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O tema possibilitou uma série de leituras que pode levar o estudante a desenvolver um viés diferente do

da expectativa da banca. Nesse sentido, os textos motivadores indicam o melhor caminho a seguir, mas não
deve ficar restrito a fake news, a questões partidárias, a redes sociais mas sim aos efeitos delas no
comportamento do usuário, a como os dados são usados em prol do marketing e à forma pela qual
disponibilizamos informações e como as grandes redes as utilizam para serviços e produtos com base no
histórico do usuário. A palavra-chave é manipulação. O tema abrange uma série de repertórios socioculturais,
como Marco Civil da internet, Art. 220 da Constituição Federal; também o filósofo Pierre Lévy, reconhecido
pesquisador das tecnologias, Bauman, para quem as redes sociais são úteis, mas uma armadilha em uma
sociedade fluida e efêmera; Marcelo Coutinho para quem a internet propulsiona um efeito estufa; livro 1984, de
Orwell; músicas como Pela Internet, de Gilberto Gil, entre outros. Para proposta de intervenção, o estudante
deve relacionar os cinco elementos obrigatórios na proposta: ação, agente, finalidade, modo e detalhamento.
Ações como maior controle por meio da autorregulamentação das próprias empresas em relação ao uso dos
dados pessoais e maior transparência das bases dos dados e projetos e ações para questões da privacidade e
responsabilidade no uso das redes são intervenções possíveis. Nossos alunos estão preparados. Sucesso!
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