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Título original: La didactique des langues étrangères

Traduzido da 5a edição atualizada, de outubro de 2008


© Presses Universitaires de France, 1996
ISBN: 978-2-13-056553-6

Editor: Marcos Marcionilo


Capa e Projeto Gráfico: Andréia Custódio
Foto da capa: banco de imagens Stockxpert
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Egon de Oliveira Rangel [PUC-SP]
Gilvan Müller de Oliveira [UFSC, Ipol]
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Kanavillil Rajagopalan [Unicamp]
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Maria Marta Pereira Scherre [UFES]
Rachel Gazolla de Andrade [PUC-SP]
Roxane Rojo [Unicamp]
Salma Tannus Muchail [PUC-SP]
Stella Maris Bortoni-Ricardo [UnB]

CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA FONTE


SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ

M337d

Martinez, Pierre, 1948-


Didática de línguas estrangeiras / Pierre Martinez ; tradução Marco Mar-
cionilo. - São Paulo : Parábola Editorial, 2009.
-(Estratégias de ensino ; 15)
Tradução de: La didactique des langues étrangères

Inclui bibliografia
ISBN 978-85-7934-007-9

1. Linguagem e línguas - Estudo e ensino. 2. Didática. I. Título. II. Série.


09-5646 CDD: 407
CDU 81

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1a edição - 1a reimpressão, fevereiro de 2012 - conforme o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa

ISBN: 978-85-7934-007-9
© da edição: Parábola Editorial, São Paulo, novembro de 2009
Sumário

Nota do Editor
7
Introdução
9
Palavras-chave da didática de línguas estrangeiras
13
Capítulo I: A problemática do ensino
15
1. O campo da comunicação...................................................... 15
2. Representações da língua e o processo de aquisição.............. 21
3. As teorias da linguagem e suas implicações............................ 22
4. A fixação social das línguas..................................................... 24
5. Linguística e didática.............................................................. 28
6. Um quadro de referência........................................................ 32
7. Ensinar e aprender.................................................................. 34
8. A cena da comunicação didática............................................. 39
9. Conclusão................................................................................ 43

Capítulo II: As metodologias


45
1. Análise/elaboração de manuais e de métodos......................... 45
2. Pré-condições para um quadro panorâmico das metodologias. 48
3. As metodologias chamadas tradicionais.................................. 49
4. A abordagem direta................................................................. 51
5. A abordagem áudio-oral.......................................................... 54
6. As metodologias audiovisuais.................................................. 57
7. Conclusão................................................................................ 63
6 Didática de línguas estrangeiras  Pierre Martinez

Capítulo III: A abordagem comunicativa


65
1. As origens................................................................................. 65
2. Originalidade dos inventários................................................. 66
3. Prioridades............................................................................... 68
4. Algumas linhas de força.......................................................... 69
5. Aprender em uma abordagem comunicativa.......................... 70
6. A didática dia a dia................................................................... 72
7. Um balanço crítico.................................................................. 73
8. O quadro europeu comum de referência para as línguas ...... 75
9. Conclusão................................................................................ 76

Capítulo IV: Questões e perspectivas


79
1. Organização de um ensino..................................................... 80
2. Oral.......................................................................................... 83
3. Gramática................................................................................ 84
4. Escrito...................................................................................... 87
5. Avaliação.................................................................................. 90
6. Civilização............................................................................... 91
7. Dispositivos inovadores e tecnologias modernas.................... 94
8. Didática e gestão linguística.................................................... 98
9. Desafios atuais, pesquisa e formação...................................... 101

Conclusão
105
Bibliografia
107
Índice de nomes
110
nota do editor

E
sta Didática de línguas estrangeiras, de Pierre Martinez, professor
de ciências da linguagem e de didática das línguas na Universi-
dade Paris VIII, enfrenta a problemática global dos processos de
aprendizagem e de ensino de línguas e analisa as metodologias
que tiveram e continuam a ter um papel central em didática. O
pano de fundo do livro são as crescentes e, por vezes, ingentes ne-
cessidades de comunicação entre pessoas que não falam a mesma
língua em um mundo globalizado.

As necessidades de comunicação entre pessoas que não falam a mesma


língua nunca foram tão intensas. É o caso, por exemplo, da globalização dos
fluxos turísticos e dos intercâmbios comerciais, das migrações populacionais,
dos avanços da União Europeia para o leste do continente.

O recurso a uma língua comum está longe de alcançar a unanimidade.


E dado que é muito difícil aprender uma língua estrangeira, parece necessário
e natural que nos perguntemos como melhorar seu ensino.

A escolha deste título para nosso catálogo é expressão manifesta de nosso


interesse na didática de línguas, especialmente quando encontramos um au-
tor cuja reflexão sobre a didática consegue envolver “todos aqueles que se
interessam pela condição humana e por seu provável aperfeiçoamento”.

Sem, em momento algum, perder de vista os três elementos do triân-


gulo didático: o professor, o aprendiz e os conteúdos, Pierre Martinez deixa
clara sua insuficiência quando se tenta dar conta da realidade do ensino de
línguas hoje.
8 Didática de línguas estrangeiras  Pierre Martinez

O autor apela a uma abertura de espírito do leitor, para levá-lo a per-


ceber as rupturas e as continuidades, decorrentes das mudanças teóricas,
das experiências, das necessidades, dos insucessos e dos efeitos da moda em
didática. Repassa os métodos tradicionais, áudio-orais e audiovisuais e iden-
tifica a abordagem comunicativa como aquela que operou uma verdadeira
virada didática, quando, em vez de se buscar competência linguística apenas,
passa-se a buscar com o aprendiz de línguas estrangeiras a plena competência
comunicativa. A aquisição passa a se concentrar em um conjunto de noções
conceituais e sociais, que leva em conta o mundo interior do aprendiz e
o mundo exterior à sala de aula. O currículo tem de ser interdisciplinar e
dinâmico, deixando de ser um programa restritivo e limitador a ser seguido.

Neste livro, a didática se abre para o futuro, desiste de ser monopolista e


descritiva e passa a desempenhar um papel central na luta contra o fracasso
escolar. Livra-se de sua dependência da linguística aplicada ao ensino e se
torna uma praxiologia que tem uma tarefa complexa: elaborar saberes que
sejam uma transposição de saberes científicos para saberes ensinados, apro-
priar-se desses saberes, intervir didaticamente num campo que agora é de
total transversalidade.

É nesse campo que se insere este novo livro da Parábola Editorial. Es-
peremos que ele faça a trajetória que desejamos vê-lo percorrer: a de renovar
a reflexão sobre a didática de línguas estrangeiras, produzindo saberes que
levem nossos leitores a verem, por trás do método, a metodologia como ex-
pressão de uma política linguística, à qual se deve prestar atenção para evitar
a armadilha fácil das panelinhas didático-pedagógicas uniformes.
Marcos marcionilo
São Paulo, novembro de 2009
introdução

A
s necessidades de comunicação entre pessoas que não falam a
mesma língua nunca foram tão expressivas. É o que vemos, por
exemplo, no contexto geopolítico ocidental, com os avanços da
União Europeia e a abertura de suas fronteiras para o leste do
continente europeu, com os fluxos turísticos e comerciais em
uma rede de intercâmbios doravante globalizada e com as migra-
ções populacionais, livres ou controladas.

O recurso a uma única língua veicular (o esperanto, o inglês ou outra)


está longe de atingir a unanimidade e suscita objeções que não são destituí-
das de sentido. Então, dado que é difícil aprender uma língua estrangeira,
parece natural e necessário que nos perguntemos como melhorar o ensino
de uma segunda língua. Mais que nunca, uma reflexão sobre a didática vai
se impor a todos aqueles que se interessam pela comunicação humana e seu
provável aperfeiçoamento.
Aqui, o termo didática evidentemente não é entendido como exclusivo
do campo das línguas: ele tem como significação etimológica, em sua função
de adjetivo primeiramente, “o que é próprio para instruir” (do verbo grego:
didaskein, ensinar). O substantivo abrange um conjunto de meios, técnicas e pro-
cedimentos que concorrem para a apropriação, por um sujeito determinado, de
elementos novos de todas as ordens. Entre tais elementos, podemos identificar:
• os saberes linguísticos, por exemplo: o léxico, a gramática, ou seja, os
elementos e as regras de funcionamento da língua;
• as competências comunicativas, ou habilidades, meios para agir sobre o
real (maneiras de ordenar, de aprovar, de se apresentar, de informar…);
10 Didática de línguas estrangeiras  Pierre Martinez

• uma maneira de ser, comportamentos culturais, frequentemente in-


dissociáveis da língua, porque inscritos na própria língua: por exem-
plo, em todas as línguas, a ritualização das trocas linguísticas assume
traços linguísticos específicos (pergunta, falas aparentemente inúteis,
formas de polidez), que correspondem a valores.

Nesta obra, o termo “aprendiz” é utilizado onde esperaríamos ver “aluno”.


E isso não para meramente aderir ao jargão pelo jargão. Acreditamos que é hora
de deixar de falar de aluno, indivíduo administrativamente inscrito, e de passar a
falar de aprendiz, alguém situado em determinada situação, em uma postura de
aprendizagem. Nos processos que abordaremos, o aprendiz é agente ativo.

Portanto, é no espaço social existente que se desenvolve, entre aque-


le que ensina e aquele que passaremos a chamar de aprendiz, um “ensino/
aprendizagem” do objeto em circulação: uma língua estrangeira. Uma ideia
simples, mas fundamental, é aquela segundo a qual existe uma desigualda-
de de competência entre os parceiros do processo, com o professor sabendo
muito e o aprendiz sabendo menos. Mas o professor é precisamente um “faci-
litador” da apropriação, do processo que visa assimilar um objeto linguístico,
adaptando-o àquilo que se quer fazer com ele. Esse trabalho só pode ser efe-
tuado pelo aprendiz, e o professor não é, de modo algum, o centro do proces-
so de apropriação, qualquer que seja a metodologia de ensino adotada.

Aliás, a didática se distinguirá da pedagogia, atividade que implica uma


relação entre o professor e o aprendiz, que insiste nos aspectos psicoafetivos
e não na mera operacionalização dos meios de ensino. Contudo, essa relação
não deixa de ter determinada incidência sobre a qualidade das aquisições, mas
pode assumir outras finalidades. Não se trata mais da mera apropriação de ele-
mentos linguísticos e do desenvolvimento de competências, mas também da
construção do indivíduo, por exemplo, como adulto ou como cidadão.

Por sinal, assim como o termo “educação”, “pedagogia” evoca, etimo-


logicamente, um percurso (grego: agogein, conduzir) que se deve fazer uma
criança (pais, paidos) cumprir, e alguns autores falam de andragogia (grego:
aner, andros, homem) para designar a formação de adultos.

Veremos que a pedagogia e outras ciências ou domínios científicos como


a linguística, a psicologia, a sociologia, as ciências cognitivas, a tecnologia
etc. iluminam o campo da didática de línguas estrangeiras: eles contribuem
Introdução  11

para fundá-la como disciplina teórica. Eles ainda nos permitem compreender
que as novas questões não podem ser respondidas com soluções estreitas. É
dessa forma que os debates contemporâneos ressaltaram que a pergunta: “O
que é ensinar uma língua?” pressupõe outra: “O que é saber uma língua?” É
da definição desse “saber” que vão depender os objetivos da aprendizagem e
os meios de seu sucesso. Trata-se de levar o ato de ensino a escapar do acaso
e da contingência.

Consequentemente, a didática só pode ser concebida por meio de um


conjunto de hipóteses e de princípios que permitam ao professor aperfeiçoar
os processos de aprendizagem da língua estrangeira. Chamaremos essa condu-
ta refletida, que é resultado de hipóteses e de princípios, de método de ensino:

• hipóteses, por exemplo, relativas ao modo de trabalho proposto ou


imposto. Desse modo, aprender decorando é benéfico, mas não bas-
ta; um ensino eficiente deve ser repetitivo, deve, então, ser espiralar e
retomar as aquisições feitas para reativá-las; a aquisição de automatis-
mos é uma boa coisa, mas não deve impedir a criatividade do sujeito
falante de se manifestar etc.;
• princípios decorrentes dessas hipóteses: escolheremos organizar gru-
pos de trabalho para desenvolver a socialização e a necessidade de
comunicação, para não deixar os aprendizes isolados entre si, em uma
relação vertical com o professor; ou ainda: fases de expressão livre
deverão se alternar com frases centradas preferentemente na estrutu-
ração e na fixação das aquisições etc.

A metodologia visará, então, determinar a arquitetura e as razões das es-


colhas feitas em contextos didáticos variados, em face de aprendizes diferen-
ciados por sua personalidade, sua história, suas expectativas, seus objetivos.

Aqui, não vamos fazer uso do termo “didatologia”, que foi proposto para
distinguir a reflexão sobre a didática de seu campo de aplicação propriamente
dito. Designaremos mais comodamente por “didática”, ao mesmo tempo, os
aspectos teóricos e práticos do ensino de línguas estrangeiras.

Finalmente, seremos levados a distinguir uma didática da língua mater-


na — diremos preferentemente língua primeira — e uma didática das línguas
estrangeiras ou segundas, porque elas remetem a uma história (ou seja, a uma
constituição científica, a instituições, a pesquisas) e, sobretudo, a condições
12 Didática de línguas estrangeiras  Pierre Martinez

de operacionalização (um processo de aprendizagem) que só muito parcial-


mente são idênticos.

Nosso livro se dedica a um questionamento dessas palavras-chave. Não


se espere encontrar nos capítulos a seguir nem um manual para ser usado em
sala de aula, nem a defesa de um eventual pensamento dominante em didáti-
ca. O que oferecemos são ferramentas para melhor entender o que representa
o fato de ensinar uma língua estrangeira.

Partiremos do estudo de uma problemática global — processos de apren-


dizagem e processos de ensino em interação — para analisar, em um segundo
tempo, as metodologias que tiveram importância em didática, até as correntes
atuais, inscrevendo-nos especialmente na abordagem comunicativa, no am-
biente tecnológico atual e no quadro europeu comum de referência. Depois,
examinaremos algumas questões importantes. Elas abrangem centros de inte-
resse diversos, como a gramática, a avaliação ou a definição do currículo. As
informações apresentadas sobre essas questões darão aos leitores, é o que espe-
ramos, meios de construírem uma opinião própria, de maneira esclarecida e
crítica, sobre as perspectivas que se abrem em um campo em plena evolução.

Ao final do volume, disponibilizaremos uma bibliografia propositada-


mente breve. Algumas contribuições serão simplesmente assinaladas (nome
e data) no corpo da obra. Pesquisas complementares na internet poderão ser
feitas sem dificuldade a partir de uma lista necessariamente limitada.
Pala vras-chave
da didática de
linguas estrangeiras

O que você sabe a respeito disso?


Abordagem acional | Abordagem comunicativa | Aprendiz |
Aprendizagem | Aquisição | Ato de fala | Audiovisual |
Autonomia | Avaliação

Bilinguismo

Classe | Coerência | Competência | Teste seus
Comunicação | Cultura | Currículo conhecimentos
antes e depois

Despertar para a linguagem | Didática |
da leitura
Discurso
deste livro

Ensino a partir de objetivos específicos |
Ensino geral | Erro | Escrita | Estratégias |
Exercício

Fonética

Gramática

Imprecisão | Interação | Intercompreensão |
Intercultural | Interlíngua
14 Didática de línguas estrangeiras  Pierre Martinez


Léxico | Língua | Língua estrangeira | Língua primeira | Língua segunda
| Linguagem | Linguística | Literatura

Manual | Metalíngua | Método | Metodologia | Migração | Motivação |
Multilinguismo


Necessidades | Nocional-ficcional | Norma


Objetivos | Oral


Pedagogia | Política linguística | Pragmática | Procedimento | Professor |
Programa | Progressão | Projeto | Pronúncia


Representações


Situação | Sociedade


Tecnologias da informação e da comunicação aplicadas ao ensino |
Tradução | Transposição didática


Unidade didática
a problemática
do ensino
Capítulo I

É
tarefa exigente adquirir as competências necessárias

O
para se exprimir em outra língua. As línguas represen-
tam meios tanto para a paz quanto para a guerra, e a
indivíduo,
gestão a sociedade
que fizermos e as línguas entram
do plurilinguismo de em jogomundo
nosso em
uma relação
condicionará didática
nosso que não
futuro. escapa às regras
Os avanços da comu-que
tecnológicos
nicação humana.
reconstroem o espaçoOdidático
ensino de têmlínguas estrangeiras
um impacto só
cultural
pode, com efeito,
que já é visível e as necessidades ser examinado entre
de comunicação como pessoas
uma forma quedenão
troca comunicativa: ensinar é pôr em contato,
falam a mesma língua nunca foram tão intensas. É o caso, por exemplo, pelo pró-
prio turísticos
da globalização dos fluxos ato, sistemas linguísticos,
e dos e as variáveis
intercâmbios da situação
comerciais, das mi-
refletem-se tanto sobre a psicologia do indivíduo falante
grações populacionais e das políticas linguísticas que reagem a toda essa
quanto sobre o funcionamento social em geral. Quem começa a aprender uma
movimentação humana.
língua, adquire-a e a pratica em um contexto biológico, biográfico e histórico.
A didática é o conjunto de métodos que permitem ao professor otimizar os
Não se tem certeza de que tudo seja objetivável e, portanto, posterior-
processos de aprendizagem de uma língua estrangeira. Este volume apresenta
mente utilizável na ação.
esses métodos, levanta Mas a posição
o inventário da didática
da situação é, em
atual da princípio,
didática uma e
de línguas
busca
lança de para
luzes informação e, nade
uma ação medida
ensino máxima do se
que não possível, uma consideração
mantenha de
alheia à realidade
tudo do
pessoal o que podee ajudar
aluno a facilitar
à realidade a aprendizagem.
do mundo É uma
no qual ele vive.posição prudente
e lúcida, mas otimista, que se impõe a todos nós.

1. O campo da comunicação
O simples fato de comunicar pela linguagem compromete a pessoa
toda, quer dizer, um indivíduo com suas experiências anteriores, sua adesão