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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – UFSC

CENTRO TECNOLÓGICO – CTC
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL – ECV

MARCUS CORTINHAS DE CARVALHO

DIMENSIONAMENTO DA COBERTURA DE UM POSTO
DE COMBUSTÍVEL

Florianópolis
2014

MARCUS CORTINHAS DE CARVALHO

DIMENSIONAMENTO DA COBERTURA DE UM POSTO
DE COMBUSTÍVEL

Trabalho de conclusão de curso apresentado
ao Curso Engenharia Civil da Universidade
Federal de Santa Catarina para a obtenção do
grau de bacharel em Engenharia Civil.
Orientador: Prof. Dr. Leandro Fleck Fadel
Miguel.

Florianópolis
2014

Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor,
através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC.

Carvalho, Marcus Cortinhas de
Dimensionamento da cobertura de um posto de combustivel
/ Marcus Cortinhas de Carvalho ; orientador, Leandro Fadel
Miguel - Florianópolis, SC, 2014.
243 p.

Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) -
Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico.
Graduação em Engenharia Civil.

Inclui referências

1. Engenharia Civil. 2. dimensionamento estrutural . 3.
cobertura de um posto de combustivel. 4. estrutura
metálica. I. Fadel Miguel, Leandro. II. Universidade
Federal de Santa Catarina. Graduação em Engenharia Civil.
III. Título.

............................. 11 2.7 Peças tracionadas ....... 12 2............................................ 7 1.. 21 2.................................. 12 2.......2 LANÇAMENTO DA ESTRUTURA .............3........................................ 18 2.............. 13 2..............................................................................................6 Fadiga............ 11 2...................................................3......................... SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO .............................3................. 17 2..................................................................3.....................3 Condições de segurança em estruturas metálicas .......................................................1 Propriedades físicas gerais .................................................................................................... 33 3...........................................................................................6 Resistências ........................................................................................2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS .........................2...........................1 OBJETIVO GERAL ....2.................................................................3 Vento .................................... 10 2...................3 ELABORAÇÃO DE UM PROJETO ESTRUTURAL .......2 PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS AÇOS ESTRUTURAIS .......................... 24 2............................................... 41 ..................................................................................1 Permanente ............................. 30 3.......................3.................. 7 2 REVISÃO DE LITERATURA ........................................................4 Ações ...............................................7 Corrosão ...................1 Método das Tensões Admissíveis .......................................... 30 3.....3..................1 Tapamento da cobertura ....................................................................... 30 3.........................3..................... 13 2...............................................2.......................................................8 Tensões Residuais ..............................................................3 CARREGAMENTOS ..........................4...2........................3...........................................................................................2..........................5 Combinações de ações ................................................... 12 2.............................................2.........................1 O AÇO NA CONSTRUÇÃO CIVIL ................................1 CARACTERÍSTICAS DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS .............3.......2......................................................................................................................3............................................ 14 2........................ 22 2........................... 41 3...............................................................3 Fragilidade .............................. 32 3.................................................................... 33 3............................................................................................................................................................2 Método dos Estados Limites ...4 Resiliência e Tenacidade ..................................2 Ductilidade ........2.................................................3.......................... 27 3 CONCEPÇÃO ESTRUTURAL ....2 Sobrecarga ...................5 Dureza .. 15 2...........................................................................................................9 Peças fletidas ..................................... 7 1...................3............................................................................................ 10 2..................... 9 2........... 9 2..............8 Peças comprimidas .......................................................... 11 2...............................................4 DIMENSIONAMENTO ESTRUTURA SECUNDÁRIA ............ 33 3.......................................... 19 2......

......5........................................................................................................................................................................................................................7 Treliça 12... 161 ANEXO C – Catálogo Comercial de Perfis Metálicos...........5.....5 ANÁLISE DA ESTRUTURA PRINCIPAL ................................ 58 3................... 158 ANEXOS ......................................................................................................................................................................................................... 71 3...............2 Treliça 02 e 03 ........................................................................... 10 e 11 .................... 145 3........................ 85 3.......................3 Tirantes ....... 162 APÊNDICES ....................................................... 156 5 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..........................5..5... 160 ANEXO B – Catálogo Comercial de Telhas Metálicas ....................... 163 APÊNDICE A – Dimensionamento da Estrutura ............5......................................................4 Treliça 06 .............................................................. 164 ....................................................4........................................................................................6 Treliça 09..5........... 126 3.............. 100 3..................................................Projeto Arquitetônico do Posto de Combustível ................................9 Dimensionamento dos chumbadores e placa de base....................... 54 3....... 74 3.........................................................................................1 Treliça 01 e 04 .............................................................8 Dimensionamento das colunas ..........................................................4................................ 107 3............................................................................................................ 159 ANEXO A ......5..............2 Terças..................... 42 3.......................................... 57 3........................................ 153 4 CONCLUSÃO ...........5.............................................................................................................................................. 3.......................5 Treliça 07 e 08 .............................................................3 Treliça 05 ...5................................. 13 e 14 ...................

......... 02... 46 Tabela 5 ............... 37 Tabela 2 ............. 106 Tabela 15 ............ 10 e 11 ..............................Valores esforços solicitantes treliças 01 e o4 .. ÍNDICE DE TABELAS Tabela 1 .Esforços solic............................................. de resistência por barra Treliças 09...........Valores esforços solicitantes treliças 09........................................Valores esforços solicitantes treliça 05 .Verificação de combinação de esforço ...........Valores dos coeficientes externos .............. 10 e 11 ............. 102 Tabela 14 .. de resistência por barra Treliças 01.......... 144 Tabela 19 .................................. 40 Tabela 4 ............................. 73 Tabela 9 ........................................................ de resistência por barra Treliças 07 e 08 ...Coeficientes de pressão .e cap................. 70 Tabela 8 ..................................... 99 Tabela 13 ..... 152 ............ de resistência por barra Treliças 12............................................ 39 Tabela 3 .e cap..............................................Esforços solic............. 62 Tabela 7 ............ de resistência por barra Treliça 06 .................................Esforços solicitantes.....................Esforços solicitantes e cap..............Esforços solic...............Esforços solicitantes nas colunas .................. 128 Tabela 18 ............. 03 e 04 .Esforços solicitantes e cap. 13 e 14 .. 52 Tabela 6 ........ 146 Tabela 20 .Valores esforços solicitantes treliças 12........................ e cap...................Valores esforços solicitantes treliças 02 e 03 .Esforços solic...........Coeficientes Ce ......... 76 Tabela 10 .............................................. 109 Tabela 16 ...... 13 e 14 ....e cap.................................................................. 125 Tabela 17 ............. de resistência por barra Treliça 05 .........Valores esforços solicitantes treliças 07 e 08 .....................................Verificação de combinações de esforços ..Valores esforços solicitantes treliça 06 .. 87 Tabela 12 ................ 84 Tabela 11 .......

............................ 40 Figura 8 ..................................................Carregamento 𝐹𝑑3 Treliça 05 . 61 Figura 20 ................................................................................. 75 Figura 27 ................distribuição treliças ...........................................................................................Eixo de maior inércia .............................................................Diagrama 𝑀𝑟 𝑣𝑠 𝜆 ...................... 61 Figura 18 ...............Disposição das terças com carregamento do vento ......... 61 Figura 19 .Eixo de menor inércia ..... 38 Figura 7 ...............................Treliça 01 .................... 61 Figura 17 ................................................... 45 Figura 12 ......... 76 Figura 29 ....................................Carregamento 𝐹𝑑3 Treliças 02 e 03 .......................................................................................Carregamento 𝐹𝑑1 Treliça 05 ....Carregamento 𝐹𝑑4 Treliça 05 ..Esquema demonstrativo sotavento ......Esquema demonstrativo sotavento ...........................................Carregamento 𝐹𝑑1 Treliça 01 e 04 ..................................... 73 Figura 25 ....... 40 Figura 9 ........Carregamento 𝐹𝑑2 Treliça 05 ................................................... 58 Figura 16 ..............................Carregamento 𝐹𝑑4 Treliça 01 e 04 ........................................Distribuição das terças e tirantes ....... 32 Figura 4 .................................................... 56 Figura 14 ............................................................................................ 43 Figura 10 ....... 10 Figura 2 ........................... 62 Figura 21 ........................................ 76 Figura 28 ............................................. 44 Figura 11 ................................................................Esquema demonstrativo barlavento .........................Esquema de distribuição de cargas.................................. 86 ........................................... 46 Figura 13 .Carregamento 𝐹𝑑2 Treliças 02 e 03 ...................................................................... 38 Figura 6 ........................................................ .Distribuição estrutural escolhida (vista frontal) ..............Esquema demonstrativo barlavento ............Disposição dos tirantes (medidas em metros) .................................................Diagrama tensão-deformação de um aço carbono ...Carregamento 𝐹𝑑1 Treliças 02 e 03 ............................... 72 Figura 22 ....... 75 Figura 26 .......................Carregamento 𝐹𝑑4 Treliças 02 e 03 ..................................................................... 27 Figura 3 – Distribuição estrutural escolhida (vista superior) .......................................... ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1 .................................................................................. 73 Figura 23 ................................................................ 73 Figura 24 .................................Carregamento 𝐹𝑑2 Treliça 01 e 04 .................. 57 Figura 15 ........Carregamento 𝐹𝑑3 Treliça 01 e 04 .........................................................Carregamento 𝐹𝑑1 Treliça 06 ...... 32 Figura 5 ...................................................

.Carregamento 𝐹𝑑2 Treliças 09.... 155 .......................Placa de base e chumbadores ..........................Carregamento 𝐹𝑑4 Treliças 07 e 08 ..................Carregamento 𝐹𝑑1 Treliças 07 e 08 .......................................... 102 Figura 36 .... 13 e 14 ...... 10 e 11 ...........................................................................................................................Carregamento 𝐹𝑑2 Treliça 06 .........................................Carregamento 𝐹𝑑3 Treliças 12...........Carregamento 𝐹𝑑4 Treliça 06 .... 87 Figura 32 .............. 127 Figura 42 ......... 127 Figura 43 ....... 13 e 14 ...Carregamento 𝐹𝑑1 Treliças 12.................... 128 Figura 45 ....................Carregamento 𝐹𝑑3 Treliça 06 ........ 10 e 11 ........................................................................ 10 e 11 ........ 87 Figura 31 . 108 Figura 40 .............Carregamento 𝐹𝑑4 Treliças 09.Carregamento 𝐹𝑑2 Treliças 07 e 08 ................................ 127 Figura 44 .............Figura 30 ......................................... 101 Figura 35 .. 108 Figura 39 ..................................................................................... 13 e 14 ..... 102 Figura 37 ...........................Carregamento 𝐹𝑑3 Treliças 09..................Carregamento 𝐹𝑑1 Treliças 09................................................................................................... 108 Figura 38 ....Carregamento 𝐹𝑑4 Treliças 12..........Carregamento 𝐹𝑑2 Treliças 12............... 13 e 14 ..... 109 Figura 41 ......Carregamento 𝐹𝑑3 Treliças 07 e 08 ......................................................................................... 101 Figura 34 ................................. 10 e 11 ........ 87 Figura 33 ...............

Esta vantagem permite que. e garantir plenas condições de uso e integridade estrutural.00 m² de área. apesar da área relativamente pequena das suas seções e da densidade elevada. no município de Palhoça . . Além do dimensionamento. Estrutura metálica.Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios. o dimensionamento seguiu os cálculos indicados na norma NBR 8800/08 . este empreendimento está localizado às margens da Rodovia BR-101. considerações teóricas e práticas. também fazem parte deste trabalho a apresentação as pranchas de projetos.SC. Dimensionamento estrutural. Palavras-chave: Posto de combustível. De modo a suportar as solicitações de utilização. O presente trabalho tem como objetivo principal apresentar o dimensionamento da estrutura metálica de cobertura de um posto de combustível. RESUMO A alta resistência do aço em seus diversos estados de tensão agrega às estruturas metálicas o suporte a grandes esforços e vãos. km 224+920m. os elementos de aço de uma estrutura possam ser mais leves e esbeltos do que elementos de concreto armado. Com aproximadamente 395. e memorial de cálculo.

maior área útil. 7 1 INTRODUÇÃO Largamente usado na construção civil. NBR 6120/1980 – Cargas para o Cálculo de estruturas de Edificações e NBR 6123/1988 – Forças Devidas ao Vento em Edificações. no município de Palhoça – SC. São também apresentadas as pranchas com os desenhos e detalhamentos necessários para sua execução. Para que a estrutura suporte as solicitações. Esta edificação comercial será projetada para um terreno real localizado na Rodovia BR-101 Km 224 + 920m sentido Norte. o aço pode estar presente como parte das obras ou como material principal. menor prazo de execução. garantia de qualidade.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Analisar o projeto arquitetônico e realizar a concepção da estrutura metálica. com base na norma brasileira de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios (norma ABNT NBR 8800:2008) de um posto de combustível. seu dimensionamento juntamente com o embasamento teórico que foi utilizado para o mesmo. as quais se encontra submetida durante sua vida útil.1 OBJETIVO GERAL Este trabalho tem por objetivo principal o dimensionamento de uma estrutura metálica. Os elementos que compõem a estrutura serão treliças apoiadas em pilares de perfil laminado HP. de maneira segura. 1. compatibilidade com outros materiais. este trabalho apresenta o projeto estrutural de uma cobertura metálica de um posto de combustível.  Estudo dos tipos de elementos e ligações. racionalização de materiais e mão-de- obra. O sistema construtivo em aço permite liberdade no projeto de arquitetura. alívio de carga nas fundações. Com a finalidade de demonstrar parte do conhecimento adquirido durante o curso de Engenharia Civil. . flexibilidade. 1. foram seguidas as seguintes normas técnicas: NBR 8800/2008 . maior organização nos canteiros de obras e precisão construtiva.Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios.

. 8  Análise estrutural e dimensionamento final da estrutura. parte calculada com auxílio do software Ftool e o restante manualmente.  Detalhamento das peças estruturais do projeto e elaboração das pranchas.

Atualmente as grandes estruturas modernas contão com diversas categorias de aço. Utilizou-se nas construções. os aços estruturas. Quanto a sua aplicação. 1996). mas somente após o surgimento de fornos que permitiram a produção em grande escala é que o aço pode substituir o ferro forjado e o ferro fundido. foram introduzidos os laminadores de barras. cada qual com sua característica (CHIAVERINI.1 O AÇO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Aço é uma liga de ferro e carbono. 9 2 REVISÃO DE LITERATURA 2. como fósforo. com dois tipos de elementos: elementos residuais decorrentes de do processo de fabricação. que são aços carbono acrescidos de elementos de liga ou apresentam altos teores de elementos residuais. contendo teor normal de elementos residuais. Já o emprego de aços de baixa liga. Por volta de 1880. os aços podem ser classificados em muitas categorias. silício. enxofre e manganês. Em relação a composição química os aços podem ser classificados em aço carbono. até meados do século XX. utilizando materiais de maior resistência em pontos com maiores tensões. e elementos adicionados com o propósito de melhorar as características mecânicas e físicas do material denominados elementos de liga. e aços liga. ambos com baixo e médio teores de carbono são muito utilizados em estruturas. . Também importante é a resistência a corrosão. Aços estruturais com elevada resistência são obtidos por tratamentos térmicos ou por processos conformação. onde temos como requisito muito importante uma boa ductilidade. obtida com um pequeno acréscimo de cobre. Como exemplo. O aço já era conhecido desde a antiguidade. A partir de 1950 começa o crescimento na utilização de aços de maior resistência. Os aços carbono e os aços em baixo teor de liga ou microligados. quase que exclusivamente o aço carbono com resistência à ruptura de cerca de 370Mpa. soldabilidade e homogeneidade. com ou sem tratamento térmico só foi difundido a partir das décadas de 1960/70. além de uma elevada relação entre tensão resistente e a de escoamento.

O engenheiro estrutural deve ter sempre em mente o diagrama de tensão-deformação. onde o material apresenta uma propriedade caracterizada pelo aumento da deformação com tensão constante.Diagrama tensão-deformação de um aço carbono 2. chamada de tensão de ruptura 𝑓𝑢 . pois com o mesmo. por último encontra-se um trecho chamado de encruamento do aço.2. onde ocorre um aumento da deformação com um pequeno aumento de tensão. um segundo trecho (patamar de escoamento). A fase de encruamento não tem importância prática para o projeto de estruturas metálicas a não ser para identificar o valor da tensão na qual o metal se rompe. Na Figura 1. pois o material ainda se encontra no regime elástico.1 Propriedades físicas gerais . temos um exemplo típico de gráfico tensão-deformação de um aço carbono. obtêm-se informações necessárias para entender como será o comportamento do aço em uma situação particular. Figura 1 . podemos observar um trecho inicial linear (reta de proporcionalidade). 10 2. chamada escoamento ou cedência.2 PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS AÇOS ESTRUTURAIS Para entender como uma estrutura de aço vai se comportar é necessário que o calculista tenha conhecimento das características do aço empregado.

por tanto é de grande importância o estudo das condições em que os aços tornam-se frágeis. 2. sem aviso prévio.000 𝑀𝑃𝑎  Coeficiente de Poisson.2. 𝑣𝑎 = 0. gerando grandes deformações antes da ruptura da estrutura.2 Ductilidade É a capacidade que o material tem em se deformar sob ação de carga. aços dúcteis. esse comportamento plástico nos fornece avisos da atuação de cargas elevadas. por exemplo.2.2.000 𝑀𝑃𝑎  Coeficiente de dilatação térmica. Considerando uma visão mais ampla da estrutura. sofrem deformações plásticas capazes de redistribuir as tensões. PFEIL.3  Módulo de elasticidade transversal. Materiais frágeis se rompem bruscamente. Quando sujeitos a tensões locais elevadas. 2. 2009).3 Fragilidade É o oposto da ductilidade. efeitos térmicos locais causados. 𝐺 = 77. 𝛽𝑎 = 12 × 10−6 por ˚𝐶 −1 𝑘𝑁  Peso específico. 11 Segundo a NBR 8800. 𝛾𝑎 = 77 𝑚3 2. Baixas temperaturas ambientes. Este comportamento dúctil permite considerarmos uma distribuição de carga uniforme entre todos os parafusos de uma ligação parafusada.4 Resiliência e Tenacidade . as seguintes características físicas devem ser adotadas em todos os aços estruturais na faixa normal de temperaturas atmosféricas:  Módulo de elasticidade ou Módulo de Young. Inúmeros acidentes com navios e pontes foram provocados pela fragilidade do aço proveniente de procedimentos inadequado de solda (PFEIL. 𝐸 = 𝐸𝑎 = 200. por solda elétrica podem fazer com que o aço torne-se frágil.

No diagrama tensão-deformação a resiliência é a área do diagrama até o limite de proporcionalidade.7 Corrosão É a reação do aço com alguns elementos encontrados no ambiente em que o mesmo está exposto. PFEIL. absorvida por unidade de volume até a ruptura do metal. podendo levar a peça em questão ao colapso. . A dureza é medida pela resistência que a superfície do material oferece à penetração de uma peça de maior dureza. podem ocorrer quando as mesmas trabalham sob efeito de esforços repetitivos em grande número. Pontos de concentração de tensões. Já a tenacidade é a energia total.2.2.2. 2009). por exemplo. 12 Estas duas propriedades podem ser definidas com a assistência do diagrama tensão-deformação. 2. tanto elástica quanto plástica. 2. uniões por soldas e redução da seção por corrosão. É denominado módulo de resiliência ou simplesmente resiliência a quantidade de energia elástica que pode ser absorvida por unidade de volume do metal tracionado (PFEIL. reduzem a resistência à fadiga de uma determinada peça metálica.5 Dureza É a capacidade do aço de resistir a risco ou abrasão.6 Fadiga Ruptura de peças metálicas com tensões menores que as obtidas em ensaios estáticos. Por tanto. A tenacidade é representada no diagrama tensão-deformação pela área total. A corrosão promove a perda de seção das peças. e estão relacionadas com a capacidade do metal de absorver energia mecânica. 2. variação brusca na forma da seção. Este efeito é chamado de fadiga do metal. é a capacidade que o metal tem de devolver a energia mecânica absorvida durante o regime elástico.

em elementos tracionados. materiais a serem utilizados e o sistema construtivo. danos locais. desenvolve uma película (pátina) produzida pela própria corrosão. O projeto estrutural pode ser resumido em três etapas principais. Cálculo estrutural ou . Por causa da ductilidade do aço. O aço resiste à corrosão.3 ELABORAÇÃO DE UM PROJETO ESTRUTURAL Os objetivos de um projeto estrutural são:  Garantia de segurança estrutural evitando-se o colapso da estrutura. perfis metálicos laminados a quente. entretanto.2. 2.  Garantia de bom desempenho da estrutura evitando-se a ocorrência de grandes deslocamentos.8 Tensões Residuais São as tensões que permanecem nos elementos metálicos depois da laminação. que se transforma em uma barreira reduzindo a evolução do processo. A adição de cobre na composição química do aço aumenta sua resistência à corrosão atmosférica (PFEIL. vibrações. Quando resfriados de maneira desigual. ou seja. tendo em visa que a parte central da peça resfria mais lentamente que as partes mais próximas as extremidades. antes de tensões nominais atingirem o patamar de escoamento. 13 As maneiras mais usadas para proteção dos aços contra a corrosão são a pintura e a galvanização. Projeto básico ou anteprojeto. onde é realizado um estudo para definir o sistema estrutural. podem apresentar tensões residuais. os efeitos das tensões residuais não são significativos. ao ser exposto ao ar. A ocorrência de tensões residuais acelera o comportamento inelástico quando cargas são aplicadas a elementos estruturais. e para isso a norma utiliza o conceito de curvas de flambagem. tensões de escoamento ocorrem em partes localizadas do membro estrutural. PFEIL. para elementos fletidos esbeltos o momento resistente deve ser levado em consideração. 2009). 2. as tensões residuais proporcionam uma queda da cara crítica teórica de Euler. Já para membros ideais ou perfeitos comprimidos. Tensões residuais não tem efeito no momento resistente para elementos fletidos compactos.

além dos conhecimentos de resistência dos matérias e análise estrutural (PFEIL. para calcular as dimensões da estrutura.1 Método das Tensões Admissíveis O dimensionamento de estruturas metálicas utilizando este método teve início nos desenvolvimentos de Resistência dos Materiais em regime elástico. Por último. 14 dimensionamento.3. entre outras. As normas são um conjunto de documentos oficiais para cada tipo de estrutura. o detalhamento. PFEIL. tendo sempre como meta garantir um bom desempenho da estrutura e sua segurança. (02) 𝛾 . padrões de testes para caracterização dos matérias e limites dos valores de características mecânicas. passou a ser utilizado. que no Brasil é conhecido como Método dos Estados Limites. Segundo o método das tensões admissíveis. desenhos executivos da estrutura contendo as especificações de todos os seus componentes (PFEIL. (01) 𝑓𝑦𝑘 𝜎𝑎𝑑𝑚 = . nesta etapa é dimensionado a estrutura e também suas ligações. 2009). 𝜎𝑚𝑎𝑥 < 𝜎𝑎𝑑𝑚 . Como exemplo de regras e de recomendações temos: critérios de segurança. um grande número de regras e de recomendações devem ser seguidas. definição de níveis de carga que representem a situação mais desfavorável. Atualmente podes encontrar um número grande de normas que nos oferecem as exigências mínimas para o projeto de estruturas seguras. o Método dos Coeficientes Parciais. PFEIL. 2009). mas não menos importante. o critério utilizado era o Método de Tensões Admissíveis. De maneira gradativa. onde existem regras e especificações utilizadas por todos os engenheiros na elaboração dos projetos. regras executivas. Nas fases de dimensionamento e detalhamento. Até meados da década de 1980. 2. limites de tolerâncias para imperfeiçoes na execução. quando a máxima tensão solicitada σ em cada seção é inferior a uma tensão resistente reduzida por um coeficiente de segurança 𝛾 o dimensionamento é considerado satisfatório.

deformações. 2. A tensão máxima é calculada a partir dos esforços solicitantes (momento fleto. 15 Onde.2 Método dos Estados Limites Este método tem com essência a resposta de uma estrutura perante a um determinado carregamento. De acordo com a norma NBR 8681 (Ações e segurança nas estruturas - Procedimentos). os estados limites de uma estrutura são aqueles a partir dos quais a estrutura apresenta desempenho inadequado a finalidade da construção. 𝜎𝑎𝑑𝑚 é a tensão admissível. independentemente de sua origem. em geral a incerteza quanto a um valor especificado de carga de peso próprio é menor que a incerteza associada a uma carga proveniente do uso da estrutura.3. deslocamentos e esforços não excederem os limites estabelecidos por norma. esforço normal. . entre outros) que são obtidos a partir da análise em regime elástico da estrutura para cargas em serviço. Estes limites são conhecidos como estados limites e são pré-determinados por normas. 2009):  Utiliza-se de um único coeficiente de segurança para expressar todas as incertezas. 𝑓𝑦𝑘 é a tensão de escoamento ou tensão resistente. deslocamentos ou tensões. Por exemplo. dependendo do material utilizado na estrutura. Entretanto somente será considerado satisfatório quando esta resposta não ultrapasse limites de esforços. O Método das Tensões Admissíveis possui limitações (PFEIL. 𝛾 é o coeficiente se segurança (que deve ser maior que a unidade) e 𝜎𝑚𝑎𝑥 é tensão máxima. Por tanto. Não se consideravam reservas de resistência existentes após o início da plastificação.  Em sua origem o método previa a análise estrutural em regime elástico com o limite de resistência associado ao início de plastificação da seção mais solicitada. nem a redistribuição de momentos fletores causada pela plastificação de uma ou mais seções de estrutura hiperestática. certos valores limites devem ser respeitados para que as deformações. PFEIL. A resposta de tal estrutura dependerá da rigidez e resistência e também do tipo e magnitude das ações aplicadas.

perda de equilíbrio como corpo rígido. assegurando que os mesmos não ocorram. ruptura de uma ligação ou seção. é necessário verificar o comportamento de mesma sob a ação das cargas em serviço. Os estados limites de serviços podem ser oriundos de um ou mais dos seguintes fatores: vibrações excessivas. pelo calculista da estrutura.  Estados limites de utilização ou de serviço (ELS). Em estruturas metálicas os estados limites últimos podem ser oriundos de um ou mais dos seguintes fatores: ruptura por fadiga. Na hora de aplicar este método os seguintes aspectos devem ser considerados: a) reconhecimento de todos os estados limites. Para que a estrutura atenda aos objetivos para os quais foi projetada. dos estados limites significativos. Deve-se. é o que se faz com os estados limites de utilização. 16 Os estados limites podem ser divididos em dois: estados limites últimos e estados limites de serviço. Estes estão associados a acontecimentos externos. e podem levar a estrutura ao colapso parcial ou total. identificar as maneiras pelas quais a estrutura poderia deixar de preencher os requisitos para os quais foi projetada e modos possíveis de que a mesma entre em colapso. entre outros. por exemplo. plastificação total de um elemento estrutural ou de uma seção. . ou também prejuízos a componentes não estruturais. c) a consideração. evitar sensações de insegurança dos usuários de uma construção na presença de deslocamentos ou vibrações excessivas.  Estados limites últimos (ELU). pequenos danos que comprometam o aspecto estético ou a durabilidade da estrutura. Uma estrutura metálica deve satisfazer as funções a que se destina. tais como esquadrias ou alvenarias. flambagem de barras como um todo. deslocamentos ou deformações excessivas que afetam a utilização normal da estrutura. logo ao dimensionar tal estrutura. a norma NBR 8800/08 estabelece que para o método dos estados limites o dimensionamento de uma estrutura exige que nenhum estado limite aplicável seja excedido quando a estrutura for submetida a todas as combinações apropriadas de ações. cargas excessivas. por tanto. b) determinar para cada estado limite os níveis aceitáveis de segurança.

 Condições relativas aos estados limites últimos (ELU): 𝑅𝑑 ≥ 𝑆𝑑  Condições relativas aos estados limites de serviço (ELS):𝑆𝑠𝑒𝑟 ≤ 𝑆𝑙𝑖𝑚 . por meio dos coeficientes de majoração e de ponderação respectivos transformando-os nos valores de cálculo. onde as ações foram afetadas pelo coeficiente 𝛾𝑓 e as resistências pelo fator 𝛾𝑚 . representados pela variável 𝑆𝑑 . representadas pela variável 𝑅𝑑 . A principal dificuldade de segurança estrutural é garantir que a resistência da estrutura seja suficiente para suportar os efeitos ou solicitações da máxima ação ou combinação de ações que a estrutura pode suportar durante a fase de construção e toda sua vida útil. o processo de verificação é o inverso e tem por base o conceito dos valores de cálculo dos esforços atuantes. O caráter semi-probabilístico da verificação da segurança é introduzido quando é executada a transformação dos valores característicos das ações e das resistências representados por 𝑆𝑘 e 𝑅𝑘 . para cada caso de solicitação. como ilustrado na figura anterior. frequentemente começando pelo estado limite mais crítico. para as estruturas comuns. condicionando valores para os coeficientes de majoração das solicitações. tanto de 𝑆𝑑 como de 𝑅𝑑 . tipos e características das combinações destas ações e também para os coeficientes de majoração das resistências. o calculista é responsável pelo item (c). A determinação dos valores destes coeficientes é feita por meio de uma distribuição normal de probabilidade. Na prática.3 Condições de segurança em estruturas metálicas Para projetos de estruturas metálicas no Brasil. 2. os pontos (a) e (b) são cobertos pelas normas. 17 Para projetos de edifícios mais corriqueiros. e no conceito das resistências de cálculos. NBR 8800:2008 e NBR 14762 estipulam os seguintes procedimentos para a introdução de segurança. coeficientes estes obtidos por considerações probabilísticas para cada tipo de estado limite e geralmente como produtos de coeficientes parciais. Logo.3. as normas NBR 8681:2004. onde são indicados os estados limites que devem ser considerados.

4. dado por: 𝛾𝑓 = 𝛾𝑓1 𝛾𝑓2 𝛾𝑓3 . 2. 18 2. 2. móveis. os empuxos permanentes.4.4 Ações excepcionais Ações excepcionais são as que têm duração extremamente curta e probabilidade muito baixa de ocorrência durante a vida da construção.4. como explosões. instalações permanentes. incêndios. choques de veículos. enchentes e sismos excepcionais.3.1 Ações permanentes diretas As ações permanentes diretas são constituídas pelo peso próprio da estrutura e pelos pesos dos elementos construtivos fixos. ação do vento e variação de temperatura. como sobrecargas em pisos e coberturas.3 Ações variáveis Ações variáveis ocorrem com valores que apresentam variações significativas durante a vida útil da construção. causados por terra e de outros materiais granulosos quando admitidos não removíveis.3.4 Ações 2. deslocamentos de apoio e imperfeições geométricas.2 Ações permanentes indiretas As ações permanentes indiretas são constituídas pelas deformações impostas por retração e fluência do concreto.5 Coeficientes de ponderação das ações As ações devem ser majoradas pelo coeficiente de ponderação 𝛾𝑓 . 2.3.3.3. equipamentos. (03) .3. 2. divisórias.4.4.

𝐹𝑄𝑗.5 Combinações de ações De acordo com a norma NBR8800/2008.𝑘 + ∑𝑗=2(𝛾𝑞𝑗 𝜓0𝑗 𝐹𝑄𝑗. um carregamento é feito pela combinação das ações que têm probabilidade não desprezáveis de atuarem simultaneamente sobre as estruturas.5. de construção e excepcional. A combinação das ações deve ser feita de forma que possam ser determinados os efeitos mais desfavoráveis para a estrutura.  Combinação última normal As combinações últimas normais decorrem do uso previsto para a edificação e aplica-se a seguinte expressão: 𝐹𝑑 = ∑𝑚 𝑛 𝑖=1(𝛾𝑔𝑖 𝐹𝐺𝑖. respectivamente.  Combinações últimas especiais .𝑘 é o valor característico da ação variável considerada como principal. 19 Onde: 𝛾𝑓1 é a parcela do coeficiente que considera a variabilidade das ações.3. 2. 𝛾𝑓3 é a parcela do coeficiente que considera os possíveis erros de avaliação dos efeitos das ações.𝑘 valores característicos das ações variáveis simultâneas com a ação principal.𝑘 são os valores característicos das ações permanentes.𝑘 ) + 𝛾𝑞1 𝐹𝑄1. especial.1 Combinações últimas As combinações últimas são classificadas em normal. a verificação dos estados limites últimos e dos estados limites de serviço deve ser realizada em função de combinações ultimas e combinações de serviço. 𝐹𝑄1. durante um período preestabelecido. 𝛾𝑓2 é a parcela do coeficiente que considera a simultaneidade de atuação das ações. 2. (04) Onde: 𝐹𝐺𝑖.3.𝑘 ) .

𝐹𝑄1.𝑒𝑥𝑒 + ∑𝑗=1(𝛾𝑞𝑗 𝜓0𝑗.3.𝑘 ) .𝑘 + ∑𝑗=2(𝛾𝑞𝑗 𝜓0𝑗. (06) Onde: 𝐹𝑄. (08) .𝑘 ) . 20 Aplica-se a seguinte expressão: 𝐹𝑑 = ∑𝑚 𝑛 𝑖=1(𝛾𝑔𝑖 𝐹𝐺𝑖. frequentes e raras de acordo com o tempo de permanência na estrutura.𝑘 é o valor característico da ação variável especial. 2.𝑘 representa os valores característicos das ações vaiáveis que podem atuar concomitantemente com a ação variável especial.𝑒𝑥𝑒 é o valor da ação transitória excepcional.𝑒𝑓 representa os fatores de combinação efetivos da cada uma das ações variáveis que podem atuar concomitantemente com a ação variável especial 𝐹𝑄1 .𝑘 ) + 𝛾𝑞1 𝐹𝑄1.𝑘 ) + 𝐹𝑄. de 105 vezes em 50 anos.  Combinações quase permanentes de serviço São as que atuam durante grande parte da vida da estrutura. 𝐹𝑠𝑒𝑟 = ∑𝑚 𝑛 𝑖=1 𝐹𝐺𝑖. ou que tenham duração total igual a uma parte não desprezível desse período.5.𝑒𝑓 𝐹𝑄𝑗. 𝐹𝑄𝑗.𝑘 + 𝜓1 𝐹𝑄1. 𝜓0𝑗.𝑒𝑓 𝐹𝑄𝑗. (05) Onde: 𝐹𝐺𝑖. (07)  Combinações frequentes de serviço São aquelas que se repetem muitas vezes durante o período de vida da estrutura.𝑘 ) .  Combinações últimas excepcionais Aplica-se a seguinte expressão: 𝐹𝑑 = ∑𝑚 𝑛 𝑖=1(𝛾𝑔𝑖 𝐹𝐺𝑖.𝑘 + ∑𝑗=2(𝜓2 𝐹𝑄𝑗. acima da metade desse período.2 Combinações de serviço As combinações de serviço são classificadas em quase permanente.𝑘 são os valores característicos das ações permanentes. da ordem de 5%.𝑘 + ∑𝑗=1(𝜓2𝑗 𝐹𝑄𝑗.𝑘 ) . 𝐹𝑠𝑒𝑟 = ∑𝑚 𝑛 𝑖=1 𝐹𝐺𝑖.

𝛾𝑚1 é a parcela do coeficiente que considera a variabilidade da resistência dos materiais envolvidos. (09) 2. 2. 𝛾𝑚 é o coeficiente de ponderação da resistência .𝑘 + ∑𝑗=2(𝜓1 𝐹𝑄𝑗. definidos como aqueles que.6.3.6 Resistências 2. num lote de material.1 Valores característicos As resistências dos materiais são representadas pelos valores característicos 𝑓𝑘 .2 Valores de cálculo A resistência de calculo 𝑓𝑑 de um material é definida como: 𝑓𝑘 𝑓𝑑 = .𝑘 + 𝐹𝑄1.3. (10) 𝛾𝑚 𝛾𝑚 = 𝛾𝑚1 𝛾𝑚2 𝛾𝑚3 .6. 𝛾𝑚2 é a parcela do coeficiente que considera a diferença entre a resistência domaterial no corpo-de-prova e na estrutura.𝑘 ) .  Coeficientes de ponderação das resistências no estado limite ultimo (ELU) . 𝐹𝑠𝑒𝑟 = ∑𝑚 𝑛 𝑖=1 𝐹𝐺𝑖. 21  Combinações raras de serviço As combinações raras são aquelas que podem atuar no máximo algumas horas durante o período de vida da estrutura. têm determinada probabilidade de serem ultrapassados.3. 𝛾𝑚3 é a parcela do coeficiente que considera os desvios gerados na construção e as aproximações feitas em projeto do ponto de vista das resistências. no sentido desfavorável para a segurança e é admitida como sendo o valor que tem apenas 5% de probabilidade de não ser atingido pelos do lote de material. (11) Onde: 𝑓𝑘 é a resistência característica ou nominal.

3. são dados na tabela 3 da NBR 8800/2008. 22 Os valores dos coeficientes de ponderação das resistências 𝛾𝑚 .7 Peças tracionadas São chamadas de peças tracionadas as peças que estão sujeitas à solicitação de tração axial.3.7. as tensões normais (𝜎𝑁 ) são somadas as tensões residuais (𝜎𝑟 ) e cuja resultante é nula . barras tracionadas de aço com seção transversal uniforme comportam-se de forma muito semelhante ao modelo teórico. em peças tracionadas.00 2.  Tirantes de vigas armadas. 𝛾𝑐 𝑒 𝛾𝑠 . são definidos dois coeficientes. uma barra solicitada à tração pode ser analisada como se faz com um corpo de prova no ensaio de tração.  Barras tracionadas de treliças.1 Comportamento de peças tracionadas Segundo Fadel e Carqueja (2012). Pode-se encontrar peças tracionadas em estruturas sob diversas formas:  Contraventamentos de tores (estais). o material tem um comportamento semelhante ao teórico elástico clássico da mecânica dos sólidos. 2. ou traça simples. Devido ao esforço normal de tração (N).  Tirantes ou pendurais.  Travejamentos de vigas ou colunas. podendo-se geralmente admitir que as tensões se distribuam uniformemente nas seções transversais. Neste caso.  Coeficientes de ponderação das resistências no estado limite de serviço (ELS) Para os estados limites de serviço: 𝛾𝑚 = 1. o primeiro para estados limites últimos relacionados a escoamento e instabilidade e o segundo à ruptura. No caso do aço estrutural. representados por 𝛾𝑎 . geralmente com dois tirantes em forma de X. 𝛾𝑎1 𝑒 𝛾𝑎2 . Enquanto as tensões não atingem o limite de proporcionalidade.

𝐴𝑒 é a área líquida efetiva da seção transversal da barra: . coeficiente de ponderação da resistência relacionado a escoamento. a) Para escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡. (13) 𝛾𝑎1 b) Para ruptura da seção liquida: 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡. coeficiente de ponderação da resistência relacionado a ruptura.7.2 na NBR8800/2008: 𝑁𝑡.𝑅𝑑 . o dimensionamento deve atender o item 5.10 .𝑅𝑑 = . A presença de furos. flambagem e instabilidade.3. 𝑓𝑢 é a resistência à ruptura do aço. é bastante comum e provocam concentração de tensões. (12) onde: 𝑁𝑡. em ligações.2 Dimensionamento conforme NBR8800/2008  Estados limites últimos (ELU) Para Estado Limite Último (ELU).𝑆𝑑 é o esforço de calcula na barra. 2.𝑅𝑑 é o esforço resistente.𝑆𝑑 ≤ 𝑁𝑡. 𝛾𝑎2 = 1. (14) 𝛾𝑎2 onde: 𝑓𝑦 é a resistência ao escoamento do aço. 23 em cada seção.35. As tensões aumentam diretamente com as deformações. apresentando maiores tensões nas fibras próximas ao furo. 𝑁𝑡. enquanto estiverem dentro do limite elástico e sua distribuição ocorre de forma não uniforme. 𝐴𝑔 é a área bruta da seção transversal da barra. menor dos dois valores. 𝛾𝑎1 = 1. o mesmo ocorre quando a seção transversal varia de forma brusca. Com o aumento da força de tração ocorre a plastificação progressiva da seção.𝑅𝑑 = .

As chapas componentes de um perfil comprimido podem estar sujeitas à flambagem local.  Estado limite de serviço (ELS) Para ELS recomenda-se limitar a flexibilidade das peças (por exemplo: vibração. o esforço de compressão tende a acentuar esse efeito (PFEIL. sistemas de travejamento e em pilares de sistemas contraventados de edifícios com ligações rotuladas. 𝑙 o comprimento não-travado da peça na direção em que se tomar 𝑟. na forma de ondulações.) por meio da seguinte restrição: 𝑙 𝜆= ≤ 300 . Ao contrário do esforço de tração que tende a retificar as peças reduzindo o efeito de curvaturas iniciais existentes. Dimensionamento conforme a norma NBR 8800/2008 No dimensionamento. 24 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 . deslocamento excessivo de peças de travamentos em X. a seguinte condição deve ser atendida: . 2009).8 Peças comprimidas Peças comprimidas axialmente podem ser encontradas em componentes de treliça. Os deslocamentos laterais produzidos compõem o processo conhecido com flambagem por flexão que em geral reduz a capacidade de cada peça em relação ao caso da peça tracionada. A ocorrência da 𝑏 flambagem local depende da esbeltez da chapa 𝑡 . medida na direção normal ao eixo da barra.3. etc. que é uma instabilidade caracterizada pelo aparecimento de deslocamentos transversais à chapa. PFEIL.A área líquida 𝐴𝑛 de uma seção transversal qualquer de uma barra deve ser calculada pela soma dos produtos da espessura pela largura líquida de cada elemento. (16) 𝑟 Onde: 𝑟 é o raio de giração. 2. (15) Cálculo da área líquida 𝐴𝑛 .

𝑅𝑑 .𝑅𝑑 é a força axial de compressão resistente de calcula. 𝐴𝑔 é a área bruta da seção transversal. é dado por: 2  Para 𝜆0 ≤ 1. a) Determinação da foça axial de cálculo. 𝑥𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐. 𝑥. 𝑄 = 𝑄𝑠 ∙ 𝑄𝑎 − 𝐴𝑔 é a área bruta da seção transversal da barra.5 ∶ 𝑥 = 0. (18) 𝛾𝑎1 onde: 𝑥 é o fator de redução associado a resistência à compressão. (17) onde: 𝑁𝑐. 25 𝑁𝑐.877  Para 𝜆0 > 1. (19) 𝑁𝑒 𝑁𝑒 é a força axial flambagem elástica. O fator de redução associado à compressão. 𝑓𝑦 é a tensão de escoamento.𝑆𝑑 = 𝑁𝑐.10 . 𝑁𝑐.5 ∶ 𝑥 = 𝜆0 2 onde 𝜆0 é o índice esbeltez reduzido obtido a partir da formula abaixa: 𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝜆0 = √ .𝑆𝑑 é a força axial de compressão de calculo. O índice de esbeltez das barras comprimidas é tomado como a maior relação 𝐾𝐿 entre o produto 𝐾𝐿 e o raio de giração correspondente 𝑟. .658𝜆0 0.𝑅𝑑 = . não deve ser superior a 200. onde 𝑘 é o 𝑟 coeficiente de flambagem e 𝐿 é o comprimento destravado. portanto . b) Fator de redução. coeficiente de ponderação da resistência relacionado ao escoamento. 𝛾𝑎1 = 1.

(20) 𝑥 𝐿𝑥 )  flambagem por flexão em relação ao eixo principal de inércia y: 𝜋 2 𝐸𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = (𝐾 2 . E é o módulo de elasticidade de aço. 𝐼𝑥 é o momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo x. 𝐾𝑦 𝐿𝑦 é o comprimento de flambagem por flexão em relação ao eixo y. 𝐾𝑧 𝐿𝑧 é comprimento de flambagem por torção. (21) 𝑦 𝐿𝑦 )  flambagem por flexo.torção em relação ao eixo longitudinal z: 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = 2 [(𝐾 2 + 𝐺𝐽] . (23) . 𝐼𝑦 é o momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo y. 26 c) Força normal de flambagem global elástica 𝑁𝑒 A força normal elástica de um perfil com dupla simetria ou simétrico em relação a um ponto é dada pelo menor valor obtido com a aplicação das equações abaixo:  flambagem por flexão em relação ao eixo principal de inércia 𝑥: 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = (𝐾 2 . (22) 𝑟0 𝑧 𝐿𝑧 ) onde: 𝐾𝑥 𝐿𝑥 é o comprimento de flambagem por flexão em relação ao eixo x. O raio de giração polar da seção bruta em relação ao centro de torção. é dado por: 2 𝑟0 = √(𝑟𝑥 2 + 𝑟𝑦 2 + 𝑥0 + 𝑦0 2 ) . r0.

 Vigas curtas (𝜆 ≤ 𝜆𝑝 ): há a plastificação total da seção sem que ocorra flateral.  Flambagem lateral com torção – é quando a viga perde seu equilibio no plano principal de flexão e passa a apresentar deslocamentos laterais e rotações de torção. A resistência ao momento fletor das vigas pode ser afetada pela flambagem local da mesa (FLM).1 Dimensionamento conforme a norma NBR 8800/2008 Para o cálculo do momento resistente da viga a norma admite 3 regiões. Fonte: Fadel e Carqueja (2012). Figura 2 .9 Peças fletidas De acordo com Fadel e Carqueja.Diagrama 𝑀𝑟 𝑣𝑠 𝜆 .3.  Flambagem local – quando ocorre a perda de estabilidade das chapas comprimidas do perfil. barras fletidas são barras submetidas a cargas transversais ao seu eixo longitudinal. como mostra a figura abaixo. 2. a qual reduz o momento resistente da seção. sujeitas ao momento fletor e esforço cortante.9. pela flambagem local da alma (FLA) e pela flambagem lateral com torção (FLT). Para este caso o momento resistente é obtido através da equação: . 27 2.3.

9.3. 𝐼 – momento de inercia da seção em relação ao eixo de flexão. (25) 𝛾𝑎1 𝛾𝑎1  Vigas intermediarias (𝜆𝑝 < 𝜆 ≤ 𝜆𝑟 ): o limite de resistência desta viga é a flambagem lateral inelástica. tratado no item 5. isto é. 2.1 Resistência ao esforço cortante A resistência dos materiais fornece a seguinte expressão para determinar a tensão de cisalhamento em casos de flexão simples: 𝑉𝑀𝑠 𝜏 = 𝑓𝑣 = . em que o momento resistente é obtido através da equação: 𝐶𝑏 𝜆−𝜆𝑝 𝑀𝑝𝑙 𝑀𝑅𝑑 = [𝑀𝑝𝑙 − (𝑀𝑝𝑙 − 𝑀𝑟 ) 𝜆−𝜆 ] ≤ . ou de Von Mises.3 da NBR 8800/2008.1.4. ou de plastificação Para cisalhamento puro. 2.1. a flambagem lateral ocorre simultaneamente ao escoamento de algumas fibras de seção. em relação a linha neutra da seção. 28 𝑀𝑝𝑙 𝑧∙𝑓𝑦 𝑀𝑅𝑑 = = . fornece: . (27) 𝑏𝐼 onde: 𝑉 – cortante na seção. (26) 𝛾𝑎1 𝑝 𝛾𝑎1 𝐶𝑏 é um fator de modificação para diagrama de momento fletor resistente. 𝑀𝑠 – momento estático da área acima da linha em estudo.2. o critério da energia de distorção.2 Tensão de escoamento.9.3. (24) 𝛾𝑎1 𝛾𝑎1  Vigas longas (𝜆 > 𝜆𝑟 ): ocorre flambagem lateral antes que as fibras mais solicitadas atinjam a tensão de escoamento. 𝑏 – espessura da seção na linha de estudo. onde o momento resistente é obtido através da equação: 𝑀𝑐𝑟 𝑀𝑝𝑙 𝑀𝑅𝑑 = ≤ .

(33) .10√ .9.0 quando a/h < 3.58𝑓𝑦 . (29) onde: 𝜋2 𝐸 𝑓𝑒 = .6𝐴𝑤 𝑓𝑦 .𝑐𝑟 ≅ √0.24 ( 𝜆 ) 𝑉𝑝𝑙 . e 𝜎2 = −𝑓𝑦 obtém-se: 6𝑓𝑣𝑦 2 = 2𝑓𝑦 2 𝑒 𝑓𝑣 = 0. 29 (𝜎1 − 𝜎2 )2 + 𝜎1 2 + 𝜎2 2 = 2𝑓𝑦 2 .6𝑓𝑦 . (30) 12(1−𝜇 2 )𝜆2 𝐾𝑣 = 5. (32) 𝜆 𝜆𝑝 2 𝜆 > 𝜆𝑟 → 1.0.37√ 𝑓 onde foi 𝑦 assumido: 𝑓𝑣𝑝 = 𝑓𝑣𝑦 − 𝑓𝑣𝑟 = 0. (31) 𝜆𝑝 𝜆𝑝 < 𝜆 ≤ 𝜆𝑟 → 𝑉𝑛 = 𝑉𝑝𝑙 . costuma ser utilizado: 𝑓𝑣 = 0.8𝑓𝑣𝑦 𝑓𝑐𝑟𝑒 encontra-se: 𝜆𝑝 ≅ 1.1. 𝑘𝐸 Dentro do mesmo procedimentos obtém-se: 𝜆𝑟 ≅ 1. (28) Considerando 𝜎1 = 𝑓𝑦 é a tensão de cisalhamento obtida em ensaio simples de cisalhamento puro e assumindo como tensão principal.3.3 Flambagem por cisalhamento As chapas submetidas ao cisalhamento puro apresentam flambagem elástica quando: 𝑓𝑣 ≥ 𝐾𝑣 𝑓𝑒 . 𝑓𝑣 Assim.8𝑓𝑣𝑦 (proporcionalmente) sabendo também que: 𝑖𝑛𝑒𝑙𝑎𝑠𝑡𝑖𝑐𝑜 𝑘𝑣 𝐸 𝑓𝑣. 5 𝐾𝑣 = 5 + (𝑎/ℎ)2 para os demais casos. quando: 𝜆 ≤ 𝜆𝑝 → 𝑉𝑛 = 𝑉𝑝𝑙 = 0. 2.

assim como na determinação dos esforços atuantes.1 CARACTERÍSTICAS DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS A estrutura a ser dimensionada possui as seguintes características:  Obra: Posto de combustíveis – Posto Galo. . É preciso estabelecer uma regra coerente de trabalho a fim de obter uma linha racional e natural na análise do projeto. sua finalidade e sua composição.  Características da edificação.  Cobertura. O lançamento de uma estrutura.50 m 3. 30 3 CONCEPÇÃO ESTRUTURAL 3.95 m o Altura: 5. O projeto arquitetônico é onde são delineados o estudo da obra. Inicia-se o projeto estrutural exatamente pela análise do projeto arquitetônico.  Localidade: Rodovia BR-101 Km 224 + 920m sentido Norte.00 m o Largura: 19. Os princípios que envolvem um projeto estrutural de uma estrutura metálica devem obedecer ao seguinte esquema geral: a) Análise do projeto arquitetônico:  Dimensões de edificação. o bom desempenho estrutural e as verificações conforme indicações das normas pertinentes.  Dimensões gerais da estrutura: o Comprimento: 29. é a escolha de um sistema estrutural que constitua a parte resistente de um edifício. seguido pela concepção estrutural. A solução estrutural deverá atender aos requisitos arquitetônicos.2 LANÇAMENTO DA ESTRUTURA O projeto estrutural é a sequência natural do projeto arquitetônico. Palhoça – SC. ou concepção estrutural. análise de cargas e distribuição das peças estruturais. Implica na escolha dos elementos que comporão a estrutura.

31  Características gerais da estrutura proposta. Descrição do projeto:  Tipo de obra: Estrutura metálica de cobertura. conforme figuras 3 e 4.  Vão entre eixos de colunas: 10 metros (eixo X). Outras considerações que devem ser observadas são em relação à altura do edifício (pé-direito). b) Pré-análise estrutural:  Tipo de utilização.  Vão entre eixos das colunas e edificação principal: 14. (cobertura posto de combustíveis).Forças Devido ao Vento em Edificações. aberturas fixas nas faces frontais e laterais tais como portas. apresenta-se uma breve descrição da obra e um esquema da distribuição estrutural escolhida.  Normas a serem seguidas. Cabe salientar que o projeto arquitetônico encontra-se no Anexo A. NBR 6120 – Cargas para Cálculos de Estruturas e NBR 8800 – Projetos de Estruturas de Aço e de Estrutura Mista de Aço e Concreto de Edifícios.  Tipo de materiais a serem utilizados na obra.  Normas: NBR 6123 .  Descrição geral. composição das alvenarias de vedação.98 metros (eixo Y).  Trechos da cobertura em balaço.  Cobertura em chapa de aço galvanizado. entre outros. telhas de tapamento da cobertura e dos fechamentos laterais. janelas ou ventilações de qualquer espécie. Sendo assim.  Localização da obra. .

Podemos também combina-las mediante a sua ocorrência durante a vida da construção em combinação normal. Tais ações são geradas por cargas. especial.3 CARREGAMENTOS Tanto ações verticais como ações horizontais devem ser resistidas pelo sistema estrutural de um edifício.  Combinação normal: é em função do uso que se pretende dar a obra. excepcional e de construção. que podemos classificar como permanentes e variáveis dependendo das circunstâncias que se encontram as mesmas.Distribuição estrutural escolhida (vista frontal) 3. . 32 Figura 3 – Distribuição estrutural escolhida (vista superior) Figura 4 .

2.05 kN/m². na ABNT NBR6120 ou em catálogos de fabricantes.  Combinação de construção: refere-se à fase de execução da obra.  Combinação excepcional: provem de ações excepcionais de duração extremamente curta.5. para o correto levantamento das solicitações provocadas pelo vento. Para efeito de cálculo. 3. Para a estrutura principal foi adotado valor de 100 N/m². devido aos perfis adotados. ao termino desta etapa. na ausência de informações mais precisas. incluindo os pesos de equipamentos e instalações permanentes suportados na estrutura. foram usadas como critérios de cálculo as recomendações da NBR 6123/1988 – Forças devidas ao vento em edificações. admite-se que a ação variável acidental englobe as cargas resultantes de instalações elétricas e hidráulicas. Conforme o anexo B item B.1 Permanente É formada pelo peso próprio de todos os elementos constituintes da estrutura. entretanto com um valor mínimo de 0. .1.3.3. anexo B item B. 33  Combinação especial: é transitório e de pequena duração. 3. o valor de sobrecarga na cobertura deve ser especificado de acordo com sua finalidade.25kN/m². Esta ação é considerada como uma carga uniformemente distribuída atuando sobre a projeção horizontal do telhado. 3.5. As ações geradas pelos diferentes materiais podem ser pesquisadas. de isolamento térmico e acústico e de pequenas peças eventualmente fixadas na cobertura.3. muitas vezes de efeitos catastróficos. até um limite superior de 0.3 Vento Como o vento tem grande importância no dimensionamento de estruturas metálicas. cessam os carregamentos que também são transitórios.2 Sobrecarga De acordo com a NBR8800/2008. o peso próprio de contribuição da estrutura secundária será adotado como de 40 N/m².

os esforços provenientes da ação do vento. sabemos que em ventos fortes. 3.3.1 Velocidade básica do vento (𝑽𝟎 ) É a velocidade de uma rajada de três segundos de duração. da variação da velocidade do vento com a altura do terreno e das dimensões da edificação ou parte da edificação. em média.2 Fator topográfico (𝑺𝟏 ) O fator topográfico 𝑆1 leva em consideração as variações do relevo do terreno. a dez metros de altura. No item das dimensões da edificação. considerando o aumento ou diminuição da velocidade do vento em função da topografia do terreno. Conforme com o mapa de isopletas. publicada na NBR 6123/1988. Se for necessário um conhecimento mais preciso da influência do relevo. a velocidade básica do vento na região do projeto é de 43 m/s. No que se refere a altura da edificação. ou se a aplicação das indicações da NBR 6123 tornar-se difícil pela complexidade do relevo. essas estão relacionadas com a rajada .3.3. 𝟎. 3. Considerando a topografia e características do entorno do local do projeto. mediante as condições em que se apresentam. ultrapassada.3. adotou-se então o fator 𝑺𝟏 = 𝟏. o número de obstáculos naturais ou artificiais aumenta ou diminui. em campo aberto e plano. a velocidade do vento aumenta conforme sua altura em relação ao terreno. A NBR6123/1988 estabelece uma classificação em cinco diferentes condições onde se pode verificar em qual situação o futuro projeto será executado.3 Fator de rugosidade (𝑺𝟐 ) O fator 𝑆2 considera o efeito combinado da rugosidade do terreno. 34 3. é recomendo o recurso a ensaios de modelos topográficos em túnel de vento ou a medidas anemométricas no próprio terreno. uma vez em 50 anos. apresentando-se com características próprias para algumas diversidades. esse aumento também está relacionado com as condições de rugosidade da edificação.3.3.

industrial ou urbanizada. pois é uma edificação para comercio com alto fator de ocupação. 35 de vento que deverá envolver o edifício. 𝟖𝟑. quanto a rugosidade. Segundo a tabela 3 – valores mínimos do fator estatístico 𝑆3 . 3. Utilizando a tabela de Fator de rugosidade da NBR6123/1988. 𝟎𝟎 . 𝑆3 para obtermos a velocidade característica do vento. quanto as dimensões. 𝟔𝟗 𝒎/𝒔 . na classe B. Como a futura edificação estará dentro do intervalo de 20m e 50m. na categoria IV: Terrenos cobertos por obstáculos numerosos e pouco espaçados.00 ∙ 0. podemos classifica- lo.3.3.3. para o edifício em questão 𝑺𝟑 = 𝟏. consequentemente. a qual será utilizada no dimensionamento da estrutura. Quanto maior for o edifício maior deve ser a rajada ou turbilhão que o envolverá e. menor deverá ser a velocidade média do vento nessas condições.83 ∙ 1.3. (34) 𝑉𝑘 = 43 ∙ 1. 3. encontra-se o fator de rugosidade 𝑺𝟐 = 𝟎. A NBR6123/1988 prevê como vida útil da edificação um período de cinquenta anos e uma probabilidade de 63% de a velocidade do vento ser excedida ao menos uma vez durante esse período. podemos classificar. Observando o perfil do terreno e dos seus arredores.4 Fator estatístico (𝑺𝟑 ) O fator 𝑆3 é baseado em conceitos estatísticos. 𝑆2 . 𝑉𝑘 = 𝑆1 𝑆2 𝑆3 𝑉0 .00 𝑽𝒌 = 𝟑𝟓.5 Velocidade característica do vento (𝑽𝒌 ) A velocidade básica do vento é multiplicada pelos fatores 𝑆1 . e considera o grau de segurança requerido a vida útil da edificação. em zona florestal.

para este caso.82 ≅ 781 = 𝟎.3. placas e coberturas isoladas. analisamos as duas situações mais próximas à declividade de projeto. (35) 𝑞𝑣 = 0.  Hipótese 1: cobertura com uma água plana  Hipótese 2: coberturas com duas águas simétricas com calha central HIPÓTESE 1 – Para inclinação da cobertura a 𝜽 = 𝟎° .3.613 ∙ 35. que são divididos em dois tipos: coeficiente de pressão e de forma externos (𝐶𝑝𝑒 ) e coeficiente de pressão interno (𝐶𝑝𝑖 ). Os valores destes coeficientes são determinados. coeficientes de forma para muros. 𝟕𝟖𝟏 𝒌𝑵/𝒎𝟐 𝑚2 3.3.613𝑉𝑘 2 . de modo a obter os esforços máximos aos quais a estrutura poderia estar submetida devido ao vento. através do item 8 da referida norma. A norma NBR 6123/1988 define que tais esforços atuam sobre a estrutura a partir dos coeficientes aerodinâmicos.6 Pressão dinâmica (𝒒𝒗 ) Com a velocidade característica do vento podemos calcular a pressão dinâmica: 𝑞𝑣 = 0. se faz necessário determinar de que maneira essa pressão de vento interage com a edificação.692 N 𝒒𝒗 = 780. Neste caso. O projeto adotado para estudo de caso deste trabalho possui como angulação da cobertura uma declividade que não se pode enquadrar na NBR 6123/1988.7 Coeficientes aerodinâmicos para edificações correntes Assim que determinados os esforços derivados da pressão do vento. 36 3.3.

e com Cpi = -0. utilizou-se a Tabela 17 – Coeficiente de pressão em coberturas isoladas à uma água plana da NBR 6123/1988. para obstrução na borda à barlavento.8 -0. calculada para uma edificação fechada e de mesma cobertura. Para os coeficientes externos. na zona de obstrução. com Cpi = +0. obtiveram-se os seguintes carregamentos: . onde obtiveram-se os seguintes valores para 𝜃 = 0°: Tabela 1 .0.Valores dos coeficientes externos Valores de Ce para Cpe médio 𝜶 = 𝟗𝟎° 𝜶 = 𝟎° EF GH EG FH -2. Logo.8.4. para obstrução na borda de sotavento. a angulação proposta se enquadra na Tabela 5 da norma NBR 6123/1988. 37 Para efeito de comparação de cálculos a fim de observar qual a situação mais crítica. obtiveram-se os coeficientes de pressão e forma externa para uma cobertura isolada Cpe =± 2. adotou-se a angulação do telhado como sendo de 0 graus.4 -0. o que implicaria em uma folha única. Neste caso.2. Esta deve resistir à ação do vento. Conforme indicações do item 8. Desta tabela.4 Fonte: NBR 6123/1988 Onde 𝛼 = ângulo de incidência do vento sobre a estrutura da edificação.3.8 -0. se faz necessário prever uma possível obstrução que possa ser colocada sob a cobertura ou junto a ela.0 -0.

2 coberturas isoladas a águas planas.Esquema demonstrativo sotavento Para estas duas análises (com e sem obstrução) foram observadas como situações mais críticas o 1º carregamento (positivo) e 2º carregamento (negativo) sem obstrução. HIPÓTESE 2 – Para inclinação da cobertura a 𝜽 = 𝟒° As especificações para obtenção do coeficiente de pressão e formas para esta primeira hipótese podem ser verificadas no item 8. .Esquema demonstrativo barlavento b) A sotavento Figura 6 . 38 a) A barlavento Figura 5 .

07 ≤ 𝑡𝑔𝜃 ≤ 0.3. conforme o anexo F – Informações adicionais.6 . item 8. Conforme indicações do item 8. De modo a enquadrar o projeto à normativa. e com Cpi = -0. para obstrução na borda à barlavento.2. ℎ ≥ 0.2. para esta hipótese foram encontrados os seguintes coeficientes (de acordo com a Tabela 18 – Coeficientes de pressão em coberturas isoladas a duas águas planas simétricas da norma NBR 6123/1988): Tabela 2 . a 𝑡𝑔𝜃 tende à zero devido a baixa inclinação do telhado.1 Fonte: NBR 6123/1988 De acordo com o projeto arquitetônico. para casos de: Coberturas a duas águas (Tabela 18): 0. na zona de obstrução.3 Cps = -0. para obstrução na borda de sotavento. se faz necessário prever uma possível obstrução que possa ser colocada sob a cobertura ou junto a ela. 39 Conforme a abrangência da norma.8.8 Cpb = -0. calculada para uma edificação fechada e de mesma cobertura. Esta deve resistir à ação do vento. optou-se por utilizar a Tabela 32.Coeficientes de pressão 1º Carregamento 2º Carregamento Cpb = 0.7 Cps = 0.5 𝐼2 Onde: ℎ = altura livre entre o piso e o nível da aresta horizontal mais baixa da cobertura 𝐼2 = profundidade da cobertura 𝜃 = ângulo de inclinação das águas da cobertura Conforme orientações da norma.3. Como o caso em questão apresenta como valor de a/b = 3.4. com Cpi = +0. os coeficientes Ce foram obtidos por interpolação de modo que se apresentaram como: .

Logo. 40 Tabela 3 .2 -0.6 -0.1 Fonte: NBR 6123/1988 Onde 𝛼 = ângulo de incidência do vento sobre a estrutura da edificação. obtiveram-se os seguintes carregamentos: a) A barlavento Figura 7 .Coeficientes Ce Valores de Ce para 𝜶 = 𝟗𝟎° 𝜶 = 𝟎° EF GH EG FH -0.Esquema demonstrativo sotavento .Esquema demonstrativo barlavento b) A sotavento Figura 8 .9 -0.

5 ∙ 250.0 𝑁⁄𝑚2  Sobrecarga = 250 N/m² b) Combinação de esforços: 𝐹𝑑1 = 1.4 ∙ 1562 + 1.0 − 1.𝑚é𝑑𝑖𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑡𝑒𝑙ℎ𝑎𝑑𝑜𝑠): Vento = 781 𝑁 ⁄𝑚2 ∙ (−2.0 ∙ 48. a) Cargas atuantes nas telhas:  Cargas permanentes: Peso telha trapezoidal 40 (espessura = 0.0 = −2138. conforme hipótese 1 – cobertura isolada plana.0.08 𝑁⁄𝑚2 𝐹𝑑4 = 1.4 ∙ 0.1 Tapamento da cobertura Será utilizado para tapamento da cobertura telhas de aço galvanizado trapezoidal.25 ∙ 48. pois a mesma foi especificada no projeto arquitetônico.0 𝑁⁄𝑚2 𝐹𝑑2 = 1. a obstrução à sotavento.25 ∙ 48.8 𝑁⁄𝑚2 . HIPÓTESE MAIS CRÍTICA De acordo com os resultados obtidos nas hipóteses analisadas.6 ∙ 1562 = −877. as piores solicitações da cobertura em questão foram obtidas para inclinação da cobertura à 𝜃 = 0°.8 ∙ 250.4.4 ∙ 1562. 3.0 = 435.0 + 1.4 DIMENSIONAMENTO ESTRUTURA SECUNDÁRIA 3.5 ∙ 250.8 𝑁⁄𝑚2 𝐹𝑑3 = 1. Logo o coeficiente de pressão a ser utilizado para o dimensionamento da estrutura ficou como Cp = ±2.0 = −1826.0) = −1562. 41 Para estas duas análises (com e sem obstrução) foi observada como situação mais crítica.0 − 1.25 ∙ 48.0 + 1.5 mm) = 48 N/m²  Carga devida ao vento atuante nas telhas (pressão dinâmica multiplicada pelo 𝐶𝑝.5 ∙ 0.0 − 1.

50 mm com distância de 1.60 m. a carga admissível é de 2500 N/m². as linhas de corrente (tirantes). Por tanto. agora no sentido da maior inércia do perfil. 42 Como 𝐹𝑑2 contribui com o resultado mais crítico. Outro fator que pode contribuir com a diminuição do vão teórico. que além de diminuírem o vão da terça. As terças estão normalmente sujeitas às solicitações de flexão dupla e excepcionalmente a flexão simples no caso dos telhados planos. para espessura de 0.60 m entre as terças. Segue na sequencia o esquema estrutural das terças e tirantes.2 Terças As terças são vigas colocadas na cobertura. responsáveis por suportar as chapas de tapamento. . Conforme pode ser visto no catálogo de telhas. foi adotado telhas de 0.50 mm com 4 apoios com distância de 1. logo. será utilizado essa combinação para cálculo das telhas de cobertura. diminuindo o vão teórico das terças no sentido da sua menor rigidez ou inércia. propiciam um travamento nas vigas de cobertura. 3. é a utilização das denominadas mãos francesas.4. elas recebem cargas permanentes. As terças devem ter em sua composição estrutural. acidentais e de vento. cuja finalidade é formar um apoio. Anexo B.

de acordo como catálogo comercial. 1. multiplicado pela distancia entre as terças. 43 Figura 9 . a sobrecarga atuante é de 250 N/m² De modo a obter-se a distribuição linear.4.6 = ∑(40 + 48). ficará igual: ∑(𝑝𝑝 + 𝑝𝑝𝑡). é de 48 N/m² Desta forma o peso próprio resultante da estrutura com as telhas.8 ≅ 141 𝑁/𝑚 b) Sobrecarga: Conforme a norma.1 Cargas atuantes nas terças a) Cargas permanentes:  O peso próprio atuante foi estimado em 40 N/m².2. 1.Distribuição das terças e tirantes 3. multiplica-se pela distância entre as terças: . considerando-se as terça e os tirantes.  O peso próprio das telhas.6 = 140.

44

𝑠𝑐 = 250 . 1,6 = 400 𝑁/𝑚

c) Carga de vento:
A carga de vento atuante nas telhas é igual a pressão dinâmica
multiplicada pelo Cpe multiplicada pela distância entre as terças.
𝑐𝑣 = 781 . 2,0 . 1,6 = 2499,2 𝑁/𝑚

Como a cobertura do posto de combustível tem uma inclinação de 3%,
será dimensionado para flexão composta, calculando o momento resistente para os
eixos de maior e menor inércia. Assim será preciso definir o carregamento atuante
para as duas direções.

Figura 10 - Disposição das terças com carregamento do vento

Fonte: IBS. Galpões de usos gerais. 3 ed. RJ, 2004

Para o eixo de maior inércia:
- Permanentes = 𝑝𝑝 = 141. cos 1,72 = 140,9 ≅ 141 𝑁/𝑚
- Sobrecarga = 𝑠𝑐 = 400 . cos 1,72 = 399,82 ≅ 400 𝑁/𝑚
- Vento = 𝑐𝑣 = 2499,20 𝑁/𝑚

Para o eixo de menor inércia:
- Permanentes = 𝑝𝑝 = 141. sen 1,72 = 4,2321 ≅ 4 𝑁/𝑚
- Sobrecarga = 𝑠𝑐 = 400 . sen 1,72 = 12,01 ≅ 12 𝑁/𝑚

3.4.2.2 Combinação de ações

Para eixo de maior inercia:

45 𝐹𝑑

1 = 1,25 ∙ 141 + 1,5 ∙ 400,0 = 776,25 𝑁⁄𝑚 𝐹𝑑
2 = 1,0 ∙ 141 − 1,4 ∙ 2499,20 = −3357,88 𝑁⁄𝑚 𝐹𝑑
3 = 1,25 ∙ 141 + 1,5 ∙ 400 − 1,4 ∙ 0,6 ∙ 2499,20 = −1323,08 𝑁⁄𝑚 𝐹𝑑
4 = 1,25 ∙ 141 − 1,4 ∙ 2499,20 + 1,5 ∙ 0,8 ∙ 400 = −2842,63 𝑁⁄𝑚

Para eixo de menor inercia: 𝐹𝑑
1 = 1,25 ∙ 4 + 1,5 ∙ 12 = 23,00 𝑁⁄𝑚 𝐹𝑑
2 = 1,0 ∙ 4 − 1,4 ∙ 0,0 = 4,23 𝑁⁄𝑚 𝐹𝑑
3 = 1,25 ∙ 4 + 1,5 ∙ 12 − 1,4 ∙ 0,6 ∙ 0,0 = 23,00 𝑁⁄𝑚 𝐹𝑑
4 = 1,25 ∙ 4 − 1,4 ∙ 0,0 + 1,5 ∙ 0,8 ∙ 12 = 19,4 𝑁⁄𝑚

3.4.2.3 Esforços solicitantes

De modo a garantir maior estabilidade da estrutura, optou-se por analisar
o uso de tirantes flexíveis no centro do vão entre as terças. Este dispositivo auxiliará
na redução dos momentos no eixo de menor inércia, ponto mais crítico da
estabilidade, conforme demonstrado nas figuras 11 e 12 na sequência.

Figura 11 - Eixo de maior inércia

46

Figura 12 - Eixo de menor inércia

Como auxílio do software FTOOL, obteve-se os seguintes esforços
solicitantes para as combinações consideradas.

Tabela 4 - Esforços solicitantes

TERÇAS
Forças
Eixo de maior inércia Eixo de menor inércia
Atuantes
M (N.m) V (N) M (N.m) V (N)
2329 1901,2 17,3 35,2 Fd1
10078,2 8227,1 3,0 6,1 Fd2
3970,7 3241,3 17,3 35,2 Fd3
8529,6 6962,9 14,3 29,1 Fd4

3.4.2.4 Dimensionamento das terças

O perfil adotado deve resistir as combinações de ações, que neste casso,
aos momentos fletores nas duas direções, para cada combinação, bem como resistir
ao momento fletor máximo e cortante máximo em cada direção. Para tanto, o perfil
escolhido foi o U6”x15.60 aço ASTM A36. As propriedades geométricas deste perfil
pode ser obtida no catálogos do fabricantes (Anexo C).
Os comprimentos de flambagem são:
 Lx = 5,20 m
 Ly = 2,60 m

47

 Lb = 2,60 m
Lembrando que há uma linha de tirantes projetada, que reduz o
comprimento de flambagem dos perfis em torno do eixo de menor inercia e a torção.

3.4.2.4.1 Verificação à flexão

- Eixo de maior inércia:
Estado limite para flambagem local da mesa.

a) Parâmetro de esbeltez:
𝑏𝑓 51,7
𝜆𝐹𝐿𝑀 = = = 5,93
𝑡𝑓 8,71

b) Parâmetro de esbeltez correspondente à plastificação:

𝐸 200000
𝜆𝑝 = 0,38 ∙ √ = 0,38 ∙ √ = 10,75
𝑓𝑦 250

c) Parâmetro de esbeltez correspondente ao escoamento:

𝐸 200000
𝜆𝑟 = 0,83 ∙ √ = 0,83 ∙ √ = 28,06
𝑓𝑦 − 𝜎𝑟 (250 − 0,3 ∙ 250)

Segundo o item G2.2.a) da NBR 8800/2008, para:

𝜆𝐹𝐿𝑀 < 𝜆𝑝

𝑀𝑝𝑙 = 𝑍 ∙ 𝑓𝑦 = 101 ∙ 25 = 2525 𝑘𝑁𝑐𝑚 = 25,25𝑘𝑁𝑚

𝑀𝑝𝑙 25,25
𝑀𝐹𝐿𝑀 = = = 22,96 𝑘𝑁𝑚
𝛾𝑎1 1,1

Estado limite para flambagem local da alma.
a) Parâmetro de esbeltez:

48

ℎ𝑤 (152,4 − 8,71 ∙ 2)
𝜆𝐹𝐿𝐴 = = = 16,91
𝑡𝑤 7,98
b) Parâmetro de esbeltez correspondente à plastificação:

𝐸 200000
𝜆𝑝 = 3,76 ∙ √ = 3,76 ∙ √ = 106,35
𝑓𝑦 250

c) Parâmetro de esbeltez correspondente ao escoamento:

𝐸 200000
𝜆𝑟 = 5,70 ∙ √ = 5,70 ∙ √ = 161,22
𝑓𝑦 (250)

Segundo o item G2.2.a) da NBR 8800/2008, para:

𝜆𝐹𝐿𝐴 < 𝜆𝑝

𝑀𝑝𝑙 = 𝑍 ∙ 𝑓𝑦 = 101 ∙ 25 = 2525 𝑘𝑁𝑐𝑚 = 25,25𝑘𝑁𝑚

𝑀𝑝𝑙 25,25
𝑀𝐹𝐿𝑀 = = = 22,96 𝑘𝑁𝑚
𝛾𝑎1 1,1

Estado limite para flambagem lateral com torção.
a) Parâmetro de esbeltez (Lb = 245 cm):
𝐿𝑏 245
𝜆𝐹𝐿𝑇 = = = 182,836
𝑟𝑦 1,34
b) Parâmetro de esbeltez correspondente à plastificação:

𝐸 200000
𝜆𝑝 = 1,76 ∙ √ = 1,76 ∙ √ = 49,78
𝑓𝑦 250

c) Parâmetro de esbeltez correspondente ao escoamento:
1
𝐽= ∑ 𝑏𝑡 3 = 4,54
3

(𝑓𝑦 − 𝜎𝑟 )𝑊 (250 − 75)82.90
𝛽1 = = = 0,01598
𝐸𝐽 200000 ∙ 4,54

015982 𝜆𝑟 = √1 + √1 + = 314.78 O momento fletor resistente de cálculo em torno do eixo de maior inércia é o menor entre: 𝑀𝑅𝑑 = 𝑀í𝑛(𝑀𝐹𝐿𝐴 .711 − 49. para: 𝜆𝑝 < 𝜆𝐹𝐿𝐴 < 𝜆𝑟 𝑀𝑝𝑙 = 𝑍 ∙ 𝑓𝑦 = 101 ∙ 25 = 2525 𝑘𝑁𝑐𝑚 = 25.0.78 𝑀𝑅𝑑 = [25.58 ∙ 104 12 6(𝑏𝑓 − 0.54 27 ∙ 1.c) da NBR 8800/2008.38√𝐼𝑦 ∙ 𝐽 27𝐶𝑤 𝛽1 2 𝜆𝑟 = √1 + √1 + 𝑟𝑦 ∙ 𝐽 ∙ 𝛽1 𝐼𝑦 1.73 𝑘𝑁𝑚 Foi adotado 𝐶𝑏 = 1.25 − 20.5𝑡𝑤 )𝑡𝑓 + 2(𝑑 − 𝑡𝑓 )𝑡𝑤 𝐶𝑤 = [ ] = 1. 𝑀𝐹𝐿𝑇 ) Logo: .8908 𝑘𝑁𝑚 1.90 = 20. 49 2 𝑡𝑓 (𝑏𝑓 − 0.38√36 ∙ 4.01598 36 Segundo o item G2.5)82. pois este produz valores mais críticos.711 1.5𝑡𝑤 ) 3(𝑏𝑓 − 0.54 ∙ 0.836 − 49.1 314.1.25𝑘𝑁𝑚 𝑀𝑟 = (𝑓𝑦 − 𝑟𝑦 )𝑊 = (25 − 7.5𝑡𝑤 )𝑡𝑓 + (𝑑 − 𝑡𝑓 )𝑡𝑤 1. 𝑀𝐹𝐿𝑀 .73) ] = 20.58 ∙ 104 ∙ 0.34 ∙ 4.25 − (25. 𝐶𝑏 𝜆 − 𝜆𝑝 𝑀𝑅𝑑 = [𝑀𝑝𝑙 − (𝑀𝑝𝑙 − 𝑀𝑟 ) ] 𝛾𝑎1 𝜆𝑟 − 𝜆𝑝 1 182.

71 ∙ 2) 𝜆𝐹𝐿𝐴 = = = 16.2.06 𝑓𝑦 − 𝜎𝑟 (250 − 0. a) Parâmetro de esbeltez: ℎ𝑤 (152.38 ∙ √ = 0.9 𝑘𝑁𝑐𝑚 = 6.1 Estado limite para flambagem local da alma. 50 𝑀𝑅𝑑 = 20.83 ∙ √ = 0.a) da NBR 8800/2008.027 𝑘𝑁𝑚 ∴ 𝑂𝐾 .8908 > 𝑀𝑆𝑑. a) Parâmetro de esbeltez: 𝑏𝑓 51.Eixo de menor inércia: Estado limite para flambagem local da mesa.91 𝑡𝑤 7.3 ∙ 250) Segundo o item G2.𝑚á𝑥 = 9.03 ∙ 25 = 600.12 ∙ √ = 31.7 𝜆𝐹𝐿𝑀 = = = 5.75 𝑓𝑦 250 c) Parâmetro de esbeltez correspondente ao escoamento: 𝐸 200000 𝜆𝑟 = 0. para: 𝜆𝐹𝐿𝑀 < 𝜆𝑝 𝑀𝑝𝑙 = 𝑍 ∙ 𝑓𝑦 = 24.12 ∙ √ = 1.38 ∙ √ = 10.98 b) Parâmetro de esbeltez correspondente à plastificação: 𝐸 200000 𝜆𝑝 = 1.01𝑘𝑁𝑚 𝑀𝑝𝑙 6.93 𝑡𝑓 8.01 𝑀𝐹𝐿𝑀 = = = 5.463 𝑘𝑁𝑚 𝛾𝑎1 1.71 b) Parâmetro de esbeltez correspondente à plastificação: 𝐸 200000 𝜆𝑝 = 0.4 − 8.68 𝑓𝑦 250 .83 ∙ √ = 28.

60 𝑓𝑦 (250) Segundo o item G2.4.𝑅𝑑 𝑀𝑦.01 𝑘𝑁𝑚 𝑀𝑝𝑙 6.463 𝑘𝑁𝑚 𝛾𝑎1 1.𝑅𝑑 .1 O momento fletor resistente de calculo em torno do eixo de menor inércia é o menor entre: 𝑀𝑅𝑑 = 𝑀í𝑛(𝑀𝐹𝐿𝐴 .9 𝑘𝑁𝑐𝑚 = 6. 51 c) Parâmetro de esbeltez correspondente ao escoamento: 𝐸 200000 𝜆𝑟 = 1.40 ∙ √ = 39. para: 𝜆𝐹𝐿𝐴 < 𝜆𝑝 𝑀𝑝𝑙 = 𝑍 ∙ 𝑓𝑦 = 24.463 𝑘𝑁𝑚 > 𝑀𝑆𝑑.2.a) da NBR 8800/2008.2 Verificação para a combinação de esforços solicitantes: Considerando que: 𝑁𝑆𝑑 < 0.40 ∙ √ = 1.𝑚á𝑥 = 0.𝑆𝑑 𝑀𝑦.0 𝑀𝑥. 𝑀𝐹𝐿𝑀 ) Logo: 𝑀𝑅𝑑 = 5.2.𝑆𝑑 + < 1.03 ∙ 25 = 600.4.2 𝑁𝑅𝑑 𝑀𝑥.01 𝑀𝐹𝐿𝑀 = = = 5.0173 𝑘𝑁𝑚 ∴ 𝑂𝐾 3.

0173 0.10 ∙ √ = 1.8908 20.91 𝑡𝑤 7.8908 20.37 ∙ √ = 86.9710 8.1.4630 5.4.3.0030 0.10 ∙ √ = 69.4 − 2 ∙ 8.Eixo de maior inércia: Estado limite para flambagem local da mesa. 𝑉𝑅𝑑 .71) 𝜆𝐹𝐿𝐴 = = = 16. para seção U fletida em relação ao eixo central de inércia perpendicular a alma.3290 10.0173 0.1615 𝑐𝑚² 𝑉𝑝𝑙 = 0. 52 Tabela 5 .8908 20.8908 Menor Inércia 𝑀𝑆𝑑 (𝑘𝑁𝑚) 0.65 𝑓𝑦 − 𝜎𝑟 250 Segundo o item 5.16 ∙ 25 = 182.57 𝑓𝑦 250 c) Parâmetro de esbeltez correspondente ao escoamento: 𝐾𝑣 𝐸 5 ∙ 200000 𝜆𝑟 = 1.0143 𝑀𝑅𝑑 (𝑘𝑁𝑚) 5.1 da NBR 8800/2008.1147 0.4109 3.4630 5.4630 5.5300 𝑀𝑅𝑑 (𝑘𝑁𝑚) 20.4830 0. para 𝜆 < 𝜆𝑝 .2.423 𝑘𝑁 . é dada por: 𝐴𝑤 = 𝑑 ∙ 𝑡𝑤 = 15.6 ∙ 12. a) Parâmetro de esbeltez: ℎ𝑤 (152.3 Verificação da capacidade ao cisalhamento: .24 ∙ 0798 = 12.0780 3.37 ∙ √ = 1.4. a força cortante resistente de cálculo.98 b) Parâmetro de esbeltez correspondente à plastificação: 𝐾𝑣 𝐸 5 ∙ 200000 𝜆𝑝 = 1.6𝐴𝑤 𝑓𝑦 = 0.4.1933 0.4630 Verificação 0.Verificação de combinação de esforço Eixo Esforço 𝑭𝒅𝟏 𝑭𝒅𝟐 𝑭𝒅𝟑 𝑭𝒅𝟒 Maior Inércia 𝑀𝑆𝑑 (𝑘𝑁𝑚) 2.

37 ∙ √ = 1.73 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 1.84 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 1.2 ∙ 200000 𝜆𝑟 = 1.73 𝑘𝑁 > 𝑉𝑆𝑑.1 𝑉𝑅𝑑 = 165.𝑚á𝑥 = 0. para 𝜆 < 𝜆𝑝 .71 b) Parâmetro de esbeltez correspondente à plastificação: 𝐾𝑣 𝐸 1.2271 𝑘𝑁 .3.423 𝑉𝑅𝑑 = = = 165.0352 𝑘𝑁 .𝑚á𝑥 = 8.4.84 𝑘𝑁 > 𝑉𝑆𝑑.1 𝑉𝑅𝑑 = 122.166 ∙ 0.6𝐴𝑤 𝑓𝑦 = 0.871 = 8. a) Parâmetro de esbeltez: 𝑏𝑓 51. para seção U fletida em relação ao eixo central de inércia perpendicular às mesas.66 𝜆𝐹𝐿𝐴 = = = 5. 𝑉𝑅𝑑 .10 ∙ √ = 34.Eixo de menor inércia: Estado limite para flambagem local da mesa.00 𝑘𝑁 𝑉𝑝𝑙 135. é dada por: 𝐴𝑤 = 2𝑏𝑓 ∙ 𝑡𝑓 = 2 ∙ 5.45 𝑓𝑦 − 𝜎𝑟 250 Segundo o item 5.999 ≅ 9 𝑐𝑚² 𝑉𝑝𝑙 = 0.1.93 𝑡𝑓 8.10 ∙ √ = 1.37 ∙ √ = 42. 53 𝑉𝑝𝑙 182.1 da NBR 8800/2008.00 𝑉𝑅𝑑 = = = 122.08 𝑓𝑦 250 c) Parâmetro de esbeltez correspondente ao escoamento: 𝐾𝑣 𝐸 1.2 ∙ 200000 𝜆𝑝 = 1.6 ∙ 9 ∙ 25 = 135. a força cortante resistente de cálculo.

54

3.4.2.4.4 Verificação da flecha
Para verificação de flecha utiliza-se combinação quase permanente de
serviço:
𝑚 𝑛

𝐹𝑠𝑒𝑟 = ∑ 𝐹𝐺𝑖,𝑘 + ∑(𝜓2,𝑗 𝐹𝑄𝑗,𝑘 )
𝑖=1 𝑗=1

𝐹𝑠𝑒𝑟 = 0,141 + 0,6 ∙ 0,400 = 0,381 𝑘𝑁/𝑚

5𝑞𝑙 4 5 ∙ 0,00381 ∙ 4904
𝛿= = = 0,022626 𝑐𝑚
384𝐸𝐼𝑥 384 ∙ 200000 ∙ 632

𝐿 490
𝛿𝑙𝑖𝑚 = = = 2,72 𝑐𝑚
180 180

𝛿 < 𝛿𝑙𝑖𝑚 ∴ 𝑂𝐾

Deve ser verificado também para vento de sucção, considerando o seu
calor característico.
5𝑞𝑙 4 5 ∙ 0,0225 ∙ 4904
𝛿= = = 0,134 𝑐𝑚
384𝐸𝐼𝑥 384 ∙ 200000 ∙ 632

𝐿 490
𝛿𝑙𝑖𝑚 = = = 4,08 𝑐𝑚
120 120

𝛿 < 𝛿𝑙𝑖𝑚 ∴ 𝑂𝐾

3.4.3 Tirantes

De acordo com a norma NBR8800/2008, para o dimensionamento de
barras de seção circular com extremidades rosqueadas verifica-se a menor
resistência entre o escoamento da seção bruta e a ruptura da seção rosqueada.
O esquema com a distribuição dos tirantes encontra-se na figura 13.

55

3.4.3.1 Dimensionamento dos tirantes

Para o dimensionamento dos tirantes foi seguido o item 6.3.2.2 da
NBR8800/2008, onde:

𝐴𝑏 = 0,25 ∙ 𝜋 ∙ 𝑑𝑏 2 = 0,25 ∙ 𝜋 ∙ 12,52

𝐴𝑏 = 122,72 𝑚𝑚²

𝐴𝑒 = 0,75 ∙ 𝐴𝑏 = 92,04𝑚𝑚²

𝐴𝑏 = área bruta;
𝐴𝑒 = área efetiva ;
𝑑𝑏 = diâmetro externo da rosca da barra rosqueada.

Força de tração resistente de calculo de uma barra de seção circular
rosqueada tracionada, item 6.3.3.1 da NBR8800/2008:

𝐴𝑒 𝑓𝑢𝑏
𝐹𝑡,𝑅𝑑 =
𝛾𝑎2
𝑓𝑢𝑏 = resistência a ruptura do material.

92,04 ∙ 400
𝐹𝑡,𝑅𝑑 = = 27270,8 𝑁 = 27,27 𝑘𝑁
1,35
Força de tração resistente para o escoamento da seção bruta também
deve ser verificada.
𝐴𝑒 𝑓𝑦𝑑 122,72 ∙ 250
𝐹𝑡,𝑅𝑑 = = = 27,89𝑘𝑁
𝛾𝑎1 1,1

Por tanto, a resistência a tração é de 𝑭𝒕,𝑹𝒅 = 𝟐𝟕, 𝟐𝟕 𝒌𝑵, pois é a menor
entre as duas calculadas.

3.4.3.2 Esforços atuantes nos tirantes.

56

Carregamento:
- Peso próprio = 40 N/m²
- Sobre carga = 250 N/m²

𝐹𝑑 = (1,25 ∙ 40 + 1,5 ∙ 250) ∙ sin 1,72° = 12,76 𝑁/𝑚²
Figura 13 - Disposição dos tirantes (medidas em metros)

 Cargas atuantes no tirante 𝑇1 :

𝑇1 = (3,26 ∙ 4,9) ∙ 12,76 = 203,83 𝑁

𝑇1 < 𝐹𝑡,𝑅𝑑 ∴ 𝑂𝐾

 Cargas atuantes no tirante 𝑇2 :

1,63
12,76 ∙ 3,26 ∙ 4,9 cos 33,39
𝑇2 = ∙ = 66,32 𝑁
2 3

𝑇2 < 𝐹𝑡,𝑅𝑑 ∴ 𝑂𝐾

57

3.5 ANÁLISE DA ESTRUTURA PRINCIPAL

A fim de se dar sustentação às cargas que atuam sobre a área de
cobertura e transmitir essas cargas aos pilares, deve-se estabelecer a existência de
sistemas estruturais capazes de suportar essas cargas. Inicialmente projetam-se as
terças de cobertura, cuja finalidade é suportar as cargas dos tapamentos que se
apoiam sobre elas e, consequentemente, os efeitos provenientes da ação dos
ventos.
Em seguida, devem ser dimensionadas as denominadas vigas da
cobertura, cuja composição pode ser em vigas de alma cheia ou mesmo reticuladas
e que devem atender as necessidades da obra.
Para caso em questão optou-se por um conjunto de treliças para levar as
cargas das terças até os pilares. Segue abaixo figuras 7 e 8, esquema de
distribuição das treliças e o caminho que as cargas seguem até os pilares.

Figura 14 - distribuição treliças

multiplicamos esse valor pela área de influencia de cada nó.92 = 0.48 kN e 0.25 ∙ 1.5.5.480 𝑘𝑁 Força devido a sobrecarga atuante por nó = 0. 3. 58 Figura 15 .  Permanente . logo: Área de influencia = 1.92 m² 0.24 kN para os nós dos beirais.Esquema de distribuição de cargas.1 Treliça 01 e 04 3.1.1 Cargas atuantes  Sobrecarga (SC) Como já foi visto anteriormente o valor da sobrecarga aqui utilizada será de 250 N/m². Para obtermos a carga aplicada em cada nó da treliça. sendo que para os nós do beiral esse valor será metade da carga aplicada nos outros nós.

562 𝑘𝑁/𝑚² .505 𝑘𝑁 Força devido a estrutura principal por nó = 0.59 𝑚 = 0.246 kN e 0.499 kN para os nós dos beirais. obteve-se o valor de 3. para o peso próprio da treliça 01.92 = ±2. já apresentados anteriormente. obtemos um carregamento uniformemente distribuído de 0. 59 O carregamento permanente vem do peso próprio e do peso da estrutura secundária.562 ∙ 1.999kN e ±1. .Peso estrutura secundária (PES): Peso telhas: 48 N/m² Peso terças : 40 N/m² Peso tirantes: 40 N/m² 48 + 40 + 40 = 128 𝑁/𝑚² 0.505 kN e 0.92 = 0.128 ∙ 1.  Vento (V) Para carregamento devido ao vento vai ser utilizado o valor das combinações mais criticas. Assim dividindo esse valor pelo vão da treliça. .123 kN para os nós dos beirais.317 𝑘𝑁/𝑚 ∙ 1.246 𝑘𝑁 Força devido a estrutura secundária por nó = 0.999 𝑘𝑁 Força devido a ação do vento por nó = ±2. .317 kN/m. Multiplicando este valor pela área de influencia do nó: ± 1.2525 kN para os nós dos beirais.Peso estrutura principal (PP): Considerando o perfil utilizado e também as ligações. Assim a carga atuante nos nós será: 0.03 kN. ±1.

5𝑆𝐶 + 1.7. considerando a atuação de todas as ações adotadas em cada hipótese atuando na estrutura.7. Segue abaixo os carregamentos combinados para cada hipótese de cálculo.4𝑉 𝐹𝑑4 = 1.𝑘 ) 𝑖=1 𝑗=2 Foi adotado quatro hipóteses de combinações. será necessário fazer as combinações de ações atuantes na estrutura.6 ∙ 𝑉 .5𝑆𝐶 Após feito as combinações de ações.1. usando-se a seguinte expressão.4 ∙ 0.6 ∙ 𝑉 𝐹𝑑2 = 1.25𝑃𝑃 + 1.4𝑃𝐸𝑆 + 1. 60 Para estes cálculos a área da cobertura foi aproximada pela sua projeção horizontal.2.4𝑃𝐸𝑆 + 1.2 Esforços solicitantes Para obter os esforços solicitantes de cálculo.𝑘 ) + 𝛾𝑞1 𝐹𝑄1. 𝑚 𝑛 𝐹𝑑 = ∑(𝛾𝑔𝑖 𝐹𝐺𝑖. da NBR 8800:2008. já que se trata de uma cobertura de pequena inclinação (i = 3%). 3.𝑘 + ∑(𝛾𝑞𝑗 𝜓0𝑗 𝐹𝑄𝑗.4𝑃𝐸𝑆 + 1. o resultado dos esforços encontrados são os valores dos esforços solicitantes para cada barra. de acordo com o item 4.25𝑃𝑃 + 1.1 e com os valores dos coeficientes de ponderação e combinação da Tabela 1 e da Tabela 2.8 ∙ 𝑆𝐶 𝐹𝑑3 = (𝑃𝑃 + 𝑃𝐸𝑆) − 1. As combinações últimas normais decorrem do uso previsto para a edificação.4 ∙ 0.4𝑉 + 1. 𝐹𝑑1 = 1.4𝑃𝐸𝑆 + 1.5 ∙ 0.5. 𝐹𝑑1 = 1.5𝑆𝐶 + 1.25𝑃𝑃 + 1.25𝑃𝑃 + 1. respectivamente.

61 Figura 16 .Carregamento 𝐹𝑑4 Treliça 01 e 04 .5𝑆𝐶 Figura 19 .4𝑉 Figura 18 .Carregamento 𝐹𝑑1 Treliça 01 e 04 𝐹𝑑2 = 1.8 ∙ 𝑆𝐶 Figura 17 .4𝑃𝐸𝑆 + 1.4𝑉 + 1.4𝑃𝐸𝑆 + 1.Carregamento 𝐹𝑑2 Treliça 01 e 04 𝐹𝑑3 = (𝑃𝑃 + 𝑃𝐸𝑆) − 1.5 ∙ 0.Carregamento 𝐹𝑑3 Treliça 01 e 04 𝐹𝑑4 = 1.25𝑃𝑃 + 1.25𝑃𝑃 + 1.

50 12. As propriedades para cantoneira L 76.  Montantes e diagonais Tanto para montantes como para as diagonais foi adotado cantoneiras simples L76.50 Banzo inferior -11. 62 Os maiores esforços solicitantes na treliça 01 estão apresentados na tabela a seguir. Foram adotadas.2x6. com as barras enumeradas.2x6.90 21.Valores esforços solicitantes treliças 01 e o4 Compressão Tração 𝑁𝑐.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.1. para os banzos superior e inferior. Figura 20 . cantoneiras duplas e para as diagonais e montantes cantoneira simples.Treliça 01 Tabela 6 .5.35 ASTM A36 e o comprimento utilizado para calculo será de 169 cm. a) Resistência à compressão . a figura 13 mostra o esquema da treliça 01 adotado. pois é o elemento mais longo entre os montantes e diagonais.40 Banzo superior -12. será feito o dimensionamento á tração e compressão conforme determina a norma NBR 8800/2008.35 encontram-se no catálogo do fabricante. O aço das cantoneiras é o ASTM A36.3 Dimensionamento treliças 01 e 04 Com os valores dos esforços atuantes para cada barra.20 3.80 Diagonal -12.𝑆𝑑 (kN) Montante -19.40 7.50 11.

7 𝑡 𝑙𝑖𝑚 𝑓𝑦 𝑏 7.1 𝑁𝑒𝑦 = = = 546. anexo F): 𝑏 𝐸 ( ) = 0. 𝑦0 = √2(𝑥𝑔 − )² = 2.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 𝑟𝑧 2 ∙ 𝐴𝑔 = 1.29 = 20.Flambagem local (conforme NBR8800/2008.21 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 1.9 = 79.45 ∙ √ = 12.52 ∙ 9.56 𝑐𝑚 2 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 4.9 𝑁𝑒𝑥 = = = 144.10 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝜋 2 20000 ∙ 79.635 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 .45 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² (1.90 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝜋 2 20000 ∙ 20.0 ∙ 169)² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 𝐼𝑌 + 𝐼𝑋 − 𝐼𝑥 = 50 + 50 − 20.62 ( )= = 12.0 𝑡 0.24 𝑐𝑚4 3 .0 ∙ 169)² 𝑡 𝑥0 = 0 .68 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² (1. 63 .

27 𝑁𝑒 144. 4.5 b) Resistencia a tração .5 → 𝑋 = ∴ 𝑋 = 0. sendo o limite recomendado por norma igual a 200.67 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.𝑆𝑑 = 12. 𝜆0 > 1.877 Para.29 ∙ 25 𝜆0 = √ = √ = 1.45 0. 64 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = 2[ + 𝐺𝐽] 𝑟0 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 1 𝑁𝑒𝑧 = [7700 ∙ 1. 𝑝𝑜𝑖𝑠 𝐶𝑤 = 0 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑡𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜.45 𝑘𝑁.𝑅𝑑 = = 114. por tanto 𝑁𝑒 = 144.212 𝑁𝑒𝑧 = 538.86 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.24].9 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.457 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 . 𝐿 169 = = 112.70 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 337.Escoamento da seção bruta: . 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 1 ∙ 9.544 𝜆0 2 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.

127 + 3.96 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 2. .9 ∴ 𝐶𝑡 = 0.𝑆𝑑 = 21.6 𝑑𝑓 = 𝑑𝑝 + 3.5 = 0.81 0.96 ∙ 40 𝑁𝑡.5 = 0.14 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 1.96 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 4. logo: 𝑁𝑡.667 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.5 c) Ligações: Para as ligações serão usados dois parafusos de 1/2”.29 ∙ 25 𝑁𝑡. por tanto: 𝐿 169 = = 112. 65 𝐴𝑔 𝑓𝑦 9.1 .35 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.𝑅𝑑 = = = 211.Resistência ao cisalhamento.477 𝑐𝑚 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 8.𝑅𝑑 = = = 146.6 < 𝐶𝑡 < 0. com plano de corte passando pela rosca: .40 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.26 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 4.13 𝐶𝑡 = 1 − =1− = 0.96 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.44 𝑙𝑐 3.𝑅𝑑 = 146.

Rasgamento: 1.27 ∙ 0.35x6.𝑅𝑑 = = ( ) ∙ 2 = 62.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 1.3 ∙ 0.35 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾  Banzos superior e inferior Para os banzos superior e inferior foi adotado cantoneiras duplas L6. a) Resistencia a compressão: .35 encontram-se no catálogo do fabricante.635 . As propriedades para cantoneira L6.27 ∙ 82.417 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.35x6.36 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.35 Esmagamento: 3.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 0.635 ∙ 40 𝐹𝑐.5 ∙ 2.45 ∙ √ = 12.35 ( )= = 10.35 .Flambagem local: 𝑏 𝐸 ( ) = 0.𝑅𝑑 = = ∙ 2 = 143. 66 0.635 ∙ 40 𝐹𝑐.5 𝐹𝑡.𝑅𝑑 = = ∙ 2 = 129.4 ∙ 1.Pressão contato do furo.75 ∙ 1.82 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 0.0 𝑡 0.27 ∙ 82.35 ASTM A36 e o comprimento utilizado para calculo será de 160 cm.35 .5 𝐹𝑉.7 𝑡 𝑙𝑖𝑚 𝑓𝑦 𝑏 6.08 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.𝑅𝑑 = ∙2=( ) ∙ 2 = 116.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 3 ∙ 1.

0 ∙ 160)² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝑡 2 0.74 𝑁𝑒𝑦 = = = 992. 3. 𝑦0 = √2(𝑥𝑔 − )² = 1.32 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 2.322 𝑁𝑒𝑧 = 1439.06].Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 2 ∙ 𝐼𝑋 = 2 ∙ 29 = 58. 𝑝𝑜𝑖𝑠 𝐶𝑤 = 0 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑡𝑒 𝑐𝑎𝑠𝑜.07 𝑘𝑁 . 67 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 .83 + ) ] = 128.74 𝑐𝑚4 2 2 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝜋 2 20000 ∙ 128.0 ∙ 160)² 𝑡 𝑥0 = 0 .06 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = 2[ + 𝐺𝐽] 𝑟0 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 1 𝑁𝑒𝑧 = [7700 ∙ 2.67 (1.22 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² (1.635 2 𝐼𝑦 = 2 [𝐼𝑌 + 𝐴𝑔 (𝑋𝑔 + ) ] = 2 [29 + 7.67 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² (1.83 𝑐𝑚 2 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 3.0 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝜋 2 20000 ∙ 58 𝑁𝑒𝑥 = = = 447.

𝑅𝑑 = = 243.09 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑦 2.35 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.5 → 𝑋 = 0. por tanto 𝑁𝑒 = 144.89 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: .𝑆𝑑 = 12.658𝜆0 ∴ 𝑋 = 0.93 𝑁𝑒 447. Flambagem no plano da treliça: 𝐿 160 ( ) = = 81.698 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.36 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 . sendo o limite recomendado por norma igual a 200. 𝜆0 < 1. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 1 ∙ 15.45 𝑘𝑁.96 Flambagem fora do plano da treliça: 𝐿 3 ∗ 160 ( ) = = 166.4 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.22 2 Para.0 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑥 1. 68 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 747.34 ∙ 25 𝜆0 = √ = √ = 0.

62 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 13.35 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas. 69 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distancia entre si de 50 cm.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 15.26 ∙ 40 𝑁𝑡.Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 1.0 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.𝑅𝑑 = 304. por tanto: 𝐿 160 = = 129.𝑆𝑑 = 21.03 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.𝑅𝑑 = = = 304.34 ∙ 25 𝑁𝑡.4 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.26 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 10.1 .24 . b) Resistencia a tração .0 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.50 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 10.76 𝑙𝑐 7. logo: 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = = = 348.64 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 1.83 𝐶𝑡 = 1 − =1− = 0.

5 𝐹𝑉.5x6.20 243.80 114.35 A36 1.35 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Tabela 7 .96 4 2L63.30 2.70 243.35 .75 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.90 243.60 42. de Resistencia TRELIÇAS 01. de resistência por barra Treliças 01.2x6.54 ∙ 0.35 304.𝑆𝑑 (kN) 1 L76.𝑅𝑑 = = ∙ 2 = 248. com plano de corte passando pela rosca: 0.72 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1. 03 e 04 Esforços Solicitantes Cap.35 Esmagamento: 3.35 A36 10.30 243. .635 ∙ 40 𝐹𝑐.96 2 2L63.𝑅𝑑 = = ∙ 2 = 286.86 146.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 1.Esforços solic.4 ∙ 0. 03 e 04 Compressão Tração Compressão Tração Barra Perfil 𝑁𝑡.35 A36 43.35 304.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 0.40 114. 02.00 .35 A36 3.36 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.5x6.635 ∙ 40 𝐹𝑐.2x6.40 7.80 114.86 146.86 146.86 146. 70 c) Ligações: Para as ligações serão usados dois parafusos de 1”.35 304.20 31.5 𝐹𝑡.5 ∙ 4.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.00 31.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.75 ∙ 5.10 9.35 A36 24.𝑅𝑑 = ∙2=( ) ∙ 2 = 464.5x6.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 0.5x6.00 3 L76. Rasgamento: 1.50 114. 02.50 33.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 3 ∙ 2.4 ∙ 5.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.Resistência ao cisalhamento.35 A36 7.74 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.96 6 2L63.07 ∙ 82.00 7 L76.35 .2x6.35 304.𝑅𝑑 = = ( ) ∙ 2 = 247.35 A36 30.00 0.2x6.00 5 L76.07 ∙ 82.96 8 2L63.Pressão contato do furo.e cap.35 A36 44.

00 19 L76.2x6.10 16.35 A36 44.10 114.1 Cargas atuantes Foi utilizada a mesma metodologia empregada na treliça 01 para o cálculo das cargas da treliça 02.96 10 2L63.5.5x6.Peso estrutura secundária (PES): Força devido a estrutura secundária por nó = 0.5x6.90 243.5x6.10 9.5x6. 71 9 L76. obteve-se o valor de 3. Como resultado foi obtido:  Sobrecarga (SC): Força devido a sobrecarga atuante por nó = 1.5 kN para os nós dos beirais.86 146.35 A36 23.5x6.35 304.84 kN e 0.96 24 2L63.40 7.00 13 L76.00 11 L76.35 A36 31.86 146.35 A36 43.2x6.60 42.00 23 L76.30 2.00 74.2.2x6.2 Treliça 02 e 03 3.5x6.2x6.35 304.03 kN. .60 243.35 A36 0.90 243.96 20 2L63.35 A36 67.2x6.2x6.60 243.70 243.70 114.35 304.94 kN e 0.  Permanente .96 14 2L63.35 A36 23.35 304.80 114.86 146.Peso estrutura principal (PP): Considerando o perfil utilizado e também as ligações.00 18.00 31.80 114.20 22.60 114.20 22. para o peso próprio da treliça 01.20 243.35 A36 3.35 A36 7.35 304.35 304.35 A36 30.86 146.00 0.5x6.86 146.35 A36 40.86 146.2x6.2x6.00 21 L76.90 49.96 3.96 22 2L63.40 114.92 kN para os nós dos beirais.35 A36 10.96 16 2L63. Assim dividindo esse valor pelo vão da .35 A36 0.00 18.50 33.35 A36 1.50 114.35 A36 24.60 114.00 74.00 25 L76.90 243.86 146.2x6.86 146.5.96 12 2L63.35 A36 31.00 17 L76.86 146.70 114.96 18 2L63.00 15 L76.5x6.10 16.35 A36 40.35 304.30 243.35 304.20 31.

de acordo com o item 4.5 ∙ 0. 72 treliça. 3.7.25𝑃𝑃 + 1.Carregamento 𝐹𝑑1 Treliças 02 e 03 𝐹𝑑2 = 1. Segue abaixo os carregamentos combinados para cada hipótese de cálculo.6 ∙ 𝑉 Figura 21 .7. usando-se a seguinte expressão.5𝑆𝐶 + 1. 𝐹𝑑1 = 1.75 kN para os nós dos beirais.4𝑃𝐸𝑆 + 1. obtemos um carregamento uniformemente distribuído de 0. da NBR 8800:2008.25𝑃𝑃 + 1.5.1 e com os valores dos coeficientes de ponderação e combinação da Tabela 1 e da Tabela 2. Assim a carga atuante nos nós será: Força devido a estrutura principal por nó = 0. As combinações últimas normais decorrem do uso previsto para a edificação.  Vento (V) Força devido a ação do vento por nó = ±11.8 ∙ 𝑆𝐶 .4𝑃𝐸𝑆 + 1. para obter os esforços solicitantes de cálculo.2525 kN para os nós dos beirais. será necessário fazer as combinações de ações atuantes na estrutura.4 ∙ 0.4𝑉 + 1.2 Esforços solicitantes Como na treliça 01.2.505 kN e 0.317 kN/m.2. respectivamente.49 kN e ±5.

4𝑉 Figura 23 .60 Banzo superior -43.5𝑆𝐶 Figura 24 .Valores esforços solicitantes treliças 02 e 03 Compressão Tração 𝑁𝑐. O Apêndice A mostra o esquema da treliça 02 adotado.20 Banzo inferior -40.20 31.Carregamento 𝐹𝑑4 Treliças 02 e 03 Os esforços solicitantes na treliça 02 estão apresentados na tabela a seguir.00 42.30 . Tabela 8 .90 74.4𝑃𝐸𝑆 + 1.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡. 73 Figura 22 .𝑆𝑑 (kN) Montante -67.25𝑃𝑃 + 1. com as barras enumeradas.10 Diagonal -53.90 49.Carregamento 𝐹𝑑3 Treliças 02 e 03 𝐹𝑑4 = 1.Carregamento 𝐹𝑑2 Treliças 02 e 03 𝐹𝑑3 = (𝑃𝑃 + 𝑃𝐸𝑆) − 1.

3 Treliça 05 3.1 Cargas atuantes A treliça 05 recebe os carregamentos provenientes das treliças 01. 03 e 04 além do carregamento do peso próprio.3 Dimensionamento treliças 02 e 03 Como as treliças 01. 02.1 e com os valores dos coeficientes de ponderação e combinação da Tabela 1 e da Tabela 2. obtemos um carregamento uniformemente distribuído de 0.  Permanente Peso estrutura principal (PP): Considerando o perfil utilizado e também as ligações.7.2.5.49 kN.5. Assim a carga atuante nos nós será. .3. ao dimensionar as treliças 01 e 04 foram utilizadas as cargas mais críticas entre as quatro treliças.2 Esforços solicitantes Como nas treliças anteriores. 74 3. o carregamento uniformemente distribuído multiplicado pela área de influência do nó. Portanto o dimensionamento das treliças 02 e 03 será o mesmo das treliças 01 e 04. respectivamente. 3. usando- se a seguinte expressão. obteve-se o valor de 9. 02.7. Assim dividindo esse valor pelo vão da treliça. da NBR 8800:2008.2. para o peso próprio da treliça 05. para obter os esforços solicitantes de cálculo. 3.3.5. será necessário fazer as combinações de ações atuantes na estrutura. 03 e 04 têm a mesma configuração.317 kN/m. de acordo com o item 4. As combinações últimas normais decorrem do uso previsto para a edificação.5.

𝐹𝑑1 = 1.6 ∙ 𝑉 Figura 25 .5𝑆𝐶 + 1.4𝑃𝐸𝑆 + 1.4 ∙ 0.25𝑃𝑃 + 1. 75 Segue abaixo os carregamentos combinados para cada hipótese de cálculo.Carregamento 𝐹𝑑2 Treliça 05 𝐹𝑑3 = (𝑃𝑃 + 𝑃𝐸𝑆) − 1.25𝑃𝑃 + 1.4𝑉 .Carregamento 𝐹𝑑1 Treliça 05 𝐹𝑑2 = 1.5 ∙ 0.4𝑉 + 1.8 ∙ 𝑆𝐶 Figura 26 .4𝑃𝐸𝑆 + 1.

com as barras enumeradas.4𝑃𝐸𝑆 + 1.5𝑆𝐶 Figura 28 .60 74. Tabela 9 .80 97.00 330.Carregamento 𝐹𝑑3 Treliça 05 𝐹𝑑4 = 1. 76 Figura 27 .3. No Apêndice A. apresenta-se o esquema da treliça 05 adotado.30 3.𝑆𝑑 (kN) Montante -41.Valores esforços solicitantes treliça 05 Compressão Tração 𝑁𝑐.90 Banzo superior -131.25𝑃𝑃 + 1.Carregamento 𝐹𝑑4 Treliça 05 Os esforços solicitantes na treliça 05 estão apresentados na tabela a seguir.00 131.5. as forças atuantes na treliça 05 geraram os seguintes resultados:  Montantes e diagonais .3 Dimensionamento treliças 05 Conforme cálculos já demostrados para treliça 01 e 04.90 Diagonal -114.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.20 Banzo inferior -331.

21 𝑐𝑚 𝐽 = 1.10 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 752. a) Resistência à compressão . 77 Tanto para montantes como para as diagonais foi adotada cantoneira simples L76.95 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 𝐼𝑌 + 𝐼𝑋 − 𝐼𝑥 = 79.35 encontram-se no catálogo do fabricante.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 20.2x6.Flambagem local: 𝑏 ( ) = 12.35 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 144 cm.56 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 4. 𝑦0 = 2. pois é o elemento mais longo entre os montantes e diagonais.90 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 198.24 𝑐𝑚4 . As propriedades para a cantoneira L 76.0 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 .98 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .2x6.

𝑅𝑑 = = 136.𝑅𝑑 = = = 211.14 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 1.645 𝜆0 2 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.183 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.5 b) Resistencia a tração .Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 9.1 .𝑆𝑑 = 114. 𝐿 144 = = 96 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.877 Para. sendo o limite recomendado por norma igual a 200.95 𝑘𝑁.70 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 (𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 ) 2 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 387. por tanto 𝑁𝑒 = 198.167 𝑁𝑒 0. 𝜆0 > 1.176 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .29 ∙ 25 𝑁𝑡. 78 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = 2[ + 𝐺𝐽] 𝑟0 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 538.5 → 𝑋 = ∴ 𝑋 = 0. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 1.6 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.

4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.37 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡. com plano de corte passando pela rosca: 0. logo: 𝑁𝑡.21 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = = 189.𝑆𝑑 = 97.9 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300. por tanto: 𝐿 144 = = 96 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.49 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .69 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 . 79 .5 c) Ligações: Para as ligações será usado dois parafusos de 7/8”.𝑅𝑑 = = 214.37 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.68 𝑙𝑐 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 7.𝑅𝑑 = = 154.Pressão contato do furo.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.𝑅𝑑 = 154.Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0.66 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 5. Rasgamento: 1. .Resistência ao cisalhamento.

𝑅𝑑 = = 355.2x7. 80 Esmagamento: 3.60 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 .Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.𝑅𝑑 = = 250. d) Resistencia a compressão: .32 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 280.94 ASTM A36 e o comprimento utilizado para calculo será de 130 cm.Flambagem local: 𝑏 ( ) = 9.67 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾  Banzos superior e inferior Para os banzos superior e inferior foi adotado cantoneiras duplas L76.2x7.0 𝑐𝑚4 .94 encontram-se no catálogo do fabricante.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 124 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 1448.95 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 . As propriedades para cantoneira L76.

19 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .73 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 4.85 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.4 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .629 𝑁𝑒 Para. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 0.55 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 (𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 ) 2 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1661.82 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = [ + 𝐺𝐽] 𝑟02 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 2035.0 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 .5 → 𝑋 = 0.𝑆𝑑 = 331.𝑅𝑑 = = 443.21 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 4. 81 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 3270. por tanto 𝑁𝑒 = 1448.55 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐. 𝜆0 < 1. 𝑦0 = 2.32 𝑘𝑁.

sendo o limite recomendado por norma igual a 200. Flambagem no plano da treliça: 𝐿 130 ( ) = = 86. 82 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas. e) Resistencia a tração .82 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 .Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.Ruptura de seção líquida: .49 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distancia entre si de 50 cm.99 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑦 3.67 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑥 1.50 Flambagem fora do plano da treliça: 𝐿 4 ∗ 130 ( ) = = 148.𝑅𝑑 = = 521.

78 𝑙𝑐 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 20. .4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.𝑆𝑑 = 330.𝑅𝑑 = 479.𝑅𝑑 = = 537. com plano de corte passando pela rosca: 0.80 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3.67 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 16.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.Resistência ao cisalhamento. logo: 𝑁𝑡.2 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.11 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.80 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .17 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡. 83 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0.80 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .𝑅𝑑 = = 479.11 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. Rasgamento: 1.Pressão contato do furo.𝑅𝑑 = = 465. por tanto: 𝐿 144 = = 96 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.5 f) Ligações: Para as ligações será usado 3 parafusos de 1”.𝑅𝑑 = = 371.

18 154.94 A36 192.2x7.30 73.94 A36 20.18 154.55 479. de resistência por barra Treliça 05 Esforços Solicitantes Cap.20 136.35 A36 8.11 17 L76.10 42.2x6.30 443.11 25 L76.30 25.2x6.37 18 2L76.13 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Tabela 10 .37 10 2L76.94 A36 124.𝑅𝑑 = = 697.18 154.35 A36 28.20 443.11 5 L76.2x7.20 13.94 A36 53.60 136.11 21 L76.18 154.18 154.20 13.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.2x7.55 479.80 79.2x6.11 27 L76.90 136.35 A36 34.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.18 154.37 4 2L76.35 A36 7.35 A36 29.11 19 L76.50 13.2x7.2x6.55 479.70 3.94 A36 42.94 A36 14.2x6.80 72.18 154.37 14 2L76.35 A36 6.20 19.55 479.50 443.90 136.𝑆𝑑 (kN) 1 L76.37 16 2L76.70 2.2x7.55 479.30 15.11 7 L76.2x6.2x6.37 26 2L76. 84 .20 0.80 443.2x7.2x7.94 A36 58.2x7.80 127.20 136.35 A36 8.37 20 2L76.18 154.94 A36 27.94 A36 13.55 479.94 A36 0.90 136.20 52.30 13.11 13 L76.2x6.2x6.35 A36 7.35 A36 8.18 154.2x7.55 479.90 443.11 9 L76.11 23 L76.50 16.18 154.40 136.30 443.80 136.55 479.00 195. de Resistencia TRELIÇA 05 Compressão Tração Compressão Tração Barra Perfil 𝑁𝑡.00 7.20 27.37 6 2L76.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.2x7.2x6.2x6.11 3 L76.90 443.37 2 2L76.2x6.94 A36 7.2x7.00 14.20 3.55 479.2x7.94 A36 81.e cap.37 12 2L76.2x7.55 479.55 479.10 136.35 A36 34.55 479.60 136.18 154.11 15 L76.37 22 2L76.11 .Esforços solic.55 479.37 28 2L76.2x6.35 A36 29.10 60.11 11 L76.37 8 2L76.60 136.90 443.37 24 2L76.10 136.90 443.30 14.55 479.40 443.00 17.35 A36 7.18 154.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.94 A36 26.94 A36 262.40 443.20 136.18 154.2x7.30 106.40 4.30 443.35 A36 6.50 74.2x6.35 A36 34.18 154.50 136.70 443.70 443.

70 136.35 A36 41.18 154.94 A36 107.18 154.0 kN para os nós dos beirais.18 154.70 136.90 443.18 154.Peso estrutura secundária (PES): Força devido a estrutura secundária por nó = 1.00 43.55 479.30 443.37 36 2L76.10 91. .2x6.2x7.35 A36 114.94 A36 38.11 31 L76.0 kN e 0.80 45.2x7.00 6.2x7.35 A36 20.55 479.4.2x6.35 A36 35.37 38 2L76.94 A36 331.30 136.94 A36 131.37 42 2L76.55 479.2x6.  Permanente .55 479.37 30 2L76.5.55 479.2x6.20 443.37 3.35 A36 114.35 A36 108.94 A36 89.2x7.0 kN e 1.37 48 2L76.2x6.70 136.18 154.55 479.94 A36 119.11 41 L76.11 33 L76. 85 29 L76.18 154.35 A36 19.30 443.35 A36 20.37 44 2L76.40 46.80 136.11 47 L76.55 479.11 37 L76.60 222.37 40 2L76.18 154.30 136.2x7.90 443.4 Treliça 06 3.18 154.1 Cargas atuantes A treliça 06 recebe os carregamentos provenientes das treliças 01.35 A36 113.2x6.40 443.00 136.11 49 L76.18 154.20 13.2x6.70 49.94 A36 12.2x7.5.70 91.2x6.10 49.18 154.11 43 L76.55 479.10 443.2x6.94 A36 227.60 45.37 32 2L76.30 48.37 46 2L76.60 265.35 A36 26.18 154.11 35 L76.2x7.80 73.55 479.2x7.35 A36 37. 02.50 136.90 136.2x7.2x7.55 479.2x6.00 12.20 48.5 kN para os nós dos beirais.00 131.37 34 2L76.94 A36 46.11 39 L76.00 330.80 97. 03 e 04 além dos:  Sobrecarga (SC): Força devido a sobrecarga atuante por nó = 2.30 443.94 A36 3.30 136.11 45 L76.90 114.20 136.2x6.20 5.70 443.70 443.

35 kN para os nós dos beirais.4𝑃𝐸𝑆 + 1.2 Esforços solicitantes Como nas treliças anteriores. 𝐹𝑑1 = 1.7. As combinações últimas normais decorrem do uso previsto para a edificação.7.6 ∙ 𝑉 Figura 29 . 86 . obtemos um carregamento uniformemente distribuído de 0. para obter os esforços solicitantes de cálculo.31 kN/m. usando- se a seguinte expressão. para o peso próprio da treliça 04. será necessário fazer as combinações de ações atuantes na estrutura. Assim dividindo esse valor pelo vão da treliça.5. obteve-se o valor de 8. o carregamento uniformemente distribuído multiplicado pela área de influência do nó.4𝑉 + 1. respectivamente. Seguem abaixo os carregamentos combinados para cada hipótese de cálculo.2. Assim a carga atuante nos nós será.25𝑃𝑃 + 1.97 kN. da NBR 8800:2008.7 kN e ±6.Carregamento 𝐹𝑑1 Treliça 06 𝐹𝑑2 = 1.25𝑃𝑃 + 1. 3. de acordo com o item 4.5 ∙ 0.4 ∙ 0.4.5𝑆𝐶 + 1.Peso estrutura principal (PP): Considerando o perfil utilizado e também as ligações.8 ∙ 𝑆𝐶 .  Vento (V) Força devido a ação do vento por nó = ±12.4𝑃𝐸𝑆 + 1.1 e com os valores dos coeficientes de ponderação e combinação da Tabela 1 e da Tabela 2.

4𝑃𝐸𝑆 + 1.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡. Tabela 11 .𝑆𝑑 (kN) Montante -33.Carregamento 𝐹𝑑3 Treliça 06 𝐹𝑑4 = 1. No Apêndice A apresenta-se o esquema da treliça 06 adotado.80 39.25𝑃𝑃 + 1.60 . com as barras enumeradas.60 Banzo inferior -286.5𝑆𝐶 Figura 32 .60 Diagonal -172.60 113.40 284.Carregamento 𝐹𝑑4 Treliça 06 Os esforços solicitantes na treliça 06 estão apresentados na tabela a seguir.10 Banzo superior -180. 87 Figura 30 .Carregamento 𝐹𝑑2 Treliça 06 𝐹𝑑3 = (𝑃𝑃 + 𝑃𝐸𝑆) − 1.Valores esforços solicitantes treliça 06 Compressão Tração 𝑁𝑐.20 181.4𝑉 Figura 31 .

Flambagem local: 𝑏 ( ) = 10.5x6.52 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 𝐼𝑌 + 𝐼𝑋 − 𝐼𝑥 = 46. As propriedades para a cantoneira L 63.35 encontram-se no catálogo do fabricante.4.79 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 382. a) Resistência à compressão . 88 3.0 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 . pois é o elemento mais longo entre os montantes.26 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² .5.35 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 78 cm.3 Dimensionamento treliças 06 Conforme cálculos já demostrados para treliça 01 e 04. as forças atuantes na treliça 06 geraram os seguintes resultados:  Montantes Para os montantes foi adotada cantoneira simples L 63.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 11.21 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 1499.5x6.

03 𝑐𝑚4 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = [ + 𝐺𝐽] 𝑟02 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 647.95 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .43 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 2 1 − √1 − 2 0 𝑦 (𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 ) 2 [1 − ( 𝑟0 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 535. 𝑦0 = 2.81 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐. por tanto 𝑁𝑒 = 382.14 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 3.20 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.5 𝑐𝑚 𝐽 = 1. 89 𝑥0 = 0 .52 𝑘𝑁. .𝑅𝑑 = = 141. sendo o limite recomendado por norma igual a 200.8 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.71 𝑁𝑒 𝜆0 < 1.𝑆𝑑 = 33. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 0.5 → 𝑋 = 0.

9 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.𝑅𝑑 = = 102. por tanto: 𝐿 78 = = 62.6 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.32 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 . 90 𝐿 78 = = 62.Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0.52 𝑙𝑐 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 6.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = = 174. logo: 𝑁𝑡.64 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 3.22 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas. .9 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.𝑆𝑑 = 39.24 c) Ligações: Para as ligações será usado dois parafusos de 1/2”.45 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.22 > 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = 102.24 b) Resistencia a tração .

35 ( )= = 10.2 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.35x6.𝑅𝑑 = = 143. com plano de corte passando pela rosca: 0.93 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .4 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 . a) Resistencia a compressão: .Flambagem local: 𝑏 6.𝑅𝑑 = = 124.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. As propriedades para cantoneira L 6.35 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 191 cm. 91 .35 encontram-se no catálogo do fabricante.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.Resistência ao cisalhamento.635 .5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.Pressão contato do furo.𝑅𝑑 = = 61.12 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾  Diagonais Para as diagonais foram adotadas cantoneiras duplas L 6.35x6.0 𝑡 0. Rasgamento: 1.𝑅𝑑 = = 116.

07 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 (𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 ) 2 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] .Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 58. 92 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 .0 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 313.83 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 128. 𝑦0 = 1.83 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 3.32 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 2.74 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 696.06 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = [ + 𝐺𝐽] 𝑟02 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 1439.59 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .

𝑅𝑑 = = 209. 𝐿 191 = = 97. sendo o limite recomendado por norma igual a 200.96 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distância entre si de 50 cm. 𝜆0 < 1.60 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas. por tanto 𝑁𝑒 = 313.64 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 1.45 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.𝑆𝑑 = 172.Ruptura de seção líquida: .34 ∙ 25 𝑁𝑡.60 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.5 → 𝑋 = 0.46 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .1 .11 𝑁𝑒 2 Para.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 15. 93 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 578.83 𝑘𝑁. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 1.𝑅𝑑 = = = 348.18 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐. b) Resistencia a tração .658𝜆0 ∴ 𝑋 = 0.

𝑆𝑑 = 113.Pressão contato do furo.76 𝐴𝑛 = 13. com plano de corte passando pela rosca: 0.96 c) Ligações: Para as ligações será usado dois parafusos de 1”.0 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.74 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. por tanto: 𝐿 191 = = 97.50 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 10.Resistência ao cisalhamento.72 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .𝑅𝑑 = 304.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. logo: 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = = 286.45 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1. 94 𝐶𝑡 = 0. Rasgamento: 1.26 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡. .4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.10 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.0 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.𝑅𝑑 = = 247.𝑅𝑑 = = 304.36 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3.𝑅𝑑 = = 248.

94 encontram-se no catálogo do fabricante.Flambagem local: 𝑏 ( ) = 9. As propriedades para cantoneira L76. a) Resistencia a compressão: .𝑅𝑑 = = 464.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 124 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 808.2x7. 95 .Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.45 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 280.75 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾  Banzos superior e inferior Para os banzos superior e inferior foram adotadas cantoneiras duplas L76.0 𝑐𝑚4 .94 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 174 cm.60 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 .2x7.

5 → 𝑋 = 0.73 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 4.53 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .23 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.21 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 4. por tanto 𝑁𝑒 = 808.82 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = [ + 𝐺𝐽] 𝑟02 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 2035.84 𝑁𝑒 Para.744 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.55 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1309. 𝑦0 = 2.𝑆𝑑 = 286.68 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .45 𝑘𝑁.𝑅𝑑 = = 388. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 0. 96 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 1825. 𝜆0 < 1.2 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 .

49 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distância entre si de 50 cm. sendo o limite recomendado por norma igual a 200. Flambagem no plano da treliça: 𝐿 174 ( ) = = 116 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑥 1.99 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑦 3.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.78 𝑙𝑐 .50 Flambagem fora do plano da treliça: 𝐿 4 ∗ 130 ( ) = = 148.𝑅𝑑 = = 521. b) Resistencia a tração .Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0. 97 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.82 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 .

com plano de corte passando pela rosca: 0.𝑅𝑑 = 479.Pressão contato do furo.Resistência ao cisalhamento.80 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .5 c) Ligações: Para as ligações será usado 3 parafusos de 1”.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.60 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300. por tanto: 𝐿 174 = = 116 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.17 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡. logo: 𝑁𝑡.11 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas. Rasgamento: 1. 98 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 20.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.80 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3.𝑅𝑑 = = 479.𝑅𝑑 = = 371.11 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.80 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.𝑅𝑑 = = 465.Resistencia a tração dos parafusos: .𝑆𝑑 = 284.𝑅𝑑 = = 537. .67 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 16.

00 65.23 479.13 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Tabela 12 .23 479.90 388.23 479.2x7.94 A36 7.23 479.5x6.40 15.11 29 L63.90 114.60 16.50 388.20 388.2x7.60 388.20 102.30 105.18 304.90 388.20 102.20 17.5x6.5x6.23 479.35 A36 43.5x6.35 A35 8.11 3 2L63.70 141.18 304.23 479.94 A36 26.20 27.60 388.00 28 2L76.00 24 2L76.40 209.20 14.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.5x6.94 A36 57.5x6.2x7.11 17 L63.50 62.18 304.30 388.22 2 2L76.11 13 L63.20 102.5x6.23 479.00 388.2x7.35 A36 42.20 102.11 25 L63.70 388.20 102.50 144.2x7. de resistência por barra Treliça 06 Esforços Solicitantes Cap.50 388.70 25.20 60.10 141.22 14 2L76.10 141.94 A36 20.22 18 2L76.20 102.10 230.2x7.𝑅𝑑 = = 697.23 479.94 A36 27.5x6.35 A35 8.23 479.2x7.60 141.10 141.2x7.18 304.11 21 L63.94 A36 66.00 20 2L76.18 304.30 141.35 A35 28.11 5 L63.22 6 2L76.5x6.60 2.11 15 2L63.5x6.20 14.35 A35 7.94 A36 106.20 102.35 A36 6.18 304.2x7.50 209.50 13.90 388.35 A35 29.50 388.70 20.94 A36 13.35 A36 7.30 19.94 A36 0.40 209.80 172.90 141.35 A36 8.2x7.22 10 2L76.40 388.18 304.2x7.94 A36 14.60 63.11 .𝑆𝑑 (kN) 1 L63.2x7.70 209.22 26 2L76.2x7.40 4.70 19.80 20.10 3.94 A36 113.2x7.11 11 2L63.11 7 2L63.90 209.23 479.5x6.60 209.94 A36 42.22 22 2L76.00 12 2L76.94 A36 228.11 9 L63.94 A36 146.23 479.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.20 102.23 479.94 A36 170.5x6.70 3.00 19.00 4 2L76.22 30 2L76.23 479.90 141.5x6.5x6.10 7.35 A35 29.00 16 2L76.10 42.20 0.35 A36 6. de Resistencia TRELIÇA 06 Compressão Tração Compressão Tração Barra Perfil 𝑁𝑡.11 19 2L63.11 23 2L63. 99 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.35 A35 28.35 A35 7.30 388.11 27 2L63.35 A36 44.5x6.2x7.30 58.80 209.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.90 388.Esforços solicitantes e cap.00 8 2L76.23 479.23 479.

35 A35 33. obtemos um carregamento uniformemente distribuído de 0. .5 kN para os nós dos beirais.23 479.00 36 2L76.00 16.Peso estrutura principal (PP): Considerando o perfil utilizado e também as ligações.94 A36 35.18 304.32 kN/m.22 34 2L76.00 27.23 479.11 39 2L63.10 39.90 75.35 A35 0.11 41 L63. Assim a carga atuante nos nós será.2x7.23 479.11 35 2L63.10 388.5x6.2x7.40 284.22 42 2L76.Peso estrutura secundária (PES): Força devido a estrutura secundária por nó = 1.2x7.94 A36 180.5 Treliça 07 e 08 3.70 209.11 33 L63.18 304.5x6.2x7.20 102.5.90 209.40 15.11 45 L63.35 A36 54.00 32 2L76.1 Cargas atuantes  Sobrecarga (SC) Força devido a sobrecarga atuante por nó = 2. obteve-se o valor de 8.18 304.20 102.0 kN e 0.20 181.30 22. o carregamento uniformemente distribuído multiplicado pela área de influência do nó.2x7.35 A35 23.94 A36 15. para o peso próprio da treliça 07 e 08. .20 102.30 130.60 388.5x6.23 479.23 479.11 43 2L63.35 A36 172.2x7.35 A36 103.5x6.5.94 A36 72.00 388.2x7.5 kN para os nós dos beirais.60 388.  Permanente .00 44 2L76. 100 31 2L63.97 kN.0 kN e 0.70 60.40 33.22 3.22 38 2L76.10 209.5x6. Assim dividindo esse valor pelo vão da treliça.00 16.10 62.30 388.20 141.30 141.80 22.5.35 A35 6.00 40 2L76.60 113.50 141.23 479.94 A36 0.20 102.11 37 L63.5x6.35 A36 40.94 A36 134.18 304.70 388.23 479.5x6.94 A36 286.5x6.60 141.40 209.40 388.

7. 𝐹𝑑1 = 1.2.6 ∙ 𝑉 Figura 33 . Segue abaixo os carregamentos combinados para cada hipótese de cálculo. respectivamente.35 kN para os nós dos beirais. As combinações últimas normais decorrem do uso previsto para a edificação.4 ∙ 0.4𝑃𝐸𝑆 + 1.8 ∙ 𝑆𝐶 Figura 34 . 3.25𝑃𝑃 + 1.4𝑉 + 1.Carregamento 𝐹𝑑2 Treliças 07 e 08 . 101  Vento (V) Força devido a ação do vento por nó = ±12. de acordo com o item 4. usando- se a seguinte expressão.5.Carregamento 𝐹𝑑1 Treliças 07 e 08 𝐹𝑑2 = 1.2 Esforços solicitantes Como nas treliças anteriores.1 e com os valores dos coeficientes de ponderação e combinação da Tabela 1 e da Tabela 2.5.5 ∙ 0.7. da NBR 8800:2008. será necessário fazer as combinações de ações atuantes na estrutura.4𝑃𝐸𝑆 + 1.25𝑃𝑃 + 1.7 kN e ±6. para obter os esforços solicitantes de cálculo.5𝑆𝐶 + 1.

𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡. 102 𝐹𝑑3 = (𝑃𝑃 + 𝑃𝐸𝑆) − 1.4𝑃𝐸𝑆 + 1.80 3.3 Dimensionamento treliças 07 e 08 Conforme cálculos já demostrados para treliça 01 e 04.10 Banzo inferior -42.30 39.5.Valores esforços solicitantes treliças 07 e 08 Compressão Tração 𝑁𝑐.𝑆𝑑 (kN) Montante -79.Carregamento 𝐹𝑑4 Treliças 07 e 08 Os esforços solicitantes nas treliças 07 e 08 estão apresentados na tabela a seguir.4𝑉 Figura 35 .40 Banzo superior -40.20 69.Carregamento 𝐹𝑑3 Treliças 07 e 08 𝐹𝑑4 = 1.5𝑆𝐶 Figura 36 . com as barras enumeradas. as forças atuantes na treliça 07 e 08 geraram os seguintes resultados: .25𝑃𝑃 + 1.30 57.40 Diagonal -50.5. No Apêndice A apresenta-se o esquema das treliças 07 e 08 adotado.20 29. Tabela 13 .

52 ∙ 9.90 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 113.1 𝑁𝑒𝑦 = = = 427.2x6.635 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 . pois é o elemento mais longo entre todos.56 𝑐𝑚 .99 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² (1.62 ( )= = 12. a) Resistência à compressão .29 = 20. 103  Montantes.0 𝑡 0.45 ∙ √ = 12.0 ∙ 169)² 𝑥0 = 0 . banzo superior e banzo inferior Para todas as barras desta treliça foi adotado cantoneiras simples L76.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 𝑟𝑧 2 ∙ 𝐴𝑔 = 1.7 𝑡 𝑙𝑖𝑚 𝑓𝑦 𝑏 7.2x6.35 encontram-se no catálogo do fabricante.10 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝜋 2 20000 ∙ 79. As propriedades para cantoneira L 76.35 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 191 cm. 𝑦0 = 2.09 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 𝐼𝑌 + 𝐼𝑋 − 𝐼𝑥 = 79. diagonais. anexo F): 𝑏 𝐸 ( ) = 0.Flambagem local (conforme NBR8800/2008.

43 𝑁𝑒 Para.3 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas. Flambagem no plano da treliça: 𝐿 191 ( ) = = 127. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 1. 𝜆0 < 1.70 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 2 1 − √1 − 0 𝑦 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 2 [1 − ( 𝑟0 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 295.24 𝑐𝑚4 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = 2[ + 𝐺𝐽] 𝑟0 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 538.5 .21 𝑐𝑚 𝐽 = 1. por tanto 𝑁𝑒 = 113.425 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐. sendo o limite recomendado por norma igual a 200.39 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .𝑆𝑑 = 79.09 𝑘𝑁.33 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑥 1.5 → 𝑋 = 0. 104 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 4.73 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.𝑅𝑑 = = 89.

14 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 1.72 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑦 2.44 𝑙𝑐 0.96 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 4. 105 Flambagem fora do plano da treliça: 𝐿 2 ∗ 174 ( ) = = 148.96 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = = = 146.𝑅𝑑 = = = 211.Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0. por tanto: .1 .𝑅𝑑 = 146. logo: 𝑁𝑡.96 ∙ 40 𝑁𝑡.29 ∙ 25 𝑁𝑡.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 9.𝑆𝑑 = 89.6 < 𝐶𝑡 < 0.6 𝐴𝑛 = 8.96 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 1.35 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.34 b) Resistencia a tração .4 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.26 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 4.9 ∴ 𝐶𝑡 = 0.

Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.Resistência ao cisalhamento.70 89.35 A36 11.𝑅𝑑 = = 62.20 89.417 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Tabela 14 . 106 𝐿 191 = = 127.𝑅𝑑 = = 143.73 146.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.70 89.𝑅𝑑 = = 116.36 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .73 146.𝑅𝑑 = = 129.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡. com plano de corte passando pela rosca: 0.70 30. Rasgamento: 1.73 146.35 A36 28.96 3 L76.Pressão contato do furo.73 146.2x6.73 146.96 .96 4 L76.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.82 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3. . de resistência por barra Treliças 07 e 08 Esforços Solicitantes Cap.2x6.80 89.30 89.2x6.96 5 L76.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.50 8.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. de Resistencia TRELIÇAS 07 e 08 Compressão Tração Compressão Tração Barra Perfil 𝑁𝑡.80 39.2x6.80 5.33 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 1.90 0.Esforços solicitantes e cap.35 A36 41.35 A36 0.35 A36 7.𝑆𝑑 (kN) 1 L76.08 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .96 2 L76.5 c) Ligações: Para as ligações será usado dois parafusos de ½”.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.2x6.

Assim dividindo esse valor pelo vão da treliça.73 146. 10 e 11 recebe os carregamentos provenientes das treliças 05. obtemos um carregamento uniformemente distribuído de 0.2x6.40 89.2x6.  Vento (V) .96 7 L76. 107 6 L76.5.73 146.35 A36 29.40 89.0 kN para os nós dos beirais.5.00 19.  Permanente .20 89.2x6.6.73 146.2x6. .35 A36 42.0 kN e 1.10 89.60 89. 06 e 07 além da:  Sobrecarga (SC): Força devido a sobrecarga atuante por nó = 2.73 146.10 89.73 146.30 30.73 146.96 9 L76.73 146. o carregamento uniformemente distribuído multiplicado pela área de influência do nó.30 57.10 21.1 Cargas atuantes A treliça 09. para o peso próprio da treliça 06.35 A36 40.2x6.96 10 L76.26 kN.96 12 L76.90 15.96 3.32 kN/m.2x6.10 89.96 8 L76.96 13 L76.40 89. 10 e 11 3.73 146.5 kN para os nós dos beirais.35 A36 14.Peso estrutura secundária (PES): Força devido a estrutura secundária por nó = 1.35 A36 50.96 11 L76.10 22.20 29.2x6.Peso estrutura principal (PP): Considerando o perfil utilizado e também as ligações.2x6.30 89.35 A36 20.35 A36 16. Assim a carga atuante nos nós será. obteve-se o valor de 6.6 Treliça 09.0 kN e 0.35 A36 79.

42 kN e ± 6.4𝑃𝐸𝑆 + 1. 10 e 11 𝐹𝑑3 = (𝑃𝑃 + 𝑃𝐸𝑆) − 1.21 para os nós dos beirais.6 ∙ 𝑉 Figura 37 . 10 e 11 .4 ∙ 0. respectivamente.5𝑆𝐶 + 1.25𝑃𝑃 + 1. de acordo com o item 4.2 Esforços solicitantes Como nas treliças anteriores. usando- se a seguinte expressão. será necessário fazer as combinações de ações atuantes na estrutura.4𝑉 Figura 39 .5.Carregamento 𝐹𝑑3 Treliças 09. para obter os esforços solicitantes de cálculo.5 ∙ 0.Carregamento 𝐹𝑑2 Treliças 09.4𝑃𝐸𝑆 + 1.2. Segue abaixo os carregamentos combinados para cada hipótese de cálculo.8 ∙ 𝑆𝐶 Figura 38 .7.4𝑉 + 1. As combinações últimas normais decorrem do uso previsto para a edificação.Carregamento 𝐹𝑑1 Treliças 09. 3.25𝑃𝑃 + 1.1 e com os valores dos coeficientes de ponderação e combinação da Tabela 1 e da Tabela 2.7. 108 Força devido a ação do vento por nó = ±12.6. da NBR 8800:2008. 10 e 11 𝐹𝑑2 = 1. 𝐹𝑑1 = 1.

90 127.80 248.Carregamento 𝐹𝑑4 Treliças 09.3 Dimensionamento treliças 09.40 Diagonal 27 ao 57 -79. 10 e 11 Compressão Tração n˚ barra 𝑁𝑐.00 03 ao 23 -315.Valores esforços solicitantes treliças 09.90 40.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡. 10 e 11 Os esforços solicitantes nas treliças 09. Tabela 15 .60 583.90 Montante 29 ao 55 -19. No Apêndice A apresenta-se o esquema das treliças 09.25𝑃𝑃 + 1.30 178.4𝑃𝐸𝑆 + 1.70 04 ao 24 -907. 109 𝐹𝑑4 = 1.20 3.70 Banzo superior 26 ao 54 -248.15 555.𝑆𝑑 (kN) 01 ao 25 -327. 10 e 11 estão apresentados na tabela a seguir.30 02 ao 22 -310. 10 e 11 . 10 e 11 adotado.5𝑆𝐶 Figura 40 .00 Banzo inferior 28 ao 56 -149. com as barras enumeradas.40 698.40 32.6.5.

pois é o elemento mais longo entre os montantes e diagonais. as forças atuantes na treliça 05 geraram os seguintes resultados:  Montantes e diagonais Para os montantes e diagonais do número 27 até 57 foram adotadas cantoneira simples L 76.62 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 20.Flambagem local: 𝑏 ( ) = 12 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 . 𝑦0 = 2.2x6.1 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 796.56 𝑐𝑚 . 110 Conforme cálculos já demostrados para treliça 01 e 04.2x6. a) Resistência à compressão .35 ASTM A36 e o comprimento utilizado para calculo será de 140 cm. As propriedades para a cantoneira L 76.35 encontram-se no catálogo do fabricante.48 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 𝐼𝑌 + 𝐼𝑋 − 𝐼𝑥 = 79.90 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 210.

𝐿 = 93.05 𝑁𝑒 𝜆0 < 1.63 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.21 𝑐𝑚 𝐽 = 1.05 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 0 ) ] 𝑟0 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 𝑦0 2 (𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 ) 2 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 397.23 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 . 111 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 4.𝑅𝑑 = = 133.02 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.25 𝑐𝑚4 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = 2[ + 𝐺𝐽] 𝑟0 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 543.𝑆𝑑 = 63 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas. por tanto 𝑁𝑒 = 210. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 1.48 𝑘𝑁.33 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 . sendo o limite recomendado por norma igual a 200.5 → 𝑋 = 0.

𝑅𝑑 = 167. com plano de corte passando pela rosca: 0.14 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 .4𝐴𝑏 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑉.Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0. por tanto: 𝐿 = 93.65 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.82 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .𝑆𝑑 = 41. logo: 𝑁𝑡.0 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.85 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 5.57 > 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = = 211.𝑅𝑑 = = 139.72 𝑙𝑐 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 7.𝑅𝑑 = = 167.Resistência ao cisalhamento.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡. 112 b) Resistencia a tração .57 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.33 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 c) Ligações: Para as ligações será usado dois parafusos de 3/4”. .

52 encontram-se no catálogo do fabricante. pois é o elemento mais longo entre os montantes e diagonais. As propriedades para a cantoneira L 76.Instabilidade elástica por flexão: . 2x9.17 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Para os montantes e diagonais.𝑅𝑑 = = 262.2x9.52 ASTM A36 e o comprimento utilizado para calculo será de 169 cm.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.00 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 . a) Resistencia a compressão: .𝑅𝑑 = = 180. do número 1 até 25.Pressão contato do furo.𝑅𝑑 = = 215.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.62 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3.62 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .Flambagem local: 𝑏 ( ) = 8. foram adotadas cantoneira simples L 76. 113 .0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. Rasgamento: 1.

69 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 557.82 𝑘𝑁.87 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 5. .06 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 4.16 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .00 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 1036.11 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = [ + 𝐺𝐽] 𝑟02 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 1236. por tanto 𝑁𝑒 = 1020.04 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 (𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 ) 2 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1020. 𝑦0 = 3.82 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 . 114 𝐼𝑥 = 150.52 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 3853.

64 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 . 115 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 0.658𝜆0 ∴ 𝑋 = 0. 𝐿 = 73.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡. b) Resistencia a tração .83 𝐴𝑛 = 24.16 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distância entre si de 50 cm. 𝜆0 < 1.𝑅𝑑 = = 618.82 𝑁𝑒 2 Para.Ruptura de seção líquida: 𝐶𝑡 = 0.89 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.3 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.𝑅𝑑 = = 466.47 𝑐𝑚² .5 → 𝑋 = 0.7547 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐. sendo o limite recomendado por norma igual a 200.𝑆𝑑 = 327.

97 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 c) Ligações: Para as ligações será usado 4 parafusos de 1” ASTM A 490.𝑅𝑑 = = 601. logo: 𝑁𝑡. por tanto: 𝐿 = 114.𝑅𝑑 = = 859.𝑅𝑑 = = 621.𝑅𝑑 = 601.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.Pressão contato do furo.𝑅𝑑 = = 744.𝑆𝑑 = 583.Resistência ao cisalhamento.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.40 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300. com plano de corte passando pela rosca: 0.92 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .Resistencia a tração dos parafusos: .31 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.76 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 . Rasgamento: 1.68 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3. .78 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.78 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas. 116 𝐴𝑒 = 20.

0 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 3537. foram adotadas cantoneiras duplas L76. a) Resistencia a compressão: . do número 28 até 56.𝑅𝑑 = = 1.2x7.94 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 125 cm.5 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 280. 117 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡. As propriedades para cantoneira L76.Flambagem local: 𝑏 ( ) = 9.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 124 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 1566.2x7.165.33 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾  Banzos superior e inferior Para os banzos superior e inferior.9 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² .60 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 .94 encontram-se no catálogo do fabricante.

118 𝑥0 = 0 .08 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 935.18 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 2.84 𝑘𝑁.84 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .𝑅𝑑 = = 404. por tanto 𝑁𝑒 = 935.51 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐. 𝑦0 = 2.56 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 4. sendo o limite recomendado por norma igual a 200. . 𝜆0 < 1.90 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.7752 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.𝑆𝑑 = 248. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 0.5 → 𝑋 = 0.41 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = 2[ + 𝐺𝐽] 𝑟0 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 1062.78 𝑁𝑒 Para.

67 𝑐𝑚² .Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0. 119 Flambagem no plano da treliça: 𝐿 ( ) = 53.49 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distância entre si de 50 cm.82 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 . b) Resistencia a tração .Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = = 521.71 𝑙𝑐 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 20.27 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑦 3.41 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑥 Flambagem fora do plano da treliça: 𝐿 4 ∗ 125 ( ) = = 143.

Rasgamento: 1.13 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .Resistência ao cisalhamento.80 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .80 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .Pressão contato do furo. .0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. com plano de corte passando pela rosca: 0.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.33 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 c) Ligações: Para as ligações será usado 3 parafusos de 1” A 325.𝑅𝑑 = 434. 120 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 14.𝑅𝑑 = = 434.𝑆𝑑 = 248.𝑅𝑑 = = 697.𝑅𝑑 = = 371.20 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.67 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.67 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.𝑅𝑑 = = 465.𝑅𝑑 = = 537. por tanto: 𝐿 = 83. logo: 𝑁𝑡.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.81 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3.67 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.

7 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 160 cm.7 encontram-se no catálogo do fabricante.430.90 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 466 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 3593.15 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 1741.34 𝑐𝑚 . 121 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Para os banzos superior e inferior.Flambagem local: 𝑏 ( )=8 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 . a) Resistencia a compressão: . do número 2 até 24. As propriedades para cantoneira L101.6x12. foram adotadas cantoneiras duplas L101.87 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 13. 𝑦0 = 3.6x12.

92 𝑘𝑁.09 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 2 1 − √1 − 0 𝑦 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 2 [1 − ( 𝑟0 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 2983.51 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 13.64 𝑁𝑒 Para.𝑅𝑑 = = 926. por tanto 𝑁𝑒 = 2983. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 0.84 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.𝑆𝑑 = 907.15 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas. sendo o limite recomendado por norma igual a 200.92 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .32 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐. 122 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 5.5 → 𝑋 = 0. Flambagem no plano da treliça: .00 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = [ + 𝐺𝐽] 𝑟02 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 3297. 𝜆0 < 1.

Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.55 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 .71 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 37.83 𝑙𝑐 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 4.𝑅𝑑 = = 1099.11 𝑐𝑚² . b) Resistencia a tração . 123 𝐿 ( ) = 51.Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0.61 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑥 Flambagem fora do plano da treliça: 𝐿 3 ∗ 160 ( ) = = 80 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑦 6 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distância entre si de 50 cm.

95 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 . logo: 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = = 973. .5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. 124 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.27 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3.97 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .826.81 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 c) Ligações: 1 Para as ligações será usado 4 parafusos de 1 4 ” ASTM A 490.56 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.𝑅𝑑 = = 948.Resistência ao cisalhamento.𝑅𝑑 = = 1.𝑅𝑑 = 1099. Rasgamento: 1.𝑅𝑑 = = 1.435.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.𝑆𝑑 = 698.72 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 . com plano de corte passando pela rosca: 0.𝑅𝑑 = = 1099.Pressão contato do furo.7 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.55 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. por tanto: 𝐿 = 80.

00 627.6x12.89 601.94 A36 244.51 434.55 15 L76.89 601.35 A36 0.7 A36 671.6x12.00 34.32 1099. de Resistencia TRELIÇAS 09.52 A36 159.57 30 2L76.30 133.60 102.52 A36 237.32 1099.80 926.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.32 1099.50 926.78 20 2L101.89 553.20 285.7 A36 252.90 466.57 28 2L76.50 78.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.2x6.32 1099.90 112.35 A36 0.89 601.7 A36 2.90 127.2x9.40 466.2x6.78 18 2L101.02 167.67 33 L76.7 A36 597.2x9.10 926.80 182.30 511.40 698.52 A36 327.89 601.32 1099.6x12.70 926.00 33.52 A36 176.00 466. 10 e 11 Esforços Solicitantes Cap.80 466.40 0.50 466.60 56.78 14 2L101. de resistência por barra Treliças 09.00 926.57 34 2L76.78 8 2L101.2x7.89 601.32 1099.51 434.50 466.40 0.30 237.78 6 2L101.7 A36 229.55 25 L76.10 235.51 434.00 111.20 466.60 466.00 133.52 A36 187.2x9.2x7.6x12.2x9.40 404.7 A36 907.51 434.7 A36 10.2x7.78 10 2L101.89 601.7 A36 901.94 A36 126.30 178.10 466.2x9.52 A36 256.2x7.30 5.02 167.6x12.90 926.55 5 L76.89 601.30 926.94 A36 149.32 1099.90 95.32 1099.00 133.2x9.2x6.80 212.80 926.89 601.55 11 L76.20 926.Esforços solic.20 40.67 31 L76.00 404.7 A36 176.𝑆𝑑 (kN) 1 L76.78 2 2L101.52 A36 128.10 466.02 167.20 466.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.7 A36 118.32 1099.35 A36 0.52 A36 117.55 17 L76.55 19 L76.2x7.57 .52 A36 315.30 404.15 555.32 1099.78 24 2L101.2x9.80 288.70 404.78 26 2L76.55 23 L76.70 466.60 583.50 147.60 403. 125 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Tabela 16 .60 75.6x12.2x9.55 21 L76.78 22 2L101.00 133.78 16 2L101.52 A36 147.55 3 L76.94 A36 211.02 167.2x9.67 27 L76.70 133.80 404.2x6.78 12 2L101.70 926.67 29 L76.89 601.89 601.32 1099.67 35 L76.10 2.7 A36 310.89 601.52 A36 117.6x12.6x12.52 A36 99.2x9.55 13 L76.35 A36 19.70 926.55 9 L76.94 A36 232.70 466.6x12.35 A36 15.78 4 2L101.02 167.2x9.00 926.52 A36 155.6x12.7 A36 273.10 296.2x9.89 601.60 464.57 32 2L76.00 25.2x9.55 7 L76.e cap.40 336.89 601.2x6.6x12.6x12.32 1099. 10 e 11 Compressão Tração Compressão Tração Barra Perfil 𝑁𝑡.40 59.51 434.

00 404.51 434.60 35.67 39 L76.57 40 2L76.2x6.2x7.00 404.57 54 2L76.2x6.02 167.7. 03.67 51 L76.20 133.67 57 L76. para o peso próprio da treliça 12.2x6.00 404.90 14.94 A36 75.5.94 A36 34.94 A36 64.20 24.51 434.60 404.00 133.2x6.02 167.2x7.51 434. .40 28. 126 36 2L76.35 A36 63. 13 e 14 recebem os carregamentos provenientes das treliças 01.35 A36 10.2x6.2x6. Assim dividindo esse valor pelo vão da treliça.90 102.2x7.35 A36 71.57 56 2L76.51 434.60 0.51 434.2x6.90 0. o carregamento uniformemente distribuído multiplicado pela área de influência do nó.57 48 2L76.57 38 2L76.35 A36 0.94 A36 102.1 Cargas atuantes As treliças 12.80 139.02 167.67 45 L76. obtemos um carregamento uniformemente distribuído de 0.51 434.02 167.94 A36 141.67 53 L76.02 167.57 50 2L76.67 43 L76.50 404.30 133.02 167.50 248.00 40.57 42 2L76.94 A36 110.51 434.10 404.40 73.00 133.02 167.2x7.02 167.60 232.70 0. 13 e 14 3.67 47 L76.35 A36 11.35 A36 0.2x7.50 32.30 133.94 A36 101.00 133.94 A36 248.30 133.2x7.40 0.2x7.30 198.00 133.70 23. obteve-se o valor de 8.57 3.35 A36 18.7 Treliça 12.5.40 14.94 A36 13.2x6.2x7.57 44 2L76.70 133.00 17. 04.90 65.57 46 2L76.20 133.2x6.51 434.02 167. 02.30 404.70 245.35 A36 54.00 133.70 404.02 167.51 434.2x7.57 52 2L76.35 A36 7.10 32.35 A36 79.40 kN.00 404.51 434.2x7. Assim a carga atuante nos nós será.  Permanente Peso estrutura principal (PP): Considerando o perfil utilizado e também as ligações.51 434.67 49 L76.02 167. 09.94 A36 199.67 37 L76.50 404.2x7.67 41 L76.94 A36 1. 10 e 11 além do carregamento do peso próprio.67 55 L76.35 A36 14.30 kN/m.2x6.2x6.20 404.

Carregamento 𝐹𝑑3 Treliças 12.7.5.1 e com os valores dos coeficientes de ponderação e combinação da Tabela 1 e da Tabela 2.7.Carregamento 𝐹𝑑2 Treliças 12.25𝑃𝑃 + 1. 127 3.5 ∙ 0.4𝑃𝐸𝑆 + 1. usando- se a seguinte expressão. respectivamente.25𝑃𝑃 + 1. de acordo com o item 4.6 ∙ 𝑉 Figura 41 .7.2 Esforços solicitantes Como nas treliças anteriores. As combinações últimas normais decorrem do uso previsto para a edificação.4𝑉 + 1. 13 e 14 .4 ∙ 0. 13 e 14 𝐹𝑑3 = (𝑃𝑃 + 𝑃𝐸𝑆) − 1. 13 e 14 𝐹𝑑2 = 1. será necessário fazer as combinações de ações atuantes na estrutura. para obter os esforços solicitantes de cálculo.4𝑃𝐸𝑆 + 1. 𝐹𝑑1 = 1. da NBR 8800:2008.5𝑆𝐶 + 1.8 ∙ 𝑆𝐶 Figura 42 .4𝑉 Figura 43 .Carregamento 𝐹𝑑1 Treliças 12. Segue abaixo os carregamentos combinados para cada hipótese de cálculo.2.

com as barras enumeradas.25𝑃𝑃 + 1. 13 e 14 Compressão Tração n˚ barra 𝑁𝑐.60 129. 128 𝐹𝑑4 = 1. 13 e 14 estão apresentados na tabela a seguir.30 Banzo inferior do 84 ao 96 20 ao 80 -676.40 646.13 03 ao 15 e -13.37 .10 3.07 59.03 286.67 02 ao 14 e -51.5𝑆𝐶 Figura 44 .4𝑃𝐸𝑆 + 1.63 Montante do 85 ao 97 17 ao 81 -240.27 415. 13 e 14 adotado.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡. 13 e 14 Os esforços solicitantes nas treliças 12.𝑆𝑑 (kN) 01 ao 13 e -6. Tabela 17 .53 24.20 Diagonal do 83 ao 95 19 ao 79 -161.Valores esforços solicitantes treliças 12.23 04 ao 16 e -110.90 Banzo superior do 82 ao 94 18 ao 78 -660.Carregamento 𝐹𝑑4 Treliças 12. No Apêndice A apresenta-se o esquema das treliças 12.00 61.

Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 35.27 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 399. 13 e 14.Flambagem local: 𝑏 ( )=6 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 .73 𝑐𝑚4 .5. a) Resistência à compressão .70 ASTM A36 e o comprimento utilizado para calculo será de 132 cm. as forças atuantes nas treliças 12.70 encontram-se no catálogo do fabricante.2x12.7. As propriedades para a cantoneira L 76. pois é o elemento mais longo entre os montantes e diagonais. 129 3.3 Dimensionamento treliças 12. Conforme cálculos já demostrados para treliça 01 e 04. do número 17 até 81. foram adotadas cantoneira simples L 76.57 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 𝐼𝑌 + 𝐼𝑋 − 𝐼𝑥 = 146. 13 e 14 geraram os seguintes resultados:  Montantes e diagonais Para os montantes e diagonais.2x12.

130 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 1.05 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .44 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 4. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 1.60 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.𝑅𝑑 = = 254.27 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .5 → 𝑋 = 0.05 𝑐𝑚 𝐽 = 9. sendo o limite recomendado por norma igual a 200. .477.63 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.01 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐. por tanto 𝑁𝑒 = 399. 𝑦0 = 2.𝑆𝑑 = 240.82 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 (𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 ) 2 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1.56 𝑘𝑁.422.05 𝑁𝑒 𝜆0 < 1.54 𝑐𝑚4 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = 2[ + 𝐺𝐽] 𝑟0 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 4.662.

.18 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 . 131 𝐿 = 89.80 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 10.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.67 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.96 > 𝑁𝑡. logo: 𝑁𝑡. por tanto: 𝐿 = 89.96 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.𝑅𝑑 = 322.Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0.𝑅𝑑 = = 403.79 𝑙𝑐 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 13.79 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 c) Ligações: Para as ligações será usado dois parafusos de 1” ASTM A490.𝑅𝑑 = = 322.𝑆𝑑 = 286.79 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 b) Resistencia a tração .90𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.

35 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .𝑅𝑑 = = 582. do número 1 ao 15 e do número 83 ao 97.67 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Para os montantes e diagonais. a) Resistencia a compressão: .Flambagem local: 𝑏 ( ) = 8.𝑅𝑑 = = 573.𝑅𝑑 = = 310.48 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .00 𝑡 .0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.𝑅𝑑 = = 361.Resistência ao cisalhamento.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.35 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 113 cm.Pressão contato do furo. pois é o elemento mais longo entre os montantes e diagonais. com plano de corte passando pela rosca: 0.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. Rasgamento: 1. As propriedades para a cantoneira L 50. 132 .35 encontram- se no catálogo do fabricante. foram adotadas cantoneira simples L 50.8x6.24 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3.4𝐴𝑏 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑉.8x6.

57 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .26 𝑐𝑚4 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 359. 133 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 .76 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 0. 𝑦0 = 1.82 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 23.36 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 (𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 ) 2 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] .67 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 2.94 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 91.557 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = [ + 𝐺𝐽] 𝑟02 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 563.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 5.

55 𝑁𝑒 Para. 𝜆0 < 1.𝑅𝑑 = = 137.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.82 𝑘𝑁. 134 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 269.29 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .Ruptura de seção líquida: .5 → 𝑋 = 0. por tanto 𝑁𝑒 = 91.𝑅𝑑 = = 68.14 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distância entre si de 50 cm. 𝐿 = 114.73 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 .𝑆𝑑 = 40.6 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.20 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.027 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐. sendo o limite recomendado por norma igual a 200. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 5. b) Resistencia a tração .

87 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.81 𝐴𝑛 = 4.14 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 c) Ligações: 5 Para as ligações será usado dois parafusos de 8” ASTM A 490. Rasgamento: 1. com plano de corte passando pela rosca: 0.87 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.Pressão contato do furo.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.𝑅𝑑 = = 115. 135 𝐶𝑡 = 0.44 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 . por tanto: 𝐿 = 114.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉. logo: 𝑁𝑡. .𝑅𝑑 = = 124.92 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.18 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: .𝑆𝑑 = 72.83 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 3.60 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.𝑅𝑑 = = 121.Resistência ao cisalhamento.𝑅𝑑 = 115.

6x12.𝑅𝑑 = = 179.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 466 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 3.70 encontram-se no catálogo do fabricante.𝑅𝑑 = = 227.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.70 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾  Banzos superior e inferior Para os banzos superior e inferior.6x12.87 𝑐𝑚4 . foram adotadas cantoneiras duplas L101.741.70 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 130 cm. As propriedades para cantoneira L101.593.15 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 1.50 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. 136 3.Flambagem local: 𝑏 ( )=8 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 . do número 18 até 80. a) Resistencia a compressão: .

137 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 13.430.90 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 . 𝜆0 < 1.983.51 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 13.842 .09 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 2 1 − √1 − 0 𝑦 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 2 [1 − ( 𝑟0 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 2. 𝑦0 = 3. por tanto 𝑁𝑒 = 2.34 𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 5.92 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 . 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 0.983.5 → 𝑋 = 0.297.00 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = [ + 𝐺𝐽] 𝑟02 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 3.64 𝑁𝑒 Para.92 𝑘𝑁.

𝑆𝑑 = 676.55 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 .Ruptura de seção líquida: . sendo o limite recomendado por norma igual a 200.𝑅𝑑 = = 926. Flambagem no plano da treliça: 𝐿 ( ) = 41. b) Resistencia a tração .94 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑥 Flambagem fora do plano da treliça: 𝐿 1000 ( ) = = 166.32 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐.67 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑦 6 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distância entre si de 50 cm.099.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.4 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas.𝑅𝑑 = = 1. 138 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.

139 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0.11 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.66 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 c) Ligações: 1 Para as ligações será usado 3 parafusos de 1 4” ASTM A 490.37 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300.𝑅𝑑 = = 711.099.55 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.71 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 37.𝑅𝑑 = = 1.96 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .82 𝑙𝑐 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 44.20 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.𝑅𝑑 = = 1076. com plano de corte passando pela rosca: 0. .55 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas.099. por tanto: 𝐿 = 65.Pressão contato do furo. Rasgamento: 1. logo: 𝑁𝑡.𝑆𝑑 = 646.Resistência ao cisalhamento.48 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .𝑅𝑑 = 1.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.𝑅𝑑 = = 730.

52 𝑐𝑚4 .2x9. foram adotadas cantoneiras duplas L76.52 encontram-se no catálogo do fabricante.2x9.01 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² -Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝐼𝑦 = 557.52 ASTM A36 e o comprimento utilizado para cálculo será de 110 cm.Resistencia a tração dos parafusos: 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.Flambagem local: 𝑏 ( )=8 𝑡 𝑏 𝑏 ( ) <( ) →𝑄=1 𝑡 𝑡 𝑙𝑖𝑚 . As propriedades para cantoneira L76.447.80 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Para os banzos superior e inferior.𝑅𝑑 = = 1370. do número 1 ao 16 e do número 82 ao 96.Instabilidade elástica por flexão: 𝐼𝑥 = 150 𝑐𝑚4 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 2. a) Resistencia a compressão: . 140 .

11 𝑐𝑚4 3 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = [ + 𝐺𝐽] 𝑟02 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 1.𝑆𝑑 = 330.1 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 𝛾𝑎1 .81 𝑘𝑁.54 𝑘𝑁 > 𝑁𝑐. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 0.095. 141 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 9.𝑅𝑑 = = 482.78 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.87𝑐𝑚 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 5.06 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 4. 𝜆0 < 1.5 → 𝑋 = 0. 𝑦0 = 3. por tanto 𝑁𝑒 = 1.77 𝑁𝑒 Para.146.236.146.04 𝑘𝑁 𝑦 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 4 ∙ 𝑁𝑒𝑦 𝑁𝑒𝑧 [1 − ( 𝑟0 ) ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1 − √1 − 0 𝑦0 2 𝑁𝑒𝑦 + 𝑁𝑒𝑧 2 [1 − ( 𝑟 ) ] 0 [ ] 𝑁𝑒𝑦𝑧 = 1.04 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² 𝑥0 = 0 .81 𝑘𝑁 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .

Ruptura de seção líquida: 𝑒𝑐 𝐶𝑡 = 1 − = 0.62 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑥 Flambagem fora do plano da treliça: 𝐿 4 ∗ 110 ( ) = = 97.𝑅𝑑 = = 618. 142 Deve ser verificado também o limite de esbeltez para barras comprimidas. b) Resistencia a tração .64 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 . sendo o limite recomendado por norma igual a 200.83 𝑙𝑐 .13 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 𝑦 4 A norma sugere que se restrinja a esbeltez da barra isolada do conjunto através da equação: 𝐿 1 𝑘𝐿 ( ) < ( ) 𝑟𝑚𝑖𝑛 1 𝑝𝑒𝑟𝑓𝑖𝑙 2 𝑟 𝑚á𝑥 𝑑𝑎 𝑏𝑎𝑟𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎 E para atender a norma foi adotado espaçadores com distância entre si de 50 cm. Flambagem no plano da treliça: 𝐿 ( ) = 47.Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.

51 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Esmagamento: 3. logo: 𝑁𝑡.90 𝑘𝑁 → 𝑂𝐾 A NBR 8800/2008 recomenda limitar o índice de esbeltez para barras tracionadas em 300. .97 < 300 → 𝑂𝐾 𝑟𝑚𝑖𝑛 c) Ligações: Para as ligações será usado 3 parafusos de 1” ASTM A 490.4𝐴𝑏 𝐹𝑢𝑏 𝐹𝑉.𝑅𝑑 = = 558.𝑅𝑑 = = 644.𝑅𝑑 = 01.44 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .Pressão contato do furo.47 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 = 𝐶𝑡 ∙ 𝐴𝑛 = 20.Resistência ao cisalhamento.5 ∙ 𝑙𝑓 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐.78 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Resistencia da cantoneira a tração é a menor entre as duas encontradas. Rasgamento: 1.0 ∙ 𝑑𝑏 ∙ 𝑡 ∙ 𝑓𝑢 𝐹𝑐. 143 𝐴𝑛 = 𝐴𝑔 − (𝑑𝑓 ∙ 𝑡) = 24.Resistencia a tração dos parafusos: . por tanto: 𝐿 = 114. com plano de corte passando pela rosca: 0.82 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 .𝑅𝑑 = = 601.31 𝑐𝑚² 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.𝑆𝑑 = 183.78 𝑘𝑁 > 𝑁𝑡.𝑅𝑑 = = 466.

96 18 2L101.8x6.54 601.52 A36 51.13 254.00 482.2x9.35 A36 13.20 115.32 1099.6x12.78 13 L50. de Resistencia TRELIÇAS 12.97 254.60 87.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.07 68.10 482.8x6.60 926.96 .32 1099. e cap.13 92.7 A36 161.01 322.63 36.70 35.7 A36 157.20 115.80 3.52 A36 83.6x12.8x6.55 27 L76.73 926.07 45.54 601.03 86.90 266.67 59.01 322.32 1099.43 482.7 A36 52.63 926.52 A36 34.20 254.37 482.7 A36 300.90 482.20 115.32 1099.00 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 𝐹𝑅𝑑 > 𝐹𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 Tabela 18 .67 68.2x12.01 322.78 7 L50.35 A36 13.01 322.57 20.35 A36 5.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.87 10 2L76.07 31.7 A36 243.6x12.20 115.32 1099.87 8 2L76.90 254.52 A36 25.63 68.2x12.87 2 2L76.47 68.52 A36 1.87 12 2L76.2x9.67 254.2x9.40 52.32 1099.6x12.03 61.13 21. 13 e 14 Esforços Solicitantes Cap.87 4 2L76.7 A36 151.47 36.54 601. 13 e 14 Compressão Tração Compressão Tração Barra Perfil 𝑁𝑡.33 82.6x12.80 84.7 A36 19.2x9.7 A36 498.78 3 L50.𝑆𝑑 (kN) 1 L50.78 15 L50.17 68.96 22 2L101.55 31 L76.8x6.23 254.7 A36 19.55 23 L76.7 A36 19.78 11 L50.67 456.20 115.10 3.53 22.87 16 2L76.43 23.87 3.37 47.96 24 2L101.54 601.97 60.2x9.35 A36 13.54 601.𝑆𝑑 (kN) 𝑁𝑡.00 158.𝑅𝑑 = = 874.2x12.43 482.35 A36 10.96 28 2L101.8x6.2x12.54 601.Esforços solic.20 115.52 A36 54.7 A36 29.01 322.7 A36 33.78 17 L76.8x6.01 322.32 1099.8x6.8x6.83 68.01 322.20 115. de resistência por barra Treliças 12.20 926.78 5 L50.2x9.20 68.54 601.27 68.40 926.78 9 L50.7 A36 160.97 3.2x12.87 3.27 15.7 A36 136.96 30 2L101.6x12.90 926.55 29 L76.87 6 2L76.2x12.87 14 2L76.96 20 2L101.7 A36 102.30 482.55 25 L76.40 31.2x9.52 A36 110.70 259.2x12.52 A36 18.96 26 2L101.35 A36 5.20 115.6x12.20 254.01 322.93 926.2x12. 144 𝐴𝑏𝑒 ∙ 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑡.13 24.35 A36 5.2x9.55 21 L76.54 601.35 A36 6.80 254.17 482.55 19 L76.

32 1099.97 926.77 254.2x12.97 12.10 338.93 254.03 926.96 40 2L101.93 267.13 254.55 45 L76.47 272.7 A36 141.7 A36 68. Para este caso foi escolhido um perfil laminado HP 310x125.55 33 L76. As colunas podem ser divididas em: principais.33 415. 3. 145 32 2L101.01 322.5. que suportam menor parcela da carga.01 322.2x12.32 1099. .55 47 L76.7 A36 147. cujas características de resistência estão no catálogo do fabricante (Anexo C).30 926.7 A36 33.30 926.7 A36 347.70 363.01 322.55 39 L76.23 254.37 926.96 46 2L101.96 42 2L101.01 322.01 322.97 31.7 A36 151.7 A36 222.23 926.96 44 2L101.0 (H) ASTM A 572 Grau 50.2x12.8 Dimensionamento das colunas Segundo Ildony H. juntamente com os esforços horizontais devido ao vento como indicado pela norma NBR 6123/1988.13 254.2x12.23 926.00 30.5.01 322.7 A36 58.32 1099.01 322.00 254.1 Esforços solicitantes O valor dos esforços atuantes nas colunas foi retirado das combinações de ações apresentadas para o dimensionamento das treliças.55 49 L76.55 35 L76.8.32 1099.33 37.6x12.55 43 L76.6x12.32 1099. Bellei.67 254.60 254.7 A36 5.6x12. que suportam a maios parcela das cargas. e secundárias.33 286.7 A36 288.96 3.96 48 2L101.20 60.6x12.32 1099.01 322.7 A36 151.6x12.2x12.32 1099.2x12.93 926.60 129.7 A36 59.6x12.6x12.32 1099.55 37 L76.60 282.01 322.7 A36 676.96 38 2L101.6x12.96 36 2L101. item 8.30 154.53 646.2x12.2x12.2x12.20 31.17 181.32 1099.6x12.7 A36 338.7 A36 630.7 A36 240.67 254.20 926. as colunas são elementos estruturais responsáveis por levar às fundações as cargas originárias das outras partes da estrutura. compressão com flexão e tração com flexão.40 361.2 Coberturas isoladas a águas planas.96 34 2L101.7 A36 194.7 A36 58. podendo estar sujeitas a esforços de compressão.55 41 L76.

00 0. a) da norma NBR 8800 para: 𝑀𝑝𝑙 𝜆𝐹𝐿𝑀 < 𝜆𝑝 → 𝑀𝑅𝑑 = 𝛾𝑎1 𝑀𝑝𝑙 = 𝑍𝑥 ∗ 𝑓𝑦 = 677.2.70 93.60 Vsd 32.96 0.00 0.2.30 221.38√ = 9.33 𝑘𝑁𝑚 .5.90 172.80 53.2 Verificação à flexão:  Verificando o estado limite para flambagem local da mesa: a) Parâmetro de esbeltez: 𝑏𝑓 312⁄2 𝜆𝐹𝐿𝑀 = = = 8.60 0.97 𝑡𝑓 17.00 103.00 Msd 0.00 36.Esforços solicitantes nas colunas Fd1 Fd2 Fd3 Fd4 Vento Vento Vento Vento Vento Vento Vento Vento 0˚ 90˚ 0˚ 90˚ 0˚ 90˚ 0˚ 90˚ Msd 160.50 181.00 109.70 0.00 181.90 172.00 38.00 0.70 0.00 38.00 Pilar 03 Nsd 168.00 221.00 Pilar 02 Nsd 661.50 97.00 3.30 0.00 Vsd 0.80 188.70 93.40 103.14 𝑓𝑦 Segundo o item G.30 0.80 0.90 114.80 215.00 191.00 22.80 805.00 181.30 0.70 266.8.60 Vsd 0.80 0.50 191.60 181.60 93.00 0.30 0.30 450.00 Msd 0.00 191.00 109.00 0.00 36. 146 Tabela 19 .30 0.00 21.10 266.00 0.30 0.00 21.30 191.60 93.00 Pilar 01 Nsd 152.30 53.30 0.70 0.30 93.50 124.30 36.4 b) Parâmetro de esbeltez correspondente a plastificação: 𝐸 𝜆𝑝 = 0.30 36.00 114.10 0.

2.76√ = 42.76√ = 90.40 𝑟𝑦 7.53 𝑓𝑦 Segundo o item G.92 𝑡𝑤 17.4 b) Parâmetro de esbeltez correspondente a plastificação: 𝐸 𝜆𝑝 = 3.2.38 𝑓𝑦 c) Parâmetro de esbeltez correspondente ao início do escoamento: . 147 𝑀𝐹𝐿𝑀 = 615.33 𝑘𝑁𝑚 𝑀𝐹𝐿𝐴 = 615. a) da norma NBR 8800 para: 𝑀𝑝𝑙 𝜆𝐹𝐿𝑀 < 𝜆𝑝 → 𝑀𝑅𝑑 = 𝛾𝑎1 𝑀𝑝𝑙 = 𝑍𝑥 ∗ 𝑓𝑦 = 677.76 𝑘𝑁𝑚  Verificando o estado limite para flambagem lateral com torção: a) Parâmetro de esbeltez: 𝐿𝑏 450 𝜆𝐹𝐿𝑇 = = = 60.76 𝑘𝑁𝑚  Verificando o estado limite para flambagem local da alma: a) Parâmetro de esbeltez: ℎ𝑤 277 𝜆𝐹𝐿𝐴 = = = 15.45 b) Parâmetro de esbeltez correspondente a plastificação: 𝐸 𝜆𝑝 = 1.

148 1.92 < 1.78 𝑘𝑁𝑚 3.2.3 Verificação quanto à resistência a compressão: Esbeltez da alma: ℎ𝑤 𝐸 = 15.38√𝐼𝑦 𝐽 27𝐶𝑤 𝛽1 2 𝜆𝑟 = √1 + √1 + 𝑟𝑦 𝐽𝛽1 𝐼𝑦 (𝑓𝑦 − 𝜎𝑟 )𝑤 𝛽1 = = 0.67 Segundo o item G. 𝑀𝐹𝐿𝐴 .8.90 → 𝑄𝑎 = 1 𝑡𝑤 𝑓𝑦 .5.012 𝐸𝐽 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 177.2.15 𝑘𝑁𝑚 𝑀𝐹𝐿𝑇 = 581.78 𝑘𝑁𝑚 Por tanto o momento resistente a flexão é o menor entre os encontrados: 𝑀𝑅𝑑 = 𝑀𝑚𝑖𝑛 (𝑀𝐹𝐿𝑀 . a) da norma NBR 8800 para 𝜆𝑝 ≤ 𝜆𝐹𝐿𝑇 ≤ 𝜆𝑟 : 1 𝜆 − 𝜆𝑝 𝑀𝑅𝑑 = [𝑀𝑝𝑙 − (𝑀𝑝𝑙 − 𝑀𝑟 ) ] 𝛾𝑎1 𝜆𝑟 − 𝜆𝑝 𝑀𝑟 = (𝑓𝑦 − 𝜎𝑟 )𝑤 = 419. 𝑀𝐹𝐿𝑇 ) 𝑀𝑅𝑑 = 581.49√ = 35.98 𝑐𝑚4 3 𝜆𝑟 = 166.

98 𝑐𝑚4 3 𝐶𝑤 = 1.80 𝑘𝑁 .911.48 → 𝑄𝑠 = 1 𝑡𝑓 𝑓𝑦 𝑄 = 𝑄𝑎 𝑄𝑠 = 1 Instabilidade elástica por flexáo: 𝜋 2 𝐸𝐼𝑥 𝑁𝑒𝑥 = = 6.598.312.56√ = 13.26 𝑘𝑁 (𝑘𝑥 𝐿𝑥 )² 𝜋²𝐸 𝐼𝑦 𝑁𝑒𝑦 = = 8.97 < 0. 𝑦0 = 0 𝑟0 = √𝑟𝑥 ² + 𝑟𝑦 ² + 𝑥0 ² + 𝑦0 ² = 15.00 1 𝜋 2 𝐸𝐶𝑤 𝑁𝑒𝑧 = 2[ + 𝐺𝐽] 𝑟0 (𝐾𝑧 𝐿𝑧 )2 𝑁𝑒𝑧 = 14.45 𝑘𝑁 (𝐾𝑦 𝐿𝑦 )² Instabilidade elástica por flexo-torção: 𝑥0 = 0 .029.03 𝑐𝑚 𝑏 ∙ 𝑡³ 𝐽= ∑ = 177. 149 Esbeltez da mesa: 𝑏 𝐸 = 8.600.

𝜆0 < 1. 𝑄 ∙ 𝐴𝑔 ∙ 𝑓𝑦 𝜆0 = √ = 0.8.986.5.5. 𝐴𝑒 = 157.598. 𝐴𝑔 = 159.𝑅𝑑 = = 4. 150 𝑁𝑒 é o menor valor entre 𝑁𝑒𝑥 𝑒 𝑁𝑒𝑦𝑧 .26 𝑘𝑁. por tanto 𝑁𝑒 = 6.97 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑥 3.71 𝑋𝑄𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑐.92 𝑁𝑒 Para.5 Verificação quanto à tração: Escoamento da seção bruta: 𝐴𝑔 𝑓𝑦 𝑁𝑡.82 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 Ruptura da seção líquida: 1 Supondo que teremos dois parafusos de 2”.5 → 𝑋 = 0.23 𝑐𝑚2 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝐶𝑡 = 1 .00 𝑐𝑚2 𝐴𝑛 = 157.64 𝑘𝑁 𝛾𝑎1 3.4 Verificação do limite de esbeltez para barras comprimidas: 𝐾𝑦 𝐿𝑦 = 60.𝑅𝑑 = = 3.540.40 < 200 → 𝑂𝐾 𝑟𝑦 𝐾𝑥 𝐿𝑥 = 68.8.23 𝑐𝑚2 .

40 < 300 → 𝑂𝐾 𝑅 3.3.82 𝑘𝑁. 𝑁𝑡.1.986.241.22 𝑓𝑦 Segundo o item 5.5.𝑅𝑑 = 4.𝑅𝑑 = = 5.76 𝑘𝑁 𝐴𝑤 = 𝑑𝑡𝑤 = 54. quando: 𝑉𝑝𝑙 𝜆 ≤ 𝜆𝑝 → 𝑉𝑅𝑑 = 𝛾𝑎1 𝑉𝑝𝑙 = 0.92 𝑡𝑤 b) Parâmetro de esbeltez correspondente à plastificação: 𝐾𝑣 𝐸 𝜆𝑝 = 1.60𝐴𝑤 𝑓𝑦 = 1. 151 𝐴𝑒 𝑓𝑢 𝑁𝑡.021.8.60 𝑘𝑁 .6 Verificação quanto ao esforço cortante: a) Parâmetro de esbeltez: ℎ 𝜆= = 15.1.10√ = 59.00 𝑘𝑁 𝛾𝑎2 Logo.29 𝑐𝑚2 𝑉𝑅𝑑 = 1.123. Verificação de índice de esbeltez: 𝐾𝐿 = 60. da norma NBR 8800.4.

00 0.00 0.78 581.Verificação de combinações de esforços Fd1 Fd2 Fd3 Fd4 Vento Vento Vento Vento Vento Vento Vento Vento 0˚ 90˚ 0˚ 90˚ 0˚ 90˚ 0˚ 90˚ Mrd 581.64 3540.64 Pilar 01 Nsd 152.78 581.60 1021.78 Msd 160.90 172.64 3540.78 581.00 191.5.82 3540. 0.78 581.78 581.30 0.64 3540.00 191.78 Pilar 02 Msd 0.30 0. 𝑁𝑆𝑑 𝑁𝑆𝑑 8 𝑀𝑆𝑑 ≥ 0.02 0.78 581.78 581.1.30 191.00 0.64 3540.64 3540.60 1021.60 1021.70 93.00 0.30 0.60 93.60 0.30 36.2 → + ( ) ≤1 𝑁𝑅𝑑 𝑁𝑅𝑑 9 𝑀𝑅𝑑 𝑁𝑆𝑑 𝑁𝑆𝑑 𝑀𝑆𝑑 ≤ 0.30 93.00 109.32 0.78 581.64 3540.30 450.64 3540.64 3540. 152 𝑉𝑅𝑑 > 𝑉𝑆𝑑 → 𝑂𝐾 3. deve ser obedecida a limitação fornecida pelas seguintes expressões: Para.00 Nrd 3540.70 266.78 581.00 Mrd 581.28 0.46 0.01 0.01 0.60 Nsd/Nrd 0.82 3540.2 da norma NBR 8800.19 0.80 188.78 581.78 581.82 4986.80 53.70 0.01 0.47 0.78 581.60 1021.01 0.50 181.00 .10 266.80 805.30 221.40 103.80 0.60 Vsd 32.82 4986.60 1021.00 Nrd 3540.7 Verificação quanto a combinação dos esforços: Segundo o item 5.50 97.01 0.78 581. para a atuação simultânea da força axial de tração ou de compressão e de momentos fletores.30 36.2 → +( ) ≤1 𝑁𝑅𝑑 2𝑁𝑅𝑑 𝑀𝑅𝑑 Segue abaixo tabela com a verificação de combinação de esforços.00 Vrd 1021.8. Tabela 20 .00 114.64 Nsd 661.60 1021.32 0.60 1021.30 53.5.90 114.60 181.00 Verific.00 21.78 581.64 4986.64 4986.50 191.00 0.

00 0.21 0.5. para chumbadores a tração com cisalhamento: 𝑇 𝐻 𝑓𝑡 = 𝑓ℎ = 𝐴𝑡 𝐴𝑐 𝑓 = √𝑓𝑡 2 + 3𝑓ℎ 2 ≤ 0.9 Dimensionamento dos chumbadores e placa de base 3.00 0.60 1021.30 0.00 0.19 0.30 kN  M = 26660.03 0.00 38.04 0. 0.60 Nsd/Nrd 0.60 1021.80 215.90 172.23 0. 0.32 0.60 1021.35 0.96 0.05 0.64 Pilar 03 Nsd 168.01 0.80 0.9.9.60 1021.00 Vrd 1021.60 93.30 0.36 0.00 Verific.3 kN  V = 53.60 1021.00 0.00 21. Bellei.78 Msd 0.50 124.64 3540.60 Nsd/Nrd 0.64 3540.00 103.82 3540.09 0.00 0.60 Vsd 0.01 0.01 0.78 581.00 0.78 581.00 22.00 Mrd 581.00 Nrd 3540.60 1021.00 0.00 0.70 93.2 Chumbadores Serão utilizados 6 chumbadores de aço ASTM A36 com diâmetro de 44 mm. 153 Vsd 0.0 kNcm 3.00 36.60 1021.00 181.03 0.32 0.60 1021.64 3540.00 0.1 Esforços solicitantes Os maiores esforços encontrados na base da coluna foram:  N = 805.60 1021.30 0.00 36.64 4986.60 1021.05 0.00 38.00 Vrd 1021.00 221.78 581.5.00 109.33𝑓𝑢 Onde: 𝑇 é a carga axial 𝐻 é a carga horizontal .60 1021.10 0.70 0.01 0.00 3.19 0.78 581.64 3540.00 0.00 Verific. Segundo Ildony H.30 0.70 0.60 1021.23 0.60 1021.78 581.09 0.78 581.00 181.5.00 0.78 581.82 4986.60 1021.

deve ser feita de acordo com o item 6. as seguintes equações: 𝑇𝑢 = 0.0 53.76 𝑓ℎ = = 1.4 = 52.20 𝑘𝑁 𝑘𝑁 𝑓 = √9.20 2 → 𝑂𝐾 𝑐𝑚 𝑐𝑚 Para o cálculo do comprimento dos chumbadores com extremidades inferior a 90˚ são indicadas. espaçados 22 cm entre si.3.76 2 + 3 ∗ 1.25𝜋𝑑𝑐 2 = 15. Segundo a NBR 8800 a verificação final do chumbador quanto a tração.4𝑓𝑐𝑘 𝑑𝑐 𝐿𝑐 = 12𝑑𝑐 Onde: 𝑑𝑐 é o diâmetro da barra do chumbador 𝑓𝑐𝑘 é a resistência característica do concreto 𝑓𝑢 é o limite de ruptura do aço 𝐿𝑐 é o comprimento vertical de ancoragem do chumbador 𝐿ℎ é o comprimento de ancoragem horizontal do chumbador 𝑇𝑢 é a carga axial fatorada de tração Por tanto.48 𝑘𝑁 340.80 cm.30 𝑓𝑡 = = 9.97 2 ≤ 0. 445.20 3 ∗ 15.56 ∗ 40 ∗ 15.  Resistencia à tração. 154 𝐴𝑡 é a área total dos chumbadores a tração 𝐴𝑐 é a área total ds chumbadores a cisalhamento Por tanto.3.56 ∗ 𝑓𝑢 ∗ 𝐴 𝑇𝑢 𝐿ℎ = 1.80 𝑐𝑚 1.4 ∗ 3.5 ∗ 4.21 𝑐𝑚2 .48 𝐿ℎ = = 15.20 = 340.172 = 9.33 ∗ 40 = 13.1 da norma.4 𝐿𝑐 = 12 ∗ 4. 𝑇𝑢 = 0. ruptura da seção da rosca: 𝐴𝑏 = 0.00 𝑐𝑚 Comprimento total do chumbador é de 67. pelo AISC.17 3 ∗ 15.

escoamento da seção bruta da barra: 𝐴𝑏𝑒 𝑓𝑦 𝐹𝑅𝑑.𝑚á𝑥 = + 2 = 1.3 Placa de base Segundo Ildony H.Placa de base e chumbadores . Concreto adotado 𝑓𝑐𝑘 = 35 𝑀𝑃𝑎 .35  Resistencia à tração.00 𝑁𝑆𝑑 = = 148.9. Bellei.64 𝑐𝑚 ≅ 55 𝑐𝑚 𝑁 6𝑀 𝑘𝑁 𝑓𝑐. 𝑘𝑁 𝐹𝑐 = 0. É o caso típico de bases engastadas.23 𝑐𝑚2 𝐹𝑐 = 𝑓𝑐 2 𝑁 𝑁 6𝑀 𝐿𝑛𝑒𝑐 = √ + ( ) + 2𝐵 ∗ 𝑓𝑐 2𝐵 ∗ 𝑓𝑐 𝐵 ∗ 𝑓𝑐 𝐿𝑛𝑒𝑐 = 54.75𝑓𝑦 Figura 45 .1  Esforço de tração solicitante de calculo: 445.33 𝑘𝑁 3 3.75𝐴𝑏 = 11.10 𝑘𝑁 1. O comprimento L será calculado de forma que a tensão máxima de concreto junto à extremidade (fc) seja inferior à tensão máxima admissível à compressão.40 𝑐𝑚2 𝐴𝑏𝑒 𝑓𝑢𝑏 𝐹𝑅𝑑.5. a placa de base submetida a compressão excêntrica exerce uma pressão irregular sobre a superfície do bloco de fundação.23 𝐵∗𝐿 𝐵∗𝐿 𝑐𝑚2 6𝑀1 𝑡= √ = 4.𝑡 = = 259.78 𝑘𝑁 1.𝑡 = = 337.35𝑓𝑐𝑘 = 1. adotou-se a largura de 55 cm. 155 𝐴𝑏𝑒 = 0. Para o cálculo da espessura da placa (t) de base.53 𝑐𝑚 ≅ 50 𝑚𝑚 0.

soluções arrojadas. as vantagens na utilização de sistemas construtivos em aço vão muito além da linguagem estética de expressão marcante: redução do tempo de construção. o aço tem possibilitado aos arquitetos.como a Ponte Ironbridge na Inglaterra. quando se iniciou a utilização de estruturas metálicas na construção civil até os dias atuais. 156 4 CONCLUSÃO Desde o século XVIII. eficientes e de alta qualidade. racionalização no uso de materiais e . engenheiros e construtores. traduzida em obras de grande expressão arquitetônica e que invariavelmente traziam o aço aparente. No entanto. de 1779 - aos ultramodernos edifícios que se multiplicaram pelas grandes cidades. Das primeiras obras . a arquitetura em aço sempre esteve associada à ideia de modernidade. inovação e vanguarda.

Pude ver na prática de como um projeto completo é muito mais complexo do que o que é estudado durante a graduação. além de colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante o curso de graduação. onde a escolha de cada perfil utilizado deve ser bem pensada para que não comprometa a estrutura. o de realizar um projeto do início ao fim. 157 mão de obra e aumento da produtividade. pode-se ter uma boa noção de como os diferentes carregamentos geram os esforços para cada elemento estrutural e também como a escolha do modelo estrutural gera solicitações diferentes para as ações atuantes. Com o auxílio do Software Ftool para obtenção dos esforços. pois a construção deve sempre que possível ser facilitada. . custo da obra e também a execução do projeto. me permitiu adquirir novos conhecimentos na área de estruturas metálicas. Não basta apenas pensar se a estrutura vai ou não resistir as ações que atuam sobre ela. Este trabalho de análise estrutural para o dimensionamento de uma estrutura metálica. mas também nos custos e também como vai ser executado o projeto. passaram a ser fatores chave para o sucesso de qualquer empreendimento. com base na norma brasileira de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios (norma ABNT NBR 8800:2008) de um posto de combustível. Ao decorrer do projeto obtive uma visão mais abrangente da estrutura. Ao término deste trabalho posso dar como realizado um dos meus objetivos pessoais.

Ildony Hélio. Aço e Ferros Fundidos. 158 5 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Michèle. Rio de Janeiro. Rio de janeiro. 2004. Walter. PFEIL. São Paulo: PINI. 2003. Rio de Janeiro. NBR 8681/03: Ações e segurança nas estruturas – Procedimentos. 8. PFEIL. CARQUEJA. MIGUEL. V. 5. 7. 1980. Fadel. 2007 ______. ed. Estruturas de Aço – Dimensionamento Prático de Acordo com a NBR 8800:2008. Apostila de estrutura metálicas. ______. BELLEI. ______. Leandro F. Moacir H. ed. Rio de Janeiro. São Paulo: Associação Brasileiro de Metais. 1988. ed. Andrade. Rio de janeiro. 1996. NBR 6123/88: Forças devidas ao vento em edificações. NBR 8800/08: Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios. CHAVERINI. 2009 . Edifícios industriais em aço – projeto e cálculo. NBR 6120/80: Cargas para o cálculo de estruturas de edificações.

159 ANEXOS .

Projeto Arquitetônico do Posto de Combustível . 160 ANEXO A .

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PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT .

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161 ANEXO B – Catálogo Comercial de Telhas Metálicas .

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162 ANEXO C – Catálogo Comercial de Perfis Metálicos .

br .comercialgerdau.com.Catálogo de Produtos www.

Vergalhão GERDAU GG 50 Arame Farpado Pregos Perfis Estruturais Gerdau [LINHA DE PRODUTOS DA Telas Corte e Dobra Coluna Treliças www.com.comercialgerdau.br .

com.comercialgerdau. Chapas e Bobinas Eletrodo Arame para Solda MIG Tubos COMERCIAL GERDAU] Aços Especiais Para obter informações específicas Barras e Perfis sobre cada produto.br e faça o download dos catálogos. Arames . consulte o site www.

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abas paralelas 17 Tabela de equivalência Perfis I e H 18 Pregos Prego com Cabeça 20 Prego Qualidade Marcenaria 21 Prego Telheiro 21 Prego Ardox 22 Prego Anelado 22 Prego Cabeça Dupla 23 Prego para Taco 23 Prego Quadrado 23 AÇO PARA INDÚSTRIA Barras e Perfis Barras Laminadas Barra Chata 24 Barra Redonda 25 Barra Quadrada 26 Tribar 26 . [ ÍNDICE ] AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL Vergalhões e Produtos Ampliados Vergalhão GERDAU GG 50 8 Vergalhão CA-25 8 CA-60 GERDAU 8 Arame Recozido 9 Tela Soldada Nervurada 9 Treliça 11 Barra de Transferência Gerdau (BTG) 12 Malha Pop 12 Coluna Pop 13 Estribo 14 Kit Sapata 15 Perfis Estruturais Gerdau Açominas Perfil I .abas paralelas 16 Perfil H .

AÇO PARA INDÚSTRIA Barras e Perfis Perfis Laminados Cantoneira 28 Perfil I 29 Perfil U 30 Perfil T 31 Perfil Estrela 31 Barras Trefiladas Barra Quadrada Trefilada 32 Barra Redonda Trefilada 32 Barra Sextavada Trefilada 34 Aços Especiais Faixas de bitolas produzidas por tipo de material (mm) 35 Acabamento 35 Tratamento térmico 35 Tolerâncias dimensionais de laminados e forjados 36 Características mecânicas dos produtos Gerdau Aços Especiais 37 Arames Industriais Arames de Baixo Teor de Carbono (BTC) Para Artefatos 38 Polido 38 Galvanizado Industrial 38 Arames de Alto Teor de Carbono (ATC) Polido 39 Claro 39 Galvanizado 39 Arames Galvanizados para Alma de Cabos de Alumínio (ACSR) 39 Piatina Gerdau 40 Arames para Solda MIG 41 ARC 41 TIG 42 OXI 42 ELETRODO 42 .

AÇO PARA AGROPECUÁRIA Arames Farpados Elefante 43 Zebu 43 Touro 43 Urso 44 Gir 44 Potro 44 Grampo 45 Arame Ovalado 45 Cercafix 46 Arame Cerca Elétrica 46 Arame Culturas Aéreas 46 Cordoalha Curral 47 Cordoalha Culturas Aéreas 47 Arame Galvanizado 47 Arame Galvanizado Plastificado 48 Alambrado 48 Mourão de Aço 49 Ancorfix 49 Gripple 49 PRODUTOS PLANOS E DERIVADOS Chapas e bobinas 50 Fitas 53 Telhas de aço galvanizado / Cumeeiras 54 Blanks 55 Fixadores 55 Tubos 56 UDC simples 61 UDC enrijecido 62 Tiras raiadas 63 Formas para treliça 63 SERVIÇOS Corte e dobra de Vergalhões 64 Corte de Barras e Perfis 64 .

000kg ou 2.50 11.556 0. retas ou dobradas.963 5/8” 16. .00 75.404 0.380 9.466 1” 25.Atende a norma NBR 7480.236 3.00 7.00 2. dobradas até 20mm e em rolos de 6.00 118.30 2. Estocadores de 800kg e bobinas de 2.50 11.624 0.404 0.30 2.308 0.853 1.[ AÇO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL ] Vergalhões e Produtos Ampliados Vergalhão GERDAU GG 50 Segurança Bitola (pol.617 1/2” 12.50 6. . .940 0.00 4.853 1.592 2.936 1.00 1.0mm.00 7.20 1.756 6. 8 .578 3/4” 20.936 1. Vergalhão CA-25 Segurança Bitola (pol.9/16” 40.556 0.245 5/16” 8.00 4.222 7.000kg ou 2.109 5.00 18. 64). Os feixes de barras possuem comprimento de 12m e peso de 1.740 0.466 1” 25.000kg para uso industrial.O vergalhão CA-25 possui superfície lisa.) Bitola (mm) Peso barra (kg) Peso aproximado (kg/m) OCP 0005 Compulsório INMETRO 1/4” 6.3 a 16mm.578 3/4” 20.1/4” 32.848 0.664 0.00 29.Atende a norma NBR 7480.00 29.: Produtos da Unidade Divinópolis certificados com selo categoria 1.O vergalhão Gerdau GG 50 em barra é soldável a partir da bitola de 8.963 5/8” 16.Fornecido em: Rolos com aproximadamente 170kg.302 8.313 1. Barras de 12m de comprimento.313 1.617 1/2” 12.696 0. é comercializado em barras retas com comprimento de 12m de feixes de 1.3 a 40mm.000kg.) Bitola (mm) Peso barra (kg) Peso aproximado (kg/m) OCP 0005 Compulsório INMETRO 1/4” 6. .865 .00 46.236 3.592 2.740 0.00 46.245 5/16” 8.9/16” 40. .865 .395 9.940 0.00 118.Atende a norma NBR 7480.00 4.00 3.1/4” 32.O vergalhão Gerdau GG 50 também pode ser comercializado cortado e dobrado conforme o seu projeto (ver pág.380 9. já em rolo é soldável em todas as bitolas sob consulta.000kg.395 3/8” 10. Feixes de 1.000kg e é soldável para todas as bitolas.00 75.740 0.756 6.00 18.154 6.Pode ser fornecido em barras retas de 6.395 3/8” 10. CA-60 GERDAU Segurança Bitola (mm) Peso barra (kg) Peso aproximado (kg/m) OCP 0005 Compulsório INMETRO 4. Obs.558 .

12 120 270.4 1.0 4.8 3. 9 .4 2.Pode ser fornecido em rolos de 60.4 1.As larguras das telas indicadas na tabela são para tubos de 1. Peso entre fios do fio aprox.0 4.12m.43 as telas para tubos de 1.975 120 172.00 0.65 120 336. LONG.4 2.34 0.70 e colocados após a dobragem.64 0. 1.47 0.3 deverão ter largura de 1. do rolo do rolo Designação LONG.6 3. Tipo ponta e bolsa Corte longitudinal Espaçamento Diâmetro Peso Largura Comp.2 3.65m.Aço CA-60 nervurado conforme Norma NBR 7481.975 60 136.108 10 3.65 120 398. PB 246 10 20 5.12 60 197. 1.5 fornecidos junto com a tela PB 159 10 20 4. 1.50m de comprimento 1.057 12 2.77 0.94 0.6 “Macho e Fêmea” MF 138 10 20 4.25 0. Peso para tubos tipo entre fios do fio aprox.8 3.4 1.5 3.0 3.071 11 3.01 1. Tela Soldada Nervurada Tela soldada para armação de tubos de concreto Tipo macho e fêmea Espaçamento Diâmetro Peso Largura Comp.975 120 148.2 3.82 0.Aço CA-60 nervurado conforme Norma NBR 7481.Recomenda-se emenda de 56 vezes o diâmetro PB 283 10 20 6.As telas para tubos de 1.12 120 176.00m L = Comprimento do tubo de comprimento.010 .025 16 1.4 2.6 PB 138 10 20 4.4 1.0 .12 60 163.4 1.04 0.4 1.047 13 2.2 2. TRANS.05 0.016 18 1.27 0. cm cm mm mm kg/m 2 m m kg 1. do rolo do rolo “Ponta de Bolsa” Designação L LONG. TRANS. 35 e 1kg.0 3.975 60 165. Outros comprimentos de tubo mediante consulta.0 Di MF 246 10 20 5.65 120 259.4 1.1 PB 113 10 20 3.164 8 4.16 0.225 6 5.65 120 302.0 L MF 159 10 20 4.9 Dois arames da bolsa 1. Di = Diâmetro interno do tubo .5 3. cm cm mm mm kg/m 2 m m kg Corte longitudinal para tubos tipo MF 113 10 20 3.00m de comprimento 1.65 60 291. LONG.039 14 2.9 MF 196 10 20 5.975 120 227.1 Di = Diâmetro interno do tubo PB 196 10 20 5.1 .12 120 205.975 120 191.0 .9 MF 283 10 20 6.Arame Recozido Diâmetro Peso aproximado BWG Nº mm kg/m 3 6.6 deverão ter largura de 1.12 120 228. TRANS.6 3.65 60 240.6 .6 L = Comprimento do tubo 1. TRANS.40 0.53 1.94 nominal do arame para um FCK 3 mPa.60 0.2 2.4 1.31 Di 1.19 0.50 0.

inclusive para telas tipo T.45 60 2.2 Q 75 Rolo 15 15 3.37 49.0 2.48 65.0 8.2 2.0 2.4 3.0 5.8 2.9 M 138 Painel 10 20 4.5 10 10 2.2 L 113 Painel 10 30 3.97 117.45 50.5 2.7 R 196 Painel 10 15 5.45 6 3.5 R 246 Painel 10 15 5.0 6.6 5.2 4.45 6 1.80 264.0 2.9 25 35 R 283 Painel 10 15 6.1 T 503 Painel 30 10 6.0 2.34 34.8 2.45 6 2.45 6 1. kg/m 2 kg/Peça cm cm mm mm m m Aço CA-60 nervurado Q 61 Rolo 15 15 3.64 38.45 6 7.0 2.0 6.1 Q 159 Painel 10 10 4.0 5.97 285.Outras dimensões mediante consulta.2 2.2 4.45 60 1.1 2.4 2.12 329.00 44.1 6.0 6.6 Q 92 Painel 15 15 4.3 armada fabricada em CA-60 liso L 396 Painel 10 30 7.8 3.91 57.2 2.0 2.2 2. T 335 Painel 30 15 6.91 57.45 60 1.45 6 5.69 24.6 2.0 R 159 Painel 10 15 4.84 85.2 2.0 6.62 38.Tela soldada para estruturas de concreto armado Normas: NBR 7481.45 6 2.45 6 7.6 5.45 6 12.3 Q 113 Rolo 10 10 3.60 38. Q 503 Painel 10 10 8.74 55.45 6 2.94 43.8 3.6 Q 113 Painel 10 10 3.8 3.4 2.2 4.0 2.90 27.2 2.45 6 1.* Tela EQ 98: tela para argamassa Q 396 Painel 10 10 7.0 6.2 2.37 78.0 8.47 216.0 2.2 4.0 8.2 .11 45.21 355.0 M 159 Painel 10 20 4.2 Q 61 Painel 15 15 3.21 17.5 15 15 2.45 6 4.3 L 138 Rolo 10 30 4.0 Q 636 Painel 10 10 9.45 6 3.20 323.6 2.45 6 2.8 T 92 Rolo 30 15 4.65 24.6 2.2 4.45 6 6.46 183.45 120 1.45 6 2.1 Q 335 Painel 15 15 8.3 L 636 Painel 10 30 9.7 Q 75 Painel 15 15 3.1 L 138 Painel 10 30 4.0 2.0 Q 246 Painel 10 10 5.11 31.45 6 2.9 L 159 Painel 10 30 4.2 L 785 Painel 10 30 10.0 5.45 6 3.0 6.49 219.6 5.5 L 246 Painel 10 30 5.80 26.5 2.45 6 5.5 4.48 217.45 6 3.5 4.8 2.0 10.45 6 1.0 2.2 L 503 Painel 10 30 8.8 2.0 2.8 Q 283 Painel 10 10 6.9 Malha de 10cm Malha de 15 cm M 246 Painel 10 20 5.0 9.8 Q 196 Painel 10 10 5.4 3.52 37.5 4.45 6 3.45 6 4.48 51.0 2.0 2.4 L 113 Rolo 10 30 3.4 Q 138 Painel 10 10 4.2 4. NBR 5916 e NBR 7480 da ABNT Espaçamento entre fios Diâmetro Dimensões Peso Designação Apresentação LONG.21 17.09 148. ou M.0 8.7 Q 92 Rolo 15 15 4.5 4.45 6 1.0 2.5 2.0 5.45 6 2.6 T 138 Rolo 30 10 4.0 5.45 60 1.0 6.45 60 1.6 5.45 60 1.83 26.0 2.0 2.11 31.1 7.0 2.0 2.45 6 1.2 2.6 2.45 6 4.20 32.2 2. L.2 4.8 2.0 M 283 Painel 10 20 6.2 4.9 L 335 Painel 15 30 8.97 14.45 120 1.45 6 10.2 4.0 2.45 6 1.45 6 2.77 70.8 3. R.3 10 .0 6.45 6 0.8 2. TRANS.45 6 2.5 Trespasse: 2 malhas L 283 Painel 10 30 6.47 21. TRANS.2 M 196 Painel 10 20 5.7 Q 138 Rolo 10 10 4.7 T 196 Painel 30 10 5.45 6 3.5 (consultar prazo de produção).2 4.2 2.4 L 196 Painel 10 30 5.7 .26 47.0 2.21 177.5 2.2 2.5 2.8 3. LONG.76 70.3 R 138 Painel 10 15 4.03 103.5 T 246 Painel 30 10 5.09 30. COMP. LARG.8 Q 785 Painel 10 10 10.45 6 1.28 92.45 6 2.48 21.45 6 1.6 5.45 6 3.45 120 0.6 2.45 6 3.8 3.45 6 3.

0 4.0 10 5 18.88 12 10.92 12 12.12 65.68 58.30 12 17.89 44. Desig.38 74.34 46.75 12 22.63 85.84 74.30 12 19.0 6.0 10 6 10.0 4.69 67.32 61.06 8 8.678 25 8.0 10 8 10.02 84.0 5.02 70.446 20 7.57 65.0 10 10 8.016 12 6.032 16 7.0 a 9.Mediante consulta poderão ser fornecidas treliças com outras dimensões.52 8 7.19 97.0 4.0 4.85 98.2 10 10 7.0cm 11 .66 8 11.2 6.886 12 6.855 25 8.0 10 8 8.2 5.40 12 14. mm Compr.735 8 6. .50 12 8.2 5.2 4.35 86.35 73.68 TG 8 M TR 08645 0.2 6.80 TG 8 L TR 08644 0.44 TG 25 L TR 25856 1. 14862 Diagonal superior inferior Treliças kg/m cm m kg kg 8 5. BANZO SUPERIOR SEÇÃO TRANSVERSAL TÍPICA H = 8 a 25cm DIAGONAL OU SENÓIDE BANZO INFERIOR 8.54 8 8.2 5.84 TG 20 R TR 20756 1.0 5.0 10 5 11.0 7.168 16 7.02 TG 12 R TR 12646 1.15 81.28 12 12.0 10 5 14.26 111.20 8 6.11 55.Treliça Diâmetros Subamarradas Desig.21 82.04 56.72 TG 16 R TR 16746 1.30 .82 88.111 20 7.54 TG 16 L TR 16745 1.0 10 5 16.33 66.0 4.0 6.2 5.57 57.76 8 12.88 58.0 5.55 92.55 12 13.86 70.22 101.44 TG 20 L TR 20745 1.10 12 9.70 TG 12 M TR 12645 0.0 4.0 10 5 11.20 TG 25 R TR 25857 1. Peso Altura NBR Peso por Peso Gerdau Banzo Banzo Número peça aprox.821 8 6.30 8 9.0 4.Aço utilizado: CA-60 nervurado.08 8 8.16 8 14.46 72.26 49.

0 projeto.2 13.157 10 31.Aço CA-25 liso.2 8. .Para posicionar a BTG na altura indicada no de 10.789 45 35.00 x 3.482 75 36.Mediante consulta.0 0.4 4. cm mm .92 PESADO 10 x 10 4.15 BTG 16 16.1 até 12.57 Relação entre espessura do piso e diâmetro da barra Espessura do piso Diâmetro da barra .0 Malha Pop Existem 4 tipos específicos de Malha Pop em painéis de 2. maior que 22. 20 12 .99 BTG 25 25.00 x 3. poderão ser fornecidas BTG com outras dimensões e bitolas.1 até 22.927 20 38.0 12.Comprimento da BTG = 50cm.5 16.0 1. de 12.As extremidades são cortadas de forma a não até 10.Aço CA-60 nervurado conforme Norma NBR 7481.0 1.0 .5 25.233 30 36.51 BTG 20 20. .Barra de Transferência Gerdau (BTG) Designação Diâmetro da barra Peso da barra Quantidade de Peso do feixe do produto mm kg barras por feixe kg BTG 12 12.54 BTG 32 32.0 3.84 REFORÇADO 15 x 15 4.00m cm mm kg LEVE 20 x 20 3.6 até 15.5 0. Bitolas dos Peso estimado do painel MALHA TIPO arames 2.0 20. recomenda-se o uso da Treliça Gerdau.0 .Para emendar a Malha Pop deve-se sobrepor as extremidades em 20cm.5 32.28 MÉDIO 15 x 15 3. de 15.5 ter ressaltos ou amassamentos.05 .4 5.00 m.

Coluna Pop Dimensões Ø Ferragem Ø Estribo Formato dos estribos Comprimento Peso peça AxB GG 50 CA 60 das colunas cm mm mm m kg/m 4. .0m e 7.2 6.00 12.2 6.94 4.00 10. Os espaçamentos entre estribos são de 20cm.2 7.79 4.00 16.2 6.00 16.00 17.00 11.00 16. que possui a certificação ambiental da Falcão Bauer.63 4.00 16.00 18.13 4.2 7.00 7 x 20 4.2 7.22 9 x 14 4.00 10.00 4.00 10.00 16. As colunas são fornecidas nos comprimentos de 6. União por solda a ponto. Obs: A Coluna Pop é fabricada a partir da Tela para Coluna Gerdau.2 6.99 7 x 20 4.93 9 x 14 4.99 7 x 17 4.34 7 x 27 10. B espaçamento = 20cm A 13 .00 11. .2 6. .2 7. Outras dimensões.2 6.2 7. mediante consulta.28 7 x 17 4.2 7.00 18.87 8.74 B 7 x 14 4.00 19.61 10 x 20 4.40 .2 6.2 6.21 A 7 x 27 4.2 6.2 6.81 7 x 14 4.10 4.0m.00 12.2 6.00 12.

07 13 x 13 6.40 7 x 27 8.55 8 x 15 6.16 6 x 16 5.72 18 x 30 11.54 11 x 20 7.01 15 x 15 7.08 6 x 12 5.63 17 x 35 12.48 9 x 15 6.37 17 x 27 15.76 15 x 30 10.86 16 x 56 23.79 10 x 15 6.09 6 x 21 6.41 10 x 25 12.46 17 x 37 18.16 8 x 20 7.34 18 x 18 12.94 fornecidos estribos com outras 10 x 30 9.41 11 x 36 16.25 15 x 40 18.23 16 x 26 10.09 9 x 32 10.58 12 x 15 6.24 6 x 20 6.98 12 x 35 11.03 19 x 24 10.19 11 x 26 12.08 20 x 20 13.40 7 x 16 6.89 11 x 16 6.43 16 x 21 12.14 12 x 14 6.63 12 x 22 12.81 15 x 35 16.90 7 x 37 15.86 8 x 32 9.39 30 x 10 13.62 6 x 15 5.98 11 x 25 8.90 17 x 47 21.63 7 x 12 7. formatos e bitolas.24 8 x 22 7.63 16 x 16 8.19 11 x 26 9.17 9 x 27 8.86 7 x 10 4.19 17 x 25 10.03 16 x 35 17.10 12 x 27 9.19 11 x 27 13.32 8 x 18 6.55 6 x 26 8.17 6 x 22 7.86 9 x 21 7.24 7 x 32 9.63 8 x 13 5.02 7 x 35 10.63 12 x 12 8.01 12 x 17 7.19 10 x 20 10.89 8 x 12 7.02 7 x 20 6.70 6 x 14 5.55 17 x 24 14.32 12 x 32 10.79 7 x 22 7.87 10 x 17 6.28 12 x 12 6.59 16 x 31 16.10 9 x 22 7.32 6 x 16 8.46 16 x 16 11.86 7 x 25 8.78 7 x 11 5.68 20 x 20 9.41 17 x 27 10.77 11 x 16 9.68 10 x 37 16.19 15 x 35 11.59 12 x 37 16.0 10 x 25 8.45 11 x 12 6.94 7 x 30 9.28 18 x 18 8.32 22 x 47 22.76 10 x 15 9.28 15 x 20 12. 14 .54 6 x 21 9.89 12 x 25 9.10 15 x 24 9.50 10 x 27 12.07 15 x 15 10.72 7 x 15 8.32 10 x 10 7.81 16 x 22 9.78 8 x 25 8.71 7 x 17 6.94 19 x 19 9.94 9 x 10 5.23 12 x 20 8.25 9 x 19 7.94 17 x 17 12.01 10 x 35 10.86 10 x 14 6.70 7x7 4.50 18 x 25 10.81 17 x 42 19.76 11 x 21 8.93 6 x 25 7.50 13 x 15 7.77 12 x 17 10.Estribo Estribos retangulares e quadrados padronizados Bitolas Dimensões Peso do feixe Bitolas Dimensões Peso do feixe Bitolas Dimensões Peso do feixe (mm) (cm) c/ 100 estribos (mm) (cm) c/ 100 estribos (mm) (cm) c/ 100 estribos Aço CA-60 axb kg Aço CA-60 axb kg Aço CA-60 axb kg 6 x 11 4.45 20 x 27 11.16 16 x 27 14.98 6 x 26 11.76 17 x 24 10.67 12 x 22 8. poderão ser 10 x 27 9.86 22 x 57 25.94 8 x 14 5.07 10 x 26 12.41 12 x 37 11.85 11 x 27 9.01 8 x 12 5.17 a 10 x 12 5.70 6 x 17 6.67 20 x 30 11.07 12 x 24 12.25 13 x 35 16.50 16 x 26 14.63 8 x 16 6.59 14 x 15 7.80 10 x 38 11.32 17 x 20 9.45 16 x 27 10.32 7 x 12 5.86 20 x 25 10.63 10 x 11 5.72 Formatos Estribos: 9 x 24 8.16 9 x 15 8.67 11 x 14 6.16 14 x 14 7.81 7 x 27 12.10 8 x 15 8.09 dimensões.54 17 x 22 9.68 16 x 37 17.68 14 x 24 9.16 10 x 35 15.67 16 x 36 12.40 9x9 5.93 7 x 37 10.90 14 x 14 10.28 16 x 17 8.34 10 x 46 18.85 17 x 37 12.72 12 x 27 13.94 9 x 14 6.86 5.32 15 x 25 9.80 12 x 16 7.01 a 9 x 25 8.2 4.28 12 x 25 12.94 7 x 15 5.48 9 x 11 5.37 9 x 17 9.40 27 x 27 18.89 15 x 20 8.01 16 x 24 9.98 10 x 17 9.0 8 x 17 6.71 4.93 40 x 10 16.16 8x8 4.54 8 x 20 10.85 8 x 30 13.76 11 x 21 11.10 17 x 17 8.71 a b 9 x 45 12.25 16 x 36 17.56 9 x 20 7.16 15 x 25 13.54 15 x 27 10.34 9 x 27 12.01 6 x 19 6.46 17 x 22 13.63 7 x 14 5.32 8 x 27 8.37 12 x 16 10.07 11 x 36 11.47 8 x 10 5.67 15 x 18 8.37 15 x 30 15.99 14 x 24 13.24 7x9 4.58 14 x 35 11.89 20 x 35 13.43 16 x 41 19.32 36 x 36 23.19 8 x 26 12.55 8 x 10 7.72 16 x 21 9.40 9 x 12 5.02 9 x 17 6.16 7 x 17 8.99 18 x 36 18.25 14 x 16 7.55 9 x 26 8.17 10 x 20 7.81 12 x 47 19.63 6 x 27 8.07 8 x 36 15.01 11 x 11 5.Mediante consulta.45 15 x 17 8.94 8 x 46 18.2 5.72 .17 9 x 35 10.98 8 x 25 11.59 10 x 36 15.78 9 x 16 6.25 10 x 10 5.10 11 x 17 7.

0 6 5.0 8 8.0 8 9.0 80 x 80 3.0 8 10.79 a 50 x 50 x 30 10.0 6 4.71 50 x 50 x 20 10.Essas dimensões referem-se à Sapata concretada.59 50 x 50 x 30 10. Bahia.86 planta 50 x 50 x 20 10.0 8 8. 15 .78 a 40 x 40 x 20 10.Kit sapata Dimensões Bitolas Estribos Peso Formato cm mm axaxh Aço GG 50 peças kg 40 x 40 x 20 8.0 100 x 100 7. Pernambuco. Bitolas Dimensões Peso mm cm kg 60 x 60 2.73 h corte 50 x 50 x 40 10.Modelo disponível somente nos estados: Paraná.0 6 5.45 60 x 60 x 20 10.92 .67 50 x 50 x 30 8. .19 40 x 40 x 30 8.0 6 7.79 60 x 60 x 30 10.0 6 5. .0 6 3.Armação já soldada.78 60 x 60 x 40 10.67 50 x 50 x 20 8.12 8.12 40 x 40 x 30 10.15 60 x 60 x 40 8.37 10.0 8 6.0 6 6. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.44 80 x 80 5.76 .0 6 3. .14 a 60 x 60 x 30 8.0 8 7.Aço GG 50.Aço GG 50.0 6 6.0 8 6.0 6 3.33 60 x 60 x 20 10.

0 14.0 355 171 7.6 W 150 x 18.4 260 102 6.1 W 460 x 97.7 W 310 x 28.1 320 288 91.5 13.7 h tw W 460 x 89.5 d´ = altura livre da alma W 530 x 85.0 24.3 W 410 x 46.3 309 102 6.8 38.0 153 102 5.7 313 102 6.2 381 357 59.0 125.2 W 410 x 67.Atende à Norma ASTM A 572.0 466 193 11.4 16.9 d X W 460 x 82.0 174.6 20.0 18.6 11.8 358 172 7.0 52.6 13.7 332 308 50.7 W 360 x 72.0 428 404 104.2 190 170 40.9 18.1 15.5 332 308 42.8 6.2 11.2 291 271 67.0 535 166 10.0 537 210 10.9 349 127 5.7 h = altura interna W 530 x 92.0 67.7 R raio de concordância = W 610 x 101.0 92.8 23.5 38.3 W 360 x 79.3 501 477 104.4 W 410 x 60.2 W 200 x 31.8 8. W 610 x 140.3 4.5 502 478 107.0 317 167 7.1 46.4 W 150 x 24.4 10.5 17.1 W 250 x 38.0 354 205 9.6 tf W 460 x 52.5 W 310 x 32.0 612 229 11.1 332 308 72.0 616 325 14.0 457 190 9.3 19.0 410 179 8.0 75.9 19.2 15.4 19.6 W 250 x 32.2 8.7 258 146 6.9 240 220 28.0 44.9 32.9 502 478 91.8 320 288 101.4 502 470 130.3 573 541 145.8 44.0 140.6 R W 460 x 60.5 428 404 94.5 262 147 6.7 310 165 5.0 350 204 8. W 610 x 155.4 240 220 32.0 428 404 123.3 W 610 x 125.6 428 404 135.9 13.7 16.8 305 101 5.6 15.5 W 200 x 15.3 203 102 5.abas paralelas Bitola Massa Espessura Linear d bf tw tf h d’ Área mm x kg/m kg/m mm mm mm mm mm mm cm² W 150 x 13.2 573 541 179.4 8.8 6.0 460 191 9.0 524 207 9.0 89.1 W 360 x 39.6 W 250 x 28.2 291 271 57.6 11.0 455 153 8.0 109.8 332 308 57. 16 .4 428 404 87.8 mediante consulta prévia.1 403 140 7.0 528 209 9.7 19.4 502 478 83.0 82.0 13.0 155.0 21.2 17.8 266 148 7.3 5.1 tf W 530 x 66.3 257 102 6.0 381 357 95.Perfis Estruturais Gerdau Açominas Perfil I .0 39.1 W 250 x 22.0 tw = espessura da alma W 530 x 109.1 240 220 42.1 5.0 608 228 11.5 14.0 459 154 9.7 12.7 428 404 114.7 38.7 292 272 30.3 16.0 106.0 11.3 W 410 x 75.0 190 170 29.4 28.1 8.4 190 170 34.0 101.0 8.8 5.8 7.6 10.7 W 310 x 44.5 44.1 d = altura do perfil W 530 x 82.0 148 100 4.0 79.6 207 133 5.5 10.0 85.0 51.5 22.0 240 220 36.3 210 134 6.4 381 357 86.3 28.2 W 310 x 52.6 332 308 64.8 14.6 18.0 74.2 W 310 x 23.9 17.7 32.0 160 102 6.0 539 211 11.6 13.2 W 410 x 38.6 502 478 117.2 W 410 x 53.8 Y W 410 x 85.3 W 610 x 113.8 57.5 320 288 81.9 17.0 352 171 6.0 573 541 198.3 254 102 5.0 60.6 502 478 95.1 139 119 23.5 10.7 13.3 22.0 240 220 57.0 53.0 407 178 7.6 bf = largura da aba do perfil tf = espessura da aba W 530 x 101.6 W 310 x 21.1 W 200 x 22.0 52.9 291 271 36.0 113.9 9.0 66.0 413 180 9.0 15.6 26.0 85.3 139 115 31.1 22.7 32.9 11.3 .0 W 360 x 32.6 573 541 222.0 353 128 6.2 190 170 19.5 313 166 6.0 82.4 W 200 x 19.9 16.0 74.0 347 203 7.0 417 181 10.7 292 272 27.0 W 200 x 26.0 72.0 303 101 5.2 d´ W 460 x 68.8 399 140 6.0 68.3 25.8 291 271 42.0 611 324 12.1 .7 291 271 49.9 138 118 16.6 6.0 533 209 10.9 251 101 4.8 8.4 W 460 x 106.0 101.6 10.2 240 220 49.0 10.3 31.0 13.0 463 192 10.0 97.2 W 360 x 44.8 381 357 50.0 64.8 501 469 139.0 525 165 8.0 617 230 13.8 W 360 x 57.9 381 357 68.3 428 404 76.0 21.6 W 530 x 74.0 72.Outros tamanhos poderão ser fornecidos W 610 x 174.7 13.0 450 152 7.0 403 177 7.2 381 357 108.5 206 102 6.5 W 360 x 64.1 . Grau 50.0 529 166 9.6 10.7 W 360 x 51.6 573 541 160.8 428 404 66.8 9.1 W 310 x 38.0 469 194 12.1 9.9 W 250 x 25.6 W 250 x 44.Comprimentos de 6m e 12m.8 381 357 76.6 W 460 x 74.3 240 220 23.4 10.5 190 170 25.0 200 100 4.0 60.6 bf W 530 x 72.9 573 541 130.0 603 228 10.3 W 250 x 17.

Perfil H - abas paralelas
Bitola Massa Espessura
Linear
d bf tw tf h d’ Área
mm x kg/m kg/m mm mm mm mm mm mm cm²
W 150 x 22,5 22,5 152 152 5,8 6,6 139 119 29,0
W 150 x 29,8 29,8 157 153 6,6 9,3 138 118 38,5
W 150 x 37,1 37,1 162 154 8,1 11,6 139 119 47,8
W 200 x 35,9 35,9 201 165 6,2 10,2 181 161 45,7
W 200 x 41,7 41,7 205 166 7,2 11,8 181 157 53,5
W 200 x 46,1 46,1 203 203 7,2 11,0 181 161 58,6
W 200 x 52,0 52,0 206 204 7,9 12,6 181 157 66,9
HP 200 x 53,0 53,0 204 207 11,3 11,3 181 161 68,1
W 200 x 59,0 59,0 210 205 9,1 14,2 182 158 76,0
W 200 x 71,0 71,0 216 206 10,2 17,4 181 161 91,0
W 200 x 86,0 86,0 222 209 13,0 20,6 181 157 110,9
HP 250 x 62,0 62,0 246 256 10,5 10,7 225 201 79,6
W 250 x 73,0 73,0 253 254 8,6 14,2 225 201 92,7
W 250 x 80,0 80,0 256 255 9,4 15,6 225 201 101,9
HP 250 x 85,0 85,0 254 260 14,4 14,4 225 201 108,5
W 250 x 89,0 89,0 260 256 10,7 17,3 225 201 113,9
W 250 x 101,0 101,0 264 257 11,9 19,6 225 201 128,7
W 250 x 115,0 115,0 269 259 13,5 22,1 225 201 146,1
HP 310 x 79,0 79,0 299 306 11,0 11,0 277 245 100,0
HP 310 x 93,0 93,0 303 308 13,1 13,1 277 245 119,2
W 310 x 97,0 97,0 308 305 9,9 15,4 277 245 123,6
W 310 x 107,0 107,0 311 306 10,9 17,0 277 245 136,4
HP 310 x 110,0 110,0 308 310 15,4 15,5 277 245 141,0
W 310 x 117,0 117,0 314 307 11,9 18,7 277 245 149,9
HP 310 x 125,0 125,0 312 312 17,4 17,4 277 245 159,0
W 360 x 91,0 91,0 353 254 9,5 16,4 320 288 115,9
W 360 x 101,0 101,0 357 255 10,5 18,3 320 286 129,5
W 360 x 110,0 110,0 360 256 11,4 19,9 320 288 140,6
W 360 x 122,0 122,0 363 257 13,0 21,7 320 288 155,3

- Comprimentos de 12m ou 6m.
- Atende à Norma ASTM A 572. Grau 50.
- Outros tamanhos poderão ser fornecidos mediante consulta prévia.

tf X tf
h

R tw
Y

bf d´

d

d = altura do perfil
d´ = altura livre da alma
h = altura interna
bf = largura da aba do perfil
tf = espessura da aba
tw = espessura da alma
R = raio de concordância

17

Tabela de equivalência Perfis I e H
PERFIS GERDAU AÇOMINAS I ABAS INCLINADAS PADRÃO AMERICANO PERFIS SOLDADOS

ASTM A6/A6M NBR 7007 NBR 5884

mm x kg/m pol. x lb/ft mm x kg/m mm x kg/m

W 150 x 13,0 W 6 x 8,5 *I 127 x 14,8 *I 127 x 18,2 I 127 x 22,0 VS 150 x 15
W 150 x 18,0 W 6 x 12 *I 152 x 18,5 VS 150 x 18 VS 150 x 19 VS 150 x 20 VS 150 x 21 CVS 150 x 15 CVS 150 x 18
W 150 x 22,5 W 6 x 15 *I 152 x 22,0 *I 152 x 25,7 CS 150 x 25 CVS 150 x 20 CVS 150 x 22 CVS 150 x 24
W 150 x 24,0 W 6 x 16 *I 152 x 25,7
W 150 x 29,8 W 6 x 20 CS 150 x 29 CS 150 x 31
W 150 x 37,1 W 6 x 25 CS 150 x 37 CS 150 x 45
W 200 x 15,0 W 8 x 10 *I 152 x 18,5 *I 152 x 22,0 *I 152 x 25,7 VS 150 x 18 VS 150 x 19 VS 150 x 20 VS 150 x 21
W 200 x 19,3 W 8 x 13 *I 152 x 22,0 *I 152 x 25,7 VS 200 x 19 VS 200 x 20
W 200 x 22,5 W 8 x 15 *I 152 x 25,7 VS 200 x 22 VS 200 x 23
W 200 x 26,6 W 8 x 18 I 203 x 27,3 I 203 x 30,5 VS 200 x 25 VS 200 x 26 CVS 200 x 21 CVS 200 x 24 CVS 200 x 27
W 200 x 31,3 W 8 x 21 I 203 x 34,3 I 203 x 38,0 CVS 200 x 28 CVS 200 x 30
W 200 x 35,9 W 8 x 24 I 203 x 38,0 CS 200 x 29 CS 200 x 34 CVS 200 x 36 CVS 200 x 38
W 200 x 41,7 W 8 x 28 CS 200 x 39 CS 200 x 41
W 200 x 46,1 W 8 x 31 CVS 200 x 46 CS 200 x 50
W 200 x 52,0 W 8 x 35
HP 200 x 53,0 HP 8 x 36 CS 200 x 61
W 200 x 59,0 W 8 x 40
W 200 x 71,0 W 8 x 48
W 200 x 86,0 W 8 x 58
W 250 x 17,9 W 10 x 12 VS 200 x 19 VS 200 x 20 VS 200 x 22 VS 200 x 23
W 250 x 22,3 W 10 x 15 I 203 x 27,3 I 203 x 30,5 I 203 x 34,3 I 203 x 38,0 VS 200 x 25 VS 200 x 26 VS 250 x 21 VS 250 x 23
W 250 x 25,3 W 10 x 17 I 203 x 27,3 I 203 x 30,5 I 203 x 34,3 I 203 x 38,0 VS 250 x 24 VS 250 x 25 VS 250 x 26 VS 250 x 27
W 250 x 28,4 W 10 x 19 I 203 x 30,5 I 203 x 34,3 I 203 x 38,0 VS 250 x 29 VS 250 x 30
W 250 x 32,7 W 10 x 22 I 203 x 34,3 I 203 x 38,0 VS 250 x 32 CVS 250 x 30 CVS 250 x 33
W 250 x 38,5 W 10 x 26 I 254 x 37,8 I 254 x 44,7 CVS 250 x 40
W 250 x44,8 W 10 x 30 I 254 x 44,7 I 254 x 52,1 I 254 x 59,6 CVS 250 x 47
HP 250 x 62,0 HP 10 x 42 CS 250 x 43 CS 250 x 49 CS 250 x 52 CS 250 x 63 CS 250 x 66 CVS 250 x 56 CVS 250 x 64
W 250 x 73,0 W 10 x 49 CVS 250 x 72 CS 250 x 76
W 250 x 80,0 W 10 x 54 CS 250 x 79 CS 250 x 84
HP 250 x 85,0 HP 10 x 57 CS 250 x 84
W 250 x 89,0 W 10 x 60 CS 250 x 90 CS 250 x 95
W 250 x 101,0 W 10 x 68 CS 250 x 108
W 250x 115,0 W 10 x 77
W 310 x 21,0 W 12 x 14 VS 200 x 22 VS 200 x 23 VS 250 x 24 VS 250 x 25 VS 250 x 26 VS 250 x 27
W 310 x 23,8 W 12 x 16 VS 250 x 29 VS 250 x 30 VS 300 x 23 VS 300 x 25
W 310 x 28,3 W 12 x 19 I 254 x 37,7 VS 300 x 26 VS 300 x 27 VS 300 x 28
W 310 x 32,7 W 12 x 22 I 254 x 37,7 I 254 x 44,7 I 254 x 52,1 VS 250 x 32 VS 300 x 31 VS 300 x 32 VS 300 x 33 VS 300 x 34
W 310 x 38,7 W 12 x 26 I 254 x 44,7 I 254 x 52,1 I 254 x 59,6 VS 300 x 37
W 310 x 44,5 W 12 x 30 I 254 x 44,7 I 254 x 52,1 I 254 x 59,6 VS 300 x 46 CVS 300 x 47
W 310 x 52,0 W 12 x 35 I 254 x 52,1 I 254 x 59,6 I 305 x 60,6 CVS 300 x 55 CVS 300 x 57
HP 310 x 79,0 HP 12 x 53 I 305 x 67,0 I 305 x 74,4 I 305 x 81,9 CS 250 x 79 CS 250 x 84 CVS 300 x 66 CVS 300 x 67 CVS 300 x 70 CVS 300 x 79 CVS 300 x 80 CVS 300 x 83 CVS 300 x 85 CS 250 x 90 CS 250 x 95 CS 250 x 108 CS 300 x 62 CS 300 x 76
HP 310 x 93,0 HP 12 x 63 CS 300 x 92 CVS 300 x 94 CVS 300 x 95
W 310 x 97,0 W 12 x 65 CS 300 x 95 CS 300 x 102 CVS 300 x 100
W 310 x 107,0 W 12 x 72 CS 300 x 109 CS 300 x 115 CVS 300 x 113
HP 310 x 110,0 HP 12 x 74 CS 300 x 109 CS 300 x 115 CVS 300 x 113
W 310 x 117,0 W 12 x 79 CS 300 x 122
HP 310 x 125,0 HP 12 x 84 CS 300 x 122 CS 300 x 131 CS 300 x 138
W 360 x 32,9 W 14 x 22 VS 300 x 33 VS 300 x 34 VS 300 x 37 VS 300 x 46 VS 350 x 26 VS 350 x 28 VS 350 x 30 VS 350 x 31 VS 350 x 32 VS 350 x 33
W 360 x 39,0 W 14 x 26 VS 350 x 35 VS 350 x 36 VS 350 x 38 VS 350 x 39
W 360 x 44,0 W 14 x 30 I 305 x 60,6 I 305 x 67,0 VS 350 x 42
W 360 x 51,0 W 14 x 34 I 305 x 60,6 I 305 x 67,0 I 305 x 74,4 I 305 x 81,9 VS 350 x 51
W 360 x 57,8 W 14 x 38 I 305 x 60,6 I 305 x 67,0 I 305 x 74,4 I 305 x 81,9
W 360 x 64,0 W 14 x 43 I 305 x 67,0 I 305 x 74,4 I 305 x 81,9
W 360 x 72,0 W 14 x 48 I 305 x 74,4 I 305 x 81,9 I 381 x 63,3 I 381 x 66,5 CVS 300 x 66 CVS 300 x 67 CVS 300 x 70 CVS 300 x 79 CVS 300 x 85
W 360 x 79,0 W 14 x 53 I 305 x 81,9 I 381 x 73,9 I 381 x 81,4 CVS 300 x 94 CVS 350 x 73
W 360 x 91,0 W 14 x 61 CS 300 x 92 CS 300 x 95 CS 300 x 102 CS 300 x 109 CS 300 x 115 CS 300 x 122 CS 350 x 89 CVS 300 x 95 CVS 300 x 100 CVS 300 x 113 CVS 350 x 87
W 360 x 101,0 W 14 x 68 CS 300 x 102 CS 300 x 109 CS 300 x 115 CS 300 x 122 CS 300 x 131 CS 300 x 138 CS 350 x 93 CVS 300 x 113 CVS 350 x 98 CVS 350 x 105
W 360 x 110,0 W 14 x 74 CS 300 x 149 CS 350 x 108 CVS 350 x 118 CVS 400 x 82 CVS 400 x 87
W 360 x 122,0 W 14 x 82 CS 350 x 112 CS 350 x 119 CVS 350 x 128 CVS 350 x 136
W 410 x 38,8 W 16 x 26 VS 350 x 38 VS 350 x 39 VS 350 x 42 VS 350 x 51 VS 400 x 28 VS 400 x 30 VS 400 x 32 VS 400 x 34 VS 400 x 35 VS 400 x 37 VS 400 x 38
W 410 x 46,1 W 16 x 31 VS 400 x 39 VS 400 x 41 VS 400 x 44
W 410 x 53,0 W 16 x 36 I 381 x 63,3 VS 400 x 53
W 410 x 60,0 W 16 x 40 I 381 x 63,3 I 381 x 66,5 I 381 x 73,9 I 381 x 81,4
W 410 x 67,0 W 16 x 45 I 381 x 73,9 I 381 x 81,4
W 410 x 75,0 W 16 x 50 I 381 x 81,4
W 410 x 85,0 W 16 x 57
W 460 x 52,0 W 18 x 35 VS 400 x 53 VS 450 x 51
W 460 x 60,0 W 18 x 40 VS 450 x 59 VS 450 x 60
W 460 x 68,0 W 18 x 46
W 460 x 74,0 W 18 x 50 VS 450 x 70 VS 450 x 71
W 460 x 82,0 W 18 x 55 I 457 x 81,4 I 457 x 89,3 I 457 x 96,8 VS 450 x 80
W 460 x 89,0 W 18 x 60 I 457 x 89,3 I 457 x 104,3 VS 450 x 83
W 460 x 97,0 W 18 x 65 I 457 x 96,8 I 457 x 104,3 VS 450 x 95
W 460 x 106,0 W 18 x 71
W 530 x 66,0 W 21 x 44 I 457 x 81,4 VS 450 x 70 VS 450 x 71 VS 500 x 61
W 530 x 72,0 W 21 x 48 I 457 x 81,4 I 457 x 89,3 I 457 x 96,8 I 457 x 104,3 VS 450 x 80 VS 500 x 73 VS 550 x 64
W 530 x 74,0 W 21 x 50 I 457 x 81,4 I 457 x 89,3 I 457 x 96,8 I 457 x 104,3 VS 450 x 83
W 530 x 82,0 W 21 x 55 I 457 x 89,3 I 457 x 96,8 I 457 x 104,3 VS 450 x 95 VS 550 x 75
W 530 x 85,0 W 21 x 57 I 457 x 89,3 I 457 x 96,8 I 457 x 104,3 VS 500 x 86
W 530 x 92,0 W 21 x 62 I 457 x 96,8 I 457 x 104,3 VS 500 x 97
W 530 x 101,0 W 21 x 68 I 508 x 121,2 VS 550 x 88
W 530 x 109,0 W 21 x 73 I 508 x 126,6 I 508 x 134,0 I 508 x 141,5 VS 550 x 100
W 610 x 101,0 W 24 x 68 I 508 x 121,2 I 508 x 126,6 I 508 x 134,0 I 508 x 141,5 I 508 x 148,9 VS 550 x 100 VS 600 x 81 VS 600 x 95 VS 650 x 84
W 610 x 113,0 W 24 x 76 I 508 x 121,2 I 508 x 126,6 I 508 x 134,0 I 508 x 141,5 I 508 x 148,9 VS 600 x 111 VS 650 x 98
W 610 x 125,0 W 24 x 84 I 508 x 126,6 I 508 x 134,0 I 508 x 141,5 I 508 x 148,9 VS 600 x 125
W 610 x 140,0 W 24 x 94 I 508 x 141,5 I 508 x 148,9 VS 650 x 114
W 610 x 155,0 W 24 x 104 VS 600 x 140 VS 650 x 128
W 610 x 174,0 W 24 x 117 VS 600 x 152 VS 650 x 143 VS 650 x 155

* Perfis que ainda são produzidos no Brasil

Atenção:
- Equivalência baseada em propriedades geométricas semelhantes e massa linear aproximada;
- Esta tabela é para simples consulta. A efetiva substituição de perfis em projetos exige a revisão completa dos cálculos por profissional qualificado.

18

PERFIS GERDAU AÇOMINAS PERFIS ELETRO-SOLDADOS PERFIS LAMINADOS EUROPEUS ABAS INCLINADAS PADRÃO EUROPEU
ASTM A6/A6M NBR 15279 DIN 1025-5 / EM 19-57 DIN 1025-1

mm x kg/m pol. x lb/ft mm x kg/m mm x kg/m mm x kg/m
W 150 x 13,0 W 6 x 8,5 CE 100 x 11 VE 150 x 13 IPE 160 A (12,7) IPN 80 (5,9) IPN 100 (8,3) IPN 120 (11,1) IPN 140 (14,3)
W 150 x 18,0 W 6 x 12 VE 150 x 18 IPE 160 (15,8) IPE 160 A (12,7) IPE 180 A (15,4) IPN 160 (17,9)
W 150 x 22,5 W 6 x 15 CE 150 x 20 HE 140 A (24,7) IPE 160 (15,8)
W 150 x 24,0 W 6 x 16 IPE 180 (18,8) HE 140 A (24,7)
W 150 x 29,8 W 6 x 20 CE 150 x 26 HE 140 B (33,7) IPE 180 (18,8) IPE 180 R (22,1) HE 160 A (30,4)
W 150 x 37,1 W 6 x 25 HE 140 B (33,7) HE 140 B (33,7)
W 200 x 15,0 W 8 x 10 IPE 160 R (17,7) HE 140 B (33,7) IPE 180 (18,8) IPN 160 (17,9)
W 200 x 19,3 W 8 x 13 VE 200 x 16 IPE 180 O (21,3) IPE 160 R (17,7) IPE 200 A (18,4) IPN 180 (21,9)
W 200 x 22,5 W 8 x 15 CVE 200 x 22 IPE 200 (22,4) IPE 180 O (21,3)
W 200 x 26,6 W 8 x 18 CE 200 x 22 VE 200 x 25 CVE 200 x 28 IPE 200 O (25,1) IPE 200 (22,4) IPE 220 A (22,2) IPE 220 (26,2) IPN 200 (26,2)
W 200 x 31,3 W 8 x 21 CE 200 x 29 IPE 220 O (29,4) IPE 200 O (25,1) IPN 220 (31,1)
W 200 x 35,9 W 8 x 24 CE 200 x 34 HE 160 B (42,6) IPE 220 O (29,4)
W 200 x 41,7 W 8 x 28 CE 200 x 39 HE 200 A (42,3) HE 160 B (42,6)
W 200 x 46,1 W 8 x 31 HE 180 B (51,2) HE 200 A (42,3)
W 200 x 52,0 W 8 x 35 HE 200 A (42,3) HE 180 B (51,2)
HP 200 x 53,0 HP 8 x 36 HE 200 A (42,3) HE 200 A (42,3)
W 200 x 59,0 W 8 x 40 HE 200 B (61,3) HE 200 A (42,3)
W 200 x 71,0 W 8 x 48 HE 220 B (71,5) HE 200 B (61,3)
W 200 x 86,0 W 8 x 58 HE 220 B (71,5) HE 220 B (71,5)
W 250 x 17,9 W 10 x 12 VE 250 x 18 VE 200 x 25 IPE 200 A (18,4) HE 220 B (71,5) IPE 200 O (25,1) IPE 220 A (22,2) IPN 180 (21,9) IPN 200 (26,2)
W 250 x 22,3 W 10 x 15 VE 200 x 25 IPE 200 R (26,6) IPE 200 A (18,4) IPE 220 (26,2) IPN 200 (26,2)
W 250 x 25,3 W 10 x 17 IPE 200 R (26,6) IPE 200 R (26,6) IPE 220 O (29,4) IPE 220 R (31,6) IPE 240 A (26,2) IPN 200 (26,2) IPN 220 (31,1)
W 250 x 28,4 W 10 x 19 VE 250 x 27 IPE 220 O (29,4) IPE 200 R (26,6) IPE 240 (30,7) IPN 220 (31,1)
W 250 x 32,7 W 10 x 22 CVE 250 x 31 IPE 240 O (34,3) IPE 220 O (29,4) IPE 270 A (30,7) IPN 240 (36,2)
W 250 x 38,5 W 10 x 26 CVE 250 x 38 IPE 270 (36,1) IPE 240 O (34,3) IPN 260 (41,8)
W 250 x44,8 W 10 x 30 CE 250 x 43 IPE 270 0 (42,3) IPE 270 (36,1)
HP 250 x 62,0 HP 10 x 42 CE 250 x 49 CE 250 x 63 HE 220 B (71,5) IPE 270 0 (42,3)
W 250 x 73,0 W 10 x 49 HE 240 B (83,2) HE 220 B (71,5)
W 250 x 80,0 W 10 x 54 HE 240 B (83,2) HE 240 B (83,2)
HP 250 x 85,0 HP 10 x 57 HE 280 A (76,4) HE 240 B (83,2)
W 250 x 89,0 W 10 x 60 HE 260 B (93,0) HE 280 A (76,4)
W 250 x 101,0 W 10 x 68 HE 260 B (93,0) HE 260 B (93,0)
W 250x 115,0 W 10 x 77 HE 280 B (104,2) HE 260 B (93,0)
W 310 x 21,0 W 12 x 14 VE 250 x 27 IPE 220 R (31,6) HE 280 B (104,2)
W 310 x 23,8 W 12 x 16 VE 250 x 27 IPE 240 (30,7) IPE 220 R (31,6) IPN 240 (36,2)
W 310 x 28,3 W 12 x 19 VE 300 x 26 IPE 240 O (34,3) IPE 240 (30,7) IPE 270 A (30,7) IPN 240 (36,2)
W 310 x 32,7 W 12 x 22 VE 300 x 33 IPE 240 O (34,3) IPE 240 O (34,3) IPE 270 (36,1) IPN 260 (41,8)
W 310 x 38,7 W 12 x 26 IPE 270 O (42,3) IPE 240 O (34,3) IPE 300 (42,2) IPE 300 A (36,5) IPN 260 (41,8) IPN 280 (47,9)
W 310 x 44,5 W 12 x 30 CVE 300 x 47 IPE 300 O (49,3) IPE 270 O (42,3) IPN 280 (47,9) IPN 300 (54,2)
W 310 x 52,0 W 12 x 35 CE 300 x 52 IPE 300 R (51,7) IPE 300 O (49,3) IPN 300 (54,2)
HP 310 x 79,0 HP 12 x 53 CE 300 x 62 CE 300 x 76 HE 240 B (83,2) IPE 300 R (51,7) HE 280 A (76,4)
HP 310 x 93,0 HP 12 x 63 HE 260 B (93,0) HE 240 B (83,2) HE 300 A (88,3)
W 310 x 97,0 W 12 x 65 HE 280 B (104,2) HE 260 B (93,0)
W 310 x 107,0 W 12 x 72 HE 320 A (97,6) HE 280 B (104,2)
HP 310 x 110,0 HP 12 x 74 HE 320 A (97,6)
W 310 x 117,0 W 12 x 79 HE 300 B (117,0)
HP 310 x 125,0 HP 12 x 84 HE 300 B (117,0)
W 360 x 32,9 W 14 x 22 VE 300 x 33 IPE 270 R (44,0) IPE 300 (42,2) IPN 280 (47,9)
W 360 x 39,0 W 14 x 26 VE 350 x 35 IPE 300 O (49,3) IPE 270 R (44,0) IPE 330 A (43,0) IPE 330 (49,1) IPN 280 (47,9) IPN 300 (54,2)
W 360 x 44,0 W 14 x 30 VE 350 x 43 IPE 300 O (49,3) IPE 300 O (49,3) IPE 330 A (43,0) IPE 330 (49,1) IPN 280 (47,9) IPN 300 (54,2)
W 360 x 51,0 W 14 x 34 IPE 300 R (51,7) IPE 300 O (49,3) IPE 330 R (60,3) IPE 360 A (50,2) IPN 300 (54,2) IPN 320 (61,0)
W 360 x 57,8 W 14 x 38 IPE 360 (57,1) IPE 300 R (51,7) IPN 320 (61,0) IPN 340 (68,1)
W 360 x 64,0 W 14 x 43 IPE 360 O (66,0) IPE 360 (57,1) IPN 340 (68,1)
W 360 x 72,0 W 14 x 48 IPE 360 R (70,3) IPE 360 O (66,0) IPN 360 (76,1)
W 360 x 79,0 W 14 x 53 IPE 360 R (70,3)
W 360 x 91,0 W 14 x 61 HE 320 A (97,6) IPN 380 (84,0)
W 360 x 101,0 W 14 x 68 HE 340 A (104,8) HE 320 A (97,6)
W 360 x 110,0 W 14 x 74 HE 320 B (126,7) HE 340 A (104,8)
W 360 x 122,0 W 14 x 82 HE 340 B (134,2) HE 320 B (126,7)
W 410 x 38,8 W 16 x 26 VE 350 x 43 IPE 330 O (57,0) HE 340 B (134,2) IPE 360 A (50,2)
W 410 x 46,1 W 16 x 31 VE 400 x 44 IPE 330 O (57,0) IPE 330 O (57,0) IPE 360 A (50,2) IPE 360 (57,1)
W 410 x 53,0 W 16 x 36 VE 400 x 49 IPE 330 O (57,0) IPE 330 O (57,0) IPE 360 (57,1) IPE 360 O (66,0) IPN 340 (68,1)
W 410 x 60,0 W 16 x 40 IPE 360 O (66,0) IPE 330 O (57,0) IPE 400 A (57,4) IPE 400 (66,3) IPN 340 (68,1) IPN 360 (76,1)
W 410 x 67,0 W 16 x 45 IPE 360 R (70,3) IPE 360 O (66,0) IPN 340 (68,1) IPN 360 (76,1)
W 410 x 75,0 W 16 x 50 IPE 400 O (75,7) IPE 360 R (70,3) IPN 360 (76,1) IPN 380 (84,0)
W 410 x 85,0 W 16 x 57 IPE 400 O (75,7) IPN 400 (92,6)
W 460 x 52,0 W 18 x 35 VE 450 x 51 IPE 400 A (57,4)
W 460 x 60,0 W 18 x 40 VE 450 x 59 IPE 400 A (57,4)
W 460 x 68,0 W 18 x 46 IPE 400 O (75,7) IPE 450 A (67,2) IPN 400 (92,6)
W 460 x 74,0 W 18 x 50 IPE 400 O (75,7) IPE 400 O (75,7) IPE 450 (77,6) IPN 400 (92,6)
W 460 x 82,0 W 18 x 55 IPE 450 (77,6) IPE 400 O (75,7) IPN 400 (92,6) IPN 425 (103,6)
W 460 x 89,0 W 18 x 60 IPE 450 O (92,4) IPE 450 (77,6) IPN 400 (92,6) IPN 425 (103,6)
W 460 x 97,0 W 18 x 65 IPE 450 R (95,2) IPE 450 O (92,4) IPN 425 (103,6)
W 460 x 106,0 W 18 x 71 IPE 450 R (95,2) IPN 450 (115,4)
W 530 x 66,0 W 21 x 44 VE 500 x 61 VE 500 x 68 IPE 450 A (67,2)
W 530 x 72,0 W 21 x 48 IPE 450 (77,6) IPE 450 A (67,2) IPN 425 (103,6)
W 530 x 74,0 W 21 x 50 VE 500 x 73 IPE 450 (77,6) IPE 450 (77,6) IPN 425 (103,6)
W 530 x 82,0 W 21 x 55 VE 500 x 79 IPE 450 O (92,4) IPE 450 (77,6) IPE 500 A (79,4) IPN 450 (115,4)
W 530 x 85,0 W 21 x 57 IPE 450 O (92,4) IPE 450 O (92,4) IPE 500 (90,7) IPN 450 (115,4)
W 530 x 92,0 W 21 x 62 IPE 450 O (92,4) IPE 450 O (92,4) IPE 550 A (92,1) IPN 450 (115,4)
W 530 x 101,0 W 21 x 68 IPE 500 R (111,4) IPE 450 O (92,4) IPN 475 (128,0)
W 530 x 109,0 W 21 x 73 IPE 550 (105,5) IPE 500 R (111,4) IPN 475 (128,0)
W 610 x 101,0 W 24 x 68 IPE 550 (105,5) IPE 550 (105,5) IPE 550 O (122,5) IPE 500 O (107,3) IPN 500 (140,5)
W 610 x 113,0 W 24 x 76 IPE 550 O (122,5) IPE 550 (105,5) IPE 600 A (107,6) IPN 500 (140,5)
W 610 x 125,0 W 24 x 84 IPE 550 R (133,7) IPE 550 O (122,5) IPN 550 (166,4)
W 610 x 140,0 W 24 x 94 IPE 600 R (144,4) IPE 550 R (133,7) IPN 550 (166,4)
W 610 x 155,0 W 24 x 104 IPE 600 O (154,5) IPE 600 R (144,4) IPN 550 (166,4)
W 610 x 174,0 W 24 x 117 IPE 600 O (154,5) IPN 600 (199,4)

19

Pregos
Prego com Cabeça
* Bitolas também na opção galvanizada
Tamanho Quant. Tamanho Quant.
aprox. de aprox. de
pregos Utilização pregos Utilização
JP x LPP POL. x BWG por quilo JP x LPP POL. x BWG por quilo

6x 6 1/2” x 19 9310 Caixa/fôrmas para concreto;
* 18 x 27 * 2.1/2” x 10 198 escoramentos;
6x 7 5/8” x 19 7606 caibros e alinhamento
7x 9 3/4” x 18 5050 * 18 x 30 * 2.3/4” x 10 187
Marcenaria e mobiliário Escoramentos; caibros
8x 7 5/8” x 18 5718 18 x 33 3” x 10 171 e alinhamentos
8x 8 – 4938 * 18 x 36 * 3.1/4” x 10 155
8 x 10 7/8” x 18 4286 19 x 15 1.1/4” x 9 290 Escoramentos e escadas
10 x 7 1” x 18 4292 Móveis; fundo de armário 19 x 27 2.1/2” x 9 155 Caixas/fôrmas para concreto
10 x 9 3/4” x 17 3378 19 x 30 2.3/4” x 9 143
Caibros; escoramentos;
10 x 10 7/8” x 17 3250 19 x 33 3” x 9 136 esacadas e fechamento
de fôrmas
10 x 11 1” x 17 2786 Embalagens; marcenaria * 19 x 36 * 3.1/4” x 9 121
e acabamentos
10 x 12 1.1/6” x 17 2570 * 19 x 39 * 3.1/2” x 9 109 Portal; escoramentos;
11 x 11 1” x 16 2466 esacadas e fechamento
19 x 42 3.3/4” x 9 102 de fôrmas
11 x 12 1.1/16” x 16 2236
*12 x 12 – 1632 – 3” x 8 108
Caibros
12 x 14 – 1441 – 3.1/2” x 8 93
12 x 15 – 1320 Caibros; escoramentos;
20 x 30 2.3/4” x 7 106 escadas e fechamento
13 x 11 1” x 15 1456 de fôrmas
*13 x 15 1.1/4” x 15 1062 20 x 33 3” x 7 98
13 x 18 1.1/2” x 15 922 20 x 36 3.1/4” x 7 89
Caixarias para frutas 20 x 39 3.1/2” x 7 85
13 x 21 2” x 15 815 e verduras
14 x 11 1” x 14 1172 * 20 x 42 * 3.3/4” x 7 77
14 x 15 1.1/4” x 14 814 20 x 48 4.1/4” x 7 67
Escoramento;
*14 x 18 1.1/2” x 14 708 21 x 33 3” x 6 77 escadas e
fechamento de fôrmas
14 x 21 2” x 14 610 21 x 36 3.1/4” x 6 73
14 x 24 2.1/4” x 14 566 21 x 45 4” x 6 59
14 x 27 2.1/2” x 14 490 21 x 48 4.1/4” x 6 54
*15 x 15 1.1/4” x 13 672 21 x 54 5” x 6 49
*15 x 18 1.1/2” x 13 582 Ripas; telhados e * 22 x 42 * 3.3/4” x 5 49
caixarias para frutas
*15 x 21 2” x 13 477 e verduras 22 x 45 4” x 5 46 Portal
15 x 27 2.1/2” x 13 382 * 22 x 48 * 4.1/4” x 5 48
*16 x 18 1.1/2” x 12 476 22 x 54 5” x 5 38 Marco de portas e
Lambris e carpintaria vigamento de telhados
*16 x 21 2” x 12 393 23 x 45 4” x 4 40
*16 x 24 2.1/4” x 12 354 Lambris e móveis 23 x 54 5” x 4 33 Mata-burros
Lambris e caixa/fôrmas 23 x 60 5.1/2” x 4 29 Marco de portas e
16 x 27 2.1/2" x 12 312 para concreto vigamento de telhados
23 x 66 6” x 4 26
*17 x 21 2” x 11 291 24 x 60 5.1/2” x 3 25 Mata-burros e garimpos
Escoramentos; caibros
17 x 24 2.1/4” x 11 266 e caixas/fôrmas Marco de portas e
para concreto 24 x 66 6” x 3 23 vigamento de telhados
*17 x 27 2.1/2” x 11 242
25 x 72 6.1/2” x 2 18
17 x 30 2.3/4” x 11 210 Escoramentos e caibros Mata-burros e garimpos
26 x 72 6.1/2” x 1 17
18 x 11 1” x 10 495 Caibros de alinhamentos
26 x 78 7” x 1 16
Escoramentos; caibros Pontes; mata-burros
18 x 21 2” x 10 264 de alinhamento e porteiras
26 x 84 7.1/2” x 1 14
Assoalho de carrocerias;
*18 x 24 2.1/4” x 10 230 caixas/fôrmas para concreto;
escoramentos e caibros

20

1/4” x 10 237 13 x 11 1” x 15 1529 * 18 x 27 * 2.1/4” x 16 1739 * 17 x 27 * 2. de pregos de pregos JP x LPP POL.1/6” x 16 2236 10 x 7 1” 18 4292 SEM CABEÇA 6x 6 1/2” x 19 9776 14 x 15 1.1/2” x 10 208 13 x 18 1. x BWG por quilo COM CABEÇA 6x 6 1/2” x 19 9310 10 x 9 3/4” x 17 3378 6x 7 5/8” x 19 7606 10 x 10 7/8” x 17 3250 7x 9 3/4” x 18 5050 10 x 11 1” x 17 2786 8x 7 5/8” x 18 5718 10 x 12 1. Ingl. x BWG por quilo JP x LPP POL.1/4” x 10 92 *Apropriados para telhas metálicas.1/4” x 13 690 8x 8 – 4938 15 x 18 1.1/2” x 15 952 19 x 36 3. aprox. aprox. Tamanho Quant.1/2” x 12 486 10 x 9 3/4” x 17 3547 16 x 21 2” x 12 397 10 x 10 7/8” x 17 2941 * 16 x 24 * 2. 21 .1/2” x 12 332 11 x 11 1” x 16 2589 * 17 x 21 * 2” x 11 314 11 x 15 1. x BWG * 18 x 21 2” x 10 130 18 x 27 2.1/2” x 10 106 18 x 30 2.1/4” x 14 814 6x 7 5/8” x 19 8333 14 x 18 1.1/2” x 14 725 7x 9 3/4” x 18 5263 14 x 21 2” x 14 623 8x 7 5/8” x 18 6004 * 15 x 15 * 1.1/2” x 13 611 8 x 12 1.1/4” x 9 127 13 x 21 2” x 15 815 19 x 39 3. aprox.3/4” x 10 100 18 x 36 3.1/2” x 11 242 * 12 x 12 – 1613 18 x 24 2. de pregos por quilo JP x LPP Pol.1/4” x 12 345 10 x 11 1” x 17 2776 16 x 27 2.1/6” x 18 3390 * 15 x 21 * 2” x 13 513 9 x 12 – 3077 16 x 18 1.1/2” x 9 109 Prego Telheiro Galvanizado com borracha de vedação para telha metálica e fibrocimento Medidas Quant.Prego Qualidade Marcenaria * Bitolas também na opção galvanizada Tamanho Quant.1/6” x 17 2570 8x 8 – 4938 11 x 11 1” x 16 2466 8 x 10 7/8” x 18 4286 11 x 12 1.

1/4” x 10 15 x 18 1.1/2” x 11 15 x 15 – 18 x 27 2.1/4” x 9 16 x 18 1.3/4” x 10 15 x 21 2” x 13 18 x 36 3.1/2” x 12 16 x 27 2.1/2” x 15 17 x 33 3” x 11 15 x 15 1.1/2” x 10 15 x 18 1.1/2” x 13 18 x 30 2.1/4” x 13 18 x 24 2.1/4” x 10 22 .3/4” x 11 13 x 18 1.1/2” x 12 16 x 21 2” x 12 17 x 21 2” x 11 17 x 21 2” x 11 Prego Anelado Tamanho Tamanho JP x LPP POL. x BWG JP x LPP POL.1/2” x 9 16 x 21 2” x 12 SEM CABEÇA 16 x 24 2.1/2” x 15 17 x 27 2. x BWG 12 x 11 – 16 x 21 2” x 12 12 x 12 – 16 x 24 2. x BWG COM CABEÇA COM CABEÇA 12 x 12 – 17 x 27 2.1/4” x 15 17 x 30 2.1/2” x 11 13 x 15 1.3/4” x 10 * 16 x 11 * – 19 x 36 3. x BWG JP x LPP POL.1/4” x 12 13 x 15 1.1/4” x 12 16 x 18 1.1/4” x 15 17 x 21 2” x 11 13 x 18 1.Prego Ardox * Bitolas também na opção galvanizada Medidas Medidas JP x LPP POL.1/2” x 10 15 x 21 2” x 13 * 18 x 30 * 2.1/2” x 12 19 x 39 3.1/2” x 13 * 18 x 27 * 2.

40 x 57 168 23 .12 x 130 25 Forro 6. Ingl. de pregos por quilo JP x LPP Pol. x BWG 17 x 27 2. aprox. x BWG 15 x 10 7/8” x 13 932 Prego Quadrado Galvanizado Medidas Quant.00 x 68 110 1/2 Caverna 4.3/4” x 10 153 Prego para Taco Medidas Quant. aprox.38 x 79 80 1/2 Galeota 3. Tipo Dimensões de pregos por quilo Caverna 6. aprox.12 x 94 35 Galeota 4.1/2” x 11 206 18 x 27 2.Prego Cabeça Dupla Medidas Quant. Ingl. de pregos por quilo JP x LPP Pol.96 x 105 46 1/2 Forro 4.1/2” x 10 170 18 x 30 2.

17 1/2” x 3/16” 12.59 2.42 1.1/2” x 3/8” 38.33 4” x 101.40 x 0. 3” x 76.35 0.19 1.80 3/8” x 1/8” 9.38 24 .40 4” x 101.Normalmente fornecida de acordo com a Norma ASTM A 36.37 3.29 corrosão atmosférica).40 x 9.60 x 12.50 0.20 x 9. Sob consulta.00 x 6.88 x 0.24 2.50 x 6.50 x 9.75 1/2” x 12.1/2” x 88.55 6” x 152.90 3.03 7/8” x 22.90 x 13.27 1.95 1” x 25.1/2” x 63.70 2.40 x 22.75 6” x 152.1/4”x 31.60 3/4” x 19.75 x 1.95 3” x 76.23 x 0.71 3” x 76.18 0.80 x 19.1/4” x 31.88 x 0.60 x 6.90 1.80 x 5.90 3” x 2” 76.20 x 5. ASTM A 588 (resistente à 6” x 152.40 x 0.80 x 1.10 x 2.13 1” x 25.1/2” 101.1/2” 11/16” 88.70 3.40 x 15.75 2” x 50.00 x 7.19 6” x 152.1/2” x 63.80 30.80 x 2.32 3” x 76.50 x 7.05 x 0.05 x 0.05 x 0.50 3” x 76.33 3/4” x 19.23 x 0.20 x 7.50 7/8” x 22.58 2” x 1” 50.96 5” x 127.75 x 1.53 2” x 3/4” 50.1/2” x 63.76 0. SAE 5160 (aço para 1” x 3/8” 25.46 12.25 1.3/4” x 114.40 x 2. 1. mm kg/m – 12.29 5” x 127.40 1.19 1.1/4” 101.1/2” x 38.92 3/4” x 19.10 30.53 x 3.06 5/8” x 15.50 x 4.92 4” x 1.60 x 15.88 x 0.60 x 10.90 x 17.33 4” x 1.63 2” x 50. pode 4” x 101.1/2” x 63.10 x 15.23 x 12.1/2” x 114.75 x 1.90 x 17.1/2” x 38.90 x 11.40 4” x 101.53 2” x 50.1/2” x 63.60 x 31.53 1.26 2.70 x 0.[ AÇO PARA INDÚSTRIA ] Barras e Perfis Barras Laminadas Barra Chata Tamanho nominal Peso Tamanho nominal Peso aprox.70 x 6.27 4” x 101.58 6” x 152.20 x 4.20 x 15.39 mola).40 x 19.75 x 3.75 x 2.18 2” x 50.1/2” x 38.1/2” x 88.88 4.95 x 32.40 x 11.60 x 7.50 4.40 x 30.08 1” x 25.73 2” x 50. SAE 1045 ou SAE 1020.20 x 11.50 x 3.79 2.75 25.85 – 15.60 6” x 152.70 x 2.10 x 0.13 1.40 x 7.47 2” x 50.3/4” x 44.79 7/8” x 1/2” 22.67 1.60 x 20. pol.1/2” x 5/8” 38.70 5/8” x 15.80 x 6. aprox.1/2” x 38.94 1.40 1” x 25.1/4” x 31.75 x 0.60 x 38.1/2" x 3/8” 38.00 1.40 10.50 x 3.39 ASTM A 572.23 x 1.20 x 50.98 3” x 76.48 4.53 2.10 x 1.63 1.1/4” x 3/4” 31.30 x 11.00 x 25.20 x 3.83 4” x 101.31 2” x 50.1/2” x 88.19 6” x 152.10 x 1.80 x 3.60 7/8” x 22.54 1/2” x 1/4” 12.17 2.06 3.1/4” x 31.80 x 3.40 x 9.80 x 1.88 x 0.45 x 5.22 1.60 2.Barras de 6m.80 1.80 x 25.80 3” x 76.10 x 9.30 x 9.33 5/8” x 15.10 x 12.32 também ser fornecida segundo as Normas 5” x 127.1/2” x 63.32 .11 3.79 1” x 5/16” 25.39 .40 x 1.1/4” x 31.40 x 7.17 4” x 101.05 7.60 x 5.70 x 4. mm kg/m pol.95 4.1/4” x 107.

75 6.86 11.5/16“ 58.49 1” 25.35 0.13/16” 71.11 2.10 8.63 2.5/8” 66.60 63.96 2.35 55.98 17.14 2.1/8” 53.31 1.28 10.70 0.99 9/16” 14.29 1. ASTM A 588 4” 101.1/16” 52.94 0.44 31.40 13.3/8” 34.05 2.1/8” 79.19 65.92 2.9/16” 65.93 7.38 38.56 1/2” 12.04 1.73 poderá ser fornecida de acordo com 3.9/16” 39.56 11/16” 17.53 0.74 21.26 5/8” 15.86 2.3/4” 69.39 16. mm Kg/m 1/4” 6.98 2” 50.05 15/16“ 23.45 2.1/4” 57.51 8. também 3.27 2.71 1. 4.58 5.52 1.63 13.1/2” 38.03 32.16 5.55 42.Barra Redonda Bitolas (d) Peso Linear pol.49 1.15 20. 25 .Normalmente fornecida de acordo com a Norma ASTM A 36.1/16” 103.88 3/4” 19.63 7/8” 22.24 13/16“ 20.3/16 30.50 1.65 SAE 1020 ou SAE 1045.22 1.06 1.1/2” 88.25 5/16” 7.99 4.Barras de 6m.3/4” 44.22 1.85 30.85 1.84 .64 2.94 as Normas ASTM A 572.80 15.33 22.1/4” 82.08 2.88 1.7/16” 36.46 1. Sob consulta.34 6.5/16” 33.64 (resistente a corrosão atmosférica).68 1.1/16“ 26.08 26.40 2.90 48. 3.5/8” 41.11/16“ 42.69 9.50 24.95 1.91 23.91 2.20 35.1/2” 63.39 3/8” 9.40 3.18 1.3/8” 60.98 1.01 .43 2.7/16” 61.1/4” 31.3/4” 95.1/8” 28.81 3.87 3” 76.79 3.68 27.13/16” 46.23 3.7/8” 73.7/8” 47.45 12.

98 3/4” 19.51 .05 2.15 1. também pode ser fornecida nas qualidades SAE 1020 ou SAE 1045.88 1” 25.06 1. Sob consulta.26 .80 20.1/2” 38.45 15.58 6.85 7/8” 22.35 0.3/4” 44.71 1/2” 12. .27 5/8” 15.10 11.1/4” 31.50 3/8” 9.75 7.53 0. 26 .94 0.00 0.Fornecida de acordo com a Norma ASTM A 36.88 1.41 1. .Barra Quadrada Bitolas Peso linear aproximado polegada mm kg/m 1/4” 6.Barras de 6m.Barras de 6m. Tribar Diâmetro Peso aproximado polegada mm kg/m 3/8” 10.23 3.Aço de baixo teor de carbono (1006 a 1015).70 1.1/8” 28.19 2” 50.31 5/16” 7.40 5.91 1.

74 1.81 1.37 0.42 5/16” 0.81 15.270 91.35 0.700 0.60 2.58 1.476 1.66 0.20 2.00 3.46 4.86 38.635 5.30 1. cm cm4 cm³ cm cm cm kg/m 5/8” 15.73 2.73 1/4'' 0.900 10.635 29.83 6.71 1/2” 12.30 5” 30.00 2.67 0.33 1.91 1.794 62.50 2.952 121.89 1.500 5.58 0.52 152.50 4.51 3.99 63.15 0.83 8.77 9.27 0.50 2.10 2.13 1.635 251.36 0.09 1/2” 1.00 32.98 2.29 3/8” 0.83 1.15 0.50 5/16” 0.76 2.72 3.46 8.35 7/16” 1.476 4.50 3.90 14.1/2” 9.12 1.750 1.22 1/4” 0.31 23.52 42.89 1.476 40.97 2.635 14.952 41.83 0.90 1/8” 0.38 0.50 1.86 2.476 23.270 233.45 1/4” 0.952 641.80 26.450 2.98 0.66 0.14 1.47 2.10 1/8” 0.66 1.53 18.87 7/8” 22.63 2” 6.87 1.00 11.00 109.635 125.250 0.00 3/8” 0.12 2.34 1.86 1.34 19.Perfis Laminados Cantoneira (pol.400 28.3/4” 4.47 0.00 2.48 44.80 3.89 1.20 3.13 1.45 3.100 2.59 16.86 2.64 1.317 0.98 1.64 1/2” 1.37 0.97 4.75 1.00 7.06 1/4” 0.19 4” 18.21 9.40 1.62 1/4” 0.588 1007.15 2.35 4.55 0.794 35.00 24.24 1.00 52.317 3.60 3.76 29.635 83.32 1/8” 0.02 1.84 1/4” 0.94 2. X Peso pol.00 2.60 4.61 1.200 7.74 1/2” 1.50 2.70 27 .20 6” 45.00 2.40 3.00 9.48 0.93 1.64 1.16 3/8” 0.86 5/8” 1.905 1173.00 16.36 14.50 3.317 5.70 13.53 3.68 45.53 3.79 0.15 5.50 5/16” 0.75 2.794 102.39 36.050 1.50 4.93 2.22 1.96 7/16” 1.78 76.63 6.84 12.45 3/8” 0.83 2.00 64.39 1.03 3/16” 0.00 5.10 3/8” 0.19 1/2” 1.00 93.47 15.050 0.880 0.00 2.588 566.400 1.29 1.58 1.22 2.96 1.25 0.50 1.13 7.95 16.61 3/8” 0.00 57.10 1.50 4.65 2.32 0.794 17.50 2.880 0.97 2.70 3.00 19.99 1.30 3.635 1.08 5.19 3.80 3/16” 0.57 0.97 0.52 9.317 7.29 3” 11.76 1.99 1.00 6.952 362.02 1.67 2.00 4.91 1.71 3.40 0.12 2.33 1.82 0.74 7.19 1” 2.00 18.270 470.49 0.80 24.76 0.88 7.13 1.70 1/8” 0.76 0.635 3.40 4.57 21.111 416.27 29.21 2.32 1/8” 0.77 3/16” 0.60 2.02 2.68 4.00 2.1/4” 2.794 154.60 1.00 39.635 50.36 1.111 208.19 0.07 13.40 4.74 1.91 2.20 37.29 1/4” 0.46 0.250 0.44 3/4” 1.00 54.75 4.00 75.93 1/8” 0.43 0.952 20.00 9.00 7.57 3/4” 19.63 24.31 1.000 15.1/2” 13.03 127.00 33.93 8.317 0.90 1/4” 0.55 5.71 1/8” 0.270 828.91 2.50 3.41 12.77 1.317 1.48 0.50 3.42 3/16” 0.47 0.59 0.35 1.76 3/8” 0.56 3.11 0.952 75.78 3.1/2” 3.50 0.26 10.47 2.00 29.40 2.52 10.00 2.71 17.61 0.48 5/16” 0.71 3/4” 19.57 3.25 0.317 0.00 4.) bf Área tf JX =JY WX=WY rX=rY rz.64 0.63 27.48 5/16” 0.75 2.46 3.800 3.44 11.00 3/16” 0.200 1.94 0.58 12.17 0.794 308.99 1.09 4.476 7.17 22.20 0.600 12.635 9.00 88.02 4.317 0.00 13.90 4.41 1.51 1/4” 0.24 1.49 3.476 2.66 0.317 0.53 0.55 5/8” 15.17 0.40 3.19 3/16” 0.57 7.97 4.51 0.952 183.58 3/16” 0.10 0.04 25.15 1.91 1.min.24 1.48 5/16” 0.17 2.97 0.11 1/8” 0.30 3.10 1.80 5/8” 1.75 1.12 50.00 16.38 0.10 37.00 19.58 101.73 1.48 0. mm cm² pol.48 1/8” 0.67 1/4” 0.50 2.476 11.00 21.58 23.22 31.98 3.07 1.76 1.13 1.

31 3.09 7.70 3.74 10.22 7.40 4.96 2.00 24. .00 8.50 3.00 52.00 7.50 .00 7.48 2.00 2.21 0.77 4.90 3.98 6.50 5.48 2.00 3. 28 .60 9.47 1.40 6.00 155.00 8.90 116.21 8.60 8.75 1.20 2.00 5.87 101.70 8.70 7. SAE 1020 ou SAE 1045.87 40.20 172. pode também ser fornecida segundo as Normas ASTM A 572.40 5.80 14.00 72.30 1.06 1.00 14.82 1.45 2.70 100.49 1.40 4.59 2.74 12.Normalmente fornecida de acordo com a Norma ASTM A 36.97 2.47 46.42 1.40 6.00 2.90 4.74 1.00 5.30 9.13 1.30 90.00 2.92 75.00 10.43 1.00 145.95 9.46 2.00 20.90 3. Sob consulta.09 50.00 2.60 2.41 8.70 5.76 1.84 2.73 2.00 64.65 3.80 5.57 2.49 80.00 3.00 7.00 57.00 123.36 4.00 4.90 6.77 43.30 22.77 3.51 0.69 10.Barras de 6m e 12m.28 1.45 1. X Peso mm cm² mm cm4 cm³ cm cm cm kg/m 3.80 4.78 2.06 2.82 1.03 1.00 19.72 9.09 1.00 80. ASTM A 588 (resistente à corrosão atmosférica).00 114.12 45.10 2.42 50.25 108.00 114.20 6.80 1.40 0.18 6.00 8.00 11.38 3.00 128.50 1.88 1.30 12.17 5.00 12.00 11.87 3.44 1.20 1.50 10.14 137.00 3.00 11.00 4.55 2.00 9.97 2.29 1.85 12.05 6.57 69.00 10.00 59.30 12.00 38.00 3.00 121.Cantoneira (mm) bf Área tf JX =JY WX=WY rX=rY rz.40 15.40 2.00 7.10 6.77 56.00 7.min.00 17.51 9.20 11.28 1.00 63.35 0.00 58.19 1.26 9.00 5.00 5.00 48.99 2.01 106.00 16.03 10.78 2.58 2.50 139.42 2.00 5.00 94.06 1.64 4.80 1.00 48.60 2.96 65.83 13.00 30.76 2.84 77.00 6.27 1.02 5.00 104.29 1.97 4.70 5.10 2.00 22.55 1.35 2.20 5.00 164.06 76.05 1.00 1.97 1.91 72.00 45.50 20.00 19.40 4.71 87.00 16.66 9.91 2.00 11.14 8.64 60.42 5.97 3.17 1.08 92.31 1.00 8.78 2.

70 9.74 2.10 11.00 9.12 18. Atende à Norma ASTM A 36.20 1.01 5” 570.00 6.00 143.95 58.40 8.00 91.30 1080 8.70 1.71 21.40 1.60 6.45 1.95 3” 102.00 511.21 50.00 105.92 1.46 1.00 252.91 152.00 49.15 1.92 152.92 127. .98 6” 1003.96 37.00 55.30 5.00 89.00 131.24 75.40 1880 14.45 1.00 85. 29 .00 76.20 1. pode também ser fornecida segundo à Norma ASTM A 588 (resistente à corrosão atmosférica).10 27.06 34.59 1. Grau 50.10 5.98 102.88 2.Y Dimensão J W r J W r rt d Af pol.60 10.40 5.00 68.96 152.90 1450 11.67 Eixo X .00 52.00 7.17 31.00 919.30 1800 14.00 7.60 1.63 1. . Comprimento de 6m.40 4.60 4.60 3.81 18.02 4” 266.90 1.80 4.Perfil I Aba Alma Dimensão Área Peso Largura Espessura Espessura pol.00 59.40 1.60 14.00 71.20 21.48 1.90 2360 18. mm cm 4 cm³ cm cm 4 cm³ cm cm cm-1 76.70 5. Sob consulta.70 5.46 4” 6.72 2.40 4.X Eixo Y.00 1095. .90 19.68 2.74 1.65 102.99 84.24 152.00 283.60 3.33 1.85 .60 6” 8.90 6.30 9.48 3” 6.14 127. mm mm mm mm mm² kg/m 76.70 17.83 1.00 80.08 1.88 5” 8.00 120.79 2.38 9.20 13.40 1.43 12.26 1.70 4.79 96.90 1.80 3270 25.00 9.67 102.00 8.

95 0. cm cm² cm kg/m 7.46 7.61 22.80 8.50 3.17 546.00 82.80 15.30 15. cm cm 4 cm³ cm cm 4 cm³ cm cm 68.10 1.58 0.87 0.95 4” 10.32 1490.75 0.17 0.11 159.01 0.40 37.69 0.80 0.63 9.30 3.84 95.84 15.15 190.24 1.85 10.16 11.50 7.94 28.24 632.69 0.X Eixo Y.90 69.63 36.14 1.73 18.93 59.76 Eixo X .59 62.61 10” 25.14 1.30 132. pode também ser fornecida segundo à Norma ASTM A 588 (resistente à corrosão atmosférica).30 2.61 1.00 5.00 95.56 17.47 8” 20.09 1.42 1.62 77.40 14.00 259.03 1.36 1.70 7.31 1344.30 6” 15.11 0.00 1.50 0.77 10” 25.50 4.75 0.18 0.00 9.16 1.31 117.87 0.50 5.15 1.10 4.00 71.70 5. .90 5.95 0.42 2800.Y h J W r J W r X pol.48 3.40 34.44 10.Sob consulta.20 3. 30 .00 9.50 1.90 5.10 4.00 9.30 3. Informações de livros de estrutura metálica.57 1.77 20.42 1.76 1.90 4.98 8.10 8” 20.20 20.78 3.04 1.87 54.32 1.Perfil U h Área bf tf tw Peso pol.96 29.42 43.88 0.60 37.11 0.32 25.54 .10 12.82 1.90 10.68 57.61 1.Barras de 6m.60 1.51 12.10 2.40 0.50 29.11 3” 7.97 13.33 1.00 19.94 1.81 1.34 1.24 19.62 9.40 3290.16 4” 10.16 174.04 1.Atende à Norma ASTM A 36.00 66.00 147. .40 3.27 724.66 7.11 3” 7.60 21.90 18.20 6” 15.43 6.50 31.00 221.00 5.00 21.

67 0.68 0.54 0.54 0. .59 7/8” x 1/8" 0.75 4.56 1.1/4” x 3/16" 31.91 0.62 2” x 1/4" 50. mm mm cm² kg/m 5/8” x 1/8" 15.76 2.45 2” x 1/4" 14.71 3/4” x SERR.81 0. b a 31 .18 0.75 3.16 0.22 3.18 1.694 4.X Eixo Y.82 0.5 10.19 0.1/2” x 3/16" 38.44 0.23 0. pode também ser fornecida segundo à Norma ASTM A 588 (resistente à corrosão atmosférica). Perfil Estrela Bitola (mm) Peso linear nominal (kg) a b metro barra 12.47 0.18 1.90 0.67 0.20 0.35 0. 0.35 6. Aço de baixo teor de carbono (1006 a 1015).5 13.76 3.1/2” x 3/16" 4.04 1.1/2” x 1/8" 38.47 0.1/4” x 1/8" 1.06 1.80 4.50 .59 0.48 0.90 0.55 7.17 0.76 4.32 1. .3 0.77 0.14 0.40 3.41 0.22 1.05 3.18 1.1 15.08 1.84 0.88 3.18 1.1/4” x 3/16" 2.Aço de baixo teor de carbono (1006 a 1015).91 1.81 1. .57 3/4” x 1/8" 0.27 0.67 1” x 1/8" 0.909 5.41 0.33 3.74 Eixo X . .Y Bitola J W r J W r X pol.86 0.50 1.12 1.19 0.10 3.38 0.51 3/4” x SERR.16 2.31 0.70 1.1/4” x 1/8" 31.2 .07 1.61 3.24 1.18 1.79 2.29 0.92 1.13 2” x 3/16" 11.15 0. cm4 cm³ cm cm4 cm³ cm cm 5/8” x 1/8" 0.2 0.34 0. Sob consulta.54 1.80 6.57 5.20 0.36 0.99 1” x 1/8" 25.82 1.07 1.18 1.50 0.03 2.24 2.27 0.86 7/8” x 1/8" 22.56 1.40 2.69 3/4” x 1/8" 19.77 0.97 1.10 4.16 0.33 0.Perfil T Bitola Altura (h) Espessura (e) Área Peso pol.75 1.16 1.65 2” x 3/16" 50.05 4.50 0.Barras de 6m.18 2.96 1.58 0. 19.13 0. Barras de 6m.1/2” x 1/8" 3.05 2.47 4.11 0.80 1.35 0.98 0. Atende a Norma ASTM A 36.18 1.57 0.77 1.

415 – 8.180 1/4” 6.28 1.88 1.76 * 0.389 – 8.00/-0.270 – 14.787 – 11.395 – 8.00/-0. pol.00/-0.00/-0.00/-0.09 0.80 +0.790 1/2” 12.864 – 12.09 0.09 0.20 +0.00/-0.11 +0.761 – 11.00/-0.060 .294 – 7.09 0.00/-0.980 3/4” 19.80 20.11 0.50 +0.09 0.09 0.850 20.28 +0. 29.Tolerância de acabamento h11.11 1.00/-0.Barras de 5 a 7m com variação máxima 44.11 0.00/-0.488 * 3/8” 9. Barra Redonda Trefilada Bitolas Tolerância Peso linear aprox.00/-0.746 7/16” 11.00/-0.400 .00/-0.11 0. 2” 50.3/16” 4.00/-0.50 +0.52 +0.880 1” 25.09 0.11 1.Barras Trefiladas Barra Quadrada Trefilada Bitolas (a) Peso linear aprox.50 +0.00/-0.00/-0.260 .00/-0.910 .00 +0.11 1.Atende à Norma NBR 8580/89.592 – 10.30m no feixe.08 0.84 +0.00/-0.53 * 0.617 – 10.091 – 14.94 * 0.70 * 1.140 3/16” 5.097 3/16” 4.680 – 11.559 – 9.30 +0.00/-0.00/-0.00 +0. mm mm kg/m 5/32” 3.50 +0.09 0.00/-0.00/-0.08 0. pol.00/-0.Aços SAE 1020 ou SAE 1045.302 5/16” 7.00/-0.11 0.85 6.10 11.888 1/2” 12.00/-0.11 0.35 +0.00/-0.320 * 5/16” 7. 1/4” 31.00 3.222 1/4” 6.09 0.187 – 6.05 2.11 1.45 15.40 5.75 7.445 – 9.30 +0.(*) Produzidas com cantos arredondados.00 +0.00 +0. mm kg/m 1.94 +0.70 +0.08 0.00/-0.11 0.11 1.387 32 .22 3.270 9/16” 14.09 0.11 0.35 +0.00 +0.08 0.00 * 0.249 – 6.296 – 15.09 0.00 +0.90 +0.994 – 13.00 +0.435 – 8.35 0.11 1.140 7/8” 22.00/-0.97 +0.600 5/8” 15. .00/-0.510 de 0.257 – 14.208 9/16” 14.00 +0.09 0.00 +0.Canto vivo.00 +0.00/-0.76 +0. 38.08 0.990 .499 3/8” 9.40 +0.706 10.154 – 5.

00/-0.3/4” 44.11 1.00/-0.518 – 35. – 90. Barras de 5 a 7m.00 +0. Bitolas Tolerância Peso linear aprox.16 9.19 20.88 +0.00/-0.00/-0.19 17.00/-0.378 – 40. mm mm kg/m 5/8” 15.00 +0.965 – 55. Aços SAE 1020 ou SAE 1045.00 +0.00/-0.00/-0.1/8” 28.00/-0. – 100.20 +0.00/-0.00 +0.00/-0.00/-0.865 – 41.824 11/16” 17.16 7.00/-0.940 . pol.00 +0.00/-0.00/-0.782 – 17.506 1.00/-0.20 +0.00/-0.16 12.13 5.16 6.90 +0.13 2.13 2.19 26.00/-0.13 4.555 – 16.19 24.05 +0.703 – 21.15 +0.642 .13 3.00/-0.00/-0.13 3.00/-0. Tolerância de acabamento h11.19 15.046 17/8” 47.00 +0.650 2.237 – 20.660 1.90 +0.834 1.00/-0.627 – 20.5/8” 66.13 4.00 +0.46 +0.00 +0.68 +0.13 4.16 7.195 2.05 +0.1/4” 57.00/-0.516 13/16” 20.80 +0.00 +0.00 +0.1/16” 26.911 2.13 3.491 – 28.860 – 65.00/-0.00/-0.719 – 21.00/-0.00/-0.00 +0.20 +0.00/-0.215 – 32.16 9.00/-0.19 22.00/-0. Atende à Norma NBR 8580/89.15 +0.00 +0.94 +0.413 2” 50.00/-0.182 – 45.13 3.62 +0.3/16” 30.799 – 80.00 +0.458 – 85.00/-0.13 3.22 +0.00/-0.32 +0.11 1.30 +0.950 – 39.19 61.00 +0.984 7/8” 22.432 – 34.13 2.81 +0.915 – 25.975 – 18.16 15.036 – 30.00/-0.16 7.16 6.044 – 23.137 – 60.11 1.19 27.049 2.00 +0.19 44.00 +0.313 – 32.16 13.11 1.00 +0.00 +0.40 +0.19 35.495 – 25.13 5.00 +0.19 49.13 2.00/-0.00/-0.00/-0.11 1.11 1.978 – 26.00 +0.553 – 36.16 +0.998 3/4” 19.00/-0.19 39.16 12.578 – 16.1/4” 31.19 22.00/-0.00 +0.58 +0.00 +0.92 +0.13 2.10 +0.1/2” 38.16 8.00/-0.545 .28 +0.00 +0.00/-0.16 5.608 – 30.33 +0.75 +0.1/8” 53. – 95.3/8” 60.00 +0.13 3.16 13.50 +0.00/-0.732 – 22. 33 .466 – 20.97 +0.00/-0.13 2.11 1.00/-0.00/-0.853 – 25.00/-0.00/-0.00/-0.00/-0.00/-0.1/2” 63.00/-0.20 +0.00/-0.11 1.00/-0.00/-0.00/-0.00/-0.880 – 17.413 3” 76.00 +0.13 2.16 6.761 – 17.433 2.00 +0.99 +0.30 +0.00/-0.304 15/16” 23.485 – 46.981 – 50.63 +0.00/-0.00/-0.990 1.00/-0.549 1.00/-0.946 1” 25.13 3.168 1.19 55.654 .45 +0.19 18.16 10.16 5.13 2.

.34 7.950 1.99 4.75 6.490 1.35 * 0.620 7/16” * 11.550 1.810 1.94 * 0.1/2” 38.88 ** 1.29 ** 1.580 1.1m.22 3. (*) Barras de 4 a 4.430 3/8” * 9.1/8” 28.378 5/8” 15.Barra Sextavada Trefilada Bitolas (a) Peso linear aprox.540 .3/8” 34.64 2. . Barras de 5 a 7m.430 2” 50.290 1.40 4. 34 .00 8. mm kg/m 1/4” * 6.30m máximo no feixe.05 2.00 3.80 17.53 * 0.920 1” 25.1/16” 26.270 5/16” * 7. (**) Estas bitolas são produzidas com cantos arredondados. Tolerância de acabamento h11.70 ** 1.3/4” 44.92 8.120 1.470 13/16” 20.086 9/16” 14. .704 11/16” 17. .11/16” 42.360 15/16” 23. Aços SAE 1020 ou SAE 1045.870 1. . com variação de 0.81 3.850 1.560 1.900 21.10 9.11 * 0.3/16” 30.850 24. Atende à Norma EB 1512/89.7/16” 36.58 5.840 1/2” * 12.46 ** 2. .00 6.86 12.1/4” 31.5/16” 33.27 11.000 7/8” 22. pol.45 13.062 3/4” 19.390 1.00 3.5/8” 41. Empenamento máximo de 2mm/m.

Polido Produto resultante do processo de acabamento do material. Normalizado Processo de aquecer o aço e resfriá-lo naturalmente ao ar. o que garante a isenção de defeitos. Tratamento térmico 1.00 a 123. 35 . Recozimento Consiste no aquecimento à temperatura crítica e permanência no forno durante um tempo pré-determinado e resfriamento controlado. Retificado Produto resultante do processo de acabamento superficial do material.70 Fio Máquina 5.00 a 40.20 Barras Laminadas Quadradas 76. o que permite redução do diâmetro. Consulte nossa área comercial para eventuais esclarecimentos.40 a 508. outras seções. 3. o que permite obtenção de tolerâncias dimensionais mais apertadas. o que permite obtenção de baixa rugosidade e aspecto visual brilhante.00 Barras Descascadas 15. Acabamento 1.16 Barras Forjadas Redondas 152.Algumas qualidades de aço podem apresentar restrições de bitolas. geralmente em água ou óleo para se obter uma elevada dureza e aumentar a resistência mecânica. acabamento superficial de boa qualidade e aumento das propriedades mecânicas. trefilados ou retificados.00 Barras Forjadas Quadradas sob consulta Barras Trefiladas 10. 3. 2. 2.Aços Especiais Faixas de bitolas produzidas por tipo de material (mm) Descrição Dimensões Barras Laminadas Redondas 20.00 a 540.00 a 100. Esferodização Processo de aquecer o aço e resfriá-lo lentamente no forno para a usinabilidade e a estampagem do material. Para materiais descascados ou trefilados.50 a 30.00 Barras Torneadas 100. Para materiais descascados. Trefilado Produto resultante do processo de alongamento do material. 4.20 a 139.00 Barras Polidas 5. Descascado/Torneado Produto resultante de usinagem para retirar o sobremetal. Tempera + revenimento (beneficiamento) Processo de aquecer o aço e resfriá-lo bruscamente. 4.00 .00 a 101.64 a 203.60 Barras Retificadas 10. poderão ser atendidas. além das indicadas.

270 18 a 30 0.035 0.00 ± 1.160 0.00 – 200.330 30 a 50 0.00 ± 0.00 Máx.3 500 630 39 ± 7.300 0.00 ± 3.8 36 . 1. 1.90 35.022 0.010 0.025 0.390 50 a 80 0.046 0.220 0.00 – 220.033 0.110 0.00 – 50.040 0.00 – 25.00 ± 0.150 0.120 0.50 Máx. 0.210 0.084 0.50 Máx.100 0.190 0.250 0.Outras faixas de tolerância sob consulta.50 80.140 Retificadas a partir de ISO h7. Tolerância de barras laminadas redondas (mm) Bitolas Afastamento Ovalização Até 15.140 0.00 – 100.039 0.040 0. 1.027 0.100 0.00 ± 0.50 2.250 0. 3 a6 0.075 0.180 6 a 10 0. Faixas de DIN 670 669/7 668 Descascadas e polidas a partir de ISO h11.00 ± 0.130 0. bitolas ISO h 10 h 12 Trefiladas a partir de ISO h9 (sem tratamento (mm) h7 h8 h9 h 11 h 13 térmico após trefila).015 0.048 0.00 Máx. 4.090 0.100 0.030 0.75 25.012 0.60 15.460 80 a 120 0.75 200.20 50.018 0. mecânica Acima de Até Sobremetal Tolerância 152 160 12 ± 2.070 0. 2.180 0. Tolerância de barras laminadas com acabamento Descascadas a partir de ISO h11.062 0.160 0.60 Máx.25 120.074 0.018 0. 3.2 315 400 26 ± 5.00 ± 2.4 250 315 21 ± 4.030 0.00 160.540 120 a 180 0.00 – 120.087 0.Tolerâncias dimensionais de laminados e forjados 1.350 0.060 0.30 Máx. 3.80 Máx.063 0.00 – 160.00 Máx.058 0.00 ± 1.8 630 800 49 ± 9.052 0.00 – 80.95 100. 0. 0.036 0.220 10 a 18 0.00 ± 2.400 0.3 160 200 14 ± 2.1 400 500 32 ± 6.054 0.00 – 35.00 ± 1.8 200 250 17 ± 3.630 . Tolerância de barras forjadas sobremetal (mm) Medida acabada (mm) Aço p/ const.40 Máx.043 0.021 0.014 0.50 Máx. 3.120 0.025 0. 1 a3 0.

16 mín. 300 – – DIN 48 MnV3 máx. 17 mín. 700 mín. 160 SAE 1060 800 – 950 mín. 217 – Qualidade RT(N/mm2) LE(N/mm2) Al(%) Est(%) Dur(HB) SAE 4340 260 – 380 máx. 160 SAE 4340 1000 – 1200 mín. 11 mín. 11 mín. 190 SAE 5140 800 – 950 mín. 350 mín. 55 240 – 285 SAE 1541 187 – 250 máx. 260 máx. 285 máx. 37 . 207 máx. 210 DIN C 70S6 máx. 166 SAE 5140 900 – 1100 mín. 11 mín. 217 máx. 180 – SAE 4340 900 – 1100 mín. 270 – – . 70 (HRB) SAE 1045 650 – 800 mín. 40 200 – 240 SAE 1522 156 – 170 – – SAE 1060 750 – 900 mín. 45 180 – 228 SAE 1144 190 – 272 máx. 110 45 – 55 (HRB) SAE 1035 600 – 750 mín. 750 mín. 650 mín. Durezas (HB) . 12 mín. 700 mín. 30 240 – 285 SAE 10B22 135 – 205 máx. 320 mín. 217 – DIN58CrV4 máx 440 máx. 207 Bitolas 40 a 100mm DIN 9SMn28 115 – 170 máx. 160 – Qualidade RT(N/mm2) LE(N/mm2) Al(%) Est(%) Dur(HB) SAE 1117 120 – 175 – – SAE 1137 179 – 245 – – SAE 1035 550 – 700 mín. 15 mín. 650 mín. 900 mín. 200 SAE 4135 750 – 900 mín. 400 máx. 10 mín. 145 máx. 184 SAE 8640 900 – 1150 – – – 271 – 345 SAE 1060 200 – 272 – máx. 154 SAE 1035 – – – – – SAE 5135 175 – 270 máx.Características mecânicas dos produtos Gerdau Aços Especiais 1. 285 210 – 250 – DIN 38 MnSiVS5 máx. 50 271 – 335 SAE 1025 130 – 195 – – SAE 4140 1000 – 1200 mín. 12 mín. 198 SAE 1070 210 – 290 máx. 630 mín. 800 mín. 14 mín. 172 SAE 1045 – – – – – SAE 5160 máx. 45 300 – 340 SAE 1030 140 – 205 máx. 185 SAE 8640 800 – 950 – – – 240 – 285 DIN 16MnCr5 130 – 250 máx. 230 – SAE 4340 1000 – 1200 mín. 19 mín. 400 máx 235 máx. 40 187 – 232 SAE 1016/1018 125 – 165 máx. 50 159 – 215 SAE 1140 160 – 230 máx. 210 – SAE 1040 600 – 750 mín. 40 195 – 234 SAE 1020 120 – 170 máx. 550 mín. 15 mín. 140 máx.Construção Mecânica 2. 50 271 – 335 DIN 41Cr4 185 – 300 máx. 182 SAE 4140 900 – 1100 mín. 200 máx. 180 máx. 180 máx. 210 SAE 5115 130 – 210 máx. 165 máx. 165 DIN 20MnCr5 180 – 280 máx. 520 mín. 206 máx. 163 SAE 5135 850 – 1000 mín. 13 mín. 220 – SAE 1045 630 – 180 mín. 45 300 – 340 SAE 1050 179 – 265 – máx. 50 260 – 320 SAE 1552 190 – 260 máx. 12 mín. 165 (HRB) SAE 1040 630 – 780 mín. 12 mín. 18 mín. 400 mín. 285 máx. 40 240 – 285 SAE 9254 255 – 321 máx. 12 mín. 183 SAE 8640 750 – 900 – – – 228 – 271 SAE 8822 160 – 250 – – SAE 9254 255 – 321 máx. 240 máx. 13 mín. 14 mín. 650 mín. 230 – SAE 1050 650 – 800 mín. 370 mín. 400 mín. 202 SAE 1080/1084 229 – 310 – máx. 50 300 – 340 SAE 1035 150 – 220 máx. 75 (HRB) SAE 1050 700 – 850 mín. 177 SAE 5135 750 – 900 mín. 430 mín. 240 – Bitolas 100 a 203. 50 300 – 340 SAE 4135 200 – 280 máx. 13 mín. 660 mín. 900 mín. 174 máx. 14 mín. 55 228 – 271 SAE 8615 135 – 200 máx. 14 mín. 45 180 – 228 SAE 1015 110 – 155 máx. 50 253 – 300 SAE 8640 240 – 330 máx. 35 228 – 271 SAE 1524 149 – 207 – – SAE 4135 800 – 950 mín. 180 máx. 169 SAE 1040 – – – – – SAE 5140 180 – 275 máx. 200 SAE 1050 – – – – – SAE 52100 máx. 177 máx. 130 máx. 35 271 – 335 SAE 1045 165 – 250 máx. 560 mín. 210 SAE 6150 900 – 1100 mín. 400 mín. 155 máx. 210 máx. 150 SAE 4135 900 – 1100 mín. 510 mín. 169 SAE 6150 1000 – 1200 mín. 500 mín. 16 mín. 450 mín. 220 máx. 50 230 – 275 SAE 8620 140 – 250 máx. 20 mín. 370 mín. 550 mín. 19 mín. Propriedades mecânicas de material beneficiado Qualidade Laminado/ Recozido Esferoidizado Normalizado Qualidade RT(N/mm2) LE(N/mm2) Al(%) Est(%) Dur(HB) SAE 1010 110 – 140 máx. 13 mín. 170 – SAE 4140 800 – 950 mín. 207 SAE 1060 – – – – – SAE 6150 máx. 40 253 – 300 SAE 1040 155 – 230 máx. 170 máx. podendo sofrer variações em função das condições de resfriamento dos materiais. 40 228 – 271 SAE 4140 229 – 350 máx. 228 máx. 280 – – SAE 15V44 máx.As faixas de dureza nas condições "Laminado/Normalizado" são meramente informativas.20mm SAE 4320 160 – 260 máx. 250 máx. 55 270 – 330 SAE 8622 145 – 225 – – SAE 5135 – – – – – SAE 8625/8627 150 – 230 160 – 210 – SAE 5140 – – – – – SAE 8630 155 – 240 – – SAE 6150 850 – 1000 mín. 45 168 – 223 SAE 1141 185 – 260 máx. 35 215 – 253 SAE 1022 130 – 190 máx. 380 máx. 195 máx.

50 1006 Estocadores 600 a 1250 Galvanizado Industrial Bitolas Opções de embalagem Aço mm Tipos Peso (kg) Rolos 100 e 200 1.Arames Industriais Arames de Baixo Teor de Carbono (BTC) Para Artefatos Bitolas Opções de embalagem Aço mm Tipos Peso (kg) Rolos 100 e 200 1.24 a 6.00 1006 a 1020 Estocadores 700 a 1350 Polido Bitolas Opções de embalagem Aço mm Tipos Peso (kg) Rolos 100 e 200 1.30 a 9.35 1006 a 1010 Estocadores 550 a 600 38 .20 a 16.

77 1045 a 1080 Estocadores 400 a 450 39 .Arames de Alto Teor de Carbono (ATC) Polido Bitolas Opções de embalagem Aço mm Tipos Peso (kg) Rolos 100 e 200 1.20 a 7.57 a 4.90 1045 a 1080 Estocadores 400 a 450 .30 a 8. Arames Galvanizados para Alma de Cabos de Alumínio (ACSR) Bitolas Opções de embalagem Aço mm Tipos Peso (kg) Rolos 100 a 200 1.50 1045 a 1080 Estocadores 700 a 1350 Galvanizado Bitolas Opções de embalagem Aço mm Tipos Peso (kg) Rolos 100 e 200 1.00 1006 Estocadores 770 a 880 Claro Bitolas Opções de embalagem Aço mm Tipos Peso (kg) Rolos 100 e 200 1.57 a 4.Outras bitolas e aços. mediante consulta.

5 5 6 6 6.9 2 2.5 5 6 6 6.2 2.8 1.4 1.5 4 4.2 1.5 1.6 1.2 3.8 1.1 1.7 1.8 1.3 1.5 1.5 2.2 3.3 1.6 1.8 3 3.5 4 4.15mm Espessura: + – 0.6 1.8 3 3.5 4 4.5 ATC 8 9 10 11 12 13 14 15 1 1.5 1.8 3 3.3 1.4 1.4 1.7 1.2 2.2 1.2 1.5 8 9 BTC 10 11 Características gerais 12 13 14 15 16 Largura (mm) 18 20 1 1.1 1.2 2.5 7 7.09mm Espessura (mm) 1 1.7 1.5 2.5 2.5 5 6 Acabamento Claro e Polido (BTC) Acabamento Claro Polido (BTC) e galvanizado (camada pesada) 40 .5 7 7.9 2 2.1 1.Piatina Gerdau Tolerância dimensional Largura: + – 0.9 2 2.2 3.

• Lloyds Register . • American Bureau of Shipping • FBTS .98 2.90 Carretel Metálico 1.20 0.38 Aprovado por bureaus EM-13K AWS A5.98 2.76 1.18 (Capa-a-capa) 1.98 Arco 2.17 Rolos 30 submerso 3.18 3.97 30 4.38 EL-12 AWS A5.* Formas de bobinamento do arame MIG: Aprovado por bureaus Randômico: Espiras do arame são distribuídas no carretel de forma aleatória internacionais de qualidade: Capa-a-capa: Espiras do arame são distribuídas no carretel de forma • Bureau Veritas justaposta (lado a lado).59 30 1. 41 .parte C.18 3.97 30/500 4.59 30 1.Arames para Solda MIG Processo de Norma Bitolas Opções de embalagem Tipo soldagem atendida mm Tipos* Peso (kg) Carretel Metálico 0.Petrobrás ARC Processo de Norma Bitolas Opções de embalagem Tipo soldagem atendida mm Tipos Peso (kg) 1.17 Rolos 30 internacionais de qualidade: 3.18 • Bureau Veritas 3.60 250 .76 • FBTS .38 EM-12K AWS A5.80 (Randômico) 18 .17 Rolos 30 3.97 • Lloyds Register 30/500 • American Bureau of Shipping 4.parte C.20 MIG ER 70 S -6 AWS A5.59 30 1.Todos os produtos de acordo com as Normas AWS e ASME II .00 18 .Petrobrás .20 100 1.32 Barrica 200 1.Todos os produtos de acordo com as Normas AWS e ASME II .76 1.

ELETRODO Processo de Norma Bitolas Opções de embalagem Tipo soldagem atendida mm Tipos Peso (kg) E .76 • American Bureau of Shipping • FBTS .parte C.18 3.59 2.00 20 2.38 TIG ER 70 S .7018 AWS A5.Petrobrás .38 OXIACETILENO REG .parte C.50 15 3.00 20 • Bureau Veritas • FBTS .00 20 revestido 5.00 20 internacionais de qualidade: 5.6013 2.3 AWS A5.18 3.50 15 3.00 20 5.97 4. • American Bureau of Shipping (E-7018) 42 .97 Aprovado por bureaus internacionais de qualidade: 4.6010 AWS A5.1 4.TIG Processo de Norma Bitolas Opções de embalagem Tipo soldagem atendida mm Tipos Peso (kg) 1.1 Eletrodo 4.25 15 Aprovado por bureaus E .00 Varetas em tubo 10 3.45 AWS A5.18 3.Todos os produtos de acordo com a Normas AWS e ASME II .25 15 E .2 Varetas em saco 10 3.00 2.50 4 caixas de 5kg 20 AWS A5.59 2.1 Lata 4.1 serralheiro 3.6013 AWS A5.00 20 5.25 15 E . OXI Processo de Norma Bitolas Opções de embalagem Tipo soldagem atendida mm Tipos Peso (kg) 1.50 20 3.00 20 2.Todos os produtos de acordo com as Normas AWS e ASME II .Petrobrás .25 20 E .00 20 2.parte C.7018 G AWS A5.1 Lata 4.76 .25 4 caixas de 5kg 20 2.50 15 3.Todos os produtos de acordo com as Normas AWS e ASME II .

2 1.3 2.3 1.6 2.5 2. Diâmetro Carga ruptura m kg mm kgf 250 11.20 350 Zebu Comprimento Peso aprox.00 250 Touro Tripla camada de galvanização Comprimento Peso aprox.[ AÇO PARA AGROPECUÁRIA ] Arames Farpados Elefante Comprimento Peso aprox.00 250 400 24. Diâmetro Carga ruptura m kg mm kgf 250 17.3 2.60 350 500 22.20 350 400 28. Diâmetro Carga ruptura m kg mm kgf 250 15.60 350 43 .

60 250 44 .2 1.Urso Comprimento Peso aprox.60 250 500 20.60 250 400 16.6 1.8 1.5 1. Diâmetro Carga ruptura m kg mm kgf 250 10.6 1.60 250 Potro Comprimento Peso aprox. Diâmetro Carga ruptura m kg mm kgf 250 10.60 350 500 21.0 1.60 250 400 16.60 350 400 16.2 1.4 1.60 350 Gir Comprimento Peso aprox. Diâmetro Carga ruptura m kg mm kgf 250 10.3 1.60 250 500 20.

0 1. aprox.2 x 2.4 x 3.Grampo Medidas Quant.2 x 2. Carga ruptura pg mm m kg kgf 15 x 17 2.7 1. Ingl. x BWG 13 x 6 1/2” x 15 1524 13 x 9 3/4” x 15 996 16 x 10 7/8” x 12 356 18 x 10 7/8” x 10 295 19 x 10 7/8” x 9 244 19 x 11 1” x 9 194 Arame Ovalado Arame Ovalado Bitola Comprimento Peso aprox.8 800 45 .3 600 15 x 17 2.0 1.7 700 15 x 17 2. de pregos por quilo JP x LPP Pol.250 46.0 500 22.9 700 Arame Ovalado Pantaneiro Tripla camada de galvanização Bitola Equivalente Comprimento Peso aprox. Carga ruptura pg mm m kg kgf 14 x 16 2.4 x 3.4 x 3.0 600 14 x 16 2.000 45.000 45.7 500 18.

0 46 .20 18.8 Arame Cerca Elétrica Tripla camada de galvanização Carga mínima Comprimento Peso aprox.10 500 1000 28.0 14 2.0 14 2.10 500 500 14.10 500 500 14.40 1.10 500 1000 28. Bitola Equivalente de ruptura mínimo por rolo do rolo BWG mm kgf m kg 14 2.0 Arame Culturas Aéreas Tripla camada de galvanização Carga mínima Comprimento Peso aprox.Cercafix Diâmetro Comprimento Feixe mm m kg 3. Bitola Equivalente de ruptura mínimo por rolo do rolo BWG mm kgf m kg 14 2.

87 500 48.0 2.78 0.128 8 4.0 2. cordoalha mín.500 7 Cordoalha Culturas Aéreas Tripla camada de galvanização Diâmetro da Comprimento Peso Carga mín.00 250 18.04 0.045 ou 1 14 2.670 3 6.19 0.101 10 3.Cordoalha Curral Tripla camada de galvanização Diâmetro da Comprimento Peso Carga cordoalha do rolo aproximado de ruptura Nº de fios por cordoalha mm m kg kgf 6.40 250 45.12 0.670 3 4.0 1.0 1. 100 12 2. do rolo nº mm m/kg kg 4 6.15 0.40 0.0 2.500 7 6.0 2.000 3 4.500 7 Arame Galvanizado Arame Galvanizado BWG Diâmetro nominal Comprimento do rolo Peso aprox.67 0.500 7 6.000 3 4. do rolo aproximado de ruptura Nº fios mm m kg kgf 4.071 50.026 16 1.0 1.00 500 36.40 250 45.009 47 .225 6 5.40 500 90.27 0.87 250 24.0 1.40 500 90.016 18 1.

0 15 x 5 111.0 1.5 15 x 5 53.0 1.7 1.2 15 x 5 45.012 .80 0. Transv. 100 ou 1 18 1.80 0.9 2.0 15 x 5 31.Arame Galvanizado Plastificado BWG Diâmetro nominal Comprimento do rolo Peso aprox.0 15 x 5 68.055 50 ou 100 14 2.0 2.8 25.2 2.5 15 x 5 58.90 0.70 0.8 15 x 5 63.0 48 .2 15 x 5 38.9 1.090 12 3.8 15 x 5 53.9 2.20 0. Alambrado Tripla camada de galvanização Diâmetro Dimensões (m) Espaçamento entre os fios (cm) Peso dos Fios (kg/rolo) Altura Comprimento (mm) Long.6 15 x 5 58.4 1.4 2.7 3. (m) (m) 1.Pode ser fornecido com revestimento em PVC nas cores azul e verde.7 1.0 10 x 5 65. do rolo nº mm m/kg kg 10 4.031 16 2.5 10 x 5 51.020 50.5 2.0 3.0 15 x 5 68.

0 2.026 2.93 83.30 51.4 1.25 350 MAXI 120 0.00 4.3/4” x 1/8” 2.1/2” x 1/8” 2.1/2” x 1/8” 1.cru e galvanizado Peso unitário Peso do feixe Bitola Altura aproximado com 12 peças Mourão pol.62 55. m kg kg 1.8 Cercas 1.10 49.0 Fruticultura 1.3/4” x 1/8” 2.30 6.00 a 2.060 2.Mourão de Aço Mourão de Aço rural .50 a 4.90 16.30 51.50 650 49 .04 15 Gripple Caixa Peso aprox.70 3. kg mm kgf PEQUENO 300 0.060 2.67 68.00 10.26 110.00 a 3.15 220 MÉDIO 200 0.6 Escora de meio 1.68 127.016 1.1/2” x 1/8” 1.2 1. por un. m kg kg Escora de canto 1.00 4.2 Mourão de Aço urbano (galvanizado) Peso unitário Peso do feixe Bitola Altura aproximado com 12 peças Mourão pol.4 Ancorfix Comprimento Diâmetro da barra Peso Diâmetro do disco m mm kg cm 0.6 Lança 2” x 3/16” 2.57 42. Bitolas de trabalho Carga de trabalho Modelo un.1/2” x 1/8” 2.60 9.00 600 15x17 MAXI 120 0.1/2” x 1/8” 3.95 4.4 Curva 2” x 3/16” 3.70 5.20 4.50 a 3.

55 3” 75.10 3.30 49.75 30.Material em bobinas até espessura máxima de 19.Bitolas intermediárias poderão ser fornecidas mediante consulta.00 588.80 4” 100.[ PRODUTOS PLANOS E DERIVADOS ] Chapas e Bobinas Chapas e bobinas grossas Espessura Peso aproximado pol.00 5/8” 16.00 62.50 247.00 12 2.00 8 4.50 294.00 784. 50 .00 494.35 26.80 14. Chapas e bobinas finas a quente Bitola Espessura Peso aproximado MSG mm kg/m² 18 1.00 – 5.50 36. mm kg/m² 1/4” 6.00mm (3/4”).60 16 1.3/4” 44.84 1” 25.00 .00 149.1/2” 88.30 9 3.25 34.00 16.00 392.00 24.45 348.00 7/8” 22.50 12.00 15 1.40 175.00 13 2.50 98.25 18.00 10 3.00 3/16” 4.40 14 2.39 5/16” 8.48 1/2” 12.44 3/4” 19.50 2” 50.50 74.00 196.00 7 4.00 125.00 2.90 697.65 21.20 9.00 40.20 11 3.1/2” 63.1/2” 37.1/4” 31.00 .37 1.27 1.75 38.72 3/8” 9.00 1.

60 24 0.00 14 1.70 21.00 16 1.20 13 2.80 22 0.30 18.30 2.40 12 2.40 .40 0.20 9.38 3.60 19 1. B 0.25 10.25 18.00 20 0.90 15. 51 .20 19 1.65 5.45 3.60 4.95 15.43 3.40 28 0.06 8.75 6.30 2.00 ZC REV.80 28 0.48 18 1.20 22 0.Chapas e bobinas finas a frio Bitola Espessura Peso aproximado MSG mm kg/m² 30 0.40 30 0.00 24 0.20 0.35 2.60 Bobininhas Espessura Peso aproximado Material kg/m² mm 0.44 26 0.44 NBR 7008 0.00 12 2.88 18 1.43 3.80 6.60 13 2.65 5.11 8.40 20 0.Largura disponíveis de 300 a 1200mm sob consulta.30 2.80 6.55 12.80 AÇO ZINCADO 0.65 21.50 4.35 2.04 26 0.90 7.20 Chapas e bobinas zincadas (galvanizadas) Bitola Espessura Peso aproximado MSG mm kg/m² 32 0.50 12.50 4.60 16 1.40 14 1.95 7.

55 Chapas e bobinas eletrogalvanizadas Bitola Espessura Peso aproximado MSG mm kg/m² 24 0.16 1200 0.20 9.90 7.75 6. .65 6.00 25.00 20 0.20 18 1.43 4.30 50.75 52 .24 .07 3/16” 4.93 3/8” 9. l 1200 0.Obs.83 1200 0.90 1/4” 6.00 63.50 4.20 5/16” 8. Chapas e bobinas para pisos (xadrez) Espessura Peso aproximado pol. mm kg/m² 1/8” 3.60 4.50 75.75 38.43 3.80 22 0.50 12.00 Chapas e bobinas pré-pintadas Largura Espessura Peso aproximado mm mm kg/m.Pesos em kilogramas por metro linear na largura especificada.90 1200 0.50 4.Chapas e bobinas Galvalume Largura Espessura Peso aproximado mm mm kg/m² 1200 0.60 16 1.: cores sob consulta.

Outras malhas disponíveis sob consulta.60 19.0 1.0 0.0 0. Fitas de aço para embalagem azuladas Espessura (mm) Largura (mm) 0.0 0.NBR 6653 .60 19.Outras dimensões/especificações mediante consulta.80 19.0 .0 1. .0 0.50 25 a 1.80 32.0 Fitas de aço laqueadas para embalagem Espessura (mm) Largura (mm) 0. laminadas a frio e laminadas revestidas.Chapa expandida Espessura Malha kg/m² mm 4.00 25.80 19. .600 mm . 53 .80 25.75 40 x 100 8.00 32.95 6. mediante consulta.30 40 x 100 16.40 a 12. Fitas Fitas e rolos (slitter) Espessura (mm) Largura (mm) 0.GRAU FE-2.Outras dimensões/especificações.00 32.Laminada a quente (SAE 1010).0 0.00 25.0 1.0 0.Laminadas a quente.0 1.80 32.80 25.20 . .

Fornecemos Cumeeiras no comprimento padrão de 600mm. Trapezoidais 40 Tabela de Cargas Admissíveis (kg/m²) . . .43 4. C F C F C F C F C F C F 2 137 137 105 105 83 74 67 54 56 41 47 31 0.76 3 251 251 192 192 152 152 123 123 102 102 85 85 4 314 314 240 240 190 190 154 154 127 127 107 107 . Peso Nº de apoios 1500 1750 2000 250 2500 mm kg/m. Opcional com pintura eletrostática ou imersão (disponibilidade de cores mediante consulta). Outros comprimentos sob consulta. Pesos em kilogramas por metro linear de telha.Telhas com Zn Distância entre apoios (mm) Esp.13 3 98 97 71 61 55 41 43 29 34 21 4 122 77 78 49 52 43 36 22 25 16 2 78 48 48 30 32 20 22 13 17 10 0.13 3 137 137 105 105 83 83 67 67 56 56 47 47 4 171 171 131 131 104 104 84 84 69 69 58 58 2 159 159 122 122 96 86 78 63 64 47 54 36 0.Telhas com Zn Esp.65 6.43 4.50 4.80 3 113 112 83 71 64 47 50 33 18 24 4 141 89 90 56 60 37 43 26 31 20 2 97 61 61 38 41 26 29 17 21 15 0. C F C F C F C F C F 2 65 41 41 25 27 17 19 13 14 8 0. . . .50 4. Outros comprimentos sob consulta. Revestimento: zinco ou liga de alumínio-zinco.80 7. Peso Distância entre apoios (mm) Nº de apoios 1750 2000 2250 2500 2750 3000 kg/ mm m. Revestimento: zinco ou liga de alumínio-zinco.30 3 205 205 157 157 124 124 100 100 83 83 70 70 4 256 256 196 196 155 155 126 126 104 104 87 87 2 251 251 192 192 152 136 123 99 102 75 85 58 0. Pesos em kilogramas por metro linear de telha. .65 6. Opcional com pintura eletrostática ou imersão (disponibilidade de cores mediante consulta).76 3 175 173 128 109 98 73 78 51 60 37 4 218 138 140 87 93 58 66 41 47 30 .30 3 144 144 108 90 81 61 64 42 49 31 4 181 115 115 72 77 48 53 34 39 25 2 117 74 74 46 49 31 34 22 26 15 0.[ Telhas de aço galvanizado e Cumeeiras ] Onduladas 17 Tabela de Cargas Admissíveis (kg/m²) . Fornecemos Cumeeiras no comprimento padrão de 600mm.80 3 159 159 122 122 96 96 78 78 64 64 54 54 4 199 199 152 152 120 120 97 97 80 80 68 68 2 205 205 157 157 124 111 100 81 83 61 70 47 0. 54 .80 7.

64. Fixadores Para telhas e terças metálicas (autoperfurantes) Ondulada Trapezoidal Costura 10-16x3/4” 12-14x3/4” 1/4-14x7/8” . Ver pág. 55 . Laminados a quente.100 100 a 800 .40 a 12.Blanks Espessura Comprimento Largura mm mm mm 0.Consulte também o prego telheiro para telhas metálicas na página 21. Outras dimensões/especificações.50 100 a 2. . laminados a frio e laminados revestidos. . . Oferecemos também o corte térmico. A dimensões acima são referentes ao corte mecânico. mediante consulta.

ASTM A 106.20 1.119 1.99 2.528 0.50 1.85 0.968 1.434 0.655 3. mm pol.802 0.973 1.251 1.624 1.468 1.248 0.1/2 88.645 2.720 2.284 2 50.529 0.879 1.70 0.26 1.50 1.20 0.490 1.763 3.811 0.732 0.904 1.249 1.732 0.553 0.332 0.338 0.876 2.564 1.940 1.532 3/8 10 17.544 0.1/8 28.10 2.682 3.3/4 95.180 1.670 0.191 1.75 0.749 2.670 0.163 3.221 0.070 1.682 2.134 1.649 0.262 0. mm 3/8 9.940 0.25 87.841 13/16 20.998 0.221 1/2 12.207 1.513 0.Tubos Tubos de diâmetros menores que 7 polegadas Tabela dimensional e pesos teóricos (kg/m) .528 2.761 0.051 1.760 3.624 1. DIN 2440.70 5 125 5.716 0.968 0.655 3 76.577 0.826 0.636 0.80 56 .932 1.755 0. SCH 10.553 0.094 1.648 0.3/8 60.312 1.993 1.1/2 114.70 0.186 1.710 0.280 1.498 1.40 0.175 2.471 1.885 0.20 1.387 0.7/8 73.75 6 150 6.881 0.886 3.134 1.294 2.304 0.884 1.456 0.841 0.675 0.720 0.340 0.824 1.184 3.331 3.291 2.506 1.993 1.467 1.221 0.589 1.470 0.470 0.1/2 165.90 2.466 1.407 2.06 1.581 0.228 1.50 1.466 1.622 0.3/4 69.922 1/2 15 21.767 0.338 0.799 2 50 2.468 1.755 0.703 2.513 1.70 1.532 0.506 1.094 2.885 0.236 1.471 1.5/16 58. DIN 2458.407 2.10 0.932 0.070 1.20 4 100 4.217 1.394 1. (POL) 1/16 (BG) 22 21 20 19 1.312 1.937 1.207 1.280 0.00 2.90 1.453 0.90 0.502 3.983 1.422 0.573 0.30 0.315 0.470 0.280 0.824 2.27 1.171 1.15 1.300 1.30 6 152.40 1.716 0.300 1.845 1.00 2.720 0.90 3.280 1.549 1.884 0.347 2.953 0.755 0.092 1.577 0.636 0.1/2 139.1/2 40 48.10 6 150 6.85 2.373 1.1/2 63.3/4 44.731 2.660 3.1/4 32 42.909 0.051 1.20 18 16 14 mm 0.802 0.20 2.286 4.589 2.218 1.394 1.154 1.059 2.649 0.749 1.645 3.515 0.1/2 90 4 101.937 42.913 113.217 1.304 0.7/8 47.498 1. SCH 20 e SCH 40.373 1.134 1.761 0.52 0.60 0.750 0.059 2.233 3.528 3.474 0.513 0.175 2.12 1.763 2.002 1.236 1.885 0.284 2.221 0.888 1.439 0.1/2 76.06 1.30 1.844 2.913 4.998 1 25.736 2.032 2.00 1.382 0.032 2.781 1.710 0.466 1.00 pol.00 5 125 5.573 0.23 0.218 3/4 20 26.781 1.141 2.988 4.549 1 25 33.9/16 141.473 0.75 0.79 0.467 1 25 15/16 33.685 0.162 1.220 2.233 4.92 0.191 0.06 1.117 2.378 3.547 1.876 2.154 3/4 20 26.564 1.1/2 65 2.477 3.717 0.40 1.06 1.973 1.844 1.033 3.663 2.80 1.434 0.703 3.304 0.Norma ASTM A 178.529 0.74 1.30 7 177.174 2.804 0.703 4.994 2.347 3.294 2.87 0.551 3.1/2 38.40 6.660 80.513 0.696 1.811 1.414 5/8 15.191 1.581 0.220 2.387 0.904 0.05 0.90 1.799 2.481 3.59 1.767 0.1/4 31.422 0.952 0.30 1.636 0.675 0.952 7/8 22.705 1.228 1.25 3.1/4 57.502 74.186 1.595 0.221 0.362 0.45 1.340 0.403 0.00 1.002 1.3/8 34.998 1.595 0.00 3.192 3 80 3.476 1.414 0.00 2.182 0.802 0.249 2.300 1.656 1.60 1.422 0.968 0.675 0.672 4.1/4 158.092 1.90 1.75 0.192 4.703 1.553 0.998 0.720 2.589 1.750 3/4 19.983 1.286 3.720 0.50 1.051 1.354 1.180 1.20 1.513 1.85 0.528 0.00 Nominal Externo Padrão 0.705 2.5/8 41.077 4.070 1.60 3.1/4 32 42.551 2.731 1.529 0.456 0.217 1.399 1.119 1.033 2.474 0.898 1.101 1.30 5 127.622 0.922 0.117 2.760 2.354 1.670 0.75 0.656 2.70 0.163 3.5/8 168.387 0.

202 11.00 3.154 3/16 .35 3.390 3.651 2.370 160 1.610 3.364 15.494 6.170 27.957 10.363 14.219 1.876 7.098 4.646 28.915 2.699 24.114 11.996 17.362 2.25 3.25 2.833 13.050 9.672 26.572 1.728 2.145 .833 5.638 5.103 4.010 6.342 2.993 11.30 5.055 3.227 22.699 4.295 9.040 18.507 6.860 11.010 2.103 4.726 22.166 10.067 3. LEGENDA: DIN 2440 ASTM SCH40 Espessuras .057 1.179 5.585 1.915 3.780 18.700 7.833 14.808 16.570 3.392 4.513 5.230 12.462 – 1.844 9.510 6.787 11.113 1/8 .757 13.507 7.946 4.489 12.932 1.355 7.56 3.760 4.230 13.028 8.271 22.637 6.440 5.977 4.194 19.75 3.237 1/4 .75 5.210 6.147 3.601 10.30 6.826 4.270 1.24 2.676 57 .637 1.213 4.296 17.898 7.270 3.516 2.357 1.65 2.351 4.342 2.75 3.562 4.050 4.513 6.16 5.875 8.297 8.784 19.617 5.75 X 3.35 6.890 24.261 4.966 8.849 10.159 21.02 6.35 3.696 1.703 5.932 0.220 11.907 18.206 2.280 13 12 10 8 6 4 2.280 1.745 2.996 15.370 9.216 .547 10.77 2.920 4.174 10.271 20.00 3.053 11.754 6.057 23.626 3.808 4.30 6.637 1.165 2.547 26.742 3.071 5.555 9.65 2.483 2.416 5.837 6.728 1.05 4.999 4.358 8.75 4.075 7.203 .445 4.232 11.234 8.103 16.345 11.083 28.911 7.703 4.995 8.785 6.25 3.745 1.981 3.387 2.17 3.394 3.109 .109 1.24 1.808 17.753 1.25 X 2.523 11.747 15.858 10.91 3.215 6.200 11.567 20.247 16.239 4.969 5.995 7.217 2.140 3.285 1.76 4.03 5.087 3.839 14.536 3.253 5.109 1.476 4.053 12.871 3.370 8.740 10.179 5.006 4.290 12.416 6.271 2.363 11.800 5.538 10.989 2.630 8.295 7.902 2.258 (POL) .75 3.74 6.398 12.75 3.497 4.127 1.25 4.528 17.127 9.030 2.38 3.68 3.249 2.663 5.467 7.826 3.770 1.046 3.285 1.894 1.784 20.100 5.210 3.500 2.705 5.487 1.399 3.87 3.221 3.531 8.228 2.796 11.844 8.993 13.981 4.135 3.573 20.715 6.601 11.751 3.617 11.866 14.215 11.900 3.694 2.159 19.80 0.218 17.052 6.807 15.440 2.30 6.555 2.006 4.114 10.768 6.200 18.396 3.657 1.523 12.193 18.845 11.30 5.408 6.545 6.859 18.922 16.334 16.362 1.356 1.11 2.831 2.190 20.290 5.271 2.206 7.534 12.419 12.555 2.628 15.206 2.526 6.200 15.750 14.666 4.704 12.024 1.938 5.462 9.541 8.946 5.345 12.807 5.140 .768 4.040 20.174 9.825 6.350 3.573 14.215 6.989 1.232 10.30 6.122 11.135 3.404 7.35 3.217 2.098 4.260 12.592 8.65 2.265 12.357 1.900 2.813 2.75 4.55 6.978 4.820 14.704 14.598 5.764 4.65 3.75 3.25 4.234 9.124 4.075 10.249 2.390 3.109 2.938 3.102 3.927 11.686 25.894 1.397 12.412 16.879 5.317 2.321 14.751 4.770 3.067 3.317 4.80 7.189 8.858 9.417 10.65 2.572 2.305 25.253 5.049 9.482 10.694 3.368 1.133 .399 3.157 8.287 9.85 5.753 1.983 3.314 13.25 4.768 1.808 5.609 17.52 2.597 2.113 6.536 3.240 4.721 14.630 2.070 16.833 12.513 6.355 6.6 2.65 3.060 1.530 2.524 2.75 4.177 2.80 6.882 3.975 22.556 3.597 2.843 7.019 6.358 9.831 2.228 2.197 15.254 10.321 15.120 4.732 3.00 3.25 2.410 2.353 7.102 2.690 1.75 4.138 3.267 10.50 4.180 1.165 2.885 2.932 14.408 5.124 3.49 5.99 4.932 12.127 2.070 7.760 7.350 3.300 2.715 5.061 10.476 4.885 2.657 1.296 19.470 8.096 18.225 8.585 2.153 9.813 1.300 3.872 9.180 12.587 13.516 2.226 .024 1.391 1.826 12.825 7.221 3.153 8.30 5.776 20.046 3.

294 2.362 30 x 30 35 x 25 40 x 20 38.25 5.00 2.90 3.79 0.781 1.233 3.989 1.399 3.466 1.10 0.134 1.811 1.968 0.101 1.26 1. 16 x 16 20.180 20 x 20 (30 x 16 oval) 25.06 1.476 55 x 55 60 x 50 70 x 40 80 x 30 69.134 1.407 2.300 1.75 0.694 2.094 2.394 1.2 x 63.589 1.720 3.184 3.399 1.232 120 x 120 125 x 115 140 x 100 150 x 90 160 x 80 152.50 1.977 4.220 2.300 1.75 10.50 1.466 1.25 2.994 2.10 10.236 1.894 25 x 25 30 x 20 32 x 19 35 x 15 31.06 1.513 5.992 8.317 2.957 10.24 2.00 1.904 1.00 2.902 2.696 1.00 4.456 0.92 0.350 40 x 40 50 x 30 55 x 25 50.30 10.824 2.844 1.251 1.5 80 x 60 90 x 50 100 x 40 88.355 75 x 75 80 x 70 90 x 60 100 x 50 110 x 40 95.749 2.913 5.230 140 x 140 150 x 130 160 x 120 177.90 1.294 2.033 3.736 2.886 3.369 0.25 2.577 0.354 1.154 1.922 1.656 2.002 1.394 1.Tubos quadrados/retangulares Tabela dimensional e pesos teóricos (kg/m) Espessuras (POL) 1/16 Tubos (BG) 22 21 20 19 18 16 14 13 mm 0.067 38 x 38 40 x 35 45 x 30 50 x 25 48.12 1.127 9.562 4.046 3.024 1.808 5.648 0.30 1.80 12.175 2.968 1.946 60 x 55 80 x 35 73.002 1.811 0.70 8.487 1.85 2.147 3.103 4.732 3.221 3.114 125 x 100 150 x 75 141.06 1.061 10.094 2.802 0.25 2.134 1.466 1.5 x 63.300 1.885 0.236 1.913 4.291 2.808 4.059 2.416 0.932 58 .85 0.75 0.513 0.577 0.703 3.468 1.90 1.312 1.30 6.354 1.637 6.992 0.825 80 x 80 90 x 70 100 x 60 110 x 50 120 x 40 101.202 11.660 4.763 2.240 50 x 50 60 x 40 70 x 30 63.179 60 x 60 70 x 50 80 x 40 90 x 30 76.710 0.884 1.439 0.280 1.983 3.90 1.555 2.286 4.65 3.70 0.802 0.513 0.462 1.513 0.092 1.40 0.467 1.347 3.617 11.154 1.824 1.85 0.392 4.536 50 x 40 55 x 35 60 x 30 57.45 1.8 80.763 3.175 2.20 1.99 2.716 0.993 140 x 125 150 x 115 168.751 4.468 1.720 0.416 63.904 0.60 3.284 2.513 6.75 0.781 1.637 1.884 0.407 2.119 1.50 1.092 1.20 2.462 1.598 5.154 1. equiv.312 1.295 90 x 90 100 x 80 110 x 70 120 x 60 130 x 50 114.00 Padrão 0.636 0.119 1.052 6.032 2.813 2.807 5.751 3.636 0.656 1.75 0.998 1.876 2.30 9.685 0.731 2.342 2.234 100 x 100 110 x 90 120 x 80 125 x 75 130 x 70 140 x 60 150 x 150 127.703 4.59 1.059 2.802 0.515 0.00 6.813 1.720 0.715 70 x 70 76.660 3.589 2.220 2.696 1.528 2.989 2.80 1.15 1.657 (36 x 14 oval) 28.174 2.25 6.720 0.297 8.103 4.369 0.523 130 x 130 140 x 120 160 x 100 165.286 4.30 1.968 0.024 1.642 1.20 1.280 1.221 3.768 4.467 1.528 3.285 1.046 3.637 1.00 2.342 2.716 0.467 7.285 1.65 3.544 0.624 1.347 3.50 1.844 2.90 2.573 0.481 3.573 0.284 2.547 1.127 30 x 25 35 x 20 40 x 15 34.5 76.217 7.710 0.876 3.032 2.597 35 x 35 40 x 30 45 x 25 50 x 20 44.636 0.00 Quadrados Retangulares Diâm.694 3.053 125 x 125 130 x 120 150 x 100 160 x 90 158.885 0.2 x 50.033 3.787 11.40 9.077 4.881 0.006 55 x 40 60 x 35 70 x 25 60.60 0.174 110 x 110 120 x 100 130 x 90 140 x 80 150 x 70 160 x 60 170 x 150 139.755 0.826 12.720 2.749 1.399 3.555 2.071 5.06 1.672 4.20 1.885 0.589 1.826 0.731 1.233 4.998 0.109 2.

992 16.534 12.849 10.295 9.189 8.239 4.754 6.747 15.206 7.875 8.040 20.859 18.567 20.996 17.825 7.35 3.807 8.700 7.796 11.070 7.30 6.871 3.398 12.528 17.138 4.969 5.489 6.30 1.894 2.445 4.753 10.875 6.404 7.866 14.049 10.321 15.096 18.646 59 .776 20.230 13.538 10.050 9.265 12.839 14.019 6.271 22.879 5.364 15.067 3.25 4.573 14.363 14.394 4.760 4.907 18.993 13.721 14.476 4.114 11.858 10.227 22.290 5.355 7.872 9.920 4.932 14.820 7.966 8.597 2.210 6.860 5.25 4.102 3.247 16.35 3.215 11.686 11.882 4.30 6.523 12.699 11.362 2.780 9.651 3.197 15.053 12.220 11.946 5.305 25.887 24.363 5.159 21.174 10.547 26.764 4.75 5.193 18.120 4.833 6.975 11.545 6.75 4.592 8.808 17.218 17.396 3.351 3.345 12. 1/8 3/16 1/4 10 4 3.726 10.267 10.705 5.526 6.715 6.657 1.462 9.057 23.536 3.194 19.397 12.75 4.353 7.876 7.601 11.541 8.75 5.17 3.672 12.296 19.113 6.833 14.190 20.757 13.213 4.628 15.170 12.127 2.927 12.390 4.784 20.995 8.200 11.0 3.351 4.232 11.35 3.494 6.416 6.234 9.177 3.166 10.370 9.626 5.334 16.587 14.412 16.179 5.617 5.507 7.844 9.006 4.938 5.314 13.075 7.

51 76.65 6.35 20.44 101.44 5.76 4.30 5.50 1.30 20.30 3.30 3.35 15.00 3.00 10.37 2.50 7.22 4.54 7. Leve Média Pesada Diâm.91 48.40 3.30 4.45 2.05 4. NBR 5590.00 3.25 33.1/4” 42.32 26.27 3.1/2” 76.63 3.57 42.10 3.25 4.25 4.30 3.25 33.00 5.87 88.00 70.40 3.75 6.25 3.65 1.25 37.35 7.30 2.44 4” 100 114.74 60 .18 5.30 3.77 33.30 3.29 7.65 6.35 6.41 42.30 3. Eletrodutos galvanizados Norma NBR 5598. Rosca BSP Rosca NPT Diâm.85 5” 125 141.37 88.20 21.60 3.70 5.95 73.27 3.30 4.87 1.65 2.25 1. Nom.53 3. mm mm mm kg mm mm kg 1/2” 15 21.90 2. NBR 5597 e ANSI C80.01 114.03 3.10 5.50 6.05 – – 2” 60. esp.16 8.70 2.02 16.38 2.45 60.24 3.49 11.62 15.00 9.74 165.65 2.20 3.60 4.03 168.50 12.75 4.30 3.90 5.77 1.00 4.10 – – 5.30 3.69 – – 1” 33. BS 1387. esp.75 25.60 5.68 4.01 3. A120 e API.70 – – 5.35 3.39 – – 1.24 – – 21.48 2.20 5.06 2.1/2” 65 73.77 26.00 9.00 10.61 5.Outros diâmetros mediante consulta.10 3.50 9.30 2.90 3.27 – – 3/4” 26.20 3/4” 20 26. ASTM A53.91 5.1.70 2.41 3” 88.12 48.60 22.1/2” 90 101.1/2” 101. 40 80 (mm) (mm) kg/m (mm) kg/m (mm) kg/m (mm) kg/m kg/m 1/2” 21. Classe de espessura (mm) e peso de barras de 3m de comprimento Diâmetro nominal NBR 5597 NBR 5598 Diâmetro Espessura Peso Diâmetro Espessura Peso externo externo pol.70 2.30 6.60 4.05 8.25 1. esp.30 5.89 5.85 114. NBR 5580 DIN 2440 DIN 2441 ASTM A53 e API ASTM A53 Diâm. Ext.19 60. NBR 5580 e NBR 5580 e NBR 5590.70 3.60 15.35 3.1/4” 32 42.00 1.74 13.75 10.01 11.00 55.91 101.24 3” 80 88.11 28.60 3.25 10.30 2.30 3.Tubos de condução pretos e galvanizados Norma NBR 5580.57 – – 4” 114.75 25.35 9. DIN 2441.35 15.40 2.35 3.30 70.60 18. SCH SCH pol.77 – – 6” 165.1/2” 40 48.32 6” 150 168.30 3.76 3.29 4.65 1. DIN 2440.32 139.41 1.07 4.32 1” 25 33.90 2.90 3.91 2” 50 60.00 16.40 2.00 55.87 3.70 2.30 7.00 11.50 – – 1.35 2.07 – – 5” 139. ext.52 141.25 3.30 6.75 2.25 37.56 3.50 33.63 7.75 3.75 5.75 21.30 2.55 21.1/2” 48.26 – – .47 4.

01 6.75 9.91 7.10 30.20 2.65 1.57 3.70 3.10 27.20 7.41 3.94 1.60 3.Poderão ser fornecidas outras dimensões mediante consulta.00 6.93 1.48 1.88 0.88 1.36 299.08 1.15 2.17 1.67 11.90 2.30 40.37 5.67 6.71 0.10 6.80 2.99 13.01 8.60 3.90 0.35 3.24 2.70 3.97 4.24 15.00 1.73 1.00 2.60 2.35 3.42 2.87 462.39 10.77 2.12 14.76 2.38 1.04 3.01 73.90 35.60 3.25 5.40 14.70 6.78 1.27 2.84 1.9 21.75 8.50 21.67 1.16 1.00 5.49 150 50 2.80 2.10 3.23 2.20 5.60 7.60 5.55 3.15 1.52 1.41 2.70 3.92 1.27 75 38 2.27 2.00 1.04 25.26 0.11 11.65 4.40 46.78 2.97 3.49 9.57 49.71 4.75 7.08 10.63 6.38 12.50 4.92 0.96 1.01 9.10 9.90 2.80 3.54 65.26 1.61 29.22 3.16 1.84 1.47 2.07 1.89 3.25 2.60 18.00 2.92 0.63 5.96 1.10 12.75 6.48 20.11 4.77 127.68 1.49 4.12 4.13 154.74 1.94 1.92 1.30 4.59 3.96 17.75 11.27 101.09 3.00 5.90 35.07 0.89 5.65 5.80 1.59 0.65 3.13 16.31 0.00 5.58 1.03 7.18 6.21 23.77 1.20 25.UDC simples Dobrado de chapa Dimensões S P Jx Wx ix ey Jy Wy iy h B e=r cm2 kg/m cm4 cm3 cm cm cm4 cm3 cm mm mm mm 2.61 2.80 4.15 11.41 37.90 4.25 3.71 1.00 5.94 0.61 149.78 3.20 354.78 225.51 686.09 52.10 1.70 1. S = área de seção P = peso estimado por metro Jx = momento da inércia do eixo x Wx = módulo de resistência do eixo x ix = raio de giro do eixo x ey = distância da linha neutra Jy = momento da inércia do eixo y Wy = módulo de resistência do eixo y iy = raio de giro do do eixo y 61 .32 2.53 4.65 2.23 5.26 0.94 3.04 409.84 6.68 230.38 .25 4.98 1.99 1.54 1.32 3.40 3.50 3.24 2.25 3.76 6.06 57.75 14.99 1.90 5.40 23.31 177.00 4.45 1.65 1.58 100 50 2.31 4.70 3.55 1.20 2.49 3.40 7.80 1.48 5.60 1.20 68.24 3.20 11.27 10.30 29.51 1.99 14.16 6.60 4.56 8.33 0.49 4.32 22.08 4.53 3.93 13.22 100 40 2.59 1.77 1.57 4.43 7.65 6.48 88.41 200 50 2.75 1.28 3.30 15.00 2.17 3.89 1.40 1.25 6.97 1.41 68.37 1.62 7.53 127 50 2.66 2.17 1.02 105.63 1.30 1.84 3.43 0.85 1.88 1.77 50 25 2.90 19.00 45.00 7.75 1.66 6.01 33.29 17.40 4.29 1.90 1.25 4.80 24.51 2.58 3.66 3.53 5.87 58.95 1.71 1.95 78.19 9.22 4.99 5.86 0.90 7.91 11.76 4.67 2.32 4.55 2.82 1.86 1.00 4.00 204.14 5.35 3.38 6.36 10.34 9.91 2.64 338.94 2.00 8.52 137.86 8.28 0.54 2.51 3.56 1.77 3.22 13.61 1.75 6.5 25.84 0.66 1.90 119.58 2.00 3.65 7.10 3.26 1.84 1.90 7.26 3.20 3.00 1.95 15.75 13.26 4.55 13.66 1.55 4.50 2.65 2.00 3.00 3.60 15.00 4.65 5.60 0.82 0.60 5.

58 23.39 5.00 5.78 21.74 4.91 2.15 60.54 4.88 3.48 3.82 1.00 7.37 1.48 1.50 9.68 3.33 21.30 4.66 6.21 4.00 4.09 77.70 30.01 2.58 3.21 3.03 15.15 1.87 1.36 5.92 3.47 4.04 263.13 1.25 6.93 0.87 1.89 42.83 295.45 1.42 9.00 2.18 1.50 100 40 17 2.59 16.26 14.37 12.49 38.92 2.40 195.65 6.07 6.72 1.04 3.85 1.91 41.89 2.89 0.00 – – – – – – – – – S = área de seção P = peso estimado por metro Jx = momento da inércia do eixo x Wx = módulo de resistência do eixo x ix = raio de giro do eixo x ey = distância da linha neutra Jy = momento da inércia do eixo y Wy = módulo de resistência do eixo y iy = raio de giro do eixo y 62 .47 2.53 10.25 – – – – – – – – – 200 60 20 2.43 3.99 1.69 6.15 3.93 30.67 115.00 6.79 1.09 5.65 5.00 3.84 2.96 3.97 1.74 1.72 3.23 1.52 67.05 99.01 33.09 1.00 – – – – – – – – – 2.09 2.52 2.17 1.47 8.80 2.15 4.30 19.15 2.92 1.00 5.13 9.19 35.92 28.76 4.25 5.48 3.91 33.93 3.82 3.65 7.17 1.90 1.78 1.59 18.92 2.46 2.24 6.86 0.13 3.93 1.91 1.78 15.65 3.71 5.14 1.88 1.93 1.25 3.65 4.51 4.44 2.31 24.88 100 50 17 2.85 3.68 3.89 1.97 1.86 2.03 8.36 5.74 6.39 1.44 3.19 39.37 11.02 3.46 1.22 10.42 3.48 3.86 2.50 75 40 15 2.78 17.33 8.23 229.38 9.68 7.87 1.58 4.86 3.86 8.61 4.70 6.37 1.91 0.38 26.58 21.90 1.08 11.00 4.87 77.40 0.95 1.88 3.05 3.66 172.05 5.19 2.08 2.97 1.93 1.00 4.96 1.84 127 50 17 2.45 18.51 89.13 0.95 2.90 50 25 10 2.66 5.14 2.46 4.93 1.23 150 60 20 2.76 1.25 4.41 3.91 1.91 37.25 2.94 1.40 27.50 7.66 5.78 19.50 10.36 6.72 2.18 4.51 2.93 2.50 8.89 1.83 4.25 3.36 10.21 1.19 17.85 1.66 12.82 1.89 1.65 – – – – – – – – – 3.58 85.43 5.65 5.35 135.00 4.21 5.93 3.89 15.47 70.22 0.UDC enrijecidos Dobrado de chapa Dimensões S P Jx Wx ix ey Jy Wy iy h B d e=r cm2 kg/m cm4 cm3 cm cm cm4 cm3 cm mm mm mm mm 2.83 3.33 0.31 4.00 3.25 4.01 154.17 4.53 1.62 3.18 2.00 8.59 17.14 13.25 2.65 2.22 2.37 10.

25 x largura 63 .68 Formas para treliça Perfis para forma de treliça 120 x 30 x 2.60 0.Tiras raiadas Dimensões Peso aproximado largura espessura m2 espessura 85 0.780 4.620 3.72 112 0.60 0.

: Produtos da Unidade Divinópolis certificados com selo categoria 1. Corte de Barras e Perfis Barras Bitolas Barras e Perfis Até 610. 64 .[ SERVIÇOS ] Corte e dobra de Vergalhões Obs.00mm .Material comercial e especial.

[ CERTIFICADO ] 65 .

VALADARES 33 3279-2700 3279-2705 SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 12 3935-3737 3935-3747 IMPERATRIZ 99 3524-9100 3524-9141 SÃO LUIS 98 3218-3800 3218-3845 JOÃO PESSOA 83 3218-3000 3218-3010 SÃO PAULO (VILA MARIA) 11 2795-7799 2795-7700 JOINVILLE 47 3461-3636 3461-3630 SOROCABA 15 3226-9100 3226-9110 JUAZEIRO 74 3612-3200 3612-3233 TERESINA 86 3215-5400 3215-5440 JUAZEIRO DO NORTE 88 3566-2300 3566-2340 UBERLÂNDIA 34 3233-1800 3233-1850 JUIZ DE FORA 32 3239-6800 3239-6840 UMUARAMA 44 3621-3050 3621-3070 JUNDIAÍ 11 4589-4300 4589-4320 VARGINHA 35 3219-4600 3219-4601 LIMEIRA 19 3446-4000 3446-4004 VITÓRIA 27 3243-8250 3243-8290 LONDRINA 43 3371-3800 3371-3850 VITÓRIA DA CONQUISTA 77 3425-8200 3425-8240 MACEIÓ 82 3214-5000 3214-5040 VOLTA REDONDA 24 3345-1800 3345-1840 Mar/10 MD MANAUS 92 2101-6100 2101-6140 www.br .comercialgerdau.com.FILIAL DDD TEL. FAX FILIAL DDD TEL. FAX ARACAJU 79 3234-8000 3234-8033 MARÍLIA 14 3401-3700 3401-3720 ARAÇATUBA 18 3607-7000 3607-7040 MARINGÁ 44 3218-2550 3218-2595 ARARAQUARA 16 3301-2900 3301-2929 MONTES CLAROS 38 3229-3800 3229-3840 BAURU 14 3103-1300 3103-1330 NATAL 84 3203-3500 3203-3540 BELÉM 91 3214-1400 3214-1450 NOVO HAMBURGO 51 3553-8000 3553-8040 BELO HORIZONTE 31 3369-1400 3369-1460 PALMAS 63 3219-3900 3219-3941 BLUMENAU 47 3221-2500 3221-2505 PANAMBI 55 3375-9300 3375-9301 BRASÍLIA 61 3403-9900 3403-9920 PASSO FUNDO 54 3316-6600 3316-6620 CAMPINA GRANDE 83 3310-5500 3310-5510 PATO BRANCO 46 3220-1600 3220-1640 CAMPINAS 19 3727-3444 3727-3449 PELOTAS 53 3284-4500 3284-4505 CAMPO GRANDE 67 3345-6600 3345-6666 PONTA GROSSA 42 3220-1700 3220-1748 CASCAVEL 45 3220-2500 3220-2540 PORTO ALEGRE 51 3373-2500 3373-2501 CAXIAS DO SUL 54 3227-4600 3227-4620 PORTO VELHO 69 3216-7500 3216-7508 CHAPECÓ 49 3321-9200 3321-9212 PRESIDENTE PRUDENTE 18 3902-5400 3902-5420 CUIABÁ 65 3612-7200 3612-7250 RECIFE 81 3472-2300 3472-2340 CURITIBA 41 3239-6000 3239-6050 RIBEIRÃO PRETO 16 3934-8600 3934-8620 DIVINÓPOLIS 37 3229-1900 3229-1910 RIO DE JANEIRO 21 2624-3200 2624-3240 DOURADOS 67 3411-3200 3411-3250 RIO DE JANEIRO 2 21 2455-8500 2455-8540 FEIRA DE SANTANA 75 3224-8500 3224-8510 SALVADOR 71 3207-5100 3207-5140 FLORIANÓPOLIS 48 3381-1500 3381-1501 SANTA MARIA 55 3211-6000 3211-6020 FORTALEZA 85 3288-7200 3288-7240 SANTOS 13 3576-9000 3576-9010 FRANCA 16 3711-7100 3711-7140 SÃO CAETANO DO SUL 11 4228-7070 4228-7080 GOIÂNIA 62 3265-4500 3265-4540 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 17 3216-9170 3216-9199 GOV.

163 APÊNDICES .

164 APÊNDICE A – Dimensionamento da Estrutura .

03 E 04 Projeto: Data: Prancha: DETALHE 02 DIMENSIONAMENTO DE ESCALA 1:20 ESCALA 1:20 JUNHO/2014 ESCALA 1:20 02.35) PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 3.3 mm . 02.3 mm (A490) DETALHE 01 DETALHE 01 (vista frontal) ESCALA 1:10 ESCALA 1:10 Perfil: A36 L 63.3 mm (2L63.5 x 6.5x6.35) Diagonais 2.5x6.35 Banzo inferior #6.3 mm Montante L 63.2 3. PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Ver detalhe 01 Banzo superior (2L63.35) (A490) (2L63.8 7 PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT (A490) #6.35 Ver detalhe 02 Banzo superior #6.5 x 6.8 7 #6. 07 E 08 Escala: INDICADA 1/6 PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT . 03.35) 3.5x6.5 (A490) Montante Banzo inferior (L63.5x6. 04.

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Projeto: Data: Prancha: DIMENSIONAMENTO DE JUNHO/2014 ESCALA 1:20 Escala: INDICADA 2/6 PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT .

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Projeto: Data: Prancha: DIMENSIONAMENTO DE JUNHO/2014 3/6 ESCALA 1:20 Escala: INDICADA PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT .

3 mm PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Montante L 63. PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Banzo superior #6.5 x 6.5 x 6.35 Banzo inferior DETALHE 03 ESCALA 1:10 Perfil: A36 L 63.35 Ver detalhe 03 Projeto: Data: Prancha: ESCALA 1:20 DIMENSIONAMENTO DE JUNHO/2014 10 E 11 Escala: INDICADA 4/6 PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT .

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT Projeto: Data: Prancha: ESCALA 1:20 DIMENSIONAMENTO DE JUNHO/2014 13 E 14 Escala: INDICADA 5/6 PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT .

60 A36 500 Tirante (A490) (A490) 1000 Cantoneira de Apoio 2 L101.0 A36 HP 310x125.60 A36 463 Pilar 01 Pilar 02 Pilar 03 HP 310x125.60 A36 2880 U 6"x15. PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT U 6"x15.0 A36 HP 310x125.35 PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT 500 DETALHE 01 Tirante ESCALA 1:10 440 480 520 520 480 440 2880 U 6"x15.5x6.60 A36 954 1000 1000 Detalhe 01 U 6"x15.0 550 U 6"x15.60 A36 U 6"x15.60 A36 1000 1000 477 U 6"x15.60 A36 477 HP 310x125.7 PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT L63.6x12.0 HP 310x125.60 A36 Tirante U 6"x15.0 A36 Tirante U 6"x15.60 A36 520 480 440 Projeto: Data: Prancha: DIMENSIONAMENTO DE JUNHO/2014 6/6 ESTRUTURA (vista superior) ESTRUTURA (vista frontal) Escala: ESCALA 1:100 ESCALA 1:100 ESCALA 1:100 INDICADA DA ESTRUTURA PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT .0 HP 310x125.