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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP

Samuel Carlos Flora R.A. T8100D-9

“As Grandes Cidades e a Vida


do Espírito. 1903. SIMMEL,
Geor”

Fichamento de Conteúdo da disciplina


de THAUURB1 do Curso de Arquitetura
e Urbanismo do 2º semestre, turma
AU1AB17, ministrado pelo Prof.
Gustavo Campo

SOROCABA / SP

OUTUBRO / 2018
FAU-UNIP - Fichamento 04 Data Entrega: 21/08/2018

Aluno: Samuel Carlos Flora (Graduando Arquitetura e Urbanismo)

Texto: As Grandes Cidades e a Vida do Espírito. 1903. SIMMEL, Geor

THAUURB1 – Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo 1 (Urb1)

Docente: Prof. Gustavo Soares Pires de Campos.

“As Grandes Cidades e a Vida do Espírito.”

De cada indivíduo correr da vida cotidiana, agitação da rotina diária, a pressão do


ambiente profissional o stress econômico destruições familiares e isto torna
relativamente distintos.

O caráter de cada indivíduo é diferenciado pois o indivíduo residente enquanto


individuo proveniente do campo é um indivíduo mais sentimentalista.

A qual os indivíduos que reside nas grandes cidades pequena ou no campo,


possui um enfretamento diferenciado diante dos problemas eles se apresentam são
mais fáceis de adaptações, possui animo para enfrentar situações desafiadora através
da manutenção da calma e mantendo e mantendo seus hábitos.

As grandes cidades sempre foram reflexas do local da economia o que não


ocorre no campo.

Sendo assim o homem é como reflexo dede a economia, homem é visto no


coletivo , ou seja visando o valor do dinheiro da troca o que só corre no coletivo e não
no individual e isso acaba tendo o homem visto como números a qual ele não tem valor
a sociedade conforme suas capacidades Enquanto em lugares menores as
individualidade são de grande valia

Esta relação é clara nas cidades pequenas ou na zona rural, onde o cliente
conhece o produtor enquanto na cidade grande o freguês e o fornecedor nunca se
conhecem diminuindo a produção própria e a troca de mercadorias.

Ou seja, as pessoas, o mundo passou a ser visto e entendido como um cálculo


matemático e são marcados por hora, tempo e relógio.
Conforme Riskin e Nietzsche o valor da vida é atribuído aquilo que se tem.

Assim os indivíduos das grandes cidades possuem caráter baseado nos novos
estímulos incapazes de reagir a novos estímulos onde são sentidos e percebidos as
mudanças porem sentidos como nulos. . Onde o dinheiro tem peso igual de todas as
coisas.

E devido a isto na cidade pequena todos se conhecem de forma positivista


diferente da cidade grande. E as pessoas das cidades grandes não se interagem com
medo da violência ou por isolamento criando –se assim os grupos como políticos e
familiares.

Estas características já se observava desde a Idade Média onde os povos


ameaçados possuíam características fortes

Na época feudal eram livres sob direito comum o mesmo se dá atualmente o


homem é livre se compararmos as pequenas coisas que o limitam os habitantes das
pequenas cidades.

O ser humano é livre nas grandes cidades, mas se sentem solitário a questão
não é a cidade ser grande e sim como ela é vista quanto ao desenvolvimento e
economia.

Na cidade grande se torna difícil dar valor a personalidade pois deixa exacerbar
a distinção (caprichos, extravagancias etc.) para se destacarem entre outros indivíduos

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