necessário utilizar lápis. cola branca. • Não dobrar as páginas. . Métodos de arquivamento Arquivamento é o conjunto das operações que visam organizar a documentação para facilitar a localização futura. Métodos básicos de arquivamento deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . pode-se utilizar também um pano úmido. escovas macias e flanelas de algodão. dentre eles podemos destacar as baratas. mas sem excesso de água para não deixar o ambiente úmido. • Não escrever nos documentos. • Preferir caixas de papelão ao invés das de plástico. • Manter uma disposição das estantes que permita a circulação do ar. por quaisquer meios e a qualque 31 a sua reprodução. • Não utilizar fitas adesivas tipo durex e fitas crepe. necessita-se antes consultar um índice ou um código. divulgação ou distribuição. evitando o pernoite do lixo. para se localizar o documento. traças e brocas. vedada. • Remover grampos metálicos. • Deve-se manter as mãos limpas ao manusear os documentos. papéis e cartões ácidos. provocam manchas irreversíveis onde aplicados. • Manusear fotografias sempre com luvas de algodão. utilizam-se trinchas. Além deles há os fungos. Esses materiais possuem alta acidez. cópia. Idealmente deve ser realizada com o auxílio de aspirador de pó. a fim de evitar o seu deslo- camento para a superfície das estantes e para os documentos.

Camilo Villa-Lobos. direto. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . por quaisquer meios e a qualque 32 a sua reprodução. fácil e barato. Lilian Cabral. Exemplo: Amanda Lira Pedro Álvares Cabral Kelly Pontes de Souza Lilian Cabral Marcos Roberto Araújo da Silva Arquivam-se Lira.263/29. Amanda Cabral. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. segundo Marilena Leite Paes: Nos nomes de pessoas físicas. . Regras de Alfabetação. É um método rápido. Heitor Santo Cristo. vedada. Lilian Silva.048. prevalece a ordem alfabética do prenome. Pedro Álvares Sobrenomes compostos ou ligados por hífen. divulgação ou distribuição. Esse método segue as regras de alfabetação. Cabral. Castelo Branco. Heitor Os nomes formados por Santa. é um sistema direto. não se separam. cópia. Santa Clara. Pedro Álvares Souza. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Método alfabético: esse é o método mais simples e utiliza o nome como objeto principal. considera-se o último sobrenome e depois o prenome. Kelly Pontes de Cabral. Santo e São seguem a regra dos sobreno- mes compostos. André As iniciais abreviadas de prenomes têm procedência na Classificação de sobre- nomes iguais. Marcos Roberto Araújo da Quando houver sobrenomes iguais. pois não precisa de índice.118.

do. Dilma (Presidenta) Os nomes estrangeiros são considerados pelo último sobrenome. Pina de Melo. José Carlos Dica: Os graus de parentesco só serão considerados na alfabetação quando servi- rem para distinção.048. por quaisquer meios e a qualque 33 a sua reprodução. e. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Fernando. Almeida. Adriano Guimarães Júnior. um. são colocados após o nome com- pleto. de. divulgação ou distribuição. Charles Os nomes espanhóis são registrados pelo penúltimo sobrenome.. Sobri- nho são considerados parte integrante do último sobrenome. Neto. Os títulos não são considerados na alfabetação. salvo nos casos de nomes espanhóis e orientais. Ricardo d’ Os sobrenomes que exprimem grau de parentesco como Filho. Churchill. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. esses são casos especiais. Pedro de Andrade. mas não são considerados na ordenação alfabética. Guimarães Jr.118. José de deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . Francisco de Oviedo y Banõs. Giulio di Du Ponte. tais como a. A. . que corresponde ao sobrenome de família do pai. Capri. vedada. da. cópia. o. d’. Fernando. Aguiar Os artigos e preposições. Júnior. o mais comum é considerá-las parte integrante do nome quando escritas com letra maiúscula. José (Professor) Rousseff. entre parêntesis.263/29. Winston Schmidt. uma não são considerados. Adjuto Júnior. Jorge As partículas de nome estrangeiros podem ou não ser consideradas.

Ele se divide em: numérico simples (organiza pelo número que corres- ponde ao documento). conferências. romanos ou escritos por extenso deverão aparecer no fim entre parêntesis.118. MICROFILMAGEM A microfilmagem é uma técnica permitida em todo território nacional. por exemplo. Método geográfico: também é um sistema direto. segundo a Lei 5. pois é pre- ciso um índice. é o método utilizado quando o principal elemento a ser utilizado é o local de produção. chineses e árabes. Símbolos utilizados nos microfilmes: deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . os números arábi- cos. Método por assunto: utiliza o assunto do documento como referência. japoneses. . Os artigos iniciais podem ser colocados entre parêntesis após o nome. Ordenação por cidade. Essa técnica consiste em criar uma cópia fotográfica do documento. Al Bem – Hur Li Yutang Nomes de instituições devem ser escritos como se apresentam. reuniões. cópia.263/29. assembleias. através da microfilmagem que possibilita a redução do espaço físico e a preservação do documento em papel. divulgação ou distribuição.433 de 1968. Método numérico: esse método compõe o sistema de busca indireto. Ordenação por estado ou país: devem ser ordenados alfabeticamente e a capital será sempre a primeira da lista. vedada. Embratel Fundação Getúlio Vargas Nos títulos de congresso. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Os nomes orientais. são registrados como se apresentam. por quaisquer meios e a qualque 34 a sua reprodução. cronológico (organiza por data) ou dígito-terminal.048. ordenação apenas alfabética. sem considerar os artigos e preposições. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.

cópia.118. deverão ser preservados de acordo com o disposto na legisla- ção pertinente”. Descrição Arquivística É uma atividade de grande importância para os arquivos. pois cita particularidades dos documentos visando sua posterior identificação e localização. inventário. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Figura 4 Fonte: Resolução n. principalmente por órgãos públicos. .682 de 2012. Segundo a Lei 12. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. em seu art. divulgação ou distribuição. guia. A descrição gera os chamados instrumentos de pesquisa. esse método é muito eficiente. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . 6° “Os registros públicos originais.048.263/29. Consiste em criar uma cópia digital de um documento. de 6 de dezembro de 1999 Digitalização É uma técnica muito utilizada. catálogo e repertório. vedada. por quaisquer meios e a qualque 35 a sua reprodução. ainda que digitalizados. pois facilita o acesso e a recuperação da documentação e reduz o tempo perdido. atualmente. 10.

sendo que desses apenas 6 são essenciais.118. sendo que a segunda foi desenvolvida para os arquivos brasileiros. vedada. A NOBRADE possui 8 áreas de descrição e 28 elementos. . a Descrição deve ser feita sempre do GERAL para o PARTICULAR. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. Repertório: Descrição mais detalhada. Catálogo: Descreve individualmente os documentos. Na arquivologia existem algumas normas de descrição arquivísticas. portanto é importante gravar. ou seja. por quaisquer meios e a qualque 36 a sua reprodução. Inventário: Descreve as unidades de arquivamento. a composição de um fundo ou parte dele. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . sendo que 7 deles são obrigatórios: código de referência. Esse instrumento de pesquisa é o mais cobrado nas provas. Nele estão contidas informações gerais sobre o arquivo.263/29. divulgação ou distribuição. A ISAD(G) possui 7 áreas de descrição e 26 elementos de descrição. nível de descrição.048. data(s). condições de acesso (somente para descrições em níveis 0 e 1). LEMBRE-SE. título. as mais cobra- das nos concursos. nome(s) do(s) produtor(es). Descreve o fundo (arquivo de uma instituição) ou coleção. dimensão e suporte. cópia. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Guia: instrumento usado para orientar os usuários no conhecimento e na utilização dos fundos. são ISAD(G): Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística e a NOBRADE – Norma Brasileira de Descrição Arquivística.

os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por órgãos públicos. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . Art. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. para os fins desta lei. 4º Todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu inte- resse particular ou de interesse coletivo ou geral. por quaisquer meios e a qualque 37 a sua reprodução.263/29. civil e administrativa. vedada. avaliação e arquivamento em fase corrente e intermediária. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. uso. 1º É dever do Poder Público a gestão documental e a de proteção especial a documentos de arquivos. que serão prestadas no prazo da lei. tramitação. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos ANEXO A Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N. da honra e da imagem das pessoas. faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. em decorrência do exercício de atividades específicas.159. por órgãos públicos de âmbito federal. à cultura. divulgação ou distribuição. instituições de caráter público e entidades privadas. cópia. ao desenvolvimento científico e como elementos de prova e informação. 2º Consideram-se arquivos. Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências. da vida privada. no exercício de suas atividades. qualquer que seja o suporte da informação ou a natureza dos documentos. sob pena de responsabilidade. contidas em documentos de arquivos. sem prejuízo das ações penal. legis- lativas e judiciárias.048. 6º Fica resguardado o direito de indenização pelo dano material ou moral decorrente da violação do sigilo. Art. . Art. 5º A Administração Pública franqueará a consulta aos documentos públicos na forma desta lei.118. como instrumento de apoio à administração. DE 8 DE JANEIRO DE 1991. do Distrito Federal e municipal em decorrência de suas funções administrativas. CAPÍTULO II DOS ARQUIVOS PÚBLICOS Art. ressalvadas aquelas cujos sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. 3º Considera-se gestão de documentos o conjunto de procedimentos e opera- ções técnicas à sua produção. 7º Os arquivos públicos são os conjuntos de documentos produzidos e rece- bidos. estadual. visando a sua eliminação ou recolhimento para guarda permanente. 8. bem como à inviolabilidade da intimidade. bem como por pessoa física. Art. Art.

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§1º São também públicos os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por
instituições de caráter público, por entidades privadas encarregadas da gestão de servi-
ços públicos no exercício de suas atividades.
§2º A cessação de atividades de instituições públicas e de caráter público implica
o recolhimento de sua documentação à instituição arquivística pública ou a sua trans-
ferência à instituição sucessora.
Art. 8º Os documentos públicos são identificados como correntes, intermediários
e permanentes.
§1º Consideram-se documentos correntes aqueles em curso ou que, mesmo sem
movimentação, constituam de consultas freqüentes.
§2º Consideram-se documentos intermediários aqueles que, não sendo de uso cor-
rente nos órgãos produtores, por razões de interesse administrativo, aguardam a sua
eliminação ou recolhimento para guarda permanente.
§3º Consideram-se permanentes os conjuntos de documentos de valor histórico,
probatório e informativo que devem ser definitivamente preservados.
Art. 9º A eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de
caráter público será realizada mediante autorização da instituição arquivística pública,
na sua específica esfera de competência.
Art. 10º Os documentos de valor permanente são inalienáveis e imprescritíveis.

CAPÍTULO III
DOS ARQUIVOS PRIVADOS

Art. 11. Consideram-se arquivos privados os conjuntos de documentos produzidos
ou recebidos por pessoas físicas ou jurídicas, em decorrência de suas atividades.
Art. 12. Os arquivos privados podem ser identificados pelo Poder Público como
de interesse público e social, desde que sejam considerados como conjuntos de fontes
relevantes para a história e desenvolvimento científico nacional.
Art. 13. Os arquivos privados identificados como de interesse público e social não
poderão ser alienados com dispersão ou perda da unidade documental, nem transferi-
dos para o exterior.
Parágrafo único. Na alienação desses arquivos o Poder Público exercerá preferên-
cia na aquisição.
Art. 14. O acesso aos documentos de arquivos privados identificados como de inte-
resse público e social poderá ser franqueado mediante autorização de seu proprietário
ou possuidor.
Art. 15. Os arquivos privados identificados como de interesse público e social pode-
rão ser depositados a título revogável, ou doados a instituições arquivísticas públicas.
Art. 16. Os registros civis de arquivos de entidades religiosas produzidos ante-
riormente à vigência do Código Civil ficam identificados como de interesse público e
social.

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CAPÍTULO IV
DA ORGANIZAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE INSTITUIÇÕES ARQUIVÍSTI-
CAS PÚBLICAS

Art. 17. A administração da documentação pública ou de caráter público compete
às instituições arquivísticas federais, estaduais, do Distrito Federal e municipais.
§1º São Arquivos Federais o Arquivo Nacional do Poder Executivo, e os arquivos
do Poder Legislativo e do Poder Judiciário. São considerados, também, do Poder Exe-
cutivo os arquivos do Ministério da Marinha, do Ministério das Relações Exteriores, do
Ministério do Exército e do Ministério da Aeronáutica.
§2º São Arquivos Estaduais o arquivo do Poder Executivo, o arquivo do Poder
Legislativo e o arquivo do Poder Judiciário.
§3º São Arquivos do Distrito Federal o arquivo do Poder Executivo, o Arquivo do
Poder Legislativo e o arquivo do Poder Judiciário.
§4º São Arquivos Municipais o arquivo do Poder Executivo e o arquivo do
Poder Legislativo.
§5º Os arquivos públicos dos Territórios são organizados de acordo com sua estru-
tura político-jurídica.
Art. 18. Compete ao Arquivo Nacional a gestão e o recolhimento dos documentos
produzidos e recebidos pelo Poder Executivo Federal, bem como preservar e facultar o
acesso aos documentos sob sua guarda, e acompanhar e implementar a política nacional
de arquivos.
Parágrafo único. Para o pleno exercício de suas funções, o Arquivo Nacional
poderá criar unidades regionais.
Art. 19. Competem aos arquivos do Poder Legislativo Federal a gestão e o reco-
lhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Legislativo Federal no
exercício das suas funções, bem como preservar e facultar o acesso aos documentos
sob sua guarda.
Art. 20. Competem aos arquivos do Poder Judiciário Federal a gestão e o recolhi-
mento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Judiciário Federal no exer-
cício de suas funções, tramitados em juízo e oriundos de cartórios e secretarias, bem
como preservar e facultar o acesso aos documentos sob sua guarda.
Art. 21. Legislação estadual, do Distrito Federal e municipal definirá os critérios
de organização e vinculação dos arquivos estaduais e municipais, bem como a gestão
e o acesso aos documentos, observado o disposto na Constituição Federal e nesta lei.

CAPÍTULO V
DO ACESSO E DO SIGILO DOS DOCUMENTOS PÚBLICOS

Art. 22. (Revogado pela Lei n. 12.527, de 2011)
Art. 23. (Revogado pela Lei n. 12.527, de 2011)
Art. 24. (Revogado pela Lei n. 12.527, de 2011)

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DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 25. Ficará sujeito à responsabilidade penal, civil e administrativa, na forma da
legislação em vigor, aquele que desfigurar ou destruir documentos de valor permanente
ou considerado como de interesse público e social.
Art. 26. Fica criado o Conselho Nacional de Arquivos (Conarq), órgão vinculado
ao Arquivo Nacional, que definirá a política nacional de arquivos, como órgão central
de um Sistema Nacional de Arquivos (Sinar).
§1º O Conselho Nacional de Arquivos será presidido pelo Diretor-Geral do Arquivo
Nacional e integrado por representantes de instituições arquivísticas e acadêmicas,
públicas e privadas.
§2º A estrutura e funcionamento do conselho criado neste artigo serão estabeleci-
dos em regulamento.
Art. 27. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 28. Revogam-se as disposições em contrário.

Brasília, 8 de janeiro de 1991; 170º da Independência e 103º da República.

FERNANDO COLLOR
Jarbas Passarinho

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a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.

216 da Constituição Federal. IV – fomento ao desenvolvimento da cultura de transparência na administração pública. ajustes ou outros instrumentos congêneres. II – divulgação de informações de interesse público. as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União.112. 37 e no §2º do art. vedada. independentemente de soli- citações. Parágrafo único. 37 e no §2o do art. Distrito Federal e Municípios. com o fim de garantir o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. Subordinam-se ao regime desta Lei: I – os órgãos públicos integrantes da administração direta dos Poderes Executivo. 12. 2o Aplicam-se as disposições desta Lei. divulgação ou distribuição. no que couber. II – as autarquias. Distrito Federal e Municípios. de 8 de janeiro de 1991. convênios. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. acordo.263/29. A publicidade a que estão submetidas as entidades citadas no caput refere-se à parcela dos recursos públicos recebidos e à sua destinação. Legislativo. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 5o. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .159. contrato de gestão.111. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CASA CIVIL SUBCHEFIA PARA ASSUNTOS JURÍDICOS (LEI N. Art. Art. no inciso II do §3o do art. III – utilização de meios de comunicação viabilizados pela tecnologia da informa- ção. . 1o Esta Lei dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União. de 5 de maio de 2005. e dispositivos da Lei no 8. Estados. DE 18 DE NOVEMBRO DE 2011) Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 3o Os procedimentos previstos nesta Lei destinam-se a assegurar o direito fundamental de acesso à informação e devem ser executados em conformidade com os princípios básicos da administração pública e com as seguintes diretrizes: I – observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção. incluindo as Cortes de Contas.527. as empresas públicas. cópia. 216 da Constituição Federal. termo de parceria. altera a Lei no 8. 5o. sem preju- ízo das prestações de contas a que estejam legalmente obrigadas. e Judiciário e do Ministério Público. recursos públicos diretamente do orçamento ou mediante subvenções sociais. e dá outras providências. as fundações públicas. Estados. revoga a Lei no 11. para realização de ações de interesse público. às entidades privadas sem fins lucrativos que recebam. por quaisquer meios e a qualque 41 a sua reprodução. no inciso II do §3º do art.048. de 11 de dezem- bro de 1990. Parágrafo único.118.

observada a sua disponibilidade. reprodução. sem modificações. IX – primariedade: qualidade da informação coletada na fonte.263/29. III – informação sigilosa: aquela submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado. assegurar a: I – gestão transparente da informação. divulgação ou distribuição. bem como sobre o local onde poderá ser encontrada ou obtida a informação almejada. contidos em qualquer meio. integridade e eventual restrição de acesso. VIII – integridade: qualidade da informação não modificada. e III – proteção da informação sigilosa e da informação pessoal. mediante procedimentos objetivos e ágeis. suporte ou formato. . que será fran- queada. clara e em linguagem de fácil compreensão. utilização. V – tratamento da informação: conjunto de ações referentes à produção. destinação ou controle da infor- mação. que podem ser utilizados para produ- ção e transmissão de conhecimento. processados ou não. inclusive quanto à origem.048. autenticidade. por quaisquer meios e a qualque 42 a sua reprodução. CAPÍTULO II DO ACESSO A INFORMAÇÕES E DA SUA DIVULGAÇÃO Art. considera-se: I – informação: dados. II – documento: unidade de registro de informações. avaliação. VI – disponibilidade: qualidade da informação que pode ser conhecida e utilizada por indivíduos. recep- ção. garantindo-se sua disponibilidade. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . Art. armazenamento. 4o Para os efeitos desta Lei. observadas as normas e pro- cedimentos específicos aplicáveis. 5o É dever do Estado garantir o direito de acesso à informação. com o máximo de detalhamento possível. qualquer que seja o suporte ou formato. distribuição. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos V – desenvolvimento do controle social da administração pública. transmissão. trânsito e destino. de forma transparente. equipamento ou sistema. autenticidade e integridade. arquivamento. eliminação. Art. 6o Cabe aos órgãos e entidades do poder público. Art. cópia.118. os direitos de obter: I – orientação sobre os procedimentos para a consecução de acesso. entre outros. vedada. equipamentos ou sistemas autorizados. classificação. VII – autenticidade: qualidade da informação que tenha sido produzida. recebida ou modificada por determinado indivíduo. acesso. transporte. II – proteção da informação. propiciando amplo acesso a ela e sua divul- gação. 7o O acesso à informação de que trata esta Lei compreende. IV – informação pessoal: aquela relacionada à pessoa natural identificada ou iden- tificável. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. expedida.

b) ao resultado de inspeções. cópia. autêntica e atualizada. poderá o interessado requerer à autoridade competente a imediata abertura de sindicância para apurar o desapareci- mento da respectiva documentação. §1o O acesso à informação previsto no caput não compreende as informações refe- rentes a projetos de pesquisa e desenvolvimento científicos ou tecnológicos cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. e VII – informação relativa: a) à implementação. a divulgação em local de fácil acesso. §2o Quando não for autorizado acesso integral à informação por ser ela parcial- mente sigilosa. Art. no prazo de 10 (dez) dias. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. 32 desta Lei. produzidos ou acumulados por seus órgãos ou entidades. licitação. 8o É dever dos órgãos e entidades públicas promover. III – registros das despesas. endereços e telefones das respectivas unidades e horários de atendimento ao público. no mínimo: I – registro das competências e estrutura organizacional. inclusive as relativas à sua política. divulgação ou distribuição. justificar o fato e indicar tes- temunhas que comprovem sua alegação. bem como metas e indicadores propostos. por quaisquer meios e a qualque 43 a sua reprodução. organização e serviços. extrato ou cópia com ocultação da parte sob sigilo. §3o O direito de acesso aos documentos ou às informações neles contidas utilizados como fundamento da tomada de decisão e do ato administrativo será assegurado com a edição do ato decisório respectivo.048. é assegurado o acesso à parte não sigilosa por meio de certidão. VI – informação pertinente à administração do patrimônio público.263/29. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos II – informação contida em registros ou documentos. §1o Na divulgação das informações a que se refere o caput. quando não fundamentada. §4o A negativa de acesso às informações objeto de pedido formulado aos órgãos e entidades referidas no art. independentemente de requerimentos. contratos administrativos. de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas. recolhidos ou não a arquivos públicos. deverão constar. prestações e tomadas de contas realizadas pelos órgãos de controle interno e externo.118. III – informação produzida ou custodiada por pessoa física ou entidade privada decorrente de qualquer vínculo com seus órgãos ou entidades. . utilização de recursos públicos. §6o Verificada a hipótese prevista no §5o deste artigo. incluindo prestações de contas relativas a exercícios anteriores. o responsável pela guarda da informação extraviada deverá. sujeitará o responsável a medidas disciplinares. §5o Informado do extravio da informação solicitada. IV – informação primária. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . nos termos do art. vedada. 1o. mesmo que esse vínculo já tenha cessado. acompanhamento e resultados dos programas. projetos e ações dos órgãos e entidades públicas. auditorias. II – registros de quaisquer repasses ou transferências de recursos financeiros. V – informação sobre atividades exercidas pelos órgãos e entidades. no âmbito de suas competências. íntegra.

estruturados e legíveis por máquina. e do art. com o órgão ou entidade detentora do sítio. II – possibilitar a gravação de relatórios em diversos formatos eletrônicos. e VIII – adotar as medidas necessárias para garantir a acessibilidade de conteúdo para pessoas com deficiência. Art. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . 9o da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. c) protocolizar documentos e requerimentos de acesso a informações. atender. VII – indicar local e instruções que permitam ao interessado comunicar-se. nos termos do art. de 9 de julho de 2008. nos critérios e prazos previstos no art. de informações relativas à execução orçamentária e financeira. em local com condições apropriadas para: a) atender e orientar o público quanto ao acesso a informações. IV – divulgar em detalhes os formatos utilizados para estruturação da informação. ações. transparente.048. projetos e obras de órgãos e entidades. §2o Para cumprimento do disposto no caput. os órgãos e entidades públicas deve- rão utilizar todos os meios e instrumentos legítimos de que dispuserem. de 19 de dezem- bro de 2000. tais como planilhas e texto. de 4 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal).118. na forma de regulamento. nos órgãos e entidades do poder público. por via eletrônica ou telefônica. V – dados gerais para o acompanhamento de programas. entre outros.098. clara e em linguagem de fácil compreensão. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos IV – informações concernentes a procedimentos licitatórios. inclu- sive abertos e não proprietários. V – garantir a autenticidade e a integridade das informações disponíveis para acesso.263/29. 73-B da Lei Complementar no 101. e II – realização de audiências ou consultas públicas. §4o Os Municípios com população de até 10. 9o O acesso a informações públicas será assegurado mediante: I – criação de serviço de informações ao cidadão. e VI – respostas a perguntas mais frequentes da sociedade. inclusive os respecti- vos editais e resultados. em tempo real. divulgação ou distribuição. incentivo à participação popu- lar ou a outras formas de divulgação. aprovada pelo Decreto Legislativo no 186. mantida a obrigatorie- dade de divulgação. 17 da Lei no 10.000 (dez mil) habitantes ficam dispen- sados da divulgação obrigatória na internet a que se refere o §2o. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. cópia. aos seguintes requisitos: I – conter ferramenta de pesquisa de conteúdo que permita o acesso à informação de forma objetiva. de modo a facilitar a aná- lise das informações. por quaisquer meios e a qualque 44 a sua reprodução. b) informar sobre a tramitação de documentos nas suas respectivas unidades. sendo obriga- tória a divulgação em sítios oficiais da rede mundial de computadores (internet) §3o Os sítios de que trata o §2o deverão. bem como a todos os contratos celebrados. vedada. VI – manter atualizadas as informações disponíveis para acesso. III – possibilitar o acesso automatizado por sistemas externos em formatos abertos. .

§3o Sem prejuízo da segurança e da proteção das informações e do cumprimento da legislação aplicável.118. obter ou reproduzir a referida informação. mediante justificativa expressa. remeter o requerimento a esse órgão ou entidade. do acesso pretendido. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos CAPÍTULO III DO PROCEDIMENTO DE ACESSO À INFORMAÇÃO Seção I Do Pedido de Acesso Art. 10. em prazo não superior a 20 (vinte) dias: I – comunicar a data. procedimento esse que desonerará o órgão ou entidade pública da obrigação de seu fornecimento direto. §3o São vedadas quaisquer exigências relativas aos motivos determinantes da soli- citação de informações de interesse público. devendo. II – indicar as razões de fato ou de direito da recusa. Qualquer interessado poderá apresentar pedido de acesso a informa- ções aos órgãos e entidades referidos no art. por qualquer meio legítimo. eletrônico ou em qualquer outro meio de acesso universal. prazos e condições para sua interposição. se for do seu conhecimento. total ou parcial. cientificando o interessado da remessa de seu pedido de informação. o órgão ou entidade poderá oferecer meios para que o próprio requerente possa pesquisar a informação de que necessitar. devendo o pedido conter a identificação do requerente e a especificação da informação requerida. §5o A informação armazenada em formato digital será fornecida nesse formato. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. ou III – comunicar que não possui a informação. §2o Os órgãos e entidades do poder público devem viabilizar alternativa de encami- nhamento de pedidos de acesso por meio de seus sítios oficiais na internet. salvo se o requerente declarar não dispor de meios para realizar por si mesmo tais procedimentos. da qual será cientificado o requerente. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . §2o O prazo referido no §1o poderá ser prorrogado por mais 10 (dez) dias. local e modo para se realizar a consulta. na forma disposta no caput. por escrito. O órgão ou entidade pública deverá autorizar ou conceder o acesso ime- diato à informação disponível. ainda. indicar. §1o Não sendo possível conceder o acesso imediato.263/29. vedada. Art. divulgação ou distribuição. o órgão ou a entidade que a detém. . 1o desta Lei. cópia. §6o Caso a informação solicitada esteja disponível ao público em formato impresso. §4o Quando não for autorizado o acesso por se tratar de informação total ou par- cialmente sigilosa. ou. 11.048. ainda. a identificação do requerente não pode conter exigências que inviabilizem a solicitação. o lugar e a forma pela qual se poderá consultar. caso haja anuência do requerente. ser-lhe indicada a autoridade competente para sua apreciação. por quaisquer meios e a qualque 45 a sua reprodução. §1o Para o acesso a informações de interesse público. efetuar a reprodução ou obter a certidão. o requerente deverá ser informado sobre a possibilidade de recurso. o órgão ou entidade que receber o pedido deverá. serão informados ao reque- rente.

que deliberará no prazo de 5 (cinco) dias. a Controladoria-Geral da União determinará ao órgão ou entidade que adote as providências necessárias para dar cumprimento ao disposto nesta Lei. 16. com certificação de que esta confere com o original. III – os procedimentos de classificação de informação sigilosa estabelecidos nesta Lei não tiverem sido observados. Parágrafo único. situação em que poderá ser cobrado exclusivamente o valor necessário ao ressarci- mento do custo dos serviços e dos materiais utilizados. e IV – estiverem sendo descumpridos prazos ou outros procedimentos previstos nesta Lei. o interessado poderá solicitar que. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. deverá ser oferecida a consulta de cópia. 13.118. 15. o requerente poderá recorrer à Controladoria-Geral da União. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Art. Art. por quaisquer meios e a qualque 46 a sua reprodução.048. Art. Seção II Dos Recursos Art. vedada. Na impossibilidade de obtenção de cópias. O serviço de busca e fornecimento da informação é gratuito. Art. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . No caso de indeferimento de acesso a informações ou às razões da nega- tiva do acesso. a suas expensas e sob supervisão de servidor público. que deverá se manifestar no prazo de 5 (cinco) dias. §2o Verificada a procedência das razões do recurso.115. salvo nas hipóteses de reprodução de documentos pelo órgão ou entidade pública consultada. §1o O recurso previsto neste artigo somente poderá ser dirigido à Controladoria- -Geral da União depois de submetido à apreciação de pelo menos uma autoridade hie- rarquicamente superior àquela que exarou a decisão impugnada. II – a decisão de negativa de acesso à informação total ou parcialmente classificada como sigilosa não indicar a autoridade classificadora ou a hierarquicamente superior a quem possa ser dirigido pedido de acesso ou desclassificação. O recurso será dirigido à autoridade hierarquicamente superior à que exarou a decisão impugnada. Parágrafo único. Parágrafo único. 12. por certidão ou cópia. Negado o acesso a informação pelos órgãos ou entidades do Poder Execu- tivo Federal. . É direito do requerente obter o inteiro teor de decisão de negativa de acesso. 14. que delibe- rará no prazo de 5 (cinco) dias se: I – o acesso à informação não classificada como sigilosa for negado. declarada nos termos da Lei no 7. Quando se tratar de acesso à informação contida em documento cuja manipulação possa prejudicar sua integridade. divulgação ou distribuição. a reprodução seja feita por outro meio que não ponha em risco a conservação do documento original. de 29 de agosto de 1983. poderá o interessado interpor recurso contra a decisão no prazo de 10 (dez) dias a contar da sua ciência. Estará isento de ressarcir os custos previstos no caput todo aquele cuja situação econômica não lhe permita fazê-lo sem prejuízo do sustento próprio ou da família. cópia.263/29.

deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . Art. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. 35. a Lei no 9. em seus respectivos âmbitos.784. Aplica-se subsidiariamente. 18. e do disposto no art. . por quaisquer meios e a qualque 47 a sua reprodução. ao respectivo Comando. vedada. Parágrafo único. no caso das Forças Armadas. As informações ou documentos que versem sobre condutas que impliquem violação dos direitos humanos praticada por agentes públicos ou a mando de autoridades públicas não poderão ser objeto de restrição de acesso. 15 e de revisão de classificação de documentos sigilosos serão objeto de regulamentação própria dos Poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público. respectivamente. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos §3o Negado o acesso à informação pela Controladoria-Geral da União. 35. assegurado ao solicitante. Os procedimentos de revisão de decisões denegatórias proferidas no recurso previsto no art. as decisões que. Não poderá ser negado acesso à informação necessária à tutela judicial ou administrativa de direitos fundamentais. poderá ser interposto recurso à Comissão Mista de Reavaliação de Informações. sem prejuízo das competências da Comissão Mista de Reavaliação de Informações. 35. §2o Indeferido o recurso previsto no caput que tenha como objeto a desclassifica- ção de informação secreta ou ultrassecreta. ao procedimento de que trata este Capítulo. O disposto nesta Lei não exclui as demais hipóteses legais de sigilo e de segredo de justiça nem as hipóteses de segredo industrial decorrentes da exploração direta de atividade econômica pelo Estado ou por pessoa física ou entidade privada que tenha qualquer vínculo com o poder público. caberá recurso à Comissão Mista de Reava- liação de Informações prevista no art. previstas no art. negarem acesso a informações de interesse público. No caso de indeferimento de pedido de desclassificação de informação protocolado em órgão da administração pública federal. 20. 21. em grau de recurso. cópia. §1o O recurso previsto neste artigo somente poderá ser dirigido às autoridades men- cionadas depois de submetido à apreciação de pelo menos uma autoridade hierarqui- camente superior à autoridade que exarou a decisão impugnada e. 17. CAPÍTULO IV DAS RESTRIÇÕES DE ACESSO À INFORMAÇÃO Seção I Disposições Gerais Art. a que se refere o art. de 29 de janeiro de 1999.048. Art. Art. 22. 19.263/29. 16. o direito de ser informado sobre o andamento de seu pedido.118. no que couber. (Vetado) §1o (Vetado) §2o Os órgãos do Poder Judiciário e do Ministério Público informarão ao Conselho Nacional de Justiça e ao Conselho Nacional do Ministério Público. Art. Art. divulgação ou distribuição. em qualquer caso. poderá o requerente recorrer ao Ministro de Estado da área.

sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. conforme a classifi- cação prevista no caput. em caso de reeleição. II – prejudicar ou pôr em risco a condução de negociações ou as relações interna- cionais do País. econômica ou monetária do País. observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado. VII – pôr em risco a segurança de instituições ou de altas autoridades nacionais ou estrangeiras e seus familiares. §2o As informações que puderem colocar em risco a segurança do Presidente e Vice-Presidente da República e respectivos cônjuges e filhos(as) serão classificadas como reservadas e ficarão sob sigilo até o término do mandato em exercício ou do último mandato. portanto. 24. VI – prejudicar ou causar risco a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico. e III – reservada: 5 (cinco) anos. passíveis de classificação as informações cuja divulgação ou acesso irres- trito possam: I – pôr em risco a defesa e a soberania nacionais ou a integridade do território nacional. .118. considerados: deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .263/29. V – prejudicar ou causar risco a planos ou operações estratégicos das Forças Arma- das. 23. bem como de investigação ou fisca- lização em andamento. II – secreta: 15 (quinze) anos. A informação em poder dos órgãos e entidades públicas. vigoram a partir da data de sua produção e são os seguintes: I – ultrassecreta: 25 (vinte e cinco) anos. poderá ser estabelecida como termo final de restrição de acesso a ocorrência de determinado evento. §5o Para a classificação da informação em determinado grau de sigilo. desde que este ocorra antes do transcurso do prazo máximo de classificação.048. ou VIII – comprometer atividades de inteligência. assim como a sistemas. ou as que tenham sido fornecidas em caráter sigiloso por outros Estados e organismos internacionais. instalações ou áreas de interesse estraté- gico nacional. São consideradas imprescindíveis à segurança da sociedade ou do Estado e. a informação tornar-se-á. a segurança ou a saúde da população. IV – oferecer elevado risco à estabilidade financeira. por quaisquer meios e a qualque 48 a sua reprodução. divulgação ou distribuição. §4o Transcorrido o prazo de classificação ou consumado o evento que defina o seu termo final. Art. secreta ou reservada. automaticamente. III – pôr em risco a vida. poderá ser classificada como ultrassecreta. de acesso público. deverá ser observado o interesse público da informação e utilizado o critério menos restritivo pos- sível. §3o Alternativamente aos prazos previstos no §1o. vedada. cópia. bens. §1o Os prazos máximos de restrição de acesso à informação. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Seção II Da Classificação da Informação quanto ao Grau e Prazos de Sigilo Art. relacionadas com a prevenção ou repressão de infrações.

263/29. das seguintes autoridades: a) Presidente da República. §1o O acesso. . A pessoa física ou entidade privada que. Seção III Da Proteção e do Controle de Informações Sigilosas Art. c) Ministros de Estado e autoridades com as mesmas prerrogativas. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos I – a gravidade do risco ou dano à segurança da sociedade e do Estado. alteração inde- vida. É dever do Estado controlar o acesso e a divulgação de informações sigi- losas produzidas por seus órgãos e entidades. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . 27. do Exército e da Aeronáutica. sem prejuízo das atribuições dos agentes públicos autorizados por lei. fundações ou empresas públicas e sociedades de economia mista. nível DAS 101. de modo a protegê-la contra perda. e e) Chefes de Missões Diplomáticas e Consulares permanentes no exterior. observado o disposto nesta Lei. e II – o prazo máximo de restrição de acesso ou o evento que defina seu termo final. das autoridades referidas nos incisos I e II e das que exer- çam funções de direção. vedada. Parágrafo único. As autoridades públicas adotarão as providências necessárias para que o pessoal a elas subordinado hierarquicamente conheça as normas e observe as medidas e procedimentos de segurança para tratamento de informações sigilosas. prepostos ou repre- sentantes observem as medidas e procedimentos de segurança das informações resul- tantes da aplicação desta Lei.5. a divulgação e o tratamento de informação classificada como sigilosa ficarão restritos a pessoas que tenham necessidade de conhecê-la e que sejam devida- mente credenciadas na forma do regulamento. 26. comando ou chefia. assegurando a sua proteção. divulgação ou distribuição. II – no grau de secreto. cópia. acesso. ou de hierarquia equivalente. das autoridades referidas no inciso I. do Grupo- -Direção e Assessoramento Superiores. §2o O acesso à informação classificada como sigilosa cria a obrigação para aquele que a obteve de resguardar o sigilo. dos titulares de autar- quias. e III – no grau de reservado. por quaisquer meios e a qualque 49 a sua reprodução. Seção IV Dos Procedimentos de Classificação. A classificação do sigilo de informações no âmbito da administração pública federal é de competência: I – no grau de ultrassecreto. em razão de qualquer vínculo com o poder público. Reclassificação e Desclassificação Art.048. de acordo com regulamentação específica de cada órgão ou entidade. d) Comandantes da Marinha.118. ou superior. executar atividades de tratamento de informações sigilo- sas adotará as providências necessárias para que seus empregados. transmissão e divulgação não autorizados. b) Vice-Presidente da República. 25. §3o Regulamento disporá sobre procedimentos e medidas a serem adotados para o tratamento de informação sigilosa. Art.

do grau de sigilo e dos fundamentos da classificação. A autoridade máxima de cada órgão ou entidade publicará. 24. anualmente. Art. com identificação para referência futura. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . inclusive em missão no exterior. poderá ser delegada pela autoridade responsável a agente público. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos §1o A competência prevista nos incisos I e II. no prazo previsto em regulamento. conforme limites previstos no art. cópia.118. III – indicação do prazo de sigilo. 28. contado em anos. 29. bem como informações genéricas sobre os solicitantes. 24. §3o Na hipótese de redução do prazo de sigilo da informação. deverão ser examinadas a permanência dos motivos do sigilo e a possibilidade de danos decorrentes do acesso ou da divulgação da informação. §3o A autoridade ou outro agente público que classificar informação como ultras- secreta deverá encaminhar a decisão de que trata o art. observado o disposto no art. com vistas à sua desclassificação ou à redução do prazo de sigilo. por quaisquer meios e a qualque 50 a sua reprodução.263/29. os seguintes elementos: I – assunto sobre o qual versa a informação. 30. meses ou dias. vedada a subdelegação. vedada. §2o Os órgãos e entidades manterão extrato com a lista de informações classifica- das. . atendidos e indeferidos. Parágrafo único. §2o Na reavaliação a que se refere o caput. A classificação das informações será reavaliada pela autoridade classifi- cadora ou por autoridade hierarquicamente superior. no que se refere à classificação como ultrassecreta e secreta. II – fundamento da classificação. acompanhadas da data. A classificação de informação em qualquer grau de sigilo deverá ser for- malizada em decisão que conterá. 24. no mínimo. ou do evento que defina o seu termo final. e IV – identificação da autoridade que a classificou. nos termos e prazos previstos em regulamento. a que se refere o art. mediante provocação ou de ofício. II – rol de documentos classificados em cada grau de sigilo.048. Art. observados os critérios estabelecidos no art. em sítio à disposição na internet e destinado à veiculação de dados e informações admi- nistrativas. §2o A classificação de informação no grau de sigilo ultrassecreto pelas autoridades previstas nas alíneas “d” e “e” do inciso I deverá ser ratificada pelos respectivos Minis- tros de Estado. §1o O regulamento a que se refere o caput deverá considerar as peculiaridades das informações produzidas no exterior por autoridades ou agentes públicos. no prazo previsto em regulamento. 28 à Comissão Mista de Rea- valiação de Informações. nos termos de regulamento: I – rol das informações que tenham sido desclassificadas nos últimos 12 (doze) meses. Art. A decisão referida no caput será mantida no mesmo grau de sigilo da informação classificada. 35. divulgação ou distribuição. §1o Os órgãos e entidades deverão manter exemplar da publicação prevista no caput para consulta pública em suas sedes. o novo prazo de res- trição manterá como termo inicial a data da sua produção. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. III – relatório estatístico contendo a quantidade de pedidos de informação recebi- dos.

§2o Aquele que obtiver acesso às informações de que trata este artigo será respon- sabilizado por seu uso indevido. alte- rar ou ocultar. e II – poderão ter autorizada sua divulgação ou acesso por terceiros diante de previ- são legal ou consentimento expresso da pessoa a que elas se referirem. bem como em ações voltadas para a recuperação de fatos históricos de maior relevância. §3o O consentimento referido no inciso II do §1o não será exigido quando as infor- mações forem necessárias: I – à prevenção e diagnóstico médico.118. 31. sendo vedada a identificação da pessoa a que as informações se referirem. Constituem condutas ilícitas que ensejam responsabilidade do agente público ou militar: I – recusar-se a fornecer informação requerida nos termos desta Lei. divulgação ou distribuição.263/29. II – à realização de estatísticas e pesquisas científicas de evidente interesse público ou geral. incompleta ou imprecisa. III – ao cumprimento de ordem judicial. §1o As informações pessoais. §5o Regulamento disporá sobre os procedimentos para tratamento de informação pessoal. vedada. desfigurar. independentemente de classificação de sigilo e pelo prazo máximo de 100 (cem) anos a contar da sua data de produção. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Seção V Das Informações Pessoais Art. a que se refere este artigo. retardar deli- beradamente o seu fornecimento ou fornecê-la intencionalmente de forma incorreta. §4o A restrição de acesso à informação relativa à vida privada. informação que se encontre sob sua guarda ou a que tenha acesso ou conhecimento em razão do exercício das atribuições de cargo. e para utilização única e exclusivamente para o tratamento médico. II – utilizar indevidamente. relativas à intimidade. IV – à defesa de direitos humanos. bem como às liberdades e garantias individuais. cópia. quando a pessoa estiver física ou legalmente incapaz. bem como subtrair. ou V – à proteção do interesse público e geral preponderante. . honra e imagem: I – terão seu acesso restrito. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. O tratamento das informações pessoais deve ser feito de forma trans- parente e com respeito à intimidade. total ou parcialmente. vida privada.048. CAPÍTULO V DAS RESPONSABILIDADES Art. destruir. honra e imagem das pessoas. vida privada. a agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que elas se referirem. inutilizar. 32. emprego ou função pública. honra e imagem de pessoa não poderá ser invocada com o intuito de prejudicar processo de apuração de irregularidades em que o titular das informações estiver envolvido. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . por quaisquer meios e a qualque 51 a sua reprodução. previstos em lei.

segundo os critérios nela estabelecidos. . assegurado o direito de defesa do interessado. e 8. Os órgãos e entidades públicas respondem diretamente pelos danos cau- sados em decorrência da divulgação não autorizada ou utilização indevida de informa- deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . cópia. no respectivo processo.112.429. V – impor sigilo à informação para obter proveito pessoal ou de terceiro. desde que não tipificadas em lei como crime ou contravenção penal. IV – suspensão temporária de participar em licitação e impedimento de contratar com a administração pública por prazo não superior a 2 (dois) anos. 33. documentos concernentes a possíveis violações de direitos humanos por parte de agentes do Estado. no respectivo pro- cesso. também.048. ou II – para fins do disposto na Lei no 8.079. conforme o disposto nas Leis nos 1. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos III – agir com dolo ou má-fé na análise das solicitações de acesso à informação. segundo os critérios neles estabelecidos. da ampla defesa e do devido processo legal. Art. II – multa. 34. por improbidade administrativa. A pessoa física ou entidade privada que detiver informações em virtude de vínculo de qualquer natureza com o poder público e deixar de observar o disposto nesta Lei estará sujeita às seguintes sanções: I – advertência. com suspensão. divulgação ou distribuição. por quaisquer meios e a qualque 52 a sua reprodução. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. as condutas descritas no caput serão consideradas: I – para fins dos regulamentos disciplinares das Forças Armadas. de 2 de junho de 1992. VI – ocultar da revisão de autoridade superior competente informação sigilosa para beneficiar a si ou a outrem. §1o As sanções previstas nos incisos I. §2o A reabilitação referida no inciso V será autorizada somente quando o interes- sado efetivar o ressarcimento ao órgão ou entidade dos prejuízos resultantes e após decorrido o prazo da sanção aplicada com base no inciso IV. IV – divulgar ou permitir a divulgação ou acessar ou permitir acesso indevido à informação sigilosa ou informação pessoal. e V – declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a administração pública. Art. ou em prejuízo de terceiros. por qualquer meio. infrações administrativas. de 11 de dezembro de 1990.263/29. e suas altera- ções. §3o A aplicação da sanção prevista no inciso V é de competência exclusiva da autoridade máxima do órgão ou entidade pública. §2o Pelas condutas descritas no caput. poderá o militar ou agente público respon- der. no mínimo. ou para fins de ocultação de ato ilegal cometido por si ou por outrem. §1o Atendido o princípio do contraditório. no prazo de 10 (dez) dias da abertura de vista. III e IV poderão ser aplicadas juntamente com a do inciso II. até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade. vedada. III – rescisão do vínculo com o poder público. e VII – destruir ou subtrair.118. que deverão ser apenadas. no prazo de 10 (dez) dias. transgressões militares médias ou graves. facultada a defesa do interessado. de 10 de abril de 1950.

Parágrafo único. no âmbito da administração pública federal. que tem por objetivos: I – promover e propor a regulamentação do credenciamento de segurança de pes- soas físicas. §4o A não deliberação sobre a revisão pela Comissão Mista de Reavaliação de Informações nos prazos previstos no §3o implicará a desclassificação automática das informações. a cada 4 (quatro) anos. observado o prazo previsto no §1o do art. 24. de ofício ou mediante provocação de pessoa interessada. vedada. O tratamento de informação sigilosa resultante de tratados. enquanto o seu acesso ou divulgação puder ocasionar ameaça externa à soberania nacional ou à integridade do território nacional ou grave risco às relações internacionais do País. sobre o tratamento e a classificação de infor- mações sigilosas e terá competência para: I – requisitar da autoridade que classificar informação como ultrassecreta e secreta esclarecimento ou conteúdo. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. (Vetado) §1o É instituída a Comissão Mista de Reavaliação de Informações. tenha acesso a informação sigilosa ou pessoal e a submeta a tratamento indevido. 7o e demais dispositivos desta Lei. e III – prorrogar o prazo de sigilo de informação classificada como ultrassecreta. §3o A revisão de ofício a que se refere o inciso II do §1o deverá ocorrer. §5o Regulamento disporá sobre a composição. no máximo. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 36. §2o O prazo referido no inciso III é limitado a uma única renovação. . É instituído. sempre por prazo determinado. observado o disposto no art.048. quando se tratar de docu- mentos ultrassecretos ou secretos. cabendo a apuração de responsabilidade fun- cional nos casos de dolo ou culpa. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos ções sigilosas ou informações pessoais. observado o mandato de 2 (dois) anos para seus integrantes e demais disposições desta Lei. II – rever a classificação de informações ultrassecretas ou secretas. organização e funcionamento da Comissão Mista de Reavaliação de Informações. parcial ou integral da informação. 39. que decidirá. no âmbito do Gabinete de Segurança Institucional da Pre- sidência da República. em virtude de vínculo de qualquer natureza com órgãos ou entidades.118. assegurado o respectivo direito de regresso.263/29. empresas. Art. cópia. 37. acordos ou atos internacionais atenderá às normas e recomendações constantes desses instrumen- tos. divulgação ou distribuição. inclusive aquelas provenien- tes de países ou organizações internacionais com os quais a República Federativa do deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . Art. após a reavaliação prevista no art. por quaisquer meios e a qualque 53 a sua reprodução. 35. O disposto neste artigo aplica-se à pessoa física ou entidade pri- vada que. e II – garantir a segurança de informações sigilosas. o Núcleo de Segurança e Credenciamento (NSC). órgãos e entidades para tratamento de informações sigilosas.

263/29. Art. será man- tida a classificação da informação nos termos da legislação precedente. concentrando e consolidando a publicação de informações estatísticas relacio- nadas no art. a reavaliação prevista no caput poderá ser revista.118. e IV – orientar as respectivas unidades no que se refere ao cumprimento do disposto nesta Lei e seus regulamentos. acordo. Parágrafo único. vedada. cópia. 40. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. contrato ou qualquer outro ato internacional. constante de registro ou banco de dados de entidades governamentais ou de caráter público. 39. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . III – recomendar as medidas indispensáveis à implementação e ao aperfeiçoa- mento das normas e procedimentos necessários ao correto cumprimento do disposto nesta Lei. em razão da reavaliação prevista no caput. a contar da vigência desta Lei. organização e funcio- namento do NSC. 30.048. de 12 de novembro de 1997. no âmbito do respec- tivo órgão ou entidade. Art. contado do termo inicial de vigência desta Lei. divulgação ou distribuição. exercer as seguintes atribuições: I – assegurar o cumprimento das normas relativas ao acesso a informação. Art. II – monitorar a implementação do disposto nesta Lei e apresentar relatórios peri- ódicos sobre o seu cumprimento. a Lei no 9. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos Brasil tenha firmado tratado. . a qualquer tempo. §3o Enquanto não transcorrido o prazo de reavaliação previsto no caput. o dirigente máximo de cada órgão ou entidade da administração pública federal direta e indireta designará autoridade que lhe seja diretamente subordinada para. No prazo de 60 (sessenta) dias. 41. deverá observar os prazos e condições previstos nesta Lei. no que couber. física ou jurídica. Os órgãos e entidades públicas deverão proceder à reavaliação das infor- mações classificadas como ultrassecretas e secretas no prazo máximo de 2 (dois) anos. automaticamente.507. em relação à informação de pessoa. de forma eficiente e adequada aos objetivos desta Lei. §1o A restrição de acesso a informações. II – pelo treinamento de agentes públicos no que se refere ao desenvolvimento de práticas relacionadas à transparência na administração pública. Aplica-se. III – pelo monitoramento da aplicação da lei no âmbito da administração pública federal. pela Comissão Mista de Reavaliação de Informa- ções. observados os termos desta Lei. §4o As informações classificadas como secretas e ultrassecretas não reavaliadas no prazo previsto no caput serão consideradas. sem prejuízo das atribuições do Ministério das Relações Exteriores e dos demais órgãos competentes. de acesso público. Regulamento disporá sobre a composição. 38. Art. por quaisquer meios e a qualque 54 a sua reprodução. §2o No âmbito da administração pública federal. O Poder Executivo Federal designará órgão da administração pública federal responsável: I – pela promoção de campanha de abrangência nacional de fomento à cultura da transparência na administração pública e conscientização do direito fundamental de acesso à informação.

... ao Distrito Federal e aos Municípios. . 47....... ainda que em decorrência do exercício de cargo. Brasília................ e II – os arts. Cabe aos Estados... Art.. a outra autoridade competente para apuração de informação con- cernente à prática de crimes ou improbidade de que tenha conhecimento........ 126-A. 42....159......... 9o e na Seção II do Capítulo III.... emprego ou função pública.... 46.. DILMA ROUSSEFF José Eduardo Cardoso Celso Luiz Nunes Amorim Antonio de Aguiar Patriota Miriam Belchior Paulo Bernardo Silva Gleisi Hoffmann José Elito Carvalho Siqueira Helena Chagas Luís Inácio Lucena Adams Jorge Hage Sobrinho Maria do Rosário Nunes deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .. Art.118. ....” (NR) Art....... 18 de novembro de 2011. VI – levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conheci- mento da autoridade superior ou. definir regras específicas.111... sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. por quaisquer meios e a qualque 55 a sua reprodução. em legislação própria.. divulgação ou distribuição........112.. especialmente quanto ao disposto no art............. quando houver suspeita de envolvimento desta..... de 8 de janeiro de 1991....... obedecidas as normas gerais estabelecidas nesta Lei... de 5 de maio de 2005..... 45...... ... J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos IV – pelo encaminhamento ao Congresso Nacional de relatório anual com infor- mações atinentes à implementação desta Lei... 22 a 24 da Lei no 8.........048.. O Capítulo IV do Título IV da Lei no 8....... Art............. O Poder Executivo regulamentará o disposto nesta Lei no prazo de 180 (cento e oitenta) dias a contar da data de sua publicação.... 126-A: “Art. O inciso VI do art........... Revogam-se: I – a Lei no 11... 116 da Lei no 8... Art.. ...........” Art.263/29........... Nenhum servidor poderá ser responsabilizado civil....... quando houver suspeita de envolvimento desta........... de 1990.112.... penal ou admi- nistrativamente por dar ciência à autoridade superior ou..... passa a vigorar acres- cido do seguinte art.... vedada...... ao conhecimento de outra autoridade competente para apuração........... de 11 de dezembro de 1990........ 44.. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art........... 116.. 190o da Independência e 123o da República.. cópia. 43. Esta Lei entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a data de sua publi- cação..

17. mantendo-se os prazos de guarda e a destinação nela definidos. os quais deverão ser aprovados pela instituição arquivística pública na sua específica esfera de competência. 4. como um modelo a ser adotado nos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Arqui- vos – SINAR. 14. publicada no DOU. aos órgãos e entidades que adotarem a Tabela estabelecer os prazos de guarda e a destinação dos documentos relativos às suas atividades específicas ou atividades-fim. §2º Caberá. aprovados pela Resolução n.118. Art. DE 24 DE OUTUBRO DE 2001 Aprova a versão revisada e ampliada da Resolução n. e os prazos de guarda e a destinação de documentos estabelecidos na Tabela Básica de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos as Atividades-Meio da Administração Pública. as quais deverão ser aprovadas pela instituição arquivística pública na sua específica esfera de competência. do CONARQ. do DOU de 29 de março de 1996. publicada no Suplemento n. . sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. por quaisquer meios e a qualque 56 a sua reprodução. do art.048. de 20 de maio de 1997. de 28 de março de 1996.263/29. proceder à atualização periódica deste Código. vedada. CASA CIVIL ARQUIVO NACIONAL CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS – CONARQ. 62. §1º Caberá aos órgãos e entidades que adotarem o Código proceder ao desenvol- vimento das classes relativas às suas atividades específicas ou atividades-fim. a ser adotado como modelo para os arquivos correntes dos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Arquivos (SINAR). e alterados pela Resolução n. no uso de suas atribuições previstas no item VII. do CONARQ. 1º APROVAR a versão revista e ampliada do Código de Classificação de Documentos de Arquivo para a Administração Pública : Atividades-Meio. cópia. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . de seu Regimento Interno e. resolve: Art. que dispõe sobre o Código de Classificação de Documentos de Arquivo para a Administração Públi- ca: Atividades-Meio. 2º Aprovar os prazos de guarda e a destinação dos documentos estabelecidos na versão revista e ampliada da Tabela Básica de Temporalidade e Destinação de Docu- mentos de Arquivos Relativos às Atividades-Meio da Administração Pública. por intermédio de câmara técnica específica. ainda. de 23 de maio de 1997. §1 Caberá aos órgãos e entidades que adotarem a Tabela proceder às adaptações necessárias para sua correta aplicação aos conjuntos documentais produzidos e recebi- dos em decorrência de suas atividades. 8. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos RESOLUÇÃO N. Considerando a necessidade de se atualizar o Código de Classificação de Docu- mentos de Arquivo para a Administração Pública: Atividades-Meio e a Tabela Básica de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades- -Meio da Administração Pública. §2º Caberá ao CONARQ. divulgação ou distribuição. 4. de 28 de março de 1996.

e a Resolução n. de 20 de maio de 1997. 3º A eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de caráter público será realizada mediante autorização da instituição arquivística pública. que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados. JAIME ANTUNES DA SILVA Presidente do CONARQ deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . divulgação ou distribuição. Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades-meio da Administração Pública. de 20 de maio de 1997. 4.159. 7. e de acordo com a Resolução n. 8. proceder à atualização periódica desta Tabela.263/29. conforme determina o art. por quaisquer meios e a qualque 57 a sua reprodução. Art. Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 6º Ficam revogadas a Resolução n. do CONARQ. Art. 9º da Lei n. por intermédio de câmara técnica específica. do CONARQ. de 28 de março de 1996. intitulada Classificação.118. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos §3º Caberá ao CONARQ. 4º O Código de Classificação de Documentos de Arquivo para a Administra- ção Pública e a Tabela Básica de Temporalidade e Destinação de Documentos de que trata esta Resolução constitui-se numa publicação editada pelo CONARQ em outu- bro de 2001. Art. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. vedada. na sua específica esfera de competência. de 8 de janeiro de 1991.048. que dispõe sobre os procedimentos para a eliminação de documentos no âmbito dos órgãos e entidades integrantes do Poder Público. cópia. . 8.

por quaisquer meios e a qualque 58 a sua reprodução. é o: a. narrativo. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . conteúdo do documento. cópia. suporte. teoria arquivística. na hora certa. d.  4. ação. conteúdo. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE HABITAÇÃO INSTITUTO DE TERRAS E CARTOGRAFIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – ITERJ ARQUIVOLOGISTA/CEPERJ/2012 1. O documento cuja forma escrita. dispositivo. A informação deve estar disponível no lugar certo. terminologia arquivística. relatório de atividades. b.  2.  3. de contexto. b. contexto. divulgação ou distribuição. O primeiro instrumento de pesquisa a ser elaborado tanto para os fundos de arquivos públicos. assim. ordenação documental. c. destinação. b. Este é o princípio básico da: a. transcrição. como por exemplo. para as pessoas certas e com o menor custo possível. c. e. c. contribuindo. forma. A mensagem transmitida pelo documento é chamada de: a. para a racionalização dos arquivos. quanto para os de arquivos privados. um contrato celebrando um convênio. b. e. e. c. d. avaliação. O processo feito através da análise e seleção de um documento.  5. b. exigida pelo sistema jurídico.048.118. de apoio. d. configura a existência do ato. transferência. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. descrição. e. com vistas à fixação de prazos para sua guarda ou eliminação. vedada. d. . é chamado de documento: a. probativo. gestão de documentos. administração de arquivos.263/29. denomina-se: a.

fumigação e incineração. enunciativos. c. autuação. b. c. armazenamento. correntes. notação. de correspondência. .048. d. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .118. de ajuste. levando-se em conta a classificação e a codificação adotadas. Existem várias maneiras de registrar as informações nos documentos. b. projeção. e. A Remington Rand criou um método padronizado. d. c. e.  7. Rôneo. por quaisquer meios e a qualque 59 a sua reprodução. normativos. São formas de eliminação de documentos: a. vedada. expansão. trâmite. posição.  8. cópia. utilizando as cores como elementos auxiliares para facilitar não só o arquivamento. O que indica se uma guia é primária. c. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos c. b.  9. divulgação ou distribuição. constitui a etapa de: a. A espécie dos documentos está ligada a seu aspecto formal. c. fragmentação e maceração. temporários. b.  11. manual de tarefas. Variadex.  10. b. d. É o método chamado: a. e. inventário sumário. A maneira como os documentos estão dispostos. de assentamento. alisamento e doação. secundária. pré arquivos. permanentes. Mnemômico. e. transitórios. Os formados por registros que fundamentam fatos ou ocorrências são chamados atos do seguinte tipo: a. e. planejamento arquivístico. d. e. localização. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. mas também a localização dos documen- tos. desinfestação e transferência. subsidiária ou especial é a: a.  6. laminação e venda. d. c. Os documentos de valor secundário constituem os arquivos classificados como: a. d.263/29. b. ordenação. distribuição.

sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. 15 e 16 e orga- nize os documentos de acordo com o método indicado:  12.263/29. 1) General Luiz Carlos Vieira 2) Professor Renato Santa Rita 3) Dr. Lopes Filho 2) Marcelo Castro 3) Maurício Lopes 4) Marcelo Castro Neto 5) Maurício Lopes Filho 6) Marcelo Castro Junior   A ordenação correta é: a. 6 – 3 – 1 – 4 – 2 – 5 b. 2 – 6 – 4 – 1 – 3 – 5 c. 2 – 6 – 4 – 3 – 1 – 5 b. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos d. divulgação ou distribuição.13. Ricardo Abreu Filho 4) Ministro Paulo Melo 5) Professora Regina Santa Rita 6) Coronel Mário Sales   A ordenação correta é: a. cópia. Unitermo. 1 – 6 – 4 – 5 – 2 – 3 c.118. 1 – 2 – 5 – 6 – 4 – 3  14. 1) M. Soundex. 1) O Globo 2) El País 3) La Nación 4) Le Monde 5) Extra 6) Zero Hora deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . e. Método Alfabético.048. 14. 3 – 4 – 6 – 2 – 5 – 1 e. 1 – 2 – 6 – 3 – 4 – 5  13. Método Alfabético. por quaisquer meios e a qualque 60 a sua reprodução. 2 – 5 – 1 – 3 – 4 – 6 e. Método Alfabético. 3 – 4 – 6 – 5 – 2 – 1 d.   Observe cada um dos grupos listados nas questões de números 12. 2 – 1 – 5 – 6 – 3 – 4 d. vedada. .

vedada. Reis 6) Alagoas – Maceió – Léa Castro   A ordenação correta é: a. 1)  Curitiba – Paraná – Luiz Reis Filho 2) São Paulo – Itu – Rui Lemos 3) Campinas – São Paulo – R. 5 – 6 – 4 – 1 – 3 . micrográficos. informáticos. informáticos. 2 – 5 – 6 – 3 – 4 – 1 d. Método geográfico na modalidade estado.Araxá – Minas Gerais – Marina Alves   A ordenação correta é: a. 3 – 6 – 5 – 1 – 2 – 4 e. e. d. 5 – 2 – 4 – 3 – 1 – 6 e. impressos. 2 – 1 – 5 – 3 – 4 – 6 c.2  17. 4 – 3 – 5 – 1 – 2 – 6 d. Quanto ao gênero. cópia. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. Paes 4) Pará – Belém – Lia Castro 5) Paraná – Curitiba – L. filmográficos. 4 – 3 – 1 – 5 – 2 – 6 b. datilografados. cartográficos. sonoros. informáticos. os documentos de arquivo podem ser classificados como: a. gráficos. manuscritos. divulgação ou distribuição. 1) Belo Horizonte – Minas Gerais – Alice Gomes 2) Amazonas – Manaus – Sergio Lopes 3) Bahia – Salvador – Mauro Aguiar 4) Caxambu – Minas Gerais – Sonia Reis 5) 5. Método geográfico na modalidade cidade.Ilhéus – Bahia – José Dias 6) 6. 6 – 2 – 3 – 4 – 1 – 5 c. sono- ros. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . iconográficos. 5 – 1 – 4 – 3 – 2 – 6  15. escritos ou textuais. escritos ou textuais. 2 – 5 – 3 – 6 – 4 – 1 c.5 – 1 – 3 e. públicos. impressos. iconográficos. . 1 – 5 – 6 – 3 – 2 – 4 d. 2 – 5 – 3 – 4 – 1 – 6 b. micrográficos. sono- ros. por quaisquer meios e a qualque 61 a sua reprodução. 6 – 4 – 2 . 2 – 3 – 5 – 1 – 6 – 4 b.048. b. impressos. impres- sos.263/29. cartográficos. cidade e correspondente. públicos.118. micrográfi- cos. c. datilografados. filmográficos. sonoros. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos  A ordenação correta é: a. escritos ou textuais. 5 – 3 – 2 – 4 – 1 – 6  16. escritos ou textuais. cartográficos. filmográficos. particulares. estado e correspondente. sonoros. oficiais.

simples ou decimal. c. histórico. diplomática. objetivo e subjetivo. deve-se adotar um método alfabético. c. c. permanente. comerciais e setoriais ou centrais. públicos e centrais ou gerais. d. dicionária ou cronológica. corrente. d. b. setoriais e centrais ou gerais.  22. Museu.048.  20. d. e. O arquivo que é composto do conjunto de documentos e. e. vedada. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. paleografia.118. os chamados “documentos”.  19. b. d. de prazo denomina-se: a. filologia. regionais e centrais ou gerais. Centro de Informação. Biblioteca. e. que poderá obedecer à ordem: a. cópia. duplex ou decimal. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 18. c. e. filatelia. Centro de Documentação. com características como infun- gibilidade. públicos e privados. de provas. Quanto à natureza do assunto.263/29. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . dicionária ou enciclopédica. central. público e privado. sigiloso e privado. e. b. Quando o volume e a diversidade de assuntos da documentação a ser arquivada são peque- nos. 24. Segundo a extensão de sua atuação (abrangência). e. c. d. especiais e centrais ou gerais. d. Os métodos de arquivamento pertencem aos dois sistemas básicos de acesso: a. de unicidade. A atividade que se ocupa da estrutura formal dos atos escritos de origem governamental e/ou notorial é a: a. b. divulgação ou distribuição. direto e indireto. enciclopédica ou composta. secreto e público. heráldica. O local ao qual se destinam materiais resultantes dos serviços específicos ou não de cada organização e/ou instituição. por quaisquer meios e a qualque 62 a sua reprodução. b. permanece próximo ao arquivista e é de fácil acesso denomina-se: a. departamental. por vários motivos.  21. Arquivo. os documentos podem ser classificados em: a. . os arquivos podem ser: a.  23. c. b.

J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos b. d. duplex e simples. assunto. cartas. correntes c. memorando. d. dicionário e cronológico. requerimento. desenhos e gravuras são classificados como documentos do gênero: a. correntes e permanentes. e. pelo método alfabético. e. cartográfico. informativo. enciclopédico e cronológico.  27.048. data. b. c. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. número. d. sonoro. b. O método de arquivamento ideográfico alfabético pode ser de dois tipos: a. iconográfico.  26.  25. protocolo. e.263/29.  28. administrativos e públicos. c. públicos e particulares. c. d. especiais e. Para alfabetação. enciclopédico e dicionário. decimal e duplex. diapositivos. setoriais d. ofício. . ostensivos e sigilosos. gregos. A descrição é uma das tarefas dos arqui- vos classificados como: a.  29. c. O registro e o controle dos documentos devem ser realizados por meio de: a. vedada. Fotografias. e. audiovisual. e. cópia. os nomes estrangeiros são considerados pelo último sobrenome. b. c. b. nome. b.  30. por quaisquer meios e a qualque 63 a sua reprodução. e. administrativos b. A descrição é a única maneira de possibilitar que os dados contidos nas séries e/ou unida- des documentais cheguem até os pesquisadores. classe. salvo nos casos de nomes: a. c.118. No arquivamento. d. espanhóis. italianos. portugueses. d. divulgação ou distribuição. permanentes deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . utiliza-se o seguinte elemento principal: a. franceses.

118. cujos documentos foram eliminados após microfilmagem. d. c. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos TRT 10ª REGIÃO ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO ESPECIALIDADE ARQUIVOLOGIA ARQUIVOLOGIA/FCC/2012  31. Como entidade estruturada de acordo com as circunstâncias contingentes de sua criação.  35. codificação. e. decisão.  32. o número de arquivistas que nele atuam. que só contém documentos em suporte-papel. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . os serviços de atendimento ao público ali prestados. d. c. b. b. inclusive por palavra-chave. miscelânea. Em arquivologia. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. o fluxo de informações que o permeiam. c. que incluem número do processo. b. c. d. caução. Dentre os serviços on-line prestados pelo TRT-6. funções e atividades do organismo produtor. que reúne apenas documentos textuais. fiança. valor da causa. Atos. o arquivo é um todo indivisível que os autores clássicos costumam designar: a.263/29. b. nome do redator. ordenação cronológica. coleção. burocracia. sucessão arquivística. fundo fechado é aquele: a. a qualidade do acondicionamento dos documentos. por meio de várias possibilidades de busca. d. o acesso a um conjunto padronizado de informações. Embora a literatura especializada apresente diferentes modelos de diagnóstico de arqui- vos. em que os documentos não mantêm relações orgânicas entre si. os recursos destinados aos depósitos de arquivo. o balanço realizado por Julce Mary Cornelsen e Victor José Nelli enfatiza a importân- cia do levantamento de dados sobre estrutura. . sobretudo quando relacionados com a. universitas rerum. ementa e a.048. nome das partes.  34. cópia. e. polianteia. negotiorum gestio. destaca-se o que permite ao cidadão. c. vedada. medidas e diligências que devem ser executados e cumpridos para o andamento de um processo constituem a chamada a. por quaisquer meios e a qualque 64 a sua reprodução. tramitação. b. d. data de publicação. e. e. artigo. e.  33. cuja unidade produtora foi suprimida. divulgação ou distribuição.

J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 36. b. 4.048. e.OOOO. triagem. a Justiça do Trabalho recebeu o dígito a.   Instruções: Para responder às questões de números 38 e 39 utilize a informação abaixo. Vicenta Cortés Alonso precede Heloísa Liberalli Bellotto. e. c. no âmbito do Poder Judiciário. 2 do Conselho Nacional de Arquivos. são calculados em número de meses.  40.  38. 3. d. de 16 de dezembro de 2008. Os prazos de guarda indicados a. cópia. Segundo as regras de ordenação alfabética. Camilo Castelo Branco precede Ignácio de Loyola Brandão. João da Cunha Faria precede João da Cunha. instituiu. . no âmbito das instituições públicas. são os mínimos a serem observados. reprografia.118. isto é. 67 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho. da unidade de origem. No campo J.  39. a. e. de 30 de abril de 2010. referem-se à fase corrente. b. e. O último campo é destinado ao registro a. c. b. procedência. Supremo Tribunal Federal precede Conselho Superior da Justiça do Trabalho. c. 6. por quaisquer meios e a qualque 65 a sua reprodução.   A Resolução n. de 18 de outubro de 1995. vedada. 65 do Conselho Nacional de Justiça. 2. 5. c. d. do termo de outorga. não podem ser ultrapassados. d. destinado a identificar o órgão ou segmento do Poder Judiciário.   Instruções: Para responder às questões de números 40 e 41 considere a Resolução n.TR. que edita a tabela de tem- poralidade de documentos unificada da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus. composta por 6 campos obrigatórios. A Resolução n. destino.AAAA. observada a estrutura NNNNNNN-DD. d.J. d. do órgão de a. e. divulgação ou distribuição. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . a numeração única dos processos. entre outros dados. b. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. dispõe sobre as medidas a serem observadas no encaminhamento de documentos para o arquivo intermediário e para o arquivo permanente. c. proveniência. Do instru- mento descritivo que acompanha tais operações deve constar. Antônio de Moraes Sobrinho precede Antônio de Morais. podem ser diminuídos pelos Tribunais Regionais. da data do ofício. do valor da operação. b.263/29. o nome da entidade responsável pela transferência ou recolhimento. do código da obrigação.  37.

configuram a chamada a. São de guarda permanente os processos de a. b. e. Ao discorrer sobre a avaliação. d. preempção. d. exposição de motivos. prescrição. espécie e tipo.  42. Os valores inerentes a tais documentos são por ele chamados de a. d. No processo de avaliação. a convocação. b. b. respecti- vamente. carta declaratória. consignação. d. abandono de emprego. d. informativos. d. participação nos lucros ou resultados. invólucro e técnica de registro. b. históricos. indenização por dano moral coletivo. a convenção. é a. b. c. em virtude do qual deve ser cumprida a diligência ou medida que ali se ordena ou determina. sub-rogação. alienação. e. do ponto de vista documental. suporte e formato. Contrato e contrato temporário de trabalho são. reajuste salarial. c. Schellenberg faz referência aos documentos que consti- tuem testemunho da existência e das atividades do órgão que os acumulou. probatórios. vedada. legais. instrução normativa. ordem de serviço. gratificação por tempo de serviço. gênero e forma.  43. e.  46. é importante considerar a condição sob a qual os direitos asse- gurados pelos documentos têm seus prazos de aquisição ou perda extintos. . por quaisquer meios e a qualque 66 a sua reprodução. e. divulgação ou distribuição. para mostrar suas vantagens e justificar as medidas propostas. judicial ou administrativa.048. o memorando. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . c. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  45. actio e conscriptio.118. O documento emanado de autoridade pública. o manifesto. e. e.263/29. b. c. cópia. resolução de consulta. políticos. 44. a. As considerações que antecedem os textos dos projetos de lei. c. O termo jurí- dico que exprime tal condição é a. c. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 41. o mandado.

c. o fundo. a relação de equivalência ou tabela de controle. nome do reclamado e da profissão por ele exercida. para os processos mais extensos. e. tipo. Para dispor os documentos de arquivo de acordo com a estrutura organizacional da enti- dade produtora. o acervo. o plano de destinação ou organograma. b. segundo seus organizadores. o documento. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .118.  51. temático. orgânico estrutural. c. e.263/29. estado de conservação do documento e das condições de acesso. A característica que distingue o guia dos demais instrumentos de pesquisa é o fato de a descrição recair sobre a. o quadro de arranjo ou plano de classificação. o esquema de ordenação ou plano de arquivamento. O instrumento de pesquisa. Nesta última modalidade. b. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. resultado da ação e dos nomes dos advogados.048. destinada a identificar os processos sucintos ou desprovi- dos de maiores informações. e fichas discursivas. é a. c.  49. b. e. e figura no site do TRT-6. objetivo da ação e das palavras-chave. gênero. espécie. Admitindo-se o meio magnético como suporte. segundo Heloísa Bellotto. vedada. a informação. os verbetes incluem. c. formato. forma. b. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 47. apresenta-se sob dois formatos: uma planilha. por quaisquer meios e a qualque 67 a sua reprodução. nome do reclamante e da profissão por ele exercida. d. e. dígito-terminal. b. d. d. e.  50. pode-se afirmar que fita e disco são exem- plos de a. c. O princípio norteador da fixação de fundos de arquivos. o inventário topográfico ou plano de armazenamento. de iniciativa da Universidade Federal de Pernambuco. além da descrição do conteúdo de cada processo e do número que os identifica. a prateleira. d. enciclopédico. cópia. numérico cronológico. .  48. O catálogo dos processos da Junta de Conciliação e Julgamento de Jaboatão (1963-1973) é fruto do projeto de “Organização e disponibilização dos processos trabalhistas da zona rural de Pernambuco”. utiliza-se a. d. divulgação ou distribuição. campos próprios para o registro do a.

em 1954. publicado em 1976 pela revista Arquivo & Administração. d. Em um trabalho pioneiro sobre instrumentos de pesquisa.  54. c. b. d. e. b. d. b. com o máximo de detalhamento possível. Maria Amélia Porto Miguéis menciona o livro de Flávio Guerra – Alguns documentos de arquivos portugueses de interesse para a história de Pernambuco: Arquivo Nacional da Torre do Tombo e Arquivo Histórico Ultramarino – como exemplo de a. inventário. divulgação ou distribuição. a elaboração de índices. disponibilidade. é identifi- cada como a. Ao instrumento jurídico destinado a assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante nos registros e bancos de dados de entidades públicas dá se o nome de a. a qualidade da informação coletada na fonte.  57. objetividade. vedada. que o melhor meio de aproximar os estudantes dos fatos da história nacional seria mostrando a eles. Considere. dispensa a.263/29. c. na opinião de Heloísa Bellotto. b. cópia. o registro da notação. . a quantificação de unidades documentais. e. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . d. repertório. c. as observações sobre arranjo. de apoio técnico. a indicação de datas-baliza. De acordo com a Lei n.  53. d.  56. as seguintes disposições: I – A cessação de atividades de instituições públicas e de caráter público implica o reco- lhimento de sua documentação à instituição arquivística pública ou a sua transferência à instituição sucessora. guia. data crônica.  55. educativos. sem modificações. guia de fontes. e. de 18 de novembro de 2011. 12. e. Dizia Charles Braibant. 8. catálogo. primariedade. autenticidade.159. por quaisquer meios e a qualque 68 a sua reprodução. data venia. nas instituições arquivís- ticas.118. por meio de documentos. b. habeas data. e. Iniciativas como esta são típicas. acadêmicos. de micrografia.527. a repercussão de tais fatos em sua região ou cidade. de 8 de janeiro de 1991.048. c. o inventário. com base na Lei n. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. integridade. c. de referência. dos serviços a. data tópica. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 52. Por tomar como objeto a série. honoris causa.

consistência e contraste. e. enquadramento e foco.048.1. a exemplo da ISAD(G) e da ISAAR(CPF). alinhamento e luminosidade. foi desenvolvido com ferramentas de código aberto. e. e. c. suporta apenas as normas de descrição elaboradas e aprovadas pelo ICA. definição e cromia. originais. b. III – Ficará sujeito à responsabilidade penal. II e III. d. apenas. I e III. respec- tivamente. b. vedada. o grau de opacidade e o grau de nitidez das imagens obtidas. d. os documentos produzidos eletronicamente e juntados aos processos eletrônicos com garantia da origem e de seu signatário serão considerados a. civil e administrativa. em lugar de utilizar softwa- res comerciais. e. de 19 de dezembro de 2006. pode ser utilizado por pessoas físicas e jurídicas. Segundo a Lei n.  60. sigilosos. cópia de contato e cópia de distribuição. inalienáveis. cópia. na forma da legislação em vigor. d.419. c. não é compatível com a norma Dublin Core Metadata Element Set. negativo. b.  58. negativo vesicular. a. divulgação ou distribuição.  Está correto o que se afirma em a. densidade e resolução. filme inutilizado e cópia de conservação. negativo matriz. b.263/29. matriz figurada. matriz de segurança e cópia de consulta. 11. em sua versão 1. d. a saber. I e II. entre outros elementos. apenas. por quaisquer meios e a qualque 69 a sua reprodução. que dispõe sobre a informatização do processo judicial. mediante pagamento de taxa simbólica ao ICA. aquele que desfigurar ou destruir documentos de valor permanente. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. matriz de segurança. por a. c. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . apenas. Constituem indicadores de qualidade do microfilme.118. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos II – Competem aos arquivos do Poder Judiciário Federal a gestão e o recolhimento dos documentos produzidos e recebidos pelo Poder Judiciário Federal no exercício de suas funções. vigentes. A microfilmagem de preservação implica a produção de três gerações de filme. cópia de impressão e cópia de substituição. I.  61. I. imprescritíveis. c. e. O ICA-Ato M. cópia fotostática e cópia de referência. Tais atributos são conhecidos. é monolíngue (inglês). apenas. programa de acesso à memória do Conselho Internacional de Arquivos (International Council of Archives – Access to Memory): a. d. . de modo a permitir compartilhamento universal dos dados inseridos. c.  59. b. II e III.

a anatomia do objeto digital é percebida em três níveis: a.  63. Conforme Ingrid Beck. informacional. vedada. o identificador único. a restauração de documentos de arquivo é recurso que deve ser postergado em favor de ações de a. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . A fim de dotar uma imagem digital de informação sobre sua proveniência e características. e. a autoridade de registro. e. e. b. o carimbo digital de tempo. encapsulação. recomenda-se o uso da a. secundário e terciário.  64. reforço de bordos. a marca d’água digital. IC (Integrated Circuit). assim denominada em razão do cheiro exalado pelos negativos fotográficos deteriorados. c. divulgação ou distribuição. d. d. c. poliéster. e. albumina. reenfibragem. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. Dentre as siglas frequentemente utilizadas pelos arquivistas: a. d. a mensagem eletrônica. por quaisquer meios e a qualque 70 a sua reprodução. b. obturação. SIGAD significa Sistema de Informação e Gestão Administrativa de Documentos. anoxia. A chamada síndrome do vinagre. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 62. A memória aleatória do computador é chamada a. c. utiliza-se a. nitrato. c. LLC (Logical Link Control). primário.263/29. No caso de infestações causadas por insetos nos acervos de documentos em suporte-papel. maceração. intermediário e permanente. lógico e conceitual. cópia. d. d. hipertermia. RAM (Ramdom Access Memory).118.  66. SIMM (Single Inline Memory Module). b. . documental e arquivístico.048. O e-ARQ Brasil define o objeto digital como uma ou mais cadeias de bits que registram o conteúdo do objeto e de seus metadados associados. e. acetato. gelatina. de modo a proteger direitos de propriedade intelectual. b.  67. c. trituração. corrente. c.  68. físico. De acordo com esta fonte. ROM (Read Only Memory).  65. b. hidroscopia. e. d. é típica dos filmes de a. matricial. b. fac-similar e duplicado. conservação preventiva.

integridade. b. tipos. formatos. d. d. proveniência.  72.118. c. vedada. indivisibilidade. cumulatividade. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. Ao fazer um paralelo entre biblioteca e arquivo. a importância do material da biblioteca. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos b. c. progressiva e sedimentar. imprescritibilidade. sem jamais se misturarem aos de origem diversa. espécies. os documen- tos apresentam-se sob diferentes a. formas. conforme o caracterizou Elio Lodolini. d. inalienabilidade. tomando por base o conteúdo dos documentos. e. d. e. os documentos de arquivo podem ser definidos pela a. c. e. b. A ideia de que o arquivo é uma formação espontânea. c. b. Além de constituir um todo indivisível e inter-relacionado. Schellenberg explica que a. PDF significa Perfect Document Frame. veracidade das informações neles contidas. ambos adotam procedimentos técnicos similares. unicidade. natural. c. gêneros. e. Os arquivos originários de uma instituição ou pessoa devem manter sua individualidade. inde- pende da relação que os documentos mantêm entre si.048.  TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 11ª REGIÃO ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO ESPECIALIDADE ARQUIVOLOGIA – FCC/2012  69. e. ausência de fórmulas em sua configuração. d.263/29. ICP significa Infraestrutura de Chaves Públicas. autonomia que mantêm uns em relação aos outros. .   70. conforme estabelece o princípio da a.  71. b. por quaisquer meios e a qualque 71 a sua reprodução. procedência. finalidade cultural de sua acumulação. b.  73. reintegração. capacidade de provar as atividades do órgão produtor. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . fundamenta o princípio da a. AC significa Arquivo Certificado. ao contrário do que ocorre no arquivo. Dependendo do sistema de signos utilizado na comunicação de seu conteúdo. divulgação ou distribuição. autonomia. CPD significa Centro de Produção de Documentos. cópia.

De acordo com a Resolução n. ser essencial ao funcionamento cotidiano da instituição. arquivo corrente. de 30 de abril de 2010. cópia. com competência para a gestão de documentos administrativos e judiciais nas fases de guarda intermediária e permanente. arquivo intermediário. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . revisão de sentença normativa.118. II e III. ficando aos arquivos reservados os documentos públicos e. através de rubrica própria. arquivo permanente. c. somente. conforme planejamento estratégico. d. contar com maiores recursos de automação. 67 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho. desfrutar de maior prestígio na hierarquia institucional. os documentos impressos devem ser encaminhados para as bibliotecas. trabalho indígena. às bibliotecas. O recolhimento é a operação que viabiliza a passagem de documentos para o a. centro de informação.263/29. entre outras.  76. ambos são organismos colecionadores.  77. somente. diretamente subordinada à Direção do Tribunal. por quaisquer meios e a qualque 72 a sua reprodução. c. sem necessidade de desenvolver procedimentos específicos para documentos de biblioteca ou de arquivo. O arquivo corrente distingue-se dos arquivos das demais fases por a. podem ser eliminados. processos referentes a a. depois de 5 anos de guarda em arquivo intermediário. dispor de documentos em melhor estado de conservação. os privados. d. II – Tornar obrigatório que parte da dotação orçamentária anual dos Tribunais seja direcio- nada para ações de gestão documental e de processamento técnico do arquivo perma- nente. II e III. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. b. vedada. bem como da implantação de arquivos setoriais de acordo com macrorregiões. foram recomendadas. I. III – Solicitar estudos de viabilidade da centralização dos arquivos intermediários das uni- dades administrativas e judiciárias. I e III. e. . e. I e II. incluindo as Varas localizadas na sede e fora da sede. estipulando-se cronograma para retirada e entrega dos documentos arquivados.  75. as seguintes providências: I – Estruturar unidade organizacional. b. somente.048. d. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos c. divulgação ou distribuição. d. c. No Diagnóstico dos arquivos da Justiça do Trabalho (Brasília.   Está correto o que se afirma em a. somente. a catalogação é a melhor forma de descrever os acervos de ambos. e. I. mesmo quando produzidos em consequência de uma atividade oficial. e. b. arquivo central. que edita a tabela de temporalidade de documentos unificada da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus. em conformidade com a legislação brasileira e com os princípios da Arquivologia.  74. ficar sob o controle da alta cúpula administrativa. b. 2009). levado a efeito pelo Grupo de Trabalho de Gestão Documental do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

b. pasta e ata de reunião são exemplos. e. Nessa medida é que. são tempestivos e oportunos. a tabela de temporalidade. e. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  80. d. cópia. determina prazos para transferência. gênero. indenização por dano moral coletivo. forma. eliminação e mudança de suportes de documentos de arquivo é a. b. nenhum documento de arquivo pode ser plenamente compreendido quando isolado e fora dos quadros gerais de sua produção. o plano de destinação. formato. o processo de agrupamento dos documentos singulares em unidades significativas. De acordo com Janice Gonçalves. e o agrupamento. b. retribuição por invenção e patente. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos c. arquivamento. de a. tipo e suporte. seguem à risca a norma legal. arranjo. por quaisquer meios e a qualque 73 a sua reprodução. formato.118.048. espécie. de a. Como cópia autêntica feita por pessoa possuidora de fé pública. d. invólucro e tipo. técnica de registro. forma. a planilha de avaliação. e. b. d. d. suporte e forma. datilografia.263/29.  82. d. em relação significativa. forma. sem o estabelecimento de seus vínculos orgânicos. ressalta a inexistência de determinado fato. e. divulgação ou distribuição. possui o mesmo conteúdo do documento original.  81. uma vez aprovado pela autoridade competente. contrato. espécie. Diapositivo. diz-se que a certidão é de inteiro teor quando a. descrição. tanto da perspectiva de quem os organiza quanto da de quem os consulta. apresenta um resumo completo do documento original. recolhimento. c.  79. tipo e espécie. o plano de classificação. b. técnica de registro. e. formato. formato. garante a veracidade de um fato ou de um estado de coisas. Na concepção de Schellenberg. vedada. organização. . e.  78.  83. c. armazenamento. tipo. gênero. se assemelha ao atestado ou ao certificado. os documentos de arquivo devem ser incondicionalmente submetidos ao processo de deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . perdem vigor e são extintos. c. isto é. espécie e técnica de registro. Vigência é a qualidade pela qual determinados documentos a. invólucro. têm precedência sobre outros. d. a lista de eliminação. de tais unidades entre si configura o que se convencionou chamar. O instrumento que. c. respectivamente. c. na literatura arquivística brasileira. permanecem efetivos e válidos. indenização por dano material.

guias-fora. b. e. destinação. c. indexação. o código de referência corresponde à notação dos documentos no acervo de origem. a área de notas é reservada para informações sobre condições de acesso e uso dos documentos. por um antropólogo e por um bacharel em Direito. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos a. de 15 de agosto de 2011. e. d. Ao conjunto de informações que visam caracterizar uma unidade de descrição.048. vedada. por quaisquer meios e a qualque 74 a sua reprodução.  87. repertório. d.  86. dá se o nome de a. a. a prioridade das instituições de custódia para divulgar seu acervo é a elaboração de um a. guia. verbete. jaquetas. cópia. legenda. isto é.118. impedem os Tribunais Superiores. os Tribunais de Justiça.  88. De acordo com a Norma Brasileira de Descrição (Nobrade). b. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. entradas.  84. catálogo. as quantidades dos documentos tridimensionais devem ser mensuradas por metros cúbicos. que. De acordo com a Recomendação no 37 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). o campo âmbito e conteúdo tem por objetivo fornecer aos usuários informações relevan- tes ou complementares ao título. repertório. Para indicar os lugares ocupados por documentos temporariamente removidos faz-se uso de a. fichas-guia. formulário. e. entre outras medidas: a. b. o Conselho da Justiça Fede- ral e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho de estabelecerem prazos de guarda dos deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . compostas por um servidor responsável pela unidade de gestão documental. sinaléticas. índice. segundo Heloísa Bellotto. c. levantamento. a história arquivística do documento envolve sua procedência. a aplicação do princípio do respect des fonds. b. ordenação. d. . os Tribunais devem observar as normas de funcionamento do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname). c. Na hierarquia dos instrumentos de pesquisa. b. b. e. classificação. c. e. d.  85. d. nos instru- mentos de pesquisa. referenciação. c. divulgação ou distribuição. estabelecem a formação de Comissões Permanentes de Avaliação. etiqueta.263/29.

Arquivo Público do Estado do Pará. armazenados em base de dados. ou retirados dos autos que serão eliminados. estaduais. d. de qualquer tipo. d. vedada. estar sob a jurisdição do: a. cópia. a rigor.  91. Museu Paraense Emílio Goeldi.048. consideram como de guarda permanente o inteiro teor de sentenças. a fim de garantir a legibilidade e a qualidade da reprodução. b. os documentos de valor permanente prescrevem a cada cem anos. recomenda o armazenamento do filme original e do filme cópia no mesmo ambiente. processos e documentos administrativos. depois de devidamente digitalizados. por problema técnico ou falha operacional. decisões termina- tivas. de 1º de junho de 1981.  deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . c.  89. mas as atividades relacionadas com a Justiça do Trabalho já eram prati- cadas no Amazonas desde 1939. acórdãos e decisões recursais monocráticas. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos documentos e processos superiores à temporalidade registrada no Sistema Gestor de Tabelas Processuais do CNJ. a fim de submetê-los às mesmas condições de temperatura.118.263/29. admitem a eliminação dos documentos considerados de guarda permanente. veda a utilização de filmes atualizáveis. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. permite a eliminação dos documentos de valor permanente. de 2 de maio daquele ano. do Distrito Federal e municipais. b. d. dispensam a formalidade de publicação de edital de eliminação dos autos de ações judi- ciais transitadas em julgado. e. civil ou administrativa. os documentos acumulados entre 1939 e 1946 pelas atividades trabalhistas praticadas no Amazonas deveriam. Conforme a Lei de Arquivos (Lei n. a administração da documentação pública compete às instituições arquivísticas fede- rais. de 8 de janeiro de 1991): a. b. 6. e. determina o uso de um único grau de redução (10%). A Junta fazia então parte do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região. Levando em conta tal histórico institucional e o conceito arquivístico de fundo. . quando foi criada a 1ª Junta de Conciliação e Julgamento do Estado do Amazonas. Arquivo Público Estadual do Amazonas. a fim de agiliza- rem os procedimentos de descarte.  90. c. os danos materiais e morais decorrentes da violação do sigilo dos documentos não podem ser objeto de ação penal. devendo ser reavaliados. c. e. e. cabe ao Supremo Tribunal Federal autorizar a alienação de documentos de valor permanente. c. d.915. com sede em Belém do Pará. que era organismo do Poder Executivo Federal. por quaisquer meios e a qualque 75 a sua reprodução. tanto para a confecção do ori- ginal quanto para a extração de cópias. a Justiça do Trabalho brasileira passou a integrar o Poder Judiciário. divulgação ou distribuição. a destruição de documentos de valor permanente ou considerados de interesse público e social constitui crime inafiançável. Arquivo da Prefeitura Municipal de Belém. Para a microfilmagem de arquivos oficiais. 8.  Graças à Constituição de 1946. em livro eletrônico ou impresso. a legislação brasileira a.159. O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT11) foi criado pela Lei n. não apresentarem legibilidade. 1. pelo Decreto-Lei n. autoriza cortes no filme original para inserção de imagens que.237. Arquivo Nacional. uma vez verificada a qua- lidade da reprodução obtida.

continua solto e sem aderir ao plás- tico. b. plastificação. a chamada a. emulação. por quaisquer meios e a qualque 76 a sua reprodução. diz-se que foi submetido à técnica de proteção conhecida como a. a fim de aproveitar os efeitos microbicidas da luz solar. c. As áreas de armazenamento de documentos. ter superfície de 200 a 400 m². deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . c. e. possuir tubulação de água. cópia. arejar o ambiente com ozônio. no mesmo fotograma. o conjunto de dados que permite monitorar todas as operações nele praticadas (natureza. . Em microfilmagem de preservação de documentos de arquivo. trilha de auditoria. em meio às estantes. costuma-se sobrepor ao seu mapa de bits. destinada a alertar o operador sobre os problemas de legibilidade do texto a ser reproduzido. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 92. recomendando-se reproduzi-la. protegê-los com capas de papel kraft. b. devem a.  95. c. cópia de segurança. para indicar que o documento continua em outro rolo. datilografa- dos ou impressos.  93. divulgação ou distribuição. manter a umidade relativa entre 55 e 70%. A fim de identificar a proveniência de uma imagem digital. b.  96. convém a. vedada. equilibrar a temperatura ambiente entre 20 e 25º C. depois de colocado entre duas lâminas de poliéster fixadas nas mar- gens externas por fita adesiva de duplo revestimento.048.118. c. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. manter um a dois metros de vão livre acima das estantes. c. por meio de desenho complexo e de difícil deleção. laminação. b. marca d’água digital. dispensar persianas e filtros. mensagem eletrônica. b. referente a um só documento. em branco. encapsulação. ostentando o logotipo da instituição de origem dos documentos. Quando o documento. d. No processo de conservação preventiva de documentos textuais manuscritos. credencial de segurança. criptografia. e.263/29. de modo a comportar. chave pública. d. para futuro registro da densidade e do grau de resolução do filme. deixar ligado ininterruptamente o sistema de ar condicionado. para melhor circulação do ar.  97. d. Num sistema informatizado de gestão arquivística de documentos. b. de caráter circunstancial. identificador único. para abastecimento do tanque de lavagem de papel. e. é possível fazer uso da ban- deirola. d. c. d.  94. que é uma sinalética a. e. de acordo com recomendações do Conselho Nacional de Arquivos. autoria. personalizada. e. controle de versão. data e cir- cunstância da intervenção) é conhecido por a. graças a suas pequenas dimensões. espaços para tratamento técnico e desinfestação do acervo. utilizar telas de trama pequena para impedir a entrada de insetos pelas janelas.

flexibilidade. constitui exigência importante a manutenção das 8 qualidades de um documento institucional: organicidade. e. e. o e-DOC é um serviço de uso obrigatório. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos d. d. os extratos digitais e os documentos digitalizados e juntados aos autos não têm a mesma força probante dos originais.048.  101. confiabilidade. c. Uma das dificuldades impostas ao campo arquivístico nas soluções baseadas no exame criterioso dos problemas. das condições físicas dos documentos. unicidade. disponibilizado no Portal-JT. ensacamento. propõe a união das três idades ou fases dos arquivos.  102. Na metade dos anos 90. d. dos recursos humanos disponíveis. . organicidade. integridade. De acordo com o Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão de Pro- cessos e Documentos do Judiciário Brasileiro (MoReq-Jus).  98. reversibilidade. b. pressupõe que a informação não deve ser dissociada do suporte documental. dependem a. b. aplicando as metodologias e princípios estabelecidos. a. a arguição de falsidade do documento original será processada eletronicamente. c. c. pressupõe como única as atividades de classificar. como referência. inclui os arquivos permanentes como integrantes da gestão de documentos. reintegração. da qualidade da sua metodologia. vedada. b. avaliar e descrever. autenti- cidade. proveniência. a(s) a. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. b. confidencialidade e a. divulgação ou distribuição. substância. a Arquivologia brasileira foi marcada pela discussão em torno da Arquivística Integrada que. coerência.118. como linha de pensamento. a parte desassistida de advogado fica dispensada de cadastro prévio para utilizar o sis- tema e-DOC. o envio de petições destinadas ao Supremo Tribunal Federal pode ser feito pelo e-DOC.  99. é correto afirmar que a. no âmbito da Justiça do Trabalho. e. d. Sobre a informatização do processo judicial.263/29. cópia.   TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL-TSE ANALISTA JUDICIÁRIO/ARQUIVOLOGIA/CONSULPLAN/2012  100. não-repúdio. por quaisquer meios e a qualque 77 a sua reprodução. integridade do acervo. do levantamento das informações coletadas. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . b. aprovado pelo Conselho da Justiça Federal em 2008. c. c. d. tempestividade. funções desenvolvidas. A garantia à integridade administrativa do produtor do acervo arquivístico exige. d. numa hierarquização de prioridades.

importância política e cultural da instituição produtora. número de instituições que o acervo representa.048.  107. se constitui num referencial fundamental para o(a) a. que são os I – administradores. inerente à toda e qualquer coleção documental. pode ser justificada enquanto produto a. IV – tenha acumulado um volume de documentos que justifique a organização. II – tenha determinações legais de atribuições precisas. cópia.  105. c. dos demais tipos de registros. divulgação ou distribuição. pela falta de tratamento técnico eficiente e pela cultura dos seus usuários. se apenas as alternativas I. está condicionada ao fato de que o produtor I – possua existência jurídica. enquanto propriedade que diferencia os documentos de arquivo. A definição de um conjunto de documentos.  108. se apenas as alternativas II e III estiverem corretas. b. III – advogados. II e IV estiverem corretas. d.  104. d. II – cidadãos. volume de documentos existentes.263/29. b. avaliação dos documentos. c. muitas vezes. b. II e III estiverem corretas. se apenas as alternativas I. III e IV estiverem corretas. se apenas as alternativas I e IV estiverem corretas. As dificuldades impostas ao acesso dos documentos públicos correntes passam. A Teoria das Três Idades. IV – integrantes do Poder Judiciário. conservação preventiva. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. . J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 103. origem dos documentos. d. por quaisquer meios e a qualque 78 a sua reprodução. A organicidade. no conjunto das atividades que fundamentam os diferentes afa- zeres da Arquivologia. se apenas as alternativas III e IV estiverem corretas. se apenas as alternativas I e II estiverem corretas. b. se todas as alternativas estiverem corretas. c. III – não seja subordinado a outras esferas administrativas.118. O fator primordial que orienta a constituição de uma massa documental em um fundo de arquivo propriamente dito é o(a) a. cultural dos arquivos permanentes.  106. inerente à toda e qualquer massa documental acumulada.   Assinale a. c. ao meio social no qual foi produzido.   Assinale a. se apenas as alternativas I. d. vedada. d. como constituinte de um fundo de arquivo. b. arranjo dos fundos. Os documentos públicos de guarda permanente possuem como sustentação de base do seu arranjo deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . c. metodologia de organização.

através dos órgãos competentes. a estrutura e o funcionamento da instituição custodiadora. fundo e acesso. como parâmetro de preservação dos documentos de arquivo. o perfil da totalidade dos usuários da instituição custodiadora. se não impossibilita.  Diante destas realidades. vedada. se apenas as alternativas I. divulgação ou distribuição. cópia. II – manuseio e transporte. b. uma adequação cronológica do acervo.118. b. fundo e classificação.  111. c. é determinado pelo TCU. é uma prerrogativa da direção. os critérios de des- carte dos documentos produzidos em sua esfera de competência. por quaisquer meios e a qualque 79 a sua reprodução.048. o arranjo e a descrição estão. d. .  113. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. b. em sua fase permanente. Os procedimentos técnicos relacionados aos documentos de arquivos privados pressu- põem que. O Poder Executivo Federal determina. III e IV estiverem corretas. define o termo “data tópica” como a.   Assinale a. De qualquer maneira. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . estabelecidos pelos seus respectivos instrumentos técnicos. d. d. d. No caso dos arquivos de autarquias federais. respectivamente.  112. avaliação e classificação. as principais tipologias documentais da instituição. se todas as alternativas estiverem corretas. c. IV – acondicionamento. II e III estiverem corretas. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos a. b. uma compensação com outros arquivos. este descarte a. dentre as recomendações pro- postas pelo CONARQ. d. diferentes instrumentos de pesquisa. se apenas as alternativas I. III – áreas de armazenamento. b. A “peregrinação” pela qual muitos conjuntos documentais estiveram sujeitos ao longo de sua existência. se apenas as alternativas II.  110. b. a estrutura e o funcionamento da instituição produtora. Os campos de descrição de documentos arquivísticos.  109. classificação e acesso. c. ligados às noções de a. está sujeito aos mesmos critérios. As atividades de conservação estabelecem a necessidade da observância de um conjunto de fatores nem sempre perceptíveis. elemento de identificação de um tópico temático específico. possui legislação federal específica.263/29. no mínimo cria um grau de dificuldade excessiva- mente grande na constituição técnica de fundos. III e IV estiverem corretas. c. c. estão I – produção e acesso. um quadro de classificação adequado. Michel Duchein nos diz que estes problemas poderiam ser mino- rados a partir de a. sendo o mesmo que data limite.

referência de apoio facultativo para preparação de descrição arquivística. A Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística.  118.   A sequência está correta em a. (    ) Expedição. não apenas a Lei n. b. c. teoria das três idades. pode-se afirmar sobre a Lei n. organicidade. 3 b. ordem original. 12. se constitui em uma a. vedada. 2. não se aplica ao Poder Judiciário.  117. 1. b. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos c. norma jurídica internacional para descrição arquivística para os países membros da ONU. por quaisquer meios e a qualque 80 a sua reprodução. d. é exclusiva ao Poder Executivo Federal. b. 5. tem em sua estrutura de fundamentação. . não se aplica ao Tribunal Superior Eleitoral.159/1991. os cinco setores distintos que compõem as atividades dos arquivos correntes. comumente chamada de ISAD(G). norma jurídica internacional para descrição arquivística para todos os países. norma jurídica internacional para descrição arquivística dos países membros do Conse- lho Internacional de Arquivos. d. “O processo de reprodução de documentos denominado ________________ objetiva fundamentalmente a preservação ________________ e não deve ser aplicado de forma exclusiva para ganhar espaços destinados à guarda/custódia de documentos. Considerando a autonomia entre os Poderes da República em seus diferentes níveis de atuação. d. (    ) Arquivamento. que regula o acesso aos documentos de arquivo e revoga. digitalização / digital c. 2. mas também alguns dispositivos da Lei n.111/2005.  115. a. cópia. em 18 de novembro de 2011.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.263/29. que a. 11. 4. 3. em ordem crescente. sendo o mesmo que data crônica.  114. c. (    ) Protocolo. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. elemento de identificação do local de produção do documento. se aplica aos três poderes da República. c. 5. 1.048. princípio da proveniência. divulgação ou distribuição. 8. A Gestão de Documentos Arquivísticos. Numere. (    ) Empréstimo e consulta.527 promulgada pela Presidente Dilma Russeff. d. armazenagem / documental b. (    ) Destinação. entendida enquanto instrumento de racionalidade administrativa dos documentos produzidos e acumulados pelos estados modernos. microfilmagem / documental d. o(a) a. 4 deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . ordenação / digital  116.118.

(    ) Fundos arquivísticos devem ser preservados sem dispersão. semelhan- tes.118. 3. aquivístico. 3. b. 4. 1. d. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. 2. b. cópia. (    ) Arquivo é uma formação progressiva. 4 d. Embora se constitua em atividade técnica. 2. d. 5 d. 5. c. o arquivista é neutro nessas perspectivas. é correto afirmar que a. c. a obediência técnica lhe impõe a imparcialidade. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos c.  (    ) Fixa a identidade do documento relativamente a seu produtor. 1 b. 4. tipo ou suporte. d. não podendo ser dividido sob pena da perda de sua integridade física e orgânica. são dimensões inerentes às suas atividades técnicas.  120. 1. o fazer arquivístico pressupõe desdobramentos de dimensões políticas e sociais. aquivístico comum. c. as funções e as ativida- des da entidade produtora/acumuladora em suas relações internas e externas. aquivístico compartilhado. 2. 4. são dimensões de responsabilidade das instituições. 5. 3. 3 c. em função de seu contexto de produção. 5. Nesse contexto.  A sequência está correta em a. 4) Princípio da indivisibilidade. 5) Princípio da cumulatividade.  121. (    ) Qualidade segundo a qual os arquivos espelham a estrutura. em grande medida. 1. alienação. um dos principais argumentos de suas singularidades se sustenta a partir da a.048. 1. Relacione as colunas a seguir. tipologia. 2 deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . 1) Princípio da unicidade. 1  119. 2. 5. validade jurídica.  122. autenticidade. divulgação ou distribuição. os documentos de arquivo conservam seu caráter único. por quaisquer meios e a qualque 81 a sua reprodução. 5. natura e orgânica. (    ) Apesar da forma. denomina-se patrimô- nio a. produção. . gênero. destruição não autorizada ou adição indevida.263/29. 4. 4. 2. b. aquivístico coletivo. 3. mutilação. 3. vedada. Embora os documentos produzidos pelas instituições sejam. 3) Princípio da proveniência. 2) Princípio da organicidade. O conjunto de documentos que pertence a duas ou mais unidades territoriais.

2. b. 3. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 123. não devem exceder a 3 andares. 2. as salas de consulta devem ter os pisos revestidos de carpete. c. b. 2) Guia. pois pressupõe a. 1. o acervo deva ficar. que inclui todos os documentos pertencentes a um ou mais fundos. 2  125. 1 b. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . os edifícios. obrigatoriedade legal de receber e administrar um fundo arquivístico deixado como herança.048.  A sequência está correta em a. submetê-los ao congelamento para posterior tratamento. preferencialmente. (    ) Instrumento de pesquisa que descreve pormenorizadamente documentos previamente (    ) selecionados. O conceito de Sucessão Arquivística.118. ono- mástico ou geográfico. onomástico ou geográfico. 4. d. a partir do 6º andar. Relacione as colunas a seguir. Na hipótese de que a região serrana do Rio de Janeiro atingida por uma das maiores catás- trofes naturais do Brasil.  126. . aguardar que a secagem se dê de maneira lenta e natural. cro- nológico. 1) Catálogo. 4) Repertório. as salas devem. (    ) Instrumento de pesquisa elaborado conforme um critério temático. transferência jurídica decorrente da soberania territorial e da divisão administrativa de estados e municípios. empilhá-los ao sol para secagem tão logo seja possível. tenha tido seu arquivo municipal completamente submerso. 3 d. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  124. c. 2. pertencentes a um ou mais fundos. 1. divulgação ou distribuição. c. por quaisquer meios e a qualque 82 a sua reprodução. 4. d. as ações para minimizar os danos aos documentos são a. Uma dessas atenções deve ser direcionada às especifica- ções dos edifícios e equipamentos que irão abrigá-los. 4 c. 1. preferencialmente. vedada. cronológico.263/29. ter as janelas protegidas por cortinas. (    ) Obra destinada à orientação dos usuários no conhecimento e na utilização dos fundos que integram o acervo de um arquivo permanente. união de dois fundos anteriormente separados por desmandos administrativos ou judiciais. se cons- titui em uma preocupação importante. embora pouco discutido em nosso cotidiano. 4. b. necessariamente. conforme um critério temático. (    ) Instrumento no qual as unidades de arquivamento de um fundo ou de uma de suas divisões são identificadas e descritas. transferência judicial dos documentos em decorrência de alterações funcionais e admi- nistrativas de uma instituição ou órgão. As regiões de clima tropical exigem uma atenção especial quanto aos cuidados de conser- vação dos acervos documentais. 3. como a que determina que a. cópia. 3) Inventário. 3.

deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . é de competência do Arquivo Nacional os critérios de acesso. de janeiro de 1991. III – ato que se atribui aos documentos graus diferenciados de restrições de acesso. que o primeiro instrumento de pesquisa a ser produzido por uma instituição seja um a. se apenas as afirmativas I. Reconhecida como “Constituição Cidadã”. b.263/29. vedada. d. d. promulgada em outu- bro de 1988. 8. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. b. d. cópia. c. se apenas as afirmativas I.159. há restrições de acesso a determinados documentos públicos. c. O termo classificação na área da Arquivologia pode ser entendido como I – organização de documentos de acordo com um plano de classificação ou quadro de arranjo.  127. competências atribuídas ao Arquivo Nacional. criação do Conselho Nacional de Arquivos. para esta finalidade.  Assinale a. se todas as afirmativas estiverem corretas. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos d. II e III estiverem corretas. transferência do Arquivo Nacional para o Poder Judiciário. pondo um papel absorvente entre as folhas. transferência do CONARQ para o Ministério da Justiça. b. no início de 2011. supressão das competências do Arquivo Nacional e do CONARQ. b. II – ato ou efeito de analisar e identificar o conteúdo de documentos. guia. d. todo documento público é de acesso irrestrito a brasileiros e estrangeiros legalmente estabelecidos no Brasil.048.  128. buscando reverter um ato administrativo da Presidência da República.  131. discriminando o có- digo para seu acesso. recomenda-se. c. Considerando que o acesso aos documentos públicos permanentes devem ser o mais amplo possível. d. é uma determinação recente no Brasil. que tem como base legal fundamental a(s) a. todo e qualquer documento público é de acesso da sociedade brasileira. b. inventário sumário. divulgação ou distribuição. Este ato determinava a a. IV – procedimentos que consideram os elementos formais e de conteúdo das unidades de arquivamento. inventário analítico. a Arquivologia brasileira mobilizou-se. c. c. quando estabeleceu que a. Em rara oportunidade. a Constituição do Brasil. Constituição Brasileira promulgada em outubro de 1988.118. III e IV estiverem corretas.  129. que se constitui em um importante instrumento de qualidade da administração pública. junta- mente com outros segmentos da sociedade civil. empilhá-los ao sol. transferência do Arquivo Nacional para o Ministério da Justiça. estabeleceu um novo patamar jurídico para o acesso a informações e aos documentos públicos. . A Gestão de Documentos. por quaisquer meios e a qualque 83 a sua reprodução. Lei n. se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.  130. catálogo.

III – Poder Judiciário. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 132. o princípio de respeito aos fundos. na existência de independência ligada aos estados. princípio da proveniência. sucessão patrimonial. cópia.048. reconhecimento da responsabilidade do estado sobre os arquivos.  137. sendo o primeiro deles criado em a. requisitos mínimos para os documentos arquivísticos digitalizados. 1988. O Direito Internacional relativo à sucessão de estados reconhece a importância dos arqui- vos públicos como um atributo essencial à soberania de um estado ou nação.   Assinale a. implementação do que hoje é a teoria da três idades. inviolabilidade patrimonial. A Arquivologia possui um número significativo de conceitos que.  133. se todas as alternativas estiverem corretas. estabelecimento das diferenças entre documentos públicos e privados. os documentos normativos são emanados pelo I – Poder Executivo. se apenas as alternativas I e II estiverem corretas.118. que é responsável pelo(a) a. c. uma produção científica contundente em Ciências da Informação. político e cultural da gestão de documentos. Considerados enquanto manifestação de vontade de autoridade suprema que deve ser aca- tadas por seus subordinados. no campo arquivístico. O Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Docu- mentos. b. b.263/29. vedada. sempre se depara com a da Revolução Francesa.  135. confiabilidade e autenticidade aos documentos arquivísticos digitais. b. c. c. Há atualmente 16 cursos. d. por quaisquer meios e a qualque 84 a sua reprodução. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . c. 1974. reconhecimento social. b. se apenas as alternativas I e III estiverem corretas. c. Na busca de uma referência histórica importante para a Arquivologia mundial. Na base dessa autonomia está a. denomima-se a.  136. O reduzido número de pessoas que conhecem a existência de um curso superior com chan- cela universitária em Arquivologia pode ser explicado pelo reduzido número de universi- dades em que são ministrados. um alinhamento de pesquisas que não se abre para outras áreas. II – Poder Legislativo. se apenas as alternativas II e III estiverem corretas. b. b. ou simplesmente e-ARQ Brasil. propôs estabelecer a. a sustentam enquanto área de conhecimento autônoma. divulgação ou distribuição. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. d. d. imprescritibilidade. c. requisitos mínimos para a migração de suportes arquivísticos. requisitos mínimos para digitalização de documentos arquivísticos. d.  134. produzidos ao longo de anos de pesquisas. d. 1978. d. 1972. Esse reconhe- cimento. .

c. divulgação ou distribuição. O processo de institucionalização do campo arquivístico no Brasil ganhou. se constitui num(a) a.  142. A questão da memória social no Brasil. 2011.   Assinale a. Embora a qualidade de um profissional arquivista não esteja na capacidade de decorar regras.  139. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 138.  141. II e III estiverem corretas. fase intermediária. instrumento de pesquisa relevante para os arquivos permanentes. conhecido como de um “boom” da memória. cópia. c. b. 1978. nos últimos anos. temporalidade. no ano de a.118. d. é necessário dominar as terminologias e ter a clareza de que a fundamentação dos processos de avaliação é a a. É um dos resultados da revogação do Ato Institucional Número 5.263/29. b. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . b. Sobre a realidade daquele período. obrigatoriedade em todos os órgãos dos Poderes da República. O Arquivo Nacional assume a responsabilidade sobre o acesso. função. III e IV estiverem corretas. números e unidades de medidas diversas. na década de 1980. IV – facilitar a avaliação e eliminação de documentos. c. c. que foi criado em assembleia. se apenas as alternativas I. a Tabela de Temporali- dade e Destinação de documentos de arquivos relativos às atividades meio  da administração pública. se apenas as alternativas III e IV estiverem corretas. a. deu uma maior visibilidade aos arquivos públicos e permanentes.  140. por quaisquer meios e a qualque 85 a sua reprodução. c. O CONARQ privilegia esses acervos. d. II – agrupar documentos de mesmo gênero. vedada. O Código de Classificação de Documentos de arquivos tem como objetivo I – agrupar documentos com mesmo assunto e tipologia. formalmente publicada pelo Arquivo Nacional. d. b. assinale a alternativa correta. o Sindicato Nacional. enquanto instrumento privilegiado de informação. 2008. obrigatoriedade em todos os órgãos do Executivo Federal. d. É quando há a consolidação jurídica sobre o acesso à informação. proveniência. novos atores. III – agrupar documentos de mesmo tema. d. O arquivamento indiscriminado de documentos pode ser tão prejudicial à administração quanto ao descarte igualmente indiscriminado. b. se apenas as alternativas I e III estiverem corretas. embora ainda não reconhecido formalmente pelo Minis- tério do Trabalho. referência de apoio para os órgãos da administração pública. Um desses é. 2002. Pensando nisso. .048. se apenas as alternativas II.

são atividades específicas dos arquivos permanentes. quando de interesse público. A base de justificativa para que a descrição arquivística proceda do geral para o particular é uma consequência prática do(a) a.  146. Para a ISAD(G). d. entidade coletiva. princípio da proveniência. estabelecidos pela ISAD (G). b. custodiador. II e III estiverem corretas. dependem da organização do acervo para integrarem o SINAR. II – facilitar a troca de informações sobre os documentos. d. se apenas as alternativas I. educacionais. b. O conjunto de regras para a descrição de documentos arquivísticos. Nas discussões sobre os valores primários e secundários ou sobre a utilização dos docu- mentos permanentes. visa I – assegurar descrições consistentes. são irrelevantes para a qualidade dos instrumentos de pesquisas. Nas atividades de descrição. se apenas as alternativas I. registro de autoridade. estudo de usuários. administrativas.  144.  145. produtor. por quaisquer meios e a qualque 86 a sua reprodução. b. históricas c. vedada. b. o campo que caracteriza a forma autorizada do nome combinado com outros elementos de informação que identifica e descreve a entidade nomeada é o(a) a. III e IV estiverem corretas. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . d. são incondicionalmente partes integrantes do SINAR. podem ter início antes mesmo da produção dos documentos.048. NÃO se pode ignorar que se refere às suas vertentes a.  147. II e IV estiverem corretas.118. c. c. os procedimentos de construção dos instrumentos de pesquisa relaciona- dos à descrição de documentos a. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. c. III – estabelecer critérios descritivos para os registros sonoros. d. IV – um sistema unificado de informações.  148. estão ausentes das preocupações que normatizam o SINAR. c. científicas. . b. descrição dos acervos. são atividades especiais dos arquivos intermediários. No contexto das políticas públicas do Conselho Nacional de Arquivos. são membros do SINAR. d. III e IV estiverem corretas. d.263/29. c.   Assinale a. b. divulgação ou distribuição. se apenas as alternativas I. cópia. teoria das três idades. os arquivos pessoais a. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 143. se apenas as alternativas II.

c. c. tal qualidade se estenderia. relatividade. a principal característica dos documentos que preenchem os requisitos neces- sários para fazer prova das ações que lhes deram origem. c. Ao longo do tempo. do que se convencionou chamar de a.118. a. Tal atributo é conhecido. cópia. funcionalidade. e. Museus. b. grande parte da documentação das comarcas.  150. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  151. unicidade. o pluralismo. além de arquivos públicos municipais e estaduais. na teoria arquivística. . e. Ainda que haja inúmeras cópias de um mesmo documento no arquivo de determinada instituição. b. d. ingressar no acervo mediante compra. depositados em instituições destinadas a cuidar de material originário de outros poderes. e. mantendo com eles relações específicas. e.048. a autenticidade. confiabilidade. e não o contrá- rio. até mesmo com a anuência e o incentivo dos Tribunais de Justiça. originalidade. como afirma Bruno Delmas. como a. ter finalidade cultural e científica. a razão mais importante para que determinados escritos fossem conservados de forma duradoura. quando comparado ao de outras instituições de custódia. d.  152. na sociedade ocidental. Os documentos conservados eram documentos de arquivo porque probatórios. nessa afirmação. a tempestividade. configurando conflitos de jurisdição arquivís- tica. a polissemia. divulgação ou distribuição. doação ou permuta. ou seja. É bastante comum encontrar documentos do Poder Judiciário fora de seu domicílio legal. O autor procura identificar. bibliotecas e escolas superiores. territorialidade. cada qual ocupa lugar distinto no conjunto dos demais documentos. c. formar coleções em torno de determinados conteúdos. d. veracidade. d. vedada. distin- gue-se por a. segundo Ana Maria Camargo. urbanidade. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO ESPECIALIDADE ARQUIVOLOGIA – FCC/2012  149. A necessidade de fazer prova perante a justiça foi. A legitimidade de tal prática. capilaridade. a outros documentos produzidos em circunstâncias semelhantes. b. têm abrigado. a informalidade. não poder ser tratado como entidade autônoma. b. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. isto é. O documento de arquivo. obedecer a regras universais de processamento técnico.263/29. por quaisquer meios e a qualque 87 a sua reprodução. integridade. ou seja. no entanto. encontra justi- ficativa na tradição de delegação de competências que caracterizou a história administrativa brasileira e no princípio do interesse local.

Filme. b. edital. formato. d. informação arquivística. arquitetura da informação. a certidão. espécie. o extrato. comunicações. formato. Um livro ou artigo de revista científica − sobre o tratamento do câncer. suporte. d. res- pectivamente.  156. tipo. forma. o atestado. oncológica. c. e. suporte. c. o expediente. gênero. por acaso. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. tipo. valor primário. invólucro e gênero. arte-final. técnica de registro. portarias.263/29. espécie. técnica de registro. podem ser considerados modalidades de a. O sistema de signos utilizado na comunicação do conteúdo dos documentos determina seu a. Os ofícios expedidos por ministros de Estado para autoridades de idêntica hierarquia rece- bem o nome de a. d. b. apesar de desprovidas de rigor. tipo e suporte.  157. O alvo da autora. gênero. croqui e esboço.  155. .048. gestão da informação. c. acabam se incorporando à terminologia da área. b. científica? E se o mesmo livro ou artigo estiver em minha casa? Será então uma informação domiciliar?  Com essa observação irônica. forma. e. espécie. c. espécie. de a. vedada. b. técnica de registro. d. tipo. avisos. e. por exemplo − é. gravação. informação virtual. livro e relatório de prestação de contas constituem exemplos. é a expressão: a. b.  154. d. forma e espécie.  158. informes. e. despachos. formato e tipo. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . formato. formato. formato.118. c. Leiaute. d. O instrumento pelo qual se afirma a existência de fato registrado em assentamento público é a. por quaisquer meios e a qualque 88 a sua reprodução. a carta precatória. gênero. ciência da informação. e. forma e formato. c. só porque está na biblio- teca? Ou devemos falar em informação médica. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 153. b. tipo. divulgação ou distribuição. uma informação bibliográfica ou biblioteconômica. suporte. cópia. no caso. Heloísa Bellotto investe contra o uso equivocado de certas palavras que. e.

vedada. central. saneador. ajustes. b. e perdendo a autonomia que antes pos- suía.  162. os documentos aguardam sua destinação final. captura. ordinatório. a. as atividades de autuação. e.  163. b. e.  164. d. c.263/29. por quaisquer meios e a qualque 89 a sua reprodução. procede-se à avaliação dos documentos.). sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.118. e. a fusão. A ação pela qual um documento é incorporado a determinado processo judicial. divulgação ou distribuição. intermediário. interlocutório.  160. decisório. adesão.  161. No arquivo intermediário. em caráter definitivo. Transferência é o termo que designa a passagem de documentos para o arquivo a. c. b. abdução. b. e. e.048. c. d. o apensamento. vem consignada em a. elaboram-se instrumentos de pesquisa. por força do uso de palavra inglesa originária da informática. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . absorção. cópias. . originais múltiplos. d. c. Como decisão emanada de autoridade administrativa acerca de assunto submetido a sua apreciação. o despacho pode apenas transferir tal prerrogativa a outra autoridade. cópia. d. b. Nos sistemas informatizados de gestão de documentos. minutas. passando a fazer parte integrante dele. Nesse caso. classi- ficação e arquivamento têm sido chamadas. primeira e segunda vias. d. e. imersão. c. c. setorial. o despacho é considerado a. a frequência de uso dos documentos é alta. a juntada. documentos impressos. temporário. a anexação. não há restrição de acesso aos documentos. contratos etc. permanente. de a. a integração. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 159. b. d. Quando uma atividade determina obrigações recíprocas (tratados. configura a. corrente.

d. b. em seu inteiro teor. os recursos. tem como ponto de partida funções e atividades. A ISAD(G). de ajuste. segundo o Conselho da Justiça Federal (Resolução no 23. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . catálogo seletivo. não se aplica a fundos fechados. decisões terminativas. modelo custodial. só contempla instituições públicas. Na base dessa proposta está a ideia de que os arquivistas produzem narrativas e versões. Tratados. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. prefe- rindo englobar os procedimentos de arranjo e descrição sob o título geral de representação arquivística.048. de a. que estabelece a consolidação normativa do Programa de Gestão Documental da Justiça Federal de 1º e 2º Graus). pós-modernismo. convênios e outros acordos em que a Justiça Federal é parte são con- siderados. O instrumento de pesquisa que oferece a visão mais genérica e sucinta de uma instituição arquivística e de seu acervo é o a. teoria quadrangular. c. d. c.  166.  168. são de guarda permanente sentenças. normativos. contratos. catálogo. e. guia. supõe sistemas informatizados. enunciativos. de assentamento. impondo seus pontos de vista e contribuindo para a construção de determinadas visões do passado. acórdãos e decisões recur- sais monocráticas. c. a eliminação deverá ser feita pelos próprios órgãos acumuladores. arquitetura da informação. c. a natureza dos instrumentos de pesquisa. . paradigma indiciário. divulgação ou distribuição. de correspondência. vedada. trata apenas da macroestrutura do processo descritivo. e. d. tesauro  169. razão por que a. os tribunais não poderão estabelecer prazos de guarda superiores à temporalidade regis- trada no Sistema Gestor de Tabelas Processuais do Conselho Nacional de Justiça. mantém alto grau de generalidade. atualmente. b. e.  167. de 19 de setembro de 2008. na área arquivística. d. d. a. e. e. o descarte dos processos com decisões transitadas em julgado dispensa o registro res- pectivo no sistema processual em vigor. No processo de avaliação dos documentos do Poder Judiciário. Muitos autores questionam. documentos de guarda permanente. embargos e outros processos que não existem de forma autônoma podem ser eliminados independentemente do processo principal. b.263/29. b. c. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 165. de acordo com a apresentação da NOBRADE. como o faz a norte-americana Elizabeth Yakel.118. inventário. Tais argumentos inte- gram o que se convencionou chamar. b. mediante combustão ou dissolução química. Tais espécies inte- gram a categoria dos atos a. por quaisquer meios e a qualque 90 a sua reprodução. cópia.

c. e. Quando os documentos recebem números sequenciais à medida que dão entrada na ins- tituição ou no arquivo. e. Para localizar as unidades de arquivamento nos depósitos de uma entidade utiliza-se a. O mais completo instrumento de destinação de documentos de arquivo é a. índice alfabético remissivo. por quaisquer meios e a qualque 91 a sua reprodução. b. grupos e subgrupos. e. o diagnóstico do acervo. atributo.048. tabela de equivalência. a tabela de temporalidade. contribuem para a funcionalidade do sistema que gerencia o plano de classificação de documentos. c. com a finalidade de auxiliar o processo de identificação. o atril. qualificador. subclasses. divulgação ou distribuição. c. da gestão de documentos. b. e. cópia. impedir a criação de classes. adendo.  175. permitir a mudança de nome de uma classe já existente. e. ponto de acesso.  171. a sinalética. d. complemento. compreensão e uso do registro de autoridade.118. . no âmbito da Justiça Federal. impedir o deslocamento de classes. a informação acrescentada a um elemento descritivo. e. subclasses.  172. permitir o uso de termos idênticos na nomeação das classes. Pessoas e Famílias −ISAAR-CPF. a tabela de equivalência.  174. a ultraficha. o descritor. d. seu acesso fica condicionado à existência de a. c. o edital de eliminação. figura o de a. d. grupos e subgrupos.263/29. c. b. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . permitir a eliminação de uma classe ativa ou inativa. do gerenciamento de conteúdo. promovendo a transparência administrativa e agilizando o pro- cesso decisório. d. alguns dos objetivos a. Dentre os requisitos que. relação de transferência. da gestão de recursos informacionais. relação de recolhimento. b. guia-fora.  173. b. do gerenciamento eletrônico de documentos (GED). o inventário topográfico. tem o nome de a. no âmbito do poder público. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. vedada. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 170. d. Segundo a Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística para Entidades Coletivas. c. a notação. d. sendo armazenados de acordo com essa sucessão numérica. da gestão do conhecimento. b. são. Racionalizar a produção de documentos e normalizar os procedimentos relacionados com sua avaliação e destinação.

GIF e 300 dpi. a higienização de manuscritos e impressos. colagem. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . é preciso lançar mão a. de migrações preventivas. escala de cinza. vedada. . e. recomenda-se colar em seu verso uma folha de papel japonês. b. para retirada de poeira e outros resíduos sólidos. d. BMP e 3. panteão nacional. d. do uso de estruturas proprietárias. memorial da nação. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. devendo ser usadas apenas por pessoas alérgicas. 31. d. Em documento plano de grandes dimensões. JPEG e 600 dpi. fitas adesivas.  180. b. deve ser efetuada por meio de aspirador elétrico.263/29. grampos e clipes devem ser sistematicamente remo- vidos dos documentos em suporte-papel. as fileiras de estantes devem ser dispostas no sentido contrário ao da circulação de ar. obturação. monumento histórico. No caso da digitalização de microfilmes e microfichas. b. Sobre os procedimentos de conservação preventiva em arquivos. TIFF e 300 dpi. e. de modo a impedir a proliferação de fungos nos documentos. c. cópia. mais eficientes nos processos de codificação de dados. a temperatura ambiental nos depósitos de documentos de diferentes suportes deve osci- lar entre 12 e 24º C. reenfibragem. das trilhas de auditoria. entre outros fatores.048. c. Tal técnica é conhecida como a. formato e resolução mínima. preto e branco. com umidade relativa entre 70 e 80%. por quaisquer meios e a qualque 92 a sua reprodução. e. a digitalização obedece a padrões de coloração. escala de cinza. a. evitando as redes de dados para acesso às informações. c. sempre que se tornar patente a obsolescência do padrão utilizado. A fim de rastrear intervenções e garantir a integridade de um sistema informatizado de gestão de documentos. preto e branco. De acordo com o Conselho Nacional de Arquivos (Resolução n. c. o chamado a.  179. evitando padrões nacionais e internacionais. d. e. b. as luvas de borracha são responsáveis por manchas indeléveis nos diferentes suportes documentais. da utilização constante da memória terciária. b. velatura. divulgação ou distribuição.118. a. cartonagem. em seu conjunto. da manutenção dos metadados dos documentos eliminados. d. da capacidade de criar normas específicas. sistema de arquivos. Os documentos de valor permanente − sejam eles públicos ou privados de interesse público − formam.  181. nas respectivas esferas em que foram acumulados. WMF e 600 dpi. Uma política de conservação de documentos públicos armazenados em sistema informati- zado de gestão depende.  177. e.000 dpi. c. patrimônio arquivístico. escala de cores. a fim de lhe dar maior resistência. presilhas metálicas. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 176. de 28 de abril de 2010).  178. é correto afirmar que a. tais padrões são. respectivamente.

d. III – Será preservada uma amostra estatística representativa do universo dos documentos e processos administrativos e dos autos judiciais findos destinados à eliminação. documentos anexados aos autos. exclusiva e intransferível entre uma chave de criptografia e uma pessoa física. vida privada. d. com base em fatos su- pervenientes que possam ter ocorrido em relação a ele. o número. divulgação ou distribuição.  Está correto o que consta em a. vedada. formatação e validação. c. e. cópia. ou de que uma cópia reproduz fielmente o original. feita por pessoa jurídica revestida de autoridade (servidor público. b. a atividade de reconhecimento em meio eletrônico que se caracteriza pelo estabeleci- mento de relação única. que são administrados por um sistema gerenciador de banco de dados. laudos médicos periciais. nomes dos juízes. a classe e o(s) assunto(s) do processo. c. no entanto. o conjunto de dados estruturados. jurídica. c. modificação ou eliminação).048. os a. II e III. somente. somente. leitura. da emulação. I e II. em 15 de agosto de 2011. da ergonomia cognitiva. registra data e hora em que ocorreu um evento (criação. No âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas − ICP.263/29. o código binário que. II e III. a movimentação processual.  182. com as respectivas regras de acesso. I e III. somente. . d. d. máquina ou aplicação. Levando em conta dispositivos constitucionais. dias e horários das audiências. a destinação de cada documento ou processo poderá ser alterada pela comissão de avaliação documental da instituição. I. um provimento do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. e. recebimento. O Conselho Nacional de Justiça recomendou. a observância das normas elaboradas pelo Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário − Proname. das cópias de segurança. e. do Mean Time Between Failures (MTBF). e o inteiro teor de despachos. honra e imagem. b. nomes das vítimas dos processos criminais. datado de 17 de dezembro de 2010. II – Os processos com trânsito em julgado e documentos em arquivo intermediário que não sejam de valor permanente não precisarão ser digitalizados para a eliminação. a declaração de que determinado documento é autêntico. e. I. disciplinou a consulta pública a processos eletrônicos de primeira instância.  183. por quaisquer meios e a qualque 93 a sua reprodução. a qualquer interessado. c. entende-se por certificação digital a. dentre as quais figuram as seguintes: I – Vencido o prazo de guarda. incorporado a determinado documento.118. que permite a seus usuários restabelecer a forma original dos dados. A medida considerou de livre acesso. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. os nomes das partes do processo e os de seus advogados. autoridade certificadora). que asseguram acesso à informação e pro- tegem o direito individual à intimidade. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  184. notário. Foram explicitamente excluídos do acesso público. com base em algoritmo específico e chave secreta. b. o método de codificação de dados. somente. decisões interlocutórias e sentenças. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos b.

sinótica. A edição diplomática ou paleográfica de um documento. d. novembro. frequência de uso. o documento ostenta mais de uma assinatura. c. vedada. dispositivo. que são determinados por meio da a. cópia. b. legislação.263/29. e. d. que o reescreve conservando. c. vem sendo substituída por reprodução fotográfica.  187. quando a. segundo Heloísa Bellotto. unicidade. genética. notificação. A teoria das três idades define os estágios de evolução dos arquivos. autenticidade. recebe o nome de a. setembro. e. fac-similada. b. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. naturalidade. o documento original é autógrafo. b. b.  186. fronteiras de pala- vras. b. na partição diplomática.). o documento original é ampliado. crítica. sendo precisamente a base da noção de fundo de arquivo. A relação entre a individualidade do documento e o conjunto no qual ele se situa genetica- mente.  CENTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA ELETRÔNICA AVANÇADA S. divulgação ou distribuição. exposição. c.  190. e. o fato documentado não existe. é a a. também cha- mada de edição a. interpretativa. d. a conscriptio não é correta ou adequada. d. ARQUIVOLOGIA/FUNRIO/2012  189. intencionalidade. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . . Na escrita brasileira do século XIX. A substância do ato. organicidade. b. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 185. ortografia. lacunas. corroboração.048. a abreviatura abaixo designava a. e. nove barcos. duração de produção. todas as suas características (erros. d. e.  188. por quaisquer meios e a qualque 94 a sua reprodução.A. c. rigorosamente. A falsidade diplomática ocorre. preâmbulo. nove brancos. c. abreviaturas etc. nove braços. c.118.

4 – 5 – 3 – 1 – 2 d. vedada. d. 4 – 5 – 1 – 2 – 3 deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . b. O método de classificação de acesso indireto chama-se: a. Inventário Analítico. d. enciclopédico. A gestão de documentos é o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes ao tratamento dos documentos desde a sua produção até: a. seleção. Constitui-se em referencial básico para a recuperação dos documentos e para facilitar tarefas arquivísticas tais como a avaliação. . Tabela de Temporalidade. d. e.263/29. b. espécies e tipos docu- mentais hierarquicamente distribuídos de acordo com as funções e atividades desempe- nhadas pelo órgão.  194. b. técnicas de classificação.048. o arquivo corrente. A fase de utilização dos documentos da Gestão de Documentos envolve: a. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos d. a destinação final. organicidade. divulgação ou distribuição. a tramitação dos documentos.  195. e. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  191. Código de Classificação. Indique a ordem correta de forma a utilizar as regras de alfabetação para o arquivamento dos seguintes itens segundo o método de classificação alfabético: 1) Francisco Souza 2) F. e. 4 – 5 – 3 – 2 – 1 c. entre outras. geográfico. o arquivo permanente. a. alfabético. cópia.  192. proveniência. e. Souza 3) André Souza 4) Alfredo Souza 5) Adriana Souza a. fixação de prazos de guarda. criação de fichas. por quaisquer meios e a qualque 95 a sua reprodução. dicionário. elaboração de formulários. a utilização dos documentos. c. c. c. d.118. e. Instrumento de Pesquisa. duplex.  193. atividades. Identifi- que-o entre as alternativas abaixo. uso de processadores de textos. 5 – 4 – 3 – 2 – 1 b. Neste instrumento de trabalho encontramos as funções. b. 5 – 4 – 3 – 1 – 2 e. Inventário Topográfico. c.

c.  201. cópia. na medida em que define quais documentos serão preservados para fins administrativos ou de pes- quisa e em que momento poderão ser eliminados ou destinados aos arquivos intermediário e permanente. b. vedada. A organização interna dos documentos adotada no arquivo intermediário é definida: a. especializado. se necessário. quaisquer que sejam. classificação.  197. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. arranjar. É o arquivo a. c. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 196. temporalidade. corrente. reprodução. seleção. d. intermediário. arranjo. d. c.048. arranjo. descrever e facilitar a consulta de documentos ofi- ciais.  200. c. dos itens documentais dentro das séries é chamada: a.263/29. divulgação ou distribuição. e. análise e registro da informação que sirva para iden- tificar. na tabela de temporalidade. d. e. Considere os seguintes documentos: I – Fichas financeiras de maio de 1995 II – Relatório final dos cursos promovidos pela Instituição em 2011 deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . conservar.  198. avaliação. faz-se: a. descrição. descrição.  199. destinação. por quaisquer meios e a qualque 96 a sua reprodução. segundo o valor e o potencial de uso que apresentam para a administração que os gerou e para a sociedade: a. d. . permanente. gestão.118. b. b. gerir e localizar materiais arquivísticos e o contexto e sistemas de documentos que os produziram. b. Constitui-se em atividade essencial do ciclo de vida documental arquivístico. no arquivo permanente. c. ou seja. A ordenação dos documentos em fundos. d. instrumento de pesquisa. legislação. avaliação. concentrar sob sua custódia. conservar e tornar acessíveis documentos que possam tornar-se úteis para fins de pesquisa entre outros fins. na comissão de avaliação. Ao criar-se uma representação de uma unidade de arquivo e de suas partes componentes. b. a ordenação das séries dentro dos fundos e. e. e. pela apreensão. e. no arquivo intermediário. no arquivo corrente. Sua função é reunir. ativo. classificação.

após microfilmados. Ministério da Justiça. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. documento único e ligado à transação que representa. e. autorizado. isto é. que podem ser ou não sistemas eletrônicos. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . 20 anos. c. Apenas a 1 e a 2. divulgação ou distribuição. sendo aconselhável a observância da legislação em vigor no momento da adoção desse suporte.  205. vigorando a partir da data de sua produção.  204.048. completo. 2) O microfilme tem validade em juízo desde que obedecidos os critérios e padrões esta- belecidos em lei.118. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos  Esses documentos se encontram. permanente e corrente. intermediária e permanente. é o requisito: a. De acordo com a recente Lei de Acesso (12. e. o prazo máximo de restrição de acesso à informação para os documentos ultrassecretos. Arquivo Nacional. respectivamente. 50 anos. b. d. identificável. Dentre os requisitos funcionais para gerenciamento arquivístico de documentos. por quaisquer meios e a qualque 97 a sua reprodução. .527 de 18 de novembro de 2011). vedada. d. nas seguintes idades: a. a integridade e a validade jurí- dica de documentos em forma eletrônica encontra-se em processo de regulamentação. corrente e intermediária. 25 anos. Conarq. b. Apenas a1 e a 3. o que significa documento com fronteiras. d. b. 30 anos. consistente.  203. Os documentos relativos às atividades-fim de órgãos da Administração Pública Federal serão avaliados e selecionados pelos órgãos geradores dos arquivos. intermediária e corrente. b. é de: a. c. e.263/29. SIGA. e. d. b. cópia. permanente e intermediária. elaboradas pela sua Comissão permanente de avaliação de documentos e aprovadas pelo: a. c. Considere as seguintes sentenças:  1) A atual legislação de microfilmagem permite a eliminação de documentos públicos ou oficiais destinados à guarda permanente.  202.   Quais das afirmações acima estão corretas? a. 15 anos. 3) A atual legislação brasileira que garante a autenticidade. abrangedores. c. SINAR. em conformidade com as tabelas de temporalidade e destinação.

d. . divulgação ou distribuição. Confiabilidade. Todas estão corretas.048. cópia. Em relação aos documentos digitais. São chamados: a. independente de se tratar de minuta. Organicidade. Integridade. estará sendo aplicado o princípio da pertinência. quando os documentos são mantidos no local onde foram acumulados. o que foi comunicado ou decidido por meio dele. julgue os itens a seguir. registros. autenticidade e confiabilidade.263/29. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  211. autenticidade e integridade.  207. e. e que é livre de adulterações ou qualquer outro tipo de corrupção? a. original ou cópia. Precisam ser anexados e mantidos com os registros de dados ao longo do tempo. ANALISTA DE CORREIROS ARQUIVOLOGIA/CESPE/2012   Acerca de conceitos fundamentais de arquivologia. c. 209. Todas estão erradas. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos c. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. b. Autenticidade. requisitos. e. confiabilidade e autenticidade. b.  206. e têm sido amplamente adotados em todo o mundo. Quando há necessidade de se reclassificar os documentos por tema. b. evidências. d. d. sem se levar em con- sideração a sua proveniência ou a classificação original. documen- tam o conteúdo. Apenas a 2 e a 3.  212.118. a qualidade que está relacionada ao momento de pro- dução do documento e a que está relacionada com as formas de transmissão e as estraté- gias de preservação e custódia são respectivamente: a. c. Na caracterização de um documento de arquivo.  208. integridade e confiabilidade. a estrutura e o contexto dos documentos. seja ele pessoa física ou jurídica. por quaisquer meios e a qualque 98 a sua reprodução. metadados. Completeza. d. aplica-se o princípio arquivístico da ordem original. dispensa-se a informação que reflete a ação implementada. A organicidade do arquivo se verifica na relação que os documentos mantêm entre si em decorrência das atividades do sujeito acumulador. manuais. e. Como se denomina a qualidade de um documento ser o que diz ser. confiabilidade e completeza. c. vedada. e. Em um conjunto documental.  210.

Os documentos de arquivo são resultado de uma ação humana.  221.  216. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  218. divulgação ou distribuição.048. O apoio integral à implantação de um programa de gestão de documentos. . por quaisquer meios e a qualque 99 a sua reprodução. acessíveis e compreensíveis. Os gestores dos sistemas de informação e de tecnologia da informação são os responsá- veis. as atividades e a estrutura do órgão público ou empresa privada são identificadas ao se realizar o diagnóstico do tipo maximalista. com a aloca- ção de recursos humanos. vedada.  Acerca do gerenciamento da informação e da gestão de documentos. Informações importantes acerca das ampliações fotográficas que podem ser coletadas em um diagnóstico da situação arquivística incluem a quantidade em unidade. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. julgue os itens sub- sequentes. A distinção entre documentos de arquivo. cópia. em todos os níveis.  219. autênticos.  224. de acordo com o programa de gestão de documentos. A elaboração padronizada de tipos/séries documentais. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 213. O diagnóstico da situação arquivística do tipo minimalista tem como objetivo principal a formulação de uma política arquivística para um conjunto de órgãos de uma mesma área de atuação.  223. A fase de utilização e manutenção dos documentos de um programa de gestão de docu- mentos inclui uma das atividades mais complexas dessa gestão: a avaliação. de biblioteca ou de museu é feita conforme a origem e o emprego desses documentos. O programa de gestão de documentos deve ter como base uma política arquivística e a designação de responsabilidades. a manutenção e a preservação de documentos confiáveis. as funções. a implantação de sistemas de orga- nização da informação e a aplicação de novas tecnologias aos procedimentos administra- tivos são atividades da fase de produção de documentos. A implantação de uma política de gestão de documentos em um órgão público tem por objetivo a produção.  217. O conhecimento do sujeito acumulador de arquivos e do acervo documental são as duas partes que compõem o diagnóstico da situação arquivística de um órgão público ou empresa privada. A missão. julgue os itens subsecutivos.  214. e testemunham uma época ou atividade.263/29.   Acerca do diagnóstico da situação arquivística. além de estar alinhado com a missão institucional e a legislação arquivística em vigor.  220.  225.118.  215.  222. materiais e financeiros e a promoção do envolvimento de todos nesse programa é uma responsabilidade dos profissionais de arquivo do órgão público ou da empresa privada. pela produção e pelo uso dos documentos arquivísticos. A elaboração do plano de classificação de documentos e da tabela de temporalidade depende das informações coletadas nos diagnósticos da situação arquivística de um órgão ou empresa privada. frutos da criação artística. o tamanho e a cromia de tais ampliações.

 227. que deve ser anotado no próprio documento.   Acerca da avaliação de documentos. O arquivo intermediário pode ser dividido em duas fases: uma em que os documentos ficam próximos do usuário direto. O recolhimento de documentos dos arquivos correntes ao arquivo intermediário é reali- zado por meio do plano de destinação. Para tanto.  236. A classificação.263/29. julgue os próximos itens.048. A avaliação tem como finalidade a preservação dos documentos considerados de valor histórico e permanente. considerando-se maior ou menor possibilidade de uso desses documentos. A identificação do valor primário nos documentos implica a necessidade de mantê-los permanentemente. é desnecessário elaborar novo plano de classificação no arquivo intermediário. é necessário haver um código de classificação.   Acerca do setor de protocolo. o documento deve ser preservado permanentemente. A expedição dos documentos é de responsabilidade do arquivo geral e conta com o auxílio do arquivo intermediário para a realização dessa atividade.  230. A responsabilidade pelo funcionamento do protocolo é do setor de arquivo permanente. julgue os itens que se seguem. julgue os itens seguintes. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 226.  228. deve ser realizada por tiras. que faz o registro dessas movimentações e encaminha os documentos aos des- tinatários. porque ele é um testemunho privilegiado da trajetória do órgão público ou empresa privada que o acumulou. A movimentação dos processos pelo órgão público ou empresa privada é feita a partir do protocolo. em órgãos públicos ou empresas.  233. encontradas com base na legislação em geral. divulgação ou distribuição. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .118. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. por exemplo. A quantificação de negativos fotográficos. uma das atividades tratadas no setor de protocolo. por quaisquer meios e a qualque 100 a sua reprodução.  237. cada setor ou unidade do órgão público ou empresa privada é responsável pelo seu arquivo corrente. O arquivo corrente descentralizado é uma das possibilidades de configuração do tipo de arquivo corrente. vedada. contribui para a determinação do prazo de guarda dos documentos nas fases corrente e intermediária. como último momento do trâmite documental. A prescrição das ações.  239. cópia. Quando tem valor probatório. A fundamentação teórica da avaliação de documentos de arquivo pode ser encontrada no princípio da ordem original ou princípio da estrutura interna dos fundos. Nessa modalidade de configuração.   Com relação a arquivos correntes e intermediários. é realizada no momento do recebimento dos documentos.  238. e outra em que eles ficam mais distantes do usuário. Os aspectos quantitativos são fundamentais em um diagnóstico da situação arquivística.  232.  231. Quando os documentos são organizados a partir de um plano de classificação nos arquivos correntes.  234. .  235.  229.

permaneceram na mesma ordem e na mesma apresentação. Os instrumentos de pesquisa devem possibilitar a identificação. Verifica-se.048. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos  Acerca de tipologias documentais e suportes físicos. A operação de arranjo refere-se à ordenação de conjuntos documentais remanescentes após a aplicação nesses conjuntos da destinação final determinada nas tabelas de tempo- ralidade.  241. é utilizado nos casos em que se deseja con- templar apenas determinado fundo em todos os itens documentais componentes das séries desse fundo.   Considerando a teoria e a prática de arranjo em arquivos permanentes. Para que os documentos produzidos por uma instituição possam constituir um fundo. um instrumento do tipo parcial. julgue os itens a seguir. a localiza- ção e a utilização dos dados de um arquivo. utiliza-se o guia de arquivos. O plano de ação anual é uma espécie documental que pode ser transformada em um tipo documental. os dados cronológicos e quantitativos e a localização física no acervo. se um conjunto homogêneo de atos está expresso em um conjunto homo- gêneo de documentos.  252. O acervo de um arquivo permanente é constituído das preciosidades colecionadas ao longo do tempo por pessoas físicas ou jurídicas e recolhidas de modo assistemático. cópia. vedada. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . O uso da tipologia documental na atividade de classificação de documentos é vantajoso por facilitar o entendimento da composição das séries. por quaisquer meios e a qualque 101 a sua reprodução. julgue os itens subsequentes.  243. divulgação ou distribuição.  240.  248. Para a descrição de conjuntos documentais ou partes de um fundo. o rastreamento.  250. os quais devem ser ordenados por fundos. é necessário que a entidade produtora seja administrativa e juridicamente consolidada.  249. O arranjo de um arquivo permanente deve ser realizado com base nos principais temas tratados nos documentos.  246.  247.  251. por meio da análise tipológica de documentos — que parte do princípio da proveniência —. As operações básicas da descrição eram a identificação do fundo ou da parte dele a ser trabalhada na descrição e dos tipos documentais. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. uma vez que o objetivo da manutenção desse tipo de arquivo é o atendimento a pesquisadores. O catálogo.   Julgue os próximos itens.  245. com as normas internacionais e brasileiras de descrição.ssas operações. . é representada pelos gêneros documentais.  242. referentes ao programa descritivo.118. que é a base para o estabelecimento de uma tipologia documental. ordem cronológica única ou espécie documental de arquivos permanentes.263/29.  244. A espécie documental. Considera-se inadequada a ordenação por assunto.

Os acervos documentais a serem transferidos ou recolhidos às instituições arquivísticas públicas devem estar organizados. Cabe à Casa Civil apoiar tecnica e administrativamente o Conselho Nacional de Arquivos.  264. julgue os itens a seguir.  256. Os órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional de Arquivos devem organizar seus arquivos correntes com base em métodos temáticos. especialmente. cópia. debates. Nos editais de licitação de privatização de empresas públicas deve constar que os documen- tos públicos de valor permanente da empresa devem ser recolhidos ao Arquivo Nacional. às necessi- dades das administrações a que estão associados. instituídos pela legislação arquivística brasileira.118. tendo sido avaliados.048. O Conselho Nacional de Arquivos é o órgão central do Sistema Nacional de Arquivos. divulgação ou distribuição. de difusão cultural e de assistência educativa são funções do arquivo permanente. e devem estar acompanhados de instrumento descritivo.  267.  263. lançamentos de obras e concursos sobre temas de história geral.263/29.  262.  255. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 253. Utiliza-se o termo eliminação de documentos para o registro de informações relativas ao ato de eliminação de um documento.  261. A descrição consiste na utilização de instrumentos de pesquisa objetivando aproximar o pesquisador do conteúdo informacional de seu interesse. Os arquivos permanentes dos órgãos públicos devem atender.   Julgue os itens seguintes.  258. Os serviços editoriais.  265. mesmo inativos.  266. sugerindo metas e prioridades da política nacional de arquivos públicos e privados.   No que se refere ao Sistema Nacional de Arquivos e ao Conselho Nacional de Arquivos. julgue os itens subsequentes. acerca de políticas públicas de arquivos permanentes. . Uma das competências do Conselho Nacional de Arquivos é subsidiar a elaboração de planos nacionais de desenvolvimento. É responsabilidade do Arquivo Nacional a elaboração das tabelas de temporalidade de órgãos e entidades do poder público. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . O inventário constitui instrumento de pesquisa genérico e globalizante. mas não integram o Sistema Nacional de Arquivos. O registro dos documentos que serão eliminados deve ser feito no plano de destinação.  254.   Acerca das resoluções do Conselho Nacional de Arquivos.  257.  260. As principais atividades culturais promovidas em instituições arquivísticas brasileiras são palestras. vedada. Os Correios fazem parte do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo (SIGRA). guardam validade informacional. pois. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. higienizados e acondicionados. por quaisquer meios e a qualque 102 a sua reprodução.  259.

em primeiro lugar. divulgação ou distribuição. independentemente de terem valor primário ou secundário. uma das operações de restauração de documentos.  274. em razão das fibras de celulose nele existentes.  269. Os documentos de arquivo são considerados autênticos quando foram produzidos.  279. A característica de imparcialidade dos documentos de arquivo está no fato de que eles são inerentemente verdadeiros.   EMPRESA BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO ARQUIVOLOGIA/CESPE/2011   Acerca dos princípios e conceitos arquivísticos. julgue os itens que se seguem. por quaisquer meios e a qualque 103 a sua reprodução. armazenados e conservados de acordo com procedimentos regulares que podem ser comprovados.  272. A adequada utilização da microfilmagem depende. sendo uma operação de conservação. julgue os próximos itens. demanda do profissional dela encar- regado profundo conhecimento a respeito de papéis e tintas. julgue os itens a seguir.  275.  278. da organização arquivística dos documentos e do estabelecimento de criterioso programa de avaliação.263/29. julgue os itens subsequentes.  276.118. O documento arquivístico digital pode ser transferido a instituição arquivística em qual- quer formato. recebi- dos. A presunção de autenticidade dos documentos arquivísticos digitais recolhidos às institui- ções arquivísticas baseia-se nos metadados relacionados a esses documentos. 280.  268. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. os documentos são dis- postos em bandejas de aço inoxidável. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos  A respeito de microfilmagem. livres da suspeita de preconceito no que diz respeito aos inte- resses em nome dos quais são usados hoje. os documentos originais podem ser eli- minados. Uma das grandes vantagens do microfilme é o acesso rápido aos documentos. conservação e restauração de documentos arquivísticos.  273.  271. A autenticidade e a confiabilidade de documentos arquivísticos digitais são asseguradas por meio de procedimentos administrativos e técnicos para o gerenciamento de riscos e que garantam a segurança contra corrupção ou perda de dados.  270.   Com relação à gestão de documentos eletrônicos e à digitalização de documentos arquivís- ticos. cópia. Espécie documental consiste em um metadado relacionado ao documento arquivístico digital. .   Acerca de preservação. vedada. No alisamento. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . A restauração.  277. Índices elevados de umidade contribuem para a conservação do papel.048. A microfilmagem de documentos de arquivo possibilita a economia de espaço e a preser- vação de documentos considerados de valor permanente. Após a microfilmagem de documentos de arquivo.

por quaisquer meios e a qualque 104 a sua reprodução. julgue os próximos itens. As políticas públicas de arquivo não podem ser circunscritas a aspectos meramente legais.  285. Tais sistemas são anteriores às políticas e as controlam.   Julgue os itens que se seguem. . aplica-se o princípio da pertinência. o conteúdo e o estado de conservação de tais documentos. A contratação de serviços de terceiros para a execução de atividades técnicas auxiliares de arquivo é permitida. seja esta pública ou privada. A característica de naturalidade dos documentos de arquivo decorre do fato de esses docu- mentos não serem coletados artificialmente. as datas-limite. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  292. Os sistemas arquivísticos são causas das políticas públicas de arquivo.  283. O diretor do Arquivo Nacional é a autoridade competente para emitir declaração de inte- resse público e social de arquivos privados. não precisa constituir uma comissão permanente de avaliação de documentos.  284. A publicidade da eliminação de documentos é feita a partir da publicação de edital de ciên- cia dessa eliminação em periódicos oficiais. O princípio da proveniência territorial estabelece que os documentos acumulados em uma região podem ser transferidos para outra região. desde que o recolhimento desses docu- mentos seja previsto em um edital.   Com referência às resoluções do Conselho Nacional de Arquivos. relativos a políticas públicas de arquivo e a legislação arqui- vística.  289.  282. ao uso e à preservação da informação arquivística. cópia.048. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. mas não faz parte do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo (SIGA).  291. tais como objetos de um museu.  294. O direito de receber dos órgãos públicos informações de interesse particular ou coletivo é limitado pelo sigilo indispensável de determinadas informações. por sua natureza.263/29. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) compõe o Sistema Nacional de Arquivos. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 281.  293.  286. Quando se preserva a forma original de organização dos documentos.  288. divulgação ou distribuição. vedada. De acordo com a legislação em vigor. a EBC. As políticas públicas de arquivo podem ser entendidas como um conjunto de ações que se referem à produção. mas acumu- lados naturalmente nos setores de trabalho em função das atividades de uma organização. Ao se preencher o formulário de cadastramento de documentos filmográficos públicos de valor permanente devem ser informados a mensuração.118. A aprovação da tabela de temporalidade de documentos pelo Arquivo Nacional dispensa a elaboração da listagem de eliminação de documentos.  290.  287.

O código de referência. julgue os itens seguintes. é um meio de comunicação interna que.  302. é um elemento obrigatório na descrição arquivística.048. em algumas situações. Dossiê. como mapotecas e estantes de madeira e de metal. que é destinado a identificar qualquer unidade de descrição. clas- sificação e data.  306. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . O atestado.  297.263/29.  304. cópia. julgue os itens a seguir. é um dos níveis de descrição utilizados na Norma Brasileira de Des- crição Arquivística.   No que se refere à aplicação e às características das espécies documentais. Ponto de acesso é um código de identificação das unidades de arquivamento.118.  303. por quaisquer meios e a qualque 105 a sua reprodução. O memorando.  296. também pode ser utilizado para comunicação externa. . Na área de identificação.   Com relação às medidas preventivas adotadas para a conservação de acervos arquivísti- cos.  307.   Julgue os próximos itens à luz da Norma Internacional para Descrição de Funções. A data de acumulação é a identificação cronológica por meio da qual se indica a data em que o documento foi produzido. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. A função é entendida pela referida norma como qualquer objetivo de alto nível de uma entidade coletiva.  299.  308.  298. resulta da transcrição de um docu- mento administrativo. as unidades de acondicionamento devem ser armazenadas em mobiliário adequado.  301. ou processo. O ofício é o meio de comunicação comumente adotado na administração pública. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 295.  305.   Com base no que dispõe a norma brasileira de descrição arquivística. A atividade de entrada de documentos para guarda permanente é conhecida como trans- ferência. julgue os itens a seguir.  300. Nos acervos arquivísticos. a descrição específica de uma função é feita mediante o registro de informações a respeito de como. são encontrados os campos forma. Na área de contextualização da norma em apreço. quando e por qual instituição arquivística a descrição foi criada e mantida. O registro dos acontecimentos ocorridos durante uma assembleia denomina-se ata. à semelhança do que ocorre com a certidão. utilizado tanto em instituições públicas quanto em instituições privadas. vedada. A minuta corresponde ao registro resumido de um ato administrativo. divulgação ou distribuição.

de guarda eventual e de guarda permanente.  318. a categoria dos documentos sigilosos compreende os identificados como ultrassecretos. O procedimento a ser adotado no caso de recebimento de correspondência ostensiva é realizar a abertura dos envelopes e proceder à leitura para encaminhamento. configuram-se documentos de guarda permanente.  313. sendo a sujidade o mais danoso.   Acerca da política. julgue os itens subsequentes. divulgação ou distribuição.  322. confidenciais e reservados. cópia. a realização de pesquisas em acervos é gratuita nos casos em que o tempo demandado do arquivista não ultrapasse dez minutos.  311.048. . As publicações oficiais compõem o arquivo impresso das instituições públicas e(ou) priva- das e.  310. por um lado. Os acervos arquivísticos são constantemente atacados por diversos agentes de deteriora- ção. Conforme disposto no PLC 40/2010. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 309. os alunos e os professores. vedada. o campo que indica a destinação final dos documentos apre- senta as possibilidades de eliminação. O uso do pó de borracha é indicado para a limpeza de documentos em suporte de papel vegetal. constituem um recurso adotado pelas instituições arquivísticas para a difusão dos acervos. por quaisquer meios e a qualque 106 a sua reprodução.   Considerando as atividades de protocolização de documentos. Na tabela de temporalidade. consistem na adoção de atividades envolvendo. O ataque de brocas ao acervo ocorre na fase em que o inseto atinge a forma de larva. Os serviços educativos. Por ocasião das visitas guiadas aos arquivos.  320. como forma de ação conjunta dos arquivos e dos estabelecimentos de ensino.  316. julgue os itens a seguir. Constituem objetivos da etapa de avaliação de documentos a redução da massa documen- tal e a liberação de espaço físico. como as plantas e os desenhos de arquitetura. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . que podem ser categorizadas em permanentes.  321.263/29. por outro lado.118. observando a existência de antecedentes. e.  317. secretos. o público pode conhecer os locais de trabalho dos arquivistas e os depósitos dos documentos. incluem-se a frequência de utilização e o respeito às condições físicas dos documentos. no que se refere à gestão documental. Elevados índices de umidade relativa e de temperatura no ambiente de um acervo consti- tuem condições propícias para a infestação de cupins nesse acervo.  319. os arquivistas e os documentos do acervo. do uso e da difusão dos documentos arquivísticos. Em algumas instituições.  312. Entre os fatores determinantes para a etapa de recolhimento dos documentos.  315. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.   Julgue os próximos itens. As exposições reais. como tal.  314. temporais e itineran- tes.

da vida privada. e em respeito à inviolabilidade da intimidade. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. É dispensável considerar o contexto de criação do documento na análise tipológica de um documento de arquivo. Schellenberg. Por meio da análise tipológica. julgue os itens subsequentes.  331.  329. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  324. R. externo a ele.  333.   Com relação às políticas de acesso aos documentos de arquivo. de forma reservada. considerada um tipo documental.  325. As fotografias que apresentam qualidade técnica inferior são consideradas documento de valor imediato. O pleno acesso às informações contidas nos documentos de arquivo é limitado por razões de segurança da sociedade e do Estado.  334.  327. O grau de sigilo ultrassecreto de documentos pode ser estabelecido por servidores civis com cargo de direção nos órgãos e entidades da administração pública federal. A extinção de um sistema informatizado de gestão arquivística de documentos significa que ele deve ficar inacessível. A planta baixa pode ser considerada uma tipologia documental por se tratar de um docu- mento não diplomático informativo. Segundo T. A compreensão da composição de uma série documental é facilitada pelo emprego da tipo- logia documental na classificação de documentos de arquivo.   Julgue os próximos itens. julgue os itens que se seguem. A instrução normativa.263/29. por determinação do presidente da República.  336.  330. verifica-se se. relativos a sistemas informatizados de gestão arquivística de docu- mentos (SIGADs). cópia. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 323. A desclassificação dos documentos no grau confidencial é automática depois de transcor- rido o prazo estabelecido pela legislação em vigor. A correspondência contendo informação sigilosa deve ser encaminhada ao destinatário sem que se tenha conhecimento de seu teor.   Julgue os itens a seguir. da honra e da imagem das pessoas. a respeito da análise tipológica dos documentos de arquivo. divulgação ou distribuição. os valores de prova e de informação estão vinculados ao valor primário dos documentos.   Com relação à avaliação. na constituição do fundo de arquivo e de suas subdivisões. A classificação em um dos graus de sigilo de um grupo de documentos que forme um con- junto deve ser a mesma do documento classificado com o mais alto grau de sigilo. consiste em orientação emitida por diretor de órgão público para a execução de atos normativos. vedada. por quaisquer meios e a qualque 107 a sua reprodução.  335.  328. .048.  326. O documento considerado sigiloso somente pode ser exibido.118. dado que se trata de elemento não constitutivo do documento.  332. os conjuntos não estão sendo dispersos.

julgue os itens seguintes. proces- sado por computador. utilizando a própria estrutura de diretórios e subdiretórios.048. produzidas durante o exercício das funções de um órgão ou instituição.  342. A microfilmagem de documentos da administração pública classificados como permanen- tes é proibida pela legislação arquivística brasileira. vedada.118.  343. acerca dos requisitos e metadados dos SIGADs. Informações orgânicas registradas. Um requisito obrigatório em um SIGAD é permitir a associação de metadados às unidades de arquivamento. O conjunto de procedimentos e operações técnicas. 338. Uma das funções do SIGAD é capturar documentos ou dossiês/processos em suporte papel e a gerenciá-los de maneira diferente da dos documentos digitais. são objetos de trabalho dos arquivos e dos estudos da arquivologia.  344.  339. cópia.  340. O envio de documentos digitais é realizado por meio de mídias ou protocolos de transmis- são previstos pela instituição arquivística pública responsável pela transferência ou reco- lhimento de documentos. deve ser utilizada tabela de temporalidade específica para esse formato de documento. Os traslados e as cópias em papel de documentos somente produzem efeitos legais caso sejam autenticados pela autoridade competente detentora do filme original.  346.  SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR AQUIVOLOGIA/CESPE/2011   Com relação aos fundamentos da arquivologia e à terminologia arquivística. julgue os próximos itens.  347. consis- tindo na análise e identificação do conteúdo desse documento.  341.   Julgue os itens que se seguem.263/29. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  349. A incorporação de um documento a um SIGAD é conhecida como rastreabilidade. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. divulgação ou distribuição. Um SIGAD pode funcionar sem incorporar um plano de classificação. . julgue os itens a seguir. Na avaliação de documentos digitais. utilizado em sistemas híbridos. por quaisquer meios e a qualque 108 a sua reprodução.   No que se refere aos documentos digitais. característico dos SIGADs. O uso do correio eletrônico deve ser viabilizado pelo fluxo de trabalho de um SIGAD. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 337.  348. A microfilmagem de documentos de arquivos é recomendada nos casos em que o volume documental é elevado e o seu prazo de guarda. O processo de transferência de documentos digitais de um órgão ou entidade da administração pública à instituição arquivística pública é encerrado com a emissão do atestado de validação. longo.  345. constitui um sistema informatizado de gestão arquivística de docu- mentos.   Acerca da microfilmagem de documentos de arquivo.

que envolvem processamento. . ou seja. A terminologia arquivística brasileira. considera-se o valor intrínseco. Alguns autores consideram a guarda em arquivo corrente central como mais uma idade documental. As características dos documentos de arquivo incluem a unicidade. portanto.  357. O ciclo vital dos documentos é composto pelas seguintes fases: criação/aquisição (os docu- mentos surgem no sistema de informação organizacional ao serem criados ou recebidos). que justifica a guarda permanente de um documento em um arquivo. didáticas e de entretenimento são reunidos e organizados para servir à pesquisa científica e histórica. não está consolidada. são capazes de produzir efeitos de ordem jurí- dica na comprovação de fatos. Somente podem ser considerados documentos de arquivo aqueles que. com competência formalmente estabelecida. não a sua utilização. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  352. a qual determina que somente pode ser considerado documento de arquivo aquele que é exemplar único e ori- ginal.263/29. melhorando a qualidade técnica dos trabalhos.onsidera-se imparcial o documento em si. entretanto.  353. seja pelos próprios produtores. cópia. após a fase de geração. A terminologia arquivística. captura (os documentos são armazenados no sistema e organizados). A identificação das fases do ciclo vital baseia-se nos valores dos documentos.  354. é denominada recolhimento. e o valor permanente. julgue os itens subsequentes. o valor que um documento possui em razão de seu conteúdo e de elementos de validação.118.  351. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . ao estabelecer uniformidade nos enunciados dos conceitos. A característica denominada imparcialidade decorre do fato de que a produção dos docu- mentos é natural e reflete uma ação. A operação de entrada de um conjunto de documentos públicos em um arquivo perma- nente. uso (os documentos devem estar acessíveis) e eliminação (após cumprirem a vigência.   Acerca do ciclo vital dos documentos e da teoria das três idades. relativa a determinada função.  359. os documentos devem ser eliminados). emanados do poder público ou de entidades de direito privado. por quaisquer meios e a qualque 109 a sua reprodução. ou valor informativo. devendo. Os conjuntos documentais arquivísticos formados com finalidades científicas. torna-se instrumento para a formação dos profissionais e facilita o entendimento entre eles. vedada. difusão e uso. significa que o docu- mento é certificado pelo arquivo. divulgação ou distribuição. uma das características dos documentos de arquivo. Para tal. seja por pesqui- sadores.  360. Arquivo corrente central é um depósito no qual são reunidos documentos ainda ativos. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 350.  355.048.  356. segundo a arquivologia. educativas. Autenticidade.  358. Transferência é o conjunto de operações relativas à transmissão da informação. ser reconhecido como fidedigno e verdadeiro.

 370. recuperação e descarte de documentos e informações. Os documentos que podem afetar a segurança da sociedade e do Estado. regis- tro. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. organização e acesso a documen- tos em fase corrente. a atividade de classificação – entendida como identificação do assunto no documento. a atividade geradora do documento. cópia.   Nesse sentido.   A respeito de arranjo. entretanto. julgue os itens seguintes. visando estimular a ampliação da disponibilidade de informações arquivísticas na rede. que consideram.   No que se refere a políticas. Na esfera pública. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 361. mediante determinação do Poder Judiciário. sugerir a criação ou extin- ção de modelos. A fase de utilização refere-se às atividades de controle. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . considere que o siglema NOBRADE refere-se à Norma Brasileira de Des- crição Arquivística. Na fase de produção. legislação e normas de descrição arquivística e de acesso a documentos.  368.  369. distribuição e acompanhamento da tramitação.  364. divulgação ou distribuição.  365. classificação e tipologia de documentos.  367.  362. julgue itens de 370 a 378. entre outras atividades. a honra e a imagem de pessoas. O crescimento da Internet como espaço para transferência e uso da informação levou o Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ) a elaborar diretrizes para a construção de sítios web institucionais. são sigilosos. classificação.  371. vedada. As atividades do protocolo podem incluir recebimento de documentos. Gestão de documentos é o sistema de controle sobre a produção e manutenção de docu- mentos nas fases corrente e intermediária. formulários.118. e participar da seleção de recursos humanos para área arquivística. A teoria das três idades refere-se à sistematização do ciclo de vida dos documentos arqui- vísticos.048.263/29.  363. Todo documento sigiloso pode. julgue os itens subsequentes.   Em relação a gestão de documentos na esfera pública. Fatores ligados à preservação devem ser considerados na produção documental.  366. listagens. Por exem- plo. documentos de valor permanente devem ser produzidos em papel alcalino. por quaisquer meios e a qualque 110 a sua reprodução. ser objeto de exibição reservada. incluindo-se arquivamento. Para alguns autores. A classificação arquivística é uma sequência de operações que visa organizar os documen- tos de um arquivo ou de uma coleção segundo um plano de classificação. . Para outros. pela natureza do conteúdo ou pela técnica do registro. ou a intimidade. localização do assunto no código de classificação e anotação do código no documento para posterior recuperação – somente pode ser realizada por arquivistas. por meio de registros. o tipo documental é uma divisão da espécie determinada por carac- terísticas da fórmula diplomática. índices e planos de arquivamento. além da espécie. o tipo é a ampliação da análise diplomática em direção ao contexto arquivístico. o arquivista pode. propor consolidação de atos normativos. cópias ou vias desnecessárias.

descrição do geral para o particular e que busca representar o contexto e a estrutura de organização do fundo. que deem acesso a documentos sob sua custódia. procedimento operacional. O fundamento para o desenvolvimento da função classificação é o princípio da proveni- ência. a NOBRADE tem por objetivo unifor- mizar os formatos de entrada e saída de dados em sistemas de descrição e padronizar o formato final dos instrumentos de pesquisa produzidos no Brasil. julgue os itens a seguir. Os níveis de classificação de um plano ou código de classificação são as várias divisões feitas no conjunto documental. deve ser feita utilizando- -se a norma ISAAR (CPF). nacional ou local. Para garantir a segurança nacional.  377. transação. Os registros de autoridade fornecem descrições de entidades ou pessoas relacionadas à produção e manutenção de arquivos.  379. privilegiando informações relevantes para cada nível e explicitando as relações hierárquicas entre eles.  375. ou seja.118.048.  373. A descrição de instituições arquivísticas e de outras entidades responsáveis pela manuten- ção de arquivos.  374. pessoas e famílias. subclasses e grupos são exemplos de níveis de clas- sificação.   Acerca de planos e códigos de classificação.  382. tarefa.  383. divulgação ou distribuição. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. A NOBRADE estabelece diretivas compatíveis com as normas internacionais em vigor e destina-se à descrição de documentos em fase permanente. por quaisquer meios e a qualque 111 a sua reprodução. atividade. tais como subfunção. os estrangeiros.  376. O código de classificação é construído a partir da estrutura organizacional do órgão ou empresa em que ele vai ser aplicado. não se adequando ao uso na fase corrente. A aplicação de um princípio de classificação ou de divisão gera as unidades de classifica- ção. não podem receber diretamente dos órgãos públicos brasileiros informações ou documentos de seu interesse particular. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .lasses. que são os agrupamentos formados a partir do princípio de classificação ou de divisão aplicado. vedada. sendo uma reprodução do organograma desse órgão ou dessa empresa. ou outro termo de uso internacional. .263/29. fornece as diretivas para a descrição de funções e suas subdivisões.  380. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 372.  378. O código de classificação do CONARQ reserva uma das dez classes para classificar os documentos acumulados pelas atividades-fim dos órgãos públicos. cópia. A ISAAR (CPF) é a norma internacional de registro de autoridade arquivística para enti- dades coletivas. As outras nove classes são reservadas às atividades-meio. A NOBRADE adota a descrição multinível.  381. mesmo os residentes no Brasil. A Norma Internacional para Descrição de Funções (ISDF). Visando facilitar o intercâmbio de informações.

 388. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos  Em relação ao instrumento de avaliação denominado tabela de temporalidade. os códigos de classificação e as tabelas de temporalidade que são aplicados nos documentos de arquivo em suportes con- vencionais não devem ser aplicados nos documentos arquivísticos eletrônicos. Os prazos prescricionais e precaucionais aparecem.  391.  392.  386. relativos a preservação. julgue os próximos itens.048. O método alfanumérico é um método do sistema direto. característico do sistema de gestão arquivística de documentos e processado por computador.  393. em uma tabela de temporalidade. O gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos exige novas formas de classifica- ção e avaliação dos documentos de arquivo. ainda. geográfico. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. nas organizações. conservação e restauração de documentos. no campo referente à destinação final dos documentos. compreen- der um software particular ou determinado número de softwares integrados. e que pode. que permite a busca ao documento diretamente no local onde este se encontra guardado.  394. vedada. julgue os itens subsequentes. isto é.118. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  385. Da mesma forma que.  395. Para favorecer a conservação. há documentos em suportes tradicionais que não são documentos de arquivo. Sendo assim. divulgação ou distribuição.  390. . numérico e ideográfico.263/29.  387. é o que se entende por Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos.  389. O ano é a unidade de tempo utilizada na tabela de temporalidade de documentos de arquivo do CONARQ. Os métodos básicos de arquivamento são alfabético. na espécie documental. O conjunto de procedimentos e operações técnicas. Os documentos arquivísticos digitais a serem transferidos ou recolhidos às instituições arquivísticas públicas devem ser identificados e classificados no momento que chegarem a essas instituições arquivísticas. na tabela de temporalidade. são precedidos das unidades de classificação. deve-se guardar os documentos em estantes com parafusos e bordas de aço e que fiquem menos de 15 cm acima do chão. cópia. Os prazos de guarda.   Acerca do gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos. julgue os itens seguintes. por quaisquer meios e a qualque 112 a sua reprodução. O método ideográfico ou por assunto é frequentemente confundido com um método que se baseia no tipo físico do documento.   Julgue os itens a seguir. também há documentos eletrônicos que não pertencem aos arquivos. O órgão que fizer a transferência do documento arquivístico digital deve emitir uma decla- ração de autenticidade do documento.   No que concerne a sistemas e métodos de arquivamento.  384.

julgue os itens que se seguem. A principal causa dos danos que ocorrem nos materiais de um acervo documental é o manuseio indevido. A constituição das colas e das tintas utilizadas nos documentos contribui para conservá-los por mais tempo. O Sistema Nacional de Arquivos tem como finalidade implementar a política nacional de arquivos públicos e privados.  404. julgue os itens subsecutivos.  406. julgue os itens a seguir. quando forem transferidos ou recolhidos às instituições arquivísticas públicas. tanto por usuários quanto por funcionários. Pode-se eliminar documentos arquivísticos submetidos a processos de digitalização mesmo que a eliminação não esteja prevista na tabela de temporalidade de documentos. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 396.   Acerca de diplomática e tipologia documental. divulgação ou distribuição.  405.048.118. Os órgãos do Poder Judiciário integram o Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo na qualidade de órgãos setoriais. por quaisquer meios e a qualque 113 a sua reprodução.  403. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. É de competência do CONARQ estimular a implantação de sistemas de arquivos no Poder Judiciário da União. cópia. Os documentos arquivísticos digitalizados.  398. de forma a favorecer o acesso a esse conjunto. . O documento diplomático é definido como o registro legitimado do ato administrativo ou jurídico.  402. por sua vez. vedada. é consequência do fato administrativo ou jurídico. A análise diplomática parte do conjunto homogêneo de atos que está expresso em um con- junto homogêneo de documentos. O processo de microfilmagem de documentos arquivísticos deve adotar símbolos ISO nas sinaléticas.   Com base na legislação arquivística federal. dos estados e do Distrito Federal. A tipologia documental ocupa-se da estrutura formal dos atos escritos de origem governa- mental ou notarial. A classificação de sigilo de um grupo de documentos que formem um conjunto deve ser a mesma atribuída ao documento classificado com o mais baixo grau de sigilo.   A respeito de digitalização e microfilmagem aplicada aos arquivos. devem estar criptografados.  397. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  407.  399.  400.  401.263/29.  408. o qual. Os papéis modernos possuem níveis elevados de acidez. que os tornam frágeis em termos de conservação. Tirar a sujeira superficial com uma borracha macia ou borracha fina em pó é uma forma adequada de higienizar documentos em papel.

de um conjunto de dados que precisa ser transformado em infor- mações relevantes.118. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. De acordo com o princípio do respeito à ordem original. A proveniência territorial deu origem ao princípio da territorialidade. a exclusividade e a inter-relação são elementos que aproximam os documentos de arquivo de todos os outros tipos de documentos.  418. Competem aos arquivos do Poder Judiciário Federal a gestão e a preservação dos docu- mentos produzidos e recebidos em razão do exercício das funções desse poder.  413. a tradição americana. A política pública de arquivo é matricial. integrou em uma única definição esses dois importantes momentos do arquivo. divulgação ou distribuição. ser recolhida ao Arquivo Nacional. Em outras palavras. sempre que isso for indispensável à defesa de direito próprio ou esclarecimento de situação pessoal da parte. O princípio temático corresponde ao princípio segundo o qual todo procedimento ou trata- mento empreendido em arquivo pode ser revertido.  417. A produção de documentos de arquivo não tem por finalidade o registro da história da ins- tituição. fundamentalmente. os documentos devem ser reclas- sificados com base no assunto.263/29. em Brasília. desconsiderando-se a sua proveniência.  414. vedada. entre as quais se inclui a informação aos cidadãos. . Para a definição de arquivo.048. cópia. A formulação de políticas públicas parte. difundida por Schel- lenberg. algumas tradições arquivísticas consideram a clivagem entre os documentos (records) e os arquivos (archives). determinar a exibição reservada de qual- quer documento sigiloso. A documentação de valor permanente acumulada por tribunal regional eleitoral deve. Dois tipos de objetivos podem ser alcançados por meio das políticas públicas de arquivo: os relativos às necessidades da administração e os concernentes à preocupação com o patrimônio documental. a fim de propiciar a execução dessas políticas. mas o atendimento das suas necessidades administrativas. caso se trate de órgão público.  415. tramitados em juízo e oriundos de cartórios e secretarias. A gênese. ciência ou habitação sofrem os impactos das polí- ticas arquivísticas adotadas pelas organizações governamentais dessas respectivas áreas. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . as políticas públicas nas áreas de saúde. julgue os itens a seguir. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos TRE/ESPÍRITO SANTO ARQUIVOLOGIA/CESPE/2011   Acerca dos conceitos e princípios arquivísticos.  416. pois o sucesso obtido em sua implementação garante as informações necessárias à formulação de outras políticas públicas.  409. caso seja necessário. de acordo com a legislação em vigor.  411.  410. O Poder Judiciário pode. julgue os itens que se seguem. por quaisquer meios e a qualque 114 a sua reprodução.   Com relação às políticas públicas de arquivo e à legislação arquivística. em qualquer instância. segundo o qual os arquivos devem ser conservados em serviços de arquivo do território onde foram produ- zidos.  412.

  Acerca das normas nacionais e internacionais de arquivo. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 419.  432. legal.  427. São três as fases de um programa de gestão de documentos: implantação. O diagnóstico da situação arquivística constitui ação a ser implementada por um sistema arquivístico.  421. decisões e ações — produzidas pelo Estado e inseridas nas agendas governamentais em nome do interesse social — que contemplam os aspectos administrativo.  420.  426. A rede de arquivos constitui um modelo de agrupamento de arquivos que respeita a auto- nomia de seus componentes.  430. Por meio do ciclo de vida de um documento. pelo sistema integral de gestão de documentos. Os registros de autoridade arquivística podem ser usados para a descrição de entidade coletiva. cultural e tecnoló- gico relativos à produção. As descrições de funções são utilizadas na descrição de funções como unidades em um sistema de descrição arquivístico e no controle da criação e do uso de pontos de acesso em descrições arquivísticas. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  429. julgue os itens a seguir.118. cópia. dispensa a relação entre descrições. O programa de gestão de documentos deve garantir a qualidade de reversibilidade do documento arquivístico. A elaboração da política nacional de arquivo compete ao Sistema Nacional de Arquivo. julgue os próximos itens. é possível o acompanhamento. devendo. . A descrição de produtores de documentos é uma atividade acessória dos arquivistas. diferentemente da norma internacional.  423. científico. ao uso e à preservação da informação arquivística de natureza pública e privada. Os arquivos do Poder Judiciário estadual integram o Sistema Nacional de Arquivos. no entanto. por quaisquer meios e a qualque 115 a sua reprodução. Os componentes estruturais de um sistema arquivístico institucional são os arquivos cor- rente e central. ser mantida em sistemas automáticos ou manuais. Considera-se política pública de arquivo o conjunto de premissas.  428. de tudo o que sucede aos documentos de uma  organização. julgue os itens subsecutivos.   Considerando os sistemas e as redes de arquivo. com atribuições de arquivo intermediário e permanente. vedada.048.   No que se refere à gestão de documentos.  424.  431.263/29. É pressuposto básico da Norma Brasileira de Descrição Arquivística o respeito às três idades documentais. pessoa ou família como unidades dentro de um sistema de descrição arquivístico. armazenamento e eliminação. divulgação ou distribuição. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. A Norma Brasileira de Descrição Arquivística.  425.  422.

 437.  435. A finalidade do diagnóstico da situação arquivística do tipo minimalista é subsidiar a ela- boração de política arquivística para os arquivos da justiça eleitoral brasileira.   Com relação ao protocolo.  445. denomina-se tramitação.  443. A correspondência particular recebida nos serviços de protocolo deve ser aberta. É comum encontrar os arquivos brasileiros ainda organizados com base no ato de recebi- mento e expedição dos documentos. por quaisquer meios e a qualque 116 a sua reprodução. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  441.263/29.118.  447. O conceito de ciclo de vida.   Acerca da realidade arquivística brasileira e do diagnóstico da situação arquivística. julgue os itens que se seguem.  444. o controle da gestão e a especialização do profissional por ela responsável são os pilares da gestão de documentos. regis- trada e distribuída ao destinatário. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . vedada. divulgação ou distribuição. O diagnóstico da situação arquivística do tipo maximalista é o indicado para ser aplicado no Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo. A gestão de documentos ainda não é legalmente reconhecida no Brasil.  439. julgue os itens a seguir. Não são todos os documentos arquivísticos que precisam ser registrados no protocolo. bem como alternativas para solucioná-los. O diagnóstico da situação arquivística possibilita formular hipóteses a respeito da origem dos problemas levantados. A abertura e a autuação de processos podem ser realizadas por qualquer setor de trabalho de uma organização.  446.  440. Distribuição é o envio do documento do setor de protocolo para o primeiro destinatário do documento. A entrada de documentos é um dos momentos mais importantes de todo o processo de tratamento documental. cópia. os programas de ação continuada. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 433. o registro é obrigatório apenas para os documentos que tramitarão por mais de um setor. As ações do programa de gestão de documentos voltam-se para o momento em que os documentos apresentam valor primário. O registro de documentos arquivísticos no protocolo consiste na vinculação de metadados ao documento que tramitará na organização.  442.  436.  438.  434. a ser usada no caso dos documentos em suporte papel é o metro linear. A situação arquivística brasileira passou por grande mudança positiva com a implantação das três idades documentais em todas as organizações públicas brasileiras. desde a sua produção ou recepção até o cumprimento de sua função administrativa. A unidade de medida que deve ser utilizada para a quantificação do acervo. . O curso de um documento.048.

 459. julgue os itens subsequentes.263/29. com acesso restrito. O acesso a documentos mantidos no arquivo intermediário é restrito aos acumuladores ou aos que tenham autorização concedida por quem produziu ou recebeu o documento.048.  450. visto que não é possível avaliar nem descrever os documentos sem antes agrupá-los por semelhanças e separá-los por diferenças. em estantes. é considerada em seu conjunto orgânico. o valor primário divide-se em valor probatório e valor informativo.  451. A classificação é uma função matricial de todo o trabalho arquivístico. ao passo que. registrados nos sistemas de controle e. mas constitui item obrigatório da análise diplomática.  460.  454.  462.  458. divulgação ou distribuição.  455. O princípio da ordem original serve de base à avaliação de documentos arquivísticos. e em ambientes bem ventilados.   Acerca das políticas de acesso a documentos de arquivo. em seguida. na diplomática. especialmente à de documentos produzidos pelo Poder Judiciário.  452. permanecer indefinidamente fechados. A disposição de documentos dentro de uma unidade de classificação é conhecida como ordenação.  449. ou seja. No processo avaliativo. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . vedada. julgue os itens que se seguem. cópia.  457. julgue os próximos itens. Transferência é a passagem de documento do arquivo intermediário para o permanente por meio de instrumento de transferência de custódia. Na análise tipológica. A tipologia documental é a junção da espécie documental à função que deu origem ao documento.   Com relação à análise tipológica de documentos de arquivo.  448. O princípio da cumulatividade é um dos princípios fundamentais que rege a organização dos arquivos e serve de base à análise tipológica dos documentos arquivísticos. por quaisquer meios e a qualque 117 a sua reprodução.  453. O acesso a documentos mantidos nos arquivos correntes é aberto a todos os que necessitam das informações contidas nesses documentos. O prazo de guarda do tipo documental no arquivo corrente e no intermediário não precisa constar na análise tipológica.118. de acordo com a legislação vigente. . a espécie documental é considerada isoladamente.  461. distribuídos aos destinatários. Os documentos devem ser guardados na posição vertical. Os documentos considerados sigilosos devem ser abertos no protocolo. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos  A respeito das funções arquivísticas.  456. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. A efetivação da análise tipológica a partir da arquivística demanda conhecimento prévio da estrutura orgânico-funcional da entidade acumuladora. Os documentos considerados ultrassecretos podem.

Documento arquivístico digital consiste em documento digital reconhecido e tratado como documento arquivístico. a hora e as ações realizadas. informando quem operou. permitem identificar os organismos produtores de a. artístico e cultural.  465. entre outros dispositivos relevantes para a área arqui- vística. dispor de chefe responsável e com poder decisório em seu nível hierárquico tais são as condições que. De acordo com a legislação em vigor. é competência comum da União. visto que tais informações são recuperadas por meio de outros sistemas. segundo Michel Duchein. do Distrito Federal e dos municípios pro- teger os documentos.  466. será conce- dido por meio de habeas corpus. por quaisquer meios e a qualque 118 a sua reprodução.   TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO ESPECIALIDADE ARQUIVOLOGIA/FCC/2011  469. que a. c. o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante. grupos e subgrupos nos níveis do plano de classificação de acordo com o método de codi- ficação adotado. constantes de regis- tros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público.  468. . cópia. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . dos estados. haja vista que possibilita acesso mais rápido à informação. contudo não se prevê que esse sistema garanta a criação de classes. patrimônio arquivístico. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. A microfilmagem é preferível à digitalização de documentos.  463. acervos.118. Um SIGAD pode conter ou ser compatível com o plano de classificação do órgão ou enti- dade. subclasses. legitimadas por um texto dotado de valor legal. julgue os itens a seguir. Os metadados relativos à data de abertura e à de encerramento de um dossiê ou processo não precisam ser registrados em um SIGAD. divulgação ou distribuição. vedada. o original do documento permanente microfilmado não pode ser eliminado. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos  Com relação aos sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD) e à microfilmagem de documentos.  467.  470. as obras e outros bens de valor histórico. e. d.263/29. documentação. resultantes de ato preciso e datado. coleções. A Constituição de 1988 determina. b. b. fundos. ter posição definida na hierarquia administrativa.  464.048. a data. Assumir denominação e existência jurídica próprias. possuir atribuições específicas e estáveis. A trilha de auditoria deve registrar o movimento e o uso dos documentos arquivísticos dentro de um sistema informatizado de gestão arquivística de documentos.

folha e papel constituem. como representantes da vontade do povo. Ana Maria Camargo refere-se ao atributo da a. GIF. advogados e peritos. d.118. delega aos usuários a responsabilidade pelo sigilo de sua assinatura digital. cópia. PDF e EPS. o desentranhamento. d. imparcialidade. e. d. técnica de registro.  475. que trata da informatização do processo judicial. gênero. espécie. salvo quando a tais direitos se sobrepõem a liberdade de imprensa e a pesquisa científica. respectivamente. d. o desarquivamento. por solici- tação de ofício ou das partes. . gênero. técnica de registro. e. do Tribunal Superior do Trabalho. tipo. cabe com exclusividade aos vereadores. a honra e a imagem das pessoas. gênero. forma e formato. b. respectivamente. exemplos de a. a vida privada. suporte e forma. a passagem de documentos para o arquivo a. a obtenção de certidões em repartições públicas. alvará de soltura. ao seu potencial como fonte para a história”. forma. proveniência. c. por quaisquer meios e a qualque 119 a sua reprodução. intermediário e o arquivo permanente.  471. o Sistema Integrado de Protocolização e Fluxo de Documentos Eletrônicos (e-DOC) a. permite o envio de petições destinadas ao Supremo Tribunal Federal. Contrato. caducidade. tipo. suporte e espécie. isto é. equivalência. organicidade. gênero. configura a. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. formato. central e o arquivo intermediário.  473. Pela Instrução Normativa no 30/2007. e. A operação que consiste na retirada de peça ou documento do corpo dos autos. tipo e suporte. rascunho. será feita mediante o pagamento de taxas. corrente e o arquivo intermediário. c.  474. espécie. d. para defesa de direitos e esclareci- mento de ituações de interesse pessoal. e. TIF. tipo.048. b. e. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . deputados e senadores. suporte. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos c. corrente e o arquivo central. d. forma. o direito de petição aos poderes públicos. b. c. formato e suporte. c. Transferência e recolhimento são termos que designam. vedada. divulgação ou distribuição. b.263/29. a transferência. Ao afirmar que “um dos traços distintivos dos arquivos é o fato de serem alheios ao uso secundário que deles se pode fazer. são invioláveis a intimidade.  472. o recolhimento. permanente e o arquivo central. implica o fracionamento da petição em blocos de até três páginas. b. suporta operações com arquivos JPG. c. é serviço de uso obrigatório para as partes.

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e. a distribuição.
476. Dentre os documentos gerados pelo processo seletivo de juízes substitutos, a tabela de tem-
poralidade do Tribunal Regional do Trabalho da 1a Região considera de guarda permanente
a. as fichas de inscrição de candidatos.
b. os editais dos concursos.
c. as planilhas de avaliação oral.
d. os cronogramas das provas.
e. os planos de trabalho.

477. A qualidade pela qual um documento serve à gestão das atividades orçamentárias, tributá-
rias e contábeis de uma instituição é conhecida como valor
a. fiscal.
b. legal.
c. jurídico.
d. econômico.
e. administrativo.

478. A seleção de documentos representativos do conjunto a que pertencem pode ser efetuada
por meio da técnica de
a. encapsulação.
b. reintegração.
c. cópia fotostática.
d. foxing.
e. amostragem.

479. O Sistema de Gestão (SIG) do TRT/RJ, entendido como o conjunto de elementos relacio-
nados que têm por fim organizar a gestão de suas unidades organizacionais mediante o
estabelecimento e a implementação de políticas, estratégias, objetivos e indicadores de
desempenho, estabelece as modalidades de acesso aos documentos e define como irrestrito
aquele em que os registros são
a. acessados por qualquer servidor.
b. divulgados na Internet.
c. vistos apenas pelos gestores das unidades organizacionais.
d. liberados a pessoas especialmente credenciadas.
e. publicados no Diário Oficial.

480. A justaposição de determinada espécie documental ao adjetivo ou à locução adjetiva capaz
de exprimir sua funcionalidade permite, no âmbito dos arquivos, identificar
a. o gênero.
b. o tipo.
c. a forma.
d. o formato.
e. a técnica de registro.

481. Decreto de criação, estatuto e regimento são considerados, pela arquivista canadense
Louise Gagnon-Arguin, documentos
a. de direção.
b. de reunião.
c. constitutivos.

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d. administrativos.
e. executivos.
482. Nas fotografias analógicas, a relação entre negativo e positivo é similar àquela que, no caso
de documentos de outros gêneros,
 se dá entre
a. verdadeiro e falso.
b. original e cópia.
c. ostensivo e sigiloso.
d. heterógrafo e hológrafo.
e. autógrafo e apócrifo.

483. Os documentos audiovisuais, iconográficos e sonoros são frequentemente identificados a
partir de critérios distintos daqueles que se aplicam aos do gênero textual, obedientes a
fórmulas de longa tradição no mundo das relações jurídicas de uma dada sociedade. Gra-
vação, cassete e filme, por exemplo, são modos comuns de nomear certos documentos,
omitindo sua espécie em favor, respectivamente,
a. do invólucro, da técnica de registro e do formato.
b. da extensão, do formato e do tipo.
c. da técnica de registro, do invólucro e do suporte.
d. do formato, da forma e do invólucro.

484. O princípio da “santidade” da ordem original é bastante polêmico entre os profissionais da
área, sobretudo quando seu entendimento é associado apenas à disposição física dos docu-
mentos no arquivo corrente. À luz dos estudos da diplomática contemporânea, no entanto,
a tendência é
a. agrupá-los em função de seu conteúdo informacional.
b. utilizar, em seu arranjo no arquivo permanente, a estrita ordem cronológica.
c. observar o fluxo natural e orgânico com que foram produzidos.
d. separar os documentos de acordo com o grau de sua força probatória.
e. dividir o fundo por espécies documentais, independentemente das funções
que cumpriram.

485. A correspondência entre diferentes notações dos mesmos documentos é feita por meio
a. do quadro de arranjo.
b. do termo de eliminação.
c. da relação de comparação.
d. da tabela de equivalência.
e. do registro de autoridade.

486. Dentre as atividades que antecedem imediatamente o arranjo de um fundo que acaba de
ingressar no arquivo permanente, Heloísa Bellotto destaca
a. o levantamento da evolução institucional da entidade produtora dos documentos.
b. a reunião das comissões de avaliação, para estabelecer a temporalidade dos documentos.
c. a indexação do conteúdo dos seus documentos mais antigos.
d. a digitalização dos documentos em pior estado de conservação, garantindo seu acesso.
e. a microfilmagem de suas principais séries documentais, para fins de preservação.

487. Nos arquivos permanentes, os catálogos tomam por unidade de descrição
a. o acervo.
b. o fundo.
c. a série.

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d. o assunto.
e. o documento.
488. O instrumento de controle que indica o lugar exato ocupado pelas unidades de arquiva-
mento, na ordem de numeração dos depósitos, salas, estantes, prateleiras e gavetas, qua-
lifica-se como
a. topográfico.
b. apontador.
c. referencial.
d. remissivo.
e. geográfico.

489. A inexistência de consenso quanto à denominação dos instrumentos de pesquisa tem
levado os profissionais brasileiros a considerarem equivalentes
a. inventários sumários e guias.
b. guias e catálogos.
c. repertórios e inventários.
d. catálogos e índices.
e. inventários analíticos e catálogos.

490. Numa instituição arquivística, compete ao serviço educativo
a. treinar os funcionários, oferecendo-lhes atualização contínua.
b. orientar o usuário externo quanto ao manuseio adequado dos documentos.
c. elaborar instrumentos de pesquisa e promover sua publicação.
d. divulgar o acervo e apresentá-lo a público não especializado.
e. prestar apoio reprográfico a usuários internos e externos.

491. Na implantação de um sistema eletrônico de gestão arquivística de documentos, reco-
menda o Conselho Nacional de Arquivos a adoção de requisitos não funcionais, como
a. o registro e a captura.
b. o uso de padrões abertos.
c. o acesso e a segurança.
d. a avaliação e a destinação.
e. a classificação.

492. O fato de a Justiça do Trabalho ter sido, na origem, instituição do Poder Executivo (pois
só passou a integrar o Poder Judiciário pela Constituição de 1946) sinaliza, para os profis-
sionais encarregados de identificar os documentos acumulados no exercício de suas com-
petências, um problema de
a. direito de preempção.
b. imprescritibilidade.
c. jurisdição arquivística.
d. confidencialidade.
e. classificação de segurança.

493. Considere as disposições abaixo.
I – O Cadastro Nacional de Entidades Custodiadoras de Acervos Arquivísticos visa per-
mitir o acesso às informações sobre a missão institucional dessas entidades, seu acervo
e contatos.

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II – A NOBRADE estabelece, no Brasil, diretivas para a descrição de documentos arquivís-
ticos, compatíveis com as normas internacionais.
III – O e-ARQ Brasil tem por objetivo orientar a implantação da gestão arquivística de do-
cumentos, fornecer especificações técnicas e funcionais, bem como metadados para
orientar a aquisição e/ou o desenvolvimento de sistemas informatizados, independentes
da plataforma tecnológica em que forem desenvolvidos e/ou implantados.

 Está correto o que se afirma em
a. I, apenas.
b. I e II, apenas.
c. I e III, apenas.
d. II e III, apenas.
e. I, II e III.

494. De acordo com a Lei n. 11.111, de 5 de maio de 2005,
a. os documentos públicos que contenham informações cujo sigilo seja imprescindível
à segurança da sociedade e do Estado poderão ser classificados por 20 (vinte) anos,
no máximo.
b. o Poder Executivo instituirá, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República,
Comissão de Averiguação e Análise de Informações Sigilosas, com a finalidade de
decidir sobre a aplicação de tabelas de temporalidade aos documentos do Poder Legis-
lativo e do Poder Judiciário.
c. nenhuma pessoa poderá solicitar à Comissão de Averiguação e Análise de Infor-
mações Sigilosas a revisão de suas decisões, exceção feita aos representantes das
Forças Armadas.
d. o acesso aos documentos públicos de interesse particular ou de interesse coletivo ou
geral será ressalvado exclusivamente nas hipóteses em que o sigilo seja ou permaneça
imprescindível à segurança da sociedade e do Estado.
e. os documentos públicos que contenham informações relacionadas à intimidade, vida
privada, honra e imagem de pessoas só poderão ser consultados mediante autorização
do presidente da República.

495. A fim de oferecer informações técnicas importantes sobre a microforma, inserem-se nos
filmes as chamadas
a. advertências.
b. etiquetas.
c. sinaléticas.
d. jaquetas.
e. fichas.

496. O MoReq-Jus (Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão de Proces-
sos e Documentos do Judiciário Brasileiro), aprovado pelo Conselho da Justiça Federal em
2008, estabelece: “O documento institucional deve ter garantida a hora legal do momento
de sua produção, alteração e registros dos eventos de sua tramitação. O programa de gestão
documental deve possuir um mecanismo de protocolo para os documentos. No caso do
documento digital, deverá ser prevista a utilização de uma Autoridade de Tempo com data
e hora sincronizada com o Observatório Nacional e periódica auditagem pelo mesmo, con-
forme legislação vigente.” Trata-se do atributo da
a. organicidade.

deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira - 048.118.263/29, vedada, por quaisquer meios e a qualque
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a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.

divulgação ou distribuição. b. é cópia a.  498.118. os documentos eletrônicos mudam periodicamente para novos suportes. vedada. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. cópia. fragmentação mecânica. e. o sistema operacional empregado no arquivo é objeto de nova licitação. c. aparece a seguinte definição: “Cópia autoritária. c. supõe o compartilhamento das chaves e facilita o processo de autenticação. impositiva. com tradução e revisão do Arquivo Nacional e da Câmara dos Deputados −. periodicidade. c.  499. A mais adequada tradução para a expressão authoritative copy. d. e. imersão em líquido. b. Nas recentes publicações do Projeto InterPARES no Brasil sobre a preservação de docu- mentos arquivísticos digitais −Diretrizes do preservador e Diretrizes do produtor. c. propicia rapidez no cálculo das operações. b. d.048. d.263/29. conta com um par de chaves. uma para fechar e outra para abrir o arquivo. d. autorizada. Nos sistemas de gestão de documentos eletrônicos. laminação. sucção. d. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos b. os papéis parcialmente destruídos por xilófagos são “obturados”. e. autenticidade. . os equipamentos utilizados na gestão de documentos são ventilados. corresponde ao histórico de todas as intervenções ou tentativas de intervenção feitas no arquivo. Entende-se por refreshing a técnica pela qual a. b. e. o ambiente dos depósitos de documentos é mantido sob a mesma temperatura. é especialmente indicada quando um mesmo agente (usuário ou sistema) cripta e decripta a informação. a criptografia assimétrica a. A maceração corresponde à eliminação de documentos por a. repressiva. deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  500. embora torne o sistema mais vulnerável. combustão. tempestividade. e. c. ditatorial. utilizada na versão original do documento. autoral.  497. confiabilidade. por quaisquer meios e a qualque 124 a sua reprodução. Manifestação de um documento arquivístico considerada pelo produtor como sendo o seu documento arquivístico oficial e que está comumente sujeita a controles de procedimentos que não são exigidos para outras manifestações”.

 C 22.  D 6.  C 27.  E 15.  E 19.118.  A 30. vedada. por quaisquer meios e a qualque 125 a sua reprodução. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos GABARITO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE HABITAÇÃO INSTITUTO DE TERRAS E CARTOGRAFIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – ITERJ ARQUIVOLOGISTA/CEPERJ/2012 1.  C 14.  D 29. D 2.  A 12.  A 23. divulgação ou distribuição.  A 26.  A 18.  B 13.048.  E 7.  A deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.263/29. A 3.  C 17. cópia.  D 20.  A 16.  B 28.  C 32.  C 11.  A 4.  B 24.  E 25.  B 5.  C 8. .  D 21.  E 10.  A 9.  E TRT 10ª REGIÃO ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO ESPECIALIDADE ARQUIVOLOGIA ARQUIVOLOGIA/FCC/2012 31.

 B 64. .  A 58.  D 72.  C 52.  E 60.  C 65.  A 39.  B 73.  E 63.  D 35. D 49.  E 70.  A 67.  D 57.  D 66.  B 48. por quaisquer meios e a qualque 126 a sua reprodução.263/29.  D 46.  B 37.  D 40.  D deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  C 44.  C 68.  D 53.  C 71.048. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 33.  B 76.  D 38. cópia.  A 51.  A 56.  E 45.  D 62.118.  C 61.  C 42.  E 41.  A 74.  B 43. divulgação ou distribuição. vedada.  B 54.  A 47. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  C TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 11ª REGIÃO ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO ESPECIALIDADE ARQUIVOLOGIA – FCC/2012 69.  E 75.  B 59.  E 55.  E 36.  C 50.  A 34.

 C 86.  B 96.  D 117.  C 78.  B 104.  B 80. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 77.  D 113. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  E 89.  A 87.  D 110.  D TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL-TSE ANALISTA JUDICIÁRIO/ARQUIVOLOGIA/CONSULPLAN/2012 100.  B 107.263/29.  E 82.  E 97. vedada.  C 115.  B 105.  B 85.  C 92.  B 106.  A 90.  B 118.  A 79.118.  C 95. por quaisquer meios e a qualque 127 a sua reprodução.  A 103. cópia.  C 81.  D 109.  A 83.  D 88.  C 121.  C 111.  D 112.  C 120. divulgação ou distribuição. .  A 119.  E 84.  C 98.  B 114.  C 101.  D 102.  D 99.  B 91.  B 94.  C deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  D 108.048.  C 116.  D 93.

 A 154.  B 128.  B 153.  D 136.  B 145.  C 163.  E 158.  B 147. cópia.  C 148.  E 155.  B 162. divulgação ou distribuição.  E 164.  A 141.  D 160.  B TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO ESPECIALIDADE ARQUIVOLOGIA – FCC/2012 149.  C 152. por quaisquer meios e a qualque 128 a sua reprodução.  C 129.  A 157.  B 137.  C 140.  D 124. .  A 146.  C 130.  D 143.  D 133.  B 139. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  C 123.  A 165.118.  A 144.  D 127.  A 138.  B 126.263/29.  D 135.  B 125.  E 161.  B 150.048.  D 151.  D 142.  D 131.  C 134.  D deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  A 132.  A 159. vedada.  C 156. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 122.

 C 186.  D 168.  A 188.  B 194.  B 187.  D 205.  D 195.  D 199.  C 180.  C 206.  B 174.  A 182. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 166.  C 203.  E 201.  D 175.  A deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  D 177.118. divulgação ou distribuição. vedada.  E 200.  E 167. cópia.  D 208.  A 204.  A 185. por quaisquer meios e a qualque 129 a sua reprodução.  C CENTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA ELETRÔNICA AVANÇADA S.  D 192.  C 191. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  E 184.263/29.  A 198.  D 181.  C 179.  E 190.  A 193.048.A.  A 172. ARQUIVOLOGIA/FUNRIO/2012 189.   E 171.  B 183.  C 173.  E 176.  E 207. .  D 170.  B 169.  C 197.  A 196.  B 178.  B 202.

 C 238.  C 236.  E 241.  E 212.  D 237.  C 254.  C 242.  C 226.  E 253.  C 252.  C 232.  C 213.  C 229.048.  C 221.  E 245.  E 248. cópia.  C 246.  E 220.  C 250.  C 224.  C 223.  E 219.  D 228.  D 234.  E 222.  C 218. por quaisquer meios e a qualque 130 a sua reprodução.  C 230. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  E deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . divulgação ou distribuição.  E 240.  C 244. .118.  E 214. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos ANALISTA DE CORREIROS ARQUIVOLOGIA/CESPE/2012 209.  C 233.  E 243.  C 247.  C 239.  E 216.  D 235.  D 227.  C 249.  C 217.  C 215.263/29.  D 225.  C 211.  E 251.  E 210.  C 231. vedada.

por quaisquer meios e a qualque 131 a sua reprodução.  C 287.  C 295.048.  C 277.  E 260.  E 262.  C 285.  C 293.  C 290.  E 264.  E 284.  C deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  E 278.  E 289.  C 261.  E 294.  E 266. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 255.263/29.  C 269.  C 263.  C 257.  E EMPRESA BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO ARQUIVOLOGIA/CESPE/2011 279.  E 299.  E 267.  E 276.  E 297.  E 296.  C 265.  E 274.  C 282.  C 273. . sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. divulgação ou distribuição.  C 256.  C 298.  C 280.  E 270.  C 291.  C 271.  E 283.  C 268.  E 286.  E 288. vedada.  E 272.  C 258.  C 275.  C 281.118.  C 259.  E 292. cópia.

 C 318.  C 310.  E 338.  C 335.  E 337.  E 344.  C 321.  C 319.  C deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  C 343.  C 342.  C 326.  C 327.  E 307.  E 302. vedada.  C 331.  C 315.  C 330.  E 347.  C 303. por quaisquer meios e a qualque 132 a sua reprodução.  C 323.  E 336.  E 340.  C 339.  E 329. cópia.  E 346.  E 309.  C 313. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  E 314. C 305.  E 306.  E 328.263/29.  E 304.  C 317. divulgação ou distribuição. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 300.  E 322.  E 325.  C 311.  E 334.  C 332. .  E 345.  C 333.048.  C 324.  C 341.  C 320.  C 308.  C 312.  C 348.118.  C 316.  E 301.

 E 385.  E 352.048.  C 381.  C 389.  C 392.  E 357.  E 379.  C 388. por quaisquer meios e a qualque 133 a sua reprodução.118.  E 377.  E 373.  C 371.  C 368.  C 383.  C 375.  E 393.  E 382.  C 358.  C 350.  C 376.  E 374.  C 384.  C 356.  C 370.  C 378.  E 364.  E 359.  C 372.  E 390. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR AQUIVOLOGIA/CESPE/2011 349.  E 380.  E 360.  E 353.  C 366.  E 351.  E 369.  E 367.  C 386. cópia.  C 387.  E 363. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  C deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . divulgação ou distribuição.  E 355.  C 362.  C 361. vedada. .  C 365.  E 391.  C 354.263/29.

 C 399. C 436. E 415. E deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . C 429.  E 404. E 427.048. E 410. C 412. divulgação ou distribuição.  E TRE/ESPÍRITO SANTO ARQUIVOLOGIA/CESPE/2011 409. C 416.  E 406. C 428.  C 403. . E 425. C 437.263/29. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 394. E 433. cópia. C 432. C 423.  E 396. E 435.118.  C 407.  C 395. E 422. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. E 431. E 419. C 413. E 411. C 430.  C 397. por quaisquer meios e a qualque 134 a sua reprodução. C 434.  E 402. C 438. E 414. C 417.  E 408.  E 398. C 424. C 418. vedada. C 420.  C 400.  E 401. E 421. E 426.  C 405.

E 456. E 470. C 459. E 445. .  B deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira . divulgação ou distribuição. D 475. C 450. E TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA APOIO ESPECIALIZADO ESPECIALIDADE ARQUIVOLOGIA/FCC/2011 469.  C 482. E 458.  B 481. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 439. E 461. C 443.263/29. E 473. E 460. E 441. C 446. C 447. E 474. B 471. A 478. A 472. C 462. C 466. C 457.  A 480. C 463. B 477. C 476. por quaisquer meios e a qualque 135 a sua reprodução.118. cópia. E 448. C 467. C 465. C 454. E 442. C 455. E 451. vedada.048. E 449. E 479. E 444. E 468. ANULADA 452. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. E 464. C 440. E 453.

 E 488. divulgação ou distribuição.263/29.  D 486.  A 487.  D 495.  B 492.  C 484. vedada.  B 497.  A 489.  C 485.  B deste e-book é licenciado para Maria Alany de Lima Pereira de Lima Pereira .  D 500. J osé C arlos G uimarães J unior e K elly P ontes A rquivologia para C oncursos 483. cópia.  D 498. por quaisquer meios e a qualque 136 a sua reprodução.118.  C 496.048. sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.  E 490.  C 493. .  E 494.  D 491.  A 499.

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