MANUAL TÉCNICO

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SUMÁRIO
1. Apresentação..............................................................................................................3 2. Termos hidráulicos mais usados em bombeamento............................................. 4 3. Considerações gerais sobre bombas hidráulicas...................................................5 4. Npsh e Cavitação........................................................................................................8 5. Potência absorvida e rendimento de bombas........................................................11 6. Perdas de carga, n° de Reynolds, velocidade de escoamento, diâmetros dos tubos, Altura Manométrica Total......................................................................12 7. Curvas características de bombas centrífugas.....................................................14 8. Alterações nas curvas características de bombas................................................16 9. Acionamentos de bombas por polias e correias...................................................18 10. Esquema típico de instalação de uma motobomba para sucção inferior a 8 metros.................................................................................................................21 11. Método básico para seleção de uma bomba centrífuga Schneider (para sucção inferior a 8 metros)...........................................................................22 12. Instruções gerais para instalação e uso de bombas centrífugas.......................26 13. Esquema típico de instalação de uma motobomba para sucção superior a 8 metros................................................................................................................30 14. Método básico para seleção de uma motobomba centrífuga injetora Schneider (para sucção superior a 8 metros).......................................29 15. Instruções gerais para instalação e uso de bombas injetoras..........................32 16. Tabela de perda de carga em tubulações............................................................34 17. Tabela de perda de carga em acessórios............................................................35 18. Tabela de bitolas de fios de cobre para ligação de motores.............................36 19. Tabela de estimativa de consumo diário por edificação...................................37 20. Tabela de defeitos mais comuns em instalações de bombas e.......................38 motobombas, e suas causas mais prováveis 21. Resumo técnico das motobombas centrífugas Schneider...............................39
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22. Identificação das famílias de motobombas Schneider.........................................41 23. Tabela de conversão de unidades de medidas.....................................................43 Apresentação das Famílias de Bombas (Lâmina/Curvas)

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APRESENTAÇÃO

Fundada em 29 de Maio de 1946, a SCHNEIDER E CIA LTDA., como era chamada na época, iniciou suas atividades como oficina de conserto de máquinas e motores importados e anos mais tarde fabricou o 1º motor elétrico em Santa Catarina. Hoje, voltadas ao mercado de Bombas e Motobombas Centrífugas, as INDÚSTRIAS SCHNEIDER S/A, compostas pela SCHNEIDER FUNDIÇÃO e SCHNEIDER MOTOBOMBAS, chegam aos 60 anos de atividade, plenamente consolidadas entre as mais importantes empresas nacionais do setor. Buscando aliar-se às novas tecnologias, a empresa desenvolve produtos de simples e robusta construção, alta eficiência e fácil manutenção, afim de atender aos múltiplos segmentos do mercado, seja residencial e predial, industrial, agrícola, construção civil, saneamento, dentre outros. Desta forma, oferecemos este Catálogo Geral de Bombas e Motobombas, como uma ferramenta técnica adicional a todos que atuam nos setores de compras e vendas, projetos, manutenção, dentre outros, com o intuito de buscar subsídios gerais e específicos sobre os nossos produtos, afim de encontrar soluções rápidas e seguras conforme sua necessidade de aplicação. Paralelamente, colocamos à disposição os departamentos de Assistência Técnica, Projetos e Desenvolvimentos, para atendimento de quaisquer informações adicionais. Joinville/SC, Março de 2006. A Diretoria

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ALTURA DE SUCÇÃO (AS) . quando da parada da bomba. COMPRIMENTO DA TUBULAÇÃO DE SUCÇÃO . COMPRIMENTO DA TUBULAÇÃO DE RECALQUE . desde o injetor ou válvula de pé até o bocal de entrada da bomba. Nas bombas autoaspirantes basta eliminar o ar do interior da mesma pois. ALTURA MANOMÉTRICA TOTAL (AMT) . definido em função do diâmetro nominal e do material da conexão. 9.O mesmo que Autoescorvante.Atrito exercido na parede interna das conexões. em função do diâmetro interno da tubulação e da vazão desejada. através de coeficientes. Leva-se em consideração os desníveis geométricos de sucção e recalque e as perdas de carga por atrito em conexões e tubulações. 6. registros. entre o bocal de sucção da bomba e o ponto de maior elevação do fluído até o destino final da instalação (reservatório. entre a borda do reservatório de sucção e o nível (lâmina) da água. válvulas. entre o nível dinâmico da captação e o bocal de sucção da bomba. 13.22 Lb/Pol² 4. antes do acionamento da mesma. Kgf/cm² .Impacto sobre todo o sistema hidráulico causado pelo retorno da água existente na tubulação de recalque.Distância vertical em metros. ALTURA DE RECALQUE (AR) . SUBMERGÊNCIA . OBS. desde a saída da bomba até o ponto final da instalação. AMT = Altura Sucção + Altura Recalque + Perdas de Carga Totais ( *) ( *) Perdas em Tubulações/Conexões e Acessórios Unidades mais comuns: mca. instaladas ao nível do mar e com fluído bombeado a temperatura ambiente. 8. 12. 5. Lb/Pol² Onde: 1 Kgf/cm² = 10 mca = 14. 11. PERDA DE CARGA LOCALIZADA NAS CONEXÕES . danifica tubos.Extensão linear em metros de tubo utilizados na instalação. dentre outros. um valor percentual sobre o comprimento total da tubulação. conexões e os componentes da bomba. antes do início do bombeamento. NIVEL ESTÁTICO . a válvula de pé (Bombas Centrifugas Normais). PERDA DE CARGA NAS TUBULAÇÕES . ESCORVA DA BOMBA .Distância vertical em metros. durante o bombeamento da vazão desejada.Distância vertical em metros.Altura total exigida pelo sistema. ou filtro da sucção (Bombas Submersas). É mensurada obtendo-se. até 8 mca de sucção. isto é.Desnível geométrico (altura em metros).MANUAL TÉCNICO TERMOS HIDRÁULICOS MAIS USADOS EM BOMBEAMENTO 1. AUTOASPIRANTE . quando não amortecido por válvula(s) de retenção. a bomba eliminará o ar da tubulação automaticamente. quando da passagem do fluído.Eliminação do ar existente no interior da bomba e da tubulação de sucção. entre o nível dinâmico e o injetor (Bombas Injetoras). um comprimento equivalente em metros de tubulação. etc.: Em bombas centrífugas normais.Atrito exercido na parede interna do tubo quando da passagem do fluído pelo seu interior. 3. bomba centrífuga que elimina o 4 . Esta operação consiste em preencher com o fluído a ser bombeado todo o interior da bomba e da tubulação de sucção. a qual a bomba deverá ceder energia suficiente ao fluído para vencê-la. esta altura não pode exceder 8 metros de coluna d’água (8 mca). NIVEL DINÂMICO . 10.Desnível geométrico (altura em metros). entre a borda do reservatório de sucção e o nível (lâmina) mínimo da água.). 2. Este impacto. É mensurada obtendo-se.Extensão linear em metros de tubo utilizados na instalação. GOLPE DE ARÍETE . através de coeficientes. 7.

15. 17.67 l/min = 0. 21. atingindo valores iguais ou inferiores a sua pressão de vapor (líquido vapor). A cavitação causa ruídos.REGISTRO .NPSH . DEFINIÇÃO: São Máquinas Hidráulicas Operatrizes. de forma a recirculá-lo ou transportá-lo de um ponto a outro. não sendo necessário o uso de válvula de pé na sucção da mesma.Dispositivo para controle da vazão de um sistema hidráulico.MANÔMETRO . e cujo valor depende das características do sistema e do fluído.CAVITAÇÃO . o uso de bombas hidráulicas ocorre sempre que há a necessidade de aumentar-se a pressão de trabalho de uma substância líquida contida em um sistema.278 l/s CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE BOMBAS HIDRÁULICAS 1. ou ambas. 18.Net Positive Suction Head a qual divide-se em: ♦ NPSH disponível .VAZÃO – Quantidade de fluído que a bomba deverá fornecer ao sistema. que impede a entrada de partículas de diâmetro superior ao seu espaçamento. a qual deve ser superior a pressão de vapor do fluído bombeado.Fenômeno físico que ocorre em bombas centrífugas no momento em que o fluído succionado pela mesma tem sua pressão reduzida. 5 .VÁLVULA DE PÉ OU DE FUNDO DE POÇO — Válvula de retenção colocada na extremidade inferior da tubulação de sucção para impedir que a água succionada retorne à fonte quando da parada do funcionamento da bomba. danos e queda no desempenho hidráulico das bombas. O NPSHdisp deve ser sempre maior que o NPSHreq (NPSHd > NPSHr + 0. a altura de sucção não exceda 8 mca. 20. cedendo estas duas energias ao fluído bombeado. a qual deverá ser superior a pressão de vapor do fluído bombeado na sucção da bomba (entrada de rotor) para que não haja cavitação. l/s Onde: 1 m3 /h = 1000 l/h = 16. isto é. máquinas que recebem energia potencial (força motriz de um motor ou turbina).Grade ou filtro de sucção.Pressão absoluta mínima por unidade de peso.033 Kgf/cm² (760 mm/Hg). ♦ NPSH requerido . 19. a pressão atmosférica é de 10.CRIVO . normalmente acoplado a válvula de pé.Instrumento que mede a pressão relativa positiva do sistema.Peso da massa de ar que envolve a superfície da Terra até uma altura de ± 80 Km e que age sobre todos os corpos. Este valor depende das características da bomba e deve ser fornecido pelo fabricante da mesma. evitando que esta trabalhe a seco (perda da escorva). formam-se bolhas que são conduzidas pelo deslocamento do fluído até o rotor onde implodem ao atingirem novamente pressões elevadas (vapor líquido).Válvula de sentido único colocada na tubulação de recalque para evitar o golpe de aríete. Portanto. e transformam parte desta potência em energia cinética (movimento) e energia de pressão (força). l/h.33 mca ou 1. Utilizar uma válvula de retenção a cada 20 mca de AMT.PRESSÃO ATMOSFÉRICA . é menor que o NPSHr (bomba).Pressão absoluta por unidade de peso existente na sucção da bomba (entrada do rotor).MANUAL TÉCNICO ar da tubulação de sucção. Unidades mais comuns: m3 /h. Com isso.VÁLVULA DE RETENÇÃO . 22. Este fenômeno ocorre no interior da bomba quando o NPSHd (sistema). desde que.6) 16.Sigla da expressão inglesa . 14. l/min. a velocidade de escoamento. Ao nível do mar.

Centrífugas Radiais (puras): A movimentação do fluído dá-se do centro para a periferia do rotor.1. hélice). ♦ rotor (impelidor). impulsor) dotado de pás (palhetas. parafusos. Nas Bombas Centrífugas.Êmbolo ou Alternativas (pistão. peristálticas).Centrífugas de Fluxo Misto (hélico-centrífugas): O movimento do fluído ocorre na direção inclinada (diagonal) ao eixo de rotação. 5 e 6). é necessário que a carcaça da bomba e a tubulação de sucção (*). objeto deste catálogo. de forma sucessiva. o qual recebe o fluído pelo seu centro e o expulsa pela periferia. também conhecidas como Hidro ou Rotodinâmicas. e direciona o mesmo para a tubulação de recalque (figuras 1. estejam totalmente preenchidas com o fluído a ser bombeado. e posteriormente.2. membrana). também conhecidas como de Deslocamento Positivo.Centrífugas de Fluxo Axial (helicoidais): O movimento do fluído ocorre paralelo ao eixo de rotação. 2 e 3). As Bombas Volumétricas dividem-se em: B. Para expressar este funcionamento. A. abordaremos apenas os aspectos do funcionamento das Bombas Centrífugas Radiais. causando o movimento rotativo do mesmo. primeiramente em energia cinética. daí o seu nome mais usual. B. dividindo-as em dois grandes grupos: A. por isso a chamamos de deslocamento positivo. constitui-se de um disco provido de pás (palhetas) que impulsionam o fluído (figuras 4. OBS. Bombas Volumétricas. 3.1. B. palhetas). diafragma. é necessário existir no interior da bomba a transformação da energia mecânica (de potência).MANUAL TÉCNICO 2. existem três partes fundamentais na bomba (figura 1): ♦ corpo (carcaça). acondiciona o fluído. a qual irá deslocar o fluído. fusos. a qual irá adicionar “carga” ao fluído para que ele vença as alturas de deslocamento. engrenagens. ou de Deslocamento Positivo. lóbulos. adotaremos uma classificação resumida. helicoidais. a movimentação do fluído é causada diretamente pela ação do órgão de impulsão da bomba que obriga o fluído a executar o mesmo movimento a que está sujeito este impulsor (êmbolo.3. Nas Bombas Volumétricas. ocupa e desocupa espaços no interior da bomba. Bombas Centrífugas ou Turbo-Bombas. FUNCIONAMENTO: Por ser o produto fabricado pela SCHNEIDER e.2. a movimentação do fluído ocorre pela ação de forças que se desenvolvem na massa do mesmo. em conseqüência da rotação de um eixo no qual é acoplado um disco (rotor. CLASSIFICAÇÃO: Devido a grande diversidade das bombas existentes. e é o único tipo de bomba fabricada pela SCHNEIDER. sendo que o movimento geral deste fluído dá-se na mesma direção das forças a ele transmitidas. que é fornecida pelo máquina motriz (motor ou turbina). DIFERENÇAS BÁSICAS: A. Para que ocorra a formação destas duas zonas distintas de pressão. ou Turbo-Bombas.Rotativas (engrenagens. Dá-se o nome de volumétrica porque o fluído. Em função da direção do movimento do fluído dentro do rotor.: Este tipo de bomba hidráulica é o mais usado no mundo. com volumes conhecidos. pela ação da força centrífuga. que envolve o rotor. lóbulos. ♦ eixo de acionamento (Figura 1). 4. consequentemente. palhetas. uma de baixa pressão (sucção) e outra de alta pressão (recalque). estas bombas dividemse em: A. em energia de pressão. A. principalmente para o transporte de água. que transmite a força motriz ao qual está acoplado o rotor. 6 . B. Segue: A Bomba Centrífuga tem como base de funcionamento a criação de duas zonas de pressão diferenciadas. no sentido perpendicular ao eixo de rotação. cujos diferentes modelos e aplicações estão apresentados neste catálogo. em maior escala. Antes do funcionamento.

que somente um estudo mais aprofundado sobre as diversas equações e teoremas que determinam o funcionamento de uma bomba hidráulica irá justificar como estes processos desenvolvem-se em suas inúmeras variáveis. O crescente alargamento da área de escoamento (Teorema de Bernoulli). a massa do fluído que é arrastada para a periferia do rotor. Figura 1: Vista lateral do caracol e rotor em corte de uma bomba centrífuga. recebe uma crescente energia de pressão. Figura 3: Caracol de descarga centralizada com difusor fixo. o rotor cede energia cinética à massa do fluído. e vice-versa”. agora comprimida entre as pás e as faces internas do mesmo. do acabamento interno e do fluído bombeado pela mesma. é necessário preencher apenas o caracol (corpo) da mesma. No entanto. B. deslocando suas partículas para a extremidade periférica do rotor. o ponto de menor pressão da bomba. Com isso. formar-se-á um vazio (vácuo). anteriormente fornecidas ao sistema. Isto ocorre pela ação da força centrífuga. que diz: “A energia potencial transforma-se em energia cinética. Zona de alta pressão Coletor em Caracol ou Voluta Bocal de saída Pá Guia ou Diretriz do Difusor Zona de baixa pressão Caracol Eixo Eixo Figura 1 Pás do Rotor Figura 2 Pás do Rotor Figura 3 7 . não sendo este o objetivo deste catálogo. o rendimento hidráulico das bombas pode variar em seu melhor ponto de trabalho (ponto ótimo) de 20% a 90%. Paralelamente. Com o deslocamento da massa inicial do fluído do centro do rotor (figura 1) para sua extremidade. sendo este. Parte da energia potencial transmitida à bomba não é aproveitada pela mesma pois. novas e sucessivas massas do fluído provenientes da captação ocuparão este espaço. Obviamente. assim como as características construtivas do interior da carcaça da bomba (voluta ou difusores) (figuras 2 e 3) ocasionam a alta pressão na descarga da bomba. resumidamente.MANUAL TÉCNICO Ao iniciar-se o processo de rotação. devido ao atrito. acaba transformandose em calor. elevando o fluído a altura desejada. inicia-se a formação das duas zonas de pressão (baixa e alta) necessárias para desenvolver o processo: A. dependendo do tipo de bomba. (*)Nas bombas autoaspirantes. Em vista disto. podemos dizer que o funcionamento de uma bomba centrífuga contempla o principio universal da conservação de energia. NOTA: Convém salientar. derivada da energia potencial e da energia cinética. pela ação da pressão atmosférica ou outra força qualquer. Figura 2: Vista frontal do caracol e rotor em corte de uma bomba centrífuga.

vem da expressão Net Positive Suction Head.hs . Quanto maior for a vazão da bomba e a altura de sucção negativa. Esta variável deve ser calculada por quem dimensionar o sistema. h = Altura de sucção. num ponto imediatamente anterior ao flange de sucção da bomba. comparar e alterar os dados da instalação. que é uma característica da instalação hidráulica. NPSH = (Ho . o NPSH define-se como a altura total de sucção referida a pressão atmosférica local existente no centro da conexão de sucção. ♦ Existência de altura negativa de sucção. em mca (tabela 1). em metros (dado da instalação). Em termos técnicos. maior será a possibilidade da bomba cavitar em função do NPSH. bem como criar a velocidade desejada no fluído nestas pás. com baixa pressão e alta vazão. se necessário. NPSH DA BOMBA E NPSH DA INSTALAÇÃO: Para que se possa estabelecer. menos a pressão de vapor do líquido. utilizando-se de coeficientes tabelados e dados da instalação. seja sempre maior que a soma das perdas de carga na tubulação com a altura de sucção. é uma característica da bomba. Este dado deve ser obrigatoriamente fornecido pelo 8 . Para que o NPSH proporcione uma sucção satisfatória à bomba. É a energia que o fluído possui.R) . em metros.h .MANUAL TÉCNICO Figura 4 – Rotor fechado Figura 5 – Rotor semi-aberto Figura 6 – Rotor aberto N P S H E CAVITAÇÃO 1. através de cálculos e ensaios de laboratório. Hv = Pressão de vapor do fluído escoado. No entanto. hs = Perdas de carga no escoamento pela tubulação de sucção. sendo: Ho . em metros (tabela 2). Tecnicamente. a qual sua tradução literal para o Português não expressa clara e tecnicamente o que significa na prática. a fim de obter-se os dois valores característicos (instalação e bomba). é a energia necessária para vencer as perdas de carga entre a conexão de sucção da bomba e as pás do rotor.Hv > hs + h + R 2. R = NPSHr (requerido).hs = NPSHd (disponível). Isto é evitado tomando-se providências na instalação de sucção para que a pressão realmente útil para a movimentação do fluído. DEFINIÇÃO: A sigla NPSH. R = Perdas de carga no escoamento interno da bomba. em metros (dados do fabricante). é necessário que a pressão em qualquer ponto da linha nunca venha reduzir-se à pressão de vapor do fluído bombeado.h . mais as perdas internas na bomba. é usual desmembrar-se os termos da fórmula anterior. é de vital importância para fabricantes e usuários de bombas o conhecimento do comportamento desta variável.Hv Onde: Ho = Pressão atmosférica local. principalmente em sistemas onde coexistam as duas situações descritas abaixo: ♦ Bomba trabalhando no início da faixa. determinada em seu projeto de fábrica.Hv . para que a bomba tenha um desempenho satisfatório. portanto: Ho . acima da sua pressão de vapor.

500 2.tabela 2) h = 2.33 3. B.50 NPSHd = 5.95 mca.5 mca.98 9. para uma boa performance da bomba.753 50 1.58 (Pressão atmosférica local .2. e a temperatura da água é de 30ºC.0 metros e perda por atrito na sucção de 1. deve-se sempre garantir a seguinte situação: NPSHd > NPSHr + 0.hs Onde: Ho = 9. VERIFICAÇÃO DO NPSHr: Conforme curva característica do exemplo citado. vazão de 32. confira.0.64 mca 9 .433 40 0.433 .79 9. A. A altura em relação ao nível do mar onde a mesma será instalada é de aproximadamente 600 metros.239 30 0.16 9.08 TABELA 2 PRESSÃO DE VAPOR DA ÁGUA PARA DETERMINADAS TEMPERATURAS Temperatura da água (ºC) Pressão de Vapor da água (mca) 0 0. o NPSHr da bomba é 4.83 8. EXEMPLO: Suponhamos que uma bomba de modelo hipotético Ex.6 TABELA 1 DADOS DE PRESSÃO ATMOSFÉRICA PARA DETERMINADAS ALTITUDES LOCAIS Altitude em Relação ao Mar (metros) Pressão Atmosférica (mca) 0 150 300 450 600 750 1.33 10. altura de sucção de 2.1. para os dados de altura (mca) e vazão (m³/h) indicados.1 seja colocada para operar com 35 mca de AMT.033 80 4.000 1.433 (Pressão de vapor d’água .258 60 2.831 100 10.50 metros (Perda calculada para o atrito na sucção) Temos que: NPSHd = 9.5 m3/h.Hv – h .083 10 0. Assim.MANUAL TÉCNICO fabricante através das curvas características das bombas (curva de NPSH).000 10.125 20 0.250 1.062 4 0.0 metros (Altura sucção) hs = 1.58 9.0 .64 8.35 9.12 8.tabela 1) Hv = 0. CÁLCULO DO NPSHd: Sabendo-se que: NPSHd = Ho .58 .

inutilizando-a com pouco tempo de uso. pois dá a impressão de que ela está bombeando areia. temos um NPSHr de 4. natureza do escoamento e/ou pelo próprio movimento de impulsão do fluído.MANUAL TÉCNICO Analisando-se a curva característica abaixo. aproximando-se ao máximo a bomba da captação. Este fenômeno dá-se quando a pressão do fluído na linha de sucção adquire valores inferiores ao da pressão de vapor do mesmo. podendo arrancar partículas do corpo. porém.1 Portanto: 5. deve-se adotar as seguintes providências: A. O ruído de uma bomba cavitando é diferente do ruído de operação normal da mesma. CAVITAÇÃO: Quando a condição NPSHd > NPSHr + 0. 10 npsh (mca) . ♦ Aumento da temperatura da água. o que provoca ondas de pressão de tal intensidade que superam a resistência à tração do material do rotor. ocorre o fenômeno denominado cavitação. 4. CURVA DE VAZÃO & ALTURA & NPSH 45 40 35 30 altura (mca) 25 20 15 10 5 0 19 23 27 31 35 39 3 25 24 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 43 47 51 55 vazão (m /h) Curva Característica – Ex. Havendo alteração destas variáveis.64 > 5.95 mca. dependendo da situação. ♦ Aumento do nível dinâmico da captação. Reduzir-se a altura de sucção e o comprimento desta tubulação. B. No momento desta troca de estado.6 não é garantida pelo sistema. Reduzir-se as perdas de carga na sucção. pedregulhos ou outro material que cause impacto. com o aumento do diâmetro dos tubos e conexões. são as bolhas de ar “implodindo” dentro do rotor.6 A bomba nestas condições funcionará normalmente. deve-se evitar: ♦ Aumento da vazão. a rarefação do fluído (quebra da coluna de água) causada pelo deslocamento das pás do rotor. ocorrendo assim a cavitação. isto é. o NPSHd poderá igualar-se ou adquirir valores inferiores ao NPSHr.55 Então NPSHd > NPSHr + 0. Para evitar-se a cavitação de uma bomba. Estas bolhas de ar são arrastadas pelo fluxo e condensam-se voltando ao estado líquido bruscamente quando passam pelo interior do rotor e alcançam zonas de alta pressão. das pás e das paredes da bomba. o fluído já está em alta velocidade dentro do rotor. Na verdade. por conseqüente queda de rendimento da mesma. formando-se bolhas de ar.

devido as suas perdas passivas na parte interna. altura estabelecida. Bombas autoaspirantes. em m3 /h. C. 3. Quando a altura de sucção for superior a 8 metros (ao nível do mar). o uso de outro tipo de bomba centrífuga. pois podem alterar substancialmente o rendimento hidráulico do conjunto. podese eliminar a cavitação trabalhando-se com registro na saída da bomba ”estrangulado”. η = Rendimento esperado da bomba. Potência hidráulica ou de elevação (WHP). alterando-se o(s) diâmetro(s) do(s) rotor(es) da bomba. Portanto. as Injetoras. Isto é evidenciado uma vez que o motor não transmite para o eixo toda a potência que gera. RENDIMENTO (η): O rendimento de uma bomba é a relação entre a energia oferecida pela máquina motriz (motor) e a absorvida pela máquina operatriz (bomba). é função de duas outras potências também envolvidas no funcionamento de uma bomba. sem prejudicar a vazão e/ou a pressão final requeridas no sistema. 2. que apresenta na curva 11 . Porém. Quando possível. perde-se por atrito. assim como a bomba. Refazer todo o cálculo do sistema e a verificação do modelo da bomba. a Pressão Atmosférica deixa de fazer efeito sobre a lâmina d’água restando tecnicamente. B. Rendimento Volumétrico (V): Leva em consideração os vazamentos externos pelas vedações (gaxetas) e a recirculação interna da bomba. de 20 a 90%. EXEMPLO: Uma bomba operando com 42 m³/h em 100 mca. Estas porém são providências que só devem ser adotadas em último caso. CONCLUSÃO: A Pressão Atmosférica é a responsável pela entrada do fluído na sucção da bomba. B. Rendimento Mecânico(M): Leva em consideração que apenas uma parte da potência necessária ao acionamento de uma bomba é usada para bombear. que necessita uma energia maior do que consome. em percentual (%). ou fornecido através da curva característica da mesma. Varia também de acordo com o tamanho da bomba. como veremos nos exemplos seguintes. denominado “Consumo de Energia da Bomba”. São elas: A. apenas a potência motriz faz-se necessária para se chegar ao motor de acionamento da bomba.MANUAL TÉCNICO C.37 = Constante para adequação das unidades. No entanto.37 η Onde: BHP ou PM = Potência motriz absorvida pela bomba (requerida para a realização do trabalho desejado). o rendimento global será: η = Q x H x 0.37 BHP Ou seja: a relação entre a potência hidráulica e a potência absorvida pela bomba. com o rendimento esperado. O rendimento global de uma bomba divide-se em: A. POTÊNCIA ABSORVIDA (BHP) E RENDIMENTO (η) DAS BOMBAS 1. Q = Vazão desejada. O restante. 0. DEFINIÇÃO: A Potência Absorvida (BHP) de uma bomba é a energia que ela consome para transportar o fluído na vazão desejada. H = Altura de elevação pretendida. na prática. Rendimento Hidráulico (H): Leva em consideração o acabamento interno superficial do rotor e da carcaça da bomba. ou. Potência útil (PU). nestes casos. o BHP (Brake Horse Power). em mca. cuja expressão matemática é expressa por: BHP ou PM = Q x H x 0. D. injetoras e de alta pressão possuem rendimento volumétrico e global inferior às convencionais.

7. em se tratando desta aplicação. (Tabelas 6 e 8). Natureza do fluído escoado (peso específico. cujas diferenças de fabricação e acabamento interno (rugosidade e área livre) são bem caracterizadas. ferro) e tempo de uso: Comercialmente. mesmo que as conexões e acessórios possuam o mesmo diâmetro. 8 e 9. razão pela qual apresentam coeficientes de perdas diferentes. cujo peso específico é de 1. Material empregado na fabricação dos tubos e conexões (PVC.VELOCIDADE DE ESCOAMENTO (V).MANUAL TÉCNICO característica um rendimento de 57%. o atrito causado pela resistência da parede interna do tubo quando da passagem do fluído pela mesma. sendo maiores quando localizadas nos pontos de mudança de direção do fluxo.26 η = 57% Pelo exposto neste tópico. PERDAS DE CARGA (hf): Denomina-se perda de carga de um sistema.26 cv.000 Kgf/m3.37 η PM = 42 x 100 x 0. É uniforme em qualquer trecho da tubulação (desde que de mesmo diâmetro). os tubos e conexões mais utilizados são os de PVC e Ferro Galvanizado. se caso a bomba precisasse dos 30 cv do motor para realizar o trabalho desejado. (Tabelas 7 e 9). Cálculo da Potência PM = Q x H x 0. quanto maior a potência necessária para acionar uma bomba. e vice-versa. 3. para uma potência requerida de 27. Estas perdas não são uniformes.37 57 PM = 27. Isto se prova valendo-se do exemplo acima. E ALTURA MANOMÉTRICA TOTAL (AMT) 1.26 ≅ 30 cv (*) (*) Comercialmente.2. Qual a potência necessária para acioná-la? Qual o rendimento da bomba? 3. Nº DE REYNOLDS(Re). 12 . viscosidade): Como as bombas Schneider são fabricadas basicamente para o bombeamento de água. 1.1 FATORES QUE INFLUENCIAM NAS PERDAS DE CARGA: A.8% PERDAS DE CARGA(hf). B. As perdas de carga classificam-se em: CONTÍNUAS: Causadas pelo movimento da água ao longo da tubulação. independente da posição do mesmo.37 27. DIÂMETROS DOS TUBOS. concluímos que potência absorvida e rendimento de uma bomba são variáveis interligadas. ficando claro que.37 30 η = 51. conforme as Tabelas 6. Cálculo do Rendimento η = 42 x 100 x O. LOCALIZADAS: Causadas pelo movimento da água nas paredes internas e emendas das conexões e acessórios da instalação. o rendimento seria: η = 42 x 100 x 0. teríamos que acoplar à bomba um motor de 30 cv. não há necessidade de agregar-se fatores ao cálculo de perdas de carga.1. menor é o seu rendimento (η).

acarretará menores perdas de carga por atrito em função do baixo número de interferências existentes na linha. Usualmente aplicase um valor entre 0. de forma sinuosa. No regime de escoamento laminar.000 Entre 2. E. a cinemática (υ) é igual a 0. O escoamento será: Laminar : Re < 2. D.9 . ao nível do mar e a temperatura de 25ºC. Comprimento dos tubos e quantidade de conexões e acessórios: Quanto maior o comprimento e o nº de conexões. a velocidade média de escoamento aplicada em condutos circulares é dado por: 13 . para efeito de cálculos.000. na prática. consequentemente. em metros. K= 0. Nº DE REYNOLDS (Re): É expresso por: Re = V x D υ Onde: Re = N0 de Reynolds. principalmente em tubulações não muito extensas. υ = Viscosidade cinemática do Líquido.000001007 m²/s. viscosidade 3. os filetes movem-se em todas as direções. O regime turbulento é caracterizado quando o nº de Reynolds (Re). os filetes líquidos (moléculas do fluído agrupadas umas às outras) são paralelos entre si. afim de diminuir-se as velocidades e. O regime laminar é caracterizado quando o nº de Reynolds (Re). Regime de escoamento (laminar ou turbulento): O regime de escoamento do fluído é a forma como ele desloca-se no interior da tubulação do sistema.0. V = Velocidade média de escoamento. o uso em excesso de conexões e acessórios causará maiores perdas. com velocidades variáveis em direção e grandeza. Onde: D = Diâmetro interno do tubo. expressa por: D=K Q . Portanto.000 Obviamente. todas as perdas já foram tabeladas pelos fabricantes de diferentes tipos de tubos e conexões.8 e 1. D = Diâmetro da Tubulação.000 e 4.MANUAL TÉCNICO C.000 Turbulento : Re > 4. Fig. maior deverá ser o Ø interno da tubulação. 8 – Escoamento Turbulento 2. é fundamental na escolha da canalização já que. a qual determinará a sua velocidade. sendo que suas velocidades são invariáveis em direção e grandeza. para a tubulação de sucção adota-se um diâmetro comercial imediatamente superior. as perdas de carga. Para a água doce.Coeficiente de custo de investimento x custo operacional. São muitas as fórmulas utilizadas para definir-se qual o diâmetro mais indicado para a vazão desejada.000. em pontos e instantes diferentes (figura 8). No regime de escoamento turbulento. em metros. Q = Vazão. for superior a 4. 7 – Escoamento Laminar Fig. em m2 /s. A Fórmula de Bresse calcula o diâmetro da tubulação de recalque. o regime de escoamento é considerado crítico. Na prática. for inferior a 2. Para facilitar os cálculos. sendo que. Diâmetro da tubulação: O diâmetro interno ou área livre de escoamento. em todos os pontos (figura 7). VELOCIDADE DE ESCOAMENTO (V): Derivada da equação da continuidade. maior será a perda de carga proporcional do sistema. o regime de escoamento da água em tubulações é sempre turbulento. a fórmula mais utilizada para chegar-se aos diâmetros de tubos é a Fórmula de Bresse. em m³/ s. em função do atrito gerado. o regime de escoamento mais apropriado para um sistema de bombeamento é o laminar pois. quanto maior a vazão a ser bombeada. em m/s. No entanto.

MANUAL TÉCNICO V=4xQ ¶ x D2 onde: V = Velocidade de escoamento.0 m/s) Velocidade de Recalque ≤ 2. conexões. e potência absorvida (BHP).5 m/s (limite 3. sempre. Q = Vazão. menor será a altura manométrica total (AMT). Tubulação de Sucção: Na prática. acessórios. etc. DIÂMETRO DOS TUBOS: A. em m³/s. em m/s. as velocidades de escoamento mais econômicas são: Velocidade de Sucção ≤ 1. e vice-versa. o NPSHd do sistema. refrigeração. em mca. bomba. em m3/h na abcissa e na ordenada Altura. com as perdas de carga distribuídas e localizadas ao longo de todo o sistema (altura estática + altura dinâmica). rendimento (η). Custo Operacional: Custo de manutenção do sistema. ALTURA MANOMÉTRICA TOTAL (AMT): A determinação desta variável é de fundamental importância para a seleção da bomba hidráulica adequada ao sistema em questão. DEFINIÇÃO: De forma simples e direta. Quanto maior o diâmetro dos tubos.1416. e vice-versa.5 m/s (limite 2. em mca. deve-se acrescentar ao cálculo da AMT a pressão requerida para o funcionamento destes equipamentos. podemos escolher o diâmetro mais adequado para os tubos de recalque. analisando-se. até a posição final. expressas por Vazão. Quanto menor o diâmetro dos tubos. (custo de investimento x custo operacional). em cv. em metros. a potência do motor. é a soma da altura geométrica (diferença de cotas) entre os níveis de sucção e descarga do fluído. Tubulação de Recalque: Pelas Tabelas 6 e 8. perdas internas (NPSHr). máquinas. equipamentos e acessórios (irrigação. Portanto: Hman = Hgeo + hf A expressão utilizada para cálculo é: AMT = AS + AR + Perdas de Cargas Totais (hfr + hfs) NOTA: Para aplicações em sistemas onde existam na linha hidráulica. etc. B. D = Diâmetro interno do tubo. observando a linha grifada. (constante). o tamanho da bomba e o gasto de energia. Custo de Investimento : Custo total dos tubos. menor será o custo operacional. Consequentemente. incluindo nesta “carga” o trabalho necessário para vencer o atrito existente nas tubulações por onde desloca-se o fluído. dependendo do tipo e quantidade de rotores 14 . em função da melhor relação custo benefício possível. podemos dizer que a curva característica de uma bomba é a expressão cartesiana de suas características de funcionamento. Matematicamente. ¶ (Pi) = 3.1 CURVA CARACTERÍSTICA DA BOMBA: A curva característica é função particular do projeto e da aplicação requerida de cada bomba. 1. em %. Para uso prático.) que requeiram pressão adicional para funcionamento. desde uma determinada posição inicial. 5. CURVAS CARACTERÍSTICAS DE BOMBAS CENTRÍFUGAS 1. menor o investimento inicial. define-se esta tubulação usando-se o diâmetro comercial imediatamente superior ao definido anteriormente para recalque. Pode ser definida como a quantidade de trabalho necessário para movimentar um fluído.0 m/s) 4.

há a possibilidade de operação fora dos pontos limites da mesma que. Esta última posição é a responsável direta pela sobrecarga e queima de inúmeros motores elétricos em situações não previstas pelos usuários em função do aumento da vazão. tempo de uso. 15 . pois. chamado de “ponto ótimo”. até a vazão total requerida. tanto a direita como a esquerda deste ponto. poderá causar sobrecarga no motor. acessórios e conexões (curvas 3 e 4). sendo à esquerda poderá não alcançar o ponto final de uso pois estará operando no limite máximo de sua pressão e mínimo de vazão. para confrontá-la com uma curva característica de bomba que aproxime-se ao máximo do seu ponto ótimo de trabalho (meio da curva. Ao passo que.MANUAL TÉCNICO utilizados. etc. Após este ponto a vazão se extingue.2 CURVA CARACTERÍSTICA DO SISTEMA: É obtida fixando-se a altura geométrica total do sistema (sucção e recalque) na coordenada Y (altura mca). tipo de caracol. o rendimento tende a cair. com conseqüente aumento de corrente do motor. sentido do fluxo. operando-se à direita da curva. sempre que deslocar-se. e. 1. onde a bomba apresenta o seu melhor rendimento (η). além do baixo rendimento. a partir deste ponto. sendo que. considerando-se o comprimento da tubulação. É importante levantar-se a curva característica do sistema. Toda curva possui um ponto de trabalho característico.CCB x CCS). calcula-se as perdas de carga com valores intermediários de vazão. Este ponto é a intersecção da curva característica da bomba com a curva característica do sistema (curvas 3 e 4 . Evita-se sempre optar-se por um determinado modelo de bomba cujo ponto de trabalho encontra-se próximo aos limites extremos da curva característica do equipamento (curva 2). melhor rendimento). Neste ponto a bomba estará operando com máximo de vazão e mínimo de pressão aumentando o BHP da mesma. potência fornecida. diâmetro e tipo de tubo. restando apenas a pressão máxima do equipamento denominada schut-off. velocidade específica da bomba.

32 No X 0.095 1800 Qo X 0.63 3250 Qo X 0.04 mca  3. Assim sendo. N1 = Potência final.66 Ho X 0.39 No X 0.32 2500 Qo X 0.3 Potência: Varia proporcional ao cubo da variação da rotação: n  N1 = N 0 X  1   n0  Onde: Qo = Vazão inicial.08 1600 Qo x 0. é importante saber quais os fatores que a influenciam.55 No X 0.93 Ho X 0.80 A. e quais suas conseqüências.43 No X 0. as curvas características apresentam mudanças sensíveis de comportamento em função de alterações na bomba e no sistema. em m3/h.750  Variação da potência do motor: N1 = N0 x  1  = 15 x   n0   3. em cv.750 rpm.750 = 15.15. em rpm.47 No X 0. precisará operar em 2. em mca.63 Ho X 0.4 EXEMPLO: Uma bomba que funciona a 3. fornecendo Q0 = 20m³/h. Alteração da rotação da bomba: A.86 No X 0.41 3000 Qo X 0. DE 3.26 No X 0.500  3 3 2 n   2.71 m³/h no 3.4% 3500 Percentual de queda da rotação. H1 = Pressão final.18 No X 0.43 Ho X 0.74 Ho X 0.45 Ho X 0.57 Ho X 0.25 2300 Qo X 0.500 rpm.MANUAL TÉCNICO ALTERAÇÕES NAS CURVAS CARACTERÍSTICAS DE BOMBAS 1. em m3/h.1 Vazão : Varia diretamente proporcional a variação da rotação : n Q1 = Q0 x 1 n0 A. n1 = Rotação final. Variação da pressão: n  H1 = H0 x  1   n0  2  2. Variação da vazão: Q1 = Qo x n1 = 20 x 2.500 -2750 = 750 rpm 750 x 100 = 2 1. 3 2 Q1 = Vazão final.2 Pressão: Varia proporcional ao quadrado da variação da rotação: n  H1 = H 0 x  1   n0  A.28 2400 Qo X 0.51 Ho X 0.71 = 4.27cv 16 . temos: A.No = 3.36 2600 Qo X 0.68 Ho X 0.86 Ho X 0.500   = 7.4 % 20 É o mesmo percentual de variação da rotação pois são proporcionais. a vazão variou: 20 . Ho = Pressão inicial.750  = 60 x   = 37.136 2000 Qo X 0. N0 = 15 cv. H0 = 60 mca. TABELA 3: COEFICIENTES DE VARIAÇÃO DA ROTAÇÃO DA BOMBA.29 m³/h x 100 = 21. CONCEITO: Como vimos anteriormente. em mca.500 rpm PARA: 1500 Qo x 0.51 NoX 0.186 2200 Qo X 0. No = Potência inicial. que resultados podemos esperar? Variação da rotação: N1 . em rpm.21 No X 0.500 Portanto.71 HoX 0. em cv.73 No X 0. no = Rotação inicial.

em função principalmente da brutal queda de rendimento que pode ocorrer nestes casos. pois. MSA. C. 20% do seu diâmetro original. eixo e alojamento de selos mecânicos ou gaxetas faz aumentar as fugas internas do fluído. Portanto. ambos em mm.2 Altura: Varia proporcional ao quadrado do diâmetro do rotor: H1 = H0 x  1  D0  D  B. líquidos inflamáveis e aplicação em hemodiálise.1 Vazão: Varia diretamente proporcional ao diâmetro do rotor : Q1 = Q 0 x D1 D0 2 D  B. MBV e BCS admitem bombeamento de líquidos com peso específico máximo de 1.500 Portanto. que há certos limites para diminuição dos diâmetros dos rotores. águas servidas com partículas sólidas. principalmente quando não existe um programa de manutenção preventiva para a mesma. os valores corrigidos funcionando com 2. Os modelos standard das linhas BC-30 e MCI-EF admitem bombeamento de algumas soluções químicas sob prévia consulta. no máximo.71 m³/h H1= 37. são: Q1= 15. a alteração do diâmetro dos rotores condiciona a uma certa proporcionalidade com Q. Os modelos standard das linhas BCA-43. Deve-se considerar também. lodos e similares viscosos. sem antes certificar-se do estado de conservação de uma bomba que já possua um bom tempo de uso. a rugosidade. ao bombear fluídos viscosos apresenta um aumento da potência (PM). é natural que ocorra um desgaste interno dos componentes da bomba. redução da AMT e da vazão indicadas originalmente nas curvas características. mesmo que em condições normais. Tempo de vida útil da bomba: Com o decorrer do uso. menor será o seu rendimento após algum tempo de uso sem manutenção. No entanto. O desgaste de buchas. não se deve esperar o desempenho indicado nas curvas características do fabricante. 17 . tornando o rendimento cada vez menor. Para a linha BCA.750 rpm.27 cv B. Sendo vedada a utilização para bombeamento de produtos alimentícios e/ou medicinais. rotores. Quanto menor a bomba. D. De modo geral os cortes (usinagem) em rotores podem chegar a. cujas expressões são: B. convém salientar que. ou este é deficiente. H e N.10 g/cm³ e concentração de sólidos de até 15%.04 mca N1= 7.3 Potência: Varia proporcional ao cubo do diâmetro do rotor: N1 = N0 x  1  D0  3 Onde: Do = Diâmetro original do rotor e D1 = Diâmetro alterado.MANUAL TÉCNICO 3. a concentração máxima de sólidos é de 1%. Alteração do diâmetro do(s) rotor(es): Assim como a alteração da rotação. A fábrica não dispõe de testes com os chamados fluídos não newtonianos (não uniformes) tais como: pastas. conforme características construtivas específicas de cada equipamento. Mudança do tipo de fluído bombeado: As bombas e motobombas SCHNEIDER são projetadas para trabalho com águas limpas isentas de sólidos. águas pluviais. qualquer bomba centrífuga cuja aplicação básica seja para água. chorume e determinados produtos químicos. folgas e imperfeições que aparecem são relativamente maiores e mais danosas que para bombas de maior porte.

A velocidade linear deve ser sempre inferior a rpm máxima da bomba e motor. Tomada de força do trator .500 metros por minuto pois. com conseqüente desgaste prematuro e perda de rendimento. Na ponta do eixo do mancal é introduzida uma polia (polia movida) a qual é tracionada por uma ou mais correias em “V” cuja extremidade oposta está assentada em outra polia (polia motriz) montada na ponta do eixo de um motor ou turbina. EXEMPLO: Bombas de alta rotação (3. A relação entre os diâmetros externos destas duas polias é que ajusta a velocidade conveniente a bomba.rotação nominal .600 rpm) acionadas por: A. Ø da Polia do Motor = rpm da Bomba x Ø Polia da bomba rpm do Motor B. Motor Diesel . Porém. o desgaste das correias e polias é muito acentuado.300 rpm C. é muito comum o uso de outros motores. onde então.600 rpm 2.750 rpm B. acima disto. principalmente em zonas rurais. turbina. respectivamente. para evitar que estas patinem por falta de aderência. em rpm.rotação nominal .450 a 3. motor diesel. não se deve usar diâmetros de polias muito pequenos. Motor Elétrico IV pólos .rotação nominal .: A velocidade linear das correias em “V” não deve ultrapassar a 1. Salvo aplicações especiais. a bomba é fornecida com mancal de rolamento ao invés de motor. Deve-se atender os limites da Tabela 4 expressa a seguir: 18 . Da mesma forma. CÁLCULO DO DIÂMETRO DE POLIAS EM FUNÇÃO DA ROTAÇÃO: O diâmetro das polias e correias adequadas para cada aplicação é definido seguintes expressões: através das A. a maioria dos usos de transmissão por correias em “V” para acionar bombas ocorre quando a velocidade máxima da máquina acionadora (motor elétrico.MANUAL TÉCNICO ACIONAMENTO DE BOMBAS POR POLIAS E CORREIAS 1. APLICAÇÕES: A maioria das bombas centrífugas são fornecidas pela fábrica dotadas de motor elétrico diretamente acoplado (monobloco). Ø da Polia da Bomba = rpm do Motor x Ø Polia do Motor rpm da Bomba OBS. tomada de força de trator). através de sistemas de acionamento por correias em “V”.1.2. é menor que a velocidade mínima requerida para o funcionamento adequado da bomba.

0 13.4 5.3 3.5 2.5 3.300 rpm.3 3.9 3. de 20cv. Cv 4250 4150 3900 3470 3240 2850 2550 2300 1820 1750 1550 1480 2.MANUAL TÉCNICO TABELA 4: CAPACIDADE MÁXIMA EM CV PARA TRANSMISSÃO POR CADA CORREIA EM “V” POLIA MOTORA Ø EXTERN0 MÍNIMO 75 105 115 130 127.5 5. em metros rpm = Velocidade Angular do Motor ØN = Ø Externo – hm EXEMPLO: Calcular as polias e correias necessárias para acionar uma bomba de 3.2 5.0 12.5 3. assim: Ø da Polia do motor = 130 + 220 = 175 mm 2 Temos. afim de trabalhar com uma velocidade linear menos crítica.5 PERFIL B rpm max.5 3.0 2. perfil de Considerando que haja disponibilidade de espaço para instalação e manutenção.5 mm = 0.1 7.5 2600 2350 1950 1780 1565 1500 1115 5.162 metros. Øn da polia motora: Ø N = Ø Ext – h = 175 – 12.0 A velocidade linear é expressa por: ¶ x Ø N x rpm Onde: ¶ (Pi) = 3.9 4. para perfil B) Ø N = 162.4 13.5 22.5 285 320 335 450 CORREIA EM “V” PERFIL A rpm max. e o máximo 220 mm.4 3.4 10. cv PERFIL C rpm max. O diâmetro mínimo indicado é 130 mm. vemos que para esta rotação.3 11.2 TABELA 5: ALTURA MÉDIA (hm) DE CORREIAS EM “V” EM FUNÇÃO DO PERFIL A B C D PERFIL hm (mm) 10.5 3.5 (Tabela 5.0 1600 1525 1110 12.300 rpm Na Tabela 4. Cv PERFIL D rpm max.2 2.5 16.5 5.5 13.1416 (constante) Ø N = Ø nominal da polia motora.2 3. ♦ CÁLCULO DA POLIA DO MOTOR Rotação do motor = 2.0 13. 19 .5 5. adotaremos para esta polia um Ø externo intermediário.5 3. o correia mais indicado é o B.5 135 150 160 180 200 220 262.5 3.5 3.5 5. 7350 5025 4550 4150 4060 3820 3410 3180 2800 2510 2270 1890 1740 cv 1.500 rpm a partir de um motor de 2.5 5.6 24.

300 Velocidade Linear = 1.30 = 19. adotarmos um Ø muito próximo do mínimo indicado para cada perfil. 15 x 1. um motor de 20 cv (*). no mínimo. Mínima do motor (*) Para o caso de motores estacionários (combustão).63 ≅ 4 correias ♦ CÁLCULO DA POLIA DA BOMBA: Ø da Polia da Bomba = rpm do Motor x Ø da Polia do Motor=2.162 x 2.0 cv.1416 x 0. Deve-se sempre deixar uma reserva de potência para o motor.170 m/min < 1.MANUAL TÉCNICO Velocidade Linear = ¶ x Øn(m) x rpm = 3. comercialmente usaríamos para potência de 18. Outro detalhe importante é a distância entre os eixos do motor e da bomba.5 (Tabela 4. Exemplo: BHP da Bomba 15 cv Tipo de Acionamento: Elétrico Diesel comercialmente usaríamos para potência de 18. oscilações e desalinhamentos prejudiciais ao rendimento. ao contrário. dependendo do rendimento do mesmo. Quanto maior o comprimento da correia.300 x 175=115 mm rpm da Bomba 3.5 cv Pot. maior será a velocidade linear.0 cv. pois isto determina o tamanho da correia.500 Resultado: Ø da Polia Motora (motor) = 175 mm Ø da Polia Movida (bomba) = 115 mm N0 de correias perfil B a utilizar = 4 Velocidade Linear = 1.300 rpm) NO de Correias = 3. Do Motor = 20 cv/Correia 5. 20 . quanto mais próximo do diâmetro máximo calcularmos as polias. em caso de transmissões por correia. para 2.500 m/min Ok NO de Correias = Pot. um motor de 20 cv. maiores as perdas mecânicas.: Fica claro que. esta reserva poderá ser ainda maior. em relação a potência requerida (BHP) da bomba.170 m/min OBS. oferecendo praticamente os mesmos problemas de vida útil que teremos se. da ordem de 30% (*).

MANUAL TÉCNICO 21 .

MANUAL TÉCNICO MÉTODO BÁSICO PARA SELEÇÃO DE UMA BOMBA CENTRÍFUGA SCHNEIDER (PARA ALTURA DE SUCÇÃO INFERIOR A 8 mca) 1. H. isto é. F. o seu comprimento em metros lineares.5 m * Altura de Recalque (desnível entre a bomba e o ponto mais alto da instalação) = AR = 25 m * Comprimento da tubulação de Sucção = 5 m * Comprimento da tubulação de Recalque = 180 m * Vazão desejada = 4. em m³/h. Altura de Recalque AR. E. das tubulações de sucção e recalque. poço.0 m³/h o * Conexões e acessórios na sucção : 1 válvula de pé com crivo. Altitude do local em relação ao mar. Capacidade máxima de energia disponível para o motor. EXEMPLO: Baseados nestas informações podemos calcular a bomba necessária para a seguinte situação: Dados da Instalação * Altura de Sucção (desnível entre a bomba e a lâmina d'água) = AS = 0. são necessários alguns dados técnicos fundamentais do local da instalação e das necessidades do projeto: A. D. ou reservatório superior. 2. Distância em metros entre a captação. Tipo de fonte de captação e vazão disponível na mesma. caso já forem existentes. se já estiver instalada. em metros. e tipo de ligação (monofásico ou trifásico ) quando tratar-se de motores elétricos. em metros. 1 curva 90 . 2 válvulas de retenção (1 horizontal e 1 vertical) * Tubulação utilizada em PVC * Altitude do local = 450 m o * Temperatura máxima da água = 40 C 22 . 1 redução excêntrica o * Conexões e acessórios no recalque : 1 registro de gaveta. em cv. chuva). C. caminho a ser seguido pela tubulação. B. Vazão requerida. e o ponto de uso final. G. I. CRITÉRIOS: Para calcular-se com segurança a bomba centrífuga adequada a um determinado sistema de abastecimento de água. e os tipos e quantidades de conexões e acessórios existentes. ou. 1 redução concêntrica. Temperatura máxima e tipo de água (rio. em m³/h. Altura de Sucção AS. ou reservatório inferior. 4 curvas 90 . Diâmetro (Pol ou mm) e material (PVC ou metal).

50 – 0.5% PCs = 0.50 m (dado) PCs = 0.80 m = 0.70 m = 4.62 + 13. Diâmetro Recalque: 1 ¼” (40 mm) Diâmetro Sucção: 1 ½” (50 mm) ♦ Cálculo da perda de carga (PC): - Para o recalque: Pela tabela 7 vemos os comprimentos equivalentes para as conexões em PVC: 1 registro gaveta 1 válvula de retenção horizontal 1 válvula de retenção vertical 4 curvas 90° = 4 x 0.40 m 19.90 ) x 2.62 As = 0.92 mca 23 .40 m = 2.62 mca ♦ Cálculo da altura manométrica total (AMT): AMT = As + Ar + PCs + PCr AMT = 0.30 mca Para a sucção: Pela tabela 7 vemos os comprimentos equivalentes para as conexões em PVC: 1 válvula de pé com crivo = 18.MANUAL TÉCNICO ♦ Escolha do diâmetro de tubulação: A escolha do diâmetro da tubulação de recalque é feita de acordo com a tabela de perda de carga em tubos (Tabela 6 e 8).05 m PCr = (Comprimento linear da tubulação + Comprimento equivalente) x Fator de perda de carga (Tabela 6 – Perda de carga em tubulações de PVC) PCr = ( 180 +10.79 – 0.00 m = 2.30 AMT = 39.20 m 1 redução = 0.62 mca (calculado) NPSHd = 7.5 + 25 + 0.30 m 1 curva 90° = 1. adota-se um diâmetro comercial imediatamente superior ao recalque.05 ) x 7% - PCr = 13.79 m (tabela 1) Hv = 0.753 m (tabela 2) NPSHd = 9.753 – 0.42 mca ♦ Determinação da Motobomba Schneider: AMT = 40 mca Vazão = 4 m³/h ♦ Determinação do NPSHd: NPSHd = Ho – Hv – As – PCs Ho = 9.90 m PCs = ( 5 + 19. Normalmente para a tubulação de sucção.15 m 10.70 1 redução concêntrica = 0.

) Potência (cv) 24 . Agricultura e Indústrias ME-1207 ME-1210 ME-1315 ME-1420 ME-1630 ME-1840 ME-1950 3/4 1 1.3 4. Os diâmetros das tubulações devem ser compatíveis com a vazão desejada.2 4. Diâmetro do rotor (mm) 104 107 107 105 104 101 107 Monofásico Ø Recalque ("BSP) Ø Sucção (''BSP) Estágios Trifásico Bombas Multiestágios para Água Limpa Altura de sucção (m c.0 * 3.6 * * * * * * 6.3 2.3 4.a.1 * * * * * * 5.9 * * * 3.3 * * * * * 4.3 4.9 4.4 * 2.4 * 2.9 * * 2. 3450 rpm Diâmetro da tubulação de sucção: 1” Diâmetro da tubulação de recalque: ¾” OBS: Utilizar luvas de redução para adaptar os diâmetros de entrada e saída da bomba com os diâmetros das tubulações definidos no dimensionamento.8 * * * * 4.7 * * * 2.50 cv.2 * * 2.7 * * * * * 4.1 * 3.5 2 3 4 5 2 2 3 4 6 8 9 x x x x x x x x x x x x x x 1 1 1 1 1 1 1 3/4 3/4 3/4 3/4 3/4 3/4 3/4 36 40 57 74 108 134 174 8 8 8 8 8 8 8 Modelo: ME – 1315 Motobomba com 3 estágios Potência de 1.3 * * * * 2.3 * * * 3. 5 9 13 17 21 25 29 33 37 41 44 48 52 56 60 64 68 72 76 80 89 98 107 116 125 134 143 152 161 170 VAZÕES EM m³/h VÁLIDAS PARA SUCÇÃO DE 0 m c.9 * 2.a.5 6.9 * 3.7 * * 4.3 5.4 5.0 * * * 3.0 * * * * * * 6.0 4.8 2..2 5.1 Pressão máx.5 5.2 4.3 * * * 3. Lavação.3 5.1 * * * * 3.1 * 4.a. AO NÍVEL DO MAR 7.) MODELO (ME-1) Aplicações Gerais: Residências.4 4.8 3.7 * * * * 2. ÁGUA A 25º C.1 6. 60 Hz.5 * * 4.8 5.1 1.1 3.9 5.a.MANUAL TÉCNICO ♦ Motobomba que satisfaz as condições: CARACTERÍSTICAS HIDRÁULICAS ALTURA MANOMÉTRICA TOTAL EM m c.3 4.4 5. s/ vazão(m c.

2 25 .MANUAL TÉCNICO Curva Característica Ex.

Instalar a motobomba o mais próximo possível da fonte de captação de água. H. Faça suportes para sustentar o peso das canalizações para que o mesmo não pressione a bomba. Nestes casos.: Nunca roscar a tubulação de sucção além do final da rosca do bocal do caracol. etc. isenta de vibrações. Utilize sempre canalização com diâmetro igual ou maior à da bomba. mantenha uma certa distância entre a canalização de abastecimento desse reservatório e o ponto de sucção da bomba. INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO HIDRÁULICA A. evitando assim a entrada de ar. D. garantindo a ausência de sólidos em suspensão tais como: areia. No caso das motobombas com bocais de rosca. B. Os diâmetros orientativos das tubulações devem ser compatíveis com a vazão desejada conforme tabela abaixo: Vazão (m³/h) Diâmetro Polegadas Milímetros 0a1 ¾ 25 1a2 1 32 2a4 1¼ 40 4a8 1½ 50 8 a 15 2 60 15 a 30 30 a 60 2½ 75 3 85 60 a 120 4 110 120 a 200 5 140 IMPORTANTE ♦ Nas instalações onde o fornecimento de água não pode ser interrompido. Na sucção usar tubo com rosca. chuva. Nunca reduza os diâmetros das tubulações (bitolas) de sucção e recalque da bomba. garantindo uma coluna de água sobre a válvula suficiente para não entrar ar pela mesma. etc. com espaço suficiente para ventilação do motor. L. tanto na canalização de sucção como no recalque para facilitar a montagem e desmontagem do conjunto. pedras. J. ♦ No bombeamento de água quente com temperatura acima de 70ºC é obrigatório solicitar a bomba com rotor em BRONZE e selo mecânico em VITON ou EPDM. folhas. K. E.MANUAL TÉCNICO INSTRUÇÕES GERAIS PARA INSTALAÇÃO E USO DE BOMBAS CENTRÍFUGAS 1. Usar válvula de pé (fundo de poço) com um diâmetro superior ao da canalização de sucção. poeira. Obs. evitando assim. F. protegendo-a das intempéries (sol. O local de instalação da motobomba deverá ser iluminado e seco. deverá conter proteção impermeável contra possíveis vazamentos ao longo de seu uso. no período de garantia ou fora dele. Quando a motobomba for instalada numa cisterna ou reservatório. galhos. uma em operação e outra reserva.). sugerimos instalar (próximos aos bocais) uniões. de fácil acesso para agilizar na hora da manutenção/inspeção. C. ♦ Toda motobomba ao ser instalada sobre a laje de residências ou edificações. Não expor a motobomba a ação do tempo. NBR 2352 (Instalações de Aquecimento Solar em Prédios). Vedar todas as conexões com vedante apropriado. a instalação hidráulica deve seguir as determinações das normas brasileiras. I. entre outras. tais como: NBR 7198 (Instalações Prediais de Água Quente). NR 13 Anexo I-A (Caldeiras de Pressão). Utilizar o mínimo possível de conexões na instalação. dando preferência sempre às curvas no lugar de joelhos. 26 . Fixar a motobomba sobre uma base rígida e regular (de preferência de concreto ou alvenaria). a sucção de bolhas de ar. G. Instale válvulas de retenção na tubulação de recalque a cada 20 mca (desnível mais perda de carga) conforme NBR 5626/98. evitando desta forma o travamento do rotor. torna-se obrigatório manter duas bombas em paralelo. umidade. Instalar a válvula no mínimo 30 cm do fundo do local da captação. Procure manter um pequeno declive no sentido da captação.

Depois de ± 20 minutos o sistema se rearmará automaticamente. consulte um técnico especializado no assunto. Então. estão de acordo com a NBR 5410 e especificam o diâmetro mínimo do fio condutor de cobre. D. colocar um automático de nível (chave bóia) cuja instalação deve obedecer as recomendações do fabricante do mesmo. Sempre que possível. depois de ter funcionado um determinado tempo. observar na placa de identificação do mesmo o esquema compatível à voltagem da rede elétrica do local. 127/254 V. 2. 220/380/440 V e 380/660 V. levando em consideração a tensão da rede. E. B. No circuito elétrico da motobomba. Para sistema trifásicos: 220/380 V. ♦ As tabelas 10 (motores Monofásicos) e 12 (motores Trifásicos) deste catálogo. Toda vez que houver elevação da temperatura o termostato abre desligando o sistema. instalar um interruptor diferencial residual ou disjuntor diferencial residual (“DR”). BIR 2001 e MBL são dotados de termostatos para proteção contra sobreaquecimento. ficar um período sem ser usado. além do relé de sobrecarga. recomendamos levar o equipamento até a Assistência Técnica Autorizada mais próxima e chamar um eletricista para avaliar a instalação elétrica. Lembramos que disjuntores simplesmente protegem a instalação contra curto-circuitos. É obrigatório o aterramento do motor elétrico conforme NBR 5410. 220/440 V e 254/508 V. É obrigatório a utilização de chave de proteção dotada de relé de sobrecarga adequada para uma maior segurança do motor elétrico contra efeitos externos. C. ♦ Se o equipamento.MANUAL TÉCNICO ♦ Não recomendamos utilizar bombas em ferro fundido nos sistemas de recirculação de água quente dotados de aquecedor(es). sobrecarga. Proibido o uso de bóias que contenham mercúrio em seu interior. de elevada sensibilidade. 27 . INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO ELÉTRICA A. recomendamos guardá-lo em local seco. Dispositivos estes. Além disso. quando for colocado em funcionamento outra vez. Nota: Se a tensão (voltagem) a ser utilizada for diferente às apresentadas nas tabelas. deixar a bomba funcionando por algum tempo jogando a água para fora do reservatório. consulte um profissional do ramo ou a Concessionária de Energia Local. ♦ Tensões possíveis: Para sistemas monofásicos: 110/220 V. O relé deve ser ajustado para a corrente de serviço do motor e a falta do mesmo na instalação implicará em perda total da garantia. tais como: subtensão. sobretensão. Em sistemas trifásicos. Os motores das famílias BCR 2000. Observação: Sempre que houver dúvidas na instalação elétrica do motor ou na compreensão das tabelas e esquemas apresentados. IMPORTANTE ♦ cálculo para a escolha correta dos condutores que alimentarão o motor elétrico deverá ser ♦ baseado na tensão aplicada e na corrente de serviço do motor. recomendamos acionar por alguns segundos o motor para ver se o eixo do mesmo gira livremente. etc. ou entre em contato com a Assistência Técnica da Fábrica. ♦ No caso de armazenamento (estocagem) do equipamento (antes de ser instalado). movimentar manualmente e de forma periódica o eixo do motor (ou do mancal). que garantem proteção contra choques elétricos. F. Persistindo o problema. a potência do motor e a distância do mesmo ao quadro geral de distribuição (entrada de serviço). faz-se necessário a utilização de relé falta-fase. Para ligação correta do motor elétrico.

E. Os mancais das bombas já saem de fábrica lubrificados com óleo ou graxa (dependendo do modelo do mesmo). garantindo assim. siga as orientações contidas na placa do motor e para o motor trifásico inverta a posição de duas fases da rede. C.MANUAL TÉCNICO 3. Nas trocas e relubrificações use somente óleos e graxas novos e isentos de impurezas. trifásicos. B. para eliminar o ar existente em seu interior. Conclua a instalação hidráulica de recalque. ou seja. e a graxa deve ser a “Graxazul” (Sulfato de Molibdênio) com ponto de gota de 170°C. o que ocorrer primeiro. para fora do reservatório afim de eliminar eventuais impurezas contidas na instalação hidráulica. observe antes o nível de óleo do mancal. Os óleos e graxas mais indicados para mancais de rolamento são os da linha industrial. sugerimos que a partida do mesmo seja feita com registro fechado. o intervalo para troca deve ser reduzido ainda mais. E. com exceção do modelo BCA-43). pelo lado traseiro do motor (ou mancal). o conjunto deverá ser montado sobre uma base. nos casos em que a temperatura de trabalho seja inferior a 50°C com boas condições ambientais e pouca sujeira.000 horas. Normalmente. O motor a combustão deverá ser montado sobre amortecedores para evitar vibração. 28 . Ao efetuar o primeiro acionamento do conjunto motobomba. Se feito de maneira correta proporcionará um funcionamento eficiente e isento de problemas. Nos casos dos mancais lubrificados a graxa. F. ♦ Em se tratando do mancal lubrificado com óleo. IMPORTANTE ♦ A falta ou excesso de lubrificação causam superaquecimento e aceleram o desgaste do equipamento. Havendo dúvidas.000 horas de uso efetivo ou 1 ano. Caso contrário. INSTRUÇÕES PARA ACIONAMENTO DA BOMBA A. Acima desta temperatura. sempre que for operar o equipamento. Recomenda-se bombear água. D. nos casos em que a temperatura do óleo atinge níveis de 100°C. 3. por algum tempo. Corrente e Voltagem) evitando-se assim. Entretanto. preencha com água todo o corpo da bomba e a tubulação de sucção. O alinhamento entre os eixos do motor e da bomba é que determinará a vida útil do conjunto. para o motor monofásico 6 fios. Nunca misture lubrificantes de marcas diferentes. Nunca deixe a motobomba operar sem água em seu interior. ♦ Consulte o Manual de Instalação. trocas anuais são suficientes. Esta. em casos que haja penetração de umidade. Pressão. B. Para uso diário contínuo de 24 horas.1 BOMBAS MANCALIZADAS A. C. se este gira no sentido correto (sentido horário. os intervalos de troca devem ser a cada 1. Nas bombas acopladas a motores monofásicos 6 (seis) fios. Antes de conectar a tubulação de recalque à bomba. para uso diário de até 8 horas de trabalho a troca deverá se feita sempre a cada 6. o intervalo de troca difere de acordo com o volume de óleo e as condições de utilização. Quando a bomba mancalizada for acoplada ao motor estacionário. o intervalo de troca passa a ser a cada três meses ou menos. a cada aumento de 15°C é necessário que o intervalo de relubrificação seja reduzido pela metade. Tal procedimento permite que sejam conhecidos os pontos operacionais do equipamento (Vazão. Ainda. D. ou nas bombas mancalizadas. deverá ser em fixada ao chão. abrindo-o lentamente e medido-se a corrente e a voltagem através de um alicate amperímetro/voltímetro até que o sistema estabilize-se. observar logo na partida. Operação e Manutenção das Bombas e Motobombas SCHNEIDER. Estes valores são válidos para temperaturas de trabalho do rolamento inferiores a 70°C. consulte a fábrica. Os óleos podem ser do tipo SAE 30 ou 40. faça a escorva da mesma. não improvise. eventuais danos ao mesmo. um funcionamento eficaz e longa vida útil do equipamento. No caso dos mancais lubrificados a óleo.

MANUAL TÉCNICO 29 .

Nível Dinâmico = 15 metros. B. Vazão requerida.80 m PCr = (Comprimento linear + comprimento equivalente) x Fator de perda de carga (tabela) PCr = (100 + 5.a. Nível estático da fonte de captação.6 = 1. Conexões no Recalque (PVC): 3 curvas de 90º. A definição da Profundidade até o Injetor (metros). conhecer o Ø interno livre dos mesmos. Tipo e vazão disponível da fonte. conforme o esquema típico apresentado na página anterior: ♦ Dados da instalação: Profundidade Total do Poço = 26 metros. EXEMPLO: Baseados nestas informações podemos calcular a bomba necessária para os seguintes dados.23 mca 30 . Diâmetro de sucção: Conforme modelo da motobomba Diâmetro de retorno: Conforme modelo da motobomba ♦ Cálculo da perda de carga no recalque: Pela tabela 7 vemos os comprimentos equivalentes para as conexões em PVC: 3 curvas 90° = 3 x 0. Quantidade e tipo de conexões existentes.4 = 0. Ø interno 4” = 2 m³/h.80 m 1 válvula de retenção vertical = 3. Comprimento linear e diâmetro da tubulação de recalque. são necessários alguns dados técnicos fundamentais do local de instalação e das necessidades do projeto: A. em metros. Diâmetro das Tubulações e Conexões = a definir Comprimento Linear da Tubulação de Recalque = 100 metros.8) x 4% PCr = 4. em m³/h. em metros. 2 curvas de 45º. em metros.5 m³/h Altura de Recalque (Ar) = 14. A pressão necessária para recalque (altura manométrica de recalque) é obtida através de: Altura de recalque. Vazão Requerida = 1. Para poços semi-artesianos ou artesianos. em m³/h.20 m 5. 1 válvula de retenção vertical ♦ Escolha do diâmetro da tubulação: Diâmetro de recalque: 1” (32 mm) – Conforme tabela de perda de carga em tubos (tabela 6 e 8). Nível dinâmico da fonte de captação. em metros. CRITÉRIOS: Para se calcular com segurança a bomba centrífuga injetora adequada a um determinado sistema de abastecimento de água. Poço Semi-Artesiano.0 metros. Nível Estático = 10 metros.) 1. conforme indicado na tabela de cada bomba.80 m 2 curvas 45° = 2 x 0.MANUAL TÉCNICO MÉTODO BÁSICO PARA SELEÇÃO DE UMA MOTOBOMBA CENTRÍFUGA INJETORA SCHNEIDER (PARA ALTURA DE SUCÇÃO SUPERIOR A 8 m c. é feita conhecendo-se: Profundidade total da fonte de captação. 2. em metros.

91 2.93 1.a.52 1.98 35 36 VAZÕES EM m3/h VÁLIDAS PARA SUCÇÃO DE 0 m c.97 1.16 2. que corresponde a posição .62 2.45 2.28 2.74 2.a. ficando 1 m acima do fundo do mesmo.55 25 1.65 33 0.89 1.a.23 AMR = 18.42 1.02 1.81 2.19 0. pois ela é maior que 8 mca.37 2.) Recalque máximo (m c.93 1.65 2.64 2.91 2.22 3.36 1.43 3. ♦ Determinação da motobomba SCHNEIDER.80 1.77 1. ÁGUA A 25º C.83 2.20 1.42 2.12 2. Chácaras e Indústrias.69 1.92 2.64 2.00 1.84 1.93 2.17 2.02 2.33 2.11 0.70 0.23 mca (*) Neste caso.62 1.88 2. AO NÍVEL DO MAR Pressão mínima para a vazão indicada (m c.63 1.65 1.20 3.41 0.02 2.46 1.23 3.54 1.53 1.10 2.75 32 0.26 2.72 1.23 17 1.06 1.13 3.56 1.13 1.40 0.84 2.50 m³/h Profundidade do injetor = 25 m CARACTERÍSTICAS HIDRÁULICAS PROFUNDIDADE ATÉ O INJETOR EM m 15 2.75 22 1.22 2.13 1.42 0.52 0.MANUAL TÉCNICO ♦ Cálculo da altura manométrica de recalque (AMR): AMR = Ar + PCr (*) AMR = 14 + 4.20 1.92 2.33 3.57 1.30 1.26 2.54 2.) Potência (cv) MODELO Aplicações Gerais: Residências.11 3.00 2.05 30 0.10 2.04 1.98 2.73 1.10 1.08 1.5 MBI-1 I1-26 2 3 x x x x x x x x 1 1/4 1 1/4 1 1/4 1 1/4 3/4 3/4 3/4 3/4 1 1 1 1 23 29 33 38 28 34 38 43 140 150 155 155 MODELO: MBI .32 3.19 2. conforme tabela de seleção abaixo: AMR = 24 mca Q = 1.90 1.81 2.13 2.83 1.34 1.03 1.02 2.48 1.94 1. já estando contemplada na definição do injetor. ♦ Profundidade até o injetor: Profundidade do injetor = Nível dinâmico + Submergência do injetor Profundidade do injetor = 15 + 10 = 25 m Portanto.84 21 1.55 2.00 2.93 1.40 1.62 0.80 1.76 1.50 1. o injetor será instalado a uma profundidade de 25 m a contar da base superior do poço.36 2.85 31 0.62 0.84 1.29 0. Diâmetro do rotor (mm) Monofásico Ø Recalque ("BSP) Ø Retorno ("BSP) Ø Sucção (''BSP) Trifásico Bombas Injetoras para Água Limpa 1 1.I1-26 Potência: 1 cv Diâmetro de sucção: 1 ¼” Diâmetro de retorno: 1” 31 Submergência (m) 2 10 2 10 2 10 2 10 .23 1.43 1. não se considera a altura de sucção e suas perdas.46 2.32 1.33 16 2.14 18 1.71 1.15 28 0.73 2.62 1.52 2.35 26 1.03 1.32 0.78 2..73 2.12 3.67 1.50 0.65 23 1.25 27 0.51 0.04 20 1.

♦ rendimento global de bombas centrífugas injetoras é muito inferior as centrífugas normais. afim de eliminar todo o ar. A distância da bomba injetora à boca do poço não deve ultrapassar 4 metros.00 m³/h Altura de recalque máxima = 25 mca Como a altura de recalque calculada (18. devendo ser fixada em base rígida e levemente inclinada no sentido da sucção. preencha as tubulações de sucção. H. Esta perda de vazão. para evitar entrada de sólidos e entupimento do sistema. Este é o ponto ideal de trabalho. somente serão plenamente obtidas quando as mesmas estiverem corretamente instaladas elétrica e hidraulicamente. C. por metro inferior a submergência ideal. nos diâmetros indicados na tabela abaixo. já estando contemplada na definição correta do injetor. G. Caso contrário aumentar o diâmetro de tubulação de recalque ou escolher outro modelo de bomba. Lembre-se sempre que as vazões indicadas em catálogos para as bombas injetoras. Antes de ligar a bomba injetora. E. Isto causará avarias e a perda da garantia. abra lentamente o registro de regulagem sempre acompanhando o ponteiro do manômetro que agora vai se deslocando na direção do zero. em valores percentuais. O perfeito funcionamento de uma motobomba injetora depende fundamentalmente da correta instalação e vedação dos canos de sucção e retorno. O injetor deve ser instalado no mínimo 30 cm acima do fundo do poço. Só introduza as tubulações no poço depois de ter certeza que as emendas estão bem vedadas. Então. inferior a 10 metros. 32 . não se deve esperar as mesmas vazões de injetoras. voltar fechando o registro por completo e em seguida abri-lo outra vez até um pouco antes do ponto marcado. ♦ Quanto menor for a submergência do injetor. comparadas a centrífugas normais. D. Notas: ♦ Para o cálculo da altura manométrica não se considera a altura de sucção e suas perdas de carga. evitando a entrada de ar e vazamentos. Sendo que o limite de submergência mínimo para evitar entradas de ar pelo injetor é de 2m. Quando terminar de preencher. mesmo sendo modelos de características construtivas e potências iguais. pois é maior do que 8 mca. É preciso marcar este ponto. O registro de regulagem possui dois lados arredondados e duas faces lisas.MANUAL TÉCNICO Diâmetro do injetor: 91. B. visto a grande recirculação interna necessária ao funcionamento do sistema.5 mm Vazão com o injetor a 25 m de profundidade e submergência de 10m = 2. de retorno e o corpo com água. feche um pouco mais o registro para evitar que o nível da água desça até o injetor. Caso a vazão do poço seja inferior a vazão da bomba.23 mca) é menor que a altura de recalque máxima da motobomba (28 mca) o modelo escolhido poderá ser empregado. menor será a vazão da bomba. Nunca utilize a motobomba injetora para a limpeza do poço (retirada de areia). A submergência mínima para evitar entradas de ar pelo injetor é de 2 metros. Se não há vazamentos. no mínimo. 5 cm de altura de brita no fundo do poço. espere um pouco e observe se a água permanece no mesmo nível. INSTRUÇÕES GERAIS PARA INSTALAÇÃO E USO DE BOMBAS CENTRÍFUGAS INJETORAS A. conecte a tubulação de recalque e feche completamente o registro de regulagem. Sendo assim. que devem ser de rosca. Se o nível baixar é porque existe vazamento e este deverá ser contido. F. Com o registro todo fechado ligue o motor e observe que o ponteiro do manômetro deslocase na direção dos 60 mca (não precisa necessariamente chegar lá). Recomendamos colocar uma camada de. Esse deslocamento acontece de forma gradativa até um determinado ponto quando escorrega bruscamente para o zero. é apresentada na Tabela de Seleção.

MANUAL TÉCNICO Modelo do Injetor I0 I1 I2 Diâmetro Externo do Injetor 71.5 mm Diâmetro das Tubulações Sucção Retorno 1” 1 ¼” 1 ½” ¾” 1” 1 ¼” 33 .0 mm 91.5 mm 101.

4 0.0 6.9 15.9 18.0 9.6 0.3 24.0 2.643 x Q 1. 34 .0 8.2 0.5 0.7 0.8 10. DN 150).4 6.7 25.5 33.8 31.3 37.4 6.1 0.7 0.7 0.0 2.6 FoFo PVC FoFo PVC 3" FoFo PVC 4" FoFo PVC 5" FoFo 3/4" 1.1 29.0 8.3 0.2 94.4 1.3 6.3 1.8 5.4 0.4 11.2 3.1 41.2 37.5 6.5 1.7 4.7 1.2 1.5 5.Em se tratando de tubos galvanizados ou ferro fundido.5 8.3 1.5 0.2 0.5 2.1 0.5 0.2 0.4 0.7 3.0 FoFo PVC FoFo PVC FoFo PVC 2" 0.9 2.1 0.9 15.3 2.4 7.1 0.5 0.Considerar que a pressão nominal dos tubos de PVC classe 15 é de 75mca.9 42.0 5.2 3.0 1.2 0.9 75.4 25.4 0.1 0.0 6.2 1.0 2.8 9.1 4.2 0.2 4.9 30.5 38.1 1.600 = 0.5 0.4 87.8 1.1 0.8 67.5 59.2 0.4 0.2 75.0 26.2 62. DN 150.1 9.6 91.0 10.1 67.7 57.5 2.6 36.1 0.2 12.3 0.1 8.1 22.5 9.4 1.Valores de Perda de Carga para PVC obtidos através da Fórmula de Flamant: J = 4 x 0.1 0.6 1.3 0.1 31.1 0. d .3 2.2 0.5 82.2 0.6 22.4 3.4 5.5 4.8 19.9 3.0 2.0 2.7 24.1 16.9 1.4 1.7 2.0 30.6 4.3 33. DN 50.2 12.7 51.PERDA DE CARGA EM TUBULAÇÕES Tabelas de perdas de carga em 100 metros de tubos novos de ferro fundido ou aço galvanizado e PVC (valores em %) Vazão m3/h 0.6 1.9 1.3 0.0 2.0 78.5 1.8 0.3 4.7 10.0 12.6 9.1 0.6 15. DN 300) consultar respectiva tabela de perda de carga do fabricante.8 8.0 1.0 97.Para tubulação de irrigação PN 40 (DN 35.6 86.6 29.6 50.5 2.1 0. recomenda-se o uso de tubos de FoFo ou Galvanizados.2 0.3 16.1 17.9 3.1 0.6 0.3 0.6 2.3 0.1 1.0 4.5 7.1 2.2 0.1 3.0 14.5 1.8 0.5 2.0m/s.1 0.1 13.3 19.1 0.8 0.1 75.1 0.2 3.7 7.8 12.1 52.5 10 12 14 16 18 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 95 100 120 150 200 250 300 350 400 PVC FoFo PVC 1" 0.7 5.7 28.1 0. DN 250.0 3.3 44.0 22.1 8.3 0.6 0.5 1.7 23.4 5.277 litros/segundo.6 2.2 1.1 29.3 0.9 15.7 0.3 2.1 63.9 4.Evitar o uso dos valores abaixo da linha grifada para não ocasionar excesso de perdas de carga.2 14.5 0. DN 125.4 12.5 37.1 0.6 4.1 0.5 33.9 54.5 90.1 0.4 8.6 39.1 0.4 0.6 16.4 21.1 67.3 1.7 27.1 1.5 0.0 1.7 3.0 4.1.5 2.1 5.2 0.2 4. PN 80 (DN 50.3 44.4 47.3 12.3 7.8 91.7 23.8 55.1 0.5 3.3 3.6 4.0 1.5 20.6 94.0 1.1 0.7 0.1 0.1 0.7 36.1 0.0 26.1 0.7 2.2 0.4 3.1 0.1 1.9 0. c .1 0.3 4.1 0.3 13.1 9.9 4.0 13.1 0.2 24.6 11.9 1.2 10.6 22.000135 x 4√(Q/ πD2/4)7/D D .4 8.5 9.5 37.0m3/hora ÷ 3.3 11.7 15. DN 200.4 0.MANUAL TÉCNICO TABELA 6 .3 2.2 22.2 16.9 1.8 71.0 3.6 7.4 0.4 0.4 0.1 0.85 x D4.7 37.3 2.6 4.7 13.4 18.5 20.0 11.6 5.0 11.4 0.7 9.0 25.8 1. e .4 18.3 26.4 1.87 Onde: J – Perda de carga em m/m Q – Vazão em m 3/s D – Diâmetro em m 0.1 43. principalmente na tubulação de sucção.2 0.7 38.3 33.Valores de Perda de Carga para aço galvanizado e ferro fundido obtidos através da equação de Hasen-Williams: J = 10.4 51.0 25.3 0.1 0.2 68.9 1.5 18.7 33.8 2.5 0.8 50.4 50. para pressões de serviço acima destes valores.2 91.7 70.5 6.8 5.4 0.4 85.9 14.1 7.2 0.1 1.1 0.5 44.7 0.4 0. PN 125 (DN 100.3 19.1 33.3 0.8 0.4 0.0 7.5 12.0 3. DN 100.0 35.1 10.6 3.8 32.0 9.1 8.5 2. deve-se acrescentar 3% aos valores acima para cada ano de uso da tubulação.5 9.6 2.6 0.6 54.4 86.1 0.5 4. b .6 3.9 10. DN 300) e PN 60 (DN 250.6 17.7 5.6 10. DN 100).3 0.3 7.6 58.4 26.9 1.1 0.9 8.0 2.7 3.1 35.2 0.8 0.4 2.1 11.7 0.2 0.5 48.6 3.1 0.1 0.2 1.1 21.3 0.2 12.1 0.8 69.0 3.3 19.9 7.2 9.1 0.6 1.1 0.4 54.9 1.0 48.1 7.1 66.0 21.0 1.1 2 1/2" .3 6.0 81.6 61.1 0.3 38.6 55.9 0.7 6.0 24.1 0.2 0.4 OBSERVAÇÕES: a .9 5.6 0.85 125 1.5 3.7 2.2 1.8 44.2 0.2 0.6 84.4 6.5 0.1 1.1 82.4 0.6 2.1 2.8 1.1 0.2 2.2 41.6 10.0 27.3 13.2 0.0 10.3 82.2 0.9 85.4 6.5 0.6 62.9 28.4 54.2 0.9 44.1 3.5 0.2 8.4 15.3 81.1 57.4 1.2 14.2 1.3 3.1 0.1 0.2 0.5 0.3 0.3 0.0 4.3 56.5 18.3 77.1 0.3 0.2 8.4 0.2 66.0 1 1/2" 0. onde a velocidade máxima do líquido bombeado deve ser inferior a 2.4 1. DN 75.5 0.0 5.1 0.3 0.4 15.8 42.8 25. DN 75.1 0.1 0.5 44.2 78.6 5.5 6. Conforme aplicação.5 24.1 1 1/4" 0.7 0.9 2.7 2.5 3.4 5.5 7.9 11.9 3.8 1.7 20.3 0.8 8.5 17.3 18.9 67.3 5.2 0.8 12.8 4.2 5.9 3.6 55.5 0.2 4.1 0.1 0.1 22.0 3.1 2.5 1.

5 1.1 0.7 0.4 1.4 17.8 22.5 0.01 3.0 5.9 7.5 1.9 0.2 1.6 1.7 0.1 8.7 0.4 8.0 28.3 10.2 0.0 10.2 1.64 0.4 0.2 11.7 4.7 0.1 1.3 1.4 30.9 43.0 0.0 37.0 17.3 0.1/4" 35 .6 3.4 21.02 3.9 0. bronze ou latão.0 0.9 1.6 1.5 0.4 0.5 3.7 0.2 8.6 0.1 0.25 0.2 1.0 1.01 1.16 0.78 0.7 4" 1.4 0.6 3.8 2" 1.5 1.6 2.9 3.9 4.5 0.3 7.01 3.0 0.3 0.7 3.2 2.7 0.4 1.9 2.4 0.7 0.3 7.7 3.0 6.07 1.5 7.71 0.1 1.4 1.1/4" x 1" .01 0.0 6.6 9.9 3.4 0.2 4.3 6.0 13.3 5.3 2.6 0.95 0.5 26.0 17.15 0.5 2.4 1.8 7.4 0.3 9.7 8.8 0.01 1.9 2.5 0.7 4.5 0.5 0.7 18.8 0.3 7.1 0.8 0.9 0.2 0.2 0.38 0.15 0.3 1.4 2 1/2" 1.01 3.4 12.MANUAL TÉCNICO TABELA 7 .4 2.4 1.8 0.1 6.7 0.6 2.2 8.7 2.1 0.7 1.5 1.3 0.6 2.6 2.PERDA DE CARGA EM ACESSÓRIOS Tabela de perdas de cargas localizadas em conexões. b .3 0.4 0.4 1" 0.5 0.7 0.0 26.9 1.Os valores acima estão de acordo com a NBR 5626/82 e Tabela de Perda de Targa da Tigre para PVC rígido e cobre.6 1. Ex.6 13.9 4.29 0.3 2.9 0.3 0.5 23.1/2" x 1.2 1 1/4" 0.12 0.4 2.3 3.3 11.9 0.6 0.2 8.2 0.0 25.8 23.0 10.0 0. com fluxo da maior para a menor bitola.6 3.4 10.1 0.3 4.6 8.3 2.9 0.1 1.3 0.4 0.0 8.6 3.7 34.7 0.: 1.1 0.3 3.1.0 4.0 1.3 0.0 5.9 4.4 1.9 2.9 5" 1.7 2.04 4.0 1 1/2" 1.8 0.2 4. e NBR 92/80 e Tabela de Perda de Carga Tupy para ferro fundido galvanizado.3 2.0 8.5 3.0 2.2 1.(*) Os diâmetros indicados referem-se à menor bitola de reduções concêntricas.7 10.8 1.2 0.1 3.0 1.3 0.1 0.9 0.2 0.3 0.2 0.4 16.9 0.5 0.3 6.3 2.2 0.2 6.2 1.1 0.4 3.8 0.6 15.1 Curva 90o Curva 45o Joelho 90o Joelho 45o Tê de passagem direta Tê de saída lateral Tê de saída bilateral União Saída de canalização Luva de redução (*) Registro de gaveta ou esfera aberto Registro de globo aberto Registro de ângulo aberto Válvula de pé com crivo Válvula de Retenção Horizontal Vertical OBSERVAÇÕES: a .0 21.7 14.2 0.1 7.5 1.5 1.0 0.8 2. sendo a bitola maior uma medida acima da menor.8 4.3 1.4 6.3 0.7 0. considerando-se os comprimentos equivalentes em metros de canalização CONEXÃO Diâmetro nominal X Equivalência em metros de canalização MATERIAL PVC Metal PVC Metal PVC Metal PVC Metal PVC Metal PVC Metal PVC Metal PVC Metal PVC Metal PVC Aço PVC Metal Metal Metal PVC Metal Metal Metal 3/4" 0.8 4.85 0.0 5.1 3" 1.1 1.7 4.5 0.3 13.5 5.2 2.6 2.5 0.03 3.

5 2.5 4 4 6 2.5 2.5 2.5 4 6 6 10 2.5 2.5 2.5 6 6 20 2.5 2.5 2.MANUAL TÉCNICO TABELA 8 .5 2.5 4 4 6 10 10 16 16 2.5 2.5 4 6 6 10 10 2.5 6 6 30 2. 36 . 2 3 4 5 7.5 2. baseando-se na tabela com a tensão mais próxima x potência x distância correspondente. 1 1. admitindo queda máxima de tensão de 4 % Tensão da rede (V) Potência do motor (cv) 1/3.5 10 12.5 2. 1 1.5 2.5 2. para ligação de motores elétricos TRIFÁSICOS.5 2. 1/4 1/3.5 2.5 10 12.5 15 10 2.5 2.5 4 6 2.5 2.5 2.5 4 6 10 10 16 16 25 4 6 10 10 16 16 25 25 4 6 10 16 16 25 25 35 4 6 10 16 25 25 35 35 6 10 16 25 35 35 50 70 10 10 16 25 35 35 50 70 10 16 25 35 50 70 95 95 16 25 35 50 70 95 120 120 25 35 50 70 95 120 185 240 25 35 50 70 95 120 185 240 2.5 4 6 10 10 16 16 25 4 6 6 10 16 16 25 25 4 6 10 10 16 25 25 25 6 10 10 16 25 25 35 35 10 10 16 25 25 35 35 50 10 10 16 25 35 35 50 70 16 16 25 35 50 70 70 95 25 25 25 35 70 70 95 120 400 10 10 16 25 25 35 50 70 95 120 185 240 300 4 4 6 10 10 10 16 25 25 35 50 70 70 95 120 450 10 10 16 25 35 35 70 95 120 120 240 300 400 4 4 6 10 10 16 25 25 35 35 50 70 70 120 150 500 10 16 25 25 35 50 70 95 120 150 240 400 500 4 4 6 10 16 16 25 25 35 35 70 70 95 120 185 600 16 16 25 35 50 50 95 120 150 185 400 4 6 10 10 16 16 25 35 50 50 70 95 120 185 240 220 380 OBS.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2. para obter a bitola de fio adequada para cada aplicação.5 15 4 5 7.5 2.5 4 6 10 10 10 2.5 2.5 4 4 6 10 10 16 16 2.5 2.5 2.5 15 20 25 30 40 50 10 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 4 6 10 10 10 2.5 2.5 2.5 2.5 2.Bitolas de Fios Condutores de Cobre para Motores Trifásicos Bitolas de fios condutores de COBRE.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 4 6 10 10 16 16 25 4 6 6 10 16 16 25 25 6 10 10 16 25 25 35 35 6 10 10 16 25 25 35 35 400 35 70 120 185 240 240 10 16 25 35 35 50 70 70 120 150 300 300 16 16 25 35 50 50 450 35 70 150 185 240 300 10 16 25 35 50 50 70 95 150 185 300 300 25 25 25 35 50 50 500 50 95 185 240 300 400 10 16 35 35 50 50 95 95 150 240 400 400 25 25 35 35 70 70 600 70 120 240 300 500 16 25 35 50 70 70 120 120 240 300 25 25 35 50 70 70 110 220 440 TABELA 8 .5 4 4 6 6 6 2.5 4 6 6 10 10 16 2.5 2.5 2.5 4 4 6 10 16 16 2. 1 1 1/2 2 3 1/6.5 2.5 2. 2 3 4 5 7.5 2.5 2. 1/4 1/3.5 2.5 15 20 25 30 40 50 1/3.5 10 12.5 2. utilizar fios com uma bitola acima da indicada.5 2. 254 ou 508 volts.5 2.5 2.5 2.5 4 6 10 16 16 2.5 2.5 2.: .5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 4 6 10 10 16 16 25 4 6 10 10 16 16 25 25 4 6 10 16 16 25 25 35 6 10 16 25 25 35 35 50 10 16 16 25 35 50 50 70 10 16 25 35 50 50 70 70 10 16 25 35 50 70 70 95 16 25 35 50 70 95 120 150 25 35 35 70 95 120 150 185 25 35 50 70 120 150 185 240 50 50 70 120 185 240 400 500 70 70 95 150 240 400 500 2.5 2 3 4 5 7.5 2.Bitolas de Fios Condutores de Cobre para Motores Monofásicos Bitolas de fios condutores de COBRE. 1/2 3/4. 1/2 3/4. 1/2 3/4.5 2.5 2.5 6 6 Distância do motor ao quadro geral de distribuição (m) 50 75 100 150 200 250 300 350 Bitola do fio condutor (mm2) 4 6 10 16 16 25 25 35 6 10 16 25 35 35 50 70 10 16 25 35 50 70 95 95 16 25 35 50 70 95 120 150 16 25 35 70 95 120 150 185 25 35 50 70 95 120 150 185 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 4 4 6 6 10 2.5 2.5 4 6 10 10 16 25 20 2.5 4 6 6 10 10 2.5 2.5 2.5 2.5 2. admitindo queda máxima de tensão de 4 % Tensão da rede (V) Potência do motor (cv) 1/6.5 2.5 2.5 2.5 2.5.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 4 6 10 10 16 25 Distância do motor ao quadro geral de distribuição (m) 50 75 100 150 200 250 300 350 Bitola do fio condutor (mm2) 2. para ligação de motores elétricos MONOFÁSICOS.5 2.5 2.5 4 6 10 16 16 2.5 6 6 40 4 6 10 10 16 16 2.5 6 6 10 16 25 25 50 70 2.5 2. 1/2 3/4.5 2.5 2.5.5 2.5 4 4 6 6 2.5 6 6 10 16 25 25 50 70 2.5 10 12.5 2.5 2.5 4 6 10 10 16 25 40 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 4 4 6 10 10 16 16 2.5 2.5 2.5 2.5 4 6 6 10 10 16 25 25 50 70 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 2.5 4 4 6 6 10 10 16 16 2. 1 1.5 2. .5 4 4 6 10 10 16 16 2.5 2.5 4 6 6 10 16 25 25 50 70 2.5 2.5 2.Para motores Mono ou Bifásico adequados a operar em redes de 127. deverá ser consultada a concessionária de energia local.5 2.5 2.5 4 6 10 10 16 25 30 2.5 4 2.Para motores Trifásicos com tensões diferentes das acima especificadas.

Guanabara dois. – Instalações Hidráulicas – Rio de Janeiro. teatros Jardins Consumo por Dia 30 litros/kg roupa seca 5 litros/m² de área 150 litros/cabeça 300 litros/cabeça 150 litros/pessoa 150 litros/soldado 25 litros/refeição 120 a 150 litros/pessoa 200 litros/pessoa 2 litros/lugar 1.ESTIMATIVA DE CONSUMO DIÁRIO (*) Edificação Apartamentos Ambulatórios Cinemas Creche Cavalariças Escolas (externatos) Edifícios públicos ou comerciais Escritórios Garagens e postos de serviço Ginásios esportivos Hotéis com cozinha e lavanderias Consumo por Dia 200 litros/pessoa 25 litros/pessoa 2 litros/lugar 50 litros/pessoa 100 litros/cavalo 50 litros/pessoa 50 a 80 litros/ocupante real 50 a 80 litros/ocupante real 100 litros/automóvel 4 litros/lugar 250 a 350 litros/hóspede Mercados Edificação Lavanderias Matadouros – animais pequenos Matadouros – animais grandes Orfanatos e similares Quartéis Restaurantes e similares Residências populares ou rurais Residências urbanas Templos.5 litro/m² de área (*) Extraído de Macintyre. 1982. J. A.MANUAL TÉCNICO TABELA 9 . 37 .

Eixos desalinhados (bombas mancalizadas). Bomba com corpo super aquecido A canalização de sucção e a bomba estão vazias ou com pouca água (perda da escorva). Motor ou mancal com sentido de rotação invertido. Altura de recalque maior do que aquela para a qual a bomba foi dimensionada. Ligação errada dos fios do motor. Nos sistemas de circuito fechado quando a tubulação de retorno da água cai em cima ou próxima da tubulação de sucção ocorrendo a formação de bolhas de ar. Ventilação do motor bloqueada ou insuficiente. Rolamentos montados com excesso de pressão (interferência). Canalização de recalque entupida. Motor em curto ou queimado. Bomba perde escorvamento após a partida. Corpo da bomba furado ou entupido. Profundidade de sucção elevada (maior do que 8 mca ao nível do mar). Altura de recalque maior do que aquela para a qual a bomba foi dimensionada. Eixos desalinhados ou empenados. Bitolas dos fios de instalação do motor com diâmetro inferior ao indicado pela NBR 5410. Viscosidade ou peso específico do líquido diferente do indicado.DEFEITOS MAIS COMUNS EM INSTALAÇÕES DE BOMBAS E MOTOBOMBAS E SUAS CAUSAS MAIS PROVÁVEIS Bomba funciona mas não há recalque: Vazão e/ou pressão nulas ou insuficientes A canalização de sucção e a bomba não estão completamente cheias de água. Motor elétrico não gira (travado) Eixo empenado ou preso. Entrada de ar pela canalização de sucção. Energia elétrica deficiente (queda de tensão ou ligação inadequada). Rotor arrastando na carcaça. Entrada de ar pela tubulação de sucção ou pela válvula de pé (nível de água muito baixo). Válvula de pé presa. Problemas no acionamento elétrico. Eixo torto ou desalinhado. Gaxeta muito apertada. Selo mecânico com vazamento. Deixa gradativamente de jogar água Profundidade de sucção elevada (maior do que 8 mca para altitudes ao nível do mar). Motor com sentido de rotação invertido. Mancais ou rolamentos defeituosos. 38 . Lubrificante inadequado ou com excesso de uso. Viscosidade ou peso específico do líquido diferente do indicado. Motor elétrico com super aquecimento (amperagem alta) Bomba trabalhando fora da faixa de operação. Rotação de uso acima da especificada em projeto. Vedações da bomba defeituosas provocando entrada de ar.MANUAL TÉCNICO TABELA 10 . Mancais ou rolamentos defeituosos ou sem lubrificação. Selo mecânico com vazamento. ou sub-dimensionada. Rotor da bomba furado ou entupido. Falta de lubrificação ou defeito dos rolamentos e mancais. Mancal com corpo super aquecido Rolamentos com falta ou excesso de lubrificação. Rotor preso ou raspando na carcaça. Canalização de sucção e recalque de pequeno diâmetro ou obstruída. Energia elétrica deficiente (queda de tensão ou ligação inadequada). parcial ou totalmente entupida. Rotor arrastando na carcaça (caracol).

16) Fe Fo (4.16.16) Fe Fo (4.5 4 a 30 2 a 30 3 a 20 FLUÍDO INDICADO PARA BOMBEAMENTO Águas limpas Águas limpas Águas limpas Águas limpas Águas limpas Águas limpas Águas limpas ou turvas Águas limpas ou turvas Águas limpas ou turvas Águas limpas Águas limpas Águas limpas Águas limpas ou turvas Águas limpas Soluções químicas.16) Fe Fo (4.16) INOX (6) Fe Fo (4. sob consulta (7) Águas servidas (9) Águas servidas e chorume líquido (11) Águas servidas e chorume líquido (11) Águas servidas e chorume líquido (11) Águas servidas (13) Águas servidas (14) Águas servidas e esgotos (15) Águas limpas Águas limpas Águas limpas Soluções químicas.5 a 15.16) AL / Si (4.0 1/2 a 1.16) Fe Fo (4.16) FeFo (4.16) Fe Fo (4.16) Fe Fo (4.16) Fe Fo (4.0 1/2 a 3.16) AL / Si (4.0 40.16) Fe Fo (4. sob consulta (7) Águas servidas (17) Águas servidas (19) Águas limpas MATERIAIS DE FABRICAÇÃO TIPO Normal Autoaspirante Autoaspirante Normal Normal Normal Normal Normal Normal Multiestágios Multiestágios Multiestágios Normal Autoaspirante Normal Autoaspirante Autoaspirante Autoaspirante Autoaspirante Submersível Submersível Submersível Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal ROTOR Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Fechado Semi-aberto Semi-aberto Semi-aberto Semi-aberto Semi-aberto Semi-aberto Semi-aberto Fechado Fechado Fechado Semi-aberto Semi-aberto Semi-aberto Fechado CORPO (1) Fe Fo (4.16) PVC Fe Fo (4.16) Fe Fo (4.16) AL/ Si (4.0 a 15.16) AI / Si (4.0 1 1/2 a 3.16) EIXO (3) 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45(*) 1040 / 45(*) 1040 / 45(*) INOX (6) INOX (6) 1040 / 45(*) 1040 / 45 1040 / 45 INOX (8) INOX (6) 1040 / 45(*) 1040 / 45(*) 1040 / 45(*) 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45 INOX (6) 1040 / 45 1040 / 45 1040 / 45 Trabalha somente afogada Opção de vedação em gaxeta (5*) OBSERVAÇÕES Somente motor monof.16) AL / Si (4.0 1/4 a 1/2 1/6 a 1.RESUMO TÉCNICO DAS MOTOBOMBAS CENTRÍFUGAS SCHNEIDER MODELO BCR2000 ASP-56 S MBA BC-98 BC-91 S BC-92 S (GHJK) BC-21/22/23 R BC-21/22/23 F BC-20 F ME-1 ME-2 ME-3 BCV BC-92 S AV BC-30 BCA-1.16) AL/ Si (4.0 3/4 a 3.0 3/4 a 5.16.16) AL/ Si (4.1/2 e 2 BCA-43 A/B (10) BCA-43 CT(10) BCA-43 ST(10) BCS 205/305 BCS 220/320 BCS 350 MBI-0 MBI-1 MBI-2 MCI MSA MBV BPI POTÊNCIA (cv) 1/4 a 1/2 1/4 a 1.0 a 25.16) AL/ Si (4.0 1/3 a 1. a partir de 1/3 cv Autoaspiração até 1m Opção de vedação em gaxeta (5**) Autoaspiração até 6m Autoaspiração até 3m (5*) Autoaspiração até 3m (5*) Autoaspiração até 3m (5*) Motor monofásico somente até 1 cv Motor monofásico somente até 1 cv Motor monofásico somente até 1 cv 39 .0 30.16) Fe Fo (4.16) AL/ Si (4.16) Fe Fo Fe Fo Fe Fo FeFo (16) FeFo (16) FeFo (16) Fe Fo (4.16) Fe Fo (4.16) Fe Fo (4. a partir de 1/3 cv Somente motor monofásico Motor trif.16) Fe Fo (4) Fe Fo (4.0 a 3.16) Noryl Fe Fo (4.0 1.MANUAL TÉCNICO TABELA 11 . 110V ou 220V Motor trif.16) Fe Fo (4.16) Fe Fo (4.5 1/3 a 3.16) FeFo (4.16) FeFo (4.0 a 50.16) ROTOR (2) AL/ Si (4.0 1/2 3/4 a 2.0 1.0 1.5 a 50.0 1/2 a 4.16) Fe Fo (4.16) AL/ Si (4.0 5 a 30.16) Fe Fo (4.16) Fe Fo (4.16) Fe Fo Fe Fo (4.16) Fe Fo (4.0 (12) 60.0 10.18) Fe Fo Fe Fo (4.18) Fe Fo (4.0 3/4 a 2.0 12.16) AI / Si (4.0 (12) 1/2 a 4.16) INOX (6) Fe Nod (4) Fe Nod (4) Fe Fo (4.5 a 3.0 3.

(17). antes de usá-la em produtos químicos. bitolas. etc.0 g/cm³. (12). Aço Inox AISI – 420. (8). MSA 23 e BC 23 com corpo em Fe Nod.0 g/cm³. ou. salvo indicação na respectiva coluna do modelo. no máximo de 15 Kg de sólidos por m³ de água. com sólidos de φ máximo = 25. etc. peças de reposição. (18). ou à fábrica. (10).: Todas as demais características técnicas. açudes. com sólidos em suspensão de no máximo 20 mm de diâmetro. Águas de chuva. açudes.0 mm.. Proporção máxima de 20 % de sólidos com peso específico de até 1. (5). ** Opção de vedação em gaxeta fluídica. são: Al / Si .. ser em GG20 ou nodular. sob prévia consulta à fábrica. com sólidos de φ máximo = 4. conforme indicado nas respectivas colunas de cada modelo. (14). Sólidos intermitentes em suspensão de no máximo 5 mm de diâmetro na linha A e 10 mm na linha b. Consultar previamente o catálogo específico deste modelo. (6). deverão ser consultadas no respectivo catálogo técnico de cada modelo em anexo ou. Águas de chuva. Rotação sentido anti-horário (esquerda). junto a fábrica..0 g/cm³.Liga fundida de bronze Noryl .5 mm. etc. etc. 40 . rendimento. (2). um máximo de 18 Kg de sólidos por m³ de água. Águas de chuva. (19). podendo. Águas de chuva. com sólidos em suspensão de no máximo 50 mm de diâmetro. ou selo mecânico de Carbeto de Silício. Proporção máxima de 20 % de sólidos com peso específico de até 1. Proporção máxima de 10% de sólidos com peso específico inferior a 1 g/cm³. açudes. * Com bucha de revestimento (4). em algumas peças. rios.Liga fundida de alumínio/silício FeFo . olhando-se pela parte traseira do motor. Opção em ferro nodular. BHP. Águas de chuva. ou. Aço Inox AISI – 316. (11). ou.0 mm. com sólidos em suspensão de no máximo 5 mm de diâmetro. * Opção de vedação em gaxeta grafitada.MANUAL TÉCNICO (1). (15). dimensões.. O material de fabricação dos eixos dos rotores (ponta de eixo do motor) é o aço Carbono SAE – 1040/45. um máximo de 18 Kg de sólidos por m³ de água.Ferro fundido GG15 ou superior Bronze . açudes ou chorume. Composição básica mínima em ferro GG15.Noryl rígido injetado (3). (9). As potências de 40 e 60 cv são disponíveis somente na versão mancalizada para acoplamento em tratores com potência mínima de 60 e 80 cv respectivamente. Opção liga em bronze. (16). Os materiais de fabricação dos rotores das bombas. NPSH. um máximo de 18 Kg de sólidos por m³ de água. OBS. ou. Proporção máxima de 20 % de sólidos com peso específico de até 1. Águas de rios. com sólidos de φ máximo = 2. como: vazões. (7). Águas de chuva. rios. (13). altura máxima de sucção. rios.

MANUAL TÉCNICO As bombas são fornecidas. Caso a temperatura seja superior. com vedação selo mecânico Buna N. o qual resiste a uma temperatura máxima da água bombeada de 70°C. (*) Temperaturas superiores a 90°C. caso o mesmo seja em alumínio. 41 . de linha. é necessário solicitar o produto com selo mecânico de Viton e rotor em bronze. até 90°C (*). consultar a fábrica.

edifício até 3 andares Pequenas irrigações Poços de ponteira (* praia) Indústrias. chácaras. BC-98 MBA-XL (*) ASP-56 S (*) ME 1/2/3 BC-20 F BC-21/22/23 R / F BC-92 S (G/H/J/K) MBI-0 – até 24 metros MBI-1 – até 35 metros MBI-2 – até 41 metros Poços profundos (Altura de sucção maior que 8 metros) Produtos químicos (sob consulta à fábrica) Águas servidas . com sólidos até Ø = 25 mm Submersas para águas com sólidos até = 50 mm Aviários. edifícios. com sólidos até Ø = 2. BC-91 S. sistemas de incêndio. refrigeração. estufas e outras aplicações que requeiram média pressão e pouca vazão BC-30 MCI-EF BCA MSA BCA-43 MBV BCS BC-92 S AV MBA-ZL Bombas para prevenção contra incêndio BPI Aplicações que requeiram baixa pressão e alta vazão BCV 42 . com sólidos até Ø = 4 mm Águas servidas.5 mm Águas servidas . transporte de água a distância e irrigação TIPO/MODELO BCR2000.IDENTIFICAÇÃO DAS FAMÍLIAS DAS MOTOBOMBAS SCHNEIDER APLICAÇÃO Residências.MANUAL TÉCNICO TABELA 12 . chorume com sólidos até Ø = 10 mm Águas servidas .

00059 15.4 0.033 3.59 4.000 100.703 14.17 35. Km/h Km/h CV CV CV KW MW KW KW/h ºC ºC MULTIPLICAR POR DIVIDIR POR 3.281 3. Kg/h mile/h ft/sec.6214 27.000 1.264 0. M³/h M³/h M³/h atm.400 24.MANUAL TÉCNICO TABELA 13 .197 10 101.4536 2.264 0.2045 3. L/h L/s L/min.1971 0.03728 0.403 1. ft/cu/min. gal/min.27778 0.0353 0. gal/min.98 1.8 1.600 0.5 1.0353 264.² (PSI) Kg/cm² Kg/cm² Bar MPa MPa MPa Lb Kg M/s M/s M/min.85 0.341 3412.281 25.1 0.7355 0.31 1000 3. ft/cu/min. L/h Kg/cm² ft Kg/cm² mca Lb/Pol²(PSI) mca mca bar mca Kg/cm² Kg Lb ft/sec.284 0.6 0.255 48.9863 735.91134 0. mca mca Lb/Pol.9716 10.000 1.22 10 10.424 132 0.3861 100 17.200 100 10.0 ft mm mile m² m² m² m² m² miles² Ha m² m Us/gal ft/cu Us/gal ft/cu L L/h ft/cu/min.000 0. gal/min. m/s KW HP W W W HP BTU ºF ºK PARA OBTER SÍMBOLO PARA CONVERTER Pés Milímetros Milhas Metros Quadrados Metros Quadrados Metros Quadrados Metros Quadrados Metros Quadrados Milhas Quadradas Hectares Metros quadrados Metros Galões Americanos Pés Cúbicos Galões Americanos Pés Cúbicos Litros Litros por Hora Pés Cúbicos por Minuto Pés Cúbicos por Minuto Galões por Minuto Galões por Minuto Pés Cúbicos por Minuto Galões por Minuto Litros/hora Quilogramas p/centímetro Quadrado Pés Quilogramas p/centímetro Quadrado Metros de Coluna D’água Libra por polegada Quadrada Metros de Coluna D’água Metros de Coluna D’água Bar Metros de Coluna D’água Quilogramas p/centímetro Quadrado Quilogramas Libras Pés por Segundo Kilometros por hora Milhas por hora Pés por Segundo Metros por Segundo Kilowatts Horse Power Watts Watts Watts Horse Power BTU Graus Farenheit Graus Kelvin ÁREA VOLUME VAZÃO PRESSÃO PESO VELOCIDADE POTÊNCIA TEMPERATURA 43 .CONVERSÃO DE UNIDADES DE MEDIDA GRANDEZA PARA CONVERTER SÍMBOLO PARA OBTER COMPRIMENTO Metros Polegadas Quilômetros Alqueire Do Norte Alqueire Mineiro Alqueire Paulista Ares Hectares Quilômetros Quadrados Quilômetros Quadrados Quadra Quadrada Quadra Litros Litros Metros Cúbicos Metros Cúbicos Metros Cúbicos Litros Por Segundo Litros Por Minuto Litros Por Hora Litros Por Segundo Litros Por Minuto Metros Cúbicos P/Hora Metros Cúbicos P/Hora Metros Cúbicos P/Hora Atmosferas Metros De Coluna D’agua Metros De Coluna D’agua Libras Por Polegada Quadrada Quilogramas Por Centímetro Quadrado Quilogramas Por Centímetro Quadrado Bar Mega Pascal Mega Pascal Mega Pascal Libras Quilogramas Metros Por Segundo Metros Por Segundo Metros Por Minuto Quilômetros Por Hora Quilômetros Por Hora Cavalos Vapor Cavalos Vapor Cavalos Vapor Quilowatt Megawatts Kilowatts Kilowatt Hora Graus Celsius + 32 Graus Celsius + 273 m “ Km a ha Km² Km² L L m³ M³ M³ L/s L/min.

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