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SAÚDE NA COZINHA: USO

TERAPÊUTICO DOS
CONDIMENTOS
Profª Msc Andréia Oliveira
Sancho Cambuy
Nutricionista
ESPECIARIAS – MÓDULO III
Alfavaca
Manjericão
Manjerona
Orégano
Tomilho
Alecrim
Hortelã
Erva doce/ Funcho
Anis
Família lamiacea
• São ervas, arbustos ou árvores, de distribuição
cosmopolita. Compreende, atualmente de 236 a
258 gêneros e de 6970 a 7193 espécies, subdividida
em 7 subfamílias.
• Gênero com o maior número de espécies é a Salvia,
com 1800 espécies
• Ex: alecrim, manjericão, manjerona, orégano, alfavaca,
tomilho, etc.
• Chamada ervas aromáticas.
• Propriedades digestivas de todas as espécies de
condimentos.
SAL DE ERVAS - FUNCIONAL
• RECEITA DE SAL DE ERVAS

Ingredientes
1 xícara de alecrim seco (desidratado ou em pó)
1 xícara de salsinha seca
1 xícara de orégano seco
1 xícara de manjericão seco
1 xícara de alho em pó
1 xícara de sal (de preferência sal marinho)
Modo de preparo: bater em etapas os ingredientes no liquidificador.
Primeiro o alecrim e salsinha e despejar numa vasilha. Depois o
orégano e o manjericão e despejar na mesma vasilha. Se necessário
vá virando o copo do liquidificador para os lados enquanto tritura,
auxiliando a mistura a bater. Em seguida misture o sal e alho aos
poucos, até obter uma mistura homogênea. Pode penirarar. Coloque
em um pote tampado e utilize para temperar sopas, tortas, saladas,
refogados, carnes, etc. Faça novos experimentos variando as ervas a
seu gosto.
SAL DE ERVAS - FUNCIONAL
• E sabe por que é chamado de SAL FUNCIONAL? Porque
além de contribuir para a manutenção da saúde pode
reduzir o risco de doenças, quando associado à uma
alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.
O SAL FUNCIONAL contém compostos bioativos que
facilitam o processo digestivo, sobretudo, de gorduras e
proteínas, e melhoram a circulação sanguínea
contribuindo para a distribuição de nutrientes a nível
celular.
• Por Andréia Cambuy
ALFAVACA
ANIS
A SAÚDE NA COZINHA
ALFAVACA ANIS
• Nome científico: Occimum seloii
• Nomes populares: erva real, manjericão dos
cozinheiros, alfavaca cheiro de anis, elixir paregórico,
erva-doce-silvestre.
• Famíla: Lamiaceae
• Habitat: nativa da América do Sul
• Parte utilizada: raízes e ramos floridos.
• Princípios ativos: saponinas, taninos, pigmentos,
óleos essenciais (anetol, responsável pelo cheiro)
• Planta largamente utilizada, mas desconhecida
farmacologicamente. Conhecida como “atroveran”
pela capacidade de curar cólicas.
ALFAVACA - Occimum seloii
• Propriedades: Eupéptica, digestiva, carminativa e
sudorífica, expectorante.
• Indicações: gastrites, dispepsias, vômitos, gases.
Afecções respiratórias – bronquite, tosse, coqueluche,
gripes, resfriados, febre.
• Contraindicações: não há relatos. Planta segura.
• Posologia:
• 10 a 20ml de tintura divididos em 2 a 3 doses.
• 4g de erva fresca (2 colheres de sopa) para cada xícara
de água em infusão 3X/dia.
A SAÚDE NA COZINHA
RECEITAS COM ALFAVACA
• XAROPE DE ALFAVACA
• 2 c sopa de folhas de alfavaca frescas
• 1 xc de água
• 1 colher de mel
• 10g de própolis
• Preparo: fazer uma infusão de alfavaca em água quente,
por 10 minutos. Coar e esperar esfriar. Misturar com o
própolis e o mel. Armazenar em potes esterilizado. Tomar
1 colher de chá a cada 6 horas.
• Benefícios: como expectorante e afecções respiratórias.
A SAÚDE NA COZINHA
RECEITAS COM ALFAVACA
• FEIJÃO CARIOCA COM ALFAVACA
• 500 g de feijão
• 2 L de água
• Alho picado
• Folhas frescas de alfavaca
• Preparo: deixar o feijão de molho em água por 4 horas e
escorrer a água. Cozinhar por 10 minutos com nova água e
escorrer. Colocar água quente e cozinhar na pressão por 20
minutos. Em uma frigideira, refogar o alho. Derramar sobre o
feijão, sal a gosto, e cozinhar até o caldo engrossar. Desligue o
fogo e acrescente as folhas de alfavaca lavadas inteiras. Sirva
a seguir. (por Andréia Cambuy)
• Benefícios: como digestivo e carminativo.
MANJERICÃO
A SAÚDE NA COZINHA
MANJERICAO

• Nome científico: Ocimum basilicum L./ Ocimum basilicum


var. purpurascens.
• Nomes populares: alfavaca cheirosa, manjericão de folha
larga/ manjericão roxo.
A SAÚDE NA COZINHA
MANJERICAO

• Nome científico: Ocimum minimum


• Nomes populares: manjericão de folhas miúdas.
MANJERICÃO – Ocimum basilicum
• Família: lamiaceae
• Parte utilizada: folhas e flores frescas.
Semente e óleo essencial.
• Habitat: Ásia tropical.
• Faz parte das farmacopéias chinesa e
ayurvédica. Uma das plantas de uso
mais antigo. Uso em magias e diversas
religiões.
• Sagrada entre povos hindus, por
representar Tulasi, esposa do deus
Vishnu.
• No interior do México, como “talismã do
amor”.
• Símbolo de luto na Grécia.
MANJERICÃO – Ocimum basilicum
• Propriedades: antimicrobiano, antioxidante,
antiespasmodica, tônico estomacal, antisséptica,
diurético, carminativo, emenagogo, estimulante,
expectorante, hipotensivo, galactogogo.

• Indicações: penitude pós prandial, gases, má digestão,


halitose, falta de apetite, aftas, tosse, amigdalite, insônia,
enxaqueca, fissura nos mamilos das lactantes,
amamentação.
MANJERICÃO – Ocimum basilicum
• Contra indicações: na gestação, mas indicado na
amamentação por ser galactogogo. Doses excessivas
pode causar palpitação, sudorese, hipoglicemia, tontura
cefaléia.

• OE uso interno pode causar hepatocarcinoma.


• Pode potencializa a ação de antihipertensivos. Pode
reduzir a taxa de glicose em pacientes com uso de
insulina. Monitorar pressão e glicemia.
A SAÚDE NA COZINHA
MANJERICAO
• Princípios ativos: ácidos orgânicos, flavonóides, taninos,
saponinas, óleo essencial (ácido caféico cineol, eugenol, linalol,
cânfora, etc.)
• Posologia:
• 2g de folhas ou flores secas (1 colher de sobremesa) em
infusão em 1 xc de água 2X dia ANTES das refeições para
afecções gástricas.
• 4g (1 c. sopa) em infuso em 1xc de água adoçada com 1 colher
de sopa de mel 2X ao dia.
• Emplastos nos mamilos (8g de folhas frescas) entre as
mamadas
• 8g macerada em vinagre de maça para leucorréias em lavagens
vaginais.
• 3gts de OE uso externo
• 15 a 30ml de tintura 2X ao dia
A SAÚDE NA COZINHA
RECEITAS COM MANJERICÃO
MOLHO PESTO
• 1 xícara de manjericão fresco
• 1 dente de alho
• 1/4 xícara de queijo parmesão ralado
• Um pouco nozes
• Sal e pimenta a gosto
• 3 colheres de sopa de azeite de azeite de
oliva
• Modo de Preparo
• Em um processador de alimentos triture o
manjericão, alho, queijo parmesão, nozes,
o sal e a pimenta a gosto. Lentamente,
adicione o azeite enquanto estiver
triturando os outros ingredientes. Servir
com massas e ou saladas.
• Benefício: tônico estomacal, carminativo.

https://lar-natural.com.br/recettes/spaghetti-de-abobrinha-tomate-e-pesto
MANJERONA
MANJERONA - Origanum majorana L.
• Nome científico: Origanum majorana L.
• Nome popular: flor do himeneu, manjerona doce.
• Família botânica: lamiaceae
• Parte utilizada: partes aéreas
• Habitat: nativa do mediterrâneo e Oriente Médio.
• História:
• De uso muito antigo. Cercada de misticismo. Usada em
oráculos. Até hoje na Europa é usada em sortilégios. Faz
parte da farmacopéia homeopática.
MANJERONA - Origanum majorana L.
• Propriedades: antimicrobiana, antiviral, inseticida,
antisséptica, fungicida, antiespasmódica, estimulante,
expectorante, sedativa.

• Indicações: dores de cabeça, tonturas, depressão,


neurastenia, enjoos, paralisisas, entorces, traumatismos.
Afecções de pele (tumos, feridas inflamadas). Gastrite,
flatulência e cólicas. Congestão nasal. Tosses
peroxísticas.

• Contra indicações: gestantes e pessoas alérgicas ao


timol.
MANJERONA - Origanum majorana L.
• Princípios ativos: flavonóides diosmetina, luteolitina,
apigenina e seus glicosídios vitexina, orientina timonina. ,
glicosídios. Glicosídeos hidroquinônicos. Derivados do
ácido caféico (ácidos rosmarínico e clorogênicos).
Polissacarídeos hidrossolúveis. Óleos essenciais.
Taninos.
• Posologia
• 8g de folhas frescas ou 4g de folhas secas (2 colheres de
sopa) em infusão, para cada xícara de água. Tomar até
3X ao dia.
• 3gotas do OE em 200 ml de óleo, uso externo.
ORÉGANO
A SAÚDE NA COZINHA
ORÉGANO
• Nome científico: Origanum vulgare L.
• Família: lamiaceae
• Nomes populares: Orégão, manjerona-
silvestre, manjerona rasteira.
• Parte utilizada: folhas frescas ou secas.
• Habitat: Mediterrâneo e Ásia
• A palavra “oregano” tem origem grega, e
quer dizer “alegria da montanha”. Possuía
a magia de trazer felicidade. Nos
casamentos, os noivos se coroavam com
orégano. Plantavam nos cemitérios para
assegurar uma vida feliz no outro mundo.
• Pratos espanhóis, mexicanos e Italianos
ORÉGANO - Origanum vulgare L.
• Propriedades: antiespasmódico, calmante, carminativo,
diaforético, expectorante, estomáquico, aperiente,
estrogênico, tônico, antibacteriano, frungicida,
antiparasita e antioxidante.
• Indicações: indigestão, cólicas, gases, enjoo, cefaleias,
queixas nervosas. Afecções respiratórias, tosses. Dores
articulares e musculares. Dores de dentes. Repelente de
formigas. Contra fungos, bactérias e parasitas. Agente
estrogênico.
• Contra indicações: planta segura para consumo. Pode
haver sensibilidade alérgica rara.
ORÉGANO - Origanum vulgare L.
• Princípios ativos: ácido oleanólico e ursólico.
Flavonóides. Hidroquinonas. Ácido rosmarínico. Taninos.
Glicosídeos fenólicos. Fenóis polares: timol e carvacrol.
Tocoferóis.
• Posologia:
• 10 a 20ml de tintura em 2 ou 3 doses diárias.
• 2g de erva seca em infusão (em 1 xc de água) 3X ao dia.
• Óleo essencial na aromaterapia e como antimicrobial.
ORÉGANO - Origanum vulgare L.
• Ação antioxidante: pelo timol e carvacrol do óleo e os
tocoferóis. O alfa tocoferol estabilizam a gordura dos
alimentos, protege contra radicais livres, e aumentam o
tempo de conservação. Inibe o ranço.
• Estudos indicaram efeito estabilizante no azeite e banha.
Os melhores são alecrim e orégano.
• Ação antimicrobial: o óleo inibiu o crescimento de
fungos das espécies Aspergillus e Penicillium
(naturalmente em cereais, e que produzem aflatoxinas).
Em concentração de 0,1%. Antimicrobiana contra gram +
e gram -. Em concentrações de 2%. Devido ao timol e
carvacrol.
ORÉGANO -Origanum vulgare L.
ESTUDOS
• Ação antiparasita: foi administrados 200mg de óleo de
orégano por 6 semanas em 14 pacientes. Foram
erradicados parasitas (Entamoeba hartmanni, Endolimax
nana e Blastocistis hominis) em 13 pacientes.
• Espasmolítico: a erva estabilizou a membrana do
músculo liso interferindo o influxo de cálcio e proteínas
reguladoras.
• Hormonal: uso tradicional para aliviar cólicas. In vitro os
óleos do orégano se ligam a sítios de estrógeno e
progesterona, com efeito agonista (ação) e antagonista
(bloqueio). A erva seca (2g) melhora a produção de
progesterona.
A SAÚDE NA COZINHA
ORÉGANO
• MOLHO DE TOMATE
• 1 kg de tomate maduro pelado e picado
• 1 xc de cebola picada
• 2 dentes de alho picados
• Óleo a gosto
• Orégano a gosto
• Preparo: refogar a cebola e o alho, acrescentar os
tomates e deixar apurar bem até que o molho fique bem
grosso, cerca de 30 minutos. Acrescente o orégano e
ferva por 5 minutos. Sirva acompanhando massas,
torradas e carnes.
TOMILHO
A SAÚDE NA COZINHA
TOMILHO
• Nome científico: Thymus vulgaris L.
• Nomes populares: serpão , serpil, serpol, serpilho, timo.
• Famíla: Lamiaceae
• Habitat: costas europeias do Mediterrâneo.
• Parte utilizada: sumidades floridas e folhas.
• O nome thymus em grego significa força e coragem. É
considerado o remédio dos fracos e desanimados,
estímulo aos guerreiros. Antidepressivo dos romanos.
Egípcios e etruscos usavam para embalsamar os mortos.
No século XVII a sopa de tomilho era usada para curar
timidez.
TOMILHO - Thymus vulgaris L.
• Propriedades: antiespasmódico, carminativo,
antitussígeno, expectorante, antibacteriano, antiparasita e
adstringente.
• Indicações: afecções das vias respiratórias, afecções da
orofaringe. Digestão lenta, gastrite crônica, colits, dores
espasmódicas. Banho estimulante. OE em infecções
cutâneas, otites, rinites, sinusites, estomatites. Para
fortalecer raízes do cabelo.
• Contra indicações: uso interno do OE na gravidez,
amamentação e crianças. Não para portadores de
doenças neurológicas, alergias respiratórias e
hipersensibilidade aos componentes.
TOMILHO - Thymus vulgaris L
• Princípios ativos: óleos essenciais (timol e carvacol
principais). Flavonódes. Taninos. Saponósidos.
• Posologia:
• Infuso – 1 colher de sobremesa (2g) em uma xícara de
água 3X ao dia.
• OE 50mg em cápsulas 2X por dia (excessão uso interno).
Cautela!
• Inalação com OE para desobstrução de vias aéreas.
• Chá adoçado com mel para tosses 3X ao dia.
• Gargarejos com o chá para amigdalite
ALECRIM
A SAÚDE NA COZINHA
ALECRIM
• Nome científico: Rosmarinus officinalis
• Famíla: Laminacea
• Nomes populares: alecrim de jardim,
libanotis, erva da graça
• Habitat: nativa do Mediterrâneo
• Parte utilizada: folhas, flores e óleo
essencial.
• Uso: aromaterapia, massagens, banhos,
temperos e chás
• Tradição diz que o alecrim crescerá
apenas em jardins onde a mulher é a
“chefe da casa”.
• Erva da alegria.
Alecrim - Rosmarinus officinalis
• Princípios ativos: óleos voláteis (cânfora, cineol, linalool),
flavonóides, ácidos triterpênicos, diterpenos fenólicos,
salicilatos.
• Indicações: cefaléias, enxaquecas, dores reumáticas,
contusões, anticancerígeno, ativa a imunidade, trata a asma,
antimicrobiano contra fungos, bactérias e vírus, ativa a
memória e função mental, reduz a permeabilidade e fragilidade
dos capilares. Diurético. Cicatrizante. Para dismenorreia e
dispepsia. Repelente natural contra pulgas e carrapatos.
• Contraindicações: gestação – o extrato impede a nidação do
ovo em cobaias. Abortivo.
• Efeitos colaterais: fotossensibilização (uso tópico), dermatite
e convulsões pelo óleo essencial. Aumenta o fluxo menstrual.
Grandes quantias, ingeridas irritam estômago intestinos e rins.
Alecrim - Rosmarinus officinalis
• Posologia:
• 2 g de folhas frescas (1 colher de sobremesa) em 1l de
água para todas as indicações.
• 4 a 6g de folhas/dia como alimento ou infusão – dispepsia
e reumatismo.
• 1 ml de óleo essencial para banhos.
• Tintura canforada ou óleo para massagens em dores
reumáticas e musculares.
• Fitocosmético em loções capilares.
Alecrim - estudos
• Antimicrobiano: contra bactérias, fungos e vírus. Estudo
mostrou ser mais efetivo contra as bactérias gram
negativas (pseudomonas) e gram positivas (lactobacilus
de deterioração da carne). Contra a cândida albicans.
• Anticancerígeno: o extrato induz a enzima quinona
redutase. E também os polifenóis inibem a ativação de
substâncias pró carcinogênicas na fase 1 (CP540), e
induz a via de desintoxicação das enzimas de fase 2
(gutationa s-transferase). Estrato reduziu tumores
mamários e câncer de pele em camundongos.
Alecrim - estudos
• Ação espasmolítica: no músculo liso e cardíaco, reduziu
dor crônica e estress. Cardiotônico.

• Ativa a memória: teste usou o óleo de alecrim em uma


sala aromatizada, comparando com o óleo de lavanda e o
grupo controle. Após testes de memória, os idosos
melhoraram a performance com o alecrim, já os que
usaram lavanda diminuíram a performance
A SAÚDE NA COZINHA
ALECRIM NA CULINÁRIA
• É picante, amargo e morno.
• As folhas inteiras como especiarias tem sabor mais
refrescante e suave quando frescas. Quando secas, o
sabor é mais acentuado e picante.
• Para usar o sabor do alecrim fresco, pode conservá-lo no
vinagre ou no óleo.
• O alecrim seco pode ser usado em pó, já que os
estigmas são duros e difíceis de se dissolverem no
preparo quando secos.
A SAÚDE NA COZINHA
RECEITA COM ALECRIM
• CARNE DE PORCO
Ingredientes
• 1 pedaço de lombo de porco
com uma capa de gordura, de
aproximadamente 1,5 kg
• 6 dentes de alho, fatiados
• ¼ copo de azeite + 3 colheres
de sopa
• 1 colher de sopa de sal
• Pimenta do reino
• 3 ramos de alecrim fresco
• 10 folhas de salvia fresca
• 3 ramos de funcho fresco
• 3 colheres de manteiga sem sal.
A SAÚDE NA COZINHA
RECEITA COM ALECRIM
• 1. Numa vasilha pequena, tire as folhas de 1 ramo de alecrim e pique-as bem.
Pique também a metade da salvia e a metade do funcho. Junte as ervas picadas
com o ¼ copo de azeite e reserve.
• 2. Com a ponte de uma faca, faça furos no lombo de porco todo e insira as fatias
de alho. Tempere o porco com o sal esfregando bem em toda superfície. Em
seguida, passe o azeite com as ervas pelo lombo todo. Ponha numa vasilha,
cubra com filme plástico e deixe marinar por pelo menos 4 horas na geladeira, ou
melhor ainda, de um dia para o outro.
• 3. Retire o lombo de porco da geladeira 15 minutos antes. Com a parte não
cortante da faca, tire o excesso de ervas de cima do lombo e reserve o resto da
marinada toda. Pré-aqueça o forno a 190º C.
• 4. Numa frigideira grande ou panela, esquente as 3 colheres de azeite. Quando o
azeite estiver bem quente, doure todos os lados do lombo. Esse processo vai
demorar uns 20 minutos mas é essencial para o resultado final. O lombo tem que
estar bem dourado de todos os lados. Quando estiver pronto, retire o lombo do
fogo.
• 5. Numa travessa que vá ao forno, disponha 1 ramo de alecrim e 1 ramo de
funcho no fundo. Ponha o lombo de porco por cima das ervas. Ponha a
marinada reservada e o resto das ervas frescas em cima do lombo com os
pedaços de manteiga. Leve ao forno por 1 hora a 01h15min hr dependendo do
tamanho do lombo. Deixe o lombo descansar por 15 minutos antes de partir.

• http://www.simplesmentedelicia.com/?p=759
A SAÚDE NA COZINHA
RECEITAS COM ALECRIM
VINHO DO ALECRIM
• Colocar em uma garrafa de litro quatro colheres das de
sopa de folhas secas do alecrim.
• Adicionar uma garrafa de 750ml de vinho tinto seco.
• Deixar em maceração durante dez dias (local escuro).
• Coar. Guardar de volta na garrafa de vinho usada.

• Indicação: Digestivo estomacal e flatulência. Tomar um


cálice após as principais refeições.

http://www.plantasquecuram.com.br/remedios/Vinho-medicinal-do-
alecrim.html#.V2MLFLsrLIV#ixzz4BmB6jglu
A SAÚDE NA COZINHA
RECEITA COM ALECRIM
• AZEITE DE ALECRIM

• 4 ramos de alecrim fresco


250ml de azeite de oliva (de preferência o azeite virgem)

• MODO DE PREPARO
• 1. Pré-aqueça o forno a 180°C. Lave os ramos de alecrim. Coloque
os ramos de alecrim no forno e seque-os até ficarem com a
tonalidade de verde-escuro.
• 2. Leve o azeite ao fogo até ficar morno. Coloque os ramos de
alecrim, deixe cozinhar por 1 minuto em fogo bem baixo.
• 3. Transfira os ramos de alecrim para uma garrafa de vidro bem limpa
e complete com o azeite. Tampe imediatamente e deixe esfriar.

http://www.dedodemoca.net/receitas/azeite-aromatizado-de-alecrim/
HORTELÃ
A FARMÁCIA NA COZINHA
HORTELÃ
• Nome científico (várias espécies):
Plectranthus amboinicus
• Nomes populares: hortelã graúda, malvão,
malvarisco
• Mentha piperita L.
• Nomes populares: hortelã pimenta, hortelã de
bala, vick.
• Mentha rotundifolia L.
• Nomes populares: hortelã comum, hortela da
horta.
• Mentha villosa Huds.
• Nomes populares: hortelã miúda, hortelã
vilhoça.
• Família: lamiaceae.
• Habitat: China, Japão e Europa.
• Erva que tem poder afrodisíaco
Mentha piperita L.

Mentha rotundifolia L.
• Mentha villosa Huds.
• Plectranthus amboinicus
Mentha spp.
• Propriedades: analgésico, anti espasmódico, flavorizante,
bactericida, expectorante, anestésico, carminativo,
antihelmíntico. No tratamento de ameba, giárdia e triconomas.
• Indicações: síndrome do intestino irritável. Afecções
gastrointestinais. Infecções respiratórias. Anestésicos tópicos.
Assepsias (pasta de dente). Vermes intestinais.
• Contra indicações: gestação (efeito emenagogo). Pacientes
com refluxo gastroesofágico e hérnia de hiato (diminui a
pressão do esfingter esofágico) Cuidar com as mucosas e
rosto, no caso do uso do óleo.
• Princípios ativos: óleo essencial (mais de 100, principal é
mentol). Substâncias amargas. Ácido caféico. Flavonóides.
Taninos.
Mentha spp.
• Posologia:
• 1 colher de sopa de erva seca (2g) ou fresca (4g) em
infusão para cada xícara de água.
• Doses de até 1200 mg do óleo em tabletes, ingeridos 30
minutos antes da refeição de estômago vazio.
• Mentol em inalações, pastilhas para garganta e xaropes.
• Interação medicamentosa:
• Cafeína (reduz a absorção)
• Felopino
• Sinvastatina (eleva a concentração)
• Ciclosporina (reduz a absorção)
HORTELÃ - Mentha spp.
ESTUDOS
• Respiratório: Inalação com o óleo essencial teve
comprovado efeito antitussígeno e descongestionante
nasal. Diminuiu episódios de chiado sendo bronco
dilatador.
• Dores: Anestésico em cremes locais tem efeito
refrescante e irritante local, o que aumenta a
vasodilatação e diminui a dor. Auxilia a penetração de
drogas tópicas. Alivia dores de cabeça.
• Efeitos gastrointestinais: estudos em animais
comprovaram ação antiemética. Reduziu a dispepsia em
adultos e crianças. Ação colerética, reduzindo as pedras
na vesícula.
HORTELÃ - Mentha spp.
ESTUDOS
• Síndrome do Intestino Irritável - SII: reduziu sintomas
como dor e inchaço abdominal.
• Antibacteriano: o óleo essencial apresentou atividade
antibacteriana in vitro contra E. coli, H. pylori,
Staphylococus aureus, Pseudomonas e Salmonellas.
• Câncer: em camundongos reduziu a multiplicidadedo CA
de pulmão.
HORTELÃ - Mentha spp.
• Uso: aromatizante, alimentação (sucos com frutas
ácidas, tempero de saladas, em temperos de tortas, pães
e carnes, em chás e preparos).
• Propriedades: fresca e picante. Antielmíntica, anti-
séptica, antivomitiva. Náuseas matinais e cólicas. Para
cansaço, catarro, digestão difícil, febre.
• Indicação: para pitta, mas equilibra os três doshas.
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM HORTELA
• MOLHO PARA SALADA
• Ingredientes:
• 01 maço de hortelã fresco (só as folhas)
• 01 colher de sopa de açúcar
• 01 pitada de sal
• 1/3 de copo de vinagre de uva
• Modo de preparo:
• triture o hortelã com açúcar e sal até formar uma pasta.
junte o vinagre e sirva separadamente.

http://www.receitaz.com.br/molho-de-hortela/
SALVIA
A SAÚDE NA COZINHA
SALVIA
• Nome científico: Salvia officinalis
• Princípios: para aftas, corrimentos,
menopausa, dores, mau hálito, sudorese,
• Uso: aromatizante, alimentação (vinhos,
saladas, peixes, queijos), e uso medicinal
tradicional.
• Restrições: gestantes e lactentes.
• Odeia “solidão”, e trará má sorte se não
for plantada com outras espécies.
• Banho restaurador do campo áurico.
• Planta sagrada para os Índios Norte
Americanos: planta da imortalidade, traz
energia, força e purifica as energias.
Salvia officinalis
• Propriedades: tônica, digestiva, antisséptica,
antioxidante, aromática, adstringente.
• Indicações: Alzheimer, HIV, dispepsia, menopausa,
afecções de pele, afecções da boca.
• Contraindicações: gestação e lactação.
• Princípios ativos: óleos essenciais (tujonas, cânfora,
cineol), ácidos graxos, flavonóides, taninos.
• Posologia:
• 12 ml de tintura antes de deitar
• Gargarejos com 4 gotas de OE
• Infuso de 1 colher de sopa para cada xc de água após as
refeições.
ERVA DOCE
A FARMÁCIA NA COZINHA
ERVA DOCE
• Nome científico: Pimpinella anisium
• Família: apiacea
• Nomes populares: semente de anis,
cominho doce.
• Parte utilizada: sementes e folhas novas.
• Habitat: nativa do Egito e Grécia
• Relatos antigos de seu uso no Egito há 4000
anos! Para dores de dente, como digestivo e
diurético. Um perfume apreciado!
• Em pastas de dente. Em balas medicinais!
• Uso tradicional em preparos a base de
milho. Em balas e licores. Em laticínios e
carnes.
Erva doce Pimpinella anisium
• Indicações: afecções digestivas, como acidez estomacal,
dispepsia nervosa, espasmos, cólicas intestinais, gases,
vômitos, halitose. Dores de cabeça, palpitações, tosse
crônica, asma, bronquite (mucolítico). Diurético.
Diaforético. Antisséptico em altas doses.
• Contraindicações: gestação. Pode ser irritante para a
pele e causar fotossensibilidade, mas o óleo não é
considerado um irritante primário.
• Princípios ativos: 78 espécies de fungos na microflora.
Óleos voláteis: anetol, estragol, ...Na semente as
cumarinas, lipídeos (transanetole responsável pelo aroma
e gosto) flavonóides, aminoácidos, terpenos.
Erva doce Pimpinella anisium
• Anetol (principal OE) tem estrutura química parecida com
catecaloaminas (norepinefrina,dopamina).

• Posologia:
• 3g de sementes (1 colher de sobremesa) em 1 xícara de
água em decocto até 3X por dia.
• Vinho medicinal para enjoo, como lactogogo e nas
enxaquecas.
• 2,5 ml de tintura em água como antiespasmódico.
Erva doce Pimpinella anisium -
ESTUDOS
• Bactericida: foi usada a água aromática contra bactérias
pseudomonas aeruginosa.
• Anemia: em ratos aumentou a absorção de ferro,
preventivo de anemias. Insetisida: quando misturado com
óleo de sassafrás.
• Tratamento piolhos e sarnas: uso do óleo
externamente.
• Psoríase: óleo não tem boa penetração, mas quando
combinado com luz ultravioleta tratava a psoríase.
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM ERVA DOCE
• Bolo de fubá
• 1 copo de farinha de trigo
• 1 copo de fubá
• 1 copo de açúcar
• Meio copo de óleo
• Meio copo de leite
• 3 ovos
• 1 colher de fermento
• 2 colheres de erva doce
• Preparo: no liquidificador bata todos os ingredientes líquidos
com o açúcar, em seguida acrescente a farinha de trigo e o
fubá, bata bem, e acrescente o fermento e a erva doce. Asse
por 30 minutos.
• http://gshow.globo.com/receitas-gshow/receita/bolo-de-fuba-fofinho-com-erva-doce-
541b5f514d388524e5000065.html
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM ERVA DOCE
SUCO DE ERVA DOCE
• 1 fatia de melão
• 1 copo de chá
preparado de erva doce

• Preparo: bater tudo no


liquidificador.
• Benefícios: para dores
de cabeça, em cólicas
intestinais e inchaço.
http://www.consumonatural.com.br/receitas/suco-seca-barriga-melao-e-erva-doce/
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM ERVA DOCE
BACALHAU DE ERVA DOCE
• 1 kg de bacalhau salgado dessalgado
• 1/2 talo de erva-doce (funcho)
• 6 tomates
• 4 limões
• 500 ml de caldo de peixe
• 1 colher (café) de tomilho
• 50 g de manteiga
• 1/2 dente de alho
• 4 chalotas (ou cebola)
• 2 colheres (sopa) de azeite extra-virgem
• Quanto baste de sal
• Quanto baste de pimenta-do-reino branca
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM ERVA DOCE
• Preparo
• Corte a erva-doce em fatias finas e os tomates em
lâminas depois de tirar as sementes. Esquente o suco de
1 limão com o caldo de peixe. Coloque sal e pimenta,
acrescente o tomilho e faça-os imersos no caldo de peixe
com as postas de bacalhau durante 4 minutos. Reserve
em local aquecido. Reduza o caldo à metade e incorpore
a manteiga progressivamente. Salteie a erva-doce, o alho
e as cebolas picadas, acrescente os tomates e tampe. No
prato, faça uma cama com os legumes, coloque as
postas e cubra com o molho.

• http://www.bolsademulher.com/gourmet/receita-de-bacalhau-com-erva-
doce-e-tomates
FUNCHO
FUNCHO
• Nome científico: Foeniculum vulgare Mil.
• Família: apiaceae.
• Nomes populares: finóquio, fiolho de florena, fiolho
doce, erva doce.
• Parte utilizada: sementes.
• Habitat: nativa do sul da Europa e Ásia menor.
• Nome derivado do latim quer dizes “feno perfumado”. Na
idade média era condimento aos abastados e supressor
de apetite dos pobres. Uso tradicional na China, Índia,
Egito e Grécia, para melhorar a visão e para aumentar o
leite materno. Para indigestão e antídoto em mordidas de
cobras.
FUNCHO
Foeniculum vulgare Mil.
• Propriedades: aromático, digestivo, carminativo,
antiespasmótico, galactogogo.
• Indicações: repelente de insetos, tratamento de
envenanamentos, afecções gastrointestinais (espasmos,
atonia), aumentar a produção de leite materno e induzir a
menstruação.
• Contra-indicações: gravidez (por induzir a menstruação). O
óleo volátil inalado pode causar náuseas, vômitos e
convulsões. Superdosagens podem causar distúrbios mentais
e alucinações.
• Evitar uso concomitante com anticoagulantes (causa
sangramento) e insulina (abaixa muito a glicemia).
• Pode afetar a absorção de outros medicamentos. Usar em
intervalos de 2 horas da administração.
FUNCHO
Foeniculum vulgare Mil.
• Princípios ativos: óleos essenciais (transanetol,
fencomo, linoleno, cãnfora...) e óleo fixo na semente. Nas
folhas flavonóides e glucosídeos.
• Posologia:
• 5g de sementes secas ou 7g de sementes frescas (1
colher de sopa para cada xícara de água) em decocto ou
infuso para todas as indicações.
• Óleo de 0,1 a 0,6 ml uso interno.
• Todas as partes são usadas como condimento. O caule é
uma verdura.
• Balas, licores, medicamentos, pães, conservas, peixes.
FUNCHO Foeniculum vulgare Mil
ESTUDOS
• Saúde da mulher: promover a menstruação, facilitar o
parto, aumentar a libido, aumentar o leite materno.
Estudos mostraram que isso é devido ao dianetol
(composto estrogênico) que deu origem ao
desenvolvimento de compostos sintéticos. Efeito
comprovado órgãos genitais de ratos machos e fêmeas.
• Cuidado: planta pode ser confundida coma Cicuta maior,
planta nativa da América do Norte. Venenosa por conter o
alcaloide conina. Pode causar vômito, paralisia e morte,
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM FUNCHO
• Salada de funcho com camarão e molho cítrico
• 150 g de rabanete
• 1 maço de funcho
• 60 ml de azeite virgem
• Sal a gosto
• Pimenta da Jamaica em grão
• 300 g de camarão
• 3 limões de siciliano
• ¼ maço de alface americana
• ¼ maço de alface lollo
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM FUNCHO
• Preparo:
• Higienizar as folhas e reservar.
Cortar o rabanete em lâminas finas e reservar em água
gelada.
Cortar o funcho e reservar.
Temperar os camarões com sal, pimenta e refogar em 15 ml
de azeite e reservar.
Preparar uma vinagrete com 30 ml de azeite e 10 ml de limão
siciliano.
Montar as hortaliças em um recipiente, regar com a vinagrete
de limão siciliano, decorar com os camarões, ajustar com sal e
pimenta-da-jamaica.

• http://receitas.ig.com.br/salada-de-funcho-com-camarao-e-molho-
citrico/4e8b99496cbea0d216000031.html
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM FUNCHO
• LEITE COM FUNCHO
• ½ xc de água
• 1 xc de leite
• 2 galhos de funcho
• Açúcar a gosto
• Preparo: pique as folhas de funcho e ferva em água.
Acrescente o leite, espere levantar fervura, coe e adoce a
gosto.
• Benefícios: aumentar a produção de leite materno

• http://brasil.babycenter.com/thread/77389/ch%C3%A1-de-funcho-para-
aumentar-o-leite
ANIS ESTRELADO
Anis estrelado
• Nome científico: Illicium verum
• Família: magnoliaceae.
• Nomes populares: funcho da china, anis verdadeiro
• Parte utilizada: fruta seca, sementes.
• Habitat: nativa do Vietnam e China.
• Seu nome allurement, em latim, quer dizer encantamento,
fascinação. Considerada planta mágica. Belíssima. Muito
antigo seu uso como planta medicinal e como
condimento.
• Para aromatizar cafés e bebidas alcóolicas.
Anis estrelado - Illicium verum
• Indicações: perda de apetite. Afecções respiratórias
(tosse, bronquite, catarro). Queixas digestivas: náuseas,
gases, desconforto pós prandial, diarréias com dor.
Cansaço. Afecções da bexiga. Inflamações.
• Contraindicações: segura, não há relatos.
• Princípios ativos: óleos essenciais, ácidos graxos,
flavonóides, taninos.
• Posologia:
• 1,5 g de sementes secas (1 colher de café) em 1 xc de
água, em decocto 2X ao dia.
• 1 gt de OE para 1 xc de água.
• 10 a 20ml de tintura diluída em água de 2 a 3X/dia.
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM ANIS ESTRELADO
• CHÁ DE MAÇA
• Ingredientes:
• 1 litro de água
• 1 maça ralada
• 4 flores de anis estrelado
• 4 rodelas de gengibre
• Cascas secas de laranja
• Modo de preparo: colocar todos os ingredientes (menos
a casca de laranja) em uma panela e deixar ferver por 10
minutos em fogo baixo. Desligar, acrescentar a casca de
laranja, tampar e deixar mais 10 minutos. Tomar quente.
A FARMÁCIA NA COZINHA
RECEITA COM ANIS ESTRELADO
• PATO COM ANIS ESTRELADO
• Para assar: 4 coxas de pato + 8 anis estrelado + sal
• Preparo: temperar com sal, colocar o anis quebrado por cima
da carne, e cobrir com papel alumínio. Assar até ficar
amolecido e bem cozido.
• Cobrir com a calda de laranja:
• 4 xc de suco de laranja
• 1 xc de açúcar
• 1 xc de vinagre de arroz
• ½ xc de shoyo
• 2 colheres de sopa de alho
• 8 anis estrelado inteiro
• Preparo: ferver tudo e coar para servir.
• http://foodnetwork.com.br/receita/pato-com-calda-de-laranja-e-anis-estrelado-
confit-de-pato-mandarim/
CONDIMENTOS COMO ANTÍDOTOS
ALIMENTO EFEITOS NEGATIVOS ANTÍDOTOS

Queijo Aumenta muco e agrava Pitta e Pimenta do reino, chili, calabresa,


Kapha dedo de moça ou caiena
Iogurte Aumenta muco e causa Gengibre ou cominho
congestão
Ovos Aumenta Pitta e, se crus, Salsa, coentro, açafrão e cebola
agravam Kapha
Carne vermelha Digestão pesada Caiena, cravo ou chili

Trigo Aumenta Kapha e gordura Gengibre

Repolho Produz gases Açafrão-da-índia e semente de


mostarda
Abacate Aumenta Kapha Açafrão, limão, alho e pimenta

Amendoim Aumenta Pitta e causa dor de Gengibre e cominho


cabeça
––
Café Deprime o organismo Noz moscada com cardamomo

(LAD, Vasant; (1943) 2007)


REFERÊNCIAS
• EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária.Catálogo Brasileiro de Hortaliças. Serviço
Brasileiro de Apio à Micro e Pequenas Empresas
(SEBRAE). Brasília-DF. 2010. Disponível em:
www.sebrae.com.br/setor/horticultura
• LAD, Vasant. Ayurveda: a ciência da autocura, um guia
prático. Tradução Juremaa Maurell. 2ª ed. São Paulo:
Ground, 2007.
• CARNEIRO, D.M. Ayurveda: saúde e longevidade na
tradição milenar da índia. São Paulo: Pensamento, 2009.
• PIRES, Laura. O sabor da harmonia: receitas
ayurvédicas para o bem-estar. Rio de Janeiro: Rocco,
2013.
REFERÊNCIAS
• CASCUDO, L.C. História da alimentação no Brasil. 3. ed.
São Paulo: Global, 2004.
• FLANDRIN, J.L. e MONTANARI, M. História da
alimentação. Trad. Luciano V. Machado e Guilherme J. F.
Teixeira. São Paulo: Estação Liberdade, 1998.
• ITF. Índice Terapêutico de Plantas Medicinais.
Petrópolis, RJ: EPUB, 2013.