A Boneca inspirada na Pedagogia Waldorf Para a Pedagogia Waldorf a boneca1 tem uma importância e intimidade no brincar infantil que

não ocorre com os outros brinquedos. Independentemente da idade ou do gênero, a boneca é para a criança um companheiro, um amigo muito próximo de seu coração. Acompanha a criança em todos os seus caminhos, na cama, no brincar, no consolo de suas tristezas e nas suas alegrias. Podemos chamar de “pedagógica” a boneca construída observando alguns parâmetros: material natural, proporções e forma correspondentes às humanas saudáveis, fisionomia sem caricaturas ou expressões fixas, confecção manual. Além disso, seu manuseio deve possibilitar o livre brincar, a fantasia e a expressão da criança. Toda criança deve ter "a sua boneca" ou boneco principal. Essa boneca deve ser um espelho da criança, onde se reflete sua anatomia e suas características étnicas. Se a criança for morena ou loira, a boneca também o será, quando negra ou parda, a boneca deve ser da mesma cor. Além disso, toda criança deve brincar com "bonecas amigas" de várias etnias. É de grande importância para a criança aprender a amar e a conviver com todas as matizes da diversidade humana e, para isso, os bonecas são excelentes professores. A boneca étnica negra e parda O papel da boneca étnica, negra e parda, é de grande importância para a valorização da auto-estima e do reconhecimento da identidade afro-brasileira das crianças, tanto na família e na sociedade quanto na escola. A criança negra ou parda deve ter "a sua boneca" como seu espelho, onde se reflete sua anatomia e suas características étnicas. Ela também deve ter bonecas de etnias diferentes da sua para aprender a amar e a conviver com as diferenças. Através da identificação étnica com a boneca, a criança pode fortalecer sua identidade, aprender a valorizar a si e aos seus semelhantes e reconhecer, para toda a vida, suas raízes, livre de preconceitos ou estereótipos. Para os educadores, a boneca étnica também é um importante instrumento de vivência em sala de aula. As várias etnias reunidas no brincar pedagógico em sala de aula têm o poder de promover a interação social, a tolerância e o respeito pelas diferenças. Crianças que, no brincar livre, têm a oportunidade de aprender a conviver com a diversidade social tornam-se adultos mais preparados para a vida em sociedade. Bonecos Waldorf meninos O brincar com bonecas tem uma importância especial para os meninos. Todo menino deve ter "o seu boneco" que o acompanhe em todos os seus momentos, no brincar, no consolo de suas tristezas e nas suas alegrias. O menino não estabelece esse relacionamento com uma bola ou um carrinho. Além disso, quando o pai presenteia o filho com um boneco, colabora para a quebra de estereótipos que podem atrapalhar a criança em suas relações sociais e familiares quando adulto. Ao brincar com seu de boneco, o menino amplia sua possibilidade de se tornar um ser humano mais completo e amoroso. Por que as bonecas são confeccionadas com material natural? Os materiais naturais que constituem os brinquedos pedagógicos inspirados na Pedagogia Waldorf oferecem para a criança uma vivência tátil muito rica. Esses elementos possibilitam o encontro da criança com as leis naturais contidas no material. O contato da criança com materiais vivos ajuda no desenvolvimento do
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Baseado no livro “Minha Querida Boneca”, de Karin Evelin Scheven.São Paulo: FEWB, 2006.

sentido do tato, importante base para o desenvolvimento saudável da percepção do eu no mundo.

Crianças de cabeça grande e de cabeça pequena
Comecemos observando a criança recém-nascida. Seu corpo pequeno representa o germe a partir do qual a natureza humana deverá desenvolver-se. Se acompanharmos do primeiro silencioso desabrochar até aproximadamente um importante momento da vida que é aparecimento da segunda dentição, então receberemos esclarecimentos sobre aquilo que na criança é predisposição não somente corpórea, mas também anímico-espiritual. A cabeça do lactente, que é exageradamente grande, ganha pouco a pouco, durante o crescimento a relação harmoniosa que o ser humano crescido possui com o resto do organismo. Mas isto já é um processo que ocorre de maneira muito diversa e talvez nunca igual para duas crianças. No entanto há crianças nas quais a cabeça é desproporcionalmente grande - sem que haja sintomas patológicos. Numa criança assim, a testa é acentuadamente curva, o rostinho por baixo dela minúsculo. Embora tenha uma certa harmonia, dá a impressão de que estamos diante de uma criança “de cabeça grande”. O que significa a criança crescer “a partir da cabeça”? Significa que as forças formadoras da cabeça lançam mão do metabolismo para agir em toda parte, formando e modelando. Significa também que a “cabeça” ainda não é instrumento da percepção e do pensamento como no adulto, mas ainda órgão do metabolismo, totalmente permeado por este, totalmente vivaz. Lentamente as forças do metabolismo se retiram da cabeça, começando lentos processos de amortecimento, como os que se anunciam, por exemplo, no nascimento dos primeiros dentes. Pelo fato de a vida aos poucos se retirar da cabeça, esta vai-se transformando gradativamente em instrumento da consciência desperta e perceptiva. A cabeça torna-se menor em relação ao resto do corpo e adquire o tamanho que comumente consideramos normal. Devemos observar que se as forças metabólicas continuarem ativas e operantes na cabeça além do tempo adequado, atuarão no mesmo sentido em que fazem na criança pequena. Numa criança assim há, em cima de uma constituição pequena, uma cabeça possante, com testa arredondada curvada para frente. Que a alma viverá nesse pequeno corpo, - que cai com facilidade ao andar ou correr, pois seu sistema nervoso é dominado pelo metabólico? Uma alma sonhadora, em casos mais profundos uma alma cuja percepção é fugidia. Na vida futura se tornará mais harmônica. Elas são ricas em imagens criativas, brincam maravilhosamente, com uma fantasia abundante. O período escolar será quase sempre um fardo pesado para este tipo de criança, sua fantasia exagerada é cercada por todos os lados. As crianças redondas, coradas, tornam-se pálidas e cansadas, como pode ser notado principalmente no primeiro ano. Podemos ajudar o sistema neuro-sensorial a atuar em conjunto com metabólicomotor, oferecendo-lhe alimentos bem salgados lavando, às vezes, sua cabeça com água fria e alimentando-a com raízes e coisas azedas. Com a criança de cabeça pequena sucede que as forças criadoras ativas se retiram cedo da região do sistema neuro-sensorial, preparando-o assim para tornar-se instrumento da vida imaginativa. Mas isto pode acontecer com muita força, definindo um determinado tipo de criança que se comporta de maneira oposta à anteriormente descrita. As crianças em que predominam o sistema neuro-sensorial parecerão mais espertas, conscientes e inteligentes do que aquelas nas quais prevalecem o sistema do metabolismo. Serão, por isso, mais valorizadas na escola, com seu ensino intelectualizado e abstrato. Elas não só terão cabeça pequena, mas também serão pálidas, por isso devem receber mais açúcar, frutas maduras, mel e outros alimentos doces saudáveis. Se sairmos a um passeio com uma criança de cabeça pequena e outra de cabeça grande para conhecermos suas peculiaridades. A criança da cabeça grande logo terá construído, com musgo, pedras e galhos, uma fazenda, por exemplo. A criança de cabeça pequena gostará de andar ao lado do adulto e fazer perguntas ponderadas, tais como: quem criou as árvores e como elas crescem? Irá talvez contar sobre uma porção de inventos, pequenas máquinas que ela mesma imaginou, etc. Ela ficará contente quando o adulto lhe der sugestões para suas brincadeiras e depois ele mesmo brincar com ela. Nenhuma criança poderá desenvolver-se adequadamente se quem cuida dela não puder compreendê-la em sua maneira de ser, em suas necessidades vitais.

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As forças que agem principalmente plasmando e criando formas são, ao mesmo tempo, fornecedores de vida e estimuladores do crescimento. Por isso os educadores só poderão educar proveitosamente quando conseguirem obter uma noção viva destas forças. Fonte: Goebel, Wolfgang e Glöckler, Michaela. Consultório Pediátrico. 3ªed. São Paulo: Editora Antroposófica, 2002. 626 p.

Características da boneca que vamos confeccionar
A forma esférica de sua cabeça. Isto é, o "duro", o que protege, o osso externo determinando a forma. O que está dentro quer ser protegido. Se eu quero conhecer o ser, o individual de um cidadão eu olho para o seu rosto. A forma quer revelar o seu ser, mas eu sei que o essencial eu vou encontrar dentro ou atrás desta forma. Eu, para conhecê-lo, tenho que penetrar na sua vida interior, em seus pensamentos. Mas a forma é redonda, esférica e dura. A cabeça está colocada em repouso e absolutamente ereta sobre o corpo. Uma cabeça pendente para baixo, para trás ou para o lado revela um ser doente ou um ser que não está em situação harmônica e equilibrada. A cabeça ereta sobre o corpo transmite em imagem a situação de autoconsciência do ser humano livre. A situação contrária existe nos membros, nas pernas e nos braços. Ao contrário da cabeça que é esférica, sua forma é radial. O duro, o osso, o que dá a forma está bem no interior. Por fora, está envolto por corporalidade mole. A cabeça está em repouso e tem como característica o descanso. Em contrapartida, os braços e as pernas têm sua motivação no movimento. As pernas estão aí para andar, correr, pular e dançar. Os braços para trabalhar, para afagar, cuidar, etc. Movimento é o seu princípio formativo. No meio, o tronco, equilibra as extremidades do movimento e do repouso. No peito, com as costelas, é captada a forma esférica da cabeça, mas não totalmente fechada. A abertura das costelas permite movimentos, não movimentos voluntários como nos membros, mas dominados. Os movimentos transformam-se no tronco em ritmo e este em repouso na cabeça. O movimento dos membros transforma-se através da respiração rítmica em calmos pensamentos. O homem só pode atuar na natureza ou no mundo através dos braços e das pernas. Compreender o mundo e a si mesmo ele só pode na tranqüilidade dos seus pensamentos. A forma humana ou a sua corporalidade traz na sua gestalt básica a totalidade da missão do ser humano. Uma boneca elaborada a partir desses conhecimentos básicos transmite à criança a vivência de seu ser. Toda boneca que distorcer ou esconder esta tendência básica, traz confusão para a criança em relação a si própria. Tão logo a criança começar a se denominar por "EU", em torno do terceiro ano de vida - e não mais na terceira pessoa-, ela se torna apta a se relacionar com o mundo que a cerca. Cada vez mais ela aprende nas relações de vida a se colocar humanamente. Naturalmente, isso acontece devagar, passo a passo. Também aprende, a estabelecer uma relação com a própria corporalidade. Quando está frio, o ser humano se agasalha, veste camisa e casaco; calça ou vestido também são necessários. Para andar na rua são necessários sapatos para proteger os pés. O cabelo deve ser tratado e penteado. À noite, depois de jantar, quando já estamos limpos e prontos para dormir, precisamos de um pijama e um travesseiro para descansar a cabeça, um cobertor para esquentar o corpo. A boneca deve ter, desde o início, esse tipo de experiências. A vestimenta também é uma característica humana. Nu, seu corpo fica exposto aos rigores dos elementos da natureza. Ele é muito mais frágil que o de um animal no que se refere à própria proteção natural. Se o homem na sua tenra idade não for envolvido, protegido, vestido e cuidado pelas pessoas à sua volta, perecerá exposto à natureza. A vestimenta implica em um sentido social profundo, na medida em que envolve vários indivíduos na sua execução. A boneca, como o ser humano, deve ser vestida sempre de acordo com as novas situações, e isso a criança deve vivenciar. Fonte: Scheven, Karin Evelyn. Minha Querida Boneca. São Paulo: FEWB, 2006.

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Detalhes
As proporções da boneca que vamos fazer, são equivalentes à criança de três anos.

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O rosto
O rosto não será muito definido, pois um rosto totalmente estruturado estabelece uma impressão fixa na criança. Os olhos e a boca são apenas sugeridos, deixando livre a fantasia, para que possa chorar ou rir, dependendo do estado anímico da criança. Toda boneca é tanto melhor quanto mais indefinida seja sua expressão.

É brincando que reencantaremos o mundo
Em tempos passados brincar era natural para a criança. Elas brincavam o quanto queriam, das mais diversas maneiras, com espontaneidade, graça e criatividade, reinventando antigas tradições. Ninguém precisava dizer que brincar era importante para elas. Hoje em dia, em nossa cultura predominantemente técnica e tecnológica, a criança está perdendo a sua capacidade original de brincar. Muitas delas não têm oportunidade de conviver com a natureza e, ao contrário, começam muito cedo a assistir à televisão e a “brincar” com o computador. Por meio do brincar, a criança explora o mundo com todos os seus sentidos e desenvolve as primeiras noções de espaço, tempo, textura, temperatura, forma e consistência. Mais tarde, as brincadeiras mais complexas promoverão as primeiras noções para a vida social. Os recentes estudos neurofisiológicos mostram que a formação do cérebro e a ampliação do número de sinapses (conexões nervosas) são estimuladas pelo processo natural de brincar. Essas experiências ocorrem quando as crianças lidam com diferentes objetos, deixando-os cair, jogando ao longe, ouvindo o som que surge ao serem batidos no chão e repetindo incansavelmente a mesma seqüência de movimentos. Uma atitude muito saudável é a participação ativa do adulto, proporcionando às crianças objetos com diferentes texturas e formas, abaixando-se e devolvendo os objetos, “entrando” realmente na brincadeira. Por estar profundamente ligada ao mundo espiritual, a criança tem grande afinidade com os ritmos e formas cósmicas, e as bolas, os balões, as bolhas de sabão, os piões, as cordas, o balanço são os representantes desses ritmos e formas na terra. Elas também se sentem fascinadas pelos quatro elementos – terra, água, ar e calor – e querem ter experiências diversas com cada um deles. Os adultos podem estar orientando e direcionando essa aproximação, garantindo proteção e evitando acidentes. De grande importância são as múltiplas vivências com plantas e animais, que ajudam as crianças a conquistar intimidade com a natureza. Fonte: Aliança pela Infância - www.aliancapelainfancia.org.br

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Fornecedores de Materiais D. Henriqueta (Lã de carneiro, fiada, merino e para enchimento) Rua Califórnia, 1372 Santo Amaro – São Paulo – SP Fone: 011 5543.5704 Preços2: Lã para enchimento: 18 reais (fibra curta) Lã cardada sem tingimento (conhecida como lã de anjo, no meio Waldorf, cardada industrialmente (merino), excelente qualidade e plasticidade): 40 reais. Lãs tingidas com pigmentos industriais, ótima qualidade: Grossa - 55 Média - 65 fina - 75 Sítio Bicho sem Vergonha As lãs fiadas são todas de tingimento natural usando cinzas, sabão de cinza e as cores são de: Roxa - flor de quaresmeira Azul - Anil Amarelo - marcela ou carovinha Marrom - casca de pinhão , pelota de eucalipto Marrom clara / verde- Barba de candeia> Além disso tem boldo, erva de pássaro , e outras raízes , flores e ervas que são regionais e sazonais. Preço R$ 70,00 o kg tingida e R$ 60,00 kg da neutra sem tingimento. Luiz Felipe Paes Leme Sitio do Bicho Sem Vergonha Itamonte - MG (11) 7699 8931 sbvitamonte@uol.com.br Lã de Caarapó Fica no Mato Grosso do Sul, mas tem representante em São Paulo: Kika kikavara@hotmail.com - 11 3735 3392 - 11 9192 96 49 Os preços são: Lã lavada: 18 (a qualidade não é boa) Cardada: 24 (ótima) Fiada: 38 (tingidas com pigmentos naturais, boas para cabelo) Algodão (apenas grandes quantidades, nunca conseguimos comprar) Osvaldo Hasimoto 16-3839-2253 Pç. Dep. Hevo Nunes da Silva 144 Centro Ituverava SP 14500-000 ALGODOEIRA ATIBAIA Av. Tegula, 888 Ponte Alta Cep 12952-820 Atibaia - SP
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Praticados em 2008

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Passo a passo
Esquema para acompanhar o PASSO A PASSO fotográfico publicado em até 15 dias após o curso no YouTube, pesquise por: “Boneca Waladorf – Passo a passo ______________ (local do curso)” 1º Passo: Limpar a lã de carneiro mais crespa. 2º Passo: Fio de cobre do tamanho do corpo da boneca dobrado ao meio e nas pontas fazer uma esfera com a lã limpa. Depois colocar lã de carneiro (enchimento) por cima e por último o algodão, deixe sempre uma esfera e use fio de overlok quando necessário. 3º Passo: Lã de anjo (80 cm) 4 partes iguais. Forme uma estrela e centralize a cabeça no meio deixando o fio de cobre para cima e envolvendo parte por parte. 4º Passo: Capa de malha: alinhavar em baixo de modo que possa franzir, depois colocar a cabeça dentro deixando as pontas da estrela para fora, puxe e arremate bem. 5º Passo: Amarração: usar fio encerado e fazer a amarração no meio do rosto e em volta (do queixo até a parte de cima da cabeça), depois fazer a sutura: na parte de trás unir a parte superior da inferior escondendo o fio, na parte de cima fazer o mesmo processo até a linha dos olhos. 6º Passo: Corpo de malha: deixando o bumbum para trás faça um corte no meio da cabeça (somente no primeiro tecido). Obs: o bumbum e o corte para trás. Vista a cabeça pelo corte deixando as pontinhas da estrela para baixo. 7º Passo: Barriga: colocar a boneca de cabeça para baixo e envolver no fio de cobre algodão e lã de carneiro enchimento, depois envolver com as perninhas da estrela escondendo o enchimento e abaixar o tecido. 8º Passo: Fechar em baixo da barriga, se necessário colocar mais enchimento para a barriguinha. Colocar o pescoço. 9º Passo: Encher pernas e braços. Obs: a costura das pernas e feita de modo que o pé fique para frente. 10º Passo: Colocar pernas e braços na boneca fazendo a mesma sutura da cabeça na frente e atrás. Obs: não pregar a perna no bumbum, ela é pregada na costura onde foi fechada a barriga. 11º Passo: Cabelo: Menina - uma trança de dois metros para a base (9 fios grossos ou 12 fios médios da D. Henriqueta) e depois o penteado. Menino fazer nozinhos em um metro e meio de fios, repetir quando necessário. No menino pode também fazer uma trança bem fina para colocar na nuca. 11º Passo: Acabamento dos olhos e roupa.

Recomendação bibliográfica:
BRINCADEIRAS CRIATIVAS PARA O SEU FILHO - Christopher Clouder e Janni Nicol Publifolha, São Paulo, 2009. MINHA QUERIDA BONECA - Karin Evelyn Scheven. São Paulo: FEWB, 2006.

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Materiais: Tecido meia malha puro algodão para o corpo Tecido de algodão em cor para a roupa (botões, linhas, etc.) Lã para fazer sapatinhos Fitas para enfeitar o cabelo Arame de cobre 1,5 mm - 60 cm Algodão 200 gr Lã de carneiro 100 gr Lã bruta 50gr Lã merino 50 gr Lãs naturais para cabelo 50 gr Linha forte de poliéster número 4 Agulhas de costura número 6 e 7 Tesoura Linha para amarração cordonê encerado de poliéster Linha comum branca Linha forte de poliéster número 4 para cabelo em cor. Fio de overlock branco ou crú para amarrar a cabeça Pauzinho de bambú para ajudar encher pernas e braços Alicate de bijouteria – ponta redonda Régua Fita métrica Para acabamento dos olhos: linha para bordar tipo Anchor vermelha, marrom, preta ou azul.

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