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1 AULA-PREVIDENCIÁRIO(07\08\2018)

PONTOS A SEREM ABORDADOS:

1- ANA JUSSARA ARCELINO CARLOS

2- ANA KELLI DE OLIVEIRA AZEVEDO

3- ANDERSON DA SILVA PEIXOTO

4- ANTÔNIA WSLLA KEYVYANY JUCÁ SOUSA

5- ANTONIO DIARLE FERREIRA FELIPE

6- ARTUR DOS SANTOS SOUSA

7- CASSIO DOUGLAS SARAIVA DA SILVA

8- CECILIA DE ARAUJO LIMA CAMBRAIA

9- DANIEL VICTOR BEZERRA HOLANDA

10- EVERTON LIMA DE OLIVEIRA

11- FERNANDA MARIA DA SILVA NOGUEIRA

12- HARRISON BRUNO VITAL OLIVEIRA

13- ISAAC SILVA MAGALHAES

14- ISABELLE RAULINO PIMENTEL

15- IZABEL PIMENTEL OLIVEIRA LIMA

16- JEIELIA RIBEIRO DA JUSTA

17- KARINE FREIRE DOS SANTOS

18- LARISSA DE SOUSA FERNANDES


19- LAYANA KRYSNE DA SILVA VENANCIO

20- LUIZ FELIPE DOS ANJOS LOPES

21- MARIA DAS GRAÇAS

22- MARLA TORRES

23- PAULO ROGERIS MAIA DE QUEIROZ

24- ROSA SARDÔNICA CAVALCANTE

25- SHEILLA PINHEIRO DE LIMA

26- TAIANA SILVA DE OLIVEIRA

27- VALDELANO OLIVEIRA DA SILVA

1-NOME: JOSÉ IVAN CALOU DE ARAÚJO E SÁ

2 - E-MAIL DOPROFESSOR:fcrs0973@fcrs.edu.br

E-MAIL DA TURMA:turma2015.1unicatolica@outlook.com

SENHA: direito2015.1

3- NATURALIDADE DOS ALUNOS:

4- PROVAS:

DATAS:

 1º - AP: 02/10/2018 (QUARTA)– OBJETIVAS e


SUBJETIVAS, TOTAL: ATÉ 12 QUESTÕES

CONTEÚDO: ATÉ A ÚLTIMA A ULA (SEM CONSULTA A


LEGISLAÇÃO)

HORÁRIO: 18H:30 ÀS 20H:30 (2H:00)


OBS:PRAZO MÁXIMO DE ENTRADA: 19H:00

PRAZO MÍNIMA DE SAÍDA: 19H:00

 2º - AVP: 04/12/2018 (terça)– OBJETIVAS e SUBJETIVAS,


TOTAL: ATÉ 12 QUESTÕES

CONTEÚDO: a partir da primeira AP (COM CONSULTA A


LEGISLAÇÃO)

HORÁRIO: 18H:30 ÀS 20H:30(2H:00)

OBS:PRAZO MÁXIMO DE ENTRADA: 19H:00

PRAZO MÍNIMA DE SAÍDA: 19H:00

 AVALIAÇÃO SUBSTITUTIVA: 11/12/2018(QUARTA):


OBJETIVA + SUBJETIVAS: TOTAL: ATÉ 10 QUESTÕES

HORÁRIO: 18H:30 ÀS 20H:30(2H:00)

OBS:PRAZO MÁXIMO DE ENTRADA: 19H:00

PRAZO MÍNIMA DE SAÍDA: 19H:00

5 – DA REVISÃO DAS AVALIAÇÕES:

RESOLUÇÃO 02/2010 (CONSELHO TÉCNICO -


PEDAGÓGICO: A SOLICITAÇÃO DE REVISÃO DE PROVA DEVE
SER REQUERIDA À COORDENAÇÃO DO CURSO, ATÉ 03 DIAS
ÚTEIS, CONTADOS APÓS A ENTREGA DE PROVA AO ALUNO.
6 – 2º CHAMADA DAS AVPS:

 ANÁLISE DA FUNDAMENTAÇÃO PARA O NÃO


COMPARECIMENTO, OBRIGATORIEDADE DO
DOCUMENTO COMPROBATÓRIO.

 REQUERIMENTO NA COORDENAÇÃO, NO PRAZO DE 05


DIASCONTADOS DA DATA DA PROVA.

 APLICAÇÃO: FORA DO HORÁRIO DA AULA (TERÇAS),


COMBINAR HORÁRIO

7 - FALTAS: SERÃO COMUNICADOS VIA E-MAIL

8 – DOS TRABALHOS: NÃO SERÁ REALIZADO NENHUM TIPO


DE TRABALHO (ESCRITO, SEMINÁRIO E ETC) EM SALA DE
AULA OU FORA DELA.

OBS: PODERÁ SER FEITA UMA AVALIAÇÃO SURPRESA


VALENDO ATÉ 1,0 PONTO (10 QUESTÕES) PARA SOMAR COM
AS AVALIAÇÕES.

9 – COMPARECIMENTO DOS ALUNOS: CHAMADA SERÃO


FEITAS RIGOROSAMENTE

10 - MATERIAL A SER UTILIZADO EM SALA DE AULA:

 CF/88:
Art. 6º;
Art. 7º incisosII, VIII, X, XIII, XXV e XXVIII;
Art. 10º;
Art. 195, c/c art. 149, pu;
Art. 194 a 204;

LEGISLAÇÃO ORDINÁRIA LEIS COMUNS

 Lei 8080 – Lei Orgânica da Saúde


 Lei 8212\91– Lei da Organização e Custeio da
Seguridade Social
 Lei 8213/91- Plano de Benefícios da Previdência
Social
 Lei 8742/92 - Lei da Organização da Assistência
Social

DECRETOS LEGISLATIVOS: 3048\99 - REGULAMENTO


DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

OBS: NOSSO FOCO É O ESTUDO DO REGIME GERAL DA


PREVIDÊNCIA – RGPS,

OBS 2 :REGIMES PRÓPRIOS DA UNIÃO, ESTADOS,


MUNICÍPIO E DF– RPPS

NORMAS BÁSICAS:
 ART. 40 DA CF (Aos servidores titulares de cargos efetivos da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios,
incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de
previdência de caráter contributivo e solidário, mediante
contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e
inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o
equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo );

 LEI 9.717/98 (Dispõe sobre regras gerais para a organização e


o funcionamento dos regimes próprios de previdência social dos
servidores públicos da União, dos Estados, do Distrito Federal e
dos Municípios, dos militares dos Estados e do Distrito Federal e
dá outras providências)

11 - EXAME DE ORDEM: FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS – NÃO


É COBRADO QUESTÕES DE PREVIDENCIÁRIO EM DISCIPLINA
ESPECÍFICA MAS SIM DENTRO DE DIREITO
CONSTITUCIONAL.

CONCURSOS: INSS, PF AGU (PROCURADOR FEDERAL)

OBSEVAÇÕES:

ORGANOGRAMA DO PODER JUDICIÁRIO


1. DA COMPETÊNCIA PARA PROCESSAR E JULGAR
AÇÕES JUDICIAIS PREVIDENCIÁRIA:

CF, ART. 109. AOS JUÍZES FEDERAIS COMPETE PROCESSAR E


JULGAR:

I - AS CAUSAS EM QUE A UNIÃO, ENTIDADE AUTÁRQUICA


(INSS) OU EMPRESA PÚBLICA FEDERAL FOREM
INTERESSADAS NA CONDIÇÃO DE AUTORAS, RÉS,
ASSISTENTES OU OPONENTES, EXCETO AS DE FALÊNCIA, AS
DE ACIDENTES DE TRABALHO E AS SUJEITAS À JUSTIÇA
ELEITORAL E À JUSTIÇA DO TRABALHO;
§ 3º SERÃO PROCESSADAS E JULGADAS NA JUSTIÇA
ESTADUAL, NO FORO DO DOMICÍLIO DOS
SEGURADOS OU BENEFICIÁRIOS, AS CAUSAS EM
QUE FOREM PARTE INSTITUIÇÃO DE PREVIDÊNCIA
SOCIAL E SEGURADO, SEMPRE QUE A COMARCA
NÃO SEJA SEDE DE VARA DO JUÍZO FEDERAL, E, SE
VERIFICADA ESSA CONDIÇÃO, A LEI PODERÁ
PERMITIR QUE OUTRAS CAUSAS SEJAM TAMBÉM
PROCESSADAS E JULGADAS PELA JUSTIÇA
ESTADUAL.

INTERPOSIÇÃO DA AÇÃO:ART.109, § 2º, DA CF/88, QUE ASSIM


DISPÕE:

§ 2º As causas intentadas contra a União poderão ser


aforadas na seção judiciária em que for domiciliado o
autor, naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu
origem à demanda ou onde esteja situada a coisa, ou,
ainda, no Distrito Federal.

OBS:Como se pode ver a norma fala apenas à União Federal, mas


devido o seu conteúdo social, seu comando pode ser aplicado
analogicamente ao INSS sem problemas. Nesse sentido podemos
fazer menção a SUMULA 689 DO SUPREMO TRIBUNAL
FEDERAL: “O segurado pode ajuizar ação contra a instituição
previdenciária perante o juízo federal do seu domicilio ou nas
varas Federais da Capital do Estado-Membro.”
 Ademais, o PARÁGRAFO QUARTO DO ART.109 DA CF/88,
dispõe que nas hipóteses em que a Justiça Estadual
exercer a função da Justiça Federal, por delegação, o
RECURSO CABÍVEL SERÁ SEMPRE PARA O TRIBUNAL
REGIONAL FEDERALrespectivo à área do Juiz federal que,
seria competente para o conhecimento e julgamento da
demanda.

DA COMPETÊNCIA PARA PROCESSAR E JULGAR AÇÕES


ACIDENTE DO TRABALHO

 No que tange a COMPETÊNCIA PARA JULGAR AÇÕES


JUDICIAIS QUE TRATAM SOBRE ACIDENTES DO
TRABALHO, o ART.109, INCISO I, DA CF/88, determina que
não é competência da Justiça Federal, processar e julgar as
ações relativas a acidentes de trabalho.

Seguindo o mesmo posicionamento o SUPERIOR TRIBUNAL


DE JUSTIÇA SUMULOU O ENUNCIADO 15: “compete à
Justiça Estadual processar e julgar os litígios decorrentes
de acidente do trabalho”.

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EDITOU A SUMULA 235


que determinou a competência da jurisdição estadual para
julgar a matéria, ainda que no pólo passivo se encontre –
como é o caso da Autarquia previdenciária: “É competente
para ação de acidente do trabalho a Justiça Cível comum,
inclusive em segunda instância, ainda que seja parte
autarquia seguradora”.
OBS:O respectivo caso trata-se de competência absoluta,
inclusive as ações de reajustamento do valor de benefício
oriundo de ACIDENTE DE TRABALHO. Por conseguinte, os
recursos são dirigidos ao Tribunal de Justiça do Estado (RE
169.632, AGRAG 154.938 e RE 176.532). Contudo,
HAVENDO CUMULAÇÃO DE BENEFÍCIOS, mesmo que um
deles seja de cunho acidentário, de acordo com o STF, não é
matéria acidentária, desta feita, COMPETE À JUSTIÇA
FEDERAL (RE 461005/SP).

IMPORTANTE DESTACAR:,AS AÇÕES DE INDENIZAÇÕES


AJUIZADAS POR EMPREGADOS CONTRA O
EMPREGADOR, fundadas em acidente de trabalho serão
apreciadas pela JUSTIÇA DO TRABALHO.

A DILATAÇÃO DA COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO


TRABALHO NO ART.114, IX, DA CF/88, não teve o condão
de suscitar qualquer modificação quanto à competência para
processar e julgar as lides relativas a acidentes de trabalho,
em que seja parte Ré a Autarquia Federal e o Acidentado,
PERMANECE NA ÓRBITA DA JUSTIÇA ESTADUAL. A
justiça do Trabalho julga apenas acidente de trabalho, no
aspecto da relação laboral, entre empregado e
empregador.