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Seitas, Heresias

e Religiões

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Seitas, Heresias e Religiões
Definição de Termos

Heresia deriva da palavra grega háiresis e significa: "escolha", "seleção", "preferência". Daí surgiu a
palavra seita, por efeito de semântica. É um conceito utilizado para designar, em princípio, simplesmente
qualquer doutrina, ideologia ou sistema que discorde da correspondente doutrina ou sistema dominante (ou
mais de um, quando for o caso), bem como também para designar o próprio conjunto de pessoas (o grupo
organizado ou movimento aderente a tal doutrina, ideologia ou sistema), os quais, embora divergentes da
opinião geral, apresentam significância social.
Do ponto de vista cristão, heresia é o ato de um indivíduo ou de um grupo afastar-se do ensino da
Palavra de Deus e adotar e divulgar suas próprias idéias, ou as idéias de outrem, em matéria de religião. Em
resumo, é o abandono da verdade.

Seita deriva do latim secta e significa “seguidor”, aquele que segue o grupo da háiresis (heresias)
Religião do latim religare, usado na Vulgata, que significa "prestar culto a uma divindade", “ligar
novamente", ou simplesmente "religar". Pode ser definida como um conjunto de crenças relacionadas com
aquilo que parte da humanidade considera como sobrenatural, divino, sagrado e transcendental, bem como o
conjunto de rituais e códigos morais que derivam dessas crenças
Doutrina É um conjunto de princípios comumente ensinados com o objetivo de dar instrução.
Doutrina é sinônimo de ensino. A doutrina Bíblica é que norteia o crente. A doutrina Bíblica é eterna e
imutável.
Uma doutrina NÃO pode estar firmada em apenas um versículo Bíblico. Daí pode surgir até um
costume, um bom costume regional, mas não uma doutrina. A doutrina aponta para o espiritual, o costume
para o temporal. (Hermenêutica).
É por essa diferença nos significados que eu defini inicialmente os termos, para que fique bem claro
o significado de cada um, facilitando assim o estudo dos assuntos. Primeiramente iremos estudar as Seitas,
ou seja, religiões que se dizem cristãs, mas que estão notadamente afastadas da Palavra de Deus, da Sã
Doutrina e da verdadeira religião, Jesus Cristo.

Doutrinas Básicas do Cristianismo Verdadeiro


A Doutrina de Deus
Deus existe! E a existência de Deus pode ser comprovada por pelo menos 3 maneiras diferentes:
• Na Crença Universal
• Na Natureza
• Nas Escrituras

Atributos de Deus
1) Unidade – O Deus verdadeiro, o criador dos céus e da terra, é único em todo o universo.
Não há outro! (Is 45.21)

2) Eternidade – Deus não teve principio e jamais terá fim. Isto fica claro desde o seu nome,
Jeová, que João traduz como: “Aquele que é, e que era, e que há de vir (ou sempre será)”
Apocalipse 1.4.

3) Espiritualidade – A Palavra nos ensina que a natureza divina é puramente espiritual (João
4.24 / 2 Coríntios 3.17).

4) Imutabilidade – Deus é o mesmo ontem, hoje e o será para sempre (Tiago 1.17), suas
qualidades não mudam!

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A Doutrina de Cristo
Jesus é Deus! Antes de se manifestar à humanidade de forma visível, o Verbo esteve eternamente
em existência como aquele que revela a Deus. (João 1.1-3 / João 1.18 / João 10.30 / Rm 9.5)

Os Ofícios de Cristo
O conceito dos ofícios divinos de Cristo está vinculado ao que Ele é e ao que Ele veio fazer. Jesus é
“Profeta”, “Sacerdote” e “Rei” ungido por Deus. Cada um desses termos enfatiza a mediação de Cristo entre
o Pai, no céu, e as pessoas na Terra. (João 14.24)

A Obra de Jesus Cristo


A obra vicária da cruz (1Pedro 3.18);
A obra expiatória (Gálatas 3.13);
A obra propiciatória (1João 4,10);
A obra redentora (Gálatas 4.4,5);
A obra substitutiva (1Pedro 2.24);

A sua morte nos deu:


Reconciliação (Romanos 3.25)
Perdão (João 1.29 / Efésios 1.7)
Vitória sobre o inimigo (Colossenses 2.14,15)

A doutrina do Espírito Santo


Ele tem a mesma natureza divina
Ele é uma pessoa (João 14.16)
Ele é chamado de Deus (Atos 5.3,4)
Ele é onipresente (Salmo 139.7,10)
Ele é onisciente (1Coríntios 2.10)
Ele é onipotente (Lucas 1.35)
O Espírito Santo é a terceira pessoa participante da trindade, sendo distinto do Pai e do Filho, mas
com Eles formando uma unidade perfeita. O Espírito Santo não é uma “força” ou uma “coisa”, mas uma
pessoa distinta e com personalidade. A personalidade envolve o conhecimento, os sentimentos e a vontade.
A Palavra mostra a personalidade do Espírito Santo através de suas ações.

A Doutrina da Trindade
Uma das maneiras de se desvendar as distinções das pessoas na divindade, consiste em observar as
funções atribuídas especificamente a cada uma delas. Exemplificando: Deus Pai é relacionado à obra da
criação; Deus Filho é o principal agente da obra de redenção da humanidade; e Deus Espírito Santo é a
garantia de nossa herança futura. Essa tríplice distinção é demonstrada em Efésios 1.
Gn 1.2 e 26 – Criação / 1 João 5.7 – Testemunho nos céus / Mateus 28.19 – Batismo em nome das
três pessoas da Trindade / 2 Coríntios 13.13 – Benção Apostólica.

Como identificar uma seita?


Há pelo menos 6 maneiras para se identificar uma seita, são elas:

(1) As seitas têm outra fonte de autoridade além da Bíblia. Enquanto os cristãos admitem apenas a
Bíblia como fonte de conhecimento verdadeiro de Deus, as seitas adotam outras fontes. Algumas
forjaram seus próprios livros; outras aceitam “revelações diretas” da parte de Deus; outras aceitam a
palavra de seus líderes como tendo autoridade divina. Outras falam ainda de novas revelações dadas
por anjos, ou pelo próprio Jesus. E mesmo que ainda citem a Bíblia, ela tem autoridade inferior, a
estas revelações.

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(2) As seitas diminuem a pessoa de Cristo. Embora muitas seitas falem bem de Jesus Cristo, não O
consideram como sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nem como sendo o único Salvador da
humanidade. Reduzem-no a um homem bom, a um homem divinizado, a um espírito aperfeiçoado através de
muitas encarnações, ou a mais uma manifestação diferente de Deus, igual a outros líderes religiosos como
Buda ou Maomé. Freqüentemente, as seitas colocam outras pessoas no lugar de Cristo a quem adoram e em
quem confiam.

(3) As seitas ensinam a salvação pelas obras. Essa é uma característica universal de todas as seitas. Por
acreditarem que o homem é intrinsecamente bom, pregam que ele pode acumular méritos e vir a merecer o
perdão de Deus, através de suas boas obras praticadas neste mundo. Embora as seitas sejam muito diferentes
em sua aparência externa, são iguais neste ponto. Algumas falam em fé, mas sempre entendem a fé como
sendo um ato humano meritório. E nisto diferem radicalmente do ensino bíblico da salvação pela graça
mediante a fé.

(4) As seitas são exclusivistas quanto à salvação. Pregam que somente os membros do seu grupo religioso
poderão se salvar. Enquanto que os cristãos reconhecem que a salvação é dada a qualquer um que se
arrependa de seus pecados e creia em Jesus Cristo como Salvador (não importa a denominação religiosa), as
seitas ensinam que não há salvação fora de sua comunidade.

(5) As seitas se consideram o grupo fiel dos últimos tempos. Elas ensinam que recebeu algum tipo de
ensino secreto que Deus havia guardado para os seus fiéis, perto do fim do mundo. É interessante que ao nos
aproximarmos do fim dos tempos, cresce o número de seitas afirmando que é o grupo fiel que Deus reservou
para os últimos dias da humanidade.

(6) Rejeição do espírito de oração. Este é um dos sinais mais interessantes acerca das seitas. Em sua quase
totalidade elas desvalorizam a oração, e isso não é de causar surpresa. A oração é uma atividade que não
oferecem atrativos, exceto para aqueles que são filhos de Deus. Como pode haver um legítimo espírito de
oração numa seita que, por exemplo, nega o conceito de pecado, repudia a obra redentora de Jesus e rejeita o
Espírito Santo como Pessoa? (note que esses pontos estão intimamente ligados uns aos outros).

O Mormonismo
Os mórmons são adeptos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias, cujo método
predileto de ganhar adeptos é a visitação em duplas de casa em casa. Usam terminologia cristã, causando
enorme confusão entre os cristãos verdadeiros porque lançam dúvidas sobre várias doutrinas básicas do
cristianismo e criticam severamente a integridade das igrejas evangélicas. Geralmente usam camisa branca,
calça e gravata azul-marinho e carregam uma plaqueta de identificação na camisa aonde vai a expressão
ELDER, seguida do nome da pessoa. Outra característica marcante dos mórmons é que começam usando a
Bíblia para não assustar a pessoa; depois de algum tempo passam para o livro de Mórmon, que é
considerado como tendo até mais valor e autoridade que a própria Bíblia; o livro de Mórmon recebe muito
mais honra deles do que a Bíblia.

Histórico
O fundador do mormonismo é Joseph Smith Junior, nascido em Sharon, estado de Vermont, nos Estados
Unidos, cresceu em meio à pobreza e superstição. Quando tinha 15 anos, já morando no estado de Nova
Iorque, foi orar num bosque. Diz ele que teve uma visão e nela Smith viu dois anjos resplandecentes que
ficaram parados sobre a terra. Segundo Smith, eles eram Deus e Cristo. Smith diz que perguntou a qual
igreja deveria pertencer e Deus lhe disse que todas as igrejas estavam erradas; Deus disse para Smith não se
unir a nenhuma, pois o evangelho de Cristo seria logo restaurado. Diz ele que, aos 18 anos, recebeu do anjo
Moroni a informação de que no Monte Cumorah, estava escondido um livro escrito em estranhos hieróglifos
e composto de placas de ouro. Segundo o anjo, tal livro continha o puro evangelho, a história dos primitivos
habitantes do continente americano, o Urim e o Tumim que serviriam para traduzir as placas, e o peitoral
sacerdotal. O anjo disse para que aguardasse dois anos para encontrar tais placas. Smith disse ter encontrado

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o livro a 22 de Setembro de 1827. Traduziu e o publicou em 1830 como o Livro de Mórmon e disse que
após a tradução devolveu as placas de ouro e demais objetos ao anjo que os guarda até hoje.
Em 1829, Smith e Oliver Cowdery, que ajudou no trabalho de tradução, contam ter recebido uma
visita de João Batista, o qual lhes concedeu o sacerdócio de Arão; em conseqüência disso, um batizou o
outro. Smith fundou a sua igreja em 06 de abril de 1830. Durante a reunião, Smith diz ter recebido uma
revelação, sendo designado desde então de O Profeta. Os mórmons oprimiam o povo, assaltavam
propriedades e, por isso eram combatidos com violência, Joseph Smith afirmou certa vez que o momento em
que mais sentiu o Espírito de Deus foi quando os mórmons principiaram a incendiar casas e a roubar cavalos
dos opositores.

Literatura Mórmon
a) A Bíblia: Dizem crer na Bíblia e que ela é a Palavra de Deus, mas não são fiéis a essa declaração.

b) A versão inspirada da Bíblia: feita por Smith e impressa em 1866 pelo grupo dissidente chamado de
Igreja Reorganizada. Dependendo da conveniência usam o texto canônico ou essa versão.

c) Livro de Mórmon: Publicado em 1830 como de autoria de Smith. Conta à vinda de Cristo ressurreto à
América, onde ele teria pregado aos habitantes do continente, resultando na igreja cristã na América no
século I, igreja esta que desapareceu no século VI com os supostos nefitas.

d) Doutrinas e Pactos: livro fundamental para os mórmons. Contém 163 revelações dadas por Deus a
Smith, de 1830 a 1843, como sendo a Palavra do Senhor. Nesse livro Deus é apresentado como tendo carne
e osso.

e) Pérola de grande valor: é composto do Livro de Moisés e Livro de Abraão. No segundo livro nota-se
um nítido politeísmo, pois Deus é apresentado como um entre vários outros deuses. Smith diz que Abraão e
Moisés escreveram esses livros e que têm seus nomes.

f) Discurso do ancião King Follet: discurso proferido por Smith no funeral de King Follet. Fala sobre a
divinização do homem e da humanização de Deus. Desse discurso surgiu o célebre aforismo de Lorenzo
Snow, o líder dos mórmons no final do século XIX: “O que o homem é agora, Deus já foi. O que Deus é
agora, nós seremos depois”.

O livro de Mórmon
O livro de Mórmon diz que certo Lehi, da tribo de José, teria emigrado com sua família de Jerusalém
para a América do Norte através do Oceano Pacífico. Lá ele teve dois filhos: Laman e Nefi. Deus designou
Nefi, o filho mais novo, para ser o líder da tribo. Houve guerra entre eles e os nefitas foram destruídos em
420 d.C. O líder e profeta dos nefitas tinham por nome Mórmon, o qual escreveu a revelação divina em
placas de ouro, antes do extermínio de seu povo. Seu filho Moroni, escondeu tais placas no monte Cumorah,
e no século XIX, já evoluído como anjo e ordenado por Deus, revelou a Joseph Smith o local das placas. Os
filhos de Laman, que eram judeus, deram origem aos índios americanos. O livro ainda conta que Jesus, após
a ressurreição, ministrou aos Nefitas, lá nos Estados Unidos. Citam para comprovar tal absurdo texto de
João 10:14-16. Além disso, os mórmons dizem que o evangelho eterno citado em Apocalipse 14:6-7 é o
Livro de Mórmon! No livro de Mórmon são encontrados capítulos inteiros da Bíblia. Por exemplo, 1 Nefi 20
é igual a Isaías 48; 2Nefi 12 e 24 são iguais a Isaías 2 e 14;

Existem várias provas de que o livro de Mórmon NÃO é de Deus:

a) O Livro de Mórmon faz acréscimos e alterações aos trechos bíblicos e é uma fraca imitação da Bíblia.
Embora contenha muito da Bíblia, o livro de Mórmon a condena como sendo um livro mutilado, incompleto
e cheio de erros que Satanás usa para escravizar os homens;

b) O livro de Mórmon traz ainda extensas citações da Bíblia na tradução Inglesa de 1611. O livro pretende
ser a tradução de placas de 420, contudo cita capítulos inteiros de uma Bíblia publicada em 1611.

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c) O livro contém vários trechos dos livros litúrgicos das Igrejas Anglicana e Metodista, que foram fundadas
respectivamente, nos sécu1os XVI e XVIII. Como poderiam conter liturgia dessas igrejas que surgiram
muitos séculos mais tarde, a não ser que tais partes fossem copiadas?

d) Ninguém jamais viu tais placas de ouro além de 3 testemunhas: Oliver Cowdery, David Whitner e Martin
Harris. Estes são citados por Joseph Smith como tendo visto as placas. Entretanto, o próprio Smith os chama
anos depois de ladrões, mentirosos e demasiadamente maus. Logo, não há nenhuma testemunha confiável
que possa ter visto as tais placas.

e) Segundo vários pesquisadores, a verdade sobre o livro de Mórmon é bem outra: em 1812, Salomão
Spaulding, um pastor presbiteriano, escreveu uma história fictícia dos primeiros habitantes americanos, mas
morreu sem publicar tal livro. O manuscrito foi parar nas mãos de Sidney Rigdon, um ex-pastor batista, o
qual era homem douto e inteligente. Ele e Smith fundaram então o Mormonismo, religião baseada nesse
livro.

Poligamia

Os mórmons têm ensinado e praticado a poligamia. Segundo eles, Joseph Smith recebeu uma
revelação em 12 de julho de 1843 autorizando a poligamia, escrevendo tal revelação no livro Doutrinas e
Pactos.
A poligamia se tornou um elemento tão fundamental para a seita, que o matrimônio polígamo foi
transferido da vida na terra para a vida futura no céu. Quando no porvir, o salvo mórmon for um rei no novo
mundo, suas esposas serão entronizadas como rainhas ao seu lado. Assim afirmam que a mulher não pode
salvar-se sem o homem, e então, é melhor ser uma esposa pluralista do que não ser esposa. Na eternidade, as
mulheres casadas com mórmons serão senhoras e as não casadas serão servas.
Já que o conceito mais elevado da bem-aventurança é a geração de filhos, Deus se torna polígamo.
Para os mórmons, todo deus foi há algum tempo um homem sobre a terra ou sobre outro planeta habitado.
Todos os deuses são polígamos e geram filhos como espíritos, os quais estão aguardando corpos para virem
para a terra.
Para os mórmons, uma relação matrimonial contraída aqui na terra vai continuar por toda a
eternidade, após a ressurreição. Na doutrina da seita, o segundo casamento do homem não significa
adultério, caso a primeira esposa venha concordar com isso. Segundo Smith, o próprio Jesus teria
sido polígamo, pois teria se casado com Maria Madalena, Marta e Maria, irmãs de Lázaro. Ainda chegam ao
absurdo de afirmar que Jesus é filho de uma relação sexual entre Elohim e Maria.
Tais idéias absurdas e anti-bíblicas são suficientes para demonstrar que Joseph Smith não foi um
profeta inspirado por Deus e que sua seita é totalmente herética, sem qualquer embasamento bíblico. Jesus
ensina o casamento monogâmico Mateus 19.5-9

Deus
Para os mórmons, Deus tem um corpo de carne e ossos e está em constante progresso; não foi sempre
tão poderoso como é agora. O homem é o que Deus já foi, e Deus é o que o homem poderá ser. Quando
Adão entrou no jardim do Éden ele entrou com um corpo celestial e trouxe consigo Eva, uma de suas
esposas… ele (Adão) é o nosso pai e nosso Deus – o único com quem temos que tratar. Joseph Smith e os
“profetas do mormonismo” ensinaram que Deus já foi no passado um filho, teve pai e mãe, avô e avó e
assim por diante, numa regressão ao infinito.
Os mórmons crêem que Deus é polígamo; e Ele veio em forma humana e teve relações sexuais com
Maria para que Jesus pudesse nascer com corpo humano. Para apoiar tal absurdo se utilizam de forma
distorcida de Lucas 1.49. Lembremo-nos, porém, de que Deus é ESPÍRITO e não possui órgãos sexuais
(João 4.24).
Afirmar que Deus teve relações sexuais com Maria é uma blasfêmia sem proporções, uma grande
heresia. Afirmar que Deus e Adão são a mesma pessoa é um engano do diabo, pois Deus é o criador e Adão
a criatura.
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Uma simples análise bíblica dos atributos divinos colocam por terra toda essa doutrina mórmon.
1. Deus é único (Is 45.21)
2. Deus é imutável (Ml 3.6 / Tg 1.17)
3. Deus é Eterno (Ap 1.4)
4. Deus é Espírito (2 Coríntios 3.17)

Jesus Cristo

Os mórmons afirmam que Jesus não foi gerado pelo Espírito Santo, mas pelo mesmo personagem
que esteve no Éden. Dizem ainda que Jesus era polígamo: sendo casado com Maria Madalena, Marta e
Maria, onde as bodas em Caná na Galiléia, teria sido um de seus casamentos.
Os mórmons consideram Jesus como sendo apenas o irmão mais velho dos homens; Ele foi o
primeiro espírito criado por Deus, gerado como qualquer outro homem. Afirmam ainda que após a
ressurreição, Jesus veio à América do Norte, pregou aos seus habitantes, escolheu 12 apóstolos e deixou
uma igreja organizada que perdurou por quase 200 anos.

Refutação:
1. Jesus é Deus (João 1.1-3 / João 5.22)
2. Jesus é Criador e não criatura (Cl 1.15-16)
3. Jesus, em sua manifestação terrena foi gerado pelo Espírito Santo (Mt 1.18).
4. Não há na Bíblia ou em qualquer relato histórico a mínima evidência de que Jesus tenha se casado, quanto
mais ter sido polígamo (algo totalmente fora da cultura judaica daqueletempo)

Espírito Santo
Os mórmons acreditam que o Pai tem carne o ossos, assim como o Filho, no entanto, o Espírito Santo
não possui carne e ossos, sendo apenas um personagem espiritual. Eles tratam o Espírito Santo como uma
coisa e não como uma pessoa. O raciocínio mórmon é o seguinte: “como pode uma pessoa da divindade ser
puramente espírito e ainda ser uma pessoa já que Deus e Cristo são de Carne e ossos?”.
Notadamente um erro conduz a outro. Se não crêem que Deus é espírito, como poderiam crer na
Existência pessoal e espiritualidade do Espírito Santo!
O Espírito Santo é Deus, é uma pessoa e participou da criação.
1. Deidade do Espírito Santo (João 14.16 / Atos 5.3,4)
2. Personalidade do Espírito Santo
Ele Fala (Atos 13.2)
Ele tem vontade própria (Atos 10.19,20)
3. Ele é criador (Gênesis 1.2 / Jó 26.13)

A Salvação
Para os mórmons, a salvação nada mais é do que a preparação, por meio do progresso pessoal na vida
presente, para uma vida física expandida na vida futura e que não leva consigo as aflições do presente. O
paraíso mórmon nada sugere da esfera espiritual, nem conhece a alegria do perdão de pecados e da
comunhão eterna com Deus.
Os mórmons enfatizam que a salvação vem pelas obras, através da obediência às doutrinas e
cerimônias da seita. Ensinam ainda que há uma segunda chance para a salvação mediante o batismo pelos
mortos.

Refutação
Ao contrário deste ensino absurdo, a Bíblia nos afirma que:
a) A salvação é pela fé em Jesus Cristo (Jo 3.36 / Jo 14.6 / At 4.12 / Rm 5.8,9 / Ef 2.8-10 / 1 Pe 1.18,19).
b) Que os homens morrem e depois vem o juízo (Hb 9.27 / Lc 16.19-31).

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Testemunhas de Jeová
Seu método é fazer proselitismo de dois em dois; preferem casas de pessoas que já conhecem o
evangelho, apresentado-se como cristãos e oferecendo estudos bíblicos. Após a introdução de seus livros,
marcam estudos bíblicos, convidam as pessoas a participarem de seus cultos, culminando com o batismo dos
“novos convertidos”. Seus locais de culto são chamados de Salões do Reino. Seus adeptos são trabalhadores
zelosos e seus representantes são enviados para várias nações como missionários.

Histórico
O fundador da seita foi Charles Taze Russel, nascido a 16 de fevereiro de 1852 em Pittsburg, Estados
Unidos. Nasceu em um lar cristão, presbiteriano, passando mais tarde pelos Congregacionais e Adventistas
antes de se reunir com um pequeno grupo, do qual entitulou-se pastor, fundando assim o Russelismo em
1884. A principal mensagem das Testemunhas de Jeová é: "Leia, creia, venda os livros de Russel e
Rutherford, fale de Deus como Jeová, e de todas as igrejas como anticristos - faça isso e será salvo". Muitos
nomes foram dados ao grupo: "Russelismo", "Aurora do Milênio", "Estudantes da Bíblia", "Torre de Vigia",
e por último "Testemunhas de Jeová" em 1931, nome este dado por J. F. Rutherford, o segundo líder das
Testemunhas de Jeová após a morte de Russel em 1916. Em 1942, Nathan H Knorr tornou-se chefe das
Testemunhas de Jeová após o falecimento de Rutherford. Nathan foi um dos principais tradutores da Bíblia
chamada "Tradução do Novo Mundo das Escrituras", considerada por seus adeptos, superior às outras
traduções bíblicas. Essa tradução foi lançada em 1961.
O Russelismo tem mudado seu "evangelho" por repetidas vezes e continuamente. Em 1884 foi
inventado um Novo Evangelho por Russel - "Estudo das Escrituras". Depois da morte de Russel, o novo
presidente Rutherford, rejeitou esse "Estudo", substituindo-o por outros livros de sua autoria. Um membro
das Testemunhas de Jeová observou que as doutrinas da seita haviam mudado 148 vezes entre os anos de
1917 a 1926!!!

Literatura
Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas: A Bíblia de edição particular da Seita;
Estudo das Escrituras: É a base de suas doutrinas, conhecida também como a "Bíblia de forma ordenada";
A Sentinela: que começou com uma publicação de 6.000 exemplares em julho de 1879 e tem atualmente
uma tiragem quinzenal de 15.000.000 de exemplares em 111 línguas.
Despertai: outro periódico da seita que possui 13.000.000 de exemplares;
A verdade que conduz a vida eterna: livro usado para estudos nas residências;

Seus Líderes
Russel: Charles Taze Russel foi um homem de procedimentos não recomendáveis. Teve que
comparecer aos tribunais devido a ações movidas por sua esposa, que não suportando os maus tratos e o
regime de prepotência de Russel, abandonou-o em 1897 e divorciou-se dele em 1913. Sua esposa tomou tal
atitude não só por causa dos maus tratos, mas também pelos casos imorais de Russel com a empregada Rose
Ball. Russel viu-se também muitas vezes envolvidos em problemas judiciais devido a escândalos
financeiros.
Ele se dizia conhecedor das línguas originais da Bíblia. Entretanto, isso era mentira, pois certa vez,
quando estava diante do tribunal, Russel foi inquirido a ler algumas letras em grego diante do júri, mas não
pode fazê-lo. Russel confessou não conhecer o Grego e o Hebraico, e que havia abandonado os estudos aos
14 anos de idade. Dos tempos em que esteve envolvido com os Adventistas, Russel herdou a pratica de
profetizar a respeito da volta de Cristo. Profetizou que Cristo retornaria em 1914, adiando depois a data para
1918. Era prática comum também do fundador da seita induzir moribundos a doar seus bens à organização
russelita. Rutherford: J.F. Rutehrford refez os cálculos de Russel e mudou a data da volta de Cristo para
1925. O mesmo Rutherford passou 9 meses na prisão por causa de atividades não americanas.

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Doutrinas
Trindade
As Testemunhas de Jeová investem fortemente contra a doutrina da Trindade. Dizem que não pode
haver Trindade por que não se encontra tal palavra na Bíblia. Sendo assim se recusam a aceitar o Espírito
Santo como pessoa e como Deus, além de ensinar que Jesus Cristo é uma criatura de Deus, que ele não é
eterno e, por conseqüência, não é igual a Deus. As Testemunhas de Jeová afirmam que a trindade é uma
doutrina inspirada pelo diabo resultante da influência do paganismo egípcio. Ensinam que Tertuliano
inventou a doutrina da Trindade.
No entanto, essa forma de argumentar é injusta e tendenciosa, visto que Tertuliano não inventou essa
doutrina, mas apenas interpretou corretamente o que a Bíblia diz sobre o assunto, algo que já era crido desde
a época dos apóstolos. Newton, ao elucidar a lei da gravidade, não se tornou o inventor dela, ele apenas
interpretou um fenômeno existente.Tertuliano não inventou tal doutrina, ele apenas foi o primeiro a utilizar
este termo.
É obvio que não encontramos a palavra Trindade na Bíblia, da mesma forma como não encontramos
Testemunhas de Jeová ou salão do reino, por exemplo. Porém, a Bíblia não deixa dúvidas quanto à
trindade. Gn 1.1 / Gn 1.26 / Mt 3.16 / 2 Co 13.13 / 1 Jo 5.7

A Divindade de Cristo
As Testemunhas de Jeová ensinam que Cristo não é Deus. Segundo eles, Cristo é um espírito de
grande poder e sabedoria, do tipo angélico, criado por Deus. Deus o enviou para morrer na cruz e ele, então,
morreu para sempre. O que ressuscitou foi o ser angélico que existia antes. Em resumo, a cristologia das
Testemunhas de Jeová é a seguinte:
“Jesus Cristo não é Deus, na vida humana ele foi simplesmente um homem, ele não é Todopoderoso,
ele foi criado pelo Pai, como foram criadas as demais coisas e, portanto, ele não pode ser o autor da
criação. Negam também o poder de Jesus Cristo de fazer a expiação pelos nossos pecados”.
Tais ensinamentos têm como base heresias conhecidas como Ebionismo e Arianismo. Esses ensinos
heréticos negavam não apenas a divindade de Cristo como também a Trindade.
Os Testemunhas de Jeová têm o costume de adulterar textos bíblicos para tentar provar suas
doutrinas. Com relação à pessoa de Jesus eles forjam o texto de João 1.1, pois a sua Tradução do Novo
Mundo das Escrituras diz assim: “No princípio era a Palavra e a Palavra estava com Deus e a Palavra era
um deus”, um ser meio divino, em vez de Theos que significa Deus.
A Bíblia é extremamente clara quanto à divindade de Cristo
Ele é Deus: (João 1.1-3, João 10.30 / João 5.22 / Cl 2.9 / Is 9.6)
Ele é participante da Criação: (Cl 1.15-16 / João 1.3 / Ap 3.14)
Ele é Todo-poderoso: (Mt 28.18 / Ap 1.8)

A Doutrina do Espírito Santo


As Testemunhas de Jeová negam que o Espírito Santo seja Deus e que Ele seja uma pessoa. Para essa
seita anti-bíblica, o Espírito Santo é uma força ativa, um poder ou influência divina, sem vontade própria e
sem personalidade. Entretanto, a Bíblia nos mostra claramente que o Espírito Santo é Deus e que Ele é uma
pessoa.
Provas da Personalidade:
1. Ele Fala – Atos 8.29 / Atos 13.2
2. Ele intercede – Romanos 8.26-27
3. Ele fica triste – Efésios 4.30
4. Ele dá ordens – Atos 16.6-7
5. Ele tem vontade própria – 1 Coríntios 12.11
6. Ele ensina – João 14.26
7. Ele testifica – Romanos 8.16
8. Ele convence – João 16.7-8
Além do fato de o Espírito Santo ser chamado de Parácleto, que significa ajudador, advogado,
consolador, o que é função de uma pessoa, e não de uma coisa.

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A Salvação
Segundo as Testemunhas de Jeová, a morte de Jesus na cruz não garante vida eterna para ninguém. O
resgate efetuado por Cristo não teria valor para a salvação, mas serviu apenas de exemplo. O que Jesus fez
foi retirar a pena de morte, a fim de que o homem tivesse uma oportunidade durante o milênio. Pregam a
salvação por obras, principalmente assistindo às suas reuniões e expandindo a seita.
Há vários textos bíblicos que comprovam que somente Jesus tem poder para salvar, que o seu
sacrifício foi primordial e que a salvação é eterna. João 3.16 / João 5.24 / Atos 3.19 / Atos 4.12 / Romanos
3.23-26 / Efésios 1.7 / 2 Coríntios 5.17 / 1 João 1.5-7

A ressurreição de Cristo
Segundo as Testemunhas de Jeová, antes de vir à Terra, Jesus era um ser espiritual perfeito; quando
veio à Terra tornou-se humano perfeito. Ao morrer, morre o Jesus homem para sempre; o que ressuscita é o
ser angélico que antes existia. Assim Jesus experimentou duas vezes a mudança da natureza, primeiro da
espiritual para a humana; e depois da humana para a divinizada.
Entretanto, a Bíblia nos mostra que Jesus é tanto Deus quanto homem e sua morte e ressurreição
foram anunciadas e cumpridas (Mt 12.40 / Mt 16.21 / Mc 8.31 / Lc 9.22 / 1 Co 15). Centenas de
testemunhas viram Jesus vivo, em seu próprio e verdadeiro corpo (Lc 24.39-46 / Jo 20.25-28 / Jo 21.10-15).

A Segunda Vinda de Cristo


No livro Seja Deus Verdadeiro, as Testemunhas de Jeová são ensinadas que Jesus Cristo vem, não
em forma humana, mas como criatura espiritual gloriosa. Eles dizem que esperar Jesus visivelmente é um
erro, afirmam que ninguém verá a Cristo com olhos humanos e nem ele virá em corpo carnal. É claro que
uma heresia leva à outra, se eles não crêem que Jesus voltou corporeamente, também não podem crer que ele
voltará em corpo físico.
A primeira base para essa alegação é um texto fora de contexto, quando Jesus disse “o mundo não me
verá mais” (João 14.19); portanto nenhum olho mortal o veria mais. A segunda base é a sugestão de que o
termo empregado para a segunda vinda de Cristo, parousia, só pode ser traduzido como “presença”, e,
então, Cristo já voltou e se acha presente no mundo. Segundo as Testemunhas de Jeová, Cristo já voltou em
1914 de forma invisível, que para eles significa o final da era dos gentios. Porém, esse tipo de argumentação
é amostra das mentiras que essa seita usa para enganar as pessoas, pois a palavra parousia significa,
presença, vinda, advento. O fato da presença espiritual de Cristo entre nós desde o primeiro século, não
exclui a manifestação corpórea e visível da segunda vinda de Jesus.
A Bíblia não deixa dúvidas quanto à volta visível de Jesus, afirmando, inclusive que todo olho o verá
(Zc 12.10 / Mt 24.30 / At 1.9-12 / Ap 1.7). Além disso, existe outra palavra grega relacionada à segunda
vinda de Cristo: epiphaneia (Tt 2.13), que significa “manifestação” ou “tornar-se visível”. É completamente
absurdo afirmar que Jesus já voltou em 1914, pois ele mesmo afirmou: “daquele dia e hora ninguém sabe”
(Mt 24.36). Outro detalhe é que, segundo as Testemunhas de Jeová, outros eventos se dariam em 1914, tais
como: O reino de Cristo seria totalmente estabelecido, ocorreria o fim dos reinos deste mundo, haveria o
início do reinado das Testemunhas de Jeová sobre o mundo, ocorreria o Juízo Final e o chamado
cristianismo seria exterminado. Coisas estas que jamais ocorreram, mostrando assim falsas profecias de
Russel. Como Jesus não voltou em 1914, eles precisaram marcar outra data, 1918. Como nada ocorreu,
refizeram os cálculos para 1925. Mais uma vez nada do profetizado aconteceu, e viram-se obrigados a criar
essa doutrina absurda de que Cristo já havia voltado em 1914, mas de forma invisível.

A Alma do Homem
As Testemunhas de Jeová alegam que a alma está no sangue, usando textos isolados para embasar
essa doutrina, como por exemplo, Gn 9.3,4 / Lv 3.17 / Dt 12.23-35. No entanto, a palavra Alma vem da
hebraica Nephesh e da grega Psyché e tem nas Escrituras 5 significados:
Sangue – Dt 12.23
Pessoa – Gn 46.22,27
Vida – Lv 22.3
Coração – Dt 2.30
Alma (centro da vontade moral) – Mt 10.28
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As Testemunhas de Jeová se esquecem também que na Bíblia há algo chamado Sinédoque. Proíbem
a transfusão de sangue alegando que a vida está no sangue e que não se pode passar a alma a outra pessoa,
pois se desobedeceria ao mandamento de amar a Deus com toda a alma.É interessante notarmos que uma
pessoa que, por exemplo, perdeu uma perna ou um braço não tem menos alma por isso, muito menos perdeu
parte de sua vida. Se o sentido de alma fosse sempre sangue, então os animais também possuiriam alma e
deveriam amar a Deus, aceitar a Jesus como seu salvador e estariam sujeitos ao Juízo de Deus, o que é
simplesmente absurdo.
Sem contar o fato de que Deus errou, pois as testemunhas de Jeová somente proibiram a transfusão
de sangue a partir de 1945, lembrando que a seita foi criada em 1884 e que as transfusões de sangue já
existiam há muito tempo, e a transfusão de sangue moderna como conhecemos existe desde 1907. A Bíblia
faz menção de ingerir sangue pela boca, como alimento.
Ensinam ainda que após a morte a alma entra num estado de absoluta inexistência até a ressurreição.
A alma não é, necessariamente eterna, e pode ser destruída. Porém a Bíblia nos ensina que a alma é imortal,
ou seja, eterna, e que após a morte o homem fica totalmente consciente (At 7.59 / Fp 1.21 / Lc 16.19-31)

O Inferno
Para as Testemunhas de Jeová o inferno é a sepultura, o túmulo. Pregam que os maus terão outra
oportunidade no milênio, e os que não aceitarem a mensagem durante aquele período serão aniquilados
(destruídos por completo). Para eles o criador da crença na existência do inferno é o diabo no intuito de fazer
as pessoas odiarem a Deus.
O que as Testemunhas de Jeová não levam em consideração é que as Escritura não deixam margem
de dúvidas quanto à existência de castigo e tormento eterno e consciente para aqueles que não têm Jesus
como Senhor e Salvador. Mt 8.11-12 / Mt 13,42 / Lc 13.24-28 / 2 Pe 2.17 / Ap 14.9-11

Os 144.000
Russel começou ensinando que somente iriam para o céu os seus seguidores. Quando completassem
144.000 adeptos, estaria pronto o “rebanho” de Deus. O problema foi que a seita cresceu muito mais do que
o seu fundador imaginou. Para conciliar as coisas, Rutherford apresentou a Doutrina da Grande Multidão:
os 144.000 são os escolhidos para reinar com Cristo no reino celeste; as demais testemunhas viverão aqui na
Terra sob o domínio de Cristo e da sua Igreja no Céu.
A Bíblia, pelo contrário, não faz distinção entre os salvos na eternidade (Jo 14.1-3 / 1 Co 15.51,52 /
Ap 3.21 / Jo 17.24 / Jo 3.16).
Entre eles mesmos há divergências quanto a esse assunto, alguns acreditam na Doutrina da Grande
Multidão, outros acreditam que esses 144.000 foram para ao céu quando Jesus voltou espiritualmente em
1914.
Os 144.000 são considerados por eles como os judeus espirituais, dos quais somente as Testemunhas
de Jeová fazem parte (exclusivismo).
No entanto, o que a Bíblia está dizendo, ao contrário do que afirma as Testemunhas de Jeová, é
muito simples, pois logo após o número 144.000 está escrito enfaticamente “de todas as tribos de Israel”. Os
144.000 são de Israel, ou seja, são judeus, sendo 12.000 de cada tribo, não tendo outra forma de identificá-
los. Também, logo a seguir, nos versos 9 e 10 aparece uma multidão incontável de pessoas de todas as
nações, tribos, povos e línguas.

Governo Civil
As Testemunhas de Jeová se rebelam contra o governo civil, dizendo que a política, o comércio e a
religião são três modos pelos quais o diabo domina o mundo, não devendo nenhum cristão verdadeiro
prestar ajuda a nenhum governo. As Testemunhas de Jeová não votam, não aceitam cargo público, não
prestam serviço militar, recusam-se a servir a pátria alegando que isso é idolatria.
O ensino Bíblico não concorda com tal raciocínio, visto que Jesus mandou que se pagasse a César o
que era de César (Mt 17.24-27). O apóstolo Paulo enfatizou que o cristão deve ser submisso às autoridades,
mostrando que elas são ministros de Deus para castigo dos maus (Rm 13.1-7). Ver também 1 Tm 2.1-3 / 1
Pe 2.13-14

11
Adventista do Sétimo Dia
Os adventistas são pessoas muito ativas em obras assistenciais, investindo em programas sociais,
mantendo hospitais, campos de repouso e casas de recuperação de viciados. Zelam pela escolha da
alimentação, cultivam um pensamento de prosperidade material e são combatentes contra todos os vícios em
geral. Dão especial ênfase às publicações, às escolas e ao “evangelismo”. Por isso, muitos vêem o
adventismo como uma religião cristã igual a qualquer outra, com uma única diferença, a de guardar o
sábado. Entretanto, o Adventismo do Sétimo dia não pode ser considerado como uma denominação cristã
por misturarem muitas verdades bíblicas com grandes erros doutrinários. Embora falem a respeito de Jesus e
preguem algumas verdades cristãs, os adventistas não vivem uma fé verdadeira em Cristo, pois suas
doutrinas discordam grandemente das doutrinas básicas do cristianismo. Eles se acham os donos da verdade
e se consideram como a última igreja de que fala a profecia bíblica; por isso não conseguem trabalhar com
os demais e trabalham ativamente para conseguir adeptos de outras denominações.

Histórico do Adventista
O Adventismo tem como seu “profeta” e fundador William Miller, nascido em Pittsfield –
Massachussetes, EUA.
De família tradicional da igreja Batista, Miller era um pregador leigo, e devido ao grande interesse
em sua época dos assuntos referentes ao apocalipse, ele começou a estudar a Bíblia, sempre dando ênfase às
questões ligadas à volta de Jesus. No ano de 1818 Miller disse que em 20 anos Jesus Cristo voltaria à Terra
para o Julgamento. Em 1831 predisse a data: 10 de dezembro de 1843, chegando a essa conclusão a partir de
Daniel 8:13- 14, chegando à conclusão de que os 2.300 dias de Daniel significavam na verdade anos,
conforme Números 14.34. Miller contou 2.300 anos a partir de 457 a.C, quando Esdras veio a Jerusalém da
Babilônia.
Uma outra afirmação de Miller foi a respeito da purificação do templo, que significaria a purificação
total da terra, quando Jesus voltasse. Como a base de suas pregações eram a respeito do segundo advento de
Cristo, Miller e seus seguidores ficaram então conhecidos como “Adventistas”.

O Princípio do Movimento Adventista


Os primeiros dias do adventismo foram marcados por muito fanatismo. Com a volta de Cristo
marcada para o ano de 1843, muitas pessoas acabaram por vender suas propriedades, e cerca de 30.000
pessoas o seguiram, deixando tudo para trás, se despedindo de parentes e amigos para irem para a “volta” de
Cristo.
Todos se reuniram ao ar livre na data aprazada, 10 de dezembro de 1843, para aguardar o tão
esperado acontecimento, e todos vestidos com “vestes de ascensão”. Mas tudo não passou de um enorme
desapontamento, trazendo inúmeros problemas sociais e religiosos (muitas pessoas ficaram desamparadas
por terem vendido tudo, e outros perderam totalmente a fé tornando-se incrédulos). Miller disse que errou os
cálculos e marcou então uma outra data para a volta de Cristo, 22 de outubro de 1844.
A multidão reunida desta vez foi ainda maior. No entanto Jesus não voltou, e novamente houve uma
grande decepção. A maioria dos adeptos abandonou a seita; outros revoltados, usando de violência tentaram
vingar-se do falso profeta que teve que fugir. Ao cometer seu segundo erro, Miller admitiu que estava
errado, parou todas as suas atividades, desistiu da nova religião e voltou a comunhão com sua antiga igreja
Batista, mantendo-se humilde e fervoroso até a morte.
Após a saída de Miller, alguns líderes consolidaram o movimento inicial, através de “revelações e
visões”. Uma das líderes, Ellen White, com muita astúcia, procurou então dar uma explicação para o erro a
respeito da volta de Cristo, criando então a doutrina do “Santuário”.
De acordo com essa doutrina, o “Santuário” de Daniel 8.13,14 está no Céu e não na Terra. Cristo
realmente veio a esse santuário em 22/10/1844 para purificá-lo, o que ainda está fazendo, e depois disso,
ainda voltará à Terra. No entanto, o próprio Miller não aceitou essa teoria e continuou afastado do
adventismo.
Tendo amenizado a situação com a Doutrina do Santuário, Ellen White marcou outras datas para a
volta de Cristo: 1847, 1850, 1852, 1854, 1855, 1866, 1877, mas Cristo não voltou. O que pensar de uma
seita que se diz cristã, mas que surgiu com uma base tão fraca, confusa e anti-bíblica?

12
Mudanças de Doutrinas
Os adventistas já mudaram muitas doutrinas, algumas permanecem até hoje e outras foras desaparecendo
com o tempo. Exemplo: A doutrina da “porta fechada”, que dizia que em 22 de outubro de 1844 a porta da
salvação havia se fechado para todos, exceto para os adventistas. Algumas doutrinas primitivas eram: 1)
Plantar árvores era negar a fé; 2) Estudar não era necessário, pois Jesus voltaria em pouco tempo; 3)
Escolher nome de igreja era pecado; 4) As mulheres deveriam usar uma saia curta por cima das calças
compridas;

Os Escritos e visões de Ellen White


Os escritos de Ellen White são tidos pelos adventistas como profecias e revelações divinas.
Entretanto, as visões que tinha, ocorriam quando ela sofria de ataques, sendo que o seu próprio médico, o
chefe do Hospital Adventista de Battle Creek, declarou que as visões dela eram perturbações oriundas de
anomalia no cérebro e no sistema nervoso. Uma das maneiras de se verificar se uma religião é verdadeira ou
falsa consiste em analisar seus fundadores e seus profetas. Será que Ellen White pode ser considerada uma
profetisa de Deus?
A Bíblia nos ensina em Dt 18.20-22 e 13.1-3, como reconhecer um falso profeta:
a) Quando a palavra que ele proferir não se cumprir
b) Quando a palavra dele se cumprir, mas prevalecendo-se ele disso, conduzir as pessoas a se afastarem do
verdadeiro Deus.
No seu caso, suas profecias quanto à volta de Cristo não se cumpriram e, ao mesmo tempo, suas
doutrinas têm desviado a muitos da verdadeira doutrina cristã.

Proselitismo
Uma das principais características de uma seita falsa e herética é considerar-se a única igreja correta
e detentora da verdade, e por causa disso ficar “pescando no aquário dos outros”. Os adventistas se utilizam
de métodos que escondem seus erros do passado e procuram ressaltar as virtudes do presente para conseguir
novos adeptos. É muito raro se encontrar adventistas que tenham saído diretamente do mundo, a imensa
maioria já pertenceu a uma igreja evangélica, o que deixa claro que eles se aproveitam da ingenuidade de
pessoas que estão em outras igrejas.
Os Adventistas não aceitam as demais igrejas como irmãs; eles crêem que possuem a verdade
absoluta e os demais estão perdidos.

O sono da alma
Os adventistas do sétimo dia acreditam que somos reduzidos a um estado de silêncio e de inteira
inconsciência após a morte. Afirma que entre a morte e a ressurreição os mortos dormem, baseando-se
principalmente em Eclesiastes 9:5.
Dizem que a Bíblia utiliza várias vezes a palavra “dormir” para designar morte. Daí conclui que, se o
homem dorme, deve estar na sepultura o homem todo, corpo, alma e espírito.
A palavra “dormir” é uma figura de linguagem que se refere ao estado do corpo após a morte e não
da alma.
A Bíblia mostra que a alma é imortal, invisível e foi criada pelo próprio Deus (Gn 2.7). Apocalipse
6.9,10 mostra as almas daqueles que foram mortos por causa do testemunho de Jesus, num estado de
consciência diante do trono de Deus. Moisés falou com Jesus no Monte da Transfiguração (MT 17.1-8) o
que mostra que ele estava consciente após a morte. Vários outros textos confirmam a consciência depois da
morte: At 7.59 / Fp 1.21 / Lc 23.42.43 / Ap 7.9,14, 2 Co 5.1,6,8).

A Aniquilação dos Ímpios


Segundo essa doutrina, o pecado e os pecadores serão exterminados para não existirem mais.
Segundo essa teoria, quando as pessoas ressuscitarem, os justos receberão a vida eterna e os ímpios serão
destruídos lentamente, até acontecer o aniquilamento total As Escrituras, por sua vez, ensinam sem margem
para dúvidas que existe castigo e tormento eterno e consciente para os ímpios. Mt 8.11-12 / Mt 13,42 / Lc
13.24-28 / 2 Pe 2.17 / Ap 14.9-11
Outro detalhe é que a palavra morte não significa aniquilamento, mas separação. Morte física é a
separação do espírito e do corpo; morte espiritual é a separação do espírito do homem de Deus; e morte
13
eterna é a separação completa e eterna do espírito humano da presença e da influência de Deus e de qualquer
bem Dele.

A Guarda do Sábado
Para os Adventistas, o sábado é o eterno sinal do poder de Cristo como Criador e Redentor, é o dia
do Senhor e deve ser observado desde o pôr-do-sol de sexta-feira até o pôr-do-sol de sábado. É consenso
entre a maioria dos Adventistas que o sábado deve ser guardado como condição para se ter a vida eterna. As
razões pelas quais os adventistas guardam o sábado são as seguintes:
a) O sábado faz parte da Lei Mosaica
b) O sábado foi instituído por ocasião da criação do mundo
c) O sábado é considerado como selo perpétuo de Deus
d) Cristo e os apóstolos guardavam o sábado
e) Ellen White teve visões em que foi solicitado por Deus que se guardasse o sábado.

Por que os cristãos não guardam o sábado


a) Não guardamos o sábado porque ele faz parte de um pacto específico de Deus com o povo de Israel (Êx
20.1 / Êx 19.1 / Êx 31. 13,16 / Rm 2.14);
b) Não guardamos o sábado porque antes do Sinai Deus nunca ordenou que alguém guardasse o sábado.
c) Não guardamos o sábado porque não há nenhuma ordem no Novo Testamento para se guardar o sábado,
embora Jesus e os discípulos guardassem o sábado, pois eram judeus e não poderiam fazer diferente.
d) Não guardamos o sábado porque o Concílio de Jerusalém não pediu aos gentios que observassem o
sábado (At 15.28,29). Considerando que neste concílio foram tratadas coisas à respeito dos gentios, se a
guarda do sábado fosse realmente importante e necessária, certamente isso faria parte das resoluções dos
apóstolos.

Por que os cristãos guardam o domingo


a) Guardamos o domingo porque Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana (João 20.1)
b) Guardamos o domingo porque a promessa do Espírito Santo se cumpriu no primeiro dia da semana.
c) Guardamos o domingo porque Paulo instruiu os cristãos a fazerem a contribuição no primeiro dia da
semana (1 Co 16.2).
d) Guardamos o domingo porque a Igreja do primeiro século o fazia desde o início.

A proibição de Alimentos
É mais uma prática para fazer os adventistas diferentes dos outros grupos cristãos. O adventista
acredita que comer é algo ligado à vida espiritual, não um ato meramente físico para satisfazer o corpo. Eles
se baseiam em Levítico 11 e Isaías 65.4. Mas quais seriam as razões pelas quais Deus proibiu o uso de
alguns animais para alimentação?
Em primeiro lugar, Deus não proibiu que comessem determinadas carnes, ele liberou algumas para
servirem de alimento entre todas as impuras. Devido à queda do homem, toda a terra caiu também,
tornando-se impura (Gn 3.17). Em segundo lugar, os animais que eram considerados impuros foram
purificados quando Jesus reconciliou todas as coisas com Deus (Cl 1.20). O novo testamento nos mostra que
todos os alimentos podem ser consumidos (Mc 7.18,19 / At 10.10-15 / Rm 14.1-3).

O Santuário
Os adventistas discordam da opinião que a expiação foi efetuada na cruz; eles acreditam que o
sangue de Jesus não tinha por objetivo anular o pecado; isso se daria no santuário, até a expiação final.
Para dar base a essa alegação eles inventaram a doutrina do santuário, a qual diz que Jesus veio ao
santuário celestial em 22 de outubro de 1844 para purificá-lo, o que ele ainda está fazendo; depois de
purificá-lo, Ele voltará à Terra. Apegam-se ao texto de Daniel 8.13,14 para afirmar tal absurdo, afirmando
que o texto se refere a Jesus purificando o santuário no céu, quando, na verdade, o texto se refere a Judas
Macabeu purificando e reedificando o templo em Jerusalém.
Essa doutrina maluca e baseada em um único texto fora de contexto surgiu devido ao fato de
falharem as previsões sobre a volta de Cristo. Ellen White deu, então, a explicação de que Cristo entrou no
santuário celeste, ao invés de vir à Terra.

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Entretanto, o trabalho atual de Jesus não é o de purificação, mas sim o de intercessão (Hb 1.3 / Hb
9.24). Jesus entrou no santuário celestial depois de sua ascensão, ou seja, 40 dias após a sua ressurreição (At
1.11 / At 7.55), e não em 1844! Uma das maiores provas de que Jesus Cristo já terminou o seu trabalho é
que ele, para cumprir o papel de Messias é também um sacerdote, e um sacerdote nunca se sentava enquanto
ministrava. A Palavra nos afirma que Ele está ASSENTADO à direita do Pai (Hebreus 8.1), não havendo
nenhum trabalho redentor a ser feito. Seu trabalho agora é o de interceder pelos santos (Hb 7.25). Jesus já
fez completamente a purificação de nossos pecados (Hb 1.3 / Hb 9.23-28).

Satanás, o bode expiatório


Essa é a doutrina mais herética dos Adventistas do sétimo dia; esse é o aspecto principal pelo qual
eles não podem ser considerados como cristãos. A base bíblica deles é uma interpretação falsa de Levítico
16.22,26. Eles interpretam que o bode imolado daquela passagem representava Cristo e que o bode
emissário representava o diabo. Eles pregam que todos os nossos pecados serão lançados sobre o diabo e
carregados por ele; Satanás será, então, destruído, expiando o pecado com a vida. Segundo eles, quando se
completar a obra de expiação no santuário celestial, serão postos sobre Satanás os pecados do povo de Deus.
Duas heresias existem neste argumento: a primeira é que Satanás leva sobre si os pecados dos salvos,
sendo assim co-salvador com Jesus e, a segunda é que Satanás será totalmente aniquilado. A verdadeira
interpretação sobre a passagem é que ambos os bodes representam duas fases da obra expiatória de Cristo. O
bode imolado representa a expiação dos pecados e o bode enviado representa a remoção completa dos
pecados. Se esses dois animais tivessem sido designados para representar dois aspectos opostos entre si,
certamente Deus não utilizaria dois animais da mesma espécie.
Ao contrário deste ensino absurdo, foi unicamente Cristo quem apagou as nossas transgressões e
carregou nossos pecados (Is 53.6 / Jo 1.29 / 1 Pe 2.24). E em relação ao diabo, a Bíblia não deixa dúvidas
quanto ao seu tormento eterno (Ap 20.10).

A Congregação Cristã no Brasil


A Congregação Cristã no Brasil foi fundada pelo missionário italiano Louis Francescon. Ele era
pentecostal, residia em Chicago, nos Estados Unidos. Dedicou-se ao trabalho de evangelismo, promovendo
diversas conferências em várias cidades. Em todos os lugares por onde passava pregando o Evangelho, seus
seguidores abriam Casas de Oração. Em 1910 veio ao Brasil, em São Paulo, para fazer um trabalho de
evangelismo, principalmente entre os imigrantes italianos, nascendo então a Congregação Cristã no Brasil.
De tempos em tempos, Francescon vinha ao Brasil para supervisionar o trabalho.

Por que a Congregação Cristã no Brasil é uma seita falsa?


Há diversos motivos que comprovam que essa seita é falsa e anticristã, pois nega ou distorce algumas
doutrinas básicas do cristianismo. Ao se ler os artigos de fé da Congregação Cristã no Brasil percebem-se
que no início do movimento não havia nada de herético com o grupo; porém, com o passar do tempo, a
maioria dos propagadores do movimento não prega o que o seu fundador escreveu em seus artigos de fé.
Isso se dá devido à falta de instrução e conhecimento bíblico, pois os membros dessa seita são
desestimulados a estudar a Bíblia. Com isso, as idéias pregadas pelos membros dessa seita são diferentes
daquelas pregadas por Francescon no início do século passado.

Orgulho Religioso
Uma das características de uma seita falsa é a afirmação de que só a igreja deles está certa, fazendo do grupo
sectarista, orgulhoso e completamente crítico as demais igrejas cristãs. A Congregação Cristã no Brasil,
como inúmeras seitas, acredita que só eles estão certos, só eles são salvos; afirmam também que as igrejas
evangélicas pregam mentiras e que não há salvação para aquele que não é batizado na Congregação Cristã
no Brasil. Tais pessoas são chamadas de orgulhosas e ignorantes pela Bíblia, pois apesar de nada
entenderem sobre Cristo, estão envaidecidos com a idéia de serem sábios (1 Tm 6.4-5).

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O Rebatismo em nome de Jesus
Os adeptos da Congregação rebatizam aquele que vem de outra igreja evangélica, afirmando que ele
não foi batizado “em nome de Jesus”. Afirmam que Pedro recebeu uma nova revelação no dia de Pentecoste
(At 2.38). Obviamente essa explicação dada por eles é totalmente sem nexo, visto que Jesus seria incapaz de
mudar sua posição sobre esse assunto, a respeito do qual se pronunciara poucos dias antes (Mt 28.19). Além
disso, o sentido do texto em Atos 2.38 é “seja batizado sobre o nome de Jesus”, ou seja, significa que aos
judeus, a quem a mensagem foi dirigida, repousariam a sua esperança e confiança na autoridade messiânica.
Os documentos históricos da Igreja do primeiro século mostram claramente que a Igreja sempre
manteve a ordenança de Jesus em Mt 28.19, batizando “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Não
há um registro sequer de a Igreja nos tempos do Novo Testamento ter realizado rebatismo. Quem sempre
fez isso foram grupos sectários e heréticos.

Proselitismo
Outra característica básica de uma religião falsa é o proselitismo. Os adeptos da Congregação Cristã
no Brasil são essencialmente proselitistas; vivem procurando seus futuros adeptos entre os membros das
igrejas evangélicas. Aproveitam-se do fato de que essas pessoas já foram evangelizadas, procurando assim,
convencer tais pessoas a ingressarem na Congregação. Ele, portanto, não evangelizam, mas injetam o
veneno do fanatismo nos incautos e menos conhecedores da Palavra.

Sonhos, Revelações e Sentimentos ao invés da Bíblia


Os adeptos desta seita vivem de sentimentos, pois tudo o que fazem atribuem ao fato de “terem
sentido pelo Espírito”. Agem dessa forma como se fossem robôs nas mãos de Deus. Afirmam também ser
desnecessário o estudo das Escrituras ou de assuntos religiosos, apelando para as “revelações particulares”,
substituindo, portanto, a Bíblia por sentimentos e emoções.
Sabemos que a única regra de prática e fé do cristão verdadeiro deve ser a Palavra de Deus; nunca se
deve confiar em sonhos, revelações ou sentimentos, pois “enganoso é o coração do homem” (Jr 17.9). Toda
revelação ou profecia deve ser verificada pela Palavra.

Cultura e Estudo
Os membros da Congregação Cristã no Brasil defendem a idéia de que o ancião, que é o líder da
igreja local, não precisa de nenhum tipo de estudo para pregar o Evangelho. Dizem que todo o conhecimento
necessário é dado diretamente pelo Espírito Santo. Afirmam que estudar é adquirir a sabedoria do mundo, e
para fundamentar esse disparate se baseiam erroneamente em Mateus 10.19,20. Devemos, porém, no
lembrar que Paulo era um dos maiores eruditos e interpretes da lei em sua época.

Oração só de joelhos
Os seguidores da seita somente oram de joelhos, afirmando que Deus não ouve qualquer oração que
se fizer de outra forma. Usam, fora de contexto, Filipenses 2.10 para embasar tal ensinamento.
Uma breve análise do contexto nos mostra que este texto faz referência ao fim dos tempos, quando
todos reconhecerão o senhorio de Cristo. Além do mais, a Bíblia é rica em exemplos de pessoas que oravam
as mais variadas formas:
- Deitado (2 Reis 20.1-5)
- Em pé (Lc 18.13,14 / Jo 11,41,42)
- Na cruz (Lc 23.34-42)

16
Religiões
O Islamismo

Maomé, o homem responsável pela mudança da vida do mundo árabe, nasceu em Meca (Cidade
ainda hoje existente na Arábia Saudita), em 570 d.C., no seio da importante tribo dos coreicitas. Perdeu os
pais, ainda muito pequeno e foi adotado pelo avô e, depois da morte deste, pelo tio Abu Talib, cujo filho,
Ali, será um dos primeiros discípulos do futuro profeta e quarto Califa. Atingindo a maioridade, dedicou-se
às atividades comerciais e a tradição lembra que por causa de sua honestidade, virtude bastante rara no
ambiente de Meca, recebeu o apelido de Al-Amin, isto é, o confiável. Por causa da profissão que exercia,
Maomé teve a oportunidade de estar em contato com viajantes árabes que voltavam à pátria provenientes de
muitos países e, graças à sua atenção aos costumes e à religiosidade de outros povos, formou, pouco a
pouco, um grande patrimônio de conhecimentos que, em parte, resumirá em sua pregação. O islamismo está
intimamente relacionado com o mundo árabe.

O Profeta Maomé
Maomé, no ano de 610 d.C., ao completar 40 anos, diz ter tido uma experiência profética em uma caverna
no monte Hira, nos arredores de Meca: o arcanjo Gabriel, com um pergaminho, ordenou-lhe “pregar” (iqra)
– “Recite em nome do teu Senhor”. Após um isolamento no deserto, Maomé voltou à Meca, onde começou
a pregar, tentando divulgar sua doutrina. Proclamou-se profeta ou mensageiro de Deus, enviado aos árabes
para ensinar-lhes o caminho da salvação. Isto foi interpretado, desde o início, pelas poderosas famílias de
Meca como uma tentativa de usurpar a autoridade política da cidade. No entanto, Maomé conseguiu muitos
adeptos, especialmente entre os Beduínos do deserto. Maomé entrava em choque com os interesses
econômicos dos coarixitas que temia que a nova religião diminuísse as peregrinações a Caaba, prejudicando
assim seus negócios. Maomé foi tão perseguido que, em 622 (início do calendário islâmico), para fugir de
seus inimigos, dirigiu-se para Yatreb (mais tarde a cidade passou a ser chamada de Medina, “a cidade do
profeta”). Os habitantes de Yatreb receberam Maomé e seus seguidores, aderindo àquela que passou a ser a
religião islâmica. Maomé conseguiu impor uma única religião, elemento determinante para a unificação
política da região. Para vencer os seus inimigos – os ricos comerciantes de Meca – iniciou uma jihad –
batalha. Maomé queria obter o controle da cidade de Meca. Queria também difundir a nova religião. O
islamismo devia difundir-se por meio de conquistas militares. O nome dado a essas lutas, jihad, é o mesmo
que mais tarde veio a ser utilizado para designar a “guerra santa”. A luta para a causa de Alá ganha
precedência sobre todos os outros interesses, bem como sobre as tradições e os conceitos morais e religiosos
herdados do passado. Em pouco tempo, uma legião de adeptos se junta a Maomé e seus seguidores. Em 630,
a cidade de Meca se rende, sem lutas. Maomé entra em Caaba e destrói os ídolos, símbolos da religião
politeísta, conservando apenas a pedra negra. Tribos beduínas de toda a Arábia se converteram ao islamismo
e aceitaram a autoridade de Maomé como profeta final. Até a sua morte, em 632, Maomé tinha conseguido
unir a Arábia, transformando-a em um só domínio onde a religião se tornara mais importante do que os
antigos laços familiares ou tribais. Após a morte do profeta foi organizada a Sunna, a lei oral do Islã, que
estabelece as bases da tradição e jurisprudência da nova sociedade islâmica. Maomé, o profeta, acreditava
ser instrumento de Deus, enviado aos árabes para ensinar-lhes o caminho da salvação. Maomé atacou com
veemência o politeísmo dos árabes, pois acreditava num só Deus, Criador e Juiz. Estava convencido de que
havia sido escolhido como profeta para trazer aos árabes uma nova religião, que passou a ser chamada de
Islã ou islamismo. A palavra significa “submissão”, já que árabe significa “render-se a Alá” (Alá é a palavra
árabe para Deus). Os seguidores do Islamismo eram chamados de muçulmanos, isto é, “aqueles que se
submetiam a Deus”. Entre os ensinamentos que o profeta transmitiu aos seus seguidores está um rígido
código moral e ético, que incluem alertas e proibições. Entre as principais proibições estão: a ganância e a
desonestidade nos negócios, os jogos de azar, bebidas alcoólicas e o consumo de certos alimentos proibidos,
assim como casamento com não-muçulmanos.
Sua declaração de fé é: “Não há Deus senão Alá, e Maomé é seu profeta”. O Islã considera Moisés e
todos os outros profetas hebreus, bem como Jesus, como “mensageiros da palavra Divina”. Mas afirmam
que Maomé foi o último, e o maior de todos os profetas. Acreditam que o Islamismo é uma continuação dos
ensinamentos judaicos e cristãos. Originalmente Maomé se considerava parte da comunidade judaico-cristã,
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mas aos poucos foi se distanciando dessa idéia. Apesar de sua absoluta centralidade como profeta, em
nenhuma circunstância o Islã cultua a figura de Maomé. Os islâmicos acreditam que tudo na vida deve ser
submetido a Deus. Por isso, muçulmanos têm dificuldades de entender a separação que ocidentais fazem
entre a vida religiosa e a vida secular. Para os muçulmanos, esta é uma atitude completamente errada, pois
não somente indivíduos, mas as instituições de uma sociedade também devem servir a Alá.

Corão ou Alcorão
O Corão ou Alcorão – livro sagrado dos muçulmanos, que de acordo com o islamismo foi revelado
por Deus ao seu profeta Maomé – está escrito em árabe. Até hoje, o elemento árabe é muito importante no
Islã, embora atualmente só uma minoria de muçulmanos seja árabe, já que o islamismo está amplamente
difundido em várias regiões da Ásia e da África. Alcorão quer dizer “recitação”, é o centro da vida religiosa
islâmica, comparável a Tora dos judeus ou ao Novo Testamento cristão. Ainda segundo a tradição islâmica,
são Revelações Divinas que não devem ser questionadas nem modificadas, sendo proibida até mesmo a sua
tradução. Os muçulmanos têm cinco obrigações religiosas básicas chamadas de “os cinco pilares do Islã”:
são cinco obrigações (arkan) que constroem a fé e cuja realização é dever de todo muçulmano.
1- Credo (chahada) – Aceitar e repetir todos os dias: “Não há outro Deus a não ser Alá e Maomé é o seu
profeta”.
2- Oração (salat) – Realizar cinco orações diárias, em horários predeterminados, com o rosto voltado para
cidade de Meca.
3- Caridade (zacat) – Os muçulmanos devem ser generosos com os mais necessitados. Dar esmolas aos
pobres, o equivalente a 2,5 % das economias de um ano.
4- Jejum (saum) – Durante os 40 dias do mês do Ramadan (tempo especial para oração intensa e auto-
exame), o nono mês do calendário islâmico, o muçulmano é obrigado jejuar do nascer do sol até o pôr do
sol.
5- Peregrinação a Meca (haj) – Ao menos uma vez na vida, todo muçulmano adulto que dispõe de meios de
realizar uma peregrinação a Meca, deve fazê-lo.
A Peregrinação à Meca
O alvo da peregrinação é a Caaba, construção em forma de cubo na qual se reverencia um meteorito negro
que fica no centro da grande mesquita em Meca. Na peregrinação, os islâmicos dão sete voltas ao redor da
Caaba, que acreditam tenha sido construída por Abraão ou Ibrahim que se tornou um lugar pagão completo
de ídolos. Maomé retirou as imagens do local após a conquista de Meca em 630, e hoje é o mais sagrado do
mundo islâmico.

SEICHO-NO-IÊ

O grupo religioso conhecido como Seicho-no-iê é uma mistura de grandes religiões tradicionais,
como o Budismo, Xintoísmo, e o Cristianismo, com psicologia, filosofia, medicina e literatura moderna.
Afirma ser a plena harmonia de tudo no universo, assim como diz ser união perfeita de todas as religiões. A
seita possui 3 princípios básicos:
a) Cristo na Palestina, Buda na Índia e os vários deuses do Xintoísmo no Japão, são manifestações do deus
absoluto chamado Amenominakanushi;
b) Todas as religiões possuem uma verdade única como base fundamental;
c) Todos os homens são filhos de Deus;

A principal meta da seita é transmitir tal “verdade única” vivificando e iluminando todas as religiões,
complementando os ensinos de Jesus e de Buda que não tinham sido totalmente esclarecidos, tentando
harmonizar todas as coisas do universo e reunir todas as religiões. Seicho-no-iê significa, casa, lar do
crescimento, da plenitude da vida, amor sabedoria, abundância e todos os demais bens em grau infinito.

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Histórico
O fundador da seita foi Taniguchi Masaharu, nascido no Japão em 22 de novembro de 1893. Nasceu
numa família muito pobre, foi educado por um tio de maneira bastante severa. Era uma pessoa retraída e
apaixonada por leitura. Desgostou-se da vida e passou a maldizer a sociedade. Após contrair várias doenças
venéreas, pensou tê-las passado para uma garota, sobrinha de um chefe seu. Essa situação o perturbava
muito, causando-lhe forte crise de insônia. Ao ler uma obra budista, se auto-sugestionou de que não existe
doença, vindo a se tranqüilizar, “curando-se da insônia” e aliviando sua consciência por um tempo. A obra
budista dizia o seguinte: “Não existe matéria, como não existem doenças: quem criou tudo isso foi o
coração... Visto isso a doença pode ser curada pelo coração”. Tal idéia acabou tornando-se fundamental para
a Seicho-no-iê. Tal pensamento bateu de encontro às necessidades de Taniguchi e foi complementado com a
idéia que ele tirou da seita Omotokyo, de que realmente existe a “alma psíquica”. Taniguchi foi secretário da
seita Omotokyo, cuja doutrina não subjugava o homem sob o peso do pecado e contribuiu para sua
“libertação”.
A seita Omotokyo anunciou a reconstrução do mundo em 1922 (Período pós Primeira Guerra
Mundial), mas como nada aconteceu, Taniguchi passou a considerar Deus impotente. Mudou-se para
Tóquio, onde estabeleceu os fundamentos da seita Seicho-no-iê. Um ano depois publicou o livro "Crítica a
Deus", onde Judas Iscariotes é tido como herói.
Taniguchi afirma ter recebido a revelação divina de que não existe matéria, somente a realidade.
“Você é realidade, você é Buda, você é Cristo, você é infinito inesgotável”. Em 1922 Taniguchi publicou
uma revista com o título de Seicho-no-iê, a qual obteve grande fama, em 1930 passou a publicar muito mais
exemplares da revista e chegava a dizer que quem assinasse a revista estaria livre do medo de todo tipo de
mal. No ano de 1935 a revista já possuía 30.000 assinantes, em 1936 Taniguchi registrou a Seicho-no-iê
como associação cultural, e em 1941 transformou a Seicho-no-iê em seita religiosa, a qual estava
centralizada no deus Komio, um tipo de deus ao qual se dirigem as orações.
Nos dias de hoje a seita possui mais de 3.000.000 de membros em todo o mundo, sendo
aproximadamente 400.000 só no Brasil. Um dos motivos para a grande aceitação da seita é o fato de não
exigir que as pessoas deixem suas antigas crenças, dizem que todas as religiões são boas. Outro motivo é o
fato de pregarem a união de todas as religiões, pois dizem ter a função de eliminar as misturas e apenas
extrair o “ouro puro” que é comum a todas as religiões.

Literatura
a) O principal livro da seita é o Simei no Jissô, o que traduzido quer dizer Verdade da Vida, obra escrita em
40 volumes;
b) A revista Acendedor, com distribuição gratuita com tiragem mensal de 400.000 exemplares, e dizem que
a revista traz paz e felicidade;
c) O livro "Crítica a Deus", onde Judas Iscariotes é mostrado como herói, sendo o seu ato de traição
justificado pelo destino.

Como podemos tirar alguém de uma Seita?


- A melhor coisa é não tentar um confronto direto no primeiro encontro, o que pode assustar o membro dessa
seita e afastá-lo de você.
- Se você é um Cristão, então primeiro interceda em oração pela pessoa.
- Para tirar uma pessoa de uma seita é necessário tempo, energia, e apoio.

- Ensine a verdade:
- Dê-lhe a verdadeira substituição para o sistema de convicção aberrante que ela aprendeu, ou seja, o
Evangelho da Graça de Jesus Cristo.
- Mostre as inconsistências da filosofia do grupo, à luz da Bíblia.
- Estude a seita e aprenda sua história, buscando pistas e informações.
- Tente afastá-lo fisicamente da seita por algum tempo.
- Dê o apoio emocional de que ele precisa.
- Alivie a ameaça de que se ele deixar o grupo estará condenado ou em perigo.
- Geralmente, não ataque o líder do grupo, deixe isso para depois. Freqüentemente o membro da seita tem
lealdade e respeito para com o fundador ou líder.

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