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FíSlCA

Mecánica
Doctor Eliezer Braun
Profesor titular del Departamento de Física
Universidad Autónoma MetropoIitana/lztapalapa
Profesor titular de la Facultad de Ciencias
Universidad Nacional Autónoma de México
FlSlCA
1
Mecánica

Eliezer Braun

1
EDITORIAL
TRILLAS
Mextco.Argenma España
@]
Colornbla PuerloRico Venezuela
Prólogo

E l presentetextodemecánicacorresponde a los primeros cursos de


f í s i c a q u e se imparten en las escuelas superiores en diversas carreras técni-
cas y científicas como ingenierías, quimica, física, matemáticas, etcétera.
E l t e x t o se diseñó con base en las características específicas de los estu-
d i a n t e s m e x i c a n o s . En p a r t i c u l a r e s t a m o s c o n s c i e n t e s d e a l g u n a s d i f i c u l -
tades que tienen los alumnos, como por ejemplo, las relacionadas con las
manipulaciones matemáticas necesarias. Por este motivo, las operaciones
m a t e m á t i c a s se e x p l i c a n c o n m u c h o d e t e n i m i e n t o : d e s p e j e s , r e s o l u c i ó n
ddei v e r s aesc u a c i o n easl g e b r a i c aust,i l i z a c i ódrne s u l t a d odse
geometría, trigonometría, cálculo diferencial e integral, etc. Para ello se
presentan, tanto en una serie de recuadros como en apéndices recordato-
rios, l o sr e s u l t a d o sm a t e m á t i c o sq u e se v a nau t i l i z a re ne lm o m e n t o
correspondiente Aquellos lectores que dominen las matemáticas pueden
pasar, en c a d a c a s o , d i r e c t a m e n t e a l a s o l u c i ó n y su t r a t a m i e n t o f í s i c o .
Se hn p r o c u r a d o h a c e r é n f a s i s e n e l c o n t e n i d o f í s i c o d e l o s t e m a s p o r
t r a t a r . Así, antes de dar a los temas e¡ t r a t a m i e n t o m a t e m á t i c o se d i s c u t e
el c o n t e n i d o f i s i c o y e n a l g u n a s o c a s i o n e sse l o g r a n v i s l u m b r a r a l g u n a s d e
las características de la s o l u c i ó n , io c u a l n o s i g n i f i c a q u e se pueda sosla-
yar el tratamiento matemático. Posteriormente, una vez obtenida la solu-
ción, esta se a n a l i z a d e s d e e l p u n t o d e v i s t a f í s i c o .
C a d a v e z q u e se o b t e n g a u n r e s u l t a d o m a t e m á t i c oes i m p o r t a n t e q u e e l
a l u m n o a d q u i e r a l a d i s c i p l i n a d e a n a l i z a r l o y e n t e n d e r su significado. En
p a r t i c u l a r , es i m p o r t a n t ev e r i f i c a r la c o n g r u e n c i ad i m e n s i o n a dl el a s
e x p r e s i o n e s q u e h a y a o b r e n i d o y a n a l i z a r . d e s d e e l p u n t o d e v i s t a f í s i c os, i
los resultados tienen sentido.
E l a l u m n o se d e b e d a r c u e n t a d e que el d e s a r r o l l o d e la m e c á n i c a p a r t e
d e c i e r t o s p r i n c i p i o s q u e sor), esencialmente, las leyes de Newton, a partir
de las cuales se c o n s t r u y e t o d o lo demás.
E n e l t e x t o se r e s u e l v e n , c o n m u c h o d e t a l l e , u n n ú m e r o c o n s i d e r a b l e d e
e j e r c i c i o s q u e se c o n s i d e r a n t i p i c o s . A s i m i s m o , a l f i n a l d e c a d a c a p í t u l ose
presenta una serie de problemas para que el alumno los resuelva. Además,
a l f i n a l d e l l i b r ose muestran los resultados de casitodos l o s p r o b l e m a s .
En lugares estratégicos se presenta una serie de recuadros en los q u e se
h a c e n c o m e n t a r i o s p e r t i n e n t e s a c e r c a d e los t e m a s t r a t a d o s . Los vectores
querepresentandiferentescantidadesfísicas,comovelocidad,acelera-

5
6 PR~LOGO

ción, fuerza, etc., se r e p r e s e n t a n g r á f i c a m e n t e p o r m e d i o d e d i f e r e n t e s


p u n t a s d e f l e c h a y10 grosores.
D a d a l a l i m i t a c i ó n e nla e x t e n s i ó n d e l l i b r o n ose h a n p o d i d o d e s a r r o l l a r
e x h a u s t i v a m e n t e a l g u n o s t e m a s q u e , p o r su i m p o r t a n c i a , l o a m e r i t a n . Se
h a a p r o v e c h a d o u n p r o b l e m a r i o q u e v a p a r a l e l o a e s t e l i b r o , e n d o n d e se
amplían y complementan los temas aquí tratados.
A c o n t i n u a c i ó n se p r o p o r c i o n a n e n f o r m a b r e v e a l g u n a s c a r a c t e r í s t i c a s
d e c a d a u n o d e los c a p í t u l o s d e l a o b r a .
En el c a p í t u l o 1 se presentan los c o n c e p t o s d e m e d i d a s , d i m e n s i o n e s y
unidades. Se hace énfasis en el análisis dimensional, el cual es m u y ú t i l a l
analizar tanto las ecuaciones como las expresiones que se o b t e n g a n . A d e -
más, se repasan algunos temas de álgebra, útiles en el desarrollo del texto.
E n e l c a p í t u l o 2 se d e s a r r o l l a , c o n b r e v e d a d , e l t e m a d e los vectores,
q u e es n e c e s a r i o d o m i n a r p a r a e l e s t u d i o d e l a m e c á n i c a . Se i n c l u y e n los
productos de vectores, tanto escalar como vectorial.
En seguida se i n i c i a e l e s t u d i o d e l a c i n e m á t i c a , a l a q u e se d e d i c a n los
capítulos, 3, 4 y 5. L a e x p e r i e n c i a n o s h a m o s t r a d o q u e es m u y i m p o r t a n t e
ir con cautela en el desarrollo de conceptos que son muy difíciles, como
v e l o c i d a d y a c e l e r a c i ó n i n s t a n t á n e a s . H a y q u e r e c o r d a r q u los e griegos no
los e n t e n d i e r o n y p o re l l on op u d i e r o nd e s a r r o l l a rl ac i e n c i aq u e ,d e
h e c h o , q u e d ó e s t a n c a d a h a s t a e l s i g l oX V I Ie n q u e C a l i l e o , N e w t o n y o t r o s
pudieron entender estos conceptos.
En el c a p í t u l o 3 se a n a l i z a n los c o n c e p t o s d e t r a y e c t o r i a , v e l o c i d a d y
aceleración, en el sistema más sencillo posible que es u n p u n t o m o v i é n d o -
se e n u n a d i m e n s i ó n . L a i d e a es desarrollar los c o n c e p t o s a d e c u a d o s p a r a
l a d e s c r i p c i ó n d e los m o v i m i e n t o s . A d e m á s , se hace ver la necesidad d e
definir las cantidades instantáneas correspondientes que dan lugar al uso
d e las derivadas. Se h a c e é n f a s i s e n e l h e c h o d e q u e , c o n o c i d a l a t r a y e c t o -
ria, se p u e d e n e n c o n t r a r l a v e l o c i d a d y l a a c e l e r a c i ó n .
E n e l c a p í t u l o 4 se t r a t a , e n u n a d i m e n s i ó n , e l p r o b l e m a i n v e r s o a l e s t u -
d i a d oe ne lc a p í t u l o 3, as a b e r ,d ed e t e r m i n a rl at r a y e c t o r i ad eu n a
partícula, conocida su aceleración. Esto da lugar al uso de las integrales.
En e l c a p í t u l o 5 se u s a n l o s c o n c e p t o s a p r e n d i d o s e n l o s d o s c a p í t u l o s
anteriores para el caso del movimiento en una dimensión, a fin de hacer
l a d e s c r i p c i ó n d e l m o v i m i e n t o d e u n p u n t o e n d o s d i m e n s i o n e s . P a r a see l l o
utiliza un principio físico obtenido de la experiencia: el de la superposi-
c i ó n d e e f e c t o s . E n e s t e c u r s o se t r a t a m u y b r e v e m e n t e l a c i n e m á t i c a e n
tres dimensiones. Las ideas desarrolladas en dos dimensiones son directa-
mente trasladables al caso de tres dimensiones.
En los c a p í t u l o s 6, 7 y 8 se d e s a r r o l l a l a d i n á m i c a d e u n a m a s a p u n t u a l .
E n e l c a p í t u l o 6 se d i s c u t e n l a s b a s e s d e l a d i n á m i c a , q u e s o n l a s t r e s l e y e s
d e N e w t o n . P a r a e s t e e f e c t o es d e p a r t i c u l a r i m p o r t a n c i a e l c o n c e p t o d e
sistema de referencia inercial.
El c a p í t u l o 7 se d e d i c a a p r e s e n t a r u n a g r a n v a r i e d a d d e a p l i c a c i o n e s d e
las leyes de Newton. Se p r e s e n t a n e n l a f o r m a d e e j e r c i c i o s r e s u e l t o s c o n
el propósito de que el alumno sistematice la aplicación de las leyes de
Newton.
E l c a p í t u l o 8 se d e d i c a a l t e m a d e t r a b a j oy energía. Aquí se d e s a r r o l l a
el principio de conservación de la energía mecánica.
E n e l c a p í t u l o 9 se e s t u d i a l a m e c á n i c a d e v a r i a s p a r t í c u l a s , p a r t i e n d o
d e los c o n o c i m i e n t o s a d q u i r i d o s e n los c a p í t u l o s a n t e r i o r e s . D e m a n e r a
sistemática se v a m o t i v a n d o l a n e c e s i d a d d e i n t r o d u c i r c o n c e p t o s a d i -
PRbLOGO 7
cionales como, por ejemplo, el centro de masa. Además se presenta el
p r i n c i p i o d e c o n s e r v a c i ó n d e l m o m e n t o l i n e a l , q u ese a p l i c a a l a s o l u c i ó n
d e d i v e r s o s p r o b l e m a s d e i n t e r é s c o m o el d e l a c o l i s i ó n d e d o s p a r t í c u l a s .
E n e l c a p í t u l o 1 0 se i n t r o d u c e n o t r o s c o n c e p t o s , c o m o e l d e m o m e n t o
angular y t o r c a de u n a f u e r z a , q u e r e s u l t a n ser útiles en la d e s c r i p c i ó n d e
los movimientosdesistemasdevariaspartículas:Asimismo, se en-
cuentra y se a p l i c a el p r i n c i p i o d e l a c o n s e r v a c i ó n d e l m o m e n t o a n g u l a Se r.
hace énfasis en el hecho de que los p r i n c i p i o s d e c o n s e r v a c i ó n o b t e n i d o s
en los c a p í t u l o s 9 y 10 son consecuencia directa de las leyes de Newton.
Los r e s u l t a d o s q u e se o b t i e n e n e n los c a p í t u l o s 9 y 1 0 s o n c o m p l e t a -
mente generales, válidos para cualquier sistema de varias partículas, ya
sea d i s c r e t o o c o n t i n u o .
En los ú l t i m o s c u a t r o c a p í t u l o s se e s t u d i a n a p l i c a c i o n e s d e los c o n c e p -
tos generales desarrollados hasta este punto. Los c a p í t u l o s 1 3 y 1 4 son in-
dependientes, por lo q u e se p u e d e n e s t u d i a r e n e l o r d e n q u e c o n v e n g a .
En e l c a p í t u l o I 1 se analiza, con base en lo a p r e n d i d o a n t e r i o r m e n t e , u n
s i s t e m a d e v a r i a s p a r t í c u l a s m u y i m p o r t a n t e ; a s a b e r e l c u e r p o r í g i d o . Se
estudian algunos tipos de movimientos para cuerpos rígidos particulares
c o m o p l a c a s d e l g a d a s y cuerpos simétricos. Esta restricción se d e b e a q u e
la descripción para cuerpos más generales requiere de elementos matemá-
ticos más avanzados.
E l c a p í t u l o 1 2 t r a t a , c o m o c a s o p a r t i c u l a r d elos t e m a s c o n s i d e r a d o s e n
e l c a p í t u l o 11, la estática de cuerpos rígidos.
E l capítulo 13 estudia algunas características del fenómeno de las osci-
laciones en varios sistemas físicos. En p a r t i c u l a r se t r a t a e l f e n ó m e n o d e
resonancia, que se presenta en muchas situaciones físicas.
F i n a l m e n t e , e n e l c a p í t u l o 1 4 se t r a t a e l t e m a de l a g r a v i t a c i ó n . Se p r e
s e n t a u n b r e v e r e s u m e n h i s t ó r i c o s o b r e l a s m o t i v a c i o n e s q u e t u v i e r o n los
c i e n t í f i c o s de los siglos XVI y XVII para desarrollar esta teoría, que consti-
tuye una de las hazañas cumbres del pensamiento humano.
Indice de c o n t e n i d o

Prólogo 5

Cap. 1. Unidades y dimensiones 13


1 . l . Mediciones. Unidades.Sistemas de unidades, 1 3
1.2. Unidadesderivadas, 15.
1.3. Dimensiones. Análisis dimensional, 20.
Problemas, 22.

Cap. 2. Vectores 24
2.1.Escalares.Vectores, 24.
2.2.Suma y resta de vectores, 26.
2.3.Producto (cociente) de un vector por (entre) un escalar, 29
2.4.Componentes de un vector, 31
2.5.Producto escalar de dos vectores, 38.
2.6.Producto vectorial de dos vectores, 41
Problemas, 44.

Cap. 3. Cinemática de una partícula. Una dimensión (I) 47


3.1. Movimiento de una partícula en una dimensibn, 47
3.2. Posición de una partícula, 47.
3.3. Velocidad media de una partícula, 49.
3.4. Velocidad instantánea de una partícula, 55.
3.5. Aceleración de una partícula, 60.
Problemas, 69.

Cap. 4. Cinemática de una partícula. Una dimensión (It) 72


4.1.Movimiento uniforme, 72.
4.2.La posición x(t) en un movimiento arbitrario, 75
4.3.Movimiento uniformemente acelerado, 81
4.4.Caída libre, 86.
Problemas. 92.

Cap. 5. Cinemática de una partícula. Dos dimensiones 95


5.1. Principio de superposición de efectos, 95.
5.2. Posición, velocidad y aceleración de un cuerpo, 96
5.3. Aplicaciones, 99.
5.4. Movimiento circular, 108.

9
10 iNDlCE DE CONTENIDO

5.5. Movimiento circular no uniforme, 114.


5.6. M o v i m i e n t o en tres dimensiones, 115.
Problemas, 116.

Cap. 6. Las leyes de Newton 122


6.1. Movimiento relativo, 122.
6.2. Leyes de Newton, 124.
6.3. Primera ley de Newton, 124.
6.4. Segunda ley de Newton, 125.
6.5. Tercera ley de Newton, 126.
6.6. Comentarios, 127.
Problemas, 127.

Cap. 7. Aplicaciones de las leyes de Newton 128


7.1. Algunas aplicaciones de las leyes de Newton, 128.
7.2. Fricción, 139.
7.3. Algunas consideraciones sobre las fuerzas de fricción y de
constricción, 145.
7.4. Movimiento circular, 146.
Problemas, 149.

Cap. 8. Trabajo y energía 153


8.1. Trabajo, 153.
8.2. Energía cinética, 158.
8.3. Fuerzas conservativas. Energía potencial, 159.
8.4. Algunas aplicaciones, 165.
8.5. Potencia, 170.
8.6. Más aplicaciones, 173.
Problemas, 175.

Cap. 9. Mecánica de varias partículas. Conservación del momento lineal.


Centros de masa 180
9.1. Momento lineal de una particula, 180.
9.2. Momento lineal de varias partículas, 181.
9.3. Centros de masa, 184.
9.4. Centros de masa de cuerpos continuos, 190.
9.5. Conservación del momento lineal, 205.
9.6. Colisiones, 212.
Problemas, 219.

Cap. IO. Momento angular. Torca 225


10.1. Momento angular y torca. Caso de una partícula, 225.
10.2. Momento angular de un sistema de partículas, 238.
10.3. Cantidadesreferidas a l centro de masa del sistema, 242.
Problemas, 244.

Cap. 11. Cuerpo rígido 250


11.l.:Movimientos de un cuerpo rígido,250.
11.2. Cinemática de rotación de un cuerpo rígido, 251.
11.3. Movimiento de placas delgadas con un punto fijo, 254.
11.4. Momentosdeinerciadeplacasdelgadas, 259.
11.5. Teoremadeejesparalelos, 261.
11.6. Dinámicadeplacasdelgadas, 265.
11.7. Dinámica de cuerpos rígidos con un eje de simetría fijo, 272
11.8. Momentosdeinerciadecuerpossimétricos, 276.
11.9. Traslación y rotacióndecuerposrígidos, 278.
Problemas, 290.
DE CONTENIDO
INDICE 11
Cap. 12. Estática 297
12.1.
Estática, 297.
12.2.
Aplicaciones, 299.
Problewas, 31 3.

Cap. 13. Oscilaciones y vibraciones 320


13.1.
Vibraciones, 320.
13.2.
Resorte, 320.
13.3.Resorte.Trayectoria, 324.
13.4. Energía, 328.
13.5.Oscilacionesamortiguadas, 331.
13.6.Oscilacionesforzadas.Resonancia, 333.
13.7. Oscilacionesforzadasconamortiguación, 337.
13.8. Potencia absorbida por el cuerpo en presencia de una
fuerza externa, 341.
13.9.
Aplicaciones, 344.
13.10. Otros sistemas que vibran, 353.
Problemas, 356.

Cap. 14. La ley de la gravitaciónuniversal 361


14.1 Ley delagravitaciónuniversal, 361.
14.2. Algunasaplicaciones, 363.
14.3. Leyes deKepler, 365.
14.4.
Energía, 370.
14.5.Caso de una masa distribuida uniformemente, 371.
14.6.Algunasotrasaplicaciones, 374.
Problemas, 375.

Solución de problemasselectos 377

Apéndices 387

índice analítico 399


1.1. MEDICIONES. UNIQADES. SISTEMAS DE
UNIDADES

““ -
i I ’

LJ I 1

13
14
2.3 millas = 2.3 X I 609.3 m
= 3 701.4 m

Ejercicio 1.2. Expresar en metros la distancia de 25


pies 3 pulgadas.
En el apéndice V I vemos que

1 pie = 0.3048 m (12 )


Y
1 pulgada = 2.54 cm
/ Figura 1.1 Pero 1 cm = 0.01 m, por lo que esta última relación
queda como
tud de onda. Se define el metro como1 650 763.73 ve-
1 pulgada = 2.54 X (I cm)
ces la longitud de ondade la luz roja del 8hkr. Esta nor- = 2.54 x 0.01 m
ma atómica tiene las ventajas de ser m u y precisa, no = 0.0254 m (1.3)
dependerdelatemperatura(comolabarrade iri-
dioplatino), no alterarse y no poder destruirse. Ahora bien,
Segundo. Originalmente se basó su definición en el
periodo de rotación de la Tierra alrededor de su eje.
Así, se definió el dia solar medio como 86 400 s. O
25 pies 3 pulgadas = 25 pies + 3 pulgadas. (1.4)
sea, el día solar medio seria de 24 h = 24 x 60 min =
Trataremos cada sumando del lado derecho por sepa-
24 X 60 x 60 S = 86 400 s. Aquí h es la abreviatura rado:
de hora y min, la de minuto.
AI igual que con el metro,se ha definido el segundo a) Si usamos (1.2)
entérminosdepropiedadesatómicasdeelementos
químicos. E l elementocesioemiteciertaradiación 25 pies = 25 X (1 pie)
electromagnética y se define el segundo de manera = 25 X 0.3048 m
que 9 192 631 770 periodos de esta radiación son 1 se- = 7.62 m
gundo.Recurriranormasatómicasparadefinir el
segundo tiene las mismas ventajas que en el caso del b] Si usamos (1.3)
metro.
La definición del kilogramo la estudiaremos en el 3 pulgadas = 3 X (I pulgada)
capítulo 6. = 3 x 0.0254 m
Además del SI existen otros sistemas de unidades. = 0.076 m
Porejemplo,enelsistemainglés se escogen como
unidades básicas: la yarda, como unidad de longitud; AI sustituir (1.5) y (1.6) en (1.41, encontramos
el segundo, como unidad de tiempo, y la libra, como
unidad de masa. En el apéndice VI se encuentran las
equivalencias entre las diferentes unidades.
25 pies 3 pulgadas = 7.62 m + 0.076 m
= 7.696 m
Si se conoce el valor de alguna cantidad física en
un sistema de unidades, se puede encontrar su valor
en cualquier otro sistema. Para transformar de u n sis- Ejercicio 1.3. i A cuántas yardas equivalen 800 m ?
tema a otrose deben manejar las unidades como sím- En el apéndice VI vemos que
bolos algebraicos.
1 yarda = 0.9144 m

Esta relación la podemos escribir como

1 yarda = 0.9144 X (I m) (1.7)

En esta relación manejamos (1 m) como simbolo al-


gebraico. Despejamos (I m).

2.3 millas = 2.3 X (1 milla)


Véase apéndice I con P = 1 yarda,a = 0.9144 Y
Aquí en lugar de (I milla) usamos ahora su equivalen- u = l m .
cia dada por la ec. (l.)),
UNIDADES
DERIVADAS 15
Ejercicio 1.6. Determinar las unidades de la veloci-
I m = ___ yarda = 1.O94 yarda
0.9144 el en dad SI.
Como veremos en el capítulo 3, la velocidad es el
En consecuencia,
usando
(1.8)
cociente
longitud
una
de intervalo
entre
untiempo
de
longitud
800 m = 800 X 1 m velocidad =
tiempo
= 800 X I.O94 yarda
= 875.2 yardas
Por tanto,
Ejercicio 1.4. i A cuántos segundos equivalen 2 h 16
m i n 38 S ? longitud de unidad -

m 2)
(1.I
ue Tenemos S
velocidad

2h16min38~=2h+16min+38s (1.9)
Eiercicio 1.7. jCuáles son las unidades de la acelera-

Tratamos cada sumando del lado derecho porsepa-


ci& en el S I ? -
Como estudiaremos en el capítulo 3, la aceleración
rad0 in- un velocidad
entre decambioun de
cociente
es el
tervalo de tiemDo. Por tanto.
a) 2 h = 2 X (1h) = 2 X 60 min = 120min
cambio de velocidad-
= 120 X (1 min) = 120 X (60 S) aceleración =
= 7 200 S (1.I
O) tiempo

bl 1m6i n = 16
X (1 min) = 16 X 60 S Así,
= 960 S 1)
(1 .I

Si sustituimos (1 .IO) y (1.11) en (1.9) nos da - unidad de velocidad (1.I


3)
unidad de tiempo
2 h 1 6 m i n 3 8 s = 7200s + 960s + 3 8 s aceleración

= 8 198 S La unidad de velocidad es (mis) (véase. ec. (1.12))


3) se tiene que
Sustituyendo este resultado en (1 .I

{
1.2. UNIDADES DERIVADAS
- ” m/s
S
aceleración
u n ~ ~ d
Además de las tres cantidades de las que hablamos
en la sección anterior (longitud, tiempo y masa), exis-
ten en la naturaleza otras cantidades tales como área, (1 .I
4)
volumen, velocidad, aceleración, fuerza, etc. Una ca-
racterística de estas cantidades es que sus unidades se
pueden obtener a partir de lasunidadesbásicasde
Aquí se utilizó el siguiente resultado algebraico. E l
longitud, tiempo y masa. A esas unidades se les llama
cociente.
derivadas.Comoejemploconsideremoselárea. El
área de un rectángulo es el producto de dos longitu-
des (la de cada lado), por tanto, la unidad de área en (1.I
5)
el SI es el producto de la unidad de longitud de un
lado multiplicada por la unidad de longitud del otro
lado, es decir, m X m = m2, Ejercicio 1.8. Obtener la unidad de fuerza en e l S1
En el capítulo 6 veremos que
Ejercicio 1.5. Obtener las unidades de volumen en
el S I . fuerza = masa X aceleración
E l volumen es el producto detres longitudes. Como
la unidad de cada longitud es el metro, Por tanto,

{
aceleración
masafuerza
} (1.16)
UNIDADES
DERIVADAS 17
AI expresar un número en notación exponenciat, se
suele escribir el factor que acompaña a 1 0 ' c o m o u n
número entre 1 y 10. As;, en nuestro caso, tenemos
En la tabla1.1 se muestran los equivalentes numéri- 15.36, que se puede escribir como 1.536 x IO.
cos de diversas potencias de diez, b) iCuá1 es el cociente y/z?
Usando la ec.(1.27) se encuentra que el cocientees

Tabla 1.1
I O O O O = 104 = 0.667 X IO-'
I o00 = 103 = (6.67 X 10-9 x IO-'
100 = 102
Usando la ec. (1.26)
10 = 101
1 = 100 Y -
"
6.67 X 10-l-l = 6.67 X
0.1 = IO" Z
0.01 = 10-2
0.001 = 10-3 Ejercicio 1.12. Si
0.0001 = 10-4

a ) jCuá1 es el producto de y con z?


Cuando dos números, expresados en notación expo-
Usando la ec. (1.26)obtenemos
nencial con la misma base, por ejemplo,
yz = 5.6 X X 6.8, X IO5
y = ax (1.24) = (5.6 X 6.8) X X IO5
z = aw (1.25) = 38.08 X 10-3'5
= 38.08 X IO2
se m u l t i p l i c a n = (3.808 X IO) X IO2
yz = axaw = ax+w (1.26) = 3.808 X (IO1 X IO2)

Usando de nuevo la ec. (1.26)


elproductotiene,enlamisma base, elexponente
igual a la suma delos exponentes de los factores (x + yz = 3.808 X
w). = 3.808 x 103
Si los números se dividen,
b) iCuál es el cociente de y entre z ?
(1.27) Usando la ec. (1.27) encontramos
y - 5.6 x 10-3 -
" - -5.6 x
los exponentes se restan Z 6.8 X IO5 6.8
= 0.824 X = (8.24 X IO-') X 1O-'
Ejercicio 1.11. a ) Obtener el producto de y por z s i = 8.24 X (IO-1 X IO-')

Y = 3.2 x 104, z = 4.8 X 105 Usando la ec. (1.26)

Usando la ec. (1.26) obtenemos que el producto es

yz = 3.2 X 104 x 4.8 x 105


= (3.2 X 4.8) x (104 X 105) Regresando al ejercicio 1 .IOa), se puede escribir el
= 15.36 X 104'5 resultado (1.20) también como
= 15.36 X IO9
= (1.536 X IO) X IO9
= I ,536 x (101 x 109)
y el volumen pedido, como
y usando otra vez la ec. (1.26)
V = 0.785 X 1 0 6 c m 3
yz = 1.536 X 101+9 = (7.85 X IO-l) X IO6 c m 3
= 1.536 X 1O1O = 7.85 X (IO-' X 1061cm3
18 Cap. I . UNIDADES Y DIMENSIONES

Usando la ec. (I ,261


Véase apéndice I con P = 1 h, a = 3.6 X IO3y u = (1 S).

V = 7.85 X cm3
= 7.85 X i o 5cm3
Is = ' h
3.6 X 103
Ejercicio 1.13. Un cuerpo se mueve con una veloci-
dad de 28 m/s. Expresar esta velocidad en km/h. = 0.2778 X h
Se da
m
v=28 - (1.28) Aquí se usó
S
De
1 km = l 0 0 0 m

tenemos que
Así,
1 m = 0.001 k m (1.29)
1 S = (2.778 X IO-') X 1 0 - 3 h
Por otro lado = 2.778 X (IO" x h
1 h = 3 600 S = 3 600 X (1 S) (1.30) usando la ec. (1.26) se obtiene

De aquí despejamos (1 S) 1 S = 2.778 X IO" h (I .34)

Este resultado es el mismo dado en la ec. (1.31).Susti-


Véase apéndice I con P = 1 h, a = 3 600 y u = (1 S) tuyendo (I .32) y (1.34)en (1.28)encontramos que

I m km
v =28X - 28 x
2.778 x IO-* h
"

I s
x l h
I s =
= 0.0002778 h (1.31) - 28
X"
km
2.778 h
Sustituyendo (1.29)y (1.31) en (1.28)se tiene

I m 0.001 k m
v =28X -- - 28 x
I s 0.0002778 h

-
- 28 X 0.001 km km = I 0.08 X
km
-
-= 100.8 - 10-3'4
h
0.0002778 h h
km km
E l resultadodelejercicio 1 .I3 se puedeobtener - 100.8 -
= 10.08 x IO' --
h
h
también usando notación exponencial para las diver-
sas cantidades. Hay que destacar que enlas ecs. (1.29) Este resultado es el mismo que el obtenido en el ejer-
y (1.31)aparecen cantidades pequeñas. E s más conve- cicio 1.13.
niente utilizar la notación exponencial.
Ejercicio 1.15. Expresar la velocidad de 55 millas/h
Ejercicio 1.14. Resolver el ejercicio 1.13 usando no- en km/h.
tación exponencial.
En lugarde l a ec. (1.29) se puedeescribir(con- Se tiene que
súltese la tabla 1 . 1 ) millas 1 milla
v = 5 5 ~- - 55 X (I ,351
h h
1 m = 1 0 -k~m (1.32)
En el apéndice VI se encuentra que
y en lugar de (1.30)

1 h = 3.6 X IO3S = 3.6 X IO3 X (1 S) (1.33) 1 milla = 1.609 km (1.36)

De aquí despejamos (1 S) Sustituyendo (1.36) en (1.35) nos da

.. ,, ".,, .
UNIDADES
DERIVADAS 19

v =55x
1.609 km
h
L é a s e apéndice I con P = 1 min, a = 6 X 10 y u = (1 S). I
km x Im i n
= 55 X 1.609 - I s =
6 X 10
h
km = 0.167 X -X Im i n
= 88.5 - 10
h = 0.167 X 10"min

En este ejercicio no hubo necesidad de transformar


las unidades de tiempo ya que son las mismas en mi-
Ilas/h que en km/h. Lo unico que hubo necesidad de
transformar fue millas en km.

Ejercicio 1.16. Transformarlaaceleraciónde 8.3


m/s2 en km/rnin2.
1 S = (1.67 X IO-l) X 10"min
= 1.67 X (IO" X IO-I) min
Tenemos que
m I m y usando la ec. (1.26)
a = 8.3 - = 8.3 X - (1.37)
5.2 1 S2
1 S = 1.67 X 10-"'min = 1.67 X 1 0 - 2 m i n (1.41)
De la relación
Este resultado es el mismo que el dado en la ec.
(1.39).
1 min = 60s = 60 X (1 S) (1.38) Elevando al cuadrado ambos lados de la ec. (1.41)

despejamos (1 S) 1 5 2 = (1 S) x (1 S) = (1.67)2 X (10-2)2 (min)'


= 2.78 X 10-4min2

Véase el apéndice I con P = 1 min, a = 60 y u = (1 S). Aquí

I s = -rnin = 0.0167 m i n (1 .39) donde se usó la ec. (1.26)


60

Elevando al cuadrado ambos lados de la ec. (1.39) Sustituyendoesteresultado y larelación (1.32)en


(1.37) obtenemos que
1 S' = (1 S) X (1 S ) = (0.0167 min) X (0.0167 min) m I m
= 0.0167 X 0.0167 m i n X m i n a = 8.3 = 8.3 x -
S 1 S2
= 0.000278 m i d
km
= 8.3 X
Sustituyendo este valor y la relación (1.29) en (1.37)se 2.78 X min2
encuentra

0.001 k m - 8.3 X 0.001 km


a = 8.3 x -
0.000278 min2 0.000278 minZ
Usamos ahora la ec. (1.27)
km
29.86 __ a = 2.986 X 10-3-"-4) -
km
mid mid

Ejercicio 1.17. Resolver el ejercicio 1. I 6 usando no- km


= 2.986 X 10-3+4___
tación exponencial. mid
En lugar de (1.38) podemos escribir
km
= 2.986 x IO -
mid
1 m i n = 6 X 1 0 s = 6 X 10 X (1 S) (1.40)
que es el mismo resultado obtenido en el ejercicio
De esta relación despejamos (1 S) 1.16.
20
1.3. DIMENSIONES. ANALISISDIMENSIONAL Por tanto,

En lasección 1.1 estudiamos las unidadesde las


tres cantidades básicas. A cada una de estas cantida-
des se le asignarán dimensiones. Así, se tienen dimen- Pero en el ejercicio anterior, se obtuvieron las dimen-
siones de longitud, de tiempo y de masa. Denotare-
siones de la aceleración.
mos estas dimensiones por medio de los símbolos L, T
y M, respectivamente. Usaremos corchetes [ . . ] para
indicar las dimensiones de . ; así, el símbolo [U] indi- Sustituyendo (1.44) en (I .45) se encuentra que
cará las dimensiones de U.
ML
En la sección 1.2 vimos que además de las cantida- [F] = - (1.46)
des básicas también existen otras cantidades que son T2
las derivadas como la velocidad, la aceleración, etc.
A estas cantidades derivadas también se les asignan Ejercicio 1.21. En un problema se encuentra el si-
dimensiones en términos de las tres dimensiones bási- guiente resultado
cas. Consideremos, por ejemplo, la velocidad, v; esta
cantidad es el cociente de una longitud entre un tiem- U=&F (1.47)
po. Por tanto, las dimensiones de la velocidad son
L Aquí g es una aceleración y h una distancia. iQue di-
[VI = - ( I .42)
T mensiones tiene U?
La ecuación (1.47) se puede escribir como

U = g1/2hl/Z (1 .48)

Recordemos que

Ejercicio 1.19. iCuáles son las dimensionesdela fi x112


aceleración?
Como vimos en la sección 1.2 la aceleración es el
cociente
Por tanto, de (1.48) se puede escribir
cambio de velocidad
aceleración =
tiempo (1.49)

Por tanto

[VI
[a] = -T
(1.43)

Pero arriba vimos que (véase ec. (1.42)) [v] = L/T, que
sustituida en (1.43) nos da
la ec. (1.49) queda como
L/T
[a] = -
T [U] = [g]”’ [hI”* (1.50)

E l símbolo de dimensión se maneja como símbolo al- Como se dijo, g es una aceleración; por tanto, g tiene
5) obtene-
gebraico. Por tanto, usando el resultado(1 .I dimensiones de aceleración. En el ejercicio 1.19, ec.
mos que las dimensiones de aceleración son (1.44) se obtuvieron las dimensiones de aceleraclón
(1.44) L
[gl =
Ejercicio 1.20. Determinar las dimensiones de fuer-
za. De la ec.(1 .SO) vemos que se necesita [g]”2. Tomando
Como veremos más adelante la raíz cuadrada de [g]

(1.SI)
fuerza = masa X aceleración
DIMENSIONES. ANALISIS DIMENSIONAL 21
Sustituyendo (1.57) y (1.58) en (1.56) se encuentra que
Hay que recordar que
MLz
(1.52) [Eel = T2 (1.59)

Ejercicio 1.23. Supóngase que después de un cálcu-


Usando esto en el denominador de (1.51) nos da
lo se encuentra el siguiente resultado

W =
(1.60)
2mgHz

Por otro lado se sabe que W es una cantidad que tiene


(1.53) dimensiones de
ML2
[WI = T 2 (1.61)
Como h es una distancia, sus dimensiones son de lon-
gitud
Además, m es una masa, g una aceleración y H una
distancia. Verificar la congruencia dimensional de la
[h] = L ec. (1.60).
Y Verificar la congruencia dimensional de una ecua-
[h]l/Z = LUZ (1.54)
ción significa comprobar que las dimensiones de la
cantidad que está en el lado izquierdo sonlas mismas
Sustituyendo las ecs. (1.53) y (1.54) en la ec. (1.50) se que las de la cantidad que está en el lado derecho.
obtiene Esta condición es necesaria para que una ecuación
sea correcta.

Aquí se usó la ec. (1.26). Comparando este resultado


con la ec. (1.42) concluimos que U tiene dimensiones
de velocidad; es decir, U es una velocidad.

Ejercicio 1.22. jCuáles son las dimensiones de E, si


E, = [1/2] mv2? Aquí m es una masa y v es una velo-
cidad.

De la definición

[EA = [l/21[ml[v21 (1.56)

La cantidad 1/2 no tiene dimensiones. En general,


ningúnnúmeropuro,como 3,-5, a = 3.14159,0.8, Analicemos las dimensiones del lado derecho (que
-2/3, etc., tiene dimensiones. denotaremos con I.d.1 de la ec. (1.60)
Las dimensiones de m, por ser una masa, son
[!.d.] = [21[ml[gl[~zl
(1.62)
[m] = M (1.57)
Veamos cada factor: 2 no tiene dimensiones por ser
La otra cantidad que aparece en (1.56)es [vz] un número puro; como m es una masa

r.21 = [VI2 [m] = M; (1.63)


pero como v es una velocidad, sus dimensiones son
dado que g es una aceleración (véase ec. 1.44))
(véase la ec. (1.42))
L
[VI = -
L [gl = 7 (1.64)
T

por lo que elevando al cuadrado y como H es un? distancia, sus dimensiones son de
longitud L, por lo que
LZ
[VI? = - (1.58)
TZ [Hz] = [HI2 = LZ (1.65)
22 Cap. I . UNIDADES Y DIMENSIONES

Sustituyendo (1.63), (1.64)y (1.65) en (1.62) se tiene 1.8. La masa de un objeto es de 1 750 libras. Expresar
esta masa en kilogramos.
L M L X L2
[I.d.] = M X 7 X L2 = 1.9. Un terreno tiene un área de 1 355 yardasz. Expre-
T T2
sar esta área en m2.
1.10. E l área de la República Mexicana es de aproxi-
- ML3
"
(1.66) madamente 2 millones de km2. Dar esta área en millas
T2
cuadradas.
1.11. Un recipiente tiene un volumen de 77 galones.
Comparando este resultado con (1.61) vemos que el ¿ A cuántos litros equivale?
lado derecho de la ec. (1.60) NO tiene las mismas di- 1.12. E l gasto de agua diario de una familia es de 930
mensiones que el lado izquierdo de la misma ecua- litros. iCuántos m3 gasta en 60 días?
ción. Por tanto, no hay congruencia dimensional de la 1.13. U n a u t o se mueve a 97 km/h. Expresar esta velo-
ec. (1.60) y concluimosqueestaecuación NO es cidad en: a) mis; b) millasih.
correcta. 1.14. Dar en millas/h2 la aceleración de4.7 X IO4 mis2

En general, se recomienda que al obtener una ecua- kg2 m2


1.15. Expresar la cantidad de23.8 en unida-
ción se verifique su congruencia dimensional. Si hay S
algún error, este se puede manifestar en el análisis di-
g2 cm2
mensional. E s importante darse cuenta de que el aná- desde ___
lisis dimensional no da ninguna información sobre po- S
sibles errores que puedan haber en factores que sean
1.16. Se encuentra que cierta cantldad tiene el valor
números puros, ya que éstos no tienen dimensiones. de 7.8 libra pie. Expresar su valor en kg m.
Un tipo de cantidades que se presentanconfre- 1.17. iCuáles son las dimensiones de área?
cuencia son el logaritmo natural (In), la función expo- 1.18. >Quédimensionestiene K = F/P s i F y P son
nencialdebasee y las diversasfuncionestrigono-.
fuerzas?
métricas. E l argumento de cualquiera deestas funcio-
1.19. Se encuentra que
nes debe ser una cantidad SIN dimensiones. Así, s i se
tiene, por ejemplo, R=2H
P + Q
~7
z = Iny donde H es una distancia; P, O v F son fuerzas. jQué
. I c .
dimensiones tiene R ?
elargumento y NO tienedimensiones.Asimismo, 1.20. i ~ u é dimensiones tiene = 4.5hZt3 si h es una
NO tiene dimensiones. longitud y t, un tiempo?
Análogamente, s i 1.21. Determinar las dimensiones de
w = e' Q = "
1 a2
6 v2
tanto r como w NO tienen dimensiones. Para las fun-
ciones
trigonométricas,
por
ejemplo, si siendo
una
aceleración
a y v, una
velocidad
1.22. Obtener las dimensiones de
u = sens

t a n t o s c o m o u NO tienen dimensiones.

si las dimensiones de ,o, 4 y a son


PROBLEMAS

1.1. i A cuántos km equivalen 275 millas! 1 .23. Si las dimensiones de F y P son


1.2. Unadistanciade 137 km, i a cuántasmillas ML2
equivale? [ F ] = [PI = -
T2
1.3. Unabrocamide 3/16 depulgada. i A cuántos
milímetros equivale?
1.4. Unapersonamide 5 pies 3 pulgadasdealtura.
i q u é dimensiones tiene Q = d n?
Expresar esta longitud en metros y centímetros. 1.24. Verificar la congruencia dimensional de la ecua-
1.5. Expresar en segundos el intervalo de tiempo de ción:
4 h 47 m i n 18 s. a) H = 4.7 v2t, siendo: [HI = L; ves una velocidad y
1.6. Expresar en horas, minutos y segundos el interva- t, un tiempo.
lo de tiempo de 4 517 s. b) 7 = a/v, siendo: 7 , un tiempo; a una aceleración
1.7. i A cuántas libras equivalen 75 k g ? y v, una velocidad.
PROBLEMAS 23

c) F = d 3Q2 r2 T siendo: F y Q fuerzas; r y s son d) v = d R + h


x siendo: v, una velocidad; g, una a c e
distancias; v es unavelocidad y g es unaacelera-leración; R v h, distancias.
ción. +
el v = H t HtZ,siendo:velocidad;
v, una H una dis-
tancia y t, un tiempo.
2.1. ESCALARES.VECTORES
2 Vectores

cuenta, entonces, de que con dar 50 m el desplaza-


miento de la persona NO queda completamente de-
Por nuestra experiencia diaria estamos familiariza- terminado.
dos con cantidades para cuya descripción es suficien- Supóngase que ahora decimos lo siguiente. La per-
te dar un valor. Por ejemplo, la edad de una persona: sona se mueve una distancia de50 m, a partir del pun-
si decimos que tiene 19 años, su edad queda comple- t o A, a lo largo de una línea L-L que forma un ángulo
tamente especificada. Otro ejemploes el preciode un de 3 5 O con respecto a la línea de referencia X-X (fig.
artículo: s i decimos que vale 175pesos, su precio que- 2.2) y hacia arriba. Con esta información vemos que al
da completamente especificado.Este tipo de cantida- terminar su desplazamiento, la persona estará preci-
des se llaman escalares. samente en el punto D y en ningún otro. Nos damos
Escalar: s i para especificar una cantidades suficien- cuenta que para que el desplazamiento quedara bien
te dar un número, se dice que esta cantidad es un es- especificado se tuvieron que dar tres datos:
calar. Si lacantidadtienedimensiones,elnúmero
tiene que ir acompañado de su correspondiente uni- a) La distancia a partir del punto A (50 m).
dad, por supuesto. b] E l ángulo que forma l a línea L-L, a lo largo de la
Además de cantidades escalares, en la naturaleza cual ocurre el desplazamiento, con respecto a
existen otros tipos de cantidades. Consideremos por una línea de referencia ( 3 5 O con respecto a X-X).
ejemplo el desplazamiento. Si decimos que una per- c) Hacia qué extremo de la línea LWL se efectúa el
sona se mueve una distancia de 50 m a partir del pun- desplazamiento (hacia arriba).
to A (fig.2.1) no podemos saber aqué punto llegará al
terminar su desplazamiento. La persona puede llegar Estos tres datos son, respectivamente:
al punto B, que dista de A en 50 m, o bien, puede Ile-
gar al puntoC, distinto de B que también dista de en A a) La magnitud del desplazamiento.
50 m. De hecho puede llegar a cualquier punto del b) La dirección del desplazamiento.
círculo de radio 50 m y cuyo centro sea A. Nos damos c] E l sentido del desplazamiento.

24
ESCALARES. VECTORES 25
Este tipo de cantidades, que ocurren muy frecuen- Ejercicio 2.2. Dibujar el vector a cuya magnitud es
temente, se llaman vectores. 18 unidades arbitrarias; dirección: a lo largo de una lí-
Vector: s i para especificar una cantidad se tienen nea que forma un ángulo de 60° con la horizontal y
que dar su magnitud, su dirección y su sentido, se dice sentido hacia abajo.
que
cantidad
la es vector.
un Si se escoge
escala
launidades
3de = 1 cm,
lon-
la
gitud de la flecha debe ser de 6 cm. En la figura 2.5 se
La magnitud de un vector es siempre una cantidad representa al vector a.
positiva.

/
Ademásdeldesplazamiento,otrosejemplosde
cantidades vectoriales que existen en la naturaleza
son la velocidad, la aceleración, la fuerza, etc. Estas
se estudiarán más adelante.
Se suele representar a los vectores de maneras dis-
tintas;porejemplo,unvector se suelerepresentar
como: 2, a;, etc. En texto impreso lo denotaremos
con negri'rla: a. La magnitud del vector a se denotará
c o m o l a l , o simplemente como a.
E s conveniente representar gráficamente un vector
por medio de una flecha (fig. 2.3). La longitud de la
flecha representa, en alguna escala escogida de ante-
mano, su magnitud; la orientación de la flecha repre- Figura 2.5
senta su dirección; l a punta de la flecha representa su
sentido. Así, la flecha de la figura 2.3 representa al
vector a. Dos vectores son iguales si y sólo si tienen sus tres
característicasiguales:mismasmagnitudes,mismas
direcciones y mismos sentidos. Los vectores a y b son
Dirección, iguales s i

magnitud de a = magnitud de b (la1 = I b l )


dirección de a = dirección de b
sentido de a = sentido deb.

Escribimos entonces

/ Así, los vectores a y b de la figura 2.6 son iguales, ya


que tienen la misma magnitud, la misma dirección y
Figura 2.3
el mismo sentido.

Ejercicio 2.1. Un cuerpo se desplaza 50 km en ladi-

L(y
la1 = lb1
rección este-oeste, hacia el oeste. Dibujar el vector r
que corresponde a este desplazamiento.
Si se escoge la escala de 10 k m = 1 cm, la longitud
oeste yflecha
de elesser
la 5de
al oeste.
sentido
cm.
La flecha
La debe 2.4
dirección es este-
de la X figura

representa a r.

Direcclones X X
O 1 2 3 4 5 c m iguales
\S,
4
Oeste I Figura 2.6

F
Sentido:
50;trn @ Este
Dirección:
este-oeste
al oeste
Si desplazamos un vector paralelamente asu direc-
ción encontraremos otro vector igual; los vectores a
Figura 2.4 figura
mostrados
la en 2.7todos
iguales.
son
26
i C ó m o se suman los vectores? Suponga que la dis-
tancia entre la ciudadA y la ciudad B es de 75 km (fig.
2.10), y que la distancia entre la ciudad B y la C es de
125 km. Nos damos cuenta de que la distancia entre
las ciudades A y C NO es de 75 k m + 125 km = 200
km. La distancia entre las ciudades A y C es la longi-
tud del ladoAC del triánguloABC, que en este caso es

G
de 73 km, distinto a 200 km. Por tanto, concluimos
Figura 2.7
que los vectores NO se suman añadiendo simplemen-
te sus magnitudes.

Si dos vectores difieren en por lo menos una de s u s


trescaracterísticas,entonces los vectoresson dis-
tintos.

Ejercicio 2.3. Decir por quélos vectores de la figura


2.8 son distintos.
B

hao
c
i a l = lb1
Figura 2.10
03; \
Supóngase que un cuerpo experimenta dos despla-
zamientos a partir del puntoA: el primero, dado por el
vector rl (fig. 2.11a); y el segundo, dado por el vector
Figura 2.8
r2 (fig. 2.11b). Por tanto, después del primer desplaza-
miento el cuerpo estará en el punto B (fig. 2.11~); una

Los vectores tienen la misma magnitud ( \ a l = Ibl);


tienen la misma dirección. Lo que no tienen igual son
sus sentidos: tienen sentidos opuestos. Por tanto, a + b.
Ejercicio 2.4. iPor qué los dos vectores a y b de la fi-
gura 2.9 son distintos?

Figura 2.9

Los dos vectores tienen la misma magnitud ( l a I = Figura 2.1 1


1 b I ) . Sin embargo, los dos vectores tienen direcciones
diferentes: el vector a forma un ángulo de 65O con la
línea X-X, mientras que el vectorb forma un ángulo de vez que llega a B experimenta el segundo desplaza-
38O con la misma línea. En consecuencia, a f b. miento que lo lleva al punto C. Nos podemos pregun-
tar ahora: iexiste un desplazamiento Único que lleve
al cuerpo del punto de partida ( A ) al punto final (C)?
2.2. SUMA Y RESTA DE VECTORES E s decir, jun desplazamiento equivalente a los dos
que realiza el cuerpo? En la figura 2.12 vemos que la
respuesta es sí; que el desplazamiento dado por el
Sabemos que s i gastamos 95 pesos en un artículo y
vector r lleva directamente al cuerpo de A a C. Deci-
88 pesos en otro artículo, el total que gastamos fue de
95 pesos + 88 pesos = 183 pesos. Es decir, cuando
mos que el desplazamientor es equivalente al despla-
zamiento r, seguido de r2. Expresamos esto de la si-
tratamos escalares, se suman en forma aritmética. De guiente manera
la misma manera, los escalares se restan aritmética-
mente. r = r, + r2 (2.2)
SUMA Y RESTA DE VECTORES 27
Ejercicio 2.5. Un cuerpo lleva a cabo dos desplaza-
mientos: el primero, representado por el vector rl de
magnitud 200 m, de dirección horizontal y de sentido
hacia la derecha (fig.2.14a); el segundo desplazamien-
to, rz, tiene magnitud de 150 m, una dirección que for-
Figura 2.12 ma un ángulo de 60° con la horizontal y sentido hacia
arriba(fig. 2.14b). Encontrarlaresultantede los dos
desplazamientos.
E l vector r es la suma o resultante de rl y r2. Esto sig-
nifica que e l efecto de rl seguido de r2 es el mismo
que el de r.
Se puede encontrar gráficamente la suma de dos
vectores de dos maneras equivalentes:
-m
1. Regla del triángulo. Como se ve en la figura 2.12,
uu
7,-
cl
/ x c.no

después del primer vector (rJ se coloca el segundo


vector (r2). La suma r es entonces el vector que va Figura 2.14
del inicio de rl (punto A) al final de r2 (punto C).
2. Regla del paralelogramo. Los inicios de los vecto-
res por sumar se colocan en el mismo punto A (fig. En la figura 2.14 se usó la escala de 1 cm = 50 m.
2.13a). En seguida se forma un paralelogramo con Construimos la resultante r = rl +
r2 colocando un
los vectorescomolados(fig. 2.13b). La diagonal vector a continuación del otro (fig. 2.15a). E l vector que
que parte deA y llega al vértice opuesto Ces la re- une el principiodelvector rl (puntoAdelafigura
sultante (fig. 2.1 3c). 2.15b) con el final del vector r,(punto B de la misma fi-

cl Figura
2.1 3

Comparando la figura 2.12 con la 2 . 1 3 se


~ verá que r
en ambos casos se obtiene la misma resultante.
Una propiedad importante de la suma de vectores
es que es conmutativa, es decir,
bl Figura 2.15
a + b = b + a (2.3)

No importa el orden en que se sumen los vectores,

!
siempre se encuentra la misma resultante. gura) es la resultante r. Si se mide con cuidado, se en-
~ cuentra que la longitud AB mide 6.1 cm, que en laesca-
Obsérvese que, en general, el vector resultante tie- la en que estamos trabajando, corresponden a 305 m;
ne una dirección distinta a las direcciones de los vec- el ángulo a que forma la dirección de r con la hori-
tores que se suman. Asimismo, en la figura2.12 vemos zontal es de 25O; el sentido de r es hacia arriba.
que
Ejercicio 2.6. Encontrar la resultante de los vectores
Ir1 I Irll + Ir2( (2.4) a y b mostrados en la figura 2.16.

ya que en el triángulo ABC la longitud de uno de sus


lados (en nuestro caso AC) es menor o igual que la su-
ma de las longitudes de los otros dos lados (en nuestro
caso AB y BC).
Figura 2.16
28 Cap. 2. VECTORES

Antes que nada, nos damos cuenta de que a y b tie- d = e + f


nen la misma dirección y el mismo sentido. Decimos
que a y b son vectores paralelos. En este caso vemos en la figura 2.19b que
Para sumar a y b colocamos un vector a continua-
ción del otro (fig.2.17~1).E l vector que une el principio id1 = ! e l - If1
del vector a (punto A de la fig. 2.17b) con el final del
vector b ( p u n t o C de la misma figura)es la resultantec

c = a + b

a b
A P C

ai
Figura 2.19

y, además, nos damos cuenta de que la dirección de d


a B b es la misma que tienen e y f. E l sentido de d es el del
A C
- vector de mayor magnitud (vector e).
C

Se pueden también sumar más de dos vectores. Si se


bi quieren sumar, por ejemplo, los vectores a, b, c y d (fig.
Figura 2.17 2.20), se colocaunoacontinuacióndelotro(fig.
2.21a). E l vector que une el principio del primer vector
(punto A de la fig. 2.21b) con el final del último vector
(punto C de la misma figura) es la suma de vectores
En este caso, vemos en la figura 2.17b que
e = a + b + c + d
! c l = la1 + lb1 (2.5)

Además, nos damos cuenta de que la dirección y el


sentido de c son los mismos que tienena y b. Estos re-
sultados son válidos solamente para la resultante de
vectores paralelos.

z,,
Figura 2.20
Ejercicio 2.7. Encontrar la resultante delos vectores
e y f mostrados en la figura 2.18.

‘..

Figura 2.18

Figura 2.2 1
En este caso vemos quee y f tienen la misma direc-
ción, aunque tienen sentidos contrarios. Decimos que e
y f son vectores antiparalelos. Definimos el negativo de un vector cualquieraa (fig.
Para sumar e y f colocamos un vector a continua- 2.22a) como aquel vector que tiene la misma magnitud
ción del otro (fig.2.19a). E l vector que une el principio que a, la misma dirección quea, pero sentido opuesto
del vector e (punto A de la fig. 2.19b) con el final del al de a (fig. 2.22b). Denotaremos al negativo de
a como
vector f (punto C de la misma figura) es la resultanted - a . Nótese quea y - a son dos vectores antiparalelos.
29
/al = I-al

\ Figura 2.25

Figura 2.22

al
Supóngase que se tienen los vectores a y b (fig. 2.23).
Para restar b de a, tenemos lo siguiente Figura 2.26

c =a -b=a + [-b). (2.7)


otro (fig. 2.266). E l vector d es el que une el principio
del primer vector (punto A de la fig. 2.266) con el final
del otro vector (punto C de la misma figura). Ya que la
magnitud de a es igual a la magnitud de - a , nos da-
mos cuenta de quelos puntos A y C coinciden. Por tan-
to, el vector d es un vector de magnitud nula. A este
Figura 2.23 vector lo denotamos
por O. En consecuencia,

d = a - a = O
E s t o quiere decir que al vector a le sumamos el nega- -
tivo del vectorb. Entonces, construimos primero elne-
gativo de b (fig. 2.24a)y sumamos ahora a con b. Pa-- 2.3. PRODUCTO (COCIENTE) DE UN VECTOR
ra ello colocamosdespués de a el
vector -b (fig. POR
(ENTRE) UN ESCALAR
2.24b). E l vector que une el principio del vector a (pun-
to A de la figura 2 . 2 4 ~con -
) el final del vector b (pun- Si tenemos el vector a, lo podemos multiplicar por
t o C de la misma figura) es el vector c = a - b. un escalar h. Definimos el producto ha como un nuevo
vector b

\ b = ha (2.9)

al 1- que tiene las siguientes características.

1. Caso en que h > O. En este caso b es un vector


con magnitud

lb1 = h / a l (2 .I O)

C con la misma dirección que a y con el mismo sentido


bl cl que a (fig. 2.27).

Figura 2.24

/
ha = b
Ejercicio 2.8. Encontrar el vector /
h > O Figura 2.27
d = a - a

siendo a el vector de la figura 2.25 2. Caso en que h < O. En este caso b es un vector
Escribimos con magnitud
30

Figura 2.28
Figura 2.31

i es
E l valor absoluto de un escalar h, denotado por ( h1

si h > O, lhl = h
1 la misma dirección quef y sentido opuesto af , ya que
-1.5 < O. En la figura 2.32 se muestra el vector c.

si h < o, l h l = "h
si h = o, \ h i = o

E l valor absoluto de un escalares siempre un número


positivo (o cero).

Hay que recordar que la magnitud de un vector es Figura 2.32


siempre una cantidad positiva.
También se define el cociente de un vector n entre
3. Caso en queh = O. En este caso el vectorb es un un escalar u como un vector p
vector de magnitud nula. O sea
n
P=; (2.12)
b = O a = O
Ejercicio 2.9. Sea e el vector dado en la figura 2.29. que tiene las siguientes características.
Encuéntrese el vector 3e. E l vector b = 3e tiene mag-
nitud 1 . Caso en que u > O. En este caso p es un vector
con magnitud
Ibl = 3 l e l Ipl =1TI n / (2.13 )

y con la misma dirección y sentido que n (fig. 2.33).

Figuro 2.29

la misma dirección y el mismo sentido que e, ya que


3 > O. En la figura 2.30 se dibuja el vector b. i / Figura 2.33

2 . Caso en que u < O. En este caso p es un vector


con magnitud
1
/ p i = -In1 (2.14)
lu 1

con la misma dirección que


n, pero sentido opuesto an
Figura 2.30 (fig. 2.34).

Ejercicio 2.11. Si q es el vector mostrado en la figura


Ejercicio 2.10. Sea f el vector mostrado en la figura 2.35, encuéntrese: a ) r = q/3.3 y b) S = g/(-2.5).
2.31. Encuentre
vector
el -1.5f. a ) E l vector r = q/3.3 tiene
magnitud
- E l vector c = -1.5f tiene magnitud
I
Ir/ = -
3.3
Iql
31

/
./ u< o
i /

Figura 2.34

Figura 2.35
cl
Figura 2.38
la misma dirección y el mismo sentido que q, ya que
3.3 > O. En la figura 2.36 se muestra el vector r.

\\_\\
Decimos que los vectores b y c son las componentes
del vector a. Sin embargo, estos sumandos no son úni-

\
cos pues, como se ve en la figura 2.38c, la suma delos
r = L vectores d y e también
vector
el
da a
3.3
a = d + e

\ E s decir, las componentes de un vector noson únicas.


Figura 2.36
Supongamos que ahora se plantea el siguiente pro-
blema. Determinar las componentes de un vector dado
a, de tal forma que:
b) E l vector S = q/(-2.5) tiene
magnitud a) las componentes sean perpendiculares
entre sí, y
1 1 de b)
unaque las componentes
dirección
latenga
Is/ = Iql = -Iql de una línea dada.
I -2.5 I 2.5

que pase por e l inicio Q de a (fig. 2.39b). Llamamos a


esta línea L’-L’. En seguida, del extremo P de a tra-
zamosunalíneaque sea perpendiculara L’-L’ (fig.
2 . 3 9 ~ )Esta
. perpendicular corta a L’-L’ en e l p u n t o S.
Con las longitudes QS y PS así formadas se constru-
yen los vectores f y g (fig. 2.39d). Nos damos cuenta de
Figura 2.37 lo siguiente:

1. f + g = a por lo que f y g son componentes del


vector a.
2.4. COMPONENTES DE UN
VECTOR 2 . Los vectores f y g sonperpendicularesentre sí.
3. E l vector f tiene la dirección alo largo de la línea
dada L-L.
Supóngase que se tiene el vector a de la figura2.38a.
Este vector se puedeconsiderarcomola Suma de 10s Portanto, con esta construcci~n hemos determina.
vectores b y c (fig. 2.38b) d o las componentes de a que cumplen las condicio-
nes a ) y b) arriba planteadas. Hay que notar que dadas
a = b + c las condiciones a) y b), las componentes
vector
del a
32

1 1 L
bi Figura 2.39 dl

que así se obtienen son únicas. No se puede encontrar tes del vector a (fig. 2.40b) de tal forma que una de
otra pareja de componentes que satisfagan las mis- ellas esté a lo largo del ejeX y la otra sea perpendicu-
mas condiciones. lar a esta última.
En las aplicaciones que haremos más adelante, ten-
dremos interés en encontrar las componentes de vec- En el sistema de coordenadas X-Y de la figura 2.40a
tores que estén dirigidas a lo largo de los ejes de u n el eje X es perpendicular al eje Y. Por tanto, cualquier
sistema de coordenadas dado de antemano. Así, por perpendicular al eje X es paralela al eje Y.
ejemplo, s i se da el sistema de coordenadas X-Y (fig. E l origen del sistema de coordenadas X-Y es el punto
2.40a), tendremos interés de encontrar las componen- O, cruce de los ejes X y Y.

I P

't

Figura 2.40
COMPONENTES DE UN VECTOR 33
Siguiendo los pasos de la construcción dada arriba, siendo x la abscisa del punto P.
encontramos que las componentes buscadas son los
vectores a, y ay (fig. 2.40~1,o como se muestran en la En el lado derecho de la ec. (2.194 e_stamos multi-
figura 2.40d. E s decir, plicando un escalar (x) por un vector (i)(ver sección
2.3). La magnitud de a, es
a = a, + ay (2 .I
5)
Ia,l = 1x1 ITI = 1x1
A continuaciónvamosaintroducirdosvectores
particulares, relacionados con el sistema de coorde- ya que 1 11 = 1 . Ladiresciónde a, dadaporlaec.
nadas X-Y. Sea i un vector de magnitud uno (2.19a) es la dirección dei; el sentido de a, es hacia el
sentido positivo del eje X si x > O, o inversamente, ha-
111 = 1 (2.16) cia el sentido negativo de ejeX s i x < O. Estas son pre-
cisamente las características del vector a, de la figura
con dirección a lo largo del eje X y con sentido hacia (2.42).
el sentido positivo del eje X (fig. 2.41).

De la misma forma se puede escribir el vector ay


como
A

ay = YJ (2.19b)

siendo y la ordenada del punto P (fig. 2.42). En esta


misma figura vemos que la ordenada y es

y = os 8b) (2.1

Figura 2.41

E l otro vector, que denotaremos por j, también es


de magnitud uno

Ijl =1 (2.17 )

con dirección a lo largo del eje Y y con sentido hacia ”


el sentido positivo del eje Y (fig, 2.41k ~
X
Se dice que los vectores unitarios (i, j) forman una X
base. Una vez que s,e _establece el sistema de coorde- Figura 2.42
nadas X-Y, la base (i, j) queda completamente deter-
minada.
Nótese que los vectores 6, 1)
son perpendiculares Sustituyendo las ecs. (2.19) en la ec. (2.15) obtenemos
entre sí.
Regresemos ahora al vector a mostrado en la figura a = xi
a

+ yj
, .

(2.20)
2.40. Sea P el extremo del vector a, cuando su inicio
está en el origen O. En punto P tiene coordenadas: abs- Ésta es una manera de escribir el vector a. Nótese que
cisa x, ordenada y. En la figura 2.42 vemosquela esta forma está referida a un sistema de coordenadas
abscisa x es OQ. dado.
S i se sobreentiende que estamos refiriéndonos a un
x = OQ (2.18a) sistema de coordenadas f i j o X-Y, entonces como se ve
en la figura 2.42, una vez dado el vectora, las coorde-
La componente a, del vector a la podemos escribir nadas (x,y) de su extremo, el punto P quedan deter-
como minadas. Inversamente, si se dan las coordenadas (x,y),
a
el vector a queda determinado. Se suele llamar, y así
a, = XI (2.19a) lo haremos de ahora en adelante,
34 Cap. 2. VECTORES

a la abscisa x: la componente x del vector a La componente x de b es - 4 y la componente y es


3. E l p u n t o Q , extremo de c, de coordenadas (-4,3) se
Y muestra en la figura 2.44a.

a la ordenada y: la componente y del vector a.

La cantidad OQ = x es la proyección del vector a so-


bre el eje X, mientras que OS = y es la proyección de
a sobre el eje Y.

Ejercicio 2.12. Dibujar el vectorb cuyas componen-


tes son (3,7).
La componente x d e b es 3, mientras que la compo-
nente y de b es 7. E l p u n t o P de coordenada (3,7)está
dibujado en la figura 2.43a; el vector b se muestra en
lafigyLa 2.43b. Podemos escribir el vector b, en la
base (i,j) c o m o

b = 3; + 7;
""_

, "\I,,
--5.-4--3--2-10 71 2
,
3
- X

bl Figura 2.44

FI vector c estádibujadoen la figura2.44b. Se


puede escribir
c = -4: + 3;

Ejercicio 2.14. Dado el vector

d = 21 + 5;
encontrar su magnitud, su dirección y su sentido.
La componente x del vector d es + 2 y la compo-
nente y es +5. En la figura 2.45a se muestra a d.
En la figura 2.45bse forma, con el vectord, el trián-
gulo rectángulo OPQ. En este triángulo conocemos
los catetos OQ y PQ:

OQ = 2, PQ = 5 (2.21)

UsandoelteoremadePitágorasencontramosla
magnitud OP del vector d. Nótese que OP es la hipo-
tenusa del triángulo rectángulo OPQ. Se tiene que

OP2 = O Q 2 + PQz
T"-- +
5 X
lo rectángulo, el cuadrado de la hipotenusa es igual
bl Figura 2.43 a la suma de los cuadrados de los catetos. Así, en el
triángulo rectángulo OPQ (fig. 2.46).
Ejercicio 2.13. Dibujar el vector c de componentes
(-4,3).
OP2 = OQ2 + PO2
35

6’$ f

Figura 2.45

usando los valores (2.21) nos da E l sentido de d es hacia arriba, como se ve en la fi-
gura 2.45a.
OP2 = 22 + S2 = 4 + 25 = 29
En general, s i se da un vector a en términos de sus
Sacando raíz cuadrada obtenemos componentes (x,y) se puede determinar su magnitud,
su dirección y su sentido. Así, s i a (fig. 2.47) lo escribi-
Id1 = OP = = 5.39 mos c o m o

Ahora encontraremos la dirección de d. Para ello a=xl+yj (2.23)


determinaremos el ángulo a que forma d con el eje X
(fig. 2.45b). En el triángulo rectángulo OPQ calcula-
mos la tangente del ángulo a. Y)

La tangente del ángulo CY en el triángulo rectángulo


OPQ (fig. 2.46) es, por definición
lado opuesto PQ
tga = _.

lado adyacente OQ

-
X Figura 2.47
D

entonces la magnitud de a es la longitud de la hipote-


nus;) OP del triángulo rectángulo OPQ. Del teorema
de Pitágoras se tiene que
Figura 2.46

OP2 = O Q 2 + PQ2 = x2 + y2
Por tanto, y sacando raíz cuadrada
tg a =
OQ
IaI = OP = 4- (2.24)

La dirección de a, con respecto al ejeX, digamos, está


y usando los valores (2.21) dada por el ángulo CY.Tomamos la tangente dea en el
5 triángulo rectángulo OPQ.
tg a = - = 2.5
2
(2.25)
E l ángulo CY es entonces
y de aquí encontramos el valor deCY.
E l sentido de a es
CY = arc tg 2.5 = 68O11 ’54” el mostrado.
36 Cap. 2. VECTORES

Ejercicio 2.15. E l vector S está dado Fc'r

s = -3i -
A

5j

Encontrar su magnitud, s u dirección y su sentido.


Las componentes de S son x = -3, y = -5. Dibu-
jamos el vector S (fig. 2.48). Nos damos cuenta de que
S está en el tercer cuadrante. De la ec. (2.24) calcula-
mos la magnitud de s

Is1 = d m = J(-3)* + (-512


= d m= f i = 5.83

bl
Figura 2.49

Figura 2.48

Las componentes de e son las coordenadas (:. v ) del


p u n t o P. De la figura 2.49b vemos que
La dirección deS queda determinada por el ánguloa.
D e l a ec. (2.25) tenemos que x = OQ

(2.26) En el triángulo rectángulo OPQ calculamos el coseno


de 48'
Ahora bien, comoS se encuentra en el tercer cuadran-
te, el valor del ángulo a está comprendido entre180° En un triángulo rectángulo OPQ (véase figura 2.46)
y 270'.Se tiene que encontrar la solución de la ec. el coseno del ángulo a es, por definición,
(2.26) para a en el tercer cuadrante. lado
adyacente - OQ (2,27)
cos a = "

hipotenusa OP
Recordamos que la tangentees positiva para ángu- I L

los del primer y tercer cuadrantes.


Pero OP = I el, y OQ = x, por lo que
Las soluciones de la ec. (2.26) son X
COS 48O = __ (2.28)
le1
al= 59'2'10'' y a2 239'2 ' I O ' '

Comobuscamos un
ángulo
que
esté
en
tercer
el cua- x de (2.281
drante, la solución es a2.
E l sentido de S es el mostrado en la figura 2.48. Véase apéndice II con N= cos 48', v = x, b = l e I

Ejercicio 2.16. E l vector e tiene


una
magnitudde x = / e1 cos 48O = 7.8 X 0.6691
7.8,
ángulo
forma
de
de eje
48Oelcon X y senti-
tiene = 5.22 (2.29)
do hacia arriba (fig. 2.49a). Obténganse sus compo-
calcularemos
Ahora
nentes. figura
y. En la 2.49b
que vemos
COMPONENTES DE UN VECTOR 37
y = OS = PQ Y
sen CY =
En el triángulo rectángulo OPQ (fig. 2.49b) calcula-
mos de
el seno 48O. despejando
que day nos

En el triángulo rectángulo OPQ (véase fig. 2.46) el seno


de CY es, por definición
Véase apéndice I I con N = sen CY,
v = y, b = la 1 I
1

ladoopuesto - PQ y = la1 s e n a (2.33)


sen CY = " (2.30)
hipotenusa OP
Las ecuaciones (2.32) y (2.33) nos dan las componen-
tes (x,y) del vector a.
Pero OP = Iel, PQ = y, por lo que

Y Ejercicio 2.17. Un vector r tiene una magnitud de


sen 48O = - 72.8, forma un ángulo de 323O con el eje X y tiene el
le1
sentido mostrado en la figura 2.50. Encuéntrense las
componentes (x,y) de r.
Despejamos de esta ecuación y

Véase apéndice II con N = sen 48O, v = y, b = l e 1

y = / e1 sen 48O = 7.8 X 0.7431


= 5.80 (2.31)
't
Las componentes de e, son entonces (véanseecs. (2.29)
y (2.31)) x = 5.22, y = 5.80. Podemos escribir

e = 5.221 + 5.80;
En general, si se dan la magnitud, la dirección y el

I
sentido de un vectora se pueden determinar sus com-
ponentes. Así, s i se dan l a I, el ángulo CY que forma a
Figura 2.50
con el ejeX y el sentido, se tiene lo siguiente (véase fi-
gura 2.47). La componente x es la longitud OQ

x = OQ El vector r está en el cuarto cuadrante. Usando la


ec. (2.32) obtenemos x
Del triángulo rectángulo OPQ calculamos el coseno
de CY (véase ec. (2.27)) x = I r / cos 323O = 72.8 X 0.7986
(2.34) = 58.14
OQ
cos a! = -
OP Recordando que

Pero O P = la I y O Q = x, por lo que cos (270O + A) = sen A


X
cos CY =- se tiene en nuestro caso A = 323O -270O = 530, por
la I lo que

y despejando x cos 323O = cos (270O + 53O) = sen 5 3 O = 0.7986

1 Véase apéndice II con N = cos CY, v = x, b = / a I I E l cosenodeunángulo en elcuartocuadrante es


siempre positivo.
x = tal(2.32)
cosa!
Usando ahora la ec. (2.33) obtenemos la componentey
Ahora calculamos en el mismo triángulo rectángulo
OPQ el seno de CY (véase ec. (2.30)). Y = 1 r 1 sen 323O = 72.8 x (-0.6018)
(2.35) = -43.81
sen CY
PQ
=-
OP Recuérdese que

Pero O P = la I, PQ = y, por lo que sen (270O + A) = -cos A


38 Cap. 2. VECTORES

Con A = 53O, se t i e n e q u t a = a,; + ay; + a,G (2.37)


sen 323O = sen (270O + 53O1 = -cos 53O = -0.6018 b = b,; + by; + b,k (2.38)

E l seno de un ángulo en el cuarto cuadrante es siem- la suma de estos vectores


pre negativo.
c = a + b
Por tanto, de las ecuaciones (2.34) y (2.35)
es el vector
r = 6 + 6 = 58.14; - 43.81;
c = (a, + b,$ + (a, + by$ + ( a , + b,)C( (2.391
Hemos desarrollado el tema anterior para el caso
de dos dimensiones. La generalización a tres dimen- E s decir, las componentes de la suma de dos vectores
siones es directa. Solamente mencionaremos algunos son la suma de las componentes de los sumandos.
puntos sobresalientes.
En tres dimensiones se toma un sistema de coorde- Ejercicio 2.18. Obténgase la suma de los vectores r
nadascompuestode tres ejesmutuamenteperpen- y S dados por
diculares (fig. 2.51j. Asociado a este-sistema tenemos
una base de tres vectores unitarios (i,j,G) mutuamente r=41-31+5G
perpendiculares. Cualquier vector b (fig. 2.52) se pue-
de escribir como
S = 71 + 21 - 4G
Usando la ec. (2.39) se tiene que
b = G + d + z G (2.36)
t = r + S = (4 + 7 8 + (-3 + 2$ + (5-4)G
= II? - 1 + C

Dos vectores son iguales si sus componentes x son


iguales, s i sus componentes y son iguales y s i sus com-
ponentes z son iguales:

u=v (2.40)
si
u, = VI, uy -
- vy, u, = v, (2.41)

4 Figura 2.51
2.5. P R O D U C T O ESCALAR DE DOS VECTORES

Dados dos vectores se pueden definir varios tipos


de productos entre ellos. Vamos a definir dos produc-
tos que son de mucha utilidad en física, química, inge-
\
niería, etc.: el escalar y el vectorial. En esta sección
trataremos el producto escalary en la próxima, el vec-
torial.
Sean dos vectores a y b. E s t o s dos vectores est6n
contenidos en un plano que vamos a suponer que es
el plano deesta página. Si 8 es el ángulo entre los vec-
tores a y b (fig. 2.53) definimos el producto escalar de
a y b c o m o sigue

a b = la1 lb1 cos0 (2.42)


Figura 2.52 X /

siendo (x, y, z) las coordenadas del punto P, extremo


del vector b, cuando su inicio está en el origenO. Las
componentes de b son precisamente (x,y,z).
S i dos vectores a y b se expresan en tkrminos des u s
L b

componentes Figuro 2.53


PRODUCTO ESCALAR
DE DOS VECTORES 39
es decir, es el producto de las magnitudes de cada
uno delos vectores a y b con el coseno del ángulo que distinto a O) son perpendiculares, calcúlesesu produc-
forman. Se denotará este producto por un punto cen- t o escalar. S i se obtiene cero, entonces los vectores
tral entre los vectores. Haremos algunos comentarios.

1. E l producto escalar de dos vectores es u n escalar.


Recuérdese que las magnitudes de los vectores a y Ejercicio 2.21. Si los vectores del ejercicio 2.19 for-
b ( I a I y 1 b I , respectivamente) son escalares; ade- man un ángulo de O o , j c u á l es el producto escalar?
más, el coseno de un ángulo también es un escalar. En este caso se tiene que
2. Dado que las magnitudes l a / y I b l sonsiempre
cantidades positivas, el signo que tenga a b será / a l = 3.5, lb1 = 4.7 y 0 = Oo
el del coseno de 8.
3. De la definición se tiene que E l producto escalar es (véase ec. (2.42))

a.b=b*a (2.43) a * b = la1 I b l c o s e = 3.5 X 4.7 X c o s o o

es decir, el producto escalar es conmutativo. Esto = 16.45 X 1 = 16.45


es claro, ya que
ya que cos Oo = 1.
b a = Ibl l a / cos 0
En este caso los vectores a y b son paralelos y se
porque 0 es también el ángulo entre b y a. Pero esta tiene entonces que
última expresión es igual a la dada en la ec. (2.42).
a b = / a / lb1 (2.44)
Ejercicio 2.19. La magnitud del vectora es 3.5, la de
b es 4.7. Si el ángulo entre a y b es 69O, j c u á l es el pro- En el caso particular en quea = b entonces esta úl-
d u c t o escalar de a y b? tima ecuación queda como
Se tiene que
a a = /alla/ = /al2
la1 = 3.5, lb1 = 4.7 y 8 = 69O
y sacando raíz cuadrada
E l producto escalar es (véase ec. (2.42))
IaI = J..;l (2.45)
a * b = la1lb1 C O S O = 3.5 x 4.7 X cos69O
La magnitud de un vector es igual a la raíz cuadrada
= 16.45 X 0.3584 = 5.90
del producto escalar del vector consigo mismo.
E l producto escalar es 5.90

Ejercicio 2.20. S i los vectores a y b del ejercicio an-


terior formaran un ángulo de goo, >cuál sería su pro-
ducto escalar?
Si a = b entonces el ángulo entre a y b es O O . E l án-
gulo entre un vector y éI mismo es 00.
I
En este caso tendría que Ejercicio 2.22. S i los vectores del ejercicio 2.19 for-
maran un ángulo de 180°, jcuál sería su p r o d u c t o es-
tal = 3.5, lb1 = 4.7 y 8 = 90° calar?
Tenemos que
por lo que
/ a \ = 3.5, lb1 = 4.7 y 0 = 180°
a b = l a ! ! b l c o s o = 3.5 x 4.7 x cosgoo
= 16.45 X O = O

ya que cos 90° = O.

al
I
Concluimos que s i dos vectores a y b son perpen-

L
diculares (fig. 2.54) su producto escalar es cero.
Nótesequeenelladoizquierdodelaúltima
ecuación ninguno de los factores es cero. Este hecho b
es distinto al caso familiar en que tratando con núme-
ros, la única forma de que un producto se anule es
que al menos uno de los factores sea cero. Figura 2.54
40 Cap. 2. VECTORES

E l producto
escalar es (véase ec. (2.42)) Ejercicio 2.23. Sean los vectores

a b = ( a / ( b l C O S O = 3.5 x 4.7 x cos180° a = 3? - 4+ 4G


= 16.45 X ("1) = -16.45 Y
b = 24 + 8; - 2k
ya que cos 180° = -1
Calcular a b.
En este caso los vectores a y b son antiparalelos. E l
producto escalar resulta ser un número negativo. Comparando estas expresiones con las ecs. (2.46) y
Supóngase q u e se expresandosvectores(tridi- (2.47) tenemos que
mensionales)entérminosde sus componentes. Por
ejemplo, a , = 3, ay = -4, a, = 4
b, 2, by = 8, b, = -2
a = a,; + ay; + a,G (2.46)
Y Usando la ec. (2.53) obtenemos que
b = b,? + by] + b,G (2.47)
a * b = 3 X 2 + ( - 4 ~ ,~
X8+4X1-2
. ) ,
Calcularemos el producto escalar a b. Usando estas = 6 - 32 -8 = -34
expresiones tenemos que
Si conocemos el vector a en terminos de su5 com-
a b = (a,: + ay; + a,G) (b,? + by; + b&)
ponentes,comoporejemplo,laec. (2.46), podemos
calcular su magnitud con ayuda de la ec. (2.45). En
Desarrollando los paréntesisdelladoderechoefecto,usandolaec. (2.53) con a = b

a - a = adx + ag, + &az


= af + a; + a< (2.54)

+ azb,G "i+a.byG *;+a,b,k li (2.481


Sustituyendo este en la ec. (2.45) nos da

(2.55)
Ahora bien, el producto
n n

i.j=O
(2.491 Ejercicio 2.24. Calcularlamagnituddelvector
y a q u e ?y; son perpendiculares (véase fig.2.51). Por l a
misma razón
a = -24 + 4 + 5G
T.C=~.C=O (2.50) En
tenemos
caso
este
que

ec.Por
la de
lado,
otro (2.42) a, = -2, ay = 3, a, = 5

4 0 4 = I i l IiI cos 4 Sustituyendo estos valores en ec.


la (2.55) obtenemos
que
con 4 el anguIo_ entre ? e 1; pero 4 = 00 y cos 4 = I.
Además, como i es unvectorunitario (véase ec. (2,16)), / a ( = J(-2)2 + 32 + 52 = d4 + 9 + 25
14 1 = 1 . Por tanto, la última ecuación queda como
" = J38= 6.16
i * i = l x l x l = l (2.51)
ayb
Ejercicio 2.25. Encontrar el ángulo que forman
el Por si

Sustituyendo los resultados (2.49)-(2.52) en (2.48) ob- b = 8; + 7] i- 2k (2.57)


tenemos que
De la ec. (2.42) se tiene que
a b = axbx + ayby + a z b z (2.53)
a b = / a l lb1 cos0 (2.58)
Conociendo las componentes de a y b se puede calcu-
lar su producto escalar por medio de este resultado. De esta ecuación despejamos cos 0
PRODUCTO VECTORIAL DE DOS VECTORES 41
con las características siguientes:
Véase apéndice I con P = a b,a = la1 lb1 y u =
cos 8.
i) Magnitud. Si 0 es el ángulo que forman a y b (fig.
2.55), entonces
a * b
COS e= (2.59)
l a / lb1 IC/ = la1 lb1 sen0 (2.66)

Este resultado nos dice que podemos encontrar cos 0 ii) Dirección. Sea ABCD el plano que forman los vec-
(y de aquí 0, el ángulo entre a y b) si conocemos a b, tores a y b (fig. 2.55). La dirección de c es a lo largo
1 a I y 1 b I , Podemos calcular estas cantidades s i cono- de una línea L-L perpendicular al plano que for-
cemos los vectores a y b. En efecto, de (2.56) y (2.57) m a n a y b.
tenemos que

a, = 4, a,, = 3, a , = -2
(2.60) B

Y
b, = 8, by = 7, b, =(2.61)
2

1. a b. Sustituyendo (2.60) y (2.61) en la ec. (2.53)


nos da L

a*b = 4X8+3X7+(-2)X2=32+21-4
= 49
D
2. l a l . Sustituyendo (2.60) en la ec. (2.55) obtene-
m os
C
/ a l = 44’ + 3’ + (-2)’ = 416 +9+4 Figura 2.55
= a=
5.385 (2.63)

3. I bl. Sustituyendo (2.61) en la ec.


(2.55) encontra- iii) Sentido. Se determina como sigue: los cuatro de-
mos dos de la mano derecha se cierran hacia la palma,
yendo del primer vector del producto (a) alsegun-
IbI 1 J82 + 7’ + 2’ = d 6 4 + 49 +4 do vector (b). Hacia donde señale el pulgar,será el
sentido de c (fig. 2.56). Esta es la llamada regla de
= = 10.817 (2.64) la mano derecha.

Ahora sustituimos (2.62)-(2.64) en la ec. (2.59)


49 -
cos e= 5.385 X 10.817
49
58.25
- 0.8412
_”

D e aquí se tiene entonces que

e = arc cos 0.841 2 = 32O43 ‘58‘ ‘

2.6. PRODUCTO VECTORIAL


DE DOS VECTORES
Consideremosahoraotrotipodeproductoentre
vectores. Sean dos vectores a y b. Definimos el pro- Figura 2.56
ducto vectorial dea y b, que denotaremos comoa x b,
c o m o un nuevo vector c
Haremos algunos comentarios
c = a X b (2.65)
1. E l producto vectorial de dos vectores es un vector
E l producto escalar nos da como resultado unesca- 2. Considérese el producto
lar; el producto vectorial produce un vector.
d=bxa (2.67)
42 Cap. 2. VECTORES

De acuerdo con la definición de producto vectorial, el Ejercicio 2.26. iCuál es el producto vectorial de dos
vector d tiene las siguientes características: vectores paralelos?
Si los vectores a y b son paralelos (fig. 2.58) enton-
a) Magnitud.De
ec.
la (2.66) ces ángulo
el que
forman es O = O O . C o m o sen Oo = O,
de la ec. (2.66) vemos que la magnitud del producto es
Id1 = lb1 la1 sen O cero, o sea que

a que es igual IC l. c = a x b = O (2.70)

b] Dirección. Es la misma qL0 la de c: a lo largo de


una línea perpendicular al plano que forman b y a.
c) Sentido. E s el mostrado en la figura 2.57.

Figura 2.58

Aquí se nos presenta, otra vez, e l caso en que el


producto se anula aunque ninguno delos factores sea
cero.

Ejercicio 2.27. iCuál es elproductovectorialde


dos vectores antiparalelos?
S i los vectores a y b son antiparalelos (fig. 2.59), en-
Figura 2.57 tonces el ángulo que forman es O = 180O. Dado que
sen 180° = O, otra vez tenemos que la magnitud del
producto c se anula

I Compárense los sentidosen las figuras2.56y 2.57. I c = a X b = O

Por tanto, c y d tienen la misma magnitud, la misma


dirección, pero sentidos opuestos; es decir,

d= "C (2.68)

Sustituyendo las relaciones (2.65) y (2.67) en (2.68)nos


da
b X a = - a x b (2 69)

Figura 2.59
~~

' ENTCNCES t L O R D F N
, X L O S FACTORES
D e estos dos últimos ejercicios concluimos que el
producto vectorial de dos vectores que tienen la mis-
ma dirección se anula.
S i expresamos los vectores a y b en términos de sus
componentes (ver ecs. (2.46) y (2.47)), entonces su pro-
ducto vectorial c = a X b es

+ a,,; + azk) X + by; + b,L)


[ - i L " J !

c = (ax; (bxl

Desarrollando los paréntesis del lado derecho (¡cuida-


E s t o significa que el producto vectorialNO es conmu- do! hay que mantener el orden de los factores)
tativo. Por tanto, es importante poner atención al or-
den en que se escriben los factores en este producto. c = a,bx; X i+ axby: X 7 + a,bd x C
PRODUCTO VECTORIAL DE DOS VECTORES 43
7
Como iy son unitarios, l i l = I l l = 1; además,
I
sen 90° = I; por t a n t o Id1 = 1. E s decir, d tam-
t a,b& X I + a,b,G X 7 + a,b,G X G bién es unitario.
ii) Dirección. La direcció? de d es perpendicular al
plano que forman i y j; pero de la figura 2.60 ve-
Ahoraobtendremos los diversosproductosque mos que este plano es el plano X-Y. Por tanto, d
aparecen en (2.71). En primer lugar tiene dirección a lo largo del eje Z.
iii) Sentido. En la figura 2.61 vemos que el sentido de
d es hacia el sentido positivo del eje Z.
ya que en cada uno deestos productos los dos vecto- En resumen, d tiene magnitud uno, dirección a lo
res que aparecen son p_aralelos (ver ejercicio 2.26). largo del eje Z y sentido hacia el eje Z positivo. En la
Consideremos ahora i x j = d (véase fig. 2.60). Se-
t.
figura 2.60 vemos que estasson recisamente las ca-
gún la definición de producto vectorial,d tiene las si- racterísticas de k; es decir, d = En consecuencia
guientes características:
¡xi=& (2.73)
e , .

i) Magnitud. Recordando que el ángulo entre iy 7


es de 90° de la ec. (2.66) De manera análoga, se tiene que

;xi;=;, Gxi=; (2.74)

Rec_ur_som_ne_rnotécnico. Si se escriben en orden cí-


c l i c o i, j, I;, i, j,. . el producto vectorial de dos de

zt ellos da el que está adelante.

Usando lasecs. (2.69), (2.73) y (2.74) encontramos


que

j X i = -C,k I= - i , i G = -7
# . A

(2.75)
e e
X X

Sustituyendo las ecs. (2.72)-(2.75) en la ec.(2.71)ob-


tenemos que c = a X b es

c = ap,C - a,b,;
X J

Figura 2.60
-a,,b,& + ayby
+a&,; - a,bj
que agrupando con i,7 y & como factores comunes
nos da

c = (a,b, - a&,$ - (a&, - a,b,fi


zt
+ (axby - a,b& (2.76)

Este resultado se puede escribir como el siguientede-


terminante de 3 X 3

c = a x b=a,
,:I b, ay
:y
a, (2.77)

X J donde en el primer renglónse escriben I, G; en el se-


gundo renglón, las componentes del primer factor (a);
7,
eneltercerrenglón, las componentesdelsegundo
Figura 2.61 factor (b).
44 Cap. 2. VECTORES
- r
Un determinante 3 X 3 se puede desarrollar, según decir, c debe ser perpendicular tanto a a como a b.
el primer renglón, de la siguiente manera Una manera de verificar esto es calculando el produc-
t o escalar de a con c. Tenemos, usando la ec. (2.53),
+-+ a c = ac,, + aYcy + a,c,

:1 I/ lg
a b c
d f d e con (véanse ecs. (2.79) y (2.81))
d e f
=+a "b g j +c hl ax= 3, ay= -2, a,=6
g h i cX=
-34,
cy= -27, ~,=8
=a(ej - hi)-b(dj - gf)+c(dh-ge).
(2.78) por lo que

Si se aplica (2.78) en (2.77) se encuentra, en efecto, el


resultado (2.76).

Algunos comentarios pertinentes. Entonces, en efecto, a y c son perpendiculares. De ma-


nera análoga se puede obtener que c * b = O.
i] Si a = b, entonces a, = b,, ay = b, a , = b, y de la
ec. (2.77) tenemos que
PROBLEMAS
i;C
c = a x a = a,aya, = O 2.1. Un cuerpo se desplaza una distancia de 130 km
a, ay a, en una dirección que forma un ángulo de 2 8 O con el
r
norte y con un sentido hacia arriba. Dibujar el vector
ya que de la teoría de determinantes se sabe que que representa este desplazamiento.
s i en un determinante dos renglones son iguales, 2.2. Dibujar el vector u con:
el determinante se anula. Pero, por otro lado, ya
sabíamos que a X a debe anutarse porque el vec- a) Magnitud: 1 8 km; dirección: forma un ángulo de
tor a es paralelo a sí mismo. 87O con la horizontal; sentido: hacia arriba.
ii) Si intercambiamos a y b, en el determinante se in- b] Magnitud: 88 krnih; dirección: norte-sur; sentido:
tercambianelsegundo y tercerrenglones.Pero hacia el sur.
este intercambio cambia el signo del determinante, c) Magnitud: 30 kg; dirección: forma un ángulo de
es decir, 148O con la horizontal; sentido: hacia abajo.

b x a = - a x b 2.3. Diga si los vectores a y b mostrados en la figura


2.62 son iguales o n o lo son. ¿Por qué?
q u e es el resultado (2.69).

Ejercicio 2.28. Encontrar el producto vectorial de

Aplicando la ec. (2.77) obtenemos


af b/

= ;[(-2) X 5 - 6 X 41 "7[3 X 5 - (-2) X 61 Ci lb] = 3 / a l


+ C[3 x 4 - (-2) x (-2)]
c = "34; - 27; +
8k (2.81)
dl la1 = lb1
Según la definición de producto vectorial, el vector
c debe ser perpendicular a l plano
queforman a y b; es Figura 2.62
-

PROBLEMAS 45
2.4. Obtener la suma w de los vectores u y v que se C) = -3.2, y = 4
X
muestranenlafigura2.63,usandolosdosprocedi- d) = -5.5, y
X -6.2
mientos descritos en el texto. iCoinciden en cada caso e) x = 2, y = -8
los dos resultados?
2.9. Obtenga la magnitud, la dirección y el sentido de
v dado en el problema 2.8.
2.10. Obtenga las componentes de a s i sus caracterís-
ticas son:

a) Magnitud = 18; dirección: forma un ángulo de


45O con el eje X; sentido: hacia arriba.
b) Magnitud = 25; dirección: forma un ángulo de
223O con el eje X; sentido: hacia abajo.
c) Magnitud = 328; dirección: forma un ángulo de
154O con el eje X; sentido: hacia arriba.
d) Magnitud = 94; dirección: forma un ángulo de
327O con el eje X; sentido: hacia abajo.

2.11. Obtenga u = v + wsi


/ u / = 70 km/h
d) V
_ _ "_ U
- c"--- /Y, = 1.8 /u1

Figura 2.63

2.12. Calcule S = v - w, siendo v y w los vectores da-


dos en el problema 2.11.
2.5. Encuentre el vector S = u - v siendo u y v los 2.13. Obtenga el producto escalarS r si (O es el ángulo
vectores dados en el problema 2.4. entre S y r)
2.6, Obtener el vector b = ha para los casos mostra-
dos en la figura 2.64.
a) Is I = 4.6, I r I = 8.3, e = 540
2.7. Encuentre el vector c = alh con a y h dados en el
b) Is1 = 6.2, I r / = 1.7, e = 1230
problema 2.6.
2.8. Dibuje, en un sistema de coordenadas, el vector c) I s 1 = 2.7, Ir1 = 4.3, í3 = 63O
v, cuyas componentes (x, y) son dl Is/ = 1.6, Ir1 = 0.8, e = 172O

a) x = 4 , y = 7 2.14. Calcule v w con v y w los vectores dados en el


b) x = 4 , y = -7 problema 2.11.

al la/ = 7km;h = 4

Figura 2.64
46 Cap. 2. VECTORES

2.15. Obtenga la magnitud del vector b si 2.16. &uá1 es el ángulo entre los vectores v y w del
problema 2.11?
a) b = 21 + 3; f 4G 2.17. Obtenga u = v X w con v y w los vectores da-
b) b = - 2; - 3; - 4f( dos en el problema 2.11.
c) b = 51 - 2; + 4k
2.18. Verifiqueencadacasodelproblemaanterior
(2.17) que u v = u w = O.
d) b = 2.31 - 4.7; - 6.5L
Cinemática de
una particula
Una dimensión ( I )

3.1. MOVIMIENTO DE UNAPARTíCULAEN 3.2. POSICIóN DE UNA PARTíCULA


UNA DIMENSIóN
Supongamos que la partícula se mueve a lo largo
La cinemática es aquella parte de la mecánica que de la línea L-L (fig. 3.1). Para describir su movimiento
estudia la descripción del movimiento de los cuerpos debemos poder decir, en cada instante de tiempo, en
sin tomar en cuenta las causas de este movimiento, qué lugar se encuentra. Para esto conviene escoger, y
mientras que la dinámica es la parte de la mecánica así l o haremos siempre, un sistema de coordenadas en
que se interesa en las causas del movimiento. una dimensión. Tomaremos el eje X de este sistema a
Los movimientos que efectúan los cuerpos a nues- lo largo de la línea L-L sobre la que la partícula se
tro alrededor son, en general, bastante complicados. mueve (fig. 3.2). Se puede tomar el sentido positivo
Tomemos, por ejemplo, el movimiento de una nube. Si hacia cualquier lado de la línea, digamos hacia la de-
la observamos nos daremos cuenta de que la nube se recha, y el origen O en cualquier punto. Asimismo se
mueve, sube, baja, cambia de forma, se divide en va- escoge una escala conveniente. Denotaremos la coor-
rias porciones, se une a otras nubes, etc.Si de primera denada de la partícula que se encuentra en un punto
intención quisiéramos describir estos movimientos,es arbitrario como x (fig. 3.3). Si x > O la partícula se en-
claro que tendríamos que considerar muchas cosas al cuentra, en este sistema, a la derecha del origen O y si
mismo tiempo: el movimiento de cada porción de la x < O, la partícula se encuentra a la izquierda del ori-
nube, la deformación, la división, la unión, etc. Esto gen O. La magnitud de x nos da la longitud que separa
sería muy complicado. su posición del origen.
Se ha encontrado que es conveniente estudiar pri-
mero movimientos sencillos y lo que se aprenda de
estos aplicarlo a movimientos más complicados; pos- L Figura 3.1
teriormente, lo que se aprenda de estos últimos apli-
carlo a movimientos todavía más complicados, y así
sucesivamente.Deestamanera se va construyendo

+
todo un cuerpo de teoría en que una parte sirve de
escalón a la siguiente. L > L
Siguiendo las ideas acabadas de exponer, iniciare- t, X Figura 3.2
mos el estudio del movimiento considerando el caso
más sencillo posible. Primero, en lugar de tratar mu-
chaspartículas o cuerposextendidos,estudiaremos Coordenada x positiva
únicamente una sola partícula. En segundo lugar, to-
maremos el caso en que esta partícula se puede mo-
ver solamente a lo largo de una línea recta. E s decir,
empezaremos el estudio de la cinemática de una par-
tícula en una dimensión. Coordenada x negativa Figura 3.3

47
48 Cap, 3. CINEMATICA DE UNA
PART/C:JLA

X
E l movimiento que realiza la partícula es indepen-
diente de nuestra selección del eje X, d e su sentido y
del origen. Esta selección la hacemos para ayudarnos
en la descripción del movimiento. Una vez elegido el
sistema, su sentido y su origen no se pueden cambiar
mientras se esté haciendo la descripción.

Como se decía arriba, decribir el movimiento de la


partícula significa poder decir en dóndese encuentra
en cada instante de tiempo; estoes, poder especificar
que al tiempot la coordenada de la partícula tiene un
valor x, hecho que denotamos comox(t). A esto le Ila-
maremos la trayectoria de la partícula. Conociendo la Figuro 3.5
función x(t) para todo instante t sabremos dónde se
encuentra y además se puede conocer cómose mueve.
Se puede dar la información contenida en x(t) de con t dada en segundos y x, en metros. Con esta fun-
cualquiera de las siguientes maneras. ción explícita se puede calcular x para toda t. Así, si t
= 2 S,
1. Por medio de una tabla de valores, por ejemplo
como la tabla 3.1 x(2s)=3X22-2X2=12-4=8mm.

Tabla 3.1 La presentación gráfica tiene l a ventaja de que de


un vistazo podemos darnos cuenta de lo que hace la
t(s) x(m) partícula. Así, por ejemplo, de la gráfica x - t de la fi-
gura 3.5a podemos decir que al transcurrir el tiempo
O 3.2 el valor de x aumenta; es decir, la partícula se mueve
1 4.3 todo el tiempo hacia la derecha a partir del puntox.
2 1.8 (fig. 3.5b).
3 "2.5
4 -4.5 La gráfica x - t NO es la trayectoria que físicamente
5 - 3.6 sigue la partícula, sino una representación de ella. La
6 -2.2 partícula se mueve a lo largo de una línea recta (fig.
3.56).
2. Por mediodeunagráfica x-t (fig. 3.4). Así, por Ejercicio 3.1. Describa el movimiento de una par-
ejemplo, en t = 4 S , que corresponde al puntoQ de tícula si la gráficax - t es la mostrada en la figura3.6a.
la gráfica, leemos que la partícula tiene una coor- La partícula parte del punto x. al tiempo inicial( t =
denada x = 5 m. O) que corresponde al punto A de las figuras 3.6a y
3. Por medio de una función. Por ejemplo,

xt
x(t) = 3tZ - 2t

x1 X0
Figura 3.4 bl Figura 3.6
49
3.6b. La coordenada x de este puntoes positiva; es de- 3.3. V E L O C I D A D M E D I A DE U N A P A R T í C U L A
cir, inicialmente se encuentra a la derecha del origen
O (fig. 3.6b). AI transcurrir el tiempo, la coordenada x A I moverse una partícula, cambiarásu posición. Su-
de la partícula disminuye, o sea que la partícula se póngase que al tiempo t , la partícula está en el punto
mueve acercándose al origen, es decir, se mueve ha- de coordenada x, (fig. 3.8) y que a l tiempo t2 la partí-
cialaizquierda. En elinstante t, lapartículatiene cula está en x2.
coordenada x1 (punto B), que también es positiva, es
decir, la partícula se encuentra en este instante a la
derecha del origen O. A I seguir transcurriendo el tiem-
po, la coordenada de la particula no cambia:sigue te-
niendo el mismo valorx,; esto significa que la partícu-
l a está detenida en xl.

Ejercicio 3.2. Describa el movimiento de una par- Definimos el cambio en la posición de la partícula,
tícula cuya gráfica x - t es la mostrada en la figura denotado por Ax, como

{ } { "9:1,::"} { pz::n}
3.7a.
Inicialmente ( t = O) la partícula está en el punto de cambio
coordenada x, positiva, o sea, a la derecha del origen
en
la = - (3.1)
(le corresponde el puntoA de las figuras 3.7a y 3.7b).
A I transcurrir el tiempo, la coordenada aumenta; esto posición
quiere decir que la partícula se separa del origen, o
sea, se mueve hacia la derecha hasta llegar, en el ins- o sea,
tante t, al punto de coordenadax1 (punto 6). En segui-
da la coordenada disminuye, es decir, la particula se AX = X, - XI. (3.2)
regresa hacia la izquierda y en el instante t2 pasa por
el origen (punto C). La coordenada x sigue dlsminu- E l cambio Ax así definido puedeser positivo, negativo
yendo, o sea que la partícula sigue movikndose hacia o cero:
la izquierda hasta llegar, en el instantet3, al punto de AX > O SI X, > X,
coordenada x 3 (punto D), que está a la izquierda del AX < O s i X, < X,
origen(nóteseque x g < O). Ahoralacoordenada x AX = O s i X, = XI
aumenta, es decir, se muevehacialaderechaotra
vez, o sea que la partícula se regresa. En el instante t ,
pasa nuevamente por el origen (punto E) y sigue mo- Lo anterior significa físicamente que:
viéndose a la derecha. En el instante t5 llega al punto
de coordenadax,(punto F). AI seguir transcurriendo el si Ax > O, la posición final de la partícula(x,) está a
tiempo, la partícula sigue teniendo la coordenada x5, la derecha de la posición inicial (x,);
es decir, está detenida en x 5 si Ax < O, la posición final de la partícula(x,) está a
la izquierda de la posición inicial (x1);
si Ax = O, la posición final de la partícula (x,) es la
misma que la posición inicial (x,). Esto último pue-
xt de ocurrir de una de las dos maneras siguientes: la
partícula se mueve y al instante t2 la partícula re-
gresa a la misma posición que tenía al instante tl; la
I B otra posibilidad es que l a partícula no se mueva en
el intervalo de tl a t,.

Definimostambiénelcambiodetiempo, o más
bien, e / intervalo de tiempo At c o m o

A diferencia de lo que ocurre con la posición, en este


caso At puede ser solamente positivo o cero, ya que el
instante final (tz) nunca puede ser anterior al instante
inicial ( t J
Figura 3.7 At 2 O ( 3 4)
50 Cap. 3 CINEMÁTICADE UNA PART~CULA

Comparando (3.7) y (3.9) vemos que sus lados de-


E l cambio lo definiremos siempre como rechos son iguales, por l o q u e
( c a m b i o d e . . ) = ( . . f i n a l ) - ( . .inicial) (3.5)
(At), (At), (3.10)

Supóngase que se tienen dos partículas, la A y la 8 , y Las dos partículas se movieron durante el mismo in-
que ambas están en el punto x1 en el instante tl (fig. tervalo de tiempo.
3.9); al transcurrir el tiempo,las dos partículas se mue- Si ahora comparamos las ecs. (3.6) y (3.8) y vemos la
figura 3.9 concluimos que

(Ax), > (Ax), (3.11)


-
B Y B
A , u A O sea, la partícula B recorrió una distancia mayor que
+ la A, en el mismo intervalo de tiempo. Decimos que la
0 '1 xA
X
partícula B se m o v i ó más rápidamente que la partícu-
XB
t, t2
la A; alternativamente se d i cqeu pl ae
ar-
Figura 3.9 tícula A se m o v i ó más lentamente que la partículaB.
La discusiónanterior nos indicaqueenelmovi-
miento de una particula, además de especificar su po-
ven. La partícula A llega en el instante t 2 a la posición sición, va involucrado el concepto de rapidez (o de
x A , mientras que la partícula B llega, en el mismo ins- lentitud), Definimos la velocidad media T7 de una par-
tante t2, a la posición X,. Calculemos los cambios de tícula que experimenta un cambio de posición Ax en
posición y de tiempo para cada partícula (véase ec. el intervalo At c o m o
(3.2)).
(3.12)

Partícula A
Sepu_ecje definir también el concepto de lentituc
media I c o m o

Con este concepto se podría desarrollar la mecánica.


Sin embargo, resulta más conveniente hacerlo con el

{ {
concepto de velocidad.

(At), =
intervalo
detiem-}
PO de A
=
instante
final
de A
} - Regresemos al caso de las partículas A y E que con-
sideramosarriba. Las velocidadesmediasde estas
partículas son

[ 1{
Partícula B

} { }
Ahora bien, los denominadores son iguales (ec. (3.10)),
mientras que el numerador deV,es más grande que el
cambio posición posición
numerador de ?A (véase e c . (3.11)). Por tanto,
(AX), = de = final -I ; ¡ : : ¡
posición
de B
de B
E s decir, la definición(3.12) nos representa el concepto
(Ax), = x g - x1 (3.8) de rapidez de una partícula porque asigna un mayor

{ } { }
valor de la velocidad a la partícula que recorrió una

(At), = { intervalo
d et i e m - } =
PO d e E
instante
final
de 8
-
instante
inicial
de B
distancia mayor en el mismo intervalo de tiempo.
En la ec. (3.12)se nos presenta, por primera vez, una
cantidad que es combinación de las cantidades bási-
c a s Ax y At. Las dimensiones de v s o n (véase ec.(1.42))
L/T. Las unidades de la velocidad en el Sistema Inter-
nacional son mis.
VELOCIDAD
MEDIA Dt UNA
PARTiCULA 51
En elcocientede (3.12), At es siemprepositiva,Delaec. (3.12) encontramosque
mientras que Ax puede tener cualquier signo; por tan-
to, Ytiene el signo que tenga A x . Ahora bien (fig. 3.10)

-
v>o Intervalo de 1 S a 2 S (At = 1 S). En este caso se tiene
__I,
que
o x1 x2 x x i n i c . = 4.3 m xfinal = 1.8 m

por lo que
t
I;<O

+ Ax = xfinal-xinic. = 1.8 m - 4.3 m = -2.5m


o x2 x
que nos da

v = - - Ax
- - -2.5 m
= -2.5 mis
At I s
+
X Intervalo de 2 S a 3 S (At = 1 S ) . Se tiene que

xinic. = 1.8 m xfinal = -2.5


m

"

o
.
"
x2 X
por lo que

Ax = xfinnl-xinic. = -2.5 m - 1.8 m = " 4 . 3 - m


Figura 3.10

Las coordenadas x son cantidades algebraicas, es


si Ax > O (el desplazamiento ocurre hacia la dere- decir, van acornpanadas de su signo.
cha), entonces V > O,
si Ax < O (eldesplazamientoocurrehaciala iz-
La velocidad media en este intervalo es
quierda), entonces Y < O,
s i Ax = O (o no hay desplazamiento o al final del in- - Ax - -4.3
m
tervalo la partícula regresa asu posición inicial),en-
V E " = -4.3 m/s
At I s
tonces V= O.
De manera análoga se encuentra que
De lo anterior concluimos que el signo de la veloci-
dad nos indica el sentido hacia donde se mueve la
partícula. en el intervalo de 3 S a 4 s. V = "2 mls
Conociendo la trayectoria de una partícula, es de- en el intervalo de 4 S a 5 s. V = 0.9 mls
cir, x ( t ) (ya sea en forma de tabla de valores numéri- en el intervalo de 5 S a 6 S, V = 1.4 m/s
cos, de una gráfica x - t o de la función x(t))se puede
encontrar la velocidad media para diversos intervalos Calculemos ahora la velocidad media en intervalos
de tiempo. de 2 s. Esto significa considerar los instantes O, 2 S , 4 S
y 6 s.
Ejercicio 3.3. Calcule la velocidad media v de una En el intervalo de O a 2 S (At = 2 S ) se tiene que
partícula para la cual x ( [ ) está dada por la tabla 3.1
Haga los cálculos con At = 1 S , 2 S y 3 s. xinic. = 3.2 m xfinal = 1.8 m
Tomemos primero At = 1 S , es decir, intervalos de
tiempo de 1 s. Esto significa considerar los instantes por lo que
sucesivos O, 1 S , 2 S , 3 S , 4 S y 5 s.
Intervalo de O a 1 S (At = 1 S ) . En este caso, vemos de
la tabla 3.1 que
y la velocidad media es
xinic. = 3.2 m xfinal = 4.3 m
-
v=--
Ax - -1.4
m
= -0.7 mls
por lo que, usando la definición (3.5) At 2s

Ax = xfinal-xinic. = 4.3 m - 3.2 m = 1.1 m En elintervalode2 S a4 S (At = 2 S ) se tieneque


3.11
Ejercicio 3.4. En la gráficax - t dada en la figura
obténgase la velocidad media a partir del instante1 S,
por lo que tomando intervalos de 1 S, 2 S y 4 s.
Ax = x f i n a l - x i n i c , = -4.5 m - 1.8 m = -6.3 m

-
v=--
- -6.3 m
= -3.15 mis
At 2s

De manera análoga, en el intervalo de 4 S a6 S,

-
v = 1.15 mis

Calcularemosacontinuaciónlavelocidadmedia
en intervalos de3 S, o sea, se tienen que considerarlos
instantes 0, 3 S y 6 s.
En el intervalo de 0 a 3 S (At = 3 S) se tiene q u e

x i n i c . = 3.2 m x f j n a [ = -2.5 m

por lo que
Figura 3.1 1
Ax = x f i n a [ - x i n i c , = -2.5 m - 3.2 m = -5.7 m

Y Según se lee de la gráfica, en el instante I S la par-


v=--
AX - -5.7 m
= -1.9 mis
tícula tiene la coordenadax = 1 m (punto A de lagrá-
At 3s fica).
Intervalo de 1 S ( A t = 1 S). Partiendo del instante I S,
el instante final es 2 S (punto 6). En 2 S la coordenada
de la partículaes 2.5 m . Por tanto, en este intervalo el
cambio de posici6n es

Ax = xB-xA = 2.5 m - 1 m = 1 . 5 m

y la velocidad media es (ver ec. (3.12))

Tabla 3.2

Intervalo de 2 S (At = 2 S). A partir del instante 1 S, le


corresponde el instante final 3 S (punto C). De la gráfi-
ca se ve que en 3 S la coordenada de la partícula es
"2 m . En consecuencia, en este intervalo el cambio
de posición es

AX = xC-XA -2 m - 1 m = - 3 m

y la velocidad media es
- Ax - -= -1.5
At - - 3 2ms
v = __ mis

Intervalo de 4 S (At = 4 S). Tomando como instante


inicial 1 S, el instante final es 5 S (punto D). De la gráfi-
ca se ve que en S S la coordenada es 0.5 m . Por tanto,
en este intervalo el cambio de posición es
También se puede obtener el valor de la velocidad
mediasesi da x(t) en forma
gráfica. Ax = x D - x A = 0.5 m - 1 m = -0.5 m
VELOCIDAD MEDIA DE UNA PARTíCULA 53

{ } {
y la velocidad media es velocidad
la
pendiente
de
- Ax - -0.5 m media = secante
AB
v=-- = -0.125 m/s
At 4s
La pendiente de una rectaes la tangente del ángulo
En general, si se tiene la gráfica x - t de un movi- que forma la recta con el eje horizontal (fig. 3.13)

{ }
miento (fig. 3.12) y se determina un intervaloAt a par-
tir de un instante dado t,, podemos encontrar la velo- pendiente
cidad media como sigue: en el instante inicial tl (pun- de
la = tgcy
t o A de la gráfica), la partícula tiene coordenada x,; en recta RS
el instante final t2 = t , +
At (punto B), la partícula
tiene coordenada x2. E l cambio de posición es

AX = X* - x1 BC

1 *
Figura 3.13

Ejercicio 3.5. La gráfica x - t del movimiento de un


'I I cuerpo es la mostrada en la figura 3.14. Obtenga las
velocidades medias de la partícula a partir del instan-
te 2 h para los intervalos de 2 h y 4 h.
E l punto inicial corresponde al instante2 h (punto A
Figura 3.12 de la gráfica) y tiene la coordenada x = 20 k m .
Para el intervalo de 2 h el instante final es 4 h (pun-
t o 6) y le corresponde la coordenada 35 k m . E l cam-
bio de posición es
c o m o se ve de la gráfica. Además, el intervalo At es

At t2 - tl = AC
La velocidad media es (véase ec. (3.12))
Por tanto, la velocidad media r e s (véase ec. (3.12)) - km 15
v=" = 7.5 k m / h
At 2 h

Ahora bien, en el triángulo rectángulo ABC, BC y AC


son los dos catetos, y se tiene que (véase la ec. (2.22))
la tangente del ángulo cy es
BC
tgcy=-
AC

y comparando las últimas dos ecuaciones concluimos


que
-
v = tgcy

E s decir, la velocidad media en un intervalo es la tan-


gente del ángulo cy de inclinación de la secante AB
que une los puntos que corresponden al inicio y al fi-
nal del intervalo. Dicho de otra manera,
54 Cap. 3. CINEMÁTICA DE UNA PARTíCULA

Para el intervalo de 4 h el instante final es 6 h (pun- toma el intervalo (AtIl, la velocidad media es la pen-
t o C) al que le corresponde la coordenada 20 k m . E l diente de la secante A B
cambio de posición en este intervalo es
-
VI = t g cy
Ax = xc - XA = 20 k m - 20 k m = O k m
si, en cambio, se toma el intervalo (At),, la velocidad
y por tanto, la velocidad media es [véase ec. (3.12)) media es la pendiente de la secante AC

si ahora se toma el intervalo (At),, la velocidad media


iLa velocidad media en este intervalo es cero! Nótese es la pendiente de la secante AD
que la secante AC que une el principio (A) con el final -
(C) del intervalo es horizontal y, por tanto, tiene pen- v = tgy
diente nula.
De la gráfica vemos que el cuerpo cambia de posi- etcétera.
ción y en el ¡?stante6 h regresa a la posición que tenía i C u á l es la velocidad que se le asocia a la partícu-
en el instante 2 h; a pesar de haberse movido, su velo- la? Esperaríamos que la velocidad de una partícula
cidad media se anula. Ciertamente que esto va contra NO dependiera de una selección que nosotros hicié-
l a sensación que intuitivamente tenemos de que s i un ramos (en este caso de intervalo), sino que fuera algo
cuerpo se mueve no puede tener velocidad cero.Este independiente de nosotros. E s claro que, desde este
hecho nos indica que la definición de velocidad me- punto de vista, la definición (3.12)no es adecuada. Te-
dia dada en la ec. (3.12) no es completamente ade-
cuada.
D e los cálculos de velocidad media que hemos he-
cho arriba, se tienen indicios adicionales de que lad e
finición (3.12) efectivamente noes adecuada. En efec-
to, regresemos al ejercicio 3.3, tabla 3 . 2 . Si tomamos
como instante inicial t = O vemos que
-
si At = 1 S , v = 1.I mls
-
s i At = 2 S, v = -0.7 mis
-
si At 3 S, v = -I 9 mls

E s decir, s i escogemos tres intervalos de tiempo dife-


rentes a partir de un instante dado, se tienen tres valo-
res distintos de la velocidad media. Esta conclusión
también la podemos obtener de los r e s u l t a d w d e los
ejercicios 3.4 y 3,5. En general, s i se tiene la gráficax-t
nemos, por tanto, que modificar la definición de velo-
de un movimiento (fig.3.15) y se toma el punto inicial
A,se tendrántantasvelocidadesmediasdiferentes
cidad para que no tenga los inconvenientes que a con-
tinuación se mencionan:
como intervalos At distintos se tomen. En efecto, s i se
a) le puede asignar una velocidad nula a un cuerpo
que sí se mueve,

'f
b) le asigna tantos valores de la velocidad como in-
tervalos de tiempo escojamos.
" P
En el desarrollo de la física ha ocurrido a menudo
que se da una primera definición de un concepto y
que después de analizarla con cuidado resulta no ser
adecuada. E l procedimiento es llegaraotradefini-
ción, basada en lo que se hubiere aprendido de la pri-
mera, de tal manera que no tenga los inconvenientes
de la primera definición. Este proceso es bastante co-
mún.

En la siguiente sección estudiaremos la manera de


VELOCIDAD INSTANTANEA DE UNA
PARTiCULA 55
3.4. VELOCIDAD INSTANTÁNEADE UNA vez más parecidos entre sí). E s decir, a medida que el
PARTiCU LA intervalo At se hace más y más pequeño la velocidad
media deja de depender del intervalo. En el límite,
cuando el intervalo es extraordinariamente pequeño,
Consideraremos en esta sección la forma de definir
la velocidad es la pendiente de la tangente AR (fig.
adecuadamente la velocidad.
3.1 6c)
Volvamos nuevamente a la figura 3.15. Supóngase
quetomamoselintervalomitadde (At),, apar-
tir del punto A;se tendrá la situación mostrada en la
figura 3.16a. AI final del intervalo le corresponde el
D e esta manera definimos una nueva velocidad, Ila-
punto U. Ahora la velocidad media es la pendiente de
mada instantánea, que denotamos por v, c o m o sigue
la secante A U
-
v = tgv v = lím
A t 4 (-
2) (3.14)

A continuación ilustraremos en forma numéricalas


xt i ' B ideas que acabamos de exponer. En la figura 3.17a se
ve una gráfica de x como función det. Haremos cálcu-
los d e &/At con el punto inicial A. En la tabla 3.3
se presentan los valores numéricos para varios instan-

t
tes t.

En seguida tomemos otro intervalo(At)l,4, la mitad del


anterior (fig. 3.16b). AI final del intervalo le correspon-
de el punto Vy la velocidad mediaes la pendiente de Figura 3.17 o
la secante AV
-
v = tgX continuación
A calcularemos las pendientes
de las
secantes AB, AC, AD, AE. Para la secante AB se tiene
Si seguimos con este procedimiento nos damos cuen-
tadeque las secantes AB, AU,
AV,. . así generadas At = tB - fA = 3.0 - 0.5 = 2.5
se van acercando a la tangente AR de la curva en el
puntoA(fig.3.16~).También nosdamoscuentade y
que a medida que el intervalo se va haciendo cada
vez más pequeño, las pendientes de las secantes AB, AX XB - XA = 12.00 - 3.25 = 8.75
AU, AV,. . . difieren cada vez menos una de la ante-
rior (los ángulosdeinclinación CY, v, X,. . soncadaporloque
56

O 3.00
A 0.5 3.25
E 1.o 4.00
D 1.5 5.25
c 2.0 7 .O0
9.25 2.5
12.00
B 3.0
3.5 1 5 25
19.00 4.0
4 5 23.25

mos la tabla 3.5 con puntos alrededor de A. La gráfica


correspondiente es la de la figura 3.17c, que es una
Ax - 8.75 - 3.5 ampliacióndelrecuadrodelafigura3.17b.Nótese
at que la escala de esta gráfica es diez veces mayor que
""

2.5
la de la figura 3.17b.
D e manera análoga se encuentran las pendientes de
Tabla 3.5
las secantes AC, A D y AE

3.2116
3.2209
3.2304

Si se calculan las pendientes de las secantes A H y A l ,


se encuentra que

= 1.3;
At
1 AC
= 1.I (3.16)

Nhtese
. " - ~ aue ahora las pendientes cambian menos que Se puede seguir de esta manera. Ya en l a f i g u r a 3 . 1 7 ~
en e l caio de la figura 3.17a. se ve que estamos tratando con una sección de la cur-
si continuamos tomando valores deAt todavía más va que es casi una línea recta.
pequeños se tendrá la siguiente situación. Considere- Obsérvese que las pendientes dadas en (3.15) van
VELOCIDAD
INSTANTANEA DE UNA
PARTiCULA 57
- x zontales como la DE (fig. 3.18). En e l p u n t o B la
i40 - tangente BU es horizontal y su pendiente es cero.
Este p u n t o B corresponde al caso en que el cuer-

2:ngente
3 18-
i 1h - po llega ala coordenada xB y se regresa; pero para
regresar tiene que detenerse en xy por un instan-
334-
te; en consecuencia, sise detiene, su velocidad
3 12 H
en ese instante es cero. Lo mismo sucede en el
1 10 - p u n t o C. En la porción DE no hay cambio de po-
i LH - sición y por tanto, la velocidad es cero.
3 Zh - bj Ya no se pueden asignar tantos valores de la ve-
1 24 - locidad como intervalos de tiempo escojamos,
- debido a queya no se tiene esta libertad. Se toma
-
122
1 LO - solamente el intervalo At O. La velocidad defi-
3 18 nida en (3.14) es la que tiene un cuerpo en cada
instante y ya no está asociada a intervalos finitos
arbitrarios.

1 1 1 1 1 1 1 1 t
r y 7 3 3 3 = " 1 T o T S
f T ~ * L ^ L ^ r r L ^ L T C
t
" " " " "
" " " " "

Figura 3.17 c

cambiando la primera cifra (3.5 2.5 2 1.5); al


cambiar de escala, las pendientes (dadas en (3.16)) ya
- - -
gunda cifra (1.5 1.3 - -
no cambian la primera cifra, sino que cambian la se-
1.I].A I seguir cambiando de
escala, las pendientes (dadas en(3.17)) no cambian las
\ /' -\

-
primerasdoscifras,sinosolamentelaterceracifra
(1 .O6 1.03). A medida que se va tomando At cada
vez más pequeño, vamos obteniendo el mismo núme-
r o en las primeras cifras. De esta manera nos vamos
acercando al valor 1. Pero resulta que 1 es el valor de
la pendiente de la tangente AS en el punto A

=I
I I
1 S i viajamos en un automóvil, la velocidad que mar-
Se ve así que al ir tomando intervalos At cada vez me- ca el velocímetro es justamente la velocidad instantá-
nores, la velocidad media correspondiente depende nea dada por (3.14).
menos y menos del intervalo. E l proceso que hemos
seguido se puede escribir como

La tangente AS prácticamente coincide, en la figura


3.17c, con la secante AI.
C
La definición (3.14) de la velocidad instantánea no v-
tiene los inconvenientes que tiene la velocidad media. Ot----------"7
En efecto,
Figura 3.18
a) si un cuerpo está en cierto punto (representado
por A en la figura 3.18)y se mueve, es decir, cam- Del cálculo diferencial sabemos que el lado dere-
bia su posición, entonces la velocidad instantá- cho de la ec.(3.14) es justamente la derivada dex con
nea no puedeser cero, ya que es la pendiente de respecto at.
la tangente AR, que no puede ser horizontal. La
velocidad v será cern solamente en puntos como v = - dx
el máximo B. e l m í n i m o C o proporciones hori- (3.18)
dt
58 Cap. 3. CINEMÁTICA DE UNA PART~CULA

Recuérdese la definición de la derivada de la fun- v(t) = A -t3


d
dt
+ B d dt t
ción f(y) con respecto a y

y usando (3.22)

v(t) = 3At2 B + (3.23)


= x(t) se puede
Dada la trayectoria de la partícula?
encontrar la velocidad instantánea usando la ec. (3.18) Sustituyendo valores
o calculando la pendiente de la tangente en la gráfica m m
x - t correspondiente. ~ ( S)3 = 3 X 5.2 -j- X (3 S)' -2.1 -
S S

Ejercicio 3.6. Si un cuerpo sigue la trayectoria = 3 X 5.2 X 9 m7 X S ' " 2 . 1 -


m
x(t) = At3 + Bt (3.19)
S S

= 140.4- m -2.1
-m
con A = 5.2 mis3 y B = -2.1 mis, obténgase su posi- S S
ción y su velocidad instantánea en el instante t = 3 s.
Primero calcularemos la posición en t = 3 s. Susti- m
tuyendo este valor y los valores de A y B en (3.19)
= 138.3 -
S

m m
x(3 S) = 5.2 -7J x (3 s)3 - 2.1 - x (3 S) Ejercicio 3.7. Calcule la posición y la velocidad en
S S
el instante 4 S de una partícula que se mueve según
m
2.1 x 3- x S
x(t) = x0 cos w t (3.24)
S

con x0 = 8.2 m y w = 3.1 rad/s. Esta expresión está re-


Recuérdese que los símbolosde se mane-
jan como símbolos algebraicos (véase capítulo 1).
ferida al sistemade coordenadasmostrado en la figu-
ra 3.19.
La posición en el instante t = 4 S es
x(3 S) = 140.4 m - 6.3 m = 134.1 m
rad x 4
x(4 S) = 8.2 m cos (3.1 - S)
S
Para calcular la velocidad instantánea tomamos la
derivada de (3.19) con respecto at (véase ec. (3.18)) = 8.2m cos (12.4rad)
= 8.2 m X 0.9862
= 8.09m
Del cálculo diferencial se tienen los siguientes re-
sultados: Para obtener la velocidad derivamos con respecto a
t la expresión (3.24)
a) la derivada de una suma es la suma de las deri-

I I
vadas

I
La derivada de la función coseno es
(3.20) d
- cos f(y) = " s e n f(y) (3.25)
dY
1 b) si A es una constante
dY

I d d
v(t) = -x(t) = -xxOsenwt r ( w f )
(3.21) dt t

I
-
- - x O w sen ut (3.26)
(3.22)
c1 Para este cálculo hemos usado los resultados (3.21) y
(3.22). Sustituyendo valores en (3.26) obtenemos

rad x 4
v(4 S) = -8.2 m X 3.1 rad sen (3.1 __ S)
S
~

m
= -25.42 - x sen (12.4 rad)
S
59
m
= " 2 5 . 4 2 X (-0.1656)-
S

m
= +4.21 -
S

Aqui se manejaron las unidades como símbolos al- I I


I I
gebraicos. Además, se presentó el siguiente producto 1°i I

Figura 3.21
ya que radianes es la medida de un ángulo quees una
cantidad sin dimensiones.
I I
Ejercicio 3.9. La gráfica x - t del movimiento de un
Dado que el de Obtenido es positivo (+4'21 cuerpo es la línea recta mostrada en la figura 3.22.
mis), esto significa que en el sistema de coordenadas
Obtenga la velocidad instantánea en t = 2 h y en t =
de la figura 3.19, la partícula se mueve a la derecha.
5 h.

*
O t =4s X
x = ?
Figura 3.19

Ejercicio 3.8. La trayectoria de una partícula es tal


que su gráfica x - t es la mostrada en la figura 3.20.
En-
cuentre la velocidad instantánea al tiempo t = 5 s.

Obtendremos primero la velocidad instantánea en t


= 2 h. A este instante le corresponde el punto U (fig.
3.23a). La tangente a la gráfica x - t en U es la recta

1
UW, que coincide con la recta misma. La pendiente
de UW (fig.3.23b) es
1o
WT
*'I
v(t = 2 h) = pendiente de UW = -
UT

Figura 3.20 pero WT =k m


3 y UT = 1 h, por lo que
3km - km
~ ( t 2 h) = - 3-
I h h
~

velocidad
instantánea
Comolasearriba,
discutió
es la pendiente de la tangente a la gráfica x - t en el
instante de interés. Por tanto, se tiene que encontrar De la misma forma se encuentra que
esta pendiente en el instante t = 5 s. La tangente a la
gráflca x - t en t = 5 S eslínea
la PQ
figura
lade 3.21 km
v(t = 5 h) = 3 __
Ahora, de la gráfica (fig. 3.21) calcularemos la pen- h
diente de la recta PQ. Para ello formamos, a partir de
un punto arbitrario R sobre la recta PQ el triángulo Esto significa que las velocidadesen los dosinstantes
rectángulo PRS. La longitud del cateto R S es 3.75 m y diferentes tienen el mismo valor
la longitud del cateto PSes 2 s. La rendiente de PRes I La tangente a una línea recta coincide con la recta 1
misma. Por tanto, la pendiente de la tangente a la rec-
v(t = 5 S) = pendiente de PQ t a es igual a la pendiente de la recta. Además, una ca-
racterística de una línea recta es que las pendientes
en puntos distintos son siempre iguales.
60
En primer lugar, por ser la gráfica x - t una línea rec-
ta, su velocidad instantánea en cualquier instante es
la pendiente de la recta PQ. Pero esta recta es hori-
zontal, por lo que su pendiente es cero y

v = o

es decir, el cuerpo no se mueve

3.5. A C E L E R A C I ó N DE U N A P A R T í C U L A

En un movimiento arbitrario, la velocidad v de una


partícula cambia al transcurrir el tiempo.
Por tanto, se
puede definir el cambio de la velocidadA v en el inter-
valo de tiempo At (véase ec. (3.5))

Av = (velocidad final) - (velocidad inicial)

A I igual que en el caso de la posiciónse define la ace-


leración media T c o m o

(3.27)

Las dimensiones de la aceleración son


Figura 3.23 bl

En general, s i la gráfica x - t de un movimiento es pero [t] = T y de la ec. (1.421,[VI = L/T por lo que
una línea recta, la velocidad instantánea en cualquier
instante tiene siempre el mismo valor. A este tipo de
movimiento se le llama uniforme. La velocidad instan-
tánea en el movimiento uniforme es la pendiente de
la recta x - t. En un movimiento uniformev = V. (véase ec. (1.44)).
En el Sistema Internacional de unidades las unida-
Ejercicio 3.10. La gráfica x - t del movimiento de des de la aceleración son mis2.
una partícula es la línea recta de la figura 3.24. iCuá1
es la velocidad de la partícula? Ejercicio 3.11. Un cuerpo tiene una velocidad de 4.5
mis en el instante inicial; posteriormente, en el instan-
t e 2 S, tiene una velocidad de 6.7 mis. 2Qué acelera-
ción media experimenta e l cuerpo?
X Se tiene que

en tl = O, v1 = 4.5 mis
y en tz = 2 S , v2 = 6.7 mis

E l cambio de velocidad es (véase ec. (3.5))

Av = (velocidad final) - (velocidad inicial)


-
-
P Q v2 - "1

m m m
= 6.7 - -4.5- = 2.2-
S S S
1 b
01 t E l intervalo de tiempo At es (vPase ec. (3.3))

Figura 3.24 At=t2-t1=2s--0s=2s


61
Sustituyendo estos resultados en la ec. (3.27) “1.
a l
- 2.2 mis - 2.2 mis ” w
a = O t, = o t2= 3s x
2s 2 s
m Figura 3.26
= 1.17

Aquí se usó la ec. (1.I 5).


En este caso la aceleración media es positiva;en
consecuencia, en el sistema de coordenadas de la fi-
gura 3.25, laaceleracióntienesentidohacialade-
recha.

O t, = o t2 = 2 s x
Figura 3.25
si a> O, el cambio de la velocidad ocurre hacia la
derecha (fig. 3.27a),
si a< O, el cambio de la velocidad ocurre hacia la
izquierda (fig. 3.276),
si X= O, no hay cambio de velocidad.
Ejercicio 3.12. Un cuerpo tiene una velocidad ini-
cial de 8.5 mis; en el instante 3 S tiene una velocidad Ejercicio 3.13. Una partícula está inicialmente en
de 4.2 mis. iQué aceleración media se ejerce sobre el reposo. Sobre ella actúa una aceleración de 3.2 m/seg2
cuerpo? hacia la derecha. iQué velocidad tendrá la partícula
Se tiene que después de 0.5 S ?
Dado que la velocidad inicial de la partícula es ce-
en tl = O, v1 = 8.5 mis r o y que sobre ella actúa una aceleración, entonces la
y en t2 = 3 S , v2 = 4.2 mis velocidad cambiará; cambiará del valor cero a un va-
lor distinto de cero. E s decir, en un instante posterior
E l cambio de velocidad es la partícula tendrá una velocidad, o sea,se moverá.
Tomamos el eje X a lo largo de la línea en que se
mueve el cuerpo; se escoge el sentido positivo del eje
hacia la derecha (fig.3.28).Como la aceleración actúa
m m
= 4.2 - -8.5 - hacialaderecha,enestesistemadecoordenadas
S S
tiene signo positivo

= -4.3-
m
S
a= + 3.2 mis2
D e la ec. (3.27) despejamos el cambio de la velo-
E l intervalo de tiempo es ,cidad Av

A t = t 2 - t 1 = 3 ~ - 0 = 3 ~

Sustituyendo estos valores en la ec. (3.27) nos da


Véaseapéndice I I con N = a, v = Avy b = At. 1
- -4.3
m mis Av = a A t (3.28)
a = = -1.43-
3s S*
Sustituyendo valores obtenemos
En este caso laaceleraciónmedia es negativa;por m
tanto, en el sistema de coordenadas de la figura 3.26 A V = 3.2 -X 0.5 S
S2
la aceleración tiene sentido hacia la izquierda.
En vista de que el intervalo At es siempre positivo, m
el signo que adquiere r e s el mismo que tiene Av. AI = 3.2 X 0.5 7X S
S
igual que enel caso de la velocidad media (pág. 51) se
tiene, en el sistema de coordenadas de la figura 3.27 m
= 1.6-
lo siguiente: S
62 CaD. 3 . CINEMATICA DE UNA PART~CULA

Ahora bien Ahora la velocidad de la partícula en t = 0.5 S es ne-


gativa; por lo que la partícula se mueve hacia la i z -
A v = velocidad final-velocidad inicial quierda (fig.3.29). La magnitud de la velocidad en este
instante es 1 . 6 mis, igual que en el caso del ejercicio
= v " O = v (3.29) 3.13.

por lo que la velocidad que adquiere la partícula en el Ejercicio 3.15. Una partícula tiene en t = O una ve-
instante 0.5S es locidad de 4.3 mis hacia la derecha y sobre ella actúa
una aceleración de 3.2 m/s2, también con sentido a la
m derecha. iQué velocidad tendrá la partícula en el ins-
v = 1.6-
S tante t = 0.5 S ?
En el sistema de coordenadas de la figura 3.30 se
EI signo que tiene esta velocidad es positivo, por lo tiene en este caso
que la partícula se mueve a la derecha (fig. 3.28), con
magnitud de la velocidad igual a 1.6 mis.
-
a = 3.2 mis2 +
v1 = 4.3 mis +

I I
I
*
O t = O t=0.5s X

Figura 3.28
Figura 3.30

Ejercicio 3.14. Si la aceleración del problema ante-


rior estuviera actuando hacia la izquierda, iqué velo- Al igual que en el ejercicio 3.13
cidad tendría la partícula en el instante 0.5 s?
En este caso, tomando el mismo sistema de coorde- Av = + 1.6 mis
nadas de la figura 3.28
-
En lugar de la figura 3.28, ahora se presenta la situa-
a = -3.2 mis2 ción mostrada en la figura 3.30.
Tenemos que
ya que la aceleración actúa en sentido opuestosen-
al
tido positivo del eje X (véase fig. 3.29). A v = (velocidad final) - (velocidad inicial)
-
-
v2 - v1

434
&+
1 -1
Despejando v2

I -
v=0+
I * v2 = v1 + Av (3.30)
t = 0.5 S O t = 0 X
~~~~

La diferencia entre lasecs. (3.29) y (3.30) es que aho-


Figura 3.29 ra la velocidad al inicio del intervalo (vl) no es cero.

Sustituyendo valores

Sustituyendo valores en la ec. (3.28)


m
~2
m
4.3 -
S
+ 1 . 6 -S = 5.9 -
m
S

La velocidad es positiva en t2, o sea que su sentido es


hacialaderecha(fig. 3.30). Ademásvemosquela
m magnitud de la velocidad aumentó.
= -1.6-
S Si la velocidady la aceleración tienen elmismo sen-
tido, entonces la aceleración hace que la magnitud de
AI igual que en el ejercicio 3.13, dado que la veloci- la velocidad aumente.
dad inicial es cero,
Ejercicio 3.16. Suponga que en el ejercicio 3.15 l a
Av = v - O = v = -1.6 mis velocidad en el instante inicial tuviera sentido hacia
63

la izquierda. iQué velocidad tendría la partícula en t


= 0.5 S?
Ahora se tiene,enelsistemadecoordenadasdela tl
+ -

.e\,. lv*l > /VI1

*
figura 3.31
I 0 '\ \
\

'\\
X

t2 = 0.5 S O t, = O x
I
Figura 3.31 x -O Figura 3.32 a

-
a = +
3.2 mis2
v1 = -4.3 r n l s

AI igual que en el ejercicio anterior

Av = + 1.6 mis
La ec. (3.30) es

que sustituyendo valores da


Figura 3.32 b O X

~2 = -4.3-
m
S
+ m
1.6-
S

La velocidad obtenida tiene signo negativo,lo que sig-


nifica que su sentido es hacia la izquierda (fig. 3.31).
Además notamos que la magnitud de la velocidad dis-
minuyó.
Si lavelocidad y laaceleracióntienen sentidos
opuestos, entonces la aceleración hace que la magni-
tud de la velocidad disminuya.

1
x Figura
L

riores, la partícula se mueve según indica el signo de O 3.33 a


la velocidad. Así, por ejemplo, en la figura 3.31 tanto
en t , como en t2 la partícula se mueve a la izquierda,
aunque la aceleración tenga sentido hacia la derecha.

LOS ejercicios anteriores ilustran lo siguiente:

1. Si la velocidad y la aceleracióntienenel
sentido (figs. 3.32a y 3.32131, entonces
el
efectode
mismo
IVZI < lV1l
//
/.

//
,/
la aceleración es aumentar la magnitud de la velo- //I

&?
cidad. //Ia //
2. Si lavelocidad y laaceleracióntienen sentidos
tzt
opuestos (figs. 3.33a y 3.33133, entonces el efecto de
aceleración
la es disminuir la magnitudvelo-
la
de Figura 3.33 I

cidad. O x
64 Cap. 3. CINEMATICA DE UNA PART~CULA

La definición (3.27) delaaceleraciónmedidtiene y usando la ec.(3.21)


los mismos inconvenientes que la definición de velo-
cidad media (véase sección 3.3). De la misma forrna d
~ ( t ) 3E -t4 - 4C -t 2 + 5 A d t
ve-
que
definición
una
apropiada
la
más
se ade
llega dt dt dt
locidad, se define la aceleración instantánea a de la
la
utilizamos
Ahora
siguiente
manera (3 22)

a = lim
5:-o
(S)=dt dv (1.31) vir) = 3E X 4t3 - 4C x 2 t
= 12Et3 - 8Ct 5A +
+ 5A x 1

No repetiremoselargumentopues se puedecalcarUnavezquetenemosv(t)podemoscalcular a(t),


palabraporpalabra,simplementesustituyendoen la usando ¡a ec (3.31)
discusión dada en las secciones 3.2 y 3.3 la paidbra
posición por velocidady la palabra velocidad pordce-
leraciór,.
d
a ( t j = __ v(t) = __ (12Et3 - 8Ct
dt dt
+ 5A)
Si ahorasustituimos (3.18) en
ec.
la (3.31!, obtene- = 12E X 3 t 2 - 8 C X 1 + O
mos
= 3 6 E t 2 - 8C (3.34)
a=- d d dx - d2X
(3.3'1
dt dt dt dt2 Aqui se usaron las ecs. (3.20) a(3.22) y el hecho de que
d(5A)idt = O, por ser A unaconstante.Evaluaremos
Es decir,paraencontrarlaaceleracióninstantáneaahora(3.34) Para t = 3 s. SustituYendo 10s valores
hay que derivar dosveces la posiciónx(t) con respecto m m
tiempo.
al a(3 S) = 36 X 6.1 __- X (3 S)* - 8 X 2 3 __
S4 52

En lo sucesivo se debe recordar que

o equivalentemente
Nótese que para obtener a(t), ec. (3.34), se llevaron a
s i la velocidad de un cabo dos derivadas con respecto ai tiempo.
cuerpo
CAMBIA
aceleración
Ejercicio 3.18. En la figura 3.34se muestra la gráfica
x - t del movimiento de una partícula. Obtener las grá-
Como se vio en la sección anterior, si uno conoce la ficas v - t y a - t correspondientes.
trayectoria x = x(t) puede obtenerse la velocidad v(t).
A su vez, s i uno conocev(t) se puede obtener, con ayu-
da de la ec.(3.31),la aceleración a(t). Se concluye que
la trayectoria x(t) determina tanto v(t) como a(t1

Ejercicio 3.17. Una partícula se mueve de acuerdo


con
x(t) = 3Et4 - 4Ct2 5At +
C3.33)

con E = 6.1 mis4, C = 2.3 mis2y A = 4 mis. Calciilese


la aceleración instantánea en t = 3 5 .
Para calcular a(f) necesitamos conocer primero v(tj.
Usando la ec. (3.18) obtenemos
En la sección 3.4se estudió que l a velocidad instan-
d d tánea es la pendiente de la gráfica x - t. Se encontrará
L i t ) = ---x(t} = "(3Et4 4Ct2 -1- 5,At) esta pendiente punto a punto. Así, en el punto L (fig.
dt dt
3.35a) la tangente es la línea LT. Se calcula la pendien-
Con ayuda de (3.20) te de LT, como se hizo en el ejercicio 3.8, obteniéndo-
se el valor 0.749 mis. Este valor es el de l a velocidad
d
"(3Et4)
dt
d
- --[4CrZj
dt
+ __
dt
(sAtj
en ese instante y corresponde al punto X de la figura
3 . 3 5 6 D e l a misma forma se encuentran l ~ a spendien-
ACELERACldN DE UNA PARTiCULA 65
tes de otros puntos comoN, M,. . . que dan valores de Ejercicio 3.20. Obtener la aceleración de la partícu-
la velocidad representados por los puntos u, F , . . NÓ- la en el instante 4 S para el caso dado en el ejercicio
tese que la pendiente enL es positiva, en N es cero (es 3.7.
un máximo) y en M es negativa. De esta manera se En el ejercicio3.7 se dio
construye,puntoapunto,lagráficav - tque se
muestra en la figura 3.3%. x(t) = x0 cos w t (3.24)
-
Una vez encontrada la gráficav t se puede encon-
trar, de la misma manera, la aceleración en cada ins- con x. = 8.2 m y w = 3.1 rad/s. Allá se encontró (véase
tante. La pendiente de la tangente de la gráfica v- t ec. (3.26)) que la velocidad instantánea es
(fig. 3.356) en cada punto da el valor de la acelera-
ción. Ahora se trazan (en la figura 3.356)las tangentes v(t) = - x o o sen ot (3.26)
en cada punto, se calculan sus pendientes y estos va-
lores obtenidos se grafican. Se encuentra de este mo- Usando la ec. (3.31) obtenemos la aceleracion instan-
do la gráfica de la figura 3.35~. tánea
d d
a(t) = -
dt v(t) = - xow- sen ot
dt

Aquí usamos el resultado (3.21).

I La derivadadelafunción seno es
d
-sen fly) = cos f l y ) " -WY)
-- (3.35)
dy dY

La aceleración es, entonces,


d
a(t) = -xOo cos w t ---(or)
dt
-
- - x o o cos w t * o
-
- " X o W ~ cos wt (3.36)

Sustituyendo valores en esta expresión


rad
a(4 S) = - 8.2 m X (3.1 -)2
S
cos (3.1 -
rad x 4 S)
S

= - 8.2 X 9.61 m X -cos (I 2.4 rad)


S2

m
Figura 3.35
= - 78.8 X 0.9862 -
S2

m
= - 77.7-
Ejercicio 3.19. iCuál es la aceleración de un cuerpo S2
en movimiento uniforme? En el ejercicio 3.9 se estu-
dió que en el movimiento uniforme la velocidad del Por tanto, en t = 4 S, la partículase mueve con veloci-
cuerpo siempre es la misma, es decir, es una constan- dad positiva (véase ejercicio3.7). es decir, hacia lade-
te. Como la aceleraciónes la derivada de la velocidad recha (fig. 3.36). AdemAs,como acabamos de obtener,
con respecto al tiempo, en este caso se tiene que deri-
var una constante. Pero la derivada de una constante
es cero, por lo que
4"
a=O i
I -
Otra manera de ver esto es que en movimiento unifor- O t = 4 s y,
me la velocidad del cuerpono cambia. Si no hay cam- X = 8.09 m
bio de velocidad no hay aceleración. Figura 3.36
66 Cap. 3. CINEMATICA DE UNA PART~CULA

la aceleración en este instante es negativa; es decir, Ejercicio 3.22. La trayectoria de un cuerpo está da-
hacia la izquierda. En consecuencia, la aceleración es da por
opuesta a la velocidad.Esto significa que la velocidad
va disminuyendo en su magnitud. x(t) = x0 + v,t + ( -2 + ('6)
- At3 yt2 (3.37)

Ejercicio 3.21. Encuentre la aceleración de la par- con x. = - 7.98 m , ,v, = - 58.36 mls, y = 31.34 m/s2
tícula en t = 3 s para el caso del ejercicio 3.6.
Y
En el ejercicio 3.6 se encontró que la velocidad ins-
tantánea es (véase ec. (3.23)) X = - 6 m/s3.

v(t) = 3 A t 2 i- B (3.23) a ) Obtener la velocidad instantánea v(t).


b) Obtener la aceleración instantánea a(t).
Usando la ec. (3.31) encontramos la aceleración c) 2En qué instante v = O?
dl 2En qué instante a = O?
a(t) = -(3At2
dt
+ B) e) Craficar x, v y a como funciones de t.
f) Discutir el movimiento del cuerpo.
- d
- -(3At2)
dt
+ __
d B
dt
a) Para calcular la velocidad instantánea sustituimos
la expresión (3.37) en la ec. (3.18)
d
= 3A-t2
dt v(t) = "(t)
ddt ddt
= "x0 + v, t + (+t2 +( 3 t 3 )
= 3A X 2t
Ahora usamos sucesivamente las ecs. (3.20) a (3.22)
= 6At
-x g + -(vat) + -(- +-
d d d l d l
V(f) = yt2) ("At31
Aquí se usaron las ecs. (3.20) a (3.22). Por tanto, 6d t dt dt 2 dt

a(3 S) = 6A X 3 S
m
= 5.2- x 3s = v,+ 1 x 2 t + 1- X x 3 t 2
-y
S3
6 2
m
= 15.6- v(t) = v,+yt+ 1
-At2 (3.38)
S2 2
Aquí se usó dxddt = O ya que x. es constante.
Aquí se t u v o b) Paraobtenerlaaceleracióninstantáneasusti-
m tuimos el resultado (3.38) en la ec. (3.31)
-Xs=mX--- 5 - m
S3 S2
+ yt +
53
d 1
a(t) = -v(t) = -(Vo "Xt2)
2 dt dt
En el ejercicio 3.6 se obtuvo que en t = 3 S la velo-
cidad es positiva ( + 138.3 m/s), es decir, hacia la dere-
cha en el sistema de coordenadas mostrado en la figu- y usamos nuevamente las ecs. (3.20) a (3.22)
ra 3.37. E l resultado que acabamos de obtener nos in-
dica que en este mismo instante, la aceleración es po-
2 (fig.3.37).
d t En dt
d
a(t) = -VD
dt
d
-(yt) "-(
d i
"XtZ) + +
sitiva, es decir, también hacia la derecha
consecuencia, la aceleración y la velocidad tienen el
mismosentido.Estosignificaquelavelocidadva
aumentando en su magnitud.

(3.39)

I + c)Sea 7 elinstanteenquev = 0; o sea, ~ ( 7 )= O .


o t=3s x Usando la ec.(3.38) se tiene que
X = 134.1m

Figura 3.37 v(7) = vg + y7 + - 21A S = o (3.40)


ACELERACIóN DE UNA
PARTiCULA 67
ÉStaes unaecuacióncuadráticaparalaincógnita T. Portanto,lavelocidad es ceroendosinstantes,
Las soluciones de (3.40) son
en rl= 2.43 S y en r2= 8.02 s.

d) Sea T el instante en que a = O, es decir a(T) = O.


Comparando las ecs. (3.40) y (111.7) del apéndice I l l Usando la ec. (3.39) obtenemos
se tiene que a = N2, b = y,c = vo. Sustiuyendo en
la ec. (111.2)obtenemos las soluciones. a(T) = y + AT = O

Ésta es una ecuación lineal con incógnita T. La solu-


ción es

y despejando T

1 Véase apéndice I con P = - y, a = X, u = T 1


y sustituyendo valores
- 31.34 mis2
T =
(- 6 mis3]
Sustituyendo valores

* J(31.34 m/s2)2-2(-6 mis3)(-58.36 mis)


(-6 m/s3) T=
- 31.34 mis2 -
- - 31.34 m/s2
"
- 5.22 S
-6 m/s3 - 6 m/s3

- -31.34 mis2 f J281.88 m2/s4


-6 m/s3
I Aquí se volvió a usar la ec. (3.43). I
Por tanto, la aceleración se anula en el instante T =
- -31.34 mis2 f 16.79 mis2 5.22 s.
- 6 m/s3 e) Para obtener las gráficas de x, v y a como funciones
de t, usamos las ecs. (3.371, (3.38) y (3.39), respectiva-
por lo que las raíces son mente. En las figuras 3.38 se muestran estas gráficas.
La gráfica v - t es una parábola, ya que la ec. (3.38)
-31.34 mis2+ 16.79 m/s2 es una ecuación cuadrática ent, mientras que la gráfi-
7-1 = = 2.43 S (3.41)
- 6 mis3 ca a - t es una línea recta, ya que la ec. (3.39) es lineal
en t.
Y f) De la figura 3.38 podemos decir lo siguiente (véase
también la fig. 3.39a). En t = O la partícula está en el
- 31.34 m/s2 - 16.79 mis2 -
- -48.1 3 mis2 punto de coordenadas -7.98 m (punto A en las figu-
72 =
-6 mis3 -6 m/s3 ras). AI transcurrir el tiempo, su coordenada x dismi-
nuye, es decir, el cuerpo se mueve hacia la izquierda,
= 8.02 s. (3.42) hasta llegar al punto de coordenadas -71.61 m en el
instante t = 2.43 S (punto 6). A partir de este instante,
la coordenada x de la partícula aumenta, o sea que la
Aquí se usó el resultado algebraic0 partícula se mueve ahora hacia la derecha; la partícu-
l a se está regresando. En el instante t = 6.095 S regre-
aib "
- - a X d sa al punto inicial del que partió (punto C). Sigue mo-
(3.43)
c/d b X c viéndose a la derecha, hasta que al llegar al instantet
= 6.494 S cruza el origen (punto D).Sigue moviéndose
por lo que aladerechahastallegaralpuntodecoordenadas
16.02 m en el instante t = 8.02 S (punto E). En seguida
misZ - mxs3 - m 53 se empieza a mover otra vez a la izquierda. En el ins-
X" - 1 xs=s.
mis3 s2xm m $2 tante 9.308 S cruza otra vez el origen (punto F); se si-
gue moviendo a la izquierda y en t = 9.575 S pasa por
el punto en el que se inició el movimiento (punto C).
Posteriormente sigue moviéndose en forma continua
E l alumno pondrá especial atención a la forma en hacia la izquierda.
que se manejaron las unidades para llegar a (3.41) y Analicemos ahora el mismo movimiento, pero des-
(3.42). de otro punto de vista.
En el instante inicial, la partícula tiene velocidad
negativa y aceleración positiva (figs. 3.38by 3 . 3 8 ~ )En
.
E
consecuencia, por tener velocidad negativa, el cuerpo
se mueve hacia la izquierda (fig. 3.39b). Sin embargo,
f por tener aceleración positiva, opuesta a la velocidad,
1
1 la magnitud de la velocidad disminuye (véase la fig.
4 3.33). A l transcurrir el tiempo, la aceleración disminu-
! ye, pero sigue siendo positiva. Por tanto, la magnitud
I de la velocidad continúa disminuyendo hasta que se
"

hace cero (en t = 2.43 S , según se obtuvo arriba) (pun-


t o B). En este instante se tiene entonces

v = o
a = +
16.76 mis2
x = -71.61 m

NO hay velocidad: el cuerpo se detiene por un instan-


te; sin embargo, sí hay una aceleración que está dirigi-
da hacia la derecha (fig.3.39b). Esto significa que hay
cambio de velocidad y es hacia la derecha. En conse-
cuencia, la velocidad empieza a ser positiva. En un
instante posterior (puntoB, de la figura 3.39b) el cuer-
po tiene velocidad hacia la derecha, por lo que em-
pieza a moverse hacia la derecha,es decir, se regresa.
AI seguir transcurriendo el tiempo, la aceleración, a
pesar de estar disminuyendo su magnitud, sigue sien-
do positiva, por lo que se tiene la situación que tanto
la velocidad como la aceleración tienen ahora el mis-
mo sentido y, por tanto, la magnitud de la velocidad
aumenta (véase la fig. 3.32).
La velocidad sigue aumentando de magnitud hasta
el instante t = 5.223 S en que la aceleración se hace
nula (punto K de las figuras 3.386 y c y 3 . 3 9 ~ )En
. este
instante la partícula tiene coordenada x = - 27.87
m. Un instante posterior la aceleraciónya es negativa
(punto K 1de la fig. 3.39c), por lo que la velocidad y l a
aceleración tienen sentidos opuestos; en consecuen-
cia, la magnitud de la velocidad empieza a disminuir
(véase la fig. 3.33). Esto significa que el máximo valor
de la velocidad se logra justamente cuando a = O, O
sea, en el punto K .
Sigue transcurriendo el tiempo y ahora la acelera-
ción es negativa, mientras que su magnitud aumenta.
Esto significa que la velocidad irá disminuyendo en SU
,nagnitud.
i En t = 6.095 S el cuerpo regresa a su posición origi-
c
8
I
nal (X = -7.98 m). En este instante (punto
cidad es de +
c), SU velo-
21.21 m/s y su aceleración, - 5.23 mis2.
La velocidad sigue teniendo sentido hacia la dere-
I cha, pero su magnitud continúa disminuyendo hasta
11 volverse nula. E s t o ocurre en t = 8.02 S (punto E de las
figuras 3.38b y c y 3.39d). En este instante

v = o
a = -16.78m/s2
x = 16.02m
I
I

-71.67 m -7.98 m O +16.02 m


bl

-71.61 m -7.98 m 6 +16.02 m


d)

&
aj
I

1
9 I
x,
-71.61 m "7.98 m 0 t 16.02 m
el
Figura 3.39

En vista de quev = O, el cuerpose detiene; como está a) x(t) = 4t3 - 3t +


5 con t dada en segundos y x,
experimentando una aceleración que es negativa, en en metros.
un instante posterior (punto El, de la figura 3.394 ad- b) x(t) = 3 sen 4t, con t dada en horas y x, en kiló-
quirirá un cambio de velocidad también negativo, es metros.
decir, en E l la velocidad tendrá sentido hacia la iz- c) x(t) = 6e-2' +
4t, con t dada en segundos y x, en
quierda. O sea, el cuerpo se mueve hacia la izquierda. metros.
En consecuencia, el cuerpo se regresa. Describa en cada caso el movimiento resultante.
A l segui.r transcurriendo el tiempo, la velocidad y la
aceleración tienen ambasel
mismo
sentido(fig.
3.4. Describa algunos movimientos que le sean fami-
3.39e), por lo que la magnitud de la velocidad aumen-
liares de la vida cotidiana.
tacontinuamente.Dadoquelaaceleracienyano
3.5. En la tabla 3.6 se da x(t) para un cuerpo. Obtenga
vuelve a ser positiva, la velocidad continúa teniendo
la velocidad media del cuerpo tomando intervalosde
sentido a la izquierda y el cuerpo se mueve ahora to-
1 S, 2 S y 3 s. Presente sus resultados en forma de tabla.
do el tiempo hacia la izquierda.
Tabla 3.6

PROBLEMAS

3.1. Describaelmovimientodeunapartículacuya I 3 I -45 I


gráfica x - t es la mostrada en la figura 3.40.
1 4 I -78 I
3.2. Haga una gráfica x - t con los datos de la tabla
3.1. Describa el movimiento que realiza la partícula.
3.3. Dibuje una gráfica x - t si: -1.3
con x. = 20 k m v w = 1.2 radih

a) Dibuje una gráfica x - t.


b) Tomando el punto correspondiente a t = 1 cal-
cule las velocidades medias en los intervalos At
= 0.5 h, 0.4 h, 0.3 h, 0.2 h, 0.1 h; 0 . 0 5 h, 0.04 h,
0.03 h, 0.02 h, 0.01 h; 0.005 h, 0.004 h, 0.003 h,
0.002 h, 0.001 h. i A qué valor tienden sus resulta-
dos al hacer At cada vez más pequeño? Note las
cifras que se van repitiendo.
c) Obtenga la velocidad instantánea.
dj Evalúe la velocidad instantánea en t = 1 h. Com-
x(km) pare este resultado con los obtenidos en el inci-
D so b).
"""""
-w-
4
3 3.12. Obtenga la velocidad instantánea en los siguien-
2 1 tes casos:

a) x(t) = x. + At.
+
b) x(t) = At4 3Bt2 + Ct + xo.
c) x(t) = a sen Qf.
d ) x(t) = xoe-*'r.
e) x(t) = A(? -

3.13. i Q u é dimensiones deben tener las constantes en


el problema 3.121
3.6. Estime la velocidad media con la que se mueve 3.14. Con referencia al problema 3.12, obtenga la po-
un vehículo que circula en la ciudad. Considere varios sición y lavelocidaddelapartículaenelinstante
intervalos. mencionado a continuación. iHacia dónde se mueve
3.7. Calculelavelocidadmediapara los intervalos la partícula en dicho instante?
que corresponden a AB,AC, A D , BC, BD, CD de las
gráficas del problema 3.1. 2Qué significan los signos a ) t = 3 h; x. = 4 km, A = - 5 km/h.
que obtuvo? b) t = 2 S; A = 4 m/s4, B = - 7 m/s2,C = 3mis,
3.8. Verifique la congruencia dimensional de las ecs. x. = 6 m .
(3.19) y (3.23). c ) t = 4 S; 0 = 6 rad/s, a = 8 km.
3.9. Verifique la congruencia dimensional de las ecs. d) t = 1 S; T = 4 s. x. = 5.5 m .
(3.24), (3.26) y (3.36). e) t = 3 h; 7 = 6 h, A = 4.3 km.
3.10. La trayectoria de una partícula está dada por la
siguiente función 3.15. Obtenga la aceleración media en los siguientes
x(t) = 4At3 + B
casos:
a ) tl = O, v1 = 3 . 3 m/s; t2 = 4 S , v2 = 5.8 mis.
con A = 2 mis3y B = -5 m b) t l = 3 S, v1 = - 2 mis; t2 = 5 S, v2 = 4 mis.
c) t l = 2 h, v1 = 32 kmih; t2 = 3 h, v2 = - 18 km/h.
a ) Dibuje una gráfica x - t de este movimiento. d ) tl = 7 S , v1 = 6.3 m/s; t2 = 8 S, v2 = - 5.7 mis.
b) Partiendo del punto correspondiente a t = 1 S, e) t l = 3 S, v1 = 4 kmih; t 2 = 5 S , v2 = - 5 km/h.
calcule las velocidades medias en los intervalos
At = 0 . 5 S , 0 . 4 S, 0.3 S, 0.2 S, 0.1 S ; 0.05 S, 0.04 S, 3.16. Estimelaaceleraciónmediaqueexperimenta
0.03 S, 0.02 S, 0.01 S ; 0.005 S, 0.004 S , 0.003 S, 0.002 un vehículo que circula en la ciudad.
S , 0.001 s. > A qué valor tienden sus resultados al 3.17. Obtenga la velocidad que adquiere un cuerpo al
hacer el intervalo At cadavezmáspequeño? final del intervalo At, s i su velocidad inicial es v, y la
iQué cifras van repitiéndose en sus resultados? aceleración que actúa sobre éI es E l cuerpo se mue-
c) Obtenga ¡a velocidad instantánea. ve a lo largo de una linea horizontal.
d) Evalúe la velocidad instantánea en t = 1 s. Com-
pare este resultado con los obtenidos en el inci- a ) Iá( = 5 . 3 misZ hacia la derecha; I v i l = 3.7 mis
so b). hacia la derecha; At = 0.2 s.
b) / a 1 = 5.3 mis2 hacia la izquierda; I vil = 3.7 mis
3.11. La trayectoria de una partícula está dada por hacia la derecha; At = 0.2 s.
c) la1 = 2.1 km/h2 hacia la derecha; v;I = O; At =
x(t) = x" sen ut 0.2 h.
PROBLEMAS 71
dl 12 I = 2.1 km/h2 hacia la izquierda; I vil = O; At 3.20. Para los casos de los problemas 3.12 y 3.18 (con
= 0.2 h. los valores de las constantes dados en el problema
e) la I = 20.7 m/s2 hacia la derecha; l v i l = 2.8 mis 3 .I 4):
hacia la izquierda; At = 0.2 s.
a ) iEn qué instante(s) v = O?
En cada caso haga un diagrama de la velocidad y b) 2En qué instante(s) a = O?
aceleración en los instantes inicial y final. Explique el c) Crafique x, v y a como funciones de t.
efecto de la aceleración. d ) Discuta en cada caso el movimiento del cuerpo.
3.18. Obtenga la aceleración instantánea para los ca- En particular, obtenga l a aceleración que actúa
sos del problema 3.12. sobre el cuerpo en el instante en que=v O. iCÓmo
3.19. Evalúe las aceleraciones que obtuvo en el pro- prosigue su movimiento el cuerpo después de es-
blema 3.18 en los instantes dados en el problema3.14. tos instantes? >Por qué?
2Qué efectotiene,en ese instante,laaceleración
sobre la velocidad?
4 Cinemática de
u n a partÍcula
U n a d i m e n s i ó n (11)

En el capítulo anterior llegamos a la conclusión de


que si se conoce la trayectoria x(t) de una partícula,
Si la aceleración es cero, quiere decir que no hay
cambio de velocidad, o sea que la velocidad es siem-
podemos determinar su velocidad instantánea v(0, y pre la misma.
una vez conocida esta cantidad, se puede encontrar
la aceleración instantánea a(t).
Comoestudiaremosencapítulosposteriores,un Nos damos cuenta de que la primera parte del pro-
tipo de situación muy común en física, ingeniería, quí- blema planteado al inicio del capítulo ya lo tenemos
mica, etc., es que se puede encontrar la aceleración resuelto para este movimiento
que experimenta un cuerpo y entonces uno quisiera
determinar tanto la velocidad como la trayectoria de si a(t) = O, entonces v(t) = vg (4.3)
la partícula. t s decir, este problema es el inverso ai
tratado en el capítulo anterior. La posición x(t) para este movimiento la encontrare-
mos de la manera siguiente. De la definición (3.12) se
tiene que
s i se v( t) Ax
conoce vg = - (4.4)
jse pueden conocer y At
a(t), x(#)?
con AX = x 2 - x1 y At = t 2 - tl. Despejamos Ax de
Para atacar este problema vamos a necesitar tener (4.4)
a la ma,no algunos resultados sobre movimiento uni-
forme. Estos los obtendremos en la siguiente sección. AX voAt (4.5a)
o bien
xp - x 1 = v,(t2 - tl)
4.1. MOVIMIENTO UNIFORME = v,tp - vot1 (4.5b)

En el capítulo 3, ejercicio 3.9, estudiamos que el


movimiento uniforme es el que lleva a cabo un cuer- Aquí se utilizó la definición(3.12) de velocidad me-
p o si su velocidad tiene, todo el tiempo, el mismova- dia, y en lugar de la velocidad media V se usó el va-
lor, es decir, s i la velocidad es constante. Llamaremos lor de la velocidad vg que tiene el cuerpo en movi-
a esta constante vo miento uniforme, que resulta ser la velocidad instan-
tánea (véase la ec. (4.3)). En el movimiento uniforme
v(t) = vo (4.11 V = vo = v(t). En otrosmovimientos NO es cierto
que la velocidad media V se puedasustituirporla
En el ejercicio 3.19 vimos que en un movimiento uni- ' velocidad instantánea.
forme la aceleración que experimenta el cuerpo es
cero
Dado quex2 y x1 [así como t2y tl) son arbitrarios, po-
demos usar, en particular, los valores
73
tl = o x1 = x0
t, = t XI = x(t)

Sustituyendo en (4.5b) nos da

x(t) - x0 = vot

y pasando x. al lado derecho de esta ecuación

x(t) = Yo + vot (4.6)

Éste es el resultado que buscábamos. Si conocemos


v(t) ( = va), con la ec.(4.6) podemos encontrar x(t). Esta
es la solución a la segunda parte del problema plan-
teado al inicio del capítulo, naturalmente que para
movimiento uniforme.
En resumen, para el movimiento uniforme las ecs.
(4.3) y (4.6) nos dan la solución al problema planteado.
Nótese que en la ec. (4.3) aparece vo, la velocidad
inicial, y en la ec. (4.6) aparece además xo, la posición
de la partícula al tiempo inicial ( t = O).
Si se grafica x(t) como función de t usando la ec.
(4.6), se obtiene una línea recta (fig. 4.la). Esta recta
tiene pendiente v,, y ordenada al origen, xo.

Recuérdese que s i la ecuacion de una línea recta se


escribe como

y = x,, + rnt (4.7)

entonces x. es la ordenada al origeny m, la pendiente


de la recta.

La gráfica v-t, dada por laec. (4.3) es una línea recta


con pendiente nula, o sea, una línea horizontal, con
ordenada al origen igual a v,, (fig. 4.lb). a
Obviamente la gráficaa-t, dada por laec. (4.21, es la
mostrada en la figura 4.1 c.

Ejercicio 4.1. Un cuerpo se mueve a lo largo de una


línea recta horizontal en movimiento uniforme.Su ve-
locidad es de 78 m/shacialaderecha.jEncuánto
tiempo recorre la distancia de 27 m ?
Tomamos un sistema de coordenadas a lo largo de C)
la línea en quese mueve el cuerpo (fig.4.2). E l sentido
positivo se escoge hacia la derechay el origen O, en el Figuro 4.1
punto en el que el cuerpo se encuentra en el instante
inicial ( t = O). En este caso,las constantes de la ec.
(4.6) son

x,, = O y vo = + 78 m/s
Por tanto, la ec. (4.6) es para nuestro problema

x(t) = + 78 -
m
S
t L

t = 0 x = +27 m
T
Sea J el instante en que la particula tiene coordena-
da + 27 m . La ec. (4.8) es entonces Figura 4.2
74 Cap. 4. CINEMATICA DE UNA PART~CULA( 1 1 )

x(T) = 27 m = + 78 m
-
S
T

Despejamos de esta ecuacion la incógnita T Para el auto B, al tiempo t = O se encontraba en un


p u n t o xoB y tenía una velocidad vB, que en el sistema
I Véase apéndice I con P = 27 m, a = 78 mis y u = T. 1 de coordenadas escogido es positiva. Por tanto, para
el autoB l a ec. (4.6) es,
27 m 27 m
+
-
T = "~

X,&) = I VB I f (4.10)
78 mis 78 mis XOB

m X S - Determinaremos primeroxoB. Sabemos que al tiem-


= 0.346 - 0.346 S p o t = 0.5 h el auto B pasa por la caseta, o sea, por el
m
~

origen, por lo que


I Aquí
(3.43) usó la
seec. "1 xg(0.5h) = O
Ejercicio 4.2. Un auto, que llamaremosA, se mueve
que sustituida en la ec. (4.10) nos da
en movimiento uniforme con velocidad de 60 km/h
y en cierto instante pasa por una caseta. Media hora
más tarde el auto B, moviéndose también en movi-
O = xOB + IvBI X (0.5h)

miento uniforme, pasa por la misma caseta. Si los dos


Despejando de esta ecuación xOB obtenemos
autos deben llegar al mismo tiempo a un lugar distan-
te 200 k m d e l a caseta, iqué velocidad debe tener el xOB = - I V E / X (0.5h)
a u t o B?
Es claro que el auto B debe recorrer la misma dis- y sustituyendo en la ec. (4.10) encontramos
tancia que el a u t o A (200 km), pero en un tiempo me-
nor que A (media hora menos).Por consiguiente, la ve-
locidad del auto B debe ser mayor que la velocidad
Xdf) = - IvBI X (0.5h) + IVBIt
del auto A. Sacando I v B / como factor común
Escogemos un sistema de coordenadas alo largo de
la línea del movimiento de los dos autos (fig. 4.3). E l
sentido positivo lo escogemos en el sentido del movi-
xdt) = I [t - (0.5h)l
(4.1 1)
miento, digamos haciala derecha. E l origen O lo esco- Ahorabien, los dosautosdebenllegaralmismo
gemos en la caseta.
Para el auto A se tiene que al tiempo t = O
tiempoalpuntodecoordenadas +
200 km. Sea 7
el tiempo en que llegan a dicho punto. Por tanto, se
xu O; V" = + /VAI = + 60kmih tiene que

Nótese que en el sistema de coordenadas escogido la


velocidad del auto A es positiva. Por tanto, la ec. (4.6)
es, para el auto A . De la ec. (4.9) se tiene que

t = 01 7
I 1 t X
B
O L O R IO I
1
I +-•
1 I
I
II it-o I
A
l

! '
X,
I
IO I
I
I ' I
I 1
I I 1
" *X
+ 200 km
I
O

Figura 4.3
LA POSICIóN x(t) EN UN MOVIMIENTO ARBITRARIO 75

xA(7) = + 200 k m = (60 "1-Km


h
7
(4.12) ejemplo,
dad
media
no se puede
instantánea
la
por
sustituir
en la
ec.
(4.4)
la
veloci-
y considerar
mismo
al
tiempo intervalos At arbitrarios, porque s i At es Sufi-
cidad
4.11)
ntemente
tantánea
habrá
la
grande,
ec. la y de
cambiado de valor en el transcurso del intervalo At.
xg(7) = + 200 km = 1 vBl [T - (0,5h)l (4.13) Para resolver el problema en el caso general, procede-
remos como se explica en la siguiente sección.
De la ec. (4.12) despejamos 7

Véase apéndice I con P = 200 km, a = 60 kmih y


4.2. LA POSICIóN x(t) EN UN MOVIMIENTO
u = 7 ARBITRARIO

200 km X h Supóngase que se conoce v(t)y se plantea el proble-


200 k m -
7 = "
ma de encontrarx(t). Desarrollaremos primero estase-
60 kmih 60 km
gunda parte del problema porque se presta a mayor
= 3.333 h claridad. Una vez resuelto, se verá que con facilidad
se puede encontrar la forma de obtener v(t) dada la
I Aquí se usó l a ec. (3.431 I aceleración a(t).
Supóngase que la gráfica v-t sea la mostrada en la
figura 4.5. Se quiere encontrar la distancia ( x , - x,)
Sustituimos este valor de 7 en la ec. (4.13) que recorre el cuerpo en el intervalo de tiempo At =
t , - t,.
200 k m = / v B /[3.333 h - 0.5 h]
= I vBI X (2.833 h)

y despejamos 1 vg/ L'(t1


"_ - """

I
I
I
Véase apéndice I con P = 200 km, a = 2.833 h, u =
(vi31

200 k m
/VE#/ =
2.833 h
= 70.6 k m i h
En resumen, el auto B debe tener una velocidad de Consideremos el movimiento de un cuerpo ficticio
magnitud 70.6 kmih con sentido hacia la derecha para en el mismo intervalo ( t , - t , ) . Dividamos el intervalo
llegar simultáneamente con el auto A a la distancia de enciertonúmerodesubintervalos A7 (fig. 4.6a). E l
cuerpo ficticio se mueve como sigue. En el primer
200 km de la caseta. Llegan en un tiempo de 3.333 h
después de que e l auto A pasó por la caseta. subintervalo (entre t , y t , +
AT = 7 , ) se mueve en mo-
En la figura 4.4 se muestran en una sola gráfica las vimiento uniforme con velocidad igual a la que tiene
rectas x-t para A y B dadas por las ecs. (4.9) y (4,11), el cuerpo real al inicio del subintervalo, es decir, v,. AI
respectivamente. E l p u n t o Q en el que las rectas se llegarelinstante T,, el cuerpo ficticio cambia brus-

cruzan representa el instante en que los dos autos Ile- camente su velocidad a la que tiene el cuerpo real en
gan al mismo punto de coordenada 200 k m . +
ese instante, o sea, VI. Durante el subintervalo de 71 a
71 +
A7 = T , el cuerpo ficticio se mueve con velo-

tx(km)
cidad constante V,, es decir, en movimiento uniforme.
AI llegar al instante T ~ el , cuerpo ficticio cambia brus-
camente su velocidad al valor que tiene el cuerpo real
en ese instante, o sea, V,. Así continuará Sucesivamen-
te, hasta llegar al instante t,. La gráfica v-t del cuerpo
f i c t i c i o se muestra en la figura 4.6b.
iQué distancia recorre el cuerpo ficticio? Esta dis-
tancia es lasumadelasdistanciasquerecorreen
cada subintervalo. Pero en cada subintervalo el cuer-
\ t(h) Figura 4.4 p o f i c t i c i o se mueve con movimiento uniforme y para
este ya sabemos cómo calcular la distancia recorrida
Para otros movimientos que no sean uniformes no (véase sección 4.1). Para este cálculo usamos laec.
se puede proceder de manera tan sencilla ya que, por (4.5a). En el primer subintervalo, la distancia recorridaes
I
I
Figura 4.6 o -t Figura 4.6 c

; ; b y ekill
c i o es vl, mientras que la del cuerpo real es mayor que
"it) v1 (véase figura 4.6b).E l cuerpo real tiene la velocidad
v 1 solamente en el instantetl. Por consiguiente, la dis-
Cuerpo real
v, """"" tancia recorrida por el cuerpo reales mayor que lare-
------
""

"3 I corridaporelcuerpoficticio.Delamismaforma,
vemosqueen los demássubintervalosladistancia re-
I corridaporelcuerporeal es mayorquelarecorrida
I por el cuerpo ficticio. Por tanto, si denotamos ( A x ) , l a
"1

;I I [ distanciatotalrecorridaporelcuerporeal, se tiene

+-&"
1 ' I
I I / I 1 que
Figura 4.6 b O t, 71 72 r3
t2 (Ax), 2 (Ax):' (4.14)

E l subíndice f significa iicticio.


En elsegundosubintervalo,ladistanciarecorri-
da es

(Ax);z' = V1A T

En el tercer subintervalo, la distancia recorrida e5

(Axv3) = V2Ar

y así sucesivamente. La distancia total recorrida, que


denotaremos por (AxJ;) es la suma de estas distancias A continuación consideremos otro cuerpo ficticio
que se mueve como sigue. Dividamos cada subinter-
(&)y) = ( A x p +(&);2' . . . + valo Aren determinado número de subintervalos AT'
v1AT +
VIA7 VZAT+ + (fig. 4.7); al igual que en el caso del primer cuerpo fic-
ticio,encadasubintervaloelcuerporealizamovi-
miento uniforme con la velocidad que tenía al i n i c i o
= VkAr del subintervalo; al iniciar un nuevo subintervalo, el
k cuerpo cambia bruscamente su velocidad a la que en
E l último renglón es simplemente una abreviatura del ese instante tiene el cuerpo real. Para este segundo
renglón anterior con Vk el valor de la velocidad al ini- cuerpo ficticio, la distancia recorridaes la representa-
cio del subintervalo correspondiente. da por el área achurada de la figura 4.7 y dada por
Ahora bien, el producto vlAr es el área del rectán-
gulo ABCD (fig.4 . 6 ~ ) q u e t i e base
n e AT y altura vl. D e
la misma forma, VIAres el área del rectángulo BEFC, k
y así sucesivamente.Portanto,ladistanciatotal Nos damos cuenta de dos cosas:
(Ax)?) recorrida por el cuerpo ficticio queda represen-
tada por el área achurada de la figura 4 . 6 ~ . 1. La distancia que recorre el cuerpo real es mayor
Comparemos ahora las distancias recorridas por el que la distancia (AX);"' que recorre el cuerpo ficticio
cuerpo ficticio con la del cuerpo real. Vemos que en
el primer subintervalo, la velocidad del cuerpo ficti- (Ax),z(Ax);"' (4.15)
LAPOSlCldN x(t) EN UN
MOVIMIENTO
ARBITRARIO 77
Aquí se puede repetir el mismo argumento que en el Dado quetl y t2(al igual quex1 y x), son arbitrarios, es-
caso del primer cuerpo ficticio. cogemos
2. La distancia que recorre el segundo cuerpo ficti-
cio es mayor que la que recorre el primer cuerpo fic- t l = o, x1 = x0
ticio, E s t o es claro de la figura 4.7.
La distancia (Ax))”) tz = t, x, = x(t)
del segundo cuerpo ficticioes la suma de lasáreas de

il“
los paralelogramosAUIWID, U1UzW3Wz,.. . , mientras
que la distancia que recorrió el primer cuerpo ficticio
es la suma de las áreas de los paralelogramos ABCD,
BEFC,. . (compárense las figuras 4 . 6 y~ 4.7). O sea,

(Ax)? 2 (Ax)? 6) (4.1

Combinando las ecs. (4.15) y (4.16) podemos escribir


que

( A x ) , z (Axf’) 2 ( A x y (4.1 7)

Esto significa que, al hacer la segunda subdivisión, la


distancia recorrida por el segundo cuerpo ficticio se
acerca al valor de la distancia recorrida por el cuerpo
c o n lo que
real.
Si se siguieraesteprocedimiento-irdividiendo
cada subintervalo en cierto número de subintervalos
cada vez más pequenos,y cada uno de éstos, a su vez,
o sea,
en otros todavía más chicos-, se llegaría a la siguien-
te situación:

a) En cada división sucesiva la velocidad del cuer-


Este resultado nos dice que s i conocemos la veloci-
p o f i c t i c i ose acerca más a la velocidad instantá-
dad instantánea en el intervalo (O, t), podremos calcu-
nea que tiene el cuerpo real.
lar la coordenada x(t).
b) En cadasubdivisión sucesiva, ladistancia re-
corrida por e l cuerpo ficticio se acerca más a la
distancia recorrida por el cuerpo real.O sea que De la relación (véase ec. (3.18))
en el límite en que el número de subintervalos es
extraordinariamente grande (-+ m ) y en que cada
subintervalo es muy pequeno (-O), la distancia
del cuerpo ficticio coincide con la del cuerporeal obtenemos

(Ax), = lím dx = v(t) d t


N -m
rubtnt “o
eintegrandoambosladosde esta ecuaciónobte-
= l i m C v k ~ T ( ~ ) (4.18)
nemos
N -m
sublnt 4

C) La distancia (Ax), queda representada por el área


bajo la curva de la gráfica v - t (fig. 4.8). I o sea,

En matemáticas se enseña que la operación indica-


da en la ec. (4.18) es justamente la integral de la fun-
ción v(t) entre t , y t, que es l a ec. (4.20). Si v(t) se obtiene a partir dex(t) por
(Ax), =S t?
tl v(t ’) dt’ (4.19 )
medio de una derivada, el proceso inverso, obtener
x(t) a partir de v(t) se encuentra aplicando el operador
inverso de la derivada, que es la integral.
Aquí se usa t ’ como variable de integración.

y con ( A x ) , = x, - x1
1 De una forma completamente análoga se encuen-
tra que

x2 - x1 =
t2
tl v(t’) d t ’ (4.20) v(t) = vo + 1; a ( t ‘ ) d t ‘ (4.22)
78 Cap. 4. ClNEMATlCA DE UNA PARTíCULA (11)

en donde vO = v(t = O) es la velocidad inicial de la Ejercicio 4.4. Obtener la trayectoria de una partícu-
partícula. la, si la aceleración que experimenta es
Por tanto, s i se conoce a(t), conayudadelaec.
(4.22) se puede encontrar la velocidad instantánea v(t). a(t) = St2 + Nt3 (4.25)
Unavezobtenida esta velocidad,utilizandolaec.
(4.21) se puede encontrar la posición de la particula siendo S y N constantes.
x(t), o sea, la trayectoria. En este caso la aceleración no es constante,sino
D e las ecs. (4.21) y (4.22) se observará que para de- que cambia de valor al transcurrir el tiempo. Primero
terminar x ( t ) y v(t), se necesita conocer x. y vO,los valo- obtendremos la velocidad instantánea. Para ello, sus-
res iniciales de la posicióny de la velocidad. A estose tituimos (4.25) en la ec. (4.22)
le llama dar las condiciones iniciales.
Nóteseque si se dalaaceleración
contrar la trayrctoria
a(t), para en-
x(t) es necesarioefectuardos
v(t) = vO + 5: (St’2 + N t ’ 3 ) dt’
integraciones. Este es el proceso inverso de la opera- Del cálculo integral se tienen los siguientes resulta-
ción dada en la ec. (3.32), que consiste en dos deriva- dos:
das. Ahora bien, al llevar a cabo una integración se
presenta una constante de integración; por tanto, en a) la integral de una sumaes la suma delas integrales
9uestro caso aDarecen dos constantes de integración.
Estas con precisamente x. y vo delas ecs. (4.21) y (4.22). $[u(t) + w(t)] dt = S u(t1 d t + S w(t)dt (4.26)
Ejercicio 4.3. Usando las ecuaciones obtenidas, en- b) si A es una constante
cuentre la trayectoria x(t) para el caso de a = O.

Este caso de aceleración nula es el del movimiento


uniforme. Sustituyendo el valor de a en la ec. (4.22)
[ A u ( t )d t = A
S u(t)dt (4.27)

obtenemos (4.28)

+ 3;
n l

v(t) = vO Odt’ por lo que, usando (4.26)

+ $ ‘St‘2dt‘ + 5’o
-
- Vn (4.23)
. ,
v(t) = vo Nt‘3dt’
ya que la integral de cerose anula. Este resultado nos O
dice
quela
velocidad encualquier
instante es igual
a y ahora (4,27)

+ S S,’
vO,el valor en el instante t = O.
Ahorasustituimos (4.23) ec.
(4.21)
la
en v(t) = vO t’2dt’ + N i Ot t ’ 3 d t ‘
x(t) = xO + 1‘ O
v,dt’
En seguida
utilizamos (4.28)
segundo
el en ter-yel en
cer términos
y c o m o vOes constante puede salir fuera de la integral

x(t) = + vg 1O d t ’
xg
v(t) = vo +S 1
“ t ’ 3
3
1 + N -14 t y
+ v , t ’ 1:
‘I I ::
= xg F e tiene que

= + v,(t - O),
xg u(t’) = u(tJ - u(t1) (4.29)
o sea,
x(t) = + v,t
X” (4.24) por lo que

+ 7
1 S ( t 3 - 03) + -1
q N(t4 - 04)
1 Aquí se usóelhechodequelaintegralindefinida I v(t) = vO

y finalmente
dt‘ = t‘
v(t) = vO + T“I S t 3 + 7
I Nt4

y además,deque
*2
t:t = t’ 1 f2

tl
(4.30)

Una vez obrenida la velocidad instantánea proce-


= ( t z - tl) deremos a encontrar la trayectoria x(t) con ayuda de
la ec. (4.21)
Las ecs. (4.23) y (4.24) son justamente las ecuaciones
para el movimiento uniforme obtenidas en la sección
4.1 (véanse las ecs. (4.3) y (4.6)).
LA POSICIóN x(t) EN UN MOVIMIENTO
ARBITRARIO 79
usando
que las ecs. (4.26) a (4.29) nos da a(t) = aoe-f/r (4.32)

x(t) = x. +\ v,dt’ + S,t 1


~ S t ’ ~ d t ’ En esta expresión a , es una aceleración constante; e
( = 2.71828. . . ) es la base de los logaritmos naturales

1;
y T es un tiempo constante.
+ Nt’4dt’
a) Obtener la velocidad y la trayectoria del cuerpo
= x, + v, \ O
dt‘ + 1
-S
3
\0‘ t f 3 d t ’ b) Discutir los resultados.

La aceleración a(t) dada por la ec.(4.32),que actúa


+ 7
1
N j: t t 4 d t ’ sobre el cuerpo no es constante sino que cambia con
el tiempo.

= x. + v o t r ( t,+ l
-S
3
-1P4I 0
t
+ 1
-N
4
-4
1
5
a) Para encontrar la velocidad sustituimos (4.32) en
la ec. (4.22)
= x. + vo(t - o) + -
12
I
s(t4 - 04)
v(t) = v, + a,e-t/r’ dt’

+ - 201 N(t5 - 05) Aquí vo es la velocidad inicial que tiene el cuerpo. Por
ser a , constante, usamos la ec. (4.27)
y finalmente v(t) = v, + a , ‘ e-”Irdt’
S O
x(t) = x,
20
+ vot + -St4 + -Nt5 (4.31)
12
1
Ahora efectuamos la integral

Si Tes constante, la integral de la exponencial e-tires


Ejercicio 4.5. Compruebe que la ec.(4.30)del ejerci-
cio 4.4 es correcta.
Una forma de hacer la comprobación es encontrar
a partir de la velocidad instántanea v(t), ec. (4.30), l a
S e-tyr dt’ -Te-f‘/7 (4.33)

aceleración que le corresponde, usando la ec. (3.31).


d
a(t) = -
dt

Usando las ecs. (3.20) a (3.23) encontramos

a(t) = -
dt
d v, + &( +St3) + d ( aNt4) ya queeo = 1
v(t) = v, - aOTe-f/T + a,,T
I d 1 d
= “S
3
-
dt
t 3 + ”N -t4
4 dt = (v, + ao7) - aOTe-t/T (4.34)

+
1 1 Para obtenerlatrayectoriadelcuerposustituimos
= ”S X 3t2 -N X 4t3 ahora este resultado para la velocidad en la ec. (4.21)
4 3
= StZ N t 3+ + 1: [(vo +
x(t) = x. aoT) - a , ~ e - ~ ’ / ~dt’]
que es precisamente la aceleración (4.25)de la que se Nótese que (vo + a07) (a,T) son constantes. Usando
y
partió. las ecs. (4.26) a (4.29) y (4.33) se encuentra que
De la misma formase puede comprobar, usando la
ec. (3.181, que el resultado para la posición x(t), dado
por laec. (4.31)es correcto. Esto se deja de ejercicio al
x(t) = xO + j tO( v o + aOT)df’ - S: a,Te-t’/rdt’
lector.

E l ejercicio 4.5 ilustra la manera en que uno mismo


puede verificar los resultados que obtiene. Es impor-
tante desarrollar esta disciplina de autoverificación.

Ejercicio 4.6. Sobre un cuerpo se ejerce la acelera-


ción
80 cap. 4. CINEMATICA DE UNA PART~CULA( 1 1 )

= x, + (v, + aoT)t + aOT2e--t/7- a?, Aa(rn/s2)

y finalmente a , = 6 misZ
va = 3 m/s
+ (vu + + a,?
6-
x(t) = (x, - a,?) a,T) t e--t/7 (4.35) xo=Irn
r= 3 s
4.
b) Las gráficas de x, v y a como funciones det se pue-
den encontrar a partir de lasecs. (4.323, (4.34) y (4.35), 7
respectivamente. Estas se muestran en la figura 4.9.
En la figura4.9a se ve que la aceleración decrece al '! II
transcurrir el tiempo. Según la ec. (4.32), el decreci- I
miento es exponencial. Esto significa que para tiem- o' 1 2 3
I
4 5 6 7 8 9 10 11 12 1 3 1 4 1 5 1 6 1 7 18 t(s)
pos m u y grandes (t %-T) prácticamente ya no hay ace- I
leración. De la ec. (4.32) vemos que s i t s T , a(t) O. = I
I
Figura 4.9 a
I

Si x 1, entonces,e-x z O .
1 I
I
I

En la figura 4.9b vemos que la velocidad es positi-


va, y como la aceleración tambiénes positiva, ambas
a07)
"""""""""-
cantidades tienen el mismo sentido. En consecuencia t """"

(véase la figura3.32), la velocidad aumenta; el aumen- I


to dela velocidad continúa hasta que ya no hay acele- I
ración. Una vez que esto ocurre ya no hay cambio de
la velocidad, o sea, el movimiento empieza a ser uni-
1
f o r m e y elcuerpo se mueveconciertavelocidad
constantequeobtendremosmás abajo (véase ec.
(4.36)).
La partícula se mueve hacia la derecha: la coorde-
nada x va en aumento continuamente (véase figura
4 . 9 ~ ) .Una vez que Ih velocidad se vuelve constante --
I +
(para tiempos t B T ) la gráfica x-t se vuelve una línea 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 1 31 41 5 1 6 1 7 1 8 t(s)
i
recta. I
En la ec. (4.34) vemos que s i t S T , e l ú l t i m o suman- I Figura 4.9 b
I
do es muy pequeño y se puededespreciar; lo que I
queda es I
I
= v,, + aoT
I
I
v(t) (4.36) I
I
que es una cantidad constante. ÉStaes la velocidad
c o n l a q u ese mueve el cuerpo cuando ya deja de ha-
ber aceleración. Es decir, una vez que el movimiento
empieza a ser uniforme, la partícula se mueve con
esta velocidad constante.
Por otro lado, de la ec. (4.35) vemos que s i t S T ,
otra vez se puede despreciar el último sumando por-
que es muy pequeilo y entonces

x(t) = (x, - a o 9 ) + (v, + a,dt


/'

que es la ecuación de una línea recta con ordenada al


+
/
/
origen (x, - a,6) y pendiente (v, a,T) (véase ec.
(4.7)). D e esta ecuación vemos que, en este régimen de 0 1 2' 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 1 5141 6 1 7 18 *
t(s)
tiempos, el movimiento es uniforme (compárese esta
+ " - - m n ~ - s - v r

última ecuación con la ec. (4.6)). La pendiente de la


recta (compárese con la ec. (4.36)) es justamente la ve-
locidad con la que se mueve el cuerpo en este régi- Figura 4.9 c
men de tiempos.
MOVIMIENTO UNIFORMEMENTE ACELERADO 81
4.3. MOVIMIENTO UNIFORMEMENTE a) 2En cuánto tiempo adquiere la velocidad de 72
ACELERADO m/s?
b) i A qué distancia del punto de partida logra esta
velocidad?
Dedicaremos esta sección a estudiar con detalle un
movimiento de mucha importancia: el uniformemen- En vista de que el cuerpo experimenta una acelera-
te acelerado. Este movimiento es el que realiza una ción e inicialmente está en reposo, sentirá un cam-
partícula que experimenta durante todo el ii-mpo la bio de velocidad. Por tanto, se empieza a mover. Como
misma aceleración, es decir, una aceleración cunstan- se vio en el capítulo3, en este caso la magnitud de la
te. Sea a esta aceleración, entonces velocidad del cuerpo irá aumentando, ya que tanto
la velocidad como la aceleración tienen el mismo sen-
a(t) = a (4.371 tido. Llegará un momento en que el cuerpo tenga la
velocidad de 72 mis.
que puede ser positiva o negativa. Obtendremos lave- Tomemos el eje X a lo largo de la línea en que ocu-
locidadinstantáneaparaestemovimiento.Sustitu- rre el movimiento (fig. 4.10). Sea x. la posición del
yendo (4.37) en la ec. (4.22) nos da

v(t) = vo + \ : a dt’
y usando las ecs. (4.26) a (4.29)

v(t) = vo + a lofdt’
=v,+at’(;

= vo + a(t - O) cuerpo en el instante inicial t = O. En este instante la


velocidad es vo = O, ya que el cuerpo parte del repo-
v(t) = vu + a t (4.38) so. Por consiguiente,paraestecaso las ecs. (4.38) y
(4.39) quedan como
Para encontrar la trayectoria, sustituimos esta últi-
m a expresión en la ec. (4.21) v(t) = at (4.40)
V

x ( t ) = x. + S1 [vo + a t ’ l d t ’ ~ ( t=) x. + “ Ia r 2 (4.41)


2
y usandolas ecs. (4.26)a (4.29), sucesivamente en-
contramos velo-
adquiere
cuerpo
la el que
a) Sea
instante
en 7 el

+ !of +
cidad de 72 rnis. Como la ec. (4.40) es válida en todo
x(t) = x. vodt’ a t ‘ dt’ instante, será válida,
en
particular,
en
el
instante t =r

= x. + vo {:dt’ + a I Ot t ’ dt’ v(7) = ar

= x. + vot’I ‘+a Tt‘Z


O
1
I D e esta ecuación despejamos 7

Véase apéndice I c o n P = ~(71, a = a, u = 7

= x. + vo(t - O) + 1
” a ( t 2 - 02]
2
v( 7)
.__
7 = (4.42)
x(t) = x. + vot + 1
”at2
2
(4.39)
a
y sustituyendo valores obtenemos

La ec. (4.39) nos indica que, en un movimiento uni- 72 rnis - 72 m X s2


7 =
formementeacelerado,la distancia que,recorre un

3.2 mis2 3.2 S X m


cuerpo va como el cuadrado del tiempo. Esta es una
característica del movimiento uniformemente acele-
= 22.5 S
rado.

Ejercicio 4.7. Un cuerpo se mueve a lo largo de una Aquí se usó la ec. (3.43)
línea recta horizontal, hacia la derecha, con una ace-
leración constante e igual a 3.2 m/s2. Si el cuerpo par- b] La posición del cuerpo en el instante res, según la
te (4.41),
82 Cap. 4. CINEMÁTICA DE UNA PART~CULA( 1 1 )

~ ( 7=
) x0 + 1
-a9
2
(4.43) x(7) = x" + 1
-a72
2

De esta ecuación se tiene que (véase fig. 4.11)


La distancia d recorrida por el cuerpoes (véase la figu-
ra 4.10) 1
1 = x(7) - x" = "2a ? (4.47)

siendo L la longitud del cañón.Las ecuaciones (4.46) y


(4.47) son dos ecuaciones con dos incógnitas:7 y a. Re-
Sustituyendo valores solveremos estas ecuacionesenformasimultánea.
Para ello despejamos a de la ec. (4.46)
1 m
d = "3.2 __ X (22.5 S)'
2 52
Véase apéndice I con P = v(7), a = 7, u = a

x S2
a = v( 7 )
__ (4.48)
d = 810m 7

y sustituimos esta expresión en la ec. (4.47)


Ejercicio 4.8. Una bala de fusil parte del reposo y
sale
del
cañóncon
una
velocidadde
800
mis. La longi- 1 = 1 v(7) 72 1
= - v(717
cañón
del
tud es
m1.5
de yaceleración
la producida 2 7
por los gases de la pólvora sobre la balaes constante.
D e aquí despejamos 7

a] )Cuánto tiempo tarda el proyectil en recorrer el ca-


rión? 1
bj ¿Qué valor tiene la aceleracihn? Véase apéndice I con P = L, a = -
2 ~ ( 7y )U = 7
I-

Sustituyendo valores, nos da

2 x 1 . 5 m - 2 X i.5 m X S
7 = -
800 mis m 800

Figura 4.1 1

800 mis - 800 m


a = 3.75 X 1 0 - 3 s - X 103
3.75 s x s
~ ~

= 213 X 1 0 3 4 ~ 2

= 2.13 X I O 5 m/s2

Y
+
"
I
x(t) = x 0 -at2 (4.45)
3

Sean ahora: 7 el instante en que la bala sale del ca-


ñón, x(7) la coordenada del extremo del cañón y ~ ( 7la)
velocidad con la que sale la bala. Se tiene entonces,
de la ec. (4.44)

v(7) = + 800
m/s = a7 (4.46)

y de la ec. (4.45)
MOVIMIENTOUNIFORMEMENTEACELERADO 83
Los frenos generan una aceleración opuesta a lave-
= 1.39 x 10-3 = 1.39 x 10-3h (4.54)
locidad. Por tanto, la velocidad del auto disminuirá h
(véase fig. 3.33). En vista de que la aceleración se apli-
ca todo el tiempo, la velocidad disminuye hasta llegar
Ahora bien, como 1 h = 3 600 S = 3.6 X 103s
al valor cero, en que el auto se detiene.
Escojamos el eje X a lo largo de la línea en que se
mueve el auto, con sentido positivoen el mismo senti- = 1.39 X 10-3 x 3.6 x 103s
do de la velocidad del auto (fig. 4.12). Sea t = O el ins- = 1.39 X 3.6 X 1 0 - 3 + 3 ~
=5s (4.55)

bl La distancia en que se detiene el auto es x(r)dada


por la ec. (4.53). Sustituyendo los valores de I vol, l a I
y T (véanse ecs. (4.49) y (4.54))
1
X(T) km x 1.39 x 10-3h -
= 60 - 1 X 43200 -
km
h h2
x (1.39 x 1O-3 h)2

tante en que se empiezan a aplicar los frenos. Esco-


gemos el origen del sistema de coordenadas en el pun-
to en quese encuentra el auto en el instantet = O. La
aceleracióntienesentidohacialaizquierda,por lo = 8.34 ::IO-* k m - 41 733 X km
que en el sistema de coordenadas escogido es negati-
va. Se tiene entonces que = 8.34 X IO-*km - 4.17 x km

= 4.1 7 X km

Pero 1 km = I O 3 m , por lo que


Las ecs. (4.38) y (4.39) quedan en este caso como
x(r)=4.17 X lO-'X IO3m = 4.17 X 10m = 41.7m
v ( t ) = vo - l a It (4.501
Y E l auto se detiene en 5 S a una distancia de 41.7 m.
En la figura 4.13 se muestran las gráficas de x, v y a
como funciones de t para el auto. Estas gráficas co-
rresponden a las e a . (4.50) y (4.51).
Sea 7 el tiempo que tarda el cuerpo en detenerse;
además sean x(r) la coordenada del punto en que se
detiene y v(7)( = O) la velocidad con la quese detiene.
En el instante t = r las ecs. (4.50) y (4.51) son

a) De la ec.(4.52) despejamos r

(vol = / a l 7
y por tanto,
u l L ( 4 5 fl

que sustituyendo valores nos da

60 km/h -
- 60km X h2
7 =
43 200 km/h2 43 200 h X km Figura 4.13
84 Cap. 4. CINEMÁTICA DE UNA PART~CULA(11)

Como se ha visto en los ejercicios que hemos 1


suelto, el procedimiento que se ha seguido es:
re-
H = 7 la41tA (4.58)
De manera análoga
i) Escoger un sistema de coordenadas. 1
i o Determinar, en este sistema, los valores y signos H = - laBlti (4.59)
2
de x,,, vg y a para el problema que se esté resol-
viendo.
Dividiendo entre sí ambos lados de lasecs. (4.58) y
iii] Sustituir estos valores y signos en las ecuaciones
(4.59)
generales(4.38) y (4.39), para así obtener la3
ecuacionesparticularesparaelproblemaen
cuestión.
iv) Resolver las ecuaciones particulares así obteni- o sea,
das para las incógnitas del problema.
1 = - - laAl It21
Este procedimiento conviene seguirlo en gerleral. laBl Itit

Ejercicio 4.10. Dos cuerpos, e l A y el 5, parten del Despejamos (diti)


reposo del mismo punto y en el mismo instante. Am-
bos cuerpos ,se muevenconmovimientouniforme-
mente acelerado a lo largo de la misma línea recta y
en el mismo sentido. Los dos cuerpos recorren la mis-
ma distancia: el cuerpo A la recorre en el tiempota y
el cuerpo B, en el tiempo tB. i C ó m o están relaciona-
das las aceleraciones de los cuerpos?
Escogemos el sistema de coordenadas alo largo de
la,l
la línea en quese mueven los cuerpos (fig. 4.14); el ori-

Aquí se usó l a ec. (3.43).


Se pueden tener tres casos posibles.

1. tA > tB. En este casc


t3 > ti
Figura 4.14
y, por tanto,

gen O lo escogemos en el punto del que parten los


cuerpos y el sentido positivo, en el sentido en que se
mueven, hacia la derecha, digamos.Sea H la distancia D e l a ec. (4.60) se tiene entonces que
querecorren los cuerpos. Las aceleracionesde los
cuerpos, aa y ae, tienen sentidos hacia la derecha, o
sea, son positivas en este sistema de coordenadas. Se o sea,
tiene entonces que

= = o; = VgB = o
Si el tiempo en que el cuerpo A recorre la distancia H
V M

+ +
XM X@
aA = laAl; aE = last es mayor que el tiempo que tarda el cuerpo 5 en reco-
rrer la misma distancia H , entonces la aceleración de
La ec. (4.39) queda A es menor que la aceleración de B.
para el cuerpo A 2 . t A = tB. En este caso,

t i= t;
y, por tanto,
2
y para el cuerpo 6 -
LA -
-1
tb

De la ec. (4.60), se tiene entonces que

Ahora bien, al tiempo tA, X A ( t A ) = H.Sustituyendo es- la,!


tos valores en la ec. (4.56) nos da “=I
MOVIMIENTO UNIFORMEMENTE ACELERADO 85
o sea. De la misma forma
l a A l = las1
x(3 S) = 14.85 m
Si los dos cuerpos tardan lo mismo en recorrer la mis- x(4 S) = 26.4 m
ma distancia, entonces sus aceleraciones son iguales.
3. t~ < tn. Este caso es el inverso del caso 1.
Notamos que

Estas conclusionessonciertas s i amboscuerpos


parten del mismo punto y, además, del reposo.
x(2 S) = 6.6 m = 4 X 1.65 m = 4 x(l S)

donde se usó la ec. (4.62). De la misma manera


Ejercicio 4.11. Un cuerpo que parte del reposo se
mueve a lo largo de una linea recta horizontal con
x(3 S) = 9 x(1 S )
movimiento uniformemente acelerado, hacia la dere-
cha y con aceleración de 3.3 m/s2. Calcule las distan- Y
cias que recorrió el cuerpo en los instantes IS , 2 S , 3 S
y 4 s. x(4 S ) = 1 6 x(1 S)
Escojamos el sistema de coordenadas a lo largo de
la línea en quese mueve el cuerpo (fig.4.15). E l sentido Estos resultados nos dicen que
a
__t En un tiempo doble, el cuerpo recorrió una distan-
cia 4 = Z2 veces mayor.
O A B C D
* En un tiempo triple, el cuerpo recorrió una distan-
t = O t = I s ; = 2s; = 3 s t = i s x cia 9 = veces mayor.
Figura 4.15 En un tiempo cuádruple, el cuerpo recorrió una dis-
t a n c i a 1 6= 42veces mayor, etcétera.

positivo del eje X se escoge con el mismo sentido que Este ejercicio ilustra el hecho de que la distancia re-
eldelaaceleración y elorigen O, en el punto del corrida va como el cuadrado del tiempo. Esto es una
que parte el cuerpo. Se tiene que característica del movimiento uniformemente acele-
rado.
x. = o; vo = O; a = + la I = + 3.3 m/s2 Supóngase que una partícula se mueve con movi-
miento uniformemente acelerado a lo largo de una lí-
Sustituyendo estos valores en la ec. (4.391, nos da nea recta (fig.4.16). La distancia recorrida por la partí-
cula, en el tiempo t, es la longitud AB que es
(4.61)
d = ~ ( t-
) XO

La distancia recorrida en t = 1 S es y usando la ec. (4.39)

x(l S)
1
2
m
= - x 3.3 - x (1 SI2
S2
d = vot + I
"at2
2
(4.63)

1 m La ec. (4.38) para la velocidad es


- "3.3Xl T X S 2
2 S
m = 1.65 (4.621 v(t) = vo + at (4.38)

Aquí se usó
m S2
-xs2=mx - = m x l = m
2 S2

La distancia recorrida en t = 2 S es
"O
1 m Figura 4.16
x(2 S) = - x 3.3 7 x (2 $2
2 S
A continuación eliminaremos el tiempo t entre estas
1 m dos ecuaciones. Para ello despejaremos t de (4.38) y el
= "x 3.3 x 4 "Tx S2
2 S resultado lo sustituimos en la ec. (4.63). Para facilidad
= 6.6 m escribiremos v(t) = v. De (4.38) se tiene
86 Cap. 4. CINEMÁTICA DE UNA PART~CULA( 1 1 )

at = v - v" a =
1
- (v2 - vi)
y de aquí 2d
t=
v - V"
a (4.64) y sustituyendo
valores

Sustituyendo este resultado en la ec. (4.63) nos da a = 2 x 2km [o -( 3.50

d =v.( y)+ - ) 1 (8 v - vav g -


" - X 1 2 2 500
4 km
km2
-
h2

- 122 500 k m 2 1
'
h
Z
"

4 km
= -
-
- V"V - va
a
+ "(VZ
2a
1
- 2VV" + vi) 30 625 k m / h 2

Aquí se usó, enelsegundosumando,eldesarrollodel 4.4. CAíDA LIBRE


cuadrado de un binomio. Combinando los dos últimos
sumandos
movimiento
obtenemos
ejemplo
de
Unque
acelerado la de
es el

+ v2 - 2 ~ +
1 caída de un cuerpo en la vecindad de la superficie
d = -( 2 ~ -
0 ~
2 4 0va)~ terrestre. Si soltamos un cuerpo sabemos por nuestra
2a
experiencia que cae hacia abajo (fig. 4.18), a lo largo
1 vertical.
recta,
la
línea
unade Se puede
afirmar
inme-
d = - [ v * - v);
2a (4.65) diatamente lo siguiente:
a) E l movimiento de caída es en una dimensión y
ÉStaes unarelaciónentre d, v, vo y a paraelmovi- bl E l movimiento de caídaes acelerado,
miento uniformemente acelerado que no involucra el
tiempo

Ejercicio 4.12. Un avión tiene, en el momento de


aterrizar, una velocidad de 350 km/h. Después de un
recorrido de2 k m se detiene. iQué aceleración experi-
mentó el avión?
Sea la línea en la quese mueve el avión la mostrada
en la figura 4.17. Para que el avión disminuyas u velo-
cidad inicial, la aceleraclon debe tener sentido opues-
t o a la velocidad. Por tanto, en el sistema de coorde-
nadas de la figura 4.17 la velocidad iniciales positiva,
Figura 4.18

I
4 En efecto, respecto de este último punto podemos
t+ +v = o decir que el soltar el cuerpo, su velocidad inicial es

o Xd
4 +x cero (fig. 4.18a). Un instante posterior [fig.
cuerpotieneunavelocidadhaciaabajo,
4.186) el
es decir,
d
hubo un cambio de velocidad: del valor cero a uno
Figura 4.17 distinto de cero. Por tanto, sobre el cuerpo se ejerció
una aceleración. Por el momento no nos interesará el
origen de esta aceleración. Solamente nos adelantare-
mos y diremos que es causada por la Tierra. M á s ade-
mientras que la aceleraciones negativa. Supongamos lante estudiaremos este asunto con mayor detalle.
que la coordenada del punto en que se detiene el avión De la figura 4.18 nos damos cuenta de que el cam-
sea x. En este punto s u velocidad es cero. Por consi- bio de velocidad ocurrido en la caída tiene sentido ha-
guiente, se tiene que ciaabajo(fig. 4.19).Por consiguiente (véase la fig.
3.27), la aceleración tiene la misma direccióny el mis-
v, = + l v g / = 350 k m / h ; v = O; d = x - x" = 2 k m mo sentido que el cambio de velocidad, es decir, la
aceleración tiene dirección vertical y sentido hacia
De Id ec. (4.65) despejamos la aceleración a abajo. La llamaremos aceleración de la gravedad.
87
.V = o Tabla 4.1

Instante y(cm) vlt2[m/s*l


2 2.40 5.40

*
3 5.O4 5.04
4 8.64 4.86
5 13.44 4.84
Figura 4.19 6 19.20 4.80
4.83 7 25.28
4.81 8 34.20
Lo Único que nos falta determinar es la magnitud 4.80 9 43.20
de la aceleración de la gravedad.Para ello es necesa- 4.85 10 53.88
riorecurriraunexperimento. En lafigura4.20 se 11 65.40 4.86
4.86 12 77.64
muestra una fotografía del movimiento de una pelota
4.86 13 91.30
que cae a partir del reposo. La fotografía es de exposi- 14 106.20 4.87
c i ó n m ú l t i p l e y el intervalo entre cada exposición es
de (1/30) s. E s decir, el intervalo entre dos posiciones
sucesivas de la pelota en la fotografíaes de (1/30)s. A l Antes de cualquier cosa debemossaber q u é t i p o d e
lado aparece una escala en centímetros. En la tabla movimiento realizó la pelota al caer: ifue uniforme-
4.1, en la segunda columna, se presentan las posicio- mente acelerado o n o ? Si n o lo fue, entonces, i q u é
nes de la parte central de la pelota en instantes sucesi- otro tipo de movimiento realizó? Tratemos en primer
vos. Estos valores se pueden leer de la escala de la fo- lugar de ver si el movimiento fue uniformementeace-
tografía. lerado. Para ello recordamos que en este tipo de mo-
vimiento la distancia recorrida va como el cuadrado
del tiempo (véase el ejercicio 4.11). Escojamos u n sis-
Instar tema de coordenadas a lo largo de la línea en que cae
1 la pelota, es decir, la vertical (fig. 4.21). Tomamos el
3 origen en el punto en que se suelta la bolay el sentido
4
5 positivo, hacia abajo. Llamamos a este sistema de coor-
6 denadas el eje Y.
7

8
Siguiendo la costumbre denotaremos ahora al siste-
ma de coordenadas vertical con la letray. D o n d e has-
9 ta ahora teníamos x, ahora escribiremos y.
10

11

12
t = 0
0 "--
F-
13

14
Y Figura 4.21

Los valores de y dados en la tabla4.1 están referidos


al sistema de coordenadas que acabamos de escoger.

La velocidad inicial (t = O) es cero, ya que la pelota


se soltó, o sea, vo = O. Además,enestesistemade
coordenadas la aceleración es positiva, ya que tiene
sentido hacia abajo

a = + la1
Asimismo,
Figura 4.20 Yo = 0
88 Cap. 4. CINEMATICA DE UNA PARTICULA (11)

Sustituyendo estos valores en la ec. (4.39) para el mo- Esto significa que la distancia recorrida en la caída es
vimiento uniformemente acelerado nos da proporcional al cuadrado del tiempo transcurrido. Es
decir, el movimientc de caída es uniformemente ace-
lerado. Delaec. (4.67) obtenemosentoncesquela
magnitud de la aceleración es

Dividiendo ambos lados de esta ecuación entre t2, ob- a = 2x = 2 X 4.90 m/s2
tenemos t2
= 9.80 mis2
(4.67)
Denotaremos esta aceleración con la letra g

Por tanto, s i en la caída libre la aceleración es cons-


tante, entonces la combinación [y(t)/t2) en cadains- =
g(4.68)
mis2
9.80

tante debe ser igual al mismo número [ =


1
la I ] . Si Otra pregunta que nos podemos hacer es: i l a acele-
ración de la gravedades la misma para cuerpos distin-
esto ocurre en efecto, de este númerose puede enton- tos? E l valor (4.68) se obtuvo para la pelota de la figu-
ces encontrar la aceleración a. ra 4.20. Para responderla, haremos otro experimento.
Se procederá, por tanto, a calcular la combinación Se soltarán dos objetos distintos desde la misma altu-
[y(t)/t2] en cada uno de los instantes mostrados en la ra sobre el suelo y se verá s i caen la misma distancia
tabla 4.1. Por ejemplo, para el instante 4 el tiempo en e l mismo tiempo o no. En la figura 4.22 se muestra
una fotografía de la caída de dos cuerpos distintos a
x 30 S =
1
transcurrido desde el inicio de la caída es 4

0.1333 S = 1.33 X I O " S mientras que de la tabla ve-


mos que la posición correspondiente es

y = 8.64 cm

Por tanto,

v= 8.64
cm cm -
- 8.64
t2 (1.33 X 10" S ) ~ 1.778 X s2

= 4.86 X 102cm/s2= 4.86 mis2

De la misma manera se calculan los valorescorres-


pondientes a los otros instantes. Estos resultados se
muestran en la tercera columna de la tabla 4.1. Nos
damos cuenta de que estos valores son casi iguales.El
promedio de estos valores es 4.87 m/s2.

Los resultados de mediciones experimentales siem-


pre contienen erroresdebidosadiversascausas. En
nuestro caso éstas pueden ser: los instantes en que se
enciendelaluzparatomarlafotografíanoestán
exactamente separados en (1/30)s, las marcas de la re-
gla tienen ligeras variaciones, por lo que los valores
de y no son precisos, etcétera.

De experimentos más predisos se encuentra que:

Los valores (y/t2) son cada vez más iguales entre sí


al aumentar la precisión del experimento. E l valor
promedio de(y/t2) es 4.90 mis2.

En conclusión, se puede decir que dentro de los erro-


res experimentales, (y/t2) es efectivamente constante. F Ira 4.22
C A ~ D ALIBRE 89

partir del reposo desde la misma altura. La fotografía v(t) = / g /t (4.70)


es nuevamente de exposición múltiple. De la fotogra-
f i a se concluye que los dos cuerpos distintos caen, a a ) Sea r el instante en que la partícula llega al suelo
partir del reposo, en el mismo tiempo. O sea, recorren (punto A de la figura 4.24).
distanciasigualesentiemposiguales.Delejercicio, Por tanto,
4.10, apartado 2, concluimosentoncesque los dos
cuerpos experimentan la misma aceleración. E s decir, y(r) = + 10 m
Las ecs. (4.69) y (4.70) son válidas en cada instante, en
M I SMA Particular en el instantet = T . La ec. (4.69) queda para
t = r como
y su magnitud está dada por la ec. (4.68). 1
E l tipo de movimiento de caída que hemos conside- Y(7) = -
2 lg172
rado es aquelenelqueelaire NO tieneninguna
influencia. A estemovimientolellamaremos caída o sea,
libre. Si el aire tiene influencia en la caída, entonces 1
1 0 m = -1g172
2
el valor de la aceleración que experimenta el cuerpo
ya no es g; además puede ocurrir que el movimien-
t o ya no sea uniformemente acelerado. Despejamos 72

Ejercicio 4.13. Se suelta un cuerpo desde una altura


de 10 m sobre el suelo (fig. 4.23). 1
Véase apéndice I con P = 1 0 m, a = - lgl, u = 72
2
a) 2En cuánto tiempo llega el cuerpo al suelo?
b) icon qué velocidad llega el cuerpo al suelo?

72
10 m
-
/2
' lgl

-
- 2 X 10m
Igl
-
- 20 m
9.8 m/s2
m X s2
= 2.04 = 2.04 s2
m
Figura 4.23

Aquí usamos el valor de g dado por la ec. (4.68) y la


Como en el instante inicial el cuerpo se suelta, tiene ec. (3.43). Sacando raíz cuadrada se obtiene
velocidad nula. Pero como la aceleración de la grave-
dad que actúa sobreéI tiene sentido hacia abajo, hay r= d m =
1.43 S
un cambio de velocidad hacia abajo (véase fig. 3.28).
Por consiguiente,elcuerpoadquiereunavelocidad Éste es eltiempoenque cae lapartículadesdela
consentidohaciaabajo.Entonces,eninstantes suce- alturade l o m.
sivos tanto la aceleración como la velocidad tienen el
mismo sentido: hacia abajo. Esto tiene como conse-
vg = o

"'1.
cuencia que la velocidad va aumentandosuen magni-
tud al transcurrir el tiempo. Escogemos un sistema de
coordenadas vertical, con origen en el punto en que
se sueltaelcuerpo y sentidopositivohaciaabajo(fig. ~ O'', =
4.24). Se tiene entonces que

yo=O ; v,=O ; a = + Igl

Sustituyendo estos valores en las ecs. (4.39) y (4.38) se


tiene, para nuestro caso (en lugar de x se usa y), I
(4.69) Y i Figura 4.24
90 Cap. 4 . CINEMÁTICA DE UNA PARTíCULA (11)

b] Para el instante r, la ec. (4.70) nos da la velocidad


que tiene el cuerpo al caer al suelo.

v(7) = lgi7 +g

y sustituyendo -1
m bl
47) = 9.8 - X 1.43 S
S2

m
= 9.8 X 1 43 -- X S
S2
= 1 4 m/s

¡Esta velocidad es igual a 50.4 kmjh!

En un instante posterior, dado que el cambio de ve- la


locidad es hacia abajo, la partícula cambia su veloci-
dad del valor cero a uno distinto a cero con sentido
hacia abajo (fig. 4.25d).Es decir, la partícula se mueve
hacia abajo. Por tanto, la máxima altura la alcanza
cuando su velocidad se anula.

Recuérdese que la partícula se mueve en el sentido


(y dirección) de su velocidad.

Posteriormente. tanto la velocidad como la acelera-


cióntienenelmismosentido. En consecuencia,la
Ejercicio 4.14. Se lanzauncuerpoverticalmente
magnitud de la velocidad va en aumento.
hacia arriba con velocidad de 7 mis.
Consideremosprimeroelmovimientodesubida.
Escogemos un sistema de coordenadas vertical, con
a) iCuánto tarda el cuerpo en llegar a la máxima al-
sentido hacia abajo y el origen, en el punto de salida
tura?
(fig, 4.26). En este sistema se tiene que
b] i C u á l es la máxima altura a la que llega?
c) ;Cuánto tiempo tarda en regresar al punto desa-
lida?
yu = O; v,, = - I v u / = -7m/s; a = + Igl
d] i c o n q u é v e l o c i d a d regresa el cuerpo al punto
de salida?

Analicemos primero el movimiento. En el instante


inicial, la partícula tiene velocidad hacia arriba, mien-
tras que la aceleración tiene sentido hacia abajo (fig.
4.25a). Por consiguiente, el efecto de la aceleraciónes
disminuir la magnitud de la velocidad. AI transcurrir
el tiempo, la magnitud de la velocidad sigue disminu-
yendo (fig. 4.25b) hasta anularse. Cuando esto último
ocurre, la partícula se detiene (fig. 4.25~).Sin embar-
go, en este instante la partícula sigue experimentando
la aceleración de la gravedad.

I
f

I
Y
Recuérdesequelaaceleracióndelagravedad se
eierce
sobre los cuerpos TODOtiempo.
el Figura 4.26
CA¡DA LIBRE 91
Con estos valores las ecs. (4.39) y (4.38) quedan como Sustituyendo valores nos da

IH I
+ = (7 mis)2 = 49 m2/s2
1

I
Y(t) = - lvolt -lglt2
2 (4.71) 2 X 9.8 mis2 2 X 9.8 mis2

v(t) = - Ivol + Iglt (4.72)


-
- 49
2 X 9.8
m2 X s2
s2 X m

a) Sea Te1 tiempo que tarda la partícula en llegar a la = 2.5 m


máxima altura. Comose vio, la máxima altura se logra
cuando la velocidad de la partícula se anula, o sea,
Aquí se volvió a usar la ec. (3.43). Concluimos que la
v(T) = o partícula llega a 2.5 m encima del lugar del que fue
lanzada y tarda 0.71 S en llegar.
que usando la ec. (4.72), Consideremos ahora el movimiento de bajada. To-
memos como instante inicial para la bajada el instan-
v(T) = o = - lvul + IgIT te en que la partícula está en su altura máxima (fig.
4.27). en el sistema de coordenadas escogido se tiene
ahora
Despejando la incógnita 7
yU = - / H I = - 2.5m; vu = O; a = + (g/
/ v o l = Igl7

T= ~
I vuI (4.73)
lgl
Sustituyendo valores

T = 7 mis - "
7 m x s 2
9.80 mis2 9.8
m X S

= 0.71 S (4.74)

Aquí se usó la ec. (3.43).


Y Figura 4.27
b] Sea H la alturasobre el suelo a la que llega la partí-
cula. En el sistema de coordenadas escogido (véase
fig. 4.26) se tiene entonces que Sustituyendo estos valores en las ecs. (4.39) y (4.38),
obtenemos las ecuaciones que describen la bajada
Y(7) = - IHI
y(t) = - I H I + 1
- lg/t2
2
(4.76)
y usando la ec. (4.71)
v(t) = Iglt (4.77)
1
Y(T) = - / H I = - / v o 1 7 + - Igl72
2 E l tiempo t que aparece en las ecs. (4.76) y (4.77) es
contado a partir del instante en que la partícula se en-
Sustituyendo (4.73)
cuentraen su máximaaltura. NO confundir con el
tiempo t que aparece en lasecs. (4.71) y (4.72), que
corre a partir del instante del lanzamiento.

c) Sea T el tiempo que tarda la partícula en ir de su


máxima altura (punto A de la figura4.27) al punto ini-
cial (punto O). Es decir, en el instante r la partícula
está en el origen O.

Y(?) = 0
por lo que Por tanto, de l a ec. (4.76)
I/jl M (4.75) y(7) = o = - /HI + -
1
1g172
2 Igl 2
92 Cap. 4 . CINEMÁTICA DE UNA PART~CULA ( 1 1 )

D e aquí despejaremos 7

1
= Jq= 7 mis
I H ! = - Ig/72
2 La magnitud de la velocidad al regreso es igual a la

i.”Il
magnitud de la velocidad de salida. Sin embargo, es-
tas velocidades no son iguales. A la salida, la veloci-
V é a s e a p é n d i c e I c o n P =I H i , a =- - / g ! , u = 7 2 dad tiene sentido hacia arribay a la llegada tienesen-
tido hacia abajo (fig. 4.28).

T o
I

JF-
y sacando raíz cuadrada

T = (4.78)

Sustituyendo los valoresde I HI = 2.5 mobtenido


arriba y e l d e / g / Figura 4.28

2 X 2.5 m X s2
9.8 m
PROBLEMAS
= JmT=
0.71 S
4.1. Un cuerpo se mueve a lo largo de una línea recta
con movimiento uniforme. Si su velocidad es de 53
Aquí se usó la ec. (3.43). Comparando con la ec. (4.74)
km/h, iqué distancia recorre en 1 h, 2 h, 3 h?, jqué re-
vemos que
lación existe entre los valores que obtuvo?
4.2. Calcule el tiempo que tarda un rayo de luz en Ile-
T= 7
gar del Sol a la Tierra. La distancia es de 150 millones
de kilómetros. Tome como valor de la velocidad de la
es decir, el tiempo de subida es el mismo que el de ba-
luz 300 O00 kmis.
jada.
4.3. Un año luz es la distancia que recorre un rayo de
d ) Ahora calcularemos la velocidad de la partícula luz en un año. Exprese esta distancia en km.
en el momento en que regresa el puntoO; esto es, ~ ( 7 ) .
4.4. Un observador determina que transcurrió un in-
D e l a ec. (4.77) se tiene que
tervalo de 4.5 s entre un relámpagoy el trueno corres-
pondiente. Si la l u z y el sonido se mueven con veloci-
v(r) = l g i r dadesuniformes,jaquédistanciadelobservador
cayóelrayo?Tomelavelocidaddelaluziguala
Sustituyendo la expresión (4.78) para 7 nos da
300 O00 kmls y la del sonido igual a 335 mls.
4.5. Dos carros (véase fig. 4.29), en movimiento uni-
forme, el rojo y el negro, entran en una autopista a las
8 a.m. E l carro rojo entra en el puntoA con una veloci-
dad de 80 km/h. E l carro negro entra en el punto B,
que está al este de A, a una distancia de40 k m . Si am-
bos carros se encuentran en el punto C que está a 300
=J r n (4.79) km al este de A,

Aquí se usó la ec. (1.27). Sustituyendo el valor de I H I


= 2.5 m nos d a 300 km

m
v(7) = 4 2 X 9.8 7X 2.5 m
S
-
A
40 km

6 C
m
2 X 2.5 X 9.8 7 X m Figura 4.29
S
PROBLEMAS 93
a) >Cuál es la velocidad del carro negro? 4.20. Un tren parte de la estación A con una acelera-
b) i A qué hora se encuentran? ción constante de 3.6 mis2.Después de haber viajado
c) D i b u j e en una sola gráfica las gráficas x-t para cierto tiempo, frena, con magnitud de la aceleración
los dos carros. constante e igual a 0.22 mis2, deteniéndose en la esta-
ción B. Si la distancia entre las dos estaciones
es de 10
4.6. Resuelva el problema 4.5 para el caso general en km, encuentre el tiempo que tardó el tren en irAde a
que el carro rojo tiene velocidad vR y el carro negro, B.
vN(vR > vN). Suponga que la distancia entreA y B es d 4.21. Se suelta una piedra desde una altura de 130 m:
y que la distancia entre A y C es h.
4.7. Encuentre la trayectoriax(t) y la velocidad instan- a) >Cuánto tiempo tarda en llegar al suelo?
tánea v(t) de un cuerpo que experimenta la acelera- b) >Con qué velocidad llega al suelo? Exprese su re-
ción a(t) dada por sultado en km/h.
a) a(t) = R t
b ) a(t) = Rt +Lt4
4.22. Un cuerpocae de un edificio en 7.2 s. 2Qué altu-
ra tiene el edificio s i el cuerpo se soltó?
c) a(t) = a,(l - e--t/7)
4.23. Un cuerpo cae libremente.AI pasar por el punto
Aquí R, L, a, y r son cantidades constantes. En cada A tiene una velocidad de 14 misy al llegar al punto B
caso haga gráficas x - t, v - t y a - t para valores que us- tiene la velocidad de 33 mis.
ted asigne a las constantes. Describa los movimientos.
4.8. Compruebe los resultados que obtuvo en el pro- a) >Cuál es la distancia AB?
blema 4.7. b) >En cuánto tiempo recorre la distancia AB?
4.9. Verifique la congruencia dimensional de las ecs.
(4.30) y (4.31). (>Qué dimensiones deben tener S y N?) 4.24. Desde una altura de 25 m se suelta una pelota.
4.10. Verifique la congruencia dimensional delas ecs. Después de 1.2 S se lanza hacia abajo otra pelota.
(4.34) y (4.35). (2Qué dimensiones deben tener a, y r?).
4.11. Verifique la congruencia dimensional de los re- a) >Con qué velocidad se debe lanzar la segunda
sultados obtenidos en el problema 4.7. (>Qué dimen- pelota para que llegue al suelo al mismo tiempo
siones deben tener las cantidades constantes?) que la primera pelota?
4.12. Compruebe que la ec. (4.31) del ejercicio 4.4 es b) icon qué velocidades llegan al suelo las dos pe-
correcta. lotas?
4.13. Compruebelacongruenciadimensionaldela
ec. (4.65). 4.25. Desde el borde de un acantilado se lanza una
4.14. Resuelva el ejercicio 4.13 usando un sistema de piedra verticalmente hacia arriba con una velocidad
coordenadas vertical, con el origen en el punto en que de 40 mis. La altura del acantilado sobre las playa
se suelta el cuerpoy con sentido positivo hacia arriba. es de 117 m.
>Se modifican los resultados?
4.15. Resuelva elejercicio4.14conunsistemade a) iCuál es lamáximaalturaalaque llega l a
coordenadas vertical, con el origen en el punto de má- piedra?
xima altura y sentido hacia arriba. >Se modifican los b) 2Cuánto tiempo tarda en llegar a la máxima altu-
resultados? ra?
4.16. Un trense mueve con una velocidad de 80 km/h. c) 2Cuánto tarda en llegar a la playa?
En cierto momento frena y se detiene en 1 5 s. Si e l d) >Con qué velocidad llega a la playa?
movimiento es uniformemente acelerado, >qué acele- e) i A dónde se encuentra la piedra 6 S después de
ración experimentó? >en qué distanciase detuvo? haber sido lanzada?
4.17. En un tubo de televisión los electrones experi- f) Haga las gráficas x - t, v - t y a - t del movimiento
mentan una aceleración constante de valor 3 X 1OI2 de la piedra
m/s2 >Qué velocidad alcanzan los electrones después
de recorrer una distancia de 1 . 5 cm, si parten del re- 4.26. Se lanza un cuerpo hacia abajo con una veloci-
poso? dad de5.3 mis desde una altura de50 m sobreyl suelo.
4.18. Un automovilista circula por una calle a una ve-
locidad de 40 km/h. Cuando está 25 a m de un crucero a) 2Cuánto tiempo tarda en llegar al suelo?
se enciende la luz amarilla del semáforo. La luz per- b) >Con qué velocidad llega?
manece encendida durante 2 S y el ancho de la calle
que va a cruzares d e I O m . Si acelera con aceleración 4.27. Se lanza una piedra verticalmente hacia arriba
constante de 7 mis2, >logrará cruzar antes de que se con una velocidad de 12.5 mis.AI mismo tiempo, des-
encienda la luz roja? de una altura de23 m se lanza una pelota hacia abajo
4.19. Un avión tiene una aceleración de 3.5 m/s2. Para con la velocidad de 19.9 mis.
elevarsetienequealcanzarunavelocidadde350
km/h. Suponiendo que la aceleración es constante du- a) iCuándo y dónde se encontrarán la piedra y la
rante el despegue, >de qué longitud debeser la pista? pelota?
94 Cap. 4. CINEMATICA DE UNA PARTÍCULA ( 1 1 )

b) iQuévelocidadestienenenelinstantede en- a) iCuá1 es el valor dela aceleración con quees fre-


cuentro? nado el cuerpo?
c] En la misma gráfica dibujelas curvas x - t de am- b) iEn cuánto tiempo se detuvo el cuerpo?
bos cuerpos.
4.30. icon qué velocidad hay que lanzar una pelota
4.28. Desde el reposo se lanza un cohete verticalmen- hacia arriba para que llegue a una altura de 35 m ?
te hacia arriba con aceleración neta constante e igual iCuánto tiempo tarda en llegar?
a 16.3 mis2. Después de45 S se apaga el motor. Supon- 4.31. Un paracaidista cae desde el reposo desde una
ga que la atmósfera no tiene ningún efecto. altura de 180 m. Después de3 S se abre el paracaídas,
que hace que el hombresea frenado con una acelera-
a) iQué velocidad tiene el cohete cuandose apaga ción constante de 2.8 m/s2.
el motor?
b) i A qué altura está el cohete cuando se apaga el a) i A qué altura se abrió el paracaídas?
motor? b) >Qué velocidad tenía cuando se abrió el para-
c) iHasta qué altura máxima llega el cohete? caídas?
d) iCuánto tiempo tarda en llegar asu máxima altu- cj iCuánto tiempo tarda en llegar al suelo?
r a? dl icon qué velocidad llega al suelo?
e) iCuánto tarda el cohete en regresar a la Tierra?
f] i c o n q u é v e l o c i d a d regresa a la Tierra? 4.32 Se lanza un cuerpo verticalmente hacia arriba
g] D i b u j e las gráficas x - t, v - t y a - t del cohete. Dis- con cierta velocidad. Demuestre en general que
cuta el movimiento.
a) E l tiempo de subida hasta la altura máxima es
4.29. Un cuerpo cae, a partir del reposo, desde unaal- igual al que tarda en llegar del punto de altura
tura de 31 m sobre una superficie que no es rígida, máxima al punto inicial.
causando en ella una depresión de 32.5 cm. Suponga b) La magnitud de la velocidad con que regresa e l
que desde el momento de contacto el cuerpo es frena- cuerpo al punto iniciales la misma que la magni-
do con aceleración constante. t u d d e l a v e l o c i d a d c o n q u ese lanzó el cuerpo.
5
5.1. PRINCIPIO DE SUPERPOSICI~N
DE EFECTOS
Cinerndltica de
una pat-ticula.
Dos dimensiones

Siguiendo el planteamiento propuesto al inicio del


capítulo 3, una vez que ya aprendimos la forma de
describir el movimiento de una partícula en una di-
mensión,estudiaremosahoraunmovimientomás
complicado: el movimiento de una partícula en dos
dimensiones, es decir,enunplano.Como se men- Figura 5.1
cionó allá, la idea es poder usar, en la descripción del
movimiento en dos dimensiones, lo aprendido para el
caso de una dimensión. Esto significa poder contestar
la siguiente pregunta: jse puede considerar el movi-
mientoendosdimensionescomoalgunacombina-.
ción de movimientos en una dimensión?
Si la respuesta es negativa, entonces hay que inves-
tigar cómo describir directamente un movimiento en
dos dimensiones.
S i la respuesta es positiva, entonces surge otra pre-
gunta: >de qué tipoes la combinación?
La respuesta sólo nos la dará la Naturaleza. Para
e l l o se puede hacer el experimento quese muestra en
la figura 5.1. Aquí se tienen dos cuerpos a la misma al-
tura sobre el suelo. Uno de ellos, el A, simplemente se
suelta. E l otro cuerpo, el B, se lanza con una veloci-
dad inicial horizontal. A ninguno de los dos cuerpos
se le imparte una velocidad vertical.La única diferen-
cia entre los dos cuerpos es que el cuerpo B tiene una
velocidad horizontal. Naturalmente que ambos cuer-
pos experimentan la aceleración de la gravedad, que
tiene dirección verticaly sentido hacia abajo.
En la figura 5.2 se muestra una fotografía múltiple
de los movimientos de los cuerpos A y B. E l intervalo
entre dos posiciones sucesivas de los cuerpos es de
(1/30)s. E l cuerpo A simplemente cae a lo largo de la
vertical, mientras que el cuerpo B sigue la trayectoria
mostrada.
De la fotografía nos damos cuenta de que la posi-
ción vertical de ambos cuerpos es la misma en cada Figura 5.2

95
96 Cap. 5 DOS DIMENSIONES

instante. Es decir, la altura del cuerpo B, al que S í se


le dio una velocidad horizontal, es la misma que la del
cuerpoA,alque NO se le dio una velocidad hori-
zontal. Se puede decir entonces que, la velocidad hori-
zontal dada al cuerpo B NO AFECTO la posiciónvertí-
Figura 5.3 a
cal que fue adquiriendo.
Este experimento ilustra una situación más general,
que queda expresada de la manera siguiente:

PRINCIPIO DE SUPERPOSICIÓN DE EFECTOS: Dos


efectos perpendiculares sonindependientes entre sí.

E s importante tener en mente que el Principio de


Superposición de Efectos es un resultado experimen-
tal.

La conclusión a la que llegamos es que el movi-


miento del cuerpoB lo podemos descomponer en dos
partes:

1 . Movimiento horizontal. Éste corresponde al de


un cuerpo con velocidad horizontal inicial dada. En
vista de que horizontalmente no hay ninguna acelera- Figura 5.3 b
ción, entonces el movimiento horizontal es uniforme
(ver capítulo4, sección 4.1);
2 . Movimiento vertical. Este es el de caída libre, es-
tudiado en el capítulo 4, sección 4.4.
Velocidad
M á s adelanteobtendremoscontododetalle las
consecuencias para este caso particular. Antes, dedi- Por otro lado, el cuerpo tiene, en general, dos velo-
caremos la próxima sección obtener algunos resulta- cidades: una horizontal, que denotaremos como v, y
dos generalesparaelmovimientoendosdimen- una velocidad vertical, vy (fig. 5.4a). Estas dos veloci-
siones. dades son perpendiculares, por lo que de acuerdo con
el Principio de Superposición, son independientes una
5.2. P O S I C I ~ NVELOCIDAD
, Y ACELERACI~N de la otra. En consecuencia, la velocidad resultante
que experimenta el cuerpo es la suma vectorial de v,
DE UN CUERPO y v,,(fig. 5.4b).
Posición
vy
v = v,+ (5.2)
Consideremos ahora el movimiento general de un
cuerpo en dos dimensiones, es decir, el movimiento E l vector v, tiene las siguientes características: direc-
de un cuerpo en un plano. Este cuerpo recorre cierta ción, a lo largo del eje X; sentido, el mostrado en la fi-
trayectoria, por ejemplo, la que se muestra en la figu- gura 5.4b; magnitud Iv, 1 dada por
ra 5.3a. Supongamos que en un instante cualquiera el
cuerpo se encuentra en el puntoQ . Escogemos u n sis- dx
lvxl = - (5.3j
tema de coordenadas cartesianas X-Y. La posición de dt
Q la podemos representar por medio desus coordena-
das (x, y), Como se estudióenelcapítulo 2, esta
descripcion equivale a darla en términos del vector de
I
Aquí se usó el resultado (3.18) para una dimensión.

posición r (fig. 5.3b).


Por tanto, el vector v, se puede escribir como
r=d+y'j (5.11 dx c
v, = lV,Il
c
= -
dt
I (5.4)
siendo ?,'j dos vectores unitarios a lo largo de los ejes
X, Y, respectivamente (véase capítulo2).
Conoceremos la trayectoria de la partícula, si en Análogamente, el vectorvy se puede escribir como

'
cada instante podemos dar el valor de(x, y ) , o sea, del c dy f
vector r . vy = lVyIJ = __ (5.5)
dt
POSICION. VELOCIDAD Y ACELERACION DE UN CUERPO 97
2. Dirección dev. Para obtener la dirección dev usare-
mos la ec. (5.7) y la definición de derivada

Ar -
v = l i m ___ - lim
r(t + At) - r(t) (5.9)
At -0 At At - O At

Esta ecuaciónquieredecirlosiguiente.Tómeseel
I
vector de posición del cuerpo en el instante (t At) +
(este vector es r(t +
At)), réstesele el vector de posi-
ción en el instante t ( o sea, r(t)).l)ivídase el resultado
entre At. Una vez obtenido este cociente, repítase el
proceso anterior para otro valor de At mas pequeño. A
Figura 5.4 a continuac,ión, tómese otro valor de At todavía más
chico, y así sucesivamente. E ; valor límite del cocien-
te es el vectorv.
A continuación llevaremos a cabo esta operación
de derivada. E n la figura 5.5 se muestra la trayectoria

Q&
de un cuerpo, que se mueve con sentido de U a S.
Consideremos las posiciones del cuerpo en dos instan-
tes: al tiempo t y al tiempo t +
At. En la figura se
muestran los vectores de posición del cuerpo enestos
v, "
instantes: r(t) y r(t +
At). E l cambio en la posición Ar
es

Ar = r!t + At) - r(t)


* Este vector Ar es el vector que va del p u n t o Q al pun-
x t o P de l a figura 5.5. Nótese queeste vector Ar es la se-
cante entre las posiciones Q y P del cuerpo en los dos
instantes.
Figura 5.4 b

Sustituyendo las ecs. (5.4) y (5.5) en la ec. (5.2)nos da


7

- dx
"
I+"
dy 3
dt dt

- d
- -(xi
dt
f
+i yj)-
Figura 5.5
y usando la ec. (5.1) encontramos que

v=- d
r
dt
Ahora dividirnos Ar entre At. Recordando que At es
¿Cuáles son las características del vector de veloci- un escalar positivo, el vector (AriAt) es un vector que
dad v ? tiene ladirección
misma que sentido
mismo
y el Ar
(véase fig.5.6). Así, se ha obtenido (Ar/At) para el valor
1. Magnitud de v. La magnitud del vector v dado por At escogido.
(5.6) es
Véase la sección2.3 del capitulo 2
/VI = J-; (5.8)
98
Y
A

Figura 5.6

Figura 5.7
t á dirigidoa lo iargodelasecante QP,. Si conti-
nuamos con este proceso, es claro que al hacer At ca-
da vez más pequeño, los puntos P, PI,... que corres-
ponden al final de cada intervalo, se van a acercando
cada vez más al punto Q, y las secantes tienden a ser
la tangente dela trayectoria enel punto Q (fig. 5.8).
Por tanto, la dirección del vector v es la de la tan-
gente a la trayectoria en el punto de interés.
Las velocidades del cuerpo en distintos puntos de
su trayectoria se muestran en la figura5.9.
3. Sentido de v. Si el cuerpo se mueve del punto Q al
p u n t o P (fig. 5.5) el sentido de Ar es de Q a P; por con-
siguiente, el sentido de (ArIAt) también es de Q a P
porque At es positivo. En consecuencia, el sentido del
vector v es elmismoqueeldelmovimientodel Figura 5.8
cuerpo.

Aceleración

De la misma forma en que se encuentra la ec. (5.7)


para la velocidad, se puede encontrar ¡a aceleración.
En efecto, en general, el cuerpo experimentaal mismo
tiempo dos aceleraciones perpendiculares:a, y a,(fig.
5.10) Se tiene que

(5.10a)

(5.10bl
Figura 5.9
E 1 Principio d e Superposición nos dice que estas ace-

1.
leraciones son independientes, por lo que la acelera-
cihn total que experimenta el cuerpoes

a = ax + ay
U .
S
"

-
d
-_
-
(vxi + V,j),.
dt
O
1 --X
y usando l a ec (S 6)
d
a = T V (5.11) Figura 5.10

. ~.- ..," -
APLICACIONES 99
Por tanto, la aceleración es un vector que nos da el Según el Principio de Superposición, los movimien-
cambio instantáneo del vector velocidad. tos horizontal y vertical son independientes. Por tan-
Se debe enfatizar que s i el vector velocidad cam- to, podemos considerar cada uno de estos movimien-
bia, entonces existe una aceleración. Esto quiere decir tos por separado.
que s i cambia, por lo menos, una de las tres caracte- i)Movimiento horizontal. Dado que horizontalmente
rísticas (magnitud, dirección o sentido) del vector ve- no hay ninguna aceleración, la velocidad horizontal
locidad, el cuerpo experimenta una aceleración. no cambia. En consecuencia, el movimiento horizon-
tal es uniforme con velocidad siempre igual a la velo-
En el estudio del movimiento en una dimensión que cidad horizontal vh que se le impartió al cuerpo.
se hizo en los capítulos 3 y 4, de hecho se estuvo tra- En la sección 4.1, vimos que las ecuaciones genera-
bajando con cantidades vectoriales, como la veloci- les para el movimiento uniforme son
dad y la aceleración. La dirección de estos vectores
era fija, ya que estaba a lo largo de la línea en que adt) = O (5.12a)
ocurreelmovimiento. E l sentidode los vectores vdt) = VXO 2 b)
(5 .I
quedóincorporadoenelsignode las cantidades
correspondientes. Así, porejemplo,enelcasodel
x(t) = x 0 v&
. + (5.12c)

ejercicio 3.7 en que se obtuvo la velocidad v = + 4.21


Denotamos las cantidades asociadas con el movi-
m/s, de hecho se está hablando del vector qúe tiene
las siguientes características(véase fig. 3.19): miento horizontal por medio de un subíndice x.
-Magnitud: 4.21 m/s;
-Dirección: a lo largo de la línea en que ocurre el En el sistema de coordenadas escogido(véase fig. 5.11)
movimiento;
-Sentido: el mismo que tiene el sentido positivo
del eje X, o sea, hacia la derecha de la línea en
x0 = o; v,o = +
IVh I (5.13 )
que ocurre el movimiento. que sustituidas en las ecs. (5.12)nos dan

5.3. APLICACIONES

Eiercicio 5.1. Consideremos el caso del cuerpo que


se lanza con velocidad horizontal en la fotografía.de
la figura 5.2. Basándose en el Principio de Superposi-
ii) Movimiento vertical. Este movimiento es de caída
libre, o sea, uniformemente acelerado, con acelera-
ción encuentre:
ción g hacia abajo (fig. 5.11). De lo aprendido en la
seccion 4.3 sabemos quelas ecuaciones generales son
a) La trayectoria del cuerpo.
b) La velocidad (como vector) que tiene el cuerpo.
aAt) = ay (5.15a)
Para descripción
la tomemos
sistema
un
coorde-
de vJt) = vyo + a,t (5.1 5b)
nadas(ahora en
dos
dimensiones)
como se muestra
en y ( t ) = yo + vyot + (1/2)ayt2 (5.15~)
la figura 5.1 1: el ejeX, horizontal, con sentido positivo
igual al sentido de la velocidad inicial; el eje Y, verti- Denotamos las asociadas con el movi-
cal, con sentido positivo hacia abajo; el origen O en el m,ento verticalpor medio de un subindicey
p u n t o en que se encuentra inicialmente el cuerpo.
Inicialmente, en elsentidovertical, el cuerpono
tiene velocidad. En el sistema de coordenadas escogi-
0 vh x que d o se tiene
r
R ay = + lgl; vyo =O; yo = 0 (5.16)

que sustituidas enlas ecs. (5.15) nos dan

a,lt)= + lgl (5.17a)


v&t)= Iglt (5.17b)
y ( t ) = (1/2) I g I t 2 (5.17c)

a) Consideremos primero la posición del cuerpo. Ésta


está dada, en cada instante, por las coordenadas x(t)
Figura 5.1 1 (ec. ( 5 . 1 4 ~ )y) y([) (ec. (5.17 c)).En cada instante t pode-
100 cap. 5. DOS DIMENSIONES

mos calcular los valores x ( t ) , y ( t ) y marcar en la figura


5.11 el punto correspondiente. Si lo hacemos en un
númerograndedeinstantes,tendremoselconjunto
de puntos por los q u e pasa el cuerpo; uniendo estos
puntos por medio de una línea continua obtendremos
su trayectoria.
Desde el punto de vista matemático vemos que
ecs. ( 5 . 1 4 ~y) (5.1 7c) son las ecuaciones paramétricas
las
i
de la trayectoria, siendo el tiempo t el parámetro. Po- Y t Figura 5.12
demos eliminar el parámetrot entre esas dos ecuacio-
nes para obtener directamente la ecuación de la tra-
yectoria. Para este fin, despejamos t de la ec. (5.14~)
X
t=/Vh
(5.18)

r
En lugar de x(t), y ( t ) escribiremos x, y, respectiva-
mente.

que sustituida en la ec. (5.1 nos


7c)da

Figura 5.13

(5.19)
a) >A qué distancia del pie del edificio
cae la canica?
Debido a que las cantidades que están dentro del pa- b) )En cuánto tiempo líega al suelo?
réntesis son constantes, concluimos que la ec. (5.19) c) )Con qué velocidad llega al suelo?
es la ecuación de una parábola (fig. 5.1 2).
Tomaremos un sistema de coordenadas igual al del
ejercicio 5.1 (véase fig. 5.11). Por tanto, las ecs. (5.14),
Recuérdese que (5.17 ) y (5.19) son válidas.

y = 7x2
Si se escogiese otro sistema de coordenadas, enton-
ces las condiciones iniciales ya no estarían dadas por
las ecs. (5.13) Y (5.16). Por consiguiente,las ecs. (5.14)Y
(5.17) ya no describirían el movimiento del cuerpo.En
consecuencia, la ec. (5.19) ya no sería la ecuación de
, la trayectoria.
b) A continuación.estudiaremos la velocidad del cuer- Enfatizarnosquelatrayectoriaquesiguelapar-
po. La componente horizontal de la velocidad, dada tícula NO depende del sistema de coordenadas que
porlaec. (5.14b), tienesiempreelmismovalor, nosotros escogemos. Sin embargo, en distintos siste-
mientras que la componente vertical, dada por la ec. mas decoordenadasla misma trayectoriaqueda
(5.17b) cambia al transcurrir el tiempo. En la figura descrita por diferentes ecuaciones.
5.13 se muestran las componentes horizontal y verti-
cal de la velocidad en varios instantes, así como el a) t n nuestro caso / v h I = 4.7 mis. La ecuacion de la
vector de velocidad total v. Este ú l t i m o es la suma trayectoria, ec. (5.1 9) es entonces
vectorial de las velocidades horizontal y vertical. Nó-
tese que el vector de velocidad total v es siempre tan- lg!
X2
gente a la trayectoria de la partícula. y=2)vh;2
Finalmenteconsideremoslaaceleración. En cada
instante,launicaaceleración que experimentael
cuerpo es la de la gravedad, de dirección vertical.No
hay ninguna aceleración horizontal (fig.5.1 31.

Ejercicio 5.2. Se lanza una canica con una veloci-


dad horizontal de 4.7m/s desde un edificio de 17 m de
altura. y = (0.22/rn)x2 (5.20)
APLICACIONES 101

1 Aquí se usólaec. (3.43). I De la ec. (5.17~) tenemosqL;e


I I

ÉSta es la ecuación de la parábola que describe la ca-


nica al caer.
Sea P el punto en el que cae la canica al suelo (fig. DespejamosT
5.14).
I Véase apéndice I c o n P = 1 7 m, a = l g / / 2y u = T2 I
p=" 1 7 m - 2 X 17 m
lgl/2 9.8 m/sZ

- 2 x 1 7 m X s 2 = 3.47 S 2
m 9.8

Aquí usamos la ec.(3.43).

Sacando raíz cuadrada

T = d m = 1.86 S (5.21)

c) Los valores de las componentes de la velocidad en


cada instante están dados por las ecs. (5.1 4b)y (5.1 7b).
En particular para t = T, instante en que la canica Ile-
ga al suelo(véase ec. (5.21)) se tiene que (fig. 5.1 5).

Figura 5.14
VAT) = l v h l = 4.7 m/s (5.22a)
VJT) = Ig 1 T = (9.8 m/s2) X 1.86 S

Las coordenadas
de P son (R, 1 7 m), siendo R distan-
la = 9.8 X 1.86(m/s2) X S
punto
del
cia P
edificio.
del
pie
al En que
vista
de P es = 18.23
(5.22b)
mis
un punto de la trayectoria,sus coordenadas (x = R, y
= 17 m) satisfacen la ec.
(5.20)
X
17 m = (0.22/m)R2

D e esta ecuación despejamos R2

Véase apéndice I con P = 1 7 m, a = (0.22/m) y u =


R2

R2' 17 m
0.22/m

-
-~l7m x m
0.22

= 77.27 m 2

y sacando raíz cuadrada

R = d m = 8.79m Figura 5.15

E l alcance de la canica
es 8.79 m.
bl Sea T el tiempo que tarda la canica en llegar alpun- La magnitud de la velocidad totalv en el instante T es
to P. (véase ec. (2.55))
102 Cap. 5. DOS DIMENSIONES

Iv(T)I = Jv: (T) + vp-l


= J(4.7 + (18.23
= J22.09 m2/s2+ 332.33 m2/s2
P(75 m, 42 m )
= d354.42 m2/s2= 18.83 mis

E l vector velocidad v(T) forma un ánguloCY con el eje


X (véase fig. 5.15) t a l q u e

En el triángulo rectángulo PQS de la figura 5.15 la


tangente del ángulo(Y es (véase ec.(2.22)) Figura 5.17

tg (Y = SQ
PS

-
- 9.8 X5 625 m X m2
por tanto, 4 2 x 2 s2Xm
CY = arc t g 3.8787 = 75O 32 '34"
m2
656.25 -
E l sentido dev es el mostrado en la figura 5.1 5.
S2

E l vector v(T) de la figura5.15 es tangente a la pará-


bola en el punto P. Sacando raíz cuadrada

Ejercicio 5.3. Se lanza una piedra con velocidad ho-


rizontal desde la parte superior de un edificio de42 m
de altura (fig. 5.16). 2Qué valor de la velocidad hori- = 25.62 m/s
zontal debe tener la piedra para que caiga a una dis-
tancia de75 m del pie del edificio? Ejercicio 5.4. Supóngase que se lanza un proyectil
Tomemos un sistema de coordenadas igual al de la con velocidad de magnitud vo y formando un ángulo
figura 5.11. En consecuencia,podemosusarlaec. (Y con la horizontal. Basándose en el Principio de Su-
(5.19) para la trayectoria de la piedra. Sea+P el punto perposición, obtenga:
del suelo al que llega la piedra (fig. 5.17). Las coorde-
nadasde P (x = 75 m, y = 42 m)satisfacenlaec. a] La trayectoria del proyectil
(5.19) ya que Pes un punto de la trayectoria, e5 decir, b] Su alcance.
c) Su máxima altura.
(5.23)
a) Escogemos unsistemadecoordenadas(fig.5.18)
con el origen en el punto de lanzamiento; con elXeje
D e esta ecuación despejamos IVh1 horizontal y sentido positivo hacia dondese mueve el
(5.24) proyectil; con el eje Y vertical y sentido hacia arriba.

y sustituyendo valores
y?

Figura 5.16 t- 4 Figura 5.18


75 m
APLICACIONES 103
En vista de que los movimientos horizontal y verti- la velocidad vertical disminuye al transcurrir el tiem-
cal son independientes, los consideraremos por sepa- po, hastaque su magnitud es cero.Posteriormente,
rado. como la aceleración g sigue actuando sobre el cuer-
po, la velocidad vertical empieza a aumentar en el
i] Movimientohorizontal.Horizontalmentenohay sentido de g, o sea, hacia abajo. Es decir, el cuerpo Ile-
ninguna aceleración. Por tanto, se trata de un movi- ga a un punto (su altura máxima) en que se detiene
mientouniforme. Las ecuacionesgeneralespara el (verticalmente) y luego empieza el descenso.
movimiento uniforme (véase sección 4.1) son
En este punto de altura máxima, el cuerpo tiene
adt) = O (5.25a) una velocidad horizontal. Por tanto, sí se está movien-
vx(t) = ,v (5.256) do; se mueve horizontalmente.
x(t) = x0 + v,t (5.25~)
Ahora determinaremos ay, voy, yo en el sistema de
coordenadas que se escogió. De la figura 5.19 se ve
Ahora determinaremos ,v y x. en el sistema de coor-
que
denadas escogido.
La velocidad ,v con la que se mueve horizontal-
mente el cuerpo es la componente x de la velocidad
ay - lg/; voy = + Ivol sena; yo = O (5.29)
vo (fig. 5.19). Su magnitud es Por tanto, las ecs. (5.28) son
ay(d = - Igl (5.30~~)
v , =c o
/ vsoal (5.26)
vy(t) = ( v o l sen (Y - Iglt (5.30b)
) ( I voI sen a)t - (I /2) I g I t2
~ ( t= (5.30~)
Las ecs. ( 5 . 2 7 ~ )y ( 5 . 3 0 ~ )nos dan las coordenadas
(x,y) delproyectilencadainstante; éstas son las
ecuaciones paramétricas de la trayectoria. Eliminare-
mos el parámetro t’entre ellas. Para ello despejamos t
de la ec. (5.27) (escribiremos x(t) = x, y ( t ) = y)

*(
X
t= (5.31)
lvol cos a

y sustituimos en la ec. (5.30~)

Y = ( I v o l sena)
X
/ v o l cos a - IVOI
X
cos .)’
Figura 5.19

Finalmente obtenemos que

ax(t) = O (5.27a)
y = (tan a)x - Igl
2 /vol2 COS2cY
) X’ (5.32)

vdt) = Ivol cos a (5.27b)


x(t) = ( I vo I cos a)t (5.27~) Ésta es la ecuación de la trayectoria del proyectil.Las
cantidadesqueestándentro de los paréntesisson
constantes. Por tanto, la ec. (5.32) es la ecuación de
ii) Movimientovertical. Este movimiento es unifor-
una parábola (fig. 5.20).
mementeaceleradoconaceleración g haciaabajo
(fig. 5.19). Las ecuaciones generales de este movimien-
t o son (véase sección 4.3) Recordamos ques i X y p son constantes,

ay(t) = ay (5.28a)
y = Ax + 0x2
vy(t) = voy at+ (5.2813) es la ecuación de una parábola cuyo eje de simetría
~ ( 0= yo +
voyt + (1/2)ayt2 (5.28~) LL (fig. 5.20) es paralelo al ejeY.

La velocidad vertical inicial voy que tiene el cuerpo b) E l alcance del proyectil es la distancia R a l a que
es la componente y del vector vo. De la figura 5.19 ve- llega al mismo nivel horizontal (fig. 5.21). Sea Q el
mos que la velocidadvoyy la aceleración g tienen sen- punto al que llega el proyectil en el mismo nivel hori-
tidos opuestos. Por consiguiente (véase sección 3.5), zontal, entonces, en el sistema de coordenadas esco-
104
de al origen O y claramente NO es la que buscamos
La otra raíz es la solución de la ec. (5.35)

tan a = R (5.36)
2 I vo l 2 cos2a

D e aquí despejamos R

I Véase apéndice I con P = tan a, a = (lg1/2 / v o l 2


cos2a)y u = R I
L
Figura 5.20

Y
(5.37)

Aquí se usó lo siguiente. En primer lugar, dado que


tan Q' = sen alcos a
sen (Y
cos2a tan a = cosPcy -
cos (Y = cos (Y sen (Y (5.38)

01 Además, se usó el hecho de que

2 sen a cos a = sen 2 a (5.39)

Figura 5.21 R del proyectil.


La ec. (5.37) nos da el alcance
Como se ve, R depende cuadráticamente de la mag-
nitud ¡vol de la velocidad con quese lanza el proyec-
til; es decir, a mayor Ivo/, mayor será el alcance. In-
gido, las coordenadas de Q son (R, O). Pero como el
tuitivamente sabemos que esta última afirmación es
p u n t o Q está en la parábola, sus coordenafias satisfa-
correcta. Sin embargo, la ec. (5.37) nos dice más que
cen la ec.(5.32), o sea,

(
eso: s i aumentamos la magnitud de la velocidad de
O = (tan (Y) R - Ig'
2 I vg l2cos2a
) RZ (5.33)
lanzamiento /vol al doble, el alcance aumenta 22 =4
veces; si aumentamos /vol al triple, el alcance aumen-
t a 32 = 9 veces, etcétera.
Ésta es una ecuación para la incógnita R. En el lado De la ec. (5.37) vemos, además, que el alcance tam-
derecho sacamos R como factor común bién depende del ángulo de lanzamiento a. En gene-
ral, el artefacto que va a lanzar el proyectil tiene una
velocidad d e lanzamiento /vol fija. Se puede cambiar
el alcance cambiando el ángulo de tiro(Y. En la figura
5.22 se muestra una gráfica del alcance R como fun-
Esta ecuación se satisface s i ción de (Y,dada por la ec. (5.37). Vemos en primer lu-
gar que la curva tiene un máximo; es decir, para cierto
ángulo de disparo se logra el máximo alcance. Pode-
R = O, (5.34) mos encontrar el máximo de la función/?(a) tomando
su derivada con respecto a. a
o bien, si

tan a - (5.35) E l valor ,x para el que la función f(x) adquiere su


valor máximo(o mínimo) es la solución de

Como la ec.(5.33) es cuadrática en R, tiene dos raíces. (5.40)


Una de ellas está dada por (5.34). Esta raíz correspon-
APLICACIONES 105

-- I v 0 l 2 sen 2a1 =
- rl

rJ " ""_
I V ~ l Z

I d
, > *"t
Jgl

Aquí se usó la identidad trigonométrica


I
I sen (180O " A ) = sen A
r. -i

T 6
I
I Por tanto, losalcances
dos rl y r2iguales
son
5.23).
(fig.
I c) La máxima altura a la que llega el proyectil la en-
I contramos calculando el valor máximo de y, dado por
I la ec. (5.32)(véase ec.(5.40))
;(I ;, o
: 41 ,I,, :,I !;I <;!I%) dY
- = (tan a)- -
dx
Figura 5.22

= (tan a) - ) 2x = o

dR - I~oi* d Despejamos la incógnitax


sen 2 a
da Igl da
tan a = x
-
"
Iv0l2
2 cos 2 a = o I vo I cos2 a

apéndice I con P = tan a, a = ( I g I / I voI cos2a)


Aquí se usó la ec.(3.35).
yu = x
La solución de

cos 2cY = o
nos da el valor deam para el cual se logra el máximo. I vo I cos2cY
Esta solución es

2am = 90°, o sea, a, = 45O

I Recuérdese'que
cos 90° = O I
Se logra el máximo alcance con un ángulo de lanza-
miento igual a45O. Esto se muestra en la figura 5.22.
En lafigura5.22vemostambiénque se puede
lograr determinado alcance, digamos r, ya sea con el
ángulo al o también con el ángulo a2. Es decir, se
logrará el mismo alcance con dos ángulos distintos.
La relación entre estos ángulos es

a
2 = goo - a1 (5.41)

En efecto, sean r 1 y r2los alcances correspondientes a


los ángulos al y a2, respectivamente.Sustituyendo
(5.41) en la ec. (5.37) se tiene que el alcance r2para el
ángulo a2es

-
- .- / v o l 2 sen 2 (90° - al)
lgl
-
-~/vol2
sen (180° - 2a1)
Figura 5.23
106 Cap. 5. DOS DIMENSIONES

y usando las ecs. (5.38) y (5.39) Ejercicio 5.5. Un cañón lanza un proyectil con una
velocidad de 320 mis.

a) jQué alcance se logra si el cañón se dispara for-


mando un ángulo de
28O?
- - I vo! 2 sen a cos a = ___
- !vol2
sen 2a (5.42) b) >Cuál es el máximo alcance del cañón?
21gl 2lgl c) jA qué ángulo se deberá disparar el cañón para
que el proyectil llegue a una distancia 7
de300 m ?
ÉSta es l a abscisa para la cual ocurre el máximo. Com-
parando las ecs. (5.42) y (5.37) vemos que a ) Se tiene que

x = R/2 l v o l = 320m/s y a = 28O


Esto es, l a abscisa en la que ocurre la altura máxima Sustituyendo en la ec. (5.37) obtenemos que el alcan-
es la mitad del alcance (fig. 5.24). A esta abscisa le ce es
corresponde la ordenadaYmdx,, que se obtiene sustitu-
yendo (5.42) en la ecuación de [a trayectoria (5.32) R= (320 m’s)2 sen (2 X 28O)
(9.8 m/s2)
Ivo12
y,,áx = (tan a)- sen a cos a -
- 102 400 m2/sZ sen 560
lgl
9.8 mis2
102400 X 0.8290 m2/s2
-
-
9.8 mis2
m 2 X s2
= 8 662 = 8 662 m = 8.662 k m
m X s2

Aquí se usó la ec.(3.43)


I
b) E l máximo alcance se logra cuando se dispara el
Se usó tan a = sen aÍcos a proyectil formando un ángulo de45O (véase ejercicio
5.4, inciso b). Por tanto, se tiene que

Simplificando obtenemos ! v o l = 320mis y a = 45O

y sustituyendo estos valores en la ec.(5.37) nos da

(5.43)

-
- 102 400 m2/s2
sen
9.8 mis2

- 102400m2
- X S’ = 10 449 m
m
9.8 X s2

= 10.449 k m

Se usaron los siguientes resultados: sen 90’ 2 1 Y la


ec. (3.43).

c) S i R = 7 300 m, de la ec. (5.37)


se tiene que
(320 mis)2 sen 2 a
7 300 m =
9.8 mis2

-
- 102 400 mz/s2
sen 2a
9.8 mis2
Figura 5.24 = (IO 449 m) sen 2 a
107
Despejamos sen 2 a

sen 2 a = 300 m = 0.6986


1 0 449 m

Por tanto,

2 a = arc sec 0.6986 = 44O19'3"

Y
a = 22O9'31 "

Del ejercicio 5.4 sabemos que con el ángulo


Figura 5.25
@ = 900 - (Y = 90' - 22'9'31 "

= 67OS0'28"
del sistema en el punto en que se encuentra inicial-
se logra también el mismo alcance.Por tanto, se logra mente el electrón. Llamemos las a aceleraciones cons-
el alcance requerido disparando el proyectil con cual- tantes a, y ay.
quiera de los ángulos a o @ acabados de obtener. Según el Principio de Superposición podemos con-
siderar los movimientos perpendiculares independien-
Ejercicio 5.6. Se encuentra que si se lanza un pro- temente. Dado que cada una de las aceleraciones es
yectil formando un ángulo de38O tiene un alcance de constante, el movimiento a lo largo de cada uno de
14 km. >Cuál es la magnitud de la velocidad con que los ejescoordenados es uniformementeacelerado.
es disparado el proyectil? Usamos entonces las ecs. (4.38) y (4.39) para este movi-
De la ec.(5.37) despejamos 1 vo I miento.

Véase apéndice I con P = R, a = sen 2a/ Ig I y u = i ) Movimiento alo largo del ejeX. Se tiene que
Iv0l2
x. = O; ,v = O; a = a,
Rlgl
/vol2=
sen 2 a Sustituyendo estas cantidades en las ecuaciones gene-
rales (4.38) y (4.39)
Ahora sacamos raíz cuadrada
adt) = a , (5.45a)
vdt) = at, (5.45b)
(5.44)
x(t) = (1/2)a,t2 (5.45c)

Sustituimos ¡os valores R = 1 4 km = 1 4 O00 m y a = i i ) Movimiento alo largo del ejeY. Se tiene que
38O.
y o = O; voy = O; a = ay

lvol .\/ 1 4 O00 m X 9.8 mis2


sen (2 X 38O)
Sustituyendo estas cantidades enlas ecs. (4.38) y (4.39)
(ahora en lugar dex se escribe y)

= 137 200 m2/s2 137 200 m2


a,,(t) = ay (5.46a)
sen 76O 0.9703 s2
vJt) = ayt (5.4613)
YO) = ( l /(25).a4y6t~2)
= d l 4 1 400 m2/s2= 376 m/s
Las ecs. ( 5 . 4 5 ~y) ( 5 . 4 6 ~ nos
) dan las coordenadas del
Ejercicio 5.7. Un electrón, inicialmente en reposo,
electrón en cada instante y constituyen las ecuacio-
experimenta dos aceleraciones perpendiculares, cada
nes paramétricas de la trayectoria, con el parámetro t.
una de ellas constante. >Qué trayectoria describe el
Eliminaremos t de estas ecuaciones. Despejamos t2 de
electrón?
la ec. (5.45c)(y escribimos x(t) = x, y(t) = y).

I
Tomemos un sistema de coordenadas tal que los
ejes coincidancon las direccionesde las acelera-
Vease apéndice I con P = x,a = a,i2 y u = t2
ciones dadas (fig. 5.25). Además, escogemos el origen
a\
108 Cao. 5. DOS DIMENSIONES

t2 =
=-a,
x - 2x

Ahora sustituimos esta ecuación en la ec. (5.46~)


2
1
y = -ay- 2x
ax eR
+X
Y = (*)x (5.47)

ÉStaes laecuacióndelatrayectoriaquesigueel
electr6n. Comparándola con la ec. (4.7) vemos que se
trata de una línea recta con pendiente m = (ay/ax)y
ordenada a.1 origen
cero. E s decir,
electrón
el parte
del Figura 5.26
origen y se mueve en una línea recta.

5.4. MOVIMIENTO CIRCULAR

Supongamos que un cuerpose mueve en un circulo


de radio R (fig. 5.26). E n cierto instante el cuerpo se
encuentra en un puntoP. E l radio PO formau n ángulo
O con cierta dirección fija, el ejeOX.

En unmovimientocircularnoconvienehacerla
descripción usando coordenadas cartesianas (x,y), si-
no coordenadas polares (R, O). E l m o t i v o es que R es
constante y entonces solamente se requiere determi-
nar el valor de una sola variable, 8. De otra manera,
tanto x c o m o y varían (naturalmente con la restricción
x* + y 2 = R2) y la descripción matemática es más
complicada. Figura 5.27
Los resultados físicos son los mismos, sin importar
qué sistema de coordenadas usemos nosotros para la

r
descripción del fenómeno. 1
Dado un problema es conveniente escoger el siste- = (5.49)
ma de coordenadas que resulte enlos desarrollos ma-
temáticos más sencillos posibles.
En e l SI, las unidadesdelavelocidadangular son
Mientras más rápidamente gire el cuerpo, el
ángulo radls.
La definición (5.48) tiene el mismo tipo de inconve-
0 cambiará más. Esto nos lleva a definir una velocidad
nientes que la definición de velocidad media dada en
angular media de la forma siguiente. Supóngase que
la sección3.3 del capítulo 3.Sin volver a repetirlos ar-
en un intervaloAt el radio gira un ánguloAO(fig. 5.27).
gumentos dados allá, definiremos de manera análoga
Definimos la velocidad angular media’LScomo
una nueva cantidad (véase la sección 3.4), l a veloci-
dad angular instantáneaw como
(5.48)
(5.50)
De manera análoga alo que ocurre en el movimien-
to rectilíneo (vease sección 3.3), esta cantidad nos da
Asimismo, definimos la aceleración angulara c o m o
una medida de la rapidez con que gira el cuerpo.
I

Las dimensiones d e a s o n dw
a=---”- - d28 (5.51)
dt dt2

En consecuencia, s i uno conoce O = fit), usando las


ecs. (5.50) y (5.51) puede encontrar la velocidad angu-
Pero como O es un ángulo, A0 no tiene dimensiones; lar w(t) y la aceleración angulardt).E l problema inver-
las dimensiones de Atson de tiempo,T. Por tanto, so, a saber, conociendo dt), encontrarw(t)y Rt), se re-
MOVIMIENTO CIRCULAR 109
-
suelvedeigualmaneraqueenelcasolineal(véanseelarcodecírculo PQ. Por geometría se sabe que el
ecs. (4.21) y (4.22)). ángulo A8
radianes
expresado
en es

(5.52) A8 = __
R
6 (5.54)

Y
~ ~ ~~~ __ ~~

E l ánguloexpresadoenradianes es igualalarco
s(t) = Bo + 4t')dt' (5.53) subtendido entre el radio del círculo.

Aquí wo y O0 son los valores de la velocidad angular y


delaposiciónangularaltiempo 1 = o, respectiva-Despejandoladistanciarecorrida FQ se tiene
mente.
AI girar el cuerpo alrededor del círculo, aparte la de 6
= R(A8) (5.55)
velocidadangular,tambiéntieneunavelocidadIi-
neal. En el caso de movimiento circular, la trayectoria Entonces, la magnitud de la velocidad es (vease ec.
es obviamenteelcírculo.De lo estudiadoenla sec- (3.14))
ción 5.2 concluimos
dirección
vector
lade
que
del ve- % - R(A@
locidad v del
cuerpo es tangente
círculo
al (fig. 5.28). / V I = A(¡ím--
"o At ~lím-"
t - 4 At
Además, el sentido del vector v es el mismo que el del
giro.
Pero R, el radio, es constante, por lo que

df? A8
/ V I = R lím -= R-
At -o At dt

y usando la ec.(5.50)

l v ! = Rw (5.56)

Así, el vector v queda completamente determina-


do. En efecto, su dirección es tangente al círculo; su
sentido es el mismo que el de giro; su magnitud está
dada por la ec.(5.56).

Ejercicio 5.8. Suponiendo que la órbita de la Tierra


Figura 5.28 en su giro
alrededordel Sol fuerauncírculoderadio
150 millones de km, jcuáles la magnitud de la veloci-
dad lineal con quese mueve la Tierra?
La Tierra da una vuelta alrededor del Sol en
Obtendremos ahora la magnitud de v. Sean P y Q
las posiciones del cuerpo en los instantes t y t At,+ 365 días = 365 X 86 400 S

respectivamente
(fig. 5.29). Sea A8ángulo
el girado
en = 31 536 O00 S
el intervalo At. La distancia recorrida por el cuerpo es
E l ángulo que gira la Tierra en este intervalo es, en ra-
dianes, igual a2 ~Por. tanto, su velocidad angular es

w=
27r radianes
31 536 O00 S
= 1.9924 X rad
S

Sustituyendo este valor y el del radio

R = 150 millones de km
= 1.5 X 1 0 * k m

en l a ec. (5.56) obtenemos

l v / = 1 . 5 X 1 0 * k m X 1.9924 X 1 0 - 7 ( l / s )
Figura 5.29 = 30 kmis
110 CaD. 5. DOS DIMENSIONES

¡Esta velocidad es igual a, aproximadamente, 108 O00


kmih!

5.3 1

Sin embargo, la velocidad como vector no es la mis-


m a en P que enQ , o en S

En un moviníiento circular general, al transcurrir el porque tienen distintas direcciones (véase sección2.1
tiempo el vector velocidad cambia, tanto de magni- del capítulo 21.
tud como de dirección (fig:5.30). En consecuencia, el
cuerpo experimenta una aceleración. Antes de obte- E l movimiento circular uniforme es un ejemplo de
ner, enelcasogeneral,estaaceleración,estudiare- un movimiento en que la magnitud del vector veloci-
mos un movimiento particular. dad es siempre la misma, aunque el vector cambie.

En vista de que la velocidad lineal (como vector)


cambia al transcurrir el tiempo, el cuerpo experimen-
ta una aceleración lineal. Para obtener esta acelera-
ción consideremos las posiciones y velocidades de un
cuerpo en dos instantes t y t + At siendo At un inter-
valo muy pequeño (fig. 5.32). E l ángulo recorrido por
el cuerpo es AO. E l cambio del vector velocidad Av es

AV = VQ - Vp

Figura 5.30

U n caso muy importante es aquel en el que a = O,


es decir, en el que la velocidad angular w es constan-
te. A este movimientose le llamacircular uniforme.
La velocidad lineal en el movimiento circular uni-
f o r m e es, al igual que en otros casos, tangencia1al
círculo y con magnitud dada por la ec. (5.56). D a d o
Figura 5.32
que o es constante, entonces de la ec. (5.56) vemos
que la magnitud I v l es también constante. Por tanto,
algirarelcuerpo,encadainstante su velocidad v
tiene la misma magnitud (fig 5.31) En la figura 5.33se obtiene gráficamente este cambio.
Notamos que Av tiene una dirección que casi coinci-
lvpl = IVQI = lvsl de con la del radio OP y tiene sentido hacia adentro
111
Av

""""

muy pequeño (de hecho lo haremos tender a cero), A6


es un ángulo muy pequeño. Por geometría sabemos
que, por consiguiente,

IAvl = /vpl A0 (5.57)

con A0 expresado en radianes


Figura 5.33

Si en el triángulo isósceles ABC (fig. 5.36) el ángulo


del círculo. Es claro que si queremos que la velocidad
0 es pequeño, entonces el lado BC, opuesto a 0,tiene
magnitud
pase de vp a VQ tiene que haber un cambio de la velo-
cidad hacia adentro del círculo. A medida que At se BC = (AB10 (5.58)
hace cada vez más chico, la dirección de Av se acer-
cará cada vez mas a la del radio OP. Como la acelera.
ción a es (véase sección 5.2)
Av
a = lím
At - o a t con 0expresado en radianes.
el cociente (AvlAt) tenderá a tener una dirección a lo
Por tanto, como
largo de OP y sentido hacia O. En consecuencia, la
aceleración a tiene dirección radial y sentido hacia el IAvl
la1 = lím -
centro del circulo (fig. 5.34). Por este m o t i v o se le Ila- At+ At
m a aceleración centrípeta.
sustituyendo (5.57) en esta expresiónse tiene que

A0
l a / = l í m /vpI-
A t 4 At

Pero I vp/ = Rw es constante, por lo que

A8
/ a l = lvpl l í m - = lVp/ (5.59)
A t 4 At

Aquí se usó la ec.(5.50). Sustituyendo en (5.59) el valor


(5.56) nos da

/ a l = w 2 R = vz/R (5.60)

Figura S.34 Ésta es la magnitud de la aceleración centrípeta de un


cuerpo que gira con velocidad angular w constante
alrededor de un círculo de radio R. La última igualdad
en(5.60) se encuentrausandolaec.(5.56) (véase
A continuación obtendremos la magnitud de a. En problema 5.25).
la figura 5.33 vemos quevQes perpendicular a OQ por
ser tangente al círculo en Q; por el mismo motivo, vp
En un movimiento circular uniforme la aceleración
es perpendicular a OP. PeroOQ y OP forman unángu-
angular es cero, pero la aceleración linealNO es cero.
lo A0. En consecuencia, vp y vQ forman un ángulo A6. La aceleración lineal es el vector mostrado en la figu-
En la figura 5.35 se repite la figura 5.33b. E l triángulo
ra 5.34 con magnitud dada por la ec. (5.60).
formado es isósceles ya que /vpI = lvpl. Como At es
112 Cap. 5. DOS DIMENSIONES

Ejercicio 5.9. Uncuerpogiraconvelocidadangular Se puededemostrarque


constante e igual a 1.8 rad/s en un círculo de radio
7.2 m. f="- 1 - W
(5.63)
T 2a
a ) iQué velocidad lineal tiene?
b ) iQué
aceleración
experimenta? EnSistema
el Internacional,
periodo,
el por ser u n
tiempo, tiene unidades de segundo. En este Sistema,
a) La velocidad lineal es tangente en cada punto del la unidad de la frecuencia es
círculo y tiene sentido igual al del giro. Su magnitud
la obtenemos de la ec. (5.56) _ _ _ _= 1 Hertz = 1 Hz [ 5.63)
S

/ v i = Rw = 7.2 m X 1.8 rad/s


= 12.96 mis A lo que actualmente se designa por 1 Hz anterior-

6) La aceleración que experimenta el cuerpo tiene /a


' mente se le llamaba1 ciclois.
I

dirección del rad,o (fig,5.34) y haciael centro Ejercicio 5.10. U n tocadiscosgiraa 33 revolucio-
del círculo. Su magnitud la calculamos de la ec. (5.60) nes'min.
Obtenga:
1 a 1 = Ru2 = 7.2 m X (1.8 rad/s)2
= 7.2 X 3.24 m X (lis') a) S u velocidad angular en radls.
= 23.33 m/s2 b) Su periodo.
c) Su frecuencia.
Una característica del movimiento circular es que
es repetitivo, es decir, peribdico. Si la partícula se en- a) E l dato que se d a es la velocidad angular, pero en
cuentra en el puntoP (fig. 5.37) que forma un ángulo 0 otras unidades, a saber, revo!uciones/min (abreviado
con el eje X, al girar v llegar al ángulo 0 +2 n volverá como rpm). Ahora bien, una revolución es justamente
una vuelta, y esto corresponde a un giro de un ángulo
a estar en el punto P. Es decir, después de completar
una revolución, el cuerporegresa a la misma posición. de 27r!en radianes)
E l tiempo que tardael cuerpo en girar una vueltase
llama el periodo, que se denotará con la letra T. Aho- 1 revolución = 27rradianes
ra bien, una vuelta consiste en un giro de un ángulo de
Además,
2n, medido en radianes; por tanto, la velocidad angu-
lar u es
1 m i n = 60 S
2n
__ (5.61)
T por lo que la velocidad angular
es

w = 33
revoluciones
mln
= 33 x 27r radianes
60 S
= 3.46 radls

b) E I periodo T es, según la ec.(5.62).


T = - - 2a - 27r rad
w rad/s
3.46
= 1.82 S

u
Aquí usamos la ec. (3.43).

c) La frecuencia f es, de la ec. (5.63)


Figura 5.37

y despejando de aquí T Ejercicio 5.11. Un satélite artificial gira en una órbi-


ta circular a una altura de 155 k m sobre la superficie
T = - 27r (5.62) de la Tierra, dando una vuelta en90 min. Suponiendo
w el movimiento circular uniforme, obtenga:

La frecuencia f del movimiento es elnúmerode a) La velocidad lineal del satélite.


vueltas que la partícula gira en la unidad de tiempo. b) La aceleración centrípeta que experimenta
ALGUNAS APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON 129
(véase problema 7.2); cer poco familiar, ya que de la experiencia cotidiana
i i ) dirección: es la misma que la del vector F, o sea, a usamos para el peso de un objeto unidades de kilogra-
lo largo de la línea norte-sur; m o . Lo que ocurre es que hay otra unidad de fuerza,
iii) sentido: como se está dividiendo el vector F entre distinta al newton. Esta unidad, llamada kilogramo, se
un escalar positivo, el sentido de a es el mismo que el define como el peso de una masa de un kilogramo.Es
de F, o sea, hacia el scr. decir

Ejercicio 7.3. iQué fuerza experimenta un cuerpo una masa


de masa 30 kg debido a la aceleración de la gravedad?
Como estudiamos en el capítulo 5, la Tierra ejerce un kilogramo
una aceleración g sobre cualquier cuerpo que esté en 1 I
su superficie. La magnitud de esta aceleración es 9.8
mis2, su dirección es vertical y su sentido es hacia aba- La relación entre estas dos unidades es la siguiente.
jo (fig. 7 . 2 ~ ~De
) . acuerdo con la segunda ley de New- Una masa de 1 kg pesa (véase ec. (7.4))
ton, s i se genera una aceleración, entonces se ejerce
una fuerza sobre el cuerpo. Llamaremos a la fuerza peso de 1 k g = 1 kg X 9.8 m/s2
que experimenta un cuerpo debido a la aceleración = 9.8kg X mis2 = 9.8 N
de la gravedad su peso. Por tanto, el peso es una fuer-
za y, en consecuencia, es una cantidad vectorial. Pero en el otro sistema de unidades, una masa de1 kg
Denotemos por P el peso del cuerpo. De la segunda pesa 1 kg. Por tanto
ley de Newton se tiene que
1 k g = 9.8 N
P = mg (7.4)
Así, en el ejercicio 7.3 podemos decir que la magni-
En consecuencia, el peso del cuerpo tiene las siguien- tud del peso es de 30 kg, en el sistema de unidades en
tes características: que las fuerzas se miden en kilogramos (véase fig. 7.3).
E s importante no confundir el concepto de masa
i) magnitud: de la ec. (7.4) se tiene que con el de peso. Desafortuniidamente, y por razones

I P I = mlgl
= 30 kg X 9.8mis2
= 30 X 9.8kg X mis2
= 294 N

Aquí se usó la definición de newton dada en la ec.


(6.4);
ii) dirección: la misma que la de la aceleración g, o Figura 7.3
sea, vertical;
i i i ) sentido: el mismo que el del vector g, ya que en la
ec. (7.4) se está multiplicando g por m, que es un esca-
lar positivo. Por tanto, el sentido del peso es hacia del desarrollo histórico, se usan dos unidades distintas
abajo (fig. 7.2h). con el mismo nombre: la unidad de masa y la unidad
de fuerza, ambas con el nombre de kilogramo.
Como se ha visto

(t-es+-[

mientras que

) z t - - - e s --+KZL-~
En consecuencia, ma5a y peso son dos cantidades de
naturalezasdistintas. La masa es unacaracterística
intrínseca de cada cuerpo, mientras que el peso está
asociado con la aceleración que se le imprime en el
Figura 7.2 lugar en que se encuentre el cuerpo. En particular, un
cuerpo tiene la MISMA masa aquí en la Tierra o en
cualquier otro planeta u objeto estelar; mientras que
En el ejercicio anterior se encontró que la magnitud ese mismo cuerpo tendrá DIFERENTES pesos en dife-
del peso del cuerpo fue de 294 N. Esto nos podrá pare- rentes cuerpos planetarios o estelares, ya que las ace-
130 Cap. 7. APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON

leraciones de la gravedad que se ejercerían sobre PI En consecuencia, el peso de cualquier cuerpoen la Luna
serían distintas en diversos cuerpos estelares. es 0.166 veces menor que en la Tierra.

Ejercicio 7.4. iQué peso tiene un cuerpo de masa 30 Ejercicio 7.5. U n cuerpo de masaM se encuentra so-
kg en la superficie de la Luna? bre una superficie horizontal (fig. 7.4). Por medio de
La aceleración de la gravedadg, en la superficie de un cable de masa m, también horizontal, se le jala en
la Luna tiene una magnitud de 1.63 mis2, está dirigida un extremo con una fuerzaF,. iQué aceleración expe-
verticalmente y con sentido hacia el centro. Por tanto, rimenta el cuerpo?
el peso P, de un cuerpo en la superficie lunares (véa-
se ec. (7.4))
PL = mgL

Nótese que la masa m es la misma quese utilizó para


calcular el peso del cuerpo sobre la Tierra. Por consi-
guiente, la magnitud del peso del cuerpo en la Luna es
Figura 7.4
IPLI = m l g , / = 3 0 k g X 1.63m/s2
= 48.9 k g X m/s2 = 48.9N = 4.99 k g
Para resolver este tipo de problemas separaremos,
(véase el problema 7.5). E l mismo cuerpo (de masa 30 imaginariamente, diversas porciones del sistema. Cada
kg) pesa 294 N en la Tierra y 48.9 N en la Luna. separación que hagamos la reemplazaremos por una
La dirección del peso en la Luna es vertical y el sen- fuerza. Así, ennuestro caso, enelsistemacuerpo-
t i d o es hacia abajo. cable-mano-mesa,haremos las siguientesseparacio-
La relación entre las magnitudes de las aceleracio- nes (véase fig. 7.5a):
nes de la gravedad en la Luna y en la Tierra es
a ) E l cable lo separamos tanto del cuerpo como de
lgLI - 1.63 mis2 = 0.166
"
la mano.
/g/ 9.8 m/s2
b) E l cuerpo lo separamos tanto de la mesa como
del cable.
c) La mano y la mesa no las consideraremos.

En seguida, el punto de contacto de cada separa-


ción que hagamos lo reemplazamos por una fuerza.
Asimismo, dibujamos en cada porción que se hubiera
separado,TODAS las fuerzas que actúan sobre esa
porción. A cada figura que se obtiene asíse le llama
diagrama de cuerpo libre.D e esta forma, para nuestro
caso se tiene (fig.7.5b):

a ) para el cable: del lado derecho está siendo jalado


por la fuerza F, con que acciona la mano; del lado iz-

4"
F2 - m
4' Figura 7.5 b
ALGUNAS APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON 131
quierdo, como lo separamosdelcuerpo,dibujamos coge arbitrariamente un sentido para cada acelera-
una fuerza que no conocemos y que llamaremos F,; b) ción y cada fuerza, como se muestra en las figuras
para el cuerpo: del lado derecho, como lo separamos . solución del problema nos indicarási la
7.5b y 7 . 5 ~ La
del cable, dibujamos una fuerza que se tiene que de- selección fue acertada o no. La indicación de que no
terminar todavía y que llamaremos F,; por abajo, dado se hizolaseleccióncorrecta se detectacuandola
queseparamosalcuerpodela mesa, dibujamos la magnitud del vector en cuestión se obtiene con signo
fuerza correspondiente de dirección vertical, que Ila- negativo. Recuérdese que la magnitud de un vectores
maremos F,; también se dibuja el peso P que experi- siempre una cantidad positiva (véase sección 2.1 del
menta el cuerpo, que tiene dirección vertical y senti- capítulo 2). Si la selección de sentido no resultara co-
do hacia abajo. rrecta, entonces simplemente habrá que cambiar el
A continuación se aplica la segunda ley de Newton sentido de aquel vector que no tiene sentido correcto.
a cada cuerpo.
Ahora se toma un sistema de coordenadas para cada
porción en que se dividió el sistema. Escogeremos es-
tos sistemas como se muestra en la figura 7 . k .

vector.
es un coordenadas
de
sistemas
La selección
de es arbitra-
ria. Los resultados físicos N O dependen de esta selec-
ción. Además, se puede escoger, si así conviene, un
De esta forma se tiene que:
sistemadecoordenadasdistintoparacadaporción
a) para el cable, la fuerza total que experimentaes F 1
del sistema. En el problema que estamos resolviendo
+ F,, y, por tanto,
conviene escoger los sistemas iguales.

F1 + F, = ma (7.5)
ec.
la
(7.5)
Tomamos ahora la componente x de cada lado de

Aquí a es la aceleración que experimenta el cable (fig.


7 . 5 ~ ) b)
; para el cuerpo, la fuerza total que experimen-
F1 - F2 = ma (7.8)
ta es F ,+ +
F, P y, por tanto, Ninguno de los vectores que aparecen en la ec. (7.5)
tiene componente y. Nótesequelaaceleracióndel
F,+ F,+ P = MA (7.6) cuerpo tiene
dirección
horizontal.
De la misma manera tomamos la componente x de
la ec. (7.6), obteniendo

’t F, = MA

Nótese que los vectores P y F, no tienen componentes


(7.9)

x, yaquesonverticales.Asimismo,hayquedarse
cuenta de que la aceleración A tiene dirección hori-
zontal (véase problema 7.7). Ahora tomamos la com-
ponente Y de la ec. (7.6)

Figura 7.5 c La fuerza F , y la aceleración A no tienen componente


y debido a que tienen solamente dirección horizontal.
De la ec. (7.7) vemos que los vectores F , y F , tienen
Aquí A es la aceleración que experimenta el cuerpo. la misma magnitud
Ahora bien, las fuerzas F2 y F3 son las que provienen
del contacto en el punto Q (fig. 7.4). La fuerza F, es la
que ejerce el cable sobre el cuerpo, mientras que F, es
la fuerza que ejerce el cuerpo sobre el cable. De la Por otro lado, si el cable es inextensible entonces
tercera ley de Newton se tiene entonces que
A = a (7.12)
FZ= “3 (7.7)
ya que en este caso todassus partes se mueven al uní-
Tanto el sentido de las aceleraciones que se presen- sono. Por tanto, todas sus partes deben experimentar
tan (en nuestro caso a y A) como los sentidos de las las mismas aceleraciones.
fuerzas que reemplazan a los contactos (en nuestro Usando las ecs.( 7 . 1 1 ) ~(7.12), sustituimos la ec. (7.9)
caso F,, F3y F4) n o los conocemos de antemano.Se es- en la ec. (7.8)
132 Cap. 7. APLICACIONES 3~ LAS LEYES DE NEWTON

F , - M a = ma vés del cable, aun s i este se acelera. Decimos que en


este caso la masa del cable es despreciable.
Pasamos Ma alladoderecho,consignopositivo, y A la fuerza que estira el cable se le llama latensión
factorizamos a que experimenta el cable. En cada punto del cable

+ M a = ( m + Mb
hay una fuerza de este tipo; en particular, en su extre-
F, = ma m o i z q u i e r d o la tensión es precisamente FZ.
Cuando la masa del cable no es despreciable y se
Despejando ahora a se obtiene estáacelerando,latensióna lo largodelcableva
decreciendo continuamente del valorF1en el extremo
a = (7.13) derecho hasta el valor F3en el extremo izquierdo. So-
m + M lamente si la masa del cable es despreciable, la ten-
sión se trasmite sin disminuir en su magnitud.
Podemos encontrar también las magnitudes de las En resumen, concluimos que si el cable:
fuerzas F2y F3.En efecto, de la ec.
(7.8)”despejamos F2
(y usamos la ec. (7.11)) a l es inextensible, entonces todas sus partes se ace-
leran con la misma aceleración;
, .
F2 = F , = F , - ma D ! es de masa despreciable comparada con la del
cuerpoalqueestásujeto,entoncestrasmite
Ahora sustituimos a dada por la ec. (7.13) completamente la magnitud de las fuerzas que
se ¡e aDlican.

Finalmente, regresamos al a ec. (7.10). D e ésta obte-


nemos que
y factorizando F ,
f, P

Este resultado significa que la reacción de la mesaso-


bre el cuerpo tiene una magnitud igual a la magnitud
m + M - m
= F1 de la fuerza que se ejercesobrelamesa, es decir,
m S M igual al peso del cuerpo.
Finalmente, Ejercicio 7.6. En el ejercicio anterior, al dibujar el
diagrama de cuerpo libre de la cuerda no se t o m ó en
(7.13) cuenta su peso. Discutir esta cuestión.
E l diagrama de cuerpo libre de la cuerda sería, to-
mando en cuentasu peso, el mostrado en la figura 7.6.
Dado que las masas m y M son cantidades positivas, (7 5) se tiene para l a
M +
< (m 1- M), por lo que el cociente M/(m M ) < 1,
En este caso, en lugar de la ec.
cuerda
o sea,
F, i- F, + PC = ma (7.15)

E s decir, la magnitud de la fuerza F, que experimenta


el cuerpo NO es igual a la magnitud de la fuerza con
que se jala el cable; la magnitud es F3 menor que F,.
De la ec. (7.8) vemos que la diferencia entre F , y F,
( = F,) es precisamente ma. E s t o significa que la cuerda
al ser acelerada no trasmite completamente la fuerza
F, al cuerpo. S i no hubiera aceleración, entonces la
cuerda trasmitiría completamente la fuerza al cuer-
po, ya que de la ec. (7.8) se tendría entonces que F ,
7; Figura 7.6
= F,.
Unaposibilidaddequelacuerda,acelerándose, donde PC es el peso de la cuerda y a su aceleración.
trasmita al cuerpo completamente la fuerza quese le Tomemos ahora la componente y de la ec. (7.15), te-
aplica, es hacer que el coeficiente de F1 en la ec.(7.14) niendo en mente que ay = O. Se obtiene
sea lo más cercano a1, E s t o se puede lograr si l a masa
m de la cuerdaes m u c h o más pequeña que la masa M F , sen 0 + F, sen 8 - PC = O
+ -
cociente Ml(m + M) -
del cuerpo: m 4 M . En este caso (m M) M y el
M/M = 1; por tanto, F3 F,. - Aquí 0 es el ángulo que forman F, y
tal.
F2 con la horizon-
E s decir, la fuerza F, se trasmite completamente a tra-
ALGUNAS
APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON 133
Dado que I F, I = I F 2 / (por ser la cuerda de masa tiene dirección a lo largo del plano; escogeremos su
despreciable) y \PC/= mg, esta ecuación nos queda sentido como se ve en la figura 7.8. Por tanto,
como
N+p=ma (7.17)
2 / F , I sen O = P C = mg
Despejando sen O
(7.16)

F,
Si la magnitud de la fuerza aplicada es grande com-
parada con el peso de la cuerda mg, entonces el co-
ciente de la ec. (7.16) es un número muy chico y, por
tanto, el ángulo 8 es muy pequeno.

E l seno de un ángulo es muy pequeño si el ángulo


es muy pequeño. De hecho,si el ángulo se mide en ra-
dianes, se tiene que sen O = O. Esta última aproxima-
ción no es válida si el ángulo se mide en grados. E l siguiente paso es escoger un sistema de coordena-
das. Lo escogeremos con el eje X a lo largo del plano y
sentido hacia arriba; el eje Y lo escogemos perpendi-
En la situación que estamos considerando, el peso
cular al plano y con sentido hacia arriba. Tomemos
de la cuerda tiene que ser cancelado con una fuerza
ahora componentes de la ec. (7.17) (véase la fig. 7.9)
vertical y de sentido hacia arriba para que la cuerda
no se acelere verticalmente. Esta fuerza hacia arriba
tiene que venir de las componentes y de F, y F1. Esto componente x: - px = - ma (7.18)
significa que F, y F2 NO pueden ser, en rigor, horizon- componente y: N - p,, = o (7.19)
tales. La cuerda adquiere una forma curva simétrica
(que resulta ser una catenaria) y las fuerzas en los ex-
tremos son tangentes a la cuerda, como se muestra en
la figura 7.6.
En aquellos casos en que la masa del cable sea des-
preciable, este efecto es pequeño y no lo tomaremos
en cuenta en lo sucesivo. Esto es lo que se hizo en e l
ejercicio 7.5.

Ejercicio 7.7. Un cuerpo de masa m se suelta sobre


un plano inclinado, como se muestra en la figura 7.7.

’e I \V
I(. Figura 7.9

Hay que darse cuenta de que no hay componente


de la aceleración perpendicular al plano inclinado; es
Figura 7.7 decir, la componentey de a es nula. iPor qué?
~~

Ahora bien, vemos que la línea OV (fig. 7.9) es per-


>Qué movimiento realiza? pendicular a UT, mientras que OK es perpendicular a
Lo primero que haremos es dibuja; un diagrama de UW. Como UT forma el ángulo O con UW, entonces
cuerpo libre del cuerpo de masa m. Este es el mostra- por geometría se sabe que O V y OK forman también
d o en la figura 7.8. E l contacto con el plano inclinado un ángulo O. Por tanto,
lo reemplazamos con la fuerza N, con dirección per-
pendicular al plano; p es el peso del cuerpo, que tiene (7.20)
dirección vertical. (7.21)
A continuación escribimos la segunda ley de New-
ton para el cuerpo. La fuerza total que actúa sobre éI Sustituyendo estas ecuaciones en las ecs. (7.18) y (7.19)
es N + p. La aceleración a que experimenta el cuerpo nos da
134 Cap. 7. APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON

p sen 8 = ma (7.22)
N = p cos 8 (7.23)

D e l aec. (7.22) despejamos la magnitud de la acele-


ración a y usamos p = mg

a = -Ps e n 8 mg sen O
= __
m m

o sea,
Figura 7.10
a = gsen 8 (7.24)

En primer lugar, vemos que el lado derecho de esta AI cortar el contacto en U lo reemplazamos por la
ecuación es una cantidad positiva; es decir, la selec- fuerza F, con dirección a lo largo de 19 cuerda; el con-
ción del sentido de a en la figura 7.8 es la correcta. tacto con la mesa lo reemplazamos con la fuerza N,
En segundo lugar vemos que el lado derecho de la que tiene dirección perpendicular al plano inclinado;
ec. (7.24) es una cantidad constante, ya que g, l a ace- p es el peso del cuerpo 1, con dirección vertical.
leración de la gravedad,lo es, así como el ángulo8 de AI cortar el contacto en W lo reemplazamos por la
inclinación del plano. Por tanto, el movimiento que fuerza F 2 con dirección vertical; P es el peso del cuer-
realiza el cuerpo al deslizarse por el plano inclinado p o 2, con dirección también vertical.
es uniformemente acelerado (véase sección 4.3). La aceleración a que experimenta el cuerpo1 tiene
En tercer lugar, dado que sen 8 es siempre menor o dirección a lo largo del plano inclinado, mientras que
igual a 1, la aceleración A , que experimenta el cuerpo 2, tiene
dirección vertical. Los sentidos de estas aceleraciones
a ~g no los conocemos. Supondremos que a tiene el senti-
do mostrado en la figura7.11. En consecuencia, como
o sea, la aceleración con quese desliza el cuerpo nun- el cable es inextensible A debe tener el sentido hacia
ca será mayor que la de la gravedad (jcuándo es igual abajo. Del resultado sabremos si nuestra suposición
a la de la gravedad?). Escogiendo adecuadamente el sobre los sentidos es correcta.
ángulo de inclinación 8 podemos tener un movimien- Aplicamos ahora la segunda ley de Newton a cada
to uniformemente acelerado con una aceleración tan cuerpo
pequena como se desee. Esta observación es impor-
tante, ya que la aceleración de la gravedad es "gran- N + p + F1 = ma (7.25)
de" y para ciertos experimentoses conveniente dismi-
nuirla. Así, se puede decir que el plano inclinado es u n
cuerpol:
cuerpo 2: F, + P = MA (7.26)
dispositivo para "diluir" el valor de la acejeración de A continuación escogemos para cada cuerpo unsis-
la gravedad. tema de coordenadas. En este caso los seleccionare-
mos como se muestra en la figura 7.11. Nótese que
ahora los escogimos diferentes para cada cuerpo.
Calileo utilizó para sus experimentos planos incli-
nados, ya que conlos relojes y aparatos de que dispo-
nía no podía hacer experimentos de caída libre direc-

t
tamente.Antesdepodermedircualquiercosa,el
cuerpo ya había caído. Así, con planos inclinados pu-

F2
En cuarto lugar, la ec. (7.23) nos dice que la fuerza
N tiene una magnitud igual a la magnitud de la com-
ponente y del peso. Nos damos cuenta de que estoes
necesario para que no haya fuerza neta lo a largo del
eje Y, y no haya aceleración perpendicular al plano.

Ejercicio 7.8. Describa el movimiento del sistema


mostrado en la figura 7.10. Suponga que el cable es de
masa despreciable e inextensible.
En primer lugar dibujamos un diagrama de cuerpo
libre de cada uno delos cuerpos 1 y 2 . Estos se mues-
tran en la figura 7.11. Figura 7.1 1
ALGUNAS APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON 135
Esta expresión es la magnitud de la aceleración con
Recuérdese que las propiedades físicas NO depen- que se mueve el cuerpo.Por tanto, debe ser una canti-
den de la manera en que nosotros escojamos los siste- dad positiva. E l denominador de (7.35) siempre es po-
mas de coordenadas para hacer la descripción. sitivo. En consecuencia, el numerador debe ser tam-
bién positivo
Tomaremos componentes a lo largo de cada eje de
cada una de las últimas dos ecuaciones: M > m sen O (7.36)
Cuerpo 1 Concluimos que los sentidos de los vectores acelera-
ción que seleccionamosen la figura 7.11 sonlos correc-
componente x de la ec. (7.25): F l - p x = ma (7.27) tos, s i la condición (7.36) se cumple. En este caso el
componente y de la ec.(7.25): N - py = O (7.28) cuerpo 2 baja y el cuerpo1 sube por el plano inclinado.
Observamos que las cantidades que aparecen en el
Cuerpo 2 lado derecho de laec. (7.35) son constantes.En conse-
cuencia, la aceleración a es constante y el movimien-
componente y de la ec. (7.26): -Fz+ P= M A (7.29) to que realiza el sistema es uniformemente acelerado.
Podemos describirlo según lo aprendido en la sección
Los valores de px y p y están dados en las ecs. (7.20) y
4.3 del capítulo 4.
(7.21),respectivamente.Sustituyendolasecs.(7.20)
En caso de que la condición (7.36) no se cumpla,
y (7.21) en las ecs. (7.27) y (7.28) obtenemos hay dos posibilidades:
F , - p sen O = ma (7.30)
i ) M < m sen 19. En estecaso, el sentido del vector
~ - p c ~ ~ e = o (7.31)
aceleración es haciaabajodelplanoinclinado. El
cuerpo 1 baja y el cuerpo 2 sube.Se puede demostrar
En vista de que la cuerda tiene masa despreciable
que ahora (véase problema 7.18)
= Fz m sen O - M

1
F1 (7.32)
a= g (7.37)
m + M
En cuerdas de masa despreciable las magnitudes de
las tensiones se trasmiten sin disminuir, pero no así las
i i ) M = m sen O. Se tiene ahora que (véase problema
direcciones.
7.18)
Además, como la cuerda es inextensible, todas sus
a=O (7.38)
partes se aceleran de la misma manera, por lo que

a=A (7.33) En este caso el movimiento del sistemaserá uniforme..


Si inicialmente el sistema está en reposo, continuará
A continuaciónresolyeremos las ecs. (7.29)-(7.33). estándolo, ya que no hay aceleración; si inicialmente
En primer lugar, usando las ecs. (7.32)y(7.33) así como el sistema se estaba moviendo con cierta velocidad,
P = Mg en la ec. (7.29) se tiene que continuará moviéndose con la misma velocidad.
Regresando al caso en que se cumple la condición
F , = -Ma + Mg (7.34) (7.36), sustituimos la expresión (7.35) en la ec. (7.34) y
usamos P = Mg.
que sustituyendo en la ec. (7.30) nos da, con p = mg M - m sen O
F1= - M g + Mg
- Ma + M g - mg sen O = ma m + M

Pasando -Ma del lado derecho (pasa con signo opues- Sacamos Mg como factor común
to) y factorizando a se tiene m sen O - M
1+
c

F 1 = Mg 1
Mg - mg sen O = ma +
Ma = ( m M)a + m + M

Ahora despejamos a Combinando los términos dentro del paréntesis

f1= Mg
m + M + msenO- M
Usamos el apéndice I con P = M g - mg sen O, a = ( m m + M
+ M), u = a.
y finalmente

a=
Mg - mg sen O -
- M - m sen O g (7.35) F , = Mg
m(1 +sen O)
(7.39)
m + M m + M m + M
136 Cap. 7. APLICACIONES
DE
LAS
LEYES DE NEWTON

Nos damos cuenta de que el lado derecho de la ec. Tomamosahoraunsistemadecoordenadaspara


(7.39) es positivo. Por tanto, la elección del sentido del cada uno de los cuerpos. Como los movimientos son
vector F1 en la figura 7.11 es la correcta cuando la verticales, solamente tomamos un eje vertical, al que
condición (7.36) se cumple. llamamos Y. Para el cuerpo 1 escogemos su sentido
De manera análoga se pueden encontrar los valores hacia abajo, mientras que para el cuerpo 2 lo escoge-
de F1 para los casos en que la condición (7.36) n o se mos hacia arriba (véase fig. 7.13).
cumpla (véase problema 7.18).

Ejercicio 7.9. Máquina de Atwood. Esta máquina


consiste en una polea (cuya masa la despreciamos) al-
rededor de la cual se desliza un cable, inextensible y
de masa despreciable. En cada extremo del cable hay
un cuerpo, como se muestra en la figura 7.12. Descri-
bir el movimiento de la máquina.

1 ty Figura 7.13

En seguida tomamos componentes de cada una de


las ecs. (7.40) y (7.41)

l l componente y de la ec. (7.40): - F , + p = -ma (7.42)


componente y de la ec. (7.41): F,“P= - M A (7.43)

Por otro lado, por ser la cuerda de masa desprecia-


ble, las magnitudes delas fuerzas aplicadas sobre ella
son iguales

Figura 7.12
Además, por ser la cuerda inextensible,

a=A (7.45)
Como primera cosa haremos un diagrama de cuer-
po libre de cada uno delos cuerpos 1 y 2. Estos se di- Ahora resolveremos las ecs. (7.42)-(7.45). Usando las
bujan en la figura 7.13. ecs. (7.44) y (7.451, la ec. (7.43) queda como
AI cortar el cable en el punto U del cuerpo 1 lo
reemplazamos por la fuerza F1,cuyo sentido lo esco- F1- P = -Ma (7.46)
gemos hacia arriba; p es el peso del cuerpo de masa
m. La aceleración a que experimenta el cuerpo1 tiene Sumando miembro a miembro las ecs. (7.42) y (7.46),
dirección vertical; su sentido, que aúnno conocemos, se tiene
lo escogemos hacia arriba, como
7.1 3.
se ve en la figura
D - P = - Ma - ma = - (M + m)a (7.47)
AI cortar el cable en el punto W del cuerpo 2 lo
reemplazamos por la fuerza Fa, y escogemos su senti- Aquí factorizamos a en el lado derecho. Usando p =
do hacia arriba; P es el peso del cuerpo 2. La acelera- mg y P = Mg, el lado izquierdo de (7.47) es
ción A que experimenta el cuerpo 2 tiene dirección
vertical; su sentido queda determinado por la selec- p-P = mg-”g
ción del sentido de a, ya que el cable es inextensible.
Como se escogió a con sentido hacia arriba, A debe = ( m - M)g
tener sentido hacia abajo.
En consecuencia, aplicando la segunda ley de New- donde se factorizó g. Sustituyendo esta última expre-
ton a cada uno d e los cuerpos se puede escribir sión en el lado izquierdo de la ec.
(7.47) se tiene enton-
ces que
cuerpo 1:
cuerpo 2:
F,+p=ma
F,+ P = MA
(7.40)
(7.41) (m - M)g = - ( M + m)a
ALGUNAS APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON 137
y despejando a Ejercicio 7.10. Un cubo de masam reposa sobre una
cuña inclinada de masa M (fig. 7.14a). jQué fuerza F
a= - m - M
m M~+ hay que aplicar a la cuña para que el cubo esté siem-
pre en el mismo lugar sobre la porción inclinada de la
cuña?
Introduciendo el signo negativo en el numerador se En este ejercicio se requiere que el cubo nose mue-
tiene finalmente que va con respecto al plano inclinado, es decir que el cu-
bo y la cuña tengan la misma velocidad.Si esto ocurre,
M - m entoncesamboscuerposdebentenerlamismaace-
a = (7.48a)
m + M g leración.
Los diagramas de cuerpo libre del cuboy de la cuña
En primer lugar vemos que el lado derecho de esta se muestran en la figura 7.14b.
expresión es positivo solamente s i el numerador lo es,
ya que el denominador siempre es positivo. O sea, s i

M >m (7.49)

entonces los sentidos escogidos para las aceleraciones


a y A en la figura 7.13 son los correctos. Es decir, si ini-
cialmente el sistema está en reposo y se cumple la con-
dición (7.49) el cuerpo 2 baja y el cuerpo1 sube.
Si la condición (7.49) no se cumple hay dos posibi-
lidades:

i ) Caso M < m. En este caso las aceleraciones tienen


sentidos opuestos a las de la figura 7.13, y su magni- A'
t u d es (véase problema 7.26)
m - M
a = (7.48b)
m + M g

i i ) Caso M = m. En este caso la aceleración del siste-


ma es nula (véase problema 7.26). Es decir, si el sistema
estaba inicialmente en reposo continuará en reposo, y
s i inicialmente se estaba moviendo con cierta veloci-
dad, continuará moviéndose con la misma velocidad.

Regresando al caso en que se cumple la condición


(7.49) vemos, en segundo lugar, que el lado derecho
de (7.48a) es una cantidad constante.Por tanto, la ace-
leracióndelsistema es constante y los cuerpos se
mueven con movimiento uniformemente acelerado.
En tercer lugar nos damos cuenta de que dado que
'. 't
M - m < m + M

el coeficiente deg en la ec.(7.48a) es menor que1. Por


tanto,
a < g

La aceleración de la máquina es menor que la de la


gravedad. Haciendo M y m muy próximas, se puede
lograr una aceleración tan pequeña como se quiera.
Es decir, tenemos otra vez un dispositivo en el quese Figura 7.14
puede "diluir" la aceleración de la gravedad.
Por lo que acabamos de discutir, la máquina de At-
wood es un aparato muy usadoen el laboratorio, pues Las fuerzas que actuan sobre la cuña sonsu peso P;
con éI se puede estudiar con mucha precisión un mo- la fuerzaF que se ejerce sobre éI; al quitar el contacto
vimiento uniformemente acelerado con una acelera- con el cubo, una fuerza L perpendicular al plano incli-
ción muy pequeña. nado, y la fuerza H que resulta de quitar el contacto
138 cap. 7. APLICACIONES DE LAS
LEYES DE NEWTON

con la superficie inferior. Por tanto, la fuerza total


so- En seguida sustituimos en el lado derecho de esta últi-
bre la cuña es P + + +
F l H. ma ecuación el valor deA dado por la ec.(7.57), obte-
Las fuerzas que actúan sobre el cubo son su peso p, niendo
vertical y al quitar el contacto con el plano, la fuerza
N perpendicular al plano inclinado. En consecuencia, - ~ + m g tg a = - Mg tg e
la fuerza total sobre el cubo es p N. +
La cuña solamente se mueve a lo largo de la super- Despejando F se encuentra que
ficie horizontal. Entonces, la aceleración A que expe-
rimenta es horizontal. De lo arriba discutido, conclui- F = M g t g e + mgtge
mos que la aceleración a del cubo también tiene que
ser horizontal ya que a = A. Esto es lo que se muestra
= (M +
m)gtgB (7.58)

en la figura 7.14b. Aquí se factorizó g tg 0 en el lado derecho.


Ahora aplicamos la segunda ley de Newton a cada La fuerza que se tiene que aplicar al plano para que
uno de los cuerpos elcubopermanezcaenrepososobreelplanoestá

cuña: P + F + 1 + H = MA (7.50)
dada por la ec. (7.58).

cubo: p + N = ma. (7.51) Ejercicio 7.11. Se suelta una canica de masa 150 g
desde un edificio de 120 m de altura (fig.7.15). Desde
Ahora tomamos las componentes de estas ecuacio- el momento en que la canica toca el suelo hasta que
nes a lo largo de los ejes coordenados, escogidos como se detienetranscurreunintervalode 0.002 s. i Q u é
se muestra en la figura 7.14b. fuerza ejerce la canica sobre el suelo?

componentex,ec.(7.50):"F-tL sen O = - M A (7.52)


componente y, ec. (7.5O):"P-L cos O+ H =O (7.53)
componente x, ec. (7.51): - N sen O = -ma(7.54)
componente y, ec.(7.51):-p+ N cos 8 = 0 (7.55)

Se tiene que 1 = - N, ya que son fuerzas de acción y


reacción entre el cubo y la cuña. Por tanto L = N.
Además, a = A .
D e l a ec. (7.55) despejamos N. Pasamos p al miem-
bro derecho (pasa con signo positivo)

N cos 0 = p = mg

Y +Y Figura 7.15

(7.56)

Escogemos u n sistema de coordenadas con el eje Y


Ahora, de la ec. (7.54) despejamos a vertical; sentido hacia abajoy el origen en el punto en
que se suelta la canica. E l movimiento de caída libre
N sen 6
a= es uniformementeacelerado,por lo quepodemos
m usar l a ec. (4.65) con
y sustituimos el valor de N dado en la ec. (7.56)
d = 120m; v u = O; a = /g/
a=- mg sen e - gtgO= A (7.57)
cos 0 rn

Aquí se cancelaron m en el numerador y en el deno-


minador; además, se usó la identidad (sen @/cos = e) siendo v la magnitud de la velocidad de la canica al
tg e. llegar al suelo. D e esta ecuación despejamos v. M u l t i -
A continuación sustituimos el valor de L, dado por plicando ambos miembros por 2g
la ec. (7.56), en la ec. (7.52)
2dg = v2
"F + ~ rng sen
cos e
O= - MA
y sacando raíz cuadrada
139
v = a

Sustituyendo valores numéricos

v= 4 2 X 120
m X 9.8
mlsZ=
48.5
mls
1
La canica llega al suelo con este valor de la veloci-

i
dad. Ahora bien, a causa del choque la canica cambia
su velocidad de 48.5 m/s al valor cero en el intervalo
At ( = 0.002 S ) . Por tanto, el cambio de velocidad de la 1". 1 / \

canica es

Av = O - 48.5mis = - 48.5 mls

En consecuencia, la aceleración que experimenta la


canica es (véase ec. (3.27))

a = - - Av - -48.5mis = - 24 250 mis2


At 0.002 S

E l signo resulta negativo, lo que quiere decir que la


aceleración está dirigida hacia arriba.Esto es claro, ya entre las fuerzas que se consideraron no se t o m ó u n a
que la velocidad conla que llega la canicaal suelo está que con mucha frecuencia sí interviene en los fenó-
dirigida hacia abajoy para detener la canicase le tiene menos, a saber, la fuerza de fricción.
que aplicar una aceleración con sentido opuesto. En general,cuandounasuperficieresbalasobre
Usando la segunda ley de. Newton, encontramos la otra (fig. 7.16), se presenta una fuerza que se opone al
magnitud de la fuerza que experimenta la canica movimiento. Esta fuerza tiene su origen en el hecho
de que una superficie, por muy pulida que nos parer-
ca, siempre tiene protuberancias muy pequeñas; mien-
IF1 = m l a l = 1 5 0 g X 24250mls'
tras más pulida esté la superficie menores serán, en
= 0.150 kg X 24 250 m/sZ
= 3 637.5 N = 371 kg promedio, sus protuberancias. Sin embargo, NO es po-
sibleeliminarlascompletamente.Entonces,cuando
Por el cálculo que acabamos de hacer nos damos una superficie resbala sobre otra, las protuberancias
cuenta de que mientras más pequeno sea el intervalo de una de ellasse meten dentro delos huecos que hay
en que se detiene el cuerpo, mayor será la fuerza que entre las protuberancias de la otra superficie, obsta-
experimenta. Esto se debe sencillamente al hecho de culizando así el movimiento. E l resultado neto es que
que mientras menor sea el intervalo en que cambia la se ejerce una fuerza, que denotaremos por ff, que se
velocidad, mayor será la aceleración y, por tanto, ma- opone al movimiento (fig. 7.17).
yor será la fuerza. Inversamente, s i se quiere que la
fuerza sea de la mínima magnitud, entonces, el inter-
valo deberá ser lo más grande posible. E l intervalo en
que se detenga un cuerpo depende de los materiales,
en particular, del suelo (o de la superficie receptora).
Mientras más dura sea la superficie, menor será el in-
tervalo y mayor la fuerza ejercida. Si la superficie re-
ceptora es blanda, entonces el intervalo en que se de-
tiene al cuerpo es más grande y la fuerza ejercida es Figura 7.16
menor.
En los casos tratados en esta secciónse ha supuesto
que al deslizar un cuerpo sobre otro no hay fricción.
En la siguiente sección estudiaremos la manera de to-
mar en cuenta el efecto de la fricción, Fuerza de

7.2. F R I C C I ~ N

En la sección anterior aplicamos las leyes de New-


ton a diversos casos, obteniendo en cada uno de ellos
1"
elmovimientoresultantedelsistema. Sin embargo, Figura 7.17
140 Cap. 7. APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON

Experimentalmente se encuentra que las caracterís- Esto significa que las fuerzas de fricción ff y f i n o
ticas de la fuerza de fricción ff son: son iguales:

if Su dirección es la misma que la de la velocidad v I ffi > Iff’ I (7.60)


del cuerpo que resbala (fig. 7.17).
ii)Su sentido es opuesto al de la velocidadv (fig. 7.17); Es decir, la fuerza de fricción que se opone al movi-
es decir, se opone al movimiento. miento depende de si las superficies están en reposo
i i i ) Su magnitud es proporcional a la magnitud de la una con respecto a la otra o están en movimiento.
fuerza R que aprieta a las dos superficies La explicación de este hecho es que cuando A está
en reposo sobre B, sus protuberancias se meten com-
pIR/ (7.59) pletamente dentro de las de B. Por otro lado, cuando
A está en movimiento, por decirlo así, no hay tiempo
En el caso de la figura 7.17, resulta que la fuerza para que las protuberancias de A se metan completa-
que aprieta a las superficies es justamente el peso del mente dentro de las de B. Por tanto, cuando A ya se
cuerpo de arriba; sin embargo, en otras situaciones no está moviendo hay menor resistencia al movimiento.
es así. A I estar el cuerpo A en reposo e intentar moverlo, la
La constante de proporcionalidadp qcre aparece en fuerza de fricción que aparecees mayor que la fuerza
l a ec. (7.59) depende de los materiales de las dos su- de fricción que se presenta cuando A ya se está mo-
perficies, así como de sus acabados. Se puede demos- viendo. Como cada una de estas fuerzas de fricción
trar que p es una cantidad sin dimensiones(véase pro- satisface una ecuación del tipo (7.59) y en ambas si-
blema 7.40); es decir, p es un número puro. tuaciones (en reposo o en movimiento) la fuerza que
Consideremosahoradossituaciones: la primera aprieta a las superficies es la misma, concluimos que
cuando un cuerpo A (fig. 7.18a) está inicialmente en si las fuerzas de fricción son distintas, entonces los
reposo sobre un cuerpo B. Para iniciar el movimiento coeficientes p deben ser también distintos. Se puede
de A sobre B es necesario aplicar una fuerza, digamos entonces escribir que
F. La magnitud de F tiene que ser tal que venza a la
fuerza de fricción ffquese opone al movimiento. Una en reposo: IffeI = PeIRI (7.61)
vez que F alcanza esta magnitud, el cuerpo va podrá en movimiento: 1 ffdI = pdl R I (7.62)
empezar a moverse.
La otra situación que consideraremos es cuando A donde pe se llama el coeficiente de fricción estático
ya se está moviendo sobre B. Se quiere saber qué fuer- [en reposo) y pd, el coeficiente de fricción dinámico
za F’ hay que aplicar a A (fig. 7.18b) para que se siga (en movimiento). La combinación de lasecs. (7.61) y
moviendo con velocidad constante. La magnitud de (7.62) con la ec. (7.60) nos indica que
F ’ tiene que ser igual a la de la fuerza de fricción ff’
q u e se opone al movimiento. @e > pd (7.63)

Para obtener el tipo de movimiento que realiza un


cuerpo en presencia de fuerzas de fricción, se proce-
de de la misma manera como se hizo en la secciónan-
terior, con la única diferencia de que en la expresión
para la segunda ley de Newton se deben añadir las
fuerzas de fricción correspondientes.

Ejercicio 7.12. E l coeficiente de fricción estáticoen-


tre un cuerpo y un plano inclinado es 0.26. i A qué án-
gulo de inclinación del plano empezará el cuerpo a
resbalar?
Sea 8 un ángulo de inclinación arbitrario del plano
(fig. 7.19a). E l diagrama de cuerpo libre del cuerpo se
muestra en la figura 7.19b. La diferencia entre este
diagrama y el que dibujamos en el caso de la figura
Figura 7.18 7.8 es la presencia de la fuerza de fricción ff Aquí usa-
mos la misma notación que en el ejercicio 7.7. Debido
a que, al moverse el cuerpo, lo hace a lo largo del pla-
Resulta que las magnitudes de F y de F ’ NO son n o y hacia abajo, la velocidad que tendría es u n vec-
iguales; experimentalmente se encuentra que la mag- tor con dirección a lo largo del plano y sentido hacia
nitud de F es mayor que la de F ‘ abajo. Por tanto, la fuerza de fricción tiene dirección
a lo largo del plano y debido a que se opone al movi-
IF1 > IF’I miento tiene sentido haciaARRIBA, c o m o se muestra
FRICCION 141
En elladoizquierdosacamos "p (= - mg) c o m o
factor común

- mg (sen 8 - p cos 8) = - ma
y despejamos a, obteniendo

a = (sen 8 - p cos 8)g (7.68)

Como esta cantidad es la magnitud de la acelera-


ción, debe ser positiva. En el lado derecho de la ec.
(7.68), g es positiva, por lo que se deberá tener enton-
ces que
sen8-pcos820 (7.69)
bl
AI ir levantando el plano inclinado, el ángulo 8 va
Figura 7.19 aumentando. E l cuerpoempezaráadeslizarjusta-
mente cuando a, dada por (7.68), sea cero. A ángulos
mayores que éste, a dejará de ser cero. Por tanto, el
en la figura. Por tanto, la segunda ángulo 8, al que se inicia el deslizamientoes el que se
ley de Newton es
ahora (compárese con la ec. (7.17)) obtiene usando la igualdad en (7.69). Aquí habrá que
usar el coeficiente de fricción estático, ya que el cuer-
p o está en reposo. Por tanto,
N+p+ff=ma (7.64)

Escogiendo el sistema de coordenadas igual que en sen 8, - pe cos 8, = 0


elejercicio 7.7 y tomandocomponentesdelaec.
(7.64) a lo largo de cada uno de los ejes, se obtiene De aquí obtendremosO,. Para ello escribimos esta últi-
ma ecuación como
-psenO+ ff= -ma (7.65)
N = py = p cos 8 (7.66) sen BC = pe cos 8,

Aquí se usaron las ecs. (7.20) y (7.21). Nótese que la ec. y dividimos ambos miembros entre cos 8,
(7.66) es la misma que la ec. (7.23); es decir, la fuerza
de fricción no altera la componente y. Esto ú l t i m o es (7.70)
claro, ya que la fuerza de fricciónes perpendicular al
eje Y.
Además de las ecs. (7.65) y (7.661, podemos escribir Aquí se usó la identidad trigonométrica válida para
la expresión para la magnitud de la fuerza de fricción cualquier ángulo 8: (sen 8icos 81 = t g 8.
(ec. (7.59))
~~ ~~

Para nuestro caso, se tiene entonces que


Iff1 = PIPy/ (7.67)
tg OC = 0.26
Nótese que en este caso la fuerza que aprieta a las
dos,superficies es la componente y del peso p, o sea, por lo que
p,,. Este es un ejemplo en que el peso del cuerpo que
está arriba noes la fuerza que aprieta, sino solamente 8, = 14O 34' 27"
una de sus componentes.
Cuando el ángulo de inclinación del planoes O,, ob-
servamos de la&. (7.65) y d e la figura 7.20 que - p x
En la última ecuación no especificamos qué coefi- + ff = O; es decir, a lo largo del plano inclinado no
ciente de fricciónse usará, ya sea el estático o el diná-
mico. Más abajo lo precisaremos.

Ahoraresolveremos las tres ecs. (7.65)-(7.67) para


obtener a. Sustituimos las ecs. (7.66) y (7.67) en la ec.
(7.65)

- p sen 8 + pp cos 8 = - ma Figura 7.20


142 Cap. 7. APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON

hay fuerza neta que actúe sobre el cuerpo.Para ángu- Dibujamos ahora un diagrama de cuerpo libre del
los 0 > e, la magnitud de la fuerza p x es mayor que la cuerpo que se mueve, como se ve en la figura 7.22.La
magnitud de ffy, por tanto, hay una aceleración hacia fuerza total que actúa sobre el cuerpo es N p+ + ff,
abajo dada por la ec.(7.68) (con el coeficiente de fric- por lo que la segunda ley de Newton queda como
ción dinámico ,Ud, ya que sí hay movimiento). Para án-
gulos 0 < O,, la magnitud de la fuerza p x es menor que N+p+ff=ma (7.72)

;4:i
la magnitud deff y por tanto, la fuerza hacia abajo no
puede vencer a la de fricción y no hay movimiento.En
consecuencia, se tiene que
't
a=O s i 0 5 0, (7.71)
a = (sen 0 - p cos O)g s i O > 0,

I Nótese que tanto p x c o m o f f d e p e n d e n d e l á n g u l o q


cg

E l lado derecho de la ec.(7.68) es una cantidad cons-


tante, por lo que la aceleración, cuando el cuerpores-
bala, es constante y el movimiento que realiza es uni- Figura 7.22
formemente acelerado. La presencia de la fricción no
altera el carácter del movimiento con que resbala el
cuerpo por el plano inclinado. Solamente se altera el Aquí m es la masa del cuerpo; p , su peso; N, l a reac-
valor de la magnitud de la aceleración. Comparando ción de la mesa sobre el cuerpo; a, la aceleración.
el resultado (7.68) con el obtenido cuando no hay fric- En seguida escogemos u n sistema de coordenadas,
ción(véaseec. (7.24)), concluimosquecuandohay como el mostrado en la figura. E l sentido positivo del
fricción la aceleraciónes menor que cuando no la hay eje X lo escogemos con el mismo sentido que el de la
velocidad; el sentido positivo el ejeY, hacia arriba y el
acon frtcclbn < a,,"trlcclhn origen, en el punto en que el cuerpo tiene la veloci-
dad de magnitud I v o / = 45 km/h.
Otra observación quees interesante hacer es que se Tomamos componentes de la ec.(7.72) a lo largo de
puede encontrar, usando un plano inclinado, el coefi- los ejes
ciente de fricción estático entre dos superficies. En componente x: -ff = - ma (7.73)
efecto, si una de las superficies se inclina y juega el componente y: N -p =O (7.74)
papel de plano inclinado y la otra superficie se deja
resbalar, podemos ir aumentando el ángulo de incli- Además, de la ec. (7.62) se tiene para la magnitud de
nación hasta encontrar el ángulo Oc para el cual em- la fuerza de fricción
pieza el resbalamiento. Usando la ec.(7.701, obtendre-
mos inmediatamente el coeficiente de fricción entre
las superficies.
En este caso la fuerza que aprietalas superficies es e l
Ejercicio 7.13. Un cuerpo de masa de25 kg, con ve- peso p. Se usa el coeficiente de fricción dinámico pd,
locidad de 45 km/h resbala sobre una superficie hori- ya que el cuerpo se mueve sobre la superficie.
zontal. Si el coeficiente de fricción dinámico entrelas Sustituyendo la ec.(7.75) en la ec. (7.73)y cambian-
superficies es 0.31, encuentre la distancia a la cual se do el signo en ambos miembros,
detiene el cuerpo.
S i el cuerpo se mueve en cierto sentido (fig. 7.211, pdmg = ma
entonces la fuerza de fricción tiene sentido contrario.
Por tanto, de la segunda ley de Newton sabemos que y despejando a se obtiene que
esta fuerza implica la existencia de una aceleración
que se opone a la velocidad.En consecuencia, el efec- a = Pdg (7.76)
t o es que la velocidad disminuye en magnitud, hasta
anularse (véase sección 3.5). La aceleración es constante. Por tanto, el movimiento
es uniformementeacelerado.Usamosahoralarela-
ción entre distancia recorrida d, velocidad inicial vo,
velocidad final v y aceleración a, dada por la ec.(4.65).
Además, usamos el hecho de que la velocidad final v
= O. En el sistema de coordenadas escogido la acele-
ración es - la1
1
Figura 7.21 d = -(vZ - VOZ)
2a
FRICCI~N 143
vimiento, causando un aumento de temperatura. Si n o
se evita este aumento, la temperatura puede llegar a
un valor en que una o las dos superficies empiecen
(7.77) a derretirse, perjudicándoseel motor. Por otro lado, al
resbalar una superficie sobre otra, sus protuberancias
chocan unas contra otras, ocasionando que se rom-
Aquí se usó para l a I su valor dado por la ec. (7.76). pan; es decir, la superficie sufre un desgaste. Se pue-
Sustituyendo los valores numéricos se encuentra que den evitar, en cierta medida, estas consecuencias Iu-
(en el SI vo = 45 k m / h = 12.5 mis) bricando las superficies. Esto significa colocar una pe-
lícula de algún líquido (aceitees el usual) entre las su-
(12.5 rnls), perficies,detalmodoquenoesténencontacto,
d = sino que se muevan con el lubricante entre ellas. De
2 X 0.31 X 9.8 m/sZ
esta manera, el efecto de la fricciónse minimiza. Des-
afortunadamente no se puede eliminar por completo.
-
- 156.25 m2/s2 = 25,72 m
6.076 m/s2 Un ejemplo en el que la fricción es ventajosa es
cuando caminamos (fig.7.23). AI caminar, las protube-
ranciasdenuestroszapatos se meten dentro de las
De la ec. (7.77) vemos que la distancia d recorrida protuberancias del suelo, y al impulsarnos hacia ade-
es proporcional al cuadrado de la velocidad inicial. lante ejercemos, a través de las protuberancias, una
Mientras mayor sea esta velocidad, mayor será l a dis- fuerza F, sobre la Tierra. De la tercera ley de Newton,
tancia d. Este resultado lo conocemos de nuestra ex- la Tierra reacciona y ejerce una fuerza F2 sobre no-
periencia diaria. Sin embargo,laec. (7.77) nos dice sotros. Es esta fuerza F , la que hace que nos mova-
más: a una velocidad doble, el cuerpo se detiene a mos. Si el suelo es m u y liso, por ejemplo, s i es hielo o
una distancia cuatro veces mayor; a una velocidad tri- una superficie mojada, entonces casi no hay fricción.
ple, se detiene a una distancia nueve veces mayor,
etc.
La ec. (7.77) también nos dice que la distanciad de-
pendeinversamentedelcoeficientedefricción pd:
mientras mayor sea pd, menor será d, e inversamente.
Esto es claro, pues mientras más rugosas sean las superfi-
cies, la distancia recorrida por el cuerpo será menor, e
inversamente. En el caso extremo en que las superfi-
cies resbalen muy bien una sobre otra, o sea, cuando
el coeficiente de fricción es muy pequeño, entonces
vemos que la distancia d recorrida es muy grande. A
medida que pd sea más y más pequeño, d será más y Figura 7.23
más grande. En el límite en que p d - O , la distancia
d-+oo. La interpretación física de este resultado, apa-
rentemente extraño, es que s i pd tiende a cero, enton- En este caso, las protuberancias de nuestros zapatos
ces de la ec. (7.59) vemos que la fuerza de fricción casi n o se meten entre las de la superficie, y la fuerza
también tiende a cero. E s decir, horizontalmente no F, que ejercemos sobre la Tierra es de magnitud pe-
hay fuerza alguna actuando sobre el cuerpo. La pri- queña. Por tanto, la Tierra reacciona ejerciendo sobre
mera ley de Newton nos dice que entonces el cuerpo nosotros una fuerzaF , también de magnitud pequeña.
se moverá todo el tiempo con la misma velocidad ho- E l resultado neto es que nos es difícil caminar sobre
rizontal v,,, y por tanto, la distancia recorridaserá infi- este tipo de superficies.
nita. E l cuerpo nose detiene, ya que eneste caso nada Otra aplicación ventajosa de la fricción es en el me-
se opone a su movimiento. Nótese quelas únicas fuer- canismo de frenos de un vehículo automotor (véase
zas que actúan sobre el cuerpo serían N y p, que son problema 7.46).
perpendicularesaladireccióndelmovimiento.De
acuerdo con el Principio de Superposición, estas fuer- Ejercicio 7.14. Se aprieta un cuerpo que pesa 30 k g
zas no afectan el movimiento horizontal. contra una pared, como se muestra en la fig. 7.24~. Si
el coeficiente de fricción estático entre el cuerpo y la
La existenciadelfenómenodefriccióntiene,en pared es de 1.25, jcuál es la mínima magnitud de la
ciertas circunstancias, desventajas y en otras situacio- fuerza F, horizontal, que hay que aplicar para que el
nes, ventajas. cuerpo no caiga?
Un ejemplo de situación desventajosa de la fricción En primer lugar dibujamos un diagrama de cuerpo
es e l caso de los motores. Cuando dos de sus superfi- libre del cuerpo (fig. 7.24b).Las fuerzas que actúanso-
cies en contacto resbalan una sobre la otra (por ejem- bre éI son: la fuerza F que empuja al cuerpo sobre la
plo, un eje que gira descansando sobre un cojinete), la pared; al separar el contacto con la pared lo reempla-
fricción que se manifiesta impide, por un lado, el mo- zamos con una fuerza N, horizontal; el peso P, verti-
144 Cap. 7. APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON

cal y hacia abajo; la fuerza de fricción ffentre el cuerpo que el cuerpo no caiga, es necesario vencer su peso, q ~ ~ e
y la pared, que se opone al movimiento. Este movi- es una fuerza vertical y con sentido hacia abajo. La
miento sería con dirección vertical y sentidohacia ljnicamaneradecontrarrestarlo es conunatuerza
abajo; por tanto, la fuerza de fricción tiene direccibrl vertical y con sentido hacia arriba. Si no hubiera fric-
vertical y sentido hacia arriba, como se muestra en la ción, por muy grande que fuera la magnitud de F no
figura 7.246. La fuerza total sobre el cuerpo es F i N contrarrestaría al peso P, que es vertical.
+ + P f,f. AplicandolasegundaleydeNewton,y De la ec.(7.82) notamos que la magnitud deF es in-
dado que se quiere que el cuerpono se mueva. su ace- versamente proporcional a pe. Por tanto, mientras ma-
leración se dehe anular yor sea y, menor será f. Esto es claro, pues mientras
más rugosas sean ¡as superficies, más se interpenetran
F+N+P+ff=O V.78j las protuberancias de sus superficies y, por decirloasí,
con una fuerza F más pequeña se detiene el cuerpo.
t nversarnente, mientras menor sed p,, mayor deberá
ser Id fuerza f . Esto también es cidro, pues mientras
mejor acabadas estén las superficies deberá aplicarse
1.ln~1tuerza mayor que apriete a las superficies para
que jus protuberancias se penetren suticientemente
con el fin de que el cuerpose sostenga y no caiga.

Ejercicio 7.15. Un cuerpo de peso 20 k g es empuja-


do por medio de una baira A B (fig. 7.25a) y resbala SQ-
h r r una superficie horizontal. La barra forma un ángu-
lo d e 3 5 0 con la horizontal. E l coeficiente de fricción
a; entre las superficies es 1.2. &uá1 es la magnitud de la
íuc:r/n T que hay que aplicar para que el cuerpo se
il!
mueva con velocidad constante?
Figura 7.24

Escogemos ahora un sistema de coordenadas como


se ve en la figura7.246. Tornamos las componentes de
la ec. (7.78):

componente x delaec. (7.78): F "N= O (7.79)


-P f f f = O
't
componente y delaec. (7.78): (7.80)

Además, dado que la fuerza que aprietalas dos super-


ficies es F, de la ec. (7.61) se tiene que

ff = peF (7.81)

Sustituyendo el valor de ff dado por esta última


ecuación en la ec.(7.80),se tiene que

"P + peF O

y despejando F Figura 7.25

f=-
P (7.82)
Pe
E l diagrama de cuerpo libre del cuerpo quese mue-
Sustituyendo valores ve se muestra en la figura 7.256. Aquí P es el peso del
cuerpo; N es la reacción de la superficie horizontalso-
bre el cuerpo; T es la fuerza que se aplica a la barray
cuya magnitud se debe determinar; f es la fuerza de
fricción, que tiene dirección horizontal y sentido ha-
Es importante darse cuenta de quees precisamente cia la derecha ya que en la figura el movimiento es
la existencia de la fricción la que hace posible que el hacia la izquierda. La fuerza total que se aplica sobre
cuerpo no caiga al aplicarle la fuerza horizontal.Para el cuerpo es, entonces, N + + +
T f P.
FUERZAS DE FRICCIÓN Y DE CONSTRICCI~N 145
Por otro lado, si se requiere que el cuerpose mueva gen de esta diferencia está en el hecho de que cuando
con velocidad constante, entonces su aceleración a se empuja el cuerpo, de la ec. (7.86) vernos que la fuer-
debe ser cero. Por tanto, aplicando la segunda ley de za que aprieta a las dos superficies no es solamente P
Newton se tiene que sino que se le añade la componente y de la fuerza 1,
que tiene sentido hacia abajo. Por tanto, la fuerza de
N + T + f + P = O (7.83) fricción que se opone al movimiento aumenta. En el
caso en que se jala, la fuerza que aprietaes menor que
Escogemos u n sistema de coordenadas como el mos- P (véase problema 7.47), ya que se le resta la compo-
trado en la figura7.25b. Tomamos componentes de la nente y de R, que ahora tiene sentido hacia arriba.
ec. (7.83) a lo largo de los ejes

componente x: - T cos cy f f = O (7.84) 7.3. ALGUNAS CONSlDERAClONES SOBRE


N - P - Tsen 01 = O
LAS FUERZAS DE F R I C C I Ó NY DE
componente y: (7.85)

Ahoraescribiremoslamagnituddelafuerzade CONSTRICCI~N
fricción f. Notamos que en este caso hay dos fuerzas
es el peso P y
que aprietan a las superficies: la primera En los ejercicios que se han resuelto en este capítu-
la segunda es la componente y de la fuerza T. O sea lo se consideraron diferentes tipos de fuerzas: la fuer-
que, usando la ec. (7.59). se tiene que za gravitacional que ejerce la Tierra sobre los cuerpos
que están a su alrededor, las fuerzas de tensión en un
f = p(P + T), = p(P + Tsen cy) (7.86) cable, la fuerza de reacción de una superficie sobre la
que se encuentra un cuerpo, la fuerza de fricción. Sin
Sustituyendo la ec. (7.86) en la ec. (7.84)
nos da haberlo mencionado, se ha supuesto que entre estas
fuerzashaydiferenciasesenciales.Efectivamente,
- T cos cy + p(P + 7 sen cy) = O una fuerza como la gravitacional tiene la característi-
ca de que siempre se ejerce sobre los cuerpos, estén
Factorizando T en el lado izquierdo y pasandoal o t r o en la condición que esten, se muevan o no. Así, s i la
miembro el sumando que contiene ap f única fuerza que actlid sobreel cuerpo es la de lagra-
vedad, esta fuerza hace que el cuerpo empiece a mo-
T(p sen cy - cos cy) = -pf verse.
Por otro lado, las fuerzas de fricción son diferentes
Despejando 7 a la de la gravitación. Si, por ejemplo, se tiene un cuer-
po en reposo sobre una superficie rugosa, de tal forma
T= PP (7.87) q,le haya fricción entre ellos, y no5e aplica fuerza ex-
cos cy - p sen cy tern& adicional alguna, entonces la fuerza de fricción no
se marlifiesta. No ocurrequelafuerzadefricción
Sustituyendo los valores dados se encuentra que haga que el cuerpo empiece a moverse. La fuerza de
fricción empieza a actuar solarnentesi otra fuerza ex-
1.2 x 20 kg terna F intenta que haya deslizamiento sobre la super-
T =
cos 35O - 1.2 X sen 35O ficie rugosa (fig. 7.18a). En este momento empieza a
aparecer la fuerza de fricción. Además, la magnitud
-
"
24 kg = 183.4 kg! con que aparece la fuerza de fricción va cambiando;
0.1309 s i la fuerza externa es de magnitud muy pequeña, en-
tonces la fuerza de fricción que se le opone también
Otra posibilidad de mover el cuerpo es jalándolo, será demagnitudpequeña;dehecho,delamisma
en lugar de empujarlo. Se puede calcular la magnitud magnitud que la externa, de modo que impide el mo-
de la fuerzaR que es necesario aplicar en estecaso. E l vimiento del cuerpo. A medida que la magnitud de la
resultado es (véase problema 7.47) fuerza externa F aumenta, la magnitud de la fuerza de
fricciónaumenta,hastaquellegaalmáximovalor
+ y sen a
R= PP que puede alcanzar, dado por la ec. (7.59).Si ahora la
(7.88)
cos cy
fuerzaexterna F tienemagnitudmayorqueeste
máximo
Sustituyendo los valores del problema se obtiene que

R = 15.9 kg!
entonces habrá una fuerza neta en el sentido de F que
Por tanto,hayunadiferenciaconsiderableentre hace que el cuerpo empiece a moverse (fig. 7.18b).
empujar o jalar. Para algunas personas que han usado En el ejercicio 7.12 vemos que s i el ángulo de inclina-
podadoras de pasto, aparatos limpiadores de tapetes, ción del plano es muy pequeño (0 < O=), entonces no
etc., este resultadoes conocido empíricamente. E l ori- ocurre que la fuerza de fricción tenga mayor magnl-
14 Cap 7 . A P L I C A C I ~ T ~ EDE
S LAS LEYES NEWTON
DE

tud que Id com[mswn!e del peso a lo largo del planoy # ejemplo, las gravitacionales,que ya vimos, o las
por tanto, haya und fuerza neta hacia arribay el cuer- eléctricas,magnéticas,etc., y aquellascomo las de
po empiece a moverse hacia arriba. Lo que ocurre es fricción o de constricción que van adquiriendo una
que dado que Id componente mencionada del peso magnitud que depende de la presencia y magnitud de
tieneunamagnitudpequeña.entonces la magnitud otras fuerzas externas
de l a fuerza de fricción es igual a esta componente
c o n el resultado de que la fuerza neta a lo largo del
plano es nula y no hay movimiento AI aumentarel 7.4. MOVIMIENTO CIRCULAR
i n g u l o de inclinación, la componente del peso aumen-
ta al mismo tiempo aumenta la fuerzadefriccihn. Como se estudió en e l capítulo 5, s i una partícula
t.stci ocurre hasta que l a magnitud de !a fuerza de fric- realiza un movimiento circular, entonces experimenta
ci6n adquiere su máximo valor, dado por Id cjc (7.673. una aceleración. Si el movimiento es circular unifor-
E;tc; ocurre para el ángulo de inclin,-icibn O,. A partir me (véase sección 5.4), entonces la única aceleración
d c i " : t ~momento, la componente a 10 largo del plano que experimenta el cuerpo es la centripeta, es decir,
puetff. vencer 2: la fuerza de friccihn y empieza a ha- hacia el centro del círculo. Si, por otro lado, el movi-
brr n?ovimlc>ntohac!a abajo. Esto aclara el resultado miento no es circular uniforme (véase secciónS S ) , en-
dado por la ec. (7.71) en quese afirma que la acelera- toncesademásde l a aceleracióncentrípeta, la par-
ción es cero para ángulos menores que el crítico I?,. tícula también experimenta una aceleración tangen-
Cuando un cuerpo se mueve sobre una superficie cial.
(por. ejemplo, un plano inclinadoo una superficie hori- De acuerdo con l a segundaleydeNewton, s i un
zont,tl), entonces aparece otra fuerza, que hemos de- cuerpoexperimentaunaaceleración,entonces eso
signado como d e reacción (son las fuerzas N de las fi- significa que una fuerza está actuando sobre él. Por
guras 7.19h y 7 2 2 , por ejemplo). Estas fuerzas reciben consiguiente,podemosdecirque se ejercenfuerzas
el nombre general de fuerzas deconstricción. Son pre- sobre un cuerpo en movimiento circular.
clsamente las fuerzas de constriccihn las que obligan Si el movimiento es circular uniforme, entonces la
a un carrito a seguir hacia arriba y hacia abajo la for- única fuerza es centrípeta (fig 7.26) y su valor F , es
ma que tiene la montafia rusa, las que obligan a una
pelota que rueda sobre una mesa horizontal a mover- F, = ma, (7.89)
se solamente en el plano de la mesa, etc. Las fuerzas
decoostrlccióntambiéntienen l a característica de
quc' su magnitud depende de la presencla de fuerzas
externas Así, en el caso del ejercicio 7.13 (fig 7.22),
de la ec (7.74) vemos que si la magnitud de! peso p
del cuerpo cambid, entonces, para que no hakd movi-
miento verticai, la magnitud N también debe cambiar
Es decir, la m e w debe w r capar de ejercer {irla fuerra
hacia arriba N tal que cancele el peso d ~cuerpo, l sea
e l que sea éste. Por supuesto que s i en determinado
momento la mesadejade ser capardegenerarla
t u e r r a d e c o n s t r i c c i t n N que cancele al peso, enton-
c.cls P I cuerpo se mover.& hacia abajo.1d. capacidad de
u n a superficie dtt generar una fuerza de constricción Figura 7.26
depende, en última instancia on sus propiedades elks-
ticas. Por supuestoquecualquier sistema tendrá
siempre un lírnite para generar una fuerra de cons-
tl-icciiln de la rnagnitudapropiada Si se colocaun La direcclón de esta fuerza es a lo largo del radio; su
cuerpo extremadamente pesadosobreuna mesa, sentido es hacia el centro O del círculo y su magnitud
p o d r á ocurrir que la mesa no IC) soporte, es decir que es
no genere i a fue!.ra de constricc i6nN de magnitud S C I -
ficientc: IF, = mla,i
t n general, la direcccbn v e ! sentido de las fuerzas
d c fricciOn y deconstrircibnquedandeterminadas = mw2R = mv2/R (7.90)
p o r l a ,Ituacibn física: en l a frlccibn se oponen a l mo-
vlrnlento, mientras que /as fuerzas de constricrrón ge- En estas ecuaciones R es el radio del círculo,w la velo-
nt.radns por una supvrficre siempre son perpendiculs- cidad angular constante y v, la velocidad lineal que,
rc5 <I t>/la.E S en la m,lgnitud donde estas tarrzas mani- como se sabe, es tangencial. Se usó la expresión (5.60)
f i e s t d n S C I S propiedades si!lgulares para la, l .
Frl resumen, vemos que existen en la naturaleza dos S i el movimiento es circular, pero no uniforme, en-
\ip<)s dt. fuerzas. las que s c generanindependiente- tonces además del a fuerza centrípeta F , hay una fuer-
r ~ l c n t c de que haya otras
fuerlas
presentes. por za tangencia1 F,(fig 7.27). E l valor de la fuerza centrí-
147
peta en cada instante está dado por las ecs. (7.89) y
(7.90). E l valor de la fuerza tangencial F , es

F, = ma, (7.91)

Figura 7.27

que tiene dirección tangencial; su sentido está dado


por el signo de la aceleración angular(Y : si la acelera-
ción angular (Y es positiva, entonces el sentido es el
mismoqueeldelavelocidad, y s i CY es negativa, bi
el sentido es opuesto al de la velocidad; su magnitud
está dada por (véase ec. (5.67)) Figura 7.28

IF,I = mla,I = m R a (7.92)


Aquí se usó el hecho de que la aceleración a no tiene
En este caso, se tiene entonces que la fuerza total F componente a lo largo del ejeY, dado que no hay mo-
sobre el cuerpo es vimiento vertical.
Como consecuencia de la ec. (7.96), la fuerza N can-
F = F, + F, (7.93) cela al peso P, o sea,

Ejercicio 7.16. Analizar el movimiento cuando un N + P = O (7.97)


auto que se mueve en una carretera entra en una cur-
va. )Quién aplica la fuerza Centrípeta necesaria para De la ec. (7.95) concluimos que a , = O, y como la
que el auto recorra la curva? componente y de a es también cero, entonces a = O.
Cuando el auto entra en la curva, para que dé vuel- Esto significa que tal como están las cosas en la figura
ta en un círculo es necesario que se le aplique una 7.28, el auto NO dará la vuelta pues no experimenta
fuerza centrípeta dada por las ecs. (7.89) y (7.90). ninguna fuerza centrípeta que lo haga dar la vuelta.
Consideremos en primer lugar el caso en que el pa- Por tanto, s i se quiere que el auto dé la vuelta, la
vimento de la curva sea horizontal (fig. 7.28a). En la fi- fuerza centrípeta tiene que ser proporcionada por al-
gura 7.28bse muestra un diagrama de cuerpo libre del gún agente adicional, ya que ni P n i N la proporcio-
auto, en donde P es su peso, con dirección vertical y nan. En general, en este caso la fuerzaes proporciona-
sentido hacia abajo; N es la reacción del suelo sobre da por el contacto entre e¡ suelo y la llanta. E l suelo,
el auto, con dirección vertical y sentido hacia arriba. por fricción, ejerce una fuerza sobre la llanta que la
L.a fuerza total sobre el auto es, en este caso, P + N. hace girar y así el vehículo da la vuelta. Este mecanis-
Aplicando la segunda ley de Newton nos da m o es muyinconveniente,dadoque, s i se requiere
que la magnitud de la fuerza centrípeta sea grande,
P+N=rna (7.94) no hay garantía de que la fricción entre el suelo y la
llanta sea suficientemente grande para proporcionar-
A continuación escogemos un sistema de coordena- la. Además, por tratarse de un mecanismo de fricción,
das, c o m o se muestra en la figura 7.28b, y tomamos la llanta se desgasta.
componentes de la ec. (7.94) lo a largo de los ejes. Nos Otra manera de proporcionar esta fuerza centrípe-
damos cuenta de que ni P n i N tienen componente x, ta es la siguiente. En el caso de arriba, la reacción N
por lo que del suelo sobre el auto tenía dirección vertical porque
el suelo era horizontal.Si en lugar de que la curva sea
componente x de la ec.(7.94): O = ma, (7.95) horizontal se la construye peraltada, o sea, formando
componente y de la ec.(7.94): +
-P N = O (7.96) el ángulo 0 determinado con la horizontal (ftg 7 2%).
148
Aquí se usó P = mg y la identidad trigonométrica
(sen @cosP) = t g 8.
Esta cantidad, ma,, es precisamente la fuerza cen-
I trípetaque se nplica sobre
el
auto. En efecto,
en
la
fi-
gura 7.29b nos damos cuenta de que si la reacción N
n o es vertical, tiene entonces una componente N, ho-
rizontal diriglda hacia el centro del círculo. E s preci-
samenteestacomponentelaquejuegaelpapelde
tuerza centrípeta que hace que el auto dé vuelta al
circulo t i a v que darse cuenta de que N, y por tanto,
s u componentehorizontal, es proporcionadaporla
reacción del sueio sobre el auto, reacción debida al
peso riel auto. De esta manera, no es necesario que se
"obiigue" a las llantas a generar, por medio de la fric-
ción, la fuerza centrípeta necesaria.
De la ec.(7.100) obtenemos la aceleración centrípe-
ta a,
a, = g tg 8 (7 101)

Por otro lado, usando en la ec. (7.101) la ec(5.60) para


la aceleración centrípeta, se encuentra

- gtg8
"2
- (7.102)
R
"

Figura 7.29
Aquí es la velocidad lineal con que el auto da vuelta
al círculo y R essu r a d i o

entonceslas cosas cambian. En efecto,dibujarido Ejercicio 7.17. Se desea peraltar una curva que ten-
ahora el diagrama de cuerpo libre se tiene la situación ga un radio de35 m . Si ia velocidad a la que debento-
mostrada en la figura 7.29b. Las fuerzas que actúan mar la curva los vehículos ps de 40 km/h, iqué ángulo
sobre el auto siguen siendo P I su peso con dirección de peralte se le debe dar?
vertical y sentido hacia abajo y N, cuya dirección es En nuestro caso
ahora perpendicular al suelo, por la que la direccibn
de N ya NO es vertical. Este hecho es crucial. La ec.
(7.94) sigue siendo válida, pero al tomar componentes
en el sistema de coordenadas mostrado en la figura
7.29 se tiene ahora De la ec. (7.102) despejamos tg 8

componente x delaec.(7.94): N sen 8 ma, (7.98) (7 103)


componente y de la ec.(7.94): - P+ N cos 8 = 0 (7.99)
y sustituyendo valores
Otra vez se usó el hecho de que la aceleración no tie-
ponente ne y. tg8 = (11.I 1
De la ec. (7.99) despejamos N. Pasamos P al miem- (9.8 mi's2) (35 m)
bro derecho

N cos 8 = P
= 0 3599
Y
N="- P Por tanto,
cos O
6, = arc t g 0.3599 = 19O 47' 30"
Sustituimos ahora esta expresión en la ec. (7.98)
Si se peralta con este ángulo, un auto que entre en la
ma, = ___ sen O curva a la velocidad de 40 km/h recibirá del suelo la
cos 8 fuerza
centrípeta
necesaria
vuelta.
ladar
para Si entra
a otra velocidad, e! conductor, a traves del volante,
= PtgO = m g t g a (7.100) tendráquehacer que las llantasgeneren,porfricción,
PROBLEMAS 149
la fuerza que falta para completar la fuerza centrípe- zontal para que el peso de la cuerdase equilibre y no
t a necesaria. Para evitar desgastes de llantas, es reco- haya aceleración vertical? Exprese su resultado en ra-
mendable entonces tomar las curvas a la velocidad in- dianes.
dicada. 7.13. Demuestrelacongruenciadimensionaldelas
De la ec. (7.103)
nos damos cuenta de que el ángulo ecs. (7.13) y (7.14).
de peralte 8 no depende de la masa del vehículo.Esto 7.14. Con respecto al ejercicio 7.7 jpor qué la acelera-
significa que el MISMO ángulo dará la fuerza centrí- ción tiene que tener dirección a lo largo del plano?
peta necesaria para que cualquier vehículo, yasea de iPor qué no tiene componente perpendicular al pla-
masa grande o pequeña, pueda dar la vuelta. E l ángu- no?
lo de peralte solamente depende de la velocidad Ii- 7.15. Verifique la congruencia dimensional de la ec.
neal con que se da la vuelta y del radio de la curva. (7.24).
7.16. Haga una gráfica dea contra 8(ec. (7.24)) obteni-
da en el ejercicio 7.7.
PROBLEMAS 7.17. Se quiere que un cuerpo resbale lo a largo de un
plano inclinado con una aceleración de 2.6 mis2. i Q u é
7.1. Un cuerpo de masa m se acelera con magnitud a. inclinación debe tener el plano?
Encuentre la magnitud de la fuerza F aplicada si: 7.18. Resuelva el ejercicio 7.8 para los casos en que
M < m sen 8 y en que M = m sen 8. Obtenga en cada
a) m = 125 kg; a = 2.5 mis2. caso las magnitudes y sentidos de la aceleración a y
b) m = 250 g; a = 18.7 cm/s2. de la fuerza F , .
c) m = 2.4 kg; a = 3.4 km/h2. 7.19. Verifique la congruencia dimensional de las ecs.
(7.35) y (7.39).
7.2. Demuestre la ec. (7.3). 7.20. Si en la figura 7.10 los valores de las masas son:
7.3. Sobre un cuerpo de masa m se aplica una fuerza m = 28 k g y M = 45 k g y el ángulo 0 es32O, i h a c i a
de magnitud f. Encuentre la magnitud de la acelera- dónde se mueve el sistema?, icon qué aceleración?,
ción que experimenta si: i c u á l es la tensión en la cuerda? Suponga que la cuer-
da es de masa despreciable e inextensible.
a) m = 18.6 kg; f = 26.3 N. 7.21. Obtenga la magnitud de la fuerza f, del ejerci-
b) m = 322 g; F = 17.4 N. cio 7.9. Verifique la congruencia dimensional de su re-
c ) m = 12.9 kg; F = 33.6 kg. sultado. Interprete físicamente sus resultados.
7.22. Demuestre la congruencia dimensional de la ec.
7.4. i C u á n t o pesa un cuerpo s i su masa es: (7.48a).
7.23. En una máquina de Atwood,uno de los cuerpos
a ) m = 62.5kg? tiene masa de45 g mientras que el otro tiene masa de
b) m = 487 g? 47 g. iHacia dónde se mueve el sistema? i c o n q u é
c)m = 128 libras? aceleración? jCuál es la tensión en la cuerda? Supon-
ga que la cuerda es de masa despreciable e inextensi-
7.5. Demuestre que un cuerpo de masa 30 kgpesa ble.
4.99 kg en la superficie de la Luna. 7.24. En una máquina de Atwood, uno de los cuerpos
7.6. E l peso de un cuerpo en la Tierra es de 88.4 kg. tiene masa de 17 gy el otro tiene masa de25 g. Si ini-
iCuánto pesa en Júpiter?, jcuánto en Mercurio? Use cialmente los dos cuerpos están en reposo y ambos a
los valores g, = 2.65g y g , = 0.38g. lamismaaltura,jenquéposición se encuentrala
7.7. jPor qué en el ejercicio 7.5 la aceleración A es masa de 25 g después de 2.4 S ?
horizontal? 7.25. Una máquina de Atwood tiene dos pesos iguales
7.8. justifique la ec. (7.12), válida para cables inexten- de 210 g. En uno de los brazos se coloca una carga
sibles. adicional de 8 g. Si inicialmente los dos lados de la
7.9. Refiriéndonos al ejercicio 7.5, discuta el caso en máquina están en reposo y a la misma altura, iqué
que el cable sea extensible. iQué aceleración experi- distancia recorre el brazo más cargado en 2 S ? Si en
menta el cuerpo? este instante se quita la carga adicional, jqué distan-
7.10. Suponga que en el ejercicio 7.5 el cuerpo tiene cia recorre este brazo en los 2 S siguientes?
masa M = 4.5 k g y la cuerda tiene masa m = 930 g. 7.26. Resuelva el ejercicio 7.9 para los casos en que
>Cuál es el porcentaje de la fuerza trasmitida por la M < m y en que M = m.
cuerda al cuerpo? 7.27. Un cuerpo de masa 5.2 k g se mueve en una tra-
7.11. iPuede una fuerza horizontal cancelar una fuer- yectoria dada por las ecuaciones x = 3t2, y = " 2 t 3 +
za vertical? Con respecto al ejercicio 7.6. ipueden las 4t2 - 6t + 4, con t expresada en segundos y (x, y) en
fuerzas F , y F2 ser horizontales si se considera el peso metros. Encuentre la fuerza que actúa sobre el cuerpo
de la cuerda P? en el instante t = 1.5 s.
7.12. Si en el ejercicio 7.5 la cuerda tiene masa de 1.2 7.28. Una pelota de masa 150 g está en contacto con
kg y se aplica en su extremo una fuerza de 9 kg, j q u é un bat durante un milésimo de segundo y cambia su
ángulo formará la cuerda en su extremo con la hori- velocidad en 25 mls. iQué fuerza se le impartió?.
150 Cap. 7. APLICACIONES DE LAS LEYES DE NEWTON

7.29. >Desde qué alturase tiene que soltar un cuerpo


de 527 g para que al llegar al suelo ejerza una fuerza
de 275 kg, si el intervalo en quese detiene es de 0.003
S?
7.30. En un incendio, una persona que pesa 75 k g se
arroja desde una altura de 15 m. Cae sobre una lona
de bomberos que la detiene en un intervalo de 1.5 S
desde el momento de contacto. iQué fuerza siente la
persona? Figura 7.32
7.31.En el arreglo mostrado en la figura 7.30 ihacia
dónde se mueveelsistema? icon qué aceleración?
>Cuál es la tensión de la cuerda? Suponga que la cuer-
da es de masa despreciable e inextensible. Obtenga
de sus expresiones los valorescuando O2 = 90O. 2A
quécasocorresponde?iSoncorrectas sus predic-
ciones?

Figura 7.30

7.32. Tres carros de ferrocarril están unidos por me- dónde se mueve cada cuerpo?, (con qué aceleración?,
dio de barras rígidas, como se muestraenlafigura j c u á l es la tensión en la cuerda? Suponga que las ma-
7.31. S i la locomotora ejerce una fuerza F , encuentre sascle las poleas y del cable son despreciables y que
la aceleración A del sistema, así c o m o las tensiones 1, el cable es inextensible.
y T2 en las uniones. 7.36. Un automóvil que pesa 1 650 kg acelera de 1 5
7.33. Un cuerpo de masa M , se encuentra sobre una kmih a 50 k m l h en 4.2 S >Qué fuerza se genera sobre
superficiehorizontalunido,como se muestraenla éI?
figura 7.32, al cuerpo de masa M,. Suponga que las 7.37. Una lancha que pesa 275 kg se mueve a una ve-
masas del cable y delas poleas son despreciables y el locidad de 8 krnlh y entra en una zona pantanosa de-
cable es inextensible. iHacia dónde se mueve el siste- teniéndose en 15 s. iQue fuerza la detuvo?
ma? Encuentre la aceleración de cada cuerpo. Calcu- 7.38. Un elevador que pesa 574 k g se mueve hacia
le la tensión TIen la barra rígida que une la masa M1 abajo con aceleración uniforme. En 1 0 S cae 42 m par-
con la polea. Obtenga la tensión T2 en el cable. Su- tiendodelreposo.Encuentrelatensiónenelcable
ponga que no hay fricción entre el cuerpo de masa M, que detiene al elevador.
y la mesa. 7.39. E l bloque 1 de la figura 7.34 pesa 4 kg y el blo-
7.34. Suponga que, en el problema 7.33, M , = 625 g y que 2 pesa 25 kg. No hay fricción entre el bloque 2 y
M , = 235 g. iHacia dónde se mueve cada cuerpo?, e l plano inclinado Cuando los bloques 1 y 2 se suel-
icon qué aceleración?, >qué valor tiene la tensión TI tan, resbalan al unísono. iCuál es la magnitud y direc-
en la barra que une aM , con la polea? iCuá1es la ten- ción de la fuerza entre los bloques 1 y 2 ?
sión T2 en la cuerda? 7.40. Demuestre que el coeficiente de fricción p no
7.35. En el sistema de poleas de la figura 7.33, >hacia tiene dimensiones
PROBLEMAS 151
7.49. j C ó m o se modifican los resultadosdelproble-
m a 7.48, si los cuerpos se invierten?
7.50. Un cuerpo que está sobreunasuperficiehori-
zontal tiene una velocidad inicial, también horizon-
tal, de magnitud 2.3 mis. Se mueve en línea recta y se
detiene después de haber recorrido 4.2 m. iCuá1 es el
coeficiente de fricción entre el cuerpo y la superficie
Figura 7.34 horizontal?
7.51. Un cuerpo resbala por un plano inclinado que
formaunángulode 35O conlahorizontal E l coefi-
ciente de fricción entre las superficies en contacto es
7.41. Haga una gráfica de a contra 6' (ec. (7.71)) del de 0.15. Si inicialmente el cuerpo está en reposo, jen
ejercicio 7.12, s i el coeficiente de fricción dinámicopd cuánto tiernpo recorrerá una distancia de 6 m ? , i q u é
tiene el valor 0.17 y el estático, 0.2. velocidad tendrd al cabo de este intervalo?
7.42. Un cuerpo de masa 25.3 k g se encuentra en un 7.52.En el sistema de la figura 7.36 el cuerpo A pesa
plano inclinado que forma un ángulo de 28O con la 50 k g y el B pesa 175 kg. Los coeficientes de fricción
horizontal. Si el coeficiente de fricción entre el cuer- estáticos son: entre A y B, 0.28; entre B y la mesa hori-
p o y el plano es de 0.78, jresbala el cuerpo hacia aba- zontal, 0.14. jQué fuerzaF hará que A se mueva hacia
j o ? Si su respuesta es afirmativa,iconquéacelera- arriba de B? iCuá1 es la reacción de B sobre A en el
ción? instante en que A empieza a moverse con respecto
7.43. Resuelva el problema 7 20 s i el coeficiente de a B?
fricción entre el cuerpo y el plano es de 0.93.
7.44. Resuelva el problema 7.31 para el caso en que
el coeficiente de fricción entre el cuerpo 1 y el plano
sea 0.1, y el coeficiente de fricción entre el cuerpo 2y
el plano sea 0.22. Suponga que m , = 19 kg, m2 = 32
kg, 8, = 28O, 0, = 63O. Compare sus resultados con el
caso en que no haya fricción.
7.45. Suponga que en el problema 7.34 hay fricción
entre el cuerpo de masaM , y la mesa. Si el coeficiente
de fricción es 0.63, responda a las preguntas del pro- I I
blema 7.34. )Hay resbalamiento?
7.46. Investigue el uso del fenómeno de fricción en
los frenos de un vehículo automotor. iQué papel jue-
ga el disco? 2Qué papel juegan las balatas? Figura 7.36
7.47. Resuelva el ejercicio 7.15 para el caso en que se
jala el cuerpo. Obtenga la ec. (7.88).
7.48. En el sistema mostrado en la figura 7.35 los blo- 7.53. Resuelva el ejercicio 7.10 para el caso en que
ques estan unidos por medio de una barra rígida de haya fricción entre el plano inclinado y la superficie
masa despreciable. Si M , = 1.S k g y M , = 3.1 kg, y los horizontal.
coefi-isntes de fricción tienen los valores: entre M , y 7.54. Verifique la congruencia dimensional de la ec.
el plano, pl = 0.14, y entre M , y el plano, p 2 = 0.23, (7.102).
j c u á l es la aceleración de los bloques?, jcuáles la ten- 7.55. Un velódromo tiene la pista peraltada en la cur-
sión en la barra? Compare sus resultados con el caso va a un ángulo de 70° Si el radio de la curva es de 30
en que no hubiese barra y con el caso en que no hu- m, ipara qué velocidad está diseñada la curva?
biese fricción. 7.56. iQué peralte debe tener una curva de la vía de
un tren pdra que no haya desgaste de las ruedas s i el
radio de la curva es de 270 m y la velocidad con la
que se quiere que pase el tren es de 55 k m i h ?
7.57. Se hace girar una cubeta con canicas en su inte-
rior, en un círculo vertical de radio 45 c m ( f i g 7.37).
icon qué frecuencia se debehacergirarlacubeta
para que las canicas no caigan?
7.58. Un cuerpo A de la masa 2 k g está sujeto a un
extremo de una cuerda de 4 m de largo (fig. 7.38). E l
otro extremo de la cuerda está fijo en el punto O. E l
cuerpo A se mueve a lo largo de un círculo horirontal.
La cuerda forma un ángulo de 60° con la vertical. En-
cuentrelavelocidaddelcuerpo y latensiónen la
Figura 7.35
cuerda.
R

Figura 7.39

7.59. Una piedraque pesa 2.3 k g está sujetaenun


extremo de una cuerda de 1.3 m de largo. Se hace gi-
rar la piedra en un círculo que está enun plano verti-
cal. La máxima tensión que puede darse a la cuerda
antes de que se rompa es de 6 kg. iCuál es la máxima
velocidad angular con la que puede hacerse girar la
Figura 7.40
piedra, para que la cuerda nose rompa?
7.60. Una barra A B de longitud 1 5 cm que pesa 8 kg
se encuentra sobre una mesa circular horizontal. Sus
extremos están sujetos a dos puntos del circulo de la
mesa (fig. 7.39). E l círculo tiene un radio de 10 c m . E l
sistemagiraalrededordelcentro C delcírculo a
150 rpm. Calcule las reacciones en los extremos de la
barra.
7.61. Una esfera, que pesa 2 kg, está dentro de una
caja (fig. 7.40) que está rígidamente sujeta a un brazo
que puede girar alrededor de un eje horizontal (per-
pendicular al pldno de l a figura). E l sistema gira con
una aceleración angular de 3 revls'. Cuando el brazo
se w c u e n t r a en l a posición mostrada, la velocidad an-
gular r3 de 3 revls. >Qué fuerzas actúan sobre la esfe-
r d en este instante? iQué magnitudes tienen?
7.62. E l marco ABC de la figura 7.41 gira con veloci-
dad angular constante de 250 rpm alrededor del eje
A D E l bloque M que pesa 50 kg está sobre el brazo
tSC a u n a distancia de 1 . 2 m de AC. Al girar el marco,
('1 bloque M no se mueve. Calcule el coeficiente de
triccibn clntre M y el brazo BC. Obtenga la magnitud
dr la reacci6n del brazo BC sobre M. Figura 7.41
Trabajo y energia

8.1. TRABAJO m
F Ax = -(v,22 - v1
,2)
2
Consideremos el caso en que una fuerzaF constante
se aplica a un cuerpo de masam que se puede mover
- 1
- - mvXz2- 1 mv, 2 (8.4)
2
solamente a lo largo de una línea recta, sin que haya
fricción entre las superficies (fig. 8.1). De la segunda
ley de Newton sabemos que esta fuerzagenerauna Este resultadotambién se Puedeescribircomo

í:
aceleración.

a = F/m (8.11
F A x = A-mv,2
) (8.5)

que también es constante. En consecuencia, el movi- Recuérdese la definición (3.1)de cambio de la canti-
miento que realiza el cuerpo es uniformemente acele- dadA
rado. Tomemos un sistema de coordenadas, como se
muestra en la figura 8.1. Supongamos que cuando el cambio de A = AA = Afinar - Ai,icial
cuerpo está en la posición x, tiene velocidad v,. y cuan-
d o está en x2 tiene velocidad va. De la ec. (4.65) se tiene En el lado derecho de esta ecuación se tienen canti-
entonces, para este caso, queladistanciarecorridapor dadesasociadas solamentecon las ProP]edades del
decuerpo
cuerpo
ypor
dada
está
el su movimiento
instantáneo. Estas son la
masa m y las velocidades vX1y vX2.En el lado izquierdo
I (8.2) se tienencantidades asociadas alaacciónejercida ex-
Ax = x2 - x1 = --(VX22 - VX12)
2a, ternamente sobre el cuerpo. Estas son la fuerza apli-
cada y el desplazamiento. E s decir, en la ecuación(8.5)
se logra una separación entre la acción externa y las
propiedades intrínsecas del cuerpo.Se puede decir que
X acción
la externa dada
por
lado
el izquierdo de
ec.
la
I
I
I (8.5)
propiedad
intrín-
la cambio
dese transforma
el en
X1 Ax x2 (mv2/2).
cuerpo
seca del
Si en lugar de que la fuerza constante F fuera hori-
Figura 8. I zontal
como
figura
la
en 8.1fuerza
la tuviera
una
direc-
ción arbitraria (fig. 8.2), se puede demostrar que (véase
problema 8.1)
Despejando de esta relación a,
1
Ax
F
a, = -(vXz2- vXl2) = -
m
(8.31
(Fcos8)Ax = A - m v x
('2 (8.6)

Aquí Ax es la distancia recorrida y 8 el ángulo entre el


Aquí se usó la ec. (8.1). Multiplicando ambos lados de vector F y el vector de desplazamiento Ar. La magnitud
última
la ecuación por m Ax se obtiene
Ares
de A x .

153
154

{ z::::::} { } {
unidad unidad unidad

= fude:za x disccia}

= 1 newton X 1m
= 1 joule =11 (8.10)
Figura 8.2
D e esta manera, se define el joule (denotado j ) c o m o
la unidad de trabajo en elSI.

La ec. (8.6) nos indica que en este caso la acción ex- Ejercicio 8.1. Sobre un cuerpo se aplica una fuerza
ternaque se transformaenpropiedadintrínsecadel de 45 N y el cuerpo se desplaza una distancia de25 m
cuerpo ya no es f A x , sino (f cos 8) A x , o sea que sola- (fig. 8.4). S i la fuerza forma un ángulo de 34O con el
mente la componente de F a lo largo de la dirección desplazamiento,jcuántovaleeltrabajomecánico
del movimiento es la que contribuye a esta cantidad. realizado?
La ec (8.6) se pucde escribir como(véase fig. 8.3)

X Figura 8.4

De la ec.(8.8) se tiene que el trabajo mecánicoes


Figura 8.3
W = F * A r = F i A r ! cos0
= 45 N X 25 m X cos 34O
Aquí se usó la definición (2.42) de producto escalar = 45 X 25 X 0.8290 N X m = 932.7 J
En el lado izquierdo se tiene el producto escalar del
vector fuerza F con el vectorAr de desplazamiento. De la definición (ec (8.8)) vemos que se habrá reali-
Definimos el trabajo mecánico W realizado por la zado trabajo mecánico por una fuerza, solamente si
fuerza constante F al desplazarse una distancia dada el lado derecho de la ec. (8.8) es distinto a cero. Esto
por el vectorAr c o m o implica que Ar tiene que ser no nulo. Por tanto, para
que una fuerza realice trabajo mecánico tiene que
W=F*Ar (8.8) desplazarse. Si no hay desplazamiento, entonces no
hay trabajo mecánico.
La definición (8.8) nos indica que el trabajo mecáni-
c o es una cantidad escalar. La acción externa de la
que hablamos arribaes entonces el trabajo mecánico.
La cantidadintrínseca (rnv2/2) queapareceenel
lado derecho de las ecs. (8.5)-(8.7) la denominaremos
la energía cinética del cuerpo. En la sección 8.2 estu-
diaremos con detalle este concepto. E l resto de esta
sección lo dedicaremos a estudiar algunas propieda-
des del trabajo mecánico.
En primer lugar, las dimensiones del trabajo mecA-
nico son

En segundo lugar, las unidades del trabajo mecáni-


(SI) son
co en el Sistema Internacional
En el lenguaje cotidiano uno se refiere a diversas W = F Ar = F lAri c o s 0
acciones por medio de la palabra trabajo. Así, se dice = 45 N X 25 m X cos 126O
que cuesta trabajo ganarse la vida, cuesta trabajo pa- = 45 X 25 X (- 0.5878) N X m
sar un examen, etc.Nos damos cuenta de que este tra- = -661.3 J
bajo no es el trabajo mecánico que hemos definido.
La definición precisa está dada por la ec. (8.8). En este caso el trabajoes negativo

Ejercicio 8.2. Sobre un cuerpo se aplica una fuerza Si el trabajo realizado por una fuerza es positivo,
F que es perpendicular al desplazamiento Ar (iig. 8.5). decimos que la fuerza realiza trabajo sobre el cuerpo.
iQué trabajo mecánicose realiza? Si el trabajo realizado por una fuerza resultaser ne-
En este caso los vectores F y Ar son perpendicula- gativo, se dice quese realiza trabajo contra la fuerza.
res, por lo que su producto escalar se anula(véase En el caso en que la fuerza aplicada no sea constan-
ejercicio 2 20). te a lo largo del desplazamiento, se puede obtener el
trabajo realizado de la siguiente manera.
W=F.Ar=O En primer lugar consideremos el caso del movimien-
t o en una dimensión. Supóngase que se aplica sobre
un cuerpo de masam una fuerza f(x) que dependeso-
lamente de la posición. Esto significa que en distintos
puntos en los que se encuentra el cuerpo, se le apli-
can diferentes valores de la fuerza (fig. 8.7). De la se-
gunda ley de Newtonse tiene que
dv
F(x) = m - (8.1 1)
dt
Figura 8.5

Si el desplazamientoes perpendicular a la fuerza apli-


cada, el trabajo realizado por la fuerza es nulo. Tene- Figura 8.7
mos aquí un caso en que apesar de que SI hay despla-
zamiento, la fuerza aplicadaNO realiza trabajo.
Podemosentenderesteresultado,queaprimera Multipliquemosambosmiembrosdeestaecuación
vista nos puede sorprender. En efecto, s i la fuerza F es por la velocidad v
perpendicular al vector de desplazamiento Ar, en vir-
dv
tud del Principio de Superposición de Efectos (véase F(x)v = mv- (8.12)
sección 5.1) dicha fuerza no afecta el movimientoloa dt
largo de la dirección de Ar. En particular, la fuerza F
no genera ninguna aceleración a lo largo de la direc- El lado derecho se puede escribir
ción de Ar, por lo que la velocidad a lo largo de esta
dirección no cambia como resultado de la aplicación
de F.

Ejercicio 8.3. Suponga que el ángulo entre la fuerza c o m o se puedecomprobarinmedlatamente(véase


y el desplazamiento del ejercicio 8.1 f u e r a . d e 126O problema 8.2). Por tanto, sustituyendo (8.13) en (8.12)
(fig. 8.6). obtenemos

c
25 m r(
I I
I
!
Ahora integramos sobre el tiempo t ambos miembros
de esta ecuación

Figura 8.6
De la definición de velocidad instantánea (ec. (3.18))
se tiene que vdt = dx, cantidad que sustituimos en el
¿Qué trabajo realiza en este caso la fuerza? miembro izquierdo de la última expresión. Asimismo,
En este caso se tiene de laec (8.8) que las integrales las realizamos entre una posición x1 con
156 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGiA

velocidad v1 v una posición x 2 convelocidadv2. El En este caso el trabajo resultó positivo; esto quiere
miembro derecho de la última ecuación es la integral decir que el agente externo que ejerce la fuerza sobre
de una diferencial. Por tanto, el miembro derecho
es el cuerpo realiza trabajo sobre el cuerpo. De la ec.
(8.15) podemos decir que en este caso el cambio de la
~~:d($mv2)=(fmv2)l~ energía
cinética es positivo, o sea,energía
la cinética
del cuerpo aumenta.
b) La energía cinética inicial del cuerpo ( m ~ , ~ tiene
/2)
1 1 el valor
-
- -mvZ2 - -mv12
2 2
( )23:.
2
1 1
2
-my:
= -2X 4 . 2 k g x
= A(+mv2) 1 mz
= - X 4.2 X 10.24 kg-
2 S2

E s decir, esta integral es el cambio de la energía ciné- = 21.5 I


tica del cuerpo.Por tanto, la ec.(8.1 4) queda como

1: F(x)dx = A ( + m v 2 ) (8.1 5) Ahora,


de
la
ec.
(8.15)
despejamos
(mvZ2/2)
1 1
,mvZ2
L
= W ,mv12 + L
(8.1 7)
En el miembro izauierdo de esta ecuación se tienen

lamente
depende
características
de intrínsecas
del 1
cuerpo y de su movimiento.Definimos,generalizando -mvZ2
2 = 442.71 J + 21.5 J = 464.2 J
la definición (8.81. el trabajoW realizado Dor una fuer-
za unidimensional F(x), que no es constante, al despla-
zarse del puntox 1 al punto x2, c o m o Ahora despejamos vZ2. Multiplicamos por 2 y dividi-
mos entre m
r x2
W = x1 F(x)dx (8.16) 2
~ 2 ’= - X 464.2 J = ___ X 464.2 J = 221 .O5 m2/s2
m 4.2 kg
Eiercicio 8.4. Una fuerza unidimensional dada por
[(x):
dede
Ax2, con A = 5 N/m2, se aplica sobre un cuerpo
4.2kg, desde un punto de coordenada 1 Aqui Se
UsÓ: (J/kg) = m2/s2.Véase elproblema8.7.
x1 = 3 m hasta otro punto de coordenada
x2 = 6.5 m .
Por tanto, sacando raíz cuadrada se encuentra que
a) 2Qué trabajo realiza l a fuerza?
b) S i el
cuerpotiene
una
velocidad v1 = 3.2 misv2 = J221 .O5 m2/s2 = 14.87
m/s
cuando está en xl, iqué velocidad v2 tiene cuan-
d o se encuentra
en x,? S i se
fuerza
lada F(x) se puede
dibujar
una
gráfica
de F-x. En la figura 8.8se muestra un ejemplo. Por el
a) De la ec. (8.16) se tiene que el trabajo realizado es cálculo integral sabemos que la integral de F(x) entre

W = 1:: Ax2 dx = Ax3/3


I “2
I x1
dos valores x1 y x 2 es el área bajo la curva. Por tanto,

Aquí se usó la ecuación (4.28).


I I I

W = A (xZ3- x13)/3

y sustituyendo valores numéricos

N (6.53m 3 - 33m3)
W = -__
3 m2

5
= “(274.63 - 27)
N X m3 t
X2
m2 3
Figura 8.8
= N X m = 442.71 J
el trabajo realizado por la fuerzaF(x), dado por (8.161,
queda representado por e l área sombreada mostrada
1: F-dr = 1: d
dt ( +mv2) dt = ( $mv2)
“2
”1

en la figura 8.8.
E l caso más general es cuando se trata de un movi-
miento tridimensional en el cual cambia la fuerza que
se aplica sobre el cuerpo. Si la fuerza aplicada es una
función de la posición r del cuerpo, F(r) y el cuerpo re- De manera análoga a los casos anteriores, definimos
corre cierta trayectoria (fig.8.9), entonces tenemos la el trabajo W realizado por la fuerza variable F(r) al
siguiente situación. La segunda ley de Newton en este moverse el cuerpo del punto rl al punto r2 como
caso es

F(r) m-
dv
dt
(8.18)
W = F-dr
S: (8.22)

Esta integral se evalúa a lo largo de la trayectoria que


sigue el cuerpo entre los puntos 1 y 2. En esta expre-
Multipliquemosescalarmenteambosmiembrosde
sión notamos que al llevar a cabo el cuerpo un despla-
esta ecuación por la velocidad v
zamiento dr a lo largo de su trayectoria (fig. 8.9), l a
fuerza realiza el trabajo
dv
F - v = mv*- (8.19)
dt d W = F-dr (8.23)

Ahorarecordamoslaec. (2.45), válidaparacual-


quier vector, en particular para v .

V’V = )VI2 = v2

Tomemos la derivada de esta ecuación con respecto


al tiempo t

dv
V.”
dv
dt
+ __
dt
*V = 2v-
dv
dt

o sea,
dv dv
2v.- = 2v-
dt dt

es decir, Figura 8.9

(8.20)
Esto es congruente con la ec. (8.8), ya que a lo largo
del desplazamiento infinitesimal dr se puede tomar a
Este resultado es válido para cualquier vector. Ahora F(r) como constante, y por tanto, de (8.8) el trabajo
sustituimos (8.20) en la ec. (8.19), obteniendo estádadopor(8.23). E l trabajototalalmoverseel
cuerpo del punto1 al punto 2 es la suma de los traba-
jos dados por (8.23). Esta suma es precisamente la in-
F * v = mv- d v -
- tegral dada en(8.22), que es lo que en matemáticasse
dt
llama una integral de línea. En cursos avanzados de
matemáticas se enseña cómo evaluar, en general, este
Integrando ambos miembros de esta última ecuación tipo de integrales.Sin embargo, en casos especiales se
sobre el tiempo t, se tiene que
puede encontrar su valor de manera sencilla

1 F-vdt = d tmv’) dt Ejercicio 8.5. Un carro de masa 350 kg desciende a


lo largo de una montaña rusa que tiene una altura de
3 5 m (fig. 8.10). Calcule el trabajo realizado por la
Ahora, de la ec.(5.7) tenemos que vdt = dr. Por tanto, fuerza gravitatoria al ir el carro del punto A a l p u n t o
si la fuerza se aplica entre las posiciones 1 y 2 [fig. B. Desprecie la fricción.
8.91, en las que el cuerpo tiene vectores de posición rl Para calcular el trabajo hecho pot el peso P, Wp,
y r2, así como velocidades v1 y v2, respectivamente, utilizaremos la ec. (8.22).En este caso se tiene que, en
obtenemos que e l sistema de coordenadas mostrado en la figura 8.10
158
Yj 8.2. ENERGíA CINÉTICA

En la sección anterior obtuvlmos la ec. (8.21), válida


en el caso general. Esta ecuación nos dice que el tra-
bajorealizadoporunafuerzaqueactúasobreun
cuerpo,alexperimentarciertodesplazamiento, se
transformaenelcambiodelaenergíacinéticadel
cuerpo. Esta ecuación no es trivial en el sentido en
que se hanpodido separar los efectosexternosal
cuerpo, de las propiedades intrínsecas del cuerpo y de
__
su movimiento Hasta este punto hemos tomado a la
"

energía cinética como una palabra que denota el tér-


Figura 8.10 intrínseco
mino (rnv2/2).
Definimos la energía de un cuerpo como la capaci-
dad que tiene dicho cuerpo para realizar trabajo me-
cánico Como se verá, un cuerpo tiene capacidad para
realizartrabajopordiversascircunstancias.Unade
n

p = -mgj ellas se debe a que se está moviendo. En este caso


de-
cimosque e l cuerpotieneenergíacinéticaDeno-
Y
tando esta energía por K
dr = dx7 +d6 1
K = -rnvz (8.241
2
Tomamos el producto escalar de P con dr

Podr = (-rnG)*(dxi + dy?) I La energía escantidad


una
escalar. I
= "mgdy
En efecto, cuando un cuerpo se mueve, por el solo
ya que ?-?=O, por ser i, j dos vectores perpendicula- hecho de moverse, tiene capacidad de realizar traba-
res. Por tanto, al sustituir esta expresión en laec (8.22) jo. Esto lo podemos ilustrar con el siguiente ejemplo.
nos da Supóngase que un cuerpo se mueve horizontalmente
(fig. 8.11). E l cuerpo tiene cierta velocidad v. A cierta
W p ( A AB) = SA
R
P-dr = :1 [-rng)dy
dlstancia del cuerpo se encuentra una pared con un
clavo listo para ser metido. Sabemos que al chocar el

= -mgy 1 E = -rnmg(y, - YA)


cuerpo con el clavo es capaz de meterlo dentro de la
pared, venciendo las fuerzas de friccion entre el clavo
y la pared. Esto significa que el cuerpo, por el simple
= mg (YA - YR) hecho de moverse, tiene la capacidad de realizar el
trabalo de meter el clavo. También sabemos que una
Pero en la figura 8.10 vemos que ( Y A - y H ) es precisa- veL metldo el clavo, el cuerpo se detiene. Podemos
mente la altura vertical h de la montaña rusa, por lo decir entonces que la energía de movimiento que el
cuerpo tenía se fue en hacer el trabajo de vencer a las
que
fuerzas de fricción entre el clavo y la pared AI dete-
W p ( A 4 3 ) = rngh nerse el cuerpo ya no tiene energía de movimiento, o
sea, cinetica. De hecho, este caso es e l bien conocido
= 350 k g X 9.8 (mis2) X 35 m
de clavar con un martillo un clavo en una pared. AI
= 120 OSO (kg x m2/s2)= 120 050 J golpear el clavo impartimos energía cinética al mar-
tillo, la cual se transforma en el trabajo para meter el
D e este ejercicio vemos, que en este caso, el traba-
clavo.
jo realizado realmente no depende de la forma par-
ticular de la trayectoria, sino solamente de la altura de
la montaña rusa. Si se tuvieran dos montañas rusas
de formas diferentes, pero con las mismas alturas, los
trabajosrealizadosporlafuerzagravitatoriaserían
los mismos.
Como conclusión final de esta sección tenemos la
relació? (8.21) ( o dependiendo del caso, las ec. (8.7) u
(8.1s)). Esta es una relación entre el trabajo realizado
por una fuerza y el cambio de la energía cinética del
cuerpo. Se suele llamar a esta relación Teorema trabajo-
energía cinktica. Figura 8.1 1
FUERZAS
CONSERVATIVAS
ENERGiA
POTENCIAL 159
Ejercicio 8.6. U n m a r t i l l o d e masa 4 k g se mueve En la sección anterior demostramos que el trabajo
con una velocidad de4.2 mis y choca con un clavo de W realizado por una fuerza externa sobre un sistema
20 cm de largo (fig. 8.12). Si al chocar el martillo con es igual al cambio de la energía cinéticaK del sistema
el clavo, éste se introduce en la pared completamente (ec. (8.21))
y al final el martillo queda en reposo, jcuál es el valor
de la magnitud de la fuerza que se ejerció sobre el W = AK = K f - Ki
clavo? Suponga que durante el proceso la fuerza es
constante. Si en un proceso el trabajo realizado por la fuerza
es positivo, W > o, el cambio en la energía cinética
delsistema A K , también es positivo, lo que implica
que

Kf > Ki

En este casoelagenteexternoquehaceeltrabajo
x , cede energía al sistema.
En caso contrario, en que el trabajo realizado por la
fuerza externa sea negativo

w<o
entonces el cambio en la energía cinética del sistema
Figura 8.12 también es negativo, o sea

Kf < Ki
Tomamos un sistema de coordenadas como el que
se muestra en la figura8.12. La energía cinética inicial En este caso el sistema disminuye su energía cinéti-
del martillo es (véase ec. (8.24)) ca cediendo la diferencia al agente externo.

-
En resumen

trabajo el agente externo


= 35.28 J positivo cede energía al sistema

A I detenerse, la velocidad del martillo es nula, por lo trabajo -"+ el sistema cede energía
que ya no tiene energía cinética, negativo al agente externo

Kf = O
8.3. FUERZAS C O N S E R V A T I V A S . E N E R C ~ A
Por tanto, el cambio en energía cinética es POTENCIAL
A K =,Kf - K i = O - 35.28 J
Ejercicio 8.7. Supóngase que se tiene un plano incli-
hado a 30° con la horizontal (fig. 8.13). U n c u e , p o d e
= -35.28 J masa 15 k g se sube a lo largo de.1 plano, a velocidad
E l signo negativo indica que la energía cinética del
martillodisminuye. En efecto,laenergíacinética
cambia de 35.28 j a cero.
I "
1
Sea Ax la distancia que recorre la fuerza F que se
ejerce sobre el clavo; es decir, Ax = xf - x i = 20 c m
= 0.2 m. Ahora usamos la ec. (8.5)ya que estamos tra-
tando con una fuerza constante, con la misma direc-
ción que el desplazamiento

F X 0.2 m = 35.28 J

por lo que

'
I
I
k
17.32 m r,
I

F= 35'28 = 176.4newton Figura 8.13


0.2 m
160 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGíA

L + 8) = 1
constante, desde el punto A hasta el punto 8, que dis- Se usó la identidad trigonométrica cos (90°
tan 20 m . E l coeficiente de fricción entre el cuerpo y -sen 8.
el plano es 0.2.
Sustituyendo valores
a) Calcule el trabajo realuado por la fuerza de frlc-
ción. W p ( A 4 3 ) = - 1 5 k g X (9.8 mis2) X 20 m X sen 30O
b) Calcule el trabajo realizadopor el peso del cuer- = -1 470 J (8.27)
PO.
Ejercicio 8.8. Suponga que en el caso del ejercicio
E l diagrama de cuerpo libre del cuerpo se muestra en 8.7 elcuerpo se mueve,avelocidadconstante,del
la figura 8.14. Las fuerzas que actílan sobre el cuerpo p u n t o A al C y luego al punto B (fig. 8.13). En la parte
son: su peso P, vertical hacia abajo; la fuerza F aplica- horizontalhayuncoeficientedefricciónpntre el
da, a lo largo del plano y hacia arriba; la fuer7a de cuerpo y la superficie cuyo valor er O 25
fricción f, que se opone al movimiento, a lo largo del
plano y con sentido hacia abajo; la fuerza N, reaccicin ;I) Ca!cule el trabajo realizado por. la tuerza de frrc
del plano sobre el cuerpo, perpendicular al plano y ci6n.
con sentido hacia arriba. b) (:alcule el trabajo realizado por el peso.

Consideremos primero el movimiento del cuerpo a


lo largo del tramo AC. E l diagrama de cuerpo libre se
muestra en Id figura 8.17. Las fuerzas que actúan so-
bre el cuerpo son: su peso P, vertica! hacia abajo; fa
reacción de la superficie horizontal sobre el cuerpo
N,, vertical hacia arribd; la fuerza de fricción f,, que
se opone al movimiento y que tiene dirección hori-
zontal y sentido hacia la izquierda; la fuerza F 1 aplica-
da q u e es horizontal y con sentido hacia la derecha

a ) La magnitud de la fuerza de fricción es (véase ec.


(7.59))

f = pP C O S 30" (8.25)

Recuérdese que la fuerza que aprieta a las dos su-


perficies es la componente del peso perpendicular al I
plano, PI,que tiene magnitud P cos 30".

Sustituyendo valores se encuentra que


Figura 8.15
f = 0.2 X 15 kg X (9.8 mis2) X cos 30"
= 25.46 N

Esta fuerza es constante. Por tanto, el trabajo reali-


zado por f al i r de A a B (véase fig. 8.15), se encuentra
usando la ec. (8.8),

Wf(A AB) = f Ar = f(AB) cos 180"


= -f(AB)
= -25.46 N X 20 m
-509.2 J (8.26)

b) E l trabajorealizadoporelpeso P es (véasefig.
8.16), usando la ec. (8.8),

W p (A +3) = P Ar = P(AB) cos (90° + 8)


= -P(AB) sen 8 Figura 8.16
FUERZAS
CONSERVATIVAS.
ENERGiA
POTENCIAL 161
= -36.75 N x 17.32m
= -636.51 J (8.28)

t
En el tramo de C a B no hay contacto entre las su-
perficies. Por tanto, no se genera ninguna fuerza de
fricción y, en consecuencia, en este tramo la fuerza
de fricción no realiza ningún trabajo.
E l trabajo total realizado por la fuerza de frlcción
al desplazarse el cuerpo de A a C a B es entonces,

Wfl(A “c-*B) = “636.51 J +O


= -636.51 J (8.29)
Figura 8.17
b) E l trabajo realizado por el pesoP al ir el cuerpo de
A a C es (véase fig. 8.20), usando la ec. (8.81,
AI recorrer el cuerpo el tramo CB, su diagrama de
cuerpolibre es el
mostrado
en
la
figura 8.18. Las fuer- kvp (A-+C) = P [Ar), = O (8.30)
zas que experimenta el cuerposon: su peso P, vertical
Y hacia abajo; la fuerza F 2 que se le aplicaPara subirlo ya que el peso P y el desplazamiento (Ar), son perpen-
es
diculares.
vertical
arriba.
y hacia
E l trabajo realizado por el peso P al ir el cuerpo de
C a B se obtiene usando la ec. (8.8), (véase fig. 8.21)

Wp (C + 6 ) = P (Ar), = P(CB) cos 180°


-f(CB)
= “-15 k g X (9.8 m/s2) X 10 m
= -1 470 j (8.31)

E l trabajo total hecho por el peso P, al ir el cuerpo


de A a C a B es la suma delos trabajos dados en (8.30)
Y (8.31 1

Wp(A-.C+B)=O+(-l 4 7 0 ] ) = -1 470 J (8.32)

I Figura 8.18

a ) La magnitud de la fuerza de fricción f, (véase ec. Figura 8.19


(7.59))

f l = PIP

siendo pl el coeficiente de fricción entre el cuerpo


y la
superficie horizontal.

I
I
La fuerza que ahora aprieta a las superficies es el
Figura 8.20
cuerpo.peso P del

S
Sustituyendo valores se tiene que
B
f, = 0.25 X 15 k g >< (9.8 mis2)
= 36.75 N

fl es
E l trabajo realizado en este tramo por la fuerza
(véase fig. 8.19), usando la ec. (8.8), P (Arb

WfJA 4)= f , (Aril I

= f,(AC) cos 180° e


= -fl(AC) C Figura 8.21
162 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGiA

-+ By A -
Comparemos ahora los trabajos realizados por las
fuerzas de fricción al recorrer las dos trayectorias (A
C -+ B). Sus valores están dados por las
E l trabajo total realizado por el peso
cuerpo la trayectoria cerrada A C -+B
tonces, la suma de los trabajos (8.32) y (8.33)
--
P al recorrer el
A es, en-

ecs. (8.26) y (8.29), respectivamente. Nos damos cuenta


de que estos valores son diferentes: uno es de -509.2 WdA -C --B -A) = W d A -+C -B) +
WdB -A)
j y e l o t r o es de -636.51 J.
S i ahora comparamos los trabajos realizados por el
= -1 470 J +
1 470 J = O

pesoalrecorrer las dostrayectorias(valoresdados E l trabajo total realizado por el peso P al recorrer la


por las ecs. (8.27) y (8.32), respectivamente) nos damos trayectoria cerrada es ¡cero!

--
cuenta de ¡que son iguales! (-1 470 J), E s decir, el peso Ahora calculemos el trabajo realizado por las fuer-
P realiza el MISMO trabajo, ya sea que el cuerpo re- zas de fricción cuando el cuerpo recorre la misma tra-
corra la trayectoria A + B directamente o recorra la yectoria cerrada A .+ C B -+A.

-
trayectoria A + C -+ B. En el tramo A "+C B el trabajo es el dado en la
Supongamos ahora que el cuerpo de los ejercicios ec. (8.29), o sea, -636.51 J. En el tramo de B a A ahora
anteriores recorre la trayectoria A -+ C + B A,es se tienelasiguientesituación(véasefig.8.23). El
decir, recorre una trayectoria que se inicia en A y ter- desplazamiento es (Ar), y la fuerza de fricción que
mina en A.Se dice que el cuerpo recorre una trayecto- aparece es f,, oponiéndosealmovimiento. En este
ria cerrada. iQué trabajo total realizan la fuerza de caso, la fuerza de fricción f2 tiene magnitud igual a la

-
fricción y la del peso? quetenía f delejercicio 8.7, yaquelafuerzaque
Consideremos primero el trabajo realizado por el aprieta a las dos superficies no ha variado. Por tanto,

-
peso. En el tramo A -+C B el trabajo realizadoes e l If, I = 25.46 N. La única diferencia está en el sentido:

-
mismo que se calculó en el ejercicio8.8, inciso b). Este
trabajo está dado por la ec.(8.321, es d e c i r W d A C
B) = -1 470 J . Nos falta, entonces, obtener el tra-
bajo realizado por el peso P al ir el cuerpo de B a A
(fig. 8.22). Este trabajo es (véase ec. (8.8))

WdB -A) = P (Ar),


= OAB) cos (90° -O)= OAB) sen O
= 15 kg X (9.8mis2) X 20 m X sen30°
= +I 470 J (8.33)
Figura 8.23
En este caso, el ángulo entre el peso P y el despla-
zamiento (Ar), es (90° -S) (véase fig. 8.22). ES impor- f2 tiene sentido opuesto af. En consecuencia, el traba-
tante darse cuenta de que s i la trayectoria va de A B,a jo realizado por f 2 es
entonces el vector de desplazamiento es Ar (fig. 8.161,
mientras que si la trayectoria es de B a A, entonces el Wj2 ( 8 -+ A)= f , (Ar), = fdAB) cos 180°
vector de desplazamiento es (Ar),. Notamos que la = -25.46 N X 20m
Única diferencia entre estos dos vectores es SU senti- = -509.2 J (8.34)
do, u n o es opuesto al del otro. Por tanto,
Este trabajo es igual al que hizo la fuerza de fricción
(Ar), = - (AT] al moverse el cuerpo de A a(véase B ec. (8.26) del ejer-

-
cicio 8.7).

-
Esto trae como consecuencia que el trabajo (8.33) ten- E l trabajo total realizado por la fuerza de fricción
ga signo opuesto al trabajo (8.27). La magnitud, la di- al recorrer el cuerpo la trayectoria cerrada AC B -+

rección y el sentido del peso P son los mismos, ya sea A es la suma de los trabajos (8.29) y (8.341
que la trayectoria vaya de A a B o de B a A.
-X-+E% -+A) = Wjl(A +C -+B)
Wf,,cc,on(A + Wf2(B -+A)
= -636.51 J - 509.2 J
= -1 145.7 J (8.35)

En este caso, el trabajo total realizado por la fuerza


de fricción al recorrer la trayectoria cerrada NO se
anula.
Comparemos los cálculos realizados para los traba-
jos efectuados por el peso y por la fuerza de fricción
en el tramo B - A . En este tramo, ya sea que se vaya
de B a A o de A a B, el vector P NO cambia; la única
Figura 8.22 diferencia entre las dos trayectorias es que el vector
FUERZAS
CONSERVATIVAS.
ENERGíA
POTENCIAL 163
de desplazamientocambiadesigno.Estosignifica cir, la capacidad de realizar este trabajo no se debe a
que el trabajo realizado por P puede ser positivo o ne- que tenga una velocidad; o sea, no se debe a la posi-
gativo, dependiendo del sentido del vector de despla- ble energía cinética que tenga. La capacidad de rea-
zamiento (compárense las figuras 8.16 y 8.22). lizar trabajo es debida a que está en el punto B. Por
Por otro lado, al cambiar el sentido del desplaza- tanto, la energía que tiene es de otro tipo distinto al
miento, la fuerza de fricción también cambia su senti- de la cinética. Decimos que tiene energía potencial.
do ya que la fuerza de fricción se opone al movimien- Esta energía se debe simplemente a que está en el
t o (véanse las figuras 8.1 5 y 8.23). Esto significa que el punto B, que está en una posición vertical superior al
trabajo realizado por una fuerza de fricción SIEMPRE punto A.
será negativo. En consecuencia, al sumar varios traba- AI llegar al punto B, jcómo adquirió el cuerpo la
jos de fricción a lo largo de diversas trayectorias, la energía potencial que tiene? Pues nos damos cuenta
suma siempre será negativa. No hay manera de quese de que para llegar a B se le tuvo que subir desde el
anulen. punto C. S i queremossubirlo,entoncesunagente
Definimos una fuerza conservativa como aquella externo tiene que aplicar una fuerza para ello. En la
que al recorrer una trayectoria arbitraria cerrada (fig. figura 8.18 (diagrama de cuerpo libre en el tramo de
8.24) realiza un trabajo total nulo. Por la ec.(8.22) po- subida C -+ B) se muestra la fuerza F, que un agente
demos decir, en general, quesi F es una fuerza conser- externo tiene que aplicar para subir el cuerpo a velo-
vativa, entonces cidad constante. La fuerza total sobre el cuerpo es F2
+ P y de la segunda ley de Newton se tiene que
$F*dr=O (8.36)
F,+P=O (8.37)

ya que el cuerpo se sube sin ser acelerado. De esta


ecuación se tiene que

F2= -P (8.38)

Al ir F, de C a B recorre el desplazamiento(Ar), (véase


fig. 8.21). Por tanto,

W
C
(, + B) = F2*(Ar)2= - P*(Ar),
= "(-1 470 J) = +I 470J (8.39)

Aquí el círculo en el signo de la integral significa que Aquí usamos las ecs. (8.38)y (8.31). Pero esta cantidad
se calculalaintegrala lo largo de unatrayectoria es justamente el trabajo que hace el peso cuando el
cerrada. Inversamente, s i a lo largo de cualquier tra- cuerpo baja de B a A (véase ec.(8.33)). Podemos decir
yectoria cerrada se satisface la ec. (8.36), entonces la entonces que el agente externo que ejerce la fuerza F,
fuerza F es conservativa.
Se puede demostrar que s i en lugar de tomar la tra-
hace un trabajo de + 1 470 J sobre el cuerpo para Ile-
varlo al punto B. En este punto el cuerpo tiene una
yectoria A -+ C + B + A arriba tratada, se tomara capacidad de realizar trabajo justamente en esta can-
otra trayectoria cerrada, el trabajo realizado por el tidad; y al bajar el cuerpo al punto A realiza este traba-
peso P del cuerpo se anularía. Lo que ocurrees que en jo. E s decir, el agente externo (el que aplica la fuerza
ciertos tramos el trabajo es positivo, mientras que en FJ, al subir el cuerpo, le dio la energía que tiene en el
otrostramoseltrabajo es negativo,anulándose su punto B. La energía potencial que tiene el cuerpo enB
suma. Por tanto, el peso P de un cuerpoes una fuerza
conservativa.
es de + 1 470 J. De la segunda ecuación en (8.39) po-
demos escribir que
En contraste, la fuerza de fricción NO es una fuerza
conservativa, ya que en una trayectoria cerrada cual-
quiera, el trabajo realizado es siempre negativo, no Cambio de
pudiendo ser positivo nunca. Por tanto, no hay mane-
ra de que el trabajo totalse anule. Concluimos que la
fuerza de fricción NO es una fuerza conservativa.
Regresemos a los casos de los ejercicios 8.7 y 8.8.
Supóngase que el cuerpo ya se encuentra en el punto
B (fig. 8.13). Si se suelta el cuerpo, sabemos que éste = 1470 J (8.40)
resbalará hacia abajo, y por tanto, realiza un trabajo.
Esto significa que, en el punto B, el cuerpo tiene capa- En este caso, el trabajo que hizo el agente externo
cidad de realizar trabajo; es decir, tiene energía. Aho- se convirtió en un aumento de energía potencial del
ra bien, en el punto B el cuerpo puedeestar en reposo cuerpo; es decir, este trabajo se fue en cambiarle su
y aún así realizar el trabajo de caer al puntoA. Es de- energía potencial.
164 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGíA

En el miembro izquierdo de la ec. (8.40) se tiene el K, - K, = -(u2 - U,) = "u' + u,


cambio de la energía potencial porque el trabajo rea-
lizado por el peso P añade (o quita, según el caso) y pasando U zal miembro izquierdo y K, al derecho, se
tiene que
energía a la que ya podría tener el cuerpo.Esta ú l t i m a
energía sería la obtenida como consecuencia de al- K2 +
U2 = K1 U1+ (8.44)
gún proceso anterior.
Esta ecuación nos dice lo siguiente. A I moverse el
cuerpo bajo la acción de una fuerza conservativa F , la
La.cantidad -P*(Ar)2 es, de acuerdo con el primer
renglón de la ec.(8.31), justamente el negativo del tra- combinación (K. + U) en el punto Itiene el mismo va-
bajo realizado por el peso P al ir deC a B. Combinan- lor que en el punto 2. En vista de que los puntos l y 2
que se tomaron son completamente arbitrarios, pode-
d o las ecs. (8.40) y (8.31) obtenemos que
mos decir que la combinación (K +U) tiene el mismo
Cambio de valor en cualquier punto por el que pase el cuerpo.E s
decir, esta cantidad conserva su valor a lo largo del
movimiento del cuerpo.Se llama a esta combinación la
energía mecánica total del cuerpo y se denota con
la letra €
E = K + U
-WdC (8.41)
+U
"* B)
- I
- --mv2 (8.45)
2
En el caso general en quese aplica una fuerza conser-
vativa F(r) sobre un cuerpo que va de un punto 1a
o t r o p u n t o2 a lo largo de cierta trayectoria (fig.8.25), La ec. (8.44)nos indicaquelaenergíamecánica
habrá un cambio en la energía potencial O del cuerpo total de un cuerpo, sujeto a una fuerza conservativa,
que será igual a se conserva

E, =

Esto quiere decir que en cualquier punto de su trayec-


F(r)*dr (8.42) toria siempre tiene el mismo valor. Este resultado no
es trivial, ya que al moverse el cuerpo, su energía ci-
nética en general cambiará de punto a punto; asimis-
mo, su energía potencial cambiará. Sin embargo, su
energía mecánica total tiene el mismo valor en cual-
quier punto.
Recordemos ahora que el pesoP de un cuerpoes la
fuerza que ejerce la Tierra sobre el cuerpo. Si conside-
ramos al conjunto formado por el cuerpo más l a Tie-
Figuro 8.25 rra como un sistema (fig. 8.26), nos damos cuenta de
que es un sistema cerrado. Esto quiere decir ques i en-
cerramos al cuerpoy a la Tierra dentro de una superfi-
Esta expresión es una generalización de la expresión cie imaginaria como la mostrada, en lo que respecta
(8.41) al caso en que la fuerza aplicada no sea cons- al peso ningún agente externo está actuando sobre el
tante. Nótese que en (8.41) el cambio en la energía sistema. E s decir, el sistema cuerpo-Tierra no experi-
potencial es el negativo del trabajo realizado por la menta ninguna fuerza externa. Es en estas condicio-
fuerza conservativa P. nes que se obtiene la ec. (8.44).

Solamente tiene sentido hablar de energía poten-


cialparafuerzasconservativas. Si recordamosel
ejemplo de la fuerza de fricción, vemos que el agente
que genera una fuerza no conservativa no puede en-
tregar trabajo a un cuerpo, o sea que no le puede dar
energía.

Podemos combinar ahora las ecs. (8.21) y (8.42)

S,2
F - d r = AK = -AU (8.43)

siendo K la energía cinética (ec. (8.24)). Por tanto, Figuro 8.26


ALGUNAS APLICACIONES 165
De manera general, la ec. (8.44) es solamente válida Wp(A d B ) = P-Ar = P I A r l cos18Oo
si el sistema que se esté considerando es un sistema = -PI Ar I = - f l y , - Y A ) (8.48)
cerrado; es decir, un sistema que no experimente fuer-
zas ajenas a él. Podemos entonces expresar el siguien- Sustituyendo esta cantidad en la ec. (8.47) nos da
te resultado.
PRINCIPIO DE CONSERVACIóN DE LA ENERGíA
MECANICA: En un sistema cerrado en el que actúan
fuerzasconservativaslaenergíamecánicatotal se
conserva. Ahora pasamos al miembro izquierdoPy,(pasa con sig-
S i las fuerzas que actúan en un sistemano son con- no negativo), y al miembro derecho U a (pasa con signo
servativas, entonces la energía mecánica total no se positivo)
conserva. En particular, resulta claro que en este caso
ni siquiera se puede hablar de una energía potencial.

con dirección vertical y sentido hacia abajo. La constante que aquí aparecese determina de mane-
Para obtenerlaenergíapotencialusamoslaec. raconvencional. Para los resultadosfísicosquede
(8.42).Para este fin necesitamos considerar una tra- esta ecuación se obtengan, el valor de esta constante
yectoria y dos puntos en ella, el inicial A y el final B. no tiene ninguna consecuencia. Determinaremos esta
Dado que el peso es una fuerza conservativa, pode- constante tomando la energía potencial al nivel del
mos considerar cualquier trayectoria que vaya de A a suelo como cero; esto es,
B. Tomemos la más sencilla que es una línea vertical
(fig. 8.27). Asimismo,tomemosunsistemadecoor- U(y = O) = o
denadas, en este caso vertical, con el origen O en el
suelo y sentido hacia arriba. La coordenada de Aes Evaluando la ec. (8.50) para y = O obtenemos que el
y la de B, ye. valor de la constantees cero. Por tanto, de la ec.
(8.50)

U(y) = Py = mgy (8.51)

Aquí se usó l a ec. (8.46) para el peso del cuerpo. Éste


es el valor de la energía potencial debida al peso de
un cuerpo de masam. Vemos que solamente depende
de la altura y sobre el nivel, en nuestro caso el suelo,
en que se encuentre el cuerpo.

E l cero de la energía potencialse escoge de manera


arbitraria. Esta selección no tiene ningún efecto sobre
los resultados físicos, ya que la definición de energía
Suelo potencial está dada en términos de su cambio (véase
ec. (8.42)). La cantidad física quese mide en un experi-
I Figura 8.27
mento es el trabajo realizado por la fuerza.Por tanto,
añadir una constante arbitraria a la energía potencial
no afecta las conclusiones físicas.

En el ejercicio anterior se obtuvo la energía poten-

-
Usando la ec. (8.42) se tiene que cial de la gravedad. Sustituyendo el valor (8.51) en la
ec. (8.45) encontramos que la energía mecánicaes, en
UB - UA = AU = - Wp (A B) (8.47) este caso,

Ahora calculamos el trabajo realizado por la fuerzaP


al ir de A a B (véase ec. (8.8))
1
-mv2
2
+ mgy = E (8.52)
166 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGiA

Del principio de conservación de la energía mecánica


podemos decir que al moverse un cuerpo sobre la su-
perficie de la Tierra, su energía cinética (mv2/2) varía,
su energíapotencial (mgy) también varía, pero su
En esta ecuación, el lado derecho es una cantidad po-
suma en cualquier punto es una constante (€), que es
sitiva; en el lado izquierdo, las cantidades que apare-
la energía mecánica total del cuerpo.
cen también son positivas. Como YB < 1 h I, eso significa
Ejercicio 8.10. Un cuerpose suelta desde una altura que mgy, es menor que mgl h I . La diferencia es justa-
h sobreelsuelo.Analizar su movimiento de caída mente la energía cinética del cuerpo en B. En efecto,
usando el principio de conservación de la energía me-
cánica.
Sea A el punto donde se suelta el cuerpo (fig. 8.28).
La velocidad del cuerpo en es A cero, ya quese suelta;
por tanto, su energía cinética en ese punto es nula
En el punto C, que está en el suelo, la coordenada
1
KA=-mV2=0 (8.53) es y = O, por lo que la ec. (8.521 queda como
2
I
-mv$ =E
2

'f En el punto C el cuerpo no tiene energía potencial,


solamente tiene energía cinética. Usando el valor deE
dado en la ec. (8.55) nos da
1
= mglh I (8.581
2

La energía total E tiene el mismo valor en B y en c


que en A.

Por tanto, se puede decir que en el punto A el cuer-


po solamente tiene energía potencial, pero no tiene
energía cinética. AI empezar a caer, cuando pasa por
En el sistema de coordenadas mostrado, en el punto A unpuntocomo B, lapartículatieneenergíatanto
el cuerpo tiene la coordenada y = + I h I . Por consi- cinética como potencial. Esto significa que parte de
la energía potencial que tenía en A se transformó en
guiente, de la ec. (8.51) su energía potencial en A es
energía cinética. A medida que el cuerpo sigue bajan-
do, su energíapotencial va disminuyendo, mientras
UA = mgyA = mg I h I (8.54)
que su energía cinética va aumentando. AI llegar al
En consecuencia, de la ec. (8.52) la energía mecánica suelo ya no tiene energía potencial, sino solamente ci-
total es nética. Es decir, toda la energía potencial que tenía en
A se transformó en energía cinética en C. En la figura
8.29 se grafican la energía potencial U ( y )dada por la
ec. (8.511, y ademá? I? energía cinética K(y] = mv2/2
Consideremos ahora un punto arbitrarioB en la tra- = mgt I h 1 - y), dada por la ec.(8.57). Se aprecia cómo
yectoria de la partícula. Supóngase que B tiene coor- al caer el cuerpo cambia (disminuye) la energía poten-
denada ye; además, sea V, la velocidad que tiene la cial; asimismo, se ve cómo cambia (aumenta) laener-
partícula en el punto B . La energía cinética de la par- gía cinética. Nótese queen cualquier punto (por ejem-
tícula en B es (mv&/2); de la ec. (8.51) sabemos que la plo, B) l a suma de las energías potencial y cinética
energía potencial en B es (mgys). Por tanto, de la ec. dan el valor de la energía totalE. En efecto, en el pun-
to B, quetienealtura ys sobre elsuelo, su energía
(8.52)
cinética está representada por VN, mientras que SU
energía potencial está representada por ZN. Se puede
demostrar (véase problema 8.25) que VN = LZ. Por
tanto,
Pero E está dada por laec. (8.55). Recuérdese que la
energía mecánica total es la misma en A que en B. Por
tanto, la ec. (8.56) queda como
ALGUNAS APLICACIONES 167
Energía La energía potencial del carro en B es (véase ec. (8.51))
B C

I
UB = mgyB

E por lo que la energía mecánica en B es

KB + U, 1
= -mv&
2
+ mgy, = EB

E l principio de conservación de la energía mecánica


nos indica que
Y-
h YB O E , = E*

Figura 8.29 por lo que


1
-m v i
2
+ mgy, = mgyA
De la ec.(8.58) podemos encontrar el valor de lave-
locidad vc con la que llega el cuerpo al suelo. Despe- De aquí despejamos vB.Para ello, dividimos en primer
iando vc nos da lugar ambos miembros de esta ecuación entrem y pa-
samos al miembro derecho g y B (pasa con signo nega-
(8.59) tivo)
1
Este valor ya lo habíamos obtenrdo en el capítulo 4 v&= gyA - g y B
(véase ec. (4.79)) cuando estudiamos la cinemática de
la caída libre.
A continuación factorizamos g en el miembro dere-
cho; luego multiplicamos ambos miembros por 2 y fi-
Ejercicio 8.11. E l carrito de una montana rusa parte
nalmente sacamos raíz cuadrada
del reposo del punto A, que se encuentra a una altura
de 42 m sobre el suelo (fig. 8.30). i c o n q u é v e l o c i d a d
llega el carrito al punto B que se encuentra a una altu-
ra de 23 m sobre el suelo? Suponga que se puede des-
preciar el efecto de la fricción. siendo h la diferencia de alturas entrelos puntos A y B
Para resolver este problema usaremos el principio (véase fig. 8.30).
de la conservación de la energía mecánica: la energía
mecánica en el puntoA es igual a la energía mecánica
Y
en el punto B. Calculemos ahora cada una de estas i

energía:. Para ello escogemos un sistema de coorde-


nadas con el eje X en el suelo (fig. 8.30). A
Punto A. La velocidad del carrito en A es nula, porque
se suelta; por tanto, su energía cinética es nula:

KA = O

La energía potencial del carro enA es (véase ec. (8.51)) I


I
I

U A = mgyA
Usando la ec. (8.52) escribimos para la energía mecá-
nica en el punto A Figura 8.30

Notamos de este resultado que la velocidad que ad-


Punto B. Procedemos de manera análoga para el pun- quiere el carro en el puntoB NO depende de la masa
t o B. Su energía cinética es del carro, solamente depende de la diferencia de altu-
ras entre los dos puntos. Tampoco depende de la tra-
1 yectoria que haya seguido;es decir, NO depende de la
K B = --vi
2 forma que tenga la montaila rusa entreA y B. Compa-
168 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGiA

rando con la ec.(4.79) nos damos cuenta de que la ve-


locidad en B es la misma que adquiriría un cuerpo s i
cayera verticalmente del reposo desde una altura h
WAA - B) =lxEF(x)dx
*A

sobre B. y sustituimos la expresión (8.60)


Sustituimosvaloresnuméricosen
ción y obtenemos que
ta ultima ecua-
WAA -B) = 1" XA
(-k)xdx = -kjxExdx
XA

vE= 4-8 rnls21 X (42 m - 23 m)


= 4 2 X 9.8 X 19 m2/sz
= 19.3 m/s
- I
- --k(XB2 - XA2)
2
Ejercicio 8.12. Un cuerpo se mueve en una dimen-
sión. Suponga que se escoge un sistema de coordena- 1
das (fig. 8.31) con el eje X a lo largo de la línea del mo- = 2
-k(XA2 - Xg')

vimiento. La fuerza que experimenta el cuerpo depende


de la posiciónx en que se encuentra el cuerpo; supon-
ga que esta fuerza está dada por Aquí se usaron las ecs. (4.27)y (4.28) para evaluar la
integral.
F(x) = -kx (8.60)
Sustituyendo en la ec. (8.42) obtenemos que
siendo k una constante positiva. Encuentre la energía
potencial del cuerpo.

o X
Figura 8.31
Ahorapasamos ( k x E 2 / 2 ) almiembroizquierdo(pasa
con signo negativo)y UAal miembro derecho (pasa con
Si x > O, o sea, el cuerpo se encuentra a la derecha signo positivo)
del origen O (fig. 8.321, la fuerza F es negativa; es de- 1 1
cir, está dirigida hacia la izquierda. Si x < O, o sea, el U g - -kXB2 = UA - -kXA2
2 2
cuerpo está a la izquierda del origenO, la fuerza F es
positiva; es decir, está dirigida hacia la derecha. En el
capítulo 1 3 estudiaremos con detalle esta fuerza. Nos damos cuenta de que en el miembro izquierdo so-
lamente se tienencantidadesasociadasalpunto B,
mientras que en el miembro derecho, solamente can-
tidades asociadas al punto A. En vista de que A y B

-P F son arbitrarios, la única forma en que esta última ex-


presión se puede satisfacer es que la combinación(U(x)
- - \ - kx2/2) sea una constante independiente de x
x > o x < o x
1
Figuro 8.32 U(x) - --x2 = constante
2

Se escoge U(x = O) = O, con lo que esta constante es


Usaremos la ec. (8.42) para obtener la energía po- cero. Por tanto,
tencial del cuerpo. Para ello calcularemos primero el
I
trabajo realizado por la fuerza F al ir el cuerpo de un U(X) = --x2 (8.61)
punto A a otro B (fig. 8.33). Dado que la fuerza es va- 2
riable y en una dimensión, usamos la ec. (8.16) para
evaluar el trabajo. Esta expresión es la energía potencial asociada a la
fuerza dada por la ec. (8.60).

Ejercicio 8.13. La fuerza que actúa sobre un cuerpo,


-
A B
L
*
que se mueve en tres dimensiones, es
AA O xi3 X (Y
F(r) = -7 (8.62)
Figuro 8.33 r2
ALGUNAS APLICACIONES 169
Aquí el vector r es el vector de posición del cuerpo
(fig. 8.34); 3 = rlr, es un vector unitario a lo largo del
vector r; Q es una constante. Obtenga la energía po-
tencial asociada a la fuerza F dada.

- -- t-
- C Y C Y
(8.64)
rA

Se usó la ec. (4.28) para evaluar la integral con n =


-2.
b

Sustituyendo el resultado (8.64) en la ec. (8.42) en-


contramos que
c

Usaremos la ec. (8.42) para determinar la energía


potencial U. En primer lugar, determinaremos el tra-
bajo realizado por la fuerza al moverse el cuerpo de
un punto A a otro B (fig. 8.35).
De la ec. (8.22) se tiene que este trabajo es

Ahora pasamos (a/rB) al miembro izquierdo (pasa con


signo negativo) y u(rA), al miembro derecho (pasa con
signo positivo)
ff 01
U(rB) - - = U(rA)- - (8.65)
rB rA

AI igual que en los ejercicios anteriores, dado que los


puntos A y B son arbitrarios, la única manera en que
se pueda satisfacer la ec.(8.65) es que la combinación
U(r) - a/r sea una cantidad constante

CY
U(r)- - = constante (8.66)
r

Figura 8.35 Se escoge el valor cero para la energía potencial en

-
el infinito, o sea,

U(r m) = O (8.67)
que sustituyendo (8.62) nos da
De esta forma, la constante que aparece en la ec. (8.66)
(8.63) es cero. Por tanto,

razonamiento
mismo
Usando
elque resul-
nos
al llevó
U(r) = + -rCY
(8.68)

t a d 0 (8.20) se puede encontrar que


ÉSta es la energía potencial correspondiente a la fuer-
r dr = rdr za (8.62).

por lo que En lanaturalezahayvarios casos importantes en


los cuales se ejercen fuerzas del tipo dado en la ec.
1 1
3*dr=-r*dr=-rdr=dr (8.62). Por ejemplo, el caso gravitatorio (véase capítu-
r r lo 14) y el caso eléctrico.
En los últimos ejercicios se calculó la energía po-
Sustituyendo en (8.63) tencial una vez que l a fuerza se daba. También se
170 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGiA

puede proceder de manera inversa, asaber, s i se da la Ejercicio 8.15. La energíapotencialquetieneun


energíapotencial U uno puede encontrar la fuerza cuerpo es, en un sistema de coordenadas en una di-
correspondiente. En efecto, tratemos por simplicidad, mensión,
elcasodeunadimensión.Tomemosunsistemade
coordenadas, como se muestra en la figura 8.36. Con- U(X) = kX4
sideremos dos puntos A y B muy próximos entresí, de
tal forma que la fuerza f(x) casi no varíe i ralde A a B. siendo k una constante. Calcule la fuerza aplicada al
Las coordenadas de A y de B son cuerpo.
Usando la ec. (8.69) obtenemos que
d (kx4)
F(x) = -7
X

= -4kX3

-
O
-
A
X
- + dx
B
x *X
8.5. POTENCIA
Figura 8.36
Como se estudióenseccionesanteriores,cuando
una fuerza se desplaza, en general realiza un trabajo.
La separación entre Ay B es dx. E l trabajo dW realiza- Ahora bien, el desplazamiento de la fuerza ocurre en
do por la fuerza f(x) al desplazarse de A Ba es (véase cierto intervalo de tiempo. Supóngase que una fuerza
ec. (8.8)) F se aplica sobre un cuerpo y que este se desplaza dr
en un tiempo dt. E l trabajo realizado es
d W = F(x) dx
dW = F dr
Pero al ir de A aB hay un cambio en la energía poten-
cial dU. Usamoslaec.(8.42)paracalcular este cam- Y el trabajopor unidad de tiempo es
bio
p=" d W - F e - dr = F * v (8.70)
dt dt
d W = - dU

o sea Aquí se usó la ec. (5.7) que nos da la velocidad v del


cuerpo. La cantidad P así definida es la potencia de-
f(x) dx = - dU sarrollada por la fuerza F.
En el Sistema Internacional de Unidades, la unidad
por lo que de potencia es el watt (W).

dU
f(x) = - -
dx
(8.69) 1w (8.71)
potencia

Esta ecuación nos dice que s i conocemos la energía


potencial U(x), tomandoelnegativode su derivadaEjercicio 8.16. UII agenterealizauntrabajode 247 J
conrespectoalaposición x, obtendremoslafuerzaenuntiemPode 3.2 S . ¿QUé Potenciadesarrolla?
ncia
definición
de la F(x) De
aplicada. quese tiene
W - 247 J - 77,2
Ejercicio 8.14. Si la energía potencial es constante, At 3.2 S
j c u á l es la fuerza aplicada?
En este caso
Ejercicio 8.17. Jn motortieneunapotenciade
U(x) = constante 7 528 W. jQué trabajo desarrolla s i funciona durante
4 h?
por lo que de la ec. (8.69) encontramos que De la definición (8.70) de potencia se tiene que el
trabajo W desarrollado en el intervalo At es
d constante
F(x) =
dx W = PAt (8.72)

= o valores sustituyendo y

La fuerza es nula. P = 7 528 W; At =


h 4 = 4 X600
3 S = 1 4 400 S
POTENCIA 171
nos d a

W = 7528W X 14400s I Se usaron las definiciones (8.10) de joule y (8.71) de


watt. I
= 7.528 X 103 X 1.44 x 104 w X S
Otra unidad usada con frecuencia para expresar la
= 10.84 X I O 7 W X S potencia es el caballo de fuerza (abreviado hp).
Su de-
finición es
Pero de la ec. (8.71) se tiene que
1 hp = 745.7 W (8.74)
w x s = j
Ejercicio 8.19. Un caballo jala una carreta (fig. 8.38)
a una velocidad de 11 km/h. E l peso de la carreta con
por lo que el trabajo realizado es
su pasajero es de 225 k g y el coeficiente de friccióndi-
námico entre la carretay el suelo es de 0.12. i Q u é p o -
W = 10.84 X I O 7 J tencia desarrolla el caballo?

Se acostumbra también expresar el trabajo realiza-


do de otra manera.En efecto, en nuestro casose tiene
también que

P = 7.528 x I O 3 W = 7.528 kW; At = 4 h

que sustituidos en la ec. (8.72) dan

W = 7.528 k W X 4 h = 30.112 kW-h

E l kW-h(kilowatt-hora) es unaunidaddetrabajo Figura 8.38


usada con mucha frecuencia. Su equivalencia con el
joule está dada por (véase problema 8.27)
La fuerza F que ejerce el caballo sobre la carretaes
1 kW-h = 3.6 X I O 6 j (8.73) horizontal y con la misma dirección que la velocidad
del caballo (fig.8.38). La magnitud de la fuerza F debe
Ejercicio 8.18. Un cuerpo se mueve a lo largo de ser tal que venza a la fuerza de fricción ejercida por el
una superficie horizontal (fig.8.37) con una velocidad suelo. En lafigura 8.39 se muestra un diagrama de
de magnitud13.7 mis. Si se le aplica una fuerzaF cuya cuerpo libre de la carreta. Las fuerzas que actúan so-
magnitud es de 322 N que forma un ángulo de 43O con bre ella son: la fuerza de fricción f , que se opone al
la horizontal, iqué potencia desarrolla el agente que movimiento; la fuerza F con que jala el caballo; el
aplica la fuerza? peso P, vertical hacia abajo; la reacción del suelo N,
Para encontrar la potencia usaremos la ec. (8.70) vertical hacia arriba. Nos damos cuenta de que para
vencer a la fuerza de fricción f, el caballo tiene que
P = F * v = f v cos43O ejercer una fuerza F tal que
m
= 322 N X 13.7 X 0.7314 F = “f (8.75)

N x m J
= 3 226 = 3 226 -
S S

= 3226 W

Figura 8.37
Figura 8.39
172 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGíA

Es decir, la magnitud de la fuerzaF es la misma que la Ejercicio 8.20. Una máquina que entrega una poten-
magnitud de la fuerza de fricción f. Pero recordamos cia constante P acelera un cuerpo de masa m. Si ini-
que (véase ec. (7.59)) la magnitud de la fuerza de fric- cialmente el cuerpo está en reposo, obtenga la distan-
ción es el producto del coeficiente de fricción por la cia L recorrida por el cuerpo en el tiempo t.
magnitud de la fuerza que aprieta. En nuestro caso, De la ec.(8.70) despejamos el trabajo d W realizado
la fuerza que aprietaes el peso de la carreta. Por tanto, por la máquina en el tiempo dt

d W = P dt

que sustituyendo valores nos da Por otrolado,delteorematrabajo-energíacinética


(véase sección 8.1)se tiene que (véase ec.
(8.21))
F -- 0.12 X 225 k g X 9.8 mis2
= 264.6 N d W = dK

Por otro lado, la velocidad del caballo es siendo dK el cambio de la energía cinética. Por tanto,

km m dK = P dt
v=ll-- - 3.06-
h S
Integramos ahora esta relación, recordando que la po-
Por tanto, de la ec. (8.70) se tiene que la potencia de- tencia P es constante
sarrollada por el caballo es

P = F*v FV c o s o o
jzodK = 5'
O Pdt

o sea,
m
= 264.6 N X 3.06 - K-K,,= P l tO d t = Pt
S

= 808.5 W
,
I
1
Se usaron las ecs. (4.27) y (4.28).

Aquí KOes el valor de la energía cinética inicial, que


Pero la definición (8.74) se tiene que en nuestro caso es cero, ya que el cuerpo parte delre-
poso. Se tiene entonces que
1
1 w = - 745.7 hp
1

K = L m v 2 = Pt
2
por lo que
D e esta ecuación despejamos la velocidadv. M u l t i p l i -
1
P = 808.5 X - camos ambos lados de la últirna ecuación por (2/m) y
745.7 hp sacamos raíz cuadrada
= 1.08hp

-
"
dx
dt

Aquí se usó la ec. (3.18). Ahora despejamos dx

Integrando ambos lados de esta ecuación (la variable


x va de O a L, mientras t va de O a t )

Aquí se usó el resultado (4.28)


MAS APLICACIONES 173
8.6. MÁS APLICACIONES Trabajo W, realizado por f. En la figura 8.41 se ve
que
Dedicaremos esta última sección a tratar algunas
Wf = -f(Ay)
aplicaciones de las relaciones de trabajo y energía.
= "f(Y.4 - Ys) (8.78)
Ejercicio 8.21. Un elevador desciende a lo largo de
su cubo. En cierto momento, el cable que lo une al
motor se rompe. En este instante el elevador tiene una
velocidad de 2.8 m/s. Los frenos de seguridad del ele-
vador proporcionan una fuerza de fricción con magni-
tud de 1.31veces el peso del elevador, dirección verti-
cal y sentido hacia arriba. iQué distancia desciende el
elevador antes de detenerse?
Sea A el punto en el quese rompe el cable (fig. 8.40)
y B el punto en el que se detiene el elevador. Escoge-
mos un sistema de coordenadas vertical, con sentido
hacia arriba y con el origen O en el suelo.
Figura 8.41

't1
[ ;; I=
Por tanto, el trabajo total realizado por P y por f es la
A Ya Elevador suma de estos dos trabajos

Trabajo
realizado
R A Y ) - /(Ay) = (P - fl(AY) (8.79)

Ahora calculamos el cambio en la energía cinética.


Llamando m a la masa del elevador se tiene que

Figura 8.40 Energía cinética en A = mv?1/2


Energía cinética en B = mv$/2 = O

Desde el momento en que se rompe el cable y em- ya que enel p u n t o B el elevador se detiene. Por tanto,
pieza a actuar el freno de seguridad, el elevador expe- el cambio de la energía cinética es
rimenta dos fuerzas: su peso P con sentido hacia aba-
j o y la fuerza de fricción f con sentido hacia arriba 1 1
AK = - m v ~ - - m v ~
(fig. 8.41). Aplicaremos ahora el teorema de trabajo- 2 2
energía cinética al elevador:
- 1
- --mvi

{ { }
(8.80)
Cambio Trabajo 2

r ? ~ ~ i ~ ~= ~ z ~a
cinética
E
e
;:/ ~ r } (8.76) En consecuencia, sustituyendo (8.79) y (8.80) en (8.76)
elteorematrabajo-energíacinéticaquedaeneste
caso c o m o
Ahora calcularemos cada una de estas cantidades.
DenotaremosconunsubíndiceAa las cantidades
asociadas al puntoA, y lo mismo haremos conlas can-
tidades asociadas al punto B.
Trabajo W prealizado por P. En la figura8.41 vemos Pero
que P- f = P-1.31P
= -0.31P = -0.31 mg
W P = RAY)
= RY, - Ye) (8.77) Se tiene entonces que

Aquí Ay = ya - ye es la distancia recorrida por el ele- I


-0.31 rng(Ay) = - "2m v ?
vador hasta detenerse.
174 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGíA

Dividiendo ambos miembros de esta ecuación entre justamente en la cantidad dada por el trabajo realiza-
(-0.31 mg) obtenemos Ay d o p o r las fuerzas ajenas al sistema.E l algunas ocasio-
nes la energía mecánica del sistema puede aumentar.
Vi
Ay = (8.81) En este caso, se dice que las fuerzas ajenas a éI hacen
2 X 0.31g
trabajo sobre el sistema. En otras ocasiones, c o m o en
el ejemplo del elevador, la energía mecánica disminu-
y sustituyendo valores numéricos encontramos ye. Se dice entonces que el sistema hace trabajo sobre
su alrededor.
(2.8 mls)’
Ay = = 1.29 m
2 X 0.31 X 9.8 mis2
Ejercicio 8.22. Considérese la palanca mostrada en
la figura 8.42. En un extremo se aplica una fuerza F
ÉStaes la distancia que desciende el elevador antes para subir el cuerpo de pesoP que se encuentra en el
de detenerse. otro extremo. Usando el principio de conservación de
Usando las ecs. (8.77) y (8.78), el teorema trabajo- la energía mecánica, obtenga la magnitud de la fuer-
energía cinética dado por la ec. (8.76) se puede escri- za F parasubirelcuerpoavelocidadconstante.
bir como Desprecie la fricción que pudiese haber en el apoyo A.

Wp + Wf AK (8.82)

Pero dado que el peso P es una fuerza conservativa,


se tiene que
Wp= -AU

siendo U la energía potencial gravitacional, dada por


la ec. (8.51). La ec. (8.82) queda entonces como

-AU + Wf= AK

que equivale a

Wf = AK + AU
= A(K + U) Figura 8.42
= A€ (8.83)

Si finalmente recordamos que el trabajo hecho por la En este caso se tiene que el trabajo WF realizado
fuerza de fricción, Wf, es una cantidad negativa (véa- por la fuerzaF al recorrer la distancia
(Ay)l se transfor-
se ec. (8.78)) que podemos escribir como m a en un cambio de laenergía mecánica A€ del sistema
Tierra-cuerpo al moverse la distancia (Ay)2.
Wf = - I W f !
E l trabajo WF es
la ec. (8.83) queda como

A€ = - I WfI (8.84)
Por otro lado, dado que el proceso ocurre a veloci-
Esta ecuación nos dice que la energía mecánica total dad constante, no hay cambio en la energía cinética
del elevador cambia; de hecho, disminuye. La energía del cuerpo. En consecuencia, el cambio en la energía
mecánica total del elevador no se conserva. Lo que mecánica es solamente el cambio en la energía poten-
ocurre es que el sistema Tierra-Elevador, en este caso cial del cuerpo al recorrer la distancia (Ay)’
n o es un sistema aislado ya que experimenta una fuer-
za ajena a éI, a saber, la fuerza de fricción. Por tanto,
su energía mecánica cambia, y cambia justamente en
la cantidad dada por el trabajo realizado por la fuerza Igualando (8.85) con (8.86) nos da
de fricción. En nuestro caso, la energía mecánica dis-
minuye a causa de la fricción. E l propósito de aplicar
la fricción es justamente disminuir la energía del ele-
vador. Despejando de esta ecuación F
En general,cuandounsistemano es cerrado, su
(8.87)
energíamecánicano se conserva,sinoquecambia
PROBLEMAS 175
En la figura 8.42 vemos que los triángulos AMN y 8.2. Demuestre la ec. (8.13).
AVS son semejantes. Por tanto, por geometría sabe- 8.3. Desde una altura de28 m se hace descender, con
mos que ayuda de una cuerda, una cubeta quepesa 32 kg, con
una aceleración de 1 . 3 m/s2. 2Qué trabajo se realiza?
8.4. Un levantador de pesas levanta una masa de 120
k g hasta una altura de 1.90 m. iQué trabajo realiza?
8.5. Una persona empuja un cuerpo que pesa25 kg, a
que sutituyendo en la ec. (8.87) nos d a velocidad constante, una distancia de 4.6 m. E l cuer-
p o se mueve horizontalmente y l a persona aplica la
F = P- L2
(8.88) fuerza formando un ángulo de 38O con la horizontal.
Ll E l coeficiente de fricción dinámico entre el cuerpo y
lasupgrficiehorizontal es 0.14. 2Qué trabajoreali-
ÉStaes la fuerza que hay que aplicar para elevar el za la persona?
cuerpo de peso P. Si se quiere poder levantar el cuer- 8.6. Para jalar un carrito que pesa 22 kg a velocidad
po con una fuerza menor a su peso, o sea, constante se requiere aplicar una fuerzaT de magnitud
165 N formando un ángulo de 25O con la horizontal.
F < P
a) Calcule el trabajo que realiza T al moverse el
entonces se debe tener que carrito una distancia de 1 5 m horizontalmente.
b) Obtenga el valor de la fuerza de fricción entre el
carrito y el piso.
c) Obtenga el coeficiente de fricción entre el carri-
t o y e l piso.
E s decir, d ) Calcule el trabajo realizado por la fuerza de fric-
ciónaldesplazarsehorizontalmenteelcarrito
15 m .

La fuerza F se debe aplicar entonces a una distancia 8.7. Demuestre que (J/kg) = (m2/s2).
L , del apoyo A mayor que la distancia
L 2 del cuerpo al 8.8. Obtenga las dimensiones y unidades en el SI de
apoyo. l a energía cinética K dada en la ec. (8.24).
Se define la ventaja mecánica de la palanca como 8.9. Un cuerpo quepesa 15 k g se empuja hacia arriba,
el cociente del peso del cuerpo por levantar, P, entre con velocidad constante, a lo largo de un plano incli-
la fuerza F necesaria para lograrlo. De la ec. (8.88) re- nado, que forma un ángulo de 2 7 O con la horizontal.
sulta que la ventaja mecánica de la palanca es La fuerza aplicada es paralela al plano. La distancia
recorrida es de 14.7 m. E l coeficiente de fricción entre
(8.89) el cuerpo y el plano es 0.18.

a) Obtenga los trabajosrealizadosporlafuerza


Este número es mayor que 1 , Mientras más grandesea
aplicada, la de friccióny por el peso del cuerpo.
el cociente (Ll/L2), más ventajosa será la palancay me-
nor fuerza tendremos que aplicar parasubir el cuerpo.
bl i C u á l es el valor de la suma de los trabajos he-
chos por las tres fuerzas? iQué significasu resul-
Hay que darse cuenta de quepesar a de quese apli-
tado?
ca una fuerza F menor que el peso P, se tiene que re-
correr una distancia(Ay), mayor que la que recorre el
peso (Ay)2. En este proceso no nos ahorramos trabajo. 8.10. Un cuerpo de masa 62 k g se mueve a lo largo de
una superficie horizontal con velocidad inicial de 32
Una máquina es un dispositivo quenos permite mo- km/h. E l coeficientedefriccióndinámicoentreel
ver cuerpos utilizando fuerzas de magnitudes meno- cuerpo y lasuperficie es 0.19. Usandoargumentos
res a los pesos que hay que mover. Mientras mayor energéticos responda a las siguientes cuestiones.
sea la ventaja mecánica de una máquina, menorserá
la fuerza que se tenga que aplicar. Sin embargo, en a) iQuédistanciarecorreelcuerpohastadete-
una máquina uno no se ahorra trabajo, nerse?
b) >Qué velocidad tiene el cuerpo después de ha-
ber recorrido una distancia de 15 m ?
PROBLEMAS
8.11. Un caballo jala a una carreta que pesa 450 k g
8.1. Demuestre la ec. (8.6) para el caso en que la fuer- aplicando una fuerza horizontal de magnitud 165 kg.
za constante F forme un ángulo8 con la dirección del E l coeficiente de fricción dinámico entre la carreta y
desplazamiento. el suelo es 0.27. La carreta se mueve 158 m .
176 Cap. 8. TRABAJO Y ENERGiA

a) iQué trabajo realiza el caballo? B


b) 2Qué parte de este trabajo se va en vencer a la
fuerza de fricción?
c) Si inicialmente la carreta estaba en reposo, iqué
velocidad adquiere después de recorrer los 158
m ? Suponga que el movimientoes uniformemen- I I
te acelerado. I I
I I

8.12. Se sube un cuerpo que inicialmente est& en re-


poso y que pesa 2.5 k g a lo largo de un plano inclina- Figura 8.43
do que forma un ángulo 31 deo con la horizontal, apli-
candounafuerza F paralelaalplanodemagnitud
14.5 kg. E l coeficiente de fricción dinámico entre el
cuerpo y el plano es 0.12.

a) Calcule el trabajo realizado por F para que el


cuerpo suba una distancia de 13 m.
b) iQué parte de este trabajo se va en vencer a la
fuerza de fricción?
c) A I llegaralfinalde su recorrido, se sueltael
cuerpo. Obtenga la velocidad con que llega al 4 8.44Figura
suelo.
a) iQué velocidad mínima v,in debe tener el carri-
8.13. Se lanza una particula de masa 45 kg a lo largo to al entrar en el círculo enA para que llegue al
de un plano inclinado 37” con la horizontal. La veloci- extremo vertical B sin que caiga?
dad con quese lanza la partículaes de 7.2 mis.La par- b) Si el carrito tiene velocidad v en A, i c o n q u é ve-
tícula recorre una distancia de 2.9 m hasta quese de- locidad v ’ llega a 5?
tiene y luego empieza aresbalar de regreso hacia abajo.
Usando argumentos energéticos responda alas siguien- 8.21. E l m a r t i l l o M de una máquina está unido a la ba-
tes preguntas. rra OM de longitud 75 cm, que está pivoteada en el
punto f i j o O (fig. 8.45). Si el martillo cae del punto A
a) 2Qué valor tiene el coeficiente de fricción entre estando en reposo, )con qué velocidad llega al punto
la partícula y la superficie! más bajo B?
b) i c o n q u é v e l o c i d a dregresa la partícula al punto
desde que fue lanzada hacia arriba? A

8.14. Resuelva el problema 8.12, suponiendo que la


fuerza F que se aplica tiene dirección horizontal.
8.15. Una fuente lanza verticalmente hacia arriba un
chorro de agua que llega a una altura de 85 m. iCuá1
es la velocidad del agua a la salida de la fuente? \ I
8.16. Obtenga la energía cinética de un automóvil de \
\ I
I
masa 1 500 kg que se mueve con una velocidad de65 \

-. I
\

I
km/h. ‘““4
8.17. iQué trabajo hace la fuerza centrípeta en un b3 Figura 8.45
movimientocircularuniforme?iQuéocurreconel
cambio de la energía cinética? iQuépasa con la mag-
nitud de la velocidad? 8.22. E l cuerpo mostrado en la figura 8.46se suelta et7
8.18. Demuestreque s i se atiadeunaconstante ar- la guía circular A 5 que no tiene fricción. Después de
bitraria al valor de la energía potencial, la relación dejar la guía, el cuerpo llega a la rampa CD.
(8.47) n o se altera.
8.19. Un carrito se suelta en el puntoA de una monta- a) Usando argumentos energéticos obtenga la velo-
ria rusa (fig. 8.43).Si la altura de A sobre el suelo es h, cidad del cuerpo cuando deja la guía.
j c u á l es la máxima altura h B a la que puede llegar el b ) Encuentre la distancia h vertical donde el cuer-
carrito? Desprecie el efecto de la fricción. po toca a la rampa.
8.20. Un carrito de juguete corre a lo largo de un riel c) ) Q u é ángulo de inclinación0 debe tener CD para
y entra en un círculo, de radio r, vertical, como se ve que sea tangente a la trayectoria del cuerpo en
en la figura 8.44. Desprecie la fricción. el instante en que toca a la rampa?
PROBLEMAS 177
Si, en lugar de que F fuera vertical, formara un án-
gulo 6 con la vertical,c) jQué magnitud tendría enton-
ces? 2Qué conviene más: aplicar F con dirección verti-
cal o formando un ángulo con la vertical?
8.33. Con la polea mostrada en la figura 8.48 se desea
levantar, a velocidad constante, un cuerpo que pesa
428 kg.

a) iQué fuerza F hay que aplicar en el extremo del


cable?
b) i C u á l es laventajamecánicadelapolea? No
t o m e en cuenta el efecto de la fricción.

8.34. Calculelaventajamechnicadelamanivela
Figura 8.46
mostrada en la figura 8.49. Desprecie la fricción.
8.35. Obtenga la ventaja mecánica del conjunto de
engranesmostrado en lafigura8.50.Cadasección
8.23. Un cuerpo se mueve en una dirnensión bajo la central tiene radio rl, mientras que la rueda externa
acción de la fuerza F(x) = n/x3,donde n es una cons- tiene radio rz. Desprecie el efecto de la fricción. La
tante. Obtenga la energía potencial del cuerpo. rueda externa de cada engrane gira al unísono con su
8.24. Un cuerpo experimenta un potencial dado por engrane central.
U(x) = 3x2 - (x3/4), c o n x dado en metros y U en J. 8.36. iQué fuerza será necesario aplicar en el conjun-
to de poleas de la figura 8.51 para levantar, a veloci-
a) Calcule la fuerza que experimenta la partícula. dad constante, un peso de 1 O00 kg? >Qué valor tiene
b) iEn qué punto(s) la fuerza se anula? > A qué ca- la ventaja mecánica de esta máquina?
racterística de U corresponde este(os) puntois)? 8.37. 2Qué aceleración tiene el cuerpo del ejercicio
8.20 en el Instante t?
8.25. En relación con la figura8.29 demuestre queVN 8.38. Una máquina desarrolla una potencia, que varía
= LZ. con el tiempo, dada por P(t) = bt?, siendo b una cons-
8.26. Obtenga las dimensiones de la potencia (véase tante con valor de 85 watt/s2. La máquina se acopla a
ec. (8.70)). un cuerpo de masa1 4 kg, inicialmente en reposo, que
8.27. Demuestrelarelación (8.73) entrekW-hora y solamente se puede mover en una línea recta
joule.
8.28. Obtenga la potencia de una máquina que levan- a ) iQu6 distancia recorre el cuerpo en 4 S ?
ta un martinete que pesa 210 kg a una altura de 45 c m b) ;Qué aceleración experimenta en este instante?
a razón de 95 veces por minuto. Exprese su resultado
en hp.
8.29. Una bomba es accionada por un motor de po-
tencia 2 hp. La bomba eleva un volumen de3 000 m3
de agua a una altura de10 m. Si la eficiencia delsiste-
m a es de 75%, ken cuánto tiempose bombea el agua?
8.30. Un ciclista sube a lo largo de un camino ascen-
diendo verticalmente 85 m.Si l a masa del ciclista con
la de su bicicleta es de 95 k g y si el ciclista desarrolla
una potencia de0.7 hp, ien cuánto tiemposube? Des-
precie la fricción.
8.31. Si un montahista que pesa 68 kg asciende una
altura de 1.8 km:

a) iQué trabajo realiza contra la fuerza gravitacio-


nal? Exprese su resultado en kW-h.
b) Si este trabajo lo realiza en 5.5 horas, >qué po-
tenciadesarrolla? Exprese su resultadoenhp.
Desprecie la fricción.

8.32. a ) iQué fuerza F hay que aplicar para subir, a


velocidad constante, el cuerpo de peso P en la palan-
ca mostrada en la figura 8.47?b) iCuá1 es el valor de la
ventajamecánicadelapalanca?Desprecielafric- Figura 8.47
ción.
178

Figura 8.49

Figura 8.48
179

P
I
////////////////////

8.40. En el ejercicio 8.9 se encontró la energía poten-


cial asociada a la fuerza gravitacional usando la tra-
yectoria mostrada en la figura 8.27, en la que los pun-
tos inicial y final están uno en la misma vertical que el
otro. Demuestre que la energía potencial está dada
por la ec. (8.51), tomando los puntos inicial A y final B
que no estén en la misma vertical (figura 8.53). (Suge-
rencia: use la trayectoria A -C +B).

1 r
I
I
I
I
I
I
A 0

8.39. Un cuerpo experimenta una fuerza (fig. 8.52)

Figura 8.53
F(r) = - k?
r3
8.41. Obtenga la ventaja mecánica de un plano incli-
donde k es una constante positivay ^r es un vector uni- nado un ángulo8 con respecto a la horizontal. Supon-
tario a lo largo del vector de posición r. Obtenga la ga que no hay fricción. >Por qué se puede considerar
energía potencial que experimenta el cuerpo. al plano inclinado como una máquina?
particuIas.
Conservación del

/ momento l i n e a l ,
C e n t r o s de m a s a

En los capítulos anteriores desarrollamos la mecá- mento lineal p de una partícula de masa m que se
nicadeunapartícula.Aunqueenalgunasaplica- mueve con velocidad v como
ciones hablamos de cuerpos extendidos, por ejemplo,
coches, personas, etc., en realidad, enlo que se refiere p = mv (9.3)
a la aplicación concreta, en esos casos iba implícito
que estábamos hablando de una sola partícula. Si nohayconfusiónllamaremosa esta cantidad
Siguiendo el programa trazado al principio del ca- simplemente momento. Se le asignan también otros
p í t u l o 3, una vez aprendida la cinemáticay la dinámi- nombres: cantidad de movimiento, impetu, etcétera.
ca de una partícula emprenderemos en este capítulo La ec. (9.2) queda, entonces, como
el estudio de la mecánica de varias partículas. Para
ello reformularemos algunos aspectos de la dinámica (9.4)
de una partícula que nos serán de utilidad.
Antes de analizar la forma (9.4) regresemos a la de-
finicibn de momento (9.3).E l momento p es el produc-
9.1. M O M E N T O LINEAL DE UNA PARTíCULA to de un escalar positivo (la masa m) por un vector (la
velocidad v). Por tanto (véase capítulo 2), las carac-
Consideremos la expresión (6.4) para la segunda ley terísticas del momento son:
de Newton, aplicable a una partícula
a ) Su magnitud es
F = ma
/PI = mlvl (9.5)
donde F es la fuerza que se aplica a una partícula d e
masa m, y a es laaceleraciónqueexperimenta. Re- b ) Su dirección es ladelvector v.
escribiremos esta ecuación de otra forma que será de c) Su sentido es el del vector v (véase fig. 9.1).
interés.Usandolaec.(5.11)paralaaceleración se
que tiene momento Las
del dimensiones son
dv
F = m -
dt

Aquí v es la velocidad de la partícula. Debido a que la


masa m de la partículaes una cantidad constante que
no depende del tiempo, usando la ec. (3.21) podemos
escribir el lado derecho de (9.1) c o m o
dimv)
F = ___ (9.2)
dt

Este resultado nos sugiere definir la cantidad mv aso-


ciada
movimiento
al partícula.
lade Se define
mo-
el Figura 9. l

180
MOMENTO LINEAL DE VARIAS PART~CULAS 181
Las unidadesdelmomentoen el SistemaInterna- casodelmovimientouniforme. Este resultadonos
cional son dice entonces que en ausencia de fuerza, una partícu-
la realiza un movimiento uniforme, hecho que ya co-
nocemos.
Para el caso de una sola partícula, la forma alterna-
(9.7)
tiva (9.4) de la segunda ley de Newton no nos da más
información física de la que ya obtuvimos los en capí-
tulos anteriores. Sin embargo, al aplicar esta forma al
movimiento de varias partículas sí resulta ser de utili-
Ejercicio 9.1. Unapartículademasa 42 kg se
dad. Esto lo estudiaremos en la siguiente sección.
mueve con una velocidad de magnitud 6.7 m/s. $uá1
es la magnitud de su momento lineal?
De la ec. (9.5) se tiene que
9.2. M O M E N T O LINEAL DE VARIAS
/ P I = mlvl PARTíCULAS
= 42 kg X 6.7 mis
= 281.4 kg m/s Supongamos que tenemos un sistema que consta
de varias partículas, digamos N (fig.9.3), de masas m,,
Regresemosahoraalaec. (9.4). Esta ecuación es m2,m3, . . , mN. La masa de la i-ésima partícula la de-
simplementk otra forma de escribir la segunda ley de notaremos como mi. Cada una de estas partículas ex-
Newton. Supóngase que la fuerza aplicada sobre la perimenta una fuerza: F,, F2,. . , FN, respectivamente;
,

partícula sea nula denotaremos la fuerza sobre la partícula i c o m o Fi.


Entonces, para cada una de las partículas de nuestro
F = O sistema podemos escribir la segunda ley de Newton
dada en la forma (9.4)
La ec. (9.4) queda, entonces, como

- dP
=o
dt

E s decir, la derivada con respecto al tiempo del mo-


mento p es cero. Por tanto, el momento no depende
de t . Esto quiere decir que pes un vector constante al
transcurrir el tiempo

p = constante (9.9)

AI moverse la partícula, su momento siempre será el


mismo vector (fig. 9.2): s i en el punto A la partícula
tiene un puntop, en el punto B tendrá el mismo vector
momento (la misma magnitud, la misma dirección y el
e4
mismo sentido). Lo mismo ocurrirá en cualquier otro m4
3,
p u n t o C. m3
e

Figura 9.2
C+ Je
mi
e

Se dice que en ausencia de una fuerza el momento


de una partícula se conserva.
E l contenido físico del resultado acabado de obte-
ner de hecho yalo conocíamos. En efecto, dada la de-
finición (ec. (9.3)) del momento y dado que la masam Figura 9.3
de una partícula es la misma a lo largo de su movi-
miento, s i el momento se conserva, entonces esto sig-
nifica que la velocidadv de la partícula (como vector) Aquí pl, p2, . ., pN son los momentos lineales de las
es siemprelamisma.Peroéste es precisamenteel partículas 1, 2,. . . , N,respectivamente.Podemos
182 Cap. 9. MECANICA DE VARIAS
PARTíCULAS

abreviar escribiendo todo este conjunto de ecuacio- A continuación sumemos miembro a mlembro to-
nes de la siguiente forma das las ecs. (9.10); estasuma se lleva a cabosobre
todas las partículas que componen el sistema bajo es-
(i = 1,2, (9.1O) tudio. Se tiene entonces que

(9.14)
En esta ecuación p i denota el momento lineal de la i-
ésima partícula.
Ahora bien, la fuerza que experimenta cada una de Consideremosporseparadocadaunode los dos
las partículastiene,engeneral,doscontribuciones: miembrosdeestaúltimaecuación. E l miembro de-
una de origen interno al sistema y otra de origen exter- recho se puede escribir como sigue:
no al sistema. En efecto, consideremos, por ejemplo,
la partícula 1. Esta partícula experimenta las siguien- (9.15)
tes fuerzas de origen interno: la fuerzaF,,* que le ejer-
ce la partícula2 (fig. 9.4a). Además, la partícula1 tam-
bién experimenta la fuerza F,,3 que le ejerce la partí-
cula 3 (fig. 9.4b). De manera análoga, la partícula 1
m
experimenta además las fuerzas F,,,, . . , F,,,, . . ., F,,N 3
que sobre ella ejercen las partículas 4, . . . , j, . . , N
del sistema (fig. 9.4~). En consecuencia, la fuerza de
origen interno que experimenta la partícula 1 es la su-
ma de las fuerzas que las otras partículas del sistema
ejercen sobre ella

que abreviaremos en la forma N Figura 9.4 a

N
(Fllint. = cN

j #1
Fl ; (9.11)

Aquí el signo significa la suma sobre las cantidades


j#l
marcadas con el subíndice j, de 1 a N,con excepción
del valor 1.
1
En general, cualquier partícula del sistema experi- m.
menta una fuerza que le eierce cada una delas otras I
partículas del mismo siste’ma. De manera análoga a m
como se procedió para obtener la fuerza(9.11) para la m
partícula 1, podemos escribir para la fuerza de origen
interno (F;)int.que experimenta la i-ésima partícula
N

(FiIint. =C ~ i , j (9.12) *N Figura


9.4 b
j + l ( i = 1, 2 , . . ., N)
En esta suma se suma sobre todas las partículas, ex-
cepto la i-ésima. m
Aparte de las fuerzas de origen interno, cada una de 3
las partículas puede también experimc,ltar una fwrza O

que sea ajena al sistema, es decir, externa. Denotare-


mos la fuerza de origen externo que experimenta lai-
@sima partícula como(Fi)ext. Por tanto, la fuerza total *
j
que experimenta la partícula i es la suma de las fuer-
zas interna y externa que está experimentando

con (FL)~,,,,
la por dado ec. (9.1 2). N’ Figura 9.4 c
04
Recordamos que la suma de derivadas es igual a la
O3

derivada de la suma (véase ec.(3.20)).


F1.2

Definimos ahora elmomento lineal totalP del sistema


como la suma de todos los momentos de cada una de
las partículas que lo componen
N
P = C P i (9.16)
i= 1
De esta forma, el miembro derecho de la ec. (9.14)
queda como
O N
(9.17 )
Figura 9.5

Ahora consideremos el miembro izquierdo de laec. partícula 2 una fuerza F2,,.Según esta ley, la relación
(9.14). Sustituyendo la ec. (9.13) obtenemos entre estas dos fuerzas es
N
+E
N
F i = C(Fi)int. (FAext. (9.18)
i=
1 i= 1
El segundo sumando del miembro derecho de estaex- por lo que la suma
presión es la suma de las fuerzas externas que se apli-
can a cada una de las partículas; por tanto, es la fuer- Fl,* + F2,l = 0
za externa total (Fl)ext. que se aplica al sistema
se anula. De la misma manera, la suma de las fuerzas
E
N

(FiIext. = ext. t. 9)(9.1 que cada pareja ejerce entre sí se anula. En conse-
i=1 cuencia, cada uno de los paréntesis del lado derecho
Ahora consideraremos la suma de todaslas fuerzas in- de la ec. (9.20) se anula y, por tanto, todo el lado de-
ternas, dada por el primer sumando del miembro de- recho es cero. E s decir,
recho de la ec. (9.18). Si sustituimos en este sumando N
las fuerzas de origen interno que experimenta cada (FJint. = 0 (9.21)
partícula (ec. (9.12)), se tiene una suma de la siguiente i=1
forma Por tanto, la fuerza interna total de un sistema de par-
tículas es cero. Esto es una consecuencia de la tercera
+ + F,, +
N
(FJint. = FI,~ ~ 7 , 3 . . leydeNewton.Laec.(9.18)quedaentonces
i=1 + F2,l + F,3 + F2.4 + . ' ' como
+ + + + N

+ '3,l '3,2 '3,4 ' ' '

i=1
(9.22)

Aquí se están sumando todas las fuerzas internas del Aquí se usó la ec. (9.19). Este resultado nos indica que
sistema. Podemos efectuar ahora la suma cambiando la fuerza total ejercida sobre un sistema de partículas
el orden de los sumandos, agrupándolos por parejas es igual a la fuerza externa total quese aplica al siste-
ma. Las fuerzas internas no contribuyen a la fuerza to-
tal. Sustituyendo ahora las ecs. (9.17 ) y (9.22) en la ec.
(9.14) obtenemos

(9.23)

AI inspeccionar estos términos nos damos cuenta de


que la suma consiste en la suma de las fuerzas que La ec. (9.23) nos indica que el momento total P de
cada pareja de partículas ejerce una sobre la otra.Por un sistema solamente puede cambiar debido a la ac-
ejemplo,lasumade las fuerzasquelapareja (1,2) ción de una fuerza externa.Las fuerzas internas de un
ejerce entre sí es (véase fig. 9.5) sistema NO modifican su momento total.
Ahora reescribiremos la ec. (9.23) de otra forma. E l
Fl,2 + F , , momento p i de la partícula i es (véase ec. (9.3))

p i = mivi
Pero por la tercera ley de Newton sabemos que s i la
partícula 2 ejerce una fuerza F,,2 sobre la partícula 1, - dri
entonceslapartícula 1 reacciona y ejercesobrela - mi - (9.24)
dt
184 Cap. 9. MECANICA DE VARIAS PART/CUI.AS

Aquí se usó la ec. (5.7) para la velocidad vi. E l vector En esta expresión V es la velocidad definida por
r i es el vector de posición de la partícula i (fig. 9.6).
Por tanto, el momento total P del sistema es, de la ec. v= -
d R (9.29)
(9.161, dt

E s claro que esta velocidad es la del centro de masa


dado por R. Si ahora sustituimos la expresión (9.28) en
la ec. (9.231, vemos que se requiere la derivada de P
con respecto al tiempo. De la ec. (9.28), esta derivada
es

(9.25) d d
-P = -(MV)
dt dt

En la obtención de(9.25) se usó el hecho de que cada =M- d V


masa mi es constante y, por tanto, se pudo usar la ec. dt
(3.21). Además, se usó el hecho de que la suma de de-
rivadas es la derivada de la suma. = MA
Definimos ahora elvector de posición del centro de
masa del sistema R como Hemos definido el vector A como
(9.26) (9.30)

Aquí M es la masa total del sistema E l vector A es la aceleración del centro de masa. Fi-
N
nalmente, la ec. (9.23) queda como
M=C m i (9.27)
¿=1
M A = F&. (9.31)
Por tanto, la ec. (9.25) queda como
d Este resultado nos dice lo siguiente. Si sobre un sis-
P -(MR) temadepartículasactúaunafuerzaexternatotal
dt
(F)ext.,entonceselsistema se comportademanera
= M - dR equivalente al comportamiento de un punto (el centro
dt de masa) en el que está concentrada toda la masa M
del sistema y sobre el que actúa la fuerza total Fe,,.
= MV (9.28) que actúa sobre el sistema (fig. 9.7).
Antes de continuar estudiando la dinámica de siste-
mas de partículas, veremos la manera de encontrar el
centro de masa de un sistema dado. Esto lo haremos
en la siguiente sección.
4

I .3
.:**..'
.S. ..:.:.--
++;.
r:........
'4

..*.: .m
hCentro de masa

. f
/Fe,*. IFexr' Figura 9.7

9.3. CENTROS DE MASA

En esta sección obtendremos los centros de masa


de diversos sistemas de partículas.

Ejercicio 9.2. Obtenga el centro de masa de un sis-


tema formado de dos partículas de masas m , y m 2 se-
Figura 9.6 paradas una distancia L.

, .
CENTROS DE MASA 185
Tomemos un sistema de coordenadas con el ejeX a Por tanto, de las ecs. (9.32) y (9.33) concluimos que la
lo largo de la línea que une alas partículas (fig. 9.8), posición R del centro de masade las dos partículas es-
con el origen en una de las partículas, digamos la de tá dada Dor
masa m,. Llamaremos a esta partícula 1 y a la otra, 2. (9.34)
En este sistema de coordenadas los vectores de posi-
ción de estas partículas son
Este resultado nos indica variascosas. En primer Iu-
partícula 1: rl = (x,, y, z,) = (O, O, O ) gar, el vector R tiene dirección a lo largo del eje X, de-
partícula 2: r2 = (x,, y, z,) = (L, O, O) bido a que sus coordenadas Y y Z se anulan. E s decir,
el centro de masa de dos partículas está en la línea
que une a las dos partículas.
En segundo lugar, dado que la masa de una partícu-

y4 la (m,) es menor que la masa de todo el sistema (M),

mdM <1
de la ec. (9.32) podemos escribir que
X<L

En consecuencia, la posición del centro de masa está


11
O
-2 +X entre
situada
figura
la
partículas,
como
las dos
9.9.
seenmuestra
U
1 V

Figura 9.8

Ahora usaremos la definición de R, el vector de posi-


ción del centro de masa, dada por la ec. (9.26), con el
númerodeparticulasdelsistema N = 2. Sean las
componentes de R = (X,Y,Z). Tomemos la componen-
t e x de la ec. (9.26)
1 ,
X = -Cmixi Figura 9.9
M i=,
1
X = -(mix,
M
+ m,x,) La posición exacta depende, según vemos en la ec.
(9.321, del cociente (mdM). Se pueden presentar varias
posibilidades:

Aquí M es la masa total del sistema i) m, = m , = m; es decir, las partículas tienen masas
iguales.
M = m, + m2 En este caso se tiene que
Sustituyendo
M = m, + m , = 2m
x1=0 y xq=L
por lo que de la ec. (9.32)
se tiene que m 1
x= -L = - L = -L (9.35)
X = -(m,
M
1
X O + m2L) 2
M 2m

En el caso de masas iguales, el centro de masa se en-


(9.32) cuentra a la mitad de la distancia entre ellas (fig. 9.10).
ii) Sea m, > m,; es decir, la partícula que está en el
origen (1) es más masiva que la otra (2). E l cociente
Se puede demostrar que, en este caso (véase proble- que multiplica a L en la ec. (9.32) lo podemos escribir
ma 9.3), como

z=o
m2 - m2
Y=O +
"

(9.33) M m1 m2
186 Cap. 9. MECANICA DE VARIAS PART~CULAS

Ahora dividimos tanto el numerador como el denomi- x > Ll2 (9.39)


nador de este cociente entre m2
(véase problema 9.4)

Ahora bien, dado que m , > m2 entonces

y sumando 1 a cada miembro de esta desigualdad


1 L U

I + -> 1 + 1 = 2
m2

y por tanto, tomando el inverso de esta desigualdad Figura 9.1 1

1
-1
1 + (ml/m21 < 2
(9.37) Mientras mayor sea la masa de una de las partícu-
las, más cerca a ella se encuentra el centro de masa
del sistema de dos partículas.

Ejercicio 9.3. Encuentre el centro de masa de dos


partículas de masas 22 kg y 35 kg que distan 3.2 m.
Tomemos un sistema de coordenadas como se mues-
tra en la figura 9.12, con el origen en la partícula de
masa 22 kg. En la notación del ejercicio 9.2.

L m , = 22 kg, m 2 = 35 kg, L = 3.2 m

Figura 9.10

AI tomar el inverso de una desigualdad se le cambia


de sentido. Si a > b, entonces (l/a) < (l/b).
35 kg
En consecuencia, combinando lasecs. (9.32) y (9.36) se /
X
tiene que
Figura 9.12

Pero en la ec. (9.37) vemos que el coeficiente de L es La masa t o t a l M del sistema es


menor que (1/2), por lo que
M = 22 kg + 35 kg = 57 kg
x< "L
2
I
(9.38)
La coordenada X del centro de masa está dada por la
ec. (9.32). Sustituyendo valores en esta ecuación obte-
Este resultado no dice que si la partícula de la izquier- nemos que
da (fig. 9.11) tiene mayor masa que la otra partícula,
entonces el centro de masa del sistema se encuentra x="- 35 kg X 3.2 m
más cercano a la partícula de mayor masa. Se puede 57 kg
demostrar, en la misma forma, que si m, < m2,enton-
ces = 1.96 m
187
Las otras coordenadas del centro de masa son iguales
a cero (véase ec. (9.33)). Por tanto, el vector de posi-
ción R del centro de masa es

R = (1.96 m, 0.0)

En la figura 9.13 se muestra el centro de masa del sis-


tema. Nos damos cuenta de que el centro demasa está
más cercano a la masa de35 kg, que es la más masiva
de las dos partículas.
Esta última afirmación es general. E l centro de ma-
sas
se encuentramáscercadelapartículamás
masiva.

Figura 9.15

partícula 1: rl = (O,O, O)

-
partícula 2: rz = (2.6 cm, O, O)

-
3.2 m
I
Para la tercera partícula la situación
es c o m o sigue.
La coordenada x 3 es (véase fig. 9.15)
O
""""4 x3 = O A

Figura
9.13 triángulo
del
pero
rectángulo
OAC se tiene
que

O A = OC cos 48O
= 1.75 c m X 0.6691 = 1.171 c m
Ejercicio 9.4. Encuentre el centro de masa de las
tres partículas mostradas en la figura 9.14.
La coordenada y3 de la tercera partículaes (véase fig.
9.15)

LgO
y3 = OB

que del triángulo rectángulo OCB nos d a

O B = OC sen 48O
= 1.75 cm X 0.7431 = 1.301 c m

La coordenada z 3 es cero

e z3 = o
-4
2.60 cm 75 g Por tanto,elvectordeposición r3 delatercerapartí-
Figura 9.14 cula es

r3 = (1.I
71 cm, 1.301 cm,O)
Escogemos unsistemadecoordenadascomo se
muestra en la figura 9.15, con el origen en una de las Recordamos que las propiedades físicas de un siste-
partículas, digamos la de 40 g. Además, escogemos el m a NO dependen del sistema de coordenadas que es-
eje X de forma que pase por otra delas partículas, di- cojamos. Conviene, entonces, seleccionar un sistema
gamos la de masa 75 g, y el plano X-Y de manera que de coordenadas en el cualse faciliten las operaciones
la tercera partícula quede contenida dentro de él. matemáticas. En nuestro caso, esto significa tratar de
Ahoradeterminaremos las coordenadasdecada que el máximo número de coordenadas de cada partí-
una de las partículas en el sistema escogido. Para las cula sea cero. E s con esta idea en mente que se esco-
partículas 1 y 2 se tiene que (véase fig. 9.15) ge el sistema de Coordenadas mostrado en la figura
188 Cap. 9. MECANICA DE VARIAS PART~CULAS

9.1 5. Así, las coordenadas de la partícula de masa 40 g R = (1.461 cm, 0.571 cm, O)
son (O,O, O). Para otra de las partículas escogemos el
sistema de tal forma que dos de sus coordenadas se En la figura 9.16 se muestra la posición del centro de
anulen haciendo pasar el eje X por ella; así, las coor- masa.
denadas de la partícula demasa 75 g son (2.6 cm, O, O).
Para la tercera partícula escogemos el plano X-Y de
forma que la posición de la partícula quede contenida
en este plano. Así, las coordenadas de la partícula de
90 g son (xg, ya, O). No se puede lograr que un mayor
númerodecoordenadasdelatercerapartícula se
anulen, excepto en el caso en que la tercera partícula
estuviese en la misma línea que forman las otras dos
partículas.
/ q O g

Ahora calculamos la posición del centro de masa


delsistema.Para ello usamoslaec.(9.26)conel
número de partículas N = 3. La masa total M del sis-
tema es

M = 40g + 7 5 g + 9Og
= 205 g
Figura 9.16
Sea
R = (X,Y,Z) Un procedimiento alternativo para obtetler el cen-
tro de masa de un sistema de partículas es como si-
Tornamos la componente x de la ec. (9.26) gue. Para facilidadconsideremostrespartículas. El
centro de masa de tres partículas (fig. 9.17a) lo pode-
1
X = -(mix,
M
+ m2x2+ m3x3) mos obtener usando la ec. (9.26) con N = 3

R = -(mlrl
M
I
+ m2r2+ m3r3)
que sustituyendo valores numéricos nos da

x = -
205 g
(40g X O + 7 5 g X 2 . 6 c m + 9Og quepodemosreescribir,agrupando
v 2.
las partículas 1

X 1.171cm)
-
-~
250g
(195 g X cm + 105.39 g X cm) (9.40)

= 1.465 cm
Calculemos ahora el centro de masa de las partículas
De manera análoga 1 y 2. Sea r su vector de posición. Usando nuevamente
la ec. (9.26) se tiene que
1
y = "m,Yl
M + mzy, + m3y3) r =
1
(mlrl + m2r21
m1 + m2
Sustituyendo valores numéricos Este vector r se muestra en la figura 9.17b. Ahorades-
pejamos de la última ecuación (m1rl m2r2) +
y="- (40g x O + 7 5 g x O + 9Og X 1.301 cm)
250 g
(mlrl + mzrz)= ( m l + m&
- 117.09 g X cm
-
que sustituimos en la ec. (9.40)
250 g
= 0.571 cm 1
R = ~ { ( r n , m2)r + + m3r3/ (9.41)
Se puede encontrar también que
Llamemos m a la suma de las masas de las partículas
z=o l Y 2

Por tanto, el vector de posición del centro de masa


es m = m, + m2 (9.42)
189

Figura 9.17 d
Figura 9.17a

La ec. (9.41) queda como

(9.43)

1' . ya que M = m, + + m2 m3 = m+
terpretarahoraelresultadodadoporlaec.(9.43)
m 3 .Podemos in-

c o m o sigue. E l centro de masa que se busca (el de las


tres partículas) es el mismo que s i se consideraran so-
lamente dos partículas: una de ellas en la posición r
con masa m, y la otra de masam3en la posición r3. Es
decir, se puede encontrar primero el centro de masa A
( f i g . 9 . 1 7 ~ ) d e dos de las partículas y en este punto
concentrar la masa total de las dos partículas. E l cen-
tro de masa delas tres partículas es, entonces, el cen-
t r o d emasa del sistema formado por: la partícula en A
con masa (m, + m,) y la partícula en r3 con masa m3.
Si el sistema constara de más partículas, se puede
continuar con el mismo proceso: tomar dos partícu-
las, encontrar su centro de masa y remplazarlas por
Figura 9.17 b
una partícula en este centro de masa con la masa de
las dos partículas. En seguida se tomaelcentro
de masa de este último punto con la tercera partícula.
Se remplaza a las tres partículas con una partícula en
el centro de masa de las tres partículas con la masa de

yt
las trespartículas y se obtieneelcentrodemasa
de este última partícula con la cuarta partícula (fig.
9.17d), y así sucesivamente.
L
Ejercicio 9.5. Encuentre el centro de masa de tres
partículas de masa iguales que no estén alineadas (fig.
9.1 8a).
Sea m la masa de cada una de las partículas. Toma-
remos primero el centro de masa de dos de las partí-
culas, la 1 y la 2, digamos. Dado que las masas de las
partículas son iguales, de lo aprendido en el ejercicio
9.2 sabemos que este centro de masa se encuentra a
la mitad de la distancia entre ellas (punto A de la fig.
* 9.18b). Ahora tomamos el centro de masa de las partí-
O X
culas: una situada en A con masa m +
m = 2m y otra
Figura 9.17 c situadaenelpunto F conmasa m. Este centrode
190

Figura
9.18
Figura
a9.18 b
Recordamos de geometría que las tres medianas de
un triángulo se cruzan en un solo punto (fig. 9.22).
masa se encuentra en la línea que une los a puntos A y

&
F ( f i g . 9 . 1 8 ~ )Por
. geometría se sabe que esta línea es
justamente una mediana del triángulo en cuyos vérti-
ces están las partículas.
Figura9.22

Concluimos que el centro de masa de tres partícu-


las de masas iguales que forman un triángulo, se en-
cuentra en el p u n t o en que se cruzan las medianas del
triángulo.
De los ejerciciosanteriores nos damos cuenta de
que,engeneral, elcentrodemasa de unsistema
de partículas está situado en un punto que NO está

I
contenido en el sistema; es decir, está fuera del sis-
La mediana de un triángulos es la línea FC que une tema.
un vértice F con el punto medio C del lado opuesto
(fig. 9.19).
9.4. CENTROS DE M A S A DE
c CUERPOS CONTINUOS

En la sección anterior estudiamos la forma de en-


contrar los centros de masa de sistemas que constan
de partículas discretas. Sin embargo, también existen
cuerpos que tienen distribuciones continuas de masa.
En esta sección estudiaremos cómo encontrar el cen-
tro de masa de este t i p o de cuerpos.
También se podría haber procedido tomando pri- La ec. (9.26) nos indica cómo encontrar el centro de
mero la pareja de partículas 1 y 3. Entonces se hubiera masa de un sistema de partículas: tómese una masa
llegado a la conclusión de que el centro de masa de m i y multiplíquese por su vector de posición r;; hága-
las tres partículas se encuentra en la mediana HB que se lo mismo para cada una de las demás particulas y
une el punto B. mitad de la línea FC con el vértice súmense los resultados. Finalmente, divídase el resul-
opuesto H (fig. 9.20). tado entre la masa total del sistema. E l vector resul-
tante de esta operación nos da el centro de masa del
sistema.
En el caso de un cuerpo con distribución continua,
usaremos esta prescripción de la forma siguiente. Sea
el cuerpo el mostrado en la figura 9.23. Escogemos un
sistema de coordenadas como el mostrado. Constru-
yamos ahora un elemento de volumendV cuyo centro
tiene vector de posición r .
~~

E I elemento de volumen dV se escoge de tal manera


Por tanto, el centro de masa que buscamos se en- que macroscópicamente sea muy pequeño, pero que
cuentra tanto en la mediana FA como en la mediana microscópicamente sea muy grande.
HB; en consecuencia, se encuentra en la intersección Aparentemente lo que acabamos de afirmares con-
P de las medianas (fig. 9.21). tradictorio. Sin embargo, no hay tal contradicción. En
CENTROS DE MASA DE CUERPOS
CONTINUOS 191

zj, La integral se efectúa sobre todo el volumen


cuerpo.Finalmente,paraobtenerelvectordeposi-
V del

ción del centro de masa R , dividimos esta suma (in-


tegral) entre la masa total M del cuerpo, obteniendo

R= 3 rdm (9.47)
V

Se suele reescribir este resultado de otra manera.


Para ello definiremos la densidad de la distribución
de masa dentro del volumen del cuerpo. Volvamos a
considerar el elemento de volumen dV; como dijimos
arriba, este elemento contiene una masa dm. Defini-
mos la densidad de masa e(r) del cuerpo en el punto r
=-Y
(donde está situado el elemento de volumen) como la
masa por unidad de volumen
X
Figura 9.23
(9.48)

Aquí se escribió explícitamente el hecho de que la


efecto, supóngase, por ejemplo, que el volumen V de densidad puede variar de punto a punto; es decir, es
todo el cuerpo sea de 1 cm3. Si escogemos para db un una función de r. De la ec. (9.48) despejamos d m
volumen de 10"j cm3, entonces se tiene que
= e(r)dV
dm (9.49)
dV a V (9.44)
que sustituimos en la expresión (9.47)
Este volumen dV es una millonésima parte del volu-
men del cuerpo; por tanto,es mucho menor que elvo-
(9.50)
lumen V del cuerpo.
Ahora bien, desde el punto de vista microscópico,
el volumen de un átomo Vátornoesdel orden de La masa total M del cuerpo es la suma de las masas
cm3. Por tanto, este volumen es muy pequeño compa- dm de los elementos de volumen en quese puede des-
rado con dV componer. Por tanto,

M = !$m
Este último hecho nos indica que en el elemento de que sustituyendo (9.49) nos da
volumen dV cabeunnúmeroextraordinariamente
grande de átomos. Combinando las ecs. (9.44) y (9.45)
se tiene que M =(9.51)e(rldV
V

Vátorno-e dV 4 V (9.46) Las integrales que aparecen enlas ecs. (9.50)y (9.51)
son integrales de volumen.Se supone que uno conoce
En conclusión, vemos que la condición arriba men- la densidad de masa del cuerpo e(r) y, por tanto, los
cionada sí se puede satisfacer y no da lugar a contra- integrandosde(9.50) y (9.51)son conocidos. Las in-
dicciones. tegrales se llevan a cabo alo largo de todo el volumen
que ocupa el cuerpo.En general, cada una de estas in-
tegrales resulta ser una integral triple. Sinembargo,
Sea dm la masa contenida dentro del elemento de en algunos casos en que los cuerpos tienen ciertas si-
volumendV.Siguiendolaprescripciónarribadada metrías, se puede obtener el valor de estas integrales
para obtener el centro de masa, multiplicamos la masa sin tener que usar el hecho de que son triples. Para
dm por su vector de posición r; en seguida sumamos ello se usan las simetrías que tiene el cuerpo. Esto lo
estas cantidades para todas las partículas que compo- veremos con detalle en los ejercicios que se resuelven
nen el cuerpo. En matemáticas se enseña que en caso más adelante.
de que se tenga una distribución continua de masa, Un caso de mucha importancia es aquel en el cual
como en nuestro caso, esta sumaes precisamente una la masa del cuerpo está distribuida uniformemente.
integral Esto significa que en cualquier punto del cuerpo la

S densidad de masa es la misma. Así, s i el cuerpo de,


la figura 9.24 tiene su masa distribuida uniformemen-
192 Cap. 9. MECANICA DE VARIAS PART~CULAS

te, entonces la densidad en A es la misma que en B, pero esta suma es precisamente el volumen total del
que a su vez es la misma que en C cuerpo

e(r.4) =VdV
e(rBl = ebc) =V (9.55)

O t r o caso de mucha importanciaes aquel en el que


z los cuerpos, con distribución de masa uniforme, for-
man una placa delgada (fig. 9.25). Sea h el ancho de la
placa. En este caso, el elemento de volumen dV se
puede escoger como un paralelepípedo debase dA y
altura h. Por tanto, el volumen de este elemento es

d V = hdA
(9.56)

i Figura 9.24
Figura 9.25

Portanto,laexpresión (9.54) paralaposicióndel


Llamaremos a l a densidad
de
masa
simplemente e, centro de queda
que es una cantidad constante.En este ca50, en la ec.
(9.50) podemos sacar e de la integral y se tiene
-
\-
rhdA

1
V
R = (9.57)
R= 2 r d VhdA (9.52)
M v V

Dado que h es constante, se le puede sacar de las in-


Pero en la expresión (9.51) para M también aparece e, tegrales. D e esta f o r m a h aparece tanto en el numera-
que se puede sacar de la integral dor como en el denominador. Por consiguiente, h se
cancela. La integral que queda es la suma de los inte-
M = Q j$V (9.53) grandos respectivos sobre el área A de la placa. Por

1
tanto, (9.57) queda como
Sustituyendo en la ec.(9.521 nos da
\
rdA
A
rdV R= (9.58)
R= e v
SA
e
SvdV Estas integrales se efectúan a lo largo del área A de la
La e en el numerador cancela a la e en el denomina- placa. De vuelta, tanto el numerador como el denomi-
dor, obteniéndose el resultado. nador de (9.58) solamente dependen de la formageo-

R=
\ V
rdV
(9.54)
mktrica de la placa. De hecho, el denominador es la
suma de las áreas dA sobre toda el área de la placa;
decir, es justamente el área A de la placa
es

jAdA = A
(4.59)
Esta expresión es solamente válida para aquellos ca-
s o s en que la distribución de masa es uniforme. Nos La expresión(9.58) es válida para el caso de una pla-
damos cuanta en la ec. (9.54) que tanto el numerador ca con distribución de masa uniforme.
como el denominador ya no dependen de la distribu- Si la placa es muy delgada, entonces la componen-
ción de masa, sino solamente de factores geométri- te de R perpendicular a la superficie de la placa es
cos. D e hecho, el denominador de(9.54) es la suma de nula. Entonces el vector R queda contenido en el pla-
los elementos de volumen dV sobre todo el cuerpo; no de la superficie de la placa.
CENTROS DE MASA DE CUERPOSCONTINUOS 193
Ejercicio 9.6. Obtenga el cent:o demasadeuna Para recorrer toda la superficie del rectángulo, el
placa rectangular delgada, con distribución de masa valordelavariable x tienequeir O a L1, valores
uniforme. mostrados en los límites de integración. La cantidad
Sean L1 y L2 los lados del rectángulo. Tomemos un L2 es una constante y, por tanto, la podemos sacar de
sistema de coordenadas como se muestra en la figura la integral. Se tiene entonces que
9.26.
X = -\L1xdx
L2
A o

y usando el resultado (4.28) encontramos que

- 1 12
- -- --- (L: - O)

I
2 A

L2 (9.62)
I *
oT L, X Figura 9.26 Pero e l área A del paralelograrno es

A L1 L2 (9.63)
Usaremoslaec.(9.58)paraobtenerelcentrode
masa. Sean (X,y) las componentes del vectorR a lo lar- que sustituida en (9.62) nos da
go de los dos ejes. Tomando la componente x de la ec.
(9.58) y usando para el denominador la ec. (9.59) se
tiene que
1
X = - xdA
A A
j (9.60)
y simplificando se encuentra finalmente que

Ahora escogemos como el elemento de área dA un x= "L,


1
2
(9.64)
y base dx (fig. 9.27). Su área dA
rectángulo de altura L2
es Por tanto, la componentex del vector R queda a la mi-
tad de la longitud a lo largo del eje X.
dA = L2dx (9.61) Para la componente y, de la ec. (9.58) se tiene algo
análogo. Esta componente es

sL1
Por tanto, la ec. (9.60) queda como 1 "
y = XlAYdA
X = - xL2dx
A o
Ahora nos conviene escoger como elemento de área
el paralelogramo mostrado en la figura 9.28, de base
Es debido a la simetría del rectángulo que la integral L, y altura dy
sobre el áreaA se ha vuelto una integral sobre x; es de-
dA = L,dy
cir, en lugar de tener que calcular una integral doble
solamente tenemos que calcular una integral sencilla.
Por tanto, Y es

La integración sobre el área se volvió una integralsen-


cilla sobre y. Para recorrer toda la superficie del rec-
tángulo, los límites de integración de la variabley tie-
nen que ir de O a L 2 , c o m o se ve en la figura 9.28 La
cantidad L , dentro de la integrales una constante, por
lo quepuedesalirfuera.Asimismo,usandolaec.
(4.28) se tiene que
L
Y = 'SL2ydy
A o
19 Cao. 9. MECANICA DE VARIAS PARTíCULAS

Recuérdese que este resultadoes solamente válido,


si la distribución de masa de la placa rectangular es
uniforme. Si este no fuera el caso, entonces el centro
de masa no quedaría situado en el centro geométrico
de la placa.
(9 65)

que id sirnetria de la forma geomktricadel cuerpo nos


ayudb a transformar una integral triple en una integral
'f ______" ~.~~
!.
1'0, L,) Ejercicio 9.7. Encuentreelcentro de masade la
,
I
I placa delgada en forma de L que se muestra en la figu-
ra 9.30. Suponga que la masa está distribuida unifor-
memente.
Di::idamos esta placa en dos rectángulos, el A y el
B, como se muestra en la figura 9.31. Obtendremos
primero los centros de masa de cada uno de los rec-
tángulos. Escogemos el sisterna de coordenadas mos-
trado en la figura 9.31. Ahora usamose l resultado ob-
tenido en el ejerclcio anterior: el centro de masa de
una placa rectangular está en su centro geométrico.
Usando la ec. (9.63) En I d iigtira 9 32 vernos que los centros de masa de
cada placa tienen coordenadas
y= 1
I__-

1112
2LlL2 placa A . CA = (1,4) (9.68)
placa M: C R = (4.1) (9 69)
y simplificando

1
Y= -LL, 19.66)
2
~____"____~"~~___
..

Por tanto, la componente y del vector R qtleda a la


~~~

mitad de la longitud L2.


D e las ecuaciones (9.64) y (9.66) concluimos que el
vector R es

(9.67)

Este p u n t o se muestra en la figura 9.29. En este caso,


el centro de masa queda en el centro geométrico de la
placa rectangular.

Figura 9.30

't I
____"~"_~__.___
Las longitudes tienen unidades de
viar, no las escribiremos

Ahora usamos el resultado obtenido en la sección


anterior, referente a que el centro de masa de las dos
placas A y B es el mismo que el centro de masa delsi-
guientesistemadedospartículas:unapartículade
masa igual a la masa de la placa A, mA, situada en su
centro de masa, o sea, en e l p u n t o Ca y l a otra par-
tícula de masa igual a la masa de la placa B, mB, S I -
Figura 9.29 tuada en el centro de masa CR.
CENTROS DE MASA DE CUERPOS CONTINUOS 195
En consecuencia, la masa de A es

mA = e x 8h
= 8he (9.71)

De manera análoga, la masa de la placa B se ob-


tiene como sigue. E l volumen de placa B es

VB = 8 X 2 x h (en m3)
= 16h

por lo que la masa de B es

mB = e X 16h
= 16hg (9.72)

La masa total de la placa es


Figura 9.31
M = mA + mB
= 8he + 16he
= 24he (9.73)

Se tiene que encontrar ahora el centro de masa de

2rn[M
las dos partículas siguientes (fig. 9.33):

l a A situada en CA(1,4) con masa ma = 8 h e


l a B situada en Cd4,I) con masar n B = 1 6 h g

2rn

"4" " C -
y4
I"", I

Figura 9.32

Las masas de cada una de las placas se obtienen Figura 9.33


c o m o sigue. Sean e la densidad de masa (en kg/m3) yh
(en m) el grueso de la placa. De la ec. (9.49) se tiene
que, s i la densidad es uniforme, entonces la masa m
Para este fin, usamos la ec. (9.26) con N = 2
de un cuerpo de volumen Ves
R = M1 ( + mBrcd
~ A ~ C A (9.74)
m = QV (9.70)

Por tanto, la masa de la placa A es


Tomemos componentes de esta ecuación, escribiendo
mA = eVA
R =Kv)
Pero el volumen de la placa A es
Para la componente x se tiene que
VA = 2 X 4 X h ( e n m 3 ) X = ~1 +
( ~ A X CmBxcB)
A
= 8h
196 Cap. 9. MECANICA DE VARIAS
PARTíCULAS

quesustituyendo los valoresdadosporlas ecs W


(9.68H9.73) nos d a

1
X = -(8he
M
X 1 + 16he X 4)

y simplificando

Se puede, por tanto, remplazar cada rectángulo por


un punto situado en su centro de masa con una masa
De manera análoga, obtenemos para la componente
y iguala la delrectángulo. Por consiguiente,todoel
de la ec. (9.74) que triángulo queda remplazado por la sucesión de pun-
tos mostrada en la figura 9.34. Nos damos cuenta, en-
tonces, de que el centrode masa se encuentra a lo lar-
go de la línea UV. Pero V es el punto medio del lado
TW; por tanto, UV es una mediana del triángulo Por
que usando las ecs. (9.68)-(9.73) encontramos un argumento similar se puede decir que el centro de
masa se encuentra también en la mediana TQ y tam-
bién en la mediana WS (fig. 9.35). En consecuencia, e l
1
Y = -(8he
M
X 4 + 16he X 1) centro de maFa de la placa triangular de densidad uni-
forme se encuentra en el p u n t o N que es el cruce de
las medianas del triángulo

simplificando

En consecuencia, el centro de masa de la placa en for-


m a d e L está en el punto C cuyo vector de posición R
es (véase fig. 9.33)

R = (3 m, 'im)
Este ejercicio nos ilustra el hecho de que en oca- Ejercicio 9.9. Obtengalaposiclóndelcentrode
siones se puededescomponeruncuerpodeforma masa de una placa que tiene forma de triángulo rec-
geométrica complicada en partes que tienen formas tángulo y con distribución de masa uniforme.
menos complicadas y cuyos centros de masa se cono- Sea OQR el triángulo rectángulo, con ángulo recto
cen. en O (fig. 9.36). Tomemos un sistema de coordenadas
con los ejes X, Y a lo largo delos catetos OR y OQ, res-
Ejercicio 9.8. Encuentre el centro de masa de una pectivamente, y con el origen en O. Sean las longitu-
placa triangular delgada cuya densidad de masa es des de los catetos
constante.
Dividimos la superficie triangular en una sucesión OR=a y OQ=b
de rectángulos de altura muy pequeña, comose ve en
la figura 9.34. Del ejercicio 9.6 sabemos que el centro Del ejercicio anterior sabemos que para una placa
de masa de cada uno de estos rectángulos está en su triangularcondistribucióndemasauniforme el
centro geométrico. centro de masa se encuentra en el cruce de las me-
dianas. Por tanto, en nuestro caso el centro de masaC
se encuentra en el cruce de las medianas QT y RS,
E l triángulotienedensidaduniforme,por lo que
siendo T y S los puntos medios de los catetos.
cada uno de los rectángulos también tiene densidad
A continuación obtendremos las ecuaciones de las
uniforme.
medianasQT y RS En lafigura9.36 se marcan las
CENTROS DE MASA DE CUERPOS CONTINUOS 197
to, las resolveremos simultáneamente. Igualando los
miembros derechos de las dos ecuaciones se obtiene
b b 2b

x+b=-- x + -
a 2a 2

Pasando (2bx/a)al miembro derecho (pasa con signo


positivo) y pasanda (b/2)al miembro izquierdo (pasa
con signo negativo) nos da
b 2b b
- “+b= -x - -X
2 a 2a

y combinando nos queda


b - 3b
Figura 9.36 ”
X
2a
~

coordenadasdecadaunode los puntos Q, R, S y T. Despejando x Obtenemos


Consideremos la medianaQT primero