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J.COUTINHO SOCIEDAE CIVIL LTDA.

Mantenedora

FACULDADE DA AMAZÔNIA - FAAM
Mantida

PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
BACHARELADO

ANANIDEUA / PA - 2016

1

SUMÁRIO

1. DADOS INSTITUCIONAIS
1.1. Breve Histórico Institucional
1.2. Caracterização Geral do Curso
1.2.1. Denominação
1.2.2. Vagas
1.2.3. Dimensionamento das Turmas
1.2.4. Regime de Matrícula
1.2.5. Turnos de Funcionamento
1.2.6. Duração do Curso
1.2.7. Base Legal
1.2.8. Formas de Acesso

2. CONTEXTO SOCIOECONÔMICO, EDUCACIONAL E SOCIOAMBIENTAL DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
2.1. Caracterização Regional da Área de Inserção da Instituição
2.2. Dados Demográficos
2.3. População no Ensino Médio Regional
2.4. Quantidade de Vagas Ofertadas na Educação Superior
2.5. Taxas Bruta e Líquida de Matriculados na Educação Superior
2.6. Metas do PNE
2.7. Enfermagem e o Sistema Único de Saúde
2.8. Justificativa e Relevância Social do Curso
2.9. Indicadores da Saúde no Estado e Municípios
2.9.1. Indicadores Municipais de Saúde 2011 No Município de Ananindeua/PA
2.9.2. Indicadores Municipais de Saúde 2011 No Município de Belém/PA
2.9.3. Atenção Básica – Saúde da Família - Estado do Pará (Agosto/2013)
2.9.4. Atenção Básica – Saúde da Família – Município de Ananindeua/PA (Agosto/2013)
2.9.5. Atenção Básica – Saúde da Família – Município de Belém/PA (Agosto/2013)
2.9.6. Leitos Hospitalares
2.10. Aparelhos Públicos e Privados para Atendimento a Saúde
2.10.1. Estabelecimentos de Saúde
2.10.2. Equipamentos

3. CONCEPÇÃO DO CURSO
3.1. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso
3.2. Número de Vagas

4. OBJETIVOS DO CURSO

2

4.1. Objetivo Geral
4.2. Objetivos Específicos

5. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO, COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
5.1. Perfil do Egresso
5.2. Competências e Habilidades Gerais
5.3. Habilidades Específicas
5.4. Perspectivas / Possibilidades de Inserção Profissional do Egresso

6. ESTRUTURA CURRICULAR E BIBLIOGRAFIA
6.1. Conteúdos Curriculares
6.2. Matriz Curricular
6.3. Ementário e Bibliografia
6.4. Estágio Curricular Supervisionado
6.5. Atividades Complementares
6.6. Trabalho de Conclusão de Curso
6.7. Componentes Curriculares Optativos
6.8. Metodologia de Ensino-Aprendizagem
6.9. Mecanismos de Avaliação
6.9.1. Avaliação do Ensino-Aprendizagem
6.9.2. Auto-Avaliação
6.10. Investigação Científica e Extensão
6.10.1. Investigação Científica no Curso de Graduação em Enfermagem
6.10.2. Extensão no Curso de Graduação em Enfermagem
6.11. Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem
6.12. Integração com o Sistema Local e Regional de Saúde e o SUS

7. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
7.1. Núcleo Docente Estruturante
7.2. Coordenação do Curso
7.2.1. Titulação Acadêmica
7.2.2. Experiência Profissional, no Magistério Superior e de Gestão Acadêmica
7.2.3. Regime de Trabalho
7.3. Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso

8. ATENDIMENTO AO DISCENTE
8.1. Serviço de Apoio Psicopedagógico e Acessibilidade
8.2. Mecanismos de Nivelamento
8.3. Atendimento Extraclasse
8.4. Ouvidoria
8.5. Participação em Centros Acadêmicos
8.6. Programa de Monitoria

3

Acervo 10.3.3.7.1.6. Serviços 4 .2. Laboratórios Específicos 10. CORPO DOCENTE 9.2.1.3. Laboratórios de Informática 10. Políticas de Educação Ambiental 9. Serviços 10. Biblioteca 10. Equipamentos 10.5.7.4.1. Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais 10.2. Formação Acadêmica e Profissional 9. Artística ou Tecnológica 10. Regime de Trabalho 9. Espaço Físico 10. Cultural. Experiência Profissional e no Magistério Superior 9. Produção Científica. INFRAESTRUTURA DO CURSO 10.4.8.2.2. Instalações Gerais 10.2.

241. Curso Autorização Reconhecimento Renovação de reconhecimento Administração Port. Km 07.A. MEC 60/2007 – DOU Port. DADOS INSTITUCIONAIS Mantenedora A.br PORTARIA DE CREDENCIAMENTO Portaria MEC no 2.140/2006 – Port. de 03/08/2004. SERES 274/2012 – - História DOU 11/12/2006 DOU 17/12/2012 Port. 1. SESu 627/2011 – DOU Port. com seus respectivos atos regulatórios.FAAM ENDEREÇO Rodovia BR 316. MEC 135/2006 – Port. ROCHA SOCIEDADE CIVIL LTDA-ME NOME CNPJ 05. Breve Histórico Institucional Os cursos superiores ministrados pela Faculdade da Amazônia.242/2004 – Port. 2.000-000 MUNICÍPIO Ananindeua ESTADO Pará TELEFONE / FAX 91 3255-2236 SITE www. Bairro Levilândia . 590.2015 5 . SERES 408/2011 – - DOU 03/08/2004 DOU 14/10/2011 Port.577/0001-09 MUNICÍPIO Ananindeua ESTADO Pará Mantida NOME FACULDADE DA AMAZÔNIA . MEC 1.1.033/2006 – Port.1. 216/2012 – DOU - Letras – Português e DOU 28/12/2006 06/11/2012 Espanhol Port. estão discriminados no quadro a seguir. 371/2015 – DOU - Pedagogia 23/01/2007 19/05/2015 Port. - Serviço Social DOU 29/10/2014 Fonte: e-MEC .CEP: 67.faam. SERES Ciências Contábeis DOU 01/06/2006 21/03/2011 703/2013 – DOU 19/12/2013 Port. SERES 601/2014 – . n.093.com. MEC 1.

2.2. sendo que. 1.2. 1.2. modalidade bacharelado. vespertino e noturno. Base Legal O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia – FAAM.Índice Geral de Cursos: 3 (2013) • IGC Contínuo: 2.4. 1. as habilidades e as competências necessárias. Turnos de Funcionamento Matutino. nas áreas em que atua.Conceito Institucional: 3 (2011) • IGC .2. Caracterização Geral do Curso 1.6. 1. 1.2. de modo a instrumentalizar o enfermeiro para compreensão da realidade social e para as diferentes intervenções. a FAAM considerou o disposto em seu PDI e implantou diversos cursos de especialização lato sensu. (50 matutinas. a serem integralizadas no prazo mínimo de 10 e no máximo de 18 semestres letivos. Regime de Matrícula Semestral. 1. 50 vespertinas e 100 noturnas). seja nos aspectos micro ou macro institucionais. as turmas têm as dimensões recomendadas pelo professor. 1. Vagas 200 (duzentas) vagas totais anuais.7. sempre respeitado o limite máximo de 25 alunos por turma prática.1678 (2013) Além dos cursos de graduação. contempla os conteúdos essenciais. Denominação Curso de Graduação em Enfermagem.1.3. Dimensionamento das Turmas Turmas de 50 alunos. a saber: 6 .2. Duração do Curso O curso de graduação em Enfermagem terá a duração de 4. nas atividades práticas.2.000 horas (= 4800 horas/aula).2. com aprovação do Colegiado de Curso. observando os dispositivos legais que regem as áreas de educação superior e da saúde.5. A FAAM possui os seguintes conceitos nos indicadores de qualidade divulgados pelo INEP (calculados com base nos resultados do ENADE e demais insumos) e conceito de avaliação (resultado após avaliação in loco realizada por Comissão de Avaliação do INEP): • CI .

na Lei nº 10. 8. da ABNT.645/2008.  Decreto nº. de 1996.  Lei do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior nº.861. 5. que dispõe sobre as Funções de Regulação. de 25/9/2008. de 14/4/2004. nos Decretos nº 5.394.949/2009.  Leis nºs 10.  Decreto nº 5. fundamentada no Parecer CNE/CP nº 01/2004.098/2000.  Resolução CNS nº 196. que dispõe sobre o Ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.  Lei do Estágio de Estudantes nº. e Resolução CNE/CP nº 01 de 17 de junho de 2004.  Lei nº 9.  Código de Ética de Enfermagem.PDI e com o que dispõe o Regimento da Faculdade 7 .639/2003 e 11.296/2004.  Resolução CNE/CES nº 03. de 7/11/2001.PPI.FAAM apresenta condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. com o Plano de Desenvolvimento Institucional . e suas alterações. que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração de cursos de graduação. que regulamenta a Lei nº 10.773/2006. que estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. na NBR 9050/2004. conforme o disposto na CF/88.080. nº 6.  Resolução CNE/CP nº 01/2012. Africana e Indígena. que dispõe sobre Normas e Diretrizes Reguladoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos.  Resolução COFEN 441/2013. 206 e 208. nº 7. 9. de 19/9/1990. que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira. que estabelecem as políticas de educação ambiental. Supervisão e Avaliação da Educação Superior.  Decreto nº.788. 10.  Lei Orgânica do Sistema Único de Saúde nº.  Resolução CNE/CES nº 4. que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Enfermagem.284/2003. de 6/4/2009. que dispõe sobre a participação do Enfermeiro na supervisão da atividade prática e estágio supervisionado de estudantes dos diferentes níveis de formação profissional de Enfermagem. 5.611/2011 e na Portaria nº 3.626/2005.  Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº.436/2002. 11. A Faculdade da Amazônia . artigos 205. O PPC de Enfermagem está em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional . de 20/12/1996.795/1999 e Decreto nº 4.296/2004 que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais (a vigorar a partir de 2009).281/2002.

os prazos de inscrição. poderão ser recebidos portadores de diplomas de graduação.FAAM estão disciplinadas em seu Regimento Geral. não se configura quando o número de inscritos no primeiro processo seletivo for inferior ao número de vagas.FAAM. Título IV. dentro dos prazos fixados. a documentação exigida para a inscrição. Art. sem ultrapassar este nível de complexidade. 50. III – condições dos cursos reconhecidos e em processo de reconhecimento. Art. prevista no parágrafo anterior. O processo seletivo destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos aos cursos oferecidos e a classificá-los dentro do limite das vagas disponíveis. A divulgação do edital é promovida de acordo com a legislação e normas vigentes. tais como laboratórios. 49. os recursos materiais e encargos financeiros.8. 47. O processo seletivo abrange conhecimentos comuns aos diversos níveis de escolaridade do ensino médio. Art. a seguir transcrito. tornando-se nulos seus efeitos se o candidato classificado deixar de requerê-la ou. Capítulos II. § 2° A hipótese de novo processo seletivo. assim como dos resultados das avaliações realizadas pelo Ministério da Educação. ou poderá realizar-se novo processo seletivo. 46. III e IV. na forma disciplinada pelo CEPE. § 1° Na hipótese de restarem vagas não preenchidas.da Amazônia .2. 48. II – a descrição dos recursos materiais à disposição dos alunos. A classificação no processo seletivo faz-se pela ordem decrescente dos resultados obtidos e é válida para a matrícula no período letivo para o qual o mesmo se realiza. a serem avaliadas em provas escritas. acessos às redes de informação e acervo da biblioteca. Parágrafo único. 45. computadores. cujos critérios e normas de seleção e admissão se dão de forma articulada com os órgãos normativos do sistema de ensino. em o fazendo. e IV – o valor dos encargos financeiros a serem assumidos pelos alunos e as normas de reajuste aplicáveis ao período letivo a que se refere o processo seletivo. Art. Art. 8 . CAPÍTULO II DO PROCESSO SELETIVO Art. de que constarão a designação do curso e o número de vagas oferecidas. O ingresso nos cursos oferecidos pela FAAM. 1. Formas de Acesso As formas de acesso dos estudantes aos cursos de graduação ministrados pela Faculdade da Amazônia . A FAAM divulga aos candidatos do processo seletivo após a publicação do edital: I – o perfil do seu corpo docente em efetivo exercício nos cursos de graduação. é feito mediante processo seletivo definido pelo CEPE. a relação das provas. As inscrições para o processo seletivo são divulgadas por meio de edital. não apresentar a documentação regimental completa. os critérios de classificação e de desempate e outras informações pertinentes. sob qualquer forma.

nos prazos estabelecidos no calendário acadêmico. fornecido mediante acordo firmado em mera liberalidade entre as partes. Art. em tempo hábil. bem como aos alunos efetivos. A matrícula é concedida aos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e aprovados no processo seletivo. 9 . Art. CAPITULO IV DA TRANSFERÊNCIA E DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS Art. aproveitados os estudos realizados com aprovação no curso de origem. § 1° A não renovação da matrícula implica o abandono do curso e a desvinculação do aluno da FAAM. Art. incluído aquele em que foi concedido. Art. 54. desde que requerida no prazo fixado. Parágrafo único. documento requerido pela FAAM. O requerimento de matrícula por transferência é instruído com o histórico escolar do curso de origem. 51. por período letivo. que não pode ser superior a 4 (quatro) períodos letivos. estabelecida pelo órgão competente. na estrita conformidade das vagas existentes e da legislação vigente. as seguintes normas: I – nenhuma disciplina do currículo resultante de conteúdo relativo às diretrizes curriculares. O aluno transferido está sujeito às adaptações curriculares que se fizerem necessárias. os programas e as cargas horárias das matérias e disciplinas nele cursadas com aprovação e declaração de vínculo acadêmico com a instituição de origem. A matrícula é cancelada se o aluno utilizar documento falso para efetuá-la ou deixar de apresentar. A matrícula. §2° O requerimento de renovação de matrícula é instruído com o comprovante de pagamento da primeira prestação da semestralidade. pode ser dispensada ou substituída por outra. 52. CAPÍTULO III DA MATRÍCULA Art. A matrícula é renovada a cada período letivo. além de outras. O requisito da existência de vaga previsto no caput não se aplica ao estudante amparado pela legislação relativa à transferência ex-officio. § 2°. 55. O trancamento de matrícula só pode ser requerido após o aluno ter cursado pelo menos um período letivo. 56. O aproveitamento é concedido e as adaptações são determinadas pelos Colegiados de Curso. na hipótese da existência de vagas. § 1°. ouvida as Coordenações de Curso e observadas. § 2°. observada a compatibilidade de horários. bem como de quitação total das prestações do período anterior. por tempo expressamente estipulado no ato de solicitação. por meio de processo seletivo. É concedido o trancamento da matrícula. admitindo-se a dependência em até dois componentes curriculares. O trancamento é concedido se requerido até o decurso dos primeiros trinta dias do período letivo. É concedida matrícula ao aluno transferido de curso superior de instituição congênere. §3º Os comprovantes de quitação dos compromissos financeiros de que trata o Parágrafo anterior podem ser substituídos por Certidão de Anuência da Mantenedora. § 1°. realiza- se na Secretaria Acadêmica aos que tenham instruído o requerimento com a documentação legal exigida e com a requerida pela FAAM no período estabelecido no calendário escolar. 57. ato formal de ingresso no curso e de vinculação à FAAM. para efeito de. manter o aluno sua vinculação à FAAM e seu direito à renovação da matrícula. Art. interrompidos temporariamente os estudos. 53. nacional ou estrangeira.

humanas. A FAAM possui perfil curricular caracterizado pela multidisciplinaridade. no Estado do Pará. Art. Em qualquer época. Art. CONTEXTO SOCIOECONÔMICO. quando na FAAM a correspondente matéria estiver desdobrada em maior número de disciplinas. Art.não estão isentos de adaptação os alunos beneficiados por lei especial que lhes assegure a transferência. EDUCACIONAL E SOCIOAMBIENTAL DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM. 60. em substituição à congênere da FAAM.a adaptação deve ser processada mediante o cumprimento do plano especial de estudos. possui limite territorial de atuação circunscrito ao Município de Ananindeua. desdobradas em matérias das diretrizes curriculares. Região Norte do Brasil. a requerimento do interessado. 58. à exceção do disposto no § 1° do art. Na elaboração dos planos de adaptação são observados os seguintes princípios gerais: I . 56. cumprindo penalidade disciplinar ou que já esteja desvinculado da FAAM. nas áreas de ciências sociais aplicadas. instituição de ensino superior privada. 2. Parágrafo único.quando forem previstos.quando a transferência se processar durante o período letivo.1. no processo de adaptação. de formação de professores. em qualquer época e independentemente da existência de vaga. credenciada pela Portaria MEC nº 2. cursadas com aproveitamento. notas e frequência obtidos pelo aluno na instituição de origem até a data em que se tenha desligado. são aproveitados conceitos. porém. II – as disciplinas do currículo. Merece destacar que o Regimento da Faculdade da Amazônia foi elaborado em perfeita harmonia com as determinações da legislação em vigor e a oferta de vagas iniciais dos cursos já autorizados obedece os quantitativos estabelecidos nos atos regulatórios.disciplina complementar do currículo do curso de origem pode ser aproveitada. II . quando não for inferior a carga horária e forem correspondentes os programas ou. salvo quanto às disciplinas. em que o aluno houver sido aprovado no curso de origem. que possibilite o melhor aproveitamento do tempo e da capacidade de aprendizagem do aluno.FAAM. a critério dos Colegiados de Curso. estudos complementares. Não é concedida transferência a aluno que se encontre respondendo a processo disciplinar. e desenvolve atividades de extensão e de investigação integradas às atividades de seus cursos. publicada no DOU de 03/08/2004. A FAAM 10 . são integralmente aproveitadas. a FAAM concede transferência de aluno nela matriculado.241/2004. III . 2. podem estes realizar-se em regime de matrícula especial. IV – para integralização do curso exige-se carga horária total não inferior à prevista na FAAM. o cumprimento das restantes. Aplicam-se à matrícula dos diplomados e de alunos provenientes de outros cursos de graduação de instituições congêneres as normas referentes às transferências. exigindo-se. equivalentes os conteúdos formativos. III . e da saúde. e IV . 59. Caracterização Regional da Área de Inserção da Instituição A Faculdade da Amazônia .

320 km2 de extensão. No Pará. atividades acadêmicas e proposta pedagógica. Altamira. bem como os aspectos operacionais envolvidos. éticos. O Pará integra a Amazônia Legal. assim. ainda. a FAM considera os interesses de sua comunidade acadêmica e as demandas regionais. Roraima e Tocantins e parte do Estado do Maranhão. a base produtiva do Pará passou a basear-se em três grandes áreas: agroindústria. A partir desse movimento. os aspectos sócio-econômicos do Estado do Pará. O Plano de Desenvolvimento Institucional da FAAM é uma construção coletiva. Santarém.217. requer planejamento de várias áreas da sociedade. É cortado pela linha do Equador é dividido em 144 municípios. Amapá. num total de aproximadamente 5. conta com 1.954. Marabá. Amazonas e Pará. no centro da Região Norte. 58% do território se encontram abaixo dos 200 metros de altitude. representando 16. a partir da implantação de empresas que utilizam o minério como matéria prima. sua capital. de forma a valorizar suas áreas vocacionais e. que representa os sentimentos e interesses dos mantenedores no que diz respeito à concepção institucional em diferentes aspectos. instituída através de dispositivo de lei para fins de planejamento econômico da Região Amazônica. a indústria de transformação de minerais (alumínio). como a seguir será apresentado. que abrange os estados do Acre. como garantia de recursos financeiros e de recursos humanos. a FAAM gera empregos e capacita seus próprios recursos humanos. Pará. sofreu a primeira grande mudança na década de 1970.423 km². para o planejamento de suas ações e definição dos cursos a serem implantados. atividades estas praticadas em todos os estados. De forma direta.247. Portanto. A economia do Estado do Pará. são preponderantes para o planejamento da FAAM. em especial sua organização estrutural. locais e nacionais. Caximbinho e Acari. As altitudes superiores a 500 metros estão nas serras de Carajás. criativos e socialmente responsáveis. As principais atividades econômicas da região são o extrativismo vegetal e a agropecuária. agrícolas e pecuários. Mato Grosso. onde vivem cerca de oito milhões de pessoas. com a política de incentivos fiscais definida pelo Governo Federal para estimular o desenvolvimento da Amazônia. O extrativismo mineral ocorre no Amapá. que resultou na implantação de vários projetos industriais. e tem como consequência a ampliação e diversificação do parque industrial. verticalização da produção mineral e turismo. A partir de 1995 o Governo do Pará passou a adotar mecanismos de incentivo à implantação de novos projetos com o objetivo de promover a mudança da base produtiva do Estado. tradicionalmente calçada no extrativismo. A verticalização da produção mineral significa o melhor aproveitamento econômico dos recursos minerais do Estado do Pará. a geração de emprego e renda e a agregação de valor aos produtos da pauta de exportação do Pará. o que a qualifica como entidade ativamente envolvida na construção e formação de novos conceitos e valores para a comunidade acadêmica. garantir um desenvolvimento econômico e social efetivo e permanente. destaca-se.66% do território brasileiro e 26% da Amazônia. considerado a província mineral do Brasil. O Estado do Pará. Amazonas. Sendo assim. A verticalização é um fenômeno que ocorre de forma integrada. Castanhal e Abaetetuba.participa do desenvolvimento sustentável da mesorregião metropolitana de Belém na medida em que contribui para a produção do conhecimento e da formação de recursos humanos críticos. As cidades mais importantes são Belém. Rondônia. A meta no setor de agroindústria é o desenvolvimento rural por meio do consórcio entre 11 . O relevo é baixo e plano.

A. de sucos e polpas de frutas e de fibra de coco. recuperando-as de forma produtiva e evitando a destruição de novas áreas. Ananindeua significa “lugar de Ananim”. Os primeiros ocupantes da região foram operários remanescentes da construção da estrada de ferro Belém-Bragança. tais como a soja. Teve maior incremento populacional na década de 1960. Segundo o Banco do Estado do Para S. De acordo com o IBGE em 2010 o município apresentava população de 471. em decorrência 12 . foi gerado um saldo positivo de 29 mil empregos. Esta atividade vem crescendo. dividiu o Estado em seis pólos: Belém e Costa Atlântica.agricultura e indústria. O Estado do Pará oferece inúmeros e fortes atrativos para o turismo (49% dos atrativos naturais de toda a Amazônia. Somente em 2013. que. Para 2015 a expectativa é de que a população alcance 505. Barcarena.240. tendo como destaques os municípios do interior do estado. o desenvolvimento da agroindústria utiliza basicamente áreas já degradadas. após os investimentos em infra-estrutura realizados pelo Governo do Estado. somente aconteceu com a publicação de Decreto-Lei Estadual em 1943. Araguaia-Tocantins. como indústria do óleo de palma. por sua vez.404 habitantes. A criação oficial do município. Ananindeua foi considerada cidade dormitório para trabalhadores de Belém. A política de desenvolvimento do turismo. Ananim. que superaram a capital neste quesito. agregar as indústrias de transformação às culturas já existentes. é o maior gerador de empregos da Região Norte do Brasil. Os habitantes destas localidades correspondem a um total de mais 2. A Região Norte tem priorizado a oferta e a redistribuição de energia para seus estados. é palavra de origem tupi que dá nome a uma árvore típica da Amazônia. Faz parte da Mesorregião Metropolitana de Belém.393 pessoas (IBGE. O Pará. e Santa Bárbara do Pará. concluiu em 1999 a linha Tramoeste. Ananindeua foi batizada com esse nome em decorrência da abundância da árvore em seu território. Marajó e Xingu. outros setores como a construção civil. Tapajós. Em razão de sua localização. Benevides. prevista na primeira etapa do PAC do Governo Federal e iniciada em 2011. no entanto. com seis municípios. por exemplo. Estimativa 2014). . a geração de postos de trabalho fomentou a economia no Estado do Pará. que garante retorno dos investimentos. até o oeste paraense.7 Km. que leva a energia de Tucuruí. Belém. Em 2003 o Governo do Estado do Pará criou o Programa de Articulação pela Cidadania/PAC. O Município de Ananindeua possui área de 190.BANPARÁ. e da Microrregião também denominada Belém.451 km 2. Além da mineração. desenvolvimento sócio-econômico e baixo nível de agressão ambiental. Além dos aspectos econômicos. segundo a OEA/Organização dos Estados Americanos). segundo o DIEESE. sobretudo os situados no sudeste do Estado. a saber: Ananindeua. no rio Tocantins. o cacau e o café. comércio e prestação de serviços também contribuíram para o saldo positivo do Estado. Outra obra para esse fim é a Hidroelétrica de Belo Monte. Marituba. Ou seja. principalmente. Para o alcance desta meta os gestores do estado e empresários contam com a boa receptividade e produtividade de produtos agrícolas. que teve como objetivo estimular as parcerias inter-setoriais que já existiam no estado e estimular novas parcerias para o desenvolvimento de ações de cunho social que objetivem a melhoria da qualidade de vida da população em situação de exclusão. cidade da qual é distante 17. iniciada em 1803. É o segundo município mais populoso do Pará. Este resultado foi impulsionado pelos projetos minerais.980 habitantes.

publicado pelo jornal Gazeta Mercantil. no município de Ananindeua. foi reduzido nesse período de 2000 a 2010 em 28. Dados Demográficos 13 . 2.201). segundo o Atlas do Mercado Brasileiro 2008. concorrendo com outros 300 municípios de todo o País. o que representou uma taxa de crescimento de 18. Esse movimento resultou na criação daquela que foi considerada a maior invasão da América Latina. Atualmente a ocupação está legalizada como um novo conjunto habitacional. Os segmentos da economia que mais contribuíram para o progresso do município foram o setor de serviços. o que permitiu ao município situar-se na faixa de Desenvolvimento Humano Alto. João Pilatos. Naquele ano o IDHM de Ananindeua foi o segundo melhor do Estado do Pará e o 1362ª melhor dentre os municípios brasileiros. de um total de 5. Hoje a área continental de Ananindeua concentra mais de 90% da população do município. Ananindeua ganhou impulso com a implantação do Distrito Industrial.718 em 2010. sendo composta por 9 ilhas. Sassunema e Guajarina. Com a economia voltada basicamente para a agropecuária e serviços.48%. Em etapas seguintes foram criados outros conjuntos também denominados Cidade Nova etapas de I a IX e o conjunto Guajará. consequentemente. Amapá. ou seja. Sororóca. Nesse período indústrias localizadas em Belém começaram a se estabelecer ao longo desta rodovia e. a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice. que beneficiou cerca de 20 mil famílias com moradias.565 avaliados. Entre 2000 e 2010 a dimensão que mais cresceu em termos absolutos foi a educação (com crescimento de 0. localizadas principalmente próximas aos conjuntos habitacionais. levaram Ananindeua a ser considerado o município mais dinâmico do Brasil. O conjunto denominado PAAR (Pará. Amazonas e Roraima). acima da média nacional. Às margens desse processo surgiram as áreas de invasões espontâneas.718. Para a elaboração do Atlas do Mercado Brasileiro. Santa Rosa. na década de 80. Dados do PNUD indicaram que o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Ananindeua em 2010 foi de 0. De acordo com os dados levantados. Mutá. O hiato de desenvolvimento humano.43%. acompanhado de desenvolvimento do setor da construção civil. o jornal Gazeta Mercantil mapeou os municípios cuja economia apresenta índices reais de crescimento. o “oásis da Amazônia”. naquele período Ananindeua obteve um crescimento 168% acima da média do Brasil. É importante também destacar que o IDHM passou de 0. estava em fase final de construção quando foi invadido por populosos. que é 1. Esse momento significou para Ananindeua o início do ordenamento de sua periferia. De acordo com dados do IBGE no ano de 2012 Ananindeua alcançou o quarto maior PIB do Estado do Pará. Arauari. seguida por renda e por longevidade.2. São José da Sororóca. são elas: Viçosa. Ananindeua é hoje a segunda cidade mais importante e mais populosa do Pará. da construção civil e a indústria.da construção da BR 010 (Rodovia Belém-Brasília). o qual dispõe tem infraestrutura para abrigar grandes investimentos.606 em 2000 para 0. O crescimento populacional do município. A área insular de Ananindeua fica ao norte do município. Na década de 1970 o Governo Federal criou no município o conjunto habitacional denominado Cidade Nova.

01 15 a 64 anos 330. a taxa era de 20.93 População de 65 anos ou mais 19. Taxa de envelhecimento = Razão entre a população de 65 anos ou mais de idade em relação à população total.035 69.6 por mil nascidos vivos para 16. a taxa de mortalidade infantil no país caiu de 30.161 4.Ananindeua . em 2000 e 52.06 Razão de dependência 43. Fonte: IBGE.6.06 Fonte: IBGE. Censo 2010. 2010.7 por mil nascidos vivos. 14 .2 por mil nascidos vivos. Em 1991. A mortalidade infantil (mortalidade de crianças com menos de um ano de idade) no município de Ananindeua passou de 41. de 33. Já no estado do Pará. A pirâmide populacional do município de Ananindeua apresentou ápice estreito.980 habitantes. Razão de dependência = Percentual da população de menos de 15 anos e da população de 65 anos e mais (população dependente) em relação à população de 15 a 64 anos (população potencialmente ativa). para 21. De acordo com dados do IBGE. Entre 2000 e 2010. Estrutura Etária da População .784 26. indicativo de população com estrutura jovem. em 2010. em 2000.01 Taxa de envelhecimento -. em 2010 o município de Ananindeua possuía 471.5. em 2010. por mil nascidos vivos em 1991.7 por mil nascidos vivos.3.1.7 por mil nascidos vivos.PA Estrutura Etária População (2010) % do Total (2010) Menos de 15 anos 122. essa taxa era de 44. em 1991.01 0. 4. e para 17.

01%.PA Dimensões 1991 2000 2010 Esperança de vida ao nascer (em anos) 66.9 anos. o que confirma a existência de demanda potencial para a formação superior na localidade.5 vivos) Taxa de fecundidade total (filhos por mulher) 2. Em Ananindeua.562 matrículas iniciais no ensino médio. A escolaridade da população adulta é importante indicador de acesso ao conhecimento e também compõe o IDHM Educação. as taxas de mortalidade infantil do estado e do país eram 17. 24.9 óbitos por mil em 2015.2 anos em 2000. incluindo EJA presencial e semipresencial e educação profissional (nível técnico).FAAM o ensino médio apresentou crescimento nas últimas décadas. Mortalidade e Fecundidade .2 Mortalidade até 1 ano de idade (por mil nascidos vivos) 41.2 e 16.10 % da população do Estado do Pará entre 18 e 20 anos havia completado o ensino médio. Ipea e FJP A esperança de vida ao nascer é o indicador utilizado para compor a dimensão Longevidade do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Quantidade de Vagas Ofertadas na Educação Superior Segundo o Censo da Educação Superior. 2010) 2. Longevidade.Ananindeua . a mortalidade infantil para o Brasil deve estar abaixo de 17. a esperança de vida ao nascer média para o estado era de 72.503 matrículas por instituições públicas. para o País.84% estavam cursando o ensino superior em 2010. 2. e para 74.5 21. 55.4. 15 .8 2.2 74. Em 2010.7 17. respectivamente. 2013). passando de 66 anos em 1991 para 72. o crescimento das matrículas no ensino médio pode também estar associado à ampliação das possibilidades de acesso aos cursos superiores. No Brasil essa taxa alcançou 41.0 72. o que pode ser associado à melhoria do ensino fundamental e a permanência das crianças na escola. No mesmo ano.7 Fonte: Pnud.2 Mortalidade até 5 anos de idade (por mil nascidos 51. apenas 6.4 anos e. bem como à ampliação do quantitativo de vagas disponibilizadas para essa etapa do ensino. as IES do Estado registraram 39.7 por mil nascidos vivos.4 1. De acordo com os Resultados Finais do Censo Escolar (INEP.2 anos em 2010.1 23. a esperança de vida ao nascer aumentou 8.4 18.3. (Fonte: IBGE. Destas. Dos jovens adultos de 18 a 24 anos no Estado do Pará.2 anos nas últimas duas décadas. foram registradas no Município de Ananindeua 29. População no Ensino Médio Regional Na região de inserção da Faculdade da Amazônia . De outra forma. de 73.465 matrículas.962 matrículas realizadas por instituições privadas e 63.643 ingressos e um total de 119. Em 2010. Segundo os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas. Em 2010. Eram 5 (cinco) IES públicas e 29 IES privadas que ofertavam cerca de 768 cursos de graduação presencial. no ano de 2012 estavam em atividades no Estado do Pará 34 instituições de ensino superior.

FACULDADE DA AMAZÔNIA (FAAM) Curso Grau CC CPC ENADE Administração Bacharelado . cujas avaliações realizadas pelo MEC resultaram nos registrados no quadro que segue.Espanhol Licenciatura . 3 Processos Gerenciais CST . - Ciências Contábeis Bacharelado 3 2 2 Direito Bacharelado 4 SC SC Educação Física Licenciatura 3 3 3 Enfermagem Bacharelado .Inglês Licenciatura 5 SC SC Matemática Licenciatura 3 3 3 Pedagogia Bacharelado . licenciatura e superior de tecnologia. 3 Letras Licenciatura . - História Licenciatura 3 4 3 História Bacharelado 4 . a saber: a Faculdade da Amazônia – FAAM. a Escola Superior Madre Celeste . De acordo com o Cadastro e-MEC (2015). . . a Universidade da Amazônia – UNAMA e a Universidade Federal do Pará (Campus de Ananindeua). . - Letras . 3 3 Serviço Social Bacharelado . 3 3 Ciências Econômicas Bacharelado 3 2 2 Jornalismo Bacharelado 4 2 2 16 . SC SC ESCOLA SUPERIOR MADRE CELESTE (ESMAC) Curso Grau CC CPC ENADE Administração Bacharelado . 2 Artes Visuais Licenciatura 5 . 3 UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA (UNAMA) Curso Grau CC CPC ENADE Administração Bacharelado . . .ESMAC. - Artes Visuais Bacharelado 5 . 3 Pedagogia Licenciatura 3 . 3 3 Letras . - Gestão Hospitalar CST 4 .Espanhol Licenciatura 5 SC SC Letras . 3 3 Ciências Contábeis Bacharelado . nas modalidades bacharelado. - Ciências Contábeis Bacharelado 3 SC SC História Licenciatura 3 . em Ananindeua 04 (quatro) instituições de ensino superior ofertam cursos de graduação presencial. com o total de 32 cursos.

- Geoprocessamento CST . além da elevação global do nível de escolaridade da população. elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos. 2014 e 2015.5. . - Geografia Licenciatura . a melhoria da qualidade do ensino em todos os níveis e a redução das desigualdades sociais e regionais quanto ao acesso e a permanência. . . - e Tecnologia Engenharia de Materiais Bacharelado . na modalidade presencial. - De acordo com informações disponíveis no Sistema e-MEC. . as taxas estão distantes daquelas estabelecidas na meta no PNE. Observe-se que no município de Ananindeua. Metas do PNE Dentre as Metas e Estratégias do PNE para o decênio 2014/2024 (Lei nº 13. de 25/06/2014) está. justifica-se a elevação da taxa bruta e da taxa líquida de matrícula conforme estabelece a meta 12 do PNE (respectivamente para 50% e 33%) 17 . o total de matrículas no ensino superior em relação à população na faixa etária teoricamente adequada para frequentar esse nível de ensino. A Universidade Anhanguera . Logo. na Meta 12. .23% e a taxa de escolarização bruta de 9. Taxas Bruta e Líquida de Matriculados na Educação Superior No ano de 2010 Ananindeua alcançou a taxa de escolarização líquida de 2. 2. . - Interdisciplinar em Ciência Bacharelado . - Química Licenciatura . No Município de Ananindeua. apenas a Escola Superior Madre Celeste (ESMAC) oferece o curso de Enfermagem.11%. de 25/06/2014) prevê. SC 2 UNIVESIDADE FEDERAL DO PARÁ (CAMPUS ANANINDEUA) Curso Grau CC CPC ENADE Física Licenciatura . Essa taxa mede. com manutenção da qualidade da oferta. . com 100 (cem) vagas totais anuais. o campus da Universidade Federal do Pará foi criado no município no ano de 2013 e os cursos atualmente ministrados foram implantados nos anos de 2013. 2. O Plano Nacional de Educação .6.005. percentualmente.UNIDERP oferece o mesmo curso na modalidade a distância.PNE (Lei nº 13. - História Licenciatura . Publicidade e Propaganda Bacharelado 3 2 2 Relações Internacionais Bacharelado 5 2 2 Relações Públicas Bacharelado .005. evidenciando as deficiências do setor de ensino superior em relação aos jovens que residem na região e a necessidade de ampliação da cobertura educacional.

2. As conferências de saúde.SUS.  Possibilitar a ampliação da participação proporcional de grupos historicamente desfavorecidos na educação superior. são reuniões em que a sociedade brasileira avalia a situação de saúde e propõe diretrizes para a formulação de políticas na área. convocadas pelo Presidente da República. através de programas de compensação de deficiências de formação anterior.  Ampliar a oferta de estágio como parte da formação na educação superior. Participam das conferências representantes de todas as instituições que atuam no setor. em seguida.  Interiorizar e diversificar. o sistema de ensino superior. instituído no Brasil pela Constituição Federal de 1988. com o Sistema Unificado Descentralizado de Saúde (SUDS).7 Enfermagem e o Sistema Único de Saúde . que estão muito distantes da meta preconizada no PNE para 2024. da extensão e da gestão acadêmica. Embora tenham sido implantados.  Facilitar a inclusão do cidadão na educação superior. a denominação SUDS foi substituída pela denominação SUS. de forma a melhor atender às necessidades diferenciais e às peculiaridades da população de sua região. estadual e municipal — e os demais serviços de saúde. permitindo ao seu aluno a permanência no curso.  Assegurar a necessária flexibilidade e diversidade nos programas de estudos oferecidos. que visa a contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e socioambiental da região. regionalmente. a conclusão dos estudos e a concorrência no mercado de trabalho em igualdade de condições com os demais. com as ações integradas de saúde (AIS) e. universalizado e descentralizado do sistema público de saúde. e do Sistema Único de Saúde . Este processo de descentralização teve continuidade. da investigação científica. na década de 1980. capaz de promover a melhoria da qualidade do ensino. As AIS representaram um movimento fundamental para iniciar o processo de mudança e constituíram a estratégia de integração programática entre as instituições de saúde pública das três instâncias governamentais — federal.SUS O Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de 1990.  Institucionalizar sistema de avaliação interna e externa. ministrando um curso de grande importância. a FAAM concebeu o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem tendo presente os seguintes objetivos e metas propostas:  Aumentar a oferta de vagas no ensino superior no Município de Ananindeua. as AIS não foram incorporadas à prática dos serviços de saúde. faz parte de um processo de descentralização das ações e serviços de saúde iniciado na década de 1970. promovendo a inclusão social e o fortalecimento da cidadania. Este impasse criou condições para a realização da 8ª Conferência Nacional de Saúde. da saúde única. 18 . que propunha a construção de uma rede única de atendimento unificado. Tendo presente as metas do PNE. contribuindo para elevação das taxas bruta e líquida de matrícula na educação superior.

a implantação do SUDS implicou em estratégias de repasse de recursos financeiros do nível federal para as secretarias estaduais e municipais de saúde. Partindo das conclusões da 8ª Conferência Nacional de Saúde. foi aprovada a Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8. 19 . proteção e recuperação da saúde. caracteriza o SUS e reforça os princípios já determinados desde as AIS. cujos objetivos são:  Identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde. integralidade. da Administração Direta e Indireta e das Fundações mantidas pelo Poder Público” e complementarmente “pela iniciativa privada”. a descentralização das ações de saúde. prestados por órgãos e instituições públicas federais. controlar e avaliar. dentre eles universalidade. agrega todos os serviços estatais (esferas federal. estaduais e municipais. com a concepção de um sistema único de saúde. com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas. equidade e hierarquização nos serviços e ações de saúde.bem como da sociedade civil. Os Estados prestam apoio técnico e financeiro aos municípios e executam. O Sistema Único de Saúde tem por objetivos a identificação e divulgação dos fatos condicionantes e determinantes da saúde. que dispõe sobre as condições para a promoção. gerir e executar as ações e serviços públicos de saúde. O Sistema Único de Saúde (SUS) é definido pelo artigo 4º da Lei nº 8. proteção e recuperação da saúde. nos campos econômico e social. Em relação a financiamento. O conjunto de ações e serviços de saúde. a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção.  Formulação de políticas de saúde. supletivamente. promoção e recuperação da saúde com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.080/90 como “o conjunto de ações e serviços de saúde prestados por órgãos e instituições Públicas Federais. Dessa forma. dos grupos profissionais e dos partidos políticos.080). constitui o Sistema Único de Saúde (SUS). §1º: Saúde é um direito fundamental do ser humano. tendo como diretrizes a universalização (não distinção da clientela entre contribuintes e não contribuintes do sistema) e a equidade do acesso aos serviços de saúde (todo indivíduo tem direito). foi criado o SUDS. A Lei Orgânica da Saúde deu aos municípios competência para planejar. e o desenvolvimento de uma política de recursos humanos. Tais objetivos visam à redução de riscos de doenças e outros agravos e o estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços. garantidas pelo Estado. as ações e serviços de saúde. da administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público. quando o SUDS passou a se chamar SUS. cujo objetivo era consolidar o desenvolvimento qualitativo das AIS. a integralidade dos cuidados assistenciais (superação da dicotomia entre as ações preventivas e curativas). organizar. Em 1990. A Lei nº 8. estadual e municipal) e os serviços privados (desde que conveniados ou contratados. Estaduais e Municipais. mediante a adesão destas secretarias ao convênio SUDS.080/90 estabelece. no artigo 2º. devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. a regionalização e a integração dos serviços. a formulação da política de saúde destinada a promover. promover assistência a pessoas por intermédio de ações de proteção. com prioridade para as entidades filantrópicas).

agentes comunitários de saúde. O Ministério da Saúde realiza vários programas com a missão de trazer a saúde para perto do cidadão e dar ao profissional a especialização necessária a fim de que ele possa exercer seu trabalho com mais qualidade.  Assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção. levando-as para mais perto da família e. meio ambiente e saneamento básico.080/90). operacionalizada mediante a implantação de equipes multiprofissionais (médicos. A Saúde da Família. proteção e recuperação da saúde. com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS) e assegurar a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento. com isso. e na manutenção da saúde desta comunidade. exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. com isso. auxiliares de enfermagem. melhorar a qualidade de vida dos brasileiros.  Integração em nível executivo das ações de saúde. Esses objetivos se concretizam dentro dos seguintes princípios:  Universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. reabilitação de doenças e agravos mais frequentes. melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. Incorpora e reafirma os princípios básicos do SUS . conforme preceituam as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Enfermagem (Resolução CES/CNE nº 03/2001). entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos. levando a saúde para mais perto das famílias e.  Integralidade de assistência. individuais e coletivos. As equipes atuam com ações de promoção da saúde. O Curso de Enfermagem proposto pela FAAM visa a formação do enfermeiro para atender as necessidades sociais da saúde no município de Ananindeua. estratégia priorizada pelo Ministério da Saúde para organizar a Atenção Básica.  Capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência. Os Cursos de Graduação em Enfermagem. cujo principal propósito é reorganizar a prática da atenção à saúde em novas bases e substituir o modelo tradicional. prevenção. devem na formação do enfermeiro atender as necessidades sociais da saúde. descentralização. enfermeiros. Entre os programas desenvolvidos recentemente está o Programa Saúde da Família. integralidade e participação da comunidade . localizadas em uma área geográfica delimitada. Estas equipes são responsáveis pelo acompanhamento de um número definido de famílias. tem como principal desafio promover a reorientação das práticas e ações de saúde de forma integral e contínua. recuperação. 20 . a alocação de recursos e a orientação programática. com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas (artigo 5º da Lei nº 8. dentistas e auxiliares de consultório dentário) em unidades básicas de saúde ou nos domicílios.  Utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades.universalização. região metropolitana de Belém.mediante o cadastramento e a vinculação dos usuários. O Programa Saúde da Família é entendido como uma estratégia de reorientação do modelo assistencial.

8 Justificativa e Relevância Social do Curso Amplas discussões sobre o ensino de Enfermagem surgiram no interior das Escolas e Cursos de Enfermagem. implantado em 1994.com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS). bem como. das entidades representativas da profissão. No mundo moderno. o que implica formação de profissionais qualificados em quantidade suficiente para atender a totalidade da população. a parcela mais prejudicada da população é a mais carente. como o saneamento básico. o estado brasileiro tem implementado programas que objetivam a universalização e a equidade do acesso aos serviços previstos na Constituição Federal de 1988. 2.051 habitantes. É fato também que a busca pela melhoria da saúde da população tem conduzido a ações fundamentais. Exemplo de iniciativa para esse fim é o Programa Saúde da Família (PSF). e atualmente chamado 21 . Dados disponibilizados pelo Conselho Federal de Enfermagem indicaram que no ano de 2011 existiam no Brasil 314. que alcançam as várias áreas com potencial de reflexo na saúde. essa concentração dificulta a democratização do atendimento à saúde por profissionais bem formados. Considerando que o Brasil é um país de grande dimensão territorial. como pelo fato de que exerce atuação de grande capilaridade social. tanto porque historicamente a profissão é marcada pelo compromisso com a saúde pública. consequentemente. Inegavelmente. de profissionais desta área. No estado do Pará a estimativa era de 6. a área da saúde guarda outra peculiaridade: o entendimento de que a melhoria da qualidade de vida das pessoas passa obrigatoriamente pela promoção da saúde. o desenvolvimento de novas tecnologias. Logo. aquela que habita as regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. é fato também o crescente aumento da demanda por serviços de saúde e. O crescimento da população mundial é fato. De forma geral. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para um bom atendimento da população são necessários 2 enfermeiros para cada mil habitantes.88 enfermeiros/1000 habitantes. índice muito aquém do preconizado pela OMS. o enfermeiro tem sido amplamente requisitado a ocupar espaços estratégicos para implementação de políticas sociais. Aliado a este aspecto quantitativo. o desenvolvimento de novos hábitos de alimentação e a incorporação de conceitos nas etapas de escolarização formal. assegurando a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento.691 enfermeiros para uma população de 7. estando presente na maioria das ações afetas a atenção básica a saúde. estas ações apontam para a necessidade de conservação do meio ambiente e de estabelecimento de mecanismos que contribuam para a formação integral do homem. sujeito a mudanças constantes de todos os cenários. o que resultou no índice de 0.127. movimento normal na maioria dos seguimentos de formação de profissionais. em especial para alcançar a melhoria do atendimento primário em saúde. Portanto. Nesse contexto a atuação do profissional de enfermagem é imprescindível.581. Estes dados confirmam a tendência de concentração de profissionais qualificados da área da saúde nos grandes centros urbanos. nesse contexto. nos quais a prática se define como de suma importância para o trabalho profissional. instituições e serviços de saúde. Para superar essa dificuldade.

onde exercem um papel de liderança indiscutível. ou medico de família e comunidade). filantrópico e de ensino. Faz-se. É nesse contexto regional que a Faculdade da Amazônia .FAAM propõe a oferta de curso de Enfermagem. bem como a presença de contingente expressivo de jovens em sua população. o qual conta com infraestrutura de saúde capaz de absorver os egressos e proporcionar importantes experiências de prática profissional aos alunos.  59% das equipes de enfermagem atuam no setor público. agentes comunitários de saúde.2% nas atividades de ensino.9% dos enfermeiros e de 56. oportuno apresentar nesse estudo informações de pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (FIORUZ).  apenas 20% dos profissionais que atuam na enfermagem são graduados em curso superior.Estratégia Saúde da Família (ESF). a qual é composta por. também. auxiliar ou técnico de enfermagem. privado.6% no setor filantrópico.  o desejo de se qualificar é um anseio do profissional de enfermagem. segundo a qual o:  o profissional em enfermagem está presente em todos os municípios. Pode-se afirmar que os enfermeiros são os principais agentes envolvidos no processo de supervisão dos trabalhos dos auxiliares e técnicos em enfermagem. reabilitação de doenças e agravos mais freqüentes a partir da atuação de equipe de profissionais da área da saúde. prevenção. cujo projeto pedagógico está em conson6ancia com a legislação em vigor. nos serviços de saúde e no processo de ensino-aprendizagem nas instituições formadoras de recursos humanos. enfermeiro generalista ou especialista em saúde da família. a oferta do curso de graduação em Enfermagem representa a possibilidade de formação superior de grande valor social para a comunidade local e do estado. 14.8 % no setor privado. permitindo uma compreensão ampliada do processo saúde/doença.1% dos auxiliares de enfermagem se concentram na Região Sudeste. Os dados indicam que é inegável a necessidade de formação dos profissionais da área e. 8. A ESF inclui ações de promoção da saúde.  cerca de 53. recuperação. Os enfermeiros ocupam cerca de 70% dos cargos de coordenador da ESF nos municípios que possuem coordenação específica. às orientações da Associação Brasileira de Enfermagem e ao Código de Ética aprovado pelo Conselho Federal de Enfermagem. no ambiente em que vive. por iniciativa do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). em especial. Por todas as considerações apresentadas anteriormente e tendo presentes as características sócio-econômicas do município de Ananindeua. fortemente inserido no SUS e com atuação nos setores público. 22 . no mínimo: médico (generalista. localizados no sudeste e sul do País. O objetivo da ESF é a reversão do modelo assistencial no qual predomina o atendimento emergencial ao doente. em aproximadamente 50% dos municípios brasileiros e em todos os 27 estados. na maioria das vezes em grandes hospitais. 31. para o atendimento da família. ou especialista em saúde da família. a formação desses profissionais fora dos grandes centros de formação acadêmica.

integralidade.FAAM vai ao encontro das proposições do SUS. também. 5. encontra justificativa nos sofríveis indicadores de saúde registrados pelo Índice de Desempenho do SUS (IDSUS).acesso potencial pelas Equipes Básicas de Saúde 3. O IDSUS é um conjunto de indicadores que buscam fazer a aferição contextualizada do desempenho do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto ao cumprimento de seus princípios e diretrizes. O IDSUS oferece uma visão aproximada do SUS e permite aos gestores instaurar práticas de avaliação e monitoramento para identificar problemas e subsidiar ações isoladas ou entre os entes federados que possibilitem a contínua construção e melhoria do Sistema. viabiliza a interiorização das ações voltadas para o atendimento à saúde básica e fomenta a formação de profissionais da comunidade local que apresenta grande potencial de fixação na região. Indicadores Municipais de Saúde 2011 no Município de Ananindeua/PA Grupo Indicador Nota Resultado Parâmetro Cobertura populacional estimada 6. Os dados do IDSUS relativos ao Estado do Pará e aos municípios de Ananindeua e Belém estão demonstrados nos itens que seguem.63 18.00% - Proporção nascidos vivos de mães com com 4 a 6 consultas de pré-natal 23 .17% 50% ou obtido Bucal Proporção nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré. Belém.130 vagas anuais para o mesmo curso. 2.FAAM representa um importante compromisso com a saúde da população municipal e regional e contribuirá para qualificar os serviços de saúde prestados à toda a região de influência. 2.9. resolubilidade e equidade da atenção. com 100 vagas anuais. na modalidade presencial. que tais vagas destinam-se à demanda de uma população superior a dois milhões de habitantes (considerando a Grande Belém). regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde.1. descentralização com comando único por esfera de gestão. que atualmente no município de Ananindeua é ministrado um único curso presencial de Enfermagem. também. que são: universalidade do acesso. que no município próximo. igualdade.44 48. responsabilidade tripartite.93% 90% natal Usados para pontuação de acréscimo à Proporção nascidos vivos de mães 1. A proposta do curso.26 41. a oferta do curso de graduação em Enfermagem pela Faculdade da Amazônia . na medida em que atende necessidades regionais.79% 100% pelas Equipes Básicas de Saúde Cobertura populacional estimada Atenção Básica .9 Indicadores da Saúde no Estado e Municípios A implantação do curso de Enfermagem no município de Ananindeua. são ofertadas 1. ainda. Considerando.08 60. proposto pela Faculdade da Amazônia .

29% 95% em menores de 1 ano 24 .35% - com 1 a 3 consultas de pré-natal Razão de exames citopatologicos 90 exames para do colo do útero em mulheres de 25 cada 100 4.89% 70% Atenção Ambulatorial e Hospitalar de óbitos por acidente Alta Complexidade.17% realizados para não residentes Proporção de internações de média complexidade realizadas para não 0.98 48.ISAB Taxa de Incidência de Sífilis 4. ano Congênita (p/ 1000 nasc) Proporção de cura de casos novos Atenção Básica .31 1.80 80.26 45.43 selecionados e população residente ano (nº ex p/100 hab.36 2.00% 0.46 40.00% 1.70% 28% Sensíveis a Atenção Básica .04 8. 2.63 média complexidade e população ano residente (nº ex p/100 hab. 2.17 1 p/mil nasc.00 0.6 proc/100 hab.72% residentes Proporção de internações de alta complexidade realizadas para não 0.8 proc/100 hab.14% residentes Proporção de Internações 6.30% 85% de tuberculose pulmonar bacilífera Proporção de cura dos casos novos 9.00 0. Proporção nascidos vivos de mães 7 ou mais consultas de pré-natal 0.) Razão de internações clínico- cirúrgicas de alta complexidade e 6.) Razão de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade 7.00 0.Efetividade 9.) Razão de internações clínico- cirúrgicas de média complexidade e 6.00 7.46 população residente (nº ex p/1000 ano hab.42 0.3 int/100 hab. 10.90% 90% de hanseníase Cobertura com a vacina tetravalente 5.62 2.33 79.45 população residente (nº int p/ 100 ano hab.3 int/1000 hab. Referência de Proporção de procedimentos Média e Alta Complexidade e Urgência ambulatoriais de média 0.00% 1.11 2.00 0.00% 0.53 Atenção Ambulatorial e Hospitalar de anos e população da mesma faixa mulheres em 2 Média Complexidade – etária (nº ex p/ 100 mulheres) anos acesso obtido Razão de procedimentos ambulatoriais selecionados de 2.32 83.11 a 59 anos e a população da mesma mulheres em 3 faixa etária (nº ex p/ mulheres) anos Razão de exames de mamografia 70 exames para realizados em mulheres de 50 a 69 cada 100 0.) Proporção de acesso hospitalar dos 6. 3.90% e Emergência – complexidade realizados para não acesso obtido residentes Proporção de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade 0.

6 proc/100 hab.95% - consultas de pré-natal com 1 a 3 consultas de pré-natal Razão de exames citopatológicos do 90 exames para colo do útero em mulheres de 25 a 59 cada 100 3.35% 8% aos procedimentos Proporção de Parto Normal 6.3 int/1000 hab.28% 70% óbitos por acidente 25 .82 3.56 18.76 ano Média e Alta Complexidade e população residente (nº ex p/100 hab.61 46.45% 10% Média e Alta Complexidade.br/portal/saude/area. escovação dental supervisionada 0.saude. Referência de de alta complexidade selecionados e 4.42 18.Efetividade Proporção de óbitos nas internações por infarto agudo do 5.83% 90% com 7 ou mais consultas de pré-natal Usados para pontuação de Proporção nascidos vivos de mães 0. selecionados de média complexidade e 4.8 proc/100 hab.73 10. acesso obtido de alta complexidade e população 3. Média da ação coletiva de 8 hab.71 1.65 59.) Urgência e Emergência – Razão de internações clínico-cirúrgicas 6. 2013 (http://portal.22 ano população residente (nº ex p/100 hab. de média complexidade e população 6.) Razão de internações clínico-cirúrgicas 6.) Proporção de acesso hospitalar dos 6.13% 70% Proporção de óbitos em menores 5.3 int/100 hab.09 ano (nº residentes p/ 100 p/ mês) Proporção de exodontia em relação 7. urgência e de 15 anos nas UTI emergência . Indicadores Municipais de Saúde 2011 no Município de Belém /PA Resultad Grupo Indicador Nota Parâmetro o Cobertura populacional estimada pelas 3.) Atenção Ambulatorial e Hospitalar de Razão de procedimentos ambulatoriais 7.36 11.55 31.52 4. / 100 hab.09 30.13 1.gov.2.16 43.80% 50% ou obtido Equipes Básicas de Saúde Bucal Proporção nascidos vivos de mães 6.15% - acréscimo à Proporção nascidos com 4 a 6 consultas de pré-natal vivos de mães com 7 ou mais Proporção nascidos vivos de mães 0.48 anos e população da mesma faixa 100 mulheres em Média Complexidade – etária (nº ex p/ 100 mulheres) 2 anos acesso obtido Razão de procedimentos ambulatoriais 2.87% 100% Equipes Básicas de Saúde Atenção Básica .78 12.75 31.cfm?id_area=1080) 2.97 ano residente (nº ex p/1000 hab.9.11 0. Alta Complexidade.11 ano residente (nº int p/ 100 hab.acesso potencial Cobertura populacional estimada pelas 2.00% 10% miocárdio (IAM) Fonte: Portal da Saúde.03 6.93 anos e a população da mesma faixa mulheres em 3 etária (nº ex p/ mulheres) anos Razão de exames de mamografia 70 exames para realizados em mulheres de 50 a 69 cada Atenção Ambulatorial e Hospitalar de 1.

9.00 2.76% 85% tuberculose pulmonar bacilífera Proporção de cura dos casos novos de 9.00 1.15 77.61 1 p/mil nasc. dental supervisionada (nº residentes p/ 0.32 0.72% residentes Proporção de internações de alta complexidade realizadas para não 7.ISAB Taxa de Incidência de Sífilis Congênita 6.774 14.289 6.65 90.36 18.17% realizados para não residentes Proporção de internações de média complexidade realizadas para não 10.gov.br/portal/saude/area.20 ano 100 p/ mês) Proporção de exodontia em relação 10.63% 70% Média e Alta Complexidade.47 Equipe de Saúde da Família (ESF) Estimativa Nº de Credenciadas Cadastradas da Proporção de cobertura Municípios Teto pelo Ministério Implantados no Sistema população populacional estimada com eSF da Saúde coberta 26 .14% residentes Proporção de Internações Sensíveis a 7. Atenção Básica – Saúde da Família .3.67% 10% por infarto agudo do miocárdio (IAM) Fonte: Portal da Saúde.475 14.00 1.25% 0. / 100 hab.76 0.52 31.47% 8% aos procedimentos Proporção de Parto Normal 4.Efetividade hanseníase Cobertura com a vacina tetravalente 8.84% 1.21 1.79% 1.saude.91% 90% Atenção Básica .13% 28% Atenção Básica .90% realizados para não residentes Proporção de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade 6.Estado do Pará (agosto/2013) Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Estimativa Proporção de Nº de Credenciados Cadastrados da cobertura Municípios Teto pelo Ministério Implantados no Sistema população populacional com ACS da Saúde coberta estimada 143 22.25 0.31 39.66 86. Proporção de procedimentos ambulatoriais de média complexidade 10.cfm?id_area=1080) 2. ano (p/ 1000 nasc) Proporção de cura de casos novos de 9.372.11 19. urgência e emergência .215 18.Efetividade Proporção de óbitos em menores de 15 5.476 81.55% 10% anos nas UTI Proporção de óbitos nas internações 5.28% 95% em menores de 1 ano Média da ação coletiva de escovação 8 hab. 2013 (http://portal.25% 0.

6.43 Equipe de Saúde da Família (ESF) Proporção de Credenciadas pelo Estimativa da Cadastradas no cobertura Teto Ministério da Implantados população Sistema populacional Saúde coberta estimada 588 117 90 89 307.050 21.gov. Atenção Básica – Saúde da Família – Município de Belém/PA (agosto/2013) Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Estimativa Credenciados Cadastrados da Proporção de cobertura Teto pelo Ministério Implantados no Sistema população populacional estimada da Saúde coberta 3.500 33.9.77 Fonte: MS.414.php) 2.br/historico_cobertura_sf. Atenção Básica – Saúde da Família – Município de Ananindeua/PA (agosto/2013) Agentes Comunitários de Saúde (ACS) Credenciados pelo Cadastrados Estimativa da Proporção de cobertura Teto Implantados Ministério da Saúde no Sistema população coberta populacional estimada 1. 2013 (http://dab.br/historico_cobertura_sf. Leitos Hospitalares Estado d o Pará 27 .9.89 Fonte: MS.br/historico_cobertura_sf.539 2. 134 3.php) 2.5.067 1.260 1.saude.php) 2.9.950 64.39 Equipe de Saúde da Família (ESF) Estimativa da Credenciadas pelo Cadastradas Proporção de cobertura Teto Implantados população Ministério da Saúde no Sistema populacional estimada coberta 202 97 92 91 313. 2013 (http://dab.211 800 668 668 384.100 79.saude.022 3.65 Fonte: MS.500 829 820 471.gov.saude.gov. 2013 (http://dab.156 1.4.162 43.

2.Isolado / 7 64 / Central de Regulação de Serviços de Saúde / 24 67 / Laboratório Central de Saúde Publica Lacen / 8 68 / Secretaria de Saúde / 137 69 / Centro de Atenção Hemoterapia e ou Hematológica / 8 70 / Centro de Atenção Psicossocial / 76 71 / Centro de Apoio a Saúde da Família / 46 28 .040 11.210 1.433 2. Município d e Ananindeua Total clínico/cirúrgico 648 455 193 Total geral menos complementar 1. conforme fica demonstrado a seguir. setembro/2013. 2.10 Aparelhos Públicos e Privados para Atendimento a Saúde No Estado do Pará e nos municípios de Ananindeua e Belém estão disponíveis serviços e equipamentos que requerem a presença do profissional graduado em Enfermagem.581 2.10.1 Estabelecimentos de Saúde Estado do Pará Tipos de Estabelecimentos (Código / Descrição / Total) 01 / POSTO DE SAÚDE / 966 02 / Centro de Saúde/Unidade Básica / 913 04 / Policlínica / 74 05 / Hospital Geral / 205 07 / Hospital Especializado / 31 15 / Unidade Mista / 44 20 / Pronto Socorro Geral / 7 21 / Pronto Socorro Especializado / 6 22 / Consultório Isolado / 1484 32 / Unidade Móvel Fluvial / 8 36 / Clinica/Centro de Especialidade / 770 39 / Unidade de Apoio Diagnose e Terapia (Sadt Isolado) / 311 40 / Unidade Móvel Terrestre / 54 42 / Unidade Móvel de Nível Pre-Hospitalar na Área de Urgência / 44 43 / Farmácia / 44 50 / Unidade de Vigilância em Saúde / 90 60 / Cooperativa / 4 62 / Hospital/Dia .673 Total geral menos complementar 4.767 6.278 Total geral menos complementar 16.094 4.066 655 411 Fonte: DATASUS / CNES. setembro/2013. Total clínico/cirúrgico 9.148 Fonte: DATASUS / CNES. setembro/2013.946 Fonte: DATASUS / CNES.489 3.537 1. Município de Belém Total clínico/cirúrgico 3.

Município de Ananindeua Tipos de Estabelecimentos (Código / Descrição / Total) 01 / Posto de Saúde / 2 02 / Centro de Saúde/Unidade Básica / 51 04 / Policlínica / 3 05 / Hospital Geral / 12 20 / Pronto Socorro Geral / 2 21 / Pronto Socorro Especializado / 1 22 / Consultório Isolado / 16 36 / Clínica/Centro de Especialidade / 21 39 / Unidade de Apoio Diagnose e Terapia (Sadt Isolado) / 26 50 / Unidade de Vigilância em Saúde / 1 64 / Central de Regulação de Serviços de Saúde / 3 67 / Laboratório Central de Saúde Publica Lacen / 3 70 / Centro de Atenção Psicossocial / 2 73 / Pronto Atendimento / 1 TOTAL = 144 ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE ANANINDEUA Fonte: DATASUS / CNES. Setembro/2013.Isolado / 4 64 / Central de Regulação de Serviços de Saúde / 1 67 / Laboratório Central de Saúde Publica Lacen / 1 68 / Secretaria de Saúde / 4 69 / Centro de Atenção Hemoterapia e ou Hematológica / 1 29 .72 / Unidade de Atenção a Saúde Indígena / 4 73 / Pronto Atendimento / 7 74 / Polo Academia da Saúde / 7 75 / Telessaude / 1 76 / Central de Regulação Médica das Urgências / 9 77 / Serviço de Atenção Domiciliar Isolado (Home Care) / 2 81 / Central de Regulação / 36 TOTAL = 5. Setembro/2013. Município de Belém Tipos de Estabelecimentos (Código / Descrição / Total) 01 / Posto de Saúde / 5 02 / Centro de Saúde/Unidade Básica / 72 04 / Policlínica / 18 05 / Hospital Geral / 17 07 / Hospital Especializado / 23 20 / Pronto Socorro Geral / 2 21 / Pronto Socorro Especializado / 2 22 / Consultório Isolado / 1074 36 / Clínica/Centro de Especialidade / 397 39 / Unidade de Apoio Diagnose e Terapia (Sadt Isolado) / 88 40 / Unidade Móvel Terrestre / 17 42 / Unidade Móvel de Nível Pré-Hospitalar na Área de Urgência / 1 43 / Farmácia / 13 50 / Unidade de Vigilância em Saúde / 1 60 / Cooperativa / 3 62 / Hospital/Dia .427 Estabelecimentos de Saúde no Estado do Pará Fonte: DATASUS / CNES.

70 / Centro de Atenção Psicossocial / 9
73 / Pronto Atendimento / 1
76 / Central de Regulação Médica das Urgências / 1
81 / Central de Regulação / 1
TOTAL = 1.756 Estabelecimentos de Saúde no Município de Belém
Fonte: DATASUS / CNES, Setembro/2013.

2.10.2 Equipamentos

ESTADO D O PARÁ
Em Existentes Em uso
Código Equipamento Existentes
uso SUS SUS

EQUIPAMENTOS DE AUDIOLOGIA
87 Emissões Oto Acústicas Evocadas Transientes 11 11 8 8
Emissões Oto Acústicas Evocadas por Produto de
88 10 10 6 6
Distorção

Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico
89 4 4 3 3
Automático

Pot Evocado Aud Tronco Encef de Curta,Media e
90 3 3 2 2
Longa Latência
91 Audio metro de um Canal 22 21 12 12
92 Audiometro de dois Canais 74 72 19 18
93 Imitanciometro 10 10 8 8
94 Imitanciometro Multifrequencial 8 7 7 6
95 Cabine Acústica 34 33 17 17
96 Sistema de Campo Livre 5 5 3 3
97 Sistema Completo de Reforço Visual(Vra) 7 7 6 6
98 Ganho de Inserção 3 2 2 1
99 Hi-Pro 5 5 4 4
Total 196 190 97 94

EQUIPAMENTOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
1 Gama Camara 18 17 7 6
2 Mamógrafo com Comando Simples 70 61 29 25
3 Mamógrafo com Estereotaxia 23 21 9 7
4 Raio X Até 100 Ma 198 189 133 126
5 Raio X ce 100 A 500 Ma 301 290 200 192
6 Raio X mais de 500ma 82 76 46 41
7 Raio X Dentário 560 544 145 135
8 Raio X com Fluoroscopia 23 23 13 13
9 Raio X Para Densitometria Óssea 39 38 14 14
10 Raio X para Hemodinâmica 15 15 6 6

30

11 Tomógrafo Computadorizado 87 81 44 43
12 Ressonância Magnética 36 34 15 15
13 Ultrassom Doppler Colorido 246 236 99 91
14 Ultrassom Ecografo 208 199 120 117
15 Ultrassom Convencional 337 329 196 191
16 Processadora de Filme Exclusiva para Mamografia 46 42 39 36
17 Mamógrafo Computadorizado 10 10 6 6
Total 2299 2205 1121 1064

EQUIPAMENTOS DE INFRAESTRUTURA
21 Controle Ambiental/Ar-Condicionado Central 6051 5920 2791 2730
22 Grupo Gerador 310 306 222 218
23 Usina de Oxigênio 100 98 59 57
Total 6461 6324 3072 3005

EQUIPAMENTOS DE ODONTOLOGIA
80 Equipo Odontológico 2425 2385 1409 1393
81 Compressor Odontológico 1050 1017 495 486
82 Fotopolimerizador 1128 1095 441 433
83 Caneta de Alta Rotação 1633 1541 611 595
84 Caneta de Baixa Rotação 1387 1330 580 568
85 Amalgamador 550 514 359 349
86 Aparelho de Profilaxia C/ Jato De Bicarbonato 653 641 214 212
Total 8826 8523 4109 4036

EQUIPAMENTOS PARA MANUTENÇÃO DA VIDA
51 Bomba/Balão Intra-Aortico 34 33 15 14
52 Bomba de Infusão 2250 2075 1291 1179
53 Berço Aquecido 411 395 299 287
54 Bilirrubinometro 44 41 19 16
55 Debitometro 273 218 4 4
56 Desfibrilador 587 555 365 340
57 Equipamento de Fototerapia 371 364 248 246
58 Incubadora 585 543 450 413
59 Marcapasso Temporário 87 74 55 42
60 Monitor de Ecg 1329 1183 801 670
61 Monitor de Pressão Invasivo 357 348 153 146
62 Monitor de Pressão Nao-Invasivo 1126 1067 659 602
63 Reanimador Pulmonar/Ambu 1936 1799 1300 1168
64 Respirador/Ventilador 1132 1058 721 654
Total 10522 9753 6380 5781

EQUIPAMENTOS POR MÉTODOS GRÁFICOS
31

41 Eletrocardiografo 627 600 381 364
42 Eletroencefalografo 77 71 39 35
Total 704 671 420 399

EQUIPAMENTOS POR MÉTODOS ÓPTICOS
31 Endoscópio das Vias Respiratórias 87 85 39 38
32 Endoscópio das Vias Urinarias 49 48 19 18
33 Endoscópio Digestivo 261 255 131 126
34 Equipamentos para Optometria 147 139 42 42
35 Laparoscopio/Vídeo 57 55 18 18
36 Microscópio Cirúrgico 120 117 74 72
37 Cadeira Oftalmológica 1 1 1 1
38 Coluna Oftalmológica 1 1 1 1
39 Refrator 1 1 1 1
45 Retinoscopio 3 3 3 3
46 Oftalmoscópio 2 2 2 2
47 Ceratometro 1 1 1 1
48 Tonometro de Aplanacao 1 1 1 1
49 Biomicroscopio (Lâmpada De Fenda) 1 1 1 1
50 Campimetro 1 1 1 1
Total 733 711 335 326

OUTROS EQUIPAMENTOS
Aparelho de Diatermia por Ultrassom/Ondas
71 430 398 184 165
Curtas
72 Aparelho de Eletroestimulacao 571 549 241 232
73 Bomba de Infusão de Hemoderivados 107 105 66 66
74 Equipamentos de Aferese 27 21 23 18
76 Equipamento de Circulação Extracorpórea 17 17 8 8
77 Equipamento para Hemodiálise 438 404 352 320
78 Forno de Bier 203 186 142 132
Total 1793 1680 1016 941
Fonte: DATASUS / CNES, Setembro/2013.

MUNICÍPIO DE ANANINDEUA
Em Existentes Em Uso
Código Equipamento Existentes
uso SUS SUS

EQUIPAMENTOS DE AUDIOLOGIA
87 Emissoes Otoacusticas Evocadas Transientes 1 1 1 1
Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefalico
89 1 1 1 1
Automático
91 Audiometro de um Canal 2 2 2 2
Total 4 4 4 4

32

EQUIPAMENTOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM 4 Raio X até 100 Ma 8 7 5 4 5 Raio X de 100 A 500 Ma 16 15 11 10 6 Raio X mais De 500ma 6 6 4 4 7 Raio X Dentário 10 9 2 1 8 Raio X com Fluoroscopia 2 2 1 1 9 Raio X Para Densitometria Óssea 5 5 1 1 11 Tomógrafo Computadorizado 6 5 4 4 12 Ressonância Magnética 2 1 1 1 13 Ultrassom Doppler Colorido 17 17 8 8 14 Ultrassom Ecografo 14 14 9 9 15 Ultrassom Convencional 12 12 6 6 16 Processadora de Filme Exclusiva para Mamografia 4 4 2 2 17 Mamógrafo Computadorizado 3 3 2 2 Total 105 100 56 53 EQUIPAMENTOS DE INFRAESTRUTURA 21 Controle Ambiental/Ar-Condicionado Central 240 236 184 184 22 Grupo Gerador 15 15 11 11 23 Usina de Oxigênio 7 7 6 6 Total 262 258 201 201 EQUIPAMENTOS DE ODONTOLOGIA 80 Equipo Odontológico 58 56 50 49 81 Compressor Odontológico 40 37 32 30 82 Fotopolimerizador 38 35 28 27 83 Caneta De Alta Rotação 52 46 37 36 84 Caneta De Baixa Rotação 49 43 36 35 85 Amalgamador 23 21 20 19 86 Aparelho De Profilaxia C/ Jato De Bicarbonato 19 17 14 13 Total 279 255 217 209 EQUIPAMENTOS PARA MANUTENÇÃO DA VIDA 52 Bomba de Infusão 118 118 115 115 53 Berço Aquecido 26 26 18 18 54 Bilirrubinometro 7 7 4 4 56 Desfibrilador 37 35 31 30 57 Equipamento de Fototerapia 22 22 15 15 58 Incubadora 25 25 20 20 59 Marcapasso Temporário 3 3 3 3 60 Monitor de Ecg 94 72 78 58 61 Monitor de Pressão Invasivo 17 12 15 11 62 Monitor de Pressão Nao-Invasivo 37 35 24 24 63 Reanimador Pulmonar/Ambu 104 104 86 86 64 Respirador/Ventilador 48 40 41 35 33 .

MUNICÍPIO DE BELÉM Existentes Em Em Código Equipamento Existentes Uso Uso SUS SUS EQUIPAMENTOS DE AUDIOLOGIA 87 Emissões Otoacusticas Evocadas Transientes 4 4 4 4 Emissões Otoacusticas Evocadas por Produto de 88 5 5 4 4 Distorção Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico 89 2 2 2 2 Automático Pot Evocado Aud Tronco Encef de Curta. Setembro/2013. Media e 90 1 1 1 1 Longa Latência 91 Audiometro de um Canal 3 3 3 3 92 Audiometro de dois Canais 51 50 6 5 93 Imitanciometro 4 4 4 4 94 Imitanciometro Multifrequencial 6 5 6 5 95 Cabine Acústica 10 10 7 7 96 Sistema de Campo Livre 2 2 2 2 97 Sistema Completo de Reforço Visual(Vra) 2 2 2 2 98 Ganho de Inserção 2 1 2 1 99 Hi-Pro 3 3 3 3 Total 95 92 46 43 EQUIPAMENTOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM 34 . Total 538 499 450 419 EQUIPAMENTOS POR MÉTODOS GRÁFICOS 41 Eletrocardiografo 40 40 21 21 42 Eletroencefalografo 8 7 5 5 Total 48 47 26 26 EQUIPAMENTOS POR MÉTODOS ÓPTICOS 31 Endoscópio das Vias Respiratórias 5 4 2 2 32 Endoscópio das Vias Urinarias 1 1 1 1 33 Endoscópio Digestivo 8 7 4 4 35 Laparoscopio/Vídeo 1 1 1 1 36 Microscópio Cirúrgico 7 7 6 6 Total 22 20 14 14 OUTROS EQUIPAMENTOS 71 Aparelho de Diatermia por Ultrassom/Ondas Curtas 45 44 19 19 72 Aparelho de Eletroestimulação 55 54 27 27 77 Equipamento para Hemodiálise 70 68 17 16 78 Forno de Bier 10 9 3 3 Total 180 175 66 65 Fonte: DATASUS / CNES.

1 Gama Camara 11 10 4 3 2 Mamógrafo com Comando Simples 28 26 10 9 3 Mamógrafo com Estereotaxia 15 14 5 4 4 Raio X até 100 Ma 49 47 22 21 5 Raio X de 100 a 500 Ma 82 81 32 31 6 Raio X mais de 500ma 36 33 16 13 7 Raio X Dentário 249 244 35 32 8 Raio X Com Fluoroscopia 15 15 7 7 9 Raio X Para Densitometria Óssea 24 23 7 7 10 Raio X para Hemodinâmica 13 13 5 5 11 Tomógrafo Computadorizado 46 44 17 17 12 Ressonância Magnética 22 21 8 8 13 Ultrassom Doppler Colorido 107 103 27 24 14 Ultrassom Ecografo 66 63 20 19 15 Ultrassom Convencional 104 102 35 35 Processadora de Filme Exclusiva Para 16 19 18 15 14 Mamografia Total 886 857 265 249 EQUIPAMENTOS DE INFRAESTRUTURA 21 Controle Ambiental/Ar-Condicionado Central 2999 2950 937 919 22 Grupo Gerador 63 61 29 27 23 Usina de Oxigênio 39 39 12 12 Total 3101 3050 978 958 EQUIPAMENTOS DE ODONTOLOGIA 80 Equipo Odontológico 927 914 285 285 81 Compressor Odontológico 364 352 34 34 82 Fotopolimerizador 432 425 38 37 83 Caneta de Alta Rotação 709 683 118 117 84 Caneta de Baixa Rotação 590 574 108 108 85 Amalgamador 84 76 16 15 86 Aparelho de Profilaxia C/Jato de Bicarbonato 265 261 24 24 Total 3371 3285 623 620 EQUIPAMENTOS PARA MANUTENÇÃO DA VIDA 51 Bomba/Balão Intra-Aortico 21 21 4 4 52 Bomba de Infusão 1578 1441 685 609 53 Berço Aquecido 122 122 64 64 54 Bilirrubinometro 20 19 5 4 55 Debitometro 268 213 1 1 56 Desfibrilador 254 233 120 102 57 Equipamento de Fototerapia 143 142 62 62 58 Incubadora 243 226 160 143 59 Marcapasso Temporário 47 46 21 20 60 Monitor de Ecg 813 728 412 336 35 .

Distrito Sanitário é denominação dada a uma área geográfica que comporta uma população com características epidemiológicas e sociais e suas necessidades. definidos estrategicamente por critérios territoriais relacionados a ocupação geográfica das comunidades indígenas e cujos limites transcendem os limites das unidades federadas. Setembro/2013. com sede no município de Redenção. É importante. também. de Guamá-Tocantins. bem como os recursos de saúde para atendê-la. 61 Monitor de Pressão Invasivo 209 208 33 33 62 Monitor de Pressão Nao-Invasivo 606 595 221 210 63 Reanimador Pulmonar/Ambu 928 843 502 422 64 Respirador/Ventilador 659 620 333 294 Total 5911 5457 2623 2304 EQUIPAMENTOS POR MÉTODOS GRÁFICOS 41 Eletrocardiógrafo 224 216 105 100 42 Eletroencefalógrafo 21 18 12 9 Total 245 234 117 109 EQUIPAMENTOS POR MÉTODOS ÓPTICOS 31 Endoscópio das Vias Respiratórias 45 44 17 16 32 Endoscópio das Vias Urinarias 33 33 9 9 33 Endoscópio Digestivo 104 100 27 23 34 Equipamentos para Optometria 94 93 13 13 35 Laparoscópico/Vídeo 36 35 9 9 36 Microscópio Cirúrgico 65 63 32 30 Total 377 368 107 100 OUTROS EQUIPAMENTOS Aparelho de Diatermia por Ultrassom/Ondas 71 219 199 82 69 Curtas 72 Aparelho de Eletroestimulação 278 268 103 97 73 Bomba de Infusão de Hemoderivados 88 88 59 59 74 Equipamentos de Aférese 5 3 3 2 76 Equipamento de Circulação Extracorpórea 15 15 6 6 77 Equipamento de Hemodiálise 186 168 153 136 78 Forno de Bier 86 78 59 55 Total 877 819 465 424 Fonte: DATASUS / CNES. o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) é a unidade gestora descentralizada do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena – SasiSUS. com sede em Itaituba. No território brasileiro estão distribuídos 34 DSEIs. destacar que no Estado do Pará estão definidos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). do Rio Tapajós. O DSEI é representado por uma ou mais terras indígenas cuja unidade de responsabilidade sanitária compete ao governo federal. Partindo desse entendimento. de Kayapó. com sede em Belém. 36 . com sede na cidade. No Estado do Pará são quatro DSEIs: de Altamira. Essa área geográfica é definida para cada realidade e pode ser constituída por bairros de um município ou por municípios de uma região.

Helio Alves. INISA. no estado do Pará. com seus saberes e práticas e com o pleno desenvolvimento de responsabilidades profissionais. Lauro Magalhães. Hospital Abelardo Santos. 3. Hospital Geral Unimed. As Casas de Saúde do Índio abrigam e cuidam de pacientes e seus acompanhantes. Representam. Incor. Maternidade do Povo Filial. Hospital D. conta também com postos de saúde. Hospital Samaritano. Mario Machado. tendo como instância regional os pólos-base. Cynthia Charone. Hospital Infantil Santa Terezinha. Para prestar atenção básica à saúde da população indígena aldeada. Clínica Souza. a rede hospitalar conta com os seguintes estabelecimentos: CLIMEC. Hospemat Dr. serviços e unidades de atendimento que. de prestar serviço de qualidade e atendimento humanizado. Instituto da Mulher. Clinica Santa Edwiges. poderão realizar estágios e estarão em contato com a realidade local e regional. sob a responsabilidade da FUNASA. Hospital Naval de Belém. Hospital das Clinicas de Ananindeua. de forma hierarquizada. Luiz I. Hospital e Maternidade Camilo Salgado Ltda. enfermeiros. Hospital Ordem Terceira. para servir adequadamente a população do estado. Clinica Materno Infantil Hanna. Porto Dias Prime. Hospital Santa Clara. Além da atuação dos profissionais nos DSEIs. Hospital Anita Gerosa. Hospital do Coração. Clínica do Bebê. Maternidade Saúde da Criança. Hospital Ophir Loyola. Hospital Nossa Senhora de Nazaré. compostas por médicos. Policlínica Infantil de Nazaré.. Hospital Adventista de Belém. com observância das determinações dos ordenamentos legais vigentes para a área. a atenção a saúde do indígena. Clinica e Maternidade São Lucas. também. Dessa forma. Clinica de Crianças Pio XII. Hospital Santa Maria de Ananindeua. durante períodos de tratamento em serviços de referência fora das aldeias. Hospital de Clinicas Gaspar Viana. Hospital Saúde da Mulher. Clínica Dr. do estabelecido em seu Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e em seu Plano de Desenvolvimento 37 . Hospital Porto Dias. Clínica dos Acidentados. Hospital Serzedelo Correa. Os serviços prestados por essas equipes são integrados e articulados à rede do SUS. Hospital Layr. Maternidade Saúde da Criança. Hospital Municipal de Mosqueiro. que seja capaz de atuar conforme os princípios disseminados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). com pólos bases para atendimento ao indígena e com as Casas de Saúde do Índio. ambientes suficientes para o desenvolvimento das atividades práticas do curso de graduação em Enfermagem e cuja utilização já está viabilizada em razão da celebração de convênios com a Faculdade da Amazônia. auxiliares de enfermagem e agentes indígenas de saúde. Especificamente nos municípios de Ananindeua e de Belém. Santa Casa de Misericórdia do Para. Hospital Santa Maria. Hospital Universitário João de Barros Barreto. Maternidade do Povo Matriz. Policlínica Dr. Hospital Guadalupe. os alunos do curso de Enfermagem da FAAM terão a suas disposições ambientes próprios que garantirão a prática dos conhecimentos adquiridos na academia. Maternidade Mamaray. cada DSEI conta com atuação de Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena (EMSI). Portanto. Hospital e Maternidade Modelo de Ananindeua. requerem a presença do profissional enfermeiro. Hospital e Maternidade Frei Samarate. conforme já registrado no presente documento. Clisa. Hospital Oftalmológico Dra. Hof. CONCEPÇÃO DO CURSO O curso de Enfermagem da Faculdade da Amazônia é resultado de seu compromisso com a sociedade em oferecer formação de profissional que atenda as necessidades da saúde. são equipamentos. constituída nos moldes da Estratégia da Saúde da Família. Maia. Hospital Amazônia.

a necessidade de apropriação. comprometido com a curiosidade epistemológica e que busca a resolução de problemas do cotidiano da comunidade na qual está integrado. Ao contrário.  motivação do sujeito/aluno como diferencial para o desenvolvimento do estilo profissional. por meio do cuidado individualizado ou coletivo e contextualizado. Para a construção desse ambiente.  articulação entre o ensino. consequentemente. solidário. O projeto de curso também prevê a criação de ambiente que possibilite a aprendizagem ativa e problematizadora. a FAAM construiu o projeto pedagógico do curso de Enfermagem tendo presente os princípios do SUS. Em face dos compromissos assumidos. de forma alguma. possível de ser reformulado para atender aos interesses dos atores envolvidos. a interdisciplinaridade possibilita a articulação entre os diversos saberes e possibilita ao aluno uma visão geral do indivíduo e. das competências profissionais e das perspectivas de seu envolvimento com a realidade local e as relações decorrentes do trabalho com saúde. própria para a formação de profissional intelectualmente independente. Os princípios segundo os quais a FAAM desenvolve suas atividades e estão também presentes no projeto pedagógico do curso de Enfermagem são:  aprendizagem como um processo dinâmico. competente e adequado. relega a importância das especialidades. Ou seja.  proposição de ações de intervenção na realidade. a investigação científica e extensão como recurso para alcançar a formação integral do profissional e contribuir para a construção de ambiente acadêmico profícuo. considerar sua complexidade e sua biodiversidade no momento do atendimento como profissional. e destes com o ser cuidado. a FAAM estimula a criatividade no processo de ensino. do Sistema Único 38 . atenção ao desempenho técnico sensível.  incorporação ao projeto e ao processo ensino/aprendizagem das questões emergentes da sociedade.  formação baseada na captação e interpretação da realidade. manutenção do respeito pelo ser humano. em todas as situações e considerando a importância das relações interpessoais dos profissionais entre si. por parte do estudante.Institucional (PDI). o formação de profissional qualificado quanto aos processos de cuidar e intervir nos processos de atendimento a saúde e apto a atuar como gestor na área. também. O Curso de Enfermagem irá contribuir para o desenvolvimento da região. o projeto propõe um curso de Enfermagem pautado no tripé: ação de cuidar do outro. relacionadas a assistência à saúde e às dinâmicas de ensino. Ao conceber o curso a FAAM tencionou.  valorização do saber baseado em experiências pessoais e conhecimentos já adquiridos. O projeto pedagógico prevê a abordagem interdisciplinar que.

Adicionalmente há. então. competências e habilidades em interação com a realidade e com os demais indivíduos. em sintonia com as necessidades do Sistema Único de Saúde. na região. para proporcionar a integralidade das ações de qualidade e humanas de enfermagem. contemplando a graduação em Enfermagem.SUS. Nessa perspectiva. no qual são colocadas em uso capacidades pessoais. O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem apresenta significativo diferencial de formação e considera a adoção de metodologias diversificadas de ensino- aprendizagem. apresentando integração com as necessidades regionais específicas. e inseridos no contexto 39 . competências e habilidades. a desempenhar o papel de incentivador. auxiliando a formação de conhecimentos. voltados para a compreensão de determinação social do processo saúde-doença e suas consequências. competências e habilidades. graduação em Psicologia e a pós-graduação lato sensu. que inclui formação profissional com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS) e na realidade loco-regional. O Curso de Graduação em Enfermagem da FAAM visa a graduar enfermeiros críticos- reflexivos. em estruturação pelos governos estaduais. Dessa forma. limitando-se apenas a captar o conhecimento transmitido pelo professor. Esse projeto aportará o potencial humano e material da FAAM para qualificar cada vez mais a atenção à saúde no município de Ananindeua. comprometidos com as questões de mudanças na qualidade das práticas de vida e saúde das pessoas e grupos. A aprendizagem é entendida como processo de construção de conhecimentos. por meio da oferta do Curso de Graduação em Enfermagem. é abandonada a relação na qual o aluno coloca-se no processo de ensino-aprendizagem numa posição de expectador. os alunos passam à condição de sujeitos ativos de sua própria aprendizagem. Destaca-se que: (a) é relevante a operacionalização de um Projeto de Formação e Melhoria da Qualidade da Rede de Atenção à Saúde na região. ambientais e de estrutura de serviços em saúde para abrigar os novos alunos e a IES apresenta os requisitos necessários ao desenvolvimento de um projeto relevante em educação em saúde e meio ambiente. garantindo situações que estimulem a participação ativa do aluno no ato de aprender. e de orientador.de Saúde . trata-se de um Projeto Institucional Integrado de formação de profissionais de saúde. adquirindo conhecimentos de forma significativa pelo contato com metodologias de ensino voltadas para a criação e construção de conhecimentos. com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação de sujeitos autônomos e cidadãos. (c) a autorização do Curso de Graduação em Enfermagem da FAAM não representará uma iniciativa isolada. A FAAM contribuirá com este Projeto. perspectivas de relevante crescimento do número de postos de trabalho inerentes ao curso. integrado ao SUS através de convênios e/ou parcerias. da saúde única e do meio ambiente. o que resultará em contribuição para o desenvolvimento e a promoção social e profissional da região. articulado com o SUS. promovendo a inclusão social e cultural e o fortalecimento da cidadania. no processo de cuidar em enfermagem. (b) a região possui condições econômicas. O professor passa. empenhados na construção da especificidade do conhecimento. sociais. com formação humanística. A metodologia de ensino-aprendizagem está comprometida com a interdisciplinaridade.

além de dispor. Essas diretrizes têm como objeto a construção de um perfil acadêmico e profissional para Enfermeiras (os) com competências e habilidades. presenciais e/ou a distância. garantindo a capacitação de profissionais com autonomia e discernimento para assegurar a integralidade da atenção à saúde com qualidade. para as IES. por meio da adoção de estratégias dirigidas ao campo da formação e desenvolvimento dos profissionais. e no aperfeiçoamento da atenção integral à saúde da população. bem como a percepção do aluno como sujeito do seu processo de formação. norteiam as IES na formação cidadã e profissional da(o) enfermeira(o). a orientação sobre a criação de mecanismos de aproveitamento de conhecimentos. mais que um documento instituído pelo Conselho Nacional de Educação. além de fundamentadas no conceito ampliado de saúde. da articulação entre o ensino. A área de inserção da FAAM é um espaço social e econômico que demanda por uma intervenção qualificada para a geração de desenvolvimento. destaca a importância da diversidade de cenários de aprendizagem. Elas expressam. As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem possibilitam. construídas com base nos princípios e diretrizes do sistema público de saúde. que considerem o trabalho em saúde como eixo estruturante das atividades. Neste sentido. 40 . através de perspectivas e abordagens contemporâneas de formação. Essa expectativa aponta para a transformação do perfil dos futuros trabalhadores da saúde. para proporcionar a integralidade das ações de qualidade e humanas de enfermagem. no trabalho multiprofissional e transdisciplinar. eficiência e resolutividade. pertinentes e compatíveis com referenciais nacionais e internacionais. Além disso. na utilização de novas metodologias de ensino- aprendizagem. com as necessidades de transformação do processo de formação profissional. ou seja. adquiridos pelo estudante. na implementação de estágios curriculares supervisionados. tendo por base a flexibilização curricular. explicitando a necessidade do compromisso com princípios da Reforma Sanitária Brasileira e do Sistema Único de Saúde. estarem relacionados ao processo de construção do conhecimento sobre o processo saúde-doença. cada vez mais. destarte. A educação superior vem sendo desafiada a romper paradigmas que a colocam na direção de uma formação com pertinência social e coerência com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN). conceitos originários dos movimentos por mudanças na educação em enfermagem. A sua intencionalidade volta-se para o oferecimento de diretrizes gerais para que o processo de formação possa desenvolver a capacidade de aprender a aprender que engloba aprender a conhecer. para servir à sociedade. pois.político-social de uma prática de atenção à saúde. na incorporação de atividades complementares e na organização do curso. com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS) e na realidade loco-regional. na integração entre o ensino e os serviços de saúde. por meio de estudos e práticas independentes. aprender a fazer. na definição dos componentes curriculares essenciais para o Curso de Graduação em Enfermagem. nas diferentes fases do ciclo vital humano. devendo. estes elementos. As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. a partir de diferentes cenários e experiências de aprendizagem. a investigação científica e a extensão/assistência. aprender a viver junto e aprender a ser. a compreensão da construção coletiva do PPC. um conjunto de profissionais bem qualificados estão sendo solicitados no mercado de trabalho.

A formação superior na FAAM tem como objetivo proporcionar ao aluno um conhecimento dinâmico do mundo. à educação ambiental. as atividades de investigação científica estarão voltadas para a resolução de problemas e de demandas da comunidade na qual a FAAM está inserida. no Curso de Graduação em Enfermagem que oferecerá. ações estratégicas a serem implantadas. capacitando-o para o exercício cidadão e profissional em tempos de rápidas e profundas mudanças. ao encorajamento para o desenvolvimento de competências e habilidades adquiridas nos diversos cenários de ensino aprendizagem. com a missão da IES. Os princípios pedagógicos que embasam o ensino da FAAM têm como diretriz norteadora uma proposta pedagógica que implica uma concepção crítica das relações existentes entre educação. permanentemente serve de base para o processo de aperfeiçoamento continuado de docentes. uma integração do ensino no contexto real da vida da comunidade e uma prática educativa transformadora e participativa. estimulando o aprimoramento da ação curricular. 41 .3. por sua vez. assim como a realização de estágios e a participação em atividades de extensão.1. toda a formação dos futuros profissionais. num determinado horizonte temporal. à condução das avaliações periódicas que utilizem instrumentos variados e complementares que sirvam para orientar processos de revisão do Projeto Pedagógico do Curso que oferecerá. As políticas institucionais de ensino têm como pressuposto a formação profissional capaz de preparar para o mercado de trabalho. A implantação e a consolidação do Curso de Graduação em Enfermagem ocorrerão mediante a utilização das políticas institucionais aprovadas no âmbito do PDI. A política de ensino. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso O Curso de Enfermagem da FAAM está alicerçado em políticas institucionais que. O PDI estabelece as políticas e as diretrizes institucionais. de forma coerente com as políticas constantes dos seus documentos oficiais (PDI e PPC). o Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem incentivará a investigação científica para a qualificação do ensino. sociedade e trabalho. As políticas institucionais visam a promover a compreensão dos alunos sobre o contexto econômico. para o cumprimento dessas políticas institucionais. No Curso de Graduação em Enfermagem. proporcionando condições para que os futuros egressos atuem de acordo com os valores da ética e com os princípios da cidadania. em sintonia com a política de investigação científica e de extensão institucionais. Assim. social. político e cultural da sociedade. com vista à qualificação dos cursos da FAAM. além de uma sólida formação geral e profissional. social e política. com o perfil do egresso esperado e em consonância com o PDI. inclusive as que se referem à experiência profissional considerada relevante para a área de formação. Assim. ao fortalecimento da articulação da teoria com a prática. As políticas institucionais para a graduação são operacionalizadas mediante o estímulo às práticas de auto estudo. A FAAM implantará as políticas previstas para o ensino na modalidade presencial. Ética e legislação profissional deverão permear de forma transversal. valorizando as atividades de investigação (individual e coletiva). e à promoção da discussão de questões relacionadas à ética profissional. foram pensadas e traçadas dentro de um contexto de sintonia com os objetivos do curso. com base no desenvolvimento de novas metodologias e tecnologias de ensino.

à necessidade atual de formação inter e multidisciplinar. está presente no Plano Nacional de Educação que estabelece entre seus objetivos e metas para a Educação Superior: “incentivar a generalização da prática da pesquisa como elemento integrante e modernizador dos processos de ensino-aprendizagem em toda a educação superior. regional e nacional. inerente a grupos restritos de pesquisadores para apresentar-se como um dos elementos capazes de responder às exigências de formação da sociedade moderna. as atividades de extensão serão desenvolvidas visando a promover a sua articulação com a sociedade. Dessa forma. com a concretização do projeto institucional. a ser instaurado com o desenvolvimento e a institucionalização da pesquisa. transferindo para esta os conhecimentos desenvolvidos com as atividades de ensino e investigação científica. Esse entendimento. exerce um papel fundamental a disciplina Metodologia Científica que contribui. As práticas investigativas. privilegiados como eixos integradores. possibilitando o conhecimento de procedimentos e metodologias científicas. adequadas ao início das atividades da Instituição. e interligado à concretização e consolidação do projeto acadêmico-institucional da IES. num empreendimento que busca antecipar e melhorar a preparação de quadros científicos. atividade a ser desenvolvida pelos alunos sob orientação docente. estudos de caso. para o desenvolvimento do raciocínio científico e da postura investigativa. 42 . inclusive com a participação de alunos no desenvolvimento da pesquisa”. Caracteriza-se pela viabilização prática e compartilhamento com a comunidade do conhecimento sistematizado pelo saber humano e daquele produzido na FAAM. sob orientação docente. portanto. de forma a estimular nos alunos o desenvolvimento da capacidade investigativa. nos cursos de graduação. a familiaridade com as grandes questões de relevância para a população. associadas às ações extensionistas. No que se refere aos trabalhos de campo. associadas às atividades de extensão. envolvendo equipes multidisciplinares constituídas por alunos dos cursos da FAAM. No Curso de Graduação em Enfermagem. ao tempo que instrumentaliza metodologicamente o aluno para o processo de pesquisa. um processo que ocorre simultaneamente. como atividade fomentadora da produção de novos conhecimentos. com propósitos formativos. a FAAM colocará em prática o entendimento hoje vigente de que a atividade de investigação científica deve se descolar do campo da atividade especializada. Consiste. há que se ressaltar. é um investimento que visa contribuir para a formação de futuros pesquisadores. se transformar. trabalhos de campo. Para a concretização dessa dinâmica de trabalho. As práticas investigativas devem ter potencial para. e captando demandas e necessidades da sociedade para orientar a produção e o desenvolvimento de novos conhecimentos. além das habilidades de atuar em equipes multiprofissionais. nas áreas dos cursos oferecidos. Têm como objetivo central. A iniciação científica. por o estudante em contato com processos investigativos rigorosos. a capacidade de sistematizar e interpretar os dados produzidos em campo. As prioridades de ações de responsabilidade social farão com que a FAAM cumpra a sua função social e se torne uma estrutura fundamental para melhoria na qualidade de vida no contexto local. podem se constituir por ações de levantamento e análise de dados e informações relevantes para a população da região. ainda. Responde. caracterizam-se pelo desenvolvimento de pesquisas bibliográficas.

A FAAM ensejará a formação de um corpo docente qualificado em nível de titulação. com base nas orientações do Projeto Pedagógico. estes dados também vão compor o escopo de atividades que visam a manutenção dos estudantes nos bancos escolares. seguirá as políticas estabelecidas nos documentos oficiais. Assim. por meio da avaliação desenvolvida pela CPA e por atividades que visam à integração dos ex-estudantes com a Pós-Graduação. A gestão da FAAM. Merece também destacar que. A FAAM também desenvolverá métodos de acompanhamento de egressos. incidindo em ações que visam o controle dos índices de evasão. articulada à gestão do Curso de Graduação em Enfermagem. utilizando a biblioteca como suporte ao processo de formação. encaminhados à Diretoria e ao Conselho de Administração Superior. Tendo em vista o número de vagas. o PDI e o PPC. membro do Colegiado de Curso e do NDE. sobretudo profissional. consultiva e deliberativa da FAAM contará com a participação da Coordenadoria do Curso. 3. retenção e permanência. sendo utilizado em disciplinas de formação profissional e complementar. No tocante ao regime de trabalho foi priorizada a 43 . assuntos de interesse do Curso de Graduação em Enfermagem tratados pelo NDE e pelo Colegiado de Curso serão. consolidando um escopo gerencial relevante aplicado ao curso de Enfermagem. observando os quesitos relacionados à qualificação. distribuídas nos turnos diurno e noturno. integrando as atividades práticas e teóricas de modo a promover conhecimentos acadêmicos e profissionais aos futuros profissionais.FAAM pretende implantar o curso de Enfermagem com 200 (duzentas) vagas anuais. Além de atender as considerações da avaliação institucional. Entre as informações consideradas no acompanhamento. contribuindo para a educação continuada do egresso. destacando-se Regimento Geral. O Conselho de Administração Superior. quando necessários regimentalmente. Serão realizadas reuniões com a Diretoria e Coordenadoria para discutir assuntos de interesse do Curso de Graduação em Enfermagem. sendo atualizada periodicamente com títulos que dão sustentação aos planos de ensino. documentos que norteiam o cumprimento das políticas de gestão da FAAM. 50 vagas no período vespertino. destacam-se o posicionamento profissional e as expectativas em nível de pós-graduação. titulação e regime de trabalho.2. Os laboratórios contarão com equipamentos adequados à formação do egresso. Além de um conjunto relevante de informações. o curso ainda contará com laboratórios especializados e disciplinas práticas que visam a inserção do acadêmico no contexto prático. órgão máximo de natureza normativa. da seguinte forma: 50 vagas no período matutino. Número de Vagas A Faculdade da Amazônia . 100 vagas no turno noturno. é possível o desenvolvimento de práticas profissionais que contam a contribuição de metodologias alinhadas com a identidade e o perfil de formação do profissional. integrando métodos de ensino e práticas interdisciplinares que visam à consolidação do curso. Já a biblioteca dará suporte ao desenvolvimento de todas as disciplinas. a FAAM dimensionou o corpo docente de forma a atender as necessidades das turmas que se formarão.

utilizada pelo corpo discente e corpo docente. práticas.  Ministrar os conteúdos essenciais previstos na estrutura curricular por meio das atividades teóricas. A infraestrutura disponível. extensão/assistência. 4. que leve à construção do perfil almejado. Objetivo Geral O curso de graduação em Enfermagem da FAAM objetiva oferecer ao aluno uma formação generalista e humanista. também.  Desenvolver as atividades curriculares.  Desenvolver as competências e habilidades gerais e específicas necessárias ao exercício profissional do enfermeiro articuladas aos contextos sócio-político-cultural nacional e local. que possibilite o desenvolvimento da capacidade de reflexão e de crítica. buscar atualização tecnológica. levando em conta a evolução epistemológica dos modelos explicativos do processo saúde-doença. assim como a formação de um enfermeiro educado para a cidadania e para participação plena na sociedade. de forma integrada e criativa. OBJETIVOS DO CURSO 4. complementares. 44 . a buscar mais conhecimentos.atuação de docentes contratados em tempo parcial ou integral. está dimensionada para atender ao quantitativo de alunos que se pretende. 4.1. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do curso de graduação em Enfermagem da FAAM são:  Assegurar a articulação entre o ensino. A FAAM já elaborou plano de ampliação da infraestrutura com o objetivo de melhorar os espaços e qualificá-los para o atendimento das necessidades futuras. e o habilite.2. a investigação científica e a extensão/assistência. elaboração de trabalho de conclusão de curso e estágio curricular supervisionado. socializando o conhecimento produzido. tendo como base de construção do perfil almejado e a integração entre ensino. enquanto profissional. Os espaços ocupados pela biblioteca e pelos laboratórios estão dimensionados para receber a totalidade das turmas iniciais e devidamente equipados. garantindo um ensino crítico. Almeja-se promover no aluno a capacidade de desenvolvimento intelectual e profissional autônomo e permanente. considerando a realidade sócio-político- cultural nacional e local.  Implementar metodologias no processo ensinar-aprender que estimulem o aluno a refletir sobre a realidade social e aprenda a aprender. investigação científica. na busca da interdisciplinaridade. identificar as possibilidades de atuação com senso de responsabilidade social e compromisso com o indivíduo e a intervir nos problemas/situações de saúde-doença. estimulando a realização de experimentos e/ou de projetos de investigação científica. reflexivo e criativo.

 Promover a articulação das atividades teóricas e práticas desde o início do processo de formação do enfermeiro. com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania.  Fomentar a valorização das dimensões éticas e humanísticas da profissão.  Estimular dinâmicas de trabalho em grupos. 5. observando os princípios éticos e humanísticos. qualificado para o exercício de Enfermagem. Perfil do Egresso O Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Enfermagem representa a materialização do compromisso da Faculdade da Amazônia com a ampliação da oferta de ensino superior de qualidade no município de Ananindeua. cujo egresso apresente perfil conforme estabelecido no artigo 3 dessa norma.  Favorecer o desenvolvimento de atividades de Enfermagem.  Desenvolver o senso de valor profissional e da atuação do enfermeiro como diferencial para a transformação da sociedade. por favorecerem a discussão coletiva e as relações interpessoais. o aprender a ser. com ênfase na sua região de atuação. nos diferentes níveis de atenção à saúde do indivíduo. Para cumprir esse compromisso a FAAM se propõe a oferecer um curso em consonância com as diretrizes curriculares dispostas na Resolução do CNE/CES 3/2001. com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos. procurando contribuir no aperfeiçoamento das dinâmicas institucionais. humanista. o saber fazer e o saber conviver.  Utilizar estratégias pedagógicas que articulem o saber. de modo integral. capaz de atuar. assegurando o cuidar com qualidade. família e dos grupos sociais. capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional. o aprender a viver juntos e o aprender a conhecer que constitui atributos indispensáveis à formação do enfermeiro.1. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES 5. Dessa forma. como promotor da saúde integral do ser humano. o aprender a fazer. visando desenvolver o aprender a aprender. o profissional formado no curso de Enfermagem da FAAM será capaz de: 45 . desenvolvendo no aluno atitudes e valores orientados para a cidadania e para a solidariedade. identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus determinantes. crítica e reflexiva.  Promover a inserção da comunidade acadêmica nas ações de saúde promovidas pelo Sistema de Saúde no Município de Ananindeua e no Estado do Pará.  Fortalecer o reconhecimento do futuro profissional como agente transformador do processo de trabalho. permeando-a de forma integrada e interdisciplinar. ou seja: formação generalista. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO.

tanto em nível individual quanto coletivo. assim como o contido no artigo 4 da Resolução CNE/CES 3/2001.  reconhecer a natureza humana em suas diversas expressões e fases evolutivas.  intervir em enfermagem.  compreender as políticas sociais. que compreenda tanto seu papel relativo a adoção de procedimentos que visem recuperação e reabilitação do paciente. Ao elaborar o Projeto Pedagógico do curso de Graduação em Enfermagem.  reconhecer as estruturas e as formas de organização social. tanto em nível individual como coletivo. promoção. Não se pode falar em competências e habilidades sem tratar também das atitudes. Já as habilidades são as aptidões desenvolvidas e que tornam as pessoas diferenciadas em alguns aspectos. 46 . com a resolução do problema de saúde. em particular as políticas de saúde e sua interface com as práticas de enfermagem. a Faculdade da Amazônia considera que oferecer o curso de graduação em Enfermagem é. antes de tudo. realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética. com visão sanitarista. segundo as especificidades dos sujeitos e dos perfis epidemiológicos do coletivo. proteção e reabilitação da saúde. sendo capaz de pensar criticamente. cumprir o compromisso com Ananindeua. pois o curso será implementado intimamente articulado com os serviços públicos de atenção à saúde do estado e do município.  buscar e utilizar novos conhecimentos para o desenvolvimento da prática profissional. de aprendizagem. que prevê as competências e habilidades gerais requeridas para o profissional Enfermeiro. O perfil esperado para o egresso do curso de Enfermagem da FAAM vai ao encontro da necessidade de formação de profissional valorizado pelo SUS. como resultados de ações conscientes. de busca de informações e de elaborações mentais aplicadas de forma objetiva e eficaz.2. tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico. a FAAM teve presente tais entendimentos. ou seja. assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde. As atitudes podem ser definidas como comportamentos adotados em face da aplicação de princípios e valores. são características mundialmente propagadas em se tratando da formação de profissionais da área da saúde. Competências e Habilidades Gerais Vale inicialmente destacar que competências adquiridas são produtos de experiências. Estas. ou seja. de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Por todas estas particularidades. aliás. a seguir referidas:  Atenção à saúde: desenvolver ações de prevenção. em conformidade com os princípios éticos e legais da profissão. mas sim. com o estado do Pará e com a região amazônica. como a necessidade de ações que visem a promoção da saúde. 5.

os recursos físicos e materiais e informações. dos medicamentos. ser comprometido. a FAAM também considera que o processo de aquisição de conhecimentos.  capacidade de liderança. ser responsável e compromissado com sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais.  capacidade de atuar de forma humanizada. o egresso terá:  conhecimento técnico e científico.  capacidade de tomar de decisão.  Administração e gerenciamento: tomar iniciativas. ser empreendedor.  capacidade de gerenciar seus pares e equipes multiprofissionais. a formação e a cooperação por meio de redes nacionais e internacionais. ao concluir o curso. baseadas em evidências científicas. de habilidades e de atitudes será desenvolvido diariamente. demonstrar.  visão holística do cuidado.  comportamento dinâmico. uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação. na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. comunicar-se e gerenciar tarefas de forma efetiva e eficaz.  Liderança: assumir posições de liderança no trabalho em equipe multiprofissional. possuir competências e habilidades para avaliar. proporcionar condições para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços sob sua responsabilidade. gestor e lider na equipe de saúde.  capacidade de manter relacionamento interpessoal. ser hábil na escrita e leitura. comunicar-se de forma verbal. pelo menos. estimular e desenvolver a mobilidade acadêmico/profissional. dos procedimentos e das práticas empregadas. com iniciativa e atitude. sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade.  Comunicação: ser acessível e manter a confidencialidade das informações a ele confiadas.  capacidade de trabalhar em equipe.  capacidade de comunicar-se com seus pares e com o assistido. 47 . responsável. Tendo incorporado ao projeto pedagógico todas as orientações contidas nas diretrizes curriculares. dominar.  Educação permanente: ser capaz de aprender continuamente. empatia. gerenciar e administrar a força de trabalho.  Tomada de decisões: capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado. durante a formação e quando do exercício profissional. dos equipamentos. não-verbal. a eficácia e o custo-efetividade da força de trabalho. em compasso com o ritmo de oferta das disciplinas e. tomar decisões. sistematizar e decidir as condutas mais adequadas.

em especial das especificidades relativas a saúde individual e da coletividade.  controle emocional e entendimento da necessidade de ouvir.  apropriar-se das características da sociedade na qual está inserido.  atuar profissionalmente.  interferir na dinâmica de trabalho institucional. a fim de contribuir com estratégias de promoção. reconhecendo-se como agente desse processo.  aplicar o processo de enfermagem visando à assistência integral do cliente. legais e humanísticos da profissão.3. com ações de promoção.  atuar como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem. considerando as particularidades dos contextos e demandas. responsabilizando-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem.  atitudes de comprometimento e responsabilidade.  raciocínio clínico.  intervir no processo de saúde-doença. 48 . proteção e reabilitação à saúde do indivíduo e da coletividade e utilizando os instrumentos e técnicas necessárias.  atuação com base em procedimentos de segurança e ética. prevenção.  compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais.  usar adequadamente novas tecnologias.  capacidade de negociação.  reconhecer as relações de trabalho e sua influência na saúde. compreendendo a natureza humana em suas dimensões. reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações. das famílias e das comunidades. prevenção e reabilitação a saúde de indivíduos. Habilidades Específicas O projeto pedagógico proposto pretende fomentar no profissional o desenvolvimento habilidades específicas para:  reconhecer a saúde como direito do indivíduo.  respeitar os princípios éticos. 5. em suas expressões e fases evolutivas e empregando conhecimentos técnico-científicos apropriados para cada caso.  criatividade no desempenho das tarefas.

a FAAM vislumbra que o egresso de seu curso de graduação em Enfermagem se encontrará em situação privilegiada. g) cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida.  planejar. d) participação em projetos de construção ou reforma de unidades de internação. Diante desse cenário. i) execução do parto sem distocia. c) prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde. e) consulta de enfermagem. Em síntese. b) participação na elaboração.  desenvolver. auditoria e emissão de parecer sobre matéria de enfermagem. 5. coordenação. constata-se que a participação dos Enfermeiros em todos os níveis de atenção à saúde é fundamental para o incremento de ações de prevenção. h) acompanhamento da evolução e do trabalho de parto.  Como integrante da equipe de saúde: a) participação no planejamento. participar e aplicar pesquisas e/ou outras formas de produção de conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional. f) prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados à clientela durante a assistência de enfermagem. g) assistência de enfermagem à gestante. Perspectivas / Possibilidades de Inserção Profissional do Egresso A transição do curso de graduação para o campo de trabalho é um processo desafiador para o recém-formado. empresas e instituições em projetos de saúde.  assessorar órgãos. execução e avaliação dos serviços de assistência de enfermagem. proteção e reabilitação da saúde e essenciais para o desenvolvimento social e humano da comunidade na qual está inserido. conseqüente da expectativa pela conquista do emprego e pelo início da prática das atividades para as quais foi preparado. São elas:  Privativamente: a) direção do órgão de enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde. j) educação visando à melhoria de saúde da população. organização. e) prevenção e controle sistemático de infecção hospitalar e de doenças transmissíveis em geral. execução e avaliação da programação de saúde. c) planejamento. tendo em vista que o projeto pedagógico proposto. No caso do egresso do curso de graduação em Enfermagem as atividades que lhe são atribuídas estão previstas no artigo 11 da Lei nº 7. b) organização e direção dos serviços de enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços. f) prescrição da assistência de enfermagem. Nesse momento da vida é intensa a preocupação e a ansiedade para o egresso. As atividades possíveis de serem executadas indicam a amplitude do mercado de trabalho para o egresso do curso de graduação em Enfermagem. execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde. está adequado para que o aluno 49 . parturiente e puérpera. pública ou privada. programar e participar dos programas de formação e qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde. d) consultoria. conforme já amplamente explanado nesse documento. que regulamentou o exercício da enfermagem. promoção.4.498/1986. e chefia de serviço e de unidade de enfermagem. h) cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas.

com autonomia e em consonância com os preceitos éticos e legais. comportamentais. estão disponíveis equipamentos. ecológicos. ESTRUTURA CURRICULAR E BIBLIOGRAFIA 6. serviços e unidades de atendimentos que requerem a constante atuação do profissional de enfermagem e serão espaços de absorção dos egressos. em atendimento ao que determina o artigo 6˚ da Resolução CNE/CES n˚ 3/2001. áreas de influência direta da FAAM. da família e da comunidade. Os conteúdos de cada área estão relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão. 50 . Biologia Celular e Citologia. Português Instrumental. A área de Ciências Biológicas e da Saúde inclui os conteúdos (teóricos e práticos) de base moleculares e celulares dos processos normais e alterados. 6. Tendo presente. aplicados às situações decorrentes do processo saúde-doença no desenvolvimento da prática assistencial de Enfermagem. Bioquímica Aplicada à Enfermagem. Imunologia. culturais. que possibilitam ao aluno a compreensão das questões sociais. legislação profissional e direitos humanos serão de abordagem curricular integrada e transversal. que impactam no processo saúde-doença. o que possibilitará capacitar melhor o alunos para atuação na promoção. Cultura Afro-Brasileira e Relações Étnico-Raciais.adquira as competências que o habilitará a exercer as atividades profissionais que lhe são reservadas por lei. Na matriz curricular estes conteúdos estão presentes nos seguintes componentes: Abordagem Sócio-Antropológica da Saúde e Doença. Desenvolvimento Psicológico e Saúde Mental. contempla as seguintes áreas do conhecimento: Ciências Biológicas e da Saúde. Antropologia. também. Microbiologia. Conteúdos Curriculares A estrutura curricular do Curso de Graduação em Enfermagem proposto pela Faculdade da Amazônia. a necessidade de preparar o aluno para enfrentar esse momento. de forma que proporcionam ao aluno a integralidade dos conhecimentos acerca das ações do cuidar em Enfermagem. órgãos. Ciências Humanas e Sociais e Ciências da Enfermagem. A área de Ciências Humanas e Sociais inclui os conteúdos referentes às diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade. da estrutura e função dos tecidos. integrados à realidade epidemiológica e profissional. psicológicos. Genética e Evolução. Metodologia da Pesquisa em Saúde. Bioética. Corpo. Biofísica. Especificamente nos municípios de Belém e Ananindeua. recuperação e reabilitação da saúde. Processos Patológicos. sistemas e aparelhos. Parasitologia. éticas e legais. Fisiologia Humana. a FAAM concluiu que a discussão sobre a entrada no mercado de trabalho do recém-formado merece destaque e deverá ser objeto de eventos institucionais a serem realizados nos semestres finais do curso. O conteúdos de ética. prevenção. Histologia e Embriologia. Farmacologia. mediante temas relacionados aos conteúdos específicos das disciplinas de todos os períodos do Curso de Graduação em Enfermagem e nas disciplinas de estágio. Gênero e Sexualidade.1. Ética Profissional e Direitos Humanos. Na matriz curricular estão previstos os seguintes componentes curriculares: Anatomia Humana para Enfermagem I e II.

Processo de Cuidar da Saúde da Pessoa com Transtorno Mental. Em Ensino de Enfermagem são abordados os conteúdos os conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica do enfermeiro. ao adulto. Administração de Enfermagem.795. Processo de Cuidar da Saúde do Paciente Crítico. as investigações científicas e as atividades de extensão deverão observar os princípios básicos da educação ambiental previstos no artigo 4º da Lei nº 9. Processo de Cuidar da Saúde do Adulto e do Idoso. A educação ambiental também estará integrada às demais disciplinas do curso de modo transversal. Comunicação e Práticas Educativas em Enfermagem. por meio do desenvolvimento de temas relacionados com o meio ambiente e a sustentabilidade socioambiental previstos nos conteúdos dos componentes curriculares História da Enfermagem. Políticas Públicas de Saúde. Em Fundamentos de Enfermagem são abordados os conteúdos técnicos. Saúde do Trabalhador. Nutrição e Dietoterapia Aplicadas à Enfermagem.281 de 25 de junho de 2002. Microbiologia.795. Processo de Cuidar da Saúde da Criança e do Adolescente. Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem I e II. Em Administração de Enfermagem são abordados os conteúdos (teóricos e práticos) da administração do processo de trabalho de Enfermagem e da assistência de Enfermagem. Saúde da População Negra. II e III. Enfermagem em Saúde da Família e da Comunidade. metodológicos e os meios e instrumentos inerentes ao trabalho do enfermeiro e da Enfermagem em nível individual e coletivo. e ao Decreto nº 4. Sistema Único de Saúde e Saúde Coletiva. ao adolescente. A área de Ciências da Enfermagem inclui os conteúdos de Fundamentos de Enfermagem. de 27 de abril de 1999: 51 . Enfermagem nas Doenças Transmissíveis. à mulher e ao idoso. bem como os princípios éticos. Enfermagem e Biossegurança. considerando os determinantes socioculturais. os estudos. Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Material. Bioestatística. Parasitologia. presente nos componentes curriculares Saúde e Educação Ambiental e Comunicação e Práticas Educativas em Enfermagem. econômicos e ecológicos do processo saúde-doença. No desenvolvimento de todos os componentes curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem. em atendimento à Lei nº 9. presentes nos seguintes componentes curriculares: Aprendizagem Vivencial em Enfermagem I. é assegurado pela inclusão da disciplina "Saúde e Educação Ambiental". Em Assistência de Enfermagem são abordados os conteúdos (teóricos e práticos) que compõem a Assistência de Enfermagem em nível individual e coletivo prestada à criança. Enfermagem em Saúde da Família e da Comunidade. Saúde da População Indígena. Epidemiologia e Vigilância em Saúde. Sistema Único de Saúde e Saúde Coletiva. oferecidos nos seguintes componentes curriculares: História da Enfermagem. O estudo das políticas de educação ambiental. Farmacologia. Tecnologias de Informação e Comunicação na Saúde. de 27 de abril de 1999. contínuo e permanente. legais e humanísticos inerentes ao cuidado de Enfermagem. Estágio em Gestão em Saúde e Enfermagem. presente no componente Gestão em Saúde e Enfermagem. Saúde do Trabalhador. Epidemiologia e Vigilância em Saúde. Políticas Públicas de Saúde. e Ensino de Enfermagem. Processo de Cuidar da Saúde da Mulher e do Neonatal. Assistência de Enfermagem. Enfermagem em Primeiros Socorros.

Enfermagem Oncológica. democrático e participativo. Introdução à Tanatologia.  a garantia de continuidade e permanência do processo educativo.  a concepção do meio ambiente em sua totalidade. Enfermagem na Prevenção e no Controle de Infecção Hospitalar. em atendimento ao disposto no §2º do artigo 3º do Decreto nº 5.  o enfoque humanista.626/2005. a partir da escolha do aluno dentre as disciplinas de lista disponibilizada pela FAAM. Imagenologia Aplicada à Enfermagem. assim como conteúdos da história e cultura afro-brasileira e indígena. Homecare. Plantas Medicinais nas Práticas de Saúde. A lista de disciplinas optativas poderá ser ampliada ou modificada a cada semestre. Ética Profissional e Direitos Humanos" são abordados os temas relacionados à educação em direitos humanos. holístico. Terapias Corporais. Virologia Básica e Clínica. a educação. Em atendimento à Resolução CNE/CP nº 01. na perspectiva da inter. Cultura Afro-Brasileira e Relações Étnico-Raciais" são desenvolvidos temas objetivando a educação das relações étnico-raciais. A "Língua Brasileira de Sinais . Língua Brasileira de Sinais . componente curricular obrigatório do curso.  a permanente avaliação crítica do processo educativo. Estão previstas como componentes curriculares optativos as seguintes disciplinas: Enfermagem Gerontogeriátrica. de 17 de junho de 2004. será desenvolvido no 8º e no 9º semestres. considerando a interdependência entre o meio natural. regionais. multi e transdisciplinaridade. de 30 de maio de 2012. Trata-se de atividade de síntese e integração de conhecimento. 7º e 8º semestres do curso.  a abordagem articulada das questões ambientais locais. 52 .  a vinculação entre a ética. o socioeconômico e o cultural.  o pluralismo de ideias e concepções pedagógicas. Auditoria em Enfermagem. Diagnóstico em Enfermagem. As disciplinas optativas estão previstas para serem oferecidas nos 6º. o trabalho na área e as práticas sociais. tendo sempre por base as necessidades do mercado de trabalho e o perfil profissional que se deseja para o egresso. o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes. nacionais e globais. sob o enfoque da sustentabilidade.LIBRAS. Em todos os componentes curriculares serão desenvolvidos trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso. Em atendimento à Resolução CNE/CP nº 01. Práticas Educativas em Saúde.LIBRAS" será oferecida entre as disciplinas optativas do curso. O Trabalho de Conclusão Curso.  o reconhecimento e o respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural. na disciplina "Antropologia. na disciplina "Bioética.

quando necessários. da Atenção Básica através da Estratégia Saúde da Família. o Ensino Clínico. Será realizado sob supervisão direta da Instituição. inclusive no período de férias acadêmicas. de qualquer das atividades de ensino do Curso de Graduação em Enfermagem. Matriz Curricular 1º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Português Instrumental 02 00 02 40 Abordagem Sócio-Antropológica da Saúde e 02 00 02 40 Doença Anatomia Humana para Enfermagem I 02 02 04 80 Políticas Públicas de Saúde. As Atividades Complementares constituem componente curricular obrigatório do Curso de Graduação em Enfermagem. dentro ou fora do turno regular das aulas. inclusive por aqueles discentes que se matricularem no turno noturno. sendo desenvolvidas ao longo do curso.2. por todos os alunos em turno diurno. O Estágio Supervisionado. sem prejuízo. Sistema Único 02 00 02 40 de Saúde e Saúde Coletiva Saúde e Educação Ambiental 02 00 02 40 Biologia Celular e Citologia 02 02 04 80 Histologia e Embriologia 02 02 04 80 História da Enfermagem 02 00 02 40 TOTAL 16 06 22 440 2º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Anatomia Humana para Enfermagem II 02 02 04 80 Comunicação e Práticas Educativas Em 02 00 02 40 Enfermagem Genética e Evolução 03 01 04 80 Bioquímica Aplicada à Enfermagem 02 02 04 80 Bioestatística 02 00 02 40 Fisiologia Humana 02 04 06 120 TOTAL 13 09 22 440 53 . os Estágios e as Atividades Complementares serão desenvolvidos. mais precisamente. 6. no entanto. As Atividades Complementares poderão ser desenvolvidas em qualquer semestre ou período letivo. que são prioritárias. As Práticas de Campo. através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade. componente curricular também obrigatório. será realizado nos 9º e 10º semestres. as Atividades Assistenciais na área de Saúde Coletiva e.

ética Profissional e Direitos 02 00 02 40 Humanos Desenvolvimento Psicológico e Saúde 02 00 Mental 02 40 TOTAL 14 08 22 440 5º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Enfermagem na Geriatria e Gerontologia 02 02 04 80 Antropologia. Cultura Afro-Brasileira e 02 00 02 40 Relações Étnico-Raciais Processo de Cuidar da Saúde do Adulto 02 02 04 80 Enfermagem e Biossegurança na Prevenção 02 00 02 40 54 . 3º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Biofísica 02 00 02 40 Tecnologias de Informação e Comunicação 00 02 02 40 na Saúde Microbiologia 02 02 04 80 Parasitologia 02 02 04 80 Metodologia da Pesquisa em Saúde 02 00 02 40 Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem I 02 02 04 80 Epidemiologia e Vigilância em Saúde 04 00 04 80 TOTAL 14 08 22 440 4º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Farmacologia 02 02 04 80 Saúde do Trabalhador 02 00 02 40 Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem 02 02 04 80 II Processos Patológicos 02 02 04 80 Imunologia 02 02 04 80 Bioética.

LIBRAS 02 00 02 40 TOTAL 12 10 22 440 7º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Enfermagem Urgência e Emergência 04 02 06 120 Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de 04 02 06 120 Material Enfermagem nas Doenças Transmissíveis 03 03 06 120 Saúde da População Negra 02 00 02 40 Optativa II -Terapias Corporais 02 00 02 40 TOTAL 15 07 22 440 8º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Gestão em Saúde e Enfermagem 02 02 04 80 55 .e no Controle da Infecção Hospitalar Nutrição e Dietoterapia Aplicadas à 01 01 02 40 Enfermagem Enfermagem em Saúde da Família e da 02 00 Comunidade 02 40 Desenvolvimento Psicológico e Saúde Mental 02 00 02 40 Aprendizagem Vivencial em Enfermagem I 01 01 02 40 Assistência de Enfermagem a Saúde do 02 00 02 40 Homem TOTAL 16 06 22 440 6º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Processo de Cuidar da Saúde da Criança e 04 04 08 160 do Adolescente 02 Processo de Cuidar da Saúde do Neonatal 02 04 80 Processo de Cuidar da Saúde da Mulher 02 02 04 80 Processo de Cuidar da Saúde da Pessoa 02 02 04 80 com Transtorno Mental Optativa I .

. 200 Estágio Curricular na Atenção Hospitalar I . . 230 Estágio Curricular na Atenção Básica II . 02 40 Diagnóstico em Enfermagem 02 02 40 Prática Assistencial na Hipertensão Arterial 02 . . . 02 40 Introdução à Tanatologia 02 . 02 40 Acreditação Hospitalar e Auditoria em 02 . .Plantas Medicinais nas Práticas 02 . 200 10º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Estágio Curricular na Atenção Hospitalar II . . . . . 02 40 Enfermagem QUADRO RESUMO DA CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO CARGA HORÁRIA CARGA HORÁRIA EM HORA COMPONENTES CURRICULARES EM HORA AULA RELÓGIO H/A % H/R % 56 . 230 Estágio em Gestão em Saúde e Enfermagem . 100 COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Enfermagem Oncológica 02 .Processo de Cuidar da Saúde do Paciente 04 02 06 120 Crítico Saúde da População Indígena 04 00 04 80 Trabalho de Conclusão de Curso I 02 02 04 80 Aprendizagem Vivencial em Enfermagem II 01 01 02 40 Optativa III. 02 40 de Saúde TOTAL 15 07 22 440 9º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMANAL CARGA HORÁRIA COMPONENTES CURRICULARES TEÓRIC PRÁTIC TOTAL SEMESTRA A A L Trabalho de Conclusão de Curso II 02 02 04 80 TOTAL 02 02 04 80 Estágio Curricular na Atenção Básica I . . 02 40 Virologia Básica e Clínica 02 . 02 40 Homecare 02 .

00 TOTAL 4. 2011. FIORIN.00 Estágio Curricular Supervisionado 960 20.000 100. Lindley. São Paulo: Atlas. HENRIQUES. PRIMEIRO PERÍODO PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Ementa Noções básicas de linguagem e expressão. João Bosco. São Paulo: Atlas. 2010. Petrópolis: Vozes. Níveis e fases da leitura. Rio de Janeiro: Lexikon Editorial. FARACO. ed. 2007. situacionalidade. Ementário e Bibliografia As ementas e os programas dos componentes curriculares estão adequados à concepção do curso e são atualizados periodicamente. 469. GOBBES. ed. ed. processos de retextualização. Modalidades textuais e seus padrões: informatividade. produção textual.00 800 20. MEDEIROS. Joaquim Mattoso. Padrões de textualidade. 2009. 13ª. 9. Maria Margarida de. Português instrumental.3. Bibliografia Complementar CAMARA JÙNIOR. MEDEIROS. Componentes Curriculares Obrigatórios e Optativos 3.Tipologia textual e sua caracterização. Cristovão.5 C ANDRADE. Francisco Platão. intencionalidade. marcadores e pressuposição. Linguagem verbal e não verbal. 57 .800 100.00 4. CUNHA. Adilson. intertextualidade. ed. A bibliografia indicada (básica e complementar) para os componentes curriculares do curso está plenamente adequada. 16. Bibliografia Básica CINTRA.000 75.00 Atividades Complementares 240 5. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. atualizada e é relevante. Petrópolis: Vozes.00 3. Carlos Alberto. João Bosco. Celso.00 6. Dicionário de erros correntes da língua portuguesa. Prática de texto: para estudantes universitários. Estruturas linguísticas morfossintáticas. Estrutura da língua portuguesa. 2010. José Luiz. 43. São Paulo: Atlas. aceitabilidade. Elementos da comunicação e funções da linguagem. Para entender o texto: leitura e redação. ed. Nova gramática do Português contemporâneo. Antonio. 5.600 75. ed. 9.00 200 5. 11. TEZZA. São Paulo: Ática. ed. 2014 SAVIOLI. 2013.

São Paulo: Atlas. Cecil G. HELMAN. Postura e locomoção. Porto Alegre: Artmed. ANATOMIA HUMANA PARA ENFERMAGEM I Ementa Introdução e divisão da Anatomia. 2014.066 M ABORDAGEM SÓCIO-ANTROPOLÓGICA DA SAÚDE E DOENÇA Ementa Saúde como modo de vida. cultura. GUALDA. Epidemiologia e Saúde. Fenomenologia do homem: vida humana. São Paulo: Manole. O papel mediador do universo simbólico na construção social do processo saúde-doença. Goiânia: AB.MEDEIROS. Redação científica. Posições anatômicas. 2009. São Paulo: Manole. ROUQUAYROL. Processo saúde-doença na abordagem antropológica. Enfermagem. Bibliografia Básica MELO Lucas Pereira de. planos e eixos do corpo humano. linguagem. 2012. 58 . São Paulo: Medsi. Dulce Maria Rosa. Bauru: EDUSC. Saúde e Democracia . 2003. 2002. Cultura. Patologias sociais. MARTIN. Osteologia e Artrologia. Vol. Maria Zélia. crescimento urbano. Marcos S. Rio de Janeiro: Fiocruz. A compreensão do homem em suas dimensões social e cultural. 12. A sociologia como ciência e os problemas sociais contemporâneos: a divisão social do trabalho e as relações de classe. Saúde & Doença. 2003. Nisia Trindade. Antropologia para Enfermagem. 2003. trabalho. QUEIROZ. 3) ALBARRACIN. seus determinantes e condicionamentos sociais. CAMPOS. NAKAMURA. princípios de construção. Saúde e Doença: Um Enfoque Antropológico. 808. 2013. . LIMA. (Série Enfermagem e Saúde. ed. SANTOS. A medicina social e a instituição hospitalar. O normal e o patológico.). culturais e comportamentais. Eunice. e sua relação com o processo saúde-doença. conhecimento. São Paulo: Manole. vontade. pobreza e marginalidade. João Bosco. antropologia e saúde. Nomenclatura anatômica. Denise. Bibliografia Complementar SILVA. Eunice Almeida da (Org. José Francisco Quirino dos (Orgs). Naomar de. ALMEIDA FILHO. A relação indivíduo/sociedade e saúde. 2005. Daniel Gonzalo Eslava. Saúde-Doença na Enfermagem: Entre o Senso Comum e o Bom Senso. Edemilson Antunes (Orgs). Sociologia aplicada à enfermagem. (Séries Enfermagem).

Atlas de Anatomia Humana. ZORZETTO. Rio de janeiro: Guanabara Koogan. 2014. José. São Paulo: Manole. Anatomia Humana Básica. ed. Fundamentos da biologia Celular: uma introdução à biologia molecular. lisossomos (digestão celular). C. São Paulo: EPU. teoria e prática. procariontes e eucariontes. José Geraldo. KAWAMOTO. 8. DE ROBERTIS. Atlas de Anatomia Humana.. mitocôndria e cloroplastos. Eduardo M. J. 2002. 2. São Paulo: Atheneu. 2006. Anatomia humana sistêmica e segmentar. G. ed. 2012. 3. aparelho de golgi (armazenamento e secreção celular). ed. Atlas de Anatomia Humana. 2006. Luiz. F. P. Luiz Carlos Uchôa. Biologia celular e molecular.J. ed. al. F. membrana celular. TORTORA. Bruce et. 10. 14. Curso de anatomia humana. São Paulo: Atheneu. G. microscópio. BIOLOGIA CELULAR E CITOLOGIA Ementa Origem da vida. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011. métodos de estudo das células. Porto Alegre: Artmed. núcleo. Bibliografia Básica ALBERTS. . DANGELO. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Bibliografia Básica DANGELO. Princípios de anatomia humana. De Robertis bases da biologia celular e molecular. transporte transmembrana. peroxissomos. FATTINI. 2014. Miologia. JUNQUEIRA. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro. ciclo celular (mitose e meiose): retículo endoplasmático granular (síntese proteica). 2007. A. 2009. SPENCE. S. 2014. CARNEIRO. ed. Bibliografia Complementar NETTER. Paulo: Cienbook. H. Ed. 611 K SOBOTA. 3. J. nucléolo. A. 611 Z WOLF-HEIDEGGER. São Paulo: Atheneu. Bibliografia Complementar 59 . Emília Emi. N. Anatomia e fisiologia humana.2013. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. FATTINI.teoria e prática. Carlos Américo. reticulo endoplasmático liso. Anatomia Humana Básica. A. citoesqueleto. 2009. parede celular.

Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 4. 2008. ed. ed. 2003. HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA Ementa Aquisição de conhecimento básico sobre as células e tecidos e órgãos que compõe o corpo humano. 2004. ed. 4. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. George Doyle.. 2011. FORNÉS. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. MAILLET. Novo atlas de histologia normal de di Fiore. Rámom S. Rio de Janeiro. Robert E. 14. HIB. 12. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. ed. D. ed. Biologia celular. 2006. 2009. Leslie P. 3. 2007. Embriologia clínica. Histologia básica.COOPER. Miguel W. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Bibliografia Complementar GARTNER. Biologia molecular. MALACINSKI. 5. Fundamentos de biologia molecular. Fundamentos de biologia molecular. ed. M. 11. M. Luiz Carlos Uchoa. Eduardo M. George. Elsevier. 2014. DE ROBERTIS. bem interação entre os processos morfofisiológicos e a relação destes para a saúde humana. São Paulo: Atheneu. 8. Eduardo M. Embriologia Humana. 2006. HAUSMAN. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. F. 2005. 2010. MAIA. De Robertis biologia celular e molecular. 8. De Robertis bases da biologia celular e molecular. Porto Alegre: Artmed. Geoffrey M. Atlas colorido de histologia Gartner. São Paulo: Santos. ed. 2010. Histologia: texto e atlas. ed. MOORE.. POLLARD. A célula: uma abordagem molecular. ed.. Porto Alegre: Artmed. PIEZZI. MALACINSKI. José. 2005 HISTÓRIA DA ENFERMAGEM Ementa 60 . José. KUHNEL. EARNSHAW. DE ROBERTIS. Thomas. F. George.. Wolfgang. Marc. Keith. ed. Bibliografia Básica JUNQUEIRA. conhecimentos sobre microscopia óptica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. CARNEIRO. 4. Willian C. L.

multicausalidade e determinação social. Anne G. Trajetória Histórica e Legal da Enfermagem. Rio de Janeiro: Fiocruz. A Enfermagem e a educação ambiental. estaduais e municipais de atendimento básico à saúde da população. O Sistema Único de Saúde e a saúde coletiva. Hospital Secundário e Terciário. organização. POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE. Fundamentos de Enfermagem. SPRINGHOUSE CORPORATION. Zenaide Neto. M. Concepções do processo saúde-doença: unicausalidade.Rio de Janeiro. SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE E SAÚDE COLETIVA Ementa Estudo dos problemas de saúde da população e do sistema de saúde. O papel do Enfermeiro frente às políticas de saúde.História da enfermagem. Aspectos teóricos e metodológicos do processo de formulação de políticas públicas de saúde. Processo de trabalho em saúde na emergência do capitalismo. Rio de Janeiro: Elsevier. A enfermagem como prática social. São Paulo: Ícone.J. PERRY. Processo de trabalho da enfermagem a partir de sua institucionalização: o cuidar do enfermeiro e da enfermagem. 2008. Rio de Janeiro: Revinter. Assistência à saúde no nível primário. 2007. Tamara Iwanow. Bibliografia Básica AGUIAR. 12ªed. Informação e Saúde – Uma Ciência e suas Políticas. Editora Ltda. São Paulo: Brasiliense. Patrícia A. Bibliografia Complementar CIANCIARULLO. MJ Bezerra de Araújo.2008. Bibliografia Básica GEOVANINI. secundário e terciário. Taka. 2005.Bezerra. A organização dos serviços de enfermagem no contexto da saúde pública. M. Genival Fernandes de. São Paulo: Manole. 61 . 2011. Fundamentos de Enfermagem. Telma. LIMA. planejamento. Almerinda. Técnicas Fundamentais da Enfermagem. finalidade. Políticas de saúde no Brasil. meios e instrumentos. gestão avaliação de sistemas e serviços de saúde. POTTER. 2006. A educação ambiental como política pública de saúde. A evolução da Enfermagem no Brasil.. O nascimento e a institucionalização da enfermagem. OGUISSO. Sistema de Assistência de Enfermagem. SUS: Sistema único de saúde. História da Enfermagem. 2000. Reforma Sanitária. O processo de gerenciar e seus elementos: objeto. O Que é Enfermagem. Funções de uma Unidade Básica de Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. com análise dos seus determinantes e cuidados humanizados através da Política Nacional de Humanização. 2006.. MOREIRA. BRANCO. Modelos de prática de saúde: clínico e epidemiológico. Teorias de enfermagem. São Paulo: Martinari. FREITAS. Alice. ARAUJO. 2008. Programas federais.

Chapecó: Argos. Brasília: Ministério da Saúde. Cadernos de atenção básica. Ano III. 2010. 2006. Ministério da Saúde. 1 à 10. Secretaria de Vigilância em Saúde. BRASIL. 2002. Guido Ivan de. Informe da Atenção Básica. Secretaria de Vigilância em Saúde. Cadernos de atenção básica. Legislação em Enfermagem: atos normativos do exercício e do ensino de enfermagem. Brasília: Ministério da saúde. 2012. 11 à 20. Ministério da Saúde. 2005. ed. NOAS-SUS 01/02. BRASIL. de 27 de fevereiro de 2002. São Paulo: Atheneu. BRASIL. Eugênio Vilaça. Ministério da Saúde. Maria Elisabeth. SUS – Sistema Único de Saúde. al. Lenir. Brasília: Ministério da Saúde. 4. Brasília: Ministério da saúde. Manual para Organização da Atenção Básica. BRASIL. Campinas: Unicamp. 21 à 30. 1996. Ministério da Saúde. São Paulo: Atheneu. SANTOS. Secretaria de Assistência à Saúde. 2006. Elaine Franco et. (Portaria MS/GM nº 373. BRASIL. Ministério da Saúde. Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde. 2001. Descentralização do Sistema de Saúde no Brasil: Limites e Possibilidades de uma Estratégia. BRASIL. Brasília: Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 1999. Guia Prático do Programa da Saúde da Família. Distrito Sanitário: O Processo Social de Mudança das Práticas Sanitárias do Sistema Único de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Marcelo Gurgel Carlos. Ministério da Saúde. Rio de Janeiro: Abrasco. Ministério da Saúde. Cadernos de atenção básica. Norma Operacional de Assistência à Saúde.CARVALHO. SANTOS. BRASIL. Secretaria executiva. Brasília: Ministério da saúde. 2010. 2002. Regionalização da Assistência à 62 . NOB-SUS 01/96. nº 16. Saúde da Família. Atuação do Enfermeiro na Atenção Básica. Saúde Pública: auto avaliação e revisão. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. SILVA. MENDES. Fundação Oswaldo Cruz. O SUS de A a Z. 2005. Secretaria de Assistência à Saúde. 2010. BRASIL. Políticas de atenção a saúde. KLEBA. 2006. Ministério da Saúde. e regulamentação complementar). BRASIL. Abril de 2002. Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. BRASIL. 2010. Brasília: Ministério da Saúde. BRASIL. Brasília: Ministério da saúde. Bibliografia Complementar BRASIL. In: BRASIL.

Educação ambiental. São Paulo: Medsi. a saúde e a ecologia social. Maria Zélia. Porto Alegre: Instituto Piaget. 2006. Nilson do Rosário. A não -violência. Saúde do Trabalhador no SUS. São Paulo: Santos. OLIVEIRA. VENÂNCIO. Carlos Machado de. Maria Vendramini Castrignano. Gomes de. do. O Ambiente e a Saúde. 2003. 2004. ROUQUAYROL. Naomar de. RIBEIRO. FREITAS. Textos de Apoio – Políticas de Saúde. R. São Paulo: Atheneu. da. Maria Zélia. Rio de Janeiro: ENSP. Armando. 63 . 2004. Ambiente e Saúde. Ambiente e Sustentabilidade. 2004. SAÚDE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL Ementa Saúde ambiental. José Mendes. 2003. 2001. São Paulo: Senac. São Paulo: Senac. Saúde. ROUQUAYROL. Arlindo. DUARTE. CASTRO. Epidemiologia e Saúde. 2006. Tereza Rocha. Stefan Cunha. Brasília: Ministério da Saúde. Marcelo Firpo. CARMO. 2005. Cristina Lúcia Silveira. ALMEIDA F ILHO. UJVARI. Maria. Princípios Básicos do Saneamento do Meio. SANTOS. SILVA. Política de Saúde e Inovação Institucional: Uma Agenda para os Anos Noventa. MAENO. Epidemiologia e Saúde. C. José C. COSTA. Naomar de. PHILIPPI JR. Resíduos Sólidos. M. Saúde Pública: Auto-Avaliação e Revisão. 2003. Epidemiologia Básica. O papel do enfermeiro como educador em relação à preservação do meio ambiente e da vida. Rio de Janeiro: Fiocruz. São Paulo: Hucitec. PORTO. Rio de Janeiro: Fiocruz. São Paulo: Medsi. Promoção à saúde humana e meio ambiente. 2003. A.Saúde: Aprofundando a Descentralização com Equidade no Acesso: Norma Operacional da Assistência à Saúde. SISINNO. Saneamento. Anésio Rodrigues de. São Paulo: Manole. Saúde e Ambiente. 2004. Bibliografia Básica CARVALHO. G. 2004. Bibliografia Complementar BEAGLEHOLE. Meio Ambiente & Epidemias. Rio de Janeiro: Fiocruz. Joaquim. ALMEIDA FILHO. 2000.

R. J. Sistema Nervoso. SEGUNDO PERÍODO ANATOMIA HUMANA PARA ENFERMAGEM II Ementa Descrição dos aspectos morfológicos e anatomia funcional dos sistemas orgânicos que incluem: Sistema Circulatório. S. riscos e causas determinantes que afetam a saúde e os princípios que norteiam o Sistema Único de Saúde (SUS). NETTER. a aplicação de conceitos e métodos e a sua prática nos diferentes níveis de gestão. G. promoção. ed. DANGELO. 2014 Bibliografia Complementar LIPPERT. ed. J. Sistema Sensorial. Fundamentos de Anatomia Clínica. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2013. H. Anatomia: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Carlos Américo. São Paulo: Santos. Anatomia Humana Básica. 2009. 1. 7. José Geraldo. 2005. prevenção e recuperação da saúde. Controle de danos. FATTINI.. 4. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2011. ed. Atlas de Anatomia Humana. AGUR. Anatomia Humana Básica. Klaus Peter. SPENCE. Keith L. Sistema Linfático. São Paulo: Elsevier. São Paulo: Atheneu. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 4.. FLETCHER. Sistema Tegumentar.. FLETCHER. A. Arthur F. MOORE. Sistema Respiratório. Anne M. Epidemiologia Clínica . Atlas de anatomia humana. para atender as necessidades da população nos três níveis de atuação. ed. DANGELO. São Paulo: Atheneu. Bibliografia Básica FLETCHER. 2002. 3. Bases da Epidemiologia. São Paulo: Manole. 2012.. C.. 2009. Sistema Endócrino e Sistema Urogenital. com aplicações em dados da área da Enfermagem. A. Atlas de Neuroanatomia. ed. Sistema Digestores. na organização dos serviços e na implantação de modelos de atenção à saúde. FATTINI. D. Frank Henry. Bibliografia Básica SOBOTA. DALLEY. HERBOLD. VALERIUS..Elementos 64 . P. G. BIOESTATÍSTICA Ementa Métodos estatísticos para a análise de dados.

Salvatori. 2015 . O planejamento como instrumento de ação educativa na saúde. Ilma. SOUZA. SP: Papirus. de. O Paradigma Educacional Emergente. 5. Ed. 2006. GOTLIEB. M. Bibliografia Complementar CURY. BERQUÓ. P. Correntes pedagógicas e suas aplicações na saúde e na Enfermagem. Vera Maria. M. Epidemiologia Aplicada ao Sistema Único de Saúde . científicos e técnicos do processo educativo pelo estudo das principais correntes educacionais que influenciam o processo ensino-aprendizagem e dos princípios norteadores da prática educativa em saúde. As ações educativas e a educação ambiental. 2000. ALMEIDA FILHO. OLIVEIRA Petrônio Fagundes. A prática da educação para a saúde. 574. MORAES. S. Belo Horizonte: Coopmed. Petrópolis: Vozes. Campinas: Papirus. A educação ambiental e formação do enfermeiro. São Paulo: Medsi. Epidemiologia e Saúde. VIEIRA. Introdução à Epidemiologia. ROUQUAYROL. A proposição de ações educativas articulando ensino-serviço- comunidade. . 2016. Educação e Ideologia da Enfermagem no Brasil. 2005. Bibliografia Básica CANDAU. Rio de Janeiro Ed. com ênfase nas práticas dirigidas para o cuidado. RUBIO. Naomar de. Estratégias de Ensino na Enfermagem: Enfoque no Cuidado e no Pensamento Crítico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Geraldo Cunha. V. 2008. WALDOW. Porto Alegre: Artmed 2014. 2016. José M. Bibliografia Complementar GERMANO.Essenciais. Bioestatística. As práticas pedagógicas na perspectiva da promoção da saúde. Epidemiologia e Bioestatística– Fundamentos para a leitura crítica. ALMEIDA FILHO. A Didática em Questão.015195 B481b COMUNICAÇÃO E PRÁTICAS EDUCATIVAS EM ENFERMAGEM Ementa Comunicação e educação no interdisciplinar domínio da Saúde Coletiva. Maria Zélia. Sabrina L. ed. São Paulo: Cortez. 2003. E. Maria Zélia. R. Repensando a didática. 5ª Ed. 2005. Paulo: EPU. ROUQUAYROL. 2004. 65 . Fundamentos filosóficos. Petrópolis: Vozes.. Campinas. PASSOS. Rio de Janeiro: Campus. O educador-enfermeiro frente ao processo de trabalho educativo. Naomar de. R. C. Sonia. 2007. Introdução à bioestatística. D.

. Biomoléculas. Glicólise e metabolismo das hexoses. Introdução às proteínas. Peter. VOGEL. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Huntington F. Genética humana. 2012. Carboidratos. J. O. ed. José C. Cadeia respiratória e fosforilação oxidativa. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2010. 2004. Robert L. SELBACH. São Paulo: Cortez. SALLES. genéticas multifatoriais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.. MCINNES. P. G. São Paulo: Cortez. 4ª ed. Ciclo do ácido cítrico. 66 . Genética Médica. 3. 2008. 2002. Genética clinica. Genética humana: problemas e abordagens. SIMMONS. Roderick R. Lipídeos. 6.LIBANEO. CHIAPPINI. Genética: um enfoque molecular. Princípios da Bioenergética. Genética para a Enfermagem. Fundamentos de genética. Vitaminas. Teratogênese e farmacogenética.) Aprender e ensinar com textos didáticos e paradidáticos. W. ed. Água: seus efeitos nas biomoléculas. Lígia (Coord. O s diversos processos metabólicos e suas interrelações. Didática. Bibliografia Básica SNUSTAD. BROWN. 2008. WILLARD. Enzimas. salientando os aspectos de Bioquímica Fisiológica. 3. Câncer e Genética. Michael J. NUSSBAUM. Estruturas e catálise. Oxidação de aminoácidos e ciclo da ureia. MOTTA. Alterações cromossômicas. Prevenção e transmissão às alterações relacionadas às patologias humanas herdadas. coenzimas e sais minerais. Terence A. Arno G.) Língua portuguesa e didática. AB. Bibliografia Complementar BURNS. D. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Orcélia Pereira Sales Carvalho. Ed. BOTTINO. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. mais necessários à compreensão do funcionamento normal dos tecidos. Genética.. Simone (Org. Oxidação dos ácidos graxos. Estrutura tridimensional das proteínas. órgãos e sistemas. MOTULSKY. 2009. 2008. Petrópolis: Vozes. GENÉTICA E EVOLUÇÃO Ementa Estudo do material genético. ed. 2015 LIMA. Goiânia. Friedrich. Células. BIOQUÍMICA APLICADA À ENFERMAGEM Ementa Fundamentos da bioquímica. 2. Goiânia: AB. Genética para enfermagem. 2011. Paulo A. 2011. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

COSTANZO. LEVY. 4. FERRIER.. Bruce M. 2004. C. GUYTON. J. Rio de Janeiro: Elsevier. Bibliografia Complementar CHAMPE. Bayardo Baptista. Bioquímica e Biologia Molecular. Bibliografia Básica AIRES. São Paulo: Manole. Meios intra e extracelular. ed. Tratado de Fisiologia Médica. HARVERY. COX. KAMOUN. MARZZOCO. Atividades fisiológicas e controle pelo sistema nervoso. NELSON. 2007. Fundamentos de Fisiologia. GUYTON.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2008. Membrana plasmática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. VERNEUIL. Fisiologia.. Fisiologia da digestão. Linda S. Denise R. Sistema nervoso. Fisiologia. Charlotte W. HARVEY. LEHNINGER. VOET. SACKHEIM. Fisiologia da membrana e do nervo. 2006. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Fisiologia do músculo. Bioquímica Ilustrada. Fisiologia endócrina. 4. Donald. 2004. Fisiologia cardiovascular. Porto Alegre: Artmed. FISIOLOGIA HUMANA Ementa Fisiologia humana. 2006. Rio de Janeiro: Elsevier. Richard A. Princípios de Bioquímica. 2006. 2009. FERRIER. Fisiologia celular. Bibliografia Complementar 67 . O funcionamento dos sistemas do corpo humano. Alain. 2015 . PRATT. Porto Alegre: Artmed. Metabolismo. Richard A. C. Elsevier. KayYarborough. 2007. VOET. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. São Paulo: Sarvier. Judith G. Anita. Albert L. Química e Bioquímica para Ciências Biomédicas. M. Pierre. Porto Alegre: Artmed. Pamela C. 2007.. Fisiologia humana.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. TORRES. Bioquímica ilustrada. A. George I. LEHMAN. Matthew N. ed. Bioquímica Básica. CHAMPE. Denise R.Bibliografia Básica BAYNES. Pamela C.. KOEPPEN. Fundamentos de Bioquímica. A. Fisiologia Humana. LAVOINNE. 2006.. 2006. M.. Bioquímica médica. Hubert de. Dennis D.

2004. GARCIA. Biofísica – Fundamentos e Aplicações. Fisiologia Humana. Transmissão do impulso nervoso. São Paulo: Sarvier. Eric. FERNANDES. Rui. GUYTON. São Paulo: Prentice Hall Brasil. O eletrocardiograma. STRANG. – Biofísica Básica. WIDMAIER. Fisiologia Médica. IBRAHIM. TERCEIRO PERÍODO BIOFÍSICA Ementa A membrana celular. KAWAMOTO. HAFF... OLIVEIRA. Anatomia e Fisiologia Humana. José Enrique Rodas. HEINENE. Paulo Harald. A. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. C. São Paulo: Manole. EmiliaEmi. Mecânica Respiratória e espirometria. H. Bibliografia Básica DURAN. 2006. Kevin T. 2003. Hershel. Fisiologia Humana e Mecanismos das Doenças. 2006. 2002. W. Porto Alegre: Edipucrs/PUC-RS. AZAMBUJA. Tratado de Fisiologia Médica: São Paulo: Elsevier. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. contração muscular esquelética e cardíaca. tomografia computadorizada e ressonância magnética. São Paulo: EPU. Biofísica. F. ultrassom. 2003. 2005. Joaquim. Diagnóstico por imagem – RX. Bioeletrogênese. Eduardo Alfonso Cadavid. São Paulo: Atheneu. organização e funções. EPIDEMIOLOGIA E VIGILÂNCIA EM SAÚDE 68 . Luiz Cláudio. Alan Arriera. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. F. 2004. 2006. 2004.CURI. Jarbas Rodrigues de. Bibliografia Complementar GUYTON. Ibrahim F. A. Praticando Fisiologia. Biofísica para Ciências Biomédicas. 2002. PROCOPIO. São Paulo: Atheneu. WACHTER. Biofísica Básica. GANONG.

Belo Horizonte: Coopmed. Maurício Gomes. São Paulo: Medsi. Guia de vigilância epidemiológica. KJELLSTROM. Epidemiologia Aplicada ao Sistema Único de Saúde. BRASIL. Naomar de. ed. 6. Santos. Robert H. São Paulo. desenvolvimento e avaliação de inquérito de saúde e construção do perfil epidemiológico de uma dada população. PEREIRA. ALMEIDA FILHO. Epidemiologia e Saúde. T. Geraldo Cunha. 2003. Goiânia: AB. Epidemiologia Básica.. Ações de vigilância epidemiológica. BONITA. 2008. São Paulo: Martinari. 2012. Naomar de. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. São Paulo: Medsi. 2010. princípios e processos de produção e desenvolvimento de sistemas de 69 . ROUQUAYROL. uso. CURY. Lourdes Bernadete dos Santos Pito. ed. FLETCHER. Epidemiologia Clinica: elementos essenciais. Manual de vigilância epidemiológica e sanitária. 4. Epidemiologia e Saúde. elementos e métodos para o estudo da distribuição dos agravos à saúde em populações humanas. 2011. R. Maria Zélia. O perfil epidemiológico da população do município de Ananindeua e do Estado do Pará. Maria Zélia. 2003. Suzanne W.SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. ALMEIDA FILHO. Epidemiologia: Teoria e Prática. 2. 2003. Epidemiologia e Saúde. Epidemiologia: aplicada a serviços de saúde. Bibliografia Básica ALEXANDRE. Maria Zélia. ROUQUAYROL. Grupos e fatores de risco que desenvolvem as doenças infecciosas e das não infecciosas. Planejamento. Brasília: Ministério da Saúde. Naomar de. A vigilância em saúde e a educação ambiental. 2005. São Paulo: Artmed.Ementa Conceitos. sanitária e ambiental bem como o conhecimento dos tipos de estudos epidemiológicos e suas aplicações. Bibliografia Complementar ALMEIDA FILHO. FLETCHER. R. 7 ed. SILVA.. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA SAÚDE Ementa Estudos sobre teorias. ed. BEAGLEHOLE. além da epidemiologia e controle das grandes endemias de transmissão vetorial. Rio de Janeiro. ROUQUAYROL. Ana Carla da. 2009. 2006.

informação e de comunicação no ensino, assistência, pesquisa e gestão em saúde e enfermagem.
O uso da informática na área de saúde. O advento das novas tecnologias de comunicação ligadas
à informática na área de saúde. A adoção das novas tecnologias para a essencialidade do
progresso da enfermagem brasileira. O desenvolvimento e a habilidade no uso de novas mídias
programas e máquinas eletrônicas que permitem conquistar maior competitividade e capacitação
organizacional.

Bibliografia Básica

BRAGA, W. Informática Elementar – Windows XP, Word 2003 e Excel 2003. Rio de Janeiro: Alta
Books, 2007.

BRASIL, L. M. Informática em Saúde. Maringá: EDUEL, 2008.

MARÇULA, M.; BENINI FILHO, P. A. Informática – Conceitos e Aplicações. São Paulo: Érica, 2005.

PRADO, Claudia e outros. Tecnologia da Informação e da Comunicação em Enfermagem. Atheneu,
2011.

Bibliografia Complementar

CAPRON, H. L.; JOHNSON, J. A. Introdução à Informática. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2008.

SILVA, M. G. Informática – PowerPoint 2003, Acces 2003 e Excel 2003. São Paulo: Érica, 2004.

SILVA, M. G. Informática – Terminologia Microsoft Windows Vista - Internet e Segurança - Microsoft
Office Word 2007 - Microsoft Office Excel 2007 - Microsoft Office Access 2007 - Microsoft Office
PowerPoint 2007. São Paulo: Érica, 2008.

VELLOSO, F. C. Informática – Conceitos Básicos. Rio de Janeiro: Campus, 2014.

MICROBIOLOGIA

Ementa

O mundo microbiano. Grupo de interesse microbiano. Noções da bacteriologia, microbiologia e
virologia. Morfologia e Citologia bacteriana. Metabolismo e nutrição bacteriana. Crescimento e
morte de Bactérias. Genética microbiana. Influencia do ambiente sobre o crescimento e a morte
das bactérias. A microbiologia e a educação ambiental.

Bibliografia Básica

LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e Imunologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

RIBEIRO, Mariângela Cagnoni; STELATO, Maria Magali. Microbiologia prática: aplicações de
aprendizagem de microbiologia básica: bactérias, fungos e vírus. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2011.

TRABULSI, Luiz Rachid; ALTERTHUM, Flávio. Microbiologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.

70

Bibliografia Complementar

JORGE, Antonio Olavo Cardoso. Princípios de microbiologia e imunologia. São Paulo: Santos,
2010.

BURTON, Gwendolyn R. W.; ENGELKIRK, Paul G. Microbiologia: para ciências da saúde. 7. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.

MENDES, Caio Márcio Figueiredo. Microbiologia clínica 156 perguntas e respostas. São Paulo:
Elsevier, 2005.

MURRAY, Mary Ellen; ROSENTHAL, Ken S.; PFALLER, Michael A. Microbiologia Médica. 6. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2009.

WALKER, T. Stuart. Microbiologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.

PARASITOLOGIA

Ementa

Introdução ao estudo da Parasitologia. Características morfológicas, biológicas, clínico-patológicas,
diagnósticas, epidemiológicas, medidas profiláticas e terapêuticas de protozoários/helmintos e
insetos de interesse clínico-humano. Características, biológicas, clínico-patológicas, de
identificação, medidas preventivas e terapêuticas de insetos de interesse clínico-humano.
Características morfológicas, biológicas, clínico-patológicas, de identificação, medidas preventivas
e terapêuticas envolvendo acidentes com animais peçonhentos de interesse clínico-humano. A
educação ambiental na prevenção de doenças.

Bibliografia Básica

CIMERMAM, Benjamim; CIMERMAM, Sérgio. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2.
ed. São Paulo: Atheneu, 2010.

NEVES, David Pereira. Parasitologia Humana. 12. ed., São Paulo: Atheneu, 2011.

REY, Luiz. Bases da parasitologia médica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogam, 2013.

Bibliografia Complementar

CARVALHO, Aldo Rosa; COELHO, Carlos. Manual de parasitologia humana. 2. ed. Canoas: Ulbra,
2005.

CINERMAN, Beijamin. FRANCO, Marco Antonio. Atlas de parasitologia: artrópodes e protozoários e
helmintos. São Paulo: Atheneu, 1999.

LUZ NETO, Leonardo Severo da. et. al. Microbiologia e parasitologia: uma contribuição para
profissionais de saúde. Goiânia: AB, 2003.

MORAES, Ruy Gomes de; LEITE, Ignácio da Costa; GOULART, Enio Garcia. Parasitologia e
71

micologia humana. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

NEVES, David Pereira. Atlas didático de parasitologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009

METODOLOGIA DA PESQUISA EM SAÚDE

Ementa

Os atos acadêmicos – estudar, ler e escrever textos. Ciências e Paradigmas. Introdução à pesquisa
e sua importância para a prática da Enfermagem. Pesquisa científica: conceito, finalidades, tipos,
métodos e técnicas de pesquisa. Procedimentos técnicos e metodológicos de preparação,
execução e apresentação da pesquisa científica. Formas de elaboração dos trabalhos acadêmicos.
Normas técnicas. Metodologias de pesquisa em Enfermagem: noções epistemológicas e éticas. As
abordagens qualitativas e quantitativas. Reflexão sobre os métodos de pesquisa: tradicionais,
emergentes e de interface. A divulgação da pesquisa e a socialização do conhecimento.
Elaboração e utilização de trabalhos científicos durante o curso de graduação.

Bibliografia Básica

GIL, A. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas, 2010.

POLIT, Denise F.; HUNGLER, Bernadette P. Fundamentos de Pesquisa em Enfermagem: Métodos,
Utilização e Avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2005.

Bibliografia Complementar

CRUZ, C.; RIBEIRO, U. Metodologia Científica: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Axcel, 2004.

ECO, U. Como se Faz uma Tese. São Paulo: Perspectiva, 2007.

MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas,
2010.

MINAYO, Maria Cecília de S. O Desafio do Conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. São
Paulo: Hucitec, 2006.

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA EM ENFERMAGEM I ATUALIZAR

Ementa

Embasamento teórico-prático da assistência de Enfermagem e a dinâmica das ações
sistematizadoras. A prática da Enfermagem nas ações de prevenção, promoção, proteção e
reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. O cuidado de Enfermagem como
ação terapêutica na atenção à saúde individual e coletiva nos níveis primários, secundários e
terciários. Identificação de problemas reais e potenciais de desvio de saúde. Conhecimentos
72

MOORHOUSE. MUSSI. Aplicação do Processo de Enfermagem. GRAU. Diagnósticos de Enfermagem. DOENGES. C. Exame Clínico. Isabel M. São Paulo: EPU. Nair Miyamoto. 2004. A saúde ocupacional e a educação ambiental. Técnicas Fundamentais de Enfermagem. Enfermagem – Fundamentos do Processo de Cuidar. Rio de Janeiro: Elsevier. São Paulo: Manole. BONO. UTYAMA. 2006. LOCH. 73 . mecânicos e psicossociais. Anne G. 2008.. H. 2003. IwaKeiko Ainda. David. Porto Alegre: Artmed. O processo de comunicação e os aspectos humanísticos na prática de Enfermagem. Manual de Biossegurança. São Paulo: Atheneu. 2006.básicos e técnicas de Enfermagem utilizadas na manutenção e recuperação da saúde do ser humano. Noções de legislação aplicada à saúde dos trabalhadores. 2004. J. CASADO. Liliana Felcher. Alice G. Porto Alegre: EDIPUCRS. 2001. O controle de infecção. Planos de Cuidado de Enfermagem. CARPENITO. 2004. G. Bibliografia Básica AVELLO. Mary Frances.. DANIEL. Bioética. Anamnese ocupacional. ergonômicos.. G. Interdisciplinaridade e Prática Clínica. A. São Paulo: DCL Difusão Cultural. OHNISHI. Fundamentos de Enfermagem. PERRY. David P. Atuação do enfermeiro na saúde ocupacional. MANCINI FILHO. Rosalina. Owen. Atitudes Interpessoais em Enfermagem. 2004. QUARTO PERÍODO SAÚDE DO TRABALHADOR Ementa Ambiente trabalho e saúde. Mitsuko. físicos. Porto Alegre: Artmed. procedimentos e rotinas de biossegurança. biológicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Lynda Juall. com ênfase nas necessidades regionais. HIRATA. Marilynn E. e gerenciamento de riscos. caracterização e ações de vigilância. J. Patrícia A. Bibliografia Básica GAUER. Bibliografia Complementar ALFARO-LVEFREVE. Rio de Janeiro: Elsevier. os riscos a partir do ambiente e do processo de trabalho: agentes químicos. EPSTEIN.. GEISLLER. Definições de doença profissional. Carme Ferre. Acidentes do trabalho: conceito. 2006. POTTER. Sancho. PERKIN. M. de. doença do trabalho e doença relacionada ao trabalho. Avaliação do atendimento das necessidades básicas do cliente em sua integralidade e singularidade.. M. J.

KIPPER.Ribeiro. personalidade. BARROSO. 2008. comunicação e relacionamento. 2008. 2010. 2005. 2 ed. Tecnologias de cuidado e as relações e práticas da equipe de saúde. Estudos do comportamento. J. Railda Fernandes. 2005. ALVES. E. FARAH. Ética e Bioética. 2012. SIQUEIRA. Terminalidade.. TOWNSEND. J. Psicologia para Enfermagem. Intervenção e Pesquisa. Bibliografia Complementar CONSTANTINOV. São Paulo: Atheneu. ZOBOLI. Psicologia Aplicada à Enfermagem. São Paulo: Manole.MASTROENI. Psicologia da Saúde: Teoria. 2 ed. O doente e seu universo pessoal no contexto da assistência de Enfermagem. CASTRO. D. Bioética Clínica. emoção e aprendizagem. A. São Paulo: Qualitymark. São Paulo: Gaia. São Paulo: Reichmann e Autores. Qualidade em Biossegurança. DESENVOLVIMENTO PSICOLÓGICO E SAÚDE MENTAL Ementa Psicologia e saúde. Biossegurança e Patrimônio Genético. Noções de motivação. 74 . M. Processo saúde-doença e as concepções de normal x patológico. M. prática e relatos. desenvolvimento individual. Bibliografia Complementar ANTHIKAD. Relação humana entre paciente X profissional. COSTA. N. Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiátrica: Conceitos de Cuidado na Prática Baseada em Evidências. Rosiani C. Paraíba: Eduepb. formação do grupo social. Biossegurança Aplicada a Laboratórios e Serviços de Saúde. Bibliografia Básica MARCOLAN. E. O. João Fernando. Enfermagem em Saúde Mental. Ruth Mylius. Princípios básicos de Psicologia. Mary C. Rio de Janeiro: Senac Nacional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Enfermagem em Saúde mental e Psiquiátrica: desafios e possibilidades do novo contexto do cuidar. 2 ed. 2000. F.B. 2007. F. Petrópolis: Vozes. Vivências em Saúde Mental: Teoria. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010. 7 ed. 2011. 2011. Olga Guilhermina Dias. percepção. Sabrina Martins. G.. ROCHA. 2014. Jacob. Curitiba: Juruá. Curitiba: Juruá. PEGORARO.

H. Fármacos e educação ambiental. TORRIANI. Ocitócitos e relaxamentos uterinos. 2010. Medicamentos de A à Z na Enfermagem: 2011/2012. M. Vias de administração de fármacos. Farmacologia.. FAKIH. Código de Ética 75 . Farmacologia da sinapse neuromuscular. RANG. ÉTICA PROFISSIONAL E DIREITOS HUMANOS Ementa Instrumentos éticos e legais que respaldam o exercício profissional de Enfermagem. anticolinérgicos e anticolinesterásicos. R. São Paulo: Reichmann e Autores. P. Hormônios. L. S. Fatores que influenciam a ação de fármacos. Histamina. São Paulo: Longman Informática. no sistema cardiovascular e no sistema digestivo. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010 GOLDENZWAIG. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. conceitos e subdivisões da farmacologia. Antiinflamatóriosesteroidais e não esteroidais. Administração de medicamentos na Enfermagem. N. Anticonvulsivantes e antiparkinsonianos. Rio de Janeiro: Guanabara. 2002. Bioética e a prática de Enfermagem. Arlete M. Goiás: AB editora. GIOVANI.SOUSA. Brian. Penildo. S C. FARMACOLOGIA Ementa Histórico. Ações recíprocas de drogas. biotransformação e excreção de fármacos. Enfermagem na Saúde Mental. Enfermagem: Cálculo e Administração de Medicamentos. 2004. anti-histamínicos. HOFFMAN. distribuição. Rio de Janeiro: Guanabara. Manual de Diluição e Administração de Medicamentos Injetáveis. FUCHS. M. Hipnóticos e hipnoanalgésicos. 2009. M. Fármacos que atuam no sistema respiratório. BIOÉTICA. D. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Bibliografia Complementar BARROS. Anestésicos locais e gerais. Farmacologia molecular. Farmacologia para Enfermagem.5 ed. SANTOS. Absorção. Tipos de antagonismo. E. Estimulantes do sistema nervoso central. SILVA. DALE.. 2006. 2004. Farmacologia Integrada. Farmacologia clínica – Fundamentos da terapêutica. São Paulo: Manole. Quimioterápicos e antibióticos. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Farmacologia.. F. et al. M. 2010. 2004. Porto Alegre: Artmed. 2011. Colinérgicos. Flávio Trevisani. Mary. Bibliografia Básica ASPERHEIM. Adrenérgicos e antiadrenérgicos. Nilton Elias. Psicofarmacologia.

OGUISSO.. Bioética e início da vida: alguns desafios Aparecida - SP. O. HOLLAND. Ideias e Letras Centro Universitário São Camilo. cardiovascular. C. 2010. São Paulo: Saraiva. A Afirmação Histórica dos Direitos Humanos. Problemas Atuais de Bioética. Bioética: um enfoque filosófico. Bibliografia Básica MORAES. PESSINI. Princípios de semiologia e semiotécnica. Direitos Humanos e Saúde. Fontaine. S. Ética e Bioética: Desafios para a Enfermagem e a Saúde. Avaliação dos sistemas orgânicos na abordagem de padrões normais e desvios da normalidade. Metodização das ações que sucedem ao exame físico. 2011. à morte. neurológico. morrer e eutanásia. Rio de Janeiro: Record. Fundamentação dos Direitos Humanos. São Paulo: Atlas. genitourinário.. Exame físico dos sistemas: tegumentar. ao sigilo profissional e à privacidade. Declaração Universal dos Direitos do Homem. Fábio Konder.Médica. T. Administração de drogas. Alexandre de. PEGORARO. sensorial. Sistematização da assistência de enfermagem. Os Direitos do Paciente: um manual de sobrevivência. Petrópolis: Vozes. ZOBOLI. 2015. 2006. 7 ed. 2008. Direitos Humanos Fundamentais – Teoria Geral . BARCHIFONTAINE. P. ed.CHRISTIAN. respiratório. 2004 SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA DE ENFERMAGEM II Ementa Instrumentos básicos de avaliação de saúde. músculo-esquelético e linfático. Bibliografia Complementar COMPARATO. 2003. 9 ed. à doação e ao transplante de órgãos. São Paulo: Loyola. A investigação e estudo dos sinais e sintomas apresentados pelo paciente na prática da Enfermagem. GAUDERER. L. às relações interpessoais e à pesquisa envolvendo seres humanos. Cuidado e prevenção de ferida. São Paulo: Loyola. BARCHI. à reprodução humana. ao aborto. 2 ed. 6. Direitos Humanos e igualdade. Noções sobre o cuidado ao paciente com uso de sondagens e drenos. digestório. 1996 . Ética e Bioética. Dimensão ética da atuação profissional relativa aos direitos dos usuários dos serviços de saúde. Os direitos dos clientes e o Código de Defesa do Consumidor. E. São Paulo: Manole. Christian de Paul de. Bibliografia Básica 76 . E.

Rio de Janeiro: Elsevier. BUJA. DeilsonElgui de. BONO. SWEARINGEN. Exame Físico e Avaliação de Saúde. OLIVEIRA. Definições e Classificações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Fisiopatologia: Texto e Atlas. 2002. Inflamação crônica e aguda. MITCHELL. A. A. Maria Belém Salazar. NANDA. Papel dos mediadores químicos. João Lauro Viana de. Exame Clínico. Porto Alegre: Artmed. Conceitos e Habilidades Fundamentais no Atendimento de Enfermagem. Carcinogênese. Owen. TIMBY. embolias. Rio de Janeiro: Elsevier. 77 . atrofia. 2002. Doença em termos evolutivos e culturais. 2006. 2001. KRUEGER. hiperplasia e metaplasia. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem. PROCESSOS PATOLÓGICOS Ementa Processos patológicos gerais. POTTER. 2002. enfartos. Conceito de diferenciação e anaplasia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores. C. Anamnese e Exame Físico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Richard N. 2004. B. Vinay. São Paulo: Atheneu. Processos de reparação tecidual. Stefan. de. Porto Alegre: Artmed. Robbins &Cotran – Fundamentos de Patologia. Atlas de Patologia Humana de Netter. Conceito de doença. L. Mecanismos fisiológicos e patológicos. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA – 2005 / 2006. LANG. Porto Alegre: Artmed. HOWARD. David P. P. Células inflamatórias e suas funções. 2006. Florian. Porto Alegre: Artmed. Edemas.. Fenômenos vasculares na inflamação. 2001. tromboses. Patologia Geral: Abordagem Multidisciplinar. Necrose e apoptose. 2007. Bibliografia Complementar JARVIS. Adaptação celular. Maximilian. hemorragias e choque. PERKIN. Alterações circulatórias. SILBERNAGL. 2005. POSSO. KUMAR. Gerhard. Granuloma inflamatório.BARROS. K. Semiologia em Enfermagem. G. 2006. C. Lesão celular reversível e irreversível. 4 ed. Porto Alegre: Artmed. P. EPSTEIN. Neoplasias benignas e malignas. Hipertrofia. Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. Bibliografia Básica CAMARGO. Mecanismo metastático. Porto Alegre: Artmed. 2004. L. David. Alba Lucia Botura de.

VAZ. H. São Paulo: Santos. COTRAN. Imunoglobulinas: estrutura. K. SILVA. 2000. Patologia. 2002 BIER. Regulação do sistema imune. A. V. São Paulo: Atheneu. LONGMORE. STEVENS.. Subpopulações de linfócitos. LICHTMAN.. A. São Paulo: Manole. 78 . Andrew H. MOTA. Citocinas e sua ação. 2009. Células e órgãos do sistema imune. JAWETZ. N. PATHETT. Patologia Estrutural e Funcional. 2002. Stephen. S. WARRENS. Alan. ROITT. KUMAR. Rio de Janeiro: Elsevier. L. ANTUNES. 2003. 2005. ROBBINS. 2004. V. MOSS. C. Reações de hipersensibilidade. LOWE. LEVINSON. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. com Aplicações Clinicas. P. R. Abul K. 2004. Wilmar Dias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. HOPE. Imunologia Celular e Molecular. Bibliografia Complementar BALLINGER. função e síntese da molécula. CALICH. Vacinas. Warren. Manual de Fundamentos da Clínica Médica. Bibliografia Básica ABBAS. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Mario Rubens. Imunologia Geral. A. 2004. Imunologia básica. LICHTMAN. Lucy.. Ontogenia dos linfócitos. Rio de Janeiro: Reninter. 2008. FARIA. Manual de Clínica Médica. São Paulo: Santos. Imunologia Básica e Aplicada. Rio de Janeiro: Elsevier. Microbiologia Médica e Imunologia. Receptor de linfócitos.... Otto G. Porto Alegre: Artmed. M. A. R. Complexo principal de histocompatibilidade. Imunologia. São Paulo: Manole. José Lopes de. A. Moléculas envolvidas no reconhecimento dos antígenos. Resposta imune humoral e celular. Bibliografia Complementar ABBAS. Autoimunidade/ transplante / tumores.. 2003. Patologia Geral: Fundamentos das Doenças.. Tolerância. IMUNOLOGIA Ementa Imunidade natural e específica. S. Imunologia. São Paulo: Atheneu. Ernest. Patologia de Processos Gerais. Anne. Resposta inflamatória..MONTENEGRO. James. Ivan. J. Ivan M. 2000. 2008.

O trabalho da enfermagem nos diferentes campos de atuação e no contexto interdisciplinar. Ana Cristina Passarella. GAMBA. Bibliografia Básica De acordo com as atividades desenvolvidas. Categorização das demandas considerando os grupos. Reflexão sobre tensões. Comunicação: fundamentos. ENFERMAGEM EM GERIATRIA E GERONTOLOGIA PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DO ADULTO Ementa O processo de cuidar de enfermagem na saúde do adulto. São Paulo: Manole. comunicação verbal e não verbal. comunicação como instrumento terapêutico. Identificação de demandas por cuidar de grupos de doentes. e família segundo a demanda identificada. M. BRETAS. Articulação da coordenação do processo de cuidar com as esferas de poder. Diferentes paradigmas modos de intervenção sobre a saúde: a relação entre sistemas profissionais e não profissionais de atenção à saúde. dilemas e conflitos existentes no trabalho profissional. Geriatria: Fundamentos. Bibliografia Complementar De acordo com as atividades desenvolvidas. Enfermagem e Saúde do Adulto. PEIXOTO. Relações interpessoais. Implementação do cuidar na esfera da equipe de enfermagem/interdisciplinar. em tratamento clínico. O processo de cuidar do adulto. Vera Lúcia Regina. QUINTO PERÍODO APRENDIZAGEM VIVENCIAL EM ENFERMAGEM I Ementa Dinâmicas de auto-conhecimento. PAPALÉO NETTO. 2006. ressignificando suas emoções e vivências. São Paulo: Rocca. Caracterização da demanda individual por cuidado. desenvolvimento da auto-percepção com resgate da sua própria sensibilidade.. E. 2000. Implantação e avaliação do processo de cuidar do adulto. CARVALHO FILHO. cirúrgico e de reabilitação e fora de possibilidades terapêuticas. 79 . barreiras de comunicação. A coordenação do processo de cuidar. Clínica. Manual Merck de Geriatria. Látria. Assistência na saúde do adulto em diferentes situações. Bibliografia Básica ABRAMS. Terapêutica. Exame Clínico de Enfermagem do Adulto. São Paulo. São Paulo: Atheneu. B. 2000. T. R. Avaliação da prática desenvolvida em equipe.. 2003. BERKOW. Mônica Antar.

As relações étnico-raciais e indígenas. DIOGO. Lei 10. P. São Paulo: Globo. Configurações dos conceitos de etnia/raça. Lynda Juall. PAIXÃO. Bibliografia Complementar CARPENITO. diversidade e gênero no Brasil. cultura. Márcia Estefânia da Costa Berbare. Antônia dos Santos. MOREIRA. Wanda A. 2000. Gilberto. cor. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA – 2005 / 2006. 2000. São Paulo: Edusp. 2005. Políticas de ações afirmativas. B. 2003. A Integração do Negro na Sociedade de Classes.. BARE. G. 2006. Bibliografia Básica FERNANDES. P. 2006. LÉGER. São Paulo: Livraria da Física. GARCIA. Desigualdades Raciais e Segregação Urbana em Antigas Capitais.Psicopatologia do Envelhecimento: Assistência às Pessoas Idosas. Rio de Janeiro: DP&A Editora. Multiculturalismo. São Paulo: Global. Definições e Classificações. HORTA. RODRIGUES. Desenvolvimento Humano e Relações Raciais. 1 e 2. Rosalina A. Marcelo J. J. 80 . Florestan.. Preconceito de Marca. FREYRE. São Paulo: EPU/EDUSP. NOGUEIRA. 2010. Wilma de Nazaré Baia. Oracy. classe social. São Paulo: Canal 6. Maria J. Porto Alegre: Artmed. A Desconstrução do Preconceito Racial. et al. Como Cuidar dos Idosos. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. M. Diagnósticos de Enfermagem. Educação e Relações Raciais. Porto Alegre: Artmed. 2000. Bibliografia Complementar COELHO. C.. O respeito pelas várias etnias e a valorização da cultura afrodescendente e indígena. 2009. São Paulo: Papirus. ANTROPOLOGIA. Processo de Enfermagem. 2006. Cultura afro-brasileira e indígena. S. 2008. Vols. Rio de Janeiro: Garamond. 2010. Casa Grande e Senzala. NANDA. A formação inter-étnica profissional. Identidade e diferença. CULTURA AFRO-BRASILEIRA E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS Ementa Antropologia e cultura. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003.SMELTZER.639/2003 e seus desdobramentos na atualidade. Petrópolis: Vozes.

normas e medidas de biossegurança nas atividades desenvolvidas pelos profissionais de saúde. Seção 1. Amedorina Ferreira. Manual de Biossegurança. Gestão de risco e segurança hospitalar. OLIVEIRA. BRASIL.616. Legislação. 2007. 81 . D. Mario Hiroyuki. Bibliografia Complementar BOLICK. Liliane Bauer (org.. Aspectos gerais das infecções hospitalares. Biossegurança em Biotérios. O controle de infecção em serviços de apoio. Diário Oficial da União 1998 maio 13. Infecções relacionadas a dispositivos implantáveis. 2008. et al. N. Eric. Biossegurança e Patrimônio Genético. 133-5. Precauções por vias de transmissão e biossegurança. C. importância. Jair Figueiredo. Bibliografia Básica CUNHA. Portaria nº 2. Enfermagem na Prevenção e Controle da Infecção Hospitalar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Microbiologia. 2000. Dispõe sobre as normas para o controle das infecções hospitalares. Prevenção e controle de infecções em estabelecimentos de saúde. Riscos químicos. 2005. São Paulo: Iatria. físicos e biológicos. N. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores. Conduta e normas de biossegurança em situações de riscos e emergências. de 12 de maio de 1998. Rio de Janeiro: Interciência. São Paulo: Companhia das Letras. ENFERMAGEM E BIOSSEGURANÇA NO CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Ementa Conceito. CONSTANTINOV. G. Medidas gerais de prevenção das infecções hospitalares. HIRATA. M. Infecções Hospitalares: Epidemiologia. FELDMAN. et al. 2012. Controle de infecções em pacientes especiais. São Paulo: Manole. 2005. 2008. Antimicrobianos. Principais sítios das infecções hospitalares. Leis. SANTOS. MOLINARO.WILLIAMS. Segurança em Controle de Infecção. Capitalismo e Escravidão. O controle de infecção em unidades especiais.). Prevenção e Controle. São Paulo: Komedi. etc. Vigilância epidemiológica das infecções hospitalares. Reprocessamento de artigos médico-hospitalares. Etelcia Moraes. Recomendações Práticas para Processos de Esterilização em Estabelecimentos de Saúde. 2000. Curitiba: Juruá. São Paulo: Martinari. Decretos. 2008. microrganismos e controle das infecções hospitalares.

COSTA, M. A. F. Qualidade em Biossegurança. São Paulo: Qualitymark, 2000.

GAUER, G. J. C.; CASADO, M.; LOCH, J. A. Bioética, Interdisciplinaridade e Prática Clínica. Porto
Alegre: EDIPUCRS, 2008.

MASTROENI, M. F. Biossegurança Aplicada a Laboratórios e Serviços de Saúde. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2005.

NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA APLICADAS À ENFERMAGEM

Ementa

Fundamentos de nutrição: nutrientes básicos. Dietética (leis fundamentais da alimentação).
Metabolismo basal. Nutrição nos diversos períodos do ciclo vital. Educação nutricional.
Fundamentos da Dietoterapia. A Dietoterapia na prevenção e tratamento de doenças. O papel da
enfermagem na Dietoterapia.

Bibliografia Básica

CARVALHO, Geraldo Mota de. Enfermagem e Nutrição. São Paulo: EPU, 2005.

DOVERA, Themis M. Dresch da Silveira. Nutrição Aplicada ao Curso de Enfermagem. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.

ESCOTT-STUMP, Sylvia; MAHAN, L. Kathleen. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. São Paulo:
Roca, 2005.

TIRAPEGUI, Julio. Nutrição – Fundamentos e Aspectos Atuais. São Paulo: Atheneu, 2006.

Bibliografia Complementar

CUPPARI, L. Nutrição Clínica no Adulto – Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar
UNIFESP/EPM. São Paulo: Manole, 2002.

DUTRA, J. E. Ciências Nutricionais. São Paulo: Sarvier, 2008.

ORNELLAS, LieselotteHoeschl; et al.Técnica Dietética – Seleção e Preparo de Alimentos. São
Paulo: Atheneu, 2007.

SIZER, F.; WHITNEY, E. Nutrição: Conceitos e Controvérsias. São Paulo: Manole, 2003.

ENFERMAGEM EM SAÚDE DA FAMÍLIA E DA COMUNIDADE

Ementa

Processo de aproximação do aluno para abordar a família como unidade de cuidado, utilizando
ferramentas para avaliar o sistema familiar. A família enquanto foco de abordagem das ações da
82

atenção básica. Aspectos gerais da implantação e/ou ampliação de equipes de saúde à família.
Legislação para estruturar ações em saúde da família. Assistência de enfermagem aplicada ao
indivíduo, família e comunidade no contexto dos programas e políticas de saúde. Planejamento,
desenvolvimento e avaliação de ações de saúde junto a instituições do Sistema Único de Saúde e
outras.Educação ambiental na saúde da família e da comunidade.

Bibliografia Básica

BOURGET, Monique Marie M. (Org.). Estratégia Saúde da Família: a experiência da equipe de
reabilitação. São Paulo: Martinari, 2008.

COSTA, Elisa Maria Amorim; CARBONE, Maria Herminda. Saúde da Família: uma abordagem
multidisciplinar. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2009.

PAULINO, Ivan; BEDIN, Lívia Perasol; PAULINO, Lívia Valle. Estratégia da saúde da família. São
Paulo: Ícone, 2009.

Bibliografia Complementar

ALFARO-LEFEVRE, Rosalinda. Aplicação do Processo de Enfermagem: uma ferramenta do
pensamento crítico. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

FIGUEIREDO, Nebia Maria Almeida de; TONINI, Teresa. Sus e saúde da família para enfermagem:
práticas para o cuidado em saúde coletiva. São Paulo: Yendis, 2012.FONTINELE JÚNIOR. Klinger.
Programa saúde da família (PSF). 3. ed. Goiânia: AB, 2008.

FONTINELE JÚNIOR. Klinger. Programa saúde da família (PSF). 3. ed. Goiânia: AB, 2008.

APRENDIZAGEM VIVENCIAL EM ENFERMAGEM I

Ementa

Reflexão sobre tensões, dilemas e conflitos existentes no trabalho profissional; finitute/morte,
eutanásia, doenças crônico degenerativas.

Bibliografia Básica

De acordo com as atividades desenvolvidas.

Bibliografia Complementar

De acordo com as atividades desenvolvidas.

SAÚDE DO HOMEM
Ementa
83

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. As relações entre o homem e o trabalho
enfocando, particularmente, o impacto deste último sobre a saúde do indivíduo. Assistência à
população masculina usuária dos serviços de saúde. Educação para a necessidade do cuidado à
saúde pela população masculina em idade produtiva. Medidas de controle aos principais danos à
saúde decorrentes de exposições ocupacionais. Assistência ao adulto portador de afecções clínicas
e de intercorrências cirúrgicas, com ênfase na educação para a saúde e o auto cuidado.
Bibliografia Básica
DOENGES, M. E.; MOORHOUSE, M. F.; GEISSLER, A. C. Planos de Cuidado de Enfermagem:
orientação para o cuidado individualizado do paciente. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
FERREIRA JUNIOR, M. Saúde no Trabalho: temas básicos para o profissional que cuida da saúde
dos trabalhadores. São Paulo: Roca, 2000.
MENDES, R. (org). Patologia do Trabalho. Rio de Janeiro: Atheneu, 2013.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Consenso Nacional de Diabetes, 2003.
Bibliografia Complementar
LESSA, I. et al. Epidemiologia das Doenças Crônicas não Transmissíveis. São Paulo: Atheneu,
2000.
LOPES, E. J. A. Andropausa - Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino. São Paulo:
Livraria Médica Paulista, 2008.
SOBREIRO, B. Saúde do Homem. Caxias do Sul: EDUCS, 2008.

SEXTO PERÍODO

PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Ementa

O processo de cuidar de enfermagem na saúde da criança e do adolescente. A caracterização da
criança e do adolescente quanto a crescimento, desenvolvimento, condições de vida e saúde. O
processo de desenvolvimento humano. Características e necessidades da criança e do
adolescente decorrentes do processo de desenvolvimento e do processo saúde-doença.
Assistência de enfermagem à criança e ao adolescente. Procedimentos de enfermagem em
diferentes contextos institucionais. Relacionamento enfermeiro-família na situação de doença:
princípios e aplicação clínica. Implementação do cuidar na esfera da equipe de
enfermagem/interdisciplinar. Avaliação da prática desenvolvida em equipe. Articulação da
coordenação do processo de cuidar com as esferas de poder.

Bibliografia Básica

COLLET, Neusa; OLIVEIRA, Beatriz Gonçalves de. Manual de Enfermagem em Pediatria. Goiânia:
AB, 2002.

84

C. A Psicologia da Infância e da Adolescência. Brasília: Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Introdução: Módulo 1. Curso de Capacitação. Um Direito de Adolescentes. BRASIL. Atenção à Criança de 1 Semana a 2 Meses de Idade: Módulo 6. 2002. 2004. Eduardo. Ministério da Saúde. Curso de Capacitação. 2003. NUNES. Ione. Ministério da Saúde. BRASIL. Desvendando a Sexualidade. 85 . Curso de Capacitação. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. AIDPI Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância. Brasília: Ministério da Saúde. Pediatria Básica. Carla. Avaliar e Classificar a Criança de 2 Meses a 5 Anos de Idade: Módulo 2. Curso de Capacitação. Consulta de Retorno: Módulo 7. Ana Lucia Forti. Aconselhar a Mãe ou o Acompanhante: Módulo 5. São Paulo: Sarvier. BRASIL. Rio de Janeiro: Cultura Médica. Brasília: Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. AIDPI Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância. AIDPI Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância. Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. A. Curso de Capacitação. MAAKAROUM. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. et al. M. Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. C. Saúde Integral de Adolescentes e Jovens: Orientações para a Organização de Serviços de Saúde. Curso de Capacitação. 2000. Ministério da Saúde. BRASIL. 2000. Estatuto da Criança e do Adolescente. Saúde. BRASIL. 2005. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Brasília: Ministério da Saúde. BRASIL. Brasília: Ministério da saúde. Agenda de Compromissos para a Saúde Integral da Criança e Redução da Mortalidade Infantil. 2003. SANDSTROM. 2002.CORREA. LUQUE. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. 2005. Ministério da Saúde. BRASIL. MARCONDES. Assistência à Saúde da Criança. 2002. BRASIL. I. BRASIL. 2002. Brasília: Ministério da Saúde. BRASIL. São Paulo: Iatra.. Marco legal. 2004. São Paulo: Papirus. 2003. Curso de Capacitação. 2000. Brasília: Ministério da Saúde. Identificar o Tratamento: Módulo 3. Tratar a Criança: Módulo 4. Área de Saúde do Adolescente e do Jovem. AIDPI Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância. Secretaria de Atenção à Saúde. REGIANI.Tratado de Adolescência: Um Estudo Multidisciplinar. Bibliografia Complementar BRASIL. AIDPI Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância. 2006. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. AIDPI Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância. F. AIDPI Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância. 2006.

Brasília: Ministério da Saúde. Programa de Humanização do Parto: Humanização no Pré-Natal e Nascimento. xxxxxxxxxxxxxx Bibliografia Complementar BRASIL. Emergências Neonatais. COLS. R. 2000. Metodologia da sistematização da assistência de enfermagem. Enfermagem no Cuidado Materno e Neonatal. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores. JOSE III. BRASIL. WENTZ. Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde – SPS/ Ministério da Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Eduardo de Almeida. 2004 86 . N. FAIX. 2002. Neonatologia: Princípios e Orática. 2001. Os cuidados de enfermagem em nível ambulatorial e hospitalar. M. W. SPRINGHOUSE. São Paulo: Eduel. execução e avaliação da assistência de enfermagem. Ministério da Saúde. Carole. 2000. Implementação do cuidar na esfera da equipe de enfermagem/interdisciplinar. com base no modelo clínico e na humanização da assistência. no contexto do Sistema Único de Saúde. TAMEZ. 2001. DOWN. REGO FILHO. C. Secretaria de Políticas de Saúde. Planejamento. 2000. Porto Alegre: Artmed. S. PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DO NEONATO Ementa O processo de cuidar de enfermagem na saúde do neonatal. Manual de Pediatria. Bibliografia Básica KENNER. Enfermagem Neonatal. et al. 2005. Porto Alegre: Artes Médicas. L. no alojamento conjunto. S. Ministério da Saúde. H. Articulação da coordenação do processo de cuidar com as esferas de poder. BURNETT. C. Assistência Pré-Natal: Manual Técnico/Equipe de Elaboração: Janine Schirmer.. R. L. A. Avaliação da prática desenvolvida em equipe. MIURA. Tratado de Ginecologia de NOVAK. Rio de Janeiro: Guanabara. G. Os cuidados de enfermagem ao recém-nascido de baixo risco no período neonatal precoce. Cuidados de Enfermagem em UTI Neonatológica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: Revinter. Adolescente Hoje. 2001... Assistência ao recém-nascido.OSÓRIO. 2000.

Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004. Avaliação da prática desenvolvida em equipe. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Caracterização das necessidades individuais da saúde da mulher no climatério. FERNANDES. I. Planejamento. nas ações preventivas do câncer ginecológico. 87 . James P. Murray. NARCHI. Bibliografia Básica CARVALHO. 2002. Parto. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Enfermagem no Cuidado Materno e Neonatal. São Paulo: Manole. Porto Alegre: Artmed. Tamara Iwanow. Bibliografia Complementar BRASIL. Enfermagem no Ciclo Gravídico-Puerperal. 2001.. São Paulo: EPU. 2005. Aborto e Puerpério – Assistência Humanizada à Mulher. Aspectos clínicos. incluindo o recém-nascido. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: Princípios e Diretrizes. São Paulo: Manole. na ocorrência de ginecopatias e no período grávido-puerperal.PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DA MULHER Ementa O processo de cuidar de enfermagem na saúde da mulher. SPRINGHOUSE. Marc. Nadia Zanon. LOWDERMILK. psicossociais e epidemiológicos da saúde da mulher.. 2003. no contexto do Sistema Único de Saúde. D. Estudo do ciclo vital feminino e do processo reprodutivo. O Cuidado em Enfermagem Materna. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. M. 2006. ENKIN. Metodologia da sistematização da assistência de enfermagem. com base no modelo clínico e na humanização da assistência. Geraldo Mota. Sonia Maria Oliveira de. Articulação da coordenação do processo de cuidar com as esferas de poder. Enfermagem e Saúde da Mulher. KEIRSE. Áurea Quintella. BOBAK. execução e avaliação da assistência de enfermagem. Guia para Atenção Efetiva na Gravidez e no Parto. BRASIL. Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. L. PERRY. BARROS. E. Secretaria de Atenção à Saúde. NEILSON. 2005. CIANCIARULLO. Enfermagem em Obstetrícia. S. Os cuidados de enfermagem em nível ambulatorial e hospitalar. 2007. Implementação do cuidar na esfera da equipe de enfermagem/interdisciplinar.

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nos diferentes níveis de atenção a saúde. nos diferentes níveis de atenção a saúde. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. DÉCIMO PERÍODO ESTÁGIO CURRICULAR NA ATENÇÃO HOSPITALAR II Ementa Assistência e gerenciamento das ações de Enfermagem. ambulatórios. ambulatórios. 97 . sob supervisão e a partir da vivência do processo de trabalho em hospitais gerais e especializados. nos diferentes níveis de atenção a saúde. Bibliografia Complementar A bibliografia será específica. rede básica de serviços de saúde e comunidades. Bibliografia Complementar A bibliografia será específica. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. Ênfase da sistematização do trabalho com base nos conhecimentos adquiridos e no processo de Enfermagem. Ênfase da sistematização do trabalho com base nos conhecimentos adquiridos e no processo de Enfermagem.Ementa Assistência e gerenciamento das ações de Enfermagem. Ênfase da sistematização do trabalho com base nos conhecimentos adquiridos e no processo de Enfermagem. ambulatórios. sob supervisão e a partir da vivência do processo de trabalho em hospitais gerais e especializados. Bibliografia Básica A bibliografia será específica. ESTÁGIO CURRICULAR NA ATENÇÃO HOSPITALAR I Ementa Assistência e gerenciamento das ações de Enfermagem. rede básica de serviços de saúde e comunidades. sob supervisão e a partir da vivência do processo de trabalho em hospitais gerais e especializados. rede básica de serviços de saúde e comunidades. Bibliografia Básica A bibliografia será específica.

Bibliografia Básica A bibliografia será específica. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. nos diferentes níveis de atenção a saúde. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. ESTÁGIO EM GESTÃO EM SAÚDE E ENFERMAGEM Ementa Estratégias gerenciais para a viabilização do Processo de Trabalho em equipe. Bibliografia Complementar A bibliografia será específica. ambulatórios. Bibliografia Complementar A bibliografia será específica. Bibliografia Básica A bibliografia será específica. sob supervisão e a partir da vivência do processo de trabalho em hospitais gerais e especializados. por meio do gerenciamento do ambiente e resultando na administração do cuidado ao paciente. Ênfase da sistematização do trabalho com base nos conhecimentos adquiridos e no processo de Enfermagem. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. Bibliografia Básica A bibliografia será específica. Bibliografia Complementar A bibliografia será específica. ESTÁGIO CURRICULAR NA ATENÇÃO BÁSICA II Ementa Assistência e gerenciamento das ações de Enfermagem. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. 98 . rede básica de serviços de saúde e comunidades. de acordo com a área de estudo proposta e com trabalho desenvolvido. Gerenciamento da assistência relacionada aos recursos necessários à sua execução e suas formas de aplicação na prática.

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Lei nº 7. S. Resolução COFEN nº 299/2005. A regulamentação e abordagem clínica das plantas medicinais e fitoterapia no SUS. CONSELHO BRAS. As propriedades medicinais das plantas. São Paulo: Atheneu. 2002. Fitoterapia Racional: um guia de fitoterapia para ciências da saúde. Os órgãos ou partes das plantas utilizadas na terapêutica. Secretaria de Ciência. FERRO. que dispõem sobre o exercício profissional de Enfermagem. Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Curricular Supervisionado será regulamentado e institucionalizado. A.br/bvs/publicacoes/programa_nacional_plantas_medicinais_fitoterapicos. vinculadas à sua área de formação. considerando. O Programa Nacional de Plantas Medicinais. Como Prescrever ou Recomendar Plantas Medicinais e Fitoterápicos.saude. os aspectos: carga horária. Uso e aplicações de plantas medicinais e fitoterápicos para o sistema orgânicos. PANIZZA. Os princípios ativos. 4 ed. e em consonância com a legislação sobre a matéria. Secretaria de Ciência. 6.Instituição Brasileira de Difusao Cultural S. que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. inerentes ao perfil do formando. S.gov. São Paulo: Manole. . T. Ensinando a Cuidar da Saúde com as Plantas Medicinais: guia prático de remédios simples e naturais. Barueri: Manole. s/d SCHULZ. previsão/existência de convênios. Rio de Janeiro: Prestigio. 2005..406/1987. em uma análise sistêmica e global. Bibliografia Complementar BOTSARIS. DUNFORD. orientação. Plantas Medicinais e Fitoterapia e Termalismo). É concebido para propiciar ao aluno a participação em situações simuladas e reais de vida e trabalho. Fitoterapia: Conceitos Clínicos. Plantas que Curam: cheiro de mato. Principais espécies nativas e cultivadas de uso popular no Brasil.pdf EDLIN. Tecnologia e Insumos Estratégicos. 2001. A atuação do enfermeiro no Programa Nacional de Plantas Medicinais. A. a saber: Lei nº 11. 2007.4. D. MINISTÉRIO DA SAÚDE.Brasília : Ministério da Saúde. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos.A. Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos / Ministério da Saúde. Tecnologia e Insumos Estratégicos. Bibliografia Básica BRASIL. P. que dispõe sobre o estágio de estudantes. DE FITOTERAPIA: (CONBRAFITO). A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (Homeopatia. de 25/09/2008. São Paulo: IBRASA . 2006. que dispõe sobre indicativos para a realização de estágio curricular supervisionado de estudantes de enfermagem de graduação e do nível técnico da 106 . S. 2010. Fitoterapia na Atenção Primária à Saúde.498/1986 e Decreto nº 94. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos.788. O Estágio Curricular Supervisionado é componente curricular obrigatório. S. Fitoterapia Chinesa e Plantas Brasileiras. 2009. Volker. formas de apresentação. PANIZZA. supervisão e coordenação.. MTC/Acupuntura. SYLVIO. São Paulo: Ícone. Resolução CNE/CES nº 03/2001. indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais desejados.Introdução às plantas medicinais e fitoterapia. Disponível em: http://bvsms.

de atenção básica à saúde e rede de assistência hospitalar. São considerados campos de estágio as pessoas jurídicas de direito público ou privado. Reserva-se. Compete única e exclusivamente à FAAM a celebração de convênios com as instituições concedentes do estágio. que deverá constar do termo de compromisso. o que corresponde a 20% do total da carga horária do curso. observando o Regimento da FAAM quanto à frequência. articulados à rede de serviços do Sistema Único de Saúde . atendidas as exigências gerais e específicas contidas na proposta pedagógica. desde que previamente conveniadas à FAAM e que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação do curso. até o planejamento e gestão. O estudo do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem deverá perpassar todas as atividades vinculadas ao Estágio Curricular Supervisionado. técnicos e administrativos. conforme Regulamento do Exercício Profissional do Enfermeiro. que aprovou o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. rede básica de serviços de saúde e comunidades. O planejamento. A distribuição semanal das atividades de Estágio Curricular Supervisionado deverá. ambulatórios. com a co-participação do enfermeiro da instituição concedente do estágio. junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado. a execução. atender as necessidades do aluno e da instituição concedente do estágio. As atividades de Estágio Curricular Supervisionado poderão ser realizadas na comunidade em geral. Resolução COFEN nº 240/2000. sob responsabilidade e coordenação direta da FAAM. desde a assistência de enfermagem. Será considerado aprovado o estagiário que obtiver média igual ou superior a 7. preferencialmente. que dispõe sobre a participação do Enfermeiro na supervisão de estágio de estudantes dos diferentes níveis da formação profissional de Enfermagem. observados os fatores humanos. quais sejam: hospitais gerais e especializados.educação profissional. Resolução COFEN nº 371/2010. 107 . exclusivamente.SUS.0 (sete) e 75% de frequência nas atividades de Estágio Curricular Supervisionado. com ou sem intervenção de agentes de integração. No Estágio Curricular Supervisionado serão desenvolvidas atividades práticas nas quais serão desenvolvidas ações que englobem os diversos níveis de atenção à saúde. será compatibilizada com seu horário escolar e com o horário da instituição concedente do estágio. Para as atividades de Estágio Curricular Supervisionado será necessária a existência de um profissional enfermeiro no local de realização. Estão previstas a oferta de 800 (oitocentas) horas relógio obrigatórias de Estágio Curricular Supervisionado. para alunos matriculados no Curso de Graduação em Enfermagem da FAAM. a supervisão e a avaliação das atividades do Estágio Curricular Supervisionado deverão ser levadas a efeito sob a responsabilidade da Faculdade. A jornada de atividades a ser cumprida pelo aluno. sob supervisão docente e contando com a participação de enfermeiros supervisores dos serviços de saúde. que serão desenvolvidos em diferentes cenários da prática profissional.

Possibilitam o reconhecimento. entende-se como Atividade Complementar toda e qualquer atividade. Modalidade 3: Atividades vinculadas à extensão. São consideradas atividades vinculadas ao ensino (Modalidade 1) as seguintes:  aprovação em disciplinas não incluídas na matriz curricular do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. São consideradas atividades vinculadas à investigação científica (Modalidade 2) as seguintes: 108 . não prevista no desenvolvimento regular dos componentes curriculares. Atividades Complementares As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios. 6. De acordo com regulamento próprio da FAAM. transversais. desde que contribuam para o aprimoramento e atualização na área de formação do aluno. opcionais. incluindo a prática de estudos e atividades independentes. inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico. mas relacionada aos saberes específicos da área. especialmente nas relações com o mercado de trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. Modalidade 2: Atividades vinculadas à investigação científica. classificadas nas seguintes modalidades: Modalidade 1: Atividades vinculadas ao ensino. e mediante comprovação fornecida pela instituição em que o interessado realizou o estágio. conhecimento e competência do aluno. como processo de complementação da formação do aluno. de interdisciplinaridade. A proposta de regulamentação do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia consta anexada ao presente projeto. com conteúdos diversos que lhe permitam enriquecer o conhecimento propiciado pelo Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. enriquecedores e implementadores do perfil do formando.  exercício de estágio extracurricular em entidade pública ou privada. com formalização institucional e exigência de parecer final favorável do professor responsável. adequada à formação acadêmica e ao aprimoramento pessoal e profissional do futuro profissional. ou por qualquer outra instituição devidamente credenciada. por avaliação de habilidades. Consideram-se Atividades Complementares aquelas promovidas pela Faculdade da Amazônia. As Atividades Complementares são concebidas para propiciar ao aluno a oportunidade de decidir sobre a realização de parte de sua trajetória.  exercício efetivo de monitoria na Faculdade da Amazônia.5.

inclusive no período de férias. definidos em consonância com as Modalidades 1.  comparecimento a sessões públicas de defesa de monografias. dissertações ou de teses. orientado por docente pesquisador da área do Curso de Graduação em Enfermagem com ou sem financiamento de instituições públicas ou privadas. que serão previstas no Regulamento que acompanha o presente documento. A totalização das horas destinadas às Atividades Complementares é indispensável à colação de grau. no entanto. A escolha e a validação das atividades que serão desenvolvidas deve garantir a flexibilização curricular.  participação em grupos de estudo de temas da área do Curso de Graduação em Enfermagem ou afins. semestre a semestre. ou fora dela.  comparecimento a eventos científico-culturais. realizados pela Faculdade da Amazônia ou fora do âmbito da Faculdade da Amazônia. dentro da própria Instituição. organizados no âmbito da Faculdade da Amazônia ou em outras instituições de ensino superior. conforme a carga horária mínima determinada. As Atividades Complementares podem ser desenvolvidas em qualquer semestre ou período letivo. Visando alcançar a diversificação de experiências úteis. que são prioritárias. São consideradas atividades vinculadas à extensão (Modalidade 3) as seguintes:  participação em atividades de extensão promovidas pela Faculdade da Amazônia.  apresentação de trabalho. em jornal ou revista acadêmica. em eventos culturais ou científicos. professores e alunos. dentro ou fora do turno regular das aulas. na área do Curso de Graduação em Enfermagem ou afins.  participação em projetos de investigação científica como aluno colaborador. seminários e outros. de acordo com os interesses dos alunos e suas vocações. coordenados ou orientados por docentes da Faculdade da Amazônia. As Atividades Complementares devem ser planejadas conjuntamente pelo Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem. semanas de iniciação científica. propiciar ao aluno a ampliação epistemológica. individual ou coletivo. mas cujo conhecimento teórico ou técnico seja conexo ao perfil da área do Curso de Graduação em Enfermagem. ou até mesmo fora do âmbito acadêmico. impressa ou eletrônica. observando-se o rol de possibilidades admitidas pela Faculdade da Amazônia.  publicação de artigo ou ensaio. de qualquer das atividades de ensino ministrado no Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. sem prejuízo. a ser comprovado mediante apresentação de breve relatório. 2 e 3. a diversificação temática e o aprofundamento interdisciplinar como parte do processo de individualização da sua formação acadêmica. As Atividades Complementares devem ser livremente escolhidas pelo aluno. A programação das Atividades Complementares estará sujeita a validação do Coordenador 109 . e podem ser cumpridas. ao executar as Atividades Complementares o aluno deverá cumprir sempre mais de uma modalidade e não mais de 50% da carga horária exigida em única modalidade.

a partir do qual o aluno realizará trabalho de aprofundamento. por meio do qual ele é instado a exibir as competências e habilidades obtidas ao longo de sua formação. A regulamentação das Atividades Complementares do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia consta como anexo ao presente documento. Trabalho de Conclusão de Curso O artigo 12 da Resolução CNE 3/2001 estabelece que para a conclusão do curso de graduação em Enfermagem o aluno deverá elaborar um trabalho sob orientação docente. apresentará diretriz e conclusões próprias. A FAAM também destaca que o TCC é a disciplina que propicia ao aluno a oportunidade de realizar um exercício pedagógico concentrado. O TCC. Serão consideradas válidas. na perspectiva de uma 110 . indicado pelo Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem e designado por ato do Diretor da Instituição. bem como encaminhá-lo à secretaria. o qual deve incluir o elenco de atividades da FAAM. em momento mais próximo do final do curso. e instruído com o documento comprobatório que se fizer necessário. mediante exame de sua compatibilidade com os objetivos didático-pedagógicos e profissionalizantes do Curso de Graduação em Enfermagem. as Atividades Complementares oferecidas pela Faculdade da Amazônia ou por ela referendadas. devendo o mesmo ser publicado e distribuído aos alunos no início de cada semestre letivo. de incursão em bibliografias criteriosamente selecionadas. conforme é concebido pela literatura acadêmica deve estar centrado em tema bem estabelecido e relacionado ao campo de abrangência do curso de graduação. que se responsabilizará pelo seu registro.6. Compete ao Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem examinar e aprovar o relatório elaborado pelo professor responsável pelo acompanhamento das Atividades Complementares desenvolvidas pelos alunos. 6. Independentemente dos eventos que venham a ser promovidos pela Faculdade da Amazônia. o aluno deverá desenvolver esforços para participar de atividades realizadas por órgãos públicos ou privados. cujas atribuições estão definidas no regulamento. incluiu como componente curricular obrigatório do curso a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). que guardem coerência com o disposto nesse projeto e possam ser consideradas como Atividades Complementares. independente de justificação do aluno ou de exame de compatibilidade. a exercer sua capacidade de reflexão autônoma e crítica e. O acompanhamento das Atividades Complementares desenvolvidas pelos alunos será exercido por um professor vinculado ao corpo docente da Faculdade da Amazônia. A FAAM. O Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem é responsável pela elaboração do Programa de Atividades Complementares. no prazo estabelecido. tendo presente tal orientação. investigação. para os efeitos de contabilização e de registro nos históricos escolares. A validação das Atividades Complementares será requerida pelo aluno à Secretaria da FAAM.do Curso de Graduação em Enfermagem.

O componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso I”. no que forem aplicáveis à sua estrutura formal. A matriz curricular do curso de graduação em Enfermagem estabelece que no 8º e no 9º semestre do curso.educação continuada. Para a aprovação nesse componente curricular será exigida a conclusão do projeto de pesquisa de acordo com os objetivos estabelecidos pelo professor da disciplina. a quem competirá decidir sobre sua aprovação. como o momento para alcançar a emissão de conclusões inéditas e apontamentos que possam direcionar novas descobertas e/ou práticas e. relatada sob a forma de monografia na área da Enfermagem. a atividade de elaboração documento final deverá considerar:  os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação. e a necessária publicidade para divulgação dos resultados obtidos. trabalho de conscientização acadêmica. respeitadas as afinidades temáticas das suas respectivas linhas de pesquisa e a existência de carga horária disponível para a orientação. levantamento bibliográfico. quando ocorrerão momentos de orientação e elaboração de projeto de pesquisa. o aluno deverá apresentar relatórios mensais a respeito das atividades desenvolvidas. refletindo em um trabalho homogêneo e consistente. De acordo com o Regulamento do TCC do curso de graduação em Enfermagem da FAAM. desenvolvimento textual pertinente e estritamente ligado ao tema eleito. serão oferecidos os componentes curriculares “Trabalho de Conclusão de Curso I” e “Trabalho de Conclusão de Curso II”. na medida em que realizará. 111 . levando ao aluno a concepção de TCC como prática de aprofundamento de estudo e investigação de tema de seu interesse. ainda que estas. nos quais ocorrerão os momentos de orientação teórico-metodológica. sob a responsabilidade de professor orientador. coleta de dados. de acordo com plano de orientação definido juntamente com o orientador. respectivamente. ao longo dos semestres. requisito que além de efetuar a prospecção do futuro trabalho. a FAAM organizou a matriz curricular do curso de graduação em Enfermagem para bem dispor a disciplina e regulamentou os procedimentos relativos a sua oferta. se preparar para futuras investigações. oferecido no 8º semestre. Pode se constituir em pesquisa. A matrícula no componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso II” deverá ser requerida na Secretaria. Logo. se constituir no início do trabalho para outras gerações. Importa destacar que erroneamente os discentes tendem a encarar o TCC como um trabalho de pesquisa “mais extenso”. É recomendável que seja precedida por um projeto. A execução de um TCC exige planificação pormenorizada. em face de tais necessidades. desenvolvida individualmente pelo aluno. acompanhada de cópia do projeto aprovado no componente curricular anterior. pesquisa aprofundada. auxilia na fragmentação e execução de suas partes. No decorrer do componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso II”. até mesmo. sob orientação docente. Estão aptos a orientar o Trabalho de Conclusão de Curso quaisquer dos professores do Curso de Graduação em Enfermagem da FAAM. marca o início da realização do trabalho de conclusão de curso. A FAAM pretende que seus alunos do curso de Enfermagem superem esse sentimento. como resultado final. devidamente assinada pelo orientador. de desenvolvimento da pesquisa e sua validação perante banca examinadora. apresentem congruência e fluidez em sequência.

desenvolvimento. submetendo o novo texto aos membros da banca. bibliografia. com exceção do professor orientador.  desenvoltura e domínio do assunto na apresentação oral do trabalho e na discussão com os membros da banca examinadora.  apresentação de. A banca pode reprovar o trabalho ou determinar reformulação em aspectos por ela discriminados e justificados na ficha de avaliação. O resultado final será colhido da média aritmética das notas individuais dos professores presentes à banca. e dos instrumentos metodológicos escolhidos para o levantamento de dados do trabalho. que deverão se reunir para nova avaliação.  inventividade da interpretação produzida pelo autor. Qualquer membro do corpo docente do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia poderá ser indicado para participar de banca de sua área de interesse.  uso criativo e próprio. Poderão ainda integrar o corpo de avaliadores professores de outros cursos da Faculdade da Amazônia. folha de rosto. as notas dos membros da banca. bem como a sua capacidade de percepção dos problemas sociais próprios ao desenvolvimento e ao enfrentamento concreto das questões relativas ao tema escolhido. conclusão. desde que comprovado pelo orientador o reconhecido interesse de sua presença para a discussão e avaliação do trabalho.0 (sete). e com a aprovação do professor responsável pelo acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso. deve o aluno promover as alterações em até 15 dias. De acordo com o Regulamento do TCC. que encaminhará 4 (quatro) vias ao professor indicado para o acompanhamento e que se responsabilizará pelo agendamento da apresentação. da produção institucional sobre o tema objeto de estudo.  adequação do texto às normas técnico-científicas vigentes. folha de aprovação. segundo os objetivos da pesquisa. deverão ser iguais ou maiores que 7. destacando-se a exigência de fluência escrita. A conclusão do TCC será levada ao conhecimento do orientador. introdução teórico-metodológica. Para aprovação. observada a disponibilidade de sua carga horária. considerando-se a literatura clássica a respeito da matéria e o conhecimento. Nesse último caso. sumário. consideradas as sugestões do orientador. dispensada nova defesa oral. a avaliação pela banca examinadora observará os seguintes critérios:  qualidade da revisão bibliográfica do trabalho na área pesquisada. pelo menos. de consequência da estrutura argumentativa e de problematização crítica do assunto pesquisado. 112 .  capacidade de articulação interna do texto. A apresentação do TCC deverá ocorrer perante banca examinadora presidida pelo orientador e composta por. resumo. mais 02 (dois) professores designados pelo professor responsável pelo acompanhamento. no mínimo. pelo aluno.  a vinculação direta do tema com um dos ramos do conhecimento na área do curso de graduação em Enfermagem.

 providenciar o encaminhamento à biblioteca de cópia dos Trabalhos de Conclusão de Curso aprovados. de aprofundamento e/ou atualização de conhecimentos específicos que complementem a formação acadêmica. a ser submetida à aprovação do Colegiado do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. A inclusão de tal componente no currículo objetiva flexibilizar a formação do discente. dando-lhe ampla publicidade para os alunos.  cooperar com a Coordenadoria do curso de graduação em Enfermagem na elaboração do Calendário de Atividades relativas ao Trabalho de Conclusão de Curso.  indicar professores orientadores para os alunos que não os tiverem. A Coordenadoria do Curso de Graduação em Enfermagem é responsável pela elaboração do Calendário de Atividades relativas ao Trabalho de Conclusão de Curso. componente integrante do currículo. Componentes Curriculares Optativos Componentes curriculares optativos são aquelas constantes da matriz curricular para opção do aluno. para fins de enriquecimento cultural. Tendo presente estes entendimentos a FAAM estabeleceu elenco de disciplinas 113 . competindo-lhe:  cumprir e fazer cumprir as normas constantes neste Regulamento. É parte integrante da matriz curricular. Deverão ser cumpridas. 6. para efeito de conclusão de curso.  acompanhar e controlar a participação dos orientadores e dos alunos no desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso. A proposta de regulamentação do Trabalho de Conclusão de Curso. Trata-se de um elenco de disciplinas.7. Isso não quer dizer que esse componente seja menos importante. sob a orientação pedagógica da coordenação de curso. os horários e locais para defesa do Trabalho de Conclusão de Curso.  designar as bancas examinadoras. Assim. as datas. dando-lhe autonomia para incrementar sua formação acadêmica. o aluno deverá escolher entre o elenco de disciplinas disponibilizadas pela IES as optativas que deverá cursar. Componentes curriculares optativos são de livre escolha do aluno regular. indicado pela Coordenadoria do Curso de Graduação em Enfermagem e designado por ato do Diretor da Instituição. devendo o aluno ter a obrigatoriedade de cumprir um determinado número de carga horária ao longo do curso. O acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso desenvolvido pelos alunos será exercido por um professor vinculado ao corpo docente da Faculdade da Amazônia. consta como anexo ao presente projeto. devendo o mesmo ser publicado e distribuído aos alunos no início de cada semestre letivo.  Responsabilizar-se pelo núcleo de apoio para realização do Trabalho de Conclusão de Curso.

O professor passa. à aplicação mecânica de fórmulas feitas. voltadas para o seu desenvolvimento intelectual e profissional. A regulamentação da oferta dos componentes curriculares optativos consta como anexo ao presente projeto. garantindo situações que estimulem a participação ativa do aluno no ato de aprender e auxiliando a formação de conhecimentos. a desempenhar o papel de facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem.  definam a relevância de um problema por sua capacidade de propiciar o pensar. não a sua aquisição.  provoquem a necessidade de busca de informação. os métodos e técnicas de ensino-aprendizagem são cuidadosamente selecionados e planejados pelo corpo docente da FAAM.8. observadas as especificidades de cada projeto pedagógico.  enfatizem a manipulação do conhecimento. competências e habilidades em interação com a realidade e com os demais indivíduos. a necessidade de formulação de argumentações mais sólidas. não se reduzindo. então. adquiri conhecimentos de forma significativa pelo contato com metodologias de ensino voltadas para a criação e construção de conhecimentos. também. Nessa perspectiva o aluno deixa a posição de mero expectador do processo ensino-aprendizagem.FAAM utiliza. Assim.  otimizem a argumentação e a contra argumentação para a comprovação de pontos de vista. limitado a captar o conhecimento transmitido pelo professor. competências e habilidades. metodologias ativas e interativas.  proponham problemas e questões. 6. assim.  dissolvam receitas prontas. criando oportunidades para tentativas e erros. o que estabelece a legislação em vigor ao incluir como optativa a disciplina Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. e passa a condição de sujeito ativo de sua própria aprendizagem. Observou. que constituem os pilares do conhecimento: “aprender a conhecer”. competências e habilidades. Na FAAM a aprendizagem é entendida como processo de construção de conhecimentos.  desmistifiquem o erro. que requer o uso de capacidades pessoais.optativas cujos conteúdos são significativos para a formação do enfermeiro. “aprender a fazer”. como pontos de partida para discussões. 114 . desencadeando a preocupação com a provisoriedade do conhecimento. centradas no aluno. Metodologia de Ensino-Aprendizagem A Faculdade da Amazônia . “aprender a viver juntos” e “aprender a ser”. no desenvolvimento de seus cursos. com ênfase nas 04 (quatro) aprendizagens fundamentais. observando-se a necessidade de propiciar situações que:  viabilizem posicionamentos críticos.

representativas do efetivo exercício profissional. como parte de disciplinas ou integradas a outras atividades acadêmicas.  tratem o conhecimento como um processo. inicialmente apresentada para o curso. No trabalho de desenvolvimento dos componentes curriculares do curso de graduação em Enfermagem da FAAM. a FAAM concede aos professores do curso liberdade para que. técnicas. O exame do conjunto de competências e habilidades que orienta o curso revela a necessidade de múltiplos espaços para o desenvolvimento das atividades. demanda variados contextos de ensino-aprendizagem.  projetos de extensão universitária e eventos de divulgação do conhecimento. recursos e instrumentos da área de Enfermagem. com o Núcleo Docente Estruturante e o Colegiado de Curso. é pela utilização.  aplicação e avaliação de estratégias. a coordenação do curso e os docentes cuidarão para assegurar o envolvimento do aluno em atividades dinâmicas. tendo em vista que ele deve ser retomado. superado e transformado em novos conhecimentos. Dessa forma. estabeleçam as estratégias e os métodos de ensino que serão utilizados para cada componente curricular. individuais e de equipe. demonstrações e exercícios.  projetos de investigação científica desenvolvidos por docentes do curso.  visitas documentadas através de relatórios a instituições e locais onde estejam sendo desenvolvidos trabalhos com a participação de Enfermeiros. como regra geral. 115 . o que conduz à necessidade de liberdade aos professores para utilização dos métodos e técnicos que considerarem mais eficazes para a superação das limitações dos discentes.  práticas didáticas na forma de monitorias.  exercícios em laboratórios específicos. na etapa de planejamento acadêmico dos componentes curriculares. No entanto. nos componentes curriculares teóricos.  consultas supervisionadas em bibliotecas para identificação crítica de fontes relevantes. sob a forma de estágio supervisionado. em colaboração com a Coordenação de Curso. conferências e palestras. pela diversidade de práticas e domínios de conhecimento que caracteriza a área. que incluirão:  aulas. da técnica de aula expositiva nas suas formas participativa e dialógica. passíveis de avaliação e aprovados pela Instituição. A opção.  práticas integrativas voltadas para o desenvolvimento de competências e habilidades em situações de complexidade variada. levou-se em consideração que a formação do Enfermeiro.

leitores de tela. incluindo metodologias de ensino. Será dedicada atenção especial à garantia da acessibilidade metodológica. flexibilização do tempo e utilização de recursos para viabilizar a aprendizagem de estudantes com deficiência. provocadora. A investigação científica e a extensão chegam à sala de aula com a proposta de despertar uma atividade pedagógica instigante. de informática. softwares ampliadores de comunicação alternativa. Para garantir a ausência de barreiras nas metodologias e técnicas de estudo. Nesse sentido. os gestores da FAAM registram o especial interesse em implementar ações e projetos relacionados à acessibilidade em toda a sua amplitude. de novos métodos e técnicas de ensino. enfocando o uso e a adequação de recursos audiovisuais. a atuação do professor não se restringe à mera transmissão de conhecimentos. mas que consiga identificar. pedagógica e atitudinal. visando. Também como opção metodológica para os diversos componentes curriculares que compõem a matriz curricular do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. O curso de graduação em Enfermagem da FAAM almeja também desenvolver programas que privilegiem descobertas de novas metodologias. A acessibilidade metodológica e pedagógica são aquelas relacionadas às barreiras nas formas de organização do espaço pedagógico. algumas questões a serem respondidas. espaço destinado ao desenvolvimento de importantes competências profissionais e ambiente indispensável ao aprimoramento das competências e habilidades esperadas do futuro profissional em Enfermagem. Portanto. a FAAM estimulará utilização. sendo-lhe destinada a tarefa mais importante de desenvolver no aluno o hábito de trazer para debate questões que ultrapassem os rígidos limites teóricos. A acessibilidade atitudinal refere-se à percepção do outro sem preconceitos. estigmas. levando-o. pois é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras. 116 . que não só dê conta daquilo que se propõe. assim como para o desenvolvimento de competências e habilidades. a investigação científica e a extensão que a Faculdade da Amazônia buscará a formação integral e adequada do aluno do curso de graduação em Enfermagem e romperá com uma formação que ocorre apenas na tradicional sala de aula. Todos os demais tipos de acessibilidade estão relacionados a essa. É por meio da articulação entre o ensino. estereótipos e discriminações. texto impresso e ampliado. No caso da técnica de aula expositiva nas suas formas participativa e dialógica. pode-se citar a utilização de pesquisas pontuais voltadas para o aprofundamento e o aperfeiçoamento do conhecimento. é particularmente importante o Estágio Curricular Supervisionado. entre outros recursos. pelo menos. Os professores promoverão processos de diversificação curricular. de ferramentas informatizadas que permitam o acesso dos alunos aos textos e outros materiais didáticos em mídias eletrônicas. pelos docentes. sempre. como por exemplo: pranchas de comunicação. assim. ao aperfeiçoamento do trabalho pedagógico. a repensar o conhecimento.

São atividades curriculares as preleções. é obrigatória.6. Avaliação do Ensino-Aprendizagem A avaliação. no que concerne a sua estrutura.  da participação efetiva da comunidade acadêmica nas diversas atividades propostas pela FAAM.9. argüições. A avaliação interna.9. nos limites definidos pelo Colegiado de Curso. excursões. efetivado de acordo com os objetivos e metas propostas pela FAAM. e eventuais exames finais. expressando-se o resultado de cada avaliação em notas de zero a dez.  da execução do Projeto Pedagógico Institucional. provas escritas e orais previstas nos respectivos planos de ensino aprovados pelo Colegiado de Curso. permitir o acompanhamento sistemático e contínuo:  do processo ensino-aprendizagem. pesquisas. A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota. organização. são conformadas por procedimentos de observação e registros permanentes e têm. salvo casos previstos na legislação pertinente. O professor. restrita aos alunos regularmente matriculados. durante o período letivo. organizada pela FAAM. constitui-se em elemento de reflexão e transformação da prática acadêmica e tem como princípio básico o aprimoramento da qualidade de suas ações educativas. A frequência às aulas e às demais atividades escolares. dos professores. Mecanismos de Avaliação 6. 117 . dos alunos e demais funcionários. exercícios e outras atividades em classe e extraclasse que podem ser computados nas notas ou conceitos de verificações parciais. pelos órgãos locais e centrais da administração próprios do Sistema Federal de Ensino.1. vedado o abono de faltas. trabalhos práticos. pode promover trabalhos. estágios. exercícios.  do desempenho da direção. a seu critério ou a critério da respectiva Coordenação. incidindo sobre a freqüência e o aproveitamento do aluno. expressa em grau de zero a dez. por escopo. A aprendizagem é avaliada mediante verificações parciais. e a avaliação externa. pesquisas. seminários. Cabe ao docente a atribuição de notas da avaliação e a responsabilidade do controle da freqüência dos alunos. nos diferentes momentos e níveis do processo educacional. e à Secretaria Acadêmica o seu registro. funcionamento e impacto sobre o processo ensino-aprendizagem.

setenta e cinco por cento (75%) das aulas e demais atividades presenciais de freqüência obrigatória. respeitando sempre a compatibilidade de horário entre disciplinas. os critérios. dispensado de cursar novamente as disciplinas em que tenha logrado aprovação. Promovido ao período letivo seguinte. a média mínima 7 (sete). a explicitação do projeto de auto-avaliação do curso consolida um sistema de avaliação regular. que permite o aproveitamento 118 . critérios de avaliação e de convocação definidos pelo Conselho de Administração Superior. o aluno não é promovido ao período letivo seguinte. poderá ter abreviada a duração do curso de acordo com as normas do sistema de ensino.  média igual ou superior a seis.2. vetando-se nova promoção antes de o aluno lograr aprovação nessas disciplinas. ficando. O aluno que obtiver extraordinário aproveitamento nos estudos demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específica. aplicada por Banca Examinadora Especial. em instrumento próprio. obrigando-se a repetir o período cursado. Auto-Avaliação Em atendimento ao inciso VIII do artigo 3º da Lei do SINAES. Reprovado em mais de duas disciplinas. O pedido de exame deve ser apresentado pelo interessado ao Colegiado do seu curso que dará provimento observadas as condições determinadas pelo Conselho de Administração Superior. O aluno pode requerer revisão de notas atribuídas às avaliações parciais e à verificação final do aproveitamento escolar. a carga horária do novo período e os pré- requisitos das disciplinas que irá cursar. Independentemente dos demais resultados obtidos. É aprovado na disciplina o aluno que. 6. simultaneamente. tendo freqüentado. desde que atendidos os prazos. neste caso. A Banca Examinadora Especial terá sua composição. ficando neste caso dispensado da verificação final. Admite-se a promoção com dependência de até duas disciplinas do período cursado. considera-se reprovado o aluno que na disciplina não tenha freqüência mínima de setenta e cinco por cento (75%) nas aulas efetivamente ministradas e em outras atividades presenciais de freqüência obrigatória.9. as condições e os procedimentos definidos pelo Colegiado de Curso. logre obter:  nas avaliações parciais. o aluno cursará prioritariamente as disciplinas em que se encontre em dependência e. entre a nota da verificação final e a média que tiver obtido nas avaliações parciais. observados os prazos e as condições definidas pela Coordenação Acadêmica. É promovido ao período letivo seguinte o aluno aprovado nas disciplinas do período cursado. no mínimo. Ao aluno que deixar de comparecer à avaliação parcial ou à verificação final de aproveitamento escolar pode ser concedida uma segunda oportunidade. aquelas do novo período letivo.

contendo estudo sobre procedência. Assim.  por meio de pesquisas para levantamento do perfil do aluno. sobretudo. A auto-avaliação é entendida como parte do processo de aprendizagem. realizados no início dos períodos. com a participação de alunos e de professores. e se configura em elemento central do processo de planejamento institucional. expectativas quanto ao curso e à profissão. As questões relativas ao conjunto dos componentes curriculares do curso de graduação em Enfermagem da FAAM (e dos demais processos pedagógicos que compõem as atividades acadêmicas) serão analisadas tendo-se em conta a percepção do aluno e do professor sobre o seu lugar no processo de ensino-aprendizagem. em 04 (quatro) itens: a garantia da infraestrutura necessária para o desempenho das atividades. A auto-avaliação será realizada no curso:  por meio de questionários aplicados aos alunos e professores sobre o desempenho destes. a auto-avaliação na FAAM abarca todos os agentes envolvidos nos diferentes serviços e funções que dão suporte ao processo de formação profissional. vivências e ações na trajetória particular de formação profissional. a atuação dos docentes. também. uma forma contínua de acompanhamento de todas as atividades que envolvem os cursos de graduação da FAAM. a auto-avaliação do curso levará em conta a multidimensionalidade do processo educacional que supera o limite da teoria. e a possibilidade de adotar as providências necessárias para saneá-las. para a discussão de formas e critérios. A avaliação empreendida será focada. Na auto-avaliação será importante considerar como os alunos e professores percebem o curso como um todo e. Dentro desse princípio. à investigação científica e à extensão. A auto-avaliação será contínua e sistemática de forma a contribuir para o fortalecimento do curso e seu constante aperfeiçoamento. a fim de promover a permanente melhoria das atividades relacionadas ao ensino. A auto-avaliação do curso de graduação em Enfermagem da FAAM terá como objetivo geral rever e aperfeiçoar o Projeto Pedagógico de Curso. No processo de condução da auto avaliação a FAAM considera relevantes os indicadores 119 .  em seminários sobre o processo de ensino-aprendizagem e materiais didáticos. promovendo o diagnóstico constante para avaliação da efetividade do Projeto Pedagógico de Curso e compreensão do processo de construção/apropriação do conhecimento/desenvolvimento de competências dos alunos através das suas produções. a sua inserção nesse processo. a adequação dos materiais didáticos elaborados. viabilizando o conhecimento das fragilidades e deficiências que por ventura possam existir. a aplicabilidade e eficiência do Projeto Pedagógico de Curso.  por meio de questionários aplicados aos alunos e professores sobre a infraestrutura disponível sobre o curso.dos seus resultados para o aperfeiçoamento do curso.

Na sua composição. representação do corpo técnico-administrativo e representação da sociedade civil organizada. A composição da CPA é paritária.  a auto avaliação se constitua em uma atividade sistemática e com reflexo imediato na prática curricular. quando disponíveis. A análise dos relatórios conclusivos de auto avaliação será realizada pelo Coordenador de Curso. forma de composição.que representam as demandas da sociedade e do mercado de trabalho. As definições quanto à quantidade de membros. da sociedade civil organizada. portanto. 120 . com o objetivo de melhor avaliar seus pontos fortes e os pontos fracos. a quem compete zelar para que:  as ações estejam em sintonia com o projeto. o órgão responsável pela implantação e desenvolvimento da auto- avaliação da FAAM. juntamente com o Núcleo Docente Estruturante. duração do mandato.051/2004. Em atendimento ao disposto no artigo 11 da Lei nº 10. a auto-avaliação do curso se articulará com a avaliação institucional. a quem atribuiu a responsabilidade de desenvolver e executar as atividades de auto-avaliação institucional. relacionados à qualidade do curso e do crescimento institucional com vistas a ajustes e correções imediatas. discente e técnico-administrativo) e. Conforme orientações do Ministério da Educação. serão incorporados aos resultados da auto- avaliação do curso de Enfermagem. é constituída pelo mesmo número de representantes de cada segmento que a compõe: representação do corpo docente. Os resultados da avaliação externa. a FAAM constituiu a CPA. ou seja. atue junto aos professores e quw sejam construídos relatórios conclusivos. A CPA é. viabilizando a implementação de novas atividades pedagógicas relevantes ao processo ensino-aprendizagem. os resultados das avaliações realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP ( ENADE. A implantação do projeto de auto-avaliação do curso será monitorado pelo Colegiado de Curso. dinâmica de funcionamento e modo de organização da CPA são objeto de regulamentação própria. por meio de comunicação oral ou escrita. a CPA conta com a participação de representantes de todos os segmentos da comunidade acadêmica (docente. Essa estruturação indica que a CPA da FAAM atende aos termos do inciso I. representação do corpo discente. §2º do artigo 7º da Portaria MEC nº 2.861/2004. uma vez que ambas visam à consecução de objetivos comuns. Possui autonomia em relação aos órgãos colegiados existentes na Instituição.  professores e alunos do curso participem efetivamente do processo. e o resultado será encaminhado para o Colegiado de Curso para fins de adoção das medidas indicadas.  o Coordenador do curso. CPC e IGC) e os resultados das atividades de investigação científica e extensão. também. segundo o q ual é vedada a existência de maioria absoluta por parte de qualquer um dos segmentos representados. Os resultados das análises do processo serão levados ao conhecimento dos alunos e professores envolvidos. com o apoio do NDE do curso.

Há que se ressaltar também que o aluno que participa de projetos de iniciação científica desperta para as possibilidades de atuar profissionalmente em pesquisa.1. que permite romper com o mito do ensino apenas enquanto repasse do conhecimento já produzido. a iniciativa e o desenvolvimento de atitudes critico-investigativa diante da realidade. Assim. Para assegurar sua legitimidade junto à comunidade acadêmica. tais como biblioteca. O professor será incentivado a participar das atividades de iniciação à pesquisa como orientador de projetos de pesquisa.  do intercâmbio com instituições científicas. principalmente através:  do cultivo da atividade científica e do estímulo ao pensar crítico em qualquer atividade didático-pedagógica. com vinculação às disciplinas que ministra.  da realização de convênios com entidades patrocinadoras de pesquisa. praticado no cotidiano da sala de aula.10. Cabe ressaltar que a FAAM incentiva a pesquisa por todos os meios ao seu alcance. conhecer a realidade é essencial para que o pesquisador aprimore as respostas que necessita dar à sociedade. pois. Os representantes da CPA são escolhidos entre pessoas capazes de assumir a responsabilidade pelo desenvolvimento de todas as ações previstas no processo avaliativo. no processo de escolha dos seus membros são consultados os agentes participantes do processo. Investigação Científica no Curso de Graduação em Enfermagem A FAAM entende a pesquisa como um processo de reflexão sistemática e crítica sobre a realidade multidimensional na qual está inserida. conforme considera a FAAM.10. Investigação Científica e Extensão 6. de acordo com a sua qualificação acadêmica e o seu grau de conhecimento no campo científico.  da formação de pessoal em cursos de pós-graduação. A FAAM assume a pesquisa como exercício permanente de busca. 121 . documentação e divulgação científica. 6.aprovada pelo Conselho de Administração Superior.  da manutenção de serviços de apoio indispensáveis. é na graduação que se formam os pesquisadores. A iniciação científica é desenvolvida em todos os cursos da FAAM como estratégia institucional para fomentar a autonomia intelectual.

culturais e desportivas. cultural e científico. Logo. captados junto a organizações da região.11.10. A execução dos projetos de extensão na Faculdade da Amazônia tem a supervisão disciplinada por Resolução do Conselho Técnico Pedagógico. simpósios. 6. seminários e encontros. Com as atividades de extensão a Faculdade da Amazônia objetiva promover a articulação com a sociedade e transferir para esta os conhecimentos desenvolvidos com as atividades de ensino e pesquisa. desenvolvem-se sob a forma de atividades permanentes em projetos. o que implica considerá-la uma atividade de intervenção acadêmica na sociedade. articulados com o ensino e pesquisa.  participação em iniciativa de natureza cultural. diretamente ou por meio de instituições públicas e privadas.2. Os resultados obtidos em função do desenvolvimento dos projetos de pesquisa são amplamente divulgados junto à comunidade e publicados em revistas e periódicos especializados e indexados. que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza uma relação transformadora entre a IES e a sociedade. 6. se torna sujeito das ações que se voltam para o atendimento da demandas dessa sociedade. Tecnologias de Informação e Comunicação no Processo Ensino- 122 . assim como os relatórios conclusivos são tombados em cópia. As atividades de extensão se caracterizam pela prática junto à comunidade e o compartilhamento com ela do conhecimento sistematizado e produzido na Faculdade. Extensão no Curso de Graduação em Enfermagem Para a FAAM a extensão é entendida como um processo educativo. e essas ações contribuem para a produção de seu próprio conhecimento. no qual o aluno mantém contato direto com a realidade social. e  promoção de atividades artísticas. captados junto a organizações públicas e privadas da região. sendo os serviços de extensão realizados sob a forma de:  atendimento à comunidade. as atividades de extensão se constituem em espaço privilegiado no processo de formação profissional. O financiamento das atividades de extensão inclui recursos próprios da instituição ou de terceiros. artística e científica. O financiamento das atividades de pesquisa inclui recursos próprios da instituição ou de terceiros. públicas e privadas.  da programação de eventos científicos e participação em congressos. no acervo da biblioteca da instituição. Ao mesmo tempo consegue também captar as demandas sociais e incorporá- las em suas atividades. Os programas de extensão.

Integração com o Sistema Local e Regional de Saúde e o SUS A Faculdade da Amazônia adotará as medidas necessárias para promover a integração dos cursos da área da Saúde com o sistema de saúde local e regional e o Sistema Único de Saúde – SUS. de acordo com o previsto nos projetos pedagógicos dos cursos. além de enriquecer os conteúdos abordados com a apresentação de esquemas. a universalização e o rápido acesso à informação. Enfermagem Gotejamento. Guia rápido de enfermagem. e para os alunos utilizarem nos laboratórios de informática e na biblioteca. firmará parcerias para desenvolver estágio curricular supervisionado e atividades de atenção à saúde nos níveis primário.Aprendizagem A FAAM incorporará de maneira crescente os avanços tecnológicos às atividades acadêmicas. Sua utilização permite superar as barreiras físicas e o acesso limitado aos recursos de informação existentes. As aulas com slides/data show possibilitarão aos docentes utilizar imagens com boa qualidade. apresentação de slides e gerenciador de bancos de dados. imagens e sons. As tecnologias de informação e comunicação implantadas no processo de ensino- aprendizagem incluirão. também. por meio de convênios. secundário e terciário na rede e nas instalações hospitalares vinculadas ao SUS.ensino criativo de promoção de aprendizagem ativa. A integração de dados. app Enfermagem. que incluem processador de textos.12. mapas etc. TV/DVD e da música/som etc. animações. Para tanto.  programas on-line e Web sites. Assim sendo. como ferramenta de busca e consulta para trabalhos acadêmicos e em projetos de aprendizagem.  pacotes de aplicativos. Será estimulado o uso. A FAAM incentiva. Enfermagem Central. Web . o uso da imagem e a informática como elementos principais. será destinado percentual de sua receita anual para a aquisição de microcomputadores e softwares utilizados em atividades práticas dos cursos oferecidos. Nos microcomputadores e softwares disponibilizados pela FAAM serão utilizados (as):  a internet. úteis para os docentes no trabalho de preparação de aulas e elaboração de provas.Ambientes de prática baseada em evidência específicos de Enfermagem . a participação do corpo docente em eventos que tratem de temas relacionados à incorporação de novas tecnologias ao processo de ensino-aprendizagem para que se apropriem das novas técnicas e colaborem na disseminação destas no meio acadêmico.  outras ferramentas. especialmente. planilha eletrônica. entre os professores do curso de Enfermagem. e a possibilidade de comunicação autêntica reduz as barreiras de espaço e de tempo e criam um contexto mais propício à aprendizagem. de ferramentas informatizadas que permitam o acesso dos alunos aos textos e outros materiais didáticos em mídias eletrônicas. 123 . Dentre os aplicativos utilizados constam: Google Play. Os docentes utilizarão também as linguagens dos modernos meios de comunicação. 6.

V . ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 7. 124 . sendo pelo menos 20% em tempo integral. conforme a seguir descrito: .indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de investigação científica e extensão. . VI .ter.1. 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. e definiu suas atribuições e critérios de constituição.contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do Curso de Graduação em Enfermagem. oriundas das necessidades da graduação. IV . consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem. III .ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral.assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso. . Em consonância com o que dispõe a Resolução CONAES nº 01/2010. II . com atribuições acadêmicas de acompanhar o processo de concepção. pelo menos. Núcleo Docente Estruturante O Núcleo Docente Estruturante (NDE) constitui-se de um grupo de docentes do curso.revisar ementas e conteúdos programáticos.zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes na matriz curricular. São atribuições do NDE do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia: I . a Faculdade da Amazônia normatizou o funcionamento do NDE.acompanhar os resultados no ensino-aprendizagem do Projeto Pedagógico de Curso. DESCREVER OS CONVÊNIOS ASSINADOS 7.ser constituído por um mínimo de 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do curso. de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área da Enfermagem. . em colaboração com o Colegiado de Curso.construir e acompanhar o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem.

1. pelo menos. Em sua composição. a Faculdade da Amazônia compromete-se a estabelecer uma relação duradoura e perene entre si e o corpo docente. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM PROFESSOR TITULAÇÃO MÁXIMA REGIME DE TRABALHO (*) MARIA TITA PORTAL SACRAMENTO DOUTOR INTEGRAL MARIDALVA RAMOS LEITE MESTRE INTEGRAL LIA SIMONE CUMAR BRAGA MESTRE INTEGRAL ROSE MARTINS TAVARES MESTRE INTEGRAL MARGARETH MARIA BRAUN MESTRE INTEGRAL GUIMARÃES IMBIRIBA (*) Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem. seguida da titulação máxima e do regime de trabalho. sem as altas taxas de rotatividade que dificultam a elaboração. com efetiva participação docente. No quadro a seguir é apresentada a relação nominal dos professores que compõem o Núcleo Docente Estruturante.indicar cursos a serem ofertados como forma de nivelar o aluno ingressante ou reforçar o aprendizado. 100% dos docentes possuem titulação acadêmica em programas de pós-graduação stricto sensu reconhecidos pela CAPES ou revalidada por universidades brasileiras com atribuição legal para essa revalidação. A qualificação e dedicação dos professores indicados para o NDE certamente contribuirá para a estabilidade docente e o estímulo à permanência dos integrantes do Núcleo Docente Estruturante até. VII . VIII . Titulação Acadêmica A Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia é a professora Dra. Conforme pode ser observado no quadro apresentado. sendo 60% no regime de tempo integral.2. Coordenação do Curso 7. Enfermeira formada pela Escola de Enfermagem Magalhães Barata onde ingressou no mês de março do ano de 1960 e concluído em agosto de 1964. o reconhecimento do curso. de uma identidade institucional. Mestre 125 . Neste sentido. totalizando 5 (cinco) membros.propor ações em prol de melhores resultados no ENADE e no CPC. 7.2. Maria Tita Portal Sacramento. Todos os professores do Núcleo Docente Estruturante têm previsão de contratação em regime de tempo integral ou parcial. em Belém-Pará. o Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia conta com o Coordenador de Curso e com 4 (quatro) professores.

Marabá e Conceição do Araguaia foi uma experiência gratificante.Belém.em Enfermagem pela Escola Paulista de Medicina no ano de 1986. UNIFESP no ano 1965. Durante a graduação. por um período de seis meses. o qual exerceu por cinco anos. presta concurso para Previdência Social. nos municípios de Paragominas. onde no período de 1966 a 2000 desenvolveu a função de docência e diretora no período de agosto 1992 a 1994. antes de viajar para São Paulo. Em 1987 realizou o Curso de Licenciatura Plena em Disciplinas Especializadas do Ensino de 2º Grau pela Universidade Federal do Pará. em Belém – Pará. onde vou buscar especialização em Enfermagem Obstétrica na Escola de Enfermeiro do Hospital São Paulo. para acompanhar seu esposo. no INAMAPS passou a trabalhar no serviço de Acidente do Trabalho por isso realizou o curso de Especialização em Enfermagem do Trabalho no ano de 1975. na Escola de Enfermagem Magalhães Barata. hoje. antigo “SANDU” sendo aprovada para desenvolver a função de enfermeira do setor de pronto-atendimento. onde teve a oportunidade de trabalhar e vivenciar a experiência da prática em pós-operatório de cirurgias cardíacas. No ano de 1979 retorna a trabalhar na Santa Casa de Misericórdia do Pará. e em 2005 Doutora em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Anna Nery. Em 1970.Pará. foi contratada pela Maternidade do Povo com o convide para assumir a chefia de enfermagem. Após exerce a função de diretora de Departamento de Pesquisa da Pró- Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. trabalhou como enfermeira assistencial no Hospital Guadalupe. Durante este período foi convidada para lecionar a disciplina de Enfermagem Obstétrica para o curso de Graduação em Enfermagem. em seguida no Posto de Urgência do Vergueiro e depois no Posto de Atendimento do Tatuapé setores do Instituto Nacional Previdência e Assistência Social (INANPS). após a especialização trabalhou no Hospital da Beneficência Portuguesa por um período de seis meses do mesmo ano. Ao retornar a Belém. Em 1984 voltou para São Paulo por ter sido aprovada no Mestrado em Área de 126 . pela Escola de Enfermagem Magalhães Barata/ FUNDACENTRO . por lá permaneceu até o ano de 1974. durante oito meses e quando terminou trabalhou no Hospital da Santa Casa de Misericórdia do Pará durante seis meses atuando como enfermeira assistencial. Chefe do Departamento de Enfermagem de 24 de setembro de 1979 a 26 de agosto de 1980. E. Santarém. no último semestre. nesse período trabalhou no setor de clínica médica do Hospital Brigadeiro. Ao retornar para Belém em 75 a convite da Escola de enfermagem para implantar a Habilitação de Enfermagem Obstétrica. foi transferida a cidade de São Paulo. nessa gestão ocorreu a interiorização da Universidade do Estado do Pará com o curso de enfermagem. No final da década de 60 em 1969. no ano de 1966. que passou por um período curto. como bolsista do CAPES.

Durante sua caminhada na Enfermagem. 96. Em 92 participou como Consultor Ad Hoc do CNPQ. foi aprovada no doutorado pela Escola de Enfermagem Anna Nery/UFRJ. No período de fevereiro de 2002 a fevereiro de 2003 ministrou aulas na disciplina Saúde da Mulher na Faculdade Bezerra de Araújo – Rio de Janeiro. 04. 99. 10. em 1991. 98. Apresentação de Trabalhos em eventos 127 . De 1996 e 1997 a coordenação de Curso de Especialização em Enfermagem do Trabalho com o apoio do CAPES. 83. 12. 03. Em 1995 participa da Coordenação do curso de Especialização em Enfermagem do Trabalho. concluindo em 1986.Pará 1993 -1999 Participação em eventos da enfermagem: Congresso Brasileiro de Enfermagem – 1965. 2001. Coordenadora Geral de Curso de Pós Graduação da Escola de Enfermagem Magalhães Barata. em 2004. 09. 05. em 2002. No início da década de 90.08. Seminário Nacional de Diretrizes para Educação em Enfermagem – 2001. Em agosto de 90 foi designada para assumir a Unidade de Referência de AIDS por um período de 3 anos. No início dos anos 2000 foi um período de grandes conquistas. 78. Enquanto fazia o mestrado realizou plantões em sala de partos a convite de colegas para substituí-las. 73. 69. na Escola Paulista de Medicina. Em agosto de 90 participou do Curso de Auxiliar de Enfermagem do trabalho ministrando a disciplina Noções de Fisiologia do Trabalho. promovido pela Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social Ao retornar implantou o Curso de Especialização em Enfermagem Obstétrica na Escola de Enfermagem Magalhães Barata. Integrou Comissão Permanente do Vestibular 1994. 1997. onde obteve o Título de Doutora em 2006 e.Enfermagem Obstétrica e Obstetrícia Social. Seminário Nacional de Pesquisa em Enfermagem – 2003. 88. 05. 97. 12. 13. 11. Congresso de Conselhos de Enfermagem – 1998. 2010. 06. 08. Semanas Brasileira de Enfermagem Congresso Brasileiro de Enfermagem Obstétrica e Neonatal. cursa Especialização em Educação Profissional da Área de Saúde/ Enfermagem na Faculdade de Enfermagem da Universidade Estadual do Rio de Janeiro/ ENSP. Coordenadora Local do PROFAE no período de 01 de abril 2002 a 15 de fevereiro de 2003. Em 1993 compõem a banca examinadora do Processo Seletivo para Professor Colaborador da matéria Enfermagem Materno Infantil do Curso de Graduação de Enfermagem e Obstetrícia. Congresso Medico Amazônico – 2008. 09. foi Tesoureira da ABEn Pará no período de Tesoureira do Conselho Regional de Enfermagem . A partir daí colaborou ministrando aulas em Cursos de Especialização em Enfermagem Obstétrica na Universidade Federal do Maranhão 1990.

p. M. M. TECNICAS FUNDAMENTAIS.T. 199.T. . 167. M. (Org.SOCIAL E INSERÇÃO DA ENFERMAGEM.R. COLABORADOR. SAMPAIO. . M. V. 2008. Escola de Enfermagem Magalhães Barata. GUIMARÃES. ESCOLA ANNA NERY. ENEFERMAGEM SAÚDE DA MULHER. . p. 1ª ed. M.P. 1623-1633.P. M. . Revista de enfermagem. Coimbra.A.) MODERNA ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM 5ªed. . AUTOR. E. (Org. ENFERMAGEM DO TRABALHO. SÃO PAULO: LIVRARIA EVEREST E EDITORA. TYRREL. 2010.ed. R.SACRAMENTO. Elogiar e Agradecer.SACRAMENTO. M. Curso de Graduação de Enfermagem da UEPA. 2006. PROGRAMAS NACIONAIS DE SAUDE MATERNO. 2010. 1ª. v. C. . XX Congresso Médico Amazônico. (Org. Departamento de Enfermagem Hospitalar da UEPA. SÃO PAULO: LIVRARIA EVEREST E EDITORA. C. 1. Reconhecimento. A. S. 425-433.).8 p. 1ª ed. D. v1.INFANTIL IMPACTO POLITICO. 2012 MIAMI FLORIDA.D.1. p.II Congresso de Investigação em Enfermagem Ibero-americano e de países de língua portuguesa. SACRAMENTO. Universidade Estadual do Ceará.P. 12ª ed.T. 14.21º Congresso Cuadrienal del Consejo Internacional de Enfermeras 1997 Vancouver. RIO DE JANEIRO: MJ BEZERRA DE ARAUJO EDITORA. VIVENCIAS DAS ENFERMEIRAS NOS CURSOS DE ESPECILIZAÇÃO EM ENFERMAGEM OBSTETRICA.. Associação Brasileira de Enfermagem. 128 . v.P.. Revista Enfermagem (UERJ). DOCENCIA E PESQUISA: PRINCIPIO PARA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM 1ª ed. Agradecimento. v 3. 07-143.T. v. 1994. . ANATOMIA E FISIOLOGIA.S. WILIAM CÉSAR ALVES MACHADO (Org. M. . 2008. USA Prêmios e títulos Agradecimento. 740. 1. NETO.). v.T.SACRAMENTO. 2008. Agradecimento. 2012.. GAMA. ICN Centennial Conference 1999 London. MORTALIDADE MATERNA: UMA PRIORIDADE NA VIGILANCIA EM SAUDE. 2004. In. FEITOSA.T. M.Publicações de livros e artigos: . Evento internacional: .XIII PAN AMERICAN NURSING RESEARCH COLLOQUIUM. v 1. 1992. p.P.SACRAMENTO.P. 2009. BELÉM: EDUEPA.The International Council of Nurses.. 2009. SÃO PAULO: LIVRARIA EVEREST E EDITORA.SACRAMENTO. MENELEU. R.P. p. V.T. 208. ENFERMAGEM MÉDICO-CIRURGICA. SACRAMENTO.T. MACIEL. 2006.). SACRAMENTO. M. In NEBIA MARIA ALMEIDA DE FIGUEIREDO. p. p.P. 2004. 2009. GUIA DE ENFERMAGEM DO TRABALHO. Título de honra ao Mérito.129-130. SÃO PAULO: ROCA.

3. escolhidos por seus pares. No magistério superior.3. com mandato de um ano. II. admitida uma recondução por igual período. escolhido por seus pares. permitida a recondução. O representante estudantil deverá estar regularmente matriculado. O Colegiado de Curso será constituído pelos seguintes membros: I . definição de objetivos. admitida uma recondução por igual período. O Colegiado de Curso é presidido pelo Coordenador de Curso.2. Experiência Profissional.2. 129 .Coordenador de Curso. no âmbito de cada curso de graduação.pronunciar-se sobre o projeto pedagógico do curso. programação acadêmica e seu desenvolvimento nos aspectos de ensino. possui experiência de 50 anos. Em suas faltas ou impedimentos. no Magistério Superior e de Gestão Acadêmica A Maria Tita Portal Sacramento possui experiência do profissional de 50 anos. administração e condução do Curso de Graduação em Enfermagem. designado pelo Diretor Geral. 7. estando prevista carga horária para coordenação. compete ao Colegiado de Curso: I .Diploma de Honra ao Mérito. o Coordenador de Curso será substituído por professor de disciplinas profissionalizantes do curso. 1991. 1991. 7. 7. Colégio Estadual Paes de Carvalho-PA. cursando no mínimo três disciplinas do Curso de Graduação em Enfermagem. Medicina Ocidental da Amazônia. designado pelo Diretor Geral. Agradecimento. Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso O Colegiado de Curso é o órgão deliberativo e consultivo. II . De acordo com o Regimento Geral da Faculdade da Amazônia. investigação científica e extensão. com 40 horas de atividades semanais. dentre os professores do curso que possuem formação acadêmica específica na área. Regime de Trabalho A Maria Tita Portal Sacramento possui regime de trabalho de tempo integral. para mandato de 2 (dois) anos.cinco professores do curso. de natureza acadêmica.um representante estudantil do curso. e III. com mandato de um ano. articulados com a missão e os objetivos da FAAM e com as normas regimentais. o tempo de experiência é de 20 anos.pronunciar-se quanto à organização didático-pedagógica dos planos de ensino dos componentes curriculares. Na gestão acadêmica.2. elaboração e ou reelaboração de ementas.

Apoio Psicológico . IV . realizando os seguintes atendimentos: a. acadêmico e administrativo. para o trabalho de conclusão de curso e para o desenvolvimento das atividades complementares. VI . extraordinariamente. da avaliação de desempenho e do rendimento acadêmico dos alunos e os resultados do ENADE. metodologia diversificada. por convocação do Coordenador de Curso ou por convocação de 2/3 (dois terços) de seus membros.propor normas para o estágio supervisionado. V. O Colegiado de Curso reúne-se. Apoio Acadêmico .são desenvolvidas ações em nível preventivo. rediscutir propostas com a Assessoria Pedagógica e Coordenadores de Cursos. com o objetivo de auxiliar o aluno no processo de ensino.analisar os processos e os resultados da avaliação institucional. enfim. b. Atendimento Extraclasse c. quando necessário. 8. de 14h as 22h. . com vistas a recomendações de caráter didático-pedagógico. ATENDIMENTO AO DISCENTE 8.analisar resultados de desempenho acadêmico dos alunos e aproveitamento em disciplinas. no mínimo. e VII . reorientar estudos. devendo constar da convocação a pauta dos assuntos e serem tratados. imaturidade frente às novas exigências.conteúdos programáticos. 02 (duas) vezes por semestre e. III . da avaliação de cursos.. METODOLOGIA DE TRABALHO DO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO O NAP funciona de segunda a sexta-feira. será oferecido apoio psicológico individual aos alunos com dificuldades emocionais que estejam comprometendo o processo ensino-aprendizagem. em face de dúvidas ou incompreensões que podem ocorrer durante o processo em determinada 130 .exercer outras atribuições de sua competência ou que lhe forem delegadas pelos demais órgãos colegiados. e a partir daí. etc.1. abordando temas que contribuam para a formação pessoal e profissional dos alunos. assessorar o aluno na área acadêmica.apreciar programação acadêmica que estimule a concepção e prática interdisciplinar entre disciplinas e atividades de distintos cursos. procurando diagnosticar variáveis intervenientes. O atendimento extraclasse é um serviço individualizado.são desenvolvidas atividades de orientação aos alunos que apresentarem dificuldades no processo de construção de conhecimento. Além disso. procedimentos de ensino e de avaliação e bibliografia. oferecido aos alunos do curso de Enfermagem da FAAM. identificação com o curso. visando a adoção de medidas saneadoras. tais como: adaptação ao ensino superior.

Ou seja. em horários determinados para cada disciplina. inclusive as anteriores ao seu ingresso. entre elas. Dessa forma. a aplicação das variantes linguísticas.1. mas sem a necessidade de prévia marcação. assim como pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP). A FAAM facilita o acesso do discente ao serviço. O atendimento é prestado pela Coordenação do Curso. operam um saudável nivelamento acadêmico dos alunos. O projeto pretende oferecer aos alunos um programa de atualização na área da biologia e de química para corresponder às necessidades que os alunos enfrentarão no curso. 131 . estabelecendo distinções entre língua e fala. na medida em que ele é realizado em local definido. d. leitura e produção de texto e ortografia. disciplina.PROJETO DE NIVELAMENTO EM LÍNGUA PORTUGUESA. permitindo que sejam preenchidas eventuais lacunas formativas. a Faculdade da Amazônia. conforme necessidades identificadas pela coordenação do curso. respeitando a ordem de chegada. visitas técnicas e iniciação científica. evidenciando que muitos estão retomando seus estudos. relações interpessoais e estudos básicos da educação superior. Da mesma forma. BIOLOGIA. receberão a atualização de um programa de comunicação e produção textual da língua portuguesa inserida na sua natural diversidade. QUIMICA. pelos professores com jornada semanal específica para atendimento ao aluno.2. oficinas. por meio de uma efetiva articulação entre as coordenações. com precisão e clareza.PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO A ampla e variada oferta de disciplinas que compõem as matrizes curriculares do Curso de Enfermagem da Faculdade da Amazônia e as demais exigências demandadas pelos mecanismos de controle e avaliação de aprendizagem dentro do curso. ou seja. pelos integrantes do Núcleo Docente Estruturante. cursos de aperfeiçoamento e atualização. tais como: cursos de informática e idiomas para os acadêmicos. A FAAM oferecerá suporte ao desenvolvimento de cursos de nivelamento compatíveis com as prioridades do curso de Enfermagem. programas que visam à educação sistemática do aluno são oferecidos. com ações de orientação profissional. de posse dos horários de atendimento o aluno pode se dirigir ao local sem necessidade de agendamento de horário. 8. 8. Dessa forma. Ainda buscando mecanismos de nivelamento acadêmico. vem desenvolvendo um programa de pré-ambiência da graduação atendendo alunos do ensino médio de escolas públicas e particulares. palestras. estão situados entre 18 e 40 anos. E INFORMATICA O presente projeto se justifica pelo fato de que a média dos alunos/as de bacharelado da FAAM. da exigência da utilização da língua para a produção textual. a padrão e a coloquial. projetos de ensino e extensão. outros conteúdos poderão ser apresentados para nivelamento dos alunos do curso de graduação em Enfermagem. bem como trazem uma Educação Básica bastante fragmentada e com grandes deficiências em química e biologia.2. situando o aluno no contexto acadêmico.

através do desempenho profissional dos graduados. fez-se necessário implantar uma unidade de Ouvidoria com processos de trabalho qualificados. Avaliar o desempenho da instituição.3.  Desenvolver o método e a prática de biologia e química. 8.OUVIDORIA DA FACULDADE DA AMAZÔNIA A Ouvidoria em Educação constitui-se num espaço estratégico e democrático de comunicação entre o aluno e os gestores da Educação. professores. visa fortalecer os mecanismos de participação social e qualificar a gestão participativa. 8. É fundamental para a consolidação da Educação que o aluno tenha um espaço para solicitar informações sobre as ações e serviços ou registrar sua sugestão. Período e Carga Horária Serão realizados 5 encontros. envolvendo atividades básicas.Objetivos  Oferecer um programa de atualização em Português desenvolvendo condições técnicas da comunicação pessoal e apresentação oral de trabalhos acadêmicos. diretores. através do acompanhamento do desenvolvimento profissional dos antigos alunos. Clientela Alunos iniciantes e iniciados até o 3º semestre do curso de enfermagem da Faculdade da Amazônia – FAAM. Desta maneira. durante a ambiências dos calouros na FAAM. para atender necessidades variadas dos alunos do curso de enfermagem. Para tanto. elogio. sendo 1h30min para oficina de português e 1h30min para biologia e química. reclamação e denúncia. sob a concepção da gestão participativa e da democratização da informação em Educação. que propicie um atendimento capaz de mediar conflitos e ser eficaz na busca de soluções. relativos aos serviços prestados. como componente da Política Nacional de Gestão Estratégica e Participativa. A Ouvidoria. Além disso. no horário de 19h às 22h. com resposta ágil e resolutiva à sua manifestação. a possibilidade de uma avaliação continuada da instituição. entre gestores. ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS A Faculdade da Amazônia vem criando o Programa de Acompanhamento de Egressos.4. vislumbrando em tal estratégia. as manifestações recebidas na Ouvidoria devem ser sistematizadas e organizadas em relatórios gerenciais para informar e subsidiar os respectivos gestores sobre a incidência dos problemas. servindo como referência para mudanças positivas da política na educação. perfazendo um total de 25h. tornar-se-á objetivo do programa: a. visando à melhoria do atendimento prestado. As datas serão na primeira semana de aulas. 132 .

Incentivar à continuidade de estudos através da divulgação dos programas de Pós-Graduação. disponíveis na biblioteca de apoio ao curso. c. f. e que. Programa de Monitoria 133 . com direito a voz e voto. regido por estatuto próprio. A representação tem por objetivo promover a cooperação da comunidade acadêmica e o aprimoramento da FAAM. O Diretório Acadêmico dos cursos deve ser participativo e estará sempre envolvido em todas as atividades da FAAM. vedada a acumulação. A participação nas reuniões dos órgãos colegiados da Instituição acontece de maneira democrática e constante. A Faculdade da Amazônia pretende lidar com as dificuldades de seus egressos e colher informações de mercado visando formar profissionais cada vez mais qualificados para o exercício de suas atribuições. Compete ao Diretório Acadêmico indicar os representantes discentes. de cunho técnico- profissional. Manter registros atualizados de alunos egressos. pela própria natureza do mundo moderno. b. Promover a realização de atividades extracurriculares. matriculados em. nos órgãos colegiados da FAAM. importando a perda dessas condições em perda do mandato. Identificar junto às empresas seus critérios de seleção e contratação dando ênfase às capacitações dos profissionais da área buscados pela mesma. estão em constante aperfeiçoamento. por ele elaborado e aprovado conforme a legislação vigente. e. Incentivar à leitura de periódicos especializados. Divulgar permanentemente a inserção dos alunos formados no mercado de trabalho. com direito a voz e voto. Aplicam-se aos representantes do corpo discente nos órgãos colegiados as seguintes disposições:  são elegíveis os alunos regulares. O órgão representativo do corpo discente da FAAM é o Diretório Acadêmico. 8. g. pelo menos. 8. Participação em Centros Acadêmicos O corpo discente tem representação.  o exercício da representação não exime o aluno do cumprimento de suas obrigações acadêmicas. 3 (três) disciplinas.5. como complemento à sua formação prática. h. d.6. Promover intercâmbio entre antigos alunos. nos órgãos colegiados da Faculdade da Amazônia. conforme estabelecido no Regimento. principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento acadêmico.

Gestão e Planejamento em Odontologia.  pluralismo de ideias e concepções pedagógicas. Sócio-Antropologia e Questões Étnico-Raciais. o socioeconômico e o cultural. Estágio em Saúde Pública. holístico. que uma vez que outros componentes curriculares tratam também de temas relacionados com o meio ambiente e a sustentabilidade socioambiental. de investigação científica e de extensão sejam observados os princípios básicos da educação ambiental previstos no artigo 4º da Lei nº 9.  abordagem articulada das questões ambientais locais.795. Odontologia Legal. Estágio Supervisionado em Unidade Básica de Saúde. é assegurado pela inclusão da disciplina “Saúde e Educação Ambiental”. regionais.  garantia de continuidade e permanência do processo educativo.  concepção do meio ambiente em sua totalidade.  permanente avaliação crítica do processo educativo. Políticas de Educação Ambiental O estudo das políticas de educação ambiental. considerando a interdependência entre o meio natural. nacionais e globais. Acrescenta-se. no qual são admitidos alunos regulares dos cursos de graduação e designados pelo Diretor Geral dentre os alunos que tenham demonstrado rendimento satisfatório na disciplina e aptidão para atividades auxiliares de ensino e investigação científica. sob o enfoque da sustentabilidade. que são:  enfoque humanista. na perspectiva da inter.  reconhecimento e respeito à pluralidade e à diversidade individual e cultural 9. de todas as atividades de pesquisa. ainda. A FAAM não admite que o monitor ministre aulas teóricas ou adote práticas correspondentes à carga horária regular de disciplina curricular. Especial atenção nesse sentido será dada no desenvolvimento das disciplinas: Saúde Pública. A monitoria não implica vínculo empregatício e é exercida sob a orientação de um professor. A FAAM mantém Programa de Monitoria. multi e transdisciplinaridade. Formação Acadêmica e Profissional 134 .281 de 25 de junho de 2002. Microbiologia e Imunologia. a educação. Odontologia Social e Preventiva I. Radiologia Odontológica e Imaginologia. em atendimento à Lei nº 9. A proposta da FAAM implica também cuidar para que no desenvolvimento de todos os componentes curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem. de 27 de abril de 1999. democrático e participativo. CORPO DOCENTE 9. Deontologia e Ética. a abordagem curricular integrada e transversal se faz necessária para garantir o estudo do tema ao longo do curso. 8.1. Biossegurança e Ergonomia em Odontologia. o trabalho na área e as práticas sociais. de 27 de abril de 1999. e ao Decreto nº 4.7. Sistema Único de Saúde e Direitos Humanos.  vinculação entre a ética.795.

O corpo docente do Curso de Graduação em Enfermagem da FAAM indicado para os 02 (dois) primeiros anos é integrado por 17 professores. NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO MÁXIMA REGIME DE TRABALHO ANA CAROLINA DE ALMEIDA MESTRE INTEGRAL PAIVA ANA LÚCIA DE LIMA ALVES MESTRE INTEGRAL LIA SIMONE CUIMAR BRAGA MESTRE PARCIAL MARA LUCIA BARROS DE MESTRE INTEGRAL SOUZA DIONE SEABRA DE MESTRE INTEGRAL CARVALHO EDILSON FERREIRA MESTRE INTEGRAL CALANDRINE ROSE MARTINS TAVARES MESTRE INTEGRAL LEILANE DE HOLANDA DOUTOR INTEGRAL BARRETO MARIDALVA RAMOS LEITE MESTRE INTEGRAL GLENDA ROBERTA DOUTOR INTEGRAL OLIVEIRA FERREIRA NAIFF MARGARETH MARIA BRAUN MESTRE INTEGRAL GUIMARÃES IMBIRIBA MARIA TITA PORTAL DOUTOR INTEGRAL SACRAMENTO ANTONIO CARLOS BRAGA MESTRE PARCIAL SILVA MARCELO WILLIAMS ESPECIALISTA INTEGRAL OLIVEIRA DE SOUZA 135 . No quadro a seguir é apresentada a relação nominal dos professores. na graduação ou na pós-graduação. seguida da titulação máxima e regime de trabalho. sendo 02 (12%) doutores e 12 (71%) mestres e 3 (17%) especialistas. CORPO DOCENTE DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM Titulação Quantidade Percentual Doutorado 3 15% Mestrado 12 64% Especialização 4 21 % Total 19 100% A formação dos professores. e a experiência profissional são adequadas aos componentes curriculares que ministram.

assumiu como compromisso priorizar a contratação de profissionais com experiência profissional e no magistério superior. pelo menos.3. A maioria do corpo docente do curso de graduação em Enfermagem possui experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de. a experiência no magistério superior do corpo docente é.0 O percentual do corpo docente com regime de trabalho de tempo parcial ou integral é de 136 . 03 (três) anos. CORPO DOCENTE DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM REGIME DE TRABALHO QUANTIDADE PERCENTUAL Tempo Integral 12 63 % Tempo Parcial 07 37 % Horistas . A experiência profissional possibilita ao professor uma abordagem mais prática dos conteúdos curriculares ministrados em sala de aula. Além disso. sendo 11 (65%) contratados em regime de tempo integral. 6 (35%) em regime de tempo parcial e .2. A experiência no magistério superior possibilita ao professor uma atuação segura. focada na aprendizagem dos alunos e integrada a proposta pedagógica da FAAM. Experiência Profissional e no Magistério Superior No que se refere à experiência a Faculdade da Amazônia. ANTONIO CLAUDIO DO MESTRE PARCIAL REGO COELHO CLAYSE JENNIFER ALVES ESPEC PARCIAL DE SOUZA IALISTA LIDIANE ASSUNÇÃO DE ESPECIALIST PARCIAL VASCONCELOS A FERNANDO AUGUSTO MESTRE PARCIAL RODRIGUES MELLO JUNIOR RETIRAR SERGEI MARCELO DIAS ESPECIALISTA PARCIAL PENA 9. -% TOTAL 19 100. Regime de Trabalho O corpo docente do curso de graduação em Enfermagem indicado para os 02 (dois) primeiros anos é integrado por 17 professores.(%) horistas. ao selecionar os professores para o curso de graduação em Enfermagem. de pelo menos. 9. 02 (dois) anos.

MOBILIÁRIO E APARELHAGEM ESPECÍFICA E  Todas as salas de aula possuem: Carteiras para alunos e mesas e cadeiras para Professores.100%. 28 salas. cultural. INFRAESTRUTURA DO CURSO 10. 9. Artística ou Tecnológica Os professores do curso de graduação em Enfermagem da FAAM apresentaram nos últimos 03 (três) anos produção científica. LIMPEZA F  As salas de aulas e as áreas livres dispõem de cestas para coleta de lixo e são mantidas limpas. quanto às condições de salubridade. Produção Científica. artística ou tecnológica. tornando o ambiente agradável e confortável. com carteiras novas e adequadas ao bom desempenho das funções estudantis. A Faculdade de Amazônia oferecerá as condições necessárias ao desenvolvimento da investigação científica e à inovação tecnológica. As atividades são desenvolvidas promovendo ações que proporcionam contribuições teóricas e práticas às atividades de ensino e extensão. inclusive com participação de alunos. As salas de aula possuem uma dimensão que varia de 60m. 28 salas. 10. O corpo docente do Curso de Graduação em Enfermagem possui carga horária semanal no ensino de graduação e em atividades complementares compatível a este nível de ensino. VENTILAÇÃO D  Todas as salas de aulas são climatizadas. O acesso às salas é facilitado por rampas de acesso e elevadores destinados ao público portador de necessidades especiais.56 m².1. Em cada sala de aula são alocados em média até 60 alunos. atualmente. ILUMINAÇÃO C  Todas as salas de aula possuem iluminação artificial. b) Instalações Administrativas 137 . O Curso utiliza atualmente cinco salas de aula e o laboratório de informática. Instalações Gerais a) Salas de aula A Faculdade possui. além de oferecer excelente ventilação. As salas de aulas comportam confortavelmente 50 alunos. Cultural. ACÚSTICA B  Todas as salas de aula são dotadas de boa audição interna.4. estão assim dispostas: DIMENSÃO A  A Faculdade possui. As salas de aula possuem uma dimensão de 54. iluminação e acústica. As salas de aulas. atualmente.

1 Roteador Wireless 138 . mobiliário e aparelhagem específica. A sala destinada para a coordenação do curso está localizada no mesmo prédio. 1 Bebedouro.0 m² que serve como sala de espera em boas condições com relação ao mobiliário.  4 computadores com aceso à internet. 1 Mesas grandes c/ capacidade p/ 8 lugares. Tais gabinetes estão localizados no Prédio Principal da FAAM. As salas são bem dimensionadas. acústica. especificamente no 1º andar. dotadas possuem isolamento acústico. 1 Mesa c/ 2 gavetas. banheiros adequados e elevadores. de forma de atendem a todas as condições de salubridade. Os gabinetes contam com os seguintes recursos:  4 cabines. como por exemplo. ventilação e limpeza. com dimensões de 60. onde estão disponibilizados excelentes recursos para atender o público portador de necessidade especiais. As instalações permitem o pleno desenvolvimento das atividades administrativas e atendimento ao usuário. 12 Cadeiras Fixas. sendo um destinado para o atendimento do NDE e outro destinado aos professores em regime de trabalho em TI e TP e um quinto espaço de 20. A sala dos professores tem dimensão de 29.0 m² dividida em 4 gabinetes com 8 m². 1 cadeira Longarina c/ 3 lugares. c) Sala dos Professores A sala dos professores encontra-se no prédio principal da FAAM.0 m². rampas de acesso. 2 Armários de aço c/ 16 portas (escaninhos). O curso conta com gabinetes de trabalho para os professores TI. TP e NDE poderem ter condições de desenvolverem trabalhos em condições de silêncio e comodidade. A FAAM possui espaços suficientes para o bom desenvolvimento de suas atividades administrativas. 1 Mesa p/ café.0 m². 1 TV 42 Polegadas. com dimensões de 60. no 1º andar. porém no andar térreo. 1 Impressora. iluminação. 1 Quadros de Aviso.  Todos os gabinetes são equipados com mesas cadeiras e utensílios de escritório. Os seguintes recursos de apoio podem ser encontrados na Sala dos Professores: 3 Computadores completos.  1 impressora interligada a rede. 5 Armários de aço c/ 12 portas (escaninho). iluminação e ventilação adequadas.Os gabinetes de atendimento dispõem de quatro ambientes com espaço físico de 10.28 m² e conta com computadores com acesso à internet e os principais softwares de produtividade do pacote Office.

A sala demonstra excelente iluminação. Percebe-se ainda que a sala da coordenação apresenta boa capacidade de ventilação e que proporciona um ambiente confortável e agradável. Este espaço comporta ainda um auxiliar de coordenação que tem a função de assistir os coordenadores em tarefas de agendamento de visitas. disponibilizando conexão com internet wireless e cabeada. A sala dos professores foi projetada para atender de forma excelente as condições de limpeza e ventilação. com dimensões de 54. Cada espaço de coordenação tem em média 10.91 m². d) Salas das Coordenadorias de Curso A sala destinada para a coordenação do curso está localizada no prédio principal da FAAM. no andar térreo. na biblioteca e em terminais de autoatendimento. a sala proporciona uma boa acústica para o perfeito desenvolvimento da comunicação interna. computadores e mobiliário de escritório bem como impressora em rede. equipadas com mesas. bem como recursos necessários para preparação de aulas e demais atividades. acústica que proporcionam boa comodidade para os docentes e visitantes. 139 .A sala dos professores disponibiliza adequada proporção do número de máquinas e recursos de informática. A sala de professores possui estrutura adequada à recepção dos docentes. totalizando 60 máquinas. Atualmente a Faculdade conta com 02 laboratórios com velocidade de link de 20 megas distribuído para todo o complexo. O acesso dos alunos aos laboratórios também ocorre fora dos horários de aulas.56m² dividida em salas destinadas as coordenações dos cursos da FAAM. o acesso até a sala é facilitado por rampas de acesso. Visando o bem estar de todos os que trabalham no local a sala é limpa todos os dias por uma equipe exclusiva. A sala em questão atende de forma excelente as questões de conservação uma vez que todo o material disponibilizado está em perfeitas condições de uso. e) ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA A FAAM disponibiliza recursos de informática aos seus discentes em laboratórios. organização de material dentre outras atividades. disponibilizam-se também acesso à Internet através de wireless onde basta o aluno informar seu número de matrícula e senha que são fornecidos no ato da matrícula. com acompanhamento de monitores (alunos). Além dos diferentes softwares. Os recursos de hardware e software são implementados de acordo com as necessidades de cada curso.

Os laboratórios são regidos por resoluções próprias e contam com planos de atualizações periódicas. h) Instalações Sanitárias As instalações sanitárias são de fácil acesso e compatíveis com o número estimado de usuários. O acesso aos laboratórios é facilitado por rampas de acessos e elevadores específicos e adequados para pessoas com necessidades especiais. Espaço Físico As instalações da biblioteca são dotadas de isolamento acústico. Biblioteca 10.2. a comodidade é proporcionada por um ambiente climatizado. o que gera a proporção de um computador para 12.2. com no mínimo três títulos por unidade curricular e em proporção adequada de exemplares por vagas anuais autorizadas. iluminação. Os laboratórios acomodam de forma excelente até 60 alunos distribuídos em 2 alunos por microcomputador.5 alunos. ventilação. de recreação e culturais. 10. mobiliário e aparelhagem específica. de Recreação e Culturais.4. monitores de apoio. técnicos especializados. devidamente 140 .2. atendendo a todas as condições de salubridade. Há área de convivência e infraestrutura para o desenvolvimento de atividades esportivas.5. A FAAM mantém 06 cursos em funcionamento com 750 alunos matriculados. g) Infraestrutura de Alimentação e Serviços Há infraestrutura de alimentação e serviços terceirizados para atender as necessidades dos alunos em todas as instalações da IES. limpo. Acervo a) Livros Na biblioteca estão disponíveis os títulos indicados na bibliografia básica dos componentes curriculares do curso de graduação em Enfermagem. f) Áreas de Convivência e Infraestrutura para o Desenvolvimento de Atividades Esportivas. 10. Em todos os ambientes da FAAM estão disponíveis instalações sanitárias adaptadas para utilização por portadores de necessidades especiais. bem iluminado e com recursos novos e bem conservados.

d) Base de dados A biblioteca disponibiliza bases de dados (on-line. a FAAM prioriza a bibliografia 141 . expansão e atualização do acervo. com o arquivo e assinatura dos seguintes jornais e revistas: g) Política de aquisição. quando ele não estiver disponível.tombados junto ao patrimônio da FAAM. A bibliografia complementar dos componentes curriculares foi adquirida de acordo com o número de títulos e exemplares necessários para atender suficientemente a proposta pedagógica do curso e também está tombada junto ao patrimônio da FAAM. c) Informatização O acervo geral encontra-se todo registrado em banco de dados. A bibliografia básica e a bibliografia complementar foram recomendadas pelos docentes responsáveis pelos componentes curriculares. A informatização do acervo permite ao usuário pesquisar o material existente na biblioteca por meio de terminais de consulta local e acesso remoto. aparelhos de DVD para utilização da comunidade interna. f) Jornais e revistas A biblioteca possui uma hemeroteca. b) Periódicos O acervo do Curso de Graduação em Enfermagem conta com assinatura corrente de títulos de periódicos que atendem às necessidades acadêmico-científicas do curso. expansão e atualização Na tarefa de aquisição. permitindo fácil localização da informação mediante a utilização de um software específico. papel e CD-ROM) para pesquisa e possui microcomputadores com acesso à Internet para consulta a várias bases de dados. Além das assinaturas de periódicos. com a supervisão da Coordenação do Curso e a colaboração do Núcleo Docente Estruturante do Curso. e) Multimídia A biblioteca dispõe de vídeos-cassete. bem como a reserva do material emprestado. a Instituição viabiliza aos alunos o acesso aos periódicos disponíveis livremente no site da CAPES.

comutação bibliográfica (COMUT). que se encarregam de apontar as necessidades de aquisição em face da ausência de títulos e/ou exemplares indicados na bibliografia. reserva de livros. Nesse caso a indicação é submetida à avaliação do Coordenador de Curso que. exerce papel estratégico na tarefa de aquisição e ampliação do acervo dos cursos. Nessa tarefa a FAAM conta com a atuação preliminar dos coordenadores de cursos e do corpo docente. o que pode inclusive motivar a revisão da bibliografia indicada. normalização dos trabalhos acadêmicos. professores e funcionários podem solicitar empréstimo de material do acervo. desde que o mesmo esteja disponível. caso haja disponibilidade. aprova a recomendação de aquisição.2. consequentemente. A Biblioteca da FAAM.). Apenas alunos. A Biblioteca é responsável por programa permanente de treinamento de usuários. as necessidades de atualização dos títulos ou a necessidade de expansão. por um prazo de até 15 (quinze) dias úteis. Para esse serviço a Biblioteca conta com pessoal especializado. Serviços a) Horário de funcionamento A biblioteca da Faculdade da Amazônia funciona de segunda a sexta-feira no horário das 08h00m às 22h00m. etc. de conjunto de normas da ABNT e de 142 . Alunos e funcionários podem retirar para empréstimo até 03 (três) obras. empréstimo domiciliar. anuários. no site da FAAM. 10.6. O prazo de empréstimo é de 05 (cinco) dias e pode ser renovado até 02 (duas) vezes consecutivas mediante apresentação do volume emprestado. sempre disponível para colaborar com a comunidade acadêmica. levantamento bibliográfico. na medida em que se encarrega de disseminar entre os docentes os catálogos e sites de editoras especializadas em publicações das várias áreas do conhecimento. A consulta ao acervo pode ser realizada por autor. para aplicação das normas da ABNT e. periódicos (jornais e revistas) e obras colocadas em regime de reserva estão disponíveis apenas para consulta local. com a colaboração do NDE. Obras de referência (dicionários. A comutação bibliográfica é oferecida a usuários internos e externos.básica e complementar indicada para as disciplinas que integram as matrizes curriculares em vigor de todos os cursos ministrados. Aos professores é permitida a retirada de 03 (três) ou mais obras. em sua maioria alunos. e aos sábados no horário das 08h00m às 13h00m. por meio de seu responsável. Os docentes são também estimulados a apresentar sugestões de novos títulos. b) Serviço e condições de acesso ao acervo A biblioteca está totalmente informatizada e disponibiliza os seguintes serviços: consulta local. A biblioteca é aberta à comunidade externa para consultas em geral. para obtenção de cópias de documentos que não fazem parte do acervo da biblioteca. via Internet. título ou assunto nos terminais de consulta ao acervo ou. e orientação quanto à normalização bibliográfica (normas ABNT).

Processo de Cuidar na Atenção básica. Processo de Cuidar na Saúde da Criança.10. assegurando a participação ativa dos alunos nas atividades práticas. conservação e calibração que assegurem o funcionamento permanente e otimizado dos recursos disponibilizados. Segue abaixo o material disponível nos laboratório específico para o desenvolvimento do Curso de Graduação em Enfermagem. iluminação e higienização. A Faculdade da Amazônia . c) Pessoal Técnico-administrativo A Biblioteca é administrada por profissional habilitado. Laboratórios de Informática A FAAM disponibiliza para a comunidade acadêmica laboratórios de informática com espaços físicos amplos. 143 .FAAM providenciou a instalação dos laboratórios específicos. Microbiologia e Parasitologia. Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Material. Laboratório de Enfermagem Será utilizado pelas disciplinas especificas de Enfermagem: Semiotécnica I e II.Manual da FAAM com as exigências específicas para a apresentação de trabalhos técnicos e científicos. e conta com funcionários em quantidade adequada para prestar atendimento aos usuários internos e externos. Será utilizado pelas disciplinas: Anatomia Humana no 1º e 2º semestre Laboratório de Biologia: Será utilizado pelas disciplinas do 1º 2º 3º: Citologia/Genética. Laboratório de Anatomia. Laboratórios específicos A Faculdade da Amazônia .FAAM adotará mecanismos de manutenção. Processo de Cuidar da Saúde do Paciente Crítico Os laboratórios específicos apresentam equipamentos em quantidade que atendem às exigências da formação. Processos Patológicos e Imunologia. Embriologia. necessários ao desenvolvimento do Curso de Graduação em Enfermagem. Estes equipamentos estarão em condições de uso. com adequada climatização. Farmacologia. Histologia. adequados para realização da prática pedagógica. 0.3. definidos de acordo com as Coordenadorias de Curso. Os materiais permanentes e de consumo estarão disponíveis para atender ao planejamento das atividades práticas requeridas pela formação profissional. com registro no CRB. Os laboratórios dispõem de equipamentos de última geração e conjunto de softwares necessários. Processo de Cuidar na Saúde da Mulher.4. Enfermagem em Primeiros Socorros. . 10.

Material a ser utilizado em laboratório de ANATOMIA Material Quantidade Corte de Pele ampliada com camadas 1 Pélvis da Gravidez com 3 partes 1 Sistema Urinário feminino com 4 partes 1 Sistema Urinário masculino com 6 partes 1 Pélvis Feminina em tamanho natural em 2 partes 1 Pélvis Masculina tamanho natural 1 Rim com 3 partes 2 Estomago com 2 partes 2 Coração tamanho natural com 2 partes 2 Sistema fisiológico dos Nervos 2 Cérebro com 8 partes 2 Respiratório com 7 parte (Pulmão de luxo) 1 Crânio com 3 dente removível 2 Perna Musculada 2 Braço com osso. ligamentos e nervos 2 144 . musculo.

70 m com 34 partes 1 Esqueleto articulado e muscular 1.Articulação da mão 2 Articulação do Joelho 2 Cabeça com corte mediano 2 Cabeça e cabeça musculado 2 Modelo muscular Assexuado 1.68 cm com suporte 1 Coluna vertebral flexível tamanho natural 1 Torso sistema Muscular e linfático 1 Torso bissexual 85 cm com 24 partes 145 .68 cm 1 Esqueleto flexível 1.

146 .

147 . A Faculdade da Amazônia . Os laboratórios foram planejados para dispor de equipamentos de proteção contra acidentes (ventiladores. extintores.FAAM solicitará da Coordenadoria de Curso e dos professores o planejamento e controle no uso dos ambientes/laboratórios que se destinam ao atendimento das atividades práticas requeridas pela formação dos alunos. elementos de proteção da rede elétrica). Busca conciliar os serviços prestados pelas diferentes áreas de ensino com as atividades didático-pedagógicas práticas. capelas. exaustores.

sem barreiras arquitetônicas que possam impedir a circulação. Ademais. lava-olhos). lavabos. portas e banheiros adaptados com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de rodas. As normas e procedimentos de segurança e proteção ambiental pertinentes estarão divulgadas em locais estratégicos que permitirão sua visibilidade. a FAAM atualiza os professores acerca da especificidade 148 . intérprete de língua brasileira de sinais (LIBRAS) que atua na sala de aula e demais ambientes e atividades quando requerido. além da presença do intérprete de LIBRAS. da ABNT. compatíveis com a finalidade de utilização dos ambientes/laboratórios. réguas de leitura. a FAAM adaptou suas instalações físicas de forma que dispõe de: espaços amplos adequados a livre circulação dos estudantes. Com o objetivo de garantir o direito à educação e o acesso à comunicação. na Lei n° 10. sala de apoio contendo: máquina de datilografia Braille. Condições de acesso para portadores de necessidades especiais Em atenção ao que dispõe a Constituição Federal. assegurando seu conhecimento e aplicação pela comunidade acadêmica. o intérprete de LIBRAS pode intervir caso seja identificado que os textos escritos não tenham expressado o real conhecimento do aluno deficiente auditivo. óculos. com sinalização. vagas reservadas no estacionamento. a FAAM observa as condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.284/2003. artigos 205. bem como mesas de atendentes com alturas adequadas para o mesmo fim. ainda. rampas com corrimãos para facilitar a circulação de cadeira de rodas. os professores do curso serão estimulados a abordar aspectos de segurança e proteção ambiental no desenvolvimento dos componentes curriculares. Cientes das condições que podem apresentar as pessoas portadoras de necessidades especiais. 10. barras de apoio nas paredes dos banheiros. impressora Braille acoplada a computador. bebedouros e telefones públicos em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas.949/2009. luvas. Durante as avaliações das disciplinas ou suas revisões. sistema de síntese de voz. que nos ambientes acadêmicos foi instalado piso tátil para viabilizar o acesso do deficiente visual.equipamentos de proteção coletiva . Esse profissional está presente inclusive quando da realização do processo seletivo. a FAAM proporciona. a FAAM atenta em especial para o cumprimento do disposto no artigo 21 e no artigo 23 do Decreto nº 5. acervo bibliográfico dos conteúdos básicos em Braille. nos Decretos n° 5. para atender alunos com essa deficiência. Destaca-se.5. gravador e fotocopiadora que amplia texto. lupas.626/2005.098/2000. software de ampliação de tela. à informação e à educação das pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Sendo assim. na NBR nº 9050/2004. e as instalações e os equipamentos atenderão às normas de segurança.611/2011 e na Portaria MEC n° 3. durante todo o percurso acadêmico. e de proteção individual . n° 7. scanner acoplado a microcomputador. Para fomentar essa prática. acervo bibliográfico em fitas de áudio. A FAAM proporcionará ao aluno portador de deficiência visual. n° 6. 206 e 208. Essa possibilidade vai ao encontro da prática adotada pela FAAM de flexibilizar a correção das provas escritas com o objetivo de valorizar o conteúdo semântico e o aprendizado da língua portuguesa principalmente na modalidade escrita pertinente ao uso de vocabulário relacionado ao objeto de estudo.296/2004. vestuário de proteção) adequados ao número de usuários. em todo o percurso acadêmico.EPI (máscaras.EPC (chuveiros. equipamento para ampliação de textos para atendimento a aluno com visão subnormal.

 Adota mecanismos alternativos para a avaliação de conhecimentos expressos em LIBRAS. a tradução e interpretação de LIBRAS . Em atendimento ao Decreto nº 5. há microcomputadores interligados em rede de comunicação científica 149 . quando da correção das provas escritas. Diretoria e familiares. Equipamentos  Acesso a equipamentos de informática Os alunos podem acessar os equipamentos de informática na biblioteca e nos laboratórios de informática. na comunidade acadêmica. conforme disposto na Lei n° 12.  Oferece o ensino de LIBRAS e também da Língua Portuguesa como segunda língua para alunos surdos.  Garante às pessoas surdas acesso à comunicação. o uso e a difusão de LIBRAS entre professores. acesso às novas tecnologias de informação e comunicação. funcionários.LIBRAS foi incluída como componente curricular optativo no curso de graduação em Enfermagem. inclusive por meio da oferta de cursos. à informação e à educação nos processos seletivos. em salas de recursos. bem como recursos didáticos para apoiar a educação de alunos surdos ou com deficiência auditiva.Língua Portuguesa e para o ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para pessoas surdas. também.764/2012.  Disponibiliza equipamentos.6. em turno contrário ao de matrícula do aluno.  Apóia. alunos.626/2005. desde que devidamente registrados em vídeo ou em outros meios eletrônicos e tecnológicos. 10. Na biblioteca. valorizando o aspecto semântico e reconhecendo a singularidade linguística manifestada no aspecto formal da Língua Portuguesa. a Faculdade da Amazônia cumpre as exigências quanto à Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. nas atividades e nos conteúdos curriculares desenvolvidos.linguística dos surdos por meio de palestras e materiais informativos. Além da promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado a portadores de necessidades especiais.  Garante o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos surdos nas salas de aula e. a Faculdade da Amazônia adota também as seguintes medidas:  Promove cursos de formação de professores para o ensino e uso de LIBRAS.  Adota mecanismos de avaliação coerentes com o aprendizado de segunda língua. a Língua Brasileira de Sinais . Para garantir o atendimento educacional especializado aos alunos surdos ou com deficiência auditiva.

o calendário de procedimentos de revisão da infra- estrutura física e das instalações elétrica e hidráulica. especialmente contratadas. provendo suporte e inovação com eficácia para melhoria da qualidade das atividades de ensino. o qual é encarregado de instalar os equipamentos no horário e sala conforme agenda. higienizadas e em perfeitas condições de uso pela comunidade. dependendo de sua amplitude. na aquisição de recursos multimídia e na utilização de ferramentas de tecnologia da informação. mediante agendamento prévio com o funcionário responsável pelos equipamentos. Serviços a) Manutenção e conservação das instalações físicas A FAAM elabora. Todos os espaços físicos da infraestrutura da IES estão adaptados aos portadores de necessidades especiais. Em qualquer dessas situações os trabalhos são executados com o fim de promover reparos imediatos. investigação científica e extensão na área da informática aplicada à área da saúde. impressora e no- break.  Existência da rede de comunicação científica (Internet) Todos os equipamentos de informática da Faculdade estão interligados em rede e possuem acesso à Internet. a desinstalar os mesmos após o uso.(internet). O espaço físico é adequado ao número de usuários. ao final de cada ano. 150 . são executados por funcionários da Faculdade da Amazônia ou por empresas especializadas. Os trabalhos necessários para manutenção e conservação das instalações físicas. Os laboratórios de informática estão equipados com microcomputadores.  Recursos audiovisuais e multimídia A Faculdade da Amazônia dispõe de recursos audiovisuais e multimídia que podem ser utilizados pelos professores e alunos. Todos os equipamentos encontram-se interligados em rede e com acesso à internet. assim como. A comunidade acadêmica tem acesso livre aos laboratórios de informática no horário de funcionamento. Os laboratórios de informática objetivam nortear e aperfeiçoar o uso das tecnologias da informação e comunicação. funcionando os três turnos.7. 10. às atividades programadas e ao público ao qual se destina. de maneira que as instalações se apresentam constantemente limpas. A FAAM investe na expansão e na atualização dos recursos de informática. O planejamento econômico-financeiro é elaborado de modo a garantir a compatibilidade entre as ações planejadas no PDI e os investimentos necessários à sua viabilização. exceto quando estiver reservado para a realização de aulas práticas por algum professor da Instituição. São 02 laboratórios com capacidade de 60 máquinas.

sem que ocorra a interrupção da atividade em execução por qualquer dos seguimentos. dependendo de sua amplitude. são também executadas por funcionários da FAAM ou por empresas especialmente contratadas. as intervenções das equipes de manutenção e conservação são realizadas de forma a garantir a constante utilização dos equipamentos por parte da comunidade acadêmica. b) Manutenção e conservação dos equipamentos A manutenção e a conservação dos equipamentos. 151 . Em qualquer caso.

ANEXOS 152 .

sem utilização de aulas expositivas. Art. desde a assistência de enfermagem. vinculadas à sua área de formação. na Lei nº 7. A finalidade do Estágio Curricular Supervisionado é proporcionar ao aluno formação prática. até o planejamento e gestão. que visa proporcionar ao aluno formação prática. Capítulo III – Da Carga Horária a ser Integralizada Art. Art. O Estágio Curricular Supervisionado deve proporcionar ao aluno a participação em situações simuladas e reais de vida e trabalho. Capítulo II – Do Estágio Curricular Supervisionado Art. No Estágio Curricular Supervisionado serão desenvolvidas atividades práticas implementando ações que englobem os diversos níveis de atenção à saúde. O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Enfermagem será desenvolvido nos 02 (dois) últimos semestres do curso. Capítulo I – Das Disposições Gerais Art. conforme Regulamento do Exercício Profissional do Enfermeiro. Art.498/1986 e no Decreto nº 94. que dispõem sobre o exercício profissional de enfermagem. Parágrafo Único. O Estágio Curricular Supervisionado é componente curricular obrigatório. com a carga horária total prevista na matriz 153 . 2º. 7º. indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais desejados. Este Regulamento dispõe sobre o Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. 4º. 1º. 3º. O estudo do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem deve perpassar todas as atividades vinculadas ao Estágio Curricular Supervisionado. éticos e legais expressos no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. 6º. com desenvolvimento das competências e habilidades gerais e específicas para o exercício profissional. As atividades de Estágio Curricular Supervisionado serão formalizadas no processo pedagógico em sintonia com os preceitos técnico-científicos.406/1987. aprovado pela Resolução COFEn nº 240/2000. 5º. Art. REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Dispõe sobre o Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. As atividades de Estágio Curricular Supervisionado são exclusivamente práticas. Parágrafo Único. inerentes ao perfil do formando. com desenvolvimento das competências e habilidades necessárias à atuação profissional.

será compatibilizada com seu horário escolar e com o horário da instituição concedente do estágio. sob responsabilidade e coordenação direta da Faculdade da Amazônia. se. A jornada de atividades a ser cumprida pelo aluno. 12. Parágrafo Único. São considerados campos de estágio as pessoas jurídicas de direito público ou privado. III – vivência efetiva de situações concretas. junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado. VII – realização de pesquisa.curricular. 11. Art. rede básica de serviços de saúde e comunidades. ambulatórios. observados os fatores humanos. A distribuição semanal das atividades de Estágio Curricular Supervisionado deverá preferencialmente atender as necessidades do aluno e da instituição concedente do estágio. desde que não ultrapasse a jornada semanal de 30 horas ou 40 horas. II – aprofundamento e produção de conhecimentos em situações de trabalho inerentes à profissão. Art. Art. 154 . a execução. Parágrafo Único. desde que previamente conveniadas à Faculdade da Amazônia e que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação do curso. Para as atividades de Estágio Curricular Supervisionado será necessária a existência de um profissional enfermeiro no local de realização. Art. dentro do campo profissional de Enfermagem. As atividades de Estágio Curricular Supervisionado poderão ser realizadas na comunidade em geral. Os locais de realização das atividades de Estágio Curricular Supervisionado devem apresentar condições para: I – planejamento e execução conjunta das atividades. com a co-participação do enfermeiro da instituição concedente do estágio. A totalização das horas destinadas ao Estágio Curricular Supervisionado é indispensável à colação de grau. para um bom desempenho das atividades. IV – parceria efetiva com a Faculdade da Amazônia. a supervisão e a avaliação das atividades do Estágio Curricular Supervisionado deverão ser levadas a efeito sob a responsabilidade da Faculdade da Amazônia. Parágrafo Único. O planejamento. neste caso. que deverá constar do termo de compromisso. 10. observando o Regimento da Faculdade da Amazônia quanto à frequência. técnicos e administrativos. 8º. material e humana. quais sejam: hospitais gerais e especializados. V – existência de estrutura física. forem utilizados períodos alternados em sala de aula e no campo de estágio. Capítulo IV – Dos Campos de Estágio Art. atendidas as exigências gerais e específicas contidas na proposta pedagógica. 9º. VI – acatamento das normas deste Regulamento e demais normas complementares da Faculdade da Amazônia.

155 . zelando por seu cumprimento.Art. Para áreas restritas ou especializadas. Parágrafo Único. II – celebrar termo de compromisso com a Faculdade da Amazônia e o aluno. II – adoção da metodologia para articular a teoria e a prática. IV – atenção às normas institucionais. tais como: identificação do aluno. os critérios deverão ser explicitados por profissionais da instituição concedente do estágio. quanto aos procedimentos a serem adotados pela Faculdade da Amazônia. profissional e cultural. Compete única e exclusivamente à Faculdade da Amazônia a celebração de convênios com as instituições concedentes do estágio. tendo por base as condições ambientais. 16. bolsas de estudo para funcionários. 13. supervisão requerida e o nível de complexidade do cliente. resoluções. a saber: a) assistência mínima/auto cuidado até 10 alunos por supervisor. Art. Caberá à instituição concedente do Estágio Curricular Supervisionado: I – celebrar convênio com a Faculdade da Amazônia. para aceitação de estagiários referente a: I – proporcionalidade do número de estagiários por área de atividade. centro de material ou administração entre outras. competências específicas e supervisão requerida pelo aluno e mantida pela Faculdade da Amazônia. III – ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao aluno atividades de aprendizagem social. 14. segundo a natureza da atividade exercida. III – contribuição a ser prestada pela Faculdade da Amazônia à instituição concedente do estágio no oferecimento de cursos. A instituição concedente do estágio deve contar com a efetiva participação do responsável técnico da área de enfermagem. b) assistência intermediária até 08 (oito) alunos por supervisor. V – designar o profissional enfermeiro de seu quadro de pessoal. na formalização e operacionalização do estágio. c) assistência semi-intensiva até 06 (seis) alunos por supervisor. disciplina. d) assistência intensiva até 05 (cinco) alunos por supervisor. IV – informar ao aluno as normas internas. dentre outros. palestras. protocolos. responsável pela supervisão das atividades práticas. sistema de comunicação entre a Faculdade da Amazônia e a instituição concedente do estágio. Capítulo V – Do Convênio e do Termo de Compromisso Art. material descartável de uso para as práticas de procedimentos realizados por alunos. programas. quais sejam: centro cirúrgico. com ou sem intervenção de agentes de integração.

não cria vínculo empregatício de qualquer natureza. com vista obrigatória ao aluno. relatório de atividades. 20. É atribuição do Coordenador de Estágio coordenar e supervisionar todas as atividades relacionadas ao Estágio Curricular Supervisionado Seção I – Do Coordenador de Estágio Art. II – coordenar. 18. 17. III – Alunos. indicado pelo Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem e designado por ato do Diretor da Instituição. VIII – comunicar ao Coordenador de Estágio do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia quaisquer irregularidades na execução das atividades práticas. Art. com periodicidade mínima de 06 (seis) meses. II – Professor(es) Orientador(es). A celebração do termo de compromisso depende obrigatoriamente da prévia existência de convênio. 21. Parágrafo Único. A estrutura organizacional para as atividades de Estágio Curricular Supervisionado é composta de: I – Coordenador de Estágio. acompanhar e supervisionar as atividades de Estágio Curricular Supervisionado. O termo de compromisso. II – pelo representante legal da instituição concedente do estágio. entregar termo de realização do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas. Art. Capítulo VI – Da Estrutura Organizacional Art. 19. O termo de compromisso deve ser assinado obrigatoriamente: I – pelo aluno. Art. O convênio e o termo de compromisso são documentos obrigatórios para a realização do Estágio Curricular Supervisionado. VII – enviar à Faculdade da Amazônia. 22. assim como as atividades dele decorrentes. III – pelo representante legal da Faculdade da Amazônia. assinado entre a pessoa jurídica de direito público ou privado e a Faculdade da Amazônia. dos períodos e da avaliação de desempenho. competindo-lhe: I – cumprir e fazer cumprir as normas constantes neste Regulamento. O acompanhamento do Estágio Curricular Supervisionado desenvolvido pelos alunos será exercido por um professor profissional da área vinculado ao corpo docente da Faculdade da Amazônia. 156 . Art.VI – por ocasião do desligamento do aluno.

uma avaliação do desenvolvimento das atividades de Estágio Curricular Supervisionado junto aos alunos. instrumentos de avaliação do Estágio Curricular Supervisionado. X – estimular a utilização da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) no desenvolvimento das atividades práticas. XVIII – apresentar relatório das atividades desenvolvidas no final de cada semestre ao Colegiado de Curso. visando o aprimoramento e solução de problemas relativos ao seu desenvolvimento do Estágio Curricular Supervisionado. XVI – realizar ao final de cada período. XIV – fixar e divulgar datas e horários compatíveis ao do período do curso e do calendário acadêmico para avaliação dos relatórios e das atividades desenvolvidas pelos alunos. seguindo a normatização do COFEn (Resolução nº 272/2002). XV – manter contato com os demais Professores Orientadores e responsáveis pelas instituições concedentes do estágio. Seção II – Do (s) Professor (es) Orientador (es) 157 . definindo critérios uniformes para todos os grupos. avaliando as condições exigidas. como parte integrante da disciplina. Professores Orientadores e responsáveis pelas instituições concedentes do estágio. XII – prestar informações aos responsáveis das instituições concedentes do estágio sobre o plano de trabalho. XI – informar ao enfermeiro da instituição concedente do estágio qualquer alteração que venha interferir na realização das práticas. XVII – receber do Professor Orientador as avaliações finais do Estágio Curricular Supervisionado e encaminhar à Secretaria. no início do período letivo. bem como de seus orientandos. XIII – comunicar à instituição concedente do estágio. VII – fornecer ao aluno a documentação necessária à efetivação das respectivas atividades. as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas. IV – realizar levantamento do interesse de locais para a realização das atividades. IX – elaborar conjuntamente com os Professores Orientadores. V – encaminhar à Diretoria. bem como prestar informações que forem solicitadas.III – encaminhar à Coordenadoria de Curso. através do processo de enfermagem. VI – formalizar o encaminhamento dos alunos para cumprimento das atividades de Estágio Curricular Supervisionado. indicação de instituições dispostas a celebrar convênios para receber os alunos. no início de cada período letivo. VIII – elaborar o cronograma das atividades a serem desenvolvidas. a lista dos Professores Orientadores.

VIII – preencher ficha de acompanhamento do aluno. XVI – participar das reuniões promovidas pelo Coordenador de Estágio. XV – manter contato periódico com o Coordenador de Estágio. IX – cumprir rigorosamente as horas previstas para a orientação ou de acompanhamento das atividades. XIII – entregar documentos e relatórios das atividades desenvolvidas no final de cada semestre para o Coordenador de Estágio. cor responsabilizando-se pelas orientações e avaliações. Cabe ao (s) Professor (es) Orientador(es): I – executar o programa da disciplina de acordo com o estabelecido neste Regulamento. no processo de execução das atividades. VI – orientar o aluno durante o processo de realização das atividades de Estágio Curricular Supervisionado. V – sugerir bibliografias de acordo com as necessidades evidenciadas pelos alunos. os objetivos e funcionamento das instituições concedentes do estágio onde os alunos desenvolverão suas atividades. relatando evolução. XVII – participar direta ou indiretamente na organização de eventos relacionados às atividades de 158 . X – assegurar a compatibilidade das atividades desenvolvidas com a matriz curricular do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. XI – informar ao Coordenador de Estágio. XII – conhecer a estrutura organizacional. fatos relacionados ao desenvolvimento de suas atividades ou do aluno. II – participar ativamente do processo de ensino-aprendizagem do aluno. juntamente com os responsáveis pelas instituições concedentes do estágio. III – possibilitar a sistematização do processo. quando estes necessitarem de providências superiores. Art. XIV – realizar a avaliação final e encaminhar ao Coordenador de Estágio. IV – planejar todas as etapas do desenvolvimento das atividades em conjunto com o aluno e com os responsáveis pelas instituições concedentes do estágio.Art. por escrito. 23. VII – orientar e acompanhar técnica e pedagogicamente o aluno ou grupo de aluno. dificuldades e parecer quanto às atividades realizadas. A orientação do Estágio Curricular Supervisionado é uma atividade docente relativa à prática profissional do aluno entendido como acompanhamento técnico-pedagógico na execução das atividades. de modo que o aluno demonstre o seu conhecimento teórico e sua capacidade de observação e de aplicação das experiências vivenciadas. 24.

VIII – prestar assistência de enfermagem em todos os níveis de atuação do enfermeiro. semestralmente. IX – manter registro diário das atividades desenvolvidas em ficha de registro entregue pelo Professor Orientador. documentos. 25. São obrigações do aluno: I – utilizar a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE). Seção III – Do Aluno Art. palestras e demais atividades afins. II – elaborar e cumprir com assiduidade o seu programa de desenvolvimento de atividades. através do processo de enfermagem. O(s) Professor(es) Orientador(es) deve(m) encaminhar ao Coordenador Estágio. XVIII – contribuir para a integração Faculdade da Amazônia e as instituições concedentes do estágio. bem como responsabilizar-se pela conservação dos materiais. Art. respeitadas as exigências e peculiaridades do Curso de Graduação em Enfermagem. O aluno. equipamentos e instalações. IV – respeitar e cumprir os regulamentos. no desenvolvimento das atividades práticas. III – desenvolver as atividades observando procedimentos éticos e morais. estabelecido sob a orientação do(s) Professor (es) Orientador(es) e dos responsáveis pelas instituições concedentes do estágio. para que o mesmo possa desenvolver as atividades de planejamento. eventos. 26. respeitando o sigilo das instituições concedentes do estágio. Art. normas e exigências no campo de desenvolvimento das atividades de Estágio Curricular Supervisionado. sujeita-se ao cumprimento do Estágio Curricular Supervisionado na forma deste Regulamento. V – comunicar ao(s) Professor(es) Orientador(es) situações que ocorram no campo de desenvolvimento das atividades de Estágio Curricular Supervisionado e que necessitem de sua interferência para salvaguardar a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. 27. VI – planejar assistência de Enfermagem ao indivíduo e/ou grupo e comunidade. XI – participar dos encontros com o(s) Professor (es) Orientador(es) no dia e horário previamente definidos. acompanhamento e avaliação do processo. X – compartilhar o desenvolvimento das atividades com o supervisor responsável pela instituição concedente do estágio. relatório detalhado consubstanciando o desempenho do aluno sob sua orientação. VII – participar de atividades educativas e desenvolvimento de recursos humanos em enfermagem. 159 .Estágio Curricular Supervisionado e sugerir junto à Coordenadoria de Curso.

Art. A prática do Estágio Curricular Supervisionado resultará em um documento denominado “Relatório de Estágio Curricular Supervisionado”. III – visitas às instituições concedentes do estágio onde estão sendo realizadas as atividades de Estágio Curricular Supervisionado. Parágrafo Único. 28. XIV – assinar o termo de compromisso. respeitando-o. referente a entrega dos relatórios e fichas de registro. 30. A nota final será constituída pela média aritmética das notas atribuídas nos incisos I e II. b) interesse. organização. clareza e contribuições referente às atividades desenvolvidas durante todo o processo (peso 2). c) implementação das atividades propostas (peso 2). Art. iniciativa. 160 . de acordo com o Regimento Geral da Faculdade da Amazônia. A avaliação do aluno ocorrerá de forma contínua. XV – cumprir as normas estabelecidas neste Regulamento e na legislação vigente. O acompanhamento das atividades será feito pelo(s) Professor (es) Orientador(es). II – acompanhamento e orientação no desenvolvimento das atividades em seu local de realização. cujos critérios a serem observados serão: estrutura organizacional do trabalho. 31. assiduidade. ética. d) relatório final. II – nota do Professor Orientador. resultante da somatória das notas relativas às atividades especificadas abaixo (peso 8): a) planejamento das atividades a serem desenvolvidas (peso 2). IV – relatórios parciais elaborados pelo aluno. Capítulo VII – Da Avaliação Art. Para avaliação do Estágio Curricular Supervisionado será considerado: I – nota do supervisor da instituição concedente do estágio. permanente e progressiva durante todo o processo de desenvolvimento das atividades práticas. XIII – submeter-se aos processos de avaliação estabelecidos neste Regulamento. estruturado de acordo com as regras da ABNT. 29. forma de apresentação metodológica (peso 2). no mínimo observando os seguintes itens: I – reuniões de acompanhamento entre Professor (es) Orientador(es) e aluno durante o período de realização. mediante entrega da ficha de avaliação (peso 2). Art.XII – cumprir os prazos determinados pelo(s) Professor (es) Orientador(es). avaliação de conteúdo.

deverão ser dirimidas pelo Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem. 33. Para aprovação no Estágio Curricular Supervisionado. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. 34. Art.0 (sete) e 75% de frequência. 32.Art. o aluno deverá obter média igual ou superior a 7. ouvido o Colegiado de Curso. Capítulo VIII – Das Disposições Finais Art. 161 . As situações omissas ou de interpretação duvidosas surgidas da aplicação das normas deste Regulamento.

por avaliação de habilidades. desde que adequada à formação acadêmica e ao aprimoramento pessoal e profissional do futuro profissional. 1º. 5º. transversais. 4º. da matriz curricular do Curso de Graduação em Enfermagem. 3º. Art. obrigatórios ou optativos. especialmente nas relações com o mercado do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. de interdisciplinaridade. As Atividades Complementares são componentes curriculares obrigatórios. possibilitam o reconhecimento. com conteúdos diversos que lhe permitam enriquecer o conhecimento propiciado pelo Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. São consideradas atividades vinculadas ao ensino. incluindo a prática de estudos e atividades independentes. As Atividades Complementares são concebidas para propiciar ao aluno a oportunidade de realizar. Capítulo I – Das Disposições Gerais Art. II – o exercício efetivo de monitoria na Faculdade da Amazônia. Entende-se como Atividade Complementar toda e qualquer atividade. não compreendida nas atividades previstas no desenvolvimento regular dos componentes curriculares. III – Grupo 3: Atividades vinculadas à extensão. Este Regulamento dispõe sobre as Atividades Complementares do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. Consideram-se Atividades Complementares aquelas promovidas pela Faculdade da Amazônia. desde que contribuam para o aprimoramento e atualização na área de formação do aluno. 2º. inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico. uma parte de sua trajetória de forma autônoma e particular. no Grupo 1. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Dispõe sobre as Atividades Complementares do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. Art. Art. Capítulo II – Das Atividades Complementares Art. 162 . com formalização institucional e exigência de parecer final favorável do professor responsável. 6º. II – Grupo 2: Atividades vinculadas à investigação científica. enriquecedores e implementadores do perfil do formando. as seguintes: I – a aprovação em disciplinas não incluídas na matriz curricular do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. em prolongamento às demais atividades do currículo. conhecimento e competência do aluno. ou por qualquer outra instituição devidamente credenciada. classificadas nas seguintes modalidades: I – Grupo 1: Atividades vinculadas ao ensino. opcionais. Capítulo III – Das Modalidades de Atividades Complementares Art.

III – o efetivo exercício de estágio extracurricular em entidade pública ou privada, como processo
de complementação da formação do aluno, e mediante comprovação fornecida pela instituição em
que o interessado realizou o estágio.

Art. 7º. São consideradas atividades vinculadas à investigação científica, no Grupo 2, as seguintes:

I – participação em projetos de investigação científica como aluno colaborador, orientado por
docente pesquisador da área do Curso de Graduação em Enfermagem com ou sem financiamento
de instituições públicas ou privadas;

II – trabalho de redação de artigo ou ensaio, publicado efetivamente em jornal ou revista
acadêmica, impressa ou eletrônica, do qual será procedida a juntada de documento comprobatório
respectivo;

III – participação em grupos de estudo de temas da área do Curso de Graduação em Enfermagem
ou afins, coordenados ou orientados por docentes da Faculdade da Amazônia;

IV – apresentação comprovada de trabalhos ou comunicações em eventos culturais ou científicos,
individual ou coletivamente, em semanas de iniciação científica, seminários, e outros, organizados
no âmbito da Faculdade da Amazônia ou em outras instituições de ensino superior, ou até mesmo
fora do âmbito acadêmico;

V – comparecimento comprovado a sessões públicas de defesa de monografias, dissertações de
mestrado ou de teses de doutorado, na área do Curso de Graduação em Enfermagem ou afins, do
qual será procedida a juntada de breve relatório.

Art. 8º. São consideradas atividades vinculadas à extensão, no Grupo 3, as seguintes:

I – participação em atividades de extensão promovidas pela Faculdade da Amazônia;

II – comparecimento comprovado a eventos científico-culturais, realizados pela Faculdade da
Amazônia ou fora do âmbito da Faculdade da Amazônia, mas cujo conhecimento teórico ou técnico
seja conexo ao perfil da área do Curso de Graduação em Enfermagem.

Capítulo IV – Da Carga Horária a ser Integralizada

9º. O aluno deverá desenvolver durante o ciclo acadêmico uma programação que totalize a carga
horária mínima, conforme determinado na matriz curricular do Curso de Graduação em
Enfermagem.

Parágrafo Único. A totalização das horas destinadas às Atividades Complementares é
indispensável à colação de grau.

Art. 10. As Atividades Complementares podem ser desenvolvidas em qualquer semestre ou período
letivo, inclusive no período de férias, dentro ou fora do turno regular das aulas, sem prejuízo, no
entanto, de qualquer das atividades de ensino ministrado no Curso de Graduação em Enfermagem
da Faculdade da Amazônia, que são prioritárias.

Art. 11. A escolha e a validação das Atividades Complementares devem objetivar a flexibilização
curricular, propiciando ao aluno a ampliação epistemológica, a diversificação temática e o
aprofundamento interdisciplinar como parte do processo de individualização da sua formação
163

acadêmica.

Art. 12. As Atividades Complementares devem ser planejadas conjuntamente pelo Coordenador do
Curso de Graduação em Enfermagem, professores e alunos, semestre a semestre, e podem ser
cumpridas, de acordo com os interesses dos alunos e suas vocações, dentro da própria Instituição,
ou fora dela.

Art. 13. Para assegurar seu caráter autônomo e flexível, as Atividades Complementares devem ser
livremente escolhidas pelo aluno, observando o rol de possibilidades admitidas pela Faculdade da
Amazônia.

§1º. Na execução das Atividades Complementares, o aluno deverá cumprir sempre mais de uma
modalidade prevista nesse Regulamento, visando à diversificação de experiências úteis à
compreensão holística da profissão e da formação acadêmica.

§2º. Para se assegurar a sua diversidade, não será permitido o cômputo de mais de 50% da carga
horária exigida em única modalidade.

Capítulo V – Do Acompanhamento

Art. 14. A programação das Atividades Complementares estará sujeita a validação do Coordenador
do Curso de Graduação em Enfermagem, mediante exame de sua compatibilidade com os
objetivos didático-pedagógicos e profissionalizantes do Curso de Graduação em Enfermagem.

§1º. A validação das Atividades Complementares será requerida pelo aluno, instruindo o pedido
com a comprovação de frequência, comparecimento ou participação nos eventos extracurriculares.

§2º. Serão consideradas válidas, independente de justificação do aluno ou de exame de
compatibilidade, as Atividades Complementares oferecidas pela Faculdade da Amazônia, ou por
ela referendadas.

§3º. O processo de requerimento, comprovação e validação das Atividades Complementares ficará
registrado na secretaria da Faculdade da Amazônia.

Art. 15. É vedado o cômputo concomitante ou sucessivo de cargas horárias ou conteúdos,
trabalhos, atividades ou práticas próprias dos componentes curriculares da matriz curricular, ou
destinadas à elaboração e defesa de TCC, como Atividades Complementares, salvo aquelas que
excederem à carga horária exigida na referida matriz curricular.

Art. 16. O acompanhamento das Atividades Complementares desenvolvidas pelos alunos será
exercido por um professor vinculado ao corpo docente da Faculdade da Amazônia, indicado pelo
Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem e designado por ato do Diretor da
Instituição, competindo-lhe:

I – cumprir e fazer cumprir as normas constantes neste Regulamento;

II – cooperar com o Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem na elaboração de
Programas de Atividades Complementares, dando-lhe ampla publicidade para os alunos;

III – acompanhar e controlar a participação dos alunos em ações e eventos promovidos pela
Instituição, que visem o aproveitamento como Atividades Complementares;
164

IV – apreciar e decidir a respeito da validade de documentos apresentados pelos alunos, que
objetivem aproveitamento de eventos externos como Atividades Complementares.

V – apresentar, ao Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem, Relatório Semestral
detalhando as Atividades Complementares desenvolvidas pelos alunos e validadas, acompanhado
dos documentos comprovantes da sua realização, com a indicação das cargas horárias e da
frequência registrada de cada um dos alunos.

Parágrafo Único. Compete ao Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem examinar e
aprovar o relatório elaborado pelo professor responsável pelo acompanhamento das Atividades
Complementares desenvolvidas pelos alunos, bem como encaminhá-lo à secretaria, no prazo
estabelecido, para os efeitos de contabilização e de registro nos históricos escolares dos alunos.

Art. 17. O Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem é responsável pela elaboração do
Programa de Atividades Complementares, incluindo o elenco de atividades institucionais, devendo
o mesmo ser publicado e distribuído aos alunos no início de cada semestre letivo.

Art. 18. Independentemente de participar de eventos promovidos ou oferecidos pela Faculdade da
Amazônia, compete ao aluno desenvolver esforços para buscar na comunidade externa e participar
da realização de outros que sejam promovidos ou realizados por órgãos públicos ou privados e/ou
instituições atuantes na comunidade, que por sua natureza possam vir a ser aproveitados com
vistas à integralização de Atividades Complementares.

Capítulo VI – Das Disposições Finais

Art. 19. As situações omissas ou de interpretação duvidosas surgidas da aplicação das normas
deste Regulamento, deverão ser dirimidas pelo Coordenador do Curso de Graduação em
Enfermagem, ouvido o Colegiado de Curso.

Art. 20. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso de
Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia.

165

Capítulo III – Da Orientação Art. Parágrafo Único. desenvolvida individualmente pelo aluno. Este Regulamento dispõe sobre o Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. 8º. 5º. abre pistas possíveis e futuras de investigação. A aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso é indispensável à colação de grau. A realização do Trabalho de Conclusão de Curso envolve momentos de orientação e elaboração de um projeto de pesquisa. Art. Art. REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Dispõe sobre o Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. Parágrafo Único. pelo professor orientador. 3º. Art. respeitadas as afinidades temáticas das suas respectivas linhas de pesquisa e a existência de carga horária disponível para a orientação. Capítulo II – Do Trabalho de Conclusão de Curso Art. Capítulo I – Das Disposições Gerais Art. Entende-se como Trabalho de Conclusão de Curso. a ser prestada nos 8º e 9º semestres do Curso de Graduação em Enfermagem. na perspectiva de uma educação continuada. Art. O processo de realização do Trabalho de Conclusão de Curso importa orientação teórico- metodológica ao aluno. na área da Enfermagem. 7º. enriquecedor e implementador do perfil do formando. a pesquisa. O Trabalho de Conclusão de Curso é componente curricular obrigatório. assegurada a necessária publicidade para uma efetiva divulgação dos resultados obtidos. realizado em momento mais próximo do final do Curso de Graduação em Enfermagem. Art. O Trabalho de Conclusão de Curso evidencia uma capacidade de reflexão autônoma e crítica e. 1º. Pode ser admitido na figura de co-orientador do Trabalho de Conclusão de Curso outro 166 . assim como o desenvolvimento dessa pesquisa e sua validação perante banca examinadora. É concebido para propiciar ao aluno a oportunidade de realizar um exercício pedagógico concentrado. 4º. 6º. por meio do qual o aluno é instado a exibir as competências e habilidades obtidas ao longo de sua formação. 2º. Estão aptos a orientar o Trabalho de Conclusão de Curso quaisquer professores do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. relatada sob a forma de monografia. sob orientação docente.

167 . apreciados ambos os casos pelo professor indicado para o acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso. devendo ser aceito após aprovação por esse último. Art. A não adequação do projeto apresentado ao final do componente curricular importará a obrigação de o aluno. de acordo com os objetivos e a avaliação. orientador responsável pela avaliação continuada das condições dos projetos produzidos pelos alunos matriculados no componente curricular. submetida essa indicação à ratificação pelo professor indicado para o acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. não obter sucesso na indicação de um orientador. §1º. a guarda dos relatórios parciais mensais de seus orientados. A aceitação da orientação importa compromisso do professor em acompanhar o processo de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso até a sua defesa. o professor deverá encaminhar formalmente ao professor indicado para o acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso solicitação de desligamento das atividades de orientação. reformar o projeto naqueles aspectos indicados pelo professor. Capítulo IV – Do Projeto de Pesquisa Art. sob pena de não poder iniciar a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso. bem como a avaliação da atuação do aluno no uso e na interpretação dos instrumentos teóricos e metodológicos para a realização do Trabalho de Conclusão de Curso. o controle das fichas de frequência ao atendimento. As regras atinentes à elaboração do projeto de pesquisa estão a cargo do professor do componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso I”. o registro das reuniões e atividades de orientação. 11. Ao orientador incumbe a presença e a assiduidade nos atendimentos aos alunos. Nos casos previstos no caput. caso em que restará reprovado no componente curricular. a apresentação de relatório de orientação ao professor indicado para o acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso. §2º. por motivo sério. estabelecidos pelo professor do componente curricular. 12.professor. o arquivamento dos documentos atinentes ao Trabalho de Conclusão de Curso e. oferecida no 8º semestre do Curso de Graduação em Enfermagem. §2º. marca o início sistemático do Trabalho de Conclusão de Curso. 10. 9º. Parágrafo Único. Na circunstância de o aluno. em até 10 dias a contar da publicação do resultado. §1º. Art. É requisito obrigatório para a aprovação no componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso I” a conclusão adequada do projeto de pesquisa. ou por outro motivo plenamente justificável. além do orientador. A matrícula no componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso I”. não se admitindo o desligamento de suas atividades senão por motivos faltosos imputáveis ao aluno no desempenho de seu trabalho. ao final de cada semestre. O relatório compreenderá registro e auto-avaliação das atividades desempenhadas junto à pesquisa do aluno. deve o professor indicado para o acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso designar um professor para incumbir-se da atividade.

considerando-se a literatura 168 . II – no seu conteúdo. A composição da banca incluirá a indicação de um suplente. acompanhado de cópia do projeto devidamente assinada pelo orientador. O Trabalho de Conclusão de Curso será apresentado para defesa perante banca examinadora presidida pelo orientador e composta por. desenvolvimento. de folha de rosto.Art. introdução teórico-metodológica. a vinculação direta do seu tema com um dos ramos do conhecimento na área do Curso de Graduação em Enfermagem. para os casos de impedimento de um de seus membros. A estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso compõe-se. no mínimo. mais 02 (dois) professores designados pelo professor indicado para o acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso. o aluno deverá protocolar na Secretaria do Curso de Graduação em Enfermagem a solicitação de orientação. no que forem aplicáveis. pelo menos. Parágrafo Único. observada a disponibilidade de suas respectivas cargas horárias. Art. Parágrafo Único. 20. Poderão ainda integrar o corpo de avaliadores professores de outros cursos da Faculdade da Amazônia. de acordo com plano de orientação definido juntamente com o orientador. consideradas as sugestões do orientador. 19. Capítulo V – Da Defesa perante Banca Examinadora Art. desde que comprovado pelo orientador o reconhecido interesse de sua presença para a discussão e avaliação do trabalho. 15. Art. bibliografia. Parágrafo Único. será encaminhado pelo orientador ao professor indicado para o acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso. resumo. Aprovado o projeto de pesquisa. A defesa do Trabalho de Conclusão de Curso é pública. conclusão. folha de aprovação. Art. O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser elaborado considerando-se: I – na sua estrutura formal os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre documentação. Art. o Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 13. a quem aquele solicitará data para apresentação e defesa. 16. 14. A avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso pela banca examinadora observará os seguintes critérios: I – qualidade da revisão bibliográfica do trabalho na área pesquisada. sumário. 17. aprovada a indicação pelo professor indicado para o acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso. No decorrer do componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso II”. em 04 (quatro) vias. ato que formaliza o início da atividade de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso. exceto do orientador. Estando apto para a defesa. Art. Todos os professores do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia poderão ser indicados para participarem de bancas de sua área de interesse. que será desenvolvida no componente curricular “Trabalho de Conclusão de Curso II”. 18. o aluno deverá apresentar relatórios mensais a respeito das atividades desenvolvidas.

a que será atribuída nota correspondente de 0 (zero) a 10. III – acompanhar e controlar a participação dos orientadores e dos alunos no desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso. Os membros da banca assinarão a ficha de avaliação e o livro de atas. II – capacidade de articulação interna do texto. com exceção do professor orientador. destacando-se a exigência de fluência escrita.clássica a respeito da matéria e o conhecimento. dispensada nova defesa oral. Nesse último caso. V – desenvoltura e domínio do assunto na apresentação oral do trabalho e na discussão com os membros da banca examinadora. dando-lhe ampla publicidade para os alunos. recomendando para publicação os trabalhos merecedores de distinção. pelo aluno. competindo-lhe: I – cumprir e fazer cumprir as normas constantes neste Regulamento. III – uso criativo e próprio. as notas dos membros da banca. Capítulo VI – Do Acompanhamento Art. 22. segundo os objetivos da pesquisa.0 (sete). dos instrumentos metodológicos escolhidos para o levantamento de dados do trabalho. As fichas de avaliação conterão a discriminação de cada item a ser observado na avaliação do trabalho. Art. IV – inventividade da interpretação produzida pelo autor. de consequência da estrutura argumentativa e de problematização crítica do assunto pesquisado. da produção institucional sobre o tema objeto de estudo. A banca pode reprovar o trabalho ou submeter à aprovação a posterior reformulação em aspectos por ela discriminados e justificados na ficha de avaliação. VI – adequação do texto às normas técnico-científicas vigentes. Art. deve o aluno promover as alterações em até 15 dias. Parágrafo Único. O acompanhamento do Trabalho de Conclusão de Curso desenvolvido pelos alunos será exercido por um professor vinculado ao corpo docente da Faculdade da Amazônia. 169 . O resultado final será colhido da média aritmética das notas individuais dos professores presentes à banca. 23. deverão ser iguais ou maiores que 7. §2º. 21. bem como a sua capacidade de percepção dos problemas sociais próprios ao desenvolvimento e ao enfrentamento concreto das questões relativas ao tema escolhido. que deverão se reunir para nova avaliação. indicado pela Coordenadoria do Curso de Graduação em Enfermagem e designado por ato do Diretor da Instituição. II – cooperar com a Coordenadoria do Curso de Graduação em Enfermagem na elaboração do Calendário de Atividades relativas ao Trabalho de Conclusão de Curso. Para aprovação. submetendo o novo texto aos membros da banca. §1º.

26. devendo o mesmo ser publicado e distribuído aos alunos no início de cada semestre letivo. deverão ser dirimidas pelo Coordenador do Curso de Graduação em Enfermagem. As situações omissas ou de interpretação duvidosas surgidas da aplicação das normas deste Regulamento. 24. as datas. Capítulo VII – Das Disposições Finais Art. 25. 170 . os horários e locais para defesa do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. VI – providenciar o encaminhamento à biblioteca de cópia dos Trabalhos de Conclusão de Curso aprovados. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. Art. V – designar as bancas examinadoras. ouvido o Colegiado de Curso.IV – indicar professores orientadores para os alunos que não os tiverem. Compete à Coordenadoria do Curso de Graduação em Enfermagem a elaboração do Calendário de Atividades relativas ao Trabalho de Conclusão de Curso.

171 . 02 40 Homecare 02 . Os componentes curriculares optativos do Curso de Graduação em Enfermagem são os relacionados no quadro a seguir. Carga Horária Semanal Carga Horária Componentes Curriculares Teórica Prática Total Semestral Enfermagem na Prevenção e no Controle da 02 . Gênero e sexualidade 02 .626/2005. Os componentes curriculares optativos serão oferecidos na modalidade presencial. Os componentes curriculares optativos são de livre escolha pelo aluno.LIBRAS” será oferecida entre os componentes curriculares optativos do curso. não podendo ser retirada da lista de componentes curriculares optativos oferecidos. Capítulo I – Das Disposições Gerais Art. 2º. 1º. em atendimento ao disposto no § 2º do artigo 3º do Decreto nº 5. A disciplina “Língua Brasileira de Sinais . Capítulo II . 02 40 Introdução à Tanotologia 02 . 02 40 §1º. dentro de uma lista previamente estabelecida pela Faculdade da Amazônia. Art. 02 40 Acreditação Hospitalar e Auditoria em 02 . 02 40 Infecção Hospitalar Enfermagem Oncológica 02 . permitindo a flexibilização da matriz curricular do Curso de Graduação em Enfermagem. §2º. tendo sempre por base as necessidades do mercado de trabalho e o perfil profissional que se deseja para o egresso. REGULAMENTO DA OFERTA DOS COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS Dispõe sobre a oferta dos Componentes Curriculares Optativos do curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. 4º. Art. Este Regulamento dispõe sobre a oferta dos componentes curriculares optativos do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. A lista de componentes curriculares optativos poderá ser ampliada ou modificada. 02 40 Prática Assistencial na Hipertensão Arterial 02 . 02 40 Corpo. 02 40 Diagnóstico em Enfermagem Terapias Corporais Língua Brasileira de Sinais . 02 40 Saúde do Homem 02 . 02 40 Enfermagem Plantas Medicinais nas Práticas de Saúde 02 . 02 40 Virologia Básica e Clínica 02 .LIBRAS 02 .Dos Componentes Curriculares Optativos Art. 3º.

entre aqueles da lista apresentada no artigo 3º deste Regulamento. 6º. deverão ser dirimidas pela Coordenadoria de Curso. 5º. no mínimo. ouvido o Colegiado de Curso. o Colegiado de Curso selecionará os componentes curriculares optativos. 7º e 8º semestres do Curso de Graduação em Enfermagem. No 8º semestre do Curso de Graduação em Enfermagem. A carga horária deverá ser integralizada nos 6º. Para o 8º semestre do curso. Art. Parágrafo Único. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado de Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade da Amazônia. Art. o aluno deverá matricular-se em 1 (um) dos componentes curriculares optativos que serão oferecidos neste semestre. Capítulo III . o aluno deverá matricular-se em 1 (um) dos componentes curriculares optativos que serão oferecidos neste semestre. Capítulo IV . No 7º semestre do Curso de Graduação em Enfermagem.Da Carga Horária a Ser Integralizada Art. Para o 6º semestre do curso. 11. 12. 20 (vinte) alunos. Art. a serem disponibilizados para matrícula dos alunos do curso. a serem disponibilizados para matrícula dos alunos do curso. 9º. o Colegiado de Curso selecionará os componentes curriculares optativos. entre aqueles da lista apresentada no artigo 3º deste Regulamento. Art. o Colegiado de Curso selecionará os componentes curriculares optativos. Art. a serem disponibilizados para matrícula dos alunos do curso.Das Disposições Finais Art. previamente ao início do período de matrícula semestral na Faculdade da Amazônia. Para o 7º semestre do curso. 10. Os alunos do Curso de Graduação em Enfermagem devem integralizar. Art. O oferecimento de um determinado componente curricular optativo está condicionado à matrícula de.Da Matrícula Nos Componentes Curriculares Optativos Art. 120 horas/aula em componentes curriculares optativos. Capítulo IV . No 6º semestre do Curso de Graduação em Enfermagem. 172 . 14. devendo cada aluno matricular-se em 1 (um) dos componentes curriculares optativos oferecidos. o aluno deverá matricular-se em 1 (um) dos componentes curriculares optativos que serão oferecidos neste semestre. entre aqueles da lista apresentada no artigo 3º deste Regulamento. ao total. devendo cada aluno matricular-se em 1 (um) dos componentes curriculares optativos oferecidos. previamente ao início do período de matrícula semestral na Faculdade da Amazônia. devendo cada aluno matricular-se em 1 (um) dos componentes curriculares optativos oferecidos. previamente ao início do período de matrícula semestral na Faculdade da Amazônia. 7º. 13. 8º. Art. As situações omissas ou de interpretações duvidosas surgidas da aplicação das normas deste Regulamento.