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MARCADORES TUMORAIS

DISCIPLINA: EXAMES COMPLEMENTARES


PROFESSORA: ELIAMARA SABINO

ALESSIA – BEATRIZ – ÉRICA – FABIANA – FRANCISCO GUILHERME – ISABELE – ISADORA – JOSÉ AUGUSTO –
JULIANA CARVALHO
EPIDEMIOLOGIA DO CÂNCER: MUNDO
10 MILHÕES DE DIAGNÓSTICOS

5 MILHÕES DE ÓBITOS
FONTE: OMS
EPIDEMIOLOGIA DO CÂNCER: BRASIL

480.000 DIAGNÓSTICOS

200.000 ÓBITOS
FONTE: INCA
TUMORES MAIS FREQUENTES

PELE (NÃO MELANOMA): 24,2%

MAMA: 10,6%

PRÓSTATA: 9,9%

CÓLON E RETO: 5,6 %


ETIOLOGIA DO CÂNCER

ATIVAÇÃO/ALTERAÇÃO DA EXPRESSÃO DE
ONCOGENES

PERDA DE FUNÇÃO DOS SUPRESSORES


ETIOLOGIA DO CÂNCER
COMO SERIA O MARCADOR TUMORAL
PERFEITO?
ALTAMENTE ESPECÍFICO
SENSÍVEL PARA DETECTAR UM PEQUENO NÚMERO DE
CÉLULAS NEOPLÁSICAS
PRODUZIDO APENAS POR UM TIPO DE TUMOR
FACILMENTE DETECTÁVEL NOS FLUIDOS
A MAIORIA DOS MARCADORES DISPONÍVEIS NÃO
PREENCHEM ESSAS CARACTERÍSTICAS
DEFINIÇÕES
MARCADOR TUMORAL BIOQUÍMICO CIRCULANTE
QUALQUER SUBSTÂNCIA PRESENTE NOS FLUIDOS
ORGÂNICOS, PRODUZIDA EM RESPOSTA À PRESENÇA
DO TUMOR

ANTÍGENO TUMOR-ESPECÍFICO
PRESENTE APENAS EM CÉLULAS NEOPLÁSICAS
(ESPONTÂNEO OU INDUZIDO)
DEFINIÇÕES
ANTÍGENO TUMOR-ASSOCIADO
PRESENTE TANTO EM CÉLULAS NEOPLÁSICAS
QUANTO NAS NORMAIS
OS MARCADORES TUMORAIS PODEM SER:
ENZIMAS
HORMÔNIOS
ANTÍGENOS ONCOFETAIS
ANTÍGENOS PRODUZIDOS PELAS CÉLULAS TUMORAIS
ENZIMAS OU ISOENZIMAS
ENZIMA TECIDO/ÓRGÃO

ALDOLASE FÍGADO

AMILASE PÂNCREAS

ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO PRÓSTATA


TÊM BAIXA
CREATINOQUINASE BB
ESPECIFICIDADE
PRÓSTATA, PULMÃO, CÓLON, OVÁRIO

EXCEÇÃO: ANTÍGENO PROSTÁTICO


DESIDROGENASE LÁTICA
ESPECÍFICO
LEUCEMIA LINFOBLÁSTICA, FÍGADO

SISTEMA NERVOSO, PELE, PULMÃO (CÉLULAS


ENOLASE NEURÔNIO-ESPECÍFICA
PEQUENAS), PÂNCREAS

FOSFATASE ÁCIDO-PROSTÁTICA PRÓSTATA

FOSTATASE ALCALINA OSSO, FÍGADO, TESTÍCULO, LEUCEMIAS

GAMA-GLUTAMIL-TRANSFERASE FÍGADO (METÁSTASES)


HORMÔNIOS

PRODUÇÃO AUMENTADA PELO TECIDO ENDÓCRINO


PRODUÇÃO ECTÓPICA
HORMÔNIOS
HORMÔNIO TECIDO/ÓRGÃO

ACTH PULMÃO (TUMOR DE CÉLULAS PEQUENAS)

ADH PULMÃO, PÂNCREAS

CALCITONINA TIREOIDE (CARCINOMA MEDULAR)

GONADOTROFINA CORIÔNICA TESTÍCULO (NÃO SEMIOMA), TROFOBLASTO

PARATORMÔNIO FÍGADO, RINS, PULMÃO

PÂNCREAS, PULMÃO (CARCINOMA


PIV
BRONCOGÊNICO)

PROLACTINA HIPÓFISE, RIM, PULMÃO


ANTÍGENOS ONCOFETAIS

PROTEÍNAS PRESENTES EM ALTAS CONCENTRAÇÕES


NO SORO DE FETOS

DECLÍNIO APÓS O NASCIMENTO

ANTÍGENO CARCINOEMBRIÔNICO E ALFA-


FETOPROTEÍNA
ANTÍGENOS PRODUZIDOS POR CÉLULAS
TUMORAIS
MELHOR SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE QUE
ANTÍGENOS ONCOFETAIS

PROTEÍNAS DE ALTO PESO MOLECULAR E


CARBOIDRATADAS

CA 125, CA 15-3, CA 19-9


MAS AFINAL, QUANDO ESSES MARCADORES
SERÃO ÚTEIS?
DIAGNÓSTICO
ESTABELECIMENTO DE PROGNÓSTICO
MONITORAÇÃO DA EFICÁCIA TERAPÊUTICA
LOCALIZAÇÃO DE METÁSTASES
TRATAMENTO E DETECÇÃO DE RECIDIVAS
CÂNCER DE MAMA

1 EM CADA 8 MULHERES
É A NEOPLASIA MAIS FREQUENTE DA POPULAÇÃO
FEMININA
ANTÍGENO CARCINOEMBRIÔNICO

ASSOCIADO A DOENÇA METASTÁTICA


FUNÇÃO: MONITORIZAÇÃO E DETECÇÃO PRECOCE
SUBSTITUÍDO POR CARBOIDRATOS
CA 15-3
MAIS SENSÍVEL
INESPECÍFICO (FÍGADO, OVÁRIO, PÂNCREAS,
PULMÕES)
FUNÇÃO: MONITORAÇÃO DO TRATAMENTO E
DETECÇÃO DE RECIDIVAS
NEOPLASIAS DO TGI

SÃO OS QUE MAIS LEVAM A ÓBITO


30% - DIAGNÓSTICO JÁ COM METÁSTASE
ALFA-FETOPROTEÍNA
MARCADOR TUMORAL (FÍGADO)
INESPECÍFICA (TESTÍCULOS E CORIOCARCINOMA)
TRIAGEM: ALTO RISCO DE HEPATOCARCINOMA
DIFERENCIAÇÃO DE LESÕES 1ª E 2ª
DETECÇÃO DE RECIDIVAS
ANTÍGENO CARCINOEMBRIÔNICO

MARCADOR INESPECÍFICO (COLORRETAL,


PÂNCREAS, PULMÃO, OVÁRIO, ÚTERO)
ELEVAÇÃO EM DOENÇAS BENIGNAS
GRANDE Nº DE FALSO-POSITIVO E FALSO-
NEGATIVO
CA 19-9
DEPENDE DA LOCALIZAÇÃO DO TUMOR
ALTA SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE PARA CA
DE PÂNCREAS
CA COLORRETAL: CA 19-9 + CEA
NÍVEIS POUCO AUMENTADOS: DOENÇAS BENIGNAS
OBSTRUÇÃO BILIAR
NEOPLASIA DA PRÓSTATA

AUTÓPSIAS: 1 EM CADA 3 HOMENS

LETALIDADE DE 3%
ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO
LIVRE (10%) E COMPLEXADO (90%)

ELEVA-SE EM VÁRIAS SITUAÇÕES


CONDIÇÃO ELEVAÇÃO DO PSA TOTAL RETORNO AOS NÍVEIS BASAIS

CA DE PRÓSTATA MODERADA - GRANDE -

HIPERTROFIA BENIGNA MODERADA -

EJACULAÇÃO RECENTE 2X 24-48 HORAS


CICLISMO/HIPISMO 2 A 3X 2 SEMA NAS

RETENÇÃO URINÁRIA AGUDA 5 A 7X 6 SEMANAS

PROSTATITE BACTERIANA
5 A 7X 6 SEMANAS
AGUDA

EXAME DIGITAL RETAL 2X 24-48 HORAS

MASSAGEM PROSTÁTICA 3 A 5X 6 SEMANAS

BIÓPSIA PROSTÁTICA
10X 6 SEMANAS
TRANSRETAL
ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO
NÃO HÁ UM VALOR DE REFERÊNCIA UNIVERSAL
IDADE, HISTÓRIA CLÍNICA, VOLUME PROSTÁTICO,
USO DE MEDICAÇÃO
ABAIXO DE 2,5 NG/ML
QUANTO MAIS ELEVADO, MAIOR A CHANCE DE CA E
METÁSTASE
ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO
DENSIDADE DO PSA (REFERÊNCIA: 15%)
VELOCIDADE DO PSA: AVALIAÇÃO DE DOENÇA
RESIDUAL APÓS PROSTATECTOMIA
RELAÇÃO ENTRE PSA LIVRE E TOTAL
DOSAGEM DO PSA LIGADO À ALFA-1-
ANTIQUIMIOTRIPSINA