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ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

- EMERJ -
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A
CARREIRA DA MAGISTRATURA
PROVA REGULAR DE DIREITO EMPRESARIAL
QUESTÕES DISCURSIVAS
CPI A 2 2016
PROVA: 25/10/2016

a QUESTÃO: (Valor - 3,5 pontos)

FLORISVAL, credor da Cooperativa de Prestação de Serviços de Comércio Exterior
do Rio de Janeiro, através de um cheque no valor de R$ 10.000,00, moveu tempestivamente
ação de execução em face da devedora, sem, contudo, ter êxito em localizar bens ou valores
disponíveis para serem penhorados.
A prova dos autos demonstra que a Cooperativa ré sempre atuou dentro dos limites
de seu objeto social. No entanto, o exequente, calcado numa decisão proferida pela Justiça
do Trabalho, que reconheceu a ré como instrumento de fraudes ao contrato de trabalho,
formulou pedido incidental de desconsideração da personalidade jurídica da cooperativa ré,
com o fim de atingir pessoalmente seus integrantes.
Diante do caso concreto, pergunta-se:
A que regime jurídico se submete a cooperativa em questão?
Qual a natureza jurídica das sociedades cooperativas?
É possível a aplicação da teoria da desconsideração da personalidade jurídica a
esse tipo societário?
Corno juiz da causa, decida o incidente.
As respostas devem ser fundamentadas, em no máximo 5 linhas cada uma.

r QUESTÃO: (Valor - 3,5 pontos)

CÂNDIDO, sócio da sociedade simples CENTRO AVANÇADO DE EXAMES Ltda. -
CAE propôs ação em face de WALDO, em que pleiteia a dissolução e liquidação da
mencionada sociedade. Como causa de pedir, alega a quebra da affectio societatis, em
virtude de uma série de fatos relativos a créditos e débitos da CAE, que não lhe eram
informados pelo réu, que assumiu a direção da sociedade.
Tem razão a parte autora? Responda a questão, de forma fundamentada, em até 15
linhas.

ATENÇÃO: Responda uma única questão em cada folha.

ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
- EMERJ
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A
CARREIRA DA MAGISTRATURA
PROVA REGULAR DE DIREITO EMPRESARIAL
QUESTÕES OBJETIVAS
CPI B 2 2016
PROVA: 06/10/2016
NOME: MATRÍCULA:

r QUESTÃO: (Valor - 0,5 pontos)

Sobre o direito de propriedade industrial, assinale a alternativa correta:

Se dois ou mais autores tiverem realizado a mesma invenção ou modelo de
utilidade, de forma independente, o direito de obter a patente será assegurado àquele que
provar ter criado a invenção a mais tempo.
Sendo o invento ou modelo de utilidade realizado conjuntamente por duas ou mais
pessoas, a patente poderá ser requerida por todos ou por qualquer um deles, sendo que
neste ultimo caso não é necessária a nomeação e qualificação dos demais, bastando que
haja procuração com poderes especiais.
O pedido de patente de invenção ou modelo de utilidade depositado originalmente
no Brasil, sem reinvindicação de prioridade e não publicado, assegurará o direito de
prioridade ao pedido posterior sobre a mesma matéria, depositado no Brasil pelo mesmo
requerente ou sucessores, dentro do prazo de 5 anos.
Poderá ser requerida a retirada do pedido de patente, desde que seja
apresentado em até 16 meses, contados da data do depósito ou da prioridade mais antiga.
O pedido de patente será mantido em sigilo durante 24 meses, contados da data
do depósito ou da prioridade mais antiga, quando houver, após o que será publicado.

4a QUESTÃO: (Valor - 0,5 pontos)

Com relação a Lei 9.609/98, assinale a alternativa correta:

A proteção aos direitos previstos na Lei n. 9.609/98 independe de registro.
O direito a tutela dos direitos relativos a programas de computador é assegurado
por 20 anos, contados a partir de 1° de janeiro do ano subsequente ao da sua publicação ou,
na sua ausência desta, da sua criação.
É aplicável ao programa de computador as disposições relativas aos direitos
morais, assegurado, a qualquer tempo, o direito do autor de reivindicar a paternidade do
programa de computador.
Constitui ofensa aos direitos do titular de programa de computador a reprodução,
ainda que em um só exemplar, de cópia legitimamente adquirida.
O uso de programa de computador no Pais será objeto de patente.

- PNAPP 1 -

9 QUESTÃO: (Valor - 0,5 pontos)

Considere as normas de caráter geral estabelecidas pelo Código Civil brasileiro
sobre a escrituração do empresário e assinale a alternativa correta.

O empresário ou sociedade empresária que adotar o sistema de fichas de
lançamentos não poderá substituir o livro Diário pelo livro Balancetes Diários e Balanços.
Apenas o empresário ou sociedade empresária que não adotar o sistema de
fichas de lançamentos poderá substituir o livro Diário pelo livro Balancetes Diários e
Balanços.
O empresário individual que adotar o sistema de fichas de lançamentos poderá
substituir o livro Diário pelo livro Balancetes Diários e Balanços, sendo tal substituição
vedada à sociedade empresária.
O empresário ou sociedade empresária que adotar o sistema de fichas de
lançamentos poderá substituir o livro Diário pelo livro Balancetes Diários e Balanços.
A sociedade empresária que adotar o sistema de fichas de lançamentos poderá
substituir o livro Diário pelo livro Balancetes Diários e Balanços, sendo tal substituição
vedada ao empresário individual.

6a QUESTÃO: (Valor - 0,5 pontos)

O empresário e a sociedade empresária devem adotar um nome para o exercício da
empresa, de acordo com o Código Civil. Esse instituto, conhecido como nome empresarial,
possui regras para sua formação e utilização. A afirmativa que revela corretamente uma
regra para utilização/formação do nome empresarial é:

a sociedade em nome coletivo deverá adotar firma como nome empresarial, que
incluirá o nome de pelo menos um dos sócios, sendo facultativo o aditivo & Companhia, caso
todos os sócios sejam nominados;
a denominação social é uma espécie de nome empresarial, também conhecida
como "nome de fantasia", porque nela não se inclui nome patronímico, apenas palavras ou
expressões designativas do objeto social;
nas sociedades cujo capital é dividido em ações, é proibido o uso da firma social
como nome empresarial, somente sendo permitido o uso da denominação com a indicação
do objeto social;
o adquirente de estabelecimento por ato entre vivos ou causa mortis, pode usar a
firma do alienante ou do de cujus, precedida de sua própria, com a qualificação de sucessor;
na sociedade em conta de participação a espécie de nome empresarial é firma,
exclusivamente, formada pelo nome patronímico do sócio ostensivo seguida do aditivo &
Companhia, por extenso ou abreviado.

- EMERJ -

XVI). art. sem a apresentação de qualquer oposição. Cadem a L. (Resposta em até 15 linhas). ARTS. Assim. apelido notório e nome artístico singular ou coletivo são assegurados atributos protetivos inerentes à personalidade. Registro. Direito Autoral. a serem arbitrados pelo juízo.Arnbiental E 15 .. Para pseudônimo. 01. ART. Em sua contestação. Âmbito de proteção. Desenho Industrial. RECURSO DESPROVIDO.Previdenciário 12 '—' Civil ffl Penal Regular • IV 12 — ri10 — Criança e 11.279/96.•ue . 07— Processo ia 08— Processo 09 . POSSIBILIDADE (LEI 9.--. Legislação. PROTEÇÃO A DIREITO DA PERSONALIDADE (CC/1916. Como juiz da causa. Administrahvo E1 06— Tributário IN 1---. PROTEÇÃO DEVIDA. Lei n. com a publicação de sua viabilidade na Revista do INPI.Eleitoral Descrição do Tema PROPRIEDADE IMATERIAL. Relata a autora que/em 2005/foi surpreendida com o aparecimento de uma nova banda com mesmo nome da que riara. . nem se reporta.: Elaborador: Período: DIACD Ana Paula Abreu 2016. ALANA NEVES impugna a inicial. o que lhe confere o direito d utilizar o nome registrado com exclusividade. Cessão de direito.609/98.RJ (2004/0098630-4) EMENTA: RECURSO ESPECIAL. tendo existência públic .1 ATEN AO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada. essa designação não identifica. de forma fundamentada. 122. esses quatro últimos utilizados por pessoas físicas para se apresentarem no meio artístico.497 . afirmando ter fundado junto com urna amiga.279/96. Espécies.Penal Prova i 05— E E 04— Empresarial . a banda musical denominada ''PANCAKE" grupo que alcançou fama até mesmo fora do Brasil. DISTINÇÃO. asseverando que a marca "PANCAKE" foi registra0 pela contestante no INRI. CP Disciplina Tema Questão . Resposta do Caso Concreto RECURSO ESPECIAL N° 678. propriamente às pessoas que compõem o conjunto.. NOME ARTÍSTICO E TÍTULO GENÉRICO. Descrição do Caso Concreto JOANA CAMPINHO propôs ação ordinária de obrigação de não fazer cumulada comyf pedido de antecipação de tutela em face de ALANA NEVES. REGISTRO COMO MARCA. decida a questão. 124.° 9. 12 E 19). GRUPO MUSICAL. 124. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO (SÚMULA 211/STJ). DISSÍDIO JURISPRUDENCIAL.Técnica de V '—' Adolescente Sentença E Responsabilidade Civil E vi c 13 . XVI. NOME ARTÍSTICO. Marca notória e de alto renome. de modo que a impessoalidade ermite até •ue os inte•rantes facilmente •ossam ser substituídos •or outros sem •ue tal im •I. A designação de grupo musical por título genérico não se confunde com aquela por pseudônimo. 11. ARTS. apelido notório ou nome artístico singular ou coletivo.Consumidor 14 . Classificação. No caso de distinção de grupo artístico por titulo genérico. AUSÊNCIA DE CONFRONTO ANALÍTICO. Constitucional E 02 — Civil E 03 . Propriedade Industrial - Marcas. Sustenta que om o registro da marca/passou a ser a sua legitima detentora. 74. identificando-se como artistas. Extinção. inclusive a necessidade de prévio consentimento do titular como requisito para o registro da marca (Lei 9. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO UO. E 129). em 1998. PROPRIEDADE INDUSTRIAL. pleiteia que fosse determinada a imediata cessação do uso do nome artístico "PANCAKE" e a condenação da ré ao pagamento de danos morais. notória e continuada. CC/2002. attiando para igual tipo de público e também formada só por mulheres.

peso. de banda ou grupo musical se subsume às regras da propriedade industrial.letra. Art. social. vulgar ou simplesmente descritivo. qualidade e época de produção ou de prestação do serviço. nessa parte. dos Estados.. armas. dos Territórios.reprodução ou imitação de elemento característico ou diferenciador de titulo de estabelecimento ou nome de empresa de terceiros. distintivo e monumento oficiais. medalha. cultural. oficial ou oficialmente reconhecido. ou de pais. não se pode falar em direito da personalidade nessa hipótese. pois se trata de objeto suscetível de ampla possibilidade de registro como marca. quando tiver relação com o produto ou serviço a distinguir. salvo quando revestidos de suficiente forma distintiva. X . públicos. Por isso. XIII . moeda e cédula da União. culto religioso ou ideia e sentimento dignos de respeito e veneração.reprodução ou imitação de título. salvo se dispostas ou combinadas de modo peculiar e distintivo. comum. algarismo e data.Descrição do Tema modificação essencial que prejudique a continuidade do grupo artístico.designação ou sigla de entidade ou órgão público. XI . econômico ou técnico. Trechos do acórdão: (. valor.reprodução ou imitação de sinal que tenha sido registrado como marca coletiva ou de certificação por terceiro. Art. VII . salvo quando revestidos de suficiente forma distintiva. nacionalidade. assim como os títulos que estejam protegidos pelo direito autoral e sejam suscetíveis de causar confusão ou associação. do Distrito Federal. bem como a respectiva designação. natureza. dos Municípios. III . São suscetíveis de registro como marca os sinais distintivos visualmente perceptíveis. salvo com consentimento do titular. V . IV . 122. XIV . artístico.obra literária. por título genérico. VI . regularmente adotada para garantia de padrão de qualquer gênero ou natureza. necessário.nome civil ou sua assinatura. como sucede no caso em debate. 154. bandeira. Recurso especial parcialmente conhecido e. artística ou científica. XV . apólice. nome artístico singular ou coletivo. Não são registráveis como marca: I .sinal que induza a falsa indicação quanto à origem. figura ou imitação. IX . político. emblema. . XVII . nacionais. salvo com consentimento do autor ou titular.reprodução ou imitação de cunho oficial. a proteção relativa à designação. desprovido. nome de família ou patronímico e imagem de terceiros. procedência. ou aquele empregado comumente para designar uma característica do produto ou serviço.expressão. II . a teor do art. herdeiros ou sucessores.indicação geográfica. 122 da Lei 9. salvo quando autorizados pela autoridade competente ou entidade promotora do evento. qualidade ou utilidade do produto ou serviço a que a marca se destina. herdeiros ou sucessores. observado o disposto no art. quando não requerido o registro pela própria entidade ou órgão público. diversamente do que entende a recorrente. crença. salvo com consentimento do titular. 124. sua imitação suscetível de causar confusão ou sinal que possa falsamente induzir indicação geográfica. desenho ou qualquer outro sinal contrário à moral e aos bons costumes ou que ofenda a honra ou imagem de pessoas ou atente contra liberdade de consciência. bem como a imitação suscetível de criar confusão. figura. estrangeiros ou internacionais. quanto à natureza.nome.sinal ou expressão empregada apenas como meio de propaganda. suscetível de causar confusão ou associação com estes sinais distintivos.cores e suas denominações.-) Os dispositivos invocados têm a seguinte redação.279/96.pseudônimo ou apelido notoriamente conhecidos. não compreendidos nas proibições legais.sinal de caráter genérico. prêmio ou símbolo de evento esportivo.brasão. Nesse contexto. VIII . XVI . XII . isoladamente.

129.: Banda Eva) não se confunde com pseudônimo (p. semelhante. para distinguir ou certificar produto ou serviço idêntico. na espécie. na realidade. de marca alheia registrada. XVI. ex. ainda que com acréscimo.279/96. A propriedade da marca adquire-se pelo registro validamente expedido. se a marca se destinar a distinguir produto ou serviço idêntico. não autorizara seu registro. na ciência e na arte. cujo titular seja sediado ou domiciliado em território nacional ou em pais com o qual o Brasil mantenha acordo ou que assegure reciprocidade de tratamento. de boa fé. XXII . Feitos esses esclarecimentos.: Cazuza) ou nome artístico singular (p. ex. que a designação de grupo musical por título genérico (p. por alienação ou arrendamento. que a designação dada a "banda musical" ou a um "grupo musical" também não se constitui em nome empresarial ou em titulo de estabelecimento. marca que o requerente evidentemente não poderia desconhecer em razão de sua atividade. como visto. identificando- se como artistas. Convém esclarecer. sob a argumentação de que a recorrente. comum ou vulgar do produto ou de acondicionamento. suscetível de causar confusão ou associação com marca alheia. XVI). de marca ("Pancake").sinal que imite ou reproduza.objeto que estiver protegido por registro de desenho industrial de terceiro.279/96. no todo ou em parte. XX . art. que tenha direta relação com o uso da marca.Instituto de Propriedade Industrial.termo técnico usado na indústria.dualidade de marcas de um só titular para o mesmo produto ou serviço. na data da prioridade ou depósito. Trata-se. se revestirem de suficiente forma distintiva. ainda.: Roberto Carlos) ou coletivo (p. esses quatro últimos utilizados por pessoas físicas para se apresentarem no meio artístico. XXI . o art. no todo ou em parte. pois. apelido notório e nome artístico singular ou coletivo são assegurados atributos protetivos inerentes à personalidade. inclusive a necessidade de prévio consentimento do titular como requisito para o registro da marca (Lei 9. fica afastada a alegação de violação ao art. No caso de designação de grupo artistico por título genérico. suscetível de causar confusão ou associação com aquela marca alheia. § 2° O direito de precedência somente poderá ser cedido juntamente com o negócio da empresa. nem se reporta.a forma necessária. apelido notório (p. da Lei 9. 124. e XXIII . no caso de marcas de mesma natureza.: Patativa do Assaré). como detentora do título "Pancake". usava no Pais. XIX . como sucede no caso em debate. semelhante ou afim. ex. de nome artístico não se cuida. De acordo com a normatização estabelecida pelo INPI . como bem decidiu a Corte Estadual. sendo assegurado ao titular seu uso exclusivo em todo o território nacional. título ou palavra que se atribui como elemento distintivo de grupo artístico com atuação na atividade "grupo musical". 129: Art. extraído da mesma Lei. de modo que a impessoalidade permite até que os integrantes facilmente possam ser substituídos por outros sem que isso implique modificação essencial que prejudique a continuidade do grupo artístico. salvo quando. não se pode falar em direito da personalidade nessa hipótese. há pelo menos 6 (seis) meses. 124. semelhante ou afim. conforme as disposições desta Lei. assegurando sua identidade de modo a diferenciá-lo dos demais existentes no mercado. Para pseudônimo. para distinguir ou certificar produto ou serviço idêntico. observado quanto às marcas coletivas e de certificação o disposto nos arts. ou parte deste. propriamente às pessoas que compõem o conjunto. Merece transcrição também. terá direito de precedência ao registro. isto é. ex. ex. § 1° Toda pessoa que.: Alvarenga e Ranchinho).reprodução ou imitação. Vale ressaltar. aquela que não possa ser dissociada de efeito técnico. que tenha relação com o produto ou serviço a distinguir. marca idêntica ou. Aliás. Descrição do Tema F-XV! II . não afirma a autora ser empresária individual ou ter constituído pessoa jurídica para organizar a atividade da banda. Por isso. como exigiria o referido dispositivo legal quando se trata de nome artístico. ou. a designação não identifica. o título . de um sinal. ainda. semelhante ou afim. de inicio. 147 e 148.

Descrição do Tema
. de banda musical deve ser registrado como marca sob a classe "grupo musical - 41, providência
que, . nos termos do art. 129 da Lei 9.279/96, confere ao titular a exclusividade no
uso (http://www.i n pi. gov . br/images/docs/lista_auxil i a r_de_servicos_atualizada_segunda_a_ncl

Nesse contexto, diversamente do que entende a recorrente, a proteção relativa à designação, por
titulo genérico, de banda ou grupo musical se subsume as regras da propriedade industrial, pois se
trata de objeto suscetível de ampla possibilidade de registro como marca, a teor do art. 122 da Lei
9.279/96.

Cumpre assinalar, por outro lado, que o art. 129, § 1°, da Lei 9.279/96 afirma que será dada
precedência à pessoa que, de boa-fé, utilizava a marca há mais de seis meses a contar da data do
depósito. Porém, como se vê na petição inicial, não pretende a recorrente a anulação do registro,
nem requer seja a marca atribuída a si, razão pela qual deixa-se de analisar a matéria sob esse
enfoque.

Ante o exposto, conhece-se do recurso em parte e, nessa parte, nega-se provimento ao especial.

Etapas Data Rubrica
Observações
Entrega ao Prof. Resp. 09/03/2016 tile

Aprovação do Prof. 10/03/2016 C -t u?' 1/2'
Resp.
Inclusão no SIEM 14/03/2016 cin r,
Caso concreto para prova Regular CPI - A
Revisão de Português 14103/2016 0\ili

Revisão DIACD ,1-,- . ,.., ", .,---.
CPI.04.01.12.CC.43
Se o caso concreto for questão de prova:
N° Valor Rubrica do Prof. Resp.
2 3,5 r-a-N-Atx:LQ

— ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO
ssti UO.: Elaborador: Período:
DIACD Ana Paula Abreu 2016.1
ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet e cópia não controlada.
Cl' Disciplina Tema Questão
01- Cadern
12 I i Constitucional • 02 — Civil E1 03- Penal Prova
o
• II
Ej 04— Empresarial • rdin E 06— Tributário
—inistrativo
III 07— Processo E 09- Previdenciário
• Civil 08r- Processo
Penal 03
Regular
• IV 12 —
t 10 Criança e r11- Técnica de
J.. .1 Sentença E Responsabilidade
• V Adotes cente
Civil
• VI 13 - Consumidor • 14 - Ambiental El 15 - Eleitoral

Descrição do Tema
SOCIEDADES. Conceito. Elementos caracterizadores. Sociedades unipessoais. Classificação das
sociedades. A participação de pessoas casadas, incapazes e impedidas. Espécies - sociedades
simples e empresárias. Caracterização. Cooperativas e sociedades por ações. Atividade Rural.
Descrição do Caso Concreto
Trata-se de ação de execução de título executivo extrajudicial ajuizada por RITA RODRIGUES em
face da devedora LIC1A ALVES e de seup avalista e devedor solidário ASTOLFO MENDES, na.
-eme', após tentativa frustrada de penhora on line e bloqueio de valores monetários pertencente a
LICIA ALVES, foi deferida a penhora de cotas sociais que o ca-Liamedor ASTOLFO MENDES
possuía junto à COOPERATIVA AGROVERDUREIRA. cedzued.tiii,
I rres ignada , a COOPERATIVA AGROVE RDU RE I RA interpôs agravo, sustentando a
impossibilidade de penhora de cotas de sociedade cooperativa, face à expressa previsão legal no
sentido de impossibilidade de sua transferência a terceiros estranhos ao quadro da sociedade.
Prossegue aduzindo serem as cooperativas entidades diferentes das demais figuras societárias, já
que voltadas à consecução de um fim de interesse coletivo e sem o intuito de lucro, a ensejar
tratamento diferenciado pela lei, especialmente impedindo o ingresso de sócios não ligados à
atividade por ela desenvolvida e fomentada. Assim, requer o provimento do recurso para
desconstituir a penhora realizada.
Assiste razão ao agravante? Responda, de forma fundamentada, em até 15 linhas.
Resposta do Caso Concreto
RECURSO ESPECIAL N° 1.278.715- PR (2011/0220197-1)

EMENTA: PROCESSUAL CIVIL E DIREITO SOCIETÁRIO. RECURSO ESPECIAL. PENHORA DE
COTAS DE SOCIEDADE COOPERATIVA EM FAVOR DE TERCEIRO ESTRANHO AO QUADRO
SOCIETÁRIO. POSSIBILIDADE.
A penhora de cotas sociais, em geral, não é vedada por lei, ex vi da exegese dos arts. 591, 649,
I, 655, X, e 685-A, § 4°, do CPC. Precedentes.
É possível a penhora de cotas pertencentes a sócio de cooperativa, por divida particular deste,
pois responde o devedor, para o cumprimento de suas obrigações, com todos seus bens presentes
e futuros (art. 591, CPC — art. 789, NCPC).
O óbice de transferência a terceiros imposto pelo art. 1.094, inc. IV, do CC/02 e pelo art. 40, inc.
IV, da Lei n° 5.764/71 não impede a penhora pretendida, devendo os efeitos desta serem aplicados
em consonância com os princípios societários e características próprias da cooperativa.
Dada a restrição de ingresso do credor como sócio e em respeito à afecctio societatis, deve-se
facultar à sociedade cooperativa, na qualidade de terceira interessada, remir a execução (art. 651,
CPC — art. 826, NCPC), remir o bem (art.685-A, § 2°, CPC — Art. 876,§2°, NCPC) ou concedê-la e
aos demais sócios a preferência na aquisição das cotas (art. 685-A, § 40, CPC — art. 876, §7°,
NCPC), a tanto por tanto, assegurando-se ao credor, não ocorrendo solução satisfatória, o direito

rpescrição do Tema
de requerer a dissolução parcial da sociedade, com a exclusão do sócio e consequente liquidação
da respectiva cota.
,Em respeito ao art. 1.094, inc. I e II, do CC/02, deve-se avaliar eventual dispensa de
integralização de capital, a fim de garantir a liquidez da penhora e, ainda, a persistência do número
minimo de sócios na hipótese de exclusão do sócio-devedor, em quantitativo suficiente à
composição da administração da sociedade.
Recurso improvido.

Trechos do acórdão:

(...) Na espécie, porém, tem-se a particularidade da cota penhorada pertencer à sociedade
cooperativa, cujas caracteristicas peculiares devem ser sopesadas em consonância com o
interesse do credor e da coletividade, consistente especialmente em assegurar a efetividade do
processo, e consequentemente da via executiva, como meio de satisfação do crédito exequendo e
de realização da justiça.

A interpretação sistemática de diversos dispositivos do CC/02 e da lei especial que regre a
sociedade cooperativa permite a adequada convivência dos interesses envolvidos, dentre os quais
se destaca a legitimidade da recorrente, na condição de terceira interessada, insurgir-se contra a
penhora de cotas de seu sócio cooperativado.

A cooperativa tem, em linha de princípio, na dicção do parágrafo único do art. 982 do CC/02,
natureza de sociedade simples. Daí o art. 1.096 do CC/02, inserido no. capítulo da cooperativa,
prever a aplicação subsidiária das disposições referentes à sociedade simples no caso de eventual
omissão
legislativa.

Contudo, o mesmo art. 1.096 do CG/02 resguarda as características peculiares estampadas no art.
1.094, as quais, inclusive em complemento e
atualização à Lei n° 5.764/71, dão hodiernamente o contorno das caracteristicas que diferenciam a
cooperativa das demais modalidades societárias.

A hipótese tratada, qual seja, a penhora de cotas sociais, não é abordada pelo CC/02 no capitulo
da cooperativa, tampouco há qualquer previsão sobre o tema na Lei n° 5.764/71, sendo natural, à
vista do conteúdo dos dispositivos citados, socorrer-se das regras atinentes à sociedade simples.

Nesse compasso, o art. 1.026, caput, do CG/02 — ao tratar da sociedade simples — prescreve
responder o sócio, na insuficiência de outros bens, com a parte que lhe tocar em liquidação. E se a
sociedade não estiver ou for dissolvida — diz o parágrafo único do art. 1.026 — "pode o credor
requerer a liquidação da quota do devedor", apurando-se o valor "na forma do art. 1.031".

Naturalmente, se assim é para a sociedade simples, o mesmo deve ser aplicado à cooperativa,
respeitadas sempre, gize-se, suas peculiaridades e nuances que lhe são próprias, a exemplo da
impossibilidade de cessão das cotas a terceiros, variabilidade ou dispensa de capital social e
concurso de sócios em número mínimo à composição e administração da sociedade.

De qualquer sorte, a simples penhora de cota da cooperativa não transforma o credor ipso facto em
sócio, pois isso compreenderia outro conjunto, complexo e diverso, de direitos e obrigações de
ordem econômica e pessoal.
0
Portanto, como solução ao óbice de transferência a terceiros decorrente do art. 4 , inc. IV, da Lei n°
5.764/71 e do art. 1.094, inc. IV, do CC/02, impõe-se a aplicação dos efeitos da penhora sobre as
cotas sociais em consonância com os princípios societários e características da cooperativa.

Dada a restrição legal citada e, no caso dos autos, também estatutária de ingresso do credor como
sócio e, ainda, em res eito à afecctio societatis, em momento rocessual o aduno, deve-se facultar

094 do CC/02. morte ou retirada de sócio. em não ocorrendo solução satisfatória. Inclusão no SIEM 14/03/2016 -I-) Caso concreto para prova Regular CPI . Resp. (. Outra particularidade é a exigência de número mínimo de sócios (inc.031. na lei regência —. 1. de modo que eventual dissolução parcial da cooperativa condiciona-se a persistência.685-A. Lei 5. remir o bem (art.764/71). a solução apresentada não prejudica.§2°. NCPC) ou concedê-la e aos demais sócios a preferência na aquisição das cotas (art. CPC — art. § 4°.04.094. 685-A. do CG/02 certamente não pretendeu obstar a transmissibilidade desse direito (ainda que na sua expressão econômica) no caso de falecimento do titular da cota — cuja conclusão nesse sentido implicaria em inegável perplexidade e temeridade. Observações Etapas Data Rubrica Entrega ao Prof. NCPC). 63. serve para reafirmar a possibilidade de sua penhora.Descrição do Tema à sóciedade cooperativa. haveria de se falar em qualquer risco à preservação da empresa. § 2°. conforme já adiantado. de quantitativo suficiente à composição da administração da sociedade. o que por si só inviabilizaria qualquer penhora na hipótese de sequer existir cota parte passível de constrição.) E mesmo sendo a cooperativa sociedade de pessoas (art.. Importante perceber que a própria proibição legal de transferência da cota para terceiros. §7°. inc.CC. a fim de evitar sua dissolução de pleno direito (art. 826. segundo o modelo geral estabelecido pelo CG/02 para exclusão. 1. remir a execução (art. ao elencar as características da sociedade cooperativa — não previstas. NCPC). 876. CC/02). 1. Lei 5. CPC — art. pois aventada apenas a possibilidade de dissolução parcial. 4°. ao vedar a transmissão também para herdeiros.764/71) — e consequente liquidação da respectiva cota. II).5 .764/71). A par de tais considerações.A Revisão de Português 14/03/2016 (t CPI. É que o art. traz a possibilidade de se dispensar a integralização de capital (inc. na qualidade de terceira interessada. assegura-se ao credor o direito de requerer a dissolução parcial da sociedade. V. 10/03/2016 Resp. IV.42 Revisão DIACD Se o caso concreto for questão de prova: N° Valor Rubrica do Prof. 1 3. com a exclusão do sócio — observada a regra do parágrafo único do art. II. no caso especifico da cooperativa. 876. menos ainda. 09/03/2016 W1 Aprovação do Prof. nos moldes também delineados pela legislação (art. por seu turno. CPC — Art. na medida em que. 21. Lei 5.. Resp. I). após a exclusão do sócio-devedor. inc. duas ressalvas devem ser feitas. o vinculo subjetivo-pessoal que deu origem à sociedade. a tanto por tanto De igual sorte.03. 651. aliás. 1. o art.01.030 do CC/02 e(ou) eventual previsão estatutária (art.

o controle ou partes de uma ou outras empresas. podendo ser suplementada dentro de 90 dias por outras prioridades anteriores à data do depósito no Brasil. §10. Apenas as alternativas I e II estão corretas. títulos ou valores mobiliários conversíveis em ações. A patente poderá ser requerida em nome próprio. pelo cessionário.529/2011. o direito de obter a patente será assegurado àquele que provar o depósito mais antigo.2 (duas) ou mais empresas celebram contrato associativo.art.529/11. 90. O inventor será nomeado e qualificado. Gabarito: E . III . 5) Assinale a opção correta no que concerne às sociedades: a) A sociedade em comandita simples é composta por sócios comanditários e comanditados. por via contratual ou por qualquer outro meio ou forma. ou por aquele a quem a ei ou o contrato de trabalho ou de prestação de serviços determinar que pertença a titularidade. tangíveis ou intangíveis. Lei 12. 16. Gabarito: D . independentemente das datas de invenção ou criação. Apenas as alternativas II e IV estão corretas. aponte a alternativa correta: Realiza-se um ato de concentração quando: I .1 (uma) ou mais empresas incorporam outra ou outras empresas. direta ou indiretamente.279/96. consórcio ou joint ventura Apenas as alternativas I e III estão corretas.PROVA REGULAR CPI-A Questões objetivas 3) Assinale a alternativa incorreta: Se dois ou mais autores tiverem utilizado a mesma invenção ou modelo de utilidade. por compra ou permuta de ações. Todas as alternativas estão corretas. Apenas as alternativas III e IV estão corretas. com responsabilidade solidária e ilimitada pelas obrigações sociais. pelos herdeiros ou sucessores do autor. ou IV . .art.1 (uma) ou mais empresas adquirem. A reinvindicação de propriedade da patente será feita no ato de depósito. podendo requerer a não divulgação de sua nomeação. 4) Segundo dispõe a Lei 12. II . estes necessariamente pessoas físicas. O pedido de patente de invenção terá de referir-se a uma única invenção ou a um grupo de invenções inter-relacionados de maneira a compreenderem um único conceito inventivo. ou ativos. quotas. Lei 9.2 (duas) ou mais empresas anteriormente independentes se fundem. de forma independente.

Gabarito: B . administração ou gestão à conta de outrem ou em caso de falência. Podem fazer parte da sociedade em nome coletivo tanto a pessoa física quanto a pessoa jurídica. CC. 1191. 6) O juiz só poderá autorizar a exibição integral dos livros e papeis de escrituração empresarial quando necessária para verificar se o empresário ou a sociedade empresária observa ou não. Na conta de participação. em seus livros e fichas. apurar se a sociedade empresaria paga pontualmente os tributos incidentes sobre a atividade empresarial. o acionista exercerá a função de diretor ou administrador. as sociedades em nome coletivo. caso contrário. 1045. o sócio participante não se torna solidariamente responsável pelas obrigações contraídas. como por exemplo. o empreendedor associa-se a investidores para explorar atividade filantrópica. a função poderá ser exercida por qualquer pessoa estranha à sociedade. para apurar o balanço patrimonial e o de resultado econômico no encerramento do exercício.art. apurar se a atividade empresarial gerou lucros ou prejuízos no exercício financeiro. suas normas não se aplicam aos tipos societários menores. Código Civil. Na sociedade em comandita por ações. . se assim o desejar. as formalidades prescritas em lei.art. por isso. comunhão ou sociedade. resolver questões relativas à sucessão. Gabarito: A . Não sendo empresárias as sociedades simples.

1-4 -Q-2--k. Etapas Data Rubrica Observações Entrega ao Prof.01 . Resp.40 Revisão DIACD Se o caso concreto for questão de prova: N° Valor Rubrica do Prof.Descrição do Tema b) Qual o patrimônio que a Algodão Doce Depósito e Comércio de Alimentos Ltda.L'ç Caso concreto para prova Regular CPI . Resp. Inclusão no SIEM 10/09/2015 L. Resp. 04. 8934/94. 1 3. 985 do Código Civil e art.0 C. 10/09/2015 Aprovação do Prof.5 .150.1 - Revisão de Português 10/09/2015 54_ Krv- C Pl. poderá acionar de modo a reaver seu crédito? Indispensável citar os artigos 1. 36 da Lei n. 10/09/2015 e-s.04.B .

Couto Magalhães é considerado empresário? As respostas devem ser justificadas e fundamentadas. não se verifica a presença de empresa. em até 15 linhas. com base no seu conceito. A partir do texto. na área rural. o casal Lizarda e Pugmil planta mandioca com a ajuda dos filhos e dos pais. máquinas. com a sociedade empresária.Previdenciado 02 III III Civil Penal Regular Ill IV 12 — 10 Chanca e n11.Ambiental • 15 .Técnica de E Responsabilidade II V _. Couto Magalhães não é empresário. Portanto. nem profissionalismo (o excedente. a atividade preponderante exercida pelos habitantes é o cultivo da mandioca.: DIACD Ana Paula Abreu 2015. pois é ela quem exerce a empresa como pessoa jurídica de direito privado. Empresário individual casado. A atividade realizada pelo casal Lizarda e Pugmil é considerada uma empresa? O Sr. Prosseguimento da empresa pelo incapaz. Ele é sócio da sociedade empresária. uma indústria de beneficiamento da mandioca. amplas construções e continuo treinamento dos colaboradores. também.2 ATENÇÃO: A copia impressa a partir da intranet e copia não controlada. Etapas Data Rubrica Observações . Alienação de bens pelo empresário individual casado.Consumidor a 14 . A forma jurídica para a exploração da atividade é de sociedade limitada.Penal Prova o 1 1 Constitucional 05— 06— Tributário o II O 04— EmpresarialAdministrativo 07— Processo 08— Processo • 09. Impedimentos ao exercido da empresa. responda aos itens a seguir. quando existente. Caracterização. quando existente. Resposta do Caso Concreto Pelas informações contidas no enunciado (plantação de mandioca com a ajuda dos filhos e dos pais. Lizarda e Pugmil. Disciplina Tema Questão CP Cadern 01. Adolesormte '—` Sentença Civil VI O 13 . com mais de cem empregados. Os poucos animais que o casal possui servem para o fornecimento de leite e carne e ao arado da terra. Couto Magalhães. a 02 — Civil 03 . Há. 966. sendo excedente. ainda que majoritário. sem emprego de maquinário na lavoura e cultivo de subsistência) percebe-se que não há organização voltada para a produção de bens para terceiros na atividade exercida pelo casal é comercializado). caput. derivado do de empresário (Art. Capacidade. Numa micropropriedade. Pequeno empresário. porque empresário individual é aquele que exerce a empresa em nome próprio e mediante responsabilidade ilimitada. sendo titular de 3/4 (três quartos) do capital social e da maioria das quotas o Sr. vendido para uma indústria de beneficiamento. Empresário Individual Rural. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO Elaborador: Período: UO.Eleitoral Descrição do Tema EMPRESÁRIO INDIVIDUAL. Não se pode confundir o sócio. Descrição do Caso Concreto Na área rural do município de Goiatins. do Código Civil). Responsabilidade. Não há maquinário para a lavoura e a cultura é de subsistência.

Inclusão no SIEM 10/09/2015 4.41 Revisão DIACD Se o caso concreto for questão de prova: N° Valor Rubrica do Prof. Resp.02.04.CC.5 . 02 3.. Etapas Data Rubrica Observações Entrega ao Prof.01.B c Revisão de Português 10/09/2015 CPI. 10/09/2015 Resp.5<irfcc. 10/09/2015 Joe Aprovação do Prof. Resp. Caso concreto para prova Regular CPI .

inciso IX. anexados ao processo. ainda que se trate de vícios formais e sanáveis. a junta comercial não pode conceder prazo para a correção de vícios nos documentos que lhe são apresentados. na forma desta Lei. O cadastro fiscal estadual ou municipal do microempreendedor individual poderá ser simplificado ou sua exigência poderá ser postergada. Em decorrência dos princípios norteadores do registro de empresas. assinale a opção correta à luz da legislação pertinente. vedada a imposição de custos pela autorização para emissão. Requisitar serviços e pessoal de quaisquer órgãos e entidades do Poder Público Federal. Requisitar dos órgãos e entidades da administração pública federal e requerer às autoridades dos Estados. Não incumbe às juntas comerciais expedir carteiras de exercício profissional de pessoas legalmente inscritas no Registro Público de Empresas Mercantis. Incumbe ao comitê gestor do simples nacional dispor sobre a exigência da certificação digital para o cumprimento de obrigações principais e acessórias por parte . Gabarito: D — art. Apreciar processos administrativos de atos de concentração econômica. do Distrito Federal e dos Territórios as medidas necessárias ao cumprimento da lei.PROVA REGULAR TURMA: CPI — B QUESTÕES OBJETIVAS: 3) Compete ao Plenário do CADE. sendo indeferidos liminarmente pelo presidente da junta os interpostos fora do prazo ou antes da decisão definitiva. 35. 10. 4) Considerando o sistema de registro público do empresário. em até trinta dias contados da data de liquidação. valores referentes a empenhos liquidados de titularidade. que institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Considerando-se o tratamento privilegiado dado à microempresa ou à empresa de pequeno porte em matéria de licitações públicas. Os recursos de que trata a lei do Registro Público de Empresas Mercantis têm efeito suspensivo. fixando. Gabarito: D — art.529/11. 5) Com base na Lei Complementar 123/2006. essas empresas poderão emitir um tipo especial de título de crédito quando a administração pública não pagar. § único da Lei 8. exceto: Decidir sobre a existência de infração à ordem econômica e aplicar as penalidades previstas em lei. sem prejuízo da possibilidade de emissão de documentos fiscais de compra.934(1994. Lei 12. em qualquer caso. venda ou prestação de serviços. Municípios. Para que a pessoa possa consultar os assentamentos dos registros empresais na junta comercial é preciso que seja apresentado requerimento formal com o motivo que justifica a consulta requerida. quando entender conveniente e oportuno. os quais devem ser. com exceção da modalidade avulsa. acordos em controle de atos de concentração. Orientar. A junta comercial não está autorizada a dar andamento a qualquer documento de alteração de firmas individuais ou sociedades sem que dos respectivos requerimento e instrumentos conste o numero de identificação de registro de empresa. assinale a opção correta. coordenar e supervisionar as atividades administrativas do CADE.

atuando para igual tipo de público e também formada só por mulheres. sem a apresentação de qualquer oposição. asseverando que a marca "PANCAKE" foi registrado pela contestante no INPI. ATENÇÃO: Responda uma única questão em cada folha. a COOPERATIVA AGROVERDUREIRA interpôs agravo.3. a serem arbitrados pelo juízo. passou a ser a sua legitima detentora. de forma fundamentada.5 pontos) JOANA CAMPINHO propôs ação ordinária de obrigação de não fazer cumulada com pedido de antecipação de tutela em face de ALANA NEVES. ALANA NEVES impugna a inicial. em 1998. foi surpreendida com o aparecimento de uma nova banda com o mesmo nome da que criara. . Prossegue aduzindo serem as cooperativas entidades diferentes das demais figuras societárias.5 pontos) Trata-se de ação de execução de titulo executivo extrajudicial ajuizada por RITA RODRIGUES em face da devedora LICIA ALVES e de seus avalista e devedor solidário ASTOLFO MENDES. em que. requer provimento do recurso para desconstituir a penhora realizada. Relata a autora que. decida a questão. ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO . (Resposta em até 15 linhas). em até 15 linhas. foi deferida a penhora de cotas sociais que codevedor ASTOLFO MENDES possuía junto à COOPERATIVA AGROVERDUREIRA. 28 QUESTÃO: (Valor . Como juiz da causa.3. Assim. após tentativa frustrada de penhora on fine e bloqueio de valores monetários pertencentes a LICIA ALVES. em 2005. especialmente impedindo o ingresso de sócios não ligados à atividade por ela desenvolvida e fomentada. Sustenta que. Irresignada. com o registro da marca. a ensejar tratamento diferenciado pela lei. o que lhe confere o direito de utilizar o nome registrado com exclusividade. tendo existência pública. sustentando a impossibilidade de penhora de cotas de sociedade cooperativa. Assiste razão ao agravante? Responda. a banda musical denominada "PANCAKE" grupo que alcançou fama até mesmo fora do Brasil. já que voltadas à consecução de um fim de interesse coletivo e sem o intuito de lucro. notória e continuada.EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA REGULAR DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES DISCURSIVAS CPI A 1 2016 PROVA: 29/04/2016 a QUESTÃO: (Valor . de forma fundamentada. pleiteia que fosse determinada a imediata cessação do uso do nome artístico "PANCAKE" e a condenação da ré ao pagamento de danos morais. Em sua contestação. face à expressa previsão legal no sentido de impossibilidade de sua transferência a terceiros estranhos ao quadro da sociedade. Assim. com a publicação de sua viabilidade na Revista do INPI. afirmando ter fundado junto com uma amiga.

Ewbank da Câmara & Companhia Ltda. Cada pergunta deve ser respondida SEPARADAMENTE e em no máximo 10 linhas. solidariamente. Foi nomeada em ato separado como única administradora sua cunhada.Clapstro Ontonoaldo EIRELI. ATENÇÃO: Responda uma única questão em cada folha.4 pontos) Clapstro constituiu uma EIRELI com o seguinte nome empresarial . r QUESTÃO: (Valor -4 pontos) Os sócios da sociedade Pedro Avelino. Com base na situação hipotética apresentada. 1. Por conseguinte. o credor requer a declaração de solidariedade entre a sociedade e os sócios e invoca o art. os sócios passariam a responder de forma ilimitada e solidariamente com a sociedade. Amara Leite poderia outorgar procuração em nome da pessoa jurídica a Clapstro? Justifique e dê amparo legal. ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO . Amara Leite. Clapstro assinou como administrador e representante da EIRELI. mesmo despersonificada. 990 do Código Civil.033. nesse documento. que.EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA FINAL DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES DISCURSIVAS CPI C 2 2016 PROVA: 06/12/2016 ia QUESTÃO: (Valor . por considerar a sociedade em comum a partir de aprovação de sua dissolução e inicio da liquidação. Na petição inicial. conservaria sua capacidade processual. do Código Civil. todos os sócios e o liquidante Cosme Atalah recebem citação para responder aos termos do pedido formulado por um credor da sociedade. pergunta-se: Foi correto o uso do nome empresarial na situação descrita no enunciado? Justifique e dê o amparo legal. Durante a fase de liquidação. O pedido do credor deve ser julgado procedente? Justifique e dê amparo legal EM NO MÁXIMO 15 LINHAS. A pessoa jurídica celebrou um contrato de prestação de serviços e. II. . aprovaram sua dissolução com fundamento no art. em ação de cobrança intentada contra esta e os sócios.PI\ 4PT? T - .

em meia página e a expensas do infrator.CGSIM. bem como qualquer exigência para o inicio de seu funcionamento. deverá ter trâmite eletrônico. bem como qualquer exigência para o início de seu funcionamento. . registro. por 2 (dois) dias seguidos. registro. Quando assim exigir a gravidade dos fatos ou o interesse público geral. deverá ter trâmite especial e simplificado. bem como qualquer exigência para o início de seu funcionamento. isolada ou cumulativamente. bem como qualquer exigência para o início de seu funcionamento. registro. registro. de extrato da decisão condenatória. opcional para o empreendedor. transferência de controle societário. bem como em entidades da administração indireta. impositivo para o empreendedor. ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO . registro. preferentemente eletrônico.do microempreendedor individual. 4° QUESTÃO: (Valor .5 pontos) Assinale a afirmativa correta. realização de obras e serviços. preferentemente eletrônico. A proibição de contratar com instituições financeiras oficiais e participar de licitação tendo por objeto aquisições. estadual. alienações. bem como qualquer exigência para o início de seu funcionamento deverá ter trâmite especial e simplificado. impositivo para o empreendedor. a pena de: A publicação. A inscrição do infrator no Cadastro Nacional de Infratores da Ordem Econômica. por prazo não inferior a 5 (cinco) anos. pelo prazo de até 5 (cinco) anos. alteração e baixa do microempreendedor individual. na forma a ser disciplinada pela Secretaria Especial para Micro e Pequenas Empresas da Presidência da República. concessão de serviços públicos. O processo de abertura. impositivo para o empreendedor. de 1 (uma) a 3 (três) semanas consecutivas. A cisão de sociedade. alteração e baixa . O processo de abertura.0. O processo de abertura. alteração e baixa do microempreendedor individual. em jornal indicado na decisão. deverá ter trâmite eletrônico. na forma a ser disciplinada pela Secretaria Especial para Micro e Pequenas Empresas da Presidência da República.5 pontos) Assinale a afirmativa incorreta. O processo de abertura. alteração e baixa do microempreendedor individual.EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA FINAL DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES OBJETIVAS CPI C 2 2016 PROVA: 06/12/2016 NOME: MATRiCULA: 3a QUESTÃO: (Valor -0. deverá ter trâmite eletrônico. alteração e baixa do microempreendedor individual. na forma a ser disciplinada pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios . opcional para o empreendedor. na administração pública federal. na forma a ser disciplinada pela Secretaria Especial para Micro e Pequenas Empresas da Presidência da República. A proibição de exercer o comércio em nome próprio ou como representante de pessoa jurídica. venda de ativos ou cessação parcial de atividade. municipal e do Distrito Federal. o CADE poderá impor ao infrator da ordem econômica. O processo de abertura.CGSIM. na forma a ser disciplinada pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios .

deve-se comprovar tanto o dano material quanto o dano moral. a menos que. dos estados e dos municípios. o direito ao tratamento jurídico diferenciado. O direito de marca é considerado direito fundamental. em setembro de 2015. quando não requerido o registro pela própria entidade ou órgão público. as últimas. mediante decreto do presidente da República.5a QUESTÃO: (Valor . A empresa individual de responsabilidade limitada que inicie suas atividades como microempresa em agosto de 2013 e. ainda que ele seja pessoa jurídica de direito privado.0. de cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias e de acesso a crédito e ao mercado.000. se transforme em sociedade por ações perderá. o limite de receita bruta previsto no estatuto para as microempresas passará à condição de empresa de pequeno porte a partir do mês subsequente ao da ocorrência do excesso. A sociedade que inicie suas atividades como microempresa e exceda.0. bem como ao SIMPLES Nacional. as que auferem receita bruta até R$ 360.00. É passível de registro como marca a designação ou sigla de entidade ou órgão público. por se confundir com o direito de personalidade do seu titular. Esse diploma legal. ou de outras sociedades ou associações cujo objetivo social seja a defesa exclusiva dos interesses econômicos das microempresas e empresas de pequeno porte. A pessoa jurídica que participar do capital de outra pessoa jurídica não poderá beneficiar-se do tratamento jurídico diferenciado previsto no estatuto. a partir de janeiro de 2016. as que auferem receita bruta superior a R$ 360. entre outras hipóteses. assinale a opção correta. As microempresas e as empresas de pequeno porte são definidas em função da receita bruta auferida em cada ano-calendário: as primeiras.5 pontos) A respeito do Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. a ação para declarar a nulidade do registro de marca é imprescritível. titular do registro nas ações de nulidade. . não trata da simplificação ou desoneração do registro dessas empresas perante os órgãos públicos competentes.00.600. 63 QUESTÃO: (Valor . marque a alternativa correta.5 pontos) Relativamente ao direito de marca.00 e igual ou inferior a R$ 3. que estabelece importantes medidas de incentivo a essas empresas. podendo tais valores ser alterados pelo Poder Executivo. essa participação ocorra no capital de cooperativa de crédito.PT1/4 4F1? T - . é de 50 (sessenta) dias. previsto no estatuto. assim. em caso de contrafação. O registro de marca de certificação pode ser requerido por pessoa com interesse comercial ou industrial direto no produto ou serviço atestado.000. Conforme entendimento do STJ.000. no ano- calendário. tais como os regimes favorecidos e simplificados de arrecadação de impostos e contribuições da União. O prazo para a resposta do réu.

nos limites de seus poderes. porque ele não tem poderes de administração. do Código Civil. nesse documento. É indispensável a correta e completa menção a todos os dispositivos legais indicados para a obtenção de pontuação. única administradora.° Valor da questão: 4 pontos. com fundamento no art. 1 . PROVA FINAL DE DIREITO EMPRESARIAL — CPI C Prova "<•. Gabarito: Não foi correto o uso do nome empresarial por Clapstro. aplicável à EIRELI por força dos artigos 980-A.018 do Código Civil (-Ao administrador é vedado fazer-se substituir no exercício de suas funções. Amara Leite como única administradora pode constituir mandatários da pessoa jurídica. 1.053. Cada pergunta deve ser respondida SEPARADAMENTE e em no máximo 10 linhas. O fundamento legal encontra-se no Art. sendo-lhe facultado.êtrAL do CP: 1 Turma: C Disciplina: JD ft 42:to EmrestAt1 Questão n. nos limites de seus poderes. constituir mandatários da sociedade. É indispensável a correta e completa menção a todos os dispositivos legais indicados para a obtenção de pontuação. A pessoa jurídica celebrou um contrato de prestação de serviços e. 980-A. pergunta-se: Foi correto o uso do nome empresarial na situação descrita no enunciado? Justifique e dê o amparo legal. especificados no instrumento os atos e operações que poderão praticar-). O fato de ter instituído a EIRELI não lhe dá de pleno direito poderes de administração porque somente Amara Leite. L Clapstro constituiu uma EIRELI com o seguinte nome empresarial — Clapstro Ontonoaldo EIRELL Foi nomeada em ato separado como única administradora sua cunhada. Com base na situação hipotética apresentada. § 6° e 1. Amara Leite poderia outorgar procuração em nome da pessoa jurídica a Clapstro? Justifique e dê amparo legal. § 6°. I* QUESTÃO Visto de aprovação E -m4.064 do Código Civil. Amara Leite. Sim. Clapstro assinou como administrador e representante da EIRELI. caput. do Código Civil. poderia usar a denominação. que se aplica a EIRELI por força do Art. 1.

do Código Civil. por considerar a sociedade em comum a partir de aprovação de sua dissolução e início da liquidação. II. em ação de cobrança intentada contra esta e os sócios. . o credor requer a declaração de solidariedade entre a sociedade e os sócios e invoca o art. conservaria sua capacidade processual. O pedido do credor deve ser julgado procedente? Justifique e dê amparo legal EM NO MÁXIMO 15 LINHAS. Assim.bN:tal Questão n. e 5. Durante a fase de liquidação. isto é. Gabarito: A questão tem por objetivo aferir o conhecimento sobre um dos efeitos da dissolução da sociedade. Os sócios permanecem durante a liquidação com a responsabilidade limitada ao valor das quotas que possuem. os sócios passariam a responder de forma ilimitada e solidariamente com a sociedade. que. ela subsistirá para os fins de liquidação. Por conseguinte. 990 do Código Civil. 1. Ewbank da Câmara & Companhia Ltda. todos os sócios e o liquidante Cosme Atalah recebem citação para responder aos termos do pedido formulado por um credor da sociedade. 1. 990 do Código Civil.052 do Código Civil. 51 do Código Civil: "Nos casos de dissolução da pessoa jurídica ou cassada a autorização para seu funcionamento. a manutenção da personalidade jurídica até o encerramento da liquidação e baixa do registro no órgão competente (art. Na petição inicial. solidariamente.033.4 L Os sócios da sociedade Pedro Avelino. pontos. mesmo despersonificada. não personificada. aprovaram sua dissolução com fundamento no art. r QUESTÃO Visto de aprovação MA. que se aplica apenas à sociedade em comum. até que esta se conclua"). PROVA FINAL DE DIREITO EMPRESARIAL — CPI C Prova "INAC do CP: 1 Turma: C Disciplina: ipin--€1. o credor não tem razão em seu pedido de reconhecimento de solidariedade da sociedade e dos sócios com fundamento no art.° Z Valor da questão: 4. de aco rdo com o disposto no art.

alteração e baixa do microempreendedor individual. registro. preferentemente eletrônico. opcional para o empreendedor. A inscrição do infrator no Cadastro Nacional de Infratores da Ordem Económica. bem como em entidades da administração indireta. Questão ri. PROVA FINAL DE DIREITO EMP FQ A MA . 3 . na forma a ser disciplinada pela Secretaria Especial para Micro e Pequenas Empresas da Presidência da República. bem como qualquer exigência para o início de seu funcionamento deverá ter trâmite eletrônico. alteração e baixa do microempreendedor individual. por prazo não inferior a 5 (cinco) anos. opcional para o empreendedor. venda de ativos ou cessação parcial de atividade. estadual. A proibição de contratar com instituições financeiras oficiais e participar de licitação tendo por objeto aquisições. de 1 (uma) a 3 (três) semanas consecutivas. 3 .CGSIM. impositivo para o empreendedor. o fr. registro. Gabarito: C 4) Assinale a afirmativa correta a) O processo de abertura. de extrato da decisão condenatória.espç:. em meia página e a expensas do infrator. impositivo para o empreendedor. na forma a ser disciplinada pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios . h) O processo de abertura. registro. bem como qualquer exigência para o início de seu funcionamento deverá ter trâmite especial e simplificado. por 2 (dois) dias seguidos. A cisão de sociedade.CGSIM. alteração e baixa do microempreendedor individual.("Pi e Prova twoL dor Turma: Questões objetivas PinA. na forma a ser disciplinada pela Secretaria Especial para Micro e Pequenas Empresas da Presidência da República. alteração e baixa do microempreendedor individual. registro. c11. o CADE poderá impor ao infrator da ordem econômica. O processo de abertura. bem como qualquer exigência para o inicio de seu funcionamento deverá ter trâmite especial e simplificado.6 Valor da questão: 0)5 pontos. Visto de aprovação -PA L 3) Assinale a afirmativa incorreta. na forma a ser disciplinada pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios . alienações. O processo de abertura. alteração e baixa do microempreendedor individual.zo de até 5 (cinco) anos. realização de obras e serviços.e. preferentemente eletrônico. impositivo para o empreendedor. registro. transferência de controle societário. bem como qualquer exigência para o inicio de seu funcionamento deverá ter trâmite eletrônico. na forma a ser disciplinada pela Secretaria Especial para Micro e Pequenas Empresas da Presidência da República. bem como qualquer exigência para o inicio de seu funcionamento deverá ter trâmite eletrônico. municipal e do Distrito Federal. em jornal indicado na decisão. a pena de: A publicação. na administração pública federal. e) O processo de abertura. A proibição de exercer o comércio em nome próprio ou como representante de pessoa jurídica. Quando assim exigir a gravidade dos fatos ou o interesse público geral. isolada ou cumulativamente. concessão de serviços públicos. pelo pr3.

a partir de janeiro de 2016. o limite de receita bruta previsto no estatuto para as microempresas passará à condição de empresa de pequeno porte a partir do mês subsequente ao da ocorrência do excesso. assim. ainda que ele seja pessoa jurídica de direito privado. não trata da simplificação ou desoneração do registro dessas empresas perante os órgãos públicos competentes. o direito ao tratamento jurídico diferenciado. em setembro de 2015. Gabarito: D 4 .Gabarito: A 5) Relativamente ao direito de marca.000. mediante decreto do presidente da República. Gabarito: 6) A respeito do Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. O prazo para a resposta do réu. a menos que. assinale a opção correta As microempresas e as empresas de pequeno porte são definidas em função da receita bruta auferida em cada ano-calendário: as primeiras. entre outras hipóteses.00 e igual ou inferior a RS 3. tais como os regimes favorecidos e simplificados de arrecadação de impostos e contribuições da União. é de 60 (sessenta) dias. em caso de contrafação. previsto no estatuto. por se confundir com o direito de personalidade do seu titular. de cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias e de acesso a crédito e ao mercado. as que auferem receita bruta superior a R$ 360. Esse diploma legal. Conforme entendimento do STJ. A sociedade que inicie suas atividades como microempresa e exceda. É passível de registro como marca a designação ou sigla de entidade ou órgão público. essa participação ocorra no capital de cooperativa de crédito. O registro de marca de certificação pode ser requerido por pessoa com interesse comercial ou industrial direto no produto ou serviço atestado. titular do registro nas ações de nulidade. se transforme em sociedade por ações perderá. ou de outras sociedades ou associações cujo objetivo social seja a defesa exclusiva dos interesses econômicos das microempresas e empresas de pequeno porte. podendo tais valores ser alterados pelo Poder Executivo. dos estados e dos municípios. A empresa individual de responsabilidade limitada que inicie suas atividades como rnicroempresa em agosto de 2013 e.00. quando não requerido o registro pela própria entidade ou órgão público. no ano- calendário. que estabelece importantes medidas de incentivo a essas empresas. O direito de marca é considerado direito fundamental. as que auferem receita bruta até R$ 360. A pessoa jurídica que participar do capital de outra pessoa jurídica não poderá beneficiar-se do tratamento jurídico diferenciado previsto no estatuto. marque a alternativa correta.600. deve-se comprovar tanto o dano material quanto o dano moral. bem como ao SIMPLES Nacional. as últimas.000.000. a ação para declarar a nulidade do registro de marca é imprescritível.00.

7 linhas cada. ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO .000.2014. Cedral de Papel e Celulose constituíram sociedade em conta de participação. Em razão da extinção do contrato. O objeto da conta de participação era a realização de investimentos na atividade da sócia ostensiva para fomentar a produção de papel para o objeto de Fortuna Livraria e Editora Ltda. Miguel pode cobrar de Maria a integralidade da dívida? As respostas devem ser fundamentadas. Em função de enfrentarem certa dificuldade inicial nas vendas. Maria e Joana assinaram ato constitutivo de uma sociedade do tipo simples. Fortuna Livraria e Editora Ltda. e Cia.00 (vinte mil reais). sendo as duas primeiras sócias participantes e a última. como devem pfoceder as sócias? Quais são os fundamentos jurídicos que devem ser invocados no exercício da pretensão em juízo? Resposta fundamentada. até maio de 2014. o que implicou a contração de uma dívida no valor de R$20.000 (cinco mil) cotas. formula as seguintes indagações: A sociedade simples era regular à época da celebração do contrato de locação? Sabendo-se que o contrato nstabelece que os sócios não respondam subsidiariamente pelas obrigações sociais. Maria e Joana levaram os documentos necessários ao registro da referida sociedade ao Registro Civil de Pessoas Jurídicas competente. celebrado em dia 05.prima de Porto Franco Reflorestamento Ltda. Maria e Joana não conseguiram adimplir o contrato de aluguel da sede.2014. ao valor nominal de R$1. r QUESTÃO: (Valor -4 pontos) As sociedades Porto Franco Reflorestamento Ltda. Nessa data. ATENÇÃO: RQeponfl.01.2014. posteriormente. 15 linhas. no máximo. quando foi extinto por instrumento particular de distrato. o ajuste de contas por parte da companhia com as sócias participantes. que procedeu ao arquivamento dos mesmos uma semana depois.000 quotas) após 6 (seis) meses. sócia ostensiva. O proprietário do imóvel em que está localizada a sede.00 (um real) cada uma. . Miguel. enquanto Joana integralizou 1. Maria integralizou 5. em.01.EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA FINAL DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES DISCURSIVAS CPI AB 2 2015 PROVA: 10/12/2015 ia QUESTÃO: (Valor -4 pontos) No dia 03. em.. referente ao ano de 2013 e aos meses de janeiro a maio de 2014.01. e a aquisição de matéria. no máximo. representativas de 50% (cinquenta por cento) do capital social da sociedade. No dia 16.000 (mil) cotas à vista e se comprometeu a pagar o restante (4.urna riniro questão em cada folha. sem que houvesse. O contrato vigorou por quatro anos.

4) Com referência à propriedade industrial da marca. os bens sociais respondem pelos atos de gestão praticados por quaisquer dos sócios. Caso uma marca registrada constitua expressão que passe a ser de uso comum no segmento mercadológico do produto. Gabarito: — art. são absolutamente ineficazes. inclusive no que se refere à natureza e à qualidade dos serviços e produtos a ela vinculados. como forma de proteger a concorrência e o mercado em geral. visa a garantir ao acusado a ampla defesa a respeito das conclusões do inquérito administrativo. (8) Na decisão que instaurar o processo administrativo. a veiculação de propaganda em que sejam comparados produtos ou serviços concorrentes é condenável por ser considerada violação dos direitos de proteção às marcas envolvidas. enquanto não inscrito o ato constitutivo da sociedade no registro próprio. em relação aos bens sociais. os sócios. todos os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. terceiros só poderão provar a existência dela por escrito. 990. no prazo de 15 (quinze) dias. constituirá peça inaugural.órgão: TCM-RJ . uma sentença judicial dada em ação movida pelo interessado nesse reconhecimento poderá substituir essa declaração e desencadear por si só a proteção legal devida a essa espécie de marca. o titular do registro renuncia ao controle sobre essa marca. a regra da exclusividade decorrente do registro poderá ser mitigada. procedimento em contraditório. apesar de ser prática comum no exterior. Paulo e Francisco pactuaram entre si a constituição de uma sociedade limitada. excluído do beneficio de ordem aquele que contratou pela sociedade. GABARITO: E anca: CESPE — Magistratura DF —2015). os atos de gestão que em nome dela forem praticados por quaisquer dos sócios. CC (Banca: FCC — ano 2015 . Ao ceder o uso de marca mediante contrato que não estabeleça condições nem efeitos limitadores. De acordo com a jurisprudência do STJ e com a doutrina nacional majoritária. nas relações entre si. Porém.PROVA FINAL CPI AB QUESTÕES OBJETIVAS 3) João. ainda que inexistente pacto limitativo de poderes. cuja nota técnica final. assinale a opção correta. será determinada a notificação do representado para. A proteção especial prevista para marca de notoriedade reconhecida em seu respectivo ramo de atividade depende de registro ou depósito dessa marca no INPI. ainda que conhecido por este. aprovada nos termos das normas do CADE. Embora o reconhecimento de marca como de alto renome se dê por declaração do INPI. (A) O processo administrativo. 5) Analise as afirmativas abaixo sobre o processo administrativo para imposição de sanções administrativas por infrações à ordem econômica e assinale a alternativa correta. poderão provar a existência dela por qualquer modo. reputando-se ineficaz perante terceiro qualquer pacto limitativo de poderes. apresentar defesa e especificar as .Prova: Procurador da Procuradoria Especial).

. os sócios. o titular do registro renuncia ao controle sobre essa marca. reconhecimento poderá substituir essa declaração e desencadear por si só a proteção legal t devida a essa espécie de marca. reputando-se ineficaz perante terceiro qualquer pacto limitativo de poderes. A proteção especial prevista para marca de notoriedade reconhecida em seu respectivo ramo de atividade depende de registro ou depósito dessa marca no INPI. Porém. ainda que conhecido por este. ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANElk PMPRJ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA FINAL DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES OBJETIVAS CPI AB 2 2015 PROVA: 10/12/2015 NOME: MATRÍCULA: 3a QUESTÃO: (Valor . Paulo e Francisco pactuaram entre si a constituição de uma sociedade limitada. todos os sócios respondem solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. enquanto não inscrito o ato constitutivo da sociedade no registro próprio. assinale a opção correta.0. uma sentença judicial dada em ação movida pelo interessado nesse . a regra da exclusividade decorrente do registro poderá ser mitigada. excluído do benefício de ordem aquele que contratou pela sociedade. nas relações entre si.5 pontos) Com referência à propriedade industrial da marca. como forma de proteger a concorrência e o mercado em geral. os bens sociais respondem pelos atos de gestão praticados por quaisquer dos sócios. Embora o reconhecimento de marca como de alto renome se dê por declaração do INPI. poderão provar a existência dela por qualquer modo.EMERJ - . terceiros só poderão provar a existência dela por escrito. são absolutamente ineficazes. Ao ceder o uso de marca mediante contrato que não estabeleça condições nem efeitos limitadores. em relação aos bens sociais.5 pontos) João. ainda que inexistente pacto limitativo de poderes. a veiculação de propaganda em que sejam comparados produtos ou serviços concorrentes é condenável por ser considerada violação dos direitos de proteção às marcas envolvidas. os atos de gestão que em nome dela forem praticados por quaisquer dos sócios. apesar de ser prática comum no exterior. 4a QUESTÃO: (Valor . De acordo com a jurisprudência do STJ e com a doutrina nacional majoritária. inclusive no_ que se refere à natureza e à qualidade dos serviços e produtos a ela vinculados. Caso uma marca registrada constitua expressão que passe a ser de uso comum no segmento mercadológico do produto.0.

(A) O processo administrativo. caso entenda necessário. no prazo de 15 (quinze) dias. visa a garantir ao acusado a ampla defesa a respeito das conclusões do inquérito administrativo. cabe ao liquidante saldar as dividas sociais vencidas. o Presidente do Tribunal o distribuirá. constituirá peça inaugural. (8) Na decisão que instaurar o processo administrativo.5 pontos) Analise as afirmativas abaixo sobre o processo administrativo para imposição de sanções administrativas por infrações à ordem econômica e assinale a alternativa correta. ou por outro meio que assegure a certeza da ciência do interessado ou. receber e dar quitação. inclusive alienar bens móveis ou imóveis. compete ao liquidante representar a sociedade e praticar todos os atos necessários à sua liquidação. cuja nota técnica final. Descumprida a decisão do Tribunal. solicitar à Procuradoria Federal junto ao CADE que se manifeste no prazo de 30 (trinta) dias. obedecendo aos preceitos próprios da constituição e inscrição do tipo em que se vai converter. por sorteio.0.5 pontos) Na liquidação e na transformação da sociedade. será o fato comunicado ao Presidente do Tribunal. a transformação independe do consentimento de todos os sócios. ao Conselheiro-Relator. por inexigíveis. ou da publicação. declinando a qualificação completa de até 5 (cinco) testemunhas. 6' QUESTÃO: (Valor . contando-se os prazos do recebimento da notificação. . será feita por edital publicado no Diário Oficial da União em que resida ou tenha sede. bem como contrair empréstimos para pagamento das obrigações correntes da sociedade. Recebido o processo. que poderá.na QUESTÃO: (Valor . será determinada a notificação do representado para. transigir. cancelando-se as vincendas. não tendo êxito a notificação postal. procedimento em contraditório.0. conforme o caso. A notificação inicial do representado será feita pelo correio.EMERJ - . salvo se houver tal exigência no ato constitutivo da sociedade. no todo ou em parte. pode o liquidante gravar de ônus reais os móveis e imóveis. respeitados os direitos dos credores preferenciais. que determinará à Advocacia-Geral da União que providencie sua execução judicial. salvo se expressamente proibido por seu contrato social. aprovada nos termos das normas do CADE. o ato de transformação da sociedade depende de sua prévia dissolução ou liquidação. apresentar defesa e especificar as provas que pretende sejam produzidas.

que poderá. Recebido o processo. salvo se houver tal exigência no ato constitutivo da sociedade. declinando a qualificação completa de até 5 (cinco) testemunhas. bem como contrair empréstimos para pagamento das obrigações correntes da sociedade. contando-se os prazos do recebimento da notificação. Descumprida a decisão do Tribunal.105 CC) . ao Conselheiro-Relator. no todo ou em parte. compete ao liquidante representar a sociedade e praticar todos os atos necessários à sua liquidação. pode o liquidante gravar de ônus reais os móveis e imóveis.provas que pretende sejam produzidas. ou por outro meio que assegure a certeza da ciência do interessado ou. por inexigíveis. Gabarito: A 6) Na liquidação e na transformação da sociedade. respeitados os direitos dos credores preferenciais. conforme o caso. a transformação independe do consentimento de todos os sócios. cancelando-se as vincendas. o ato de transformação da sociedade depende de sua prévia dissolução ou liquidação. A notificação inicial do representado será feita pelo correio. 1. será o fato comunicado ao Presidente do Tribunal. receber e dar quitação. obedecendo aos preceitos próprios da constituição e inscrição do tipo em que se vai converter. solicitar à Procuradoria Federal junto ao CADE que se manifeste no prazo de 30 (trinta) dias. cabe ao liquidante saldar as dívidas sociais vencidas. será feita por edital publicado no Diário Oficial da União em que resida ou tenha sede. GABARITO: DJART. por sorteio. ou da publicação. salvo se expressamente proibido por seu contrato social. o Presidente do Tribunal o distribuirá. transigir. caso entenda necessário. que determinará à Advocacia-Geral da União que providencie sua execução judicial. inclusive alienar bens móveis ou imóveis. não tendo êxito a notificação postal.

/4 /) /) Resposta do Caso Concreto O ato constitutivo foi registrado no RCPJ dentro dos 30 dias subsequentes à assinatura (antes de 02.Empresarial •inistrativo Adm 06.2012).2014. Natureza Jurídica.Previdendário 04 e 08 Penal Final • IV 12 - 10 Criança e.Processo 08.Técnica de V Adolescente 1-1 Sentença E Responsabilidade • Civil VI . Responsabilidade dos sócios. Sociedades não personificadas. 1 itàS.000 quotas) após 6 (seis) meses. Administração da sociedade.Tributário 07.2014. Logo. . a contrario senso. Noções gerais.01. Empresário individual e sociedade. emto máxim9/7 (sete) linhas cada. 1. Sociedade em conta de participação. Noções gerais.02.000. Sociedade em comum.Consumidor E 14 . Observações Ftapas i noa Rubrica Caso concreto para prova final CPI AS Encena an Pmf Rper 7R/i nn ç . 1. do Código Civil) Miguel somente pode cobrar de Maria até o valor de sua quota no capital. Efeitos. nos termos do artigo 998 do Código Civil. seus efeitos (inclusive a personalidade jurídica e a capacidade negociai da sociedade .151. que procedeu ao arquivamento dos mesmos uma semana depois. § 2°. CP Disciplina Tema Questão 1 --I 01- O 02 .Civil • 03. O proprietário do imóvel em que está localizada a sede.Processo • III E Civil • 09. Descrição do Caso Concreto No çlia 03. Responsabilidade dos sócios. Maria e Joana não conseguiram adimplir o contrato de aluguel da sede. SOCIEDADE SIMPLES PURA.art. Teoria Ultra Vires. Natureza do registro.2014. Aquisição.00 (um real) cada uma.022 do Código Civil).Eleitoral Descrição do Tema PERSONALIDADE JURÍDICA. Não.2012). a sociedade era considerada regular/possuía personalidade jurídica no momento da celebração do contrato (05. Maria integralizou 5. celebrado em dia 05. Direito e obrigações dos sócios. UO.Ambienta E 15 . Miguel pode cobrar de Maria a integralidade da dívida? As r9Postas devem ser fundamentadas. enquanto Joana integralizou 1. Em função de enfrentarem certa dificuldade inicial nas vendas.00 (vinte mil reais). o que implicou a contração de uma dívida no valor de R$20.01. 11. Maria e Joana assinaram ato constitutivo de uma sociedade do tipo simples.000 (mil) cotas à vista e se comprometeu a pagar o restante (4. Maria e Joana levaram os documentos necessários ao registro da referida sociedade ao Registro Civil de Pessoas Jurídicas competente. representativas de 50% (cinquenta por cento) do bapital social da sociedade. No dia 16.2 ATEN ÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada. Ne data. VIII.01. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO "kW.000 (cinco mil) cotas.Penal Prova Caderno Constitucional 05 - ^ II E 04.] 13 . 997. Miguel.01. pois ao registro tempestivo a lei confere eficácia retroativa para os fins do art. formula as seguintes indagações: A sociedade simples era regular à época da celebração do contrato de locação? Sabendo-se que o contrato estabelece que os sócios não respondam subsidiariamente pelas obrigações sociais. Natureza Pessoal. Como o contrato estabelece que os sócios não respondam subsidiariamente pelas obrigações sociais (art.: Elaborador: Período: DIACD Ana Paula Abreu 2015. Direito de retirada e exclusão do sócio. 985 do Código Civil com base no art. ao valor nominal de R$1.

NIOLLP .01. 23/11/2015 e -1-utkP CPI.. Etapas Data Rubrica abonações Aprovação do Prof.50 Resp.. 01 4 E. Resp.CC.44 115 14r\ Se o caso concreto for questão de prova: N° Valor Rubrica do Prof. Inclusão no SIEM 24/11/2015 45\ Revisão de Português 24/11/2015 Cti Revisão DIACD 15J.04.04.

996. do Código Civil.020. Descrição do Caso Concreto As sociedades Porto Franco Reflorestamento Ltda. até maio de 2014. Cedral de Papel e Celulose constituíram sociedade em conta de participação. O objeto da conta de participação era a realização de investimentos na atividade aa sócia ostensiva para fomentar a produção de papel para o objeto de Fortuna Livraria e Editora Ltda.Civil E 03. com fundamento no Art. como administradora. nos termos do Art. do Código Civil. jh R sposta do aso Concreto Diante da recusa do sócio ostensivo em realizar a prestação de contas. e a aquisição de matéria. sociedade limitada.033. do Código Civil (indispensável mencionar ambos os artigos). aro máximoC 5 linhas. Efeitos. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO U O.Previdenciaria 06 IV 12 — Final 10 Cdanca e . posteriormente. Em razão da extinção do contrato. quando foi extinto por instrumento particular de distrato. referente ao ano de 2013 e aos meses de janeiro a maio de 2014. Sociedade em nome coletivo. por determinação do Art. 914. Principais características e distinções básicas. Os fundamentos jurídicos que devem ser invocados são: a existência de uma sociedade em conta de participação na qual Cia.: Elaborador: Período: _ Q. do CPC.Consumidor 14 . caput. 996. deverá ocorrer a liquidação da sociedade. II. na forma da lei processual. sendo as duas primeiras sócias participantes e a última. TODOS OS FUNDAMENTOS ACIMA DEVEM SER CITADOS PARA OBTENÇÃO DE PONTUAÇÃO INTEGRAL .Eleitoral Descrição do Tema TIPOS SOCIETÁRIOS. DIACD Ana Paula Abreu 2015. Fortuna Livraria e Editora Ltda. caput c/c o Art. e Cia. 996. portanto. caput. por conseguinte.prima de Porto Franco Reflorestamento Ltda. sociedade em comandita por ações.Técnica de • V LJ Adolescente Li Sentença EL Responsabilidade Civil VI 13 . O contrato vigorou por quatro anos. sócia ostensiva. 1. c/c o Art. sem que houvesse.. CP Disciplina Tema Questão C 1 3 °1- Constitucional 02'.Ambiental E 15 . que se rege pelas normas relativas à prestação de contas.Penal Prova Caderno • II O 04 — Empresarial 05 — Administrativo D 06 — Tributário 07— Processo 08— Processo III Civil • Penal 09 . Cedral de Papel e Celulose era a sócia ostensiva. sociedade em comandita simples. I. o distrato operou a dissolução de pleno direito da sociedade. 1.—. apenas ela realizava a atividade social e administrava a sociedade. 11. sociedade anônima.2 ATEN AO: A cópia impressa a partir . nos termos do Art. com fundamento no art. como devem proceder as sócias? Quais/os fundamentos .212P 72. jurídicos que devem ser inv cados no exercício da pretensão em juízo? Resposta fundamentada. a sócia ostensiva estava obrigada a prestar contas de sua administração aos sócios participantes. Adoção dos tipos societários pelas sociedades empresárias e simples. o ajuste de contas por parte da companhia com as sócias participantes. cabe o ajuizamento de ação de prestação de contas pelas sócias participantes em face do primeiro. 991. do Código Civil (indispensável mencionar ambos os artigos). da intranet é cá .

Ák.Observações Etapas Data Rubrica Entrega ao Prof. Inclusão no SIEM 24/11/2015 Caso concreto para prova final CPI AB Revisão de Português 24/11/2015 CPI. Resp.51 Revisão DIACD ‘Sj 11)45 Se o caso concreto for questão de prova: N° Valor Rubrica do Prof. 23/11/2015 (120\ Aprovação do Praf. 23/11/2015 c.t_P Resp.01.04. Resp.yun.CC.k. 02 4 ())-N.06.? .

EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA DE 2° CHAMADA DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES DISCURSIVAS CPI ABC 2 2015 PROVA: 19/11/2015 1' QUESTÃO: (Valor . As duas respostas devem ser fundamentadas e com no máximo. Qual(is) é(são) a(s) consequência(s) do atraso deste pagamento? ATENÇÃO: Responda uma única questão em cada folha. Jhang se lembrou de que teria que efetuar o pagamento. dez anos após tê- la registrado. José da Silva assinou como se fosse administrador e representante da EIRELI. foi nomeada como única administradora sua irmã. Maria Rosa. Passados três meses do prazo de pagamento. poderia outorgar procuração em nome da pessoa jurídica a José da Silva? Por quê? Justifique e dê amparo legal. mas que poderia servir para a fabricação industrial. o que. por mais cinco anos. no entanto. No ato de constituição. De acordo com o enunciado acima e com a legislação pertinente. fruto de seu mais recente trabalho. Com base na situação hipotética apresentada. em no máximo 8 linhas cada: Jhang poderia registrar a cadeira. Na omissão do ato constitutivo.5 pontos) Jhang trabalha desenvolvendo cadeiras de vários estilos. Jhang realizou um trabalho com o intuito de inovar. responda às questões abaixo. ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO . sendo titular de diversos registros de desenhos industriais. . 2' QUESTÃO: (Valor . Maria Rosa. de criar uma cadeira com forma inusitada. mas não sabe quais são as consequências de tal lapso. 8 linhas cada uma.5 pontos) José da Silva constituiu uma Empresa Individual de Responsabilidade Limitada com a seguinte denominação: Solução Rápida Informática EIRELI. culminou no desenvolvimento de um móvel vulgar. responda aos itens a seguir. Jhang informa que havia solicitado a prorrogação de registro de desenho industrial de uma outra cadeira. Recentemente.3. na condição de administradora. Contudo. nesse documento.3. Foi correto o uso do nome empresarial dado por José na situação descrita no enunciado? Justifique e dê amparo legal. A pessoa jurídica celebrou um determinado contrato de prestação de serviços e. indicando o(s) respectivo(s) fundamento(s) legal(is). como desenho industrial? Na mesma oportunidade. esqueceu-se de realizar o pagamento da retribuição devida.

33 QUESTÃO: (Valor . Exercer de forma abusiva posição dominante.5 pontos) Constitui infração contra a ordem econômica. Promover.0. tecnologia ou marca. exceto: Exigir vantagens indevidas para divulgação de publicidade nos meios de massa. obter ou influenciar a adoção de conduta comercial uniforme ou concertada ou concorrentes. . Exercer ou explorar abusivamente direitos de propriedade industrial. Açambarcar ou impedir a exploração de direitos de propriedade industrial ou intelectual ou de tecnologia. intelectual.

assinale a opção correta.Ii ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO . a perceber identidade em dois produtos de fabricações diferentes. alegando ocorrência de prática de concorrência desleal. que é induzido.5 pontos) A sociedade X ajuizou contra a sociedade Y ação ordinária indenizatória por perdas e danos. Em termos legais. Com relação à situação hipotética acima apresentada e ao uso da marca em geral. por erro. podendo o prejudicado ajuizar ação civil indenizatória somente após a decisão criminal condenatória. caracteriza-se violação à marca quando a imitação se reflete na formação cognitiva do consumidor. A declaração de nulidade da marca tem efeitos ex nunc no caso de registro deferido em desacordo com a lei.0. a ação para reparação de danos causados pelo uso indevido de marca prescreve em vinte anos. Nos termos da interpretação jurisprudencial. . presumindo-se sempre prejudicial a quem a lei confere a titularidade. o uso indevido de marca alheia.EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA DE r CHAMADA DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES OBJETIVAS CPI ABC 2 2015 PROVA: 19/11/2015 NOME: MATRÍCULA: 3a QUESTÃO: (Valor . A reprodução da marca registrada sem autorização do titular é crime de concorrência desleal. com o propósito de abstenção do uso da marca comercial Z. o juiz deve determinar a sustação da violação de todas as mercadorias que contenham imitação flagrante da marca registrada. De acordo com a jurisprudência.

com as formalidades legais. caso em que. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. porque esta é uma faculdade estatal. De acordo com a Lei da Propriedade Industrial. apenas para os efeitos contábeis. para todos os efeitos. não ficará equiparada à sociedade empresária. à sociedade empresária. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. com as formalidades legais. esse novo método não é uma invenção nem modelo de utilidade. A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída. 58 QUESTÃO: (Valor . depois de inscrita. transformada.0. A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída. depois de inscrita. ficará equiparada. pode. requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. não é patenteável. deve ser identificado pelo nome da universidade. ficará equiparada. pode ser patenteável quando distinguido por uma marca registrada que identifique e individualize corretamente o método. jamais constituída. para todos os efeitos. e jamais transformada. pode. A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja. e jamais transformada. pode.4a QUESTÃO: (Valor . requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. por ter sido criado na faculdade de medicina. depois de inscrita. ou transformada. com as formalidades legais. com base nas disposições do Código Civil brasileiro sobre as disposições gerais aplicáveis às sociedades. à sociedade empresária. ficará equiparada. com as formalidades legais.0. . A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída. depois de inscrita. com as formalidades legais. A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída. caso em que.5 pontos) Assinale a alternativa correta. requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. não ficará equiparada à sociedade empresária. caso em que. não é patenteável. um pesquisador desenvolveu um novo método cirúrgico para corrigir casos de hérnia inguinal. á sociedade empresária. pode. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. depois de inscrita. caso em que. por ser contrário à saúde pública.5 pontos) No curso de doutorado de uma faculdade estadual de Medicina. caso em que. ou transformada. pode.

§5°). Participação de pessoa jurídica. única administradora. O fundamento legal encontra-se no Art. kl Descrição do Caso Concreto José da Silva. sendo-lhe facultado.: Elaborador: Período: DIACD Ana Paula Abreu 2015. ato de constituição/foi nomeada como única administradora sua irmã.Civil 03-Penai Prova Caderno II El 04.Tributário A05dm-inistrativo 7-Processo o "I °Civil • 08-Processo Penal 09. A pessoa jurídica celebrou um(confrato de prestação de serviços efiesse documento. porque Maria Rosa como única administradora pode constituir mandatários da pessoa jurídica nos limites de seus poderes. Aplicação subsidiária das normas da sociedade limitada. com fundamento no art. aplicável à EIRELI por força dos artigos 980-A. que se aplica a EIRELI por força do Art. b) Sim. 980-A. na condição de administradora. Natureza Jurídica. Noções gerais. Com base na situação hipotética apresent da. § 6°. Resposta do Caso Concreto CX`vt) J A) Não foi correto o uso do nome empresarial por José da Silva porque ele não tem poderes de administração. Maria Rosa.018 do Código Civil ("Ao administrador é vedado fazer-se substituir no exercício de suas funções. Conceito.2 ATEN AO: A CP Disciplina Tema Questão O 01- 1Constitucional Q 02. § 6° e 1. poderes de administração porque somente Maria Rosa.064 do Código Civil. do Código Civil. nos limites de seus poderes.josé da Silva Øssinou coma. Lei 12.053. de 11/07/2011. As duas respostas devem ser fundamentadas e een no máximo/4 8 linhas cada uma. al ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO UO.Previdenciário 05 2' rii 12 . responda aos itens a seguir.Técnica de Adolescente j'"'L Sentença 1:1 Responsabilidade Civil • VI J 13. 1.441/11. É indispensável a correta e completa menção aos dispositivos legais indicados para a obtenção de pontuação. Nome. Maria Rosa. de pleno direito. É indispensável a correta e completa menção aos dispositivos legais indicados para a obtenção de pontuação. Elementos caracterizadores. Empresa Individual de Responsabilidade Limitada.administrador e representante da EIRELI. registro e enquadramento como ME ou EPP - Instrução normativa n°10/2013 do OREI. 1. poderia outorgar procuração em nome da pessoa jurídica a José da Silva? Por quê? Justifique e dê amparo legal. No. 980-A. constituir mandatários da sociedade. Foi correto o uso do nome empresarial por Jos? na situação descrita no enunciado? Justifique e dê amparo legal.Empresarial 06. poderia usar a denominação.Consumidor 14 -Ambientai D 15 . Chamada 10 Criança e n 11. constituiu uma Empresa Indiv dual de Responsabilidade Limitada com a seguinte denominação/ Solução Rápida Informátic EIRELI. O fato de ter instituído a EIRELI não lhe dá. .Eleitoral Descrição do Tema EIRELI. A EIRELI e as atividades não empressariais (art. especificados no instrumento os atos e operações que poderão praticar"). caput. Na omissão do ato constitutivo. Constituição. do Código Civil.

05.04.4.k.01. Inclusão no SIEM 03/11/2015 492\ Caso concreto para prova de 2' chamada do CPI Revisão de Português 03/11/2015 Sttri.4. . Resp.'Descrição do Toma l l ! Observações Etapas Data Rubrica Entrega ao Prof. . 01 3.v i CPI.46 Revisão DIACD Se o caso concreto for questão de prova: N° Valor Rubrica do Prof. Resp.5 e . 31/07/2015 CR\ Aprovação do Prof.i.CC.0. Resp. 31/07/2015 -e.

279/96.279/96.r . 120. Observações Etapas Data Rubrica Caso concreto para prova de 2a chamada do CPI Entrega ao Prof. o que (culminou no desenvolvimento de um móvel vulgar. 04. 31/07/2015 Obeik Aprovação do Prof CPI. da Lei 9.Penal Prova Caderno AIII I Constitucional 05 II Á. Qual(is) é(são) a(s) consequência(s) do atraso deste pagamento? Resposta do Caso Concreto cte iittii1A Çut LI4a4. pois a sua forma é vulgar. 4.279/96.Técnica de 1:1 Responsabilidade o V ___I Adolescente Sentença Civil • VI . que é requisito de registrabilidade nos termos do art.Previdenciario 05 28 El In Civil Penal Chamada o IV 10 Criança e 12 - 0. 108. mas que poderia servir para a fabricação industrial.Empresarial° . fruto de seu mais recente trabalho. Passados três meses do prazo de pagamento.ScYtewC ) Jhang não pode registrar a cadeira. 9. 95 Lei n. esqueceu-se de realizar o pagamento da retribuição devida.279/96). sendo titular de diversos registros de de—senhos indugu-. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO UO. Processo 09. em no máximo 8 linhas cada Mut Jhang poderia registrar a cadeira. 31/07/2015 e.Ambiental • 15 . ou 120. Extinção da patente.47 Resp. 06.279/96 preverem que o pedido de prorrogação deve ser instruido com comprovante de pagamento da respectiva retribuição. Patentes: invenção e modelo de utilidade.279/96). §2°. indicando o(s) respectivo(s) fundamento(s) legal(is). da Lei n. Requisitos para a concessão de patente.12. Jhang inforn.2 ATEN AO: A cópia impressa a partir da intranetó cópia não controlada. da Lei 9.CC. da Lei n. portanto não está presente o requisito da ORIGINALIDADE previsto no art.Processo 08-.04. 01- 02. 108. CP Disciplina Tema Questão . §1°. 9. Cessão de direitos. que havia solicitado a prorrogação de registro de desenho industrial de uma outra cadeira or mais cinco anos.7:4-0-i-2 . Jhang realizou um trabalho com o intuito de inovar. Licenya compulsória. A consequência do atraso desse pagamento é que Jhang deve realizar o pagamento de uma retribuição adicional (art. 97. Contudo.3 13 . dez anos após tê-la registrado. responda às questões abaixo. §2°. Apesar de os artigos 108. Jhang ainda tem 3 (três) meses para efetuar o pagamento. @quifirTee lembroy mas não sabe quais são as consequências de tal lapso. Desenho Industrial. 9. 9.45" tn. visto que o pedido de prorrogação foi realizado até o termo da vigência do registro (art. Legislação.Consumidor O 14 . de criar uma cadeira com forma inusitada. conforme previsão do arf. caput. como desenho industrial? Na mesma oportunidade. §2°. não se extinguindo o registro de imediato. De acordo com o enunciado acima e com a legislação pertinente. 11. II.: Elaborador: Período: DIACD Ana Paula Abreu 2015.Tributário Administativo ii 07.Civil 03. §3°..01./ mii kticAA:U j Descrição do Caso Concreto // Jhang trabalha desenvolvendo cadeiras de vários estilos. 100. Resp.Eleitoral Descrição do Tema PROPRIEDADE INDUSTRIAL. OU art. Recentemente. da Lei n.

Resp.5 - .T• Etapas Data Rubrica Observações Inclusão no SIEM 03/11/2015 GQ-\ Revisão de Português 03/11/2015 Revisão DIACD -f frh Se o caso concreto for questão de prova: N° Valor Rubrica do Prof. 02 3.

caput. responda aos itens a seguir. Conceito. . de pleno direito. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO UO. com fundamento no art. de 11/07/2011. CP Disciplina Tema Questão i a .- ' Descrição do Caso Concreto . Participação de pessoa juridica. As duas respostas devem ser fundamentadas e ar no máximo». Constituição.L Adoiesomte un Sentença E Responsabilidade Civil VI • 13 .— — --I Constitucional '`---1 02. 8 linhas cada uma. Com base na situação hipotética apresentada.V Chamada ' 10 Cnanca e 12 - 11. Natureza Juridica. 1. do Código Civil.Eleitoral Descrição do Tema EIRELI.. aplicável á EIRELI por força dos artigos 980-A. 01- . nos limites de seus poderes. Maria Rosa. /A pessoa jurídica celebrou uncontirato de prestação de serviços e j nesse documento José da Silva assinou como administrador e representante da EIRELI. É indispensável a correta e completa menção aos dispositivos legais indicados para a obtenção de pontuação. registro e enquadramento como ME ou EPP - Instrução normativa n°10/2013 do DREI.Civil • 03 . Maria Rosa.: Elaborador: Período: DIACD Ana Paula Abreu 2015.2 ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada.Previdenciado 05 2' • .053.018 do Código Civil ("Ao administrador é vedado fazer-se substituir no exercício de suas funções. No ato de constituição/foi nomeada como Única administradora sua irmã.I :" /-(' il re. a) Foi correto o uso do nome empresarial(por Jose na situação descrita no enunciado? Justifique el dê amparo legal. Resposta do Caso Concreto A) Não foi correto o uso do nome empresarial por José da Silva porque ele não tem poderes de administração. única administradora. É indispensável a correta e completa menção aos dispositivos legais indicados para a obtenção de pontuação. Nome. constituir mandatários da sociedade. constituiu uma Empresa Individual de Responsabilidade Limitada com a seguinte denominação/ Solução Rápida Informática EIRELI.Tributário 07-Processo 08-Processo • 1" G Civil Penal • 09. --1-7 ' José da Silva. § 6° e 1.•LS: .Consumidor E 14 .064 do Código Civil. Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. Aplicação subsidiária das . 1. normas da sociedade limitada.Técnica de V . §5°)..Empresarial 05 - Administrativo 06 . b) Sim. . § 6°.441/11.i '.. porque Maria Rosa como única administradora pode constituir mandatários da pessoa juridica nos limites de seus poderes. que se aplica a EIRELI por força do Art. sendo-lhe facultado.Ambiental • 15 . I 1. A EIRELI e as atividades não empressariais (art. ' b) Na omissão do ato constitutivo. poderia usar a denominação.Penal Prova Caderno II 121 04 . Elementos caracterizadores. O fato de ter instituído a EIRELI não lhe dá. do Código Civil. 980-A. O fundamento legal encontra-se no Art. poderia outorgar procuração em nome da pessoa jurídica a José da Silva? Por quê? Justifique e dê amparo legal.. 980-A. Noções gerais. especificados no instrumento os atos e operações que poderão praticar"). na condição de administradora. Lei 12. poderes de administração porque somente Maria Rosa.

requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. apenas para os efeitos contábeis. pode. caso em que. requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. para todos os efeitos. requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. depois de inscrita. pode. à sociedade empresária. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. caso em que.PROVA DE V CHAMADA OBJETIVAS — CPI-ABC 3) A sociedade X ajuizou contra a sociedade Y ação ordinária indenizatória por perdas e danos. que é induzido. pode. depois de inscrita. a ação para reparação de danos causados pelo uso indevido de marca prescreve em vinte anos. para todos os efeitos. jamais constituída. com o propósito de abstenção do uso da marca comercial 2. depois de inscrita. depois de inscrita. Nos termos da interpretação jurisprudencial. A declaração de nulidade da marca tem efeitos ex nunc no caso de registro deferido em desacordo com a lei. ficará equiparada. caso em que. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída. à sociedade empresária. A reprodução da marca registrada sem autorização do titular é crime de concorrência desleal. por erro. com base nas disposições do Código Civil brasileiro sobre as disposições gerais aplicáveis às sociedades. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. com as formalidades legais. e jamais transformada. ou transformada. ficará equiparada. não ficará equiparada à sociedade empresária. . caso em que.TJ-AC) 4) Assinale a alternativa correta. requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. com as formalidades legais. ficará equiparada. a perceber identidade em dois produtos de fabricações diferentes. pode. com as formalidades legais. depois de inscrita. A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída. A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja. Em termos legais. e jamais transformada. o juiz deve determinar a sustação da violação de todas as mercadorias que contenham imitação flagrante da marca registrada. assinale a opção correta. ou transformada. não ficará equiparada à sociedade empresária. caracteriza-se violação à marca quando a imitação se reflete na formação cognitiva do consumidor. pode. requerer inscrição no Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede. A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída. presumindo-se sempre prejudicial a quem a lei confere a titularidade o uso indevido de marca alheia. com as formalidades legais. Gabarito: D (CESPE -2012 . De acordo com a jurisprudência. Com relação à situação hipotética acima apresentada e ao uso da marca em geral. A sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída. caso em que. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. alegando ocorrência de prática de concorrência desleal. à sociedade empresária. transformada. com as formalidades legais. de acordo com um dos tipos de sociedade empresária. podendo o prejudicado ajuizar ação civil indenizatória somente após a decisão criminal condenatória.

Gabarito: A . 5) No curso de doutorado de uma faculdade estadual de Medicina. VIII. deve ser identificado pelo nome da universidade. obter ou influenciar a adoção de conduta comercial uniforme ou concertada ou concorrentes. não é patenteável. por ser contrário à saúde pública. esse novo método não é uma invenção nem modelo de utilidade. 10. Promover. intelectual. De acordo com a Lei da Propriedade Industrial. Lei 9278/96. 6) Constitui infração contra a ordem econômica. pode ser patenteável quando distinguido por uma marca registrada que identifique e individualize corretamente o método. tecnologia ou marca. porque esta é uma faculdade estatal. Gabarito: art. Açambacar ou impedir a exploração de direitos de propriedade industrial ou intelectual ou de tecnologia. por ter sido criado na faculdade de medicina. não é patenteável. 984. um pesquisador desenvolveu um novo método cirúrgico para corrigir casos de hérnia inguinal. Código Civil. exceto: Exigir vantagens indevidas para divulgação de publicidade nos meios de massa. Exercer ou explorar abusivamente direitos de propriedade industrial.Gabarito: a — art. Exercer de forma abusiva posição dominante.

associar-se a ninguém? Justifique a resposta.3. r QUESTÃO: (Valor . Para a produção das refeições. com base na legislação pertinente. por vezes. ~11t. de forma fundamentada. no entanto.000. de forma fundamentada. cozinheira. necessita contrair empréstimos. a fim de extinguir sua dívida particular? ATENÇÃO: Responda uma única questão em cada folha. Fernando.(5" • E300LA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO . Maria precisa comprar grande quantidade de alimentos e.3.EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA REGULAR DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES DISCURSIVAS CPI A 22015 PROVA: 04/11/2015 ia QUESTÃO: (Valor . credor particular de Rodrigo.5 pontos) Maria. A partir da hipótese apresentada. responda. cuja atividade é altamente lucrativa. responda. aos itens a seguir. tenta executá-lo. de seu patrimônio pessoal. Rodrigo e Fabiana cursaram juntos a Faculdade de Letras e tornaram-se grandes amigos. Como Maria poderia separar a sua atividade empresarial. Com o dinheiro que economizou ao longo de anos de trabalho. Nesse sentido. Maria montou uma cozinha industrial em um galpão que comprou em seu nome. .00 (noventa mil reais).5 pontos) Felipe. em no máximo 15 linhas. Maria também acabou de adquirir sua casa própria e está preocupada em separar a sua atividade empresarial. exercida no galpão. exercida no galpão. tendo cada um a mesma participação societária. tem como fonte de renda a produção e venda de refeições para os moradores de seu bairro. mas o único bem encontrado no patrimônio é a sua participação na sociedade. Qual seria o instituto jurídico mais adequado a ser constituído por Maria para o exercício de sua atividade empresarial. 15 linhas. Alguns anos depois. os itens a seguir. avaliada em R$ 90. de modo a garantir a separação patrimonial sem. de seu patrimônio pessoal? Respostas em no máximo. para tanto. A parte dos lucros da sociedade que cabe a Rodrigo pode responder por sua dívida particular? Rodrigo pode vender diretamente a Fernando suas quotas. Os três trabalhavam como tradutores e decidiram celebrar um contrato de sociedade do tipo simples para prestação de serviços de tradução.

O pedido de arquivamento dos atos constitutivos da empresa nas juntas comerciais das demais unidades da Federação.que possui proteção nacional -. o conflito deve serdirimido com base no principio da anterioridade. . assinale a opção correta com base na jurisprudência do STJ. é necessário que a reprodução ou imitação seja suscetível de causar confusão ou associação com esses sinais distintivos e que a proteção ao nome empresarial não goze somente de tutela restrita a alguns estados. De acordo com o princípio first come. decidir pela insubsistência dos indícios. marca e propriedade industrial. de forma complementar ao registro inicialmente realizado. bem como determinar à Superintendência-Geral que fiscalize seu cumprimento. first served. instaurados pela Superintendência-Geral. Para que a reprodução ou imitação de elemento característico ou diferenciado de nome empresarial de terceiros constitua óbice ao registro de marca . decidir os processos administrativos para imposição de sanções administrativas por infrações à ordem econômica. ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO . arquivando os autos do inquérito administrativo ou de seu procedimento preparatório. dentro do prazo que determinar.0. aprovar os termos do compromisso de cessação de prática e do acordo em controle de concentrações. ordenar providências que conduzam à cessação de infração à ordem econômica. 4' QUESTÃO: (Valor . No caso de colidência entre denominações e marcas de sociedades empresárias diversas. salvo decidir sobre a existência de infração à ordem econômica e aplicar as penalidades previstas em lei. que prepondera em principio da especificidade.0. com base no qual se concede o domínio eletrônico ao primeiro requerente que satisfizer as exigências para o registro de nomes comerciais na rede mundial de computadores. As formas de proteção ao uso das marcas e do nome de empresa têm como único propósito resguardar a marca ou o nome da empresa contra usurpação.EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA REGULAR DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES OBJETIVAS CPI A 2 2015 PROVA: 04/1112015 NOME MATRÍCULA: 33 QUESTÃO: (Valor . não induz à possibilidade de proteção nacional ao seu nome comercial. é incabível contestação do titular de signo distintivo similar ou idêntico que anteriormente tenha registrado o nome ou a marca na junta comercial e no INPI.5 pontos) São atribuições do Tribunal Administrativo de Defesa Econômica. mas detenha a exclusividade sobre o uso do nome em todo o território nacional.5 pontos) No que se refere a nome empresarial.

cujo objeto seja atividade própria de empresário rural. o pedido posterior demonstra que houve uma falha de sigilo no INPI e a empresa que protocolou o segundo pedido responderá por perdas e danos. mas poderá vir a ser uma sociedade empresária se o ato constitutivo for registrado na Junta Comercial. quando será empresária e o registro realizado na Junta Comercial.5' QUESTÃO: (Valor -0. o inventor do pedido anterior deverá provar que criou a invenção antes do inventor do pedido posterior. o INPI publicará uma exigência para que os titulares comprovem as datas de invenção e os motivos do protocolo posterior pelo segundo inventor. trata-se de sociedade empresária. a invenção do pedido posterior estará no estado da técnica e o pedido não será considerado novo. exceto se for adotada a forma de cooperativa.5 pontos) Se um novo pedido de patente reivindica exatamente a invenção já reivindicada por um pedido anterior de outro titular que está em sigilo. No caso de sociedade.• •-•-••••• • . após a publicação do pedido anterior: o protocolo do pedido posterior será automaticamente considerado uma infração ao pedido anterior. é correto afirmar que trata-se de sociedade empresária. devendo o ato constitutivo ser registrado na Junta Comercial do lugar da sede. exceto se for adotada a forma de cooperativa. trata-se de sociedade simples.0. trata-se de sociedade simples. 11-1. 6a QUESTÃO: (Valor .5 pontos) Salvo as exceções legais. a sociedade simples é aquela cujo objeto não é atividade própria de empresário sujeito a registro obrigatório. podendo o ato constitutivo ser registrado no Registro de Pessoas Jurídicas ou na Junta Comercial. quando será simples e o registro realizado no Registro de Pessoas Jurídicas. trata-se de sociedade simples.

02 3. Etapas 1 Data 1 Rubrica i C . Resp.s.5 .arvações N° Valor Rubrica do Prof.

• A n'mia irnnrpssa a nartir da intranet é cópia não controlada.2 . conforme dispõe o . aos itens a seguir. responda.026.01.Eleitoral Descrição do Tema SOCIEDADE SIMPLES PURA.43 Revisão de Português 07/10/2015 Revisão DIACD 421 40( I5. Alguns anos depois.: Elaborador: Período: DIACD Ana Paula Abreu 2015.Penal Prova onstitucional o 05 E 06. Resp. mas o único bem encontrado no patrimônio é a sua participação na sociedade. Rodrigo pode vender suas quotas a Fernando. 1. art. com base no art. desde que nenhum dos sócios se oponha. caput. 06/10/2015 C-Ro i'Vs Raso. Natureza Pessoal.04. Cadern . tenta executá-lo. Fernando. A partir da hipótese apresentada. Direito de retirada e exclusão do sócio. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO UO.Civil 03. pode responder por sua divida particular no caso de insuficiência de seus bens.Ambiental 15 . de forma fundamentada.Empresarial l• Adi.r .Consumidor E 14 . A parte dos lucros da sociedade que cabe a Rodrigo pode responder por sua divida particular? Rodrigo pode vender diretamente a Fernando suas quotas. Administração da sociedade. Responsabilidade NI V _. Os três trabalhavam como tradutores e decidiram celebrar um contrato de sociedade do tipo simples para prestação de serviços de tradução.CC.1. sócio executado.4n Se o casa concreto for questão de prova: . caput. visto que a cessão total ou parcial da quota depende do consentimento dos demais sócios. 1 LC 02. a fim de extinguir sua dívida i particular? ' Resposta do Caso Concreto ! Gabarito: A parte dos lucros da sociedade Tradutores Amigos Ltda. cuja atividade é altamente lucrativa.Previdenciáno Civil Penal Regular IV 12- 10 Chan ca e ri 11. C P1. inisfrativo 07-Processo 08-Processo 08 III • 09 . Descrição do Caso Concreto Felipe. Caso concreto para prova Regular CPI .Tributado E II ili 04. tendo cada um a mesma participação societária. credor particular de Rodrigo.003. do Código Civil. 02/10/2015 An Aprovação do Prof. Disciplina Tema Questão CP 01. Direito e obrigações dos sócios.08. Teoria Ultra Vires. Rodrigo e Fabiana cursaram juntos a Faculdade de Letras e tornaram-se grandes amigos.Técnica de 0. que cabe a Rodrigo. Observações Etapas Data Rubrica Entrega ao Prof. do Código Civil.1 Adolescente l—L Sentença Civil • VI 13 .A Inclusão no SIEM 07/10/2015 41 .

Aplicação subsidiária das I normas da sociedade limitada. por vezes.00 (noventa mil reais).Processo 08.] 13 . Maria precisa comprar grande quantidade de alimentos e. Desta forma.Empresarial rdininistralivo 06 . do Código Civil).441/11. Noções 1 gerais.Tributário 07. registro e enquadramento como ME ou EPP - 1 . Outro dado importante é que Maria possui patrimônio suficiente para cumprir a exigência do capital mínimo de 100 vezes o maior salário mínimo vigente no país. Como Maria poderia separar a sua atividade empresarial. exercida no galpão. especialmente porque ela quer garantir a separação patrimonial e não deseja ter nenhum sócio (dados contidos no enunciado). para tanto. de 11/07/2011. Como Maria está preocupada em separar sua casa própria da atividade empresarial que será exercida no galpão onde montou sua cozinha industrial. Nome.Consumidor • 14 . A EIRELI e as atividades não empressariais (art. do CC. 1 Descrição do Caso Concreto Maria. exercida no galpão. tem como fonte de renda a produção e venda de refeições para os moradores de seu bairro. de forma ' fundamentada. avaliada R$ 90. Constituição. associar-se a ninguém? Justifique á resposta. Participação de pessoa jurídica. conforme Art.Eleitoral . Nesse sentido. §5°). portanto em valor superior a 100 (cem) vezes o maior salário mínimo vigente no País. necessita contrair empréstimos. Para a produção das refeições. VI. de seu patrimônio pessoal.Ambiental a 15 . com base na legislação pertinente. Natureza Jurídica. Instrução normativa n° 10/2013 do DREI. 02 .Técnica de E Responsabilidade El V Adolescente " Sentença Civil l• VI .Processo 09. 980-A.: Elaborador: Período: DIACD Ana Paula Abreu 2015. no entanto. responda. Com o dinheiro que economizou ao longo de anos de trabalho.. ela poderia realizar a integralização do capital da EIRELI com a cozinha industrial. devidamente integralizado. Elementos caractenzadores.Civil II 03 -Penal Penal Prova o Constitucional o li Ej 04 . Qual seria o instituto jurídico mais adequado a ser constituído por Maria para o exercício de sua atividade empresarial/de modo a garantir a separação patrimonial sem. Conceito. Lei 12.Previdenciário 05 E o Civil Penal Regular IV 12 - 10 Chanca e r-i 11.000. avaliada em R$ 90. 44. 980-A. Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. de seu patrimônio pessoal? Respostas em no máximo.000. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO UO. . A EIRELI é uma pessoa jurídica de direito privado (Art. os itens a seguir. Resposta do Caso Concreto Gabarito: O instituto jurídico mais adequado a ser constituído por Maria é a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. Maria também acabou de adquirir sua casa própria e está preocupada em separar a sua atividade empresarial.2 • • ia não controlada. Descrição do Tema lEIRELI. Disciplina Tema Questão CP Cadern i ell 01. 15 linhas. cozinheira. 00 (noventa mil reais). garantindo a separação patrimonial entre a pessoa natural e a pessoa jurídica. Maria montou uma cozinha industrial em um galpão que comprou em seu nome. a cozinha industrial passaria a compor o patrimônio da pessoa jurídica e serviria á sua atividade empresária.

01 3. 06/10/2015 t• KOLL Resp.4 - Aprovação do Prof. Resp.A 07/10/2015 \\ N Revisão de Português Revisão DIACD ("V 4o116 l' CPI.05. Etapas Data Rubrica Observações Entrega ao Prof.5 E.42 Se o caso concreto for questão de prova: N° Valor Rubrica do Prof. Resp. 02/10/2015 4. Inclusão no SIEM 07/10/2015 Caso concreto para prova Regular CPI .CC.t-toil• .01.04. • CieStriçãO do Tema resguardando a casa no patrimônio pessoal da instituidora.

o conflito deve ser dirimido com base no princípio da anterioridade. a invenção do pedido posterior estará no estado da técnica e o pedido não será considerado novo. No caso de colidência entre denominações e marcas de sociedades empresárias diversas. assinale a opção correta com base na jurisprudência do STJ.PROVA REGULA CPI-A OBJETIVAS 3) No que se refere a nome empresarial. arquivando os autos do inquérito administrativo ou de seu procedimento preparatório. decidir pela insubsistência dos indícios. não induz à possibilidade de proteção nacional ao seu nome comercial. conforme art. dentro do prazo que determinar. decidir os processos administrativos para imposição de sanções administrativas por infrações à ordem econômica instaurados pela Superintendência-Geral. . mas detenha a exclusividade sobre o uso do nome em todo o território nacional. com base no qual se concede o domínio eletrônico ao primeiro requerente que satisfizer as exigências para o registro de nomes comerciais na rede mundial de computadores. Gabarito: B 4) São atribuições do Tribunal Administrativo de Defesa Econômica. salvo decidir sobre a existência de infração à ordem econômica e aplicar as penalidades previstas em lei. aprovar os termos do compromisso de cessação de prática e do acordo em controle de concentrações. bem como determinar à Superintendência-Geral que fiscalize seu cumprimento. ordenar providências que conduzam à cessação de infração à ordem econômica. marca e propriedade industrial. As formas de proteção ao uso das marcas e do nome de empresa têm como único propósito resguardar a marca ou o nome da empresa contra usurpação. De acordo com o princípio first come. 13. GABARITO: E. IV. que prepondera em princípio da especificidade. first served. de forma complementar ao registro inicialmente realizado. Para que a reprodução ou imitação de elemento característico ou diferenciado de nome empresarial de terceiros constitua óbice ao registro de marca — que possui proteção nacional —. é necessário que a reprodução ou imitação seja suscetível de causar confusão ou associação com esses sinais distintivos e que a proteção ao nome empresarial não goze somente de tutela restrita a alguns estados. O pedido de arquivamento dos atos constitutivos da empresa nas juntas comerciais das demais unidades da Federação. 5) Se um novo pedido de patente reivindica exatamente a invenção já reivindicada por um pedido anterior de outro titular que está em sigilo. é incabível contestação do titular de signo distintivo similar ou idêntico que anteriormente tenha registrado o nome ou a marca na junta comercial e no INPI. da lei 12529/11. o inventor do pedido anterior deverá provar que criou a invenção antes do inventor do pedido posterior. após a publicação do pedido anterior: o protocolo do pedido posterior será automaticamente considerado uma infração ao pedido anterior.

o pedido posterior demonstra que houve uma falha de sigilo no INPI e a empresa que protocolou o segundo pedido responderá por perdas e danos. quando será empresária e o registro realizado na Junta Comercial. exceto se for adotada a forma de cooperativa. exceto se for adotada a forma de cooperativa. o INPI publicará uma exigência para que os titulares comprovem as datas de invenção e os motivos do protocolo posterior pelo segundo inventor. trata-se de sociedade simples. Gabarito: b 6) Salvo as exceções legais. devendo o ato constitutivo ser registrado na Junta Comercial do lugar da sede. No caso de sociedade. mas poderá vir a ser uma sociedade empresária se o ato constitutivo for registrado na Junta Comercial. Gabarito: c . quando será simples e o registro realizado no Registro de Pessoas Jurídicas. trata-se de sociedade empresária. podendo o ato constitutivo ser registrado no Registro de Pessoas Jurídicas ou na Junta Comercial. trata-se de sociedade simples. trata-se de sociedade simples. a sociedade simples é aquela cujo objeto não é atividade própria de empresário sujeito a registro obrigatório. cujo objeto seja atividade própria de empresário rural. é correto afirmar que trata-se de sociedade empresária.

. a invenção do pedido posterior estará no estado da técnica e o pedido não será considerado novo. arquivando os autos do inquérito administrativo ou de seu procedimento preparatório. não induz à possibilidade de proteção nacional ao seu nome comercial. aprovar os termos do compromisso de cessação de prática e do acordo em controle de concentrações. salvo decidir sobre a existência de infração à ordem econômica e aplicar as penalidades previstas em lei. 13. assinale a opção correta com base na jurisprudência do STJ. marca e propriedade industrial. first served. IV. é incabível contestação do titular de signo distintivo similar ou idêntico que anteriormente tenha registrado o nome ou a marca na junta comercial e no NPI. com base no qual se concede o domínio eletrônico ao primeiro requerente que satisfizer as exigências para o registro de nomes comerciais na rede mundial de computadores. após a publicação do pedido anterior: o protocolo do pedido posterior será automaticamente considerado uma infração ao pedido anterior. conforme art. ordenar providências que conduzam à cessação de infração à ordem econômica. No caso de candência entre denominações e marcas de sociedades empresárias diversas. que prepondera em principio da especificidade. bem como determinar à Superintendência-Geral que fiscalize seu cumprimento. 5) Se um novo pedido de patente reivindica exatamente a invenção já reivindicada por um pedido anterior de outro titular que está em sigilo. dentro do prazo que determinar. Para que a reprodução ou imitação de elemento característico ou diferenciado de nome empresarial de terceiros constitua óbice ao registro de marca — que possui proteção nacional —.PROVA REGULA CPI-A OBJETIVAS 3) No que se refere a nome empresarial. decidir os processos administrativos para imposição de sanções administrativas por infrações à ordem econômica instaurados pela Superintendência-Geral. O pedido de arquivamento dos atos constitutivos da empresa nas juntas comerciais das demais unidades da Federação. Gabarito: B 4) São atribuições do Tribunal Administrativo de Defesa Econômica. o inventor do pedido anterior deverá provar que criou a invenção antes do inventor do pedido posterior. mas detenha a exclusividade sobre o uso do nome em todo o território nacional. GABARITO: E. de forma complementar ao registro inicialmente realizado. é necessário que a reprodução ou imitação seja suscetível de causar confusão ou associação com esses sinais distintivos e que a proteção ao nome empresarial não goze somente de tutela restrita a alguns estados. decidir pela insubsistência dos indícios. De acordo com o princípio first come. As formas de proteção ao uso das marcas e do nome de empresa têm como único propósito resguardar a marca ou o nome da empresa contra usurpação. da lei 12529/11. o conflito deve ser dirimido com base no princípio da anterioridade.

em síntese.3. casados pelo regime de comunhão universal de bens. requer a procedência da ação com a condenação da ré ao pagamento de indenização por danos materiais e morais. aduzindo. exploração de prestígio por apropriação de sua boa fama e credibilidade e ausência de percepção de royalties pela licença de uso da marca registrada. e que teve inúmeros prejuízos. antes mesmo da constituição da sociedade autora. em até 15 linhas. 977 do CC/02. em até 15 linhas. de maneira fundamentada. concorrência desleal e apropriação de boa fama e credibilidade. serem sócios da sociedade empresária ANCART PARTICIPAÇÕES Ltda. já havia registrado o nome empresarial "Lajes Paraná ME" na junta comercial. em resumo. 824058178). Por fim. TN Y . o que afastaria a alegação de uso indevido da marca. se aplica apenas constituição de sociedades empresárias ou veda também a contratação de sociedades simples? Responda a questão. EPP ajuizou ação de abstenção de uso de marca e domínio. dentre os quais: desvio de clientela. que a notificou extrajudicialmente. que há mais de 23 anos adotou a marca "LP Lajes Paraná" (certificado n.5 pontos) O CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS DA r ZONA DE PARAGUÁÇU questiona. tendo inclusive registro no INPI. diligenciar sobre a prévia utilização da expressão em comento. sem que surtisse qualquer efeito..5 pontos) ARSS INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE LAJES LTDA. ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO . que impede os cônjuges de contratar sociedade entre si quando casados no regime da comunhão universal de bens. Decida a questão. sociedade simples. por meio da qual se tornou conhecida no ramo de materiais de construção. Pergunta-se: o art. visto que incumbia â autora. a possibilidade de THEO MULLER e sua esposa MARIA REGINA MULLER.3. A autora alega que foi surpreendida com a indevida utilização da mesma marca pela ré. V QUESTÃO: (Valor . de forma fundamentada. cumulada com danos materiais e morais. em face de LAJES PARANA ME. ATENÇÃO: Responda uma única questão em cada folha. Em contestação a ré argumenta que.EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA REGULAR DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES DISCURSIVAS CPI C 2 2016 PROVA: 31/10/2016 a QUESTÃO: (Valor . quando do registro da marca no INPI.

Resposta do Caso Concreto APELAÇÃO N°: 0029596-66. quando do registro da marca no INPI.--.Processo Penal 11109.b inclusive registro no INPI:Sue foi surpreendida com a indevida utilização da mesma marca pela ré. Pedido de abstenção c. Classificação. 195 LPI). &rija havia registra o o nome empresarial -Lajes Paraná ME" na junta comercial.+c com danos materiais e morais. concorrência desleal e apropriação de boa fama e credibilidade. Não provimento. Cessão de direito.---.Empresarial l• 05 -Administradvo E 06 .1 jeiuereu a procedência da ação com a condenação da ré ao pagamento de indenização por danos materiais e morais.Reitoral Descrição do Tema PROPRIEDADE INDUSTRIAL .2 ATENÇAO: A cópia impressa a partir da intranet é cópia não controlada CP Disciplina Tema Questão _ • 1 01. te33. No confronto de valores não é equivocado abrandar o principio da legalidade imposto pelo regime administrativo (anterioridade) e dar supremacia ao elemento objetivo ou a realidade imposta pelo comércio e absorvida pelo mercado que nesses quase 30 anos.12 . EPP ingressou com acre ação de abstenção de uso de marca e dominiolumulada danos materiais e morais/em face de LAJES PARANÁ ME/aduzindo.: DIACD Elaborador: Ana Paula Abreu Período: 2016..609/98. Legislação. Marca evocativa.jiim ) ci er. nos termos do art. tendo/k notificado extrajudicialmente.2009. Espécies.Penal Prova Caderno 1. em síntese. Descrição do Caso Concreto ARSS INDUSTRIA E COMERCIO DE LAJES LTDA. o que afastaria a alegação de uso indevido da marca. .Civil O 03. Registro. 11. para aplicação da lei.Constitucional • 02. exploração de pres-Vgio por apropriação de sua boa -ama e credibilidade e ausência de percepção de royalties pela licença de uso da marca registrada.° 9. Marca notória e de alto renome.TJSP MARCA.Tributário IE in IIII 07.ofãidts queintes mesmo da constituição da sociedade autora. Decida a uestão.8. que há mais de 23 anos adotou a marca --LP Lajes Paraná" (certificado n. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO 172 UO. 170 da CF. Concorrência desleal não caracterizada (art.0114 . Autora que possui a marca "Lajes Paraná" registrada do INPI versus sociedade com nome empresarial -Lajes Paraná" arquivado na Junta Comercial. Não havendo qualquer ilícito perpetrado pela ré.Técnica de . não há que se falar em prejuízo a ser indenizado. visto que incumbia à autora.Processo Civil E 08. em até 15 linhas.Marcas. s. como expressão vulgar indicativa de regido geográfica. PROPRIEDADE IMATERIALts . "Paraná" poderá ser considerada. Direito Autoral. 824058178por meio da qual se tomou conhecida no ramo de materiais de /— construção. Extinção.Responsabilidade Regular z/v2 • L-I l__t 13 V Adolescente Sentença Civil El VI 13 -Consumidor E 14 -Ambiental Ill 15 ..1 II Cit 04 . !.Previdenciáno 13 O IV 10 -Cdança e . _ riAjontestaçãof ila ré as. diligenciar sobre a prévia utilização da expressão em comento. fundamentos do nosso sistema econômico.. nro_-ntrtinclo qualquer efeitoKue Illat (àofet-_em fol-acalo inúmeros prejuízos. Convivência harmônica entre as duas empresas que se identificam de maneira semelhante. 'Ambito de proteção. yrs.26. dentre os quais: desvio de clientela. Lei n. de maneira fundamentada. Trechos do acórdão: Os direitos de propriedade intelectual consistem em inegável exceção ao principio da livre- concorrência e à própria livre-iniciativa.

sendo reconhecido na própria Constituição. Em outras palavras. o título de estabelecimento e a marca. Isto porque os monopólios concedidos em caráter excepcional têm por finalidade incentivar a inovação tecnológica da Nação. compreende em seu registro. é automática a proteção ao nome comercial. 967. a exemplo das relações de consumo e de crédito. mas sobre configurações e I sistemas abstratos. patentes e desenhos industriais. Descrição do Tema Tais direitos recaem não propriamente sobre objetos materiais. 187-204]. Lisboa. porque este se entende propriedade imaterial e se constitui coisa incorpórea. sobretudo entre o título de estabelecimento e a marca. Não raro. 2005. São Paulo: Saraiva. ao passo que o nome do estabelecimento perpetua a notoriedade do negócio uma vez adquirida" [Comentário ao Código Comercial Português. há coincidência nos instrumentos de identificação. Assim. e atual. no art. O nome não dispõe dessa autonomia em razão de sua indissociabilidade da figura humana que o detém (art. reprodução e publicação de suas obras. A função do nome é a de mostrar que um sujeito de direito está fornecendo serviços ou produtos no mercado. porque essa varia frequentemente com a mudança dos proprietários. direito societário e atual. que no papel de empresário. incisos XXVII e XXIX. dissolução e extinção de firma individual e de sociedades. O nome comercial na jurisdição de outra Junta Comercial é automaticamente protegido também.o arquivamento: a) dos documentos relativos à constituição. pp. 1. expressamente. é justificável. Manual de direito comercial e de empresa. Seu I caráter excepcional. E como tal.não integra o complexo de bens corpóreos e incorpóreos denominado . com sede na capital e jurisdição na área de circunscrição territorial". o nome empresarial é o instituto jurídico que identifica e individualiza o sujeito. rev. rev. Assim no ato de inscrição do empresário na Junta Comercial referente à unidade federativa em que se encontra.br/wild/Nome_empresarial) Havendo uma Junta Comercial "em cada unidade federativa. segundo o art. (http://academico. que somente adquirem seu valor na exploração comercial em um mercado.800 . São Paulo: Saraiva. como ocorre com as marcas. ed. com a abertura de alguma filial nela registrada. Editorial LB. ou do arquivamento do pedido específico.ed. para distinguir o empresário ou a sociedade empresária perante a sociedade e também ao poder público. Pelo Decreto n° 1. 85]. lv e 3v. I. [COELHO.fgv. ganham força de direito autônomo ao da personalidade de seu criador. 5°.1: evolução histórica do direito comercial.direito-rio. Como nos ensina explica Ricardo Negrão. teoria geral da empresa. 1914. a proteção à propriedade das marcas e outros signos distintivos. Curso de direito comercial. vol. Fabio Ulhoa. o nome não pode ser considerado direito de propriedade industrial. NEGRÃO Ricardo.. contexto em que se insere a requerente da presente demanda. Salienta-se que se considera nome empresarial: a denominação adotada para o exercício de empresa.(Propriedade Industrial) e decorre da idéia de que as pessoas jurídicas também são sujeitos do direito-dever à identidade. bem como aos autores a exclusividade de utilização. não há como alme'ar a rote ão do nome comercial a todo o território nacional. v. (1v)175-183 e (3v)36-371. entretanto. seja pelas vantagens de mercado ou pela praticidade. p. pp. entre os direitos e garantias fundamentais do homem. 8. O nome é um acessório do estabelecimento e segundo CUNHA GONÇALVES passa a ser "o sinal de um organismo económico quase distinto do proprietário e adquirido muitas vezes um valor superior ao da firma. "estabelecimento" porque não possui as características próprias das coisas . São elementos de identificação: I o domínio. alteração. mediante ao registro do empresário no Registro Público de Empresas Mercantis. o mesmo terá que ser comunicado à Junta Comercial da unidade federativa no local em que estiver a sede da empresa. ou de suas alterações" (artigo 32). O nome empresarial só poderá existir e ser protegido. após recebidos os atos constitutivos de uma empresa: . exerce atividade empresarial.164 do Código Civil). 2004-2005. no atual estágio de desenvolvimento doutrinário e legislativo. Quando arquivado o pedido de proteção ao nome empresarial. que ':xpressamente ressalva que sua concessão tem por fim o interesse social e o desenvolvimento econômico e tecnológico do país. O nome empresarial é um -bem" de natureza intelectual . [4. A Constituição Federal. de forma a responsabilizar os atos praticados e as obrigações adquiridas no exercício I de suas atividades. confere proteção às criações intelectuais. 1. que após sua criação intelectual. prevendo.

construção civil.. um ato lesivo à livre concorrência. e o princípio da especificidade. convém . de nem sempre serem "moralmente" aceitos. de acordo com as regras do mercado em que se atua. visto que ambas atuam no mesmo ramo. como bem aduziu a recente jurisprudência do STJ. Almedina. Um ato de concorrência desleal é um ato contrário à prática de um determinado mercado. Quanto à alegação de que houve concorrência desleal. impende colacionar recente julgado do Superior Tribunal de Justiça (REsp 1315621/SP) da relatoria da Ministra Nancy Andrighi que aduz: COMERCIAL. é vedada. Coimbra. que constituem expressão de uso comum.. O parâmetro para se verificar a existência de concorrência desleal não é um parâmetro legal. a favorecer a detenção e o exercício do comércio de forma única. Conjugando o princípio da anterioridade (já analisado) com o principio da territorialidade. para dar uma sugestão sem pretender reconhecimento de criatividade. no Paraná. O ideal seria que houvesse um acréscimo à marca ou ao nome. MARCA EVOCATIVA. de pouca originalidade. 2003. legais. admitindo-se a sua utilização por terceiros de boa-fé. compulsando os autos.). ligado ao âmbito geográfico de proteção. preservar o status quo. PROPRIEDADE INDUSTRIAL. O monopólio de um nome ou sinal genérico em beneficio de um comerciante implicaria uma exclusividade inadmissível. como corolário da necessidade de se evitar erro. à fl. porque está definitivamente afastado o perigo de confusão. já que -Paraná" é uma expressão vulgar e denomina uma região geográfica. Marcas fracas ou evocativas. sendo que enquanto não se toma iniciativa de tal jaez. III. fático. sim. ou desonestos no sentido que a sociedade conhece. Não há como impor de forma compulsória solução dessa natureza. A questão é que no direito das marcas evocativas. com prejuízo não apenas à concorrência empresarial (. ia Direito Industrial. tem se que: a autora-apelante tem sua sede na cidade de Maringá. "Lajes Paraná Forte. salvo quando declarada pelo INPI de "alto renome". segundo o qual a proteção da marca. A palavra desleal no termo concorrência desleal não ' pode ser entendida como concorrência moralmente reprovável. POSSIBILIDADE. É muito mais razoável manter o estado atual criado pela experiência do comércio. p. "Denominações geográficas''. podem ser lícitos. tal não deve ser acatada. REGISTRO NO INPI. A concorrência é livre. como. Imas. não vigora o principio da legalidade imposto pelo regime administrativo (anterioridade). que faça o consumidor se confundir com as origens dos produtos. mas. Alguns atos de concorrência. Nessa linha. (—) Diante do exposto. também estão acostadas aos autos notas fiscais que são documentos idôneos a comprovar sua alegação de anterioridade. EXCLUSIVIDADE. que é o caso dos autos. estado de São Paulo. apesar . Existe concorrência desleal entre concorrentes quando 4 . MITIGAÇÃO. qual seja.ou "Lajes Paraná Celeste" para que ficasse rompida a identidade. atraem a mitigação da regra de exclusividade decorrente do registro. do que alterar algo essencial das duas sociedades. dúvida ou confusão entre os usuários. enquanto que a apelada possui sua sede em Campinas. pensando que os produtos de um concorrente foram produzidos por outro. mas a confusão na concorrência. verifica-se que. 155 tenha apontado que a apelante se utiliza da expressão -Lajes Paraná" desde 1989 e a apelada desde 1988. Impende-se primeiramente salientar que atos de concorrência desleal não são atos desleais. sim. vol. cumprindo considerar os princípio da territorialidade. 317). está diretamente vinculada ao tipo de produto ou serviço.' Descrição do Tema (ALBERTO FRANCISCO RIBEIRO DE ALMEIDA. não se pode cingir a questão apenas ao critério da anterioridade. a realidade imposta pelo comércio e absorvida pelo mercado que nesses quase 30 anos soube extrair efeitos saudáveis da convivência dessas duas empresas que se identificam de maneira semelhante. Quanto ao principio da especificidade sua análise. perde a razão de ser. muito embora. Todavia. nesse caso.

como não se admitiu •ue Yves Saint Laurent utilizasse a •alavra -Paris" isoladamente . e atual. 1938. para a finalidade a que se propõe: a marca para identificar o produto ou serviço e o nome para identificar a pessoa do empresário.02. podendo disso resultar confusão ao consumidor ou desvio de clientela. de modo que a expressão "Paraná". observada instrução normativa do Departamento Nacional de Registro do Comércio . como -Champagne". que não conferem mais do que a ação civil de reparação do dano no caso de efetiva concorrência desleal". p. Com relação às marcas.1988 e faz uso de seu nome empresarial como se marca fosse desde essa época. por meio de notas fiscais que o uso da expressão "Lajes Paraná" teve inicio em 1987 tis. p. fica difícil conceder prioridade pela marca registrada. se emprega para chamar atenção sobre o estabelecimento. a requerimento da empresa interessada. vol. teoria iterai da empresa. ed. Buenos Aires. ficou expresso que: §1°. por seu turno. A almejada exclusividade não era mesmo de ser deferida. Conforme Ricardo Negrão. sem direito ao uso exclusivo da palavra "lajes" (fls. v. A marca depende de prévio depósito e exame pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A proteção do nome é concedida desde o registro da pessoa física ou jurídica no órgão de registro de empresa dos Estados. 2005.DNRC". Manual de direito comercial e de empresa. prevalecendo o princípio da novidade.1: evolução histórica do direito comercial. No caso de exercício de uma mesma atividade pelos detentores dos direitos. O arquivamento dos atos constitutivos da empresa ARSS se deu em 1985. as Juntas Comerciais. [NEGRÃO. Ediar. Não estamos discutindo a invasão de áreas geográficas conhecida pela singularidade de um produto ou de um serviço. originado no uso do titular. uso amparado simplesmente pelas normas de direito comum.279/96 regulando direitos e obrigações da propriedade industrial dispõe em seu artigo 129 -a" propriedade da marca adquire-se pelo registro validamente expedido. 221. 187-204] Observando o certificado expedido pelo INPI foi concedido à autora. o prazo prescricional para a propositura de ação para exigir a abstenção do uso de marca é de vinte anos. a utilização da marca e do nome empresarial decorre de registros diferentes e para fins diversos. deve atender a dois critérios para sua solução: a especificidade: o ramo de atividade de uma colidência entre empresários de um mesmo ramo impõe-se atentar primeiramente à anterioridade de cada um dos registros. sendo assegurado ao titular seu uso exclusivo em todo o território nacional". que não distingue um produto. arquivou seu ato constitutivo em 04. conforme as disposições desta Lei. comprovando. O registro da marca seria como se uma delas providenciasse algo que não modifica o mesmo grau de posicionamento em que se encontram pelo que realizaram. 1947. 139]. A Empresa "Lajes Paraná". O juiz a quo empregou o principio da anterioridade para dar solução ao caso em tela. a Lei n° 9. Freitas Bastos. 28). São Paulo: Saraiva. e. tradução de Santiago Sentis Melendo.Lajes Paraná". §2° .2008 depositado em 18. Tratando-se de direitos distintos. Não soa como razoável uma sociedade apoderar-se do nome "Paraná".A proteção ao nome empresarial se circunscreve à unidade federativa de jurisdição da Junta Comercial que procedeu ao arquivamento de que trata o caput deste artigo. Os critérios conhecidos não auxiliam. V Ia parte.A proteção do nome empresarial poderá ser estendida a outras unidades da federação. seja em comércio de lajes ou qualquer outra coisa. Esse o dilema da lide ou definir se as empresas litigantes podem conviver harrnonicamente entre si ou se uma delas deve se abster de usar a expressão -Lajes Paraná-. ambos. 4. O sempre lembrado CARVALHO DE MENDONÇA esclareceu [Tratado de Direito Commercial Brasileiro. legitimidade para utilizá-los em seus campos específicos. a partir de 25. direito societário.2001) o registro da marca -LP . O nome.03. pp. enquanto que a marca serve para distinguir o produto [Introduccion ai Derecho Comercial. Descrição do Tema que regulamentou a lei n° 8. 124). segundo a Súmula 142 do STJ. Ricardo.09. seus detentores têm. rev.934/94. não é e nunca foi indicativo da excelência de um produto de origem daquele estado da federação. Quando o nome coincide com a marca e envolve duas sociedades que exploram o mesmo serviço. segundo ASCARELLI. § 226] que "a lei reconhece o direito da marca anterior ao registro. lia edição.

descritas pela Lei n. aliás. 21/09/2016 Aprovação do Prof. o que. Resp. Alega que a apelada ao tentar registrar para si o domínio www. portanto. não há que se falar em prejuízo a ser indenizado. o julgamento de improcedência da ação principal. Esse fato também não deve ser visto como concorrência desleal pelos mesmos fundamentos supramencionados. Não se vislumbrou no caso dos autos qualquer das condutas enumeradas no art. Por conseguinte.com. não há de se cogitar de qualquer abuso por parte da recorrida a ensejar a determinação de abstenção de uso ou condenação em danos materiais ou morais. 23/09/2016 E-mail Resp. revela que o comprador sabe distinguir as duas sociedades e extrair beneficios de suas localizações.'Descrição do Tema estes pratiquem os atos previstos no artigo 195 da LPI ou qualquer ato não tipificado neste artigo que cause confusão.279/96.lajesparana. mas como marca.CC.13. De se manter. denigra a imagem do concorrente. Diante do exposto. ou provoque falsas alegações que induzam o consumidor a erro ou prejudique de alguma forma o concorrente. Salienta-se que diante dos argumentos acima esposados. no intuito de confundir o consumidor desatento inverteu os vocábulos e registrou o domínio www.° 9. O fato de possuir site na intemet não caracteriza concorrência desleal. E se assim o é. consistindo na disputa estimulada pela livre iniciativa e sob o ângulo constitucional. Observações Etapas Data Rubrica Entrega ao Prof.br e se mantém utilizando a expressão "lajes paraná. 01 3. nega-se provimento. não havendo qualquer ilícito perpetrado pela ré.5 E-mail . é de se concluir que a atuação mercadolócica da requerida acha-se legalmente autorizada e foi realizada para conquistar o mercado. a autora não se desincumbiu de seu ónus probatório de que tenha sofrido algum prejuízo material ou moral e convém registrar não ser o documento por último juntado (dias antes da sessão final) prova efetiva de que consumidores se confundem. 195 da LPI.br deparou-se com o registro anterior em nome da apelante e.paranalajes.não como nome empresarial. Resp. Ademais.com.01. porque retrata consulta de suposto cliente pesquisa vantagens sobre o frete de mercadorias. não se enquadrando em nenhuma das hipóteses caracterizadoras de concorrência desleal. Caso concreto para prova regular CPI C Inclusão no SIEM Revisão de Português CPI.04.44 Revisão DIACD Se o caso concreto for questão 1\10 Valor Rubrica do Prof.

.. Fundamentação deficiente. ' . a vedação se aplica a qualquer sociedade. ressalvando essa possibilidade apenas quando eles forem casados no .. Vedação legal que se aplica tanto às 'sociedades empresárias quanto às simples. Súmula 211/STJ.. Súmula 284/STF. A participação de pessoas casadas. . Não faz nenhuma restrição quanto a sua aplicação a sociedade empresária. 421 do CC/02 somente pode ser exercida legitimamente se não implicar a violação das balizas impostas pelo próprio texto legal. Classificação das sociedades. em até 15 linhas.-. Cooperativas e sociedades por ações. incapazes e impedidas.k. mesmo que seja simples. Elementos caracterizadores. Espécies .----1 usI. em resumo. Ofensa ao art. que impede os cônjuges de contratar sociedade entre si quando casados no regime da comunhão universal de bens. 977 do CC/02 impossibilitam que os cônjuges casados sob os regimes . Descrição do Caso Concreto ) CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMIVEIS DA 2a ZONA DE PARAGUAÇLY questiona. Ademais. . a possibilidade de THE MULLER e sua esposa MARIA REGINAf4ULLER..058. Conceito.1 • RECURSO ESPECIAL N° 1.. que .As restrições previstas no art..RS (2008/0106925-5) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI .. 977 do CC/02 inovou no ordenamento jurídico pátrio ao permitir expressamente a constituição de sociedades entre cônjuges. 977 do CC/02.O art. ELABORAÇÃO DE CASO CONCRETO UO. como se percebe do seu texto.-. Impossibilidade de contratação de sociedade entre cônjuges casados no j regime de comunhão universal ou separação obrigatória.sao Portanto. Recurso especial. 5° da LICC.—:. sociedade simples.. Atividade Rural. 535 do CPC. _ RS.: DIACD Elaborador: Ana Paula Abreu Período: ATEN • -- i 2016. se aplica apenas à constituição de sociedades empresárias ou veda também a contrata* de sociedades simples? Responda a questão..2 . Sociedades unipessoais....165 . Ausência de prequestionamento. .1 Abetl•1 lioa Descrição do Tema I SOCIEDADES. a participação de cônjuges em sociedade simples ou empresária não afasta a aplicação das regras do reuime de hene th nr.A liberdade de contratar a que se refere o art.Não se conhece do recurso especial na parte em que se encontra deficientemente fimdamentado. Caracterização. de bens ali previstos contratem entre si tanto sociedades empresárias quanto sociedades simples. . Pergunta-se: o art. Violação ao art.... casados pelo regime de comunhão universal de bensiserem sócios da sociedade em resária ANCART PARTICIPAÇÕES Ltda..U Ai 11.sociedades simples e empresárias._ 1 énc e 1-Rsosbldd 3 11 eua Aoecne etna Cvl l IE1 osmdr._ _... Violação aos j arts.Inviável a apreciação do recurso especial quando ausente o prequestionamento do dispositivo legal tido como violado. 1. . 421 e 977 do CC/02.. Negado provimento ao recurso especial... .CIIC sui i otoa C icpia Tm usã 1 osiuinlII0-Cvl E0 ea rv aen I % 4 mrsra I 5-diitaio•0-Tiuái I[I 7 rcsoCvlIIO rcsoPnlI 9 rvdnái IiI I1-Cinae. t. de forma fundamentada. Resposta do Caso Concreto O artigo 977 do Código Civil traz uma disposição geral sobre sociedades. EMENTA: Direito Empresarial e Processual Civil. regime da comunhão universal de bens ou no da separação obrigatória.

977 do CC/02 somente atinja as últimas. tendo em vista a Localização do mencionado dispositivo legal no texto do CC/02. sociedade em comandita simples. 977 na estrutura do CC/02 constitui ou não I elemento indicativo da sua aplicação apenas às sociedades empresárias. sempre que o legislador se referiu exclusivamente ao empresário ou à atividade de em tesa. 977 do CC/02. na forma do art. que impede os cônjuges de contratar sociedade entre si quando casados no regime da comunhão universal de bens. do Livro II (Do Direito de Empresa) do Código.) O art. Conforme estabelece o art. 977 do CC/02 não se aplicariam às sociedades simples. sociedade anônima. somente não fazendo men â'o a essa característica no "á referido art. o traço diferenciador entre as sociedades empresárias e as simples é o fato de as primeiras terem por objeto o exercício de atividade própria de ' empresário sujeito a registro.039 a 1. mostra-se necessário examinar a alegação recursal relativa à inserção do dispositivo tido como violado no capítulo destinado a disciplinar a capacidade para ser empresário. Assim. o art. sociedade limitada. aplicando-se. . se aplica apenas à constituição de sociedades empresárias ou veda também a contratação de sociedades simples entre eles. em face da ausência de relevante distinção entre a sociedades simples e empresárias no que concerne às suas formas de organização. pois. 977 do CC/02.) Cinge-se a controvérsia em determinar se o disposto no art. De outro lado. 982 do CC/02.. 977 do CC/02 inovou no ordenamento jurídico pátrio ao permitir expressamente a constituição de sociedades entre cônjuges. sendo facultado às sociedades simples que não desejarem subordinar-se às normas que lhe são próprias.092 do CC/02 (sociedade em nome coletivo. Em suma. assevera que o dispositivo legal em comento estaria inserido no Capítulo II (Da Capacidade) do Título I (Do Empresário). Descrição do Tema Trechos do acórdão: (. o fez de forma ex essa. Dois são. tais restrições possuem a finalidade de evitar que a constituição de sociedades possa ser utilizada como instrumento para acobertar eventuais tentativas de burla ao regime de bens do casamento. 983 do CC/02 é expresso ao dispor que a sociedade empresária deve constituir-se segundo um dos tipos regulados nos l arts. verifica-se que não há nas características conceituais das 'sociedades simples e das empresárias peculiaridade alguma que faça supor que a restrição prevista no art. Neste sentido. sociedade em comandita por ações). (. 982 do CC/02. 1. portanto. não se constata a existência de qualquer razão conceituai que faça supor que apenas às sociedades empresárias se legitimaria a restrição do art.. ou no da separação obrigatória. verifica-se que em todos os artigos insculpidos no mencionado Capítulo 11 (Da Capacidade) do Título 1 (Do Empresário). ao passo que o segundo será avaliar se a localização do art. exceto os previstos para as sociedades por ações. Em que pesem os argumentos tecidos pela recorrente. o que levaria à conclusão de que suas disposições somente diriam respeito à capacidade para ser empresário. são aquelas que possuem por objeto o exercício de atividade própria de empresário sujeito a registro. mas tão-somente às empresárias. os aspectos que devem ser analisados para o devido deslinde da questão jurídica controvertida: o primeiro será identificar se existe alguma distinção relevante entre as sociedades empresárias e as simples que justifique a aplicação da restrição legal somente àquelas. De acordo com o entendimento defendido pela recorrente. que. ressalvando essa possibilidade apenas quando eles forem casados no regime da comunhão universal de bens. Quanto ao primeiro aspecto. No que concerne à forma de participação dos sócios nas sociedades. tal como ocorre na hipótese dos autos. constituírem-se de conformidade com qualquer um daqueles tipos. as limitações legais do art... apenas às sociedades empresárias.

Inclusão no SIEM 28/09/2016 Caso concreto para prova regular CPI C Revisão de Português 29/09/2016 CPI.5 E-mail 3 . 421 do CC/02 somente pode ser exercida legitimamente se não implicar a violação das balizas impostas pelo próprio texto legal.01. ademais. Registre-se. segundo o conceito trazido pela própria lei. Forte em tais razões. 977 do CC/02 se aplica tanto às sociedades empresárias quanto às sociedades simples. essas sociedades não têm por objeto a atividade empresarial.1 Descrição do Tema 977 do CC/02.11.04. Observações Etapas Data Rubrica Entrega ao Prof. que a adoção do entendimento do recorrente 1 poderia levar à conclusão de que o legislador teria se equivocado ao trazer no livro destinado ao "Direito de Empresa" todos os regramentos atinentes à sociedades simples. sendo oportuno consignar que a liberdade de contratar a que se refere o art. impossibilita o acolhimento da tese de que essa "sociedade" seria apenas a empresária. o que .45 Revisão DIACD agm116 Se o caso concreto for questão de ia: N° Valor Rubrica do Prof. Portanto. NEGO PROVIMENTO ao recurso es ecial. Resp 21/09/2016 Aprovação do Prof. 23/09/2016 E-mail Resp. mostra-se devida a manutenção do entendimento firmado pelo TJ/RS no sentido de que o art. afinal. utilizando a expressão "sociedade" sem estabelecer qualquer especificação.CC.. Resp 02 3.

529/2011. tal como nas causas intentadas contra a União. assinale a opção correta no que tange à execução judicial das decisões do CADE. que estrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência. ou.° 12. no prazo de um ano.° 12. quando o título executivo impuser obrigação de fazer ou não fazer. assim que é nomeado. A suspensão da execução pela oposição de embargos é condicionada à garantia do juizo no valor das multas aplicadas objeto do título exequendo. inicie a sua exploração e atenda aos casos de emergência nacional ou interesse público. assinale a opção correta.REGULAR 3) No que se refere ao direito concorrencial e à Lei n. passando ela a se confundir com o próprio produto ofertado no mercado. apenas se exigindo que o juiz indique. naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa. A extinção dos direitos sobre uma marca coletiva ou de certificação depende de um processo administrativo instaurado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial. na seção judiciária de seu domicílio. Gabarito: C 4) De acordo com o que determina a Lei Antitruste (Lei n. podendo a parte interessada requerer o seu registro imediatamente após a extinção. ainda. É vedado ao TADE responder a consultas sobre condutas em andamento. no DF. A decisão do juiz que decreta a intervenção judicial da sociedade empresária para fins de execução específica prescinde de fundamentação para sua validade e adequação legal. assume automaticamente a administração da empresa. a ação ajuizada contra o CADE pode ser aforada. . A emissão de parecer por membro do MPF que atue perante o CADE é condicionada a eventual requerimento do presidente ou do conselheiro-relator do parquet. Compete exclusivamente ao juízo federal da sede do domicílio do executado processar e julgar os processos executivos concernentes à concorrência. as providências a serem adotadas pelo interventor nomeado. Gabarito: E 5) Acerca da propriedade industrial. QUESTÕES OBJETIVAS CPI C . clara e precisamente.529/2011). o interventor. A licença compulsória com exclusividade é concedida por ato do Poder Executivo federal ao licenciado para que. Os processos de execução judicial das decisões do CADE têm preferência sobre todas as demais espécies de ação. O CADE é constituído pelo TADE e pela Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda. devendo apresentar relatório mensal de suas atividades ao juiz. a critério do autor. assinale a opção correta. A degeneração da marca simboliza a perda de sua função distintiva. Em intervenção judicial relativa a execução específica. Conforme entendimento do STF. A perda de mandato do presidente ou dos conselheiros do TADE só poderá ocorrer por decisão judicial.

Gabarito: B . O registro de sociedades anônimas pode ser deferido por decisão singular do presidente da junta comercial. O ato de constituição de sociedade apresentado a registro trinta dias depois de sua assinatura passa a ter eficácia a partir da data do despacho que o conceder. estende-se a outros ramos de atividade a que o empresário eventualmente se dedique. Ajunta comercial não pode negar arquivamento a documento mercantil que contrarie os bons costumes. visto que lhe cabe tão somente o exame da regularidade e formalidade dos documentos. assinale a opção correta. É patenteável o desenho industrial cujo objeto de uso prático apresente uma nova forma. seja passível de industrialização e gere uma melhoria funcional em um objeto já existente. às quais não se aplica o princípio da especialidade. As juntas comerciais têm função coordenadora e normativa dos serviços de registro público de empresas mercantis. O DREI tem função primordial de natureza administrativa relativa aos serviços de registro público de empresas mercantis. A proteção às marcas notoriamente conhecidas. Gabarito: C 6) No que se refere ao registro público de empresas mercantis.

assinale a opção correta. ou. A decisão do juiz que decreta a intervenção judicial da sociedade empresária para fins de execução específica prescinde de fundamentação para sua validade e adequação legal. quando o titulo executivo impuser obrigação de fazer ou não fazer. as providências a serem adotadas pelo interventor nomeado. clara e precisamente. a critério do autor.529/2011). Compete exclusivamente ao juízo federal da sede do domicílio do executado processar e julgar os processos executivos concernentes à concorrência. A suspensão da execução pela oposição de embargos é condicionada à garantia do juizo no valor das multas aplicadas objeto do título exequendo. naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa. Conforme entendimento do STF. na seção judiciária de seu domicilio. apenas se exigindo que o juiz indique. 8) O CADE é constituído pelo TADE e pela Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda. devendo apresentar relatório mensal de suas atividades ao juiz. A perda de mandato do presidente ou dos conselheiros do TADE só poderá ocorrer por decisão judicial. Er' T . que estrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência.° 12. ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO . A) A emissão de parecer por membro do MPF que atue perante o CADE é condicionada a eventual requerimento do presidente ou do conselheiro-relator do parquet.5 pontos) De acordo com o que determina a Lei Antitruste (Lei n. 4a QUESTÃO: (Valor . assinale a opção correta no que tange á execução judicial das decisões do CADE. Em intervenção judicial relativa a execução específica.529/2011. Os processos de execução judicial das decisões do CADE têm preferência sobre todas as demais espécies de ação. o interventor. no DF.° 12. assume automaticamente a administração da empresa. assim que é nomeado. É vedado ao TADE responder a consultas sobre condutas em andamento.0. a ação ajuizada contra o CADE pode ser aforada.EMERJ - CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PARA A CARREIRA DA MAGISTRATURA PROVA REGULAR DE DIREITO EMPRESARIAL QUESTÕES OBJETIVAS CPI C 2 2016 PROVA: 31/10/2016 NOME: MATRÍCULA: r QUESTÃO: (Valor -0.5 pontos) No que se refere ao direito concorrencial e à Lei n. ainda. tal como nas causas intentadas contra a União.

A proteção às marcas notoriamente conhecidas. uma marca coletiva ou de certificação depende de um processo administrativo instaurado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial. assinale a opção correta. A licença compulsória com exclusividade é concedida por ato do Poder Executivo federal ao licenciado para que. assinale a opção correta. no prazo de um ano. 6a QUESTÃO: (Valor .5 pontos) Acerca da propriedade industrial. passando ela a se confundir com o próprio produto ofertado no mercado.0.0. A extinção dos direitos sobre. . A degeneração da marca simboliza a perda de sua função distintiva. seja passível de industrialização e gere uma melhoria funcional em um objeto já existente. às quais não se aplica o principio da especialidade. O DREI tem função primordial de natureza administrativa relativa aos serviços de registro público de empresas mercantis. podendo a parte interessada requerer o seu registro imediatamente após a extinção. visto que lhe cabe tão somente o exame da regularidade e formalidade dos documentos. As juntas comerciais têm função coordenadora e normativa dos serviços de registro público de empresas mercantis.50 QUESTÃO: (Valor . O ato de constituição de sociedade apresentado a registro trinta dias depois de sua assinatura passa a ter eficácia a partir da data do despacho que o conceder.5 pontos) No que se refere ao registro público de empresas mercantis. estende-se a outros ramos de atividade a que o empresário eventualmente se dedique. inicie a sua exploração e atenda aos casos de emergência nacional ou interesse público. O registro de sociedades anônimas pode ser deferido por decisão singular do presidente da junta comercial. É patenteável o desenho industrial cujo objeto de uso prático apresente uma nova forma. A junta comercial não pode negar arquivamento a documento mercantil que contrarie os bons costumes.