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ADUVIDA

Duvidar a Duvida 23

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Duvidar a Duvida 17

DUVIDARADUVIDADUVIDARADUVIDA

"ormul2vel sem o v( io redi$it)rio da am$igBidade. >ue eu sai$a& esta ara ter(sti a dos
4u(%os autoevidentesn0o tinha sido ressaltada até agora?. No aso& qual a ontradit)ria do
4u(%o 5O ser ne ess2rio e iste ne essariamente”< E 5O ser ne ess2rio ine iste ne
essariamente” ou 5A e ist-n ia doser ne ess2rio n0o é ne ess2ria”< Imposs(vel de idir. A
ontradit)ria do argumento de 8to. Anselmo éin"ormul2vel. Re4eitar portanto esse
argumento é a$di ar do senso mesmo da unidade do dis urso& é air na linguagem dupla
que terminar2 por nos levar aonde hegou !ant.3orém a rai% de todas essas a$surdidades
est2 pre isamente na "é dogm2ti a que !ant&imitando Des artes& olo a no poder
humano de duvidar. 3ois omo podemos& de "ato& duvidar denossa possi$ilidade de onhe
er o a$soluto< 8e nada& radi almente nada sa$emos do a$soluto& n0o podemos sequer
"ormular nossa d#vida quanto 6 possi$ilidade de onhe -'lo. Da( a ne essidade deter um
ponto de apoio a$soluto para "ormular a d#vida/ mas omo& ao mesmo tempo& !ant 42
tomouessa d#vida omo um ponto de partida in"al(vel e n0o pode a$di ar dela de maneira
alguma& s) lhe? = pli o mais detalhadamente esse on eito no meu Qreve Tratado de
Meta"(si a Dogm2ti a& Rio& IA@& 1LL K apostila .8apientiam Autem Non 9in it
Malitia:::.seminariode"iloso"ia.orgTodos os direitos reservados. Nenhuma parte desta o$ra
pode ser reprodu%ida& arquivadaoutransmitida de nenhuma "orma ou por nenhum meio&
sem a permiss0o e pressa do autor.1?resta pro urar esse ponto de apoio nos limites
mesmos do onhe imento& elevados assima a$solutose in ondi ionados& por um giro l)gi
o dos mais singulares. Assim& nada podemos sa$er do a$soluto&e eto que ele est2
5para l2” dos limites do nosso onhe imento& limites estes que& n0o sendodeterminados
pelo a$soluto K do qual nada sa$emos nem sendo realidades ontingentese revog2veisK de
ve% que s0o provados por mera an2lise& sendo por isto v2lidos a priori & passam eles
mesmos a ser o pr)prio a$soluto. 3ois& se o pensamento nada pode dedu%ir a respeito do que
est2 "ora dele& omo pode ent0o onhe er os seus 5limites”& a n0o ser que estes se4am
ne ess2rios a priori< 8endone ess2rios a priori& s0o in ondi ionais/ mas s0o tam$ém
totais& a$ar ando o onhe imento humano omo um todo e n0o somente em algumas
partes e aspe tos7 e o todo in ondi ional é evidentementea$soluto. @ogo& a prova de que
n0o podemos onhe er o a$soluto sustenta'se no onhe imento que

temos do a$soluto& om o nome mudado para 5limites do onhe imento”. 8e isto n0o
"osse atentar i ono lasti amente ontra um (dolo da modernidade& eu diria que o #ni o
oment2rio que mere eesse t)pi o da "iloso"ia antiana é que se trata de oisa pueril.Do
ponto de vista teol)gi o& a entroni%a,0o dos limites do onhe imento omo o
novoa$soluto em lugar do velho Deus tem uma onseqB-n ia das mais n(tidas7 o a$soluto
passa a ser de"inido omo o n0o'humano& o humano omo n0o'a$soluto. =ste a$ismo é&
por sua ve%& a$soluto7Deus é tudo quanto est2 "ora dos limites do humano& humano é tudo
o que est2 "ora e aquém doreino divino. Ou se4a7 a e lus0o do humano do reino divino
torna'se ela mesma um a$soluto. >ue!ant pretenda em seguida resgatar 6 "or,a de ra%0o pr2ti
a e "é pietista a liga,0o entre homem e Deus&ap)s ter demonstrado que ela é a$solutamente
imposs(vel& s) mostra que ele n0o tinha muita ons i-n ia do que "a%ia. 3ois& se a e
lus0o do homem do reino divino é uma ne essidade a$soluta&nem mesmo a gra,a de um
Deus onipotente poderia revog2'la. Na verdade& n0o pode haver limites ne ess2rios ao
onhe imento humano& sendo a ondi,0ohumana de"inida pre isamente pela onting-n ia
e pela li$erdade. Todos os limites ao onhe imentohumano t-m de ser ontingentes& e é
pre isamente isto o que permite& de um lado& as di"eren,as de apa idade ognitiva entre
indiv(duos e& de outro& o progresso do onhe imento. A tentativa dedes o$rir a priori os
limites do onhe imento humano é auto ontradit)ria e a$surda na $ase&redu%indo'se
portanto a "iloso"ia r(ti a a uma pretens0o insensata& ao 5sonho de um vision2rio”&
queimagina poder pu ar'se pelos a$elos para "ora da 2gua omo o Qar0o de Mun
hausen e ontemplar de dentro os seus pr)prios limites e ternos& omo aquelas es adas
de =s her u4o topo emenda om o primeiro degrau.8apientiam Autem Non 9in it
Malitia:::.seminariode"iloso"ia.orgTodos os direitos reservados. Nenhuma parte desta o$ra
pode ser reprodu%ida& arquivadaoutransmitida de nenhuma "orma ou por nenhum meio&
sem a permiss0o e pressa do autor.1 .Mais ing-nua do que a on"ian,a dogm2ti a do ra
ionalismo l2ssi o no poder ognos itivoda ra%0o& mais vision2ria que a pretens0o dos
m(sti os a um onhe imento e perimental de Deus& é a

on"ian,a ega no poder humano de por em d#vida aqueles prin (pios mesmos que "undam
a possi$ilidade da d#vida. Mais ing-nuo que qualquer dogmatismo é o prin (pio mesmo da
"iloso"ia r(ti a& que pretende estatuir por dedu,0o limites ontingentes e e por indu,0o
limites ne ess2rios.Mais ing-nuos do que nossos antepassados& que a reditavam na
revela,0o e na ra%0o& somos n)s& quea reditamos em Des artes e em !ant& supondo que a
negatividade do seu ponto de partida se4a provade modéstia metodol)gi a& quando ela o
ulta& na verdade& a mais so$re'humana das pretens*es7 a pretens0o de esta$ele er limites
a$solutos ao onhe imento humano. 3retens0o superior 6 do pr)prio Deus& que n0o er
ou de grades o "ruto proi$ido& mas o dei ou ao al an e da uriosidade de

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