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Manifesto dos Ministros Batistas do Bra

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sil de 1963: o evangelho social num
documento direcionado às Igrejas da
Convenção Batista Brasileira
Manifest of the Baptist Ministers of Brazil 1963: the
social gospel in a document addressed to the
Churches of the Brazilian Baptist Convention

Manifiesto de los Ministros Bautistas del Brasil
de 1963: el evangelio social en un documento
dirigido a las Iglesias de la Convención
Bautista Brasileña

Helmut Renders e Nicanor Lopes

Ordem dos Ministros Batistas do Brasil da Convenção Batista Brasileira

RESUMO
Fac-símile do texto Manifesto dos Ministros Batistas do Brasil de 1963 da autoria
de membros da Ordem dos Ministros Batistas do Brasil da Convenção Batista
Brasileira. Introdução por Nicanor Lopes e Helmut Renders.
Palavras-chave: Hélcio da Silva Lessa; evangelho social; batismo brasileiro;
teologia pública.

ABSTRACT
Facsimile of the text of the Manifest of Order of Baptist Pastors of Brazil In 1963
authored by members of the Order of Baptist Ministers of Brazil of Brazilian Baptist
Convention. Introducción por López y Nicanor Helmut Renders..
Keywords: Hélcio da Silva Lessa; social gospel; Brazilian baptism; public the-
ology.

RESUMEN
Facsímil del texto del Manifiesto de Ministros Bautistas del Brasil en 1963 escrito
por miembros de la Orden de los Ministros Bautistas Brasileños de la Convención
Bautista Brasileña. Con una introducción de Nicanor Lopes e Helmut Renders.
Palabras clave: Hélcio da Silva Lessa, evangelio social; bautismo brasileño;
teología pública.

Helmut RENDERS e Nicanor LOPES: Manifesto dos Ministros Batistas do Brasil de 1963

mais expressivas foram as experiências vividas. entusiasmou a muitos evangélicos. 15. p. p. 2008. 25 de Julho de 1950. Cleveland. Ohio. sua vez baseada ao movimento missionário evangeli- cal de Lausanne. p. p. 2007. 2010 213 . O manifesto vem até nos como parte do caderno “Ação Social Cristã” escrito pelo pastor batista Hélcio da Silva Lessa (1926-2009) em 1964. 2 Uma revista batista da ação social. 2010. Lessa (1963. RENDERS. eivadas de absurdos preconceitos. por volta de 1936. nesse sentido. Acredi- tamos que seja importante a memória desse movimento no momento que se discute em algumas igrejas evangélicas e protestantes a proposta do evangelho integral. 51-73). A insistência com que os adeptos daquela agremiação política citavam as Escri- turas e a doutrina cristã. o movimento do Evangelho Social no Brasil (RENDERS. 2009. • O Credo Social da Igreja Metodista do Brasil de 1960. 167-176. Uma pequena introdução Recentemente foi publicada uma série de artigos relacionados com o evangelho social 1 e documentamos a sua expressão mais recente.. Walter Rauschenbusch (RENDERS. 175-180). • A declaração Elementos Perma- nentes de Uma Ética Social Cristã da Igreja Reformada Francesa. o Credo Social [sustentável] de 2007 (RENDERS. Revista Caminhando v. 212-221. 43-65) e projetos práticos no nível da igreja local (LOPES./dez. Além do manifesto de 1963 o texto de Lessa continha • O Manifesto Sobre A Liberdade Religiosa do Congresso Batista Mundial. p. 2003. 2010.1. Em seguida publicamos um manifesto social batista que nos foi envia- do pelo discente Ernesto Eduardo Ramos. n. As características totalitárias. 29 de mar- ço de 1963. com o advento do Integralismo. daquele movimento. em recordação do “`Movimento´ Diretriz Evangélica”2. 100-117). 2. jul. p. representado na América Latina pelo Congresso Latino Americano de Evangelização (CLADE). p. no entanto. 1 Credo Social da Igreja Metodista (JOSGRILBERG. 2003). 21) insiste na im- portância do discernimento sociopolítico a partir da experiência do revelador impacto do movimento integralista no meio evangélico na década de 30 do século passado: . 171-174. p..

como dissemos a princípio. destaca o compromisso metodista tanto com o povo como com a Bíblia e alerta da possibilidade de usar a Bíblia como ferramenta da defesa do totalitarismo. Num nobre espírito ecumênico Lessa reconhece os esforços da Igreja Metodista na área da ação social. por 200 pastores batistas. na época. Especialmente por ter enfrentado logo em seguida uma dura repres- são no seu próprio meio (NOGUEIRA. e chamando-o “o arauto das implicações sociais do Evangelho” e menciona também Martin Luther King. 2001).. O autor lembra que o Manifesto publicado em seguida foi assina- do. admirador declarado de Rauschenbusch. reunido em julho de 1960. as esperanças e a disposição daqueles entusiasmados de utilizarem os princípios e preceitos escriturísticos como elementos normativos da vida pública brasileira. WEINGAERTNER. Porém o Manifesto se coloca na tradição de um dos maiores repre- sentantes do Evangelho Social. através de mensagens e documentos diversos. evidenciaram logo a in-autenti-cidade da experiência. nos momentos de crise para o país. com a criação de uma Junta Geral de Ação Social em 1930. no entanto. Lauretti (apud BUYERS. desfazendo. como na Igreja Metodista do Brasil e seu Credo Social de 1970. inclusive. E Lessa reconhece em 1963 também a abertura da Igreja Católica. 1987. expressa pelo II Vaticano: Esta não é. Coube à Igreja Metodista. uma cogitação recente. O VIII Concílio Geral. 113): 214 Helmut RENDERS e Nicanor LOPES: Manifesto dos Ministros Batistas do Brasil de 1963 . diretrizes que emanavam da Palavra de Deus (grifo nosso). a primazia nesse campo [checar no original]. cuja preocupação nos lembramos pelas letras de João Dias de Araújo e Décio E. Enquanto Lessa se refere ao “evangelho social” como parâmetro da ação social. Além de cultivar a preocupação dos fiéis pela realidade nacional. entre os evangélicos brasileiros. tanto na Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (SCHUENEMANN. como na Igreja Presbiteriana. aprova “O Credo Social da Igreja Metodista do Brasil” (Vide anexos). Católicos e protestantes a têm expressado mais ou menos intensamente através dos tempos. o próprio Manifesto o omite. p. Era um período extremamen- te frutífero para a reflexão social. particularmente após o Concilio Ecumênico Vaticano II (grifo nosso). nem apenas nossa. 1965) precisa-se lembrar desse Manifesto de 1963 por documentar uma abertura considerável para o Evangelho Social entre os batistas da época. sempre procuraram os seus elementos representativos sugerir à nação. Walter Rauschenbusch. A natureza do nosso trabalho não nos permitirá considerar aqui a apreciável contribuição que nesse campo têm dado ao Cristianismo os Católicos Romanos. Jr. 1992.

como denominação organizada. Também o corpo ressuscitar. 1. Neste contexto há de se reconhecer a busca por um compromisso social mais relevante por parte dos batistas brasileiros na época.7– Reconhece que é nossa missão profética denunciar os males de cor- rupção. Há tantas vidas sem salvação. os batistas revelam suas preocupações com a dimensão da Ação Social da Igreja. E a vil miséria insulta os céus.18. o problema do menor abandonado. 1.4 – Reconhece em particular. jul. Vivendo em trevas sem perceber Que são escravos de outro ser.3 – Reconhece que nosso discurso de amor deve ser acompanhado de ações práticas (1 João 3. Há muita fome no meu país. para ajudar na solução de graves problemas como fruto de nossa preocupação social. Revista Caminhando v./dez. 212-221. 15. Há criancinhas que vão morrer. 1. Milhões não sabem como escrever. Aos homens ricos vou proclamar Que a injustiça é contra Deus. 1. Neste esforço contemporâneo. 175 a 186). 1.19). p. O que estou fazendo se sou cristão? Se Cristo deu-me o seu perdão? Há muitos pobres sem lar sem pão.2 – Reconhece que temos uma dívida social para com os pobres e que devemos avançar.5 – Reconhece que a evangelização sem a ação social é a descaracteri- zação do evangelho. Meu Cristo veio pra nos remir O homem todo sem dividir: Não só a alma do mal salvar.6 – Reconhece que a acepção de pessoas é pecado condenado nas Es- crituras e que devemos evitar a culpa de mal. 2. pois a Palavra diz que “fé sem obras é morta”. p. é importante observar algumas afirmações sig- nificativas na dimensão da Responsabilidade Social: 1. sem nos omitirmos ou acomodarmos. Milhoes de olhos não sabem ler. 2010 215 . como dos mais graves acontecimentos da época presente e que devemos ser participantes das soluções. n. 1997. Há tantos velhos a padecer. assun- to retomado e visível no documento “Filosofia de Ação Social da CBB” (CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA. Aos poderosos eu vou pregar. Há tanta gente que é infeliz.

o imperativo da alimentação. Os temas revelam não somente a preocupação com a ação social da igreja. As articulações mais recentes são de um grupo de batistas chamado Aliança de Batistas do Nordeste 3. organi- zaram um livro. a educação e o progresso social. Desenvolver uma espiritualidade integral em todas as nossas práticas. luteranos/as. 2005) responde de forma abrangente ao desafio social – e com grande proximidade ao evangelho social. 216 Helmut RENDERS e Nicanor LOPES: Manifesto dos Ministros Batistas do Brasil de 1963 . que aborda a discussão da responsabilidade social. como o manifesto de 1963: 1. Confere a Conferência do Nordeste do Setor da Responsabilidade Social da Igreja da Confederação Evangélica do Brasil (1962). MORAES. Celebrar a diversidade da vida e da humanidade em todas as suas formas. Talvez estivesse chegando a hora de se lembrar dessa época em conjunto – anglicanos/as. 1998). Os batistas também. a Bíblia e a responsabilidade social. como também apresenta uma análise de conjuntura da sociedade brasi- leira. 7. 5. metodistas. Trabalhar incansavelmente em prol da paz com justiça. o trabalho e o desafio para a modernidade. católicos/as. 4. Proporcionar lugares de acolhimento para os feridos ou ignorados pela igreja. Defender a causa dos empobrecidos e proscritos da sociedade. voltando os olhos para a família. Promover oportunidade de relacionamento dentro e fora da Aliança. a terra e o seu uso. E não parou por aí. congregacionalistas. sendo deliberadamente inclusivos e oferecendo a graça e a hos- pitalidade de Deus a todas as pessoas. batistas. 3. São estes os temas tratados: A questão social e a realidade brasileira. moradia. Empreender todos os esforços necessários para o cuidado do planeta. pentecostais e presbiterianos/as– para lembrar dos/as pioneiros/as. as desigualdades sociais. 3 Não podemos esquecer da importância dessa região para a “conscienciação” das Igrejas Protestantes na década de 60 no nível nacional. respeitar as diferenças e promover o diálogo. para comparar as propostas do Evangelho Social com as do Evangelho Integral e do Conselho Mundial das Igrejas e para unir esforços para o bem comum do Brasil. década do Manifesto aqui apresentado. 9. 8. a igreja relevante para a comunidade. 6. na década de 90 do século passado. bus- cando a plena reconciliação proporcionada pelo Evangelho de Cristo. 2. a saúde está doente. Honrar a sabedoria e o aprendizado contínuo. cidadania e dignidade. Jesus Cristo e as carências humanas (BERNARDO. Lutar pela justiça com e para os oprimidos. Sua Carta de intenção da Aliança de Batistas do Brasil – (ALIANÇA DE BATISTAS.

resolveu apresentar à Nação Brasileira e à Denominação Batista em particular. O texto de 1963 Manifesto dos Ministros Batistas do Brasil de 1963 Ordem dos Ministros Batistas do Brasil da Convenção Batista Brasileira A Ordem dos Ministros Batistas do Brasil. Entenderam-no assim também Guilherme Carey. que o Senhor mesmo nos outorgou. o pai das missões modernas. na sua inteireza a condição humana. Walter Rauschenbusch. e corajoso batalhador contra o sistema das castas na Índia. e tantos outros batistas através dos tempos. jul. Estado do Espírito Santo. a fim de influírem nas decisões de que resulta a configuração do nosso destino como nação. Roger Williams. e uma solução cabal para todos os problemas da humanidade (Lucas 4. entidade que congrega os pastores que servem às Igrejas da Convenção Batista Brasileira./dez. que se constituíram nos intérpretes da vontade de Deus para os seus povos nos momentos de maior gravidade de sua história. o pioneiro da liberdade religiosa em nosso continente. 212-221. o seguinte Manifesto Reconhecemos ser um privilégio dos Batistas Brasileiros a iniludível responsabilidade de contribuir não somente para a solução dos proble- mas que no momento assoberbam o nosso povo. acreditamos ser o homem o fulcro das nossas preocupações. como também para a determinação do seu destino histórico.2. realizada na cidade de Vitória. o arauto das implicações sociais do Evangelho. mas também a necessidade de os membros das nossas Igrejas assumirem as suas responsabilidades como cidadãos. afirmou ser o seu Evangelho uma resposta satisfatória a todos os anseios da criatura. Martin Luther King Jr. Não o afirmamos apenas porque sejamos uma parcela apreciável desse mesmo povo. que além de partilhar. quando da encar- nação. Revista Caminhando v.16-21). n. o campeão da luta pelos direitos da minoria negra oprimida. em sua última Assembléia Geral. como também do próprio Cristo. mas porque enten- demos ser essa participação inerente à missão de “sal da terra e luz do mundo”. Nossas preocupações estão em consonância não só com as dos Profetas bíblicos. 2010 217 . Resulta daí não só a legitimidade. p. Os Direitos da Pessoa Humana Ainda que reconheçamos a importância e a significação das insti- tuições. 15. 2.. participando efetivamente na vida política do país e integrando- se nas organizações de classe.

sistema ou instituição condicionada à medida que possibilite à criatura a plena realização da sua humanidade. Assim é que. desde sempre. sem interferências abusivas ou relações aviltantes de dependência. Esta convicção nos fez. 218 Helmut RENDERS e Nicanor LOPES: Manifesto dos Ministros Batistas do Brasil de 1963 . intransigentes defensores da liberdade em todas as suas formas de expressão – liberdade de consci- ência. entendendo ser o ensino religioso uma atribuição espe- cífica dos lares e da Igreja. preconizando a delimitação inteligente e respeitosa das esferas de responsabilidade e ação da Igreja e do Es- tado. assegurando-se a prática da verdadeira democracia. Por corresponderem à nossa concepção dos direitos e deveres da pessoa humana. e a Deus o que é de Deus” (Mateus 22. em qualquer das suas formas. embora permitindo a cooperação construtiva entre ambos. Justiça Social Embora nos regozijemos pelas conquistas sociais do povo bra- sileiro.porquanto “criado à imagem e semelhança de Deus”. reconhecemos a inadequação da presente estrutura social. temos propugnado pela existência de Igrejas livres num Estado livre.. na Carta das Nações Unidas e da Declaração dos Direitos dos Homens. bem como de autodeterminação dos povos livremente manifesta como condição imprescindível à vida humana. de religião. Por isso. consideramos imperiosa a reforma do disposi- tivo constitucional que estabelece o ensino religioso nas escolas mantidas pelo governo. de locomoção. para que não se propicie a criação de um clima de intole- rância e de preconceito religioso em nossas instituições de ensino público. que deverão continuar leigas. insistindo em que os princípios a esse respeito consa- grados na Constituição Federal de 1946. etc. Igreja e Estado Inspirados no preceito bíblico “Dai a César o que é de César. de imprensa. de associação. e os totalitarismos de toda espécie. objetivo e despreconcebido da presente realidade brasileira. com vistas à sua estruturação em moldes que possibilitem o atendimento das justas aspirações e necessidades do povo. enten- demos estar a legitimidade de qualquer regime. política e econômica para a realização plena da justiça social. sejam universalmente aplicados.21). pelo que insistimos na necessidade de um reexame corajoso. de sorte a serem banidos da face da terra a exploração do homem pelo homem ou pelo Estado. assim como é leigo o Estado que as mantém. Por isso. temos repugnado a concessão de privilégios ou de favores financeiros destinados ao sustento e promoção do culto de quaisquer grupos religiosos.

da sobrevivência de regimes feudais de propriedade e exploração da terra. do crescente empobrecimento do patrimônio nacional pela remessa para o exterior dos lucros. mediante a transforma- ção da personalidade./dez. como também aos movimentos de greve. etc. por isso mesmo. que deveriam antes de se destinar. n. que venha liquidar as circunstâncias que possibilitam e estimulam os nossos maus costumes políticos. para que viessem a ser orien- tados construtivamente para o bem geral. e da utilização destas para o cerceamento das liberdades essenciais. da irracional aplicação dos recursos públicos. ser objeto de uma cuidadosa regulamentação. se muitas vezes desvirtuados. pois. jul. 212-221. 15. Por isso. que venha pôr em funcionamento as nossas leis sociais com o pleno reconhecimento e o efetivo atendimento dos direitos dos que trabalham. quer corretiva). num instrumento legítimo de reivindicação social e de preservação dos direitos dos trabalhadores. o fundamento básico sobre que terá de se alicerçar uma sociedade realmente nova. da missão profética que recebemos do Se- nhor. entretanto. que ponha termo ao nepotismo. da generalizada pobreza das populações carentes mesmo do alimento indispensável à sobrevivência. d) reforma da previdência social. que venha atender às reivindicações do homem do campo explorado. b) reforma eleitoral. Embora afirmemos ser a renovação do homem. c) reforma administrativa. na previdência social. como fazer revestir-se de significação social. na prática policial (quer preventiva. 2010 219 . Educação e Agricultura. de sorte a possibilitar à criatura a concretização de seus legítimos anseios terrenos. preco- nizamos a promoção urgente de reformas tais como: a) reforma agrária. no preen- chimento de cargos públicos. extraordinários auferidas em nos- so país. p. Essa necessidade ressalta da constatação da ineficiência dos institutos assistenciais do Estado. direitos líquidos dos trabalhadores. da corrupção que tem campeado nos pleitos eleitorais. da injustiça na distribui- ção das riquezas. da inadequada exploração das nossas riquezas naturais. propugnamos também pela realização de reformas de base na vida nacional. para a solução de problemas sociais angustiantes. na aplicação dos recursos sindicais. São ainda evidências daquela afirmação o tratamento meramente policial dado aos movimentos populares da cidade e do campo. que mereciam ser antes objetiva e carinhosamente estudados. e que deveriam. que transformam num favor concedido a custo. aos mi- nistérios da Saúde. cujo aproveitamento não só deveríamos intensificar. 2. que. Recomendação Final No cumprimento. através do atendimento das suas justas reivindicações. mais liberalmente. se constituem. operada por Jesus (Visto. ao filhotismo e à ineficiência tão generalizada quanto onerosa dos serviços públicos. concitamos o Povo Batista Brasileiro a integrar-se cada vez mais no Revista Caminhando v.

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