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KELVISON TEIXEIRA TELLES

RA: 1174480

TIAGO LUIZ SOUZA BRITO DA SILVA

RA: 8020367

AMPLIFICADORES OPERACIONAIS

Circuitos amplificadores diferenciais

Centro Universitário Claretiano

Curso: Engenharia Elétrica

Disciplina: Amplificadores Operacionais

Professor Esp. Paulo Barbosa de Mattos Junior

7º Semestre

Ji – Paraná/RO

2018
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PORTFÓLIO AMPLIFICADORES OPERACIONAIS

A primeira parte desta atividade tem um teor de pesquisa. Faça uma pesquise sobre os
circuitos e equipamentos, em que os amplificadores de precisão construídos com OPAMP são
empregados. Procure entender o motivo ou a necessidade de um amplificador de precisão no
equipamento e desenvolva a interpretação desses circuitos, que é algo muito útil do ponto de
vista da manutenção eletroeletrônica.
Na segunda parte da atividade, você deverá realizar um estudo com a apresentação de
cálculos sobre a influência das características dos transistores escolhidos como carga ativa
em um amplificador diferencial. Para iniciar o estudo, responda às seguintes questões:
• Podemos utilizar qualquer transistor para construir a carga ativa?
• Podemos mesclar AD com BJT e carga ativa com MOSFET (ou vice-versa) em um circuito?
• Quais são as principais características que a carga ativa irá influenciar em um AD?

DESENVOLVIMENTO – PRIMEIRA ETAPA

Como os amplificadores operacionais possui boa eficiência e muitas possibilidades de aplicações estes
são utilizados na indústria eletrônica, como por exemplo instrumentações de computação analógica,
funções de transferência, controle de sinais e sistemas de desenhos espaciais.
As formas em que as aplicações de amplificadores operacionais são classificadas como lineares e os
não-lineares.
As aplicações lineares são para circuitos conversores, somadores, diferenciadores/subtratores,
amplificação de instrumentação, amplificadores de potência e computação analógica.
Já as aplicações de não-lineares temos como divisores, retificadores chaveamentos, comparadores,
amplificadores de logaritmos e anti-logaritimos, multiplicadores, integradores, diferenciadores,
retentores de picos ou triggers, conversores DA.
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Algumas aplicações práticas são:

Soma Inversora:

Soma Não Inversora:

Estes circuitos podem adicionar diretamente ou escaloná-los conforme uma regra pré-
estabelecida em suas configurações. Eles podem ser usados em mixers de áudio.
Também é usual na aplicação de um offset de tensão contínua. Ele pode ser usado em um
circuito de modulação de um LED, para mantê-lo na sua faixa de operação.
Também podem mudar um número binário em uma tensão para um conversor digital-
analógico.
Os circuitos apresentados acima podem ser modificados para que possam conter múltiplas
tensões nas entradas inversoras e não inversoras combinadas ou subtrator simultaneamente.
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Conversores de tensão em corrente:

Em relação aos resistores R1, R2, R3, R4 podem ser selecionados para que a corrente de saída
varie somente em função da tensão Vin de entrada e seja independente da carga. Este tipo de
circuito é muito utilizado nas indústrias de instrumentos para suprir sinais de 4 a 20 mA.

Retificador de precisão de meia onda

O retificador de meia onda mostrado na figura abaixo fornece duas saída, uma que é a porção positiva
do sinal de entrada e outra que fornece a porção negativa do sinal de entrada.

Quanto o sinal de entrada é positivo a malha se fecha no ramo superior da malha de


realimentação (R – D1), portanto V0- = -R/RVe = - Ve e V0- = 0 p/ Ve £ 0
Quanto o sinal de entrada é negativo a malha se fecha no ramo inferior da malha de
realimentação (R – D2), portanto V0+ = -R/RVe = - Ve e V0+ = 0 p/ Ve ³ 0

Retificador de precisão de onda completa


O retificador de onda completa mostrado na figura abaixo fornece uma saída que é o módulo do sinal
de entrada. Este circuito é uma combinação de retificador de meia com um amplificador somador.
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Comparadores Shimitt Trigger

Este circuito, quando utilizado como comparador, é capaz de reduzir o número de saída erradas em
função dos ruídos de entrada. Seu funcionamento se dá pela seguinte maneira: dado um nível de tensão
na saída, +Vsat ou –Vsat (os valores das tensões de saturação máxima positiva e negativa do ampop,
respectivamente), este somente se altera quando a entrada assume valores superiores a VDS ou inferiores
a VDI, respectivamente, sendo VDS e VDI as tensões de limiar superior e inferior na entrada não
inversora do ampop, esta característica é chamada histerese. Deprende-se que caso a tensão de entrada
esteja com um valor entre VDS ou VDI, o circuito manterá a saída anterior.

Osciladores Dente de Serra


Sinais dente de serra são usados em muitas aplicações que envolvam varredura ou base de tempo como,
conversores analógicos-para-digitais, circuitos de varredura, geradores de varredura e muito mais. Para
esses circuitos, as configurações devem ser lineares, o que nem sempre ocorre quando usamos
configurações tradicionais.
Nas aplicações críticas que envolvem instrumentação, aquisição de dados ou geração de sinais de
precisão, essa forma de onda não pode ser aplicada. Necessita-se de um sinal dente de serra linear, onde
a subida da tensão deve ser feita linearmente.
O que ocorre no circuito comum dente de serra é que a corrente de carga no capacitor diminui à medida
que a tensão sobre o capacitor aumenta. Para que a tensão suba linearmente à medida que o capacitor se
carrega a solução mais simples consiste em se agregar um circuito que permita obter uma corrente
constante de carga no capacitor.

Ação proporcional
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A ação proporcional produz um sinal de saída que é proporcional à amplitude do erro e(t), sendo a
constante de proporcionalidade:
u(t) = Kp e(t)
Comparado com a ação liga-desliga, esse método possui a vantagem de eliminar as oscilações do sinal
de saída. Para tal, o sistema permanece sempre ligado e o sinal de saída é diferente de zero. Tendo em
vista que o sinal de saída é proporcional ao erro, um erro não-nulo (conhecido por erro de off-set) é
gerado. O valor do erro off-set é inversamente proporcional ao ganho e pode ser compensado
adicionando-se um termo ao valor de referência ou pelo controle integral. Um ganho proporcional muito
alto gera um alto sinal de saída, o que pode desestabilizar o sistema. Porém, se o ganho proporcional é
muito baixo, o sistema falha em aplicar a ação necessária para corrigir os distúrbios
Ação Integral

A ação integral produz um sinal de saída que é proporcional à magnitude e à duração do erro, ou seja,
ao erro acumulado. Isso fornece uma alternativa para corrigir o erro de off-set gerado pela ação
proporcional e acelera a resposta do sistema, permitindo-o chegar ao valor de referência mais
rapidamente. O sinal de saída do controlador PI pode ser descrito por :
u(t) = Ki Zt 0 e(t) dt
A ação integral corrige o valor da variável manipulada em intervalos regulares, chamado tempo integral.
Esse tempo integral é definido como o inverso do ganho integral. Se o ganho integral é baixo, o sistema
pode levar muito tempo para atingir o valor de referência. No entanto, se o ganho integral for muito alto,
o sistema pode tornar-se instável.
Ação Derivativa
A ação derivativa produz um sinal de saída que é proporcional à velocidade de variação do erro:

A ação derivativa fornece uma correção antecipada do erro, diminuindo o tempo de resposta e
melhorando a estabilidade do sistema. A ação derivativa atua em intervalos regulares, chamado tempo
derivativo. Esse parâmetro é inversamente proporcional à velocidade de variação da variável controlada.
Isso indica que a ação derivativa não deve ser utilizada em processos nos quais o sistema deve responder
rapidamente a uma perturbação, nem em processos que apresentem muito ruído no sinal de medido, pois
levaria o processo à instabilidade. Onde podemos ter combinações entre elas, para construção de
controladores, PI, PD, PID.
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DESENVOLVIMENTO – SEGUNTA ETAPA

CALCULO SOBRE A INFLUENCIA DAS CARACTERISTICAS DOS TRANSISTOR ESCOLHIDOS COMO CARGA
ATIVA EM UM AMPLIFICADOR DIFERENCIAL

CALCULOS PARA AD COM TRANSISTOR BJT


CALCULO PARA AD SEM CARGA ATIVA
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β dos transistores = 100.


• VCC1 = VCC2 = 12V.
• Re1 = Re2 = 22Ω.
• RC1 = RC2 = 1500Ω.
• RE = 1500Ω.
• VA (Tensão Early) = -150V

Considerando que VE1=VE2=0


Corrente de Entrada

Corrente de Emissor

Resistência Dinâmica da Junção Base-Emissor

Impedância de Entrada

Impedância de Saída

Ganho Diferencial de Tensão

Considerando que VE1=5mA ; VE2=0

Ganho de Modo Comum

RRMC (Razão de Rejeição de Modo Comum)


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Considerando que VE1=214,35mA ; VE2=0


Tensão de Saída

Variação Tensão de Saída

 E1 aumenta: S1 cai e S2 sobe na mesma proporção.


 E1 diminui: S1 sobe e S2 cai na mesma proporção.
 E2 aumenta: S2 cai e S1 sobe na mesma proporção.
 E2 diminui: S2 sobe e S1 cai na mesma proporção.
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CALCULO PARA AD COM CARGA ATIVA ATRAVES DE ESPELHO DE CORRENTE

 VA = - 150V,
 β = 100,
 VBE = 0,7V,
Considerando VE1=VE2=0.

Corrente de Entrada

Corrente de Emissor

Resistência dinâmica base-emissor

Impedância de Entrada

Impedância de Saída

Ganho Diferencial

Ganho De Modo Comum


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RRMC (Razão de Rejeição de Modo Comum)

CALCULOS PARA AD COM TRANSISTOR MOSFET


CALCULO PARA AD SEM CARGA ATIVA PARA PEQUENOS SINAIS

VTH = 2,5V ; k=117, 2 mA V²; IDMAX = 200mAdc

Corrente de Referencia

ID = 75,82mA

Tensão de Saída Modo Comum

Tensão Gate-Source


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Tensão de Dreno-Source

Impedância de Entrada

Impedância de Saída

Ganho Diferencial

Considerando E1=5,005V; E2=5V,

Resistor de Dreno
yOS = 10uS

Ganho em Modo Comum

Razão de Rejeição em Modo Comum

Considerando E1=5,400V; E2=5V,

Variação tensão de Saída

Impedância de Saída

Impedância de Entrada
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Ganho diferencial

Ganho de Modo Comum

Razão de Rejeição de Modo Comum

 Podemos utilizar qualquer transistor para construir a carga ativa?

Q3 Q4
Vcc
E1 Q1 Q2
E2
Re Re

Re
Vcc

Para responder esta pergunta, devemos analisar o circuito acima, onde os tipos de transistores usados
no espelho de corrente devem ser escolhidos a fim de respeitar o sentido das corrente do AD emprega
transistores NPN, então o espelho de corrente que constitui a carga ativa emprega transistores de
mesmo tipo (BJT) porém PNP. Então, não podemos usar qualquer transistor para constituir a carga
ativa, devemos usar transistores com a mesma tecnologia e com dopagem oposta aos utilizados na
parte AD do circuito.

 Podemos mesclar AD com BJT e carga ativa com MOSFET (ou vice-versa) em um
circuito?
Sim, uma vez que o BJT amplifique um sinal que consiga amplificar um sinal que tenha uma dada
tensão que controle o gate do MOSFET. E o mosfet gere uma corrente de base para o BJT respeitando
as características de cada componente, já que o mosfet e controlado por tensão e o BJT por corrente.

 Quais são as principais características que a carga ativa irá influenciar em um AD?
Corrente de entrada, corrente de referência, consecutivamente as tensões de entrada e saída, os ganhos
(Ad, Ac, RRMC), corrente de saída, variação de tensão de saída.
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1- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

https://www.embarcados.com.br/amplificador-operacional/

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/amplificadores-
operacionais/28396

http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/matematica-para-eletronica/4653-formulas-
paraamplificadores-operacionais-m251.html

http://fazeduca.com.br/amplificadores-operacionais/

http://eletronica.datapool.com.br/produtos/eletroeletronica/aop-106-amplificadores-
operacionais/