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COMENTÁRIO

ARTIGO: Um problema do estudo do gênero discursivo canção popular brasileira em
sala de aula
AUTORES: Orlando Brandão e Pollyanna Barros

1) Sobre o objeto de estudo. O isolamento da letra da canção como problemática da
transposição didática do gênero canção. Então, nessa perspectiva, não acontece o
processo de ensino/aprendizagem do gênero.
2) Acho que a distinção entre canção e poema deve ser verticalizada, considerando
a noção teórica de gênero discursivo. Quais são os modos de distinção e, também
de aproximação?
3) Por que a noção de enunciado concreto? Acho que aqui a noção teórica mais
relevante é a de gênero, o problema do ensino do gênero.
4) Sobre os determinantes que interferem na prática educativa: no caso da canção,
penso ser relevante as práticas das culturas juvenis hoje, ou seja, o jeito de ser do
público da escola
5) Por que há tal isolamento da letra da canção, isto é, como conteúdo de ensino?
6) Por que tal isolamento deixa de ser ideológico?
7) Nas obras discutidas, há o reconhecimento de um “avanço” sobre a transposição
didática da canção. Achei contraditório, pois o gênero não é didatizado em sua
totalidade (achei a questão mais problemática)
8) A canção é um texto?
9) Tambor e guitarra são ideológicos, por quê?
10) Quais são as características do gênero da canção? Não está explícito.
11) Acho que o trabalho com a canção exige uma postura multidisciplinar do
professor, sim. Não se trata de fazer uma graduação em música. A questão é o
reconhecimento dos elementos mínimos da canção (ritmo, melodia, notas
musicais e outros). Aliás, para o trabalho com o poema, o professor deve saber
dessas coisas, uma vez que, nas origens, não havia a distinção entre poema e
canção
12) A seleção do texto da canção para a sal de aula já e outra dimensão da transposição
didática, questão também complexa
13) Veja: no último parágrafo do artigo, temos “...uma vez que o problema do
isolamento da letra no caso da canção e o desvio desses traços basilares esvaziam
o estudo, TORNANDO-O SEM SENTIDO.” Anteriormente há o reconhecimento
de um avanço. Como? Achei contraditório.