Marketing & Inovação: Julho 2010

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Vejam que sacada interessante este anúncio da Coca Cola Light Lemon. Simples e totalmente objetivo!

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Caneca com design para apaixonados
Fim de semana, dia para descansar, curtir um cafezinho com calma....namorar...e se divertir com idéias interessantes...Vejam q legal essa caneca!

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Entrevista com o autor de Quanto custa meu design
Publiquei ontem a dica do livro "Manual do Freela: Quanto custa meu design?", e resolvi republicar a entrevista de André Beltrão, autor do livro, publicada pelo Design Flakes
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André, que é designer e proprietário do Studio Creamcrackers, no Rio de Janeiro, conta que o livro é fruto do workshop de mesmo nome, ministrado por ele em várias cidades do Brasil. "O curso gerou discussões importantíssimas sobre o valor e o custo do nosso trabalho, e percebi que não existia no mercado nenhum livro que falasse especificamente sobre isto. Então tive a idéia de criar este manual", conta André. "A idéia é que este seja o primeiro de muitos manuais, sempre com uma linguagem simples e direta, visando ajudar o freelancer a estruturar bem sua carreira para crescer profissionalmente", conta Vítor Barreto, editor da 2AB. O designer garante que, mesmo sendo baseado na experiência da atividade de design, o "Manual do Freela" destina-se a qualquer profissional de criação. O manual começa explicando o que é uma atividade comercial. Afinal, um freela, para se tornar um bom profissional, precisa entender de despesa, lucro, receita e criar valores. Ele, sozinho, Manual do Freela será o chefe, o melhor empregado, o administrador. E isso precisa estar bem entendido para que o "negócio" vá adiante. Montado este cenário, André dá dicas preciosas: Como alocar os diversos custos fixos e também variáveis de cada projeto; Como calcular juros para parcelamentos; Como montar uma proposta de serviço; Quando dar descontos; Dicas para se relacionar bem com os clientes – até mesmo os mais complicados; Como conciliar trabalho e vida pessoal; Qual a melhor hora para abrir sua própria empresa e o que muda na estrutura de custos neste novo cenário. >>> Compre o livro "Manual do Freela: Quanto custa meu design?" na Livraria Cultura A Entrevista: DesignFlakes – <...> Acho que uma dúvida frequente de quem faz freela é, como eu faço um orçamento? Existe uma dica prática? André Beltrão – Sim, o livro tem várias dicas práticas relacionadas a isto, dependendo da situação. Tem a montagem de uma planilha com base no cálculo de horas X custo-hora, mais dicas sobre reserva de tempo, margem de negociação, impostos, etc. DF – Um freela tem obrigatoriamente de ter sua empresa e nota fiscal? AB – Não, dependendo do trabalho e seus clientes, muitas vezes não precisa de nada, apenas de um recibo simples. Legalmente, precisa sempre apresentar uma RPA, que pode gerar retenção de impostos. Caso precise sempre apresentar RPAs, pode registrar-se como microempreendedor individual, que paga menos impostos, mas tem um teto baixo de faturamento mensal, ou emitir as RPAS caso fature mais que esse teto, ou se tiver um faturamento mensal alto e constante pode mesmo se associar a outra pessoa e abrir uma empresa Ltda, deixando de ser freela. DF- Geralmente se cobra 50% do valor no começo do trabalho, você acha que isso pode salvar o profissional de um calote? AB – Salvar não salva, mas gera comprometimento, ou seja, como já pagou algo, tem menos chance de o cliente desistir do projeto. Mas depois que o projeto foi entregue, ele pode resolver dar calote do restante. É sempre bom ter uma proposta assinada, que tem força de contrato. DF – Sendo freelancer, o designer tem de lidar com clientes, pessoas e muitas vezes isso gera um pouco de atrito, existe uma dica pra evitar mandar o cliente pra "aquele" lugar? AB – Primeiro, acho que é avaliar o potencial do cliente ao longo do tempo. Nunca deve mandar para aquele lugar, se for uma relação ruim, o melhor é educadamente pedir desculpas e dizer que não tem como atendê-lo mais por alguma razão. Mas o ideal é estudar um pouco de negociação, quase todas as situações de conflito tem um caminho do meio que pode ser bom para os dois. DF – O freelancer tem mais liberdade criativa? Até que ponto o cliente tem direito de modificar seu trabalho? AB – Ah, isso não muda muito pelo fato de ser um freela, exceto pelo aspecto de que não há intermediário entre o freela e o cliente, como um profissional de atendimento, o cliente pode se sentir mais à vontade para "usar e abusar" mas por outro lado a chance de um briefing mais completo é maior, já que o freela pode a qualquer momento falar diretamente com o cliente. As modificações durante o processo podem ser combinadas, algo como teremos até X mudanças de layout por este valor, a partir disso combinaremos um acréscimo, ou uma cláusula de que as etapas
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anteriormente aprovadas para serem retomadas e modificadas implicarão um acréscimo de x%. É importante deixar tudo combinado no início. DF – Um contrato pode ajudar nesse relacionamento? Como fazer pra que ele seja respeitado por ambas as partes? AB – O contrato é essencial. Ele não deve ser muito extenso, mas deve ter detalhes práticos sobre o processo de trabalho, o que está incluído e as condições combinadas para pagamento e desenvolvimento. É importante no momento que o cliente aprovar salientar os pontos mais importantes, combinar prazos, etc, e semre que sair um pouco da linha chamar ao contrato, como "veja, por mim tudo bem incluir este outro item, mas ele não estava orçado antes, vou precisar enviar um complemento de orçamento." ou "o trabalho não será finalizado? Ok, vamos cobrar então 60% como consta em nosso contrato. Se vier a ser retomado no futuro podemos finalizar cobrando apenas o complemento" etc. DF – Sabemos que muita gente é avesso a planilhas de cálculo, mas existe um modo de não se perder nisso e criar um método para que elas ajudem ao invés de tomar mais tempo? AB – Elas realmente não tomam tempo. Leva algum tempo para fazer a primeira, depois basicamente é só inserir dados, como colocar os valores na calculadora, só que as planilhas somam e multiplicam sozinhas quando as formulas estão lá. Só dá trabalho montar a planilha inicial, que requer introduzir as fórmulas nas células. Eu uso no escritório a mesma planilha desde 2003/2004, venho apenas atualizando quando mudam os salários, a equipe ou as despesas. Mas só deu trabalho para fazer há 7 anos atrás. O manual do freela vai ter um hotsite onde disponibilizaremos as planilhas do livro prontas, o freela só precisará preencher os dados dele. DF – Quando o freelancer deve dizer não? AB – Para qualquer escritório de design dizer não é sempre motivo de ponderação, já que afinal envolve riscos (de perder o cliente, de perder o projeto, de não ser pago, etc). Para um freela é ainda mais difícil, já que na percepção do cliente o freelancer é quase uma unidade mínima de profissional de design, a menos que já seja um freela de renome o cliente sempre vai ter uma sensação de poder (de conhecimento e de gerência) sobre o desenvolvimento do projeto. Nos projetos o freela, como qualquer escritório, deve estarbastante envolvido com o problema, com o negócio do cliente, e estar bem embasado tecnicamente e conceitualmente em seu projeto. Deve ser capaz de defender seus pontos de vista, porém sem dizer não, aqui cabe sempre negociar e o bom senso é que manda. Na contratação dos serviçøs, aí sim, é importante não se deixar abusar. Recusar propostas indecentes, condições absurdas, pagamentos a perder de vista. Deve recusar-se a trabalhar além do combinado sem acréscimo, a deixar de viver para só trabalhar, e acima de tudo, deve dizer não a tudo o que for contra seus princípios. Nada de se corromper. DF – Como fazer para conseguir seus primeiros trabalhos freelas? AB – Muitos amigos começaram como eu conseguindo os primeiros trabalhos na própria universidade. É bom ter um relacionamento positivo com os professores, com o coordenador do curso, ter envolvimento em atividades extraclasse, participar de concursos de design que são divulgados entre os estudantes, fazer e aparecer. Muitas vezes os professores podem indicá-los para vagas de estágio, emprego e para projetos-freelas. Algumas escolas possuem escritórios modelo ou parceria com Centros de Design, onde também é possível começar. Muita gente começa fazendo trabalhos para amigos e parentes. É importante criar uma rede de relacionamento com todas essas pessoas, e fazer o que aparecer com qualidade, dando o melhor de si. Outros projetos virão naturalmente, por indicação também, o cliente satisfeito vira seu promotor. Isso costuma dar mais certo no início que anunciar e prospectar a torto e a direito, e como a base de clientes está mais ligada à família ou à universidade, há mais tolerância e cooperação nos primeiros projetos, que trazem uma grande carga de aprendizado. DF – Podemos viver somente com isso? AB – Sim! E pode ser muita coisa. Freela que progride acaba virando escritório, muita gente vive sendo freelancer sempre, mas legal mesmo é pensar que não temos limite para crescer, crescemos profissionalmente até onde podemos enxergar, ou até onde queremos ir, até chegar lá é tudo percurso, e o legal de viver o percurso é a vontade de chegar. >>> Compre o livro "Manual do Freela: Quanto custa meu design?" na Livraria Cultura por apenas R$ 29,90 ou 3 X R $ 9,97
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Quanto custa meu design
O blog Logobr publicou uma dica de livro bem interessante para os designers que fazem freelas e que sempre têm dúvidas na hora de fazer um preço e cobrar por seu trabalho, por isso resolvi republicar aqui a dica.

O livro é "Manual do Freela: Quanto custa meu design". No livro, o autor, André Beltrão, dá dicas preciosas: - Como alocar os diversos custos fixos e também variáveis de cada projeto; - Como calcular juros para parcelamentos; - Como montar uma proposta de serviço; - Quando dar descontos; - Dicas para se relacionar bem com os clientes – até mesmo os mais complicados; - Como conciliar trabalho e vida pessoal; - Qual a melhor hora para abrir sua própria empresa e o que muda na estrutura de custos neste novo cenário. E o livro ainda tem um preço ótimo. Compre na Livraria Cultura por apenas R$ 29,90 ou 3 X R$ 9,97 >>> Mais sobre livros neste blog >>> Leia também a entrevista com o autor do livro
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Design Excellence Brazil 2011
Design Excellence Brazil 2011 Até o dia 9 de agosto, os interessados em participar da edição 2011 do DEBrazil (Design Excellence Brazil), poderão se cadastrar no programa, que tem por meta promover o reconhecimento internacional do design nacional por meio do apoio a inscrições, no "iF Product Design Award 2011", prêmio alemão de relevância no mercado europeu, de produtos desenvolvidos por designers brasileiros. O DEBrazil, que está na sua oitava edição, é uma iniciativa do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), e da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), com coordenação do Centro de Design Paraná. Serão selecionados 100 projetos de produtos, os quais ganharão exposição no catálogo virtual do Portal Brasileiro de Design, além de receberem a inscrição no iF Award. Os candidatos devem se inscrever em uma das 16 categorias propostas pelo edital do programa, que incluem as áreas de transportes, telecomunicações, lazer, iluminação, interiores, mobiliário, entre outras. O cadastramento no programa é aberto a autores de projetos de produtos que tenham sido fabricados em série e estejam no mercado há, no máximo, dois anos, não havendo a exigência de fabricação do produto na categoria "Estudos avançados". Os critérios utilizados serão, além de qualidade do design, acabamento, escolha de materiais, grau de inovação, adequação ambiental, funcionalidade, ergonomia, percepção do uso, segurança, valorização da marca, design global e uso de novas tecnologias. O formulário de inscrição, edital e mais informações podem ser obtidos no site:
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www.designbrasil.org.br/debrazil.
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Depoimentos dos patrocinadores do Super Banco Imobiliario
Publiquei há alguns dias um artigo (Renovar para vender - o novo Banco Imobiliario) sobre o Super Banco Imobiliario, lançamento da nova versão do Banco Imobiliário, com maquininha de cartões, ao invés de dinheiro de papel, e com marcas de empresas reais, patrocinadoras, como Visa, Nivea, TAM viagens, etc. O Cidade Marketing publicou um artigo com depoimentos de vários patrocinadores, e achei interessante reproduzi-los aqui: "Em uma indústria como a de brinquedos que é movida pela novidade e que cada vez mais precisa de elementos eletrônicos para despertar a atenção dos consumidores, não poderíamos deixar de nos atentar para esta tendência. O Banco Imobiliário é o principal produto de um filão - o de jogos de tabuleiro e ação - que ocupa cerca de 25% do nosso faturamento e por isso foi o escolhido para trazer a máquina de cartões", conta Aires Leal Fernandes, Diretor de Marketing da Estrela. O Super Banco Imobiliário funciona assim: todos os competidores começam com um crédito de $25 mil. As compras de imóveis e companhias são debitadas do cartão de crédito, de acordo com as aquisições de cada participante. Quando um jogador tem que pagar ao outro, os dois cartões passam pela máquina. Um para ter o valor debitado e outro para receber seus créditos. Quem já brincou de Banco Imobiliário, aliás, sabe que uma das jogadas mais lucrativas em uma partida é a compra de uma companhia, seja de navegação, aviação, viação ou ferroviária. Agora as companhias de transporte do tabuleiro foram substituídas por companhias de verdade. No Super Banco Imobiliário é possível fazer transações com ações de marcas como Vivo, Itaú, TAM Viagens, NIVEA, Ipiranga e Fiat. O Banco Imobiliário, em sua nova versão, tem como grande parceira a MasterCard na substituição das cédulas por uma máquina semelhante à de verdade. Para a MasterCard, o jogo é uma inovação. "O que nos atraiu ao projeto foi a possibilidade de promover a substituição do dinheiro por meios eletrônicos de pagamento que são mais convenientes, seguros, práticos, e facilitam a vida das pessoas", explica Beatriz Galloni, Vice Presidente de Marketing da MasterCard Brasil e Cone Sul. Além disso, a marca também está presente no Super Banco Imobiliário com dicas de seu programa de educação financeira Consumidor Consciente, um importante elemento para que as crianças possam, de maneira atrativa e divertida, aprender conceitos de administração financeira, contabilidade e de como poupar. Desta maneira, é possível que estas questões façam parte do cotidiano da criança permitindo, assim, a utilização do jogo como um instrumento de educação financeira. A NIVEA, também presente no tabuleiro do novo jogo, concorda. "Apoiamos a iniciativa da Estrela no lançamento do Super Banco Imobiliário por ter um pensamento alinhado com o objetivo maior de unir educação financeira, consumo responsável e entretenimento", avalia Maria Laura Santos, Diretora de Marketing da marca. Há tempos a Ipiranga desenvolve uma série de iniciativas voltadas para os jovens e o patrocínio deste popular jogo se alinha com a política de aproximação com esse público. No jogo, é possível imitar situações reais, abastecer e pagar com cartão de crédito, uma das formas de pagamento mais utilizadas nos postos Ipiranga. "É inovador, atual e divertido. A Ipiranga não podia deixar de participar de uma iniciativa como essa", explica Ricardo Maia, Diretor de Marketing da companhia.
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O Itaú viu nesta nova versão do jogo uma grande oportunidade de se aproximar de crianças e jovens orientando, de forma lúdica, como usar o dinheiro de maneira consciente. "Com o jogo, é possível passar a mensagem de que o dinheiro é um recurso escasso e que as decisões envolvendo seu uso - compra, investimento, poupança etc. refletem diretamente no sucesso que a criança ou o jovem terá na profissão, com a família e em seus sonhos de consumo. O melhor investimento que podemos deixar para as crianças é a educação financeira", afirma Cristiane Magalhães, Diretora de Marketing de Negócios do banco. A Fiat tem buscado uma interação com o consumidor final não apenas através dos meios tradicionais de comunicação, físicos ou eletrônicos, mas também em momentos diversos do seu cotidiano. "A presença da nossa marca no Banco Imobiliário é uma oportunidade de reforçar a nossa imagem junto ao público jovem, que é plenamente identificado com os nossos produtos. A parceria com a Estrela soma-se à estratégia da Fiat de ampliar os seus canais de relacionamento com o público, com meios e conteúdos diferenciados e que tenham maior empatia na interlocução", afirma o Diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento da Fiat, João Batista Ciaco. A TAM Viagens também busca novas ferramentas para interagir com o consumidor. "Com a participação da TAM Viagens no Super Banco Imobiliário, queremos levar a magia das viagens para o universo infantil. Os jogadores poderão conhecer nossa empresa, além de ser uma ótima oportunidade para fidelizar futuros clientes", revela Sylvio Ferraz, diretor da TAM Viagens. Para a Vivo, o lançamento do Super Banco Imobiliário é uma ação divertida e lúdica. "Ele estimula pessoas de todas as idades a brincar de forma humana e inteligente, além de permitir a aprendizagem de conceitos de sustentabilidade financeira", afirma Cristina Duclos, Diretora de Imagem e Comunicação da Vivo. >>> Leia mais sobre como é o novo Super Banco Imobiliário
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Uma historia da criaçao do logo da Copa
Veja aqui uma das histórias para explicar a criação da marca da Copa 2014. Triste mas engraçado!

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>>> Leia também: Comunicado da ADG sobre o polêmico logo da Copa do Mundo 2014 >>> Leia todos os posts sobre a Copa do Mundo >>> Livros sobre Marketing Esportivo
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Latinha comemorativa da Coca-Cola para Copa 2014
Já que publiquei, hoje ainda, um artigo da ADG sobre o polêmico logo da Copa do Mundo 2014 no Brasil, sigo no mesmo tema. Para os colecionadores de plantão, a Coca-Cola lançou uma latinha comemorativa da Copa do Mundo FIFA 2014 no Brasil, com o slogan "Felicidade é ter a Copa do Mundo FIFA Aqui". >>> Leia também: Comunicado da ADG sobre o polêmico logo da Copa do Mundo 2014 >>> Mais sobre Coca-Cola neste blog

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Comunicado da ADG sobre Logo da Copa 2014
A ADG publicou um artigo, escrito por João de Souza Leite, que foi meu professor na ESDI/ UERJ, e é também professor na PUC-Rio, sobre o logotipo mais discutido dos últimos tempos: o logo da Copa do Mundo 2014 no Brasil. Leia abaixo. Copa do Mundo 2014: oportunidade desperdiçada? Um evento do porte de uma Copa do Mundo se qualifica como ocasião imperdível para a demonstração de aspectos significativos do país que o acolhe. Esses aspectos se alinham desde os resulta-dos que a intensa exposição à mídia inter-nacional pode proporcionar ao turismo a outros que podem eviden-ciar uma capacidade nacional em empreender ações complexas. A Copa do Mundo de 2014 pode tornar visível nossa perícia em projeto, implementação e
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reali-zação. Ao longo da história, eventos dessa natureza serviram muitas vezes para o esta-be-leci-mento de paradigmas no uso de novas tecnologias na área da comu-nicação. Além disto, por outras vezes serviram para alavancar certo desenvol-vimento sócio-econô-mico. Dependendo da atenção conferida a variados fatores, o resul-tado dos investimentos econômicos podem se tornar ou não sustentáveis. Assim, o desenho do símbolo para o evento reflete, ao menos, dois significados. Certamente significa o que está ali para significar, no caso, a edição da Copa do Mundo de 2014 organizada pela FIFA. Mas o símbolo é tam-bém portador de um significado relativo ao próprio ato de desenhar. Ou seja, as características do de-se-nho traduzem, sempre, uma determinada atitude diante do ato de projetar, do ato de se fazer design. Nessas ocasiões, experimentos podem ser realizados e, através deles, algo mais pode ser comunicado, e signifcar avanços para além dos limites do evento. Por exemplo, nas Olimpíadas de Sydney, Austrália, em 2000, elegeu-se a eco-susten-tabilidade como um de seus atributos. Junto ao estádio onde grande parte das competições de atletismo se deu, as torres de iluminação eram auto-sus-tentáveis. Isto mesmo, independiam de conexão a qualquer outra fonte de energia senão aquela proporcionada pela energia solar. Ali se demonstrou a possibilidade de imple-mentar equipamentos urbanos dotados desse tipo de predicado. Outro exemplo: os sinais adotados pelo Japão, durante as Olimpíadas de 1964 – picto-gramas que superavam a barreira linguística através do uso de ima-gens signifi-cativas acessíveis por qualquer cidadão do planeta – estabe-le-ce-ram um parâ-metro para toda a comunicação a ser implantada em situações as-se-me-lhadas, de aeroportos a hotéis, de grandes espaços congressionais a estádios. Por outro lado, esses projetos incorporam uma natureza estética, que não se caracteriza somente como criação de beleza. Nessas ocasiões, um dos fatos consolidados é a reiteração de traços de uma imagem nacional. O sinal desenha-do pelo catalão Josep Trias para as Olimpíadas de Barcelona em 1992 ecoa a linguagem de Joan Miró e Pablo Picasso, reafirmando sua origem cultural. O sím-bolo adotado pela Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos em 1994 remete diretamente à bandeira americana. Hoje, para a Copa do Mundo 2014, observa-se o que parece ser um indicativo em oposição a esse tipo de percepção. O símbolo apresentado à comunidade inter-nacional na festa de encer-ramen-to da Copa Sul-Africana, escolhido por um grupo de celebridades, certamente atendeu à sua vontade coletiva em circunstância apa-rentemente de-sin-formada. À comissão julgadora responsável por tal escolha não se pode, talvez nem se deva, imputar a responsabilidade por sua escolha, seja ela boa ou má, já que é plenamente compreensível que seus integrantes não tenham o hábito de refletir sobre tais assuntos – nunca lhes coube, não lhes cabe essa reflexão. O símbolo da Copa do Mundo 2014 é um desenho tosco e inacabado. Seu conceito básico – múltiplas mãos que se apoderam da bola, signo máximo da competição, ou da taça, como afirmam seus autores – é passível de questio-na-mento, já que estes não deveriam constituir seu principal significado. É inacabado pela inadequação do seu desenho, traçado que mal se equilibra entre o cômico e o irônico, assim como pelos desnecessários detalhes à apreensão da sua forma – pequenas sombras nas mãos chapadas refletem o mais básico dos artifí-cios disponíveis em softwares gráficos de desenho. Da forma das letras, o que dizer? A tradição tipográfica ini-ciada no século 15 indica que a forma da letra sempre é portadora de algum tipo de significado. No símbolo, só revela uma certa inabilidade na escrita, algo infantilizado. Ainda, a falta de uma referência de base não o sustenta verticalmente, mantendo-o em precário equilíbrio. Ressalte-se aqui que esta não é uma reclamação de ordem corporativa. Não se trata de exigir a presença de designers, e so-mente isto. Se trata, sim, de questio-nar algo mais profundo. Se trata de exigir uma postura consistente de projeto, e, assim por dizer, de design no seu sentido mais am-plificado. Frente aos problemas veiculados pela mídia durante as últimas semanas quanto aos projetos dos equipamentos necessários à realização do Mundial, constata-se uma grande dificul-dade em lidar com a questão do projeto em toda a sua comple-xidade. Pode-se chegar à conclusão que, juntamente com o símbolo escolhido, tudo será conduzido e
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orquestrado sem que seja usufruido o grau de oportu-ni-dade oferecido por essa fantástica situa-ção de comunicação. Através do símbolo apresentado, estaremos expondo ao mundo uma tremenda inca-paci-dade de lidar com o projeto e com a criação de símbolos. Isto, no míni-mo, não corresponde à realidade brasileira, cuja produção em design rever-bera, pela qualidade que emana, pelos quatro cantos do planeta. A esta qualidade do design, somam-se a qualidade da engenharia e da arquitetura brasileiras. Nos defrontamos, evidentemente, com uma séria questão de gestão. Estamos no limiar, já que todos os prazos se atropelam, de demonstrar ao mundo que ainda somos juvenis, alegres, mas totalmente desprovidos da capacidade racio-nal de projetar o futuro, característica central do design em seu melhor e mais amplo sentido. Nessa perspectiva, infelizmente, o sinal apresentado se ofe-rece como a melhor síntese. João de Souza Leite, Designer, professor na ESDI/Uerj e na PUC-Rio, pelo Conselho de Ética da Associação dos Designers Gráficos – ADG >>> Veja também Logos de todas as Copas do Mundo >>> Leia todos os posts sobre a Copa do Mundo >>> Livros sobre Marketing Esportivo
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Luz do sol em outdoor

Koleston Naturals é uma coloração para cabelos feita com ingredientes naturais. Para promover esta característica, a
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Leo Burnett, agência da Koleston, criou outdoors estrategicamente posicionados à beira de um precipício em uma estrada com uma vista livre para o mar e o horizonte. O cabelo representado no outdoor é vazado para capturar as variações da luz do sol e do luar, refletindo a variedade de cores naturais e brilhantes que Koleston Naturals oferece. O cabelo se transforma de "louro brilhante" a "ruivo" durante o dia. Depois que começa a escurecer, as luzes outdoor, produzindo roxo vibrante e cabelos coloridos. Excelente uso da natureza para promover as características do produto. >>> Veja também: Outdoor interativo dá sundaes
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Livro sobre o Twitter
O livro "Twitter, Chiclete e Camisinha" está entre os mais vendidos do mês na Livraria Cultura, e tem sido muito comentado na Internet, por isso resolvi publicar aqui uma resenha do livro. Em linguagem simples, bem-humorada e sem ‘tecnologuês’, o livro ‘Twitter Chiclete & Camisinha’ apresenta as leis que regem as relações numa mídia social e explica como utilizar o poder do Twitter para ampliar a rede de amigos, contatos profissionais ou montar a operação on-line de um negócio de sucesso. O autor ensina como interagir nas redes sociais com segurança e confiança, aprendendo hábitos e técnicas para manter a integridade do computador e a privacidade digital. O autor: Tagil Oliveira Ramos é escritor e conferencista. Jornalista especializado em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), foi editor na revista Info Exame, no portal UOL e no caderno Informática, de O Estado de S.Paulo. Atualmente, escreve para publicações como IT Web e jornal Valor Econômico. Diretor de Marketing para Mídias Sociais da TurbinaCom Comunicação Empresarial, coordena projetos de Presença Corporativa em Redes Sociais. É blogueiro e twitteiro, @tagilramos. >>> Siga-me no Twitter: @InovMkt >>> Mais sobre livros neste blog >>> Compre "Twitter, Chiclete e Camisinha" na Livraria Cultura
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Renovar para vender - o novo Banco Imobiliario

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Marketing & Inovação: Julho 2010

A Estrela, para competir com os brinquedos vindos da China, resolveu modernizar um de seus mais tradicionais jogos de tabuleiro: O Banco Imobiliário. Agora, a compra e a venda de terrenos, hotéis e propriedades podem ser pagas com cartão de débito. A Estrela, em parceria com a Mastercard, trocou as cédulas de papel pelos meios eletrônicos de pagamento. Além do pagamento no cartão, os jogadores, ao invés de comprar empresas anônimas de navegação, aviação e ferroviária, adquirem ações de mentirinha da Vivo, Itaú, TAM Viagens, MasterCard, Nívea e Ipiranga, empresas parceiras que na vida real contribuíram financeiramente para subsidiar o investimento tecnológico necessário para criar o brinquedo. “Agregamos tecnologia ao jogo para ambientar a criança com situações do dia-a-dia dela. Hoje, quando ela sai com seus pais, o que ela vê são os cartões de crédito e débito”, diz Carlos Tilkian, presidente da Estrela. A estimativa do executivo é de que sejam vendidas 120 mil unidades do brinquedo em 2010, impulsionando crescimento de 15% no faturamento da empresa. "A gente usou um modelo de máquina real para fazer o molde da maquininha de brinquedo. Só que de maneira mais simplificada, para a criança", diz Cristina Paslar, diretora de marketing da MasterCard, que diz que o jogo é uma oportunidade da marca se comunicar com consumidores diferentes do seu alvo costumeiro, que são jovens acima de 18 anos. O Banco Imobiliário "tradicional", com cédulas de papel, no entanto, continuará à venda. A Estrela investiu R$ 3 milhões e buscou parcerias para lançar a nova versão do jogo, que chega às prateleiras esta semana pelo preço médio de R$ 129. "Fomos conversar com a MasterCard para dar à maquininha um cunho mais próximo da realidade. Chamamos também outras empresas que têm público infanto-juvenil como alvo para que suas 'ações' pudessem ser compradas pelas crianças", diz Tilkian. Apesar das mudanças, o jogo ainda mantém características da versão anterior: endereços famosos de São Paulo e Rio de Janeiro, como a Vieira Souto e a Oscar Freire, continuam no tabuleiro. As regras básicas do jogo também continuam parecidas: os competidores começam o jogo com um crédito de R$ 14 mil, que vai variando conforme as compras de imóveis e companhias são debitadas e creditadas no cartão. Quando um jogador tem que pagar o outro, os dois cartões passam pela máquina. Um para ter o valor debitado e o outro para receber seus créditos. A reedição do Banco Imobiliário, um dos 280 produtos lançados pela Estrela este ano, faz parte da estratégia adotada nos últimos anos pela fabricante para combater a forte concorrência dos produtos chineses. >>> Leia mais sobre o Super Banco Imobiliario: depoimentos dos patrocinadores
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Avesso TV Lancamento SonyCybershot com panoramica
Nessa semana o programa Avesso TV exibe o making of da campanha feita para comunicar a nova Cyber-shot da Sony. O filme “Distâncias” foi gravado no Coliseu, na Itália, e nas Pirâmides do Egito, no Cairo. A agência responsável pela campanha foi a Dentsu Latin America. “A gente tinha que trazer pra dentro da campanha todo o conceito da Sony, que é o make.believe, que tudo que você acredita, pode fazer acontecer”, diz Alec Cuchiaro, Diretor Executivo da Dentsu. O filme conta com a peculiaridade de ter sido quase todo gravado com as Cyber-shots. Além da própria câmera digital anunciada no filme, foram utilizadas duas outras câmeras Sony mais sofisticadas. Carlos Paschoal, Gerente de Marketing Digital Image Sony, explica, “queríamos passar a mensagem de uma forma agradável, não simplesmente enfatizando nossos features. Foi uma campanha muito pouco técnica, mas que atraísse nosso consumidor final, com uma linguagem simples e que entregasse para ele uma mensagem bem clara”. O filme tem uma pegada de humor e contou com um ator bem engraçado. “As pessoas que estavam por perto paravam de olhar a atração turística para olhar para o ator”, conta Felipe Gama, Diretor de Criação da Dentsu. A Produtora foi a Zeppelin Filmes e o diretor, Rodrigo Pesavento. Veja o resultado das cenas gravadas pelas câmeras Cyber-shots da Sony.

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Marketing & Inovação: Julho 2010

Nova rede social para quem busca emprego

Uma nova rede social está oferecendo, a quem busca emprego, um dólar (1 US$) a cada vez que seu currículo é baixado por um empregador. Com a taxa de desemprego em alta, candidatos a emprego estão se voltando para o Resumark.com em busca de estratégias inovadoras para encontrar um emprego, e também ganhar um dinheiro extra. No Resumark.com, os empregadores pagam os candidatos a empregoUS$ 1,00 cada vez que baixarem seu currículo. "No modelo tradicional, sites de emprego captam currículos e depois os vendem para os empregadores. No nosso modelo, os empregadores pagam aos candidatos por seus currículos. Tudo o que o candidato precisa fazer é postar seu currículo, e também convidar amigos, pois a cada download de currículo de amigo, o candidato recebe US $ 0,50. Nós tratamos do resto." diz Andrew Kucheriavy, o fundador do site. A privacidade também é uma preocupação real na internet, diz Andrew Kucheriavy, ouvimos falar de casos onde currículos em formato aberto foram vendidos para telemarketing ou mesmo para ladrões de identidade. Nosso modelo ajuda a proteger a privacidade, pois as informações de um candidato a emprego só está disponível para empregadores, que precisam pagar pelos dados do currículo. O Resumark.com tem recebido muita atenção por parte dos empregadores, que são convidados a publicar vagas de emprego de forma gratuita. O site também está disponível para brasileiros, e já há várias vagas para o Brasil. Faça o cadastro e experimente. A busca de vagas e/ou currículos no site tem tecnologia Google (Google Search Appliance). Para quem tem blogs, fóruns ou sites em que o tema é recolocação, também vale o cadastro, pois o site também tem um programa de afiliados.
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Como Steve Jobs arrebata o publico - artigo
http://marketing-e-inovacao.blogspot.com/2010_07_01_archive.html (15 of 21)06/10/2010 11:39:37

Marketing & Inovação: Julho 2010

Todos que precisam falar em público, dar palestras, fazer apresentações, sabem como é difícil montar uma apresentação que entretenha, informe e encante o público. A revista Exame publicou uma entrevista com Carmine Gallo, autor do livro Faça Como Steve Jobs - E realize apresentaçoes incriveis em qualquer situação. Leia os principais trechos da entrevista abaixo. Compre o Livro na Livraria Cultura por apenas R$ 34,90 Como Steve Jobs arrebata o público, e o que aprender com isso

O segredo de Steve Jobs é que ele consegue reunir informação, educação e entretenimento em uma única apresentação. Steve Jobs sempre é lembrado pela sua habilidade em lançar produtos revolucionários que antecipam as tendências do mundo da tecnologia. Elogios como visionário e genial costumam acompanhá-lo. Mas poucos percebem a outra face do fundador da Apple - o de um talentoso comunicador, capaz de encantar o público e fazê-lo sonhar com seus produtos. Por que Steve Jobs é tão popular? Carmine Gallo: Steve Jobs é um dos maiores contadores de histórias do mundo. Por mais de três décadas, ele tem transformado lançamentos de produtos em arte. Suas apresentações são empolgantes, memoráveis e inspiradoras. Quando foi a última vez que você pôde falar isso sobre uma apresentação? É claro que o fato de ele apresentar produtos lindamente desenhados e fáceis de usar ajuda. Steve Jobs é um clássico inovador. Mas não adianta ter a melhor ideia do mundo, se você não souber comunicar a visão por trás dela. Quais são as habilidades mais interessantes que ele demonstra nas suas apresentações? Gallo: Uma apresentação de Jobs é feita para informar, educar e entreter. A maioria das pessoas esquece as duas últimas partes. Jobs também educa. Quando introduziu o iPad no início do ano, por exemplo, ele passou muitos minutos discutindo por que consumidores precisariam de um terceiro aparelho, entre um Smartphone e um laptop. Jobs também entretém, o que poucos palestrantes fazem. Por exemplo, quando ele apresentou o iPhone, em janeiro de 2007, disse à plateia que ele iria introduzir "três produtos revolucionários": um novo iPod, um telefone e um comunicador com internet. Depois de repetir isso várias vezes, Jobs disse que não eram três produtos separados, mas um só, o iPhone. A plateia delirou. Cientistas estão descobrindo que o cérebro não presta atenção a coisas chatas. Se você quer persuadir, empolgar e energizar sua plateia, é importante manter o cérebro dela estimulado e ocupado. Jobs faz isso magnificamente. Seu livro é dividido em três partes. Você pode explicar cada uma delas? Gallo: Eu dividi o livro assim, porque a maioria das apresentações de Jobs é dividida em três seções. Isso permite que as pessoas absorvam, de modo mais fácil, as informações na memória de curto prazo. A primeira parte é criar a história. Jobs e seus designers de apresentação não começam uma palestra apenas abrindo um software de slides. Eles desenham, escrevem no quadro, fazem um brainstorm. Pergunte a si mesmo "de quais elementos eu preciso para contar uma história?". Alguns elementos que toda apresentação dele inclui: um antagonista (um problema que precisa de solução), um elenco de apoio (outros palestrantes), e uma demonstração. A grande lição aqui é que você precisa de uma história para contar antes de abrir o Power Point. E qual é a segunda parte? Gallo: Transmitir a experiência. Uma apresentação de Jobs é como uma experiência teatral. Os slides de Jobs não são o centro do show. Em vez disso, os slides complementam a história que ele criou com as ferramentas do Ato 1. Por exemplo, não há pontos-chave nas suas apresentações, o que você esperaria da maioria das apresentações de Power Point. As palestras de Jobs são recheadas de fotografias, imagens, videoclipes e muito
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Marketing & Inovação: Julho 2010

pouco texto. Às vezes, ele tem apenas uma palavra ou um número no slide que reforça a mensagem que está passando verbalmente. Tenha em mente, porém, que essa simplicidade requer prática e confiança. Isto leva à terceira parte de seu livro... Gallo: Sim. É preciso refinar e ensaiar o estilo sempre. Jobs não despreza nada. Ele treina a apresentação por várias horas por várias semanas. Não é incomum, para ele, passar quatro horas ou mais em um palco de uma vez só, revisando cada slide. Quando foi a última vez que você passou quatro horas ensaiando suas apresentações? Como você analisou os discursos? Quanto tempo durou sua pesquisa? Gallo: Eu tenho estudado Jobs por muitos anos e consegui resgatar antigas apresentações do You Tube. Também conversei com designers de slide que trabalharam diretamente com ele. Nós tivemos tanto material que eu vou lançar um novo livro em outubro, chamado "The Innovation Secrets of Steve Jobs: Insanely Different Principles for Breakthough Success" (Os segredos da inovação de Steve Jobs: Princípios loucamente diferentes para ter sucesso tradução livre). Mal posso esperar para os leitores brasileiros lerem. Qualquer um é capaz de ter o mesmo poder de comunicação de Steve Jobs? Gallo: Você pode se chocar com minha resposta, mas não. Isso requer prática. Muita prática. É preciso também prudência, planejamento e, sim, confiança. Requer confiança para colocar um slide com uma palavra ou apenas uma simples fotografia. Mas se você quer mesmo liderar um negócio entre um mar de oradores e apresentações medíocres, você deve adotar algumas habilidades que fizeram Steve Jobs um dos mais surpreendentes e carismáticos apresentadores de negócios do mundo. Artigos relacionados: >>> Deliver presentations like Steve Jobs >>> Faça apresentações como Steve Jobs >>> Compre o livro Faça Como Steve Jobs - E realize apresentaçoes incriveis em qualquer situação por apenas R$ 34,90 na Livraria Cultura. >>> Veja também: Livro A cabeça de Steve jobs

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Alemanha X Argentina em Lego
Se ficamos tristes com a derrota da seleção Brasileira, pelo menos tivemos a alegria de ver a Argentina sendo goleada pela Alemanha. O site legofussball fez a animação em Lego do jogo Alemanha X Argentina. Não resisti e republiquei.

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Marketing & Inovação: Julho 2010

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Curso Planejamento de Mídia em Meios Digitais
Planejamento de Mídia em Meios Digitais A JumpEducation promoverá nos dias 13 e 14 de Agosto de 2010 o Training Program sobre Planejamento de Mídia em Meios Digitais, curso destinado a profissionais responsáveis por Negociação, Compra e Gestão de Mídia em Meios Digitais. O Training Program Planejamento de Mídia em Meios Digitais reúne, em 16 horas de duração, as melhores práticas envolvidas na construção de uma estratégia de mídia. Tudo isso com a oportunidade de se realizar ações práticas, para que o aluno tenha uma idéia clara das atividades correlatas à mídia em meios digitais. Os módulos deste curso contemplam todas as etapas envolvidas no planejamento, gestão e negociação de mídia, e interessam profissionais atuantes em agências, anunciantes e veículos - sem contar aqueles que desejam seguir carreira nesta área altamente promissora. Objetivos do Curso: Esclarecer os pontos principais referentes aos processos de Planejamento, Compra e Gestão de Mídia em Meios Digitais; Promover o pleno entendimento das funções do profissional de mídia, através de vivências e experiências práticas; Mostrar quais as principais ferramentas ligadas à atividade do profissional de mídia em Meios Digitais. Professores: Fred Pacheco / Head Executive de Display e Mídia Social / Empório de Mídia Gustavo Reis / Diretor de Mídia On e Offline / WMcCann Heloisa Lima / Gerente de Mídia Online / Dentsu Latin America Informações e Inscrições: Acesse o Hotsite * Valor Especial para Grupos Tel.:(11) 5071 4057 com Monica Silva
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>>> Quer aprender mais sobre marketing digital? Veja aqui a seção sobre livros de marketing
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Pesquisa: Email-marketing eficiente
Uma pesquisa realizada pela Dinamize, empresa com foco em comunicação digital, junto com a WBI Brasil e em Livros parceria com a Focal Pesquisa , feita em 2009, identificou como as empresas usam o e-mail marketing como ferramenta de comunicação junto a seu público-alvo. Denominada "O uso do E-mail Marketing nas corporações brasileiras", a pesquisa entrevistou mais de 2,8 mil profissionais de empresas brasileiras nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, com foco no setor de serviços (60,1%), seguido de comércio (16,3%) e indústria (7,6%). Os dados apontaram que 71,5% destas empresas . . desenvolvem ações de e-mail marketing promocionais. O estudo revela, ainda, que entre as corporações entrevistadas que fazem o uso deste tipo de ferramenta, o maior índice de envios de e-mail é semanal (30,2%). 32,7% disseram que preferem a terça-feira para disparar os e-mails porque este dia é considerado o de maior volume de compras online. Resultados: durante a pesquisa, 70,8% dos entrevistados afirmaram que efetivaram compras online ou contrataram algum serviço após o recebimento de e-mail marketing. A pesquisa mostra que o segmento está amadurecendo no Brasil, mas que muitos ainda não utilizam bases de dados para armazenar contatos, e que ainda é necessário expandir o uso de ferramentas profissionais para email marketing. 37,5% das empresas que ainda não utilizam o email-marketing planejam investir nos próximos meses. Faça o download dos slides da pesquisa aqui: http://www.dinamize.com/enviados/2010/06/09/WBI_BRASIL__Pesquisa_e-Mail_Marketing.pdf
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Anuncio correto do Extra na Folha

Adsense São Paulo publicou ontem, no A Folha de Advergames Adwords Animaçãocaderno de Esportes, a errata do anúncio do Extra que falava sobre a eliminação do Brasil na Copa do Mundo, e o anúncio correto, que você pode ver aqui. Apple Avesso TV Blogs Branding O Grupo Pão decinema Coca-Cola CopaExtra, efetivamente havia mandado dois anúncios ao jornal, um para a Casual games Açúcar, proprietário do do vitória, e outro, a ser veiculado em caso de derrota do Brasil) e que o próprio diário havia selecionado a peça Mundo a Folha selecionou o anúncio errado incorreta, eCursos e Eventos Design Disney para publicação. Eleições aqui o anúncio errado >>> Veja 2010 Embalagem Facebook Futebol

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