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Aprender ciências, experimentando

1. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE BENEFICIÁRIA

Agrupamento de Escolas de Arga e Lima -


Nome:
Escola EB 2,3/S de Lanheses
Caracterização: Estabelecimento de ensino
Código:
Morada: Quinta da Barrosa
Localidade: Lanheses - Viana do Castelo
Código Postal: 4925-404
Concelho: VIANA DO CASTELO -VIANA DO CASTELO
Telefone: 258739140
Fax: 258739141
Email: info@eb23-lanheses.rcts.pt
NIF: 600072819
Responsável pela
Manuel Agostinho Sousa Gomes
Instituição:

2. IDENTIFICAÇÃO DO COORDENADOR

Nome: José Manuel Teixeira da Mota da Costa Leme


Entidade:
Morada: Rua Manuel Espregueira nº 204 3 Ft
Localidade: Viana do Castelo
Código Postal: 4900-318
Telefone: 258811309
Fax:
Email: leme.jose@sapo.pt

3. CARACTERIZAÇÃO DO PROJECTO
Título: Aprender ciências, experimentando
Título inglês: Learning Science through experience
Resumo:
Com este projecto, pretende-se, por um lado enriquecer e diversificar as
actividades que constam de um plano de divulgação da ciência, que está a ser
implementado pelo grupo de Físico-química, nas Escolas do 1º Ciclo do,
designado “Ciência no 1ºCiclo”. Com a modernização dos equipamentos e
introdução de recursos informáticos na componente experimental do referido
plano, ampliam-se as condições para induzir o gosto pelas ciências, nos
alunos. Por outro lado, pretende-se rentabilizar o escasso material electrónico
existente no laboratório, através da aquisição de equipamento mais moderno
(sensores, interfaces) e apostar na realização actividades experimentais
inovadoras que promovam aprendizagens significativas dos conteúdos de
Ciências Físico-Químicas dos 8º, 9º, 10º e 11º anos.

Resumo em inglês:
The Physico–Chemistry department has as its objective divulging Science in all
the primary schools that belong to this specific school agglomeration. This
specific project is entitled “Science in primary schools.” To achieve this aim is
going to promote multiple and diversified activities. We are hoping that with the
modernization of equipment and the usage of computers,which will enhance
these projects, the conditions for leading children to adhere to science is
substantially bettered. By acquiring more modern equipment such as, sensors,
interfaces, etc. With the innovative experiences, students will become
substantially more motivated in Physico–Chemistry, and in this way they will
better knowledge regarding this project.

Data prevista para ínicio: Setembro-2006

Data prevista para o fim : Dezembro-2007

4. ENTIDADES ENVOLVIDAS NO PROJECTO


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARGA E LIMA - ESCOLA EB 2,3/S DE
LANHESES
Esta é a entidade beneficiária do projecto
Agrupamento de Escolas de Arga e Lima - Escola EB
Nome:
2,3/S de Lanheses
Caracterização: Estabelecimento de ensino
NIF: 600072819
Código:
Morada: Quinta da Barrosa
Localidade: Lanheses - Viana do Castelo
Código Postal: 4925-404
Concelho: VIANA DO CASTELO -VIANA DO CASTELO
Distrito:
Telefone: 258739140
Fax: 258739141
Email: info@eb23-lanheses.rcts.pt
Responsável pela
Manuel Agostinho Sousa Gomes
Instituição:

5. ELEMENTOS DA EQUIPA
Os professores do 4º grupo A e o professor António Joaquim Alves Rodrigues

6. DESTINATÁRIOS DO PROJECTO
Agrupamento de Escolas de Arga e Lima - Escola EB
Instituição:
2,3/S de Lanheses
Número de
60
alunos:
Ano: 3º Ano
Agrupamento de Escolas de Arga e Lima - Escola EB
Instituição:
2,3/S de Lanheses
Número de
60
alunos:
Ano: 4º Ano
Agrupamento de Escolas de Arga e Lima - Escola EB
Instituição:
2,3/S de Lanheses
Número de
100
alunos:
Ano: 8º Ano
Agrupamento de Escolas de Arga e Lima - Escola EB
Instituição:
2,3/S de Lanheses
Número de
100
alunos:
Ano: 9º Ano
Agrupamento de Escolas de Arga e Lima - Escola EB
Instituição:
2,3/S de Lanheses
Número de
40
alunos:
Ano: 10º Ano
Agrupamento de Escolas de Arga e Lima - Escola EB
Instituição:
2,3/S de Lanheses
Número de
40
alunos:
Ano: 11º Ano
7. DESCRIÇÃO DO PROJECTO

OBJECTIVOS
 Fomentar nos alunos o gosto pela ciência
 Desenvolver o espírito científico dos alunos e o gosto pela investigação
 Promover nos alunos uma atitude mais positiva e empreendedora face à
Física e à Química
 Incrementar nos alunos a valorização do conhecimento científico
desenvolvendo a sua literacia científica
 Facilitar a aprendizagem de conceitos e leis da Física e da Química com
a ajuda do manuseamento de aparelhos de medida, da feitura de
protocolos experimentais e da produção de dados experimentais e
consequente análise.
 Contribuir para que o ensino experimental se incorpore na rotina da
escola;
 Utilizar as novas tecnologias como ferramenta ao serviço da ciência

ACTIVIDADE 1

Ácidos e Bases: Medição de pH


A Actividade permitirá abordar o tema Ácido-base e sua aplicação no
quotidiano.
Numa primeira fase, os alunos irão estudar o carácter químico de soluções
usadas no dia-a-dia ou de diferentes tipos de águas comparando os resultados
obtidos por um processo qualitativo (usando indicadores em solução) com um
processo quantitativo (usando sensores de pH). Esta actividade terá como
finalidade introduzir o conceito de pH e as noções de acidez e de basicidade ao
nível dos alunos do 1º e 3º ciclos. Para que todos os alunos vejam os valores
de pH será ligado o sensor de pH ao computador e projectado em vídeo.
Numa segunda fase, os alunos estudarão o efeito da adição de um ácido a
uma base através da construção de uma curva de titulação em tempo real com
um sistema de aquisição e tratamento de dados. Os alunos participação na
elaboração dos protocolos e na aquisição e tratamento dos dados. Durante a
actividade serão tiradas fotografias que serão apresentadas à comunidade
escolar, no dia das ciências, da semana cultural, assim como também serão
apresentados os resultados das experiências.

Com esta actividade pretende-se, também, que os alunos estejam preparados


para responder a questões como “ O que fazer quando somos picados por uma
abelha” ou” O que devemos tomar quando temos azia”.
Para a realização da actividade vão ser necessários os seguintes recursos:

Sensor de pH + cabos de ligação; Interface para ligar ao computador; Projector


de vídeo; Reagentes: água destilada, ácidos e bases; Indicadores de pH:
fenolftaleína, azul de bromotimol, vermelho de metilo; Papel indicador de pH;
Material de vidro (bureta, copo, pipeta, conta-gotas)

ACTIVIDADE 2

As Forças de atrito, colisões e a Segurança rodoviária

Nesta actividade, abordar-se-á o conceito de atrito e de colisão. Para isso,


serão realizadas actividades experimentais utilizando sensores de força e
vários corpos, como por exemplo, pedaços de pneu pouco utilizados e pedaços
de pneu “careca”, para o cálculo do atrito. A intensidade máxima da força que
se exerce nas condições de o objecto (corpo) ficar na iminência de se mover
corresponde ao máximo da força de atrito estático. Realiza-se a experiência
utilizando diferentes sobrecargas e diferentes materiais.
Pretende-se aprofundar a noção de atrito e estudar os factores que influenciam
a intensidade da força de atrito, tais como: natureza da superfície de contacto e
força com que as superfícies se comprimem. Além disso, pretende-se que os
alunos associem a importância da qualidade dos pneus a uma maior segurança
na estrada.

Para o estudo das colisões inelásticas, criam-se experimentalmente as


condições para que a resultante das forças exteriores seja nula. Verificando-se
a conservação do momento linear. Para tal lança-se um carrinho, o outro está
em repouso, utilizando-se uma célula fotoeléctrica calcula-se a velocidade de
passagem do carrinho pela célula (pela largura de cartolina e pelo tempo de
interrupção do feixe), com outra célula mede-se a velocidade após a colisão
dos conjunto dos dois carrinhos. Para o cálculo do coeficiente de restituição,
um carrinho movendo-se numa calha horizontal, colide com um suporte
vertical, fixo, revestido de vários materiais. Mede-se com a utilização de uma
célula fotoeléctrica a velocidade antes e após a colisão.

Pretende-se aprofundar e introduzir o conceito de momento linear, colisão


inelástica e coeficiente de restituição.

Para que todos os alunos vejam os valores medidos pretendemos ligar os


sensores ao computador (por meio de interface) e a um projector de vídeo,
permitindo a todos visualizar no ecrâ os valores medidos. Nas aulas os alunos
participarão na elaboração do protocolo experimental e na recolha e tratamento
de dados. Estes, depois de tratados serão divulgados à comunidade escolar no
Dia das ciências, na Semana cultural, assim como o registo fotográfico das
sessões experimentais.

Esta actividade será, também, promovida de uma forma mais elementar junto
das escolas do 1ºciclo, para que os jovens alunos comecem a familiarizar-se
com a noção de força de atrito, momento linear, colisão perfeitamente inelástica
e com a utilização das novas tecnologias nas ciências.
Para a realização da actividade vão ser necessários os seguintes recursos:

Sensor de força + cabos de ligação; Interface para ligar ao computador;


Projector de vídeo; Blocos paralelepípedos com faces revestidas de materiais
diferentes e com o mesmo revestimento em faces de diferentes áreas; Massas
marcadas; Roldana com grampo e de pouco atrito

Recursos para a colisão: dois carrinhos com pouco atrito; calha; duas células
fotoeléctricas; Interface ligada ao computador e respectivo software; Marca de
cartolina, de largura estreita, para interromper a luz quando o carrinho passa na
célula

ACTIVIDADE 3

Trânsito - Movimento e segurança rodoviária

Com esta actividade pretende-se o estudo dos movimentos rectilíneos


utilizando registos com sensor de posição, com a análise dos dados obtidos
serão traçados gráficos que permitirão classificar o tipo de movimento em
diversos intervalos de tempo, determinar velocidade instantâneas e calcular
aceleração média. Ao mesmo tempo, compara-se este método de medição
com os processos usados pela polícia na detenção da velocidade dos
automóveis. Irá proporcionar uma aula para os alunos movimentarem-se entre
várias posições registando-se os tempos que levam a percorrer distâncias,
permitindo depois aos alunos expressarem as suas ideias e fundamentá-las,
simultaneamente serão projectados os gráficos por um projector de vídeo,
permitindo a todos os alunos a visualização dos gráficos. Nas aulas os alunos
participarão na elaboração do protocolo experimental e na recolha e tratamento
de dados. Estes, depois de tratados serão divulgados à comunidade escolar no
Dia das ciências, na Semana cultural, assim como o registo fotográfico das
sessões experimentais.

Esta actividade será, também, promovida de uma forma mais elementar junto
das escolas do 1ºciclo, para que os jovens alunos comecem a familiarizar-se
com a noção de radar e com a utilização das novas tecnologias nas ciências.
Para a realização da actividade vão ser necessários os seguintes recursos:

Sensor de movimento + cabos de ligação; Interface para ligação ao


computador; Computador + projector de vídeo

ACTIVIDADE 4

Densidade, Impulsão e Princípio de Arquimedes

Esta actividade tem por finalidade permitir que os alunos compreendam a


flutuação dos navios no mar (enquanto um pedaço de ferro afunda) e a
diminuição do peso dos corpos mergulhados em líquidos.

Para conseguir tal objectivo os alunos realizarão duas actividades


experimentais utilizando um videoprojector, vários corpos, líquidos de
diferentes densidades e um sensor de força.

A primeira actividade consistirá em mergulhar corpos de igual massa em


líquidos de diferentes densidades (água, água salgada_ álcool, glicerina) e a
segunda actividade consistirá em utilizar corpos de massa iguais mas com
diferentes formas, medindo o peso aparente em ambas, com sensor de força
mede-se o valor do peso aparente.

Os alunos do 9ºano terão uma participação activa na elaboração do protocolo


experimental e no registo e tratamento de dados, os quais, serão, à
semelhança das restantes actividades, apresentados à comunidade escolar na
semana cultural. Durante todo este processo, criar-se-ão condições para que
os alunos calculem a força de impulsão e compreendam que esta depende da
densidade do líquido, onde o corpo está mergulhado, e do volume deste.
Além disso, pretendemos que esta actividade também seja explorada, de forma
mais simplificada, junto dos alunos do 1º ciclo, para que estes também possam
despertar para o conceito de impulsão e associá-lo a determinadas situações
do dia-a-dia.

Para a realização da actividade vão ser necessários os seguintes recursos:

Sensor de força + cabos de ligação; interface para ligar ao computador;


Projector de vídeo; Copo de vidro; Reagentes: água destilada, água salgada,
álcool etílico, glicerina; Corpo para suspender no gancho do sensor de força
(massas marcadas)
ACTIVIDADE 5

Força e Movimento

A concepção aristotélica do movimento está ainda presente em muitos alunos,


que associam directamente força e movimento. Por isso, nesta actividade
pretende-se contrariar essa ideia sendo os alunos confrontados com a questão:
Será necessário uma força para que um corpo se mova?
Desta forma, os alunos farão uma montagem experimental com um carrinho
que se move sobre uma calha ligado por um fio a um corpo que cai na vertical.
O fio que passa pela gola de uma roldana terá um comprimento tal que
permitirá a análise do movimento do carrinho quando o fio deixa de estar em
tensão. Com um sensor de movimento traçar-se-ão gráficos velocidade do
carrinho em função do tempo. Estes permitirão a discussão quanto à sua forma
e a sua relação, quer como tipo de movimento quer com a resultante as forças
que actuam no corpo. Os alunos terão também oportunidade para determinar o
valor da aceleração, na primeira parte do movimento, pelo declive da linha do
gráfico da velocidade, antes e após o fio estar em tensão.
Tanto os registos dos resultados obtidos como a reportagem fotográfica das
sessões experimentais e protocolos elaborados serão expostos durante a
semana cultural à comunidade escolar.

Recursos:
Sensor de movimento; Calha; Roldana com grampo; Massas marcadas;
Computador; Interface; Projector de vídeo

8. FINANCIAMENTO SOLICITADO
Equipamento

Valor Valor
Ano Descrição Qtd Unit. Total Justificação
Eur Eur
2006 Interface 1 666,25 666,25 GLX é uma interface que utiliza sensores
GLX - Data digitais mais baratos. Permite ligar até
loggers quatro sensores em simultâneo. Para
algumas actividades vai permitir usar o
sensor de movimento e de força.
O GLX é fornecido com software e permite
imprimir directamente a uma impressora.
Serve para todas as actividades propostas.
Será muito importante porque permite ligar
ao computador e posterior projecção por
vídeo.
2006 Adaptador 1 108,54 108,54 Adaptador digital para os sensores de
para sensores movimento, células fotoeléctricas até duas,
digitais para ligar à interface GLX-data loggers,
funcionando este como digitímetro.
2006 Adaptador 1 108,54 108,54 Este adaptador é para ligar os sensores
para sensores analógicos, sensor de força, sensor de pH
analógicos ao GLX-Data loggers.
2006 Sensor de pH 1 146,94 146,94 Este sensor vai permitir medir os valores
de pH para a actividade 1.
2006 Sensor de 1 200,38 200,38 Este sensor de força permite medidas em
força tracção e compressão até 50 N, essencial
para as actividades 2 e 4.
2006 Sistema 1 674,6 674,6 Este kit inclui uma calha de 1,2 metros em
dinâmico alumínio com régua embutida, 2 carrinhos,
Clássico uma roldana, duas massas de 500g, bloco
de atrito.
Com este Kit permite ser usado para as
actividades 2 e 5.
2006 Célula 2 108,54 217,08 Estas células serão essenciais para a
fotoeléctrica realização da actividade 2, para a medição
das velocidades instantâneas. Ligados por
um acessório ao GLX permitirá medir
tempos de passagem pela interrupção do
feixe de luz e pela largura de uma
cartolina, calcular a velocidade
instantânea.
2006 Sensor de 1 146,94 146,94 Sensor de posição/ movimento
posição Este sensor vai ser essencial para a
realização das actividades 4 e 5.
Permitindo traçar os gráficos de posição e
de velocidade.
Quando ligado ao GLX-data loggers vai
permitir projectar para toda a comunidade
os dados registados.
2006 Projector de 1 1445,95 1445,95 Projector de Vídeo necessário para os
video ambientes educativos, permitindo a toda a
comunidade visualizar os valores das
grandezas medidas, quando ligado ao
computador. Julgamos ser importante,
porque assim, a actividade será vista por
todos os alunos simplificando a sua
visualização.
Essencial para todas as actividades.
2006 Computador 1 900 900 Opta-se por um computador portátil porque
portátil como neste projecto está inserido noutro
que envolve a deslocação (generosa dos
professores não precisando do pagamento
das deslocações) às escolas do 1º ciclo e
como as escolas não possuem ou quando
possuem, aqueles estão inoperacionais,
será crucial os professores serem
acompanhados pelo computador e o
projector.
Essencial para todas as actividades.
2006 Máquina 1 300 300 A máquina fotográfica vai ser importante
fotográfica para fotografar as actividades, montagens
digital das actividades experimentais, para a
elaboração de cartazes e Posters, como
consta nos processos de avaliação do
projecto.
Subtotal Equipamento 4.915,22
Consumíveis
Valor Valor
Ano Descrição Qtd Unit. Total Justificação
Eur Eur
2006 Reagentes 1 150 150 Vários tipos de reagentes como: fenolftaleína, azul
de bromotimol, vermelho de metilo. Água destilada,
glicerina e papel indicador de pH.
Soluções padrão para calibração do sensor de pH.
2006 Tinteiros 1 60 60 Tinteiros para a impressora
2006 Papel A3 1 50 50 Papel A3 para a construção dos posters e cartazes.
Elaboração dos protocolos.
Subtotal Consumíveis 260,00
Total 5.175,22