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Contabilidad y fiscalidad ADMINISTRACIÓN Y GESTIÓN

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ISBN 978-84-9003-792-8

9 788490 037928

Contabilidad y fiscalidad ADMINISTRACIÓN Y GESTIÓN


Eugenio Tamayo, Luis Escobar, Raúl López
Contabilidad y fiscalidad

Versión educativa de ContaPlus - . ADMINISTRACIÓN Y GESTIÓN


05/04/13 12:58
ÍNDICE
Pág.

UNIDAD 1: LOS PGC. REGISTRO DE OPERACIONES COMERCIALES .................. 5


ACTIVIDADES PÁG. 12............................................................................................ 5
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 28 ............................................................................ 5
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 29 ..................................................................... 10

UNIDAD 2: GASTOS E INGRESOS DE EXPLOTACIÓN Y FINANCIEROS .............. 21


ACTIVIDADES PÁG. 47.......................................................................................... 21
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 54 .......................................................................... 22
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 55 ..................................................................... 25

UNIDAD 3: REGISTROS CONTABLES DE TESORERÍA ......................................... 37


ACTIVIDADES PÁG. 73.......................................................................................... 37
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 82 .......................................................................... 40
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 83 ..................................................................... 44

UNIDAD 4: INMOVILIZADOS Y ACTIVOS FINANCIEROS ....................................... 60


ACTIVIDADES PÁG. 99.......................................................................................... 60
ACTIVIDADES PÁG. 110 ........................................................................................ 61
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 122 ........................................................................ 62
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 124 ................................................................... 69

UNIDAD 5: FINANCIACIÓN BÁSICA. FONDOS PROPIOS ...................................... 89


ACTIVIDADES PÁG. 133 ........................................................................................ 89
ACTIVIDADES PÁG. 144 ........................................................................................ 89
ACTIVIDADES PÁG. 149 ........................................................................................ 90
ACTIVIDADES PÁG. 155 ........................................................................................ 93
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 158 ........................................................................ 94
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 159 ................................................................... 98

UNIDAD 6: FINANCIACIÓN BÁSICA. FINANCIACIÓN AJENA .............................. 106


ACTIVIDADES PÁG. 174 ...................................................................................... 106
ACTIVIDADES PÁG. 187 ...................................................................................... 108
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 188 ...................................................................... 111
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 190 ................................................................. 119

UNIDAD 7: EL RESULTADO DEL EJERCICIO ....................................................... 127


ACTIVIDADES PÁG. 200 ...................................................................................... 127
ACTIVIDADES PÁG. 204 ...................................................................................... 128

2
ACTIVIDADES PÁG. 206 ...................................................................................... 131
ACTIVIDADES PÁG. 209 ...................................................................................... 133
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 210 ...................................................................... 134
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 211 ................................................................. 139

UNIDAD 8: ANÁLISIS DE LAS CUENTAS ANUALES ............................................ 148


ACTIVIDADES PÁG. 218 ...................................................................................... 148
ACTIVIDADES PÁG. 222 ...................................................................................... 149
ACTIVIDADES PÁG. 226 ...................................................................................... 151
ACTIVIDADES PÁG. 233 ...................................................................................... 153
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 234 ...................................................................... 154
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 235 ................................................................. 158

UNIDAD 9: APLICACIÓN INFORMATICA CONTABLE. CONTAPLUS .................. 169


ACTIVIDADES PÁG. 242 ...................................................................................... 169
ACTIVIDADES PÁG. 243 ...................................................................................... 169
ACTIVIDADES PÁG. 246 ...................................................................................... 170
ACTIVIDADES PÁG. 249 ...................................................................................... 172
ACTIVIDADES PÁG. 251 ...................................................................................... 173
ACTIVIDADES PÁG. 256 ...................................................................................... 174
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 257 ................................................................. 178

UNIDAD 10: LA AUDITORÍA DE CUENTAS ........................................................... 183


ACTIVIDADES PÁG. 265 ...................................................................................... 183
ACTIVIDADES PÁG. 267 ...................................................................................... 184
ACTIVIDADES PÁG. 274 ...................................................................................... 184
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 280 ...................................................................... 185
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 281 ................................................................. 190

UNIDAD 11: EL IMPUESTO SOBRE LA RENTA DE LAS PERSONAS FÍSICAS ... 191
ACTIVIDADES PÁG. 287 ...................................................................................... 191
ACTIVIDADES PÁG. 288 ...................................................................................... 191
ACTIVIDADES PÁG. 290 ...................................................................................... 191
ACTIVIDADES PÁG. 291 ...................................................................................... 192
ACTIVIDADES PÁG. 293 ...................................................................................... 192
ACTIVIDADES PÁG. 300 ...................................................................................... 194
ACTIVIDADES PÁG. 301 ...................................................................................... 195
ACTIVIDADES PÁG. 304 ...................................................................................... 196
ACTIVIDADES PÁG. 306 ...................................................................................... 197
ACTIVIDADES PÁG. 309 ...................................................................................... 198

3
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 310 ...................................................................... 198
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 311 ................................................................. 202

UNIDAD 12: EL IMPUESTO SOBRE SOCIEDADES ............................................... 205


ACTIVIDADES PÁG. 319 ...................................................................................... 205
ACTIVIDADES PÁG. 324 ...................................................................................... 206
ACTIVIDADES PÁG. 328 ...................................................................................... 207
ACTIVIDADES PÁG. 329 ...................................................................................... 207
ACTIVIDADES PÁG. 337 ...................................................................................... 208
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 338 ...................................................................... 213
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 339 ................................................................. 216

UNIDAD 13: IMPUESTOS LOCALES ...................................................................... 221


ACTIVIDADES PÁG. 351 ...................................................................................... 221
ACTIVIDADES PÁG. 353 ...................................................................................... 221
ACTIVIDADES PÁG. 355 ...................................................................................... 221
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 356 ...................................................................... 221
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 357 ................................................................. 226

4
UNIDAD 1: LOS PGC. REGISTRO DE OPERACIONES COMERCIALES

ACTIVIDADES PÁG. 12
1. Localiza las siguientes normas relevantes en el ámbito contable y explica qué
regulan:
• Real Decreto de 22 de agosto de 1885.
• Real Decreto Legislativo 1/2010, de 2 de julio.
• Ley 62/2003, de 30 de diciembre.
• Ley 16/2007, de 4 de Julio.
• El Real Decreto de 22 de agosto de 1885 aprueba el Código de Comercio.
• El Real Decreto Legislativo 1/2010, de 2 de julio, aprueba el Texto Refundido
de la Ley de Sociedades de Capital.
• La Ley 62/2003 de 30 de diciembre, contiene medidas fiscales, administrativas
y del orden social modificando diferentes normas en materia contable.
• La Ley 16/2007, de 4 de julio, reforma y adapta la legislación mercantil en
materia contable para su armonización internacional con base en la normativa
de la Unión Europea.

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 28


1. ¿Podría aplicar una pequeña empresa el PGC en lugar del PGC Pymes?
¿Podría aplicar una gran empresa el PGC Pymes en lugar del PGC?
Las pequeñas empresas que pueden aplicar el PGC de Pymes si pueden optar por
aplicar el PGC en lugar del PGC Pymes. En el supuesto de elegir el PGC, su
aplicación será de forma completa y deberá mantenerse de forma continuada,
como mínimo, durante tres ejercicios, a no ser que, con anterioridad al transcurso
de dicho plazo, la empresa pierda la facultad de aplicar el PGC de Pymes.
En cambio, una gran empresa no podrá aplicar el PGC Pymes ya que este Plan
sólo podrá ser de aplicación a las empresas que puedan formular balance, estado
de cambios en el patrimonio neto y memoria en modelos abreviados (véase
epígrafe 2.4) y no se encuentren excluidas de su ámbito de aplicación.

2. ¿Qué empresas deberán aplicar, en todo caso, el Plan General de


Contabilidad, y en ningún caso, el PGC Pymes?
En todo caso, deberán aplicar el PGC y no el PGC Pymes las empresas que se
encuentren en alguna de las siguientes circunstancias:
 Que hayan emitido valores admitidos a negociación en mercados regulados
o sistemas multilaterales de negociación, de cualquier Estado miembro de
la Unión Europea.
 Que formen parte de un grupo de sociedades que formule o debiera haber
formulado cuentas anuales consolidadas.
 Que su moneda funcional sea distinta del euro.
 Que se trate de entidades financieras que capten fondos del público y
asuman obligaciones respecto a los mismos y las entidades que asuman la
gestión de las anteriores.

5
3. ¿Cabe acogerse a los dos Planes Generales de Contabilidad aplicando partes
de cada uno de ellos?
Las empresas que puedan aplicar el PGC de Pymes deberán optar por uno de los
dos Planes Generales de Contabilidad. En el supuesto de elegir el PGC, su
aplicación será de forma completa y deberá mantenerse de forma continuada,
como mínimo, durante tres ejercicios, a no ser que, con anterioridad al transcurso
de dicho plazo, la empresa pierda la facultad de aplicar el PGC de Pymes.

4. ¿Qué son los criterios de valoración? ¿En qué parte del Plan se exponen?
Desarrolla tres criterios de valoración incluidos en el PGC.
Los criterios de valoración constituyen un proceso por el que se asigna un valor
monetario a cada uno de los elementos integrantes de las cuentas anuales, de
acuerdo con lo dispuesto en las normas de valoración relativas a cada uno de
ellos. Se incluyen en la primera parte de los Planes de Contabilidad. Ejemplos:
 Valor neto realizable. Importe que la empresa puede obtener por su
enajenación en el mercado, en el curso normal del negocio, deduciendo los
costes estimados necesarios para llevarla a cabo, así como, en el caso de las
materias primas y de los productos en curso, los costes estimados necesarios
para terminar su producción, construcción o fabricación.
 Valor actual. Importe de los flujos de efectivo a recibir o pagar en el curso
normal del negocio, según se trate de un activo o de un pasivo,
respectivamente, actualizados a un tipo de descuento adecuado.
 Valor en uso. El valor en uso de un activo o de una unidad generadora de
efectivo es el valor actual de los flujos de efectivo futuros esperados, a través
de su utilización en el curso normal del negocio y, en su caso, de su
enajenación u otra forma de disposición, teniendo en cuenta su estado actual y
actualizados a un tipo de interés de mercado sin riesgo, ajustado por los
riesgos específicos del activo.

5. ¿En qué partes del PGC se manifiesta de forma muy clara la flexibilidad con
la que se caracteriza el Plan Contable?
El cuadro de cuentas y las definiciones y relaciones contables no son obligatorias.
Contienen las distintas cuentas reunidas en grupos y subgrupos y su numeración
denominación no son obligatorias, Las definiciones muestran el contenido de las
distintas cuentas incorporando, además, las relaciones más habituales entre ellas.

6. Enumera las cinco partes en las que se estructura el Plan General de


Contabilidad.
 Principios contables.
 Cuadro de cuentas.
 Definiciones y relaciones contables.
 Cuentas anuales.
 Normas de valoración.

7. ¿Qué partes del PGC son de obligado cumplimiento por las empresas y
cuáles son de utilización facultativa?
La primera, cuarta y quinta parte del PGC, es decir los principios contables, las
cuentas anuales y las normas de valoración, siendo el cuadro de cuentas y las
definiciones y relaciones contables guía para la elaboración de las cuentas
anuales.

6
8. ¿Qué principios contables hacen referencia al tratamiento de los gastos y de
los ingresos? Desarrolla dos de estos principios.
Hacen referencia al tratamiento de los gastos y de los ingresos los siguientes
principios: Principio de prudencia, principio del devengo, principio de correlación de
Ingresos y Gastos y principio de no compensación.
Principio del devengo. La imputación de ingresos y gastos deber hacerse en
funcionen de la corriente real de bienes y servicios que los mismos representan y
con independencia del momento en que se produzca la corriente monetaria o
financiera derivada de ellos.
Principio de no compensación. Salvo que una norma disponga de forma expresa
lo contrario, no podrán compensarse las partidas de gastos e ingresos, y se
valorarán separadamente los elementos integrantes de las cuentas anuales.

9. ¿Qué principios contables hacen referencia al tratamiento de activos y


pasivos? Desarrolla dos de estos principios.
Hacen referencia al tratamiento de activos y pasivos los siguientes principios:
Principio del precio de adquisición y principio de no compensación.
Principio del precio de adquisición. Como norma general, todos los bienes y
derechos se contabilizarán por su precio de adquisición o coste de producción,
salvo cuando se autoricen, por disposición legal, rectificaciones al mismo.
Principio de no compensación. Salvo que una norma disponga de forma expresa
lo contrario, no podrán compensarse las partidas de gastos e ingresos, y se
valorarán separadamente los elementos integrantes de las cuentas anuales.

10. Describe, desde un punto de vista contable, el tratamiento que el Plan


General de Contabilidad realiza de los descuentos sobre compras.
En la norma de registro y valoración 10.ª del PGC y 12.ª del PGC de Pymes se
establece que el precio de adquisición incluye el importe facturado por el vendedor
después de deducir cualquier descuento, rebaja en el precio u otras partidas
similares
Los descuentos y similares que se concedan fuera de la factura se registrarán en
las cuentas creadas al efecto, al igual que sucede con las devoluciones de
compras.

11. ¿Qué impuestos no constituyen un mayor valor de la compra de mercancías?


No constituye un mayor valor de la compra de mercancías el IVA soportado
deducible.

12. ¿En qué casos se reducirá la base imponible del IVA en las operaciones de
compraventa?
La base imponible del IVA se reduce en el valor de los envases y embalajes
susceptibles de reutilización que hayan sido objeto de devolución, los descuentos y
bonificaciones otorgados con posterioridad al momento en que la operación se
haya realizado o cuando el precio se altere después del momento en que la
operación se haya efectuado.

7
13. En líneas generales, ¿en qué casos se abonan las cuentas de compras y
gastos? ¿Cuáles son las excepciones que conoces?
En general todas las cuentas del grupo 6 se abonarán, al cierre del ejercicio, con
cargo a la cuenta 129. Existen excepciones como las cuentas 606, 608 y 609.

14. ¿Qué cuentas de pasivo podrías incluir en el registro contable de una


operación de compraventa y en qué supuestos? ¿Sería una de ellas la cuenta
(407) Anticipos a proveedores?
En el registro contable de una operación de compraventa de mercancías se
pueden incluir cuentas de pasivo como la (400) Proveedores o (401) Proveedores,
efectos comerciales a pagar. La cuenta (407) Anticipos a proveedores es un
derecho, por tanto, un activo.

15. ¿Cuándo se utiliza el precio de adquisición y el coste de producción para la


valoración de existencias?
El precio de adquisición se utiliza cuando las mercancías entran a formar parte del
patrimonio de la empresa a través de operaciones de compraventa. El coste de
producción utiliza cuando las mercancías entran a formar parte del patrimonio de la
empresa a través de la elaboración de operaciones de fabricación o construcción
de las mismas por la propia empresa.

16. ¿Por qué los impuestos «recuperables» no forman parte del precio de
adquisición?
Como su nombre indica, en el caso de los impuestos recuperables, el empresario
recupera el pago correspondiente a la cuota del impuesto, por lo que aunque en el
momento de la compra supuso un desembolso de la cantidad, el impuesto no
forma parte de la contraprestación que origina la operación de compraventa.

17. ¿Qué conceptos se registran en la cuenta (709) Rappels sobre ventas?


Descuentos y similares que se basan en haber alcanzado un determinado volumen
de pedidos.

18. ¿Por qué es importante, contablemente, conocer si un descuento está o no


incluido en la factura de venta?
Ese es el criterio que utiliza la norma de registro y valoración 14 del PGC. Para
considerar el descuento como menor importe de la venta, y, por tanto, menor
importe de la cuenta 700 ventas de mercaderías, o para establecer la necesidad de
registrar los descuentos en las cuentas creadas al efecto.

19. ¿Disminuyen el importe de la cuenta (700) Ventas de mercaderías, los gastos


inherentes a las mismas?
Los gastos inherentes a las ventas, incluidos los transportes a cargo de la
empresa, se contabilizarán en las cuentas correspondientes del grupo 6, por lo
general, cuentas del subgrupo 62.

20. ¿Todos los descuentos incluidos en la factura de una venta de mercancías


disminuyen el importe de la cuenta (700)?
Así es, los descuentos y similares incluidos en factura se considerarán como
menor importe de la venta.

8
21. En relación con los intereses de aplazamiento, ¿cómo se valoran, con
carácter general, los ingresos procedentes de ventas y prestaciones de
servicios?
Los ingresos procedentes de ventas y prestaciones de servicios se valorarán, con
carácter general, por el precio acordado deducidos los intereses incorporados al
nominal de los créditos. No obstante, podrán incluirse los intereses incorporados a
los créditos comerciales con vencimiento no superior a un año que no tengan un
tipo de interés contractual, cuando el efecto de no actualizar los flujos de efectivo
no sea significativo.
La valoración posterior de los créditos por operaciones comerciales atenderá a su
coste amortizado por lo que los intereses devengados se contabilizarán en la
cuenta (762) Ingresos de créditos, aplicando el método del tipo de interés efectivo
e incorporándose a la cuenta de pérdidas y ganancias para determinar el resultado
financiero. (No obstante, los créditos con vencimiento no superior a un año que, se
valoren inicialmente por su valor nominal, continuarán valorándose por dicho
importe).

22. ¿Qué tipo de pérdidas se representan en la cuenta (490) Deterioro de valor de


créditos por operaciones comerciales?
El importe de las correcciones valorativas por deterioro de créditos incobrables,
con origen en operaciones de tráfico.

23. ¿Qué tipo de pérdidas se representan en la cuenta (4999) Provisión para


otras operaciones comerciales?
La cuenta (4999) Provisión para otras operaciones comerciales, cuenta de pasivo,
se utiliza como contrapartida de la cuenta (6959) Dotación a la provisión para otras
operaciones comerciales para la cobertura de gastos por devoluciones de ventas,
garantías de reparación, revisiones y otros conceptos análogos.

24. ¿Cuáles son las diferencias entre el registro contable del deterioro de valor
de los créditos por operaciones comerciales realizado a través de la
estimación global del riesgo de fallidos y el que se hace a través del sistema
individualizado de seguimiento de fallidos?
En el supuesto de la estimación global del riesgo de fallidos, cada año al final del
ejercicio se registrará el deterioro de valor por el importe que haya sido estimado.
A su vez, se registrará la reversión del deterioro de valor existente que se estimó el
año precedente. Durante cada ejercicio, cada vez que se estime riesgo en el cobro
de derechos de los subgrupos 43 y 44 o una pérdida definitiva se realizarán los
registros contables pertinentes. Por el contrario, en el sistema individualizado de
seguimiento de fallidos, el registro del deterioro de valor se efectuará en cada caso
que se estime riesgo en el cobro de derechos de los subgrupos 44 y 45 y se
registrará su reversión a medida que se vayan dando de baja los saldos de clientes
y deudores respecto a los que se efectuó tal corrección de valor o cuando
desaparezca el riesgo (es decir, los supuestos en que tales derechos se cobren o
definitivamente se consideren incobrables).

9
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 29
Registros contables de las operaciones comerciales

10
11
1.
DEBE 1 HABER
15.725,25 (60001) Compra de a (4009) Proveedores,
mercaderías A facturas
(1.205 x 13,05) pendientes de
recibir 19.027,55
3.302,30 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 15.725,25)

12
2.
DEBE 2 HABER
14.093,75 (60002) Compra de
mercaderías B a
(1.025 x 13,75) (570) Caja, € 600,00
1.025,00 (406) Envases y
embalajes a
devolver a
proveedores
(5.125 x 0,20) (400) Proveedores 17.693,69
3.174,94 (472) H.P. IVA
soportado
0,21 x (14.093,75 +
1.025,00)

3.
DEBE 3 HABER
19.027,55 (4009) Proveedores,
facturas
pendientes de a
recibir
(572) Bancos c/c 15.000,00
(400) Proveedores 4.027,55

4.
DEBE 4 HABER
726,00 (400) Proveedores (609) Rappels por
a
compras 600,00
(472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 600) 126,00

5.
DEBE 5 HABER
8.855,00 (60001) Compra de (401) Proveedores
mercaderías A efectos
(805 x 11,00)
a
comerciales a
pagar 10.714,55
1.859,55 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 8.855,00)

13
6.
DEBE 6 HABER
9.360,00 (60002) Compra de
mercaderías B a
(780 x 13,00) – 780 (572) Bancos c/c 3.000,00
720,00 (406) Envases y
embalajes a
devolver a
proveedores
(3.600 x 0,20) (401) Proveedores 9.196,80
2.116,80 (472) H.P. IVA
soportado
0,21 x (9.360,00 +
720,00)

7.
DEBE 7 HABER
13.027,55 (400) Proveedores a (572) Bancos c/c 11.986,95
(606) Descuentos sobre
compras por
pronto pago 500,00
(609) Rappels por
compras 360,00
(472) H.P. IVA
soportado
0,21 x (500 + 360) 180,60

8.
DEBE 8 HABER
1.652,89 (407) Anticipos a
proveedores a
(2.000 / 1,21) (572) Bancos c/c 2.000,00
347,11 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 1.652,89)

9.
DEBE 9 HABER
2.000,00 (572) Bancos c/c (70001) Venta de
a mercaderías A
(290 x 25,00) 7.250,00
6.772,50 (430) Clientes (477) H.P. IVA
repercutido
(0,21 x 7.250) 1.522,50

14
10.
DEBE 10 HABER
600,00 (570) Caja, € (70001) Venta de
a mercaderías A
(255 x 24,00) 6.120,00
6.805,20 (431) Clientes, (477) H.P. IVA
efectos repercutido
(0,21 x 6.120)
1.285,20
comerciales a
cobrar

11.
DEBE 11 HABER
6.409,50 (572) Bancos c/c a (430) Clientes 6.772,50
300,00 (706) Descuento
sobre ventas por
pronto pago
63,00 (477) H.P. IVA
repercutido
(0,21 x 300)

12.
DEBE 12 HABER
315,00 (709) Rappels sobre
a
ventas (430) Clientes 381,15
66,15 (477) H.P. IVA
repercutido
(0,21 x 315)

13.
DEBE 13 HABER
19.057,50 (4309) Clientes,
facturas
a (70002) Venta de
pendientes de mercaderías B
formalizar (750 x 21,00) 15.750,00
(477) H.P. IVA
repercutido
(0,21 x 15.750) 3.307,50

15
14.
DEBE 14 HABER
1.320,00 (70801) Devoluciones de
ventas y
operaciones a
similares
(mercaderías A)
(55 X 24,00) (572) Bancos c/c 1.597,20
277,20 (477) H.P. IVA
repercutido
(0,21 x 1.320,00)

15.
DEBE 15 HABER
450,00 (572) Bancos c/c (438) Anticipos de
a clientes
(450 / 1,21) 371,90
(477) H.P. IVA
repercutido
(0,21 x 371,90) 78,10

16.
DEBE 16 HABER
19.057,50 (430) Clientes (4309) Clientes, facturas
a pendientes de
formalizar 19.057,50

17.
DEBE 17 HABER
1.200,00 (572) Bancos c/c (431) Clientes, efectos
a comerciales a
cobrar 1.200,00

18.
DEBE 18 HABER
720,00 (570) Caja, € (70002) Venta
a mercaderías B
1.120 x (22,50 –
1,50) 23.520,00
27.739,20 (430) Clientes (477) H.P. IVA
repercutido
(0,21 x 23.520) 4.939,20

16
19.
DEBE 19 HABER
12.932,60 (572) Bancos c/c (70001) Venta
a mercaderías A
(395 x 28,00) 11.060,00
371,90 (430) Anticipos de (477) H.P. IVA
clientes repercutido
0,21 x (11.060 –
371,90) 2.244,50

20.
DEBE 20 HABER
8.415,00 (60001) Compra de
mercaderías A a
(748 x 11,25) (570) Caja, € 800,00
1.420,04 (472) H.P. IVA
soportado (407) Anticipos a
0,21 x (8.415,00 – proveedores 1.652,89
1.652,89)
(572) Bancos c/c 7.382,15

21.
DEBE 21.1 HABER
15.500,00 (490) Deterioro de (794) Reversión del
valor de deterioro de
créditos por a créditos por
operaciones operaciones
comerciales comerciales 15.500,00

DEBE 21.2 HABER


16.200,00 (694) Pérdidas por (490) Deterioro de valor
deterioro de de créditos por
créditos por a operaciones
operaciones comerciales
comerciales 16.200,00

17
22.
Mercaderías A
Método de valoración de existencias: FIFO

Fecha Procedencia Entradas Salidas Existencias


/ Destino
Cantidad Precio Valor Cantidad Precio Valor Cantidad Precio Valor

15/12/06 800 14,00 11.200,00

1.205 13,05 15.725,25 800 14,00 11.200,00


1.205 13,05 15.725,25
805 11,00 8 855,00 800 14,00 11.200,00
1.205 13,05 15.725,25
805 11,00 8.855,00
290 14,00 4.060,00 510 14,00 7.140,00
1.205 13,05 15.725,25
805 11,00 8.855,00
255 14,00 3.570,00 255 14,00 3.570,00
1.205 13,05 15.725,25
805 11,00 8.855,00
55 14,00 770,00 310 14,00 4.340,00
1.205 13,05 15.725,25
805 11,00 8.855,00

310 14,00 4.340,00 1.120 13,05 14.616,00


805 11,00 8.855,00
85 13,05 1.109,25

748 11,25 8.415,00 1.120 13,05 14.616,00


805 11,00 8.855,00
748 11,25 8.415,00

31/12/06 2.673 31.886,00


TOTAL

18
Mercaderías B
Método de valoración de existencias: FIFO

Fecha Procedencia/ Entradas Salidas Existencias


destino
Cantidad Precio Valor Cantidad Precio Valor Cantidad Precio Valor

15/12/06 Resumen de registros 250 13,20 3.300,00


anteriores
1.025 13,7514.093,75 250 13,20 3.300,00
1.025 13,75 14.093,75

780 12,00 9.360,00 250 13,20 3.300,00


1.025 13,75 14.093,75
780 12,00 9.360,00
250 13,20 3.300,00 525 13,75 7.218,75
500 13,75 6.875,00 780 12,00 9.360,00
525 13,7514.093,75 185 12,00 2.220,00
595 12,00 7.140,00

31/12/06 185 2.220,00


TOTAL

DEBE 22.1 HABER


24.276,00 (61001) Variación de
existencias de a
mercaderías A (30001) Mercaderías A 24.276,00

DEBE 22.2 HABER


31.886,00 (30001) Mercaderías A (60001) Variación de
a existencias de
mercaderías A 31.886,00

DEBE 22.3 HABER


6.138,00 (61002) Variación de
existencias de a
mercaderías B (30002) Mercaderías B 6.138,00

DEBE 22.4 HABER


2.220,00 (30002) Mercaderías B (61002) Variación de
a existencias de
mercaderías B 2.220,00

19
23. El valor de mercado estimado por la empresa es el siguiente:
Mercancías A: valor de realización 35.250,20 €, coste de ventas 2.630,65 €.
Mercancías B: valor de realización 2.570,45 €, coste de ventas 515,00 €.

Del Balance de la empresa se obtienen los saldos de las siguientes cuentas:


Provisión por depreciación de mercaderías A: 1.566,30 €.
Provisión por depreciación de mercaderías B: 412,15 €.

Mercaderías A:
Reversión deterioro del año anterior:

DEBE 23.1 HABER


1.566,30 (39001) Deterioro de (7931) Reversión del
valor de las deterioro de
a
mercaderías A mercaderías 1.566,30

Valor neto realizable = Valor de realización – Coste de ventas = 35.250,20 – 2.630,65 = 32.619,55 €
Deterioro de valor = Valor contable – Valor neto realizable = 31.886,00 – 32.619,55 = -733.,55 €
No existe deterioro ya que el valor neto realizable de la mercancía es superior al valor contable

Mercaderías B:
Reversión deterioro del año anterior:

DEBE 23.2 HABER


412,15 (39002) Deterioro de (7931) Reversión del
valor de las deterioro de
a
mercaderías B mercaderías 412,15

Valor neto realizable = Valor de realización – Coste de ventas = 2.570,45 – 515,00 = 2.055,45
Deterioro de valor = Valor contable – Valor neto realizable = 2.220,00 – 2.055,45 = 164,55.

DEBE 23.3 HABER


164,55 (6931) Pérdidas por (39002) Deterioro de
deterioro de valor de las
a
mercaderías mercaderías B 164,55

20
UNIDAD 2: GASTOS E INGRESOS DE EXPLOTACIÓN Y FINANCIEROS

ACTIVIDADES PÁG. 47
1. El ingreso correspondiente al mes que finaliza por el alquiler de dos locales
propiedad de la empresa asciende a 5.265,46 € (IVA 21% no incluido). La
retención a practicar es del 21%. El líquido será ingresado en la cuenta
corriente de la empresa el día 5 del mes siguiente.

DEBE x HABER
5.160,15 (440) Deudores Ingresos por
a
(752) arrendamientos 5.265,46
1.105,74 (473) H.P. retenciones H.P. IVA
y pagos a cuenta repercutido
(5.2645,46 x 0,21) (477) (5.265,46 x 0,21) 1.105,74

2. Con motivo del fomento a la actividad que desarrolla nuestra empresa por
parte la Administración de la Comunidad Autónoma donde se ubica nuestra
planta de producción, se publica en el Boletín Oficial correspondiente la
concesión de una subvención no reintegrable de 120.000 € para asegurar una
rentabilidad mínima durante los dos primeros años de desarrollo. El ingreso
de la cantidad en la cuenta de la empresa se produce al cabo de 2 meses.
Concesión de la subvención
DEBE x HABER
120.000,00 (4708) H.P. deudora por (740) Subvenciones,
subvenciones donaciones y
a
concedidas legados a la
explotación 120.000,00

Ingreso en cuenta
DEBE x HABER
120.000,00 (572) Bancos c/c (4708) H.P. deudora por
a subvenciones
concedidas 120.000,00

21
3. Debido a la interpretación errónea de una sentencia judicial, la empresa
registró la pérdida definitiva de un crédito de 12.375 € registrado
contablemente en la cuenta (542). Tras una consulta realizada a la asesoría
jurídica, la empresa decide rehabilitar el mencionado crédito. Realiza los
registros contables que efectuó la empresa en relación con esta situación.

Registro de la pérdida definitiva del crédito

DEBE x HABER
12.375,00 (667) Pérdidas de
créditos no a Créditos a corto
comerciales (542) plazo 12.375,00

Rehabilitación del crédito

DEBE x HABER
12.375,00 (542) Créditos a corto (778) Ingresos
a
plazo excepcionales 12.375,00

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 54


1. ¿Qué conceptos incluye la cuenta perteneciente a los gastos de personal
(649) Otros gastos sociales?
Gastos de naturaleza social realizados en cumplimiento de una disposición legal o
voluntariamente por la empresa (por ejemplo, subvenciones a economatos y
comedores, sostenimiento de escuelas e instituciones de formación profesional,
becas para estudio, primas por contratos de seguros sobre la vida, accidentes,
enfermedad, etc., excepto las cuotas de la Seguridad Social).
2. ¿A qué gastos se refiere la definición que el Plan General de Contabilidad
ofrece de la cuenta (631) Otros tributos?
Importe de los tributos exigibles de los que la empresa es contribuyente y no
tengan asiento especifico en otras cuentas de este subgrupo o en la cuenta 477.
(Se exceptúan igualmente los tributos que deban ser cargados en otras cuentas de
acuerdo con las definiciones de las mismas, como sucede, entre otros, con los
contabilizados en las cuentas 200, 202, 600/603 y en el subgrupo 62). Como
ejemplos se pueden citar el IBI y el IAE.
3. ¿En qué lugar de la cuenta de pérdidas y ganancias se debe incluir la cuenta
(636) Devoluciones de impuestos?
La cuenta 636 figurará, con signo positivo, integrando el resultado de explotación.
Aparece en el apartado 7 «Otros gastos de explotación, b) Tributos»
4. ¿En qué supuestos debe utilizarse la cuenta (740) Subvenciones, donaciones
y legados a la explotación del subgrupo 74 en lugar de las cuentas que
aparecen relativas a subvenciones recogidas en el subgrupo 13 del cuadro
de cuentas del PGC?

22
Estas cuentas registran subvenciones concedidas por las Administraciones
Públicas, empresas o particulares al objeto, por lo general, de asegurará a éstos
una rentabilidad mínima o compensar déficits de explotación. A diferencia de las
subvenciones recogidas en las correspondientes cuentas del subgrupo 13, las
subvenciones del subgrupo 74 son subvenciones concedidas por motivos
relacionados directamente con el resultado empresarial.
5. ¿En qué supuestos se utilizan las cuentas que integran el subgrupo 73,
Trabajos realizados para la empresa?
Estas cuentas recogen la contrapartida de los gastos realizados por la empresa
utilizando sus equipos y su personal para su inmovilizado, que se activan. También
se contabilizarán en este subgrupo los realizados, mediante encargo, por otras
empresas con finalidad de investigación y desarrollo, así como los que
correspondan para incluir determinados gastos en el activo.
6. ¿De qué forma las amortizaciones y los registros de las correcciones por
deterioro de valor se configuran como recurso de las empresas?
Los recursos necesarios para reponer los bienes se generan por la empresa, y se
retienen de su beneficio anual, que disminuirá su importe en la cuantía que se
amorticen los distintos elementos cada año o en la cifra en la que se determine el
deterioro de valor de los mismos quedando estos recursos asignados para afrontar
las nuevas adquisiciones. La cuota anual de amortización, es decir, la cantidad que
formará parte de estos fondos cada año, se determina mediante un cuadro de
amortización siguiendo las reglas de algunos de los sistemas en uso.
7. ¿Qué condiciones deben reunir los gastos e ingresos para tener la
consideración de gastos e ingresos excepcionales?
Deben ser pérdidas y gastos o beneficios e ingresos, de carácter excepcional y de
cuantía significativa que, atendiendo a su naturaleza, no deban ser contabilizados
en otras cuentas de los grupos 6, 7, 8 o 9.
8. Reproduce los ejemplos que el Plan General de Contabilidad establece en la
definición de las cuentas (678) Gastos excepcionales y (778) Ingresos
excepcionales.
 Gastos excepcionales: entre otros, los producidos por inundaciones, sanciones
y multas, incendios.
 Ingresos extraordinarios: entre otros, los procedentes de aquellos créditos que
en su día fueron amortizados por insolvencias firmes.
9. ¿Qué cuentas de pasivo se pueden encontrar en los registros contables de
las nóminas de los trabajadores de la empresa? ¿Qué conceptos
representan?
H.P. acreedor por retenciones practicadas: registra la obligación de ingreso de las
retenciones correspondientes a los rendimientos del trabajo en el I.R.P.F.
Organismos de la seguridad social acreedores: registra la obligación de ingreso de
la cuota correspondiente a l trabajador y la cuota correspondiente a la empresa.
Remuneraciones pendientes de pago: registra la deuda con los trabajadores por el
importe líquido que se deriva de su retribución por la prestación de servicios
laborales en la empresa.

23
10. ¿Qué relación tienen las provisiones con cuentas de gastos e ingresos?
La dotación de provisiones se realiza utilizando como contrapartida una cuenta de
gasto. El registro del exceso de la provisión se realiza utilizando como
contrapartida una cuenta de ingreso.
11. ¿Cómo se estructuran los gastos en la cuenta de pérdidas y ganancias?
La Cuenta de Pérdidas y Ganancias, contiene, por un lado, las cuentas de gastos e
ingresos que integran el resultado de explotación, y, por otro, las cuentas de gastos
e ingresos que integran el resultado financiero. La suma de ambos resultados
permite obtener el resultado antes de impuestos. Tras la incorporación del gasto
ocasionado por el impuesto sobre sociedades, se obtiene el resultado del ejercicio.
12. Señala tres subgrupos de gastos que se integran en los gastos de
explotación.
(62) Servicios exteriores
(64) Gastos de personal
(65) Otros gastos de gestión
13. ¿Qué cuentas del subgrupo 64 de gastos de personal aparecen, con carácter
general, en los registros contables de nóminas?
(640) Sueldos y salarios
(642) Seguridad Social a cargo de la empresa
14. ¿Qué cuentas de pasivo aparecen en los registros contables de las nóminas?
(4751) H.P. acreedora por retenciones practicadas
(476) Organismos de la Seguridad Social acreedores
(465) Remuneraciones pendientes de pago
15. ¿Con qué signos se incorporan las cuentas (631) y (636) en la cuenta de
pérdidas y ganancias?
La cuenta 631 Otros tributos se incorpora con signo negativo
La cuenta 636 Devolución de los impuestos se incorpora con signo positivo
16. ¿En qué cuenta de gasto se registra el IVA deducible?
No se registra en ninguna cuenta de gasto. El IVA deducible se registra en las
cuentas (472) H.P. IVA soportado y (477) H.P. IVA repercutido.
17. ¿En qué supuestos se utilizan las cuentas de pérdidas procedentes del
inmovilizado intangible, material las inversiones inmobiliarias?
Pérdidas producidas en la enajenación de estos elementos patrimoniales de in-
movilizado o por su baja del activo, como consecuencia de pérdidas irreversibles
de dichos activos.
18. ¿Qué ejemplos incluye el Plan para ilustrar supuestos en los que se ha de
utilizar la cuenta de gastos excepcionales?
A título indicativo se señalan los siguientes: los producidos por inundaciones,
sanciones y multas, incendios, etc.
19. ¿Qué conceptos recoge la cuenta otros gastos financieros en relación con
las primas de seguro?
Recoge las primas de seguros que cubren riesgos de naturaleza financiera (entre
otras, las que cubran el riesgo de insolvencia de créditos no comerciales y el riesgo
de tipo de cambio en moneda extranjera).

24
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 55
Registros contables de gastos e ingresos

25
26
1. Sueldo, retenciones a cuenta del Impuesto sobre la Renta de las Personas Físicas y
cotización a la Seguridad Social de los trabajadores:
DEBE 1 HABER
898,51 (640) Sueldos y (4751) H.P. acreedora por
salarios a retenciones
practicadas 44,93
(476) Organismos de la
Seguridad social
acreedores 63,85
(465) Remuneraciones
pendientes de
pago 789,73

27
Cuota de la Seguridad Social correspondiente a la empresa:

DEBE 2 HABER
156,22 (642) Seguridad Social (476) Organismos de la
a cargo de la a Seguridad Social
empresa acreedores 156,22

Pago de las deudas con la Administración de Hacienda y de la Seguridad Social:

DEBE 3 HABER
44,93 (4751) H.P. acreedora
por retenciones a
practicadas (572) Bancos c/c 265,00
220,07 (476) Organismos de la
seguridad social
acreedores

2.

DEBE 1.1 HABER


720,00 (544) Créditos a corto
a
plazo al personal (572) Bancos c/c 3.000,00
2.280,00 (254) Créditos a largo
plazo al personal

DEBE 1.2 HABER


350,00 (460) Anticipos de
a
remuneraciones (572) Bancos c/c 350,00

DEBE 2.1 HABER


1.346,25 (640) Sueldos y (4751) H.P. acreedora por
salarios a retenciones
practicadas 73,10
(476) Organismos de la
Seguridad social
acreedores 94,48
(544) Créditos a corto
plazo al personal 60,00
(465) Remuneraciones
pendientes de
pago 1.118,67

28
DEBE 2.2 HABER
191,96 (642) Seguridad Social (476) Organismos de la
a cargo de la a Seguridad Social
empresa acreedores 191,96

DEBE 2.3 HABER


1.346,25 (640) Sueldos y (4751) H.P. acreedora por
salarios a retenciones
practicadas 73,10
(476) Organismos de la
Seguridad social
acreedores 94,48
(460) Anticipos de
remuneraciones 350,00
(465) Remuneraciones
pendientes de
pago 828,67

DEBE 2.4 HABER


191,96 (642) Seguridad Social (476) Organismos de la
a cargo de la a Seguridad Social
empresa acreedores 191,96

DEBE 3 HABER
2.350,75 (465) Remuneraciones
pendientes de a
pago (572) Bancos c/c 2.350,75

DEBE 4 HABER
183,50 (649) Otros gastos
a
sociales (572) Bancos c/c 183,50

3.
DEBE 1 HABER
37.675,00 (600) Compra de
mercaderías a
(5.500 x 6,85) (570) Caja, € 1.200,00
7.911,75 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 37.675,00) (572) Bancos c/c 8.500,00
(401) Proveedores,
efectos
comerciales a
pagar 35.886,75

29
DEBE 2 HABER
231,65 (631) Otros tributos a (572) Bancos c/c 231,65

DEBE 3 HABER
1.421,39 (572) Bancos c/c (636) Devolución de
a
impuestos 1.421,39

DEBE 4 HABER
8.121,39 (640) Indemnizaciones a (572) Bancos c/c 8.121,39

DEBE 5 HABER
11.184,57 (641) Indemnizaciones (465) Remuneraciones
a pendientes de
pago 11.184,57

DEBE 6 HABER
31.417,50 (600) Compra de
mercaderías a
(4.425 x 7,10) (570) Caja, € 500,00
5.597,68 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 31.417,50) (400) Proveedores 37.515,18

DEBE 7 HABER
4.253,14 (643) Retribuciones a
largo plazo
mediante
a
sistemas de
aportación
definida. (572) Bancos c/c 4.253,14

DEBE 8 HABER
3.742,62 (649) Otros gastos
a
sociales (572) Bancos c/c 3.742,62

DEBE 9.1 HABER


5.362,22 (650) Pérdidas de
créditos
a
comerciales Clientes de
incobrables (436) dudoso cobro 5.362,22

30
DEBE 9.2 HABER
5.362,22 (490) Deterioro de (794) Reversión del
valor de créditos deterioro de
por operaciones a créditos por
comerciales operaciones
comerciales 5.362,22

DEBE 10 HABER
822,31 (572) Bancos c/c Ingresos por
a arrendamientos
(752) (995 / 1,21) 822,31
172,69 (473) H.P. retenciones H.P. IVA
y pagos a cuenta repercutido
(0,21 x 822,31) (477) (0,21 x 822,31) 172,69

DEBE 11.1 HABER


3.000,00 (650) Pérdidas de
créditos
a (446)
comerciales Deudores de
incobrables dudoso cobro 3.000,00

DEBE 11.2 HABER


3.000,00 (490) Deterioro de (796) Reversión del
valor de créditos deterioro de
por operaciones a créditos por
comerciales operaciones
comerciales 3.000,00

DEBE 12 HABER
19.116,77 (661) Intereses de
obligaciones y a
bonos
(15.102,25 / 0,79) (572) Bancos c/c 15.102,25
(4751) H.P. acreedor por
retenciones
practicadas
(19.116,77 x 0,21) 4.014,52

DEBE 13 HABER
372,08 (521) Deudas a corto
a
plazo (572) Bancos c/c 621,12
249,04 (662) Intereses de
deudas

31
DEBE 14 HABER
10.023,66 (667) Pérdidas de (543) Créditos a corto
créditos no plazo por
a
comerciales enajenación de
inmovilizado 10.023,66

DEBE 15 HABER
6.105,41 (678) Gastos
a
excepcionales (572) Bancos c/c 7.387,55
1.282,14 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 6.105,41)

DEBE 16 HABER
300,00 (678) Gastos
a
excepcionales (572) Bancos c/c 300,00

DEBE 17 HABER
4.000,00 (572) Bancos c/c (740) Subvenciones,
donaciones y
a
legados a la
explotación 4.000,00

DEBE 18 HABER
1.412,44 (572) Bancos c/c (755) Ingresos por
a servicios al
personal
(1.412,44 / 1,21) 1.167,31
(477) H.P. IVA
repercutido
(1.167,31 x 0,21) 245,13

4.

DEBE 1 HABER
475,00 (572) Bancos c/c (759) Ingresos por
a servicios diversos
(475,00 / 1,21) 392,56
(477) H.P. IVA
repercutido
(392,56 x 0,21) 82,44

32
DEBE 2 HABER
1.289,28 (572) Bancos c/c (761) Ingresos de
(1.632,00 x 0,79) valores
a
representativos de
deuda 1.632,00
342,72 (473) H.P. retenciones
y pagos a cuenta
(1.632,00 x 0,21)

DEBE 3 HABER
34,00 (572) Bancos c/c (762) Ingresos de
a
créditos 34,00

DEBE 4 HABER
5.362,22 (430) Clientes Ingresos
a
(778) excepcionales 5.362,22

DEBE 5 HABER
45.140,00 (600) Compra de
mercaderías a
(6.100 x 7,40) (570) Caja, € 900,00
9.479,40 (472) H.P. IVA (401) Proveedores
soportado efectos
(45.140 x 0,21) comerciales a
pagar 53.719,40

DEBE 6.1 HABER


6.112,00 (436) Clientes de
a
dudoso cobro (430) Clientes 6.112,00

DEBE 6.2 HABER


6.112,00 (694) Pérdidas por (490)
deterioro de Deterioro de valor
créditos por a de créditos por
operaciones operaciones
comerciales comerciales 6.112,00

DEBE 7 HABER
4.000,00 (572) Bancos c/c (700) Venta de
a mercaderías
(800,00 x 12,50) 10.000,00
8.100,00 (430) Clientes (477) H.P. IVA
repercutido
(10.000 x 0,21) 2.100,00

33
DEBE 8 HABER
1.200,00 (570) Caja, € (7001) Venta de mercad.
a A
(1.200,00 x 11,85) 14.220,00
16.006,20 (431) Clientes efectos (477) H.P. IVA
comerciales a repercutido
cobrar (14.220,00 x 0,21) 2.986,20

DEBE 9 HABER
9.331,52 (572) Bancos c/c Venta de
a mercaderías
(700) (712,00 x 12,10) 8.712,00
1.000,00 (438) Anticipos de H.P. IVA
clientes repercutido
(477) (8.712 – 1.000 x 0,21) 1.619,52

DEBE 10.1 HABER


13.621,50 (640) Sueldos y (4751) H.P. acreedora
salarios a por retenciones
practicadas 887,24
(476) Organismos de la
Seguridad Social
acreedores 982,56
(465) Remuneraciones
pendientes de
pago 11.751,70

DEBE 10.2 HABER


2.005,17 (642) Seguridad Social (476) Organismos de la
a cargo de la a Seguridad Social
empresa acreedores 2.005,17

DEBE 11 HABER
17,84 (572) Bancos c/c (769) Otros ingresos
(22,58 x 0,79) a financieros
(17,84 / 0,79) 22,58
4,74 (473) H.P. retenciones
y pagos a cuenta
(22,58 x 0,21)

34
DEBE 12 HABER
1.202,48 (649) Arrendamientos y (410) Acreedores por
cánones a prestación de
(1.455 / 1,21) servicios 1.202,48
252,52 (472) H.P. IVA (4751) H.P. acreedor por
soportado retenciones
(1.202,48 x 0,21) practicadas
(1.202,48 x 0,21) 252,52

DEBE 13.1 HABER


11.751,70 (465) Remuneraciones
pendientes de a
pago (572) Bancos c/c 11.751,70

DEBE 13.2 HABER


2.987,73 (476) Organismos de
la Seguridad
a
social
acreedores (572) Bancos c/c 2.987,73

DEBE 13.3 HABER


887,24 (4751) H.P. acreedor
por retenciones a
practicadas (572) Bancos c/c 887,24

DEBE 14.1 HABER


15.000,00 (6959) Dotación a la
provisión para Provisión para
otras a (4999) otras
operaciones operaciones
comerciales comerciales 15.000,00

DEBE 14.2 HABER


11.400,00 (4999) Provisión para (79549) Exceso de
otras provisión para
operaciones a otras
comerciales operaciones
comerciales 11.400,00

35
DEBE 15 HABER
18.145,00 (681) Amortización del (281) Amortización
Inmovilizado acumulada del
a
material inmovilizado
material 18.145,00

DEBE 16.1 HABER


49.732,12 (610) Variación de
existencias de a
mercaderías (300) Mercaderías 49.732,12

DEBE 16.2 HABER


62.133,40 (300) Mercaderías (610) Variación de
a existencias de
mercaderías 62.133,40

DEBE 17 HABER
10.227,21 (4709) H.P. deudora por
devolución de a (636) Devolución de
impuestos impuestos 10.227,21

36
UNIDAD 3: REGISTROS CONTABLES DE TESORERÍA

ACTIVIDADES PÁG. 73
1. Gestión de cobro
• La empresa vende una partida de 3616 unidades de mercancías A a 1,25 €/u
(IVA 21 % no incluido), cobrando mediante transferencia bancaria la cantidad de 3
000 € y girando una letra de cambio por la cantidad restante con vencimiento 60
días fecha (factura n.º 1 122).
• La letra de la operación anterior se lleva a la entidad bancaria que opera con la
empresa para hacerse cargo de las gestiones de cobro.
• Llegado el vencimiento de la letra, la entidad bancaria cobra su importe. Se carga
en la cuenta de la empresa una comisión del 0,65 % del nominal de la letra por su
gestión. Tipo de IVA aplicable a la operación: 21 %.
DEBE x HABER
3.000,00 (572) Bancos c/c (700) Venta de
a mercaderías
(3.616 x 1,25) 4.520,00
2469,20 (4310) Efectos (477) H.P. IVA
comerciales en repercutido
cartera (0,21 x 4.520) 949,20

DEBE x HABER
2.243,20 (4312) Efectos (4310) Efectos
comerciales en a comerciales en
gestión de cobro cartera 2.243,20

Cobro al vencimiento
DEBE x HABER
2.226,29 (572) Bancos c/c (4312) Efectos
a comerciales en
gestión de cobro 2.243,93
14,58 (626) Servicios
bancarios y
similares
3,06 (472) H.P. IVA
soportado

2. Descuento de letras
• La empresa vende una nueva partida de 250 unidades de mercancías b a 2,49
€/u (IVA 21 % incluido), girando una letra de cambio con vencimiento a 90 días
fecha (factura n.º 1 146).
• Cinco días después, se procede al descuento de las letras giradas en la
operación anterior. La entidad bancaria nos descuenta 11,39 €, aplicando un tipo
de descuento del 7,75 %. La entidad nos cobra una comisión del 3 ‰ sobre el
nominal (cuantía mínima 1,20 €) y 0,65 por gastos de correos.

37
• Llegado el vencimiento de las letras descontadas, la entidad bancaria cobra su
importe.

DEBE x HABER
622,50 (4310) Efectos (700) Venta de
comerciales en a mercaderías
cartera (250 x 2,49) / 1,21 514,46
(477) H.P. IVA
repercutido
(0,21x 514,46) 108,04

Descuento de la letra

DEBE x HABER
608,59 (572) Bancos c/c (5208) Deudas por
a efectos
descontados 622,50
11,39 (665) Intereses por
descuento de
efectos
2,52 (626) Servicios
bancarios y
similares
(622,50 x 3‰) +
0,65

DEBE x HABER
622,50 (4311) Efectos (4310) Efectos
comerciales a comerciales en
descontados cartera 622,50

Cobro al vencimiento
DEBE x HABER
622,50 (5208) Deudas por (4311) Efectos
efectos a comerciales
descontados descontados 622,50

3. Sustitución de letra
• El librado no paga a su vencimiento la letra descontada anterior. La entidad
bancaria nos carga los gastos ocasionados por el impago de la letra, que
ascienden a 32,10 ¤.
• Se negocia con el cliente el giro de una nueva letra que recoja su deuda
estableciéndose un nuevo aplazamiento a un mes e incrementándose su importe

38
en la cuantía de los gastos ocasionados y 18 ¤ en concepto de intereses por el
aplazamiento.

DEBE x HABER
622,50 (5208) Deudas por
efectos a
descontados (572) Bancos c/c 654,60
32,10 (626) Servicios
bancarios y
similares

DEBE x HABER
622,50 (4315) Efectos Efectos
comerciales a comerciales
impagados (4311) descontados 622,50

Renovación de la letra
DEBE x HABER
672,60 (4310) Clientes, efectos Efectos
comerciales en a (4315) comerciales
cartera impagados 622,50
Otros ingresos
(769) financieros 32,10
Ingresos por
(759) servicios diversos 18,00

4. Endoso
• Se adquiere de DRASEM, S.A. una remesa de mercancías C, compuesta por 2
250 unidades a 4,20 €/u (IVA 21 % incluido). En la factura de compra se especifica
la siguiente forma de pago: 500 € en efectivo, se endosa una letra aceptada por un
cliente, con un nominal de 2 000 €, y el resto mediante transferencia bancaria.

DEBE x HABER
7.809,92 (60003) Compra de
mercaderías C a
(2.250 x 4,20) / 1,21 (570) Caja, € 500,00
1.640,08 (472) H.P. IVA (4008) Deudas por
soportado efectos
(0,21x7.809,92) endosados (*) 2.000,00
(572) Bancos c/c 6.950,00

DEBE x HABER
2.243,20 (4313) Efectos (4311) Efectos
comerciales a comerciales en
endosados (*) cartera 2.243,20

39
(*) Las cuentas en cursiva no aparecen en el cuadro de cuentas de los Planes de
Contabilidad pero siguen los criterios de responsabilidad que establece la Ley
Cambiaria y del Cheque registrándose una deuda al igual que los planes de
Contabilidad reconocen para los supuestos de descuento de letras.

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 82


1. Distingue el uso de las cuentas (570) Caja, € y (572) Bancos c/c.
(570) Caja, € se cargará a la entrada de los medios líquidos, es decir, dinero en
efectivo, y se abonarán a su salida.
(572) Bancos c/c se cargará por entregas de efectivo y por las transferencias en
cuentas corrientes a la vista y de ahorro de disponibilidad inmediata en bancos e
instituciones de crédito, y se abonarán por la disposición total o parcial del saldo,
2. ¿Puede tener saldo acreedor la cuenta (572) Bancos c/c?
En los supuestos en los que los bancos e instituciones de crédito realizan cargos
en una cuenta sin saldo.
3. ¿En qué cuentas se registran los pagos efectuados con tarjetas?
En la cuenta (572) Bancos c/c.
4. ¿Cómo se determina la comisión en una transferencia bancaria?
Aplicando un porcentaje sobre la cantidad transferida. También se establece una
cantidad fija en concepto de comisión mínima
5. ¿Sobre qué concepto se aplica la retención en la liquidación de una cuenta
corriente?
Sobre los intereses a favor del titular de la cuenta corriente.
6. ¿Qué elementos patrimoniales representan las cuentas Bancos e
instituciones de crédito?
Saldos a favor de la empresa, en cuentas corrientes a la vista y de ahorro
disponibilidad inmediata en Bancos e Instituciones de Crédito, entendiendo por
tales Cajas de Ahorras, Cajas Rurales y Cooperativas de Crédito para los saldos
situados en España y entidades análogas si se trata de saldos situados en el
extranjero. Se excluirán de contabilizar en este subgrupo los saldos en los Bancos
e Instituciones citadas cuando no sean de disponibilidad inmediata, También se
excluirán los saldos de disposición inmediata si no estuvieran en poder de Banco o
de las instituciones referidas.

40
7. ¿Qué es una cuenta corriente a la vista?
Una cuenta corriente es un producto de pasivo que los particulares y empresas
utilizan para ingresar cobros y atender pagos. Su contratación lleva aparejada la
entrega de un talonario de cheques a su titular.
El cliente deposita cantidades en la entidad bancaria sin restricciones a su
disponibilidad, es decir pueden ser retirados libremente (a la vista), por lo que la
entidad bancaria deberá tener los fondos a disposición del cliente y atender sus
órdenes de pago. Además, al tratarse de un producto de pasivo, las cantidades
ingresadas en la cuenta corriente devengarán intereses a favor de sus titulares,
aplicándose el tipo de interés pactado previamente.
8. ¿Para qué sirven los recibos?
Los recibos son documentos acreditativos de la entrega de una determinada
cantidad de dinero. El vendedor, al recibir el importe del precio, entregará un
recibo al comprador, detallando los elementos básicos relativos al pago efectuado.
9. ¿Qué es un cheque?
Un cheque es un medio de pago que sustituye al dinero. El cheque es un
documento que contiene una orden de pago de una cantidad determinada de
dinero dirigida a un banco o entidad de depósito donde el emisor del título tiene
fondos disponibles.
10. ¿En qué consiste una transferencia bancaria?
Es la orden de un cliente a su entidad bancaria para que traslade una cantidad
determinada de los fondos de su cuenta a otra cuenta de la misma o de distinta
entidad. La operación conlleva una comisión a cargo del ordenante de un
porcentaje sobre la cantidad transferida. También se establece una cantidad fija en
concepto de comisión mínima.
11. ¿Qué es una letra de cambio?
La letra de cambio es un título por el que un emisor ordena a una persona pagar a
otra una cantidad cierta de dinero en el momento de su vencimiento.
Una vez inscrita la obligación de pago en el título, adquiere autonomía respecto de
la obligación derivada de la operación de compraventa.
12. ¿Qué cuentas del PGC relacionadas con efectos mercantiles se han de
utilizar en los supuestos de venta de inmovilizado?
En estos supuestos, no existen cuentas específicas en el P.G.C., que representen
derechos de cobro formalizados en este tipo de documentos por lo que, atendiendo
a las cuentas del cuadro de cuentas del plan, se deberán utilizar las cuentas
genéricas representativas de derechos de cobro y obligaciones de pago que se
utilizan para este tipo de operaciones (Créditos a largo y a corto plazo por
enajenación de inmovilizado). Por otra parte es preciso recordar que las empresas
pueden adaptar sus cuentas atendiendo a sus necesidades.
13. ¿Qué requisito se ha de realizar necesariamente para reclamar el pago al
librado en la fecha de vencimiento de una letra de cambio? ¿Con qué fin?
Para reclamar el pago al librado, es necesario presentarle la letra al vencimiento, a
fin de que conozca quién es el acreedor.
14. ¿Qué es el protesto notarial?
El protesto notarial es un acta notarial que da fe del impago de la letra presentada
al pago en tiempo y forma, conforme a los establecido en la Ley Cambiaria y del
Cheque.

41
15. ¿Qué implica contratar los servicios de gestión de cobro de letras de
cambio?
El cobro de las letras de cambio se puede gestionar por las entidades bancarias a
cambio de una comisión por sus servicios que registraremos en la cuenta de gasto
(664) servicios bancarios y similares.
16. ¿Qué es el endoso de letras de cambio?
Es el modo habitual de circulación de la letra, salvo el caso en el que un endosante
incluya una «cláusula de prohibición de endoso», o lo haga el propio librador
utilizando la expresión «no a la orden» u otra equivalente. Podemos endosar una
letra de cambio para saldar deudas que tenga la empresa.
17. ¿En qué consiste una operación de descuento de letras?
La persona o entidad que tenga una letra no tiene por qué esperar a su
vencimiento para obtener su importe, ya que puede descontar la letra en una
entidad bancaria. Mediante el descuento de letras, una entidad bancaria las
adquiere del tenedor, abonándole en ese momento el importe pactado, que será
inferior al fijado en el título (intereses de descuento). A su vencimiento, la entidad
bancaria cobrará el importe total de la letra. La diferencia entre lo pagado y lo
cobrado por la entidad será el interés, que obtiene como ganancia por sufrir la
espera del pago.
18. ¿Por qué el tenedor de la letra debe registrar en su contabilidad una deuda
por el nominal de los efectos descontados hasta su vencimiento?
El tenedor que descuenta las letras registrará en su contabilidad una deuda por el
nominal de los efectos descontados hasta su vencimiento para responder ante la
entidad bancaria en caso de impago. Si se produce el pago de la letra a su
vencimiento, esta deuda desaparecerá.
19. ¿Cuál es la moneda de presentación de las cuentas anuales?
La moneda de presentación es la moneda en que se formulan las cuentas anuales,
es decir, el euro.
Excepcionalmente, cuando la moneda o monedas funcionales de una empresa
española (es decir, moneda del entorno económico principal en el que opera la
empresa) sean distintas del euro, se aplicarán criterios establecidos sobre
“Conversión de estados financieros en moneda funcional distinta de la moneda de
presentación” para determinar los importes resultantes de su conversión al euro.
Las diferencias de conversión se registrarán directamente en el patrimonio neto.
20. ¿Qué se entiende por moneda funcional?
La moneda funcional es la moneda del entorno económico principal en el que
opera la empresa. Se presumirá, salvo prueba en contrario, que la moneda
funcional de las empresas domiciliadas en España es el euro.
21. ¿Qué son las transacciones en moneda extranjera?
Una transacción en moneda extranjera es aquélla cuyo importe se denomina o
exige su liquidación en una moneda distinta de la funcional.
22. ¿Cómo se convierten a moneda funcional las transacciones en moneda
extranjera en la fecha en la que se produce la transacción?
Toda transacción en moneda extranjera se convertirá a moneda funcional
(generalmente euros), mediante la aplicación del tipo de cambio de contado, entre
ambas monedas, en la fecha de la transacción (es decir, cuando se cumplan los
requisitos para su reconocimiento).

42
23. ¿Existe alguna diferencia en la valoración inicial de transacciones en moneda
extranjera, en operaciones con partidas monetarias y partidas no
monetarias?
No. Las diferencias en los registros contables que tienen lugar en los supuestos de
transacciones en moneda extranjera en operaciones con partidas monetarias y
partidas no monetarias se producen en su valoración posterior y no en su
valoración inicial.
24. ¿De qué forma se reconocen en la contabilidad de una empresa elementos
valorados en moneda extranjera?
En el cuadro de cuentas de los Planes contables se recgen subcuentas que
advierten de los créditos y deudas valorados en moneda extranjera, siendo
necesario recordar que las empresas pueden utilizar denominaciones distintas a
las que contienen los Planes de Contabilidad atendiendo a sus necesidades.
25. Relaciona algunas cuentas o subcuentas relacionadas con operaciones
realizadas en moneda extranjera.
Derechos de cobro u obligaciones de pago en moneda extranjera:
 Proveedores (moneda extranjera) (4004).
 Acreedores por prestación de servicios (moneda extranjera) (4104)
 Clientes (moneda extranjera) (4304)
 Deudores (moneda extranjera) (4404)
Cuentas de TESORERÍA que hacen referencia a monedas distintas al euro:
 Caja, moneda extranjera (571)
 Bancos e Instituciones de crédito c/c, vista, moneda extranjera (573)
 Bancos e Instituciones de crédito, cuentas de ahorro, moneda extranjera
(575)
26. ¿En qué cuentas se recogen las pérdidas o beneficios que se originan por las
diferencias de valor que se producen en derechos de cobro u obligaciones
de pago en moneda extranjera con motivo de alteraciones en los tipos de
cambio?
Las pérdidas o beneficios que se originan por las diferencias de valor que se
producen en derechos de cobro u obligaciones de pago en moneda extranjera con
motivo de alteraciones en los tipos de cambio se registran en las siguientes
cuentas:
 Diferencias negativas de cambio (668)
 Diferencias positivas de cambio (768)

43
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 83
Registros contables relativos a los instrumentos de cobro y pago.
Operaciones en divisas.

44
45
DEBE 04/01 1 HABER
1.200,00 (572) Bancos c/c (4310) Efectos
a comerciales en
cartera 1.200,00

46
DEBE 12/01 2 HABER
6.324,00 (60001) Compra de
mercaderías A a
(4.216 x 1,50) (572) Bancos c/c 3.000,00
1.328,04 (472) H.P. IVA (401) Proveedores
soportado efectos
(0,21 x 6.324,00) comerciales a
pagar 4.652,04

DEBE 12/02 3.1 HABER


2.167,92 (401) Proveedores (572) Bancos c/c 2.167,92
efectos
a
comerciales a
pagar

DEBE 12/04 3.2 HABER


2.167,92 (401) Proveedores (572) Bancos c/c 2.167,92
efectos
a
comerciales a
pagar

DEBE 19/02 4 HABER


1.500,00 (570) Caja (70001) Venta
a mercaderías A
(1.700 x 3,65) 6.205,00
6.008,05 (4310) Efectos (477) H.P. IVA
comerciales en repercutido
cartera (0,21 x 6,205) 1.303,05

DEBE 5 HABER
5.697,80 (4312) Efectos (4310) Efectos
comerciales en a comerciales en
gestión de cobro cartera 5.697,80

DEBE 21/03 6 HABER


1.985,48 (572) Bancos (4312) Efectos
a comerciales en
gestión de cobro 2.000,00
12,00 (626) Servicios
bancarios y
similares
(0,60 x 2.000)
2,52 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 12)

47
DEBE 21/02 7 HABER
3.246,38 (572) Bancos c/c (70002) Venta
a mercaderías B
(1.103 x 4,27) 4.709,81
2.452,49 (4310) Efectos (477) H.P. IVA
comerciales en repercutido
cartera (0,21 x 4.709,81) 989,06

DEBE 8.1 HABER


2.202,31 (572) Bancos c/c (5208) Deudas por
a efectos
descontados 2.217,00
7,39 (665) Intereses por
descuento de
efectos
7,30 (626) Servicios
bancarios y
similares
(2.217 x 3 ‰) + 0,65

DEBE 8.2 HABER


2.217,00 (4311) Efectos (4310) Efectos
comerciales a comerciales en
descontados cartera 2.217,00

DEBE 13/03 9 HABER


2.217,00 (5208) Deudas por (4311) Efectos
efectos a comerciales
descontados descontados 2.217,00

DEBE 10.1 HABER


9.693,75 (60003) Compra de
mercaderías C a
(4.125 x 2,35) (570) Caja, € 600,00
2.035,69 (472) H.P. IVA (4008) Deudas por
soportado efectos
(0,21 x 9.693,75) endosados (*) 1.200,00
(572) Bancos c/c 9.929,44

48
DEBE 10.2 HABER
1.200,00 (4313) Efectos (4310) Efectos
comerciales a comerciales en
endosados(*) cartera 1.200,00

(*) Las cuentas en cursiva no aparecen en el cuadro de cuentas de los Planes de


Contabilidad pero siguen los criterios de responsabilidad que establece la Ley
Cambiaria y del Cheque, registrándose una deuda al igual que los planes de
Contabilidad reconocen para los supuestos de descuento de letras.

DEBE 23/02 11 HABER


5.167,00 (572) Bancos c/c (70001) Venta
a mercaderías A
(2.000 x 3,55) 7.100,00
3.424,00 (4310) Efectos (477) H.P. IVA
comerciales en repercutido
cartera (0,21 x 7.100) 1.491,00

DEBE 26/02 12.1 HABER


3.375,13 (572) Bancos c/c (5208) Deudas por
a efectos
descontados 3.424,00
37,95 (664) Intereses por
descuento de
efectos
(3.424 x 0,07 x 57 /
360)
10,92 (626) Servicios
bancarios y
similares
(3.424 x 3 ‰) +
0,65

DEBE 26/02 12.2 HABER


3.424,00 (4311) Efectos (4310) Efectos
comerciales a comerciales en
descontados cartera 3.424,00

49
DEBE 22/04 13.1 HABER
3.424,00 (5208) Deudas por
efectos a
descontados (572) Bancos c/c 3.476,15
52,15 (626) Servicios
bancarios y
similares

DEBE 22/04 13.2 HABER


3.424,00 (4315) Efectos (4311) Efectos
comerciales a comerciales
impagados descontados 3.424,00

DEBE 14 HABER
3.496,15 (4310) Efectos (4315) Efectos
comerciales en a comerciales
cartera impagados 3.424,00
(769) Otros ingresos
financieros 20,00
(759) Ingresos por
servicios diversos 52,15

DEBE 27/02 15 HABER


7.200,00 (570) Bancos c/c (70001) Venta
a mercaderías A
(2.300 x 3,72) 8.556,00
3.152,76 (4310) Efectos (477) H.P. IVA
comerciales en repercutido
cartera (0,21 x 8.556) 1.796,76

DEBE 03/03 16 HABER


3.539,25 (4310) Efectos (70002) Venta de merc. B
comerciales en a (650 x 4,50)
cartera 2.925,00
(477) H.P. IVA
repercutido
(0,21 x 2.925) 614,21

DEBE 17 HABER
6.692,01 (4312) Efectos (4310) Efectos
comerciales en a comerciales en
gestión de cobro cartera 6.692,01

50
DEBE 27/04 18.1 HABER
3.129,87 (572) Bancos (4312) Efectos
a comerciales en
gestión de cobro 3.172,56
18,92 (626) Servicios
bancarios y
similares
(0,60% de 3.172,56)
3,97 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 18,92)

DEBE 03/06 18.2 3-06 HABER


3.539,25 (4315) Efectos (4312) Efectos
comerciales a comerciales en
impagados gestión de cobro 3.539,25

DEBE 03/06 18.3 HABER


21,24 (626) Servicios
bancarios y a
similares
(0,60% de 3.539,25) (572) Bancos c/c 25,70
4,46 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 21,24)

DEBE 19 HABER
3.539,25 (650) Pérdidas de (4315) Efectos
créditos comerciales
a 3.539,25
comerciales impagados
incobrables

DEBE 25/04 20 HABER


10.202,48 (216) Mobiliario a
(12.345 / 1,21) (572) Bancos c/c 3.000,00
2.142,52 (472) H.P. IVA (525) Efectos a pagar a
soportado corto plazo
(0,21 x 10.202,48) (6.000,00 + 3.345,00 /
2) 7.672,50
(175) Efectos a pagar a
largo plazo 1.672,50

DEBE 08/06 21.1 HABER


6.000,00 (525) Efectos a pagar
a
a corto plazo (572) Bancos c/c 6.000,00

51
DEBE 25/10 21.2 HABER
1.672,50 (525) Efectos a pagar
a
a corto plazo (572) Bancos c/c 1.672,50

DEBE 20/04 22 HABER


3.978,95 (572) Bancos c/c (4312) Efectos
a comerciales en
gestión de cobro 4.008,05
24,05 (626) Servicios
bancarios y
similares
(0,60 % x 4.008,05)
5,05 (472) H.P. IVA
soportado
(0,21 x 24,05)

DEBE 22/05 23 HABER


3.496,15 (572) Bancos c/c (4310) Efectos
a comerciales en
cartera 3.496,15

AÑO 2009

DEBE 1 HABER
40.000,00 (5731) Bancos c/c,
moneda a
extranjera, $ (572) Bancos c/c 40.120,00
120,00 (626) Servicios
bancarios y
similares
(3 ‰ s. 40.000)

Cantidad ingresada en dólares: 40.000 / 0,85 = 47.058,82 $

52
DEBE 25/03 2 HABER
14.181,57 (6001) Compra de (5731) Bancos c/c,
mercaderías A a moneda
(1.612 x 10,35 x extranjera, $
0,85) (7.058,82 x 0,85) 6.000,00
(400411) Proveedores (I),
moneda
extranjera, $
(9.625,38 x 0,85) 8.181,57

Importe de la compra en dólares: 1.612 x 10,35 = 16.684,20 $

DEBE 02/05 3 HABER


3.763,50 (5732) Bancos c/c,
moneda
extranjera, FS a (70001) Venta de
25% (23.160,00 x mercad. A
0,65) (23.160,00 x 0,65) 15.054,00
11.290,50 (43042) Clientes,
moneda
extranjera (S),
FS
75%(23.160,00 x
0,65)

Importe de la venta en francos suizos: 1.000 x 23,16 = 23.160,00 FS

DEBE 14/05 4 HABER


12.278,31 (6002) Compra de (5731) Bancos c/c,
mercaderías B a moneda
(14.113 x 0,87) extranjera, $
15% (14.113 x 0,87) 1.841,75
(400412) Proveedores (R),
moneda
extranjera, $
85% (14.113 x 0,87) 10.436,56

53
Importe de la compra en dólares: 5.132 x 2,75 = 14.113,00 $

DEBE 25/05 5 HABER


8.181,57 (400411) Proveedores (I), (5731) Bancos c/c,
moneda a moneda
extranjera, $ extranjera, $
(9.625,38 x 0,85) (9.625,38 x 0,87) 8.374,08
192,51 (668) Diferencias
negativas de
cambio
9.625,38 x (0,87 –
0,85)

DEBE 02/07 6 HABER


11.811,60 (5732) Bancos c/c, (43042) Clientes, moneda
moneda extranjera, FS
extranjera, FS a 75% (23.160,00 x
75% (23.160,00 x 0,65)
0,68) 11.290,50
(768) Diferencias
positivas de
cambio
75% [23.160,00 x
(0,68 – 0,65)] 521,10

DEBE 07/08 7 HABER


12.823,80 (6001) Compra de (400411) Proveedores (I),
mercaderías A a moneda
(14.572,50 x 0,88) extranjera, $
(14.572,50 x 0,88) 12.823,80

Importe de la compra en dólares: 1.450 x 10,05 = 14.572,50 $

DEBE 12/08 8 HABER


10.436,56 (40412) Proveedores (5731) Bancos c/c,
(R), moneda moneda
extranjera a extranjera, $
85% (14.113,00 x 85% (14.113,00 x
0,87) 0,86) 10.316,60
(768) Diferencias
positivas de
cambio
85% [14.113,00 x
(0,87 – 0,86)] 119,96

54
DEBE 16/09 9 HABER
4.694,55 (6002) Compra de (5731) Bancos c/c,
mercaderías B moneda
(5.523,00 x 0,85) a extranjera, $
40% (5.523,00 x
0,85) 1.877,82
(400411) Proveedores (R)
moneda
extranjera, $
60% (5.523,00 x
0,85) 2.816,73

Importe de la compra en dólares: 2.100 x (2,70 – 0,07) = 5.523,00 $

DEBE 26/10 10 HABER


3.690,50 (5732) Bancos c/c,
moneda
extranjera, FS a (70002) Venta
20% (30.250,00 x mercaderías B
0,61) (30.250,00 x 0,61) 18.452,50
14.762,00 (43042) Clientes (S),
moneda
extranjera, FS
80% (30.250,00 x
0,61)

Importe de la venta en francos suizos: 5.000 x (6,30 – 0,25) = 30.250,00 FS

DEBE 08/12 11 HABER


10.080,00 (218) Elementos de (5731) Bancos c/c,
transporte a moneda
(12.000 x 0,84) extranjera, $
50% (12.000 x 0,84) 5.040,00
(5231) Proveedores de
inmovilizado a
corto plazo,
moneda
extranjera, $
50% (12.000 x 0,84) 5.040,00

55
DEBE 26/12 12 HABER
7.623,00 (5732) Bancos c/c,
moneda Clientes, moneda
extranjera, FS a (43042) extranjera, FS
40% (30.250,00 x 40% (30.250,00 x
0,63) 0,61) 7.381,00
(768) Diferencias
positivas de
cambio
40% [30.250,00 x
(0,63 – 0,61)] 242,00

Enunciado 13
Saldos de Tesorería en moneda extranjera valorados en euros:

DEBE Bancos c/c $ HABER DEBE Bancos c/c FS HABER


40.000,00 6.000,00 3.763,50
7.560,00 1.841,75 11.811,60
8.374,08 3.690,50
10.316,60 7.623,00
1.877,82
5.040,00
40.000,00 33.450,25 26.888,60
S. d. 6.549,75 € S. d. 26.888,60

Saldos de Tesorería en moneda extranjera valorados en divisas:

DEBE Bancos c/c $ HABER DEBE Bancos c/c FS HABER


47.058,82 7.058,82 5.790,00
2.116.95 17.370,00
9.625,38 6.050,00
11.996,05 12.100,00
2.209,20
6.000,00
47.058,82 39.006,40 41.310,00
S. d. 8.052,42 S. d. 41.310,00
F$ FS

(5731) Bancos c/c, moneda extranjera, $:

 Valoración de los registros contables en euros: 6.549,75 €


 Valoración en euros aplicando el tipo de cambio a 31-12: 8.052,42 x 0,83 =
6.683,51 €

DEBE 31/12 13.1 HABER


133,76 (5731) Bancos c/c,
moneda
extranjera, $ a (768) Diferencias
(6.549,75 – positivas de
6.683,51) cambio 43,76

56
(5731) Bancos c/c, moneda extranjera, FS:

 Valoración de los registros contables en euros: 26.888,60 €


 Valoración en euros aplicando el tipo de cambio a 31-12: 41.310,00 x 0,59 =
24.372,90 €

DEBE 31/12 13.2 HABER


2.515,70 (668) Diferencias (5732) Bancos c/c,
negativas de moneda
cambio a extranjera, FS
(26.888,60 –
24.372,90) 2.515,70

Deudas no canceladas

Enunciado 7º (vencimiento: 07-01-X1):

DEBE 31/12 13.3 HABER


728,63 (400411) Proveedores (I),
moneda
extranjera, $ a (768) Diferencias
14.572,50 x (0,88 – positivas de
0,83) cambio 728,63

Enunciado 9º (vencimiento: 16-01-X1):

DEBE 31/12 13.4 HABER


66,28 (400411) Proveedores
(R), moneda
extranjera, $ a (768) Diferencias
60% [5.523,00 x positivas de
(0,85 – 0,83)] cambio 66,28

Enunciado 11º (vencimiento: 08-05-X1):

DEBE 31/12 13.5 HABER


60,00 (5231) Proveedores de (768) Diferencias
inmovilizado a positivas de
corto plazo, cambio
moneda a 60,00
extranjera, $
50% [12.000 x (0,84
x 0,83)

57
Créditos no cancelados

Enunciado 10º (vencimiento: 26-01-X1):

DEBE 31/12 13.6 HABER


242,00 (668) Diferencias (43042) Clientes (S),
negativas de moneda
cambio a extranjera, FS
40% [30.250,00 x
(0,61- 0,59)] 242,00

Año 20X1

DEBE 07/01 14 HABER


12.095,18 (400412) Proveedores (I), (5731) Bancos c/c,
moneda a moneda
extranjera, $ extranjera, $
(14.572,50 x 0,83) (14.572,50 x 0,85) 12.386,63
291,45 (668) Diferencias
negativas de
cambio
[14.572,50 x (0,85 –
0,83)]

DEBE 16/01 15 HABER


2.750,45 (400411) Proveedores (5731) Bancos c/c,
(R), moneda moneda
extranjera, $ a extranjera, $
60% (5.523,00 x 60% (5.523,00 x
0,83) 0,85) 2.816,73
66,28 (668) Diferencias
negativas de
cambio
60% [5.523,00 x
(0,85 – 0,83)]

DEBE 26/01 16 HABER


7.381,00 (5732) Bancos c/c, (43042) Clientes, moneda
moneda extranjera, FS
extranjera, FS a 40% [30.250,00 x
40% [30.250,00 x 0,59]
0,61] 7.139,00
(768) Diferencias
positivas de
cambio
40% [30.250,00 x
(0,61 – 0,59)] 242,00

58
DEBE 08/05 17 HABER
4.980,00 (5231) Proveedores del (5731) Bancos c/c,
inmovilizado a moneda
corto plazo, extranjera, $
moneda a 50% (12.000,00 x 4.920,00
extranjera, $ 0,82)
50% (12.000,00 x
0,83)
(768) Diferencias
positivas de
cambio
50% [12.000,00 x
(0,83 – 0,82)] 60,00

59
UNIDAD 4: INMOVILIZADOS Y ACTIVOS FINANCIEROS

ACTIVIDADES PÁG. 99
1. Obtenemos la siguiente información respecto de un proyecto de desarrollo
que ha encargado la empresa a una institución dedicada a la investigación
tecnológica:
• El encargo corresponde al desarrollo de un procedimiento de envasado que
permite acelerar el proceso con objeto de aumentar la producción. La
facturación correspondiente a la 1.ª fase del proyecto asciende a 19 350 €
(IVA 21 % no incluido).
• Al final del ejercicio, se toma la decisión de activar el proyecto por reunir las
condiciones necesarias para su activación.
• En el ejercicio siguiente se abona la factura correspondiente a la 2.ª fase del
proyecto que tiene un importe de 11 230 € (IVA 21 % no incluido).
a) Se procede al registro de la patente del procedimiento citado. Los gastos
de formalización del registro ascienden a 225 €.
b) En lugar de patentar el proyecto, se estima que no permitirá obtener la
rentabilidad prevista, por lo que se procede a su baja de inventario.
Todos los pagos se realizan contra la cuenta corriente bancaria de la
empresa.

Año X0

DEBE 1 HABER
19.350,00 (620) Gastos en
investigación y Acreedores por
a (410)
desarrollo del prestación de
ejercicio servicios 22.446,00
3.096,00 (472) H.P. IVA
soportado
(19.350 x 0,16)

DEBE 2 HABER
19.350,00 (201) Desarrollo (730) Trabajos
realizados para el
a
inmovilizado
intangible 19.350,00

60
Año X1

DEBE 3 HABER
11.230,00 (201) Desarrollo a (572) Bancos c/c 13.026,80
1.796,80 (472) H.P. IVA
soportado
(11.230 x 0,16)

DEBE 4a HABER
30.805,00 (203) Propiedad (201)
a
industrial Desarrollo 30.580,00
(570) Caja € 225,00

DEBE 4b HABER
30.580,00 (670) Pérdida
procedente del
a
inmovilizado
intangible(*) (201) Desarrollo 30.580,00

(*) Si se hubieran suministrado datos acerca de la amortización, se debería haber


dotado la amortización correspondiente que se hubiera tenido en cuenta en el asiento
que registra la baja de inventario del proyecto.

ACTIVIDADES PÁG. 110


2. Elabora el cuadro de amortización que corresponde a las aplicaciones
informáticas que figuran en el ejemplo de la página anterior utilizando el
método de los números dígitos decrecientes.

Elemento: Sistema de amortización:


Aplicaciones informáticas Método de los números dígitos
decrecientes
Años Proporción Base de Valor pendiente Amortización Amortización
aplicable amortización de amortización anual acumulada
0 22.700,00 --- ---
1 4/10 22.700,00 13.620,00 9.080,00 9.080,00
2 3/10 22.700,00 6.810,00 6.810,00 15.890,00
3 2/10 22.700,00 2.270,00 4.540,00 20.430,00
4 1/10 22.700,00 --- 2.270,00 22.700,00

61
3. Elabora el cuadro de amortización que corresponde a la máquina embaladora
que figura en el ejemplo que aparece en esta página utilizando el método de
los números dígitos crecientes.

Elemento: Sistema de amortización:


Maquinaria embaladora Método de los números dígitos
crecientes
Años Proporción Base de Valor pendiente Amortización Amortización
aplicable amortización de amortización anual acumulada
0 44.850,00 --- ---
1 1/15 44.850,00 41.860,00 2.990,00 2.990,00
2 2/15 44.850,00 35.880,00 5.980,00 8.970,00
3 3/15 44.850,00 26.910,00 8.970,00 17.940,00
4 4/15 44.850,00 14.950,00 11.960,00 29.900,00
5 5/15 44.850,00 --- 14.950,00 44.850,00

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 122


1. ¿Qué conjunto de elementos representa la cuenta (212) Instalaciones
técnicas? ¿Qué características deben reunir?
Unidades complejas de uso especializado en el proceso productivo, que
comprenden: edificaciones, maquinaria, material, piezas o elementos, incluidos los
sistemas informáticos y se incluirán los repuestos o recambios válidos
exclusivamente para este tipo de instalaciones.
Estos elementos, aún siendo separables por naturaleza, están ligados de forma
definitiva para su funcionamiento y sometidos al mismo ritmo de amortización.

2. ¿Qué elementos de transporte deben figurar en la cuenta (213) Maquinaria?


Los elementos de transporte interno que se destinen al traslado de personal,
animales, materiales y mercaderías dentro de factorías, talleres, etc. sin salir al
exterior.

3. ¿Qué ejemplos se citan en la definición que ofrece el PGC de la cuenta (219)


Otro inmovilizado material?
Envases y embalajes que por sus características deban considerarse como
inmovilizado y los repuestos para inmovilizado cuyo ciclo de almacenamiento sea
superior a un año.

4. ¿Qué elementos patrimoniales se han de registrar en las cuentas que


contiene el subgrupo 23, Inmovilizaciones materiales en curso?
Trabajos de adaptación, construcción o montaje, al cierre del ejercicio realizados
con anterioridad a la puesta en condiciones de funcionamiento de los distintos
elementos de inmovilizado material, así como entregas a proveedores de
inmovilizado material, normalmente en efectivo, en conceptos de a cuenta de
suministros, obras y trabajos futuros.

5. ¿En qué momento se deben cargar los elementos patrimoniales en curso?


Se cargarán a la recepción de obras y trabajos que corresponden a las
inmovilizaciones en curso y por las obras y trabajos que la empresa lleve a cabo
para sí misma.

62
6. ¿En qué supuestos se ha de abonar la cuenta (239) Anticipos para
inmovilizaciones materiales?
Se abonará por los suministros recibidos de los proveedores a conformidad.

7. ¿Cuál es la forma en la que el PGC prevé el registro contable de las


herramientas y utensilios?
Con carácter general, este tipo de elementos, si no forman parte de una máquina y
su período de utilización se estime no superior a un año, deben cargarse como
gasto del ejercicio. En el caso de que el período de su utilización fuese superior a
un año, se recomienda el procedimiento de regularización anual, mediante su
recuento físico, regularizando al final del ejercicio, en función del inventario
practicado, con baja razonable por demérito.

8. ¿Cómo define el PGC los procesos de investigación y desarrollo?


 Investigación (cuenta 200): Es la indagación original y planificada que
persigue descubrir nuevos conocimientos y superior comprensión en los
terrenos científico o técnico. Contiene los gastos de investigación activados por
la empresa, de acuerdo con lo establecido en las normas de registro y
valoración.
 Desarrollo (cuenta 201): Es la aplicación concreta de los logros obtenidos en
la investigación o de cualquier otro tipo de conocimiento científico, a un plan o
diseño en particular para la producción de materiales, productos, métodos,
procesos o sistemas nuevos, o sustancialmente mejorados, hasta que se inicia
la producción comercial.

9. ¿Qué es el fondo de comercio? ¿Cuándo se pone de manifiesto a efectos


contables?
Exceso, en la fecha de adquisición, del coste de la combinación de negocios sobre
el correspondiente valor de los activos identificables adquiridos menos el de los
pasivos asumidos.
Sólo se reconocerá cuando haya sido adquirido a título oneroso, y corresponda a
los beneficios económicos futuros procedentes de activos que no han podido ser
identificados individualmente y reconocidos por separado.

10. ¿Qué condiciones deben reunir los gastos de investigación y desarrollo para
ser activados?
Podrán activarse como inmovilizado intangible desde el momento en que cumplan
las siguientes condiciones:
 Estará específicamente individuales por proyectos y su coste claramente
establecido para que pueda ser distribuidos en el tiempo.
 Tener motivos fundados del éxito técnico y de la rentabilidad económico-
comercial del proyecto o proyectos de que se trate.
 Los gastos de investigación que figuren en el activo deberán amortizarse
durante su vida útil y siempre dentro del plazo de cinco años; de igual forma se
amortizarán los gastos de desarrollo pero, mientras que su vida útil se presume
de 5 años, admite prueba en contrario. En el caso que existan dudas
razonables sobre el éxito técnico o la rentabilidad económico-comercial del

63
proyecto, los importes registrados en el activo, deberán imputarse directamente
a pérdidas del ejercicio.

11. ¿En qué momento se debe plantear una empresa la activación de unos
gastos de investigación y desarrollo, a efectos contables?
Al cierre del ejercicio.

12. ¿Cuándo se ha de traspasar el saldo de las cuentas (200) Investigación y


(201) Desarrollo a la cuenta (203) Propiedad industrial?
Cuando se obtengan la correspondiente patente o similar.

13. ¿Cómo se han de valorar los elementos de inmovilizado material e


intangible?
En su valoración inicial, los elementos de inmovilizado material e inmaterial deben
valorarse por su coste, ya sea éste su precio de adquisición o su coste de
producción. A este valor se deberán añadir:
- Impuestos indirectos no recuperables directamente de la Hacienda Pública
- Valor actual de obligaciones por desmantelamiento o retiro y otras (si dan lugar
al registro de provisiones)
- Gastos financieros devengados antes de la puesta en condiciones de
funcionamiento si necesitan un tiempo superior a 1 año para estar en
condiciones de uso y se derivan de la financiación ajena del elemento.

14. ¿Qué conceptos incluye el precio de adquisición como forma de valoración


de los bienes de inmovilizado material e intangible?
Incluye, el importe facturado por el vendedor (después de deducir cualquier
descuento o rebaja en el precio), todos los gastos adicionales y directamente
relacionados que se produzcan hasta su puesta en condiciones de funcionamiento,
incluida la ubicación en el lugar y cualquier otra condición necesaria para que
pueda operar de la forma prevista. Entre otros: gastos de explanación y derribo,
transporte, derechos arancelarios, seguros, instalación, montaje y otros similares.
Las deudas por compra de inmovilizado se valorarán de acuerdo con lo dispuesto
en la norma relativa a instrumentos financieros.

15. ¿Qué conceptos incluye el coste de producción como forma de valoración de


los bienes de inmovilizado material e intangible?
Precio de adquisición de las materias primas y otras materias consumibles, los
demás costes directamente imputables a dichos bienes. Deberá añadirse la parte
que razonablemente corresponda de los costes indirectamente imputables a los
bienes de que se trata, en la medida en que tales costes correspondan al periodo
de fabricación o construcción y sean necesarios para la puesta del activo en
condiciones operativas. Serán aplicables los criterios generales establecidos para
determinar el coste de las existencias.

64
16. ¿Qué es una permuta de carácter comercial?
Se considerará comercial la permuta si la configuración (riesgo, calendario e
importe) de los flujos de efectivo del inmovilizado recibido difiere de la que
corresponde al activo entregado; o si el valor actual de los flujos de efectivo
después de impuestos de las actividades de la empresa afectadas por la permuta,
se ve modificado como consecuencia de la operación.

17. ¿Qué cuentas se deben utilizar para registrar la adquisición de una


construcción?
Se deben utilizar las cuentas 210 Terrenos y bienes naturales y 211
Construcciones ya que deberá figurar por separado el valor del terreno y el de los
edificios y otras construcciones.

18. ¿En qué supuestos los costes de renovación, ampliación o mejora de los
bienes de inmovilizado material pueden ser incorporados al activo como
mayor valor del bien?
Los costes de renovación, ampliación o mejora de los bienes de inmovilizado
material serán incorporados al activo como mayor valor del bien en la medida que
supongan un aumento de su capacidad, productividad o alargamiento de su vida
útil, debiéndose dar de baja el valor contable de los elementos que se hayan
sustituido.

19. ¿Cuál es el criterio temporal establecido para poder incorporar al activo los
programas de ordenador, ya sean adquiridos a terceros o los elaborados por
la propia empresa?
Se podrán incorporar al activo, únicamente, en los casos en que este prevista su
utilización en varios ejercicios.

20. ¿Cuáles son los supuestos en los que se han de establecer correcciones
valorativas en el inmovilizado material e intangible? ¿Qué registros contables
se deben realizar en cada caso?

CORRECCIONES DEL VALOR DEL INMOVILIZADO


Pérdida de valor Registro contable
del inmovilizado
Pérdida irreversible por el uso, paso del tiempo u Dotación de amortización sistemática y racional
obsolescencia de los bienes
Pérdida reversible (no definitiva) Registro de la corrección valorativa por deterioro

Pérdida irreversible por causas diferentes a las Registro de la pérdida en la cuenta de gasto que
señaladas (definitiva) al no esperar obtener corresponda y disminución del valor del bien.
rendimientos futuros

21. ¿Qué circunstancias se han de tener en cuenta para establecer de forma


sistemática las amortizaciones del inmovilizado material e intangible?
Las amortizaciones practicadas se establecerán sistemáticamente en función de la
vida útil de los bienes, atendiendo a la depreciación que normalmente sufran por su
funcionamiento, uso y disfrute, sin perjuicio de considerar también la obsolescencia
que pudiera afectarlos.

65
22. ¿Qué inmovilizado material no ha de ser amortizado?
Se dotarán amortizaciones por la depreciación de los valores de los elementos
patrimoniales registrados en cuentas del subgrupo 21 a excepción de la cuenta 210
“Terrenos y bienes naturales” que, normalmente, no se amortiza.
Si en el valor inicial del terreno se incluyesen costes de rehabilitación, esa porción
del terreno se amortizará a lo largo del periodo en que se obtengan los beneficios o
rendimientos económicos por haber incurrido en esos costes.

23. Además del inmovilizado material e intangible, ¿qué otras cuentas del grupo
2 han de ser amortizadas?
Las cuentas del subgrupo 22 Inversiones inmobiliarias a excepción de las cuenta
220 Inversiones en terrenos y bienes naturales que, normalmente, no se amortizan.

24. ¿Qué son las inversiones inmobiliarias?


Activos no corrientes que sean inmuebles y que se posean para obtener rentas, y/o
plusvalías, en lugar de ser usados en la producción o suministro de bienes o
servicios, o fines administrativos; o ser vendidos en el curso ordinario de las
operaciones.

25. ¿Qué función cumplen las cuentas (681) y (682) Amortización del
inmovilizado material e intangible, respectivamente?
Las cuentas del subgrupo 68, recogen la pérdida (gasto) anual de los elementos de
inmovilizado producida por su depreciación sistemática e irreversible. Las cuentas
de gasto 681 y 682 detraen del beneficio de la empresa, cada año, una cantidad
igual a la depreciación sufrida por los bienes de inmovilizado, ya que, al aumentar
los gastos con la dotación de amortizaciones, contablemente disminuye el
beneficio en la misma cantidad. Esta parte del beneficio, que no es considerado
como tal gracias a las amortizaciones, se irá acumulando año tras año,
permitiendo, cuando los bienes estén totalmente amortizados, facilitar su
reposición.

26. ¿El saldo de qué cuentas es necesario obtener para conocer el valor contable
de un elemento de inmovilizado material o intangible?
Se deberá conocer el saldo de dos cuentas: la cuenta que representa al elemento
en cuestión y la cuenta que representa su amortización acumulada, y/ o, en su
caso, cualquier corrección por deterioro de valor registrada..

27. ¿En qué subgrupos del PGC encontramos cuentas que representan activos
financieros?
Los Planes de contabilidad incluyen cuentas de activos financieros en los
subgrupos 25 (OTRAS INVERSIONES FINANCIERAS A LARGO PLAZO, activos a
largo plazo) y en el subgrupo 54 (OTRAS INVERSIONES FINANCIERAS A
CORTO PLAZO, activos a corto plazo). En los subgrupos 24 y 53 se recogen los
activos financieros que implican inversiones financieras en partes vinculadas.

66
28. ¿Cómo se deben valorar los activos financieros, sean de patrimonio o
representativos de deuda?
La valoración de los distintos activos financieros dependerá de la clasificación en la
que deban integrarse dando lugar a que las empresas empleen valoraciones
distintas en los diferentes grupos de activos financieros.
La norma de registro y valoración nº 8 del PGC de Pymes, determina que los
activos financieros, se clasifican, a efectos de su valoración, en alguna de las
siguientes categorías:
1. Activos financieros a coste amortizado
2. Activos financieros mantenidos para negociar
3. Activos financieros a coste
Además de la clasificación anterior, en la norma de registro y valoración nº 11
norma relativa a instrumentos financieros del PGC se recoge, a efectos de su
valoración, los siguientes activos financieros:
1. Préstamos y partidas a cobrar
2. Inversiones mantenidas hasta el vencimiento
3. Activos financieros mantenidos para negociar
4. Otros activos financieros a valor razonable con cambios en la cuenta de
pérdidas y ganancias
5. Inversiones en el patrimonio de empresas del grupo, multigrupo y asociadas
6. Activos financieros disponibles para la venta.

29. ¿Cómo se deben registrar los dividendos devengados o los intereses


explícitos devengados y no vencidos correspondientes a los distintos
activos financieros?
Se reconocerán como ingresos en la cuenta de pérdidas y ganancias. Los
intereses deben reconocerse utilizando el método del tipo de interés efectivo y los
dividendos cuando se declare el derecho del socio a recibirlo. En la valoración
inicial de los activos financieros se registrarán de forma independiente el importe
de los intereses explícitos devengados y no vencidos en dicho momento así como
el importe de los dividendos acordados por el órgano competente en el momento
de la adquisición. (Si los dividendos distribuidos proceden inequívocamente de
resultados generados con anterioridad a la fecha de adquisición minorarán el valor
contable de la inversión).

30. ¿Cuál es la valoración inicial y posterior de los activos financieros a coste


amortizado?
 Valoración inicial: Valor razonable de la contraprestación entregada más los
costes de transacción, aunque, estos últimos podrán registrarse en la cuenta
de pérdidas y ganancias en el momento de su reconocimiento inicial.
 Valoración posterior: Coste amortizado. Los intereses devengados se
contabilizarán en la cuenta de pérdidas y ganancias, aplicando el método del
tipo de interés efectivo.

67
31. Además del precio de adquisición o coste de producción, ¿qué importes se
incluyen dentro del valor inicial de los elementos de inmovilizado?

VALORACIÓN INICIAL
Origen Valoración inicial
Adquisición a título Precio de - Impuestos indirectos no recuperables
oneroso adquisición directamente de la Hacienda Pública
(compraventa) más… -Valor actual de obligaciones por
desmantelamiento o retiro y otras (si dan lugar
al registro de provisiones)
- Gastos financieros devengados antes de la
Construcción o Coste de puesta en condiciones de funcionamiento si
fabricación propia producción necesitan un tiempo superior a 1 año para estar
más… en condiciones de uso y se derivan de la
financiación ajena del elemento.

32. Copia y completa en tu cuaderno el siguiente cuadro relativo a la valoración


posterior del inmovilizado:

VALORACIÓN POSTERIOR
Pérdida de valor Registro contable
Pérdida irreversible por el uso, paso del Dotación de amortización sistemática y
tiempo u obsolescencia de los bienes racional
Pérdida reversible (no definitiva) Registro de la corrección valorativa por
deterioro
Pérdida irreversible (definitiva) al no Registro de la pérdida en la cuenta de
esperar obtener rendimientos futuros gasto que corresponda y disminución del
valor del bien.

68
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 124
Registros contables correspondientes a los elementos de
inmovilizado. Amortizaciones y provisiones

69
70
71
DEBE 1.1 HABER
312.000,00 (572) Bancos c/c (520) Deudas a corto
(390.000 x 0,80) plazo con
a
entidades de
crédito 15.612,00
(170) Deudas a largo
plazo con
entidades de
crédito 296.388,00

DEBE 1.2 HABER


230.700,92 (211) Construcciones
55% de (390.000 + a
27.300 +2.156,22) (572) Bancos c/c 417.300,00
188.755,30 (210) Terrenos y (410) Acreedores por
bienes naturales prestación de
45% s/ (390.000 + servicios
27.300 +2.156,22) (2.156,22 x 1,21) 2.609,03
452,81 (472) H.P. IVA
soportado
(2.156,22 x 0,21)

72
DEBE 2 HABER
219.115,00 (213) Maquinaria
216.000 + (3.613 / a
1,16) (572) Bancos c/c 265.129,15
46.014,15 (472) H.P. IVA
soportado
(219.115,00 x 0,21)

DEBE 3 HABER
1.044,92 (214) Utillaje a
(1.264,35 / 1,21) (570) Caja, € 525,00
174,39 (472) H.P. IVA
soportado
(1.044,92 x 0,21) (572) Bancos c/c 739,35

DEBE 4 HABER
5.198,67 (216) Mobiliario a
(6.290,39 / 1,21) (570) Caja, € 1.000,00
1.091,72 (472) H.P. IVA (523) Proveedores de
soportado inmovilizado a
(5.198,67x 0,21) corto plazo 5.290,39

DEBE 5 HABER
33.556,50 (691) Pérdidas por
deterioro del
inmovilizado a (291) Deterioro del valor
material del inmovilizado
(8% s/ 419.456,22) material 33.556,50

Valor contable:
 Construcciones ............................... 230.700,92
 Terrenos y bienes naturales ............ 188.755,30
TOTAL ....................................................... 419.456,22

DEBE 6 HABER
4.938,00 (217) Equipos para
procesos de a
información
(1.195 / 1,21) x 5 (572) Bancos c/c 5.974,98
1.036,98 (472) H.P. IVA
soportado
(4.938,00x 0,21)

73
DEBE 7.1 HABER
46.500,00 (218) Elementos de
transporte a
(23.250 x 2) (572) Bancos c/c 56.265,00
9.765,00 (472) H.P. IVA
soportado
(46.500,00 x 0,21)

DEBE 7.2 HABER


14.270,00 (213) Maquinaria a
(7.135,00 x 2) (572) Bancos c/c 17.266,70
2.996,70 (472) H.P. IVA
soportado
(7.135,00 x 0,21)

DEBE 8 HABER
1.956,00 (219) Otro inmovilizado
a
material (570) Caja, € 473,35
410,76 (472) H.P. IVA (523) Proveedores del
soportado inmovilizado a
(1.956 x 0,21) corto plazo 1.893,41

DEBE 9 HABER
330,58 (239) Anticipos para
inmovilizaciones a
materiales
(400,00 / 1,21) (572) Caja, € 400,00
69,42 (472) H.P. IVA
soportado
(330,58 x 1,21)

DEBE 10 HABER
1.795,04 (217) Equipos para
procesos de Anticipos para
a (239) inmovilizaciones
información
(1.086,00 x 2) / 1,21 materiales 330,58
292,35 (472) H.P. IVA
soportado
(1.795,04– 330,58) x
0,21 (572) Bancos c/c 1.771,99

74
DEBE 11.1 HABER
3.942,08 (601) Compras de
materias primas a
(4.769,92 /1,21) (572) Bancos c/c 7.287,70
1.066,05 (628) Suministros
(1.289,92 /1,21)
1.014,76 (602) Compras de otros
aprovisionamientos
(733,12 + 494,74) /
1,21)
1.264,81 (472) H.P. IVA soportado
(6.282,50 x 0,21)

DEBE 11.2 HABER


6.022,89 (233) Maquinaria en (733) Trabajos
montaje realizados para
a
inmovilizado
material en curso 6.022,89

DEBE 11.3 HABER


1.971,04 (601) Compras de
a
materias primas (572) Bancos c/c 3.643,85
533,03 (628) Suministros
507,38 (602) Compras de otros
aprovisionamientos
632,40 (472) H.P. IVA soportado

DEBE 11.4 HABER


9.034,34 (213) Maquinaria (233) Maquinaria en
a
montaje 6.022,89
(731) Trabajos
realizados para el
inmovilizado
material 3.011,45

DEBE 12 HABER
1.876,00 (219) Otro inmovilizado
a
material (570) Caja, € 340,49
393,96 (472) H.P. IVA
soportado
(1.876,00 x 0,21) (572) Bancos c/c 567,49
(523) Proveedores del
inmovilizado a
corto plazo 1.361,98

75
DEBE 13 HABER
11.265,00 (211) Construcciones a (572) Bancos c/c 13.630,65
2.365,65 (472) H.P. IVA
soportado
(11.265,00 x 0,21)

DEBE 14 HABER
590,79 (622) Reparaciones y (410) Acreedores por
conservación a prestación de
(714,85 / 1,21) servicios 714,85
124,06 (472) H.P. IVA
soportado
(590,79x 0,21)

DEBE 15 HABER
18.375,00 (281) Amortización
acumulada del
a (218) Elementos de
inmovilizado transporte
material (25.151,12 / 1,21) 20.786,05
4.125,00 (572) Bancos c/c (771) Beneficios
procedentes del
inmovilizado
material 1.713,95

DEBE 16 HABER
226,72 (659) Otras pérdidas (214) Utillaje
en gestión a (1.089,96 – 863,24) 226,72
corriente

DEBE 17 HABER
10.890,98 (281) Amortización (213) Maquinaria 13.613,22
acumulada del (16.472 / 1,21)
inmovilizado a
material
(80% s. 13.613,22)
1.100,00 (572) Bancos c/c (771) Beneficios
procedentes de
inmovilizado
material 27,36
1.650,00 (543) Créditos a corto
plazo por
enajenación de
inmovilizado

76
DEBE 1 HABER
23.275,00 (202) Concesiones
a
administrativas (572) Bancos c/c 23.275,00

DEBE 2 HABER
4.200,00 (205) Derechos de
a
traspaso (572) Bancos c/c 4.200,00

DEBE 3 HABER
672,00 (206) Aplicaciones (523) Proveedores de
informáticas a inmovilizado a
corto plazo 813,12
141,12 (472) H.P. IVA
soportado
(672,00 x 0,21)

DEBE 4 HABER
18.050,00 (2182) Elemento de (2181) Elemento de
transporte a transporte
recibido entregado 15.375,00
9.460,00 (281) Amortización
acumulada del
inmovilizado
material (572) Bancos c/c 12.000,00
225,00 (671) Pérdidas
procedentes del
inmovilizado
material

DEBE 5 HABER
991,74 (209) Anticipos para
inmovilizaciones a
intangibles
(1.200,00 / 1,21) (570) Caja € 1.200,00
208,26 (472) H.P. IVA
soportado
(991,74 x 0,21)

DEBE 6.1 HABER


1.350,00 (628) Suministros a (572) Bancos c/c 9.982,50
5.200,00 (601) Compras de
materias primas
1.700,00 (602) Compras de otros
aprovisionamientos
1.732,50 (472) H.P. IVA soportado
(8.250,00 x 0,21)

77
DEBE 6.2 HABER
8.250,00 (20101) Desarrollo (730) Trabajos
(Proy. X) realizados para el
a
inmovilizado
intangible 8.250,00

DEBE 7.1 HABER


9.000,00 (620) Gastos en
investigación y
a
desarrollo del
ejercicio (752) Bancos c/c 10.890,00
1.890,00 (472) H.P. IVA
soportado
(9.000 x 0,21)

DEBE 7.2 HABER


9.000,00 (20102) Desarrollo (730) Trabajos
(Proy. Y) realizados para el
a
inmovilizado
intangible 9.000,00

DEBE 8 HABER
9.465,00 (20302) Propiedad
industrial a (20102) Desarrollo
(Proy. Y) (Proy. Y) 9.000,00
(570) Caja, € 465,00

DEBE 9 HABER
8.250,00 (670) Pérdidas (20101) Desarrollo 8.250,00
procedentes del (Proy. X)
a
inmovilizado
intangible

DEBE 10 HABER
5.216,00 (620) Gastos en
investigación y
a
desarrollo del
ejercicio (572) Bancos c/c 6.311,36
1.095,36 (472) H.P. IVA
soportado
(5.216,00 x 0,21)

78
DEBE 11 HABER
5.641,80 (680) Amortización del (2802) Amortización
inmovilizado acumulada de
intangible a concesiones
(15% s. 49.862,00) administrativas
(15% s/ 23.275,00) 3.491,25
(2805) Amortización
acumulada de
derechos de
traspaso
(15% s/ 4.200,00) 630,00
(2806) Amortización
acumulada de
aplicaciones
informáticas
(15% s/ 672,00) 100,80
(2802) Amortización
acumulada de
propiedad
industrial
(15% s/ 9.465,00) 1.419,75

Enunciado 1
Adquisición:
DEBE 1a HABER
7.200,00 (217) Equipos para
procesos de a
información
(8.712,00 / 1,21) (572) Bancos c/c 8.712,00
1.512,00 (472) H.P. IVA
soportado
(7.200,00 x 0,21)

Elemento: Sistema de amortización:


Equipos informáticos Método de los números dígitos crecientes
Años Proporción Base de Valor Amortización Amortización
aplicable amortización pendiente anual acumulada
de
amortización
0 7.200,00 --- ---
1 1/15 7.200,00 6.720,00 480,00 480,00
2 2/15 7.200,00 5.760,00 960,00 1.440,00
3 3/15 7.200,00 4.320,00 1.440,00 2.880,00
4 4/15 7.200,00 2.400,00 1.920,00 4.800,00
5 5/15 7.200,00 --- 2.400,00 7.200,00

79
Registro contable en el libro diario (1º año de vida útil):

DEBE 1 HABER
480,00 (681) Amortización del (281) Amortización
inmovilizado acumulada del
a
material inmovilizado
material 480,00

Enunciado 2

Elemento: Sistema de amortización:


Equipos informáticos Método de los números dígitos decrecientes
Años Proporción Base de Valor Amortización Amortización
aplicable amortización pendiente anual acumulada
de
amortización
0 7.200,00 --- ---
1 6/21 7.200,00 5.142,86 2.057,14 2.057,14
2 5/21 7.200,00 3.428,57 1.714,29 3.771,43
3 4/21 7.200,00 2.057,14 1.371,43 5.142,86
4 3/21 7.200,00 1.028,57 1.028,57 6.171,43
5 2/21 7.200,00 342,86 685,71 6.857,14
6 1/21 7.200,00 ---- 342,86 7.200,00

Registro contable en el libro diario (1º año de vida útil):

DEBE 2 HABER
2.057,14 (681) Amortización del (281) Amortización
inmovilizado acumulada del
a
material inmovilizado
material 2.057,14

El registro contable de la adquisición es el mismo que la empresa realizó en el


ejercicio anterior
Enunciado 3

Elemento: Sistema de amortización:


Maquinaria embaladora Método de los números dígitos decrecientes
Años Proporción Base de Valor pendiente Amortización Amortización
aplicable amortización de amortización anual acumulada
0 44.850,00 --- ---
1 5/15 44.850,00 29.900,00 14,950,00 14,950,00
2 4/15 44.850,00 17.940,00 11.960,00 26.910,00
3 3/15 44.850,00 8.970,00 8.970,00 35.880,00
4 2/15 44.850,00 2.990,00 5.980,00 41.860,00
5 1/15 44.850,00 --- 2.990,00 44.850,00

80
Registro contable en el libro diario (1º año de vida útil):

Adquisición
DEBE 3a HABER
44.850,00 (213) Maquinaria a (572) Bancos c/c 54.268,50
9.418,50 (472) H.P. IVA
soportado
(44.850,00 x 0,21)

Amortización
DEBE 3b HABER
14.950,00 (681) Amortización del (281) Amortización
inmovilizado acumulada del
a
material inmovilizado
material 14.950,00

Enunciado 4

12.450
Cuota anual de amortización = = 2.490,00 €
5

Elemento: Sistema de amortización:


Aplicaciones informáticas Lineal
Años Valor pendiente Amortización Amortización
de amortización anual acumulada
0 12.450,00 --- ---
1 9.960,00 2.490,00 2.490,00
2 7.470,00 2.490,00 4.980,00
3 4.980,00 2.490,00 7.470,00
4 2.490,00 2.490,00 9.960,00
5 --- 2.490,00 12.450,00

Registro contable en el libro diario (5º año de vida útil):

DEBE 4 HABER
2.490,00 (680) Amortización del (280) Amortización
inmovilizado acumulada del
a
intangible inmovilizado
intangible 2.490,00

81
Enunciado 5

Elemento: Sistema de amortización: Porcentaje constante sobre


Maquinaria de producción el valor pendiente de amortización
Años Porcentaje Valor pendiente de Amortización Amortización
constante amortización anual acumulada
0 37% 72.000,00 --- ---
1 37% 45.360,00 26.640,00 26.640,00
2 37% 28.576,80 16.783,20 43.423,20
3 37% 18.003,38 10.573,42 53.996,62
4 37% 11.342,13 6.661,25 60.657,87
5 37% 7.145,54 4.196,59 64.854,46
6 37% (*) 4.501,69 2.643,85 67.498,31

(*) La diferencia entre este resultado y el valor residual que ofrece el supuesto
obedece a los redondeos efectuados tanto en el cálculo del porcentaje aplicado como
en las distintas cantidades que integran el cuadro de amortización.

Registro contable en el libro diario (4º año de vida útil):

DEBE 5 HABER
6.661,25 (681) Amortización del (281) Amortización
inmovilizado acumulada del
a
material inmovilizado
material 6.661,25

Enunciado 6

Elemento: Sistema de amortización: Porcentaje constante sobre


Maquinaria transportadora el valor pendiente de amortización
Años Porcentaje Valor pendiente Amortización Amortización
constante de amortización anual acumulada
0 46% 54.000,00 --- ---
1 46% 29.160,00 24.840,0 24.840,00
2 46% 15.746,40 13.413,60 38.253,60
3 46% 8.503,06 7.243,34 45.496,94
4 46% 4.591,65 3.911,41 49.408,35
5 46% 2.479,49 2.112,16 51.520,51

Registro contable en el libro diario (3º año de vida útil):

DEBE 6 HABER
7.243,34 (681) Amortización del (281) Amortización
inmovilizado acumulada del
a
material inmovilizado
material 7.243,34

82
Enunciado 1

DEBE 1.1 HABER


13.860,00 (2501) Inversiones
financieras a
largo plazo en
instrumentos de a
patrimonio
ROFER S.A.
(2.200 x 5 x 1,26) (572) Bancos c/c 13.860,00

 Precio de adquisición: 13.860 / (2.200 x 5) = 1,26. Se han adquirido las


acciones al 126%
 Importe recuperable (cotización): 124%
 Al ser menor el importe recuperable que el precio de adquisición es preciso
registrar la corrección valorativa por deterioro por la diferencia (126 % – 124%
= 2%)

DEBE 1.2 HABER


220,00 (696) Pérdida por
deterioro de
participaciones y
valores a (297) Deterioro de valor
representativos
de deuda a l.p. de valores
2.200 x 5 x (1,26 – representativos de
1,24) deuda a l.p. 220,00

Enunciado 2

DEBE 2 HABER
195.000,00 (2502) Inversiones
financieras a
largo plazo en
instrumentos de a
patrimonio
INDAGET S.A.
(30.000 x 5 x 1,30) (572) Bancos c/c 195.000,00

Enunciado 3

Valor teórico de los derechos:


 Valor de cotización de las acciones antes de la ampliación:
1 acc. x 5 VN x 150% = 7,5
 Valor de emisión de las acciones en la ampliación:
1 acc. x 5 VN x 120% = 6

83
 Diferencia de valores:
7,5 – 6 = 1,5
 Proporción de las acciones nuevas con respecto al total de acciones después de la
ampliación:
1 acciones nuevas / 5 acciones después de la ampliación (1 nuevas + 4 antiguas):
 Valor teórico de los derechos de suscripción:
Proporción de acciones nuevas y antiguas x (valor cotización de las acciones
antes de la ampliación - Valor de emisión de las acciones en la ampliación):
VT = 1/5 x 1,5 = 0,30 €
Coste teórico de los derechos:
 Precio de adquisición de las acciones antes de la ampliación:
1 acc. x 5 VN x 130% = 6,5
 Valor de emisión de las acciones en la ampliación:
1 acc. x 5 VN x 120% = 6
 Diferencia de valores:
6,5 – 6 = 0,5
 Proporción de las acciones nuevas con respecto al total de acciones después de la
ampliación:
1 acciones nuevas / 5 acciones después de la ampliación (1 nuevas + 4 antiguas):
 Coste teórico de los derechos de suscripción:
Proporción de acciones nuevas y antiguas x (valor cotización de las acciones
antes de la ampliación - Valor de emisión de las acciones en la ampliación):
CT = 1/5 x 0,5 = 0,10 €

Enunciado 4

Adquisición de acciones de INDAGET S.A. (30.000 derechos de suscripción).


Separación de los derechos de las acciones:

DEBE x HABER
9.000,00 (25021) Derechos de Inversiones
suscripción financieras a l.p.
a (2502)
preferente en instrumentos
(30.000 x 0,30) de patrimonio 9.000,00

Adquisición de las acciones haciendo uso de 20.000 derechos (2/3 de 30.000):

Nº de acciones que se pueden adquirir con 20.000 derechos: 1/4 x 20.000 = 5.000 acc.

84
DEBE x HABER
36.000,00 (2502) Inversiones (572) Bancos c/c 30.000,00
financieras a l.p. (5.000 x 5 x 1,2)
en instrumentos
de patrimonio a
INDAGET S.A.
(5.000 x 5 x 1,2) +
(20.000 x 0,30)
(25021) Derechos de
suscripción
preferente
(20.000 x 0,30) 6.000,00

Enunciado 5
Venta de 10.000 derechos de suscripción:

DEBE x HABER
3.600,00 (572) Bancos c/c (25021) Derechos de
(10.000 x 0,36) suscripción
a
preferente
(10.000 x 0,30) 3.000,00
(766) Beneficios en
participaciones y
valores
representativos de
deuda 600,00

Enunciado 6
 Saldo de las acciones: 222.000
 Importe recuperable (cotización): (30.000 + 5.000) x 5 x 116% = 203.000
 Al ser menor el importe recuperable que el precio de adquisición es preciso
registrar la corrección valorativa por deterioro por la diferencia (222.000 –
203.000=19.000)

DEBE x HABER
19.000,00 (696) Pérdida por
deterioro de
participaciones y
valores a (297) Deterioro de valor
representativos de valores
de deuda a l.p. representativos de
(222.000 – 203.000) deuda a l.p. 19.000,00

85
Enunciado 7
01/05/09 Adquisición
Intereses devengados en el momento de la adquisición:
1.100 x 40 x 0,0275 x 1/6 = 201,67

DEBE x HABER
44.000,00 (541) Valores
representativos
de deuda a corto a
plazo
(1.100 x 40) (572) Bancos c/c 44.201,67
201,67 (546) Intereses a corto
plazo de valores
representativos
de deuda
(1.100 x 40 x 0,0275
x 1/6)

01/10/09.
Valoración de los títulos a coste amortizado. Cobro de intereses.
Tipo de interés efectivo:
44.000 = [1.088,33 x (1 + i)– 5/6] + [(1.200 + 44.000) x (1 + i)–11/6]
i2 = 2,75 % (interés efectivo semestral)
(Con los datos que ofrece el supuesto el interés efectivo es igual al interés
contractual dado que no se aportan gastos de adquisición)
 Interés contractual (01-05/01-10): 1.100 x 40 x 0,0275 x 5/6 = 1.008,33
 Interés efectivo (01-05/01-10): 1.100 x 40 x 0,0275 x 5/6 = 1.008,33
 Valor de los títulos a coste amortizado: 44.000,00 – (1.008,33 – 1.008,33) =
44.000,00 (mantiene el saldo)

DEBE 7.2 HABER


1.008,33 (546) Intereses a c.p. (761) Ingresos de
de valores valores
a
representativos representativos de
de deudas deuda 1.008,33

DEBE 7.3 HABER


992,20 (572) Bancos c/c (546) Intereses a c.p. de
(1.210,00 x 0,82) valores
a representativos de
deudas
(201,67 + 1.008,33) 1.210,00
217,80 (473) H.P. retenciones
y pagos a cuenta
(1.210,00 x 0,18)

86
31/12/09. Valoración de los títulos a coste amortizado. Devengo de intereses.
 Interés contractual (01-10/31-12): 44.000,00 x 0,0275 x 3/6 = 605,00
 Interés efectivo (01-10/31-12): 44.000,00 x 0,0275 x 3/6 = 605,00
(Recuerda que con los datos que ofrece el supuesto el interés efectivo es
igual al interés contractual dado que no se aportan gastos de adquisición)
 Valor de los títulos a coste amortizado: 44.000,00 – (605,00 – 605,00) =
44.000,00 (mantiene el saldo)

DEBE x HABER
605,00 (546) Intereses a corto Ingresos de
plazo de valores valores
a (761)
representativos representativos de
de deudas deuda 605,00

Enunciado 8
 Precio de adquisición: 5.500 x 6 x 1,07 = 35.310,00
 Corrección registrada por deterioro de valor: 5.500 x 6 x 0,05 = 1.650,00
 Dividendo a cobrar: 5.500 x 0,12 = 660,00
Anuncio del dividendo

DEBE x HABER
660,00 (545) Dividendo a (760) Ingresos de
cobrar participaciones en
a
instrumentos de
patrimonio 660,00

Cobro del dividendo

DEBE x HABER
521,40 (572) Bancos c/c a
(660 x 0,79) (545) Dividendo a cobrar 660,00
138,60 (473) H.P. retenciones
y pagos a cuenta
(660 x 0,21)

87
Venta de las acciones

DEBE x HABER
37.290,00 (572) Bancos c/c (2500) Inversiones
(5.500 x 6 x 1,13) financieras a l.p.
a en instrumentos
de patrimonio
(5.500 x 6 x 1,07) 35.310,00
1.650,00 (297) Deterioro de (796) Reversión del
valor de valores deterioro de
representativos participaciones y
de deuda a l.p. valores
(5.500 x 6 x 0,05) representativos de
deuda a l.p. 1.650,00
(766) Beneficios en
participaciones y
valores
representativos 1.980,00

88
UNIDAD 5: FINANCIACIÓN BÁSICA. FONDOS PROPIOS

ACTIVIDADES PÁG. 133


1. Consulta en la legislación correspondiente las siguientes cuestiones:
a) ¿Qué significa que un accionista entre en mora?
b) ¿Pueden aportarse como capital social derechos de cobro sobre clientes?
c) ¿Cuál es el capital máximo establecido para las sociedades de
responsabilidad limitada?
d) ¿Qué son las participaciones sociales? ¿Y las acciones?
a) Se encuentra en mora el accionista una vez vencido el plazo fijado por los
estatutos sociales para el pago de la porción de capital no desembolsada o el
acordado o decidido por los administradores de la sociedad. (Art.82 TRLSC)
b) Si. Si la aportación consistiere en un derecho de crédito, el aportante
responderá de la legitimidad de éste y de la solvencia del deudor. (Artículo 65 del
TRLSC).
c) El capital de la sociedad de responsabilidad limitada no podrá ser inferior a tres
mil euros y se expresará precisamente en esa moneda. (Artículo 4 del TRLSC).
d) Las participaciones sociales en la sociedad de responsabilidad limitada y las
acciones en la sociedad anónima son partes alícuotas indivisibles y acumulables
del capital social. (Art. 90 TRLSC)

ACTIVIDADES PÁG. 144


2. Una sociedad anónima con capital social escriturado de 200 000 € y
representado por 2 000 acciones de valor nominal 100 €, lleva a cabo una
ampliación de capital entre sus socios en los siguientes términos:
• Se aumenta en 50 € el valor nominal de cada acción.
• La ampliación será con cargo en un 50 por 100 a reservas voluntarias; el
resto será desembolsado íntegramente en el momento de la suscripción.
Realiza los apuntes contables de la ampliación de capital, suponiendo que
todos los accionistas acuden a la ampliación.
La sociedad cumple con lo establecido en los artículos 296 y 303 del TRLSC.

El valor de la emisión es:


2.000 x 50 = 100.000 €

Por la emisión de la ampliación:

DEBE x HABER
100.000 (190) Acciones (194) Capital emitido
emitidas a pendiente de
inscripción 100.000

89
Por la suscripción y desembolso:

DEBE x HABER
50.000 (572) Bancos c/c a
50.000 (113) Reservas
voluntarias (190) Acciones emitidas 100.000

Por la inscripción en el Registro Mercantil:

DEBE x HABER
100.000 (194) Capital emitido
pendiente de
a
inscripción

(100) Capital social 100.000

ACTIVIDADES PÁG. 149


3. Contabiliza las siguientes operaciones:
a) La sociedad GESTOR, S.A. amplia su capital social emitiendo 50 000
acciones de 25 € nominales al 180 %.
b) Se coloca toda la ampliación desembolsando los socios el mínimo legal
establecido.
c) Transcurridos seis meses se solicita un dividendo pasivo por el importe
total pendiente.
d) En el plazo estipulado todos los accionistas hacen efectivo el importe del
dividendo pasivo, excepto uno que tiene suscritas 5 000 acciones.
e) La sociedad emite duplicados por el valor de las acciones anteriores,
ascendiendo los gastos de la operación a 1 000 €.
f) Se logran colocar todos los duplicados al 170 % de su valor nominal,
siendo los intereses de demora de 800 €.
g) Contabilizar la operación anterior, suponiendo que los duplicados se
venden al 200 % de su valor nominal.

a)
DEBE x HABER
2.250.000 (190) Acciones a (194) Capital emitido 2.250.000
emitidas pendiente de
(1,8 x 50.000 x suscripción
25)

90
b)
DEBE x HABER
1.312.500 (572) Bancos c/c
(25% /
1.250.000+1.000.000)
937.500 (1034) Socios por a (190) Acciones emitidas 2.250.000
desembolsos
no exigidos
capital
pendiente de
inscripción

DEBE x HABER
2.250.000 (194) Capital emitido a (100) Capital social 1.250.000
pendiente de
suscripción
937.500 (1034) Socios por (110) Prima de emisión 1.000.000
desembolsos
no exigidos
capital
pendiente de
inscripción

DEBE x HABER
937.500 (1030) Socios por a (1034) Socios por 937.500
desembolsos no desembolsos no
exigidos exigidos capital
pendiente de
inscripción

c)
DEBE x HABER
937.500 (558) Socios por a (1030) Socios por 937.500
desembolsos no desembolsos no
exigidos exigidos

d)
DEBE x HABER
843.750 (572) Bancos c/c a (558) Socios por 937.500
desembolsos
exigidos
93.750 (558x) Socios
morosos
(75% / 5.000 x
25)

91
e)
DEBE x HABER
225.000 (xxx) Duplicado de a (xxx) Acciones anuladas 225.000
acciones
(5.000 x 25 x 1,8)

DEBE x HABER
1.000 (678) Gastos a (572) Bancos c/c 1.000
extraordinarios

f)
DEBE x HABER
212.500 (572) Bancos c/c a (xxx) Duplicado de 225.000
(5.000 x 25 x 17) acciones
12.500 (558x) Socios
morosos
(5.000 x 25 x 0,1)

DEBE x HABER
225.000 (xxx) Acciones a (558x) Socios morosos 106.250
anuladas (93.750 + 12.500)
(778) Ingresos 1.000
extraordinarios
(769) Otros ingresos 800
financieros
(572) Bancos c/c 116.950

Liquidación del socio accionista:

- El socio aportó a la sociedad: 5.000 x 25 x 0,25 = 31.250


5.000 x 25 x 0,80 = 100.000  131.250

- Hay que restarle: Menor importe de venta de los duplicados  (12.500)


Indemnización  (1.000)
Intereses  (800)

- TOTAL LIQUIDACIÓN ............................................................ 116.950

g)
DEBE x HABER
250.000 (572) Bancos c/c a (xxx) Socios por 225.000
desembolsos
exigidos
(558x) Socios morosos 25.000

92
DEBE x HABER
225.000 (xxx) Acciones a (558x) Socios morosos 68.750
anuladas (93.750 – 25.000)
(778) Ingresos 1.000
extraordinarios
(769) Otros ingresos 800
financieros
(572) Bancos c/c 154.450

Liquidación del socio accionista:

- El socio aportó a la sociedad:5.000 x 25 x 0,25 = 31.250


5.000 x 25 x 0,80 = 100.000  131.250
- Hay que sumarle: Mayor importe de venta de los duplicados  25.000
- Hay que restarle: Indemnización  (1.000)
Intereses  (800)

- TOTAL LIQUIDACIÓN ............................................................ 154.450

ACTIVIDADES PÁG. 155


4. INFOTEC, S.L., sociedad que se acoge al PGC Pymes recibe, con fecha de 1
de octubre de 201X, dos subvenciones de la Comunidad Autónoma:
• 60 000 € con el objeto de compensar las pérdidas de explotación del
ejercicio.
• 50 000 € para la compra de un taller valorado en 300 000 € (valor del suelo,
40 %). Se estima la vida útil del taller en 40 años.
Refleja los asientos contables de ambas subvenciones y los ajustes a realizar
a 31 de diciembre.
a)
Por la concesión de la subvención a la explotación:
DEBE x HABER
60.000 (4708) H.P. deudora por a (740) Subvenciones 60.000
subvenciones condedidas
concedidas

Por el cobro de la subvención a la explotación:


DEBE x HABER
60.000 (572) Bancos c/c a (4708) H.P. deudora por 60.000
subvenciones
concedidas

b)
Por la concesión de la subvención de capital:
DEBE x HABER
50.000 (4708) H.P. deudora por a (130) Subvenciones 50.000
subvenciones oficiales de capital
concedidas

93
Por el cobro de la subvención de capital:
DEBE x HABER
50.000 (572) Bancos a (4708) H.P. deudora por 50.000
subvenciones
concedidas

Por la compra del taller:


DEBE x HABER
120.000 (210) Terrenos y
bienes naturales
180.000 (211) Construcciones a (572) Bancos c/c 300.000

A 31 de diciembre:
DEBE x HABER
1.125 (681) Amortización (281) A.A. Construcción 1.125
Construcción
(180.000 / 40) x 3/12

DEBE x HABER
312,50 (130) Subvenciones (746) Subvenciones de 312,50
oficiales de capital trasferidas
capital al resultado del
(50.000 / 40) x 3/12 ejercicio

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 158


1. Describe las principales diferencias que hay entre una sociedad anónima y
una sociedad de responsabilidad limitada.
Las principales diferencias se pueden resumir en este cuadro:

TIPO DE Nº DE DESEMBOLSOS
TÍTULOS CAPITAL APORTACIONES CONTABILIDAD REGULACIÓN
SOCIEDAD SOCIOS INICIALES
SOCIEDAD 25% C.S. + DINERARIAS C.Comercio RDL 1/2010
ACCIÓN 1 60.000
ANÓNIMA (S.A.) 100% PRIMA NO DINERARIAS L..A.C. (TRLSC)
SOCIEDAD DE
DINERARIAS C.Comercio LEY 1/2010
RESPONSABILIDAD PARTICIPACIÓN 1 3.000 100 % C.S.
NO DINERARIAS L.A.C. (TRLSC)
LIMITADA(SRL)

2. ¿Cuál crees que es el motivo de que la Ley de Sociedades de Capital permita


la existencia de desembolsos pendientes sobre suscripción de acciones?
Dar facilidades a la constitución de sociedades, ya que permite al inversor poder
realizar los desembolsos parcialmente.
3. Una subvención de capital aplicada a la adquisición de un terreno, ¿cómo se
imputa a resultados del ejercicio?
Según establece la NRV 18 cuando se produzca su enajenación, corrección
valorativa por deterioro o baja en balance.
4. ¿Por qué el TRLSC establece el nombramiento de peritos independientes
para la valoración de las aportaciones no dinerarias?
Para evitar cualquier conflicto entre los socios por la valoración de las aportaciones
no dinerarias.

94
5. ¿Qué ocurre si no hay coincidencia entre la valoración dada a una aportación
no dineraria por parte del accionista y la valoración aportada por el perito?
El Art. 133.2 Reglamento del Registro Mercantil establece que cuando el valor
escriturado supere el valor atribuido por el experto en más de un 20 por 100, el
registrador denegará la inscripción.

6. ¿Qué plazo tienen los accionistas para aportar los desembolsos pendientes?
Respecto de las aportaciones dinerarias el TRLSC no establece plazo alguno. En
lo que respecta a las aportaciones no dinerarias el mismo texto establece en el
artículo 80 TRLSC que el plazo para entregar las aportaciones no dinerarias no
podrá exceder de cinco años a partir del acuerdo de constitución o aumento del
capital social.

7. ¿Qué puede hacer la sociedad frente al incumplimiento de desembolso por


parte de un socio accionista?
Cuando un accionista se halle en mora, el artículo 84 confiere a la sociedad dos
soluciones:
- Reclamar el cumplimiento de la obligación de desembolso, con abono del interés
legal y de los daños y perjuicios causados por la morosidad.
- Emitir unos duplicados de las acciones y proceder a su venta, todo ello por
cuenta y riesgo del accionista moroso.

8. ¿Cómo se registran los gastos de constitución de las sociedades? ¿Y los de


una ampliación de capital?
En ambos casos, se imputan al ejercicio en que tiene lugar la constitución
societaria o la ampliación de capital.

9. ¿Cuál es el procedimiento que establece el PGC para imputar a resultados


las subvenciones de capital recibidas?
A efectos de su imputación en la cuenta de pérdidas y ganancias, habrá que
distinguir entre los siguientes tipos de subvenciones, donaciones y legados:
a) Cuando se concedan para asegurar una rentabilidad mínima o compensar los
déficit de explotación: se imputarán como ingresos del ejercicio en el que se
concedan, salvo si se destinan a financiar déficit de explotación de ejercicios
futuros, en cuyo caso se imputarán en dichos ejercicios.
b) Cuando se concedan para financiar gastos específicos: se imputarán como
ingresos en el mismo ejercicio en el que se devenguen los gastos que estén
financiando.
c) Cuando se concedan para adquirir activos o cancelar pasivos, se pueden
distinguir los siguientes casos:
 Activos del inmovilizado intangible, material e inversiones inmobiliarias: se
imputarán como ingresos del ejercicio en proporción a la dotación a la
amortización efectuada en ese periodo para los citados elementos o, en su
caso, cuando se produzca su enajenación, corrección valorativa por
deterioro o baja en balance.
 Existencias que no se obtengan como consecuencia de un rappel
comercial: se imputarán como ingresos del ejercicio en que se produzca su
enajenación, corrección valorativa por deterioro o baja en balance.

95
 Activos financieros: se imputarán como ingresos del ejercicio en el que se
produzca su enajenación, corrección valorativa por deterioro o baja en
balance.
 Cancelación de deudas: se imputarán como ingresos del ejercicio en que
se produzca dicha cancelación, salvo cuando se otorguen en relación con
una financiación específica, en cuyo caso la imputación se realizará en
función del elemento financiado.

10. ¿Qué diferencia hay entre una subvención de capital y una subvención a la
explotación?
El destino de la misma. Las subvenciones de capital se conceden para la
adquisición de activo fijo o la ampliación de negocio. Por el contrario, las
subvenciones a la explotación son concedidas para paliar problemas en la
explotación de la empresa. Las primeras tienen un carácter de permanencia, de
valor añadido, de futuro; las segundas, vienen a cubrir un déficit que, de no tomar
soluciones, podrá transformarse en estructural.

11. Consulta el artículo 68 del TRLSC y contesta a la siguiente pregunta: ¿Qué


responsabilidad tiene el experto independiente nombrado por el registrador
mercantil frente a los socios por un error en la valoración de las aportaciones
no dinerarias?
Art. 68 TRLSC. El experto responderá frente a la sociedad, frente a los accionistas
y frente a los acreedores de los daños causados por la valoración, y quedará
exonerado si acredita que ha aplicado la diligencia y los estándares propios de la
actuación que le haya sido encomendada. La acción para exigir esta
responsabilidad prescribirá a los cuatro años de la fecha del informe.

12. ¿Qué es una sociedad unipersonal?


Art. 12 TRLSC. Se entiende por sociedad unipersonal de responsabilidad limitada
o anónima:
a) La constituida por un único socio, sea persona natural o jurídica.
b) La constituida por dos o más socios cuando todas las participaciones o las
acciones hayan pasado a ser propiedad de un único socio. Se consideran
propiedad del único socio las participaciones sociales o las acciones que
pertenezcan a la sociedad unipersonal.

13. ¿Qué se entiende por grupo de sociedades? Para contestar a esta pregunta,
puedes consultar el artículo 18 del TRLSC.
Art. 42 C. de C. Existe un grupo cuando una sociedad ostente o pueda ostentar,
directa o indirectamente, el control de otra u otras. En particular, se presumirá que
existe control cuando una sociedad, que se calificará como dominante, se
encuentre en relación con otra sociedad, que se calificará como dependiente, en
alguna de las siguientes situaciones:
a) Posea la mayoría de los derechos de voto.
b) Tenga la facultad de nombrar o destituir a la mayoría de los miembros del
órgano de administración.
c) Pueda disponer, en virtud de acuerdos celebrados con terceros, de la mayoría
de los derechos de voto.
d) Haya designado con sus votos a la mayoría de los miembros del órgano de
administración, que desempeñen su cargo en el momento en que deban

96
formularse las cuentas consolidadas y durante los dos ejercicios inmediatamente
anteriores. En particular, se presumirá esta circunstancia cuando la mayoría de los
miembros del órgano de administración de la sociedad dominada sean miembros
del órgano de administración o altos directivos de la sociedad dominante o de otra
dominada por ésta. Este supuesto no dará lugar a la consolidación si la sociedad
cuyos administradores han sido nombrados, está vinculada a otra en alguno de los
casos previstos en las dos primeras letras de este apartado.
14. ¿Cuál es el capital máximo por el que se puede constituir una sociedad
nueva empresa? ¿Se pueden realizar aportaciones no dinerarias?
Art. 443 TRLSC. El capital social de la sociedad nueva empresa no podrá ser
inferior a tres mil doce euros ni superior a ciento veinte mil doscientos dos euros.
El capital social sólo podrá ser desembolsado mediante aportaciones dinerarias.
15. ¿Qué tipo de sociedades pueden emitir obligaciones?
Art. 401 TRLSC. La sociedad anónima y la sociedad comanditaria por acciones
podrán emitir series numeradas de obligaciones u otros valores que reconozcan o
creen una deuda.
16. ¿Existe algún límite al importe máximo de la emisión de un empréstito de
obligaciones?
Art. 405 TRLSC. El importe total de las emisiones no podrá ser superior al capital
social desembolsado, más las reservas que figuren en el último balance aprobado
y las cuentas de regularización y actualización de balances, cuando hayan sido
aceptadas por el Ministerio de Economía y Hacienda.
En los casos de que la emisión está garantizada con hipoteca, con prenda de
valores, con garantía pública o con aval solidario de entidad de crédito no será
aplicable la limitación establecida en el apartado anterior.
17. ¿Las participaciones sociales en una sociedad de responsabilidad limitada
pueden representarse a través de anotaciones en cuenta? ¿Y las acciones de
una sociedad anónima?
Art. 92 TRLSC. Las acciones podrán estar representadas por medio de títulos o
por medio de anotaciones en cuenta. En uno y otro caso tendrán la consideración
de valores mobiliarios.
Las participaciones sociales no podrán estar representadas por medio de títulos o
de anotaciones en cuenta, ni denominarse acciones, y en ningún caso tendrán el
carácter de valores.
18. ¿Qué significa el término «responsabilidad solidaria»?
La responsabilidad es solidaria cuando el acreedor puede reclamar a cualquiera o
a todos los responsables, el cumplimiento completo de una obligación o el
resarcimiento total de un daño, y ninguno puede ni excusar su responsabilidad
indicando al acreedor que se dirija contra otro responsable ni pretender el pago de
solo una parte de lo adeudado. Esto es: el deudor solidario carece del beneficio de
excusión y debe resarcir o abonar el total de lo que se reclama, aunque existan
otros deudores.
Visto desde el punto de vista del acreedor, éste puede reclamar el total de lo que
se le debe a cualquiera de los responsables solidarios. Puede elegir a cualquier de
los deudores o puede exigirles el pago a todos. Por supuesto que una vez que
obtiene el cobro de alguno de los deudores, no puede continuar con su reclamo
contra el resto.

97
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 159
Contabilización de operaciones de constitución de sociedades y de
operaciones con fondos propios

Por la emisión de las acciones:


DEBE x HABER
180.000 (190) Acciones a (194) Capital emitidos 180.000
emitidas pendiente de
suscripción

Por la suscripción y desembolso del mínimo legal:

98
DEBE x HABER
18.750 (572) Bancos c/c
56.250 (1034) Socios por
desembolsos
no exigidos,
capital
pendiente de
inscripción
15.000 (217) Equipos para
proceso de
información
45.000 (1044) Socios por
aportaciones
no dineradas
pendientes,
capital
pendiente de
inscripción
11.250 (218) Elementos de
transportes
33.750 (430) Clientes a (190) Acciones emitidas 180.000

Por los gastos de constitución (no se tiene en cuenta IVA ni retenciones):


DEBE x HABER
1.800 (62/63) Gastos de a (572) Bancos c/c 1.800
constitución

Por la inscripción de la sociedad en el R.M.:


DEBE x HABER
180.000 (194) Capital emitido a (100) Capital social 180.000
pendiente de
suscripción

DEBE x HABER
56.250 (1030) Socios por
desembolsos no
exigidos, capital
social
45.000 (1040) Socios por a (1044) Socios por 45.000
aportaciones aportaciones
no dinerarias no dinerarias
pendientes, pendientes,
capital social capital
pendiente de
inscripción
(1034) Socios por 56.250
desembolsos no
exigidos, capital
pendiente de
inscripción

99
Por la aportación del Sr. YY:
DEBE x HABER
45.000 (216) Mobiliario a (1040) Socios por 45.000
aportaciones no
dinerarias
pendientes, capital
social

Por el impago del derecho de cobro:


DEBE x HABER
33.750 (558x) Socios morosos a (430) Clientes 33.750

DEBE x HABER
33.750 (572) Bancos c/c a (558x) Socios morosos 33.750

Por el desembolso pendiente:


DEBE x HABER
56.250 (558) Accionistas por a (1030) Socios por des. no 56.250
desem exi. exi.

DEBE x HABER
56.250 (558x) Socios morosos a (558) Socios por des. 56.250
exi.

Por la emisión de los duplicados:


DEBE x HABER
75.000 (xxx) Duplicado de a (xxx) Acciones anuladas 75.000
acciones

DEBE x HABER
1.200 (678) Gastos a (572) Bancos c/c 1.200
extraordinarios

Por la venta de los duplicados:


DEBE x HABER
71.250 (572) Bancos c/c
3.750 (558x) Socios morosos a (xxx) Duplicado de 75.000
acciones

100
Por la liquidación del accionista moroso:
DEBE x HABER
75.000 (xxx) Acciones a (558x) Accionistas 60.000
anuladas morosos
(778) Ingresos 1.200
extraordinarios
(572) Bancos c/c 13.800

SOLUCIÓN PRÁCTICA PROFESIONAL 2

DEBE x HABER
150.000 (190) Participaciones a (194) Capital emitido 150.000
emitidas pendiente de
suscripción

Por la suscripción y desembolso:


DEBE x HABER
150.000 (572) Bancos c/c a (190) Participaciones 150.000
emitidas

Por los gastos de constitución (no se tiene en cuenta IVA ni retenciones):


DEBE x HABER
500 (62/63) Gastos de a (572) Bancos c/c 500
construcción

Por la inscripción de la sociedad en el R.M.:


DEBE x HABER
150.000 (194) Capital emitido a (100) Capital social 150.000
pendiente de
suscripción

SOLUCIÓN PRÁCTICA PROFESIONAL 3

DEBE x HABER
625.000 (190) Acciones a (194) Capital emitido 625.000
emitidas pendiente de
inscripción

101
Por la suscripción y desembolso del mínimo legal:
DEBE x HABER
250.000 (572) Bancos c/c
375.000 (1034) Socios por a (190) Acciones emitidas 625.000
desembolsos no
exigidos Capital
pendiente de
inscripción

Por los gastos de ampliación:


DEBE x HABER
6.000 (62/632) Gastos de a (572) Bancos c/c 6.000
ampliación de
capital

Por la inscripción en el Registro Mercantil:


DEBE x HABER
625.000 (194) Capital emitido a (100) Capital social 500.000
Pendiente de
inscripción
(110) Prima de emisión 125.000

DEBE x HABER
375.000 (1030) Socios por a (1034) Socios por 375.000
desembolsos no desembolsos no
exigidos, C.S. exigidos, capital
pendiente de
inscripción

Por la exigencia del primer desembolso exigido:


DEBE x HABER
125.000 (558) Socios por a (1030) Socios por 125.000
desembolsos desembolsos no
exigidos exigidos, C.S.

Por el cobro del desembolso exigido y el registro del accionista moroso:


DEBE x HABER
112.500 (572) Bancos c/c
12.500 (558x) Socios morosos a (558) Socios por 125.000
desembolsos
exigidos

Por los gastos originados de la reclamación judicial (no se tiene en cuenta IVA ni
retenciones):

102
DEBE x HABER
1.200 (678) Gastos a (572) Bancos c/c 1.200
extraordinarios

Por el cobro de lo adeudado:


DEBE x HABER
13.900 (572) Bancos c/c a (558x) Accionistas 12.500
morosos
(778) Ingresos 1.200
extraordinarios
(769) Otros ingresos 200
financieros

Por la exigencia de los desembolsos pendientes:


DEBE x HABER
250.000 (558) Socios por a (1030) Socios por 250.000
desembolsos desembolsos no
exigidos exigidos, C.S

DEBE x HABER
250.000 (572) Bancos c/c a (558) Socios por 250.000
desembolsos
exigidos

SOLUCIÓN PRÁCTICA PROFESIONAL 4

SEGÚN PGC:
DEBE x HABER
100.000 (4708) H.P. deudora por a (940) Ingresos de 12.500
subvenciones subvenciones
concedidas oficiales del capital

DEBE x HABER
100.000 (572) Bancos c/c a (4708? H.P. deudora por 100.000
subvencionas
condedidas

DEBE x HABER
400.000 (213) Maquinaria
84.000 (472) H.P. IVA a (572) Bancos c/c 484.000
soportado

103
31 de diciembre de 201X

DEBE x HABER
100.000 (940) Ingresos de
subvenciones
oficiales de
capital
84.000 (472) H.P. IVA a (130) Subvenciones 484.000
soportado oficiales de capital

DEBE x HABER
18.750 (681) Amortización a (281) A.A. maquinarias 18.750
Maquinaria

DEBE x HABER
20.000 (840) Trasferencias de a (746) Subvenciones de 20.000
subvenciones capital transferidos
oficiales de al rdo. del ejercicio
capital

DEBE x HABER
5.000 (130) Subvenciones a (840) Subvenciones de 5.000
oficiales de capital transferidas
capital al rdo. Del
ejercicio

SEGÚN PGCPYME:

DEBE x HABER
100.000 (4708) Deudor por a (130) Subvenciones 100.000
subvenciones oficiales de capital
concedidas

Por la compra de la máquina:

DEBE x HABER
400.000 (213) Maquinaria
84.000 (472) H.P. IVA a (572) Bancos c/c 484.000
soportado

104
Por la transferencia recibida:

DEBE x HABER
100.000 (572) Bancos c/c a (4708) H.P. deudora por 100.000
subvenciones
concedidas

Por la amortización de la depuradora y la imputación a resultados de la subvención


al cierre del ejercicio:

DEBE x HABER
20.000 (681) Dotación a la a (281) A.A.I.M. 20.000
amortización del
I. Material

DEBE x HABER
5.000 (130) Subvenciones a (746) Subvenciones de 5.000
oficiales de capital transferidas
capital al resultado del
ejercicio

105
UNIDAD 6: FINANCIACIÓN BÁSICA. FINANCIACIÓN AJENA

ACTIVIDADES PÁG. 174


1. Con fecha 20 de abril de 2013 se solicita un préstamo para la adquisición de
nueva maquinaria en la entidad financiera W. Las condiciones del préstamo
son las siguientes:
• Importe del préstamo: 50 000 €.
• Plazo de devolución: 2 años.
• Cuotas trimestrales pospagables.
• Tipo de interés nominal anual: 5,75 %.
• Gastos de formalización: 1,5 % sobre el nominal del préstamo.
Realiza los registros contables de las dos primeras cuotas.

El cuadro de amortización que nos entrega la entidad financiera es el siguiente:

PER. FECHA CUOTA PRINCIPAL INTERESES AMORTIZADO PENDIENTE


1 20/10/13 6.661 5.942 719 5.942 44.058
2 20/01/14 6.661 6.028 633 11.970 38.030
3 20/04/14 6.661 6.114 547 18.084 31.916
4 20/07/14 6.661 6.202 459 24.287 25.713
5 20/10/14 6.661 6.291 370 30.578 19.422
6 20/01/15 6.661 6.382 279 36.960 13.040
7 20/04/15 6.661 6.474 187 43.433 6.567
8 20/07/15 6.661 6.567 94 50.000 0,00
53.288 50.000 3.288

Sin embargo, en aplicación de la NRV 9ª, debemos calcular el tipo de interés


efectivo de la operación y calcular el nuevo cuadro de amortización:
Tipo de interés efectivo: 7,14 %
El nuevo cuadro, calculado con el TIE:

PER. FECHA CUOTA PRINCIPAL INTERESES AMORTIZADO PENDIENTE


1 20/10/13 6.661 5.782 879 5.782 43.468
2 20/01/14 6.661 5.885 776 11.667 37.583
3 20/04/14 6.661 5.990 671 17.657 31.593
4 20/07/14 6.661 6.097 564 23.754 25.496
5 20/10/14 6.661 6.206 455 29.960 19.290
6 20/01/15 6.661 6.317 344 36.276 12.974
7 20/04/15 6.661 6.429 232 42.706 6.544
8 20/07/15 6.661 6.544 117 49.250 -0
53.288 49.250 4.038

106
20/7/13

DEBE x HABER
49.250 (572) Bancos c/c a (520) Deudas a c/p con 17.657
entidades de
crédito
(170) Deudas a l/p con 31.593
entidades de
crédito

20/10/13

DEBE x HABER
879 (662) Intereses de a (527) Intereses a c/p de 719
deudas deudas con enti.
de crédito
(520) Deudas a c/p con 160
entidades de
crédito

DEBE x HABER
719 (527) Intereses a c/p a
de deudas con
enti. de crédito
5.942 (520) Deudas a c/p con (572) Bancos c/c 6.661
entidades de
crédito

DEBE x HABER
6.206 (170) Deudas a l/p con a (520) Deudas a c/p con 6.206
entidades de entidades de
crédito crédito

31/12/13

DEBE x HABER
604 (662) Intereses de a (527) Intereses a c/p de 492
deudas deudas con enti.
de crédito
(520) Deudas a c/p con 112
entidades de
crédito

107
20/1/14

DEBE x HABER
172 (662) Intereses de a (527) Intereses a c/p de 141
deudas deudas con enti.
de crédito
(520) Deudas a c/p con 31
entidades de
crédito

DEBE x HABER
633 (527) Intereses a c/p a (572) Bancos c/c 6.661
de deudas con
enti. de crédito
6.028 (520) Deudas a c/p con
entidades de
crédito

DEBE x HABER
6.317 (170) Deudas a l/p con a (520) Deudas a c/p con 6.317
entidades de entidades de
crédito crédito

ACTIVIDADES PÁG. 187


2. Un alumno del colegio Campus sufre un accidente motivado por la caída de
una cornisa. Sus padres demandan al colegio, solicitando una indemnización
de 60 000 €.
La gerencia del colegio estima que existe una probabilidad bastante alta de
que se estime la demanda, previendo que la sentencia definitiva no llegará
hasta transcurridos tres años. Por todo ello cuantifica la indemnización a
valor actual en 51 096 €, para un tipo de interés del 5,5 por ciento anual.
La sentencia fija al cabo de los tres años un importe de 58 000 €.
Realiza los apuntes contables que deberá efectuar el colegio, desde la
demanda, hasta la sentencia.

• Valor actual del coste = 165.375 x (1,05)–2 = 150.000 euros.

Por la provisión:
DEBE x HABER
150.000 (622) Reparaciones y a (145) Provisión para 150.000
conservación actuaciones
medioambientales

108
Al final del ejercicio 1:
DEBE x HABER
10.500 (622) Reparaciones y a (145) Provisión para 10.500
conservación actuaciones
medio ambientales

DEBE x HABER
7.500 (660) Gastos a (145) Provisión para 7.500
financieros por actuaciones
actualización de medioambientales
provisiones

Al final del ejercicio 2:


DEBE x HABER
8.000 (660) Gastos a (145) Provisión para 8.000
financieros por actuaciones
actualización de medioambientales
provisiones

DEBE x HABER
176.000 (145) Provisión para (572) Bancos c/c 160.000
actuaciones
medio
ambientales
a (7955) Exceso de 16.000
provisión para
actuaciones medio
ambiente

3. La sociedad TITA, S.A. se ha comprometido a reparar el daño que causará en


la costa, derivado de su actividad.
• Dicha actuación se realizará a los dos años, fecha en la que finalizará la
actuación de la empresa, estimándose unos costes de 165 375 €.
• El tipo de interés es del 5 %.
• Al finalizar el primer año, las estimaciones de los costes aumentan en 10
500 €, estimándose los gastos financieros en 7 500 €.
• Al final del segundo año se abonan los costes de reparación por 160 000 €.
• Los gastos financieros, a efectos de actualización de los valores,
ascendieron a 8 000 €.
Realiza los registros que procedan.

109
• Valor actual del coste = 165.375 x (1,05)-2 = 150.000 euros.
Por la provisión:

DEBE x HABER
150.000 (622) Reparaciones y
conservación
a (145) Provisión para 150.000
actuaciones
medioambientales

Al final del ejercicio 1:

DEBE x HABER
10.500 (622) Reparaciones y
conservación
a (145) Provisión para 10.500
actuaciones
medioambientales

DEBE x HABER
7.500 (660) Gastos
financieros por
actualización de
provisiones
a (145) Provisión para 7.500
actuaciones
medioambientales

Al final del ejercicio 2:

DEBE x HABER
8.000 (660) Gastos
financieros por
actualización de
provisiones
a (145) Provisión para 8.000
actuaciones
medioambientales

DEBE x HABER
176.000 (145) Provisión para a (572) Bancos c/c 160.000
actuaciones
medioambientales
a (145) Provisión para 16.000
actuaciones
medioambientales

110
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 188
1. ¿Qué diferencia hay entre un préstamo y un crédito?
Una línea de crédito es un contrato de crédito en cuenta corriente por el que una
entidad crediticia concede a un cliente- acreditado- la disposición de un
determinado importe en forma de crédito por un plazo de tiempo determinado. El
acreditado podrá disponer de fondos hasta el límite fijado y, paralelamente, podrá
realizar abonos en concepto de devolución de las cantidades dispuestas. Estos
movimientos se reflejan en la cuenta corriente abierta a tal efecto, pudiendo dar
lugar a posiciones deudoras o acreedoras.
La operación se formaliza en póliza de crédito, pudiendo instrumentarse mediante
escritura pública. Podrá requerirse la constitución de alguna garantía, ya sea
personal (aval, fianza), prendaria (valores mobiliarios) o hipotecaria.
Un préstamo es una operación bancaria por la cual una entidad crediticia entrega
una cantidad fija de dinero al prestatario (persona que recibe el préstamo), que se
obliga a devolver el importe nominal en un plazo determinado más los intereses
correspondientes.

2. ¿Qué supone una emisión de un empréstito con prima de emisión?


Que la emisión se hace por debajo del valor nominal, lo que hace que la entidad
emisora reciba un importe menor del que tiene que devolver. Esa diferencia se le
denomina «interés implícito» y deberá imputarse a resultados siguiendo un criterio
financiero.

3. ¿Qué son los intereses explícitos?


Son aquellos intereses que no están incorporados en el valor de reembolso ni en el
valor de emisión. Vienen expresados por un tipo de interés. Se contabilizan
atendiendo al principio de devengo.

4. ¿Pueden las sociedades de responsabilidad limitada emitir empréstitos?


¿Por qué?
No. Porque así lo establece el artículo 402 del TRLSC.

5. ¿Cuál es el valor límite máximo de una emisión de obligaciones?


El importe total de las emisiones no podrá ser superior al capital social
desembolsado, más las reservas que figuren en el último balance aprobado (Art.
405 TRLSC). Este límite no será de aplicación a las sociedades cotizadas (Art.
510. TRLSC)

6. ¿Cómo se valora el activo en un contrato de arrendamiento financiero?


El arrendatario, en el momento inicial, registra un activo de acuerdo con su
naturaleza (un inmovilizado material o un intangible), y un pasivo financiero por el
mismo importe, que será el menor entre el valor razonable del activo arrendado y
el valor actual de los pagos mínimos acordados durante el plazo del arrendamiento
–incluido el pago por la opción de compra, cuando no existan dudas razonables
sobre su ejercicio. En los pagos por arrendamiento no se incluyen el coste de los
servicios e impuestos que pueda repercutir el arrendador.
Los gastos directos iniciales inherentes a la operación en los que incurra el
arrendatario deberán considerarse como valor mayor del activo.

111
7. ¿Cuándo no coincidirán el valor de emisión y el valor de reembolso en un
empréstito?
Cuando la emisión se haga con una prima de emisión o una prima de reembolso, o
con ambas a la vez.

8. Al contabilizar una póliza de crédito, ¿qué valor se reflejará en la cuenta que


representa la deuda?
Según la Norma de Valoración 11.ª las deudas derivadas de pólizas de crédito se
contabilizarán por el crédito dispuesto.

9. ¿Qué es una obligación?


Son activos financieros, representados en títulos o anotaciones en cuenta, que
emiten las sociedades anónimas que necesitan captar un volumen importante de
recursos financieros. El inversor tendrá derecho a recibir el nominal del título en la
fecha que se establezca más los intereses pactados. Se emiten a largo plazo, con
plazos de amortización a partir de los tres años.

10. ¿Qué es la opción de compra en un contrato de arrendamiento financiero?


Es una cláusula que debe incorporar todos los contratos de arrendamiento
financiero y que suponen que mediante el pago de dicha opción el bien objeto del
contrato pasa a ser propiedad de la empresa arrendataria.

11. Realiza los asientos contables de las siguientes operaciones:


• El Banco RR nos concede una línea de crédito por importe de 100 000 € a
devolver en el plazo de 12 meses.
A tal efecto nos abre una cuenta de crédito.
• El Banco RR nos carga en la cuenta 1 000 € en concepto de comisión de
estudio y apertura del crédito.
• Realizamos una compra de mobiliario por importe de 30 000 € más IVA.
Entregamos cheque de la cuenta de crédito.
• Pagamos mediante cheque de cuenta de crédito diversas facturas con
proveedores que suman en total 60 000 €.
• Un cliente nos ingresa en la cuenta de crédito 9 000 €, con lo que salda la
deuda que mantenía con la empresa.
• Pagamos la nómina de los dos empleados con cheque de cuenta de crédito,
según detalle:
– Salario base: 2 200 €.
– Antigüedad: 200 €.
– Deducción por Seguridad Social: 180 €.
– Retención IRPF: 250 €.
• Cancelamos la cuenta de crédito, ascendiendo los intereses a 5 800 €.

a) No procede asiento.
b)
DEBE x HABER
1.000 (669) Otros gastos a (5201) Deudas a c/p por 1.000
financieros crédito dispuesto

112
c)
DEBE x HABER
30.000 (216) Mobiliario a (5201) Deudas a c/p por 36.300
crédito dispuesto
6.300 (472) H.P. IVA
soportado

d)
DEBE x HABER
60.000 (400) Proveedores a (5201) Deudas a c/p por 60.000
crédito dispuesto

e)
DEBE x HABER
9.000 (5201) Deudas a c/p por a (430) Clientes 9.000
crédito dispuesto

f)
DEBE x HABER
2.400 (640) Sueldos y a (476) O.S.S.A. 180
salarios
(4751) H.P. Acreedora 250
por retenciones
practicadas
(5201) Deudas a c/p por 1.970
crédito dispuesto

g)
DEBE x HABER
90.270 (5201) Deudas a c/p por a (575) Bancos 96.070
crédito dispuesto
5.800 (662) Intereses de
deuda

12. La sociedad SIMA, S.A. tiene un litigio en curso derivado del despido de 10
trabajadores, cuyo resultado es incierto. Estima que, en el caso de que se
dicte que los mismos fueron improcedentes, la indemnización ascendería a
300 000 e. En aplicación del principio de prudencia dota la oportuna
provisión.
a) La sentencia declara improcedentes los despidos estipulando una
indemnización de 300 000 €.
b) La sentencia declara improcedentes los despidos estipulando una
indemnización de 400 000 €.
c) La sentencia declara improcedentes los despidos estipulando una
indemnización de 200 000 €.
Registra en el libro diario las operaciones anteriores.
El fallo se espera para dentro de 2 años. El tipo de interés es del 5 por 100.

113
15/10/2014 (Por el contrato de arrendamiento financiero)

DEBE x HABER
20.000,00 (213) Maquinaria a (524) Acreedores por 9.340,78
arrendamiento
financiero a c/p
(174) Acreedores por 10.659,13
arrendamiento
financiero a l/p

15/11/2014 (por el pago de la cuota y el devengo de intereses)

DEBE x HABER
760,72 (524) Acreedores por a (572) Bancos c/c 1.017,06
arrendamiento
financiero a c/p
79,83 (662) Intereses de
deudas
176,51 (472) H.P. IVA
soportado

15/12/2014 (por el pago de la cuota y el devengo de intereses)

DEBE x HABER
763,89 (524) Acreedores por a (572) Bancos c/c 1.017,06
arrendamiento
financiero a c/p
76,66 (662) Intereses de
deudas
176,51 (472) H.P. IVA
soportado

31/12/2014 (por el devengo de intereses, reclasificación deuda y amortización)

DEBE x HABER
36,74 (662) Intereses de a (527) Intereses a c/p de 36,74
deudas deudas con
entidades de
crédito

DEBE x HABER
1.602,61 (174) Acreedores por a (524) Acreedores por 1.602,61
arrendamiento arrendamiento
financiero a l/p financiero a c/p

114
DEBE x HABER
833 (681) Amortización del a (281) A.A.I.M. 833
Inmovilizado
material

15/1/2015 (por el pago de la cuota y el devengo de intereses)

DEBE x HABER
767,07 (524) Acreedores por a (572) Bancos c/c 1.017,06
arrendamiento
financiero a c/p
36,74 (662) Intereses de
deudas
36,74 (527) Intereses a c/p
de deudas
176,51 (472) H.P. IVA
soportado

13. El día 15 de octubre de 2014 financiamos a través de un contrato de


arrendamiento financiero una máquina valorada en 20 000 €. Se estima una
vida útil de cinco años.
El cuadro de amortización de esta operación calculado aplicando el tipo de
interés efectivo es el siguiente, teniendo en cuenta una opción de compra
igual a una cuota:

115
Contabiliza las tres primeras cuotas.
Al registrar la provisión (primeros del ejercicio):
300.000 x (1,05)–2 = 272.108,84

DEBE x HABER
272.108,84 (641) Indemnizaciones a (142) Provisión para 272.108,84
otras
responsabilidades

Al actualizar la provisión (31/12/X0):

272.108,84 x 0,05 = 13.605,44

DEBE x HABER
13.605,44 (660) Gastos a (142) Provisión para 13.605,44
financieros por otras
actualización de responsabilidades
provisiones

Al actualizar la provisión (31/12/X1):

285.714,28 x 0,05 = 14.285,72

DEBE x HABER
24.285,72 (660) Gastos a (142) Provisión para 24.285,72
financieros por otras
actualización de responsabilidades
provisiones

Hipótesis a)

DEBE x HABER
300.000 (142) Provisión para a (572) Bancos c/c 300.000
otras
responsabilidades

Hipótesis b)

DEBE x HABER
300.000 (142) Provisión para a (572) Bancos c/c 400.000
otras
responsabilidades
100.000 (678) Gastos
excepcionales

*Se podría contabilizar también en la cuenta (641)

116
Hipótesis c)

DEBE x HABER
300.000 (142) Provisión para a (572) Bancos c/c 200.000
otras
responsabilidades
(7952) Exceso de 100.000
provisión para
otras
responsabilidades

14. La sociedad OMEGA, S.A. adquiere con fecha 01/01/2013 una depuradora por
750 000 €, pagados al contado. Dicha instalación debe ser desmantelada al
finalizar su vida útil, estimándose unos gastos en esa fecha de 50 000 €.
La vida útil estimada de la depuradora es de de 20 años, siendo nulo el valor
residual. La máquina se amortiza linealmente. El tipo de interés a efectos de
la actualización es del 4,5 por 100 anual.
Registra los asientos básicos que se desprenden de esta operación.

El valor actual del coste de desmantelamiento es 50.000 (1,045)-20 = 20.732,14

1/10/13
DEBE x HABER
770.732,14 (212) Instalaciones
técnicas
157.500,00 (472) H.P. IVA a (572) Bancos c/c 907.500,00
soportado
(143) Provisión por 20.732,14
desmantelamiento

31/12/13
DEBE x HABER
9.634 (681) Amortización I a (281) A.A.I.Técnica 9.634
técnica

Por la actualización de la provisión:


DEBE x HABER
233,24* (660) Gastos a (143) Provisión por 233,24
financieros por desmantelamiento
actualización de
provisiones

*20.732,14 x 0,045 x 3/12

117
31/12/14
DEBE x HABER
38.536,61 (681) Amortización I a (281) A.A.I.Técnica 38.536,61
técnica

Por la actualización de la provisión:


DEBE x HABER
943,44* (660) Gastos a (143) Provisión por 943,44
financieros por desmantelamiento
actualización de
provisiones

*20.965,38 x 0,045

Octubre 2033
31/12/13
DEBE x HABER
9.634 (681) Amortización I a (281) A.A.I.Técnica 9.634
técnica

Por la actualización de la provisión:


DEBE x HABER
770.732,14 (281) A.A.I.Técnica a (213) Instalaciones 770.732,14
Técnicas

DEBE x HABER
50.000 (143) Provisión por a (572) Instalaciones 50.000
desmantelamiento Técnicas

No se tiene en cuenta el IVA ni posibles desviaciones.

118
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 190
Registros contables de operaciones financieras

119
120
En primer lugar confeccionamos el cuadro de amortización aplicando el TIE. El TIE es
el 5,16 %.

PER. CUOTA PRINCIPAL INTERESES AMORTIZADO PENDIENTE


15/11/13 -- -- -- -- 98.250
1 2.952 2.529 423 2.529 95.721
2 2.952 2.540 412 5.069 93.181
3 2.952 2.551 401 7.619 90.631
4 2.952 2.562 390 10.181 88.069
5 2.952 2.573 379 12.754 85.496
6 2.952 2.584 368 15.337 82.913
7 2.952 2.595 357 17.932 80.318
8 2.952 2.606 346 20.539 77.711
9 2.952 2.617 335 23.156 75.094
10 2.952 2.628 324 25.784 72.466
11 2.952 2.640 312 28.424 69.826
12 2.952 2.651 301 31.076 67.174
13 2.952 2.663 289 33.738 64.512
14 2.952 2.674 278 36.413 61.837
15 2.952 2.686 266 39.098 59.152
16 2.952 2.697 255 41.796 56.454
17 2.952 2.709 243 44.505 53.745
18 2.952 2.720 232 47.225 51.025
19 2.952 2.732 220 49.958 48.292
20 2.952 2.744 208 52.702 45.548
21 2.952 2.756 196 55.458 42.792
22 2.952 2.768 184 58.225 40.025
23 2.952 2.780 172 61.005 37.245
24 2.952 2.792 160 63.797 34.453
25 2.952 2.804 148 66.600 31.650
26 2.952 2.816 136 69.416 28.834
27 2.952 2.828 124 72.244 26.006
28 2.952 2.840 112 75.084 23.166
29 2.952 2.852 100 77.937 20.313
30 2.952 2.864 88 80.801 17.449
31 2.952 2.877 75 83.678 14.572
32 2.952 2.889 63 86.568 11.682
33 2.952 2.902 50 89.469 8.781
34 2.952 2.914 38 92.384 5.866
35 2.952 2.927 25 95.311 2.939
36 2.952 2.940 12 98.250 0
106.272 98.250 8.022

121
15/11/13 (por la concesión del préstamo)

DEBE x HABER
98.250 (572) Bancos c/c a (520) Deudas a c/p con 31.076
entidades de
crédito
(170) Deudas a l/p con 67.174
entidades de
crédito

15/12/2013 (por el devengo de los intereses)

DEBE x HABER
423 (662) Intereses de a (527) Intereses a c/p de 333*
deudas deudas con
entidades de
crédito
(520) Deudas a c/p con 90*
entidades de
crédito

* La cuenta (662) recoge el coste financiero aplicando el tipo de interés efectivo. La cuenta (527) recoge el coste
financiero aplicando el tipo de interés contractual. La cuenta (520) corresponde a los gastos de formalización
devengados este ejercicio

15/12/2013 (por el pago de la cuota)

DEBE x HABER
2.619 (520) Deudas a c/p con a (572) Bancos c/c 2.952
entidades de
crédito
333 (527) Intereses a c/p de
deudas con
entidades de
crédito

15/12/2013 (por la reclasificación de la deuda)

DEBE x HABER
2.663 (170) Deudas a l/p con a (520) Deudas a c/p con 2.663
entidades de entidades de
crédito crédito

122
31/12/2013 (por el devengo de los intereses)

DEBE x HABER
206 (662) Intereses de a (527) Intereses a c/p de 162
deudas deudas con
entidades de
crédito
(520) Deudas a c/p con 44*
entidades de
crédito

* Corresponde a los gastos de formalización devengados en el mes.

15/1/2014 (por el devengo de los intereses)

DEBE x HABER
206 (662) Intereses de a (527) Intereses a c/p de 163
deudas deudas con
entidades de
crédito
(520) Deudas a c/p con 43*
entidades de
crédito

* Corresponde a los gastos de formalización devengados en el mes.

15/1/2014 (por el pago de la cuota)

DEBE x HABER
2.627 (520) Deudas a c/p con a (572) Bancos c/c 2.952
entidades de
crédito
325 (527) Intereses a c/p de
deudas con
entidades de
crédito

(por la reclasificación de la deuda)

DEBE x HABER
2.674 (170) Deudas a l/p con a (520) Deudas a c/p con 2.674
entidades de entidades de
crédito crédito

SOLUCIÓN PRÁCTICA PROFESIONAL 2:

Se aplica la norma 11ª del PGC que dice que las deudas derivadas de pólizas de
crédito se contabilizarán por el crédito dispuesto.

123
3/7/X0
DEBE x HABER
60 (669) Otros gastos a (5201) Deudas a c/p por 60
financieros crédito dispuesto

16/7/X0
DEBE x HABER
2.000 (572) Bancos c/c a (5201) Deudas a c/p por 2.000
crédito dispuesto

22/8/X0
DEBE x HABER
800 (400) Proveedores a (5201) Deudas a c/p por 800
crédito dispuesto

15/9/X0
DEBE x HABER
900 (631) Otros tributos a (5201) Deudas a c/p por 900
crédito dispuesto

2/10/X0
DEBE x HABER
900 (5201) Deudas a c/p por
crédito dispuesto
20 (626) Servicios
bancarios
4,20 (472) H.P. IVA a (4312) Efectos 1.000
soportado comerciales en
gestión de cobro

6/10/X0
El crédito disponible a esta fecha es de 3.140 €.

DEBE x HABER
5.000 (622) Deudas a c/p por
crédito dispuesto
1.050 (472) H.P. IVA a (5201) Deudas a c/p por 3.140
soportado crédito dispuesto
(572) Bancos c/c 2.910

124
23/10/X0
DEBE x HABER
6.000 (5201) Deudas a c/p por
crédito dispuesto
200 (662) Intereses de
deudas
12 (669) Otros gastos a (572) Bancos c/c 6.212
financieros

SOLUCIÓN PRÁCTICA PROFESIONAL 3:

10/9/X0 (por la concesión del préstamo)

DEBE x HABER
9.925,00 (572) Bancos c/c
75,00 (669) Otros gastos a (520) Deudas a c/p con 3.112,87
financieros entidades de
crédito
(170) Deudas a l/p con 6.887,13
entidades de
crédito

10/12/X0 (por el pago de la primera cuota)

DEBE x HABER
758,79 (520) Intereses a c/p de
deudas con
entidades de
crédito
168,75 (662) Intereses de a (572) Bancos 927,54
deudas

DEBE x HABER
811,32 (170) Deudas a l/p con a (520) Deudas a c/p con 811,32
entidades de entidades de
crédito crédito

31/12/X0 (por el devengo de los intereses)

DEBE x HABER
35,00 (662) Intereses de (527) Intereses a c/p 35,00
deudas con entidades de
crédito

125
10/3/X1 (por el pago de la segunda cuota y reclasificación deuda)

DEBE x HABER
771,60 (520) Deudas con
entidades de
crédito
35,00 (527) Intereses a c/p de
deudas con
entidades de
crédito
120,94 (662) Intereses de a (572) Bancos c/c 927,54
deudas

DEBE x HABER
825,01 (170) Deudas a l/p con a (520) Deudas a c/p con 825,01
entidades de entidades de
crédito crédito

126
UNIDAD 7: EL RESULTADO DEL EJERCICIO

ACTIVIDADES PÁG. 200


1. GAMMA, S.A. registra los deterioros de valor de los créditos comerciales por
estimación global. El 31/12/X0, el saldo de la cuenta 490 arrastra un importe
de 8 000 €, proveniente del ejercicio anterior. Se estima para el ejercicio X1
unos fallidos por importe de 15 000 €.
En el ejercicio X1 se producen insolvencias definitivas por valor de 13 000 €.
¿Qué asientos procederá hacer el 31/12/X1 si se estiman unos riesgos por
fallidos por importe de 16 000 €?

31/12/X0

DEBE x HABER
8.000 (490) Deterioro de valor a (794) Reversión del 8.000
de créditos por deterioro de
operaciones créditos por
comerciales operaciones
comerciales

DEBE x HABER
15.000 (694) Pérdidas por a (490) Deterioro de valor 15.000
deterioro de de créditos por
créditos operaciones
comerciales

Ejercicio X1

DEBE x HABER
13.000 (650) Pérdidas de a (430/436) Clientes/Clientes 13.000
créditos de dudoso cobro
comerciales
incobrables

31/12/X1

DEBE x HABER
15.000 (490) Deterioro de valor a (794) Reversión del 15.000
de créditos por deterioro de
operaciones créditos por
comerciales operaciones
comerciales

DEBE x HABER
16.000 (694) Pérdidas por a (490) Deterioro de valor 16.000
deterioro de de créditos por
créditos operaciones
comerciales

127
2. DELTA, S.L. cobra a principios de diciembre del año X0 500 € en concepto de
intereses de un crédito concedido, correspondiente a los meses de diciembre
y enero.
Refleja los asientos contables correspondientes a los ejercicios X0 y X1.

Al cobrar los intereses en diciembre:

DEBE x HABER
500 (572) Bancos c/c a (762) Ingresos de 500
créditos

A 31 de diciembre de X0:

DEBE x HABER
250 (762) Ingresos de a (568) Intereses 250
créditos cobrados por
anticipo

En enero de X1:

DEBE x HABER
250 (568) Intereses a (762) Ingresos de 250
cobrados por créditos
anticipo

ACTIVIDADES PÁG. 204


3. La empresa EPSILON, S.A. acude a una subasta de Letras del Tesoro el
15/09/20X0 y se le adjudican 1 000 títulos de valor nominal 100 €.
Por cada título se desembolsaron 96 €. Los gastos de la operación
ascendieron a 100 €. Los títulos se mantienen hasta su vencimiento, el
15/09/20X1.
Realiza el ajuste contable a 31 de diciembre de 20X0.

Valor nominal = Valor reembolso = 100.000


Valor emisión = 96.000 Interés implícito = 3.900
Precio adquisición = 96.100

 Por la compra de las letras el 15/9/20X0

DEBE x HABER
96.100 (541) Valores a (572) Bancos c/c 96.100
representativos
de deudas c/p

Cálculo del tipo de interés efectivo:


96.100 = 100.000 / (1 + ie)  ie = 4,0583 %
Para calcular el interés devengado a 31 de diciembre aplicamos el criterio financiero:

128
107/365
Intereses = Cn – C0 = C0 x (1 + ie) – C0 donde C0 = 96.100
Intereses a 31/12 = 96.100 x (1,040583)107/365 – 1 = 1.127,27

 Por la imputación de los intereses a 31/12/X0:

DEBE x HABER
1.127,27 (5411) Valores a (761) Ingresos de 1.127,27
representativos valores
de deudas c/p representativos de
mantenidos hasta deuda
el vencimiento

Por la imputación de intereses y amortización de la letra, el 15/9/X1:


Intereses = 97.227 x (1,040583)258/365 – 1 = 2.772,73

DEBE x HABER
2.772,73 (5411) Valores a (761) Ingresos de 2.772,73
representativos valores
de deudas c/p representativos de
mantenidos hasta deuda
el vencimiento

DEBE x HABER
100.000 (572) Bancos c/c a (5411) Valores 100.000
representativos de
deudas c/p
mantenidos hasta
el vencimiento

4. La sociedad ZITA, S.L. ha tenido los siguientes saldos en sus cuentas (472)
Hacienda Pública, IVA soportado y (477) Hacienda Pública, IVA repercutido:

Contabiliza los asientos que corresponden a cada una de las liquidaciones


trimestrales compensándose, en la cuantía que se pueda, los saldos
deudores de las liquidaciones anteriores.

1º TRIMESTRE:

DEBE x HABER
6.024 (477) H.P. IVA a (472) H.P. IVA 7.830
repercutido soportado
1.806 (4700) H.P. deudor por
IVA

129
2º TRIMESTRE:

DEBE x HABER
8.220 (477) H.P. IVA a (4700) H.P. deudor por 218
repercutido IVA
(472) H.P. IVA 8.002
soportado

3º TRIMESTRE:

DEBE x HABER
9.850 (477) H.P. IVA a (4700) H.P. deudor por 1.050
repercutido IVA
(472) H.P. IVA 8.800
soportado

4º TRIMESTRE:

DEBE x HABER
12.340 (477) H.P. IVA a (4700) H.P. deudor por 538
repercutido IVA
(472) H.P. IVA 9.120
soportado
(4750) H.P. acreedor por 2.682
IVA

A partir de enero de 2009, los contribuyentes del IVA podrán solicitar las
devoluciones que les correspondan mes a mes, sin necesidad de esperar a que
acabe el año. Para poder ejercitar el derecho a la devolución mensual deberán
inscribirse con carácter previo en un “registro de devolución mensual”. Las
solicitudes de inscripción en el registro se presentarán en el mes de noviembre del
año anterior a aquel en que deban surtir efectos. Los sujetos pasivos que opten por
esta posibilidad deberán liquidar el IVA con periodicidad mensual y las
autoliquidaciones se presentarán exclusivamente por vía telemática.

130
ACTIVIDADES PÁG. 206
5. Elabora el asiento de regularización a partir de los siguientes datos:

¿Qué saldo presenta la cuenta de Resultado del ejercicio? ¿Dónde se situará


en el balance de situación?

131
DEBE x HABER
4.514.500 (129) Resultado del a (600) Compra de 1.500.000
ejercicio mercaderías
(602) Compra de otros 300.000
aprovis.
(610) Variación de 500.000
mercaderías
(694) Pérdidas por 10.000
deterioro de
créditos
por operaciones
comerciales
(626) Servicios 500
bancarios y
similares
(640) Sueldos y salarios 1.000.000
(642) Seguridad Social 300.000
a cargo de la
empresa
(709) Rappels por 2.000
ventas
(630) Impuesto sobre 700.000
beneficios
(678) Gastos 120.000
excepcionales
(625) Prima de seguros 15.000
(628) Suministros 12.000
(665) Intereses por 5.000
descuento de
efectos
(668) Diferencias 1.000
negativas de
cambio
(662) Intereses de 9.000
deudas
(681) Amortización del I. 40.000
Material

DEBE x HABER
6.000.000 (700) Venta de a
mercaderías
3.000 (606) Descuento sobre
compras por
pronto pago
10.000 (760) Ingresos de
participaciones
en instrumentos
de patrimonio
15.000 (608) Devoluciones de
compras y op.
similares

132
1.500 (609) Rappels por
compras
20.000 (771) Beneficios
procedentes del I.
material
(129) Resultado del 6.049.500
ejercicio

Saldo de la cuenta 129:

Debe (129) Haber


4.514.500 6.049.500

Saldo acreedor (Beneficio) = 6.049.500 – 4.514.500 = 1.535.000

La última fase del ciclo contable consiste en dejar la contabilidad cerrada mediante el
asiento de cierre. Para ello, todas las cuentas patrimoniales activas se trasladan al
haber, mientras que todas las cuentas patrimoniales pasivas se trasladan a debe.

DEBE x HABER
Cuentas de pasivo a Cuentas de activo

ACTIVIDADES PÁG. 209


6. OMICRÓN, S.A. decide en el mes de julio de 20X0 repartir un dividendo a
cuenta del resultado de 0,75 euros por acción (retención fiscal del 21 %).
El capital social está formado por 20 000 acciones de 25 € valor nominal.
OMICRÓN, S.A. cumple lo establecido en el artículo 277 del TRLSC.
El saldo de la reserva legal suma 95 000 €.
Una vez finalizado el ejercicio y calculado el beneficio, el consejo de
administración presenta a la junta general de accionistas las cuentas anuales
y la propuesta de distribución del beneficio, que son aprobadas.
La propuesta de distribución de resultados es la siguiente:

133
Registra los asientos contables de las operaciones relacionadas con la
distribución del resultado contable.

Base de reparto Importe

Saldo de la cuenta de pérdidas y ganancias …… 100.000

Dividendo a cuenta ……………………………………15.000

Total 85.000

Aplicación Importe
A reserva legal (lo establecido en el art. 274) …… 5.000*
A reservas estatutarias (5 % del Bº) ……………… 5.000
A reservas voluntarias (20% del Bº) ……………….20.000
A los fundadores (lo máximo permitido. Art. 27) …...9.500**
A dividendos (50 % del Bº) ………………………….42.500
A remanente (el resto) …………………………….…..3.000
*
Como la reserva legal suma 95.000 euros y la cifra de capital social es de 500.000 euros, sólo habrá que dotar
5.000 euros a la reserva legal para que esta alcance el 20% del C.S.
**
Igual al 10 % del resultado, una vez deducido el importe destinado a la reserva legal (100.000 – 5.000).

DEBE x HABER
100.000 (129) Resultado del a (112) Reserva legal 5.000
ejercicio
(113) Reserva 20.000
voluntaria
(1141) Reserva 5.000
estatuaria
(5261) Dividendo 9.500
promotores
(557) Dividendo activo a 15.000
cuenta
(526) Dividendo activo a 42.500
pagar
(120) Remanente 3.000

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 210


1. Consulta el RD 1777/2004, de 30 de julio, y transcribe los coeficientes de
amortización máximos y mínimos de los sistemas y programas informáticos.
El coeficiente máximo es el 33 % y el coeficiente mínimo es el correspondiente al
coeficiente lineal de un periodo de 6 años, es decir, un 16,66 %.

2. ¿Las pérdidas por deterioro de créditos comerciales siempre se dotan al final


del ejercicio?
No. Si se sigue un sistema globalizado del riesgo de fallidos sí se dotan al final del
ejercicio. Por el contrario, si se sigue un sistema individualizado, el deterioro se
registrará en el momento de la estimación del riesgo de insolvencia.

134
3. ¿Qué principio contable se aplica en los asientos de periodificación de
ingresos y gastos? ¿Por qué?
Se aplican el principio de devengo y el principio de correlación de ingresos y
gastos. De esta forma imputamos los ingresos y gastos en función de la corriente
real de los bienes y servicios, con independencia del momento en que se produzca
la corriente financiera. Igualmente, al periodificar los ingresos y gastos imputamos
los mismos al ejercicio en que se incorporan al proceso de producción al objeto de
calcular el resultado del ejercicio.

4. Ante una diferencia entre el inventario extracontable y la información


contable, ¿qué se deberá hacer?
Ajustar la información al inventario extracontable, tratando de encontrar evidencia
de las causas que han llevado a tal diferencia.

5. ¿Cuáles son los plazos para presentar las declaraciones-liquidaciones del


IVA? ¿Qué modelo hay que cumplimentar?
Las sociedades mercantiles deben presentar declaraciones-liquidaciones
periódicas del IVA. Estas tendrán carácter mensual o trimestral, dependiendo del
tipo de empresa.
Las sociedades obligadas a cumplimentar declaraciones trimestrales lo harán
mediante el Modelo 303 en los siguientes plazos:
- Del 1 al 20 del mes siguiente al período de liquidación (abril, julio, octubre).
- La declaración del cuarto trimestre del año, se presentará del 1 al 30 de enero.
La cumplimentación del Modelo 303 se hará separando los importes derivados de
las operaciones intracomunitarias, de las importaciones y de las operaciones
sujetas al Régimen general.

6. ¿Cuándo tendrá saldo acreedor la cuenta (129) Resultado del ejercicio?


La cuenta (129) tendrá saldo acreedor cuando los ingresos y beneficios del
ejercicio han superado a los gastos y pérdidas del ejercicio

7. ¿Qué establece la Ley de Sociedades de Capital sobre la reserva legal?


El Art. 274 del TRLSC establece que en todo caso, una cifra igual al 10 por 100 del
beneficio del ejercicio se destinará a la reserva legal hasta que ésta alcance el 20
por 100 del capital social.

8. ¿Cómo funciona la cuenta 4700? ¿Cuándo podrá exigirse a la Hacienda


Pública su devolución?
La cuenta 4700 se cargará al terminar cada período de liquidación, por el importe
del mencionado exceso, con abono a la cuenta 472.
Se abonará:
 En caso de compensación en declaración-liquidación posterior, con cargo a
la cuenta 477.
 En los casos de devolución por la Hacienda Pública, con cargo a cuentas
del subgrupo 57.
La devolución del IVA a la Hacienda Pública sólo podrá realizarse presentando la
declaración-liquidación del cuarto trimestre (art. 115 LIVA). En los trimestres
anteriores, en caso de haber saldos deudores, estos deberán compensarse, en su
caso, con los saldos acreedores del trimestres posteriores.

135
A partir de enero de 2009, los contribuyentes del IVA podrán solicitar las
devoluciones que les correspondan mes a mes, sin necesidad de esperar a que
acabe el año. Para poder ejercitar el derecho a la devolución mensual deberán
inscribirse con carácter previo en un «registro de devolución mensual». Las
solicitudes de inscripción en el registro se presentarán en el mes de noviembre del
año anterior a aquel en que deban surtir efectos. Los sujetos pasivos que opten por
esta posibilidad deberán liquidar el IVA con periodicidad mensual y las
autoliquidaciones se presentarán exclusivamente por vía telemática. (R.D.
2126/2008, de 26 de diciembre).

9. ¿Qué supone regularizar las cuentas de gestión?


Saldar las cuentas de ingresos y gastos y calcular el beneficio o pérdida del
ejercicio, dando lugar al nacimiento de la cuenta 129.

10. ¿Una sociedad anónima podrá distribuir dividendos a cuenta libremente?


¿Por qué?
El art. 277 del TRLSC establece: Solo podrán distribuirse dividendos a cuenta bajo
las siguientes condiciones:
a) que exista liquidez suficiente para la distribución.
b) que la cantidad a distribuir no exceda de la cuantía de los resultados obtenidos
desde el fin del último ejercicio, deducidas las pérdidas de ejercicios anteriores y
las cantidades con que deban dotarse las reservas obligatorias, así como a
estimación del impuesto sobre beneficios.
Con esto se pretende evitar que una sociedad reparta más beneficio del que
realmente va a obtener al final, ya que puede darse el caso de una sociedad que
obtenga beneficios los primeros meses e incurra en pérdidas en los siguientes.

11. ¿Cuánto tiempo podrán disfrutar de derechos especiales de contenido


económico los fundadores de la sociedad?
El art. 27 del TRLSC establece que los fundadores y promotores de la Sociedad
podrán reservarse derechos especiales de contenido económico, cuyo valor en
conjunto no podrá superar el 10 por 100 de los beneficios netos obtenidos según
balance, una vez destinada la cuota destinada a cubrir la reserva legal, y durante
un período máximo de diez años.

12. ¿Qué modelo de Hacienda deberá acompañarse al modelo 303


correspondiente al cuarto trimestre?
La declaración resumen anual, modelo 390. Es una declaración informativa que
contiene las operaciones realizadas a lo largo del año natural relativas a la
liquidación del IVA.

13. ¿Qué plazo tienen los administradores de la sociedad para presentar a la


junta general de accionistas la propuesta de distribución del resultado?
Art. 253 del TRLSC: los administradores de la sociedad están obligados a formular
en el plazo máximo de tres meses contados a partir del cierre del ejercicio (…) la
propuesta de aplicación del resultado (…)

14. ¿Qué es el resultado de explotación?


Cifra que se obtiene deduciendo de los ingresos los gastos generados por la
operación normal (objeto social) de la empresa, es decir, el coste de las ventas, los

136
gastos antes de resultados extraordinarios, los gastos financieros y los impuestos.
Proporciona, por tanto, información acerca de la eficiencia operativa de la
empresa, es decir, acerca de la rentabilidad de los activos, y no contempla las
cargas e ingresos financieros ni los resultados extraordinarios

15. ¿Qué establece el PGC sobre la cuenta (555) Partidas pendientes de


aplicación?
Son remesas de fondos recibidas cuya causa no resulte, en principio, identificable
y siempre que no correspondan a operaciones que por su naturaleza deban
incluirse en otros subgrupos. Tales remesas permanecerán registradas en esta
cuenta el tiempo estrictamente necesario para aclarar su causa.

16. Define el resultado antes de impuestos.


BAI = Resultado de explotación + Resultado financiero
Si la suma de ambos es positiva. De ser negativa, habría una Pérdida de la
actividad ordinaria.

17. ¿Qué es el resultado de operaciones interrumpidas?


Una actividad interrumpida es un componente separable de la empresa que ha
sido enajenado o se ha dispuesto de él por otra vía, o ha sido clasificado como
mantenido para la venta (NV 7.ª PGC), y:
(a) representa una línea del negocio o un área geográfica que sea significativa y
puede considerarse separada del resto;
(b) es parte de un único plan coordinado para enajenar o disponer por otra vía de
una línea de negocio o de un área geográfica de la explotación que sea
significativa y pueda considerarse separada del resto; o
(c) es una empresa dependiente adquirida exclusivamente con la finalidad de
revenderla a corto plazo.
Por lo tanto, el resultado de una operación interrumpida es el derivado de una
operación de enajenación o clasificación de activo como mantenido para la venta
de un componente separable de la empresa. Por ejemplo, la enajenación de un
área de negocio, o un área geográfica.

18. Define el resultado procedente de operaciones continuadas.


Es el resultado antes de impuestos menos el impuesto sobre sociedades.

19. ¿Existe un límite máximo al importe de la reserva legal?


De acuerdo con el artículo 274 del texto refundido de la Ley de Sociedades de
Capital:
«En todo caso, una cifra igual al 10 por 100 del beneficio del ejercicio se destinará
a la reserva legal hasta que esta alcance, al menos, el 20 por 100 del capital
social.»

20. ¿Los terrenos y bienes naturales se amortizan?


Por lo general no se amortizan. Sin embargo, algunos terrenos como las minas, las
canteras o los vertederos, sí están sujetos a un deterioro sistemático, por lo que sí
se amortizan.

137
21. ¿Cuál es el periodo máximo durante el cual los promotores de una sociedad
pueden reservarse derechos especiales de contenido económico?
Según el art. 27 del TRLSC los fundadores y promotores de la sociedad podrán
reservarse derechos especiales de contenido económico, cuyo valor en conjunto
no podrá superar el 10 por 100 de los beneficios netos obtenido según balance,
una vez deducida la cuota destinada a cubrir la reserva legal, y durante un periodo
máximo de diez años.

138
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 211

139
140
SOLUCIÓN 1

JULIO/X0
DEBE x HABER
30.000 (557) Dividendo activo a (526) Dividendo activo a 30.000
a cuenta pagar

141
AGOSTO/X0
DEBE x HABER
30.000 (526) Dividendo activo a (572) Bancos c/c 23.700
a pagar
(4751) H.P. acreedora 6.300
por ret.
practicadas

ABRIL/X1
DEBE x HABER
1.550.000 (129) Resultado del a (112) Reserva legal 140.000
ejercicio
(1141) Reserva 155.000
estatuaria
(113) Reserva 387.500
voluntaria
(5261) Div. a pagar 141.000
fundadores
(557) Dividendo activo a 30.000
cuenta
(526) Dividendo activo a 696.500
pagar

JUNIO/X0
DEBE x HABER
683.000 (526) Dividendo activo a (572) Bancos c/c 539.570
a pagar
(4751) H.P. acreedora 143.430
por ret.
practicadas

SOLUCIÓN 2

Art. 277 del TRLSC: Solo podrán distribuirse dividendos a cuenta bajo las
siguientes condiciones:
a) que exista liquidez suficiente para la distribución.
b) que la cantidad a distribuir no exceda de la cuantía de los resultados obtenidos
desde el fin del último ejercicio, deducidas las pérdidas de ejercicios anteriores y
las cantidades con que deban dotarse las reservas obligatorias, así como la
estimación del impuesto sobre beneficios.
Teniendo en cuenta el texto anterior, y suponiendo que existe liquidez suficiente
para la distribución:
Bº obtenidos hasta septiembre …………………………………… 300.000
- Reserva legal estimada …………………………………… (30.000)
- Reserva estatutaria estimada ……………………………. (15.000)
- Resultados negativos ejercicios anteriores ……………. (50.000)
- Impuesto sociedades estimado …………………………. (90.000)

IMPORTE MÁXIMO DEL DIVIDENDO A CUENTA ……………. 115.000 euros

142
SOLUCIÓN 3

En el momento de recibir la notificación del abono en cuenta:

DEBE x HABER
5.000 (572) Bancos c/c a (555) Partidas 5.000
pendientes de
aplicación

En el siguiente ejercicio:
DEBE x HABER
5.000 (555) Partidas a (430) Clientes 5.000
pendientes de
aplicación

SOLUCIÓN 4

El asiento correspondiente a la liquidación del 4º trimestre:


DEBE x HABER
36.000 (477) H.P. IVA a (472) H.P. IVA 25.000
repercutido soportado
(4750) H.P. acreedora 11.000
por IVA

Por la compensación de la liquidación del 3er trimestre:


DEBE x HABER
3.000 (4750) H.P. acreedora a (4700) H.P. deudora por 3.000
por IVA IVA

Por el ingreso del IVA:


DEBE x HABER
8.000 (4750) H.P. acreedora a (572) Bancos c/c 8.000
por IVA

SOLUCIÓN 5

a)
DEBE x HABER
4.000 (480) Gastos a (625) Prima de seguros 4.000
anticipados

143
b)
DEBE x HABER
1.200 (621) Arrendamientos y a (4109) Acreedores, fras. 1.200
cánones pendientes de
recibir

El artículo 97 LIVA establece que para poder ejercitar el derecho a la deducción es


requisito estar en poder del documento justificativo. Por tal motivo, el IVA no se
devenga en el asiento.

c)
DEBE x HABER
80 (567) Intereses a (662) Intereses de 80
pagados por deudas
anticipado

d)
DEBE x HABER
250 (762) Ingresos de a (568) Intereses 250
créditos cobrados por
anticipado

e)
DEBE x HABER
600 (705) Prestación de a (485) Ingresos 600
servicios anticipados

SOLUCIÓN 6

Los coeficientes a aplicar son:

Programas informáticos  6 años


Construcciones  100 años
Mobiliario  20 años
Equipos informáticos  8 años
Elementos de transporte  14 años

COEFICIENTE AMORTIZACIÓN AMORTIZACIÓN


ELEMENTO
AMORTIZACIÓN 20X0 20X1
206. 16, 60% 166,00 332
211. 1,00 % 750,00 1.500
216. 5,00 % 750,00 1.500
217. 12,50 % 1.562,50 3.125
218. 7,14% 1.785,00 3.570

144
SOLUCIÓN 7
1.
DEBE x HABER
25.000 (477) H.P. IVA a (472) H.P. IVA 15.000
repercutido soportado
(4750) H.P. acreedora 10.000
por IVA

2.
DEBE x HABER
660 (6806) Amortización a (2806) A.A. Aplicaciones 660
Aplicaciones informáticas
informáticas

DEBE x HABER
3.000 (6811) Amortización a (2811) A.A. 3.000
Construcciones Construcciones

DEBE x HABER
3.000 (6816) Amortización a (2816) A.A. Mobiliario 3.000
Mobiliario

DEBE x HABER
6.250 (6817) Amortización a (2817) A.A. Equipos 6.250
Equipos informáticos
informáticos

DEBE x HABER
8.000 (6818) Amortización a (2818) A.A. Elementos 8.000
Elementos de de transporte
transporte

3.
DEBE x HABER
5.000 (694) Pérdidas por a (490) Deterioro de valor 5.000
deterioro de de créditos por
créditos operaciones
Operaciones comerciales
comerciales

DEBE x HABER
7.000 (490) Deterioro de valor a (790) Reversión del 7.000
de créditos por deterioro de
operaciones créditos por
comerciales operaciones
comerciales

145
4.
DEBE x HABER
600 (6128) Variación Material a (328) Material de oficina 600
de oficina

DEBE x HABER
2.000 (6125) Variación Material a (325) Material de 2.000
de limpieza limpieza

DEBE x HABER
800 (328) Material de a (6128) Variación Material 800
oficina de oficina

DEBE x HABER
3.000 (325) Material de a (6125) Variación Material 3.000
limpieza de limpieza

5.
DEBE x HABER
15.000 (640) Sueldos y a (476) O.S.S.A. 5.400
salarios
4.500 (642) SS a cargo de la (4751) H.P. acreedora 1.500
empresa por retenciones
practicadas
(460) Anticipo de 500
remuneraciones

6.
DEBE x HABER
101,91 (662) Intereses de a (527) Intereses a c/p de 90,00
deudas deudas con
entidades de
créditos
(520) Deudas a c/p con 11,91
entidades de
crédito

7.
DEBE x HABER
4.000 (752) Ingresos por a (485) Ingresos 4.000
arrendamientos anticipados

8.
DEBE x HABER
300 (480) Gastos a (627) Publicidad y 300
anticipados propaganda

146
DEBE x HABER
2.000 (480) Gastos a (625) Prima de seguros 2.000
anticipados

9.
Bº del ejercicio antes de impuestos = 230.738,09
Impuesto s/Bos estimado = 69.221,43

DEBE x HABER
69.221,43 (630) Impuesto sobre a (473) H.P. Retenciones 40.500,00
Bos y pagos a cuenta
(4752) H.P. acreedora 28.721,43
por Impuestos
s/Bos

147
UNIDAD 8: ANÁLISIS DE LAS CUENTAS ANUALES

ACTIVIDADES PÁG. 218


1. En la formulación de las cuentas anuales deben cumplirse los siguientes
requisitos:
• Claridad.
• Imagen fiel.
• Comparabilidad.
• Concreción.
• Unidad monetaria.
• Estructura.
• Fecha de formulación de las cuentas anuales.
• Personas que deben formular y suscribir las cuentas anuales.
Con ayuda del Plan General de Contabilidad define cada uno de los
conceptos anteriores.
CLARIDAD. En la norma 1ª de la cuarta parte del PGC se establece que las
cuentas anuales deben ser redactadas con claridad, de conformidad con el Código
de Comercio, con lo previsto en el TRLSA y con lo establecido en el PGC.
Se expresará de forma clara en cada uno de los documentos su denominación, la
empresa a que corresponden y el ejercicio a que se refieren.

IMAGEN FIEL. En la misma norma se establece que las cuentas anuales deben
mostrar la imagen fiel del patrimonio, de la situación financiera y de los resultados
de la empresa.

COMPARABILIDAD. En cada partida deberán figurar, además de las cifras del


ejercicio que se cierra, las correspondientes al ejercicio inmediatamente anterior.
No podrá modificarse la estructura de un ejercicio a otro, salvo casos
excepcionales. Tampoco podrán modificarse los criterios de contabilización de un
ejercicio a otro.

CONCRECIÓN. La información deberá ser presentada con un nivel de desglose


que permita la lectura adecuada de la información.

UNIDAD MONETARIA. Las cuentas anuales se elaborarán expresando sus valores


en euros.

ESTRUCTURA. Las cuentas anuales de las sociedades anónimas, incluidas las


laborales, de las sociedades de responsabilidad limitada y de las sociedades en
comandita por acciones deberán adaptarse al modelo normal.
No obstante, dichas sociedades podrán adaptarse al modelo abreviado si cumplen
con los requisitos establecidos en la norma 4ª.

FECHA DE FORMULACIÓN DE LAS CUENTAS ANUALES. Las cuentas anuales


deberán ser formuladas en el plazo máximo de tres meses, a contar desde el cierre
del ejercicio.

148
PERSONAS QUE DEBEN FORMULAR Y SUSCRIBIR LAS CUENTAS ANUALES.
Las cuentas anuales deberán ser formuladas por el empresario o los
administradores. Deberán ser firmadas por el empresario, por todos los socios
ilimitadamente responsables por las deudas sociales, en caso de sociedad
colectiva o comanditaria, o por todos los administradores, en caso de sociedad
anónima o de responsabilidad limitada.

2. Los administradores de la sociedad LIQUID, S.L. tienen que presentar los


modelos de cuentas anuales para su aprobación en la junta general de
socios.
¿Qué establece la legislación sobre las normas a seguir para confeccionar
dichos modelos?
El capítulo VII del TRLSC da respuesta a las normas a seguir para la elaboración
de las cuentas anuales. Igualmente, el Plan General de Contabilidad dedica la
parte cuarta a las cuentas anuales. Se establecen normas obligatorias para la
elaboración de las mismas en sus modelos normal y abreviado.

ACTIVIDADES PÁG. 222


3. Copia y completa en tu cuaderno el siguiente cuadro:

Dentro del mes siguiente a su aprobación. Art. 365.1 del R.R.M. y 279 y siguientes
de la Ley de Sociedades de Capital.
A las solicitudes de depósito de cuentas recibidas desde Internet se les asignará
automáticamente un número de entrada de cierto valor para impedir que este envío
interfiera con los números asignados en mostrador.
Cuando se recibe un fichero telemático en el servidor del Registro, se crea
automáticamente una entrada, asignándose la fecha/hora de entrada dependiendo
de la hora del envío.
Si la recepción del envío se produce con diario de presentación abierto (9:00 a
18:00 horas), se presentarán a la hora de su recepción; si la recepción del envío es
de 18:00 a 8:59 horas se presentarán a las 9:00 horas del primer día hábil
siguiente.
Si la recepción se produce en festivo, se presenta el día hábil siguiente a las 9:00
horas.
Como excepción, de conformidad con lo dispuesto en el art. 248 apartado 4º de la
Ley Hipotecaria en redacción dada por la Ley 24/2005, de 18 de noviembre, y en
relación al número 2 del apartado 3º de dicho precepto los envíos telemáticos

149
realizados antes de las 00:00 horas del día 30 de julio, se consideraran
presentados dentro del mismo día del envío.

4. Una sociedad anónima presenta la siguiente situación patrimonial a 31 de


diciembre de 20X0:

Confecciona el modelo abreviado de balance para su presentación en el


Registro Mercantil.
Ubicación
Nº Masa Saldo de
Elemento patrimonial en
cuenta patrimonial la cuenta
balance
(120) Remanente Patrimonio Neto A-1) V. Acreedor
(209) Anticipo para inmovilizaciones intangibles Activo no A) I.6 Deudor
(280) Amortización acumulada del inmóvil. corriente A) I Acreedor
(465) Intangible Activo no C) V.4. Acreedor
(480) Remuneraciones pendientes de pago corriente B) VI Deudor
(390) Gastos anticipados Pasivo corriente B) II.1. Acreedor
(580) Deterioro de valor de las mercaderías Activo corriente B) I Deudor
(438) Inmovilizado Activo corriente C) V.7 Acreedor
(252) Anticipos de clientes Activo corriente A) V.2. Deudor
(490) Créditos a largo plazo Pasivo corriente B)III.1 Acreedor
Deterioro de valor de créditos por Activo no
operaciones comerciales corriente
Activo corriente

150
ACTIVIDADES PÁG. 226
5. Los principios contables que debe cumplir la información financiera se
encuentran recogidos en el Plan General de Contabilidad y son los
siguientes:
• Principio de empresa en funcionamiento.
• Principio de devengo.
• Principio de uniformidad.
• Principio de prudencia.
• Principio de no compensación.
• Principio de importancia relativa.
Consulta el PGC y define cada uno de ellos.

151
1. Empresa en funcionamiento. Se considerará, salvo prueba en contrario, que la
gestión de la empresa continuará en un futuro previsible, por lo que la aplicación
de los principios y criterios contables no tiene el propósito de determinar el valor
del patrimonio neto a efectos de su transmisión global o parcial, ni el importe
resultante en caso de liquidación.
2. Devengo. Los efectos de las transacciones o hechos económicos se registrarán
cuando ocurran, imputándose al ejercicio al que las cuentas anuales se refieran,
los gastos e ingresos que afecten al mismo, con independencia de la fecha su
pago o cobro.
3. Uniformidad. Adoptado un criterio dentro de las alternativas que, en su caso, se
permitan, deberá mantenerse en el tiempo y aplicarse de manera uniforme para
transacciones, otros eventos y condiciones que sean similares, en tanto no se
alteren los supuestos que motivaron su elección.

152
4. Prudencia. Se deberá ser prudente en las estimaciones y valoraciones a realizar
en condiciones de incertidumbre. La prudencia no justifica que la valoración de los
elementos patrimoniales no responda a la imagen fiel que deben reflejar las
cuentas anuales.
Asimismo, sin perjuicio de lo dispuesto en el artículo 38.bis del CCo., únicamente
se contabilizarán los beneficios obtenidos hasta la fecha de cierre del ejercicio. Por
el contrario, se deberán tener en cuenta todos los riesgos, con origen en el
ejercicio o en otro anterior, tan pronto sean conocidos, incluso si sólo se
conocieran entre la fecha de cierre de las cuentas anuales y la fecha en que éstas
se formulen. En tales casos se dará cumplida información en la memoria, sin
perjuicio de su reflejo, cuando se haya generado un pasivo y un gasto, en otros
documentos integrantes de las cuentas anuales.
5. No compensación. Salvo que una norma disponga de forma expresa lo contrario,
no podrán compensarse las partidas del activo y del pasivo o las de gastos e
ingresos, y se valorarán separadamente los elementos integrantes de las cuentas
anuales.
6. Importancia relativa. Se admitirá la no aplicación estricta de algunos de los
principios y criterios contables cuando la importancia relativa en términos
cuantitativos o cualitativos de la variación que tal hecho produzca sea
escasamente significativa y, en consecuencia, no altere la expresión de la imagen
fiel. Las partidas o importes cuya importancia relativa sea escasamente
significativa podrán aparecer agrupados con otros de similar naturaleza o función.
En los casos de conflicto entre principios contables, deberá prevalecer el que mejor
conduzca a que las cuentas anuales expresen la imagen fiel del patrimonio, de la
situación financiera y de los resultados de la empresa.

ACTIVIDADES PÁG. 233


6. La empresa SOLFA, S.L. presenta la siguiente cuenta de resultados
simplificada correspondiente a los ejercicios X y X-1. Calcula el valor de los
diferentes beneficios y sus márgenes correspondientes.

153
AÑO X AÑO X-1
€ €

VENTAS NETAS 100.000 80.000


-COSTE VENTAS 40.000 30.000
= BO Bruto 60.000 50.000
% margen bruto 60 % 62,50 %
- GASTOS DE EXPLOTACIÓN 25.000 18.000
= EBITDA 35.000 32.000
% margen EBITDA 35 % 40 %
- DETERIOROS Y AMORTIZACIONES 5.000 5.000
= BAII 30.000 27.000
% margen BAII 30 % 33,75 %
- GASTOS FINANCIEROS 10.000 12.000
= BENEFICIO ANTES DE IMPUESTOS 20.000 15.000
- IMPUESTO SOBRE SOCIEDADES 5.000 3.750
BENEFICIO DESPUÉS DE IMPUESTOS 15.000 11.250
% margen neto 15 % 14,06 %

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 234


1. ¿Qué documentos deben depositarse todos los años en el Registro
Mercantil?
El artículo 365 del Reglamento del Registro Mercantil establece que los
administradores de sociedades anónimas, de responsabilidad limitada, (...),
presentarán sus cuentas anuales para su depósito en el Registro Mercantil de su
domicilio, dentro del mes siguiente a su aprobación.
El artículo 254 del TRLSC establece que las cuentas anuales comprenderán el
Balance, la Cuenta de Pérdidas y Ganancias y la Memoria.

2. ¿Qué plazos tienen los administradores de una sociedad para presentar las
cuentas anuales en el Registro Mercantil?
El artículo 365 del Reglamento del Registro Mercantil establece que los
administradores de sociedades anónimas, de responsabilidad limitada, (...),
presentarán sus cuentas anuales para su depósito en el Registro Mercantil de su
domicilio, dentro del mes siguiente a su aprobación.
El artículo 254 del TRLSC establece que las cuentas anuales comprenderán el
Balance, la Cuenta de Pérdidas y Ganancias y la Memoria.

3. Desarrolla la ecuación que permite obtener el punto muerto o umbral de


rentabilidad.
La hipótesis de partida es Beneficio igual a cero. Por lo tanto:

154
4. ¿Qué requisitos debe cumplir una sociedad para poder acogerse al PGC
Pymes?
El Real Decreto 296/2004, de 20 de febrero, aprueba el régimen simplificado de la
contabilidad.
Este régimen simplificado de la contabilidad podrá ser aplicado por todos los
sujetos contables que debiendo llevar contabilidad ajustada al Código de
Comercio, o a las normas por las que se rigen, durante dos ejercicios consecutivos
reúnan, a la fecha de cierre de cada uno de ellos, al menos dos de las siguientes
circunstancias:
Que el total de las partidas del activo no supere el millón de euros, incluidos en
este importe los compromisos de pago derivados de los contratos de leasing.
Que el importe neto de su cifra anual de negocios sea inferior a dos millones de
euros.
Que el número medio de trabajadores empleados durante el ejercicio no sea
superior a 10.

5. ¿Por qué es más conveniente utilizar los «saldos medios» a la hora de


realizar un análisis del balance?
De esta forma se evitan las desviaciones que se puedan producir derivado de
utilizar un dato a una fecha determinada.

6. ¿Qué es el apalancamiento financiero? ¿Qué significa que su valor sea


menor de la unidad?
El apalancamiento financiero, o efecto leverage, analiza la utilización de la deuda
para incrementar la rentabilidad de los capitales propios. Es decir, mide la relación
entre deuda y rentabilidad.
El apalancamiento financiero se puede estudiar con el siguiente ratio:

Beneficio antes de impuestos Activo

Bos antes de impuestos e intereses Capitales propios

Apalancamiento Financiero Negativo (<1): Cuando la obtención de fondos


provenientes de préstamos no aumenta la rentabilidad, es decir, cuando la tasa de
rendimiento que se alcanza sobre los activos de la empresa, es menor que el
coste financiero que se paga por los fondos obtenidos en los préstamos.

7. Desarrolla la clasificación funcional del balance de situación.


El balance de situación lo clasificamos atendiendo a la liquidez de los activos y a la
exigibilidad de los pasivos. De tal forma se divide en las siguientes masas
patrimoniales:

155
8. ¿Qué es el fondo de maniobra? ¿Qué supone un fondo de maniobra
negativo?
Se define como la diferencia entre el activo circulante y el pasivo circulante.
También se puede calcular por diferencia entre los pasivos permanentes (recursos
propios más exigible a largo plazo) y el activo fijo o inmovilizado.
Un fondo de maniobra negativo supondría que parte del activo fijo está siendo
financiado con pasivos a corto plazo; o, lo que es lo mismo, la empresa no tiene
suficientes activos líquidos para hacer frente a su exigible a corto plazo, lo que
podría llevar a la suspensión de pagos.

9. ¿Qué diferencia hay entre los ratios de liquidez y el ratio de solvencia?


Los ratios de liquidez informan sobre la capacidad de la empresa para hacer frente
a las deudas a corto plazo. El ratio de solvencia analiza la capacidad de la
empresa para hacer frente a la totalidad de las deudas con terceros.

10. Elabora, de modo simplificado, la estructura de la cuenta de pérdidas y


ganancias.

156
MODELO ABREVIADO CUENTA P&G
A) OPERACIONES CONTINUADAS
1. Importe neto de la cifra de negocios
2. Variación de existencias de productos terminados y en curso de
fabricación
3. Trabajos realizados por la empresa para su activo
4. Aprovisionamientos
5. Otros ingresos de explotación
6. Gastos de personal
7. Otros gastos de explotación
8. Amortización del inmovilizado
9. Imputación de subvenciones de inmovilizado no financiero y
otras
10. Excesos de provisiones
11. Deterioro y resultado por enajenaciones de inmovilizado
A.1) RESULTADO DE EXPLOTACIÓN
(1+2+3+4+5+6+7+8+9+10+11)
12. Ingresos financieros
13.Gastos financieros
14. Variación de valor razonable de instrumentos financieros
15. Diferencias de cambio
16. Deterioro y resultado por enajenaciones de instrumentos
financieros
A.2) RESULTADO FINANCIERO (12+13+14+15+16)

B) RESULTADO ANTES DE IMPUESTOS (A+B)


17. Impuestos sobre beneficios

11. Visita la página web del Registro Mercantil de la capital de la provincia


donde residas y busca el plazo establecido para la entrega de las cuentas
anuales.
Localiza el Registro Mercantil más próximo a tu localidad.
Actividad de investigación para el alumno.

12. Señala si las siguientes afirmaciones son verdaderas o falsas:


a) Un fondo de maniobra menor de cero supone que la empresa está
financiando activos permanentes con exigible a corto plazo.
Verdadero.
b) Un ratio de liquidez próximo a la unidad indica que la empresa está en una
situación de concurso de acreedores.
Falso.
c) Las cuentas anuales deben depositarse en el Registro Mercantil dentro del
mes siguiente a su aprobación.
Verdadero.
d) Cuanto mayor sea el ratio de activo corriente, mayor es el peso específico
que tiene el activo no corriente.
Falso.
e) El EBITDA es mayor que el EBIT.
Falso.

157
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 235
Ajustes contables y formulación de las cuentas anuales

158
159
160
1.
Masa Ejercicio Ejercicio Tasa de
patrimonial X1 X0 Variación

Inmovilizado 594.195 590.203 0,67


Activo circulante 224.590 220.055 2,06
Activo Total 818.785 810.258 1,05
Fondos propios 396.144 364.947 8,55
Deudas a L/P 126.763 163.529 (22,48)
Pasivo fijo 531.768 541.732 (1,84)
Pasivo circulante 287.017 268.526 6,88

161
RATIO Ejercicio X1 Ejercicio X0
Inmovilizado
72,57 % 72.84 %
(AF/AT) x 100
Circulante
27,43 % 27,16 %
(AC/AT) x 100
Endeudamiento
1,04 1,18
Exigible total / Recursos propios
Estructura deuda
0,44 0,61
Deudas L/P / Deudas C/P
Liquidez
0,78 0,82
AC/PC
Test ácido
0,49 0,51
(Realizable + Disponible)/ PC
Tesorería
0,04 0,03
Disponible / PC
Solvencia
1,97 1,87
Activo real / Recursos ajenos
Fondo de maniobra
(62.427) (48.471)
AC – PC 

162
2. Costes fijos = 6.000 + 12.000 +2.000 = 20.000 €

CF 20.000
X= = = 12.903 refrescos
Px – CVu 2 – 0,50

El número de unidades mínimo que debe vender en el trimestre del verano es


12.903. A partir de ese número el negocio comenzará a generar beneficios. Por
debajo de ese número el negocio se encontrará en zona de pérdidas.

Costes Ingresos
Ingresos
Costes totales

Costes variables

Costes fijos

12.903 Unidades

zona de pérdidas zona de beneficios

3.
RATIO Ejercicio X1 Ejercicio X0
Inmovilizado
18,75 % 21,72 %
(AF/AT) x 100
Circulante
81,25 % 78,28 %
(AC/AT) x 100
Endeudamiento
1,87 1,60
Exigible total / Recursos propios
Estructura deuda
0,18 0,26
Deudas L/P / Deudas C/P
Liquidez
1,625 1,91
AC/PC
Test ácido
0,875 1
(Realizable + Disponible)/ PC
Tesorería
0,075 0,045
Disponible / PC
Solvencia
1,63 1,79
Activo real / Recursos ajenos
Fondo de maniobra
2.500 2.500
AC – PC 
R.Económica
20,62 % 12,28 %
(BAII/AT) x 100
R. Financiera
12,50 % 7,11 %
(BDI/RP) x 100

163
4.
SALDO SALDO
CUENTA
DEUDOR ACREEDOR
(570) Caja, euros 5.300
(572) Bancos c/c 63.670
(430) Clientes 25.300
(401) Proveedores, efectos a pagar 18.000
(400) Proveedores 9.600
(300) Mercaderías 9.000
(600) Compra de mercaderías 48.000
(700) Venta de mercaderías 85.000
(216) Mobiliario 7.000
(609) Rappels por compras 500
(665) Intereses por descuento de efectos 120
(706) Descuento sobre ventas por pronto pago 150
(626) Servicios bancarios y similares 100
(628) Suministros 540
(627) Publicidad y propaganda 1.800
(4311) Efectos comerciales descontados 2.000
(5208) Deudas por efectos descontados 2.000
(540) I.F.T. en instrumentos de patrimonio 3.700
(640) Sueldos y salarios 12.140
(281) A.A.I.M. 2.100
(602) Compra de otros aprovisionamientos 240
(642) Seguridad social a cargo de la empresa 3.050
(520) Préstamos a C/P con enti de crédito 7.500
(662) Intereses de deudas 230
(100) Capital social 65.000
(472) H.P. IVA soportado 1.680
(477) H.P. IVA repercutido 1.980
(328) Material de oficina 60
(473) H.P. retenciones y pagos a cuenta 600
(621) Arrendamientos 6.600
(436) Clientes de dudoso cobro 1.200
(490) Deterioro de valor de créditos 800
TOTAL 192.480 192.480

DEBE 1 HABER
1.200 (480) Gastos
a
anticipados (627) Publicidad 1.200

DEBE 2 HABER
1.200 (640) Sueldos y
a
salarios (476) O.S.S.A. 388
310 (642) SS a cargo
empresa (4751) H.P. acreedores 150
Remuneraciones
pendientes de
(465) pago 972

164
DEBE 3 HABER
115 (662) Intereses de a (527) Intereses c/p de 115
deudas deudas

DEBE 4 HABER
82 (572) Bancos c/c (769) Otros ingresos
a
financieros 100
18 (473) H.P. retenciones
y pagos a cuenta

DEBE 5 HABER
1.200 (650) Pérdidas de (436) Clientes de 1.200
créditos com. a dudoso cobo
incobrables

DEBE 6 HABER
700 (681) Dotación (281) A.A.I.M. 700
a
amortización I.M.

DEBE 7.1 HABER


800 (490) Deterioro de (794) Reversión del 800
valor de créditos a deterioro de
créditos

DEBE 7.2 HABER


506 (694) Pérdida por (490) Deterioro de valor 506
deterioro de a de créditos
créditos

DEBE 8 HABER
1.980 (477) H.P. IVA (472) H.P. IVA
a
repercutido soportado 1.680
(4750) H.P. acreedora
por IVA 300

DEBE 9.1 HABER


7.500 (300) Mercaderías (610) Variación de
a
mercaderías 7.500

DEBE 9.2 HABER


9.000 (610) Variación de (300) Mercaderías 9.000
a
mercaderías

165
DEBE 9.3 HABER
120 (328) Material de a (612) Variación otros 120
oficina aprovis.

DEBE 9.4 HABER


60 (612) Variación otros a (328) Material de oficina 60
aprovis.

DEBE 10 HABER
2.290 (630) Impuesto sobre (4752) H.P. acreedora
a
Bº por Imp. Soc. 1.672
(473) H.P. retenciones a
cuenta 618

ASIENTO DE REGULARIZACIÓN

DEBE x HABER
85.000 (700) Venta mds
100 (769) Otros ingresos
financieros
800 (794) Reversión del
deterioro
60 (612) Variación otros
aprov.
500 (609) Rappels sobre (600) Compra mds 48.000
a
compras
(602) Compra otros
aprov. 240
(610) Variación
existencias 1.500
(621) Arrendamientos 6.600
(626) Servicios
bancarios 100
(627) Publicidad 600
(628) Suministros 540
(630) Impuestos s/b 2.290
(640) Sueldos y salarios 13.340
(642) SS a cargo empr. 3.360
(650) Pérdidas créditos
inc. 1.200
(662) Intereses de
deudas 345
(665) Intereses por des.
Ef. 120
(706) Descuento s/v ppp 150
(681) Amort. I.M. 700
(649) Pérdidas por
deterioro 506
(129) Resultado del
ejercicio 6.869

166
BALANCE DE SITUACIÓN A 31/12/X0

ACTIVO 31/12/X0 PASIVO 31/12/X0


INMOVILIZADO: FONDOS PROPIOS:
Capital suscrito 60.000,00
Inmovilizado Prima de emisión
intangible Reserva legal 5.000
Derechos inmateriales Reservas voluntarias
Provisiones y Resultado del ejercicio 6.869,00
amortizaciones Dividendo a cuenta
Inmovilizado material 7.000 TOTAL FONDOS PROPIOS 71.869,00
Terrenos y
construcciones PROVISIONES PARA
Maquinaria GASTOS
Utillaje y mobiliario ACREEDORES A L/PLAZO:
Inmovilizado en curso Deudas con bancos
Amortización -2.800 Otros acreedores l/p
I.F.P. en capital
Provisiones
TOTAL 4.200,00 TOTAL ACREEDORES L/P
INMOVILIZADO

ACTIVO ACREEDORES A C/
CIRCULANTE: 7.620,00 PLAZO 9.615,00
Existencias 26.794,00 Deudas con entidades de 27.600,00
Deudores 27.300,00 crédito 3.482,00
Clientes Proveedores
Otros deudores (506,00) Otras deudas a c/p
Deterioros 3.700,00 Ajustes por periodificación
I.F.T. en instrumentos 69.052,00
patr 1.200,00
Tesorería
Periodificaciones
TOTAL A. 108.366,00 TOTAL ACREEDORES A 40.697,00
CIRCULANTE C/P
TOTAL ACTIVO 112.566,00 TOTAL PASIVO 112.566,00

167
CUENTA DE PÉRDIDAS Y GANANCIAS A 31/12/X0

A) OPERACIONES CONTINUADAS
1. Importe neto de la cifra de negocios 84.850,00
a) Ventas 84.850,00
4. Aprovisionamientos -
49.180,00
a) Consumo de mercaderías -
49.000,00
b) Consumo de materias primas y otras materias consumibles -180,00
6. Gastos de personal -
16.700,00
a) Sueldos, salarios y asimilados -
13.340,00
b) Cargas sociales -3.360,00
7. Otros gastos de explotación -8.746,00
a) Servicios exteriores -7.840,00
c) Pérdidas, deterioro y variación de provisiones por operaciones comerciales -906,00
8. Amortización del inmovilizado -700,00

A.1) RESULTADO DE EXPLOTACIÓN ( 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 7 + 8 + 9 + 9.524,00


10 + 11 )
12. Ingresos financieros 100,00
13. Gastos financieros -465,00

A.2) RESULTADO FINANCIERO ( 12 + 13 + 14 + 15 + 16 ) -365,00

A.3) RESULTADO ANTES DE IMPUESTOS ( A.1 + A.2 ) 9.159,00


17. Impuesto sobre beneficios -2.290,00

A.4) RESULTADO DEL EJERCICIO PROCEDENTE DE OPERACIONES 6.869,00


CONTINUADAS

A.5) RESULTADO DEL EJERCICIO ( A.4 + 18 ) 6.869,00

168
UNIDAD 9: APLICACIÓN INFORMATICA CONTABLE. CONTAPLUS

ACTIVIDADES PÁG. 242


Puedes consultar el Libro Diario de GESTAD con todos los asientos contables aquí.

1. Una vez hayas descargado, instalado y registrado la aplicación ContaPlus,


crea la empresa GESTAD, S.L. con los siguientes datos:
• Código asignado a la empresa: 0002.
• Nombre: GESTAD, S.L.
• Fecha inicio ejercicio: 01/01/2014.
• Fecha fin ejercicio: 31/12/2014 (aparece por defecto).
• Fecha de acceso contable: sin completar.
• Dígitos de subcuenta: 7.
• Año de ejercicio: 2014 (aparece por defecto).
• Plan general contable: PGC o PGC de Pymes según necesidades (por ej.,
Estándar).
• Pestaña de vencimientos: seleccionamos Fecha de vencimiento.

ACTIVIDADES PÁG. 243


2. Introduce las siguientes subcuentas de proveedores, clientes y acreedores
con los que operará la empresa.
• 4000001 Proveedor DOLLI´S, S.A. (NIF: C-56781234. Domicilio: C/ Alcoy 14,
03012 Alicante. Tfno.: 965232213. Cuenta bancaria: 0048 0014 _ 7896320100).

169
• 4000002 Proveedor CRETA, S.L. (NIF: A-36251478. Domicilio: C/ Manuel
Ramos 3, 29012 Málaga. Tfno.: 952236581. Cuenta bancaria: 1038 0023 _
1258976354).
• 4300001 Cliente Bazares TAO, S.L. (NIF: A-97228431. Domicilio: C/
Numancia 25, 03004 Las Rozas 28231 - Madrid. Tfno.: 918875242).
• 4300002 Cliente Almacenes RESARTES SHOPPING (NIF: A-82576321.
Domicilio: C/ Cortes 17, 11405 Jerez de la Frontera - Cádiz. Tfno.: 956478452).
• 4100001 Acreedor Empresa de transportes RUTA, S.A. (NIF: A-56287430.
Domicilio en Madrid, C/ Fernardos 17, Polígono 17, 3 A-B, 28036. Tfno.:
918862020. Cuenta bancaria: 1300 1006 _ 2228695202).

ACTIVIDADES PÁG. 246


3. Introduce las siguientes subcuentas y desgloses relativas a las mercancías
que comercializa tu empresa en la aplicación. Observa los códigos y
completa las subcuentas que corresponderían a las compras (Ej. 6000101) y
las ventas (Ej. 7000101) de cada uno de los tipos de mercancías.
• Desgloses de mercancías: - 30001 Espejos. - 30002 Portarretratos.
• 3000101 Espejo 50 × 60 mod. imperial marquetería.

170
• 3000102 Espejo 30 × 40 mod. resina cromado.
• 3000201 Portarretrato 15 × 10 mod. resina cromado.

171
4. Introduce la siguiente subcuenta que servirá para el registro de los
movimientos de dinero de la cuenta corriente desde la que opera la empresa.
• 5720001 Banco Finanzas (C.C.C. 1077 0956 _ 0003151415. NIF: A-82574136.
Domicilio: C/ Tranvía 210, 28013 Madrid. Tfno.: 913352146).

ACTIVIDADES PÁG. 249


5. Registro del asiento de apertura y primeras operaciones.
1. Realizamos el asiento de apertura de GESTAD, S.L., registrando las
aportaciones de los socios y las primeras operaciones en fecha 2 de enero.

2. Solicitamos un préstamo de 80 000 € que nos ingresan en la cuenta de


Banco Finanzas. Acordamos con la entidad la devolución a corto plazo de 10
000 €. El resto del capital prestado será deuda a largo plazo. Comisión de
estudio 640 E.
3. Normalizamos el alquiler del local que sirve de oficina y almacén
entregando una fianza de 1 650 € mediante transferencia bancaria.
4. En el cajero automático, sacamos 300 € de la cuenta de la empresa para
poder efectuar pequeños pagos.
5. Pagamos la cuota bimestral del seguro contra incendios del local,
transfiriendo la cantidad de 117,50 € (Cód. 4100201; ASEG, S.A. C/ Nuncio 2,
28014 Madrid; A-28234562).

172
ACTIVIDADES PÁG. 251
6. Registro de operaciones comerciales en el mes de enero:
6. 07/01.- Entregamos un cheque de 2 000 € a DOLLI´S como anticipo de una
compra (IVA 21 % incluido).
7. 08/01.- Compramos una partida de espejos 50 x 60 mod. imperial
marquetería a CRETA, S.L. (núm. de factura: 18; 600 u. a 72,25 €/u.; IVA 21 %
no incluido; forma de pago: mitad transferencia, mitad aplazado 45 días).
8. 09/01.- Compramos a CRETA, S.L. otra partida de espejos 50 x 40 mod.
resina cromado formada por 2 000 u. a 20,35 €/u., IVA 21 % no incluido.
Recibimos la mercancía y el albarán.
9. 10/01.- Compramos una partida de portarretratos 15 x10 mod. resina
cromado a DOLLI´S (núm. de factura: 23; 3 100 u. a 4,5 €/u., IVA 21 % no
incluido) utilizando el anticipo entregado. Pagamos la cantidad restante
mediante transferencia bancaria.

173
ACTIVIDADES PÁG. 256
7. Registro de operaciones comerciales en el mes de enero:
10. 11/01.- Recibimos por correo ordinario la factura núm. 22 correspondiente
a la operación realizada el 9 de enero que determina la siguiente forma de
pago: transferencia vencimiento 1 de febrero.
11. 12/01.- Por transferencia, pagamos el gasóleo de calefacción (factura
núm. 137; 3 500 € 0,96 €/l; IVA 21 % no incluido) a PETROZEN, S.A.
(Domicilio: C/ Laguna, 64, 08012 Barcelona. Tfno.: 823854612. NIF: A-
08321624).
12. 18/01.- Compramos una partida de portarretratos 15 x 10 mod. resina
cromado a DOLLI´S (núm. de factura 40, 780 u. a 4,90 €/u., IVA 21 % no
incluido). Norma de pago: aplazamiento en tres pagos iguales con
vencimientos a 1, 2 y 3 meses.
13. 31/01.- Pagamos la primera cuota del préstamo: 917 € de capital y 328 €
de intereses.

174
8. Comprobamos, en el libro mayor, el movimiento y los saldos de las cuentas
que hemos utilizado.

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9. Realizamos una copia de seguridad antes de cerrar la aplicación.

177
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 257
Contabilidad informatizada

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182
UNIDAD 10: LA AUDITORÍA DE CUENTAS

ACTIVIDADES PÁG. 265


1. ¿Qué motivos pueden llevar a que la información contable no presente la
imagen fiel de la empresa?
La información contable puede presentar una situación que no se ajuste a la
imagen fiel, principalmente por tres motivos:
• Errores involuntarios, derivados de la errónea interpretación de las Normas de
Registro y Valoración.
• Errores voluntarios, que buscan manipular la información contable al objeto de
obtener una información determinada.
• Aplicación de Normas de Registro y Valoración que permiten un cierto grado de
flexibilidad en su aplicación y que puede entrar en colisión con la interpretación
que haga otra entidad. A esto se le puede denominar como «contabilidad
creativa».

2. ¿Qué significa que la información contable sea fiable?


Que la información no esté sesgada y que esté libre de errores.

3. Señala los agentes sociales a los que les interesan los estados financieros.
¿Por qué?
• Accionistas y directivos. Para los accionistas, la contabilidad es la herramienta
para controlar la actuación de los directivos. Los directivos toman la
contabilidad como instrumento para la toma de decisiones.
• Entidades financieras, fondos de inversión, fondos de pensiones y sociedades
de intermediación. Toman los estados contables que presentan las empresas
como base para la toma de decisiones de sus inversiones.
• Organizaciones sindicales. Utilizan la información contable como base para
establecer las estrategias en la negociación colectiva.
• Administraciones públicas. De cara a establecer y contrastar las bases
imponibles de los diferentes impuestos.

4. ¿Qué son las agencias de calificación de riesgos?


Las agencias de calificación de riesgos, agencias de clasificación de créditos o
agencias de rating son empresas que, por cuenta de un cliente, califican unos
determinados productos financieros o activos ya sean de empresas, estados o
gobiernos regionales (estados federados, comunidades autónomas).

5. ¿Qué empresas están obligadas a ser auditadas?


Están obligadas a auditarse las siguientes empresas:
• Sociedades obligadas a presentar modelos normales de cuentas anuales.
• Empresas que cotizan en Bolsa.
• Entidades financieras.
• Compañías de seguros.
• Sociedades que emitan Deuda pública o empréstitos.
• Sociedades que contraten con el Estado.

183
6. ¿Qué objetivos persigue la auditoría contable?
La auditoría contable persigue el objetivo de verificar las cuentas a efectos de
dictaminar si expresan la imagen fiel del patrimonio, de la situación financiera y de
los resultados de la entidad auditada, de acuerdo con el marco normativo de
información financiera que resulte de aplicación.

7. ¿Qué es una auditoría interna? ¿Qué objetivos persigue?


La auditoría interna es un proceso cuya responsabilidad parte de la Alta Gerencia
de las compañías, y se encuentra diseñado para proporcionar una seguridad
razonable sobre el logro de los objetivos de la organización. Estos objetivos han
sido clasificados en:
• Establecimiento de estrategias para toda la empresa
• Efectividad y eficiencia de las operaciones
• Confiabilidad de la información financiera
• Cumplimiento con las leyes, reglamentos, normas y políticas

ACTIVIDADES PÁG. 267


8. ¿Quién faculta a los profesionales de la auditoría para ejercer su actividad?
El Registro Oficial de Auditores de Cuentas, organismo dependiente del Instituto de
Contabilidad y Auditoría de Cuentas.

9. Enumera la normativa que regula la auditoría en España.


El marco regulador básico de la auditoría en España está conformado por las
siguientes normas:
• Texto refundido de la Ley de Auditoría de Cuentas, aprobado por Real Decreto
Legislativo 1/2011, de 1 de julio.
• Real Decreto 1517/2011, de 31 de octubre, por el que se aprueba el
Reglamento que desarrolla el texto refundido de la Ley de Auditoría de
Cuentas, aprobado por el Real Decreto Legislativo 1/2011, de 1 de julio.
• Normas Técnicas de Auditoría, publicadas bajo Resoluciones del Instituto de
Contabilidad y Auditoría de Cuentas (ICAC).

10. ¿Cuál es el medio de comunicación del ICAC?


El BOICAC. Boletín Oficial del Instituto de Contabilidad y Auditoría de Cuentas.

ACTIVIDADES PÁG. 274


11. ¿Qué requisitos son necesarios para acceder al ROAC?
Los requisitos para acceder al ROAC se encuentran en el capítulo II del TR de la
Ley de Auditoría de Cuentas, y son los siguientes:
• Ser mayor de edad (auditores mayores de 18 años).
• Tener la nacionalidad española o la de alguno de los Estados miembros de la
Unión Europea.
• No tener antecedentes penales por delitos dolosos.
• Obtener la correspondiente autorización del ICAC superando las pruebas
convocadas por las corporaciones profesionales, cumpliendo previamente unos
requisitos.

184
12. ¿Pueden los socios solicitar que se realice una auditoría?
Sí. En las sociedades que no estén obligadas a auditarse, los socios que
representen al menos el cinco por ciento del capital social, podrán solicitar del
registrador mercantil que nombre un auditor.

13. ¿Cuál es la fecha de prescripción para exigir responsabilidad contractual al


auditor de cuentas?
La acción para exigir la responsabilidad contractual del auditor de cuentas y de la
sociedad de auditoría prescribirá a los cuatro años a contar desde la fecha del
informe de auditoría.

14. ¿Cuándo nombrará al auditor el registrador mercantil?


Cuando no haya sido nombrado auditor por la empresa, o este no acepte el cargo.

15. ¿Cuáles son los apartados que tiene una carta de encargo?
• Encabezamiento.
• Responsabilidades y limitaciones de la auditoría.
• Responsabilidades y manifestaciones de los administradores.
• Honorarios y facturación.
• Otros datos de interés.

16. ¿En qué consiste la fase de planificación en un proceso de auditoría?


Consiste en planificar adecuadamente el trabajo de auditoría. Como paso previo, el
auditor debe conocer el negocio, el sector en el que opera. Asimismo, tiene que
identificar las peculiaridades del sistema contable que utiliza la empresa y,
finalmente, analizar la eficacia y fiabilidad de los controles internos.
Una vez realizado este análisis previo, el auditor elaborará el programa de
auditoría. En él debe incluir las pruebas que realizará y el alcance de las mismas,
incluyendo los objetivos que se persiguen en cada una de las parcelas auditadas.

17. ¿Cuáles son los tipos de evidencia de los que hace uso el auditor?
1. Evidencia física: muestra de materiales, mapas, fotos.
2. Evidencia documental: cheques, facturas, contratos, etc.
3. Evidencia testimonial: obtenida de personas que trabajan en el negocio o que
tienen relación con el mismo.
4. Evidencia analítica: datos comparativos, cálculos, etc.

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 280


1. ¿Qué entiendes por auditoría interna?
La auditoría interna es un proceso cuya responsabilidad parte de la Alta Gerencia
de las compañías, y se encuentra diseñado para proporcionar una seguridad
razonable sobre el logro de los objetivos de la organización. Estos objetivos han
sido clasificados en:
 Establecimiento de estrategias para toda la empresa.
 Efectividad y eficiencia de las operaciones.
 Confiabilidad de la información financiera.

185
 Cumplimiento con las leyes, reglamentos, normas y políticas.

2. Describe brevemente la información fundamental que proporciona un


sistema contable.
En síntesis, la contabilidad, a través de la presentación de los estados contables,
cumple un papel fundamental en las relaciones entre la empresa y el resto de
agentes que interactúan con ella, que se pueden resumir en:
 Sirve como instrumento de control de la gerencia por parte de los
propietarios de la empresa (accionistas).
 Proporciona información sobre la situación económico-financiera de la
empresa, la cual es parte fundamental para las decisiones que tomen las
entidades con capacidad de financiación (entidades financieras, fondos de
inversión, etc.).
La información que suministra sirve de base para el reparto del excedente
empresarial entre los diferentes.

3. ¿Qué entiendes por auditoría externa?


Se entenderá por auditoría de cuentas la actividad consistente en la revisión y
verificación de las cuentas anuales, así como de otros estados financieros o
documentos contables, elaborados con arreglo al marco normativo de información
financiera que resulte de aplicación, siempre que dicha actividad tenga por objeto
la emisión de un informe sobre la fiabilidad de dichos documentos que pueda tener
efectos frente a terceros.
La auditoría de las cuentas anuales consistirá en verificar dichas cuentas a efectos
de dictaminar si expresan la imagen fiel del patrimonio, de la situación financiera y
de los resultados de la entidad auditada, de acuerdo con el marco normativo de
información financiera que resulte de aplicación; también comprenderá, en su
caso, la verificación de la concordancia del informe de gestión con dichas cuentas.

4. ¿Qué requisitos debe cumplir una persona física para ser auditor?
Los requisitos para acceder al ROAC se encuentran en el capítulo II del TR de la
Ley de Auditoría de Cuentas, y son los siguientes:
 Ser mayor de edad (auditores mayores de 18 años).
 Tener la nacionalidad española o la de alguno de los Estados miembros de
la Unión Europea.
 No tener antecedentes penales por delitos dolosos.
Obtener la correspondiente autorización del ICAC superando las pruebas
convocadas por las corporaciones profesionales, cumpliendo previamente unos
requisitos.

5. ¿Quién nombra a los auditores?


Los auditores pueden ser nombrados por:
a) La Junta General de la sociedad (Art. 264 TRLSC). El periodo de nombramiento
no podrá ser inferior a tres años ni superior a nueve años.
b) El registrador mercantil del domicilio social (Art. 265 TRLSC). Cuando no haya
sido nombrado auditor por la empresa, o éste no acepte el cargo.
c) En las sociedades que no estén obligadas a auditarse, los socios que
representen al menos el cinco por ciento del capital social, podrán solicitar del
registrador mercantil que nombre un auditor.

186
d) Nombramiento judicial (Art. 266 TRLSC). Los administradores de la sociedad
podrán solicitar del juez la revocación del auditor designado y el nombramiento de
otro, siempre que concurra justa causa.

6. Recoge, al menos, una noticia cuyo contenido se refiera a la auditoría y haz


un análisis de la misma, aplicando los conocimientos adquiridos en la
unidad.
El alumno debe traer una noticia de algún medio de comunicación.

7. ¿En qué consiste la fase de planificación de una auditoría?


La primera norma técnica sobre ejecución del trabajo dice que “el trabajo se
planificará adecuadamente”. Para ello se ha de elaborar una estrategia global en
base al objetivo y alcance del encargo.
Un primer paso supone que el auditor deberá considerar las siguientes cuestiones:
 Conocimiento del negocio, del sector en que opera y la naturaleza de las
transacciones.
 Identificación de los sistemas contables que utiliza la empresa.
 Conocimiento del grado de eficacia y fiabilidad de los controles internos.
La 2ª Norma Técnica sobre ejecución del trabajo establece que “deberá efectuarse
un estudio y evaluación adecuada del control interno como base fiable para la
determinación del alcance, naturaleza y momento de realización de las pruebas a
las que deberán concretarse los procedimientos de auditoría”.

8. Enumera y explica brevemente las distintas formas de evidencia de auditoría.


La evidencia del auditor es la convicción razonable de que todos aquellos datos
contables expresados en las cuentas anuales han sido y están debidamente
soportados en tiempo y contenido por los hechos económicos y circunstanciales
que realmente han ocurrido.
Tipos de Evidencias:
1. Evidencia Física: muestra de materiales, mapas, fotos.
2. Evidencia Documental: cheques, facturas, contratos, etc.
3. Evidencia Testimonial: obtenida de personas que trabajan en el negocio o que
tienen relación con el mismo.
4. Evidencia Analítica: datos comparativos, cálculos, etc.

9. ¿En qué consiste el informe de auditoría?


El informe de auditoría supone la evaluación de la evidencia obtenida.
La NTA (Resolución del ICAC de 19/1/1999. BOICAC Nº 4) dice que “el informe de
auditoría de las cuentas anuales o de otros estados financieros o documentos
contables es un documento en el que se describe el alcance del trabajo efectuado
por el auditor y se expresa su opinión profesional sobre los mismos.

10. Enumera y describe los distintos tipos de opinión de un informe de auditoría.


Opinión favorable. En una opinión favorable, el auditor manifiesta de forma clara
y precisa que las cuentas anuales expresan, en todos los aspectos significativos, la
imagen fiel del patrimonio, de la situación financiera, de los resultados de las
operaciones y, en su caso, de los flujos de efectivo, de conformidad con el marco
normativo de información financiera que resulta de aplicación y, en particular, con
los principios y criterios contables contenidos en el mismo.

187
Opinión con salvedades. Este tipo de opinión es aplicable cuando el auditor
concluye que existen una o varias circunstancias significativas que hacen que no
esté de acuerdo con determinados aspectos de las cuentas anuales. Tratamiento
distinto requieren aquellos casos en los que este tipo de circunstancias por ser
muy significativas impidan que las cuentas anuales presenten la imagen fiel o no
permitan al auditor formarse una opinión sobre las mismas.
Opinión desfavorable. La opinión desfavorable supone manifestarse en el sentido
de que las cuentas anuales tomadas en su conjunto no expresan la imagen fiel del
patrimonio, de la situación financiera, de los resultados de las operaciones y, en su
caso, de los flujos de efectivo de la entidad, que debe mostrarse de acuerdo con el
marco normativo de información financiera que resulta de aplicación y, en
particular, con los principios y criterios contables contenidos en el mismo.
Opinión denegada. Cuando el auditor no ha obtenido la evidencia necesaria para
formarse una opinión sobre las cuentas anuales tomadas en su conjunto, debe
manifestar en su informe que no le es posible expresar una opinión sobre las
mismas.

11. ¿Cuánto tiempo deben conservarse los papeles de trabajo?


Según establece el artículo 58 del Reglamento de la Ley de Auditoría de Cuentas,
el plazo de conservación de los papeles de trabajo es de cinco años a contar
desde la fecha del informe de auditoría.

12. ¿Qué es el ICAC?


El Instituto de Contabilidad y Auditoría de Cuentas (ICAC), es un Organismo
Autónomo, adscrito al Ministerio de Economía y Competitividad.
Tiene atribuidas las siguientes funciones y competencias, entre otras:
- Realización de los trabajos técnicos y propuesta del Plan General de Contabilidad
adaptado a las Directivas de la Unión Europea y a las Leyes en que se regulen
estas materias.
- Perfeccionamiento y actualización permanentes de la planificación contable y de
la actividad de auditoría de cuentas.
- El control de la actividad de auditoría de cuentas y el ejercicio de la potestad
disciplinaria de los auditores de cuentas y sociedades de auditoría.
- La formación continuada de los auditores de cuentas.
- Homologación y publicación, en su caso, de las normas de auditoría, de las
normas de ética y de control de calidad interno de los auditores de cuentas.
- La realización y promoción de las actividades de investigación, estudio,
documentación, difusión y publicación necesarias para el desarrollo de la actividad
de auditoría.
- La coordinación y cooperación técnica en materia contable y de auditoría de
cuentas, con los Organismos Internacionales.
- Edición, publicación y distribución del Boletín Oficial de propio Instituto.
- La contestación a las consultas que se le formulen respecto de la aplicación de
las normas.

13. ¿Qué son los ajustes contables?


Los ajustes contables permiten presentar saldos razonables mediante un impacto
cuantitativo en el patrimonio y en la cuenta de resultados, ya que reflejan hechos
contables derivados de omisiones y errores. Por ejemplo, errores en el registro de

188
amortizaciones, errores en el reflejo de los deterioros de valor, errores en el saldo
de las existencias, etc.

14. ¿Qué es el ROAC?


El Registro Oficial de Auditores de Cuentas es un organismo que depende del
Instituto de Contabilidad y Auditoría de Cuentas. Entre sus funciones están el
establecimiento y mantenimiento del Registro Oficial de Auditores de Cuentas, la
autorización para su inscripción en el mismo, la determinación de las normas
básicas que habrán de seguir los exámenes de aptitud profesional que realicen las
Corporaciones profesionales de derecho público, así como la aprobación de las
respectivas convocatorias, y el control, vigilancia y custodia de las fianzas a
constituir.

15. Señala si las siguientes afirmaciones son verdaderas o falsas:


a) La realización de los exámenes de aptitud corresponde al ICAC.
Falso.
b) La legislación española entiende la auditoría como una profesión.
Falso.
c) Todas las sociedades anónimas tienen la obligación de auditar sus
cuentas anuales.
Falso.
d) Solo la Junta General de Socios y el Registro Mercantil tienen capacidad
para nombrar auditor de una empresa.
Falso.
e) Las entidades financieras están obligadas a auditarse.
Verdadero.
f) Los honorarios de la auditoría deben incluirse en la carta de encargo.
Verdadero.
g) Los accionistas utilizan la información contable para controlar la gestión
de los administradores.
Verdadero.
h) La empresa de auditoría es responsable de la actuación del equipo de
auditoría.
Verdadero.
i) El nombramiento del auditor por la Junta General de Socios será de un año
prorrogable por otros dos más.
Falso.
j) Una opinión denegada puede provenir de la existencia de múltiples
incertidumbres.
Verdadero.
k) El incumplimiento de los principios y criterios contables es razón para una
opinión con salvedades.
Verdadero.
l) Los socios de una sociedad de auditoría pueden ser personas jurídicas.
Falso.
m) La auditoría interna es desarrollada por profesionales externos a la
empresa.
Falso.

189
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 281
Consulta en la Comisión Nacional del Mercado de Valores

La solución a las preguntas planteadas se encuentra en la propia Práctica


profesional. Se puede extender a otras posibles situaciones, analizando diferentes
informes de auditoría de otras empresas.

190
UNIDAD 11: EL IMPUESTO SOBRE LA RENTA DE LAS PERSONAS FÍSICAS

ACTIVIDADES PÁG. 287


1. Una persona está contratada en una empresa hasta el mes de septiembre,
momento en el que finaliza su contrato.
Percibió unas retribuciones brutas por importe de 21 900 €, más 1 600 € en
concepto de prestación por desempleo. ¿Está obligada esta persona a
presentar declaración?
Una persona está contratada en una empresa hasta el mes de octubre, momento
en el que finaliza su contrato. Percibió unas retribuciones brutas por importe de
21.900 €, más 1.200 € en concepto de prestación por desempleo.

Total rendimientos percibidos de la sociedad: 21.900/12 x 8 = 14.600 €


Total rendimientos satisfechos por el INEM: 1.600 €
TOTAL 16.200 €

Si bien el Sr. X no supera durante el ejercicio el importe de 22.000 € anuales, al


tener dos pagadores estaría obligado a presentar declaración del IRPF, en la
medida en que la totalidad de los rendimientos del trabajo superan el límite de
11.200 € y además el importe del segundo de los pagadores (por orden de cuantía)
supera los 1.500 € anuales.

ACTIVIDADES PÁG. 288


2. Con fecha 12 de julio fallece el esposo de la contribuyente. ¿Qué tipo de
declaración se debe presentar? ¿Conjunta o individual?
La determinación de la situación de los miembros de la unidad familiar se realizará
atendiendo a existente a 31 de diciembre de cada año. Por tanto, los demás
miembros de la unidad familiar no podrán presentar declaración conjunta para todo
el año, incluyendo las rentas del fallecido.
Por lo tanto, caben las siguientes posibilidades:
1. Presentar declaraciones individuales. La del fallecido hasta el 12 de julio y el
resto hasta el 31 de diciembre.
2. Presentar declaración conjunta exclusivamente de los miembros de la unidad
familiar, sin incluir las rentas del fallecido y, además, una declaración individual del
fallecido por el período que estuvo vivo.

ACTIVIDADES PÁG. 290


3. D. LEV es propietario de una vivienda que ha tenido alquilada durante el año
201X a D. CRF, de 44 años de edad. Por dicho alquiler percibió 1 200 €
mensuales. El precio de compra del inmueble ascendió a 210 000 €, siendo el
valor del suelo un 30 % del total (el valor catastral es inferior al valor de
adquisición).
Durante el año 201X se devengaron los siguientes gastos. Únicamente se
repercutieron al inquilino los gastos de comunidad:
• IBI ................................................................................................................... 300 €
• Reparación fontanería .................................................................................. 800 €
• Prima de seguros ......................................................................................... 150 €

191
• Gastos de comunidad ...................................................................................900 €
• Intereses del préstamo ............................................................................. 6 500 €
Calcula el importe del rendimiento neto reducido.
Alquiler (1.200 × 12) 14.400
Comunidad (75 × 12) 900
Rendimientos íntegros 15.300

GASTOS DEDUCIBLES
Intereses 6.500
Amortización 4.410 (3 % /210.000 x 0,70)
IBI 300
Reparación 800
Comunidad 900
Prima de seguros 150
Gastos deducibles 13.060
Rendimiento neto 2.240
Reducción 60% (2.240 × 60%) 1.344
Rendimiento neto del capital 896

ACTIVIDADES PÁG. 291


4. D. LEV percibió en 20X0 los siguientes rendimientos de la sociedad WW, S.
A., que no tiene ninguna característica especial:
Dividendos:
• Importe íntegro .......................................................................................... 9 000 €
• Retención (21 %) ........................................................................................ 1 890 €
• Importe líquido ........................................................................................... 7 110 €
Prima de asistencia a juntas:
• Importe íntegro .......................................................................................... 1 000 €
• Retención ...................................................................................................... 210 €
• Importe líquido .............................................................................................. 790 €
Gastos de administración ................................................................................ 100 €
Calcula el importe del rendimiento neto del capital mobiliario.
INGRESOS ÍNTEGROS …………………….8.500 (10.000 – 1.500)

GASTOS DEDUCIBLES …………………… 100

RENDIMIENTO NETO …………………….. 8.400

ACTIVIDADES PÁG. 293


5. D. MRR ejerce su actividad como médico rehabilitador por cuenta propia.
Para ello tiene alquilado un local en el que atiende a sus clientes, y cuenta
con la colaboración de dos fisioterapeutas (con contrato laboral). Para la
determinación de sus rendimientos netos viene utilizando el régimen de
estimación directa en la modalidad normal y el criterio de devengo para la
imputación de los ingresos y gastos de su actividad.
En sus libros registro constan los siguientes datos correspondientes a 201X:

192
Otra información:
• Las existencias iniciales de material ascienden a 800 €. Las existencias
finales están valoradas en 900 €.
• La prima de seguros recoge el valor de la póliza del seguro del vehículo del
contribuyente. Importe: 1 000 €.
• La amortización incluye la cuota de depreciación del vehículo anterior por
importe de 300 €.
• Dentro del capítulo “Suministros” incluye facturas de gasolina y
mantenimiento del vehículo por valor de 150 €.
Determina el importe del rendimiento neto de la actividad.
ÁMBITO ÁMBITO
CONCEPTOS CONTABLE FISCAL

INGRESOS ÍNTEGROS
 Ingresos por servicios 120.000 120.000
 Ingresos por impartición de cursos 5.000 5.000
125.000 125.000
TOTAL INGRESOS

GASTOS
 Sueldos y salarios 60.000 60.000
 Seguridad social *3.800 3.800
 Compras material inventariable 1.200 1.100 (1)
 Prima de seguros 1.500 500 (2)
 Amortización inmovilizado 1.500 1.200 (3)
 Alquiler del local 16.000 16.000
 Suministros 2.000 1.850 (4)
 Compra libros y revistas técnicas 500 500
 Gestoría fiscal-laboral-contable 900 900
 Reparaciones y conservación 500 500
 Servicios bancarios 100 100
 IVA soportado en gastos corrientes 600 600
88.600 87.050
TOTAL GASTOS
RENDIMIENTO NETO 36.400 37.950
37.950
RENDIMIENTO NETO REDUCIDO
(5)

193
* Incluyen las cotizaciones del titular.
(1) Se puede deducir únicamente el importe de las compras consumidas (Consumo =
Ei + compras – Ef).
(2) No es deducible la prima del vehículo por no ser un bien afecto a la actividad.
(3) No se puede deducir la amortización del vehículo por no estar éste afecto a la
actividad.
(4) No es deducible los gastos del vehículo personal.
(5) Hay coincidencia en los importes por no darse ninguna reducción.
(6)

ACTIVIDADES PÁG. 300


6. D.ª LRJ es propietaria de un comercio al por menor de calzado, epígrafe IAE
651.6. Estima el rendimiento neto de la actividad por estimación objetiva.
Aporta la siguiente información:
• El negocio lo regenta ella, cotizando al RETA.
• Tiene dos empleados a jornada completa; uno ellos tiene un contrato para
la formación con fecha 1 de octubre de 2013.
• El local comercial tiene una superficie de 250 m2.
• El consumo eléctrico fue de 7 000 Kw/h.
• A efectos del cálculo de la minoración por incentivos a la inversión aporta la
siguiente información:
– El local tuvo un coste de 100 000 €, siendo el valor del solar, según el IBI,
de un 30 por 100.
– El mobiliario tuvo un coste de 12 000 €.
– Los equipos informáticos sumaron un valor de 1 500 €.
Calcula el rendimiento neto de la actividad.

FASE I

 Personal no asalariado (1 x 13.453,13) ………………….. 13.453,83


 Personal asalariado (1 + 1 x 0,6 x 3/12) x 3.130,41……… 4.382,57
 Superficie del local (250 x 27,71) ……………………….. 6.927,50
 Consumo de energía (7.000 x 52,27/100) ……………….. 3.658,90

RENDIMIENTO NETO PREVIO …………………….. 28.422,80

194
FASE II

 Incentivos al empleo  No hay.


 Incentivos a la inversión. Supuesto de que se acoja al coeficiente lineal
máximo:

o Local ……………………… 100.000 x 70% x 5% … 3.500


o Mobiliario ………………… 12.000 x 25% ………. 3.000
o Ordenador ………………… 1.500 x 40% ………. 600
TOTAL AMORTIZACIONES ……………………………….. 7.100

RENDIMIENTO NETO MINORADO:

RENDIMIENTO NETO PREVIO ……… 28.422,80


– INCENTIVOS A LA INVERSIÓN ……. (7.100,00)

RENIMIENTO NETO MINORADO …… 21.322,80

FASE III

No se aplican índices correctores por estar el local situado en Madrid y tener un


rendimiento neto minorado inferior a 24.306,32 euros.

FASE IIII

RENDIMIENTO NETO DE LA ACTIVIDAD : 21.322,80 X 0,95 = 20.256,66

ACTIVIDADES PÁG. 301


7. En octubre de 2013, un matrimonio en régimen de gananciales compra una
segunda vivienda por un importe de 200 000 €. A 31 de diciembre no ha
recibido notificación del valor catastral de la vivienda. Calcula la renta
inmobiliaria imputada.
Base sobre la que se aplica …………………. 200.000 x 50/100 = 100.000
Porcentaje (1,1 % / 100.000) ………………………….. 1.100

La renta imputable será de 1.100 € en tributación conjunta. Si se opta por


declaraciones individuales, cada uno de los sujetos pasivos deberá imputar una
renta de 550 euros.

8. D. LEV vendió en octubre de 2013 un inmueble por importe de 200 000 €,


teniendo que pagar en concepto de impuesto sobre el incremento del valor
de los terrenos de naturaleza urbana 2 000 €. El inmueble fue adquirido en
febrero de 1995 por 100 000 € la compra 12 000 €. Calcula el importe de la
ganancia patrimonial.
Valor de transmisión ………………………………. 198.000,00
Precio de venta ….. 200.000
Impuestos ……….. 2.000

Valor de adquisición actualizado …………………. 155.803,20

195
Precio adquisición actualizado ……………… 139.110,00
(100.000 x 1,3911)

Gastos inherentes a la compra actualizado….. 16.693,20


(12.000 x 1,3911)

GANANCIA PATRIMONIAL = 198.000 – 155.8036,20 = 42.196,80

ACTIVIDADES PÁG. 304


9. Determina el importe de las circunstancias personales y familiares en los
siguientes supuestos:
a) Matrimonio formado por tres hijos, dos menores de 25 años y uno mayor
de 25 años que presenta una discapacidad del 33 %.
b) Persona divorciada que convive con un hijo de dos años de edad.
SUPUESTO A

 En tributación individual (cada cónyuge en su declaración):

o Mínimo por contribuyente …………………. 5.151


o Mínimo por descendiente …………………... 5.146
[(1.836 + 2.040 + 3.672) + 2.744]/2

 En tributación conjunta:

o Mínimo por contribuyente …………………. 5.151


o Mínimo por descendientes …………………. 10.292
o Reducción por tributación conjunta ……….. 3.400

SUPUESTO B

 En tributación individual (cada cónyuge en su declaración):

o Mínimo por contribuyente …………………. 5.151


o Mínimo por descendiente …………………... 4.080
[(1.836 + 2.244]

 En tributación conjunta:

o Mínimo por contribuyente …………………. 5.151


o Mínimo por descendientes …………………. 4.080
o Reducción por tributación conjunta ……….. 3.400

196
ACTIVIDADES PÁG. 306
10. Determina la cuota íntegra total en los casos que se exponen a continuación:

D. GGG (Aragón) D. LLL (La Rioja)


Base liquidable 62.325 62.325
C. íntegra estatal
Hasta 53.407,20 ………….
9.091,66
11.365,70 11.365,70
Resto: 8.917,80 al 25,5% ..
2.274,04
11.365,70
C. íntegra autonómica C. íntegra autonómica
Hasta 53.407,20……. Hasta 53.407,20.
C. íntegra autonómica 8.040,87 7.883,34
Resto:8.917,80 al 21,5%.. Resto:8.917,80al21,5%
1.917,33 1.908,41
9.958,20 9.791,75
General: 12.189 al 12,75 .. General: 12.189 al 12,75 ..
1.554,10 1.554,10
B.L del mínimo personal
Autonómico: 12.189 al 12 Autonómico: 12.189 al 11,6
1.462,68 1.413,92
Cuota íntegra estatal 9.811,60 9.811,60
Cuota íntegra autonómica 8.495,52 8.377,86
Cuota íntegra total 18.307,12 18.189,43
Tipo medio Estatal: 15,74 % Estatal: 15,74 %
Autonómico: 13,63 Autonómico: 13,44
General: 29,37 % General: 29,18 %

197
ACTIVIDADES PÁG. 309
11. Los rendimientos netos de un profesional en estimación directa son los
siguientes:

Calcula el importe de los pagos fraccionados correspondientes a los dos


trimestres.
Importe del pago fraccionado del 1er trimestre

(80.000 – 30.000) x 0,2 = 10.000


10.000 – 4.000 = 6.000 €

No se aplica la deducción establecida en el artículo 80 bis de la LIRPF ya que el


rendimiento neto del 1er trimestre elevado al año supera los 12.000 euros (50.000 x
4 =200.000)

Importe del pago fraccionado del 2º trimestre

(180.000 – 70.000) x 0,2 = 22.000


22.000 – 9.000 – 6.000 = 7.000 €

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 310


1. ¿Cuál es la legislación básica que regula el impuesto sobre la renta de las
personas físicas?
• Ley 35/2006, de 28 de noviembre, del Impuesto sobre la Renta de las Personas
Físicas.
• Real Decreto 439/2007, de 30 de marzo, por el que se aprueba el Reglamento
del IRPF.

2. ¿Cómo se determina el rendimiento neto de una actividad económica sujeta


al régimen de estimación directa simplificada?
Los ingresos íntegros se computan de la misma manera que para el modelo de
estimación normal.
Los gastos deducibles siguen el mismo esquema que en el modelo normal, salvo
que en EDS las amortizaciones siguen una tabla especial y las provisiones y
gastos de difícil justificación se calculan aplicando un porcentaje con carácter
general.
En la modalidad simplificada, el conjunto de las provisiones deducibles y los gastos
de difícil justificación se cuantificará exclusivamente aplicando, con carácter
general, el porcentaje del 5% a la diferencia entre los ingresos íntegros y los
gastos deducibles (excluyendo las provisiones y aplicando la tabla de amortización

198
simplificada, que se encuentran en la Orden Ministerial EHA/3462/2007, de 30 de
noviembre). Además de los supuestos de libertad de amortización establecidos.

3. ¿Qué obligaciones registrales tienen los empresarios individuales sometidos


al régimen de estimación directa en la modalidad normal?
Los empresarios que realicen actividades mercantiles deberán llevar una
contabilidad ajustada al Código de Comercio y al PGC.
Para las actividades no mercantiles deberán llevarse el Libro registro de ingresos y
gastos, el Libro registro de bienes de inversión y el Libro registro de provisiones de
fondos.

4. ¿Quién forma parte de la unidad familiar?


La LIRPF entiende por unidad familiar:
1.ª La integrada por los cónyuges no separados legalmente y, si los hubiera:
a) Los hijos menores, con excepción de los que, con el consentimiento de los
padres, vivan independientes de éstos.
b) Los hijos mayores de edad incapacitados judicialmente sujetos a patria potestad
prorrogada o rehabilitada.
2.ª En los casos de separación legal, o cuando no existiera vínculo matrimonial, la
formada por el padre o la madre y todos los hijos que convivan con uno u otro y
que reúnan los requisitos a que se refiere la regla 1.ª de este artículo.
2. Nadie podrá formar parte de dos unidades familiares al mismo tiempo.

5. Un empresario que se pueda acoger al régimen de estimación objetiva,


¿podrá optar por tributar bajo otra modalidad? ¿En qué supuestos lo haría?
Razona la respuesta.
El artículo 31 del Reglamento del IRPF establece:
1. La renuncia al régimen de estimación objetiva podrá efectuarse:
a) Durante el mes de diciembre anterior al inicio del año natural en que deba surtir
efecto.
En caso de inicio de actividad, la renuncia se efectuará en el momento de
presentar la declaración censal de inicio de actividad.
b) También se entenderá efectuada la renuncia al régimen de estimación objetiva
cuando se presente en el plazo reglamentario la declaración correspondiente al
pago fraccionado del primer trimestre del año natural en que deba surtir efectos en
la forma dispuesta para el régimen de estimación directa.
En caso de inicio de actividad, se entenderá efectuada la renuncia cuando se
efectúe en el plazo reglamentario el pago fraccionado correspondiente al primer
trimestre de ejercicio de la actividad en la forma dispuesta para el régimen de
estimación directa.
2. La renuncia al régimen de estimación objetiva supondrá la inclusión en el ámbito
de aplicación de la modalidad simplificada del régimen de estimación directa

6. Una segunda vivienda desocupada, ¿forma parte de la base imponible del


IRPF? ¿Por qué?
Sí. El artículo 85 de la LIRPF establece que en el supuesto de los bienes
inmuebles urbanos, calificados como tales en el artículo 7 del texto refundido de la
Ley del Catastro Inmobiliario, aprobado por el Real Decreto Legislativo 1/2004, de
5 de marzo, así como en el caso de los inmuebles rústicos con construcciones que

199
no resulten indispensables para el desarrollo de explotaciones agrícolas,
ganaderas o forestales, no afectos en ambos casos a actividades económicas, ni
generadores de rendimientos del capital, excluida la vivienda habitual y el suelo no
edificado, tendrá la consideración de renta imputada la cantidad que resulte de
aplicar el 2 por ciento al valor catastral, determinándose proporcionalmente al
número de días que corresponda en cada período impositivo.
En el caso de inmuebles localizados en municipios en los que los valores
catastrales hayan sido revisados, modificados o determinados mediante un
procedimiento de valoración colectiva de carácter general, de conformidad con la
normativa catastral, y hayan entrado en vigora partir del 1 de enero de 1994, la
renta imputada será el 1,1 por ciento del valor catastral.

7. ¿Qué se entiende por residencia habitual, a efectos de tributación en el


IRPF?
El artículo 9 de la LIRF establece:
Contribuyentes que tienen su residencia habitual en territorio español.
1. Se entenderá que el contribuyente tiene su residencia habitual en territorio
español cuando se dé cualquiera de las siguientes circunstancias:
a) Que permanezca más de 183 días, durante el año natural, en territorio español.
Para determinar este período de permanencia en territorio español se computarán
las ausencias esporádicas, salvo que el contribuyente acredite su residencia fiscal
en otro país. En el supuesto de países o territorios considerados como paraíso
fiscal, la Administración tributaria podrá exigir que se pruebe la permanencia en
éste durante 183 días en el año natural. Para determinar el período de
permanencia al que se refiere el párrafo anterior, no se computarán las estancias
temporales en España que sean consecuencia de las obligaciones contraídas en
acuerdos de colaboración cultural o humanitaria, a título gratuito, con las
Administraciones públicas españolas.
b) Que radique en España el núcleo principal o la base de sus actividades o
intereses económicos, de forma directa o indirecta.

8. ¿Cómo tributan los dividendos percibidos por una persona?


Tributan como rendimientos de capital mobiliario. Están exentos los primeros 1.500
€.

9. ¿Qué tratamiento tienen las aportaciones a planes de pensiones por parte del
sujeto pasivo?
Reducen la base imponible general. Con estos límites:
 El 30 por 100 de la suma de los rendimientos netos del trabajo y de
actividades económicas percibidos individualmente en el ejercicio. Este
porcentaje será del 50 por 100 para contribuyentes mayores de 50 años.
 10.000 euros anuales. En el supuesto de contribuyentes mayores de 50
años la cuantía anterior será de 12.500 euros.

10. ¿Qué importe podremos reducir del rendimiento neto del capital inmobiliario
si la vivienda alquilada se destina a vivienda habitual?
Se podrá reducir el 60 por 100 del rendimiento neto. Esta reducción será del 100
por 100, cuando el arrendatario tenga una edad comprendida entre 18 y 30 años y
unos rendimientos netos del trabajo o de actividades económicas en el período
impositivo superiores al indicador público de renta de efectos múltiples (IPREM).

200
11. Las personas físicas que tributan por el IRPF residentes en España, ¿por qué
renta tributan?
Por sus rentas mundiales.

12. ¿Cuál es el importe exento en el supuesto de prestaciones por desempleo en


la modalidad de pago único?
15.500 €

13. Una persona percibe en el ejercicio 2013 unos atrasos correspondientes al


ejercicio 2012, ¿cómo debe declarar dichas rentas?
Deberá presentar una declaración complementaria al periodo 2012.

14. ¿Cuál es el límite máximo que se puede deducir una persona en concepto de
aportaciones a un plan de pensiones?
Como límite máximo conjunto para las reducciones por atención a situaciones
envejecimiento y dependencia, se aplicará la menor de las cantidades siguientes:
 El 30 por 100 de la suma de los rendimientos netos del trabajo y de
actividades económicas percibidos individualmente en el ejercicio. Este
porcentaje será del 50 por 100 para contribuyentes mayores de 50 años.
 10.000 euros anuales. No obstante, en el caso de contribuyentes mayores
de 50 años la cuantía anterior será de 12.500 euros.

15. ¿Cómo tributa una segunda vivienda que esté a disposición de su titular?
¿Por qué importe debe tributar si no tuviere valor catastral?
Tributará como renta inmobiliaria imputada, integrándose en la renta general. De
carecer de valor catastral a la fecha de devengo, la renta imputada será el
resultado de multiplicar 1,1 por el 50 por 100 del valor a efectos del impuesto de
patrimonio.

16. ¿Cómo computa el cónyuge del titular de un negocio que tributa en


estimación objetiva?
Personal no asalariado es el empresario. También tendrán esta consideración su
cónyuge y los hijos menores que convivan con él, cuando no constituyan personal
asalariado por no concurrir alguno de los requisitos siguientes:
• Que trabajen habitualmente y con continuidad en la actividad empresarial.
• Que exista el correspondiente contrato laboral.
• Que estén afiliados al régimen general de la Seguridad Social.

Cuando el cónyuge o los hijos menores tengan la condición de no asalariados, se


computarán al 50 %, siempre que:
• El titular de la actividad se compute por entero.
• No haya más de una persona asalariada.

17. ¿Qué contribuyentes pueden realizar deducciones de la cuota diferencial?


¿Por qué importe?

201
Podrán aplicar una deducción a la cuota diferencial las mujeres con hijos menores
de tres años, que realicen una actividad por cuenta propia o ajena por la cual estén
dadas de alta en el régimen correspondiente de la Seguridad Social o mutualidad.
Podrán minorar la cuota diferencial hasta en 1.200 euros anuales por cada hijo
menor de tres años.
18. ¿Cómo tributan las aportaciones a planes de pensiones realizados por una
empresa a sus trabajadores?
Tributan como rendimiento de trabajo, formando parte de la base imponible
general. Podrán realizarse reducciones a la misma por el importe establecido.

PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 311


Aplicación de la normativa del IRPF a diferentes situaciones

202
1. Los rendimientos en especie están regulados en el artículo 43.1 de la LIRPF.

Cesión de la vivienda (5 %/110.000) ……………….. 5.500


+ Ingreso a cuenta …………………………………... 1.375
TOTAL …………………………………………. 6.875
Cesión del vehículo (20 %/40.000) x 0,3 ………….. 2.400
+ Ingreso a cuenta …………………………………... 600
TOTAL ………………………………………… 3.000

TOTAL RETRIBUCIÓN EN ESPECIE ………. 9.875

2.

Ingresos íntegros ………………………….. 12.000


- Gastos:

o IBI ……………………………. 400

o Reparaciones ………………… 1.000

o P. de seguros ………………… 125

o Intereses de préstamo ……….. 2.500

o Amortización1 ………………. 3.375

TOTAL GASTOS ………….. 7.400


RENDIMIENTO NETO ……. 4.600
REDUCCIÓN 60% ………… 2.760
R.N. MINORADO …………. 1.840
1
150.000 X 0,75 X 0.03
3.

Dividendos …………………………. 2.200


Prima asistencia a juntas …………... 100
Intereses de depósitos ……………... 625
L/Tesoro 825 – (910 + 20) ……….. (105)

TOTAL 2.820
- Exención ……………………….. (1.500)
Rendimiento íntegro …….. 1.320

203
4.

Coste de adquisición …………….. 500


Incremento de valor (20%) ……… 100
Base del ingreso a cuenta ……….. 600
Ingreso a cuenta (21%) ………….. 126
Rendimiento íntegro
Del capital mobiliario …………….. 726

5.

 Personal asalariado:

1ª persona: 1 x 900/1800 x 3/12 = 0,125


2ª persona: 1 x 2000/1800 = 1,11
3ª persona: 1 x 0,60 = 0,60

TOTAL ……………………….. 1,835


 Personal no asalariado:

Titular: …………….. 1
Cónyuge …………… 0,5

TOTAL ……………. 1,5

 Superficie del local: 300 m2

Módulo “personal asalariado: 1,835 x 4.390,12 = 8.055,87


Módulo “personal no asalariado: 1,5 x 12.723,18 = 19.084,77
Módulo “Superficie local”: 300 x 26,45 = 7.935,00

Rendimiento neto previo = 8.055,87 + 19.084,77 + 7.935,00 = 35.075,64

204
UNIDAD 12: EL IMPUESTO SOBRE SOCIEDADES

ACTIVIDADES PÁG. 319


1. La sociedad ALFA, S.L. ha amortizado un bien de inmovilizado adquirido el
día 1/1/X0 por 100 000 €, de la siguiente manera:

Se sabe que las tablas emitidas por el Ministerio de Hacienda establecen para
este elemento de inmovilizado un coeficiente máximo del 20 % y un periodo
máximo de 10 años. Realiza los ajustes necesarios a la base imponible.
En los dos primeros años la amortización contable se ajusta a lo establecido en la
legislación fiscal, ya que amortiza aplicando el coeficiente máximo recogido en las
tablas. Por el contrario, en el año X2, la sociedad amortiza por un importe superior,
por lo que, de no poder probar la veracidad de la depreciación, deberá realizar un
ajuste positivo sobre el resultado contable.
En el ejercicio X3, la amortización contable vuelve a ajustarse al máximo permitido
por la legislación fiscal.
Finalmente, en el año X4, la empresa podrá realizar un ajuste negativo al resultado
contable por 10.000 €.

Amortización Amortización Ajustes al resultado Base imponible


Ejercicio
contable fiscal contable
31/12/X0 20.000 20.000 - BI = RC
31/12/X1 20.000 20.000 - BI = RC
31/12/X2 30.000 20.000 +10.000 BI = RC + 10.000
31/12/X3 20.000 20.000 - BI = RC
31/12/X4 10.000 20.000 -10.000 BI = RC – 10.000

2. BETA, S.L. adquiere en el año X0 varios ordenadores por valor de 50 000 Ð.


Se amortizará en cinco años por el método de números dígitos. Las tablas
establecen un coeficiente máximo de amortización del 25 % y un periodo
máximo de 8 años. Se estima un valor residual de 2 000 Ð. Elabora el cuadro
de amortización de estos ordenadores.
En primer lugar, hay que comprobar que el plazo de amortización se ajusta a lo
establecido en el artículo 4 del Reglamento del Impuesto de Sociedades. Según el
mismo, y con la información obtenida en las tablas, el plazo de amortización debe
estar comprendido entre 4 y 8 años.
La base de amortización será el resultado de restar el valor residual al precio de
adquisición (50.000 – 2.000 = 48.000)
Cuota por Amortización
Ejercicio Número dígito
dígito contable
31/12/X0 5 3.200 16.000
31/12/X1 4 3.200 12.800
31/12/X2 3 3.200 9.600
31/12/X3 2 3.200 6.400
31/12/X4 1 3.200 3.200

205
ACTIVIDADES PÁG. 324
3. Determina si los siguientes deterioros de valor efectuados por la sociedad
GAMMA, S.L. en el ejercicio X0 son deducibles fiscalmente:
a) 1 000 € por un derecho de cobro que venció el 15/08/X0.
b) 500 € de un cliente cuyo crédito vence el próximo año y que se encuentra
en quiebra declarada.
c) 800 € por un efecto comercial que fue devuelto con fecha 15/05/X0.
d) 2 000 € por un efecto devuelto el 3/04/X0, el cual se ha vuelto a renegociar
mediante una nueva letra de nominal 2 100 €.
e) 300 € por la estimación global del resto de los clientes.
a) No es fiscalmente deducible, ya que han transcurrido sólo tres meses desde el
vencimiento del derecho. Se realizará un ajuste positivo al resultado contable por
1.000 €.
b) Sí es fiscalmente deducible por estar declarado en quiebra. No se realiza ajuste
alguno.
c) Sí es deducible puesto que han transcurrido seis meses desde el vencimiento de
la obligación. No se realiza ajuste alguno.
d) No es deducible fiscalmente por haberse renegociado de forma expresa. Se
realizará un ajuste positivo al resultado contable por 2.000 €.
e) No es deducible fiscalmente por no tratarse de una empresa de reducida
dimensión. Se realizará un ajuste positivo por 300 €.

4. Supongamos que la sociedad A participa al 100 % en la sociedad B. La


sociedad A tiene en su balance un bien valorado en 10 000 € y se lo vende a
la sociedad B por 18 000 €, siendo su valor de mercado de 15 000 €.
Posteriormente la sociedad B vende dicho bien por 21 000 €.
¿Cuál es el valor por el que se debe incluir la plusvalía originada en ambas
empresas?
El beneficio conjunto de la operación es igual a: 21.000 – 10.000 = 11.000, donde:
Beneficio A = 8.000 €
Beneficio B = 3.000 €

Si se hubiera aplicado el valor de mercado, es decir, si se hubiera vendido a precio


de mercado (15.000 €), la situación quedaría de la siguiente forma:

Beneficio A = 15.000 – 10.000 = 5.000 €


Beneficio B = 21.000 – 15.000 = 6.000 €

Se puede observar que los beneficios son los mismos; sin embargo hay una
traslación de los mismos de una sociedad a otra. En este caso, derivado de aplicar
un precio diferente al de mercado el beneficio de la sociedad A ha aumentado en
3.000 €, y el beneficio de la sociedad B ha disminuido en 3.000 euros.
Ante estos casos, la Administración Tributaria podrá valorar las operaciones
vinculadas en su valor de mercado cuando, del conjunto de las operaciones
vinculadas, se derive una menor tributación o un diferimiento de la misma.

206
ACTIVIDADES PÁG. 328
5. La sociedad EPSILON, S.L., cuyo ejercicio económico coincide con el año
natural, opta por acogerse a la modalidad de cálculo del pago fraccionado
establecida en el artículo 45.2 TRLIS.
Presenta la siguiente información a efectos de calcular los pagos
fraccionados correspondientes al ejercicio 20X2:

Suponiendo, además, que la base imponible del ejercicio 20X2 asciende a


250 000 €, y sin que se hayan soportado retenciones ni ingresos a cuenta:
a) Calcula el importe de los pagos fraccionados que debe realizar la sociedad
durante el ejercicio 20X2.
b) Calcula la liquidación del impuesto sobre sociedades correspondiente al
ejercicio 20X2.

ACTIVIDADES PÁG. 329


6. Una sociedad presenta un resultado contable antes de impuestos de 15 000
€. Entre los gastos se encuentra contabilizada una multa por importe de 2 000
€.
Calcula la base imponible del impuesto sobre sociedades.
Estamos ante una diferencia permanente positiva, puesto que la multa es un gasto
que no será nunca deducible fiscalmente. Por lo tanto, ajustaremos el resultado
antes de impuestos sumándole 2.000 €.
Base imponible = BAI + Diferencia permanente positiva = 15.000 + 2.000 = 17.000

7. Una sociedad compra maquinaria por importe de 35 000 €. La vida útil se


estima en cinco años, y la depreciación es lineal. Esta sociedad puede
acogerse a la libertad de amortización establecida en el artículo 11.2 del
TRLIS, por lo que decide amortizar la totalidad el primer año.
Calcula la base imponible del impuesto sobre sociedades.
En este caso, estamos ante una diferencia temporal imponible.

207
Desde el punto de vista contable, todos los años registraremos un gasto por
importe de 7.000 euros.
El primer año el gasto contable será de 7.000 €; sin embargo, el gasto fiscal será
de 35.000 euros. Esto dará lugar a una diferencia temporal negativa de 28.000
euros, es decir, al Resultado contable antes de impuestos tendremos que restarle
28.000 €, con lo que la base imponible será menor en ese importe, disminuyendo
la cuota a pagar.
Este diferimiento del impuesto se irá trasladando a los siguientes ejercicios. De
esta forma, en el segundo año, la amortización contable será de 7.000 €, sin
embargo, el gasto fiscal será cero, con lo que habrá un ajuste positivo del
Resultado contable por 7.000 €, aumentado la Base imponible en ese importe y,
por tanto, aumentando al cuota a pagar.

GASTO GASTO AJUSTE DE LA


CONTABLE FISCAL BASE IMPONIBLE
Ejercicio X1 7.000 35.000 RCAI – 28.000
Ejercicio X2 7.000 0 RCAI + 7.000
Ejercicio X3 7.000 0 RCAI + 7.000
Ejercicio X4 7.000 0 RCAI + 7.000
Ejercicio X5 7.000 0 RCAI + 7.000

ACTIVIDADES PÁG. 337


8. La sociedad OMEGA, S.L. tiene un resultado contable antes de impuestos
correspondiente al ejercicio 20X0 de 80 000 €. El tipo de gravamen es del 25
% y las retenciones y pagos a cuenta del ejercicio son 8 000 €.
Las deducciones de la cuota íntegra suman 600 €.
El 5 de octubre de 20X0 registró un deterioro de valor de créditos
comerciales por importe de 4 000 €.
En el ejercicio 20X1 el resultado contable antes de impuestos asciende a 65
000 €. El tipo de gravamen es del 25 % y las retenciones y pagos a cuenta de
ejercicio ascendieron a 6 500 C. Las deducciones de la cuota ascienden a 800
€ (no asimilables a subvenciones).
Registra las liquidaciones y los asientos contables de los ejercicios 20X0 y
20X1.
Liquidación impuesto sobre sociedades ejercicio 20X0
Resultado contable antes de impuestos 80.000
+ Ajuste por deterioro de valor crédito comercial +4.000
= Base imponible 84.000
x Tipo de gravamen 25%
= Cuota íntegra 21.000
– Bonificaciones y deducciones -600
= Cuota líquida 20.400
– Retenciones y pagos a cuenta -8.000
= Cuota diferencial a ingresar o a devolver 12.400

208
A partir de la liquidación fiscal registramos el impuesto corriente:

DEBE x HABER
21.000 (6300) Impuesto (473) H.P. retenciones y
a
corriente pagos a cuenta 8.000
(4752) H.P. acreedora
por I sociedades 12.400

Por el activo por diferencia temporaria deducible:

DEBE x HABER
1.000 (4740) Activos por (6301) Impuesto diferido 1.000
diferencias
a
temporarias
deducibles

En el ejercicio 20X1:

Liquidación impuesto sobre sociedades ejercicio 20X1


Resultado contable antes de impuestos 65.000
– Ajuste por deterioro de valor crédito comercial -4.000
= Base imponible 61.000
x Tipo de gravamen 25%
= Cuota íntegra 15.250
– Bonificaciones y deducciones -800
= Cuota líquida 14.450
– Retenciones y pagos a cuenta -6.500
= Cuota diferencial a ingresar o a devolver 7.950

A partir de la liquidación fiscal registramos el impuesto corriente:

DEBE x HABER
14.450 (6300) Impuesto (473) H.P. retenciones y
a
corriente pagos a cuenta 6.500
(4752) H.P. acreedora
por I sociedades 7.950

Por la reversión del activo por diferencia temporaria deducible:

DEBE x HABER
1.000 (6301) Impuesto diferido (4740) Activos por
diferencias
a
temporarias
deducibles 1.000

209
9. La sociedad ZETA, S.L., empresa considerada de reducida dimensión,
presenta en el ejercicio X0 los siguientes datos en relación al impuesto sobre
sociedades:
• Resultado contable antes de impuestos: 110 000 €.
• Incluyó como gasto contable multas de tráfico por importe de 1 000 €.
• Amortizó en su totalidad un inmovilizado adquirido a primeros de año por
importe de 30 000 €. Se estima una vida útil del mismo de cinco años y una
amortización lineal.
• Las deducciones de la cuota íntegra suman 6 000 € (no asimilables a
subvenciones).
• Los pagos fraccionados y retenciones a cuenta ascienden a 15 000 €.
• El tipo impositivo es del 25 %.
En el ejercicio X1 tenemos la siguiente información:
• Resultado contable antes de impuestos: 130 000 €.
• Registró un deterioro de valor de un crédito impagado por importe de 15
000 €. La fecha de registro fue el 15 de septiembre de X1.
• Las deducciones de la cuota íntegra suman 8 000 C (no asimilables a
subvenciones).
• Los pagos fraccionados y retenciones a cuenta ascienden a 17 000 €.
• El tipo impositivo es del 25 %.
• Registra las liquidaciones y los asientos contables de los ejercicios 20X0 y
20X1.

Liquidación impuesto sobre sociedades ejercicio 20X0


Resultado contable antes de impuestos 110.000
+ Ajuste por sanción no deducibe (DP) +1.000
– Ajuste por mayor amortización deducible (DT) -24.000
– Compensación bases negativas anteriores -
= Base imponible 87.000
x Tipo de gravamen 25%
= Cuota íntegra 21.750
– Bonificaciones y deducciones -6.000
= Cuota líquida 15.750
– Retenciones y pagos a cuenta -15.000
= Cuota diferencial a ingresar o a devolver 750

A partir de la liquidación fiscal registramos el impuesto corriente:

DEBE x HABER
15.750 (6300) Impuesto (473) H.P. retenciones y
a
corriente pagos a cuenta 15.000
(4752) H.P. acreedora
por I sociedades 750

210
Por el pasivo por diferencia temporaria deducible:

DEBE x HABER
6.000 (6301) Impuesto diferido (479) Pasivos por
diferencias
a
temporarias
imponibles 6.000

En el ejercicio X1:

Liquidación impuesto sobre sociedades ejercicio 20X1


Resultado contable antes de impuestos 130.000
+ Ajuste por reversión amortización +6.000
+ Ajuste por deterioro de valor crédito comercial +15.000
– Compensación bases negativas anteriores -
= Base imponible 151.000
x Tipo de gravamen 25%
= Cuota íntegra 37.750
– Bonificaciones y deducciones -8.000
= Cuota líquida 29.750
– Retenciones y pagos a cuenta -17.000
= Cuota diferencial a ingresar o a devolver 12.750

A partir de la liquidación fiscal registramos el impuesto corriente:

DEBE x HABER
29.750 (6300) Impuesto (473) H.P. retenciones y
a
corriente pagos a cuenta 17.000
(4752) H.P. acreedora
por I sociedades 12.750

Por la reversión del pasivo por diferencia temporaria deducible:

DEBE x HABER
6.000 (479) Pasivos por (6301) Impuesto diferido 6.000
diferencias
a
temporarias
imponibles

Por el activo por diferencia temporaria deducible:

DEBE x HABER
3.750 (4740) Activos por (6301) Impuesto diferido 3.750
diferencias
a
temporarias
deducibles

211
10. La sociedad SIGMA, S.L. presenta en el ejercicio X0 los siguientes datos en
relación al impuesto sobre sociedades:
• Resultado contable antes de impuestos: 400 000 €.
• Incluyó como gasto contable multas de tráfico por importe de 5 000 €.
• Incluyó deterioros de créditos de un cliente declarado en concurso de
acreedores por 10 000 € y otro por un cliente impagado cuyo crédito venció
hace tres meses por importe de 20 000 €.
• Las deducciones de la cuota íntegra suman 15 000 € (no asimilables a
subvenciones).
• Los pagos fraccionados y retenciones a cuenta ascienden a 80 000 €.
• El tipo impositivo es del 30 %.
Registra la liquidación y los asientos contables del ejercicio X0.

Liquidación impuesto sobre sociedades ejercicio 20X0


Resultado contable antes de impuestos 400.000
+ Ajuste por sanción no deducibe (DP) +5.000
– Ajuste por deterioro crédito comercial (DT) +20.000
= Base imponible 425.000
x Tipo de gravamen 30%
= Cuota íntegra 127.500
– Bonificaciones y deducciones -15.000
= Cuota líquida 112.500
– Retenciones y pagos a cuenta -80.000
= Cuota diferencial a ingresar o a devolver 32.500

A partir de la liquidación fiscal registramos el impuesto corriente:

DEBE x HABER
112.500 (6300) Impuesto (473) H.P. retenciones y
a
corriente pagos a cuenta 80.000
(4752) H.P. acreedora
por I sociedades 32.500

Por la reversión del activo por diferencia temporaria


deducible:

DEBE x HABER
6.000 (6301) Impuesto diferido (4740) Activos por
diferencias
a
temporarias
deducibles 6.000

212
ACTIVIDADES FINALES PÁG. 338
1. ¿Es sujeto pasivo del impuesto sobre sociedades una comunidad de bienes
que realiza una actividad empresarial?
No es sujeto pasivo del IS. Las comunidades de bienes carecen de personalidad
jurídica distinta de sus comuneros. Tributan en régimen de atribución de rentas.

2. La sociedad ALFA, S.L. adquiere en el ejercicio 20X0 los siguientes


elementos inmovilizados:
• Equipos informáticos.
• Mobiliario.
• Elementos de transporte.
• Maquinaria.
• Un local comercial.
¿Qué elementos podrán ser amortizados desde el punto de vista fiscal por el
método de suma de dígitos decrecientes?
No podrán amortizarse por el sistema de amortización según porcentaje constante
y por el sistema según números dígitos los edificios, mobiliario y enseres. Artículo
11 de la LIS y artículos 3 y 4 del Reglamento del IS.

3. Una sociedad, que no tiene la consideración de empresa de reducida


dimensión, tiene pendiente de cobro una letra de cambio, que venció el día 2
de agosto de X0, por importe de 15 000 €. En el momento de declararse la
insolvencia procedió a registrar el oportuno deterioro de valor por el importe
total adeudado.
Se sabe que el deudor no se encuentra en suspensión de pagos, ni se halla
procesado por delito de alzamiento de bienes. Realiza el ajuste contable
oportuno.
Al no cumplirse las circunstancias expuestas en el artículo 12.2 del TRLIS, la
sociedad no podrá incluir la provisión como gasto deducible. Por lo tanto deberá
realizar un ajuste positivo sobre el resultado contable por 15.000 euros.

4. La sociedad XX, S.L., que no tiene la consideración de empresa de reducida


dimensión, ha obtenido unos beneficios por importe de 45 000 €.
Calcula la base imponible del impuesto sobre sociedades del ejercicio
teniendo en cuenta las siguientes operaciones:
a) Se ha incluido como gasto el importe de la previsión del impuesto sobre
sociedades por valor de 12 000 €.
b) Pagó con cargo a cuentas de reservas 4 000 €C en concepto de prima de
asistencia a las juntas de accionistas celebradas este año.
c) Contabilizó como gasto, en la cuenta (627), 1 200 € en concepto de
comidas con clientes de la empresa.
Están debidamente justificados.
d) Dotó en el ejercicio provisiones por dos impagados:
• Cliente JUMAR, S.L. Importe impagado: 5 000 €. Fecha de vencimiento:
30/03/X1.
• Cliente RODAS, S.L. Importe impagado: 2 500 €. Fecha de vencimiento:
15/11/X1.

213
e) Tiene registrada en su diario una sanción administrativa por valor de 1 000
€.
f) Registró en su contabilidad 1 500 € en concepto de amortización. Sin
embargo, desde el punto de fiscal puede acogerse a diversas ventajas
fiscales que le permiten amortizar por 5 000 €.
g) Tiene pendiente de ejercicios anteriores bases imponibles negativas por
valor de 2 000 €.
a) Fiscalmente no es deducible, lo que dará lugar a una diferencia permanente
positiva. Hay que realizar un ajuste positivo por 12.000 €.
b) No procede hacer ajuste alguno porque la retribución se hace con cargo a
reservas.
c) Es un gasto fiscalmente deducible por el artículo 14.1.e)
d) El deterioro de valor por el cliente JUMAR, S.L. sí es deducible, ya que han
transcurrido seis meses desde el vencimiento de la obligación. No es deducible
el deterioro por el cliente ROZAS,S.L.. Por lo tanto, hay una diferencia temporal
de 2.500 €, que llevará a hacer un ajuste positivo del resultado.
e) No es deducible. Diferencia permanente positiva por 1.000.
f) Da lugar a un ajuste negativo del resultado contable por 3.500 € (diferencia
temporaria imponible)
g) El artículo 25 del TRLIS establece que Las bases imponibles negativas que
hayan sido objeto de liquidación o autoliquidación podrán ser compensadas
con las rentas positivas de los períodos impositivos que concluyan en los 15
años inmediatos y sucesivos. Por tanto, se deducirá del resultado contable el
importe de 2.000 €

En resumen:
Bº antes de impuestos ....................... 45.000
Diferencias permanentes ..................... +13.000
Compensación B.I. negaticas ………. – 2.000

Resultado contable ajustado ............... 56.000


Diferencias temporales ....................... - 1.000

Base imponible ................................. 55.500

5. ¿Cuáles son las ventajas fiscales que tienen las adquisiciones de bienes a
través de contratos de arrendamiento financiero? ¿Son aplicables a todos los
contratos? ¿Y en empresas de reducida dimensión?
Los contratos de arrendamiento financiero que presenten las siguientes
características gozan de un tratamiento fiscal especial en el impuesto de
sociedades:
 Deberán tener una duración de al menos dos años para bienes muebles, o
de 10 años para inmuebles o establecimientos industriales.
 Las cuotas de recuperación del coste deberán expresarse separadamente
de las cuotas financieras y de la opción de compra.
 Las cuotas de recuperación del coste del bien deberán ser constantes o
crecientes a lo largo de todo el contrato.
 No serán deducibles las cuotas de recuperación del coste del bien que
correspondan a terrenos, solares y otros activos no amortizables.

Las ventajas fiscales suponen una amortización acelerada de los bienes


comprados. Estas ventajas son:

214
 El gasto financiero se considerará siempre gasto deducible.
 Las cuotas de recuperación del coste tendrán la consideración de gasto
deducible, con el límite del doble del coeficiente de amortización lineal que
figure en las tablas oficiales aprobadas.
 La parte no deducida por exceder del límite antes fijado se podrá deducir en
los periodos impositivos posteriores con el mismo límite.

Para las pequeñas empresas hay un régimen especial en esta materia que señala:
“Para las entidades de reducida dimensión, el límite de la deducción de la parte de
la cuota satisfecha correspondiente a la recuperación del coste del bien será el
resultado de aplicar el triple del coeficiente máximo de amortización previsto en las
tablas, en lugar del doble establecido con carácter general para el resto de las
entidades.”

6. ¿Dónde se encuentra la base legal para calcular la deducibilidad de las


amortizaciones?
En el artículo 11 del TRLIS y en el capítulo I, artículos 1-5, del Reglamento del IS.

7. ¿Cuál es el plazo que hay para compensar bases imponibles negativas?


¿Existen límites a esa compensación?
En el supuesto de que la entidad declarante haya obtenido rentas positivas en el
período impositivo, podrá compensar las bases imponibles negativas procedentes
de ejercicios anteriores. Esta situación supone una reducción de la base imponible.
Según el artículo 25.1 del TRLIS, las bases imponibles negativas podrán ser
compensadas con las rentas positivas de los periodos impositivos que concluyan
en los 15 años inmediatos y sucesivos.

Los límites porcentuales a la compensación son los siguientes, en atención a los


tramos de facturación:

8. ¿Están sujetas al impuesto sobre sociedades las entidades financieras? ¿Y


el Banco de España?
El art. 7 del TRLIS establece que serán sujetos pasivos del impuesto las personas
jurídicas. Las entidades financieras son personas jurídicas, luego son sujeto pasivo
del impuesto.
El artículo 9 del TRLIS establece las exenciones, entre las que figura el Banco de
España.

9. Enumera los gastos que no son fiscalmente deducibles.


No tendrán la consideración de gastos fiscalmente deducibles, entre otros (art. 14):
a) Los que representen una retribución de los fondos propios.
b) El Impuesto sobre Sociedades.

215
c) Las multas y sanciones penales y administrativas, el recargo de apremio y el
recargo por presentación fuera de plazo. Los intereses de demora sí serán
deducibles.
d) Las pérdidas del juego.
e) Los donativos y liberalidades. Se entiende por liberalidad la distribución
generosa de bienes sin esperar recompensa.

10. ¿En qué fecha debe contabilizarse el impuesto de sociedades? ¿Cuál es el


modelo que se debe emplear para presentar la liquidación?
El impuesto de sociedades se debe contabilizar el último día del cierre contable,
normalmente con fecha 31 de diciembre. El modelo de liquidación es el 200.

PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 339


Liquidación del impuesto sobre sociedades

216
SOLUCIÓN PRÁCTICA PROFESIONAL 1

NORMATIVA FISCAL
BAI 35.000
+/- Diferencias permanentes
 Sanción +1.500
= Resultado contable ajustado 36.500
+/- Diferencias temporales
 Provisión -
 Amortización
-
= Base liquidable 36.500
- Compensación BI negativas -
= Base imponible 36.500
x Tipo de gravamen 25 %
= Cuota íntegra 9.125
- Deducciones / Bonificaciones -2.000
= Cuota líquida 7.150
- Retenciones / Pagos a cuenta 7.500
= Cuota diferencial -350

DEBE x HABER
7.150 (6300) Impuesto (473) H.P. retenciones y
a
corriente pagos a cuenta 7.500
350 (4709) H.P. deudora por
devolución de
impuestos

DEBE x HABER
400 (4740) Activos por (6301) Impuesto diferido 400
diferencias
a
temporarias
deducibles

DEBE x HABER
2.000 (6301) Impuesto diferido (479) Pasivos por 2.000
diferencias
a
temporarias
imponibles

217
SOLUCIÓN PRÁCTICA PROFESIONAL 2

NORMATIVA FISCAL
BAI 50.000
+/- Diferencias permanentes
 Sanción +1.200
= Resultado contable ajustado 51.200
+/- Diferencias temporales
 Deterioro +1.600
 Amortización
-8.000
= Base liquidable 44.800
- Compensación BI negativas
= Base imponible 44.800
x Tipo de gravamen 25%
= Cuota íntegra 11.200
- Deducciones / Bonificaciones 8.000
= Cuota líquida 3.200
- Retenciones / Pagos a cuenta 6.000
= Cuota diferencial -2.800

DEBE x HABER
3.200 (6300) Impuesto (473) H.P. retenciones y
a
corriente pagos a cuenta 6.000
2.800 (4709) H.P. deudora por
devolución de
impuestos

218
SOLUCIÓN PRÁCTICA PROFESIONAL 3

NORMATIVA FISCAL
BAI 150.000
+/- Diferencias permanentes
 Sanción --
= Resultado contable ajustado 150.000
+/- Diferencias temporales
 D.T. deducible (Deterioro) +8.000
 D.T. imponible (Amortización)
-26.000
= Base liquidable 132.000
- Compensación BI negativas
= Base imponible 132.000
x Tipo de gravamen 25%
= Cuota íntegra 33.000
- Deducciones / Bonificaciones -6.000
= Cuota líquida 27.000
- Retenciones / Pagos a cuenta -15.000
= Cuota diferencial 12.000

El deterioro de valor del crédito del cliente en concurso de acreedores sí es


deducible, tal como expone el artículo 12.2 del TRLIS.
Por el contrario, el deterioro del crédito valorado en 8.000 € no es deducible en
este ejercicio, siéndolo en el próximo, ya que como establece el artículo anterior,
para ser deducible han de pasar al menos seis meses desde la fecha de impago.
Esta situación genera un activo por diferencia temporaria, que será revertido en el
próximo ejercicio.
La diferencia entre la normativa contable y la normativa fiscal respecto de las
amortizaciones da lugar a una diferencia temporaria imponible. La base imponible
del impuesto disminuye este ejercicio al acogerse la empresa a los beneficios
fiscales. Esto dará lugar al nacimiento de un pasivo que se irá revertiendo a lo
largo de la vida útil de la máquina según el siguiente cuadro:

VALOR NETO BASE DIFERENCIA


AÑO IMPORTE
CONTABLE IMPONIBLE TEMPORARIA
20X0 65.000 39.000 -26.000 -6.500
20X1 52.000 39.000 -26.000 -6.500
20X2 39.000 0 13.000 3.250
20X3 26.000 0 13.000 3.250
20X4 13.000 0 13.000 3.250
20X5 0 0 13.000 3.250

219
DEBE x HABER
27.000 (6300) Impuesto (473) H.P. retenciones y
a
corriente pagos a cuenta 15.000
(4752) H.P. acreedora
por impuesto
sociedades 12.000

DEBE x HABER
2.000 (4740) Activos por (6301) Impuesto 2.000
diferencias deducido
a
temporarias
deducibles

DEBE x HABER
6.500 (6301) Impuesto (479) Pasivos por 6.500
deducido diferencias
a
temporarias
imponibles

220
UNIDAD 13: IMPUESTOS LOCALES

ACTIVIDADES PÁG. 351


1. Busca en las ordenanzas municipales del ayuntamiento donde resides las
tarifas que se aplican a los vehículos de tracción mecánica.
Acude a la página web de tu ayuntamiento.

ACTIVIDADES PÁG. 353


2. Calcula la cuota tributaria de unas obras realizadas en un edificio cuyo
presupuesto asciende a 30 000 €, IVA incluido (21 %). El ayuntamiento grava
con impuesto del 3,5 %.
Se trata del impuesto sobre construcciones, instalaciones y obras. La base
imponible está constituida por el coste real excluido el IVA.
Base imponible:
30.000 € x100 /121 = 24.793,39 €
Cuota tributaria = 24.793,39 x 3,5% = 867,76 €

ACTIVIDADES PÁG. 355


3. Se produce una transmisión de un terreno urbano cuyo valor catastral es de
100 000 €. Entre la transmisión y la adquisición han pasado 18 años.
El ayuntamiento tiene establecido un «tipo» en función de la siguiente escala
según el número de años de generación del incremento:

Calcula la cuota del impuesto sobre el incremento de valor de los terrenos de


naturaleza urbana.
El gravamen correspondiente para ese periodo de años es del 15%. Por tanto la
cuota del impuesto será:
100.000 € x 15% = 15.000 €

ACTIVIDADES FINALES PÁG. 356


1. ¿Qué diferencias existen entre los impuestos municipales obligatorios y los
voluntarios?
Los Impuestos municipales obligatorios tienen un carácter obligatorio.
Son los siguientes:
 Impuesto sobre actividades económicas.
 Impuesto sobre bienes inmuebles
 Impuesto sobre vehículos de tracción mecánica.

221
Los impuestos voluntarios tienen un carácter opcional, se establecen en las
ordenanzas fiscales conforme a lo dispuesto en la normativa estatal.
Podemos destacar los siguientes:
 Impuesto sobre construcciones, instalaciones y obras.
 Impuesto sobre el incremento del valor de los terrenos de naturaleza
urbana.

2. ¿Qué es una ordenanza fiscal?


Las ordenanzas fiscales son normas aprobadas por el Pleno de las Corporaciones
Locales que, conforme a la Ley de Haciendas Locales, reguladoras de los distintos
tributos locales.

3. ¿Cuál es el porcentaje de bonificación máximo por domiciliar las deudas de


los tributos municipales?
Un 5%

4. ¿Qué tipo de bonificación se aplica en las cuotas devengadas en Ceuta y


Melilla?
Del 50%

5. ¿El IAE es un impuesto obligatorio?


Si.

6. Indica en qué se diferencian las actividades empresariales y las


profesionales.
Las actividades empresariales se caracterizan porque se ejercen como
consecuencia de una organización empresarial como:
 Las actividades mineras, industriales, comerciales y de servicios.
 Las actividades de carácter profesional, cuando se ejerciten por personas
jurídicas o entidades de la Ley General Tributaria.
 La actividad ganadera independiente.
Nunca tienen naturaleza de actividad empresarial, las actividades agrícolas, fores-
tales y pesqueras o ganaderas dependientes.
Actividades profesionales y artísticas son aquellas que se desarrollan por cuenta
propia, como manifestación de su capacidad profesional, un actividad siempre que
se realicen por personas físicas.

7. ¿Quién es sujeto pasivo en el IAE?


Son sujetos pasivos del impuesto las personas físicas, las personas jurídicas y las
entidades de la Ley General Tributaria siempre que realicen en territorio nacional
cualquiera de las actividades que originen el hecho imponible.

8. Indica las exenciones permanentes en el IAE.


 Las personas físicas.
 El Estado, las comunidades autónomas y las entidades locales.
 Las entidades gestoras de la Seguridad Social.

222
 La Cruz Roja Española. También están exentos del impuesto siempre que
el importe neto de su cifra de negocios sea inferior a 1 000 000 euros los
sujetos pasivos del impuesto sobre sociedades.

9. Una persona física que en su actividad de negocios netos supera 1 000 000 €,
¿está exento del IAE?
Sí, al tratarse de una persona física.

10. Define qué es la cuota tributaria en los impuestos municipales.


La cuota tributaria es el resultado de aplicar las tarifas del impuesto y los coefi-
cientes y las bonificaciones previstos por la ley y, en su caso, reguladas por las
ordenanzas fiscales.

11. ¿Qué es el coeficiente de situación?


Es aquel que pueden incrementar o disminuir las cuotas mínimas municipales
resultantes de la aplicación del coeficiente de ponderación a las cuotas de tarifa en
función de la categoría de la calle en que radique el local afecto de la actividad.
Los valores pueden oscilar entre un mínimo de 0,4 y un máximo de 3,8.

12. Define qué es la cuota de tarifa.


Son las tarifas de cada actividad recogidas en el Real Decreto Legislativo
1175/1990, de 28 de septiembre, por el que se aprueban las tarifas y la instrucción
del impuesto sobre actividades económicas.

13. ¿Cuáles son los hechos imponibles en el impuesto sobre bienes inmuebles?
Está constituido por la titularidad sobre los bienes inmuebles urbanos, rústicos y de
alguno de los siguientes derechos:
Concesión administrativa sobre los propios inmuebles o sobre los servicios
públicos a los que se hallan afectos.
 Derecho real de superficie.
 Derecho real de usufructo.
 Derecho de propiedad.

14. ¿Quién es el sujeto pasivo en el IBI?


Son sujetos pasivos las personas naturales y jurídicas que ostenten la titularidad
del derecho.

15. El impuesto sobre vehículos, ¿es un impuesto directo?


Sí, se trata de un impuesto directo

16. ¿Cómo se establece la cuota tributaria en el impuesto sobre vehículos?


El impuesto se exige de acuerdo con las siguientes tarifas vigentes aunque los
ayuntamientos pueden incrementar las cuotas de tarifa mediante la aplicación
sobre la misma de un coeficiente que no puede exceder de 2.

223
17. ¿En qué momento se produce el periodo impositivo en el impuesto sobre
vehículos?
Como regla general, el periodo impositivo coincide con el año natural. En el
supuesto de primera adquisición del vehículo comienza el día en que se efectúa la
adquisición

18. ¿Cuáles son los hechos imponibles en el impuesto sobre construcciones,


instalaciones y obras?
Está constituido por la realización, dentro del término municipal, de cualquier
construcción, instalación u obra para la que se exija la obtención de licencia de
obra urbanística, siempre que su expedición corresponda al ayuntamiento en
cuestión.

19. ¿Qué queda excluido de la base imponible del impuesto sobre


construcciones, instalaciones y obras?
 El IVA
 Las tasas.
 Los honorarios profesionales.
 El beneficio empresarial del contratista.
 Cualquier otro concepto que no integre, estrictamente, el coste de ejecución
del material

20. ¿Qué constituye el hecho imponible en el impuesto sobre el incremento de


valor de los terrenos de naturaleza urbana?
Constituye el hecho imponible el incremento de valor experimentado por los te-
rrenos de naturaleza urbana o por los terrenos integrados en los bienes inmuebles
que se pongan de manifiesto por:
 La transmisión de su propiedad por cualquier titulo.
 La constitución o transmisión de cualquier derecho real de goce, limitativo
de dominio, sobre dichos terrenos.

21. ¿Quiénes son los sujetos pasivos en el impuesto sobre el incremento de


valor de los terrenos de naturaleza urbana? ¿Cómo se determina el valor del
terreno?
La condición de sujeto pasivo recae sobre el transmitente del terreno o la persona
o entidad que transmite o constituye el derecho real de goce.

22. Se produce en un término municipal la transmisión de un terreno urbano


cuyo valor catastral es de 100 000 € habiendo transcurrido entre la
transmisión y la adquisición anterior 15 años. Determina la base imponible si
el ayuntamiento en sus ordenanzas fiscales tiene establecidos los
porcentajes máximos legales.
Le correspondería un porcentaje máximo de 3,2 %
100.000 x 3,2 % = 3.200

23. ¿Cuándo se devenga el impuesto sobre el incremento de valor de los


terrenos de naturaleza urbana?
El impuesto se devengará:

224
 En la fecha de transmisión cuando se transmite la propiedad de un terreno
entre vivos o por causa de muerte.
 En la fecha de constitución o transmisión, si esta se refiere a cualquier
derecho real de goce o limitativo de dominio.

24. ¿Cual es tipo máximo de gravamen que puede aplicar un municipio en el


impuesto sobre el incremento de valor de los terrenos de naturaleza urbana?
El tipo máximo es del 30%

25. ¿La transmisión de una propiedad es un hecho imponible en la tributación


local?
Sí, en el impuesto sobre el incremento de valor de los terrenos de naturaleza
urbana

26. ¿Puede existir algún tipo de bonificación en el impuesto sobre


construcciones, instalaciones y obras? ¿Cuáles?
Sí, se pueden aplicar las siguientes bonificaciones:
 Las cuotas que se devenguen en Ceuta y Melilla serán del 50 %.
 Las declaradas de interés o utilidad municipal.
 Aquellas obras que incorporen sistemas de aprovechamiento térmico o
eléctrico de energía solar.
 Las realizadas en viviendas de protección oficial hasta el 50 %
 Las que favorezcan y mejoran las condiciones de acceso de las personas
con discapacidad hasta del 90 %.

27. ¿El ICIO es un impuesto voluntario u obligatorio por parte de los municipios?
Es un impuesto de establecimiento voluntario y cuya gestión corresponde
exclusivamente al municipio que lo establezca.

28. ¿Qué tipos de tributos locales se gestionan en el ayuntamiento en el que


resides?
Acude a la página web de tu ayuntamiento para obtener la información

29. ¿La baja temporal de un vehículo es hecho imponible en el impuesto sobre


vehículos de tracción mecánica?
No, al no ser aptos para circular.

225
PRÁCTICA PROFESIONAL PAG. 357
Liquidación del impuesto sobre actividades económicas

1.
Cuota tributaria IAE = Cuota de tarifa × Coeficiente de ponderación × Coeficiente de
situación (si procede)
1.500 x 1,30 x 3,33 = 6.493,50
Deuda tributaria = Cuota tributaria IAE + Recargo provincial
6.493,50 + (32% de 6.493,50) = 8.571,42

2.
Cuota tributaria IAE = Cuota de tarifa × Coeficiente de ponderación × Coeficiente de
situación (si procede)
1.500 x 1,29 x 3,80 = 7.353

226
Deuda tributaria = Cuota tributaria IAE + Recargo provincial
7.353+ (32% de 7.353) = 9.705,96 €

3.
Cuota tributaria IAE = Cuota de tarifa × Coeficiente de ponderación × Coeficiente de
situación (si procede)
3.500 x 1,30 x 2,28 = 10.374
Deuda tributaria = Cuota tributaria IAE + Recargo provincial
10.374 + (25% de 10.374) = 12.967,5 €

227