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LAGUNA

MANUAL DO UTILIZADOR
RENAULT preconiza ELF
Aviso: para optimizar o funcionamento do motor,
A ELF desenvolve, para a RENAULT, uma gama completa de lubrificantes: a utilização de um lubrificante pode estar limitada a alguns
veículos. Consulte o documento de manutenção.
f óleos de motor
f óleos de caixas manuais e automáticas

Beneficiando da investigação aplicada à Fórmula 1,


estes lubrificantes são de muito alta tecnologia.

Actualizada com o contributo das equipas técnicas


da RENAULT, esta gama responde perfeitamente às
especificidades dos veículos da marca.
f Actualizada com o contributo das equipas técnicas
da RENAULT, esta gama responde perfeitamente às
especificidades dos veículos da marca.

Photo credit: Total/DPPI Imacom group


A RENAULT preconiza os lubrificantes ELF homologados para as mudanças de óleo e reposições ao nível.
Consulte o seu representante RENAULT ou visite o sítio www.lubrifiants.elf.com

Uma marca
Bem-vindo a bordo do seu veículo
Este Manual do Utilizador coloca ao seu dispor as informações que lhe permitirão:
– conhecer bem o seu veículo para melhor o utilizar e tirar pleno benefício, e nas melhores condições de utilização, de todas as
funcionalidades e aperfeiçoamentos técnicos de que é dotado;
– manter o melhor estado de funcionamento através da simples - mas rigorosa - observação dos conselhos de manutenção;
– fazer face, sem excessiva perda de tempo, a pequenos incidentes que não necessitem da intervenção de um especialista.
O tempo que consagrar à leitura deste livro será largamente compensado pelos ensinamentos adquiridos e pelas funcionalidades
e novidades técnicas que nele descobrirá. Se alguns pontos permanecerem eventualmente obscuros, os técnicos da nossa Rede
dar-lhe-ão com todo o prazer os esclarecimentos complementares que deseje obter.
Para o ajudar na leitura deste manual, encontrará o seguinte símbolo:

Assinala um conselho de segurança ou um alerta para uma situação de risco ou de perigo.

Este manual foi concebido a partir das características técnicas conhecidas à data da sua elaboração. Inclui todos os equipa-
mentos (de série ou opcionais) disponíveis para o modelo. A sua presença depende da versão, das opções escolhidas
e do país de comercialização.
Alguns equipamentos a introduzir futuramente no veículo podem aparecer já descritos neste documento.
Por último, em todo o documento, sempre que seja feita referência ao “representante da marca”, trata-se de um representante
RENAULT.

Boa viagem ao volante do seu veículo.

Traduzido do francês. Reprodução ou tradução, mesmo parciais, interdita sem autorização escrita do construtor do veículo.

0.1
0.2
S U M Á R I O
Capítulos

Conheça o seu automóvel  .................................... 1

Condução  .............................................................. 2

Conforto  . ............................................................... 3

Manutenção  ........................................................... 4

Conselhos práticos  . ............................................. 5

Características técnicas  ....................................... 6

Índice alfabético  .................................................... 7

0.3
0.4
Capítulo 1: Conheça o seu automóvel

Cartões RENAULT: generalidades, utilização, supertrancamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.2


Portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.11
Trancamento automático das portas com o veículo em andamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.15
Apoio-de-cabeça - Bancos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.16
Cintos de segurança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.20
Dispositivos de retenção complementares:. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.23
dos cintos de segurança dianteiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.23
dos cintos de segurança traseiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.27
de protecção lateral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.28
Segurança de crianças: generalidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.30
escolha da fixação da cadeira para criança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.33
instalação da cadeira para criança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.35
desactivação, activação do airbag do passageiro dianteiro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.38
Volante de direcção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.41
Direcção assistida. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.41
Posto de condução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.42
Aparelhos de controlo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.46
computador de bordo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.51
menu de personalização das regulações do veículo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.61
Relógio e temperatura exterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.62
Retrovisores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.63
Buzina e sinalização luminosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.65
Iluminação e sinalizações exteriores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.66
Regulação de faróis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.69
Limpa-vidros, lava-vidros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.70
Depósito de combustível (reabastecimento). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.73
1.1
Cartões RENAULT: generalidades (1/2)
O cartão RENAULT autoriza: Alcance do cartão RENAULT
– o trancamento/destrancamento das Varia consoante o meio ambiente: aten-
portas, da tampa de porta-bagagens ção à manipulação do cartão RENAULT
2 3 e da portinhola do depósito de com- (poderá ocorrer um trancamento ou um
bustível (consulte as páginas se- destrancamento das portas, devido a
1 guintes); pressões involuntárias nos botões).
– acendimento à distância das luzes
4 do veículo (consulte as páginas se-
guintes);
– consoante a versão do veículo, o
fecho automático à distância dos Ainda que a pilha do cartão esteja
vidros eléctricos e do tecto de abrir descarregada, continua a ser pos-
5 (consulte «Elevadores eléctricos sível trancar/destrancar o veículo
de vidros impulsionais: fecho à dis- e pôr o motor a trabalhar. Consulte
tância» e «Tecto de abrir eléctrico: «Trancamento/destrancamento do
fecho à distância», no capítulo 3); veículo», no capítulo 1, e «Arranque
1 Destrancamento de todos os abrí- – arranque do motor (consulte «arran- do motor», no capítulo 2.
veis. que do motor», no capítulo 2).
2 Trancamento de todos os abríveis.
3 Acendimento da iluminação à dis- Responsabilidade do
tância. Autonomia
Verifique se a pilha está em bom condutor
4 Trancamento/destrancamento do Ao abandonar o veículo,
porta-bagagens. estado, se é do tipo adequado e se
está correctamente encaixada no res- nunca deixe o cartão
5 Chave integrada. RENAULT no interior se tiver crian-
pectivo alojamento. A sua duração é de
Particularidade cerca de dois anos: substitua quando ças (ou animais) lá dentro, ainda
O cartão RENAULT «SERVICE», nos a mensagem «pilha cartão fraca» apa- que seja por pouco tempo.
veículos que o possuem, é identificá- recer no quadro de instrumentos (con- Com efeito, poderiam pôr-se em
vel pela palavra «SERVICE» gravada sulte «Cartão RENAULT: pilha», no ca- perigo a si próprias e a outras pes-
no cartão. Consulte «cartão RENAULT pítulo 5). soas, accionando o motor ou os
SERVICE», no capítulo 1. equipamentos (como, por exemplo,
os elevadores de vidros) ou ainda
trancar as portas.
Perigo de ferimentos graves.

1.2
Cartões RENAULT: generalidades (2/2)
Acesso à chave 5
Prima o botão 6 e puxe a chave 5.
Largue o botão.
Substituição ou necessidade
Utilização da chave de um cartão RENAULT
suplementar
5 Consulte «Trancamento/destranca-
mento das portas». Em caso de extravio ou se desejar
um outro cartão RENAULT, dirija-se
Depois de destrancar a porta com a
exclusivamente a um representante
6 chave integrada, volte a colocá-la no
da marca.
seu alojamento no cartão RENAULT.
Introduza o cartão RENAULT no res- Para substituir um cartão RENAULT,
pectivo leitor para poder accionar o é necessário dirigir-se a um repre-
motor. sentante da marca com o veículo e
todos os seus cartões RENAULT,
para os inicializar.
Chave integrada 5 É possível utilizar até quatro car-
A chave integrada serve para trancar e tões RENAULT por veículo.
destrancar a porta dianteira esquerda,
em caso de falha do cartão RENAULT:
– se a pilha do cartão RENAULT es-
tiver gasta ou a bateria descarre-
gada... Conselho
– se o veículo estiver nas proximida- Não aproxime o cartão de uma
des de instalações ou de aparelhos fonte de calor, de frio e proteja-o da
que utilizem a mesma frequência do humidade.
cartão;
Não guarde o cartão RENAULT num
– o veículo encontra-se numa zona de local onde possa ser deformado, ou
fortes radiações electromagnéticas. mesmo danificado, ainda que invo-
luntariamente (por exemplo, num
bolso do vestuário que ficará pres-
sionado quando se sentar).

1.3
Cartão RENAULT de telecomando: utilização
Trancamento das portas e Função «iluminação à
da portinhola do tampão do distância»
3 depósito de combustível Permite, por exemplo, identificar ao
2 Prima o botão de trancamento 2.
1 longe o veículo num parque de estacio-
O trancamento é identificado por dois namento.
acendimentos do sinal de perigo. Se Um impulso no botão 3 provoca o
4 alguma porta (ou a tampa de porta-ba- acendimento dos médios, dos pisca-
gagens) estiver aberta ou mal fechada, piscas laterais e da iluminação interior
ou se um cartão RENAULT estiver no durante cerca de 30 segundos.
leitor, ocorrerá um trancamento se-
guido de um destrancamento rápido Nota: um novo impulso no botão 3
dos abríveis, mas o sinal de perigo e apaga as luzes.
os pisca--piscas laterais não se acen-
derão. Alarme de cartão RENAULT
não-detectado
Destrancamento das portas Destrancamento/trancamento Se, ao abrir uma porta com o motor a
e da portinhola do tampão do apenas da tampa de porta- trabalhar, o cartão não estiver no leitor,
depósito de combustível bagagens afixa-se a mensagem «cartão não de-
Prima o botão de destrancamento 1. Prima o botão 4, para destrancar ou tectado» e é emitido um sinal sonoro,
O destrancamento é identificado por para trancar o porta-bagagens. para o avisar. Todos os sinais de alerta
um acendimento do sinal de perigo. desaparecem logo que o cartão é inse-
Particularidades (para alguns países): rido no leitor.
– um impulso no botão 1 permite des-
trancar apenas a porta do condutor e O acendimento do sinal de perigo
a portinhola do tampão do depósito informa-o sobre o estado do veí-
de combustível; culo:
– dois impulsos sucessivos no botão 1 – um acendimento indica que o
permitem destrancar todos os abrí- veículo está totalmente destran-
veis. cado;
– dois acendimentos indicam que
o veículo está totalmente tran- Com o motor a trabalhar, os botões
cado. do cartão estão inactivos.

1.4
Cartão RENAULT «mãos livres»: utilização (1/4)

Utilização
Para os veículos equipados, permite,
para além das funcionalidades do
cartão RENAULT do telecomando des-
critas anteriormente, trancar/destran-
car sem accionar o cartão RENAULT
quando este estiver dentro da zona de
acesso 1.

Conselho
Não guarde o cartão RENAULT
num local onde possa entrar em
contacto com outros equipamentos
electrónicos (computador, PDA, te-
lemóvel...) que possam perturbar o
seu funcionamento.

1.5
Cartão RENAULT «mãos livres»: utilização (2/4)

Destrancamento do veículo
Com o cartão RENAULT na zona  1,
passe a mão atrás de uma pega 2: o
veículo destranca-se.
Nalguns casos (estacionamento do ve-
ículo durante vários dias, por exem-
plo), será necessário puxar duas vezes
a pega  2 para destrancar o veículo e
abrir a porta.
Uma pressão no botão 3 ou 4 (se o ve- Depois de destrancar o veículo ou
ículo o tiver) também provoca o des- apenas o porta-bagagens com um
3
trancamento de todo o veículo. botão do cartão RENAULT, o tran-
O destrancamento é identificado por camento por afastamento e o des-
um acendimento do sinal de perigo. trancamento «mãos livres» são de- 4
sactivados.
Para voltar ao funcionamento
«mãos-livres», ponha o motor a tra-
balhar.

1.6
Cartão RENAULT «mãos livres»: utilização (3/4)
Trancamento através do botão 5
Com as portas e a tampa de porta-ba-
gagens fechadas, prima o botão 5 do
puxador da porta do condutor. O veí-
2 5 culo tranca-se. Se alguma porta, ou
a tampa de porta-bagagens, estiver
aberta ou mal fechada, ocorrerá um
trancamento seguido de um destranca-
mento rápido do veículo.
Nota: a presença de um cartão
RENAULT é obrigatória na zona de
acesso (zona 1) do veículo para permi-
1 tir o trancamento através do botão.
Particularidade
Se desejar confirmar o trancamento,
Trancamento do veículo O trancamento é visualizado por dois
depois de efectuar o trancamento atra-
acendimentos do sinal de perigo e por
Há três possibilidades de trancar um sinal sonoro. vés do botão 5, o utilizador dispõe de
o veículo: por afastamento, atra- Este sinal sonoro pode ser modificado cerca de três segundos para accionar
vés do botão 5 e por acção no cartão ou suprimido. Consulte um represen- os puxadores das portas sem destran-
RENAULT. tante da marca. car o veículo.
Trancamento por afastamento Se alguma porta, ou a tampa de porta- Após este tempo, o modo «mãos--li-
Afaste-se do veículo com o cartão -bagagens, estiver aberta ou mal fe- vres» é reactivado e qualquer acção no
RENAULT consigo e todas as portas e chada, ou se houver um cartão no in- puxador provocará o destrancamento
a tampa de porta-bagagens fechadas: terior do habitáculo (por exemplo, do veículo.
o veículo tranca-se automaticamente no leitor de cartão), o veículo não se
assim que o cartão sai da zona 1. tranca. Neste caso, o sinal sonoro
não será emitido e o sinal de perigo
Nota: a distância a que ocorre o tran- não se acenderá.
camento do veículo depende das con-
dições do meio ambiente. Quando o veículo estiver equipado com o fecho à distância dos vidros, o tran-
camento das portas com o botão 5 implica também o fecho de todos os vidros
(consulte o parágrafo «Elevadores eléctricos dos vidros, tecto de abrir eléctrico»
no capítulo 3).

1.7
Cartão RENAULT «mãos livres»: utilização (4/4)
Com o motor a trabalhar, se depois
de abrir e fechar uma porta, o cartão já
6 não estiver dentro do habitáculo, afixa-
se a mensagem «cartão não detec-
tado» (ao mesmo tempo que é emitido
um sinal sonoro logo que a velocidade
do veículo ultrapassa um certo limitar)
para o avisar de que o cartão já não
está no veículo. Esta funcionalidade
7 evita que o veículo se afaste do cartão.
Todos os sinais de alerta desaparecem
logo que o cartão é novamente detec-
tado.

Trancamento através do cartão Particularidades


RENAULT O veículo não se trancará se:
Com as portas e a tampa de porta-ba- – alguma porta, ou a tampa de porta--
gagens fechadas, prima o botão 6: o bagagens, estiver aberta ou mal fe-
veículo tranca-se. chada;
O trancamento é identificado por dois – houver algum cartão válido na
acendimentos do sinal de perigo. zona 7 (ou no leitor de cartão) e na
Nota: a distância máxima a que ocorre zona de alcance exterior. Depois de trancar/destrancar o
o trancamento do veículo depende das veículo ou apenas o porta-baga-
condições do meio ambiente. gens através dos botões do cartão
RENAULT, o trancamento por afas-
tamento e o destrancamento em
modo mãos-livres são desactiva-
dos.
Para voltar ao funcionamento
«mãos-livres», ponha o motor a tra-
balhar.

1.8
CARTÃO RENAULT: supertrancamento
Desactivação do
supertrancamento
Destrancar o veículo premindo o
1 2 botão 1 do cartão RENAULT.
3 O destrancamento é identificado por
um acendimento do sinal de perigo.

Se o veículo estiver equipado com su- Activação do


pertrancamento, este sistema permite supertrancamento
trancar os abríveis e tornar impossível
a abertura das portas através dos ma- Pode escolher entre dois modos de ac-
nípulos interiores (no caso, por exem- tivação do supertrancamento:
plo, de um vidro partido seguido de – prima duas vezes consecutivas o A activação do supertrancamento
tentativa de abertura da porta pelo in- botão 2; activa também o fecho à distân-
terior). cia dos vidros e/ou do tecto abrível
– ou, prima duas vezes consecutivas o eléctrico.
botão do puxador da porta do condu-
tor 3. Depois de activar o supertranca-
mento com o botão 2, o tranca-
O trancamento é identificado por cinco mento por afastamento e o destran-
acendimentos do sinal de perigo. camento no modo mãos-livres são
Nunca utilize o supertran- desactivados.
camento das portas se es-
Para voltar ao funcionamento
tiver alguém dentro do ve-
«mãos-livres», ponha o motor a tra-
ículo.
balhar.

1.9
Cartão RENAULT «service»
Desactivação do modo
«SERVICE»
1 Há duas possibilidades:
– Prima um botão de um cartão
RENAULT (excepto o cartão
RENAULT «SERVICE»);
– ponha o motor a trabalhar com um
2 cartão RENAULT (excepto o cartão
RENAULT «SERVICE»). Com o
cartão no leitor 1, prima o botão 3.
3

Este tipo de cartão é identificável pela Activação do modo


palavra «SERVICE» gravada no cartão. «SERVICE»
Há ocasiões em que pretende confiar Insira o cartão RENAULT «SERVICE»
o seu veículo a uma terceira pessoa no leitor 1. Todas as fechaduras se
(arrumador, reparador…), mas com trancam (excepto a da porta do condu-
acesso limitado. tor). O interruptor de trancamento/des-
O cartão RENAULT «SERVICE» auto- trancamento pelo interior 2 está de-
riza o trancamento do veículo, o des- sactivado durante a utilização do
trancamento apenas da porta do con- cartão RENAULT «SERVICE».
dutor e o arranque do veículo. Cada veículo só pode dispor
de um único cartão RENAULT
«SERVICE».
Durante a utilização de um cartão
RENAULT «SERVICE», os outros
cartões conservam todas as suas
funcionalidades.

1.10
Abertura e fecho das portas (1/2)
Alarme de esquecimento de
cartão
Se o cartão não for retirado do leitor,
1 2 ao abrir a porta do condutor, é afixada
a mensagem «retire cartão» no quadro
de instrumentos e dispara-se um sinal
sonoro.

Alarme de abrível aberto ou


mal fechado
Se alguma porta ou a tampa de porta-
-bagagens estiver aberta ou mal fe-
chada, é afixada a mensagem «porta-
-bagagens aberto» ou «porta aberta»
Abertura pelo exterior Abertura pelo interior (consoante o abrível em causa) no
quadro de instrumentos, ao mesmo
Com as portas destrancadas ou tendo Puxe o manípulo 2. tempo que se acende um testemunho,
consigo o cartão RENAULT mãos--li- Nota: as luzes e alguns acessórios logo que o veículo atinja a velocidade
vres, manobre o puxador 1 e puxe a (rádio...) que nesse momento estejam de cerca de 10 km/h.
porta na sua direcção. a ser utilizados continuam a funcio-
Nalgumas situações é necessário ac- nar depois de parar o motor. Ao abrir
cionar duas vezes o puxador para abrir a porta do condutor, os acessórios
a porta. deixam de funcionar.

Alarme de esquecimento de
luzes acesas
Por razões de segurança, Ao abrir uma das portas com a ignição
as manobras de abertura/ desligada e as luzes acesas, dispara-
fecho só devem ser efectu- se um sinal sonoro para o avisar do
adas com o veículo parado. perigo de descarga da bateria.

1.11
Abertura e fecho das portas (2/2)

Segurança dos
passageiros traseiros
O condutor pode autorizar
o funcionamento das portas
traseiras e, nalgumas versões, dos
elevadores de vidros; para isso,
prima o interruptor 1, do lado do de-
senho.
Consoante a versão do veículo, em
caso de avaria:
– é emitido um sinal sonoro;
– afixa-se uma mensagem no 2
quadro de instrumentos;
1 – o testemunho integrado não se
acende.
Se a bateria tiver sido desligada,
Segurança de crianças prima o interruptor 1 do lado do de-
Trancamento manual das portas
Para impossibilitar a abertura, pelo in-
Ç Veículo com o interruptor 1
Prima o interruptor 1, para au-
torizar a abertura das portas traseiras.
senho, para trancar as portas tra-
seiras.
terior, das portas traseiras, desloque
a alavanca 2 de cada uma das portas
e verifique, pelo interior, se as portas
Se o veículo tiver elevadores eléctricos estão bem trancadas.
de vidros traseiros, esta acção permite
também o seu funcionamento.
O testemunho integrado no interrup- Responsabilidade do condutor durante o estacionamento ou para-
tor acende-se para confirmar o tranca- gem do veículo
mento. Ao abandonar o veículo, nunca deixe crianças, um adulto não autónomo
Nota: em caso de falha do sistema, ou animais lá dentro, ainda que seja por pouco tempo.
a mensagem «mandar verificar segu- Com efeito, poderiam pôr-se em perigo a si próprios e a outras pessoas, accio-
rança de crianças» afixa-se no quadro nando, por exemplo, o motor ou os equipamentos (como é o caso dos elevadores
de instrumentos: consulte um repre- de vidros) ou ainda o sistema de trancamento das portas.
sentante da marca. Além disso, com tempo quente e/ou com sol, a temperatura no interior do habitá-
culo aumenta muito rapidamente.
PERIGO DE MORTE OU FERIMENTOS GRAVES.

1.12
trancamento, destrancamento das portas (1/2)
Trancamento/destrancamento
das portas pelo exterior
Utilize o cartão RENAULT: consulte
«cartões RENAULT», no capítulo 1. 3
A
A
Nalgumas situações, é possível que o
cartão RENAULT não funcione:
– se a pilha do cartão RENAULT es-
tiver gasta ou a bateria descarre- 2
gada...
1
– se estiverem a ser usados aparelhos
que utilizem a mesma frequência do
cartão (telemóvel...);
– o veículo encontra-se numa zona de
fortes radiações electromagnéticas.
Utilização da chave integrada Trancamento manual das
Se isto acontecer, pode:
no cartão RENAULT portas
– utilizar a chave integrada no cartão,
Retire a chave integrada (consulte Abra a porta e rode o parafuso 3 (com
para destrancar a porta dianteira es-
«cartões RENAULT: generalidades»). auxílio da chave). Volte a fechar a
querda;
Na porta dianteira esquerda, retire a porta.
– trancar manualmente cada uma das
tampa A, com auxílio da chave 2), que A partir de agora, a porta está trancada
portas (consulte a página seguinte);
cobre a ranhura 1. pelo exterior.
– utilizar o interruptor de trancamento/
Faça um movimento para cima, para A porta só poderá ser aberta pelo inte-
destrancamento das portas pelo in-
extrair a tampa A. rior (excepto se se tratar da porta dian-
terior (consulte as páginas seguin-
Introduza a chave 2 na fechadura da teira esquerda, que também poderá ser
tes).
porta dianteira esquerda e tranque ou aberta pelo exterior utilizando a chave
destranque a porta. de emergência).

1.13
trancamento, destrancamento das portas (2/2)
Trancamento das portas sem Testemunho do estado dos
o cartão RENAULT abríveis
No caso, por exemplo, de pilha descar- Com a ignição ligada, o testemunho
regada, inoperacionalidade temporária integrado no interruptor 4 informa-o do
do cartão RENAULT... estado dos abríveis:
4 Com o motor parado e uma porta (ou – se estiverem trancados, o testemu-
tampa de porta-bagagens) aberta, nho está aceso;
prima o interruptor 4 durante mais de – se estiverem abertos ou mal fecha-
cinco segundos. dos, o testemunho está apagado.
Todos os abríveis serão trancados Ao trancar as portas, o testemunho
quando fechar a porta. permanece aceso e depois apaga-se.
O destrancamento do veículo pelo
exterior só será possível se o cartão
RENAULT estiver dentro perímetro de
Comando de trancamento/ detecção do veículo.
destrancamento pelo interior
O interruptor 4 comanda simultane-
amente as portas, a tampa de porta-
-bagagens e, nalgumas versões, a Nunca abandone o veículo
portinhola do tampão do depósito de com um cartão RENAULT
combustível. no interior.
Se alguma porta, ou a tampa de porta-
-bagagens, estiver aberta ou mal fe- Depois de trancar/destrancar o
chada, ocorrerá um trancamento se- veículo ou apenas o porta-baga-
guido de um destrancamento rápido gens através dos botões do cartão Responsabilidade do
das portas. RENAULT, o trancamento por afas- condutor
Se tiver de transportar um objecto que tamento e o destrancamento em Se decidir circular com as
o obrigue a manter o porta-bagagens modo mãos-livres ficam desactiva- portas trancadas, lembrese
aberto, ainda assim pode trancar as dos. de que essa medida poderá dificul-
outras portas do veículo: com o motor Para voltar ao funcionamento mãos- tar o acesso dos socorristas ao ha-
parado, prima durante mais de cinco -livres, ponha o motor a trabalhar. bitáculo, em caso de necessidade.
segundos o interruptor 4.

1.14
Trancamento automático dos abríveis com o veículo em andamento
Activação/desactivação da Anomalias de funcionamento
função Se constatar uma anomalia de funcio-
Consulte «funções personalizáveis do namento (inoperacionalidade do tran-
veículo», no capítulo 1, função «tranca- camento automático; o testemunho do
mento automático das portas em anda- interruptor 1 não se acende aquando
mento»: do trancamento dos abríveis…), verifi-
que, antes de mais, se todos os abrí-
= : função activada veis estão bem fechados. Se assim for,
dirija-se a um representante da marca.
1
< : função desactivada.

Princípio de funcionamento
Logo que o veículo atinja a velocidade
de cerca de 10 km/h, o sistema tranca
automaticamente os abríveis.
Para destrancar:
– prima o interruptor 1 de destranca-
mento das portas;
– o veículo parado, quando abrir uma
das portas dianteiras.
Responsabilidade do
Nota: se abrir e fechar uma porta, esta condutor
voltará a trancar-se automaticamente
logo que o veículo atinja aproximada- Se decidir circular com as
mente a velocidade de 10 km/h. portas trancadas, lembre-
se de que essa medida poderá di-
ficultar o acesso dos socorristas ao
habitáculo, em caso de necessi-
dade.

1.15
Apoios-de-cabeça dianteiros
Para regular a inclinação
2 Consoante a versão do veículo, afaste
ou aproxime a parte A, até à posição
desejada.
A
1
Para retirar o apoio-de--
3 cabeça
Faça subir o apoio-de-cabeça, até à po-
sição mais alta (incline o encosto para
trás, se necessário). Prima o botão 1 e
levante o apoio-de-cabeça, até o liber-
tar.

Para repor o apoio-de-cabeça


Para subir o apoio-de-cabeça
Retire totalmente as hastes 3, puxando
Puxe o apoio-de-cabeça para cima, até para cima. Verifique se estão alinhadas Os três dentes superiores podem
à altura desejada. e limpas e, em caso de dificuldade, ve- ser manipulados sem premir o
rifique se o dentado está virado para a botão 2. No entanto, é preferível
frente. premir este botão para baixar o
Para baixar o apoio-de-- apoio-de-cabeça.
Introduza as hastes do apoio-de--ca-
cabeça beça nos orifícios do encosto (incline o
Prima o botão 2 e acompanhe o apoio- encosto para trás, se necessário).
de-cabeça na descida, até à altura de- Carregue no apoio-de-cabeça até que O apoio-de-cabeça é um
sejada. bloqueie; em seguida, prima o botão 1 elemento de segurança.
e baixe totalmente o apoio-de-cabeça. Utilize-o em todas as des-
Verifique o travamento de cada haste 3 locações e correctamente
no encosto de banco, tentando deslo- colocado: a parte superior do apoio-
car o apoio-de-cabeça para cima ou -de-cabeça deve ficar o mais pró-
para baixo. xima possível da parte superior
da cabeça e a distância entre a
cabeça e a parte A do apoio deve
ser mínima.

1.16
Bancos dianteiros de comandos manuais

4
5
1 3
2

Para avançar ou recuar o Para levantar ou baixar o


banco assento do banco
Levante a alavanca 1, para destravar. Manobre a alavanca 3 para cima ou
Quando se encontrar na posição pre- para baixo, tantas vezes quantas as Por segurança, efectue
tendida, solte a alavanca e verifique se necessárias para atingir a posição de- estas regulações com o
o banco está bem travado. sejada. veículo parado.
Para não pôr em causa a
Para regular a inclinação do Aquecimento dos bancos eficácia dos cintos de segurança,
encosto (consoante a versão do veículo) aconselhamo-lo a não inclinar de-
Rode o comando 4, até que esteja na Com o motor a trabalhar, rode o co- masiado os encostos dos bancos.
posição desejada. mando 2 para uma das posições 1, Não coloque nenhum objecto sobre
2 ou 3 (consoante a temperatura de- o piso (no lugar do condutor) porque,
sejada). Acende-se um testemunho em caso de travagem brusca, pode-
Para regular o banco do no quadro de instrumentos quando ria deslizar para debaixo dos pedais
condutor ao nível da zona o aquecimento de algum dos bancos e obstar à sua utilização.
lombar dianteiros estiver activo.
Baixe a alavanca 5, para aumentar o O sistema, que dispõe de reóstato,
apoio; levante-a, para o aliviar. regula o aquecimento do banco e de-
sactiva-o, se necessário.
1.17
BANCOS DIANTEIROS DE COMANDOS ELÉCTRICOS
O contactor 3 serve para regular o en-
costo e o contactor 4 para regular o as-
sento.
Se existirem, os botões 2 servem para 5
memorizar a posição de condução es-
colhida (veja na página seguinte).
1 2 3
Regulação do assento:
– Para avançar ou recuar o assento
Accione o contactor 4 para a frente
ou para trás.
– Para levantar ou baixar a traseira 4
do assento
Accione a parte detrás do interrup-
tor 4 para cima ou para baixo.
– Para levantar ou baixar a dianteira
do assento
Regulação do encosto:
Para inclinar o encosto, accione a
Accione a parte dianteira do contac-
parte superior do contactor 3 para a
tor 4 para cima ou para baixo.
frente ou para trás. Por segurança, efectue
estas regulações com o ve-
Regulação do banco do Aquecimento dos bancos ículo parado.
condutor ao nível da zona (consoante a versão do veículo) Para não pôr em causa a
lombar: Com o motor a trabalhar, rode o co- eficácia dos cintos de segurança,
Baixe a alavanca 5, para aumentar o mando 1 para uma das posições 1, aconselhamo-lo a não inclinar de-
apoio; levante-a, para o aliviar. 2 ou 3 (consoante a temperatura de- masiado os encostos dos bancos.
sejada). Acende-se um testemunho Não coloque nenhum objecto sobre
no quadro de instrumentos quando o piso (no lugar do condutor) porque,
o aquecimento de algum dos bancos em caso de travagem brusca, pode-
dianteiros estiver activo. ria deslizar para debaixo dos pedais
O sistema, que dispõe de reóstato, e obstar à sua utilização.
regula o aquecimento do banco e de-
sactiva-o, se necessário.

1.18
BANCO do condutor com memória
Podem ser memorizadas três posições Para chamar uma posição de
de condução. condução memorizada
Uma posição de condução compre- Com o veículo parado, prima breve-
ende as regulações do assento e do mente o botão 1, 2 ou 3, consoante a
encosto do banco do condutor e as re- posição memorizada pretendida.
gulações dos retrovisores exteriores.
2 3 Nota: a obtenção de uma posição de
condução memorizada é interrompido,
Funcionamento se for accionado qualquer outro co-
1 4 mando de regulação do banco durante
É possível memorizar e chamar a posi-
ção de condução, premindo os botões: a operação.
5
– quando o cartão mãos-livres é de- Em andamento, não é possível
tectado ou, nalgumas versões, chamar uma posição de condução me-
quando o cartão RENAULT está no morizada.
leitor;
– quando se abre a porta do condutor. Memorização da posição de
condução
Regule o banco por intermédio dos
contactores 4 e 5 (consulte a página
anterior).
Regule os retrovisores exteriores (con-
sulte «retrovisores», no capítulo 1).
Prima o botão 1, 2 ou 3 até ouvir um
sinal: a posição de condução (banco
e retrovisores exteriores) foi memori-
zada.
Para memorizar outras posições de
condução, repita este procedimento
para cada um dos botões 1, 2 e 3.

1.19
Cintos de segurança (1/3)
Para sua segurança, utilize o cinto de Antes de arrancar, proceda à regu-
segurança em todas as deslocações. lação da posição de condução e, em
Além disso, não se esqueça da legis- seguida, para todos os ocupantes,
lação em vigor no país em que circula. ao ajustamento correcto do cinto de
segurança, para obter a melhor pro-
tecção.

Regulação da posição de 1
condução
– Sente-se correctamente no fundo
Para maior eficácia dos cintos de do banco (depois de ter despido o
segurança traseiros, verifique o cor- sobretudo, o blusão, etc.). É essen-
recto travamento do banco traseiro. cial para um bom posicionamento
Consulte «banco traseiro» no capí- das costas;
tulo 3. – regule o assento em função dos 2
pedais. O seu banco deve estar na
posição mais recuada que lhe per- Regulação dos cintos de
mita premir a fundo o pedal da em- segurança
Cintos de segurança mal braiagem. A regulação do encosto
ajustados ou torcidos Mantenha-se bem apoiado no encosto
deve ser feita de modo a deixar os
podem provocar ferimentos de banco.
braços ligeiramente flectidos;
em caso de acidente. – regule a posição do apoio-de-- O segmento torácico 1 do cinto deve
Nunca um só cinto deve ser utili- cabeça. Para um máximo de segu- ficar o mais próximo possível do pes-
zado por mais de uma pessoa ao rança, a distância entre a cabeça e o coço, mas sem lhe tocar.
mesmo tempo, quer se trate de uma apoio deve ser mínima; O segmento 2 deve assentar bem nas
criança ou de um adulto. – regule a altura do assento. Esta coxas e na bacia.
regulação permite optimizar a sua
Mesmo as mulheres grávidas visão de condução; O cinto de segurança deve adaptar-
devem utilizar sempre o cinto de se- – regule a posição do volante. se bem ao corpo. Ex.: evite vestuário
gurança. Neste caso, o cinto deve muito espesso, objectos intercalados…
ser colocado de modo a que não
seja exercida grande pressão sobre
a parte inferior do ventre, embora
sem excessiva folga.

1.20
Cintos de segurança (2/3)

™ Testemunho de alerta de
não-utilização dos cintos de
segurança dianteiros
Acende-se fixamente, ao accionar o
motor. Depois, enquanto o cinto de
segurança do condutor ou o do pas-
sageiro dianteiro (se o banco estiver 6
ocupado) não estiver a ser utilizado e o
1 veículo não atingir, aproximadamente,
a velocidade 20 km/h, o testemunho
pisca e é emitido um sinal sonoro du-
3 rante cerca de 2 minutos.
4 Nota: um objecto colocado no assento
5
5 do banco do passageiro pode, nalgu-
mas situações, accionar o testemunho
de alerta.
Para os utilizar Alerta de não-utilização de cinto de Regulação em altura
segurança traseiro dos cintos de segurança
Puxe o cinto lentamente e sem es- O número de cintos de segurança tra-
ticões até engatar a lingueta  3 na seiros em utilização afixa-se no quadro dianteiros
caixa  5 (verifique o travamento pu- de instrumentos durante, aproximada- Desloque o botão  6 para regular a
xando a lingueta 3). Se o cinto se blo- mente, 30 segundos sempre que: altura do cinto, de forma a que o seg-
quear ao desenrolá-lo, deixe que recue – o motor é accionado; mento torácico  1 fique como indicado
um pouco e puxe novamente. – é aberta uma porta; anteriormente:
Se o cinto ficar totalmente bloqueado, – o estado de utilização de algum cinto – para baixar o cinto, prima o botão 6
puxe-o, lenta mas fortemente, até con- de segurança traseiro se altera. e baixe o cinto simultaneamente;
seguir deslocá-lo cerca de 3 cm. Deixe Assegure-se de que os passageiros
que recue um pouco e puxe nova- traseiros utilizam os respectivos cintos – para subir o cinto, empurre o co-
mente. e se o número de cintos utilizados cor- mando 6 para cima.
Dirija-se a um representante da marca, responde ao número de lugares ocupa- Depois de concluída a regulação, as-
se o problema subsistir. dos no banco traseiro. segure-se do seu correcto travamento.
Para o soltar
Prima o botão 4; o cinto é recuperado
pelo enrolador. Acompanhe o cinto en-
quanto se enrola.
1.21
CINTOS DE SEGURANÇA (3/3)
As informações que se seguem dizem respeito aos cintos dianteiros e traseiros.

– Não deve proceder-se a qualquer modificação dos elementos de fixação montados de origem: cintos de segurança,
bancos e respectivas fixações.
– Para os casos particulares (ex.: instalação de uma cadeira para criança), consulte um representante da marca.
– NNão utilize dispositivos que possam provocar folgas nos cintos de segurança (molas, pinças, etc.), porque um cinto lasso
pode provocar ferimentos em caso de acidente.
– Nunca faça passar o cinto por baixo do seu braço, nem por trás das costas.
– Não utilize o mesmo cinto para mais de uma pessoa (não envolva com o cinto uma criança que tenha ao colo).
– O cinto não deve estar torcido.
– Depois de um acidente grave, mande verificar e, se necessário, substituir os cintos de segurança. Da mesma forma, subs-
titua os cintos que apresentem qualquer deformação ou degradação.
– Aquando da colocação do banco traseiro no lugar, certifique-se do correcto posicionamento do cinto de segurança, de
forma a poder utilizá-lo correctamente.
– Verifique se introduziu a lingueta do cinto na respectiva caixa de travamento.
– Assegure-se do bom posicionamento da caixa de travamento (não deve estar escondida, encravada, bloqueada... por pes-
soas ou objectos).

1.22
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (1/4)
Nalgumas versões, são constituídos
por: – Depois de um acidente,
mande verificar o con-
– pré-tensores de enrolador de
junto do sistema de reten-
cinto de segurança;
ção.
– pré-tensores de cinto ventral;
– Qualquer intervenção no sistema
– limitadores de esforço sobre o (pré-tensores, «airbags», caixas
tórax; electrónicas, cablagens) ou a
– «airbags» frontais do condutor e sua reutilização num outro veí-
do passageiro. culo, ainda que semelhante, é ri-
gorosamente interdita.
Estes sistemas estão previstos para – Só os técnicos qualificados da
funcionar separados ou em conjunto, Rede da marca estão habilitados
em caso de choque frontal. 1 2 a intervir nos pré-tensores e nos
Em função da violência do embate, «airbags», para evitar que o sis-
podem apresentar-se quatro situações: tema dispare intempestivamente
Pré-tensores e possa ocasionar acidentes.
– o cinto de segurança bloqueia-se; – A verificação das características
Os pré-tensores servem para ajustar o
– pré-tensor do enrolador de cinto de cinto ao corpo, manter o passageiro no eléctricas do detonador deve ser
segurança (que dispara para supri- respectivo banco e aumentar assim a efectuada por especialistas e
mir a folga do cinto); sua eficácia. com ferramentas apropriadas.
– Se o seu veículo tiver de ser aba-
– pré-tensor de cinto ventral, para Com a ignição ligada, aquando de uma tido, dirija-se ao seu represen-
reter o ocupante no banco; colisão frontal grave e consoante a vio- tante da marca para eliminação
– «airbag» frontal de «pequeno lência do embate, o sistema pode ac- do gerador de gases dos ele-
volume»; tivar: mentos pirotécnicos.
– dispara também o «airbag» frontal – pré-tensor do enrolador de cinto de
de «grande volume». segurança 1, que puxa instantanea-
mente o cinto;
– o êmbolo 2 nos bancos dianteiros.

1.23
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (2/4)
Limitador de esforço «Airbags» do condutor e do
A partir de uma dada violência de passageiro
choque, este sistema entra em funcio- Equipam os dois lugares dianteiros: do
namento para limitar, a um nível supor- condutor e do passageiro.
tável, os efeitos do embate do corpo no A
cinto de segurança. A presença deste equipamento é indi-
cada pela palavra «airbag» gravada no
volante e no painel de bordo (zona do
«airbag» A) e, consoante a versão do
veículo, por um autocolante colado na
parte inferior do pára-brisas.
Cada sistema é composto por:
– um “airbag” e respectivo gerador de
gás montados no volante e no painel
de bordo para, respectivamente, o
condutor e o passageiro dianteiro;
– uma caixa electrónica de controlo do
sistema comanda o detonador eléc-
trico do gerador de gás;

– um testemunho de controlo å
comum no quadro de instrumentos;
O sistema de «airbag» uti-
liza um princípio pirotéc-
nico, razão por que o seu
– sensores deslocados. disparo gera calor, liberta
fumo (que não significa início de
incêndio) e produz ruído de deto-
nação. O enchimento do «airbag»,
que deve ser instantâneo, pode pro-
vocar ferimentos na pele, ainda que
ligeiros e reversíveis, ou outros efei-
tos desagradáveis.

1.24
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (3/4)

Funcionamento Particularidade do «airbag»


O sistema só fica operacional depois frontal
de ligada a ignição. O grau de enchimento deste «airbag»,
Aquando de um choque violento do tipo que inclui um sistema de ventilação,
frontal, os «airbags» enchem-se rapi- depende da violência do choque:
damente, para amortecer o impacte – «airbag» de «pequeno volume», que
da cabeça e do tórax do condutor no corresponde ao primeiro nível de en-
volante e do passageiro no painel de chimento;
bordo; em seguida, esvaziam-se por si
sós, a fim de evitar qualquer entrave à – «airbag» de «grande volume»:
evacuação dos ocupantes. certas costuras específicas do
«airbag» rompem-se para libertar
um maior volume da almofada (para
os choques mais violentos).

1.25
DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES AOS CINTOS DE SEGURANÇA DIANTEIROS (4/4)
As indicações que se seguem devem ser respeitadas para que nada impeça o enchimento da almofada insuflável e para
evitar ferimentos graves directos aquando do disparo do «airbag».

Conselhos respeitantes ao «airbag» do condutor


– Nunca modifique o volante, nem a sua almofada.
– Nunca cubra a almofada do volante.
– Nunca fixe qualquer objecto (mola, emblema, relógio, suporte de telemóvel...) sobre a almofada.
– A desmontagem do volante é interdita (excepto quando efectuada por técnicos qualificados da rede da marca).
– Não conduza numa posição demasiado próxima do volante: adopte uma posição de condução com os braços ligeiramente
flectidos (consulte «regulação da posição de condução», no capítulo 1). Nesta posição, assegurará um espaço suficiente
para um correcto enchimento do «airbag».

Conselhos respeitantes ao «airbag» do passageiro


– Não cole nem fixe objectos (molas, emblema, relógio, suporte de telemóvel...) ao painel de bordo na zona do «airbag».
– Não coloque nada entre o painel de bordo e o passageiro (animal, chapéu de chuva, cana de pesca, embrulhos…).
– Não coloque os pés no painel de bordo nem no banco, porque essas posições podem provocar ferimentos graves. De uma
maneira geral, deve manter-se afastada do painel de bordo qualquer parte do corpo (joelhos, mãos, cabeça).
– Logo que retire a cadeira para criança do lugar do passageiro dianteiro, volte a activar os «airbags» para que o passageiro
dianteiro possa beneficiar da protecção deste dispositivo, em caso de choque.
É INTERDITO INSTALAR UMA CADEIRA PARA CRIANÇA DE COSTAS PARA A DIANTEIRA DO
VEÍCULO, NO BANCO DO PASSAGEIRO DIANTEIRO, QUANDO OS DISPOSITIVOS COMPLEMENTARES
AO CINTO DE SEGURANÇA DESTE LUGAR NÃO ESTIVEREM DESACTIVADOS.
(consulte «segurança de crianças: desactivação dos «airbags» do passageiro dianteiro», no capítulo 1).

1.26
Dispositivos complementares aos cintos de segurança traseiros
Limitador de esforço
A partir de uma dada violência de
choque, este sistema entra em funcio-
namento para limitar, a um nível supor-
tável, os efeitos do embate do corpo no
cinto de segurança.

– Depois de um acidente
grave, mande verificar o
conjunto dos meios de re-
tenção.
– Qualquer intervenção no sistema
(«airbags», caixas electrónicas,
cablagens) ou a sua reutilização
num outro veículo, ainda que se-
melhante, é rigorosamente inter-
dita.
– Só os técnicos qualificados da
Rede da marca estão habilita-
dos a intervir nos «airbags», para
evitar que o sistema dispare in-
tempestivamente e possa oca-
sionar acidentes.

1.27
Dispositivos de protecção lateral
«Airbags» laterais
Trata-se de almofadas insufláveis que
equipam os bancos dianteiros e, em
algumas versões, também os bancos
traseiros laterais e se distendem pela
parte lateral dos bancos (do lado da
porta), para proteger os ocupantes em
caso de embate lateral violento.

«Airbags» cortinas
Trata-se de «airbags» que equipam a
parte superior do veículo e se enchem
ao longo dos vidros laterais dianteiros
e traseiros, para proteger os ocupantes
em caso de embate lateral violento.

Conselhos respeitantes ao «airbag» lateral


– Montagem de capas: os bancos equipados com «airbag» só devem
ser revestidos com capas apropriadas ao veículo. Consulte um repre-
sentante da marca para saber se este tipo de capas está disponível. A
utilização de quaisquer outras capas (ou de capas específicas para outros ve-
ículos) pode afectar o bom funcionamento dos «airbags» e prejudicar a sua
segurança.
– À frente, nunca monte acessórios ou coloque objectos, ou mesmo um animal,
entre o encosto, a porta e as guarnições interiores. Nunca cubra o encosto do
banco com objectos como, por exemplo, peças de vestuário ou acessórios,
porque poderão impedir o bom funcionamento do sistema e provocar ferimen-
tos, em caso de disparo.
– Quaisquer desmontagens ou modificações do banco e das guarnições interio-
res estão interditas, excepto se forem efectuadas por técnicos qualificados da
Rede da marca.

1.28
Dispositivos de retenção complementares
As indicações que se seguem devem ser respeitadas para que nada impeça
o enchimento da almofada insuflável e para evitar ferimentos graves directos
aquando do disparo do «airbag». 1
O «airbag» foi concebido para completar a acção do cinto de segurança
e são elementos indissociáveis do mesmo sistema de protecção. Assim,
é imperativa a utilização permanente do cinto de segurança. O desres-
peito por esta regra expõe os ocupantes do veículo a ferimentos mais
graves em caso de acidente e pode também agravar os riscos de ferimentos
na pele (ainda que pequenos e reversíveis), inerentes ao disparo do próprio
«airbag».
O disparo dos pré-tensores ou dos «airbags», em caso de capotagem ou de co-
lisão traseira mesmo violenta, não é sistemático. Pancadas sob o veículo do tipo
descida ou subida de passeios, circulação em estrada com mau piso ou pedras...
podem provocar a activação destes sistemas.
– Qualquer intervenção ou modificação no sistema completo dos «airbags»
(«airbags», pré-tensores, caixa electrónica, cablagem...), é rigorosamente
Anomalias de funcionamento
interdita (excepto se for realizada por técnicos qualificados da Rede da Ao ligar a ignição, o testemunho 1
marca). acende-se no quadro de instrumentos
e apaga-se alguns segundos depois.
– Só os técnicos qualificados da Rede da marca estão habilitados a intervir no
sistema «airbag», para preservar o bom funcionamento e evitar que o sistema Se, ao ligar a ignição, não se acender
dispare intempestivamente. ou se se acender com o motor a traba-
lhar, tal indica uma avaria no sistema
– Por segurança, mande verificar o sistema «airbag», se o veículo tiver sido aci-
(«airbags», pré-tensores...) nos luga-
dentado, roubado ou assaltado.
res dianteiros e/ou traseiros.
– Quando emprestar ou vender o veículo, informe o utilizador ou o novo proprie-
Consulte, logo que possível, um repre-
tário destas condições e entregue-lhe este manual.
sentante da marca. Qualquer atraso
– Se o veículo tiver de ser abatido, dirija-se ao seu representante da marca, nesta consulta pode significar uma
para eliminação dos geradores de gás. perda de eficácia da protecção.

1.29
segurança de crianças: generalidades (1/2)
Transporte de criança
A criança, tal como o adulto, deve viajar
correctamente sentada e presa com
um cinto, em todos os trajectos. O con-
dutor é responsável pelas crianças que
transporta.
A criança não é um adulto em minia-
tura. Está exposta a riscos de ferimen- Responsabilidade do
tos específicos porque as suas estrutu- condutor durante o esta-
ras muscular e óssea estão em pleno cionamento ou paragem
crescimento. Só o cinto de segurança do veículo
não é adequado ao seu transporte.
Ao abandonar o veículo, nunca
Utilize a cadeira para criança apro-
deixe crianças, um adulto não au-
priada e correctamente.
tónomo ou animais lá dentro, ainda
que seja por pouco tempo.
Com efeito, poderiam pôr-se em
Um choque a 50 km/h re- perigo a si próprios e a outras pes-
presenta uma queda da soas, accionando, por exemplo, o
altura de 10 metros. Ou motor ou os equipamentos (como
seja, não prender uma é o caso dos elevadores de vidros)
criança ao banco equivale a deixála ou ainda o sistema de trancamento
brincar na varanda de um terceiro das portas.
andar sem parapeito! Além disso, com tempo quente e/ou
Nunca permite que uma criança com sol, a temperatura no interior
seja transportada ao colo. Em caso do habitáculo aumenta muito rapi-
de acidente, será impossível se- damente.
Para impedir a abertura das gurá-la ainda que o passageiro que
portas pelo interior, utilize a transporta esteja a utilizar o cinto. PERIGO DE MORTE OU
o dispositivo «Segurança Se o seu veículo tiver estado envol- FERIMENTOS GRAVES.
de crianças» (consulte vido num acidente, substitua a ca-
«Aberturae fecho das portas», no deira para criança e mande verificar
capítulo 1). os cintos e as fixações ISOFIX.

1.30
segurança de crianças: generalidades (2/2)
Utilização de uma cadeira
para criança Exemplifique como se utiliza o cinto
O nível de protecção oferecido pela ca- de segurança e ensine a criança:
deira para criança é função da sua ca- – a utilizar correctamente o cinto,
pacidade para reter a criança e da sua – a entrar e a sair do veículo pelo
instalação. Uma má instalação compro- lado oposto ao da via de circula-
mete a protecção da criança, em caso ção.
de travagem violenta ou de choque.
Não utilize uma cadeira para criança
Antes de adquirir uma cadeira para usada ou que não tenha manual de
criança, verifique se está conforme à utilizador.
regulamentação do país em que se en-
contra e se pode ser montada no seu Verifique se nenhum objecto, na ca-
veículo. Consulte um representante da deira ou perto dela, impede a sua
marca, para saber as cadeiras reco- correcta instalação.
mendadas para o seu veículo.
Antes de montar uma cadeira para Nunca deixe uma criança
criança, leia e respeite as instruções dentro do veículo sem que
que a acompanham. Em caso de difi- seja vigiada por um adulto.
culdade na instalação, contacte o fabri-
cante do equipamento. Guarde as ins- Assegure-se de que a
truções junto da cadeira. criança está fixa pelo cinto e que
este está correctamente regulado
e ajustado. Evite vestuário dema-
siado espesso, que provoca folgas
de aperto dos cintos.
Nunca deixe que a criança ponha a
cabeça ou os braços fora da janela.
Durante o percurso, verifique se a
criança permanece em postura cor-
recta, nomeadamente, enquanto
dorme.

1.31
segurança de crianças: escolha da cadeira para criança

Cadeiras para criança instalada de Cadeiras para criança instalada de Bancos de criança
costas para a dianteira do veículo frente para a dianteira do veículo A partir de 15 kg ou 4 anos, a criança
A cabeça do bebé é, proporcional- A cabeça e o abdómen das crianças pode viajar instalada num banco de
mente, mais pesada que a do adulto e o são zonas a proteger prioritariamente. criança, que permite adaptar o cinto de
seu pescoço é muito frágil. Transporte Uma cadeira para criança de frente segurança à sua morfologia. O assento
a criança nesta posição o mais tempo para a dianteira do veículo bem fixa ao do banco de criança deve estar equi-
possível (no mínimo, até aos 2 anos). veículo reduz os riscos de impacto da pado com guias, que obrigam o cinto
Esta posição é a mais adequada para a cabeça. Transporte a criança bem ins- a passar sobre as coxas da criança e
retenção da cabeça e do pescoço. talada numa cadeira de frente para a não sobre o ventre. De preferência, o
Escolha uma cadeira envolvente, para dianteira do veículo com cinto ou “pára- encosto deve ser regulável em altura
uma melhor protecção lateral, e substi- choques”, enquanto a sua estatura o e equipado com passador de cinto,
tua logo que a cabeça da criança ultra- permitir. de modo a que este passe pelo centro
passe a estrutura da cadeira. Escolha uma cadeira envolvente, para do ombro. O cinto nunca deve passar
uma melhor protecção lateral. sobre o pescoço ou sobre o braço.
Escolha uma cadeira envolvente, para
uma melhor protecção lateral.

1.32
segurança de crianças: escolha da fixação da cadeira para criança (1/2)
Há dois sistemas de fixação de cadei- Fixação pelo sistema ISOFIX
ras para criança: pelo cinto de segu- Não utilize uma cadeira
para criança se houver As cadeiras para criança ISOFIX auto-
rança ou pelo sistema ISOFIX. rizadas estão homologadas de acordo
perigo do cinto que a
Fixação pelo cinto de segurança prende se soltar: a base da com o regulamento ECE-R44 num
cadeira não deve assentar sobre a destes três tipos:
O cinto de segurança deve ser ajustado lingueta e/ou a caixa de travamento – universal ISOFIX, 3 pontos, de frente
para assegurar a sua função, em caso do cinto de segurança. para a dianteira do veículo;
de travagem violenta ou de choque. – semi-universal ISOFIX, 2 pontos;
Respeite as trajectórias do cinto indi- – específica.
cadas pelo fabricante da cadeira para Nestes últimos dois tipos, verifique se
criança. O cinto de segurança nunca a cadeira para criança pode ser insta-
Verifique sempre se o cinto de segu- deve estar lasso nem tor- lada (consulte a lista dos veículos com-
rança está bem fixo. Para isso, puxe-o cido. Nunca faça passar o patíveis).
e estique-o ao máximo, apoiando-se na cinto por baixo do braço, Prenda a cadeira para criança com os
cadeira para criança. nem por trás das costas. fechos ISOFIX, se existirem. O sistema
Verifique se o cinto não está dete- ISOFIX assegura uma montagem fácil,
Verifique se a cadeira está bem fixa riorado.
apoiada, fazendo-a oscilar da es- rápida e segura.
Se o cinto de segurança não fun-
querda para a direita e de frente para cionar normalmente, também não O sistema ISOFIX é constituído por
trás: a cadeira deve manter-se solida- poderá proteger a criança. Consulte 2 anéis e, nalguns casos, por um ter-
mente fixa. um representante da marca. Não ceiro anel.
Verifique se a cadeira para criança está utilize um banco cujo cinto não
alinhada com o banco e se não está esteja em bom estado de funciona-
encostada ao vidro. mento.
Antes de instalar uma ca-
deira para criança ISOFIX
que tenha adquirido para
um outro veículo, assegure-
Os elementos de fixa- -se de que a sua aplicação está au-
ção montados de origem torizada. Consulte a lista dos ve-
não devem ser modifica- ículos onde a cadeira pode ser
dos: cintos de segurança, instalada fornecida pelo fabricante
ISOFIX, bancos e respectivas fixa- do equipamento.
ções.

1.33
segurança de crianças: escolha da fixação da cadeira para criança (2/2)

1 3

Os dois anéis 1 estão situados entre o O terceiro anel é utilizado para prender
encosto e o assento de banco e estão o cinto superior de algumas cadeiras
identificados por uma etiqueta. para criança.
Para facilitar a instalação e travamento Fixe o gancho do cinto ao anel 3 e esti-
da cadeira para crianças nos anéis 1, que-o de modo a que o encosto da ca-
utilize as guias de acesso 2 da cadeira deira para criança fique encostado ao
para criança. banco do veículo.

Assegure-se de que o en-


As fixações ISOFIX foram estudadas exclusivamente para serem utiliza- costo da cadeira para
das por cadeiras para criança com sistema ISOFIX. Nunca fixe nestes criança, na posição de
pontos qualquer outro tipo de cadeira para criança, cinto ou outros ob- frente para a dianteira do
jectos. veículo, está em contacto com o en-
costo do banco.
Assegure-se de que nada impede a instalação da cadeira ao nível dos pontos
de fixação. Neste caso, por vezes, a cadeira
para criança não está totalmente
Se o veículo tiver estado envolvido num acidente, mande verificar as fixações assente no banco do veículo.
ISOFIX e substitua a cadeira para criança.

1.34
segurança de crianças: instalação da cadeira para criança (1/3)
Não é permitida a instalação de cadei- No lugar dianteiro Nos lugares traseiros laterais
ras para criança nalguns lugares do ve- A legislação relativa ao transporte de Uma cadeirinha deve ser instalada no
ículo. O esquema apresenta na página crianças no lugar do passageiro dian- sentido transversal do banco e ocupa,
seguinte dá-lhe a conhecer os lugares teiro é específica a cada país. Consulte no mínimo, dois lugares. Posicione a
onde a instalação é autorizada. a legislação em vigor e siga as indica- cadeira de modo a que a cabeça da
Os tipos de cadeira para criança indi- ções do esquema da página seguinte. criança fique do lado oposto ao da
cados podem não estar disponíveis. Antes de instalar uma cadeira para porta do veículo.
Antes de utilizar uma outra cadeira para criança neste lugar (se a instalação for Avance totalmente o banco dianteiro
criança, verifique junto do fabricante a autorizada): para instalar uma cadeira para criança
exequibilidade da sua montagem. – baixe totalmente o cinto de segurança; de costas para a dianteira. Faça recuar
– faça recuar totalmente o banco; depois o banco situado em frente da
– incline ligeiramente o encosto (cerca de cadeira para criança sem entrar em
25°); contacto com a mesma.
De preferência, instale a – nos veículos em que tal é possível, faça Para segurança da criança na posição
cadeira para criança num subir totalmente o assento de banco. de frente para a dianteira do veículo, o
dos lugares traseiros. Não efectue estas regulações, nem as banco que ficar em frente da criança só
Assegure-se de que não há modifique, depois de instalar a cadeira deve recuar até meio da calha, a incli-
perigo da cadeira se deslocar da para criança. nação do encosto não deve ultrapassar
sua base. 25° e levante totalmente o banco.
Se tiver de retirar o apoio-de-ca- Verifique se a cadeira para criança,
beça, assegure-se de que o arruma instalada de frente para a dianteira do
em local seguro; em caso de trava- veículo, está apoiada no encosto do
gem violenta ou de choque, pode banco e se o apoio-de-cabeça do veí-
tornarse um projéctil agressor para culo não interfere com a cadeira.
PERIGO DE MORTE
os ocupantes do veículo.
OU DE FERIMENTOS
Fixe sempre a cadeira para criança GRAVES: antes de instalar
ao veículo, ainda que não esteja a uma cadeira para criança
ser utilizada; em caso de travagem de costas para a dianteira do ve-
violenta ou de choque, pode tornar- ículo, neste lugar, verifique se o
se um projéctil agressor para os «airbag» está desactivado (consulte
ocupantes do veículo. «Desactivação do «airbag» do pas-
sageiro dianteiro», no capítulo 1).

1.35
segurança de crianças: instalação da cadeira para criança (2/3)
Cadeira para criança fixada pelo sis-
tema ISOFIX
ü  Lugar que permite a fixação de
uma cadeira para criança ISOFIX.
±  Os lugares traseiros estão equi-
pados com um dispositivo que permite
fixar, de frente para a dianteira do veí-
culo, uma cadeira para criança ISOFIX
homologada como «Universal». As fi-
xações estão situadas nas costas do
banco traseiro.
A dimensão da cadeira para criança
ISOFIX está identificada por um ou
mais caracteres:
Esquema de instalação das Cadeira para criança fixa pelo cinto – A, B e B1: cadeiras a instalar de frente
cadeiras para criança ¬  Lugar que permite a fixação,
para a dianteira do veículo do escalão 1
(9 a 18 kg);
³  Verifique o estado do «airbag»,
antes de ocupar o banco (passageiro
pelo cinto, de uma cadeira homologada
como «Universal».
– C: cadeiras a instalar de costas para a
dianteira do veículo do escalão 1 (9 a
ou cadeira para criança). −  Lugar que permite a fixação,
18 kg);

²  Lugar interdito à instalação de


uma cadeira para criança.
pelo cinto, apenas de uma cadeira de
costas para a dianteira do veículo
– D e E: estruturas ou cadeiras a instalar
de costas para a dianteira do veículo do
escalão 0 ou 0+ (até 13 kg);
homologada como «Universal». – F e G: cadeirinhas do escalão 0 (até
10 kg).

A utilização de um sistema
PERIGO DE MORTE OU DE FERIMENTOS GRAVES: antes de instalar de segurança de crianças
uma cadeira para criança de costas para a dianteira do veículo, no lugar inadequado a este veículo
do passageiro dianteiro, verifique se o «airbag» está desactivado (con- não protegerá correcta-
sulte «Segurança de crianças: desactivação/activação do «airbag» do mente o bebé ou a criança. Corre
passageiro dianteiro», no capítulo 1). perigo de ser grave ou mortalmente
ferido.

1.36
segurança de crianças: instalação da cadeira para criança (3/3)
O quadro seguinte apresenta as mesmas informações que o esquema da página anterior. Respeite a legislação em vigor.
Dimensão Lugar dianteiro Lugares Lugar
Peso da da cadeira
Tipo de cadeira para criança do passageiro traseiros traseiro
criança
ISOFIX (1) (5) laterais central
Cadeirinha transversal
< 10 kg F, G X U - IL (2) X
Escalão 0
Banco/cadeira de costas para a dianteira do
< 13 kg e 9 a
veículo C, D, E U U - IL (3) X
18 kg
Escalões 0, 0+ e 1
Cadeira de frente para a dianteira do veículo
9 a 18 kg A, B, B1 X U - IUF - IL (4) X
Escalão 1
Banco 15 a 25 kg e
X U (4) X
Escalões 2 e 3 22 a 36 kg
X = L  ugar não autorizado para a instalação de uma cadeira para criança.
U = Lugar que permite a instalação de uma cadeira para criança fixa pelo cinto de segurança e homologada como «Universal»; verifique a
exequibilidade da sua montagem.
IUF/IL = Lugar
 que permite a instalação de uma cadeira para criança fixa pelo sistema ISOFIX nos veículos que dispõem deste equipamento, e
homologada como «Universal/semi-universal ou específica para um veículo»; verifique a exequibilidade da sua montagem.
(1) Neste lugar, só pode ser instalada uma cadeira para criança na posição de costas para a dianteira do veículo: levante o banco do veículo o
mais possível, faça-o recuar totalmente e incline ligeiramente o encosto (25°, aproximadamente).
(2) Uma cadeirinha deve ser instalada no sentido transversal do veículo e ocupa dois lugares. Posicione a cadeira de modo a que a cabeça da
criança fique do lado oposto ao da porta do veículo.
(3) Avance totalmente o banco dianteiro para instalar uma cadeira para criança de costas para a dianteira. Faça recuar depois o banco situado
em frente da cadeira para criança sem entrar em contacto com a mesma.
(4) Cadeira para criança de frente para a dianteira do veículo: coloque o encosto da cadeira para criança em contacto com o encosto do banco
do veículo. Regule a altura do apoio-de-cabeça ou retire-o, se necessário. O banco só deve recuar até meio da calha e a inclinação do en-
costo não deve ultrapassar 25°.

(5) PERIGO DE MORTE OU DE FERIMENTOS GRAVES: antes de instalar uma cadeira para criança de costas para
a dianteira do veículo, no lugar do passageiro dianteiro, verifique se o «airbag» está desactivado (consulte «segu-
rança de crianças: desactivação/activação do «airbag» do passageiro dianteiro», no capítulo 1).

1.37
segurança de crianças: desactivação, activação do «airbag» do passageiro dianteiro (1/3)

2
1

Desactivação do «airbag» do Para desactivar o «airbag»: com o


passageiro dianteiro veículo parado, empurre o interrup-
(para os veículos que os possuam) tor 1 e rode-o para a posição OFF.
Para que possa instalar uma cadeira Com a ignição ligada, verifique impe-
para criança no banco do passageiro
dianteiro, é imperativo desactivar o
rativamente se o indicador  2 ]
está realmente aceso no visor central
A activação ou a desactiva-
ção do «airbag» do passa-
«airbag» correspondente a esse lugar. e, consoante o veículo, se a mensa- geiro deve ser feita com o
gem «Airbag passageiro desactivado» veículo parado.
é afixada. Se estas manipulações forem feitas
Este testemunho mantém-se aceso com o veículo em andamento, os
fixamente enquanto o «airbag» esti-
ver desactivado.
testemunhos
dem-se.
å e © acen-

Para ajustar o estado do «airbag» à


posição do canhão, desligue e volte
a ligar a ignição.

1.38
segurança de crianças: desactivação, activação do «airbag» do passageiro dianteiro (2/3)
B C

As marcações no quadro de instrumen-


tos e as etiquetas B ou C nos locais A
de cada lado da pala-de-sol do pas-
sageiro  3 (por exemplo, as etiquetas
acima) recordam estas instruções.
PERIGO
Devido à incompatibilidade
entre o accionamento do
airbag do passageiro dian-
teiro e o posicionamento de uma
cadeira para criança de costas para
a dianteira do veículo, NUNCA ins-
tale um dispositivo de retenção
para criança de costas para a es-
trada num banco protegido por um
AIRBAG ACTIVADO à sua frente.
Isto pode provocar a MORTE
da CRIANÇA ou FERIMENTOS
GRAVES.

1.39
segurança de crianças: desactivação, activação do «airbag» do passageiro dianteiro (3/3)

2 PERIGO

1 Devido à incompatibilidade
entre o accionamento do
airbag do passageiro dian-
teiro e o posicionamento de uma
cadeira para criança de costas para
a dianteira do veículo, NUNCA ins-
tale um dispositivo de retenção
para criança de costas para a es-
trada num banco protegido por um
AIRBAG ACTIVADO à sua frente.
Activação do «airbag» do Anomalias de funcionamento Isto pode provocar a MORTE
passageiro dianteiro da CRIANÇA ou FERIMENTOS
Em caso de anomalia do sistema de
GRAVES.
Logo que retire a cadeira para criança activação/desactivação do «airbag» do
do lugar do passageiro dianteiro, volte passageiro dianteiro, é interdito instalar
a activar o «airbag» para que o passa- uma cadeira para criança nesse lugar. A activação ou a desactiva-
geiro dianteiro possa beneficiar da pro- Não é aconselhado o transporte de ção do «airbag» do passa-
tecção deste dispositivo, em caso de qualquer passageiro nesse lugar. geiro deve ser feita com o
choque. veículo parado.
Para reactivar o «airbag»: com o veí- Consulte, logo que possível, um repre-
sentante da marca. Se estas manipulações forem feitas
culo parado, empurre o interruptor 1 e com o veículo em andamento, os
rode-o para a posição ON.
Com a ignição ligada, verifique impera- testemunhos å e © acen-
tivamente se o indicador 2
apagado.
]está
dem-se.
Para ajustar o estado do «airbag» à
O «airbag» do passageiro dianteiro posição do canhão, desligue e volte
está activado. a ligar a ignição.

1.40
Volante de direcção/direcção assistida
Direcção de assistência
variável
A direcção de assistência variável está
dotada de um sistema de gestão elec-
trónica que adapta o nível de assistên-
cia à velocidade do veículo.
A assistência é maior em manobras
de estacionamento, o que proporciona
mais comodidade. À medida que a ve-
1 locidade aumenta, a assistência dimi-
nui, proporcionando uma maior segu- Não mantenha o volante totalmente
rança a grande velocidade. rodado para qualquer dos lados, até
ao batente, com o veículo parado.
Não circule com a bateria pouco
Regulação em altura e em carregada. Há perigo de o volante
não funcionar correctamente.
profundidade
Com o motor parado ou em caso de
Puxe a alavanca 1 e coloque o volante avaria do sistema, é sempre pos-
na posição desejada. sível manobrar o volante. A força a
Em seguida, empurre a alavanca para exercer será, todavia, maior.
além do ponto duro, de modo a blo- As manobras bruscas no volante
quear o volante. podem provocar ruídos, o que é
Certifique-se do correcto travamento normal.
da coluna de direcção.

Nunca desligue o motor


Por segurança, efectue Com o motor parado ou em caso de numa descida, nem, de
esta regulação com o veí- avaria do sistema, é sempre pos- modo geral, em andamento
culo parado. sível manobrar o volante. A força a (supressão da assistência).
exercer será, todavia, maior.

1.41
Posto de condução com volante à esquerda (1/2)

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

15 14
22 21 13
16
26 25 24 23
17
20 18

19

1.42
Posto de condução com volante à esquerda (2/2)
A presença dos equipamentos abaixo indicados DEPENDE DA VERSÃO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

1 Arejador lateral. 9 – Afixação das horas, da tempera- 19 Comando geral do regulador/limita-


2 Entrada para desembaciamento de tura, das informações do rádio, dor de velocidade.
vidro lateral. do sistema de navegação... 20 Comando de alguns equipamentos
3 Haste de: – Indicador de não utilização dos multimédia.
cintos de segurança do condutor 21 Comando do sinal de perigo.
– pisca-piscas; e do passageiro dianteiro e indi-
– iluminação exterior; cador de desactivação do airbag 22 B otão de arranque/paragem do
do passageiro. motor e leitor de cartão RENAULT.
– luzes de nevoeiro dianteiras;
10 Local para o «airbag» do passa- 23 Comando de regulação do volante
– luz de nevoeiro traseira. geiro. em altura e em profundidade.
4 Quadro de instrumentos. 11 Entrada para desembaciamento de 24 Comandos do regulador/limitador de
5 Local para o «airbag» do condutor, vidro lateral. velocidade.
buzina. 12 Arejador lateral. 25 Comando de destrancamento do
6 – Haste do limpa-vidros/lava-vidros capô.
13 Porta-luvas.
do pára-brisas e do óculo tra- 26 Comandos de:
seiro; 14 Interruptor de trancamento/destran-
camento eléctrico dos abríveis. – regulação eléctrica da altura dos
– Comando de emissão das infor- faróis dianteiros;
mações do computador de bordo 15 Local para rádio, sistema de nave-
e do menu de personalização das gação… – reóstato de iluminação dos apa-
regulações do veículo. relhos de controlo;
16 Porta-objectos/tomada de acessó-
7 Arejadores centrais. rios ou cinzeiro/isqueiro. – activação/desactivação do sis-
tema antipatinagem;
8 Comandos do ar condicionado. 17 Alavanca de velocidades.
– activação/desactivação da
18 Comando do travão-de-mão auto- função Stop and Start.
mático ou travão-de-mão manual.

1.43
Posto de condução com volante à direita (1/2)

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

24 17 16
26 25
23 18 15 14 13

22 19

21

20

1.44
posto de condução com volante à direita (2/2)
A presença dos equipamentos abaixo indicados DEPENDE DA VERSÃO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

1 Arejador lateral. 10 – Haste do limpa-vidros/lava-vidros 17 Interruptor de trancamento/destran-


2 Entrada para desembaciamento de do pára-brisas e do óculo tra- camento eléctrico dos abríveis.
vidro lateral. seiro; 18 Porta-objectos/tomada de acessó-
3 Local para o «airbag» do passa- – Comando de emissão das infor- rios ou cinzeiro e isqueiro.
geiro. mações do computador de bordo 19 Comando de alguns equipamentos
e do menu de personalização das multimédia.
4 – Afixação, consoante o veículo, regulações do veículo.
das horas, da temperatura, das 20 Comando do travão-de-mão auto-
informações do rádio, do sistema 11 Entrada para desembaciamento de mático ou travão-de-mão manual.
de navegação… vidro lateral.
21 Comando geral do regulador/limita-
– Indicador de não utilização do 12 Arejador lateral. dor de velocidade.
cinto de segurança do condutor 13 Comandos de: 22 Alavanca de velocidades.
e do passageiro e indicador de – regulação eléctrica da altura dos
desactivação do airbag do passa- 23 Local para rádio, sistema de nave-
faróis dianteiros; gação…
geiro.
– reóstato de iluminação dos apa- 24 Interruptor do sinal de perigo.
5 Comandos do ar condicionado. relhos de controlo;
6 Arejadores centrais. 25 Porta-luvas.
– activação/desactivação do sis-
7 Haste de: tema antipatinagem; 26 Comando de destrancamento do
capô.
– pisca-piscas; – activação/desactivação da
– iluminação exterior; função Stop and Start.

– luzes de nevoeiro dianteiras; 14 Comandos do regulador/limitador de


velocidade.
– luz de nevoeiro traseira.
15 Comando de regulação do volante
8 Quadro de instrumentos. em altura e profundidade.
9 Local para o «airbag» do condutor, 16 C omando de arranque ou para-
buzina. gem do motor e leitor de cartão
RENAULT.

1.45
Testemunhos luminosos (1/4)
A presença e o funcionamento dos testemunhos DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

á Testemunho de máximos

k Testemunho de médios

A
g Testemunho das luzes de
nevoeiro dianteiras

f Testemunho de luz de ne-


voeiro traseira

c Testemunho dos pisca--pis-


cas esquerdos

O testemunho © impõe uma b Testemunho de pisca-piscas


direitos
paragem logo que possível num re-
presentante da marca, conduzindo
Quadro de instrumentos  A: ilumina- com moderação. O desrespeito
se ao ligar a ignição. por esta recomendação pode impli-
Em simultâneo com o acendimento de car o risco de danificar o veículo.
alguns testemunhos, é afixada uma
mensagem.
A ausência de retorno
Para sua segurança, se visual ou sonoro indica uma
o testemunho ® se
deficiência do quadro de
instrumentos, o que obriga
acender, pare de imediato.
a uma paragem imediata (de forma
Não se esqueça, contudo,
compatível com as condições de
das condições de circulação. Pare
circulação). Assegure-se de que o
o motor e não tente voltar a ac-
veículo está correctamente imobili-
cioná-lo. Chame um representante
zado e chame um representante da
da marca.
marca.

1.46
Testemunhos luminosos (2/4)
A presença e o funcionamento dos testemunhos DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Testemunho de paragem im-


® perativa Ú Testemunho de carga da ba-
teria
Acende-se ao ligar a ignição e apaga- Se se acender em simultâneo com o
-se quando o motor começa a traba- acendimento do testemunho ® e
lhar. Acende-se em simultâneo com a emissão de um bip, tal indica sobre-
A outros testemunhos e/ou a afixação de carga ou descarga do circuito eléctrico.
mensagens e a emissão de um sinal
sonoro.
Para sua segurança, se o testemunho
À Testemunho de pressão do
óleo
Se se acender em andamento, ao
se acender, pare de imediato. Não se
mesmo tempo que o testemunho
esqueça, contudo, das condições de
circulação. Pare o motor e não tente ® se acende e é emitido um sinal,
voltar a accioná-lo. pare imperativamente e desligue a ig-
nição.
Chame um representante da marca.
Verifique o nível do óleo (consulte

© Testemunho de alerta D Testemunho de deficiência


do travão-de-mão automá-
tico e avisador de incidente no cir-
«Nível do óleo do motor» no capítulo
4). Se o nível for normal, então o inci-
Acende-se ao ligar a ignição e apaga- dente tem uma outra causa: chame um
cuito de travagem representante da marca.
-se quando o motor começa a traba-
lhar. Pode acender-se em simultâneo
com outros testemunhos e/ou mensa-
gens no quadro de instrumentos.
Se acender ao travar, acompanhado
pelo indicador ® e por um sinal
sonoro, indica uma baixa de nível nos
} Testemunho de activação do
travão-de-mão manual ou do
travão-de-mão automático
Impõe uma paragem logo que possível circuitos ou um incidente no sistema de
Consulte «travão-de-mão» ou «travão-
num representante da marca, condu- travagem. Pare e chame um represen-
-de-mão automático», no capítulo 2.
zindo com moderação. O desrespeito tante da marca.
por esta recomendação pode implicar o
risco de danificar o veículo.

1.47
Testemunhos luminosos (3/4)
A presença e o funcionamento dos testemunhos DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO

™ Testemunho de alerta de
não-utilização dos cintos de
segurança dianteiros
ã «Airbags» do passageiro
OFF
Consulte o parágrafo «Segurança de
Acende-se fixamente, ao accionar o crianças: desactivação/activação do
motor. Depois, enquanto o cinto de airbags do passageiro dianteiro» no
A segurança do condutor ou o do pas- capítulo 1.
sageiro dianteiro (se o banco estiver
ocupado) não estiver a ser utilizado e o
veículo não atingir, aproximadamente,
å Testemunho de «airbag»
Acende-se quando se acciona
o motor e apaga-se alguns segundos
a velocidade de 20 km/h, o testemunho depois.
pisca e é emitido um sinal sonoro du-
rante cerca de 120 segundos. Se não se acender ao ligar a ignição ou
se se acender com o motor a trabalhar,
Nota: um objecto colocado no assento tal indica uma avaria no sistema.
do banco do passageiro pode, nalgu-
mas situações, accionar o testemunho Consulte, logo que possível, um repre-

L Testemunho de alerta de
nível mínimo de combustível
de alerta.

Alerta de não-utilização de cinto de


sentante da marca.

Φ Testemunhos do limita-
Acende-se ao ligar a ignição e apaga- dor de velocidade e do
segurança traseiro regulador de velocidade
-se alguns segundos depois. Se se O número de cintos de segurança tra-
acender em andamento, reabasteça seiros em utilização afixa-se no quadro Consulte «regulador de velocidade»
logo que possível. A partir do primeiro de instrumentos A durante, aproxima- e «limitador de velocidade», no capí-
acendimento do testemunho, ainda damente, 30 segundos sempre que: tulo 2.
poderá percorrer 50 km. – o motor é accionado;
– aberta uma porta;
– o estado de utilização de algum cinto
de segurança traseiro se altera.
Assegure-se de que os passageiros
traseiros utilizam os respectivos cintos
e se o número de cintos utilizados cor-
responde ao número de lugares ocupa-
dos no banco traseiro.
1.48
Testemunhos luminosos (4/4)
A presença e o funcionamento dos testemunhos DEPENDEM DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO

 Testemunho de dispositivos
de correcção de condução É Testemunho de pré-aqueci-
mento (versão diesel)
Consulte «dispositivos de correcção de Acende-se ao ligar a ignição. Indica
condução», no capítulo 2. que as velas de pré-aquecimento estão
alimentadas. Logo que se apague, o
A
Ä Testemunho de controlo do
sistema antipoluição motor pode ser accionado.

Acende-se ao ligar a ignição e apaga-


-se quando o motor começa a traba-
x Testemunho de antibloca-
gem de rodas
lhar. Acende-se ao ligar a ignição e apaga-
– Se se acender fixamente, consulte -se alguns segundos depois.
o mais rapidamente possível um re- Se não se apagar depois de ligar a ig-
presentante da marca ; nição ou se se acender em andamento,
– se piscar, desacelere até que o tes- tal indica uma falha do sistema de anti-
temunho se apague. Consulte, logo blocagem de rodas. A travagem passa

ð
bancos
Testemunho de funciona-
mento do aquecimento dos
que possível, um representante da
marca.
a ser assegurada pelo sistema clás-
sico, ou seja, como se se tratasse de
um veículo sem sistema ABS.
Consulte «conselhos antipoluição, eco-
Indica que o sistema de aquecimento nomia de combustível, condução», no Consulte rapidamente um represen-
de um dos bancos está activo. capítulo 2. tante da marca.

Ü Não-utilizado

1.49
Visores e indicadores
I ndicador de temperatura do líquido
2 de refrigeração 6
1 2 3 1 3 Em condições de utilização normal,
o ponteiro deve situar-se antes da
zona a. Pode, no entanto, atingir esta
zona em caso de utilização «inten-
4 siva». Só é caso para alerta se o teste-
munho ® se acender, ao mesmo
6 5 tempo que é afixada uma mensagem
no quadro de instrumentos e emitido
a um sinal.
Computador de bordo
Consulte «computador de bordo», no
6 5 capítulo 1.

Conta-rotações 1 (rpm × 1 000) Velocímetro 3 (km/h ou milhas/h)


Alerta de nível mínimo do óleo do
motor 2 Alarme sonoro de excesso de velo-
cidade
Ao accionar o motor, o visor 2 alerta Consoante a versão do veículo e o
quando o óleo atinge o nível mínimo. país, ouve-se um alarme sonoro du-
Consulte «nível de óleo do motor», no rante cerca de 10 segundos a cada
capítulo 4. 40 segundos, quando o veículo ultra-
O primeiro alerta de nível mínimo pode passa os 120 km/h.
ser «apagado»; para isso, prima um
dos botões na extremidade da haste 4. I ndicador do nível de combustível 5
Se o nível estiver na reserva, o tes-
Os alertas seguintes desaparecerão
automaticamente ao fim de 30 segun-
dos.
temunho M integrado no indicador
acende-se. Reabasteça logo que pos-
sível. A partir do primeiro acendimento Ao ligar a ignição, o quadro de ins-
do testemunho, ainda poderá percorrer trumentos acende e os ponteiros do
50 km. conta-rotações e o indicador de ve-
locidade movem-se.

1.50
COMPUTADOR DE BORDO: generalidades (1/2)
c) autonomia de revisão;
d) sistema de controlo da pressão dos
pneus;
1 2 e) velocidade de referência do limita-
dor/regulador de velocidade;
f) funções personalizáveis do veículo;
g) diário de bordo, passagem das men-
sagens de informação e de anomalia
de funcionamento.
3

Computador de bordo 1 Botões de selecção da


Nalgumas versões, apresenta as se- afixação 2 e 3
guintes funções: Faça desfilar no sentido ascendente
– distância percorrida; (tecla 2) ou descendente (tecla 3) as
informações a seguir indicadas por
– parâmetros de viagem; pressões sucessivas e breves (a afixa-
– mensagens de informação; ção depende do equipamento do veí-
culo e do país de comercialização).
– mensagens de anomalia de funcio-
namento (associadas ao testemu- a) conta-quilómetros total e parcial de
nho ©); distância percorrida;
– mensagens de alerta (associadas ao b) parâmetros de viagem:
testemunho ®); – combustível consumido;
– consumo médio;
– funções personalizáveis do veículo. – consumo instantâneo;
Todas estas funções estão descritas – autonomia previsível,
nas páginas seguintes. – distância percorrida;
– velocidade média;

1.51
COMPUTADOR DE BORDO: generalidades (2/2)
Interpretação de alguns Reposição a zero automática
valores afixados após um dos parâmetros de viagem
«ponto zero» A reposição a zero faz-se automatica-
2 Os valores de consumo médio, autono- mente, logo que seja ultrapassada a
mia e velocidade média são cada vez capacidade máxima de um dos parâ-
mais significativos e estáveis à medida metros.
que aumenta a distância percorrida
desde o último «ponto zero».
Nos primeiros quilómetros após o
«ponto zero», pode constatar que a au-
3
tonomia aumenta em andamento. Isto
é devido ao facto desta autonomia ter
em conta o consumo médio realizado
desde o último «ponto zero». Ora, o
consumo médio pode diminuir quando:
Reposição a zero do conta-
– o veículo sai de uma fase de ace-
quilómetros parcial leração;
Para repor a zero o conta-quilómetros
– o motor atinge a temperatura
parcial, o visor deve afixar o conta-qui-
de funcionamento (ponto zero:
lómetros parcial. Depois, prima uma
motor frio);
das teclas 2 ou 3 até repor a zero o
conta-quilómetros. – passa de uma circulação urbana
para uma circulação em estrada.
Reposição a zero dos
parâmetros de viagem
(«Ponto Zero»)
Seleccione um dos parâmetros de
viagem. Depois, prima uma das teclas 2
ou 3 até repor a zero a afixação.

1.52
COMPUTADOR DE BORDO: parâmetros de viagem (1/5)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de selecção Interpretação da afixação seleccionada

101778 KM
a) Conta-quilómetros total e parcial.
112. 4 KM

Combustív. gasto b) Parâmetros de viagem.


Combustível consumido.
8L Combustível consumido desde o último «ponto zero».

Consumo médio
Consumo médio desde o último «ponto zero».
7.2 L/100 Este valor só é afixado após ter percorrido 400 metros, depois do último «ponto zero».

1.53
COMPUTADOR DE BORDO: parâmetros de viagem (2/5)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de selecção Interpretação da afixação seleccionada

Consumo instant.
Consumo instantâneo.
9.4 L/100 Este valor só é afixado a partir dos 30 km/h.

Autonomia Autonomia previsível com o combustível existente no depósito.


Esta autonomia tem em conta o consumo médio realizado desde o último «ponto zero».
541 km Este valor só é afixado depois de percorrer 400 m.

Percorrido
Distância percorrida desde o último «ponto zero».
522 km

Consumo médio Velocidade média desde o último «ponto zero».


Este valor só é afixado depois de percorrer 400 m.
123 km/h

1.54
COMPUTADOR DE BORDO: parâmetros de viagem (3/5)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de selecção Interpretação da afixação seleccionada

c) Autonomia de revisão.
Revisão daqui a Distância restante a percorrer até à próxima revisão (afixação em quilómetros ou em
1936 km/2 mês meses); quando a autonomia está próxima do seu termo, podem ser apresentados
vários casos:
– autonomia inferior a 1.500 km ou um mês: a mensagem «Revisão daqui a» é afi-
xada em conjunto com o termo mais próximo (distância ou tempo) ;
– autonomia igual a 0 km ou data de revisão atingida: a mensagem «Fazer revi-
são» afixa-se em simultâneo com o testemunho ©.
Neste caso, a revisão de manutenção deve ser efectuada o mais rapidamente pos-
sível.

Nota: consoante o veículo, a autonomia de manutenção depende do estilo de condução (circulação frequente a baixa veloci-
dade, percursos porta-a-porta, circulação prolongada ao ralenti, tracção de reboque...). Consequentemente, a distância a per-
correr até à próxima revisão pode, nalguns casos, diminuir mais rapidamente do que a distância realmente percorrida.
Reinicialização do visor após a revisão, de acordo com o programa de manutenção.
A autonomia de manutenção só deve ser reinicializada depois de realizar uma revisão prevista no programa de manutenção
do seu automóvel.
Se decidir efectuar operações de manutenção intermédias, não reinicialize esta informação em cada mudança de óleo, porque
isso irá alterar a periodicidade de substituição das outras peças prevista no programa de manutenção.
Particularidade: para reinicializar a autonomia de manutenção, prima continuamente durante cerca de 10 segundos uma das
teclas de reposição a zero, até que a autonomia de manutenção se afixe sem piscar.

1.55
COMPUTADOR DE BORDO: parâmetros de viagem (4/5)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de selecção Interpretação da afixação seleccionada

d) Sistema de controlo da pressão dos pneus.


Consulte «sistema de controlo da pressão dos pneus», no capítulo 2.

Limitador

90 km/H

e) Velocidade de referência do regulador/limitador de velocidade.


Consulte «limitador de velocidade» e «regulador de velocidade», no capítulo 2.
Regulador

90 km/H

1.56
COMPUTADOR DE BORDO: parâmetros de viagem (5/5)
A afixação das informações a seguir apresentadas DEPENDE DO EQUIPAMENTO DO VEÍCULO E DO PAÍS DE
COMERCIALIZAÇÃO.

Exemplos de selecção Interpretação da afixação seleccionada

e) Funções personalizáveis do veículo.


Personalizáveis: Permite personalizar algumas funcionalidades do veículo (língua do quadro de
premir longament. instrumentos, sistema de auxílio ao estacionamento...). Consulte «funções per-
sonalizáveis do veículo», no capítulo 1.

f) Diário de bordo.
Não há mensagens Afixação sucessiva:
em memória
– das mensagens de informação (airbag do passageiro OFF...),
– de mensagens de anomalias de funcionamento (verificar injecção…).

1.57
COMPUTADOR DE BORDO: mensagens de informação
Estas mensagens podem servir para o ajudar na fase do arranque do veículo ou para informar o utilizador de uma opção ou de
um estado de condução.
Em seguida, são dados alguns exemplos de mensagens de informação.

Exemplos de mensagens Interpretação da afixação seleccionada

« Bateria fraca pôr Indica que é necessário pôr o motor a trabalhar para carregar a bateria (após uma paragem longa
motor trabalhar » com o rádio a trabalhar, por exemplo).

« Retirar o cartão » Solicita que retire o cartão RENAULT do leitor ao abandonar o veículo.

« Teste de funções
Afixa-se, ao ligar a ignição, quando os sistemas do veículo estão em autocontrolo.
em curso »

« Antipatinagem
Indica que a função ASR foi desactivada.
desactivada »

« Rodar volante Rode ligeiramente o volante, ao mesmo tempo que prime o botão de arranque do motor, para
+ START » desbloquear a coluna de direcção.

Indica que o motor está em suspensão (ligado à função Stop and Start). Consulte o parágrafo
« Stop automático »
«Função Stop and Start» no capítulo 2.

« Direcção por trancar » Indica que a coluna de direcção não foi bloqueada.

1.58
COMPUTADOR DE BORDO: mensagens de anomalia de funcionamento

Estas mensagens aparecem em simultâneo com o testemunho © e impõem uma paragem logo que possível num
representante da marca, conduzindo com moderação. O desrespeito por esta recomendação pode implicar o risco de
danificar o veículo.
Desaparecem se premir uma vez a tecla de selecção da afixação ou ao fim de alguns segundos. Ficam memorizadas no diário
de bordo. O testemunho © mantém-se aceso. Em seguida, são dados alguns exemplos de mensagens de anomalias de
funcionamento.

Exemplos de mensagens Interpretação da afixação seleccionada

Indica a presença de água no filtro de gasóleo; consulte o seu representante da marca logo
« Purgar o filtro de gasóleo »
que possível.

« Mandar verificar luzes » Indica uma deficiência nos faróis direccionais.

« Mandar verificar Indica uma deficiência num dos sensores dos pedais, no sistema de gestão da bateria ou num
o veículo » sensor de nível de óleo.

Indica uma deficiência nos sistemas de retenção complementares aos cintos de segurança.
« Mandar verificar airbag »
Em caso de acidente, há risco de não funcionarem.

« Mandar verificar
Indica uma deficiência no sistema de despoluição do veículo.
antipoluição »

« Substituir a bateria » Indica que é necessário substituir a bateria do veículo; consulte «bateria», no capítulo 4.

1.59
COMPUTADOR DE BORDO: mensagens de alerta

Estas mensagens aparecem em simultâneo com o testemunho ® e, para sua segurança, impõem uma paragem
imediata, embora compatível com as condições de circulação. Pare o motor e não tente voltar a accioná-lo. Chame um
representante da marca.
Em seguida, são dados alguns exemplos de mensagens de alerta. Nota: as mensagens podem aparecer no visor isolada ou
alternadamente, se houver várias mensagens a afixar. Podem afixar-se em simultâneo com um testemunho e/ou a emissão de
um sinal sonoro.

Exemplo de mensagem Interpretação da afixação seleccionada

« Avaria na injecção » Indica uma falha do sistema de injecção.

« Perigo gripagem motor » Indica um problema grave no motor.

« Sobreaqueci-
Indica um sobreaquecimento do motor.
mento do motor »
«Avaria na direcção»
ou «Perigo de bloqueio Indica um problema na direcção.
a direcção»
«Avaria do travão
Indica uma deficiência no travão-de-mão automático. Accione manualmente o travão-de-mão
imobilizaç.» ou
automático e assegure-se de que o veículo está bem imobilizado, com auxílio de um calço.
«Imobilize o veículo»

« Avaria na recarga
Indica um problema no circuito de carga da bateria do veículo.
da bateria »

« Avaria na pres
Indica uma deficiência da pressão de óleo do motor.
são do óleo »

« Furo » Indica um furo na roda assinalada no visor do computador de bordo.

1.60
Funções personalizáveis do veículo
Depois de seleccionar a linha, man-
1 tenha premido um dos botões 2 ou 3,
para modificar a função.
2 Para as opções «auxílio ao estaciona-
mento: volume» ou «língua», tem à sua
disposição uma nova selecção. Neste
caso, faça a sua escolha e confirme,
mantendo um dos botões 2 ou 3 pre-
mido. O valor seleccionado é assina-
lado pelo símbolo ~
na frente da linha.
que aparece
3 Para sair da lista, seleccione «sair»
ou «voltar» e valide, premindo um dos
botões 2 ou 3. Pode ser necessário
efectuar esta operação várias vezes.
Esta função, integrada no computador Selecção das regulações
de bordo 1, permite activar/desactivar Prima um dos botões 2 ou 3 para se-
e ajustar algumas funções do veículo. leccionar a função a modificar:
a) destrancamento apenas da porta do
condutor;
Acesso às funções b) trancamento automático das portas
personalizáveis do veículo em andamento;
Com o veículo parado, prima várias c) acendimento automático dos faróis
vezes um dos botões 2 ou 3, até que a diurnos; O ecrã de funções personalizáveis
mensagem «lista de regulações: pres- d) activação do limpa-vidros traseiro ao do veículo não pode ser utilizado
são longa» apareça no visor 1. Prima engrenar a marcha-atrás; em andamento. Acima de 20 km/h,
mais de 2 segundos um dos botões 2 e) auxílio ao estacionamento dianteiro; nos veículos com caixa de velocida-
ou 3 para entrar na lista. f) auxílio ao estacionamento traseiro; des de comando manual (0 km/h,
g) auxílio ao estacionamento volume; nos veículos com caixa de velocida-
h) língua das mensagens no quadro de des automática), o visor do quadro
instrumentos. de instrumentos passa automatica-
mente ao modo «computador de
= função activada
bordo».

< função desactivada


1.61
Relógio e temperatura exterior
Veículos equipados com Indicador de temperatura
sistema de auxílio à exterior
navegação, rádio...
Particularidade:
1 2 Nos veículos que não tenham os
botões 2 e 3, deve consultar o manual Quando a temperatura exterior estiver
específico ao equipamento, para co- compreendida entre –3 °C e +3 °C, os
nhecer as suas particularidades. caracteres °C piscam (sinal de prová-
vel presença de gelo na estrada).

Afixação do relógio e, nalgumas ver-


sões, da temperatura exterior.

Acerto do relógio 1
Nos veículos que os tenham, os botões
de regulação 2 e 3 servem para acertar Indicador de temperatura
o relógio. exterior
Prima o botão 2, para acertar as horas, Esta informação não pode
e o botão 3, para acertar os minutos. ser utilizada como detec-
tora de gelo na estrada. Com efeito,
Após uma ruptura de alimentação a formação de gelo depende de
eléctrica (bateria desligada, fio de outros factores, para além da tem-
alimentação cortado...), é conve- peratura, como a exposição e a hi-
niente acertar o relógio. grometria locais, pelo que não se
Aconselha-se a que esta operação podem tirar conclusões a partir da
seja executada com o veículo imo- simples indicação de um valor de
bilizado. temperatura instantânea.

1.62
Retrovisores (1/2)
Memorização da regulação
Nos veículos equipados de banco
D do condutor com memória, consulte
E «banco do condutor com memória», no
capítulo 1.

Retrovisores rebatíveis
1
Ao trancar o veículo, os retrovisores
A B rebatem-se automaticamente (se o in-
C terruptor 2 estiver na posição B). Neste
caso, os retrovisores «abrir-se-ão» na
próxima vez em que se ligar a ignição.
Em qualquer caso, pode forçar o rebati-
3 2 mento (interruptor 2 na posição C) ou a
«abertura» (interruptor 2 na posição A)
dos retrovisores. Por segurança, efectue
Retrovisores exteriores O modo automático está desactivado. estas regulações com o ve-
Para o reactivar, coloque o interruptor 2 ículo parado.
Regulação
na posição B.
Seleccione o retrovisor com o inter-
ruptor 3. Em seguida, utilize o botão 1 O espelho retrovisor ex-
para o regular até à posição desejada. terior do lado do condu-
tor pode ser composto por
Desembaciamento dos retrovisores
duas zonas distintas de vi-
O degelo efectua-se em simultâneo sibilidade. A zona E corresponde à
com o do óculo traseiro. visibilidade num retrovisor clássico.
A zona D aumenta a visibilidade la-
teral traseira.
Os objectos na zona D parecem
muito mais afastados do que na
realidade estão.

1.63
Retrovisores (2/2)
Chamamento da posição
memorizada
Com o veículo parado e a marcha-atrás
engrenada, seleccione o retrovisor com
auxílio do contactor 3 e prima breve-
mente o botão de memorização previa-
1 mente escolhido (consulte «banco do
condutor com memorização», no capí-
tulo 1).

Retorno à posição de condução


4
– 10 segundos depois de ter retirado a
alavanca de velocidades da posição
3 de marcha-atrás;
– velocidade superior a 10 km/h;
– motor parado;
Retrovisores inclináveis em – contactor 3 em posição neutra.
Retrovisor interior
marcha-atrás É orientável.
Para os veículos equipados com banco
do condutor com memória, os retrovi- Retrovisor com patilha 4
sores exteriores podem ser inclinados Em condução nocturna, para não ser
aquando de uma manobra em marcha- encandeado pelos faróis do veículo
atrás e essa posição pode ser memo- que o segue, manobre a pequena pati-
rizada. lha 4 situada por trás do retrovisor.

Regulação e memorização Retrovisor sem patilha 4


Com o veículo parado e a marcha-atrás Escurece-se automaticamente para
engrenada, seleccione o retrovisor com não ser encandeado pelo veículo que
auxílio do contactor 3 e, depois, com o o segue.
botão 1, regule-o para a posição pre-
tendida. Memorize a posição (consulte
«banco do condutor com memoriza-
Por segurança, efectue
ção», no capítulo 1).
estas regulações com o ve-
ículo parado.

1.64
SINALIZAÇÃO SONORA E LUMINOSA
Pisca-piscas
Manobre a haste 1 no plano do volante
e no sentido para que deseje virar.

Modo impulsional
Na condução, a rotação do volante
pode ser insuficiente para repor auto- 2
1 A maticamente a haste na posição inicial.
Neste caso, desloque brevemente a
haste 1 para uma posição intermédia,
e liberta-a: a haste regressa ao seu
ponto inicial e o pisca-pisca acende
três vezes.

Buzina
Carregue na parte superior ou nas late-
é Sinal de perigo
Prima o interruptor 2. Este
rais da almofada do volante A. dispositivo acciona simultaneamente
todos os pisca-piscas, incluindo os late-
rais. Este sinal só deve ser utilizado em
Sinal de luzes caso de perigo, para avisar os outros
Para fazer um sinal de luzes, puxe a automobilistas de que se viu obrigado a
haste 1 para si. parar num local inadequado, ou mesmo
interdito, ou que está em condições de
condução particulares.
Nalgumas versões, em caso de forte
desaceleração, o sinal de perigo pode
acender-se automaticamente. Para de-
sactivar o sinal, prima o interruptor 2.

1.65
Iluminação e sinalização exteriores (1/3)
1 Função acendimento dos
faróis diurnos
(refere-se apenas às luzes diantei-
1 2 3 ras)
Consoante a versão, os faróis acen-
dem-se quando se liga a ignição, sem
que tenha havido qualquer acção na
haste 1. Para activar ou desactivar esta
função, consulte «funções personalizá-
veis do veículo», no capítulo 1.
4
Máximos
á Com os médios acesos, puxe
a haste 1 para si. Este testemunho ilu-
mina-se no quadro de instrumentos.
Mínimos Médios
u Rode o anel 2, até que o sím- k Funcionamento manual
Para obter de novo os médios, volte a
puxar a haste 1 na sua direcção.
bolo fique na direcção da marca 3. Rode o anel 2, até que o símbolo fique
O quadro de instrumentos ilumina-se. na direcção da marca 3. Este testemu-
Para regular a intensidade luminosa, nho acende-se no quadro de instru-
rode o botão 4. mentos. Antes de iniciar uma
viagem, verifique o estado
Funcionamento automático do equipamento eléctrico
(consoante a versão do veículo) e, consoante a versão do
Rode o anel 2, até que o símbolo AUTO veículo, regule os faróis (se não
fique na direcção da marca 3: com o for circular nas condições de carga
motor a trabalhar, as luzes de médios habituais). De uma maneira geral,
acendem-se e apagam-se automatica- verifique se os faróis não estão
mente em função da luminosidade ex- «tapados» (sujidade, lama, neve,
terior, sem necessidade de actuar na transporte de objectos que os
haste 1. possam tapar…).

1.66
Iluminação e sinalização exteriores (2/3)
Particularidades: Função «iluminação exterior
– Se os médios forem acesos por de acompanhamento»
1 acção na haste e o sistema consi-
derar suficiente a luminosidade ex- Esta função permite-lhe acender tem-
2
terior, os faróis direccionais mantêm- porariamente os médios (para iluminar
-se fixos; um portão de garagem, etc.).
– se o acendimento automático das Com o motor parado, as luzes apa-
luzes se activar numa curva, os gadas e o anel 2 na posição 0, puxe
faróis direccionais funcionarão a a haste 1 para si: os médios acendem-
partir da curva seguinte; -se durante cerca de trinta segundos.
Para prolongar este tempo, puxe a
– ao acender os médios com o motor haste até, ao máximo, de quatro vezes
a trabalhar e o veículo parado, o sis- (tempo total limitado a dois minutos). A
tema desencadeia um movimento mensagem «iluminação durante _ _ _»
de reinicialização dos faróis. Se isto seguida do tempo de iluminação afixa-
não acontecer, tal indica uma avaria -se no quadro de instrumentos, para
Luzes direccionais móveis do sistema. confirmar esta acção.
Nalgumas versões, ao iniciar uma Para desligar as luzes antes de termi-
curva com os médios acesos e em de- Extinção das luzes nada a temporização automática, rode
terminais condições (de velocidade, Existem duas possibilidades: o anel 2 para uma posição qualquer e,
ângulo do volante, em marcha para a depois, coloque-o na posição 0.
frente…), os médios movem-se para – Manualmente, leve o anel 2 para a
iluminar o interior da curva. posição 0;
Anomalias de funcionamento – automaticamente, as luzes apagar--
se-ão quando, depois de desligar o
Se a mensagem «Mandar verificar ilu- motor, se abrir a porta do condutor,
minação» se afixar no quadro de instru- ou quando o veículo for trancado.
mentos ao mesmo tempo que o teste- Neste caso, da próxima vez que
munho ©, tal indica uma falha do o motor seja accionado, as luzes
sistema de iluminação. acender-se-ão na posição do anel 2.
Consulte um representante da marca.

1.67
Iluminação e sinalização exteriores (3/3)
Faróis de nevoeiro Extinção
g dianteiros Rode novamente o anel 5, até colo-
Rode o anel central 5 da haste 1, até car a marca 6 em frente do símbolo
5 1 correspondente à luz de nevoeiro que
que o símbolo fique na direcção da
marca 6, e depois largue-o. pretende apagar. O testemunho cor-
respondente apaga-se no quadro de
As luzes de nevoeiro acendem-se, ou instrumentos.
não, em função da iluminação exterior
seleccionada. Um testemunho acen- Ao desligar a iluminação exterior, des-
der-se-á no quadro de instrumentos. liga também as luzes de nevoeiro dian-
6 teiras e traseiras.

Luz de nevoeiro
f traseira
Rode o anel central 5 da haste, até
que o símbolo fique na direcção da
Alarme de esquecimento de marca 6, e depois largue-o.
luzes acesas As luzes de nevoeiro acendem-se, ou
Ao abrir a porta do condutor com a ilu- não, em função da iluminação exterior
minação ligada e o motor desligado, seleccionada. Um testemunho acen-
dispara-se o alarme sonoro para o pre- der-se-á no quadro de instrumentos.
venir do perigo de descarga da bateria.
Não se esqueça de desligar estas luzes Com tempo de nevoeiro, neve ou
logo que não necessite delas, para não se transportar um objecto que ultra-
incomodar os outros automobilistas. passe a dimensão do tecto, o acen-
Respeite a legislação em vigor. dimento automático das luzes não é
Nota: consoante a versão, a luz de ne- sistemático.
voeiro encontra-se do lado do condu- O acendimento das luzes de nevo-
tor. eiro é feita pelo condutor: os teste-
munhos no quadro de instrumentos
informam-no do seu estado (teste-
munho aceso, se estiverem ligadas;
testemunho apagado, se o não es-
tiverem).

1.68
Regulação eléctrica dos faróis

Exemplos de posição de regulação


do botão A em função da carga

Berlina e Break Société

Condutor só ou com o
0 0
passageiro dianteiro

A
Condutor com o passageiro
dianteiro e um passageiro 0 -
Nos veículos que o tenham, o botão A traseiro
permite corrigir a altura do feixe lumi-
noso em função da carga.
Condutor acompanhado de
Rode o botão A para baixo, para baixar um passageiro dianteiro e
os faróis e, para cima, para os levantar. 1 -
dois ou três passageiros
Nos veículos que não estejam equipa- traseiros
dos com o botão A, a regulação é au-
tomática. Condutor acompanhado de
um passageiro dianteiro,
três passageiros traseiros 3 -
e o porta-bagagens
carregado

Condutor e porta-bagagens
carregado ou carga máxima 3 3
autorizada

1.69
LIMPA-VIDROS, LAVA-VIDROS dianteiro (1/2)
Veículo equipado de limpa--
1 vidros dianteiro com sensor
de chuva
E 2
1 A parado

B função «limpa-vidros automá-


A tico»
B Com esta posição seleccionada,
o sistema detecta a presença de
C água no pára-brisas e acciona o
D F limpa-vidros na velocidade de var-
rimento adequada. É possível mo-
dificar o limiar de activação e o
intervalo entre dois varrimentos;
para isso, rode o anel 2.
Veículo equipado com limpa-- Particularidade
vidros dianteiro intermitente Em andamento, a desaceleração do – E: sensibilidade mínima
veículo provoca a passagem para a – F: sensibilidade máxima
A parado velocidade de varrimento imediata-
mente inferior: do varrimento contínuo nota: em caso de nevoeiro ou de
rápido passa para o varrimento contí- queda de neve, o funcionamento au-
B varrimento intermitente
nuo lento. Quando o veículo retoma o tomático do limpa-vidros não é sis-
Entre dois varrimentos, as esco-
andamento, o varrimento passa para o temático e a sua activação continua
vas param durante alguns segun-
movimento inicialmente seleccionado. a depender da vontade do condutor.
dos. O tempo entre dois varrimen-
tos pode ser modificado; para isso, Qualquer acção na haste 1 é prioritária
e anula, consequentemente, o modo C varrimento contínuo lento
rode o anel 2.
automático.
D varrimento contínuo rápido
C varrimento contínuo lento

D varrimento contínuo rápido Em todos os veículos, a posição C


está acessível com a ignição ligada.
As posições B e D só estão acessí-
veis se o motor estiver a trabalhar.

1.70
LIMPA-VIDROS, LAVA VIDROS dianteiro (2/2)
Lava-faróis
1 Com a iluminação ligada
Nos veículos com este equipamento,
mantenha a haste 1 puxada para si
durante 1 segundo: desta forma accio-
nará os lava-faróis ao mesmo tempo
que o lava-vidros. A
Nota: se o líquido de lava-vidros atingir B
o nível mínimo, o circuito de lava-faróis
pode «desferrar-se». C
Reponha o líquido de lava-vidros ao D
nível e, depois, accione o sistema, com
o motor a trabalhar, para «ferrar» o
circuito.
Lava-vidros
Aquando de intervenções
Com a ignição ligada, puxe a haste 1
no compartimento do motor,
e depois largue-a.
assegure-se de que a haste
Uma acção breve acciona o lava-vidros de limpa-vidros está na po-
e provoca também um movimento de sição A (parado).
vaivém dos limpa-vidros.
Risco de ferimentos.
Uma acção mais longa, para além do
lava-vidros, provoca três movimentos
de vaivém consecutivos e um quarto
movimento de vaivém após alguns se- Antes de qualquer acção
gundos. Com tempo de neve ou de gelo, no pára-brisas (lavagem do
limpe manualmente o pára-brisas veículo, degelo, limpeza do
(incluindo a zona central alinhada pára-brisas...), coloque a
com o retrovisor interior) e o óculo haste 1 na posição A (parado).
traseiro, antes de accionar os limpa-
Risco de ferimentos e/ou de dete-
-vidros (risco de sobreaquecimento
rioração.
do motor).

1.71
Limpa-vidros, lava-vidros TRASEIRO
Activação/desactivação do limpa--
vidros traseiro
1
A O seu veículo dispõe de um automa-
tismo que activa o limpa-vidros traseiro
quando a marcha-atrás é engrenada
(se o limpa-vidros dianteiro estiver a
funcionar). Esta função pode ser acti-
vada e desactivada. Para saber como
proceder, consulte «limpa-vidros tra- Vigie o estado das escovas de
seiro em marcha-atrás», na rubrica limpa-vidros. A sua duração também
«funções personalizáveis do veículo», depende de si:
2 no capítulo 1. – devem manter-se limpas: limpe
= função activada;
regularmente as escovas, o
pára-brisas e o óculo traseiro
< função desactivada. com água com sabão;
Limpa-vidros traseiro
Y Limpa-vidros/lava-
– não accione os limpa-vidros se
o pára-brisas ou o óculo traseiro
Com a ignição ligada, rode o
anel A da haste 1, até que o símbolo
fique na direcção da marca 2, e largue-
p vidros traseiro
Com a ignição ligada, empurre a haste.
estiver seco;
– «descole-as» do pára-brisas e/
-o. ou do óculo traseiro, se não as
utilizar há muito tempo.
Para parar o funcionamento, rode no-
vamente o anel A. Em qualquer dos casos, substitua-
-as logo que a sua eficácia diminua,
A frequência de varrimentos varia em
isto é, sensivelmente de ano a ano.
função da velocidade do veículo.
Antes de qualquer acção Antes de utilizar o limpa-vidros tra-
no pára-brisas (lavagem seiro, verifique se nenhum objecto
do veículo, degelo, limpeza transportado poderá impedir o livre
do pára-brisas...) coloque a funcionamento da escova.
haste 1 na posição de paragem. Não utilize o braço de limpa-vidros
Risco de ferimentos ou de deterio- para abrir ou fechar a tampa de
ração. porta-bagagens.

1.72
Depósito de combustível (1/3)
Qualidade de combustível
Utilize um combustível de boa quali-
dade que respeite as normas em vigor
em cada país e imperativamente con-
B forme às indicações da etiqueta situada
na tampa A. Consulte «Características
dos motores», no capítulo 6.
A
Versões diesel
A
Utilize imperativamente gasóleo con-
forme às indicações da etiqueta situ-
ada no interior da tampa A.

Versões a gasolina
Utilize imperativamente gasolina sem
Capacidade útil do depósito: cerca A válvula B está integrada no tubo de chumbo. O índice de octano (RON)
de 66 litros. enchimento. deve estar conforme às indicações
Com o veículo destrancado, pressione Para proceder ao abastecimento de da etiqueta situada na tampa do de-
a tampa A no local indicado pela seta combustível, consulte «reabasteci- pósito de combustível  A. Consulte
para a abrir. mento de combustível». «Características dos motores», no ca-
Para fechar a tampa A, faça-a rodar e, pítulo 6.
A portinhola entreabrir-se-á. Em se-
guida, faça-a rodar. em seguida, pressione o local indicado
pela seta para a trancar.
Nunca misturar gasolina
(sem chumbo ou E85) no
gasóleo, ainda que em
pouca quantidade.
Nunca utilizar combustível com Nunca pressione a vál-
etanol, se o veículo não estiver vula B com os dedos.
adaptado para tal. Nunca lave o bocal de en-
Não acrescente aditivo ao combus- chimento com um disposi-
tível, corre o risco de danificar o tivo de alta pressão.
motor.

1.73
Depósito de combustível (2/3)
Nos veículos que funcionam com Reabastecimento de
combustível à base de etanol: combustível
Utilize imperativamente gasolina Com a ignição desligada, introduza a
sem chumbo ou combustível com um pistola para empurrar a válvula B e po-
máximo de 85 % de etanol (E85). sicione-a em batente antes de iniciar
Com tempo muito frio, o arranque do o abastecimento (risco de projecção de
motor pode ser difícil ou mesmo im- salpicos de gasolina)
possível. Para evitar este fenómeno, Mantenha-a nesta posição durante
aconselha-se a utilizar gasolina sem toda a operação de abastecimento.
chumbo ou o aquecedor integrado no Depois da primeira paragem automá-
motor, nos veículos com este equipa- tica da pistola de abastecimento, pró-
mento: ligue a extremidade específica 1
ximo do fim da operação, é possível
da extensão fornecida à tomada inse- continuar, até provocar, no máximo,
rida na grelha dianteira e a outra ex- mais dois disparos automáticos, a fim
tremidade a uma tomada de 220V, du- de preservar um volume de expansão.
rante pelo menos 6 horas, antes de um
arranque. Aquando do reabastecimento de com-
bustível, tenha cuidado para que não
Nota: durante a utilização deste com- entre água. A válvula B e a respectiva
bustível, pode constatar um maior con- zona periférica devem permanecer
sumo. limpos.

Versões a gasolina
A utilização de gasolina com chumbo
provocaria avarias nos dispositivos Veículo equipado com a função
de despoluição e poderia levar a uma Stop and Start
perda da garantia. Para o enchimento de combustível,
Para impedir a utilização de gasolina o motor deve estar parado (e não
com chumbo, o bocal de enchimento suspenso): pare imperativamente
do depósito de gasolina tem um estran- o motor premindo o botão de para-
gulamento equipado com um sistema gem do motor  1 (consulte «arran-
de segurança que só permite a en- que, paragem do motor» no capí-
trada da pistola das bombas de ga- tulo 2).
solina sem chumbo.

1.74
Depósito de combustível (3/3)

Odor persistente a
combustível
No caso de sentir um per-
sistente odor a combustível:
– pare o veículo (de acordo com as
2 condições de circulação) e desli-
gue a ignição;
– active o sinal de perigo e peça
aos ocupantes que saiam do ve-
ículo e se mantenham afastados
da zona de circulação;
– chame um representante da
marca.
Caso excepcional
Para destrancar manualmente a porti-
nhola do tampão do depósito de com-
bustível, a partir do interior do porta-
bagagens, desencaixe a alcatifa de
acesso às lâmpadas das luzes trasei-
ras, do lado da portinhola do depó- É rigorosamente interdita
sito, e puxe a alavanca de destranca- qualquer intervenção e/ou
mento 2. modificação do sistema de
alimentação em combustí-
vel (caixas electrónicas, cablagens,
circuito de combustível, injector,
tampas de protecção...), por razões
de segurança (excepto quando
efectuadas por técnicos qualifica-
dos da Rede da marca).

1.75
1.76
Capítulo 2: Condução
(conselhos de utilização ligados à economia e ao ambiente)

Rodagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.2
Arranque, paragem do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.3
Função de paragem e arranque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.6
Particularidades das versões a gasolina. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.9
Particularidades das versões diesel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.10
Alavanca de velocidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.11
Travão-de-mão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.11
Travão-de-mão automático. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.12
Conselhos: antipoluição, economia de combustível. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.15
Meio ambiente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.18
Sistema de controlo da pressão dos pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.19
Dispositivos de correcção e de auxílio à condução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.22
Limitador de velocidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.27
Regulador de velocidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.30
Sistema de auxílio ao estacionamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.34
Caixa de velocidades automática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.37
2.1
RODAGEM
Versões a gasolina Versões diesel
Até aos 1 000 km, não ultrapasse os Até aos 1 500 km, não ultrapasse as
130 km/h na relação de caixa mais ele- 2 500 rpm. Após esta quilometragem,
vada ou as 3 000 a 3 500 rpm. poderá rolar mais depressa, embora
No entanto, só depois dos 3 000 km, só depois dos 6 000 km, aproximada-
aproximadamente, poderá tirar todo o mente, possa obter todas as «perfor-
benefício das potencialidades do motor. mances» do veículo.

Periodicidade das revisões: consulte Durante o período de rodagem, não


o documento de manutenção do veí- faça grandes acelerações com o motor
culo. frio, nem submeta o motor a altas ro-
tações.
Periodicidade das revisões: consulte
o documento de manutenção do veí-
culo.

2.2
Arranque, paragem do motor (1/3)
Arranque do veículo
– Para os veículos com caixa de velo-
cidades automática, posicione a ala-
vanca na posição P.
1 2 – Se alguma das condições de arran-
que não estiver respeitada, a men-
sagem «Carregar travão + START»
ou «Carreg. embraiag. + START»
3 ou «Pôr alavanca em P» é afixada
quadro de instrumentos.
– Nalgumas situações, será necessá-
rio manobrar o volante premindo ao
mesmo tempo o botão de arranque 1
para auxiliar o desbloqueamento da
coluna de direcção; a mensagem
Arranque do motor Cartão RENAULT mãos-livres «Rodar volante + START» avisa-o
O cartão RENAULT deve estar no neste sentido.
Cartão RENAULT de telecomando leitor 2 ou na zona de detecção 3. Particularidade: em caso de arranque
Dentro do veículo, insira o cartão Para pôr o motor a trabalhar, prima o do motor devido a temperatura exterior
RENAULT totalmente no leitor 2. pedal de travão ou de embraiagem e muito baixa (inferior a -10 ºC): mante-
Para pôr o motor a trabalhar, prima o o botão 1. Com uma velocidade engre- nha o pedal da embraiagem accionado
botão 1. Com uma velocidade engre- nada, terá de premir o pedal de em- até que o motor comece a trabalhar.
nada, terá de premir o pedal de em- braiagem para poder accionar o motor.
braiagem até que o motor comece a Arranque com a tampa de porta--
trabalhar. bagagens aberta (em modo mãos--
livres)
Se o cartão estiver no porta-bagagens,
não será possível pôr o motor a tra-
balhar, excepto se houver um cartão
RENAULT «mãos-livres» no habitá-
culo.

2.3
Arranque, paragem do motor (2/3)
Para dispor de outras funções: Anomalias de funcionamento
– nos veículos com cartão Nalgumas situações, é possível que o
RENAULT de telecomando: insira cartão RENAULT «mãos-livres» não
o cartão no leitor 2; funcione:
1 2 – nos veículos com cartão – se a pilha do cartão RENAULT esti-
RENAULT «mãos-livres», com o ver gasta ou a bateria descarregada,
cartão no habitáculo ou inserido no etc.
leitor de cartões 2, prima o botão 1
sem accionar os pedais. – se o veículo estiver nas proximida-
des de instalações ou de aparelhos
Nota: se houver um cartão no leitor, que utilizem a mesma frequência do
premir o botão 1 accionará o motor. cartão (telemóvel, jogos de vídeo…);
– o veículo encontra-se numa zona de
fortes radiações electromagnéticas.
A mensagem «Inserir o cartão» apa-
Função «acessórios» rece no quadro de instrumentos.
(ignição ligada)
Insira totalmente o cartão RENAULT no
Logo que o veículo é destrancado, leitor 2.
ficam disponíveis algumas funcionali- Responsabilidade do
dades (rádio, sistema de navegação, condutor
limpa-vidros...). Ao abandonar o veículo,
nunca deixe o cartão
RENAULT no interior se tiver crian-
ças (ou animais) lá dentro, ainda
que seja por pouco tempo.
Com efeito, poderiam pôr-se em
perigo a si próprias e a outras pes-
soas, accionando o motor ou os
equipamentos (como, por exemplo,
os elevadores de vidros) ou ainda
trancar as portas.
Perigo de ferimentos graves.

2.4
Arranque, paragem do motor (3/3)
Particularidade
Se o cartão já não estiver no leitor
quando a paragem do motor for soli- Ao abandonar o veículo,
citada, aparece a mensagem «Cartão sobretudo se tiver o cartão
ausente premir longament.» no quadro RENAULT consigo, verifi-
1 2 de instrumentos: prima durante mais que se o motor está real-
de dois segundos o botão 1. mente parado.

Cartão RENAULT mãos-livres


Se o cartão estiver no veículo, prima Responsabilidade do
o botão 1: o motor pára. A abertura da condutor
porta do condutor ou o trancamento do
veículo provoca o bloqueamento da Ao abandonar o veículo,
coluna de direcção. nunca deixe o cartão
RENAULT no interior se tiver crian-
Condições de paragem do Se o cartão já não estiver no habitáculo ças (ou animais) lá dentro, ainda
quando a paragem do motor for soli-
motor citada, aparece a mensagem «Cartão
que por pouco tempo.
Nos veículos com caixa de velocida- ausente premir longament.» no quadro Com efeito, poderiam accionar o
des automática, o veículo deve estar de instrumentos: prima durante mais motor ou os equipamentos eléctri-
parado e a alavanca na posição N ou P. de dois segundos o botão 1. cos (por exemplo, os elevadores de
vidros) e entalar uma parte do corpo
Com o motor parado, os acessórios (pescoço, braço, mão, etc.).
Cartão RENAULT de (rádio...) que nesse momento estejam Perigo de ferimentos graves.
telecomando a ser utilizados continuam a funcionar
durante cerca de 10 minutos. Nunca desligue a ignição antes
Se o cartão estiver no leitor 2, prima o do veículo estar completamente
botão 1: o motor pára. Neste caso, a Ao abrir a porta do condutor, os aces- parado. A paragem do motor su-
coluna de direcção bloqueia-se quando sórios deixam de funcionar. prime as funções de assistência
o cartão for retirado do leitor. (travões, direcção...) e dos dispo-
sitivos de segurança passiva, tais
como «airbags» e pré-tensores.

2.5
Função Stop and start (1/3)
Este sistema permite diminuir o con- A mensagem «Stop Automático» no Particularidade de reactivação
sumo de combustível e a emissão dos quadro de instrumentos avisa a sus- automática do motor
gases de efeito de estufa. pensão da função do motor. Em determinadas condições, o motor
Assim que o veículo arranca, o sistema Os equipamentos do veículo permane- pode ser reactivado sem intervenção
é activado automaticamente. cem em funcionamento durante a para- para garantir a sua segurança e o seu
Em andamento, o sistema pára o motor gem do motor. conforto.
(suspensão da função) quando ocorre
uma paragem do veículo (fila de trân- O motor começa a trabalhar quando Isto pode ocorrer sobretudo quando:
sito, paragem num semáforo...) acciona o pedal da embraiagem para – a temperatura exterior é muito baixa
engrenar uma velocidade. ou muito alta (inferior a cerca de 0°C
Condições de funcionamento ou superior a cerca de 30°C);
do sistema – a função «visibilidade acrescida» é
A suspensão da função é efectuada se: activada (consulte «ar condicionado
automático» no capítulo 3);
– o veículo circular depois da sua Particularidade dos veí-
última paragem; culos equipados com tra- – a bateria não está suficientemente
– a caixa de velocidade estiver na po- vão-de-mão automático carregada;
sição neutra (ponto morto); – a velocidade do veículo é superior a
No caso de suspensão da
– o pedal de embraiagem for libertado; 7 km/h (em descida...);
função do motor (mensagem «Stop
e
Automático» afixada no quadro de – apoios repetidos no pedal do travão
– a velocidade do veículo for inferior a
instrumentos), o travão-de-mão au- ou necessidade do sistema de trava-
3 km/h.
tomático não é activado automati- gem;
camente.
– ...

Antes de sair do veículo,


é imperativo desligar a ig-
nição premindo o botão
Não deixe rolar o seu veí- de paragem do motor
culo quando o motor está (consulte «arranque, paragem do Motor em paragem, o auxí-
suspenso (o testemunho motor»). lio à travagem já não está
«Stop Automático» é afi- operacional.
xado no quadro de instrumentos).

2.6
Função Stop and start (2/3)
Condições de não suspensão – a função «visibilidade acrescida» é Casos particulares
do motor activada (consulte «ar condicionado
automático» no capítulo 3); – Sistema em funcionamento, motor
Determinadas condições não permitem parado (fila de trânsito, paragem
a activação do sistema de suspensão – a temperatura do líquido de refrige- num semáforo, etc.), se o condutor
do motor, nomeadamente: ração do motor é insuficiente; se levanta do seu banco ou se de-
– a limpeza automática do filtro de par- sengata o cinto de segurança e abre
– a marcha-atrás está engrenada; a porta do condutor, a ignição é des-
tículas está em curso;
– o capô não está trancado; ou ligada e, consoante o veículo, o tra-
– ... vão-de-mão automático é activado
– a porta do condutor não está fe-
automaticamente. Para arrancar e
chada;
reactivar o sistema Stop and Start,
– o cinto de segurança do condutor prima o botão de arranque (consulte
não está a ser utilizado; o parágrafo «Arranque, paragem do
– a temperatura exterior é muito baixa motor»).
ou muito alta (inferior a cerca de 0°C – No caso de paragem do motor, se o
ou superior a cerca de 30°C); sistema estiver em funcionamento,
– a bateria não está suficientemente prima a fundo o pedal da embraia-
carregada; gem para arrancar.
– a diferença entre a temperatura inte-
rior do veículo e a de referência do
ar condicionado automático é muito
elevada;

Para o enchimento de combustível,


o motor deve estar parado (e não
suspenso): pare imperativamente
o motor premindo o botão de para- Desactivar a função Stop
gem do motor (consulte «arranque, and Start em todas as inter-
paragem do motor»). venções no compartimento
do motor.

2.7
Função Stop and start (3/3)
O sistema é reactivado automatica- Anomalias de funcionamento
mente em cada arranque voluntário
do veículo premindo o botão de arran- Quando a mensagem «Stop & Start a
que (consulte «arranque, paragem do controlar» aparece no quadro de instru-
motor»). mentos, acompanhada pela iluminação
1 do testemunho integrado 2 do interrup-
tor 1, o sistema está desactivado.
Consulte um representante da marca.

Desactivação, activação da
função
Prima o interruptor 1 para desactivar a
função. A mensagem «Stop & Start de-
sactivado» aparece no quadro de ins-
trumentos e o testemunho integrado 2
no interruptor acende.
Uma nova pressão reactiva o sistema.
A mensagem «Stop & Start activado»
aparece no quadro de instrumentos e
o testemunho integrado 2 no interrup-
tor 1 apaga. Antes de sair do veículo,
é imperativo desligar a ig- Em caso de paragem de
nição premindo o botão emergência, o motor pode
de paragem do motor arrancar de novo accio-
(consulte «arranque, paragem do nando o pedal da embraia-
motor»). gem se a função Stop and Start es-
tiver activada.

2.8
Particularidades das versões a gasolina
Condições de funcionamento do seu Se constatar as anomalias de funcio-
automóvel, tais como: namento atrás descritas, dirija-se, logo
– circular muito tempo com o teste- que possível, a um representante da
munho de combustível na reserva marca, para mandar efectuar as repa-
aceso; rações necessárias.

– utilizar gasolina com chumbo; Se apresentar regularmente o seu veí-


culo a um representante da marca, de
– utilizar aditivos para lubrificantes ou acordo com a periodicidade de manu-
combustível não-recomendados. tenção prescrita no documento de ma-
ou anomalias de funcionamento, tais nutenção, poderá evitar este e outros
como: tipos de incidentes.
– sistema de ignição defeituoso, falta
de combustível ou velas desligadas, Problemas de arranque
provocando falhas de ignição ou es- Para evitar provocar danos no cata-
ticões durante a condução; lisador do seu veículo, não insista
– perda de potência; com tentativas de arranque (utilizando
o motor de arranque, empurrando ou
provocam um aquecimento excessivo
puxando o veículo) sem identificar e
do catalisador e, por isso, diminuem a
corrigir a causa do problema.
sua eficácia e podem mesmo provo-
car a sua destruição ou danos térmi- Caso não consiga, não insista e chame
cos no veículo. um representante da marca.

Não estacione, nem ligue o


motor em locais onde subs-
tâncias ou matérias com-
bustíveis, tais como ervas
ou folhas secas, possam entrar em
contacto com o sistema de escape
quente.

2.9
Particularidades das versões diesel
Regime de motor diesel Precauções invernais
Os motores diesel possuem um equi- Para evitar incidentes com tempo de
pamento de injecção que nunca per- gelo:
mite que o regime máximo do motor – tenha cuidado para que a bateria
seja ultrapassado, em aceleração, esteja sempre bem carregada,
qualquer que seja a velocidade engre-
nada. – nunca deixe baixar muito o nível de
gasóleo no depósito, para evitar que
Se a mensagem «mandar verificar an- a condensação de vapor de água se
tipoluição» se afixar ao mesmo tempo acumule no fundo.
que os testemunhos Äe ©,
consulte rapidamente um represen-
tante da marca.
Em andamento, consoante a qualidade
de combustível utilizada, o escape
pode emitir fumo branco.
Isto resulta da regeneração automática
do filtro de partículas e não influencia o
comportamento do veículo.

Falta de combustível
Após um reabastecimento efectuado
depois do esgotamento completo
Não estacione, nem ligue o
de combustível, é necessário ferrar o
motor em locais onde subs-
circuito de combustível: consulte «de-
tâncias ou matérias com-
pósito de combustível», no capítulo 1,
bustíveis, tais como ervas
antes de voltar a pôr o motor a traba-
ou folhas secas, possam entrar em
lhar.
contacto com o sistema de escape
quente.

2.10
Alavanca de velocidades/travão-de-mão
As luzes de marcha-atrás acendem- Travão-de-mão
-se logo que esta relação é engrenada
(com a ignição ligada). Para destravar
1
2 Puxe ligeiramente a alavanca 3 para
cima, prima o botão 2 e desça a ala-
vanca até ao piso.

Para travar
3
Puxe a alavanca para cima e assegure-
4 -se de que o veículo está bem imobili-
zado.

Em andamento, o travão--
de-mão deverá estar com-
Alavanca de velocidades pletamente desactivado
(testemunho vermelho apa-
Engrenamento da marcha--atrás gado); caso contrário, há risco de
Veículos com caixa de velocidades sobreaquecimento.
de comando manual: respeite o de- A eventual colisão de um
senho gravado no punho 1 e (conso- objecto (por exemplo, con-
ante o veículo) levante o anel 4, até Para manter o veículo imo-
tacto com um pilarete, um bilizado, consoante o grau
que toque no punho, para engrenar a passeio mais elevado ou
marcha-atrás. de inclinação do piso e/ou a
qualquer outro objecto no solo) na carga do veículo, pode ser
Veículos com caixa de velocidades parte inferior do veículo pode dani- necessário puxar a alavanca pelo
automática: consulte «caixa de veloci- ficá-lo (por exemplo, deformação de menos mais dois dentes e engre-
dades automática», no capítulo 2. um eixo...). nar uma velocidade (1a ou marcha-
Para evitar o risco de acidente, atrás), nos veículos com caixa de
mande verificar o seu veículo num velocidades de comando manual,
representante da marca. ou colocar a alavanca na posição P,
nos veículos com caixa de velocida-
des automática.

2.11
TRAVÃO-DE-MÃO AUTOMÁTICO
Nota
Para indicar que o travão-de-mão au-
tomático está desactivado, a mensa-
gem «accionar travão imobilização» é
afixada no quadro de instrumentos e é
1 2 emitido um sinal sonoro. Esta mensa-
gem pode ser afixada:
– ao abrir a porta do condutor, com o
3 motor a trabalhar;
– ao abrir uma porta dianteira, com
o motor parado (se o motor se for
abaixo, por exemplo).
Neste caso, puxe e largue o contac-
tor 3, para accionar o travão-de-mão
automático.
Funcionamento automático A activação do travão-de-mão auto-
mático é confirmada pela mensagem O travão desactivar-se-á quando acele-
O travão-de-mão automático assegura «travão imobilização accionado» e pelo rar, para pôr o veículo em andamento.
a imobilização automática do veículo,
quando a paragem do motor é solici-
tada por pressão no botão de arran-
acendimento do testemunho } no
quadro de instrumentos. O testemu-
que/paragem do motor 1. nho 2 no contactor 3 também se ilu-
Nalguns países, a função activação au- mina.
tomática está desactivada. Consulte Antes de abandonar o veí-
O testemunho 2 apaga-se alguns se-
«funcionamento manual». culo, verifique se o travão-
gundos depois da activação do tra-
-de-mão automático está
vão--de-mão automático. O testemu-
efectivamente accionado.
nho }  apaga-se alguns segundos
depois do trancamento do veículo.
A activação do travão-de-mão é
confirmada pela iluminação do
testemunho 2 no contactor 3 e do
testemunho }  no quadro de
instrumentos, até que as portas
sejam trancadas.

2.12
TRAVÃO-DE-MÃO AUTOMÁTICO (cont.)
Casos particulares
Para estacionar em plano inclinado ou
se estiver a rebocar uma caravana (por
exemplo), puxe o contactor 3 durante
4 alguns segundos para obter a trava-
2 gem máxima.
Para estacionar com o travão-de-mão
automático desactivado (para evitar o
risco de congelamento, por exemplo):
3 – com o motor a trabalhar e o cartão
1 RENAULT no leitor 4, pare o motor
premindo o botão de arranque/para-
gem do motor 1;
– engrene uma mudança (na caixa de
Funcionamento manual Paragem pontual velocidades de comando manual) ou
O travão-de-mão automático pode ser Para accionar manualmente o travão- coloque a alavanca na posição P (no
comandado manualmente. -de-mão automático (paragem num caso de uma caixa de velocidades
sinal vermelho, paragem involuntária automática);
Activação do travão-de- do motor, etc.): puxe e largue o contac- – prima o pedal de travão e, ao mesmo
mão automático («travão de tor 3. O travão desactivar-se-á automa- tempo, o contactor 3;
imobilização») ticamente quando acelerar, para pôr o
Puxe o contactor 3. Os testemunhos 2 – retire o cartão RENAULT do leitor.
veículo em andamento.
e} acendem-se no quadro de ins-
trumentos.

Desactivação do travão-de-mão
automático
Com a ignição ligada, prima o pedal de
travão e, em seguida, o botão 3: os tes-
temunhos 2 e } apagam-se.

2.13
TRAVÃO-DE-MÃO AUTOMÁTICO (cont.)
Versões com caixa de Anomalias de funcionamento – Em caso de avaria do travão-de-
velocidades automática mão automático, o testemunho
– Em caso de anomalia, o testemunho
® acende-se, ao mesmo tempo
Por razões de segurança, se a porta do © acende-se no quadro de ins- que se afixa a mensagem «avaria
condutor estiver aberta ou mal fechada trumentos, ao mesmo tempo que é do travão de imobilização» e é emi-
e o motor a trabalhar, a desactivação afixada a mensagem «mandar veri- tido um sinal sonoro; nalguns casos,
automática é inibida (para evitar que ficar travão imobilização»; nalguns também se acende o testemunho
casos, também se acende o teste-
o veículo se desloque sozinho, sem o
condutor). A mensagem «destrave ma-
nualmente» afixa-se no quadro de ins- munho } .
} .
Se isto acontecer, tal implica uma
trumentos, quando o condutor prime o Consulte rapidamente um represen- paragem imediata, de forma com-
pedal de acelerador. tante da marca. patível com as condições de circu-
lação.

Nunca abandone o veículo A ausência de retorno


sem colocar a alavanca visual ou sonoro indica uma Neste caso, é imperativo
selecção na posição P ou deficiência do quadro de imobilizar o veículo e se-
N. De facto, com o veículo instrumentos, o que obriga leccionar a primeira veloci-
parado, o motor a trabalhar e uma a uma paragem imediata (de dade (se o veículo estiver
mudança engrenada, se acelerar, o forma compatível com as condi- equipado com caixa de velocidades
veículo começará a rolar. ções de circulação). Assegure-se de comando manual) ou a posição
Risco de acidente. de que o veículo está correcta- P (se o veículo estiver equipado
mente imobilizado e chame um com caixa automática). Se o grau
representante da marca. de inclinação do piso o justificar, é
conveniente «calçar» o veículo.

2.14
Conselhos: antipoluição, economia de combustível, condução (1/3)
O seu veículo respeita as regras de re- Auxílio à economia de Mande efectuar, num representante da
ciclagem e de valorização dos veícu- combustível marca, as afinações e os controlos do
los fora de utilização, que entrarão em seu veículo, de acordo com as preco-
vigor em 2015. Nalgumas versões, e com o objectivo nizações do programa de manutenção,
de optimizar o consumo, um testemu- porque só ele dispõe de todos os equi-
Algumas peças do seu veículo foram, nho no quadro de instrumentos infor-
por isso, concebidas tendo em vista a pamentos que permitirão repor as afi-
mao do melhor momento para passar nações de origem do seu veículo.
sua posterior reciclagem. à relação superior ou inferior:
Estas peças são facilmente desmontá-
veis, para serem recuperadas e trata-
das nos organismos de reciclagem.
\ engrene a relação superior; Afinações do motor
– Ignição: não necessita de nenhuma
Além disso, pela sua concepção, pelas [ engrene a relação inferior. afinação.
– Velas: para alcançar as melhores
afinações de origem e pelo consumo
moderado, o seu veículo está con- condições de consumo e de rendi-
Manutenção mento, é imperativo respeitar rigoro-
forme às normas antipoluição vigen-
tes. Participa activamente na redução Chamamos a atenção para o facto do samente as especificações estabe-
de emissão de gases poluentes e na não-respeito das normas antipoluição lecidas pelos nossos gabinetes de
economia de energia. No entanto, os poder expô-lo à actuação punitiva das estudos.
níveis de emissão de gases poluentes autoridades. Além disso, a substituição Em caso de substituição de velas,
e de consumo do veículo dependem de peças do motor ou do sistema de ali- utilize as marcas, tipos e afasta-
também de si. Assegure a correcta ma- mentação e de escape, por outras não mento dos eléctrodos específi-
nutenção e utilização do seu veículo. preconizadas pelo construtor, pode pôr cos para o motor do veículo. Para
em causa a conformidade do seu auto- isso, consulte um representante da
móvel face às normas antipoluição. marca.
– Ralenti: não necessita de qualquer
afinação.
– Filtro de ar, filtro de gasóleo: um
filtro sujo diminui o rendimento. É
necessário substituí-lo.

2.15
Conselhos: antipoluição, economia de combustível, condução (2/3)
Controlo dos gases de – Evite acelerações brutais.
escape – Trave o menos possível. Avaliando
O sistema de controlo dos gases de correctamente a distância que o
escape permite detectar anomalias de separa de um obstáculo ou curva,
funcionamento no dispositivo de des- muitas vezes bastará aliviar atempa-
poluição do veículo. damente o acelerador.
Estas anomalias podem provocar a li- – Numa subida, em vez de tentar
bertação de substâncias nocivas ou manter a velocidade, não acelere
avarias mecânicas. mais que em terreno plano; de prefe-
rência, mantenha a mesma posição
Ä Este testemunho, no quadro
de instrumentos, indica even-
tuais avarias no sistema.
do pé no acelerador.
– Dupla desembraiagem e aceleração
antes de parar o motor são inúteis
Acende-se ao ligar a ignição e apaga- nos automóveis modernos.
se quando o motor começa a trabalhar. – Intempéries, estradas inundadas:
– Se se acender fixamente, consulte
um representante da marca logo que Não circule em estradas
Condução inundadas, se a altura da
possível; – Em lugar de aquecer o motor com o
– se piscar, desacelere até que o tes- água ultrapassar o bordo
veículo parado, conduza sem pres- inferior das jantes.
temunho se apague. Consulte, logo sas até que atinja a temperatura
que possível, um representante da normal de funcionamento.
marca. – A velocidade custa caro.
– A condução «desportiva» custa caro;
prefira uma condução moderada.
Perturbações da condu-
– Nas relações intermédias, não faça
ção
subir demasiado o regime do motor.
Do lado do condutor, é im-
Utilize sempre a relação mais ele-
perativo que utilize exclusi-
vada possível, sem, no entanto, fa-
vamente tapetes adaptados ao ve-
tigar o motor.
ículo, que se fixam nos elementos
Nas versões com caixa de velocida-
pré-instalados, e que verifique regu-
des automática, utilize de preferên-
larmente a respectiva fixação. Não
cia a posição D.
sobreponha vários tapetes.
Risco de retenção dos pedais

2.16
Conselhos: antipoluição, economia de combustível, condução (3/3)
– Nos veículos com ar condicio-
nado, é normal que, com o sistema
em funcionamento, constate um au-
mento no consumo de combustível
(sobretudo em circuito urbano). Nos
veículos equipados com ar condicio-
nado sem modo automático, pare
o sistema logo que não necessite
dele.
Conselhos para reduzir o con-
sumo e, consequentemente, pre-
servar o ambiente:
Se o veículo tiver estado estacio-
nado ao sol, mantenha os vidros
abertos durante alguns minutos para
Conselhos de utilização deixar sair o ar quente, antes de ar- – Evite a utilização «porta-a-porta»
rancar. (trajectos curtos com paragens pro-
– A electricidade é «petróleo». longadas), porque o motor nunca
Portanto, desligue qualquer apa- – Evite atestar totalmente o depósito
de combustível, para evitar o trans- chega a atingir uma boa temperatura
relho eléctrico que não seja verda- de funcionamento.
deiramente necessário. Mas (segu- bordo.
rança acima de tudo) conserve as – Não use um porta-bagagens de teja-
luzes acesas sempre que a visibili- dilho vazio. Pneus
dade o exija (ver e ser visto).
– Para transportar objectos volumo- – Uma pressão insuficiente aumenta o
– De preferência, utilize os arejadores. sos, utilize de preferência um rebo- consumo de combustível.
Circular com os vidros abertos, im- que. – A utilização de pneus não-preconi-
plica, a 100 km/h, mais 4% de con-
– Quando rebocar uma caravana, use zados pode aumentar o consumo.
sumo de combustível.
um deflector homologado e não se
esqueça de o regular.

2.17
Meio ambiente
O seu veículo foi concebido para res- Emissões – Em fim de vida, o veículo deve ser
peitar o meio ambiente durante toda entregue em centros homologados,
a sua vida: aquando da fabricação, Na fase de utilização, o seu veículo de forma a assegurar a sua recicla-
durante a utilização e até mesmo foi concebido de modo a emitir menos gem.
quando termina a sua vida útil. gases com efeito de estufa (CO2) e,
consequentemente, também a consu- – Em qualquer caso, respeite a legis-
Este compromisso traduz-se na assi- lação local.
natura do construtor do eco². mir menos (ex.: 140 g/km equivale a
5,3 l/100 km, no caso de um veículo
Diesel).
Reciclagem
Fabricação Além disso, os veículos estão equipa-
O seu veículo é reciclável em 85% e
O seu veículo é produzido em instala- dos com um sistema antipoluição que
valorizável em 95%.
ções industriais que aplicam avançadas inclui o catalisador, a sonda lambda
tecnologias para redução dos impactos e o filtro de carvão activo (este último Para alcançar estes objectivos, nume-
ambientais relativamente à população impede a saída para a atmosfera dos rosas peças do veículo foram conce-
residente e à natureza (redução dos vapores de gasolina provenientes do bidas de forma a permitir a respectiva
consumos de água e de energia, polui- depósito)… reciclagem. As arquitecturas e os ma-
ção sonora e visual, emissões atmosfé- teriais foram especialmente estudados
Nalgumas versões diesel, este sistema
ricas e aquosas, separação selectiva e para facilitar a desmontagem destes
é completado com um filtro de partícu-
valorização de resíduos) componentes e o respectivo tratamento
las, que reduz a emissão de partículas
por empresas especializadas.
poluentes.
Com o objectivo de preservar os recur-
sos naturais em termos de matériaspri-
Contribua também para um mas, este veículo integra numerosas
melhor ambiente peças em matérias plásticas recicladas
– As peças gastas e substituídas no ou matérias renováveis (vegetais ou
veículo, aquando das operações de animais, como sejam o algodão ou a
manutenção corrente (bateria, filtro lã, respectivamente).
de óleo, filtro de ar, pilhas...), e as
embalagens de óleo (vazias ou com
óleo queimado...) devem ser entre-
gues a organismos especializados
no tratamento destes materiais.

2.18
Sistema de controlo da pressão dos pneus (1/3)
Nas versões com este equipamento, o As pressões devem ser ajustadas
sistema vigia a pressão de enchimento 1 a frio (consulte «pressões de enchi-
dos pneus. mento dos pneus»).
Caso a verificação das pressões não
possa ser efectuada com os pneus
Princípio de funcionamento frios, é necessário acrescentar às
Cada uma das rodas (excepto a roda pressões indicadas entre 0,2 e 0,3 bars
sobressalente) possui um sensor, im- (3 psi).
plantado na válvula de enchimento, Nunca tire pressão a um pneu
que verifica, periodicamente, a pressão 2
quente.
de enchimento do pneu.
O sistema informa o condutor, através
do computador de bordo 1, da pressão
correcta dos pneus e alerta-o em caso
de pressão insuficiente e de fuga.
O sistema conhece a pressão de en-
chimento dos pneus. As informações
afixam-se:
– com a ignição ligada, fazendo des-
Esta função constitui uma filar as informações do computador
ajuda suplementar à con- de bordo por pressão no comando 2
dução. (consulte «computador de bordo»,
no capítulo 1);
Todavia, a função não inter-
vém em lugar do condutor. Por isso, – ou em caso de anomalia em anda- Mudança de roda
em caso algum o sistema poderá mento (consulte a página seguinte,
para saber as mensagens de alerta). O sistema pode demorar
substituir a vigilância e a responsa- vários minutos, consoante
bilidade do condutor. as condições de circulação,
Verifique a pressão dos pneus (in- para identificar as novas posições
cluindo a da roda sobressalente) das rodas e as pressões; verifique a
uma vez por mês. pressão dos pneus depois de qual-
quer intervenção.

2.19
Sistema de controlo da pressão dos pneus (2/3)
«Reajuste pressão pneus»
1 Uma roda B, «pintada» de branco, as-
A sinala uma pressão incorrecta.

«Encha pneus auto-estrada»


A velocidade de rotação das rodas não
está adaptada à pressão de enchi-
mento dos pneus. Reduza a velocidade
ou encha os quatro pneus à «pressão
auto-estrada» (consulte «pressões de
enchimento dos pneus»).
B «Furo»
A roda B indica a presença de um furo
ou uma perda de pressão significativa.
Afixação «Sensores pneus ausentes» ou Substitua o pneu em causa ou chame
«Mandar verificar sensores pneus» um representante da marca, se tiver
O visor 1 no quadro de instrumentos um furo. Encha os pneus à pressão
informa-o sobre eventuais anomalias Uma roda A, que «desaparece», indica
preconizada, se a roda estiver pouco
(pneu com baixa pressão, pneu furado, a ausência do sensor dessa roda
cheia.
sistema desactivado…). (quando, por exemplo, a roda sobres-
salente estiver montada no veículo...) Esta mensagem é acompanhada do
ou uma avaria nesse sensor. testemunho ®.

2.20
Sistema de controlo da pressão dos pneus (3/3)
Roda sobressalente
Nos veículos que a tenham, a roda so-
bressalente não tem sensor. Se esti-
ver montada no veículo, a mensagem
«sensores pneus ausentes» afixa-se
C D no quadro de instrumentos.

3 Substituição de rodas/pneus
Este sistema obriga à utilização de
3 F E equipamentos específicos (rodas,
pneus, tampões de roda...).
Consulte um representante da marca
4 para substituir os pneus e saber quais
os acessórios compatíveis com o sis-
tema e disponíveis nas Boutiques da
Rodas intermutáveis Para identificar facilmente a posição
marca: a utilização de acessórios de
Se desejar trocar a posição das rodas, correcta da roda, verifique a cor do
anel 4 (eventualmente, depois de o qualquer outra origem poderá afectar o
dirija-se a um representante da marca
limpar) que se encontra em volta de bom funcionamento do sistema.
para reinicializar o sistema.
cada uma das válvulas:
C anel amarelo Aerossóis tapa-furos
D anel preto Devido à especificidade das válvulas,
utilize apenas os aerossóis homologa-
E anel vermelho dos pelos nossos serviços técnicos.
F anel verde

Cada um dos sensores implantados nas válvulas 3 destina-se ao con-


trolo de uma dada roda; por essa razão, é imperativo reinicializar o sis-
tema se a posição das rodas for trocada.
Haveria perigo de informação errada, com consequências graves.

2.21
Dispositivos de correcção E de auxílio à condução (1/5)
Nalgumas versões, são constituídos ABS (antiblocagem de rodas) Anomalias de funcionamento:
por:
– ABS (antiblocagem de rodas);
– o ESC (controlo de estabilidade
Aquando de uma travagem intensiva,
a acção do ABS evita a blocagem das
rodas, permitindo, por conseguinte, do-
– ©e x acesos no quadro
de instrumentos acompanhados
dinâmica) com controlo de sub- minar a distância de paragem e manter pelas mensagens «Mandar verificar
viragem e sistema antipatinagem o controlo do veículo. o ABS», «Mandar verificar os tra-
ASR; vões» e «Mandar verificar ESC»:
– auxílio à travagem de urgência Nestas condições, manobras um
pouco bruscas para evitar um obstá- isto indica que o ABS, o ESC e o
com, consoante o veículo, anteci- auxílio à travagem de emergência
pação da travagem; culo, com acção no travão, são agora
admissíveis. Além disso, este sistema estão desactivados. A travagem
– rodas traseiras direccionais. continua assegurada;
permite optimizar as distâncias de pa-
ragem, ainda que a aderência de uma
ou de várias rodas seja precária (piso
– xD , , © e ®
acesos no quadro de instrumen-
Estas funções constituem molhado, etc.). tos acompanhados pela mensagem
um auxílio suplementar em A entrada em acção do dispositivo ma- «Avaria no sistema de travagem»:
situações de condução crí- nifesta-se por uma vibração do pedal isto indica uma falha nos disposi-
tica, por adaptar o compor- de travão. O ABS não permite, em caso tivos de travagem.
tamento do veículo ao tipo de con- algum, aumentar os desempenhos fisi-
camente ligados às condições de ade- Nas duas situações, consulte um re-
dução.
rência dos pneus ao solo. As regras presentante da marca.
Todavia, as funções não intervêm de prudência devem ser imperativa-
em lugar do condutor. Não au- mente respeitadas (distância entre ve-
mentam as potencialidades do ículos, etc.).
veículo e não devem ser toma-
das como convite à condução a
alta velocidade. Por isso, em caso A travagem é parcialmente
algum as funções poderão substi- assegurada. No entanto,
tuir a vigilância e a responsabilidade Em caso de urgência, o pedal é perigoso travar brus-
do condutor (este deve manter-se de travão deve ser accionado a camente e impõe uma
atento a situações imprevistas e de- fundo, forte e continuamente. paragem imperativa e imediata,
licadas que possam surgir durante Não é necessário fazê-lo por pres- compatível com as condições de
a condução). sões sucessivas. O ABS modulará circulação. Chame um represen-
a força aplicada no sistema de tra- tante da marca.
vagem.

2.22
Dispositivos de correcção e de auxílio à condução (2/5)
Auxílio ao arranque em
subida
Este dispositivo ajuda-o a arrancar em
subida. Impede que o veículo recue,
consoante o grau de inclinação do piso, O sistema de auxílio ao ar-
intervindo na força de travagem dos ranque em subida não pode
travões, quando o condutor levanta o impedir totalmente o veí-
pé do pedal de travão para accionar o culo de recuar, em todas as
acelerador. situações (piso extremamente incli-
Funcionamento do sistema nado…).

O sistema só funciona se a alavanca O condutor pode, em qualquer


de velocidades não estiver em ponto- caso, accionar o pedal de travão e,
morto (posição diferente de N ou P nas desta forma, impedir que o veículo
caixas de velocidades automáticas) e o recue.
veículo estiver completamente parado O sistema de auxílio ao arranque
(pedal de travão premido). em subida não deve ser utilizado
O sistema retém o veículo durante, para parar o veículo durante muito
aproximadamente, 2 segundos. Em tempo; para isso, utilize o pedal de
seguida, a força de travagem é aliviada travão.
progressivamente (o veículo desliza Esta função não foi concebida para
em função da inclinação do piso). imobilizar o veículo de forma per-
manente.
Se necessário, utilize o pedal de
travão para parar o veículo.
O condutor deve manter-se particu-
larmente vigilante quando circular
em pisos escorregadios ou pouco
aderentes e/ou muito inclinados.
Perigo de ferimentos graves.

2.23
Dispositivos de correcção e de auxílio à condução (3/5)
Controlo de estabilidade Controlo de subviragem Anomalias de funcionamento
dinâmica ESC com controlo Este sistema optimiza a acção do ESC Quando o sistema detecta uma ano-
de subviragem e sistema em caso de subviragem acentuada malia de funcionamento, a mensagem
antipatinagem ASR (perda de aderência do eixo dianteiro). «Mandar verificar ESC» e o indicador
© são afixados no quadro de ins-
Controlo de estabilidade dinâmica Sistema antipatinagem ASR trumentos. Neste caso, os sistemas
ESC Este sistema destina-se a limitar a pati- ESC e ASR estão desactivados.
Este sistema ajuda a manter a esta- nagem das rodas motrizes e a conser- Consulte um representante da marca.
bilidade do veículo em situações «crí- var a trajectória do veículo em situa-
ticas» de condução (contorno de um ções de arranque, de aceleração ou de
obstáculo, perda de aderência em desaceleração.
curva, etc.). Princípio de funcionamento
Através dos sensores de rodas, o sis-
Princípio de funcionamento tema mede e compara, constante-
O volante possui um sensor que per- mente, a velocidade das rodas motri-
mite ao sistema reconhecer o tipo de zes e detecta uma eventual falta de
condução escolhido pelo condutor. aderência. Quando uma roda tem ten-
Há outros sensores, distribuídos pelo dência para patinar, o sistema travaa
veículo, que permitem avaliar a sua tra- até que a sua motricidade se torne
jectória real. compatível com o nível de aderência
ao piso.
O sistema compara as manobras do
condutor com a trajectória real do ve- O sistema também actua no regime do
ículo e corrige esta última, se neces- motor, em função da aderência pos-
sário, actuando sobre a travagem de sível ao piso, independentemente da
algumas rodas e/ou sobre a potência pressão exercida no pedal do acelera-

do motor; o indicador  pisca no


quadro de instrumentos se o sistema
dor.

entrar em funcionamento.

2.24
Dispositivos de correcção e de auxílio à condução (4/5)
O sistema antipatinagem ASR é um Acendimento do sinal de perigo
dispositivo de segurança suplementar; Nalgumas versões, estas luzes pode-
por isso, aconselhamo-lo a que a utilize rão acender-se em caso de forte desa-
em todas as deslocações. Active-a no- celeração.
vamente logo que possível; para isso,
prima novamente o interruptor 1. Anomalias de funcionamento
Quando o sistema detecta uma ano-
Nota: a função é automaticamente re- malia de funcionamento, a mensagem
activada ao ligar a ignição ou logo que «Mandar verificar os travões» aparece
o veículo ultrapasse a velocidade de, no quadro de instrumentos em simultâ-
1 aproximadamente, 40 km/h.
neo com o indicador ©.
Consulte um representante da marca.
Auxílio à travagem de
urgência Antecipação da travagem
Trata-se de um sistema complementar Nalgumas versões, quando o condu-
ao ABS que ajuda a reduzir as distân- tor retira rapidamente o pé do pedal de
Neutralização da função ASR acelerador, o sistema antecipa a trava-
cias indispensáveis à paragem do ve-
Em algumas circunstâncias (condução ículo. gem para reduzir as distâncias de pa-
em piso pouco aderente: neve, lama, ragem.
etc. ou condução com pneus com cor- Princípio de funcionamento Casos particulares
rentes), o dispositivo pode reduzir a Ao utilizar o regulador de velocidade:
O sistema identifica uma situação de
potência do motor para limitar a pati- – se utilizar o pedal de acelerador, ao
travagem de urgência. Neste caso, o
nagem. Quando este não for o efeito aliviar a pressão no pedal, o sistema
auxílio à travagem desenvolve instan-
pretendido, a função pode ser desacti- pode activar-se;
taneamente a sua máxima potência
vada: prima o interruptor 1. – se não utilizar o pedal de acelerador,
para atingir o mais rapidamente possí-
A mensagem «Antipatinagem desac- o sistema não se activará.
vel a regulação ABS.
tivada» afixa-se no quadro de instru-
mentos, para o avisar. A travagem com ABS mantém-se en-
quanto o pedal de travão estiver accio-
nado.

2.25
Dispositivos de correcção e de auxílio à condução (5/5)
Anomalias de funcionamento
A B – Se o indicador © se afixar no
quadro de instrumentos acompa-
nhado pela mensagem «Mandar ve-
rificar a direcção»: consulte um re-
presentante da marca.
– Se o indicador ® se afixar no
quadro de instrumentos acompa-
nhado pela mensagem «Avaria na
direcção», isto indica uma falha do
sistema.

Rodas traseiras direccionais Ao circular a velocidades superiores a


Nos veículos assim equipados, este
60 km/h, as rodas traseiras orientam- ® impõe-lhe que pare
-se no mesmo sentido das rodas dian- imediatamente. Não se es-
sistema permite, com o veículo em an- teiras (figura B), para optimizar a esta-
damento, orientar as rodas traseiras queça, contudo, das condi-
bilidade do veículo. Isto é muito útil ao ções de circulação. Chame um re-
em função das condições de condu- mudar de via, ao curvar, etc.
ção: a baixa velocidade, este sistema presentante da marca.
privilegia a manobrabilidade, a veloci- A eventual colisão de um objecto
dades mais elevadas, optimiza a esta- (por exemplo, contacto com um pi-
bilidade. larete, um passeio mais elevado ou
Ao circular a baixa velocidade, as qualquer outro objecto no solo) na
rodas traseiras orientam-se no sentido parte inferior do veículo, pode dani-
inverso das rodas dianteiras (figura A), ficá-lo (deformação de um eixo).
para melhorar a maneabilidade do ve- Para evitar o risco de acidente,
ículo. Isto é muito útil em percursos mande verificar o seu veículo num
urbanos, em estradas sinuosas, ao representante da marca.
efectuar manobras num parque de es-
tacionamento, etc.

2.26
Regulador/limitador de velocidade: função limitador (1/3)

2 3 4 5 6

O limitador de velocidade é uma função Comandos Funcionamento


que lhe permite decidir a que veloci-
dade máxima, designada por veloci- 1 Interruptor geral ON/OFF. Prima o interruptor 1 do lado  . O
dade limitada, pretende circular. 2 Activação, memorização e variação testemunho 6 acende-se a cor-de-la-
crescente da velocidade limitada (+). ranja e a palavra «limitador» seguida
de traços aparece no quadro de instru-
3 Activação, memorização e varia- mentos, para indicar que a função «li-
ção decrescente da velocidade limi- mitador de velocidade» está activa e a
tada (-). aguardar indicação de uma velocidade
4 Suspensão da função (com memori- limitada.
zação da velocidade limitada) (O). Para memorizar a velocidade do
momento, prima o interruptor 2 (+)
5 Activação, memorização e chamada ou 3 (- ): a velocidade limitada substitui
da velocidade limitada (R). os traços. Só poderão ser memoriza-
das velocidades superiores a 30 km/h.

2.27
Regulador/limitador de velocidade: função limitador (2/3)
Variação da velocidade Impossibilidade de respeitar a
limitada velocidade limitada
Para alterar a velocidade limitada, Em caso de descida com forte incli-
prima várias vezes consecutivas o nação, o sistema pode não conseguir
contactor 2 (+) para aumentar a velo- manter o veículo a circular à velocidade
cidade, ou o contactor 3 (-) para a di- limitada; se assim for, a velocidade me-
2 3 4 5 minuir. morizada pisca no quadro de instru-
mentos para o informar dessa situação.

Ultrapassagem da velocidade
limitada
Pode, em qualquer momento, ultrapas-
sar a velocidade limitada; para isso,
prima com força e a fundo o pedal
do acelerador (para além do «ponto
Condução duro»).
Se o veículo rolar a uma velocidade in- Durante o tempo de ultrapassagem da
ferior à velocidade memorizada, tudo velocidade, esta pisca no quadro de
se passa como se o veículo não tivesse instrumentos.
limitador de velocidade. Em seguida, largue o pedal do acelera-
Logo que o veículo atinja a velocidade dor: a função «limitador de velocidade»
seleccionada, qualquer acção no pedal é recuperada logo que o veículo atinja
de aceleração não terá qualquer efeito. uma velocidade inferior à da veloci-
Só poderá ultrapassar esse valor em dade limitada.
caso de emergência (consulte «ultra-
passagem da velocidade limitada»).

A função «limitador de ve-


locidade» não actua, em
nenhuma circunstância, no
sistema de travagem.

2.28
Regulador/limitador de velocidade: função limitador (3/3)
Chamada da velocidade
limitada
Para chamar uma velocidade memori-
zada, prima o contactor 5 (R).

2 3 4 5

Interrupção da função Paragem da função


A função limitador de velocidade pode A função limitador de velocidade é in-
ser suspensa; para isso, prima a tecla 4 terrompida se premir o interruptor 1;
(O). Neste caso, a velocidade limitada neste caso, a velocidade limitada
mantém-se memorizada e a mensa- deixa de estar memorizada. A extinção
gem «em memória», em simultâneo do testemunho cor-de-laranja  no
com a velocidade, aparece no quadro quadro de instrumentos confirma a pa-
de instrumentos. ragem da função.

Se o regulador estiver suspenso,


uma pressão nos contactores 2 (+)
ou 3 (-) reactiva a função sem que
o dispositivo tenha em conta a ve-
locidade anteriormente memori-
zada: a velocidade de referência
será aquela a que o veículo circula
nesse momento.

2.29
Regulador-limitador de velocidade: função regulador (1/4)

2 3 4 5

1
Esta função constitui uma
ajuda suplementar à condu-
ção. Todavia, a função não
intervém em lugar do con-
O regulador de velocidade permite- dutor. Por isso, em caso algum, o Comandos
lhe conduzir a uma velocidade estabi- sistema poderá substituir o respeito
lizada, dita velocidade de regulação. pelas limitações de velocidade, nem 1 Interruptor geral ON/OFF.
O sistema só é operacional para veloci- a vigilância (esteja sempre pronto a 2 Activação, memorização e varia-
dades superiores a 30 km/h. travar em todas as circunstâncias), ção crescente da velocidade de
nem a responsabilidade do condu- regulação (+).
tor. O regulador de velocidade não 3 Activação, memorização e varia-
deve ser utilizado quando as con- ção decrescente da velocidade de
dições de circulação o não permi- regulação (-).
tirem (tráfego denso, estrada com 4 Suspensão da função (com me-
gelo, gravilha, etc.) e as condições morização da velocidade de regu-
meteorológicas forem adversas (ne- lação) (O).
voeiro, chuva, vento lateral…). 5 Activação, memorização e cha-
mada da velocidade de regulação
Risco de acidente. (R).
A função regulador de ve-
locidade não actua, em ne-
nhuma circunstância, no
sistema de travagem.

2.30
Regulador-limitador de velocidade: função regulador (2/4)

6 2 3 4 5

7
1

Funcionamento Regulação da velocidade Condução


Prima o interruptor 1, do lado . A uma velocidade estabilizada (su- Com uma velocidade de regulação e
perior a 30 km/h), prima a tecla 2 (+) uma distância de segurança progra-
O testemunho 6 acende-se a verde e a
ou 3 (- ): a função é activada e a veloci- madas, o condutor pode retirar o pé do
palavra «regulador» seguida de traços
dade do momento é memorizada. pedal do acelerador.
aparece no quadro de instrumentos,
para indicar que a função «regulador» A activação da função é confirmada
está activa e a aguardar indicação de pela iluminação do testemunho 7, a
uma velocidade de regulação. verde, e do testemunho 6.

Atenção: todavia, é acon-


selhável manter os pés
perto dos pedais, de modo
a estar pronto a intervir se
tal for necessário.

2.31
Regulador-limitador de velocidade: função regulador (3/4)
Ultrapassagem da velocidade
de regulação
A velocidade de regulação pode ser
ultrapassada em qualquer altura; para
isso, prima o pedal do acelerador.
2 3 4 5 Durante o tempo de ultrapassagem da
velocidade, o valor da velocidade regu-
lada pisca no quadro de instrumentos.
Em seguida, retire o pé do pedal do
acelerador; alguns segundos depois,
o seu veículo volta automaticamente à
velocidade de regulação inicial.

Impossibilidade de respeitar a
velocidade regulada
Variação da velocidade de Em caso de descida com forte incli-
regulação nação, o sistema pode não conseguir
A velocidade de regulação pode ser al- manter a velocidade de regulação; se
terada. Prima várias vezes: assim for, a velocidade memorizada
pisca no quadro de instrumentos para
– o contactor 2 (+), para aumentar a o informar dessa situação.
velocidade,
– o contactor 3 (-), para diminuir a ve-
locidade.

A função regulador de ve-


locidade não actua, em ne-
nhuma circunstância, no
sistema de travagem.

2.32
Regulador-limitador de velocidade: função regulador (4/4)
Chamada da velocidade de
regulação
Antes de chamar uma velocidade me-
morizada, assegure-se de que as
condições de circulação o permitem
(estado do trânsito e do piso, condi-
2 3 4 5 ções meteorológicas, etc.). Quando a
velocidade do veículo ultrapassar os
30 km/h, prima o contactor 5 (R).
Nota: se a velocidade anteriormente
memorizada for muito superior à velo-
cidade actual do veículo, o sistema pro- 1
vocará uma forte aceleração até atingir
a velocidade definida.

Interrupção da função Paragem da função


A função é suspensa se premir: A função regulador de velocidade é in-
– a tecla 4 (O); terrompida se premir o interruptor 1;
neste caso, a velocidade limitada deixa
– o pedal de travão; de estar memorizada. A paragem da
– o pedal da embraiagem, ou, nos veí- função é confirmada pela extinção
culos com caixa automática, se colo- dos testemunhos verdes  e  no
car a alavanca na posição de ponto-- quadro de instrumentos.
morto.
Nos três casos, a velocidade de re-
gulação mantém-se memorizada e a Se o regulador estiver suspenso,
mensagem «em memória» afixa-se no uma pressão no contactor 2 (+) A interrupção ou a paragem
quadro de instrumentos. ou 3 (-) reactiva a função sem que da função «regulador de
o dispositivo tenha em conta a ve- velocidade» não provoca a
A suspensão da função é confirmada locidade anteriormente memori- diminuição rápida da velo-
pela extinção do testemunho . zada: a velocidade de referência cidade; para isso, é necessário que
será aquela a que o veículo circula trave, premindo o pedal de travão.
nesse momento.

2.33
AUXÍLIO AO ESTACIONAMENTO (1/3)
Princípio de funcionamento
Os detectores por ultra-sons que, con-
soante a versão do veículo, podem 1
estar instalados no pára-choques dian-
teiro e/ou no pára-choques traseiro,
«medem» a distância entre o veículo e
um obstáculo.
Esta detecção é traduzida por sinais
sonoros cuja frequência vai aumen-
tando à medida que diminui a distân-
cia para o obstáculo, até se tornar um 2
som contínuo, que o previne de que se
encontra a cerca de 25 centímetros do
obstáculo.

Regulação do volume sonoro


do sistema de auxílio ao
estacionamento
No ecrã das funções personalizáveis
do veículo (consulte «funções perso-
Esta função é um dispositivo complementar de segurança que, através nalizáveis do veículo», no capítulo 1),
de sinais sonoros, lhe indica a distância a que o veículo se encontra de seleccione a linha «auxílio ao estacio-
um obstáculo, quando tem a mudança de marcha-atrás engrenada. namento volume», faça a sua escolha
e valide, premindo uma das teclas  1
Todavia, em caso algum pode substituir o condutor nos cuidados e na ou 2.
responsabilidade que este deve ter durante as manobras de marcha-atrás.
O condutor deve manter-se atento aos imprevistos que possam surgir durante a
condução, como, por exemplo, obstáculos móveis (criança, animal, carrinho de
criança, bicicleta...) ou demasiado pequenos ou finos (pedras de pequena di-
mensão, um pau fino...) para serem detectados pelo sistema.

2.34
AUXÍLIO AO ESTACIONAMENTO (2/3)

Auxílio ao estacionamento Activação/desactivação automática Auxílio ao estacionamento


dianteiro do auxílio ao estacionamento traseiro
(consoante a versão do veículo) dianteiro (consoante a versão do veículo)
Funcionamento O sistema desactiva-se: Funcionamento
– quando o travão-de-mão automático Ao engrenar a marcha-atrás, qualquer
O sistema de auxílio ao estaciona- é accionado;
mento só está activo enquanto o veí- objecto a menos de, aproximadamente,
– quando a velocidade do veículo é 1,50 metro da traseira do veículo é de-
culo se deslocar a uma velocidade infe- superior a cerca de 10 km/h;
rior a cerca de 10 km/h. tectado pelo sistema, que provoca a
– quando o veículo está parado du- emissão de um sinal sonoro.
O sistema detecta qualquer objecto rante mais de cinco segundos, apro- Se forem detectados obstáculos à
que se encontre a menos de 60 centí- ximadamente (caso, por exemplo, frente e atrás do veículo, é considerado
metros, aproximadamente, da dianteira de um engarrafamento, de paragem o que estiver mais próximo e o corres-
do veículo. num semáforo…); pondente sinal sonoro será emitido. A
– quando a alavanca de velocidades detecção simultânea de obstáculos à
O visor A afixa as zonas de detecção e está em ponto-morto ou, nos veícu-
é emitido um bip. frente e atrás do veículo, numa distân-
los com caixa automática, na posi- cia inferior a 30 centímetros, provocará
ção N ou P; a emissão alternada dos sinais sonoros
correspondentes aos sistemas dian-
teiro e traseiro.
2.35
AUXÍLIO AO ESTACIONAMENTO (3/3)
Desactivação prolongada do Particularidades
sistema Cuide para que estes detectores ultra-
O auxílio ao estacionamento dianteiro sons não sejam tapados (sujidades,
e traseiro pode ser desactivado de lama, neve, etc..)
forma independente, de modo durável.
No ecrã das funções personalizáveis Anomalias de funcionamento
do veículo (consulte «funções perso- Quando o sistema detecta uma ano-
nalizáveis do veículo», no capítulo 1), malia de funcionamento emite um sinal
seleccione a linha «auxílio ao estacio- sonoro, durante cerca de 5 segundos,
namento dianteiro» ou «auxílio ao es- para o avisar. Consulte um represen-
tacionamento traseiro» e active ou de- tante da marca.
sactive o sistema:

< função desactivada;

= função activada.

A eventual colisão de um
objecto (por exemplo, con-
tacto com um pilarete, um
passeio mais elevado ou
qualquer outro objecto no solo) na
parte inferior do veículo pode dani-
ficá-lo (por exemplo, deformação de
um eixo...). Quando o veículo circula a uma
velocidade inferior a cerca de
Para evitar o risco de acidente, sonoro, durante cerca de 5 segun-
mande verificar o seu veículo num dos, 10 km/h, certas fontes de ruído
representante da marca. (moto, camião, martelo pneumá-
tico…) podem provocar a emissão
de sinais sonoros.

2.36
Caixa de velocidades automática (1/3)
Condução em modo
4 automático
Coloque a alavanca na posição D. Na
1 3 maior parte das condições de circula-
ção, não terá que tocar mais na ala-
vanca: as mudanças de relação ocor-
5 rerão sozinhas, na devida altura e no
2 9 regime conveniente do motor, porque o
6 «automatismo» tem em conta a carga
do veículo, o perfil da estrada e o estilo
de condução escolhido.

Condução económica
8 7 Em estrada, deixe sempre a alavanca
na posição D, porque, desta forma, se
mantiver o pedal do acelerador pouco
Alavanca de selecção 1 Arranque do motor premido, as mudanças de relação ocor-
O visor 3, situado no quadro de instru- Com a alavanca de selecção 1 na po- rerão automaticamente num regime de
mentos, informa-o do modo e da rela- sição P, accione o motor de arranque. motor mais baixo.
ção em curso. Para sair da posição P, é imperativo
Acelerações e ultrapassagens
4 : P: parque que carregue no pedal de travão antes
Prima a fundo o pedal do acelerador
5 : R: marcha-atrás de premir o botão de destravamento 2.
(até ultrapassar o ponto duro do pedal).
6 : N : neutra (ponto morto) Prima o pedal de travão (o testemunho
Isso provocará, na medida das pos-
c no visor 3 apaga-se) e retire a ala- sibilidades do motor, uma redução
7 : D: modo automático vanca da posição P. para a relação de caixa mais ade-
8: modo manual A passagem da alavanca para a po- quada às circunstâncias.
9 : zona de afixação do modo ou da sição D ou R só deve ser feita com
relação de caixa seleccionada o veículo parado, o pé no travão e o
em modo manual pedal do acelerador levantado.

2.37
Caixa de velocidades automática (2/3)
Condução em modo manual Situações excepcionais Paragem do veículo
Com a alavanca de selecção na po- – Se o perfil da estrada e a sua si- Logo que o veículo esteja imobilizado,
sição D, empurre-a para a esquerda. nuosidade não permitirem manter a mantenha o pé no pedal de travão e co-
Impulsos sucessivos na alavanca per- condução em modo automático (por loque a alavanca na posição P: a caixa
mitem efectuar as mudanças de veloci- exemplo, em montanha), aconse- de velocidades fica em ponto-morto e
dade manualmente: lha-se a que passe à condução em as rodas motrizes são travadas meca-
– para baixar de relação, impulsione a modo manual. nicamente pela transmissão.
alavanca para trás; Esta acção permite evitar as fre- Accione o travão-de-mão ou, nas
quentes mudanças de velocidades versões assim equipadas, assegure-
– para subir de relação, impulsione a impostas pelo «automatismo» e
alavanca para a frente. -se de que o travão-de-mão automá-
obter uma boa travagem-motor em tico está activado.
A relação de caixa seleccionada afixa- caso de descida acentuada.
-se no quadro de instrumentos. – Com tempo muito frio, para evitar
que o motor «se vá abaixo», espere
alguns instantes antes de sair da po-
Casos particulares sição P ou N e colocar a alavanca
Nalgumas situações de condução (ex.: em D ou R.
protecção do motor, activação do sis-
– Veículo sem sistema de antipati-
tema de controlo de estabilidade dinâ-
nagem: em piso escorregadio ou de
mica: ESC...) o «automatismo» pode
fraca aderência, para evitar a pati- A eventual colisão de um
impor uma determinada relação.
nagem no arranque, aconselha-se a objecto (por exemplo, con-
Da mesma forma, para evitar «mano- utilizar o modo manual e a engrenar tacto com um pilarete, um
bras erradas», a passagem a determi- a segunda relação antes de arran- passeio mais elevado ou
nada relação pode ser recusada pelo car. qualquer outro objecto no solo) na
«automatismo»; neste caso, a afixação
parte inferior do veículo pode dani-
pisca durante alguns segundos para o
ficá-lo (por exemplo, deformação de
avisar desse facto.
um eixo...).
Para evitar o risco de acidente,
Com tempo muito frio, o sistema mande verificar o seu veículo num
pode impedir a passagem das rela- representante da marca.
ções em modo manual, até que a
caixa de velocidades atinja a tem-
peratura adequada.

2.38
Caixa de velocidades automática (3/3)
Anomalias de funcionamento
– Em andamento, se aparecer a
mensagem «Mandar verificar caixa
velocidades» acompanhada pelo
indicador © no quadro de ins-
trumentos, indica uma falha.
Consulte, logo que possível, um re- 10
presentante da marca. 2
– Em andamento, se aparecer a
mensagem «sobreacquecimento Cx
velocidades» acompanhada pelo
indicador © no quadro de ins-
trumentos, pare para deixar arrefe-
cer a caixa de velocidades.
Consulte, logo que possível, um re- Ao pôr o motor a trabalhar, se a ala-
presentante da marca. vanca ficar bloqueada na posição P,
com o pé no pedal de travão e o botão
– Desempanagem de um veículo
de destravamento 2 premido, é possí-
com caixa de velocidades auto-
vel desbloqueá-la manualmente. Para
mática: consulte «reboque», no ca-
isso, introduza um objecto no orifício 10
pítulo 5.
e, ao mesmo tempo, prima o botão de
destravamento 2 situado na alavanca.

2.39
2.40
Capítulo 3: Conforto

Arejadores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.2
Aquecimento e ar condicionado manual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.4
Climatização automática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.6
Ar condicionado: informações e conselhos de utilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.10
Elevadores eléctricos de vidros, tecto de abrir eléctrico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.11
Pala-de-sol . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.14
Iluminação interior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.15
Arrumações no habitáculo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.17
Cinzeiro, isqueiro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.21
Tomada de acessórios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.21
Apoios-de-cabeça traseiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.22
Banco traseiro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.23
Porta-bagagens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.24
Óculo traseiro de abrir. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.25
Prateleira traseira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.26
Tapa-bagagens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.27
Arrumações no porta-bagagens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.28
Transporte de objectos:. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.30
no porta-bagagens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.30
atrelagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.31
Rede de separação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.32
Equipamentos multimédia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.35
3.1
AREJADORES, saídas de ar (1/2)

1 2 3 4 5 6 7

9 8
10

1 entrada para desembaciamento do


vidro lateral esquerdo
2 arejador lateral esquerdo 6 entrada de ar para desembacia-
3 entradas para desembaciamento do mento de vidro lateral direito
pára-brisas 7 arejador lateral direito
4 arejador superior de painel de bordo 8 entradas de ar quente/frio para os
5 bloco de comandos do ar condicio- pés dos ocupantes
nado 9 arejadores centrais
10 arejadores dos passageiros trasei-
ros

3.2
AREJADORES, saídas de ar (2/2)

1 2

1
3

Caudal Orientação Para eliminar os maus odores no seu


veículo, utilize exclusivamente dispo-
Manobre o comando 1 (para além do Na horizontal: manobre as linguetas 2 sitivos concebidos para esse efeito.
ponto duro). para a direita ou para a esquerda. Consulte um representante da marca.
Para cima: abertura máxima. Na vertical: manobre as linguetas 2
Para baixo: fecho. para cima ou para baixo.

Manobre o comando 3 (para além do


ponto duro).
Para a direita: máxima abertura.
Para a esquerda: fecho.
Não introduza nada no cir-
cuito de ventilação do veí-
culo (por exemplo, para eli-
minar um mau odor...).
Risco de degradação ou de in-
cêndio.

3.3
Aquecimento e ar condicionado manual
Activação ou paragem do ar As setas situadas na zona a do visor 3
condicionado combinam-se para o informar da repar-
A tecla 1 permite activar (testemunho tição escolhida:

3 a
aceso) e desactivar (testemunho apa-
gado) o funcionamento do sistema de
ar condicionado.
§ o fluxo de ar é dirigido para a
entrada situada na parte supe-
rior do painel de bordo (esta posição
2 permite uma maior distribuição do ar
4 A utilização do ar condicionado ventilado).
1 permite:
5 – baixar a temperatura no interior do
habitáculo;
„ o fluxo de ar é dirigido para os
arejadores do painel de bordo
(esta posição permite aquecer ou arre-
8 – desembaciar rapidamente os vidros.
fecer mais rapidamente o habitáculo).
O ar condicionado não funciona quando
7 6 a temperatura exterior é muito baixa. ƒ
geiros.
o fluxo de ar é dirigido sobre-
tudo para os pés dos passa-

Comandos Regulação da temperatura do


1 Ar condicionado. ar
Manobre o comando 2 em função da
‚ o fluxo de ar é dirigido para os
arejadores de desembacia-
mento de pára-brisas e dos vidros late-
2 Temperatura do ar. temperatura desejada. Quanto maior rais (esta posição permite limitar o em-
3 Visor. for o número de traços acesos no baciamento dos vidros).
4 Velocidade de ventilação. visor, mais elevada será a temperatura.
Quanto menor for o número de traços
5 Repartição do ar no habitáculo. acesos no visor, mais baixa será a tem- Paragem do sistema
6 Degelo/desembaciamento do óculo peratura. Prima várias vezes a parte inferior do
traseiro e, nalgumas versões, dos botão 4, até que o sistema pare. Para
retrovisores. o activar, prima a parte superior do
Repartição do ar no botão 4.
7 Função «voir clair» (desembacia- habitáculo
mento rápido). Há seis possibilidades de repartição do
8 Reciclagem de ar. ar. Prima a tecla 5, para as visualizar.
Informações e conselhos de utiliza-
ção: consulte o fim deste item.

3.4
Aquecimento e ar condicionado manual (cont.)
Posição 0 (ventilador da zona b Activação da reciclagem do
vazio) ar
O sistema está parado: a velocidade de Prima a tecla 8 de reciclagem do ar: o
ventilação do ar no habitáculo é nula, testemunho acende-se.
com o veículo parado. No entanto, em
b andamento, poderá sentir um fraco Nestas condições, o ar é recolhido no
caudal de ar devido à deslocação do habitáculo e reciclado, sem admissão
4 veículo. de ar exterior.
1
A reciclagem do ar permite:
8 Função «voir clair» – isolar-se do exterior (circulação em
(desembaciamento rápido) zonas poluídas…);
– baixar mais rapidamente a tempera-
Prima a tecla 7: o testemunho inte- tura do habitáculo.
grado acende-se.
7 6
Esta função permite um degelo e um
Regulação da velocidade de desembaciamento rápidos do pára-
ventilação -brisas, do óculo traseiro, dos vidros
laterais dianteiros e dos retrovisores
Utilização normal exteriores (consoante o veículo). Esta
função activa automaticamente o ar
Ao premir a parte superior ou a parte
condicionado e o degelo do óculo tra-
inferior do botão 4, faz aumentar ou
seiro. A utilização prolongada da recicla-
diminuir a velocidade de ventilação:
quanto mais preenchida estiver a ven- Para desactivar o degelo do óculo tra- gem de ar pode provocar o emba-
toinha visível na zona b, maior é a ve- seiro, prima a tecla 6: o testemunho in- ciamento dos vidros laterais e do
locidade de ventilação. tegrado apaga-se. pára-brisas, para além de odores
devidos ao ar não-renovado no ha-
Nota: para manter um nível de con- Prima a tecla 4, para modificar a veloci- bitáculo.
forto, aconselhamo-lo a utilizar uma po- dade de ventilação.
sição compreendida entre 3 e 5 meias- Aconselha-se, por conseguinte, a
Para desactivar esta função, prima que passe ao funcionamento normal
pás. novamente a tecla 7. (ar exterior); para isso, prima nova-
mente o botão 8 logo que a recicla-
gem do ar não seja necessária.

3.5
ar condicionado automático (1/4)
Andamento para a frente Regulação da temperatura
2 3 4 automático Prima uma das teclas 1 ou 5 para au-
O ar condicionado automático é um sis- mentar ou diminuir a temperatura. Se
tema que garante (excepto em casos premir a tecla 3 durante mais de 2 se-
12 de utilização extremos) o máximo con- gundos regula a temperatura do lado
forto no habitáculo e assegura um bom do passageiro em vez da temperatura
1 11 5 nível de visibilidade, com o melhor con- do lado do condutor.
sumo. O sistema actua na velocidade Particularidade: as regulações extre-
10 6 de ventilação, na repartição do ar, na mas permitem ao sistema produzir o
reciclagem de ar e na temperatura do máximo frio ou o máximo quente («LO»
ar, para além de activar e desactivar o e «HI» afixam-se no ecrã 12).
ar condicionado. Este modo é constitu-
9 8 7 ído por três programas:
Paragem do sistema
AUTO: optimização para atingir o nível
de conforto escolhido em função das Prima várias vezes a parte inferior do
Comandos condições exteriores. Prima a tecla 3. botão 11, até que o sistema pare. Para
o activar, prima a parte superior do con-
1 e 5 Temperatura do ar. SOFT: optimização suave para atingir o tactor 11 ou um dos contactores 2, 3
2, 3 e 4 Programas automáticos. nível de conforto desejado. O nível de ou 4.
conforto é mantido mais suave e silen-
6 Repartição do ar no habitáculo. ciosamente. Prima a tecla 2.
7 Degelo/desembaciamento do óculo FAST: acentua a acção do sistema
traseiro e, nalgumas versões, dos para atingir rapidamente o nível de
retrovisores. conforto desejado. Utilize este pro-
8 Função «voir clair» (desembacia- grama se transportar passageiros nos
mento rápido). bancos traseiros. Prima a tecla 4.
9 Reciclagem de ar.
10 Ar condicionado.
11 Velocidade de ventilação.
12 Visor. Algumas teclas dispõem de tes-
temunho de funcionamento que
indica o estado da função.

3.6
ar condicionado automático (2/4)
3 Activação ou paragem do ar
condicionado
Em modo automático, o sistema co-
manda a activação e a desactivação do
ar condicionado, em função das condi-
12 ções climatéricas.
Prima a tecla 10, para forçar a para-
11 gem do ar condicionado.
10

Utilize, de preferência, o modo


automático, seleccionando um Os valores de temperatura afixados
Modificação da velocidade de dos programas pré-definidos traduzem um nível de conforto.
ventilação AUTO, SOFT ou FAST. Aquando do arranque do veículo,
No modo automático, o sistema calcula No modo automático (testemunho o facto de aumentar ou diminuir o
a melhor velocidade de ventilação para da tecla 3 aceso), todas as funções valor afixado não permite, em caso
atingir e manter a temperatura. do ar condicionado são comanda- algum, atingir mais rapidamente a
das pelo sistema. temperatura desejada. O sistema
Para ajustar a velocidade de ventila- optimiza a subida ou a descida
ção, prima a parte superior ou a parte A selecção pode ser modificada de temperatura (a ventilação não
inferior da tecla 11 para aumentar ou a qualquer momento; se o fizer, o começa a funcionar com a máxima
diminuir a velocidade de ventilação. testemunho da tecla 3 apaga-se e força, mas de modo progressivo).
a função modificada, que deixa de Este processo pode durar de alguns
Neste caso, a velocidade de ventilação ser gerida automaticamente, afixa-
deixa de ser gerida automaticamente e segundos até vários minutos.
-se no visor 12.
é afixada no visor. Dum modo geral, excepto se inco-
Para voltar ao modo automático, modarem, os arejadores do painel
prima a tecla correspondente a um de bordo devem estar sempre aber-
dos programas AUTO, SOFT ou tos.
FAST.

3.7
ar condicionado automático (3/4)

2 3 4 „ o fluxo de ar é dirigido para os


arejadores do painel de bordo
(esta posição permite aquecer ou arre-
Função «voir clair»
(desembaciamento rápido)
fecer mais rapidamente o habitáculo). Prima a tecla 8: o testemunho inte-
grado acende-se e o testemunho da
12 a ƒ o fluxo de ar é dirigido sobre-
tudo para os pés de todos os
ocupantes.
tecla 3 apaga-se.
Esta função permite um degelo e um
11 desembaciamento rápidos do pára-
6 ‚ o fluxo de ar é dirigido para os
arejadores de desembacia-
mento de pára-brisas e dos vidros late-
-brisas, do óculo traseiro, dos vidros
laterais dianteiros e dos retrovisores
exteriores (consoante o veículo). Esta
rais (esta posição permite limitar o em- função activa automaticamente o ar
baciamento dos vidros). condicionado e o degelo do óculo tra-
Neste caso, a repartição do ar no habi- seiro.
8 7
táculo deixa de ser gerida automatica- Para desactivar o degelo do óculo tra-
mente e é afixada no visor. seiro, prima a tecla 7: o testemunho in-
Modificação da repartição do tegrado apaga-se.
ar no habitáculo Degelo/desembaciamento do Prima a tecla 11, para modificar a velo-
Há sete possibilidades de repartição do óculo traseiro cidade de ventilação.
ar. Prima o contactor 6, para as visu-
alizar. As setas situadas na zona a do Prima a tecla 7: o testemunho inte- Para desactivar esta função, prima:
visor 12 combinam-se para o informar grado acende-se. Esta função permite – prima novamente a tecla 8;
da repartição escolhida: um desembaciamento rápido do óculo
traseiro e dos retrovisores com desem- – uma das teclas 2, 3 ou 4.
§ o fluxo de ar é dirigido para a
entrada situada na parte supe-
rior do painel de bordo (esta posição
baciamento eléctrico (se o veículo esti-
ver equipado com esta função).
permite uma maior distribuição do ar Para desactivar esta função, prima
ventilado). novamente a tecla 7. Se o não fizer, o
desembaciamento parará automatica-
mente.

3.8
ar condicionado automático (4/4)
Nota
– durante a reciclagem, o ar é reco-
lhido no habitáculo e reciclado, sem
admissão de ar exterior;
– a reciclagem do ar permite isolar-se
do exterior (circulação em zonas po-
luídas…).

Utilização manual
Uma pressão na tecla 9 permite forçar
a reciclagem de ar; neste caso, o tes-
No modo automático (a palavra
9 temunho integrado acende-se.
AUTO está iluminada no visor),
A utilização prolongada desta função todas as funções do ar condicio-
pode provocar odores, devidos ao ar nado são comandadas pelo sis-
não-renovado, e/ou embaciamento dos tema.
vidros.
Reciclagem de ar A palavra AUTO apaga-se se algu-
Aconselha-se, por conseguinte, a que mas das funções for modificada. A
Esta função é gerida automaticamente,
passe ao modo automático; para isso, função modificada deixará de ser
mas também pode ser activada manu-
prima novamente a tecla 9 logo que a controlada pelo sistema.
almente.
reciclagem do ar não seja necessária.
Utilização automática
O sistema dispõe de um sensor que
mede o índice de qualidade do ar. Por
conseguinte, o automatismo pode «de- Em todos os casos, o desembacia-
cidir» activar a reciclagem de ar; neste mento/degelo continua a ter priori-
caso, o testemunho integrado não dade relativamente à reciclagem de
se acende. ar.
Nalgumas conduções (forte humi-
dade...), a reciclagem de ar não
se activará automaticamente para
privilegiar a visibilidade (o sistema
mantém a ventilação com ar exte-
rior).

3.9
Ar condicionado: informações e conselhos de utilização

Conselhos de utilização
Nalgumas situações (ar condicio-
nado desligado, reciclagem de ar Consumo
Anomalias de funcionamento
activa, velocidade de ventilação Com o ar condicionado em funcio-
nula ou fraca, etc.), pode constatar namento, é normal que constate um De um modo geral, em caso de
o embaciamento dos vidros do ve- aumento no consumo de combus- anomalia de funcionamento, con-
ículo. tível (sobretudo em circuitos urba- sulte um representante da marca:

Neste caso, utilize a função «voir nos). – perda de eficácia do degelo,


clair» (desembaciamento rápido), Nos veículos equipados com ar do desembaciamento ou do ar
para privilegiar a utilização do ar condicionado sem modo automá- condicionado. Isso pode dever-
condicionado no modo automá- tico, pare o sistema logo que não -se ao entupimento do filtro de
tico e desembaciar rapidamente os necessite dele. habitáculo;
vidros. Se isto não for suficiente, uti- – falta de produção de ar frio.
lize o programa FAST. Conselhos para reduzir o Verifique a posição correcta dos
consumo e, consequentemente, comandos e o estado dos fu-
preservar o ambiente síveis. Se estiverem correctos,
Circule com os arejadores abertos e desligue o sistema.
os vidros fechados.
Nota
Se o veículo tiver estado estacio-
Presença de água sob o veículo. nado ao sol, mantenha os vidros
Após utilização prolongada do ar abertos durante alguns minutos
condicionado, é normal o apareci- para deixar sair o ar quente, antes
mento de água debaixo do veículo de arrancar.
proveniente da condensação.
Manutenção
Consulte o documento de manuten-
ção do seu veículo, para conhecer a Não abra o circuito de
periodicidade de verificação. fluido criogénico, porque
é perigoso para os olhos e
para a pele.

3.10
Elevadores eléctricos de vidros, tecto de abrir eléctrico (1/3)
Funcionam com a ignição ligada ou
desligada, até à abertura da porta do
condutor (tempo limitado a cerca de
5 minutos). 
1
Segurança dos passagei-
ros traseiros 5
Consoante a versão do veí-
culo, o condutor pode impe- 6
dir o funcionamento dos elevadores 2
de vidros traseiros e dos manípu-
los das portas traseiras; para isso, 4 3
deve premir o interruptor 4. O tes-
temunho integrado no interruptor
acende-se para confirmar o tranca-
mento.
Responsabilidade do condutor Elevadores eléctricos de Modo impulsional
Ao abandonar o veículo, nunca vidros Trata-se de uma funcionalidade que,
deixe o cartão RENAULT no inte- Prima ou puxe o contactor do vidro nalguns veículos, complementa o fun-
rior se tiver crianças (ou animais) lá para o fazer descer ou para o fazer cionamento dito normal dos elevadores
dentro, ainda que por pouco tempo. subir, até à altura desejada; os vidros eléctricos de vidros. Se existir no veí-
Com efeito, poderiam pôr-se em traseiros não descem completamente. culo, pode equipar apenas o vidro do
perigo a si próprias ou outras pes- Accione o contactor: condutor ou todos os vidros.
soas, accionando o motor ou alguns 1 para o vidro do condutor;  Prima ou puxe com força (até ao ba-
equipamentos como, por exemplo, 2 para o vidro do passageiro dian- tente) o contactor do vidro que pre-
os elevadores de vidros ou o tecto teiro;  tende accionar: o vidro sobe ou desce
de abrir eléctrico. Em caso de en- 3 e 5 para os vidros traseiros. completamente. Uma acção no contac-
talamento, prima imediatamente o Nos lugares dos passageiros, actue no tor interrompe o movimento do vidro.
contactor correspondente para in- contactor 6. Nota: se, ao fechar-se, um vidro en-
verter o sentido de movimento do contrar uma resistência anormal perto
vidro. do fim do seu curso (dedos de uma
Perigo de ferimentos graves. Evite apoiar objectos num vidro en- pessoa...), ele pára e recua alguns cen-
treaberto: risco de danificar o eleva- tímetros.
dor de vidros.

3.11
Elevadores eléctricos de vidros, tecto de abrir eléctrico (2/3)
Particularidade
O seu veículo está equipado com um
limitador de esforço: se, ao fechar, o
vidro do tecto encontrar uma resistên-
7 cia anormal perto do fim do seu curso
A B (ex.: dedos de uma pessoa, etc.), ele
C pára e recua alguns centímetros.
0
D

9 8

Responsabilidade do
condutor
Ao abandonar o veículo,
Cortina Tecto abrível nunca deixe o cartão
Nunca manobre o tecto abrível com a – Abra a cortina RENAULT no interior se tiver crian-
cortina fechada. – Entreabrir: rode o botão 9 para a ças (ou animais) lá dentro, ainda
– abrir: empurre uma pega 7 para posição A; que por pouco tempo. Com efeito,
cima e acompanhe o movimento da poderiam pôr-se em perigo a si
– Abrir: rode o botão 9 para a posi- próprias ou outras pessoas, ac-
cortina, até ao enrolador; ção B, C ou D, consoante a abertura cionando o motor ou alguns equi-
– fechar: puxe uma pega 7, até a en- pretendida; pamentos como, por exemplo, os
caixar no fecho. – Fechar: rode o botão 9 para a posi- elevadores de vidros ou o tecto de
ção 0. abrir eléctrico. Em caso de entala-
mento, prima imediatamente o con-
tactor correspondente para inverter
o sentido de movimento do vidro.
Perigo de ferimentos graves.
– Nunca manobre o tecto abrível
com a cortina fechada.
– Nunca circule com o tecto abrível
aberto e a cortina fechada.

3.12
Elevadores eléctricos de vidros, tecto de abrir eléctrico (3/3)
Fecho dos vidros à distância Anomalias de funcionamento Precauções de utilização
(para os veículos equipados com ele- – tenha o cuidado de deixar o tecto
vadores eléctricos impulsionais em Elevadores eléctricos de vidros
de abrir bem fechado quando aban-
todos os vidros). Se algum vidro não se fechar, o sis- donar o automóvel;
Se, ao trancar as portas pelo exterior, tema passa ao modo não-impulsio-
nal: puxe o contactor correspondente – limpe, pelo menos de três em três
premir duas vezes consecutivas meses, a junta de estanqueidade do
o botão de trancamento do cartão tantas vezes quantas as necessárias
até fechar o vidro e mantenha o con- tecto de abrir com produtos homolo-
RENAULT ou, em modo mãos-livres, o gados pelos nossos serviços técni-
botão da porta do condutor, os vidros tactor accionado (sempre no sentido do
fecho) durante três segundos; em se- cos;
sobem automaticamente.
guida, faça descer e subir totalmente o – não abra de imediato o tecto abrível,
Recomenda-se que o sistema só seja vidro, para reinicializar o sistema. depois do veículo ter estado à chuva
accionado se o utilizador estiver a ver ou ter sido lavado.
claramente o veículo e sem ninguém Caso seja necessário, dirija-se ao seu
no interior. representante da marca. – Veículo com barras de tejadilho
Nota: o fecho dos vidros com o cartão Tecto abrível eléctrico Dum modo geral, desaconselha-se
RENAULT desactiva o modo «mãos-li- a manobrar o tecto abrível se tiver
vres». Se não for possível fechar o tecto, rode carga no tejadilho.
o botão 9 para a posição 0 e, depois,
prima o botão 8, até fechar totalmente Antes de manipular o tecto abrí-
o tecto; consulte um representante da vel, verifique se os objectos e/ou os
marca. acessórios (porta-bicicletas, porta-
bagagens de tejadilho...) montados
O fecho dos vidros pode sobre as barras de tejadilho estão
dar origem a ferimentos correctamente aplicados e fixos; o
graves. espaço por eles ocupado não deve
interferir com o bom funcionamento
do tecto abrível.
Nalgumas versões, esta Para conhecer as possibilidades de
manobra activará o super- adaptação, consulte um represen-
trancamento. Atenção: durante esta manipula- tante da marca.
ção, a função antientalamento do
Assegure-se de que não há
tecto de abrir está desactivada.
ninguém no interior do veículo.
Consulte, logo que possível, um re-
presentante da marca.

3.13
PALAS-DE-SOL

1 5
3

6 6
4
2
4

Pala-de-sol dianteira Cortina lateral Cortina traseira


Baixe a pala-de-sol 1 sobre o pára--bri- Puxe a cortina para cima, pela lin- Puxe a cortina para cima, pela lin-
sas ou desencaixe-a e desloque-a na gueta 3, até conseguir introduzir os gueta 5, até conseguir introduzir os
direcção do vidro lateral. ganchos 4 nos respectivos alojamen- ganchos 6 nos respectivos alojamen-
tos (assegure-se de que a cortina está tos (assegure-se de que a cortina está
bem presa). bem presa).
Espelhos de cortesia
Faça deslizar a tampa 2: o espelho ilu-
minar-se-á (consoante a versão do ve-
ículo).

3.14
Iluminação interior (1/2)

1 2 3

5
4

Luz de tecto Luzes de portas dianteiras Luzes de porta-luvas 5


Se manobrar o interruptor 2, obterá Ao abrir a porta, a luz 4 acende-se. A luz 5 acende-se quando se abre a
uma destas situações: tampa.
– uma iluminação contínua;
– uma iluminação comandada pela
abertura de uma das portas. Esta
luz apaga-se quando as portas es-
tiverem correctamente fechadas e
após uma dada temporização;
– uma extinção imediata.

Luz de leitura O destrancamento e a abertura das


(consoante a versão do veículo) portas ou da tampa de porta-baga-
gens provoca o acendimento tem-
Prima o interruptor 1 ou 3.
porizado das luzes de tecto e das
luzes de piso do habitáculo.

3.15
Iluminação interior (2/2)

7 8

Luzes de piso 6 Luzes de porta-bagagens 7


A luz de piso 6 acende-se quando se e 8
abre uma porta. Nalgumas versões do veículo, a luz 7
ou 8 acende-se quando se abre a
tampa do porta-bagagens.

3.16
Arrumações no habitáculo (1/4)

Porta-objectos de portas 1 Porta-objectos de painel de


bordo 2

Não coloque objectos


duros, pesados ou pon- Não coloque nenhum ob-
tiagudos que ultrapassem jecto sobre o piso (sob o
o espaço disponível ou banco do condutor) porque,
fiquem em má posição, nos espa- em caso de travagem
ços de arrumação «abertos», sob brusca, poderia deslizar para de-
pena de serem projectados sobre baixo dos pedais e obstar à sua uti-
os ocupantes, em caso de curva ou lização.
de travagem brusca.

3.17
Arrumações no habitáculo (2/4)

4
5
3 6

Arrumação na pala-de-sol 3 Porta-objectos sob o apoio- Porta-luvas


Este local pode ser utilizado para pren- de-braço central dianteiro A Para abrir, puxe a patilha 6.
der os talões da auto-estrada, mapas... Prima o botão 4 e levante a tampa 5. Neste porta-luvas, podem ser guarda-
dos documentos com formato A4, uma
garrafa de água…
O porta-luvas é ventilado e refrigerado.

3.18
Arrumações no habitáculo (3/4)

9
7
10
8

11

Porta-bebidas 7 Porta-objectos de porta 8 Porta-objectos no apoio-de-


Pode transportar uma bebida, um copo. braço traseiro
Prima-o para o expandir ou para o re- Baixe o apoio de braço 11 e levante
colher. a tampa 10 pela pega de destrava-
mento 9.

Quando curvar, acelerar ou


travar, verifique se o reci-
piente instalado no porta--
bebidas não transborda.
Risco de queimaduras, se o líquido
estiver quente, ou de verter. Não coloque objectos duros, pesados ou pontiagudos que ultrapassem o
espaço disponível ou fiquem em má posição, nos espaços de arrumação
«abertos», sob pena de serem projectados sobre os ocupantes, em caso
de curva ou de travagem brusca.

3.19
Arrumações no habitáculo (4/4)

14
12 15
13

Ganchos/cabides 12 Bolsas porta-objectos 14 dos Rede de arrumação 15


bancos dianteiros
Pega de cortesia 13
Serve para se segurar durante a
viagem.

Não a utilize para subir ou descer


do veículo.

3.20
Cinzeiro, isqueiro e tomada de acessórios

1
2 6
5
4 3 7 5

Cinzeiro dianteiro 4 Isqueiro 2


Prima a tampa  1 para o abrir. Para o Com a ignição ligada, pressione o is-
esvaziar, puxe o separador 3 e levante queiro. Voltará à posição inicial com
a parte de trás do cinzeiro. um pequeno estalido logo que esteja
incandescente. Puxe-o. Depois de o
Cinzeiro traseiro 7 utilizar, volte a colocá-lo no lugar sem
(consoante o veículo) carregar a fundo.
Puxe a tampa 7 para o abrir. Para o es-
vaziar, prima a lingueta 6. Tomadas de acessórios
Consoante o veículo: pode utilizar uma
das tomadas 5 ou o isqueiro 2.
5
Ligue apenas acessórios
cuja potência máxima seja
Se o seu veículo não tiver isqueiro
de 120 Watts.
nem cinzeiro, pode adquiri-los no
representante da marca. Risco de incêndio.

3.21
Apoios-de-cabeça traseiros

1 2

A
2

Posição de utilização Para colocar


Mantenha o apoio-de-cabeça puxado Introduza as hastes nos orifícios do en-
para a dianteira do veículo e faça-o costo e baixe o apoio-de-cabeça até à
deslizar lentamente para cima ou para primeira posição.
baixo.
Posição de arrumação
Para extrair Prima a lingueta 2 e baixe completa-
Prima na lingueta 1 e em 2, simultane- mente o apoio-de-cabeça. O apoio-de-cabeça é um
amente, e retire o apoio-de-cabeça. A posição totalmente em baixo (po- elemento de segurança.
Nota: na versão berlina, rebata pri- sição A) apenas serve para a ar- Utilize-o em todas as des-
meiro o encosto do banco (consulte rumação: só deve ser utilizada se o locações e correctamente
«funcionalidade dos bancos traseiros», banco não estiver ocupado. colocado: a parte superior do apoio-
no capítulo 3). -de-cabeça deve ficar o mais pró-
xima possível da parte superior
da cabeça e a distância entre a
cabeça e a parte A do apoio deve
ser mínima.

3.22
BANCO TRASEIRO

3
1

Os encostos podem ser rebatidos, para Versão break Aquando da reposição do


transportar objectos volumosos.
Prima o botão 2 ou puxe a alavanca 3: encosto, assegure-se do
Em qualquer caso, baixe os apoios-de- o encosto baixará por si só. seu correcto travamento.
cabeça traseiros (consulte «apoios-de- Em caso de utilização de
cabeça traseiro», no capítulo 3). Nota: quando levantar um encosto, ve-
capas de bancos, assegure-se de
rificar se fica bem travado (o botão 2
que estas não impedem o trava-
deve subir).
mento correcto do encosto.
Versão berlina Verifique a posição correcta dos
Prima o botão 1 e baixe o encosto A. cintos de segurança.
Volte a aplicar os apoios-de--ca-
beça.
Certifique-se de que não há Durante as manipulações dos
ninguém, nem animal, perto bancos traseiros, verifique se nada
do banco traseiro, antes de impede o funcionamento das fixa-
puxar a alavanca 3. ções (parte do corpo, animal, areia,
Por segurança, efectue Risco de ferimentos. pano, brinquedo…).
estas regulações com o ve-
ículo parado.

3.23
Porta-bagagens

1 A 3

Versão berlina Versão break Abertura manual das portas


Para abrir pelo interior
Para abrir Prima o botão 2 e levante a tampa de
Prima o botão 1 e levante a tampa de porta-bagagens. Particularidade:
porta-bagagens.
Para fechar Se a tampa de porta-bagagens não se
Para fechar Baixe a tampa de porta-bagagens, num destrancar, pode fazê-lo manualmente
Baixe a tampa de porta-bagagens, num primeiro tempo, pelas pegas interio- pelo interior:
primeiro tempo, pelas pegas interio- res 3.
– baixe o(s) encosto(s) do banco tra-
res 3. seiro para aceder ao porta-baga-
É interdito montar acessó- gens,
rios (porta-bicicletas, ba- – insira a ponta de uma esferográfica
gageira...) que se apoiem (ou de um objecto semelhante) na
no deflector A da tampa de cavidade 4 e faça deslizar o con-
porta-bagagens. junto como se indica no desenho,
Risco de ferimentos e/ou de dete- – empurre a tampa de porta-baga-
rioração. gens, para a abrir.

3.24
ÓCULO TRASEIRO ABRÍVEL

Veículo com óculo traseiro Para fechar


Rolar com o óculo traseiro
abrível Segure a base do limpa-vidros 1 e aberto pode incomodar os
O óculo traseiro tranca-se e destranca- rebata o óculo até que trave. passageiros devido à pos-
se ao mesmo tempo que as portas. sível entrada dos gases de
Restrição de utilização escape. Esta utilização deve ser re-
Para abrir Não é possível abrir simultaneamente servada para curtas distâncias,
a tampa de porta-bagagens e o óculo no transporte de objectos volu-
Prima o botão 2.
traseiro (impossibilidade electrónica). mosos, em que não seja neces-
Levante o óculo traseiro pela base do sário abrir a tampa de porta-baga-
limpa-vidros 1. gens. Neste caso, feche os outros
vidros e o tecto abrível e ligue a
ventilação na posição média ou
máxima, a fim de impedir a entrada
dos gases de escape no habitáculo.

3.25
PRATELEIRA TRASEIRA

Para retirar Levante ligeiramente a prateleira 2 e


puxe-a para si.
Desencaixe os dois cordões de susten-
tação 1 (do lado da tampa de porta-ba- Para a colocar de novo, proceda no
gagens). sentido inverso ao da extracção.

Não coloque objectos, so-


bretudo se forem pesados
ou duros, sobre a prate-
leira traseira. Em caso de
travagem brusca ou de acidente,
esses objectos poderão constituir
um perigo para os ocupantes do ve-
ículo.

3.26
TAPA-BAGAGENS

1 3 B
A 2

3 D
3
2
2
C

Para enrolar a parte flexível 1 do Extracção do tapa-bagagens 2 Arrumação do tapa-bagagens 2


tapa-bagagens 2 Faça deslizar o botão 3 e, ao mesmo Levante a parte traseira do tapete de
Prima a parte mais recuada do tapa-- tempo, levante o lado direito (movi- porta-bagagens 3;
bagagens (movimento A): o tapa-baga- mento B) do enrolador. Retire a tampa C do compartimento la-
gens enrola-se automaticamente. Em seguida, levante um pouco o lado teral e desencaixe a tampa D;
esquerdo do enrolador e extraia-o. Guarde o tapa-bagagens 2, inserindo
Para repor o tapa-bagagens, efectue primeiro um dos lados e depois o outro;
as mesmas operações mas pela ordem Volte a aplicar as tampas D e C.
inversa.

Não coloque objectos pe-


sados ou duros sobre o
tapa-bagagens. Em caso
de travagem brusca ou de
acidente, esses objectos poderão
constituir um perigo para os ocu-
pantes do veículo.

3.27
Arrumações no porta-bagagens (1/2)

2
A

Versão berlina Porta-objectos sob o tapete 2


Para abrir, dobre a parte A.
Espaços de arrumação laterais
Situados de cada lado do porta-baga-
gens, estes locais 1 podem transportar
bidões de óleo...

3.28
Arrumações no porta-bagagens (2/2)

B
5 6
3 4 D

B 7
6
C

Versão break Retenção de bagagem em curva Ganchos de retenção


Evita que os objectos se desloquem Os ganchos 6 situados em cada canto
Compartimentação do porta-- nas curvas. do porta-bagagens servem para pren-
bagagens der os objectos transportados.
Prima no gancho 5, para o expandir.
Útil para separar a carga. Para o arrumar, levante-o e prima-o no- Porta-objectos sob o tapete
Levante o separador 3. vamente.
Na parte detrás, dispõe de uma fita Para abrir, dobre a parte C.
Massa máxima: 20 kg.
elástica 4 que permite manter na verti-
cal os objectos mais pequenos. Local D
Espaços de arrumação laterais
Massa máxima: 30 kg. Rebata os encostos do banco traseiro,
Situados de cada lado do porta-baga- levante a parte dianteira do tapete B do
gens, estes locais 7 podem transportar porta-bagagens.
bidões de óleo...
Coloque sempre os objectos de
modo a que os mais pesados
fiquem apoiados no encosto do
banco traseiro.

3.29
Transporte de objectos no porta-bagagens (1/2)

Coloque sempre os objectos trans-


portados de modo a que os maiores
fiquem apoiados contra o encosto do
banco traseiro, como é o caso para as Coloque sempre os objec-
cargas normais (por exemplo,  A) ou tos mais pesados direc-
contra os encostos dos bancos diantei- tamente sobre o piso do
ros quando os encostos do banco tra- porta-bagagens. Utilize, se
seiro estão rebatidos. o veículo os tiver, os pontos de re-
Se desejar transportar objectos sobre tenção situados no piso do porta-
o encosto rebatido, antes de o rebater, bagagens. A colocação dos ob-
é imperativo que retire o apoio-de-ca- jectos a transportar deve ser feita
beça para que o possa encostar o mais de modo a que nenhum possa ser
possível ao assento. projectado para cima dos ocupan-
tes, em caso de travagem brusca.
Aplique os cintos de segurança dos
lugares traseiros, ainda que não es-
tejam a ser utilizados.

3.30
Transporte de objectos no porta-bagagens (2/2)/reboque

Versão berlina B = 1051 mm


Versão break B = 1159 mm

Carga admitida na lança de re-


boque, massa máxima de rebo-
que com e sem travões: consulte
«massas», no capítulo 6.
Para a montagem e conhecer as
condições de utilização, consulte as Se a lança de reboque tapar a
instruções de montagem do equipa- placa de matrícula ou a luz de nevo-
mento. eiro atrás do veículo, deve retirála
quando não reboca.
Guarde este manual junto dos
outros documentos do veículo. Em qualquer situação, respeite a le-
gislação local.

3.31
REDE DE separação de bagagens (1/3)
A Reposição da rede
Com os encostos 1 do banco traseiro
totalmente rebatidos, recupere o enro-
lador.
2 Pelo lado da porta traseira direita,
1 faça deslizar o enrolador 2 sobre as
calhas 3 situadas nas costas da parte
maior do encosto do banco traseiro
B (assegure--se de que está bem tra-
vado, fazendo-o oscilar de frente para
3 trás e vice-versa) e trave novamente os
encostos do banco traseiro.

Quando exista, é útil durante o trans- Extracção/reposição da rede


porte de animais ou de bagagens separadora de bagagens
porque permite separar esta zona da
parte reservada aos passageiros. Extracção da rede
Pode ser colocada: Com os encostos 1 do banco traseiro
– por trás dos lugares traseiros A, com totalmente rebatidos e a partir da porta
o banco traseiro em posição levan- traseira direita, puxe o enrolador 2 para
tada ou rebatido; si, até o desencaixar. Em seguida, le-
vante-o para o recuperar.
– por trás dos bancos dianteiros B.

A rede de separação de ba-


gagens está prevista para
reter uma massa máxima
de 10 kg.
Risco de ferimentos.

3.32
REDE DE separação de bagagens (2/3)

6 6
5
5
4

5 5
7
7

Instalação da rede de Retire o tirante 5 do seu alojamento


separação e introduza-o no ponto de fixação  6,
imperativamente no anel 7).
Por trás dos bancos traseiros Levante os encostos e trave-os.
A partir dos lugares, levante as Verifique se estão bem travados, fa-
tampas 4 para aceder aos pontos que zendo-os oscilar de frente para trás e
servem de fixação superior da rede. vice-versa.
Para desenrolar a rede mais facilmente, Para desmontar a rede, proceda no
rebata a pequena mais pequena do en- sentido inverso.
costo e mantenha a parte maior ligeira-
mente rebatida.

Durante a instalação, não


coloque os dedos sob o en-
rolador.
Risco de ferimentos.

3.33
REDE DE separação de bagagens (3/3)
Nota: quando o enrolador da rede se-
8 9 paradora de bagagens está instalado
nas costas da parte maior do encosto,
está activo um sistema que evita o re-
batimento involuntário do encosto. Por
esta razão, depois de destravar o en-
5 costo, é necessário incliná-lo, a partir
da porta traseira direita, puxando para
além do ponto duro.
5
7

Por trás dos bancos dianteiros


Com os encostos do banco traseiro to-
talmente rebatidos, levante a tampa 8
de cada lado para aceder aos pontos
que servem de fixação superior da
rede.
Retire o gancho 5 do seu alojamento e
introduza-o no ponto de fixação 9 (im-
perativamente no anel 7).
Para desmontar a rede, proceda no
sentido inverso.

Em andamento, é interdito
Durante a instalação, não sentar-se na parte mais pe-
coloque os dedos sob o en- quena do banco traseiro, se
rolador. a parte maior do encosto
estiver rebatida e a rede estiver
Risco de ferimentos. montada.

3.34
equipamento multimédia
Sistema de navegação
A presença e a localização destes equi-
pamentos dependem da versão do sis-
1
tema de navegação do veículo.
1 Rádio;
2 Comando central; 3
3 Leitor de CD ou DVD;
4 Microfone;
5 Comandos sob o volante.

2
Comando integrado de
telemóvel mãos-livres
Nos veículos que dispõem deste equi-
pamento, utilize o microfone 4 e os co-
mandos sob o volante 5.

Para saber como funcionam: con-


sulte o manual do equipamento, 4
que o aconselhamos a guardar
junto dos outros documentos de
bordo. 5

Utilização do telemóvel
Relembramos-lhe que deve
respeitar a legislação em
vigor no país em que circula
relativamente à utilização deste tipo
de aparelhos.

3.35
3.36
Capítulo 4: Manutenção

Capô . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2
Nível de óleo do motor:. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.4
generalidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.4
mudança do óleo/acréscimos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.6
Níveis:. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.8
líquido de refrigeração do motor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.8
líquido de travões. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.9
depósito de lava-vidros/lava-faróis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.10
Filtros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.10
Pressão de enchimento dos pneus. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.11
Bateria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.12
Manutenção da carroçaria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.14
Manutenção das guarnições interiores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.16
4.1
Capô (1/2)

Para abrir, puxe a alavanca 1, situada Abertura do capô


do lado esquerdo do painel de bordo.
Levante o capô, liberte a vareta su-
porte 4 da sua fixação 5 e, por segu-
Destrancamento de rança, coloque-a imperativamente no
segurança do capô local 3 do capô.
Para destrancar, levante a patilha 2 (o
gancho A liberta o capô).

Aquando de intervenções Em caso de choque, ainda


perto do motor, proceder que ligeiro, contra a grelha
com cuidado porque pode frontal ou o capô, mande
estar quente. Além disso, o verificar, logo que possível,
motoventilador pode entrar em fun- o sistema de trancamento do capô
cionamento a qualquer instante. num representante da marca.
Risco de ferimentos.

4.2
Capô (2/2)

5
Desactivar a função Stop
and Start em todas as inter-
venções no compartimento
do motor.
Fecho do capô
Verifique se não ficou nada esquecido
dentro do compartimento do motor. Depois de qualquer inter-
venção no compartimento
Para voltar a fechar o capô, coloque de do motor, assegure-se que
novo a vareta suporte 4 na fixação 5, não se esquece de nada
segure o capô pela parte central dian- (pano, ferramentas...)
teira, acompanhe-o até 30 cm da posi- Estes podem danificar o motor ou
ção de fecho e largue-o. Fechar-se-á provocar um incêndio.
por acção do seu próprio peso.

Certifique-se do correcto
trancamento do capô.
Assegure-se de que nada
impede o trancamento
(areia, pano…).

4.3
NÍVEL DO ÓLEO DO MOTOR: generalidades (1/2)
Os motores consomem óleo para lu-
brificação e refrigeração das peças
móveis, sendo necessário, por vezes,
fazer ligeiros acréscimos entre duas
mudanças. 3
Nível do óleo
No entanto, se após o período de roda-
gem os acréscimos de óleo forem su-    
periores a 0,5 litros por cada 1 000 km,
consulte um representante da marca.
Periodicidade: verifique regular- 1 2
mente o nível do óleo e, sobre- 4
tudo, sempre que inicie uma grande
viagem, para não correr o risco de
danificar o motor.

Leitura do nível do óleo Alerta de nível mínimo Se o nível estiver no mínimo: a men-
do óleo no quadro de sagem «ajustar nível de óleo» e o teste-
A leitura, para ser válida, deve ser feita
instrumentos munho © acendem-se no quadro
com o veículo em piso horizontal e de instrumentos.
após paragem prolongada do motor. Com a mensagem «Teste de funções Efectue imperativamente a reposi-
Para saber exactamente o nível do em curso» afixada, prima um dos ção ao nível logo que possível.
óleo e assegurar-se de que o nível botões 3 ou 4.
Se o nível estiver acima do mínimo: a Nota: para passar à leitura das in-
máximo não foi ultrapassado (perigo formações do computador de bordo,
de danificar o motor), é imperativo mensagem «nível de óleo» afixa-se no
visor ao mesmo tempo que as barras 1 prima novamente 3 ou 4.
utilizar a vareta. Consulte as páginas
seguintes. que, à medida que o nível baixa, vão
sendo substituídas pelos traços 2.
O alerta no quadro de instrumentos O visor só alerta se o óleo
afixa-se apenas quando o óleo atinge Nota: o nível detalhado não poderá ser
estiver no nível mínimo.
o nível mínimo. afixado se a viagem anterior tiver sido
Uma quantidade de óleo
muito breve.
no reservatório superior ao
nível máximo é detectada apenas
por leitura com a vareta.

4.4
NÍVEL DO ÓLEO DO MOTOR: generalidades (2/2)
Depois de ler o nível, insira a vareta até
B ao batente ou aperte totalmente o bu-
A jão-vareta. Ultrapassagem do nível
máximo de óleo de motor
C A leitura do nível só deve ser reali-
zada com a vareta, tal como foi indi-
cado anteriormente.
B
Se o nível máximo for ultrapassado,
A não accione o motor do seu veí-
culo e chame um representante da
marca.

Verificação do nível com a


vareta:
– retire a vareta (consulte as páginas
seguintes para saber onde se en-
contra) e limpe-a com um pano sem Desactivar a função Stop
pêlos; Em caso de descida anormal ou re- and Start em todas as inter-
– introduza a vareta ao máximo (nos petida do nível do óleo, consulte um venções no compartimento
veículos equipados com o «bujão- representante da marca. do motor.
vareta» C, aperte completamente o
bujão);
– retire novamente a vareta; Aquando de intervenções O nível máximo de enchi-
– verifique o nível: nunca deve estar perto do motor, proceder mento B nunca deve ser ul-
abaixo de «mín.» A, nem acima de com cuidado porque pode trapassado: risco de danifi-
«máx.» B. estar quente. Além disso, o car o motor e o catalisador.
motoventilador pode entrar em fun-
cionamento a qualquer instante.
Risco de ferimentos.

4.5
NÍVEL DO ÓLEO DO MOTOR: acréscimo, enchimento (1/2)

1
1
1

2 2
2

Mudança do óleo/acréscimos – desaperte o bujão 1; – aguarde cerca de 20 minutos para


– reponha o óleo ao nível (a título de permitir que o óleo escorra;
O veículo deve estar em piso hori-
zontal, com o motor parado e frio (por informação, a capacidade entre as – verifique o nível com a vareta 2 (tal
exemplo, antes do primeiro arranque marcas «mín.» e «máx.» da vareta 2 como foi indicado anteriormente).
do dia). é de 1,5 a 2 litros, consoante o Depois de ler o nível, insira a vareta até
motor); ao batente ou aperte totalmente o bu-
Qualidade do óleo do motor jão-vareta.
Consulte o documento de manutenção
do seu veículo.

Para evitar os salpicos, aconse- Nunca ultrapasse o nível «máx.» e


lhamo-lo a utilizar um funil para não se esqueça de repor o bujão 1
efectuar o enchimento de óleo. e a vareta 2.

4.6
Nível do óleo do motor: acréscimo, enchimento (2/2)/MUDANÇA DO ÓLEO DO MOTOR
Mudança do óleo do motor
2 Periodicidade: consulte o documento
de manutenção do seu veículo.

2 Capacidades médias de mudança


1 1 (filtro de óleo incluído)
(a título informativo)
Motor 2.0 16V: 4,4 litros
Motor 2.0T: 5,4 litros
Motor 1.5 dCi: 4,5 litros
Motor 2.0 dCi: 7,4 litros

Qualidade do óleo do motor Desactivar a função Stop


Consulte o documento de manutenção and Start em todas as inter-
do seu veículo. venções no compartimento
do motor.

Aquando de intervenções
perto do motor, proceder
com cuidado porque pode
estar quente. Além disso, o
Enchimento: aquando de Em caso de descida anormal ou re- motoventilador pode entrar em fun-
acréscimos, tenha cuidado petida do nível do óleo, consulte um cionamento a qualquer instante.
para não derramar óleo representante da marca.
sobre as peças do motor Risco de ferimentos.
(risco de incêndio). Não se esqueça
de fechar correctamente o bujão;
caso contrário, poderá haver risco Mudança de óleo do Não deixe o motor a tra-
de incêndio provocado por projec- motor: se tiver de efectuar balhar num local fechado,
ção de óleo sobre as peças quentes esta operação com o motor porque os gases de escape
do motor. quente, tenha cuidado para são tóxicos.
não se queimar com o óleo.

4.7
NÍVEIS (1/3)
Periodicidade da verificação do Periodicidade de substituição
nível Consulte o documento de manutenção
Verifique regularmente o nível do do seu veículo.
1 líquido de refrigeração (a falta de lí-
quido de refrigeração poderá provocar
graves danos no motor).
B Se for necessário acrescentar óleo,
utilize apenas produtos homologados
A pelos nossos serviços técnicos que ga-
rantem:
– uma protecção anticongelante;
– protecção anticorrosão do circuito
de refrigeração.

Líquido de refrigeração do
motor
Com o motor parado e em piso horizon-
tal, o nível a frio deve situar-se entre
as marcas «MINI» A e «MAXI» B indi-
cadas no reservatório de líquido de re- Desactivar a função Stop
frigeração 1. and Start em todas as inter-
venções no compartimento
Complete o nível a frio, antes que do motor.
atinja a marca « MINI ».

Quando o motor estiver


quente, não faça interven-
ções no circuito de refrige-
ração.
Em caso de descida anormal ou re-
Risco de queimaduras. petida do nível do óleo, consulte um
representante da marca.

4.8
NÍVEIS (2/3)
Nível 1 Enchimento
É normal que o nível vá baixando à Sempre que se proceda a intervenções
medida que as pastilhas de travões no circuito hidráulico, o líquido deve ser
1 se desgastam, mas nunca deve estar substituído por um especialista.
abaixo da cota de alerta « MINI ». Utilize imperativamente produtos ho-
Se pretender verificar pessoalmente o mologados pelos nossos serviços téc-
estado de desgaste dos discos e dos nicos (em embalagem virgem).
tambores, consulte o documento expli-
cativo do método de verificação dispo- Periodicidade de substituição
nível na rede da marca ou no portal in- Consulte o documento de manutenção
ternet do construtor. do seu veículo.

Líquido de travões
A verificação do nível efectua-se com
o motor parado e em piso horizontal.
Deve ser verificado com frequência e
sempre que sinta uma diferença, ainda
que ligeira, na eficácia do sistema de
travagem.

Aquando de intervenções
perto do motor, proceder
com cuidado porque pode
estar quente. Além disso, o
motoventilador pode entrar em fun-
cionamento a qualquer instante.
Risco de ferimentos.

4.9
NÍVEIS (3/3)/FILTROS
Líquido Filtros
Produto lava-vidros (produto anticon- A substituição dos vários filtros (filtro
gelante, no Inverno). de ar, filtro de partículas, filtro de gasó-
leo...) está prevista nas operações de
1 Jactos manutenção do seu veículo.
Para regular a altura dos jactos do lava- Periodicidade de substituição dos
-vidros dianteiro, utilize um alfinete. filtros: consulte o documento de ma-
nutenção do seu veículo.

Reservatório de lava-vidros/
lava-faróis
Enchimento
Retire a tampa 1, encha até ver o lí-
quido e volte a colocar a tampa.

Aquando de intervenções
perto do motor, proceder
NOTA com cuidado porque pode
estar quente. Além disso, o
Nalgumas versões, para verificar o motoventilador pode entrar em fun-
nível do líquido, abra a tampa 1 e cionamento a qualquer instante.
retire a vareta.
Risco de ferimentos.

4.10
Pressões de enchimento dos pneus
A F: pressão de enchimento dos pneus
traseiros, para circulação em auto-es-
trada.
G: pressão de enchimento da roda so-
bressalente.
H: dimensão do pneu que equipa a
roda sobressalente, se for diferente
A C D das outras quatro rodas do veículo.
B
E F Particularidade dos veículos utiliza-
C D dos em plena carga (Massa Máxima
B Autorizada em Carga) e com rebo-
E F
que: a velocidade máxima deve ser li-
H G mitada a 100 km/h e deve acrescentar
0,2 bars à pressão dos pneus.
Consulte o parágrafo «Massas» no ca-
pítulo 6.
Etiqueta A C: pressão de enchimento dos pneus Segurança dos pneus e montagem
dianteiros, para circulação fora de de correntes: Consulte «pneus» no
Para a ler, abra a porta do condutor. auto--estrada. capítulo 5 para saber quais as condi-
As pressões de enchimento devem ser D: pressão de enchimento dos pneus ções de manutenção e, nalgumas ver-
verificadas com os pneus frios. traseiros, para circulação fora de auto- sões, a possibilidade de poder montar
Caso a verificação das pressões não -estrada. correntes nos pneus do seu veículo.
possa ser efectuada com os pneus E: pressão de enchimento dos pneus
frios, é necessário acrescentar às dianteiros, para circulação em auto-es-
pressões indicadas entre 0,2 e 0,3 bars trada.
(ou 3 PSI). Nunca tire pressão a um
pneu quente.
B: dimensão dos pneus que equipam
o veículo. Quando houver necessidade de substituir, recomenda-se que monte no
seu veículo pneus da mesma marca, do mesmo tipo, da mesma dimen-
são e da mesma estrutura.
Os pneus devem ser idênticos aos do equipamento de origem, isto
é, aos preconizados por um representante da marca.

4.11
Bateria (1/2)
Consoante a versão do veículo, a ba- A
teria pode estar no compartimento do
motor ou no porta-bagagens. 1 2 3
Em qualquer dos casos, não precisa de
manutenção.
Nalgumas versões, um sistema veri-
fica continuamente o estado de carga
da bateria. Se o nível baixar, a men-
sagem «Bateria fraca pôr motor tra-
balhar» é afixada no quadro de instru-
mentos. Neste caso, ponha o motor a
trabalhar. Em seguida, aparece a men-
sagem «Bateria a carregar» no quadro
6 5 4
de instrumentos.
A carga da sua bateria pode diminuir
sobretudo se utilizar o seu veículo: Etiqueta A
Respeite as indicações apresentadas
– em pequenos trajectos; na bateria:
– em circulação urbana; – 1 c hama viva interdita e proibido
fumar;
– quando a temperatura baixa; Manobre a bateria com – 2 protecção obrigatória dos olhos;
– com utilização prolongada do rádio precaução, porque contém – 3 manter afastado das crianças;
com o motor parado… ácido sulfúrico que não – 4 matérias explosivas;
deve entrar em contacto – 5 consultar o manual;
com os olhos ou a pele. Se isso – 6 matérias corrosivas.
acontecer, lave a zona atingida com
água abundante. Se necessário,
Aquando de intervenções consulte um médico.
perto do motor, proceder Mantenha todos os elementos da A bateria é específica, de-
com cuidado porque pode bateria longe de chamas ou de qual- vendo, por isso, substituí-la
estar quente. Além disso, o quer ponto incandescente: risco de por uma com as mesmas
motoventilador pode entrar em fun- explosão. características. Consulte
cionamento a qualquer instante. um representante da marca.
Risco de ferimentos.

4.12
Bateria (2/2)

Substituição da bateria
Dado a complexidade desta operação,
aconselhamo-lo a que mande efectuá-
-la num representante da marca.

Veículo equipado com a função


Stop and Start
Desactivar a função Stop
A seguir a uma mudança ou desliga- and Start em todas as inter-
ção da bateria, a mensagem «Bateria venções no compartimento
nova?» aparece quadro de instrumen- do motor.
tos. Seleccione «Sim» ou «Não» efec-
tuando uma pressão breve numa das
teclas  7 ou  8, e confirme depois com
uma pressão longa numa das duas A bateria é específica, de-
teclas. vendo, por isso, substituí-la
por uma com as mesmas
características. Consulte
um representante da marca.

4.13
Manutenção da carroçaria (1/2)
Um veículo bem cuidado permite ser O que não deve fazer O que deve fazer
conservado durante mais tempo. É Desengordurar ou limpar os elemen-
assim aconselhável cuidar regular- Lavar frequentemente o veículo, com
tos mecânicos (ex.: compartimento o motor parado, utilizando os cham-
mente do exterior do veículo. do motor), parte inferior da carroça- pôs seleccionados pelos nossos servi-
O seu veículo beneficia de técnicas ria, peças com dobradiças (ex.: interior ços (nunca produtos abrasivos). Lave
de anticorrosão avançadas. Não está, das portas) e plásticos exteriores pinta- prévia e abundantemente com o jacto:
contudo, menos sujeito à acção de dos (ex: párachoques) com aparelhos – produtos resinosos caídos das árvo-
vários parâmetros. de limpeza de alta pressão ou pulve- res ou poluições industriais;
rização de produtos não homologados – a lama nas cavas-de-rodas e na
Agentes atmosféricos corrosivos pelos nossos serviços técnicos. Essa parte inferior da carroçaria, onde
– poluição atmosférica (cidades e utilização pode provocar oxidações ou forma pastas húmidas;
zonas industriais), maus funcionamentos. – excrementos de aves que produ-
– salinidade da atmosfera (zonas Lavar o veículo ao sol ou com tempera- zem uma reacção química na pin-
marítimas, sobretudo em tempo turas negativas. tura, levando a uma acção desco-
quente), lorante rápida, podendo mesmo
– condições climatéricas sazonais e Raspar lamas ou sais sem humidifica-
ção prévia. provocar a decapagem da pintura;
higrométricas (sal espalhado pelas É imperativo lavar imediatamente
ruas no Inverno, água de lavagem Deixar acumular sujidades exteriores. o veículo para remover estas man-
de ruas, etc.). chas, pois será impossível fazê-las
Deixar aumentar a ferrugem a partir de
pequenas esfoladelas acidentais. desaparecer por simples polimento;
Incidentes de circulação – o sal, sobretudo nas cavas-de-rodas
Tirar manchas com solventes não se- e na superfície inferior da carroçaria,
Agressões abrasivas leccionados pelos nossos serviços téc-
Poeiras atmosféricas, areia, lama, gra- depois de andar em regiões onde
nicos, que podem atacar a pintura. foram espalhados produtos ou resí-
vilha projectada pelos outros veículos...
Circular na neve e lama sem lavar o duos químicos.
Impõe-se um mínimo de precauções veículo, particularmente nas cavas-de-
para se proteger contra estes riscos. Retire regularmente os resíduos vege-
rodas e na parte inferior da carroçaria. tais (resina, folhas, etc.) do veículo.

4.14
Manutenção da carroçaria (2/2)
Respeitar as leis locais sobre lavagem Particularidade dos veículos Passagem sob um pórtico de
de veículo (por ex.: não lavar o veículo com pintura mate lavagem
na via pública).
Este tipo de pintura necessita de deter- Coloque a haste do limpa-vidros na
Manter uma certa distância dos outros minadas precauções. posição de paragem (consulte «limpa-
veículos no caso de estrada com gravi- vidros, lava-vidros dianteiro» no capí-
lha, para evitar danificar a pintura. O que não deve fazer tulo  1). Verifique a fixação dos equi-
Fazer ou mandar fazer rapidamente os – utilizar produtos à base de cera (po- pamentos exteriores, faróis adicionais,
retoques na pintura, para evitar a pro- limento); retrovisores e fixe com fita-adesiva as
pagação da corrosão. – esfregar de modo intenso; escovas de limpa-vidros.
– passar o veículo sob um pórtico de Se o veículo estiver equipado com chi-
Não deixe de fazer visitas periódicas,
lavagem; cote de antena do rádio, retire-o.
porque o seu veículo beneficia de uma
– lavar o veículo com um equipamento Não se esqueça de retirar a fita-ade-
garantia anticorrosão. Consulte o docu-
de alta pressão; siva e de repor o chicote da antena,
mento de manutenção do veículo.
– colar autocolantes na pintura (risco depois de terminar a lavagem.
Onde for necessário limpar os elemen- de marcação).
tos mecânicos, dobradiças... É impera-
tivo protegê-los de novo com uma pul- O que deve fazer
Limpeza dos faróis
verização de produtos homologados Os faróis estão equipados com «vidros»
pelos nossos Serviços Técnicos. Lavar manualmente o veículo com
de plástico, utilize um pano macio ou
muita água e com um pano macio ou
algodão. Se isso não bastar, utilize um
uma esponja macia...
pano macio (ou algodão) ligeiramente
embebido em água com sabão e, em
seguida, limpe com um pano macio ou
algodão.
Seque delicadamente com um pano
macio.
O emprego de produtos com álcool
é totalmente interdito.

Seleccionámos produtos de manu-


tenção que poderá encontrar nas
boutiques da marca.

4.15
MANUTENÇÃO DAS GUARNIÇÕES INTERIORES (1/2)
Um veículo bem cuidado permite con- Vidros do painel de bordo Têxteis (bancos, guarnição
servá-lo durante mais tempo. É assim (ex.: quadro de instrumentos, relógio, de portas...)
aconselhável cuidar regularmente do visor de temperatura exterior e visor do
interior do veículo. rádio…) Aspire regularmente os têxteis.
Uma nódoa deve ser sempre tratada Utilize um pano macio ou algodão. Nódoa líquida
rapidamente. Se isso não bastar, utilize um pano
Utilize uma solução de água e sabão.
Qualquer que seja a origem da nódoa, macio (ou algodão) ligeiramente em-
utilize uma solução de água fria com bebido em água com sabão e, em se- Absorva ou enxugue ligeiramente
sabão natural (eventualmente tépida). guida, limpe com um pano macio ou al- (nunca esfregar) com a ajuda de um
godão húmidos. pano macio, lave e absorva o exce-
O emprego de detergentes (deter- Seque delicadamente com um pano dente.
gentes para loiça, produtos em pó, macio.
produtos à base de álcool...) é total- Nódoa sólida ou pastosa
mente interdito. O emprego de produtos com álcool
é totalmente interdito. Retire imediatamente e com cuidado
Utilize um pano macio. o excedente de matéria sólida ou pas-
Lave e absorva o excesso de produto. tosa com uma espátula (do rebordo
Cintos de segurança para o centro, para evitar espalhar a
Devem conservar-se sempre limpos. nódoa).
Utilize os produtos seleccionados pelos Limpe como é indicado para uma
nossos serviços técnicos (Boutique da nódoa líquida.
marca) ou água tépida com sabão apli-
cada com uma esponja. Em seguida, Particularidade de bombons,
seque com um pano. pastilha elástica
Nunca limpe os cintos de segurança Coloque um cubo de gelo sobre a
com lixívia ou produtos químicos. nódoa para a cristalizar e proceda de
seguida como é indicado para uma
nódoa sólida.

Para ver todos os conselhos de ma-


nutenção interior e/ou em caso de
resultado insatisfatório, consulte o
representante da marca.

4.16
MANUTENÇÃO DAS GUARNIÇÕES INTERIORES (2/2)
Desmontar/montar os O que não deve fazer
equipamentos amovíveis É fortemente desaconselhado aplicar
montados de origem no objectos (tais como ambientadores,
veículo perfumes, etc.) nos arejadores, dado
que poderão danificar o revestimento
Se tiver de retirar os equipamentos do painel de bordo.
amovíveis para limpar o habitáculo
(por exemplo, os tapetes), verifique se
os recoloca sempre correctamente e
do lado certo (os tapetes do condutor
devem ser colocados no lado do con-
dutor...) e se os fixa utilizando os ele-
mentos fornecidos com o equipamento
(por exemplo, os tapetes do condutor
devem ser fixados sempre com a ajuda
dos elementos de fixação pré-instala-
dos).
Em todo o caso, e com o veículo
parado, verifique se nada impede a
condução (obstáculo no curso dos
pedais, calcanhar preso no tapete...).

Desaconselha-se viva-
mente a utilização de apa-
relhos de limpeza de alta
pressão ou de pulveriza-
ção no interior do habitáculo: sem
cuidados de utilização, esses apa-
relhos poderiam, entre outras situ-
ações, prejudicar o bom funciona-
mento dos componentes eléctricos
e electrónicos presentes no veículo.

4.17
4.18
Capítulo 5: Conselhos práticos

Furo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2
Roda sobresselente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.2
Kit de enchimento dos pneus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.3
Bloco de ferramentas (Macaco - Manivela…). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.8
Tampão de roda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.8
Mudança de roda. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.9
Pneus (segurança dos pneus, rodas, utilização invernal). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.11
Faróis dianteiros (substituição de lâmpadas) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.14
Luzes traseiras (substituição de lâmpadas) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.17
Iluminação interior (substituição de lâmpadas). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.22
Fusíveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.24
Bateria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.26
Cartão RENAULT: pilha. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.28
Acessórios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.29
Limpa-vidros (substituição de escovas) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.30
Reboque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.31
Anomalias de funcionamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.33
5.1
Furo, RODA SOBRESSALENTE
Em caso de furo, o veículo Particularidade:
pode estar equipado, A função «sistema de controlo da pres-
consoante a versão, com: são dos pneus» não controla a roda
1 sobressalente (a roda substituída pela
De uma roda sobressalente ou de um
roda sobressalente desaparece do
kit de enchimento de pneus (consulte
1 as páginas seguintes).
visor do quadro de instrumentos).
Consulte «sistema de controlo da pres-
são dos pneus», no capítulo 2.
2 Roda sobressalente
Está situada no porta-bagagens. Para
a retirar:
– abra o porta-bagagens;
– levante os tapetes de porta-baga-
gens 1 e 2;
– desaperte a fixação central;
– retire a roda sobressalente.

Se a roda sobressalente for sempre a mesma durante muitos anos, mande-a verificar por um técnico para que esteja
sempre em condições e não apresente perigo de utilização.

Veículo equipado com uma roda sobressalente mais pequena que as outras quatro rodas:
– Nunca monte mais de uma roda sobressalente no mesmo veículo.
– Substitua logo que possível a roda sobressalente por uma roda com a mesma dimensão da de origem.
– Durante a utilização (que deve ser temporária) da roda sobressalente, a velocidade do veículo não deve ultrapassar o valor
indicado na etiqueta colada na roda.
– A montagem da roda sobressalente pode modificar o comportamento habitual do veículo. Evite acelerações e desacelera-
ções brutais e reduza a velocidade ao curvar.
– Se tiver de utilizar correntes de neve, monte a roda sobressalente no eixo traseiro e verifique as pressões dos pneus.

5.2
KIT DE ENCHIMENTO DE PNEUS (1/5)

B Não utilize o kit de enchi- O kit está homologado para


mento, se o pneu estiver encher apenas pneus de
deteriorado depois de ter veículos que disponham,
rolado com um furo. de origem, deste equipa-
Por conseguinte, examine cuidado- mento.
A samente os flancos do pneu antes Nunca deverá servir para encher
de utilizar o kit. pneus de qualquer outro veículo ou
Não se esqueça que rolar com objectos insufláveis (bóia, barco,
pneus pouco cheios, ou mesmo etc.).
vazios (ou com furo) prejudica a sua Evite as projecções de produto de
segurança e pode tornar o pneu ir- reparação sobre a pele, durante a
reparável. manipulação da garrafa. No en-
Esta reparação é provisória. tanto, se isto acontecer, lave a zona
atingida com água abundante.
Um pneu que tenha tido um furo
deve ser sempre examinado (e re- Nunca deixe o kit de reparação ao
O kit foi concebido para alcance de crianças.
reparar bandas de rola- parado, se tal for possível) por um
mento  A de pneus danifi- especialista, no mais curto espaço Não abandone a garrafa vazia,
cadas por objectos com di- de tempo. nem a junte ao lixo doméstico.
mensão inferior a 4 milímetros. Não Quando mandar substituir um pneu Entregue--a a um representante da
repara todos os tipos de furos, como que tenha sido reparado com este marca ou a um organismo habili-
sejam cortes com mais de 4 milíme- kit, deve informar o reparador desse tado na sua reciclagem.
tros e golpes no flanco B do pneu… facto. A garrafa tem uma duração de
Assegure-se também de que a jante Em andamento, é possível que vida limitada inscrita no seu rótulo.
está em bom estado. sinta uma ligeira vibração originada Verifique a data de validade.
Não retire o objecto causador do pela presença do produto injectado Dirija-se a um representante da
furo, se ainda estiver no pneu. no pneu. marca para substituir o tubo de en-
chimento e a garrafa de produto de
reparação.

5.3
KIT DE ENCHIMENTO DE PNEUS (2/5)
C – Retire o compressor 4 e a garrafa 1 Se, após 15 minutos, não for pos-
2 3 4 5 6 localizados sob o tapete do porta- sível obter uma pressão mínima de
bagagens; 1,8 bar, isso significa que a repara-
1 – desenrole o tubo de enchimento  8 ção do pneu não é viável. Não pros-
e o cabo eléctrico 9 localizados sob siga viagem e chame um represen-
o compressor e o tubo de enchi- tante da marca.
mento 10. Fixe a garrafa ao respec-
tivo suporte 3 e aperte o tubo de en-
7 chimento 8 à ponteira 2.
10
Com o motor a trabalhar e o travão
9 de estacionamento accionado:
8 – desaperte a tampa de válvula da
roda em causa e aperte o tubo de
enchimento 10 na válvula;
– ligue a ponteira  9 a uma tomada
Kit de enchimento C de acessórios do veículo (consulte
Algumas versões estão equipadas com «Tomadas de acessórios», no capí-
um kit de enchimento de pneus. tulo 3) e, em seguida, prima o inter-
ruptor 7 para encher o pneu à pres-
são preconizada (consulte a etiqueta
localizada no enquadramento da
porta do condutor);
– no máximo 5 minutos depois, pare o Se estacionar ao lado da
Antes de utilizar o kit, imo- enchimento e leia a pressão no ma- via de circulação, deve
bilize o veículo em local su- nómetro  6. Para ajustar a pressão, avisar os outros utentes da
ficientemente afastado da se necessário: continue a encher, estrada da presença do seu
zona de circulação, active para a aumentar, ou prima o botão 5, veículo com um triângulo de pré-si-
o sinal de perigo e active o travão- para a diminuir. nalização, ou com outros dispositi-
-de-mão. Peça aos ocupantes que vos exigidos pela legislação local
saiam do veículo e se mantenham do país em que se encontra.
afastados da via de circulação.

5.4
KIT DE ENCHIMENTO DE PNEUS (3/5)
C – Cole a etiqueta de aviso, situada sob Precauções de utilização do kit de
a garrafa  1, num local bem visível enchimento de pneus:
para o condutor, no painel de bordo; O kit não deve funcionar mais de 15 mi-
1 – guarde o kit; nutos consecutivos.
– no final da primeira operação de en-
chimento do pneu, é imperativo cir-
cular durante algum tempo, para Atenção: um pipo de vál-
tapar o furo, caso contrário a fuga vula em falta ou mal aper-
10 continuará; tado pode prejudicar a es-
– arranque imediatamente e circule a tanqueidade do pneu e
uma velocidade entre 20 e 60 km/h, ocasionar perdas de pressão.
8 de modo a repartir o produto uni-
formemente pelo interior do pneu. Adquira pipos de válvulas idênticos
Após 3 quilómetros, pare e verifique aos de origem que, quando utiliza-
a pressão; dos, devem ser bem apertados.
– reajuste a pressão, se for superior a
Logo que o pneu esteja à pressão pre- 1,3 bar mas inferior ao valor preconi-
conizada: zado (consulte a etiqueta colada no
– pare o kit; enquadramento da porta do condu-
– desaperte lentamente as duas pon- tor); caso contrário, chame um re- Se circular com uma roda
teiras de enchimento 8 e 10; presentante da marca: a reparação reparada com o kit de en-
não é possível. chimento, é imperativo
– aperte a ponteira 10 na garrafa, de
Nota: após utilização do kit de enchi- que não percorra mais de
modo a evitar a projecção de pro-
mento, dirija-se a um representante da 200  km. Além disso, reduza a sua
duto;
marca para substituir o tubo de enchi- velocidade e, em qualquer caso,
mento e a garrafa de produto de repa- não ultrapasse os 80 km/h. A eti-
ração. queta colada no painel de bordo
contém esta recomendação.
Não coloque nenhum ob-
Consoante o país ou a legislação
jecto junto dos pés do con-
local, um pneu reparado com o kit
dutor porque, em caso de
de enchimento de pneus deve ser
travagem brusca, poderia
substituído.
deslizar para debaixo dos pedais e
obstar à sua utilização.

5.5
KIT DE ENCHIMENTO DE PNEUS (4/5)
D Com o motor a trabalhar e o travão – no máximo 15 minutos depois, pare
de estacionamento accionado: o enchimento para ler a pressão (no
– desenrole o tubo flexível da garrafa; manómetro 15);
18 11
– ligue o tubo flexível 13 do compres- Nota: durante o esvaziamento da
sor à entrada da garrafa 18; garrafa (cerca de 30 segundos), o
manómetro  15 indica brevemente
12 – consoante o veículo, ligue ou apara- uma pressão até 6 bars. Logo de se-
fuse a garrafa 18 no compressor ao guida a pressão cai.
17 nível da tampa 17 da garrafa;
– corrija a pressão: para aumentar,
– desaperte o bujão da válvula da roda continue o enchimento com o kit;
16 em causa e aperte a ponteira de en- para diminuir, prima o botão 16.
15 chimento da garrafa 11;
13 Se, após 15 minutos, não for pos-
14 – ligue a ponteira  12 imperativa- sível obter uma pressão mínima de
mente à tomada de acessórios do 1,8 bar, isso significa que a repara-
veículo; ção do pneu não é viável. Não pros-
Kit de enchimento D – prima o interruptor 14 para encher o siga viagem e chame um represen-
Consoante o veículo, em caso de furo, pneu à pressão preconizada (con- tante da marca.
utilize o kit situado no porta-bagagens sulte o parágrafo «Pressão de en-
ou sob o tapete do porta-bagagens. chimento dos pneus»);

Se estacionar ao lado da
Antes de utilizar o kit, imo- via de circulação, deve
bilize o veículo em local su- avisar os outros utentes da
ficientemente afastado da estrada da presença do seu
zona de circulação, active veículo com um triângulo de pré-si-
o sinal de perigo e active o travão- nalização, ou com outros dispositi-
-de-mão. Peça aos ocupantes que vos exigidos pela legislação local
saiam do veículo e se mantenham do país em que se encontra.
afastados da via de circulação.

5.6
KIT DE ENCHIMENTO DE PNEUS (5/5)
D – Cole a etiqueta de aviso num local Precauções de utilização do kit de
bem visível (para o condutor) no enchimento de pneus:
painel de bordo. O kit não deve funcionar mais de 15 mi-
11
– Guarde o kit. nutos consecutivos.
– No fim da primeira operação de en-
chimento, o pneu continua a esva- Atenção: um pipo de vál-
ziar, pelo que é imperativo circular vula em falta ou mal aper-
para colmatar o furo. tado pode prejudicar a es-
tanqueidade do pneu e
– Arranque imediatamente e circule
ocasionar perdas de pressão.
entre 20 e 60 km/h de modo a re-
partir uniformemente o produto no Adquira pipos de válvulas idênticos
interior do pneu. Depois de 3 qui- aos de origem que, quando utiliza-
lómetros de andamento, pare para dos, devem ser bem apertados.
controlar a pressão.
Logo que o pneu esteja à pressão pre- – Se a pressão for superior a 1,3 bar e
conizada, retire o kit: desaperte lenta- inferior ao valor preconizado, ajuste-
mente a ponteira de enchimento 11 de a (consulte a etiqueta colada no en-
modo a evitar a projecção de produto quadramento da porta do condutor);
se não for, chame um representante Se circular com uma roda
e guarde a garrafa numa embalagem reparada com o kit de en-
plástica para evitar que o produto es- da marca: a reparação do pneu não
é viável. chimento, é imperativo
corra. que não percorra mais de
200  km. Além disso, reduza a sua
velocidade e, em qualquer caso,
não ultrapasse os 80 km/h. A eti-
queta colada no painel de bordo
contém esta recomendação.
Não coloque nenhum ob-
Consoante o país ou a legislação
jecto junto dos pés do con-
local, um pneu reparado com o kit
dutor porque, em caso de
de enchimento de pneus deve ser
travagem brusca, poderia
substituído.
deslizar para debaixo dos pedais e
obstar à sua utilização.

5.7
BLOCO DE FERRAMENTAS/tampão de roda – roda
1 A presença das ferramentas no bloco
de ferramentas depende do veículo.
A Macaco 1
4 Contraia o macaco e aplique correcta-
mente o tensor A, antes de o repor no F 5
seu lugar.

Anel de reboque 2 D E
B Consulte «reboque», no capítulo 5.

Chave de tampão 3
C
3 Permite retirar os tampões de roda.
6
Chave de rodas 4
3
2 Permite bloquear/desbloquear os para-
fusos de roda.
O bloco de ferramentas está situado no Porca anti-roubo Tampão
porta-bagagens: levante os tapetes de No bloco de ferramentas, estão previs-
porta-bagagens, retire o macaco e de- Extraia-o, com a chave de tampão 3,
tos locais para arrumar estas porcas. introduzindo o gancho no orifício pre-
saperte a fixação central. Ao montar, é
imperativo que a base B do macaco se visto para o efeito:
encaixe para baixo. – próximo da válvula, no caso do
tampão 5;
– na periferia, no caso de um embele-
zador central.
Nunca deixe ferramentas soltas no veículo, porque podem ser projecta-
das aquando de uma travagem. Depois de as utilizar, guarde as ferra- Para repor o tampão 5, oriente-o re-
mentas no bloco de ferramentas e arrume-o no seu lugar, para evitar o lativamente à válvula 6. Pressione as
risco de ferimentos. garras de fixação, começando pelo
Se o bloco de ferramentas incluir parafusos de roda, utilize-os exclusivamente lado da válvula C, depois D e E e ter-
para a roda sobressalente: consulte a etiqueta colada nesta roda. mine no lado oposto ao da válvula F.
O macaco destina-se à mudança de rodas. Em caso algum deverá ser utilizado
para proceder a qualquer intervenção sob o veículo.

5.8
Mudança de roda (1/2)
Veículos equipados com Comece por apertar o macaco à mão,
macaco e chave de rodas para assentar convenientemente a
base (ligeiramente introduzida sob o
3 Se tiver tampão, retire-o. veículo).
1 Desaperte os parafusos da roda com a Dê algumas voltas de manivela, até le-
2 chave de rodas 3. Coloque-a de modo vantar a roda do solo.
a que o esforço seja exercido de cima
para baixo.
Coloque o macaco 4 horizontalmente.
A cabeça do macaco deve ficar ao nível
do reforço de chapa 1 o mais próximo
possível da roda a substituir e assina-
4 lado por uma seta 2.

Active o sinal de perigo.


Se o veículo não estiver equipado
Imobilize o veículo afastado com macaco nem chave de rodas...,
da via de circulação, em pode adquiri-los num representante
solo plano e consistente (se da marca.
for necessário, coloque uma base
sólida por baixo do macaco).
Active o travão-de-mão e engrene Se estacionar ao lado da
uma mudança (primeira ou mar- via de circulação, deve
chaatrás), ou coloque a alavanca avisar os outros utentes da
na posição P (para os veículos com estrada da presença do seu
caixa de velocidades automática). veículo com um triângulo de pré-si- Para evitar acidentes ou
Peça aos ocupantes que saiam do nalização, ou com outros dispositi- danificar o veículo, abra o
veículo e se mantenham afastados vos exigidos pela legislação local macaco até que a roda a
da zona de circulação. do país em que se encontra. substituir fique, no máximo,
a 3 centímetros do solo.

5.9
Mudança de roda (2/2)
Desaperte os parafusos e retire a roda.
Coloque a roda sobressalente no cubo
central e rode-a para fazer coincidir os
furos de fixação da roda e do cubo.
Se a roda sobressalente for fornecida
com parafusos, utilize-os exclusiva-
mente nesta roda. Aperte os parafusos,
assegurando-se de que a roda está
bem encostada ao cubo, e desaperte
o macaco.
Com as rodas no solo, aperte forte-
mente os parafusos e, logo que possí-
vel, mande verificar o respectivo aperto:
binário de aperto 130 N.m (binário de
aperto para veículos com rodas trasei-
ras direccionais: 145 N.m).
Parafusos anti-roubo
Se dispuser de parafusos antiroubo,
coloque-os o mais perto possível
da válvula (dado o risco de não ser
possível montar o tampão de roda).

Em caso de furo, substitua


a roda o mais rapidamente
possível.
Um pneu que tenha tido um
furo deve ser sempre examinado (e
reparado, se necessário) por um es-
pecialista.

5.10
Pneus
Segurança pneus – rodas Logo que o relevo do piso se des-
gaste até ao nível das bossas-teste-
Os pneus, sendo o único meio de liga- munhos, estas tornam-se visíveis 2:
ção entre o veículo e a estrada, devem é então necessário substituir os pneus,
ser mantidos em bom estado. 2 dado que a profundidade dos sulcos
Deve respeitar, imperativamente, as é apenas de cerca de 1,6 mm, no
normas previstas no código da estrada. máximo, o que significa má aderên-
cia em estradas molhadas e estar no
1 limite da legalidade.
Um veículo sobrecarregado, longos
percursos em auto-estrada, particular-
mente com muito calor, e condução fre-
quente em maus caminhos concorrem
para a deterioração mais rápida dos
pneus e influem na segurança.
Manutenção dos pneus
Os pneus devem estar em bom estado
e os sulcos devem apresentar-se com
profundidade suficiente; os pneus ho-
mologados pelos nossos serviços
técnicos incluem avisadores de des-
Além disso, para uma boa gaste 1 que são constituídos por
aderência, recomenda-se bossas-testemunhos incorporadas
que monte sempre um jogo nos sulcos do piso.
de pneus da mesma marca, Os incidentes de condução,
do mesmo tipo, da mesma dimen- tais como «toques no pas-
são e da mesma estrutura. seio», podem causar danos
nos pneus e nas jantes,
Os pneus devem ser idênticos para além de desafinações no trem
aos do equipamento de origem, dianteiro ou no trem traseiro. Neste
isto é, aos preconizados por um caso, mande verificar o seu estado
representante da marca. num representante da marca.

5.11
Pneus (cont.)
Pressões de enchimento As pressões devem ser verificadas a Substituição dos pneus
É importante que respeite as pressões frio: não tenha em conta pressões altas
dos pneus (incluindo a da roda sobres- que possa atingir com temperatura ele-
salente). Devem ser verificadas, em vada ou após percurso efectuado a alta Por segurança, esta opera-
média, uma vez por mês e antes de velocidade. é necessário acrescentar ção deve ser confiada ex-
cada grande viagem (consulte «pres- às pressões indicadas entre clusivamente a um espe-
sões de enchimento dos pneus» ou, cialista.
Caso a verificação das pressões não
nalgumas versões, a etiqueta aplicada possa ser efectuada com os pneus A substituição dos pneus de origem
no enquadramento da porta do condu- frios, é necessário acrescentar às por outros de dimensões ou marca
tor). pressões indicadas entre 0,2 e 0,3 bars diferentes poderá condicionar:
(ou 3 PSI). – a conformidade do veículo pe-
Nunca tire pressão a um pneu rante a legislação em vigor;
quente. – o seu comportamento em curva;
Pressões insuficientes
provocam um desgaste Particularidade – a dureza da direcção;
prematuro e um aqueci- Algumas versões do veículo dispõem – a montagem de correntes.
mento anormal dos pneus, de um adaptador a aplicar na válvula,
com todas as consequências que para facilitar a entrada do ar.
daí possam advir no plano da segu-
rança:
– má aderência à estrada,
Roda sobressalente
– perigo de rebentamento ou de
desvulcanização. Atenção: um pipo de vál- Consulte «roda sobressalente» e «mu-
vula em falta ou mal aper- dança de roda», no capítulo 5.
A pressão dos pneus depende da
carga e da velocidade de utilização tado pode prejudicar a es-
do veículo. As pressões devem ser tanqueidade do pneu e
ajustadas em função das condições ocasionar perdas de pressão.
de utilização (consulte «pressões Adquira pipos de válvulas idênticos
de enchimento dos pneus»). aos de origem que, quando utiliza-
dos, devem ser bem apertados.

5.12
Pneus (cont.)
Troca de rodas Precauções invernais
Esta prática não é aconselhada. Correntes Em qualquer dos casos, consulte o
Por razões de segurança, é formal- seu representante da marca, que
mente interdito montar correntes no saberá aconselhar a escolha dos
eixo traseiro. equipamentos que melhor se adap-
A montagem de pneus de dimensões tam ao seu veículo.
superiores às de origem impossibilita
a utilização de correntes.
Pneus de «neve» ou de «borracha
térmica»
Aconselhamo-lo a equipar as quatro
rodas do veículo com a mesma quali-
dade de pneus, para preservar o mais
possível a sua capacidade de aderên-
cia.
Atenção: chamamos a atenção para o
facto destes pneus terem, por vezes,
um sentido de rodagem e um índice de
Veículo equipado com
velocidade máxima que pode ser infe-
sistema de controlo da A montagem de correntes
rior à velocidade máxima que o seu ve-
pressão dos pneus no veículo só é possível
ículo pode atingir.
Cada um dos sensores em pneus de dimensões
Pneus com pregos
implantados nas válvulas destina- idênticas às de origem.
Este tipo de pneus só pode ser utili-
se ao controlo de uma dada roda; Se o seu veículo estiver equi-
zado durante um período limitado e de-
por essa razão, é imperativo reini- pado de origem com pneus de
finido pela legislação local. É necessá-
cializar o sistema se a posição das diâmetro de 17”, a montagem de
rio respeitar a velocidade imposta pela
rodas for trocada. correntes é possível mas apenas
legislação em vigor.
Haveria perigo de informação correntes específicas. Consulte um
Estes pneus devem equipar, no
errada, com consequências graves. representante da marca.
mínimo, as duas rodas dianteiras.

5.13
Faróis com lâmpadas de halogéneo: substituição de lâmpadas
Mínimos dianteiros
Extraia a tampa A e puxe o porta-lâm-
pada 6 para aceder à lâmpada.
Tipo de lâmpada: W5W.
2 4
3
Pisca-piscas
A B Consulte um representante da marca.
5
1 6

Desactivar a função Stop


Devido à necessidade de desmontar Médios/máximos and Start em todas as inter-
algumas protecções, aconselhamolo Extraia a tampa A ou B e desencaixe venções no compartimento
a mandar substituir as lâmpadas a lâmpada 2, pressionando a ficha 1. do motor.
num representante da marca. Retire o conjunto do seu alojamento ou
extraia a mola 5 e depois a ficha 4 da
lâmpada 3.
As lâmpadas estão sob
Tipo de lâmpada: utilize imperativa- pressão e podem estalar
mente lâmpadas antiultravioletas de durante a extracção.
55W, para não degradar o «vidro» plás-
Risco de ferimentos.
tico dos faróis.
2 → H7
3 → H7 Aquando de intervenções
Nunca toque no «vidro» de uma lâm- perto do motor, proceder
pada. Segure-a pelo casquilho. com cuidado porque pode
De acordo com a legislação local ou
Depois de substituir a lâmpada, repo- estar quente. Além disso, o
por precaução, obtenha num repre-
nha a tampa. motoventilador pode entrar em fun-
sentante da marca um conjunto de
cionamento a qualquer instante.
lâmpadas e outro de fusíveis.
Risco de ferimentos.

5.14
FARÓIS COM LÂMPADAS DE XÉNON: substituição de lâmpadas

1
A B 2

Desactivar a função Stop


and Start em todas as inter-
venções no compartimento
do motor.

Devido à necessidade de desmon- Luz de dia


tar alguns órgãos, aconselhamo-lo a Aquando de intervenções
mandar substituir as lâmpadas num Extraia a tampa A e rode o porta-lâm-
perto do motor, proceder
representante da marca. pada 1 para a esquerda.
com cuidado porque pode
Tipo de lâmpada: W21/5W.
estar quente. Além disso, o
motoventilador pode entrar em fun-
Médios com lâmpadas de
Mínimos dianteiros cionamento a qualquer instante.
xénon B
Tipo de lâmpada: D1S. Extraia a tampa A e puxe o porta-lâm- Risco de ferimentos.
pada 2.
Tipo de lâmpada: W5W.
A montagem deste tipo de
Devido ao perigo que repre- lâmpadas obriga a uma
Pisca-piscas tecnologia específica; é in-
senta a manipulação de um Consulte um representante da marca.
dispositivo sob alta tensão, terdito montar um farol
a substituição deste tipo de equipado com lâmpada de xénon
lâmpada deve ser efectuada por um numa versão que não esteja pre-
representante da marca. parada para este dispositivo.

5.15
FARÓIS DIANTEIROS: luzes de nevoeiro dianteiras, faróis adicionais
Faróis adicionais
Se desejar equipar o veículo com faróis
«de nevoeiro» ou de «longo alcance»,
consulte um representante da marca.

Luzes de nevoeiro
dianteiras 1
Devido à necessidade de desmontar
o pára-choques dianteiro, aconselha-
molo a mandar substituir as lâmpa-
das num representante da marca.
Qualquer intervenção (ou
modificação) no circuito
eléctrico deve ser reali-
zada num representante
da marca, porque uma ligação in-
correcta poderia provocar a de-
terioração da instalação eléctrica
(cablagem, órgãos, em particular o
alternador) e porque, além disso,
As lâmpadas estão sob
dispõe das peças necessárias às
pressão e podem estalar
adaptações.
durante a extracção.
Risco de ferimentos.

5.16
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição de lâmpadas (1/5)

1
3 4
2

Versão berlina Rode o porta-lâmpadas 3 um quarto de Substitua a lâmpada 4.


volta. Tipo de lâmpada: W16W.
Pisca-piscas
Pelo interior do porta-bagagens, desa-
perte 2 um quarto de volta, para aceder
ao parafuso 1.
Desaperte-o e puxe o bloco de luzes
para o exterior.

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estalar De acordo com a legislação local ou
durante a extracção. por precaução, obtenha num repre-
Risco de ferimentos. sentante da marca um conjunto de
lâmpadas e outro de fusíveis.

5.17
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição de lâmpadas (2/5)

6
5

Versão berlina (cont.) Desaperte o parafuso 6, para poder re-


tirar o bloco de luzes 7, empurrando-o
para o exterior.
Luz de marcha-atrás
Desaperte o porta-lâmpada 8 um
Pelo interior do porta-bagagens, de- quarto de volta e substitua a lâmpada.
sencaixe a tampa 5.
Tipo de lâmpada: W16W.

Luz de nevoeiro traseira


Desaperte o porta-lâmpada 9, rodando-
-o no sentido do centro do veículo. O
acesso é feito pela parte inferior.
As lâmpadas estão sob Tipo de lâmpada: P21W.
pressão e podem estalar
Nota: apenas a lâmpada do lado do
durante a extracção.
condutor se acende.
Risco de ferimentos.
9

5.18
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição de lâmpadas (3/5)

11
12

13
A
A
14

Versão break 11 Mínimo/luz de stop


Pelo interior do porta-bagagens, de- Tipo de lâmpada: P21/5W.
sencaixe a alcatifa lateral. 12 Pisca-pisca
Nota: nalgumas versões, é necessário
desmontar a tampa A. Tipo de lâmpada: PY21W.
Pelo interior, desaperte os três para- 13 Luz de marcha-atrás
fusos 10. Pelo exterior, desencaixe o
bloco de luzes, puxando-o para trás, e Tipo de lâmpada: P21W.
desencaixe porta-lâmpada. 14 Luz de nevoeiro traseira
Substitua a lâmpada em causa. Tipo de lâmpada: P21W.
10

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estalar
durante a extracção.
Risco de ferimentos.

5.19
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição de lâmpadas (4/5)

16

15 18

17

Acessibilidade para os Pelo interior, desaperte os três parafu-


veículos equipados com sos  18. Depois, pelo exterior, desen-
caixe o bloco de luzes, puxando-o para
altifalante no lado esquerdo trás, e desencaixe o porta-lâmpada.
do porta-bagagens
Substitua a lâmpada em causa.
Pelo interior do porta-bagagens, de-
sencaixe a alcatifa lateral. De acordo com a legislação local ou
Desaperte os três parafusos  15,  16 por precaução, obtenha num repre-
e  17 e, em seguida, desencaixe o al- sentante da marca um conjunto de
tifalante. lâmpadas e outro de fusíveis.
Nota: nas versões de 5 portas, intro-
duza a caixa com as duas mãos, puxe
a parte superior da caixa para si, man-
tendo a fixação 16 em batente contra a
guarnição. As lâmpadas estão sob
Empurre a caixa na direcção da dian- pressão e podem estalar
teira do veículo (movimento B) e retire durante a extracção.
a caixa. Risco de ferimentos.

5.20
LUZES TRASEIRAS E LATERAIS: substituição de lâmpadas (5/5)

20
19 22
C

21

Versões berlina e break Luzes da placa de Pisca-piscas laterais 22


matrícula 20 Desencaixe o pisca-pisca 22 (com uma
Farolim superior de stop 19 Para libertar a tampa  20, prima a lin- chave de fendas aplicada em C, deslo-
gueta 21. que o pisca-pisca na direcção de trás
Consulte um representante da marca. para a frente do veículo).
Retire a tampa, para ter acesso à lâm-
pada. Rode o porta-lâmpada um quarto de
volta e retire a lâmpada.
Tipo de lâmpada: tubular C5W.
Tipo de lâmpada: W5W.

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estalar De acordo com a legislação local ou
durante a extracção. por precaução, obtenha num repre-
Risco de ferimentos. sentante da marca um conjunto de
lâmpadas e outro de fusíveis.

5.21
ILUMINAÇÃO INTERIOR: substituição de lâmpadas (1/2)

A 1

B
2

Luz de tecto Luzes das portas Luzes de piso dianteiras


Insira uma ferramenta do tipo chave Liberte a tampa 2, com uma chave de Estão situadas por trás e por baixo do
de fendas e liberte a tampa da luz, pri- fendas. painel de bordo.
meiro o lado A e, depois, o lado B. Rode o porta-lâmpada um quarto de Rode o porta-lâmpada 3 um quarto de
Retire a lâmpada 1 em causa. volta e retire a lâmpada. volta e retire a lâmpada.
Tipo de lâmpada: W5W. Tipo de lâmpada: W5W. Tipo de lâmpada: W5W.

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estalar
durante a extracção.
Risco de ferimentos.

5.22
ILUMINAÇÃO INTERIOR: substituição de lâmpadas (2/2)

5 6
4

Luzes de porta-bagagens Desligue o conjunto.


Liberte a tampa 4, com uma chave de Prima a lingueta 5 para libertar a
fendas. tampa 7 e aceder à lâmpada 6.
Tipo de lâmpada: W5W.

As lâmpadas estão sob


pressão e podem estalar
durante a extracção.
Risco de ferimentos.

5.23
FUSÍVEIS (1/2)

1
3
A 2

Compartimento dos Pinça 3


fusíveis 2 Retire o fusível com a pinça 3, situada
Se algum dos aparelhos eléctricos na parte detrás do porta-objectos A.
não funcionar, comece por verificar o Para o extrair da pinça, faça-o deslizar
estado dos fusíveis. lateralmente.
Abra o porta-objectos A. Prima a lin- Verifique o fusível em causa Não utilize os espaços livres para fu-
gueta 1, para o fazer oscilar, e puxe-o e, se necessário, substi- síveis.
para si até o desencaixar. tua-o por outro da mesma
Para identificar os fusíveis, consulte a intensidade do de origem.
etiqueta de afectação de fusíveis (des- Um fusível de uma intensidade de-
crita pormenorizada nas páginas se- masiado alta pode, em caso de
guintes). consumo anormal de um dos equi- De acordo com a legislação local ou
pamentos, provocar o aquecimento por precaução:
excessivo do circuito eléctrico (risco Obtenha num representante da
de incêndio). marca uma caixa de emergência,
contendo um jogo de lâmpadas e
outro de fusíveis.

5.24
FUSÍVEIS (2/2)
Afectação dos fusíveis (a presença dos fusíveis DEPENDE DO NÍVEL DE EQUIPAMENTO DO VEÍCULO)

Símbolo Afectação Símbolo Afectação

Z Iluminação interior  Amplificador de rádio

 Retrovisor interior î Rádio A


com Desembaciamento de
C óculo traseiro a Quadro de instrumentos
Dispositivos de correcção
Ì Buzina n de condução
Bancos de comando eléc-
 Segurança de crianças  tricos

D Pisca-pisca ë Tomadas de acessórios


Elevadores eléctricos de Alguns acessórios estão protegidos por
 vidros y Ventilação fusíveis situados na caixa A, que se
encontra no compartimento do motor.
ñ Aquecimento dos bancos t Ar condicionado Devido à acessibilidade reduzida,
aconselhamo-lo a mandar substituir
E Limpa-vidros traseiro Æ Isqueiro estes fusíveis num representante da
marca.
[ Tecto abrível  Aquecimento
Travão-de-mão automáti-
 co H Lava-vidros

Ý Alimentação do reboque

5.25
Bateria: desempanagem (1/2)
Para evitar qualquer risco de Ligação de um carregador Arranque do motor com a
faísca O carregador deve ser compatível bateria de outro automóvel
Não coloque objectos metálicos sobre com uma bateria de tensão nominal Se, para pôr o motor a trabalhar, tirar
a bateria, para não provocar curto-cir- de 12 V. energia de outra bateria, adquira cabos
cuito entre os bornes. Siga as instruções dadas pelo forne- eléctricos apropriados (de grande
cedor do carregador da bateria que secção) num representante da marca
utiliza. ou, se já tiver os tiver, assegure-se de
Bateria que estão em bom estado.
Nunca a desligue. As duas baterias devem ter uma
tensão nominal semelhante: 12 V.
A bateria que fornece a corrente deve
ter uma capacidade (ampere-hora, Ah)
pelo menos idêntica à da bateria des-
Manobre a bateria com
carregada.
precaução, porque contém
ácido sulfúrico que não
deve entrar em contacto
com os olhos ou a pele. Se isso
acontecer, lave a zona atingida com
água abundante. Se necessário,
consulte um médico.
Mantenha todos os elementos da Algumas baterias podem
bateria longe de chamas ou de qual- ter especificidades de
quer ponto incandescente: risco de carga. Aconselhe-se num
explosão. representante da marca.
Aquando de intervenções perto Evite qualquer risco de faísca, pois
do motor, proceder com cuidado poderá provocar uma explosão ime-
porque pode estar quente. Além diata. Carregue a bateria num local
disso, o motoventilador pode entrar bem arejado.
Desactivar a função Stop em funcionamento a qualquer ins-
Perigo de ferimentos graves.
and Start em todas as inter- tante.
venções no compartimento Risco de ferimentos.
do motor.

5.26
Bateria: desempanagem (2/2)
Arranque do motor com a
bateria de outro automóvel 1 4
(cont.)
Assegure-se de que não há qualquer
contacto entre os dois veículos (risco
de curto-circuito, aquando da ligação
dos pólos positivos) e de que a ba-
teria descarregada está bem ligada. A B 5 6
Desligue a ignição do seu veículo.
O motor do veículo que fornece a cor-
rente deve estar a trabalhar a um
regime médio. 2
3

Bateria no compartimento do motor


Fixe o cabo positivo  A no suporte  5
fixado ao borne  1 (+) e depois ao
borne  2 (+) da bateria que fornece a
corrente.
Ligue os cabos A e B imperativa- Fixe o cabo negativo B no suporte 6
mente aos bornes indicados. fixado no borne  3 (–) da bateria que
fornece a corrente e depois ao borne 4
(–) da bateria descarregada.
Certifique-se de que não há
qualquer contacto entre os
cabos A e B e que o cabo
positivo A não está em con-
tacto com nenhum elemento metá-
lico do veículo que fornece energia. Accione o motor de arranque. Logo
Risco de ferimentos ou de provocar que o motor pegue, desligue os
danos no veículo. cabos A e B pela ordem inversa (5
- 4 - 3 - 2).

5.27
Cartão RENAULT: pilha

2 A
B
1

4
3

Substituição da pilha Ao montar novamente o conjunto, pro- Anomalias de funcionamento


Quando a mensagem «pilha cartão ceda no sentido inverso. Em seguida, Se a pilha estiver demasiado fraca
fraca» aparecer no quadro de instru- perto do veículo, prima quatro vezes para assegurar o funcionamento, pode
mentos, substitua a pilha do cartão um dos botões do cartão: no próximo pôr o motor a trabalhar (insira o cartão
RENAULT; para isso, prima o botão 1 arranque, a mensagem já não apare- RENAULT no leitor) e trancar/destran-
e, ao mesmo tempo, puxe a chave de cerá. car o veículo (consulte «trancamento e
emergência 2. Depois, desencaixe a Nota: aquando da substituição da pilha, destrancamento das portas», no capí-
tampa 3, com auxílio da lingueta 4. não toque no circuito electrónico nem tulo 1).
Retire a pilha, premindo de um lado nos contactos do cartão RENAULT.
(movimento A) e levantando-a do outro
(movimento B). Em seguida, substitua
a pilha respeitando o modelo e a polari-
dade indicados na tampa 3. Assegure-se de que a tampa está
bem encaixada. Não junte as pilhas gastas
ao lixo doméstico; entre-
gue-as a um organismo ha-
As pilhas estão disponíveis num representante da marca e a sua duração de vida bilitado a efectuar a recicla-
é de, aproximadamente, dois anos. Observar se não há sinais de tinta na pilha: gem de pilhas.
risco de mau contacto eléctrico.

5.28
ACESSÓRIOS

Acessórios eléctricos e electrónicos


Antes de instalar este tipo de acessório, assegure que é compatível com o seu veículo. Aconselhe-se num represen-
tante da marca.
Ligue apenas acessórios cuja potência máxima seja de 120 Watts. Risco de incêndio.
Qualquer intervenção no circuito eléctrico do veículo só pode ser executada num representante da marca, porque uma ligação
incorrecta poderia provocar a deterioração da instalação eléctrica e/ou dos órgãos que lhe estão ligados.
Em caso de montagem pós-venda de equipamento eléctrico, certifique-se de que a instalação está bem protegida por um fu-
sível. Informe-se da intensidade e da localização deste fusível.

Utilização de aparelhos emissores/receptores (telemóveis, aparelhos CB).


Os telemóveis e aparelhos CB equipados com antena integrada podem provocar interferências nos sistemas electrónicos que
equipam o veículo de origem. Recomenda--se apenas a utilização de aparelhos com antenas exteriores. Além disso, lem-
bramos que deve respeitar a legislação em vigor no país em que circula relativamente à utilização destes aparelhos.

Montagem pós-venda de acessórios


Se deseja instalar acessórios no veículo: consulte um representante da marca. Além disso, para garantir o bom funciona-
mento do seu veículo e evitar quaisquer riscos que ponham em causa a sua segurança, aconselhamo-lo a utilizar acessórios
homologados, porque são adaptados ao seu veículo e os únicos reconhecidos pelo construtor.
Se desejar utilizar uma barra anti-roubo, fixe-a exclusivamente no pedal de travão.
Perturbações da condução
Do lado do condutor, utilize imperativamente apenas tapetes adaptados ao veículo, fixados aos elementos pré-instalados e
verifique regularmente a sua fixação. Não sobrepor vários tapetes. Risco de bloqueio dos pedais

5.29
ESCOVAS DE LIMPA-VIDROS

1
B Vigie o estado das escovas de
limpa-vidros. A sua duração também
A 4 depende de si:
– limpe regularmente as escovas,
2 o pára-brisas e o óculo traseiro
C
com água com sabão;
5 – não accione os limpa-vidros se
o pára-brisas ou o óculo traseiro
estiver seco;
3 – “descole-as” do pára-brisas e/ou
6
do óculo traseiro, se não as utili-
zar há muito tempo.

Substituição das escovas do Substituição da escova de


limpa-vidros dianteiro1 limpa-vidros traseiro 4
Com a ignição ligada e o motor – Com temperaturas muito
– Levante o braço de limpa-vidros 6; baixas, verifique se as es-
parado, baixe totalmente a haste de
limpa-vidros; as escovas pararão a – rode a escova 4 até encontrar uma covas dos limpa-vidros não
uma certa distância do capô. resistência (movimento C); estão imobilizadas pelo
Levante o braço de limpa-vidros 3, gelo (risco de sobreaquecimento
– consoante a versão, pressione a do motor).
puxe a lingueta 2 (movimento A) e em- lingueta 5 e puxe a escova (movi-
purre a escova para cima. – Vigie o estado das escovas.
mento B) para a desencaixar. Devem ser substituídas logo que
Para montar a sua eficácia diminua, isto é,
Para montar
Faça deslizar a escova no braço, até sensivelmente de ano a ano.
encaixar. Certifique-se do correcto tra- Proceda no sentido inverso ao da des- Durante a operação de substitui-
vamento da escova. Reponha a haste montagem e Certifique-se do correcto ção da escova, proceda cuidadosa-
de limpa-vidros na posição de para- travamento da escova. mente para que a escova não caia
gem. sobre o vidro porque o pode partir.

5.30
Reboque: desempanagem
Antes de proceder ao reboque, des- Reboque de um veículo
trave a coluna de direcção: com o pé com caixa de velocidades
no pedal de embraiagem, engrene a
primeira velocidade (ou coloque a
automática
alavanca na posição N ou R, se o ve- Com o motor desligado, a caixa de ve-
ículo tiver caixa de velocidades auto- locidades deixa de ser lubrificada. Por
mática), insira o cartão RENAULT no conseguinte, de preferência, o veículo
leitor e prima, durante dois segundos, deve ser transportado sobre um es-
o botão de arranque do motor. trado ou rebocado com as rodas dian-
teiras levantadas.
A coluna destrava-se. As funções de
acessórios estão alimentadas: pode Excepcionalmente, o veículo pode ser 1
utilizar a iluminação do veículo (pisca- rebocado com as quatro rodas no solo
-piscas, luzes de stop, etc.). À noite, o apenas em marcha para a frente, com
veículo deve estar iluminado. a alavanca na posição ponto-morto N e
num percurso máximo de 50 km.
Depois de terminar o reboque, prima
duas vezes o botão de arranque do
motor (risco de descarga da bateria).
É imperativo respeitar a legislação em
vigor relativamente ao reboque. Se o
seu for o veículo rebocador, nunca ul-
trapasse o peso rebocável do seu au-
tomóvel (consulte «massas», no capí- Se a alavanca ficar blo-
tulo 6). queada em P com o pé no
pedal de travão, é possível
libertar manualmente a ala-
vanca. Para este efeito, insira uma
haste rígida no orifício 1 e carregue,
simultaneamente, na haste e no
botão de destravamento situado no
punho da alavanca de velocidades.
Não retire o cartão
RENAULT do leitor durante
o reboque.

5.31
Reboque: desempanagem (cont.)

– Utilize uma barra de re-


boque rígida. Em caso de
utilização de uma corda ou
de um cabo (se a legisla-
ção o permitir), o veículo rebo-
cado deve ter capacidade de tra-
vagem.
2 3 5 – Não deve rebocar um veículo
que não esteja em boas condi-
ções de o ser.
4 – Evite os esticões de aceleração
4 e de travagem que podem danifi-
6 car o veículo.
– Em qualquer dos casos, aconse-
Utilize exclusivamente os pontos Acesso aos pontos de lhamo-lo a não ultrapassar os 25
de reboque dianteiro 3 e traseiro  5 reboque km/h.
(nunca os veios de transmissão ou
qualquer outra parte do veículo). Estes Liberte a tampa  2 ou  6, introduzindo
pontos de reboque só podem ser uti- uma ferramenta plana (ou a chave in-
lizados em tracção; em nenhum caso tegrada no cartão RENAULT) sob a
devem servir para levantar directa ou tampa.
indirectamente o veículo. Comece por apertar, com a mão, o Nunca deixe ferramentas
anel de reboque  4 ao máximo até soltas no veículo, porque
prender; termine, apertando-o com a podem ser projectadas
chave de rodas. aquando de uma travagem.
Utilize exclusivamente o anel de rebo- Depois de as utilizar, guarde as fer-
que 4 e a chave de rodas incluídos no ramentas no bloco de ferramentas
bloco de ferramentas, situado por baixo e, consoante a versão do veículo,
Com o motor parado, os do tapete do porta-bagagens (consulte arrume-o no seu lugar.
sistemas de assistência de «Bloco de ferramentas», no capítulo 5).
direcção e de travagem não Risco de ferimentos.
estão operacionais.

5.32
Anomalias de funcionamento (1/5)
Os conselhos que se seguem permitirão desempaná-lo rápida e provisoriamente; por segurança, dirija-se, logo que pos-
sível, a um representante da marca.

Utilização do cartão RENAULT CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

O cartão RENAULT não destranca Pilha do cartão gasta. Substitua a pilha. O trancamento/destran-
nem tranca as portas. camento do veículo e o arranque do motor
continuam operacionais (consulte «tran-
camento/destrancamento das portas»,
no capítulo 1, e «arranque/paragem do
motor», no capítulo 2).

Utilização de aparelhos que funcio- Não ligue estes aparelhos ou utilize a


nam na mesma frequência do cartão chave integrada (consulte «trancamento/
(telemóvel…). destrancamento das portas», no capítu-
lo 1)

O veículo encontra-se numa zona de Utilize a chave integrada no cartão (con-


fortes radiações electromagnéticas. sulte «trancamento/destrancamento das
Bateria do veículo descarregada. portas», no capítulo 1).

5.33
Anomalias de funcionamento (2/5)
Ao accionar o motor de arranque CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

As lâmpadas-testemunhos do quadro Terminais da bateria mal Reaperte-os, ligue-os ou limpe-os, se estiverem oxi-
de instrumentos enfraquecem ou não apertados, desligados ou dados.
se acendem e o motor de arranque não oxidados.
roda.

Bateria descarregada ou Ligue a bateria a uma outra carregada. Consulte


avariada. «Bateria: desempanagem», no capítulo 5, ou substi-
tua a bateria, se necessário.
Não empurre o veículo se a coluna de direcção esti-
ver bloqueada.

O motor não pega. As condições de arranque Consulte «arranque/paragem do motor», no capítulo


não estão reunidas. 2.

O cartão RENAULT «mãos- Insira o cartão no leitor, para accionar o motor.


livres» não funciona. Consulte «arranque/paragem do motor», no capítulo
2.

O motor não pára. Cartão não-detectado. Insira o cartão no leitor.

Problema electrónico. Prima rapidamente cinco vezes o botão de arranque.


O motor pode arrancar accionando o pedal da em-
braiagem se a função Stop and Start estiver activada.

A direcção continua travada. Volante bloqueado. Manobre o volante e prima o botão de arranque do
motor (consulte «arranque do motor», no capítulo 2).

5.34
Anomalias de funcionamento (3/5)

Em estrada CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

Vibrações. Pneus com pressão incorrecta, mal Verifique a pressão dos pneus. Se não for
calibrados ou danificados. essa a causa, mande verificá-los num re-
presentante da marca.

Fumo branco no escape. A sua presença não indicia necessa- Consulte o parágrafo «Particularidade das
riamente uma anomalia. O fumo pode versões diesel» no capítulo 2.
resultar do processo de regeneração
do filtro de partículas.

Fumo sob o capô. Curto-circuito ou fuga do circuito de Pare, desligue a ignição e afaste-se do ve-
refrigeração. ículo. Chame um representante da marca.

O testemunho de pressão de óleo


acende-se:

ao curvar ou ao travar, Nível demasiado baixo. Reponha o óleo de motor ao nível (con-
sulte «nível de óleo de motor - mudança
de óleo/acréscimos», no capítulo 4).

tarda a apagar-se ou permanece Falta de pressão do óleo. Pare e chame um representante da marca.
aceso em aceleração.

5.35
Anomalias de funcionamento (4/5)

Em estrada CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER

A direcção torna-se dura. Sobreaquecimento da assistência. Consulte um representante da marca.

O motor aquece. O indicador de tem- Avaria do motoventilador. Pare o veículo e desligue o motor. Chame
peratura do líquido de refrigeração si- um representante da marca.
tua-se na zona vermelha e o testemu-
nho ® acende-se.

Fugas de líquido de refrigeração. Verifique o reservatório de líquido de refri-


geração: deve conter líquido. Se não tiver
líquido, consulte o seu representante da
marca logo que possível.

Borbulhar no reservatório do líquido Avaria mecânica: junta da cabeça Pare o motor.


de refrigeração. queimada. Chame um representante da marca.

Radiador: no caso de falta de líquido de refrigeração significativa, não se esqueça que nunca deve acrescentar lí-
quido de refrigeração frio se o motor estiver muito quente. Após qualquer intervenção no veículo que tenha implicado
o esvaziamento, mesmo parcial, do circuito de refrigeração, este deve ser cheio com mistura nova convenientemente
doseada. Recordamos-lhe que é imperativo utilizar apenas produtos seleccionados pelos nossos serviços técnicos.

5.36
Anomalias de funcionamento (5/5)
Aparelhagem eléctrica CAUSAS POSSÍVEIS QUE FAZER
O limpa-vidros não funciona. Escovas de limpa-vidros coladas. Descole as escovas antes de utilizar o
limpa-vidros.
Circuito eléctrico defeituoso. Consulte um representante da marca.

Fusível queimado. Substitua o fusível. Para isso, consulte


«fusíveis».
O limpa-vidros não pára. Comandos eléctricos defeituosos. Consulte um representante da marca.

Frequência mais rápida de acendi- Lâmpada fundida. Consulte «Faróis dianteiros: substituição
mento dos pisca-piscas. de lâmpadas» ou «Luzes traseiras: substi-
tuição de lâmpadas», no capítulo 5.

Os pisca-piscas não funcionam. Circuito eléctrico defeituoso. Consulte um representante da marca.

Os faróis não se acendem ou não se Circuito eléctrico ou comando defei- Consulte um representante da marca.
apagam. tuoso.
Vestígios de vapor de água nos faróis. A presença de sinais de condensa-
ção pode ser um fenómeno natural
ligado às variações de temperatura.
Se assim for, desaparecerá com os
faróis em funcionamento.

O acendimento do testemunho de Um objecto intercalado entre o piso Retire todos os objectos situados sob os
não-utilização dos cintos de segu- e o banco perturba o funcionamento bancos traseiros.
rança traseiros é incoerente com o do sensor.
estado de utilização dos cintos.

5.37
5.38
Capítulo 6: Características técnicas

Placas de identificação do veículo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.2


Placas de identificação do motor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.3
Dimensões. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.4
Características dos motores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.6
Massas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.7
Cargas rebocáveis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.7
Peças sobresselentes e reparações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.8
Comprovativos de manutenção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.9
Controlo anti corrosão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.15
6.1
Placas de identificação do veículo

A
1
2
3
A 4
5
10 6
9 7
8

As indicações que figuram na placa 4 MMAC (Massa Máxima Autorizada


do construtor devem ser referidas em Carga) no eixo dianteiro.
em todas as suas cartas ou enco- 5 MTR (Massa Total Rolante: veí-
mendas. culo em carga com reboque).
A presença e a localização das infor- 6 MTMA (Massa Total Máxima
mações dependem do veículo. Autorizada) no eixo dianteiro.
7 MMTA no eixo traseiro.
Placa do construtor A 8 Reservado para inscrições de par-
1 Nome do fabricante. cerias ou complementares.
B 2 Número de concepção comunitá- 9 Emissão de gases de escape
ria ou número de homologação. Diesel.
3 Número de identificação. 10 Referência da pintura (código de
Nalgumas versões, esta infor- cor).
mação é dada também na eti-
queta B.

6.2
Placas de identificação do motor
A
1 2

3 A
A

As indicações que figuram na placa


do motor ou na etiqueta A devem ser
referidas em todas as suas cartas ou
encomendas.
(localização consoante a motorização)
3
1 Tipo do motor.
2 Índice do motor.
3 Número do motor.

A A

6.3
Dimensões (em metros)

1,014 2,756 0,925 1,557

  4,695

1,445*

1,512

2,060
* Em vazio
6.4
Dimensões (em metros) (cont.)

1,014 2,756 1,031 1,557

  4,801

1,445*

1,512

2,060
* Em vazio
6.5
Características dos motores

Versões 2.0 16V 2.0T 1.5 dCi 2.0 dCi

Tipo do motor
(indicado na placa do M4R F4R Turbo K9K M9R
motor)

Cilindrada (cm3) 1 995 1 998 1 461 1 995

Gasolina sem chumbo imperativamente com o


índice de octano indicado na etiqueta situada na por-
tinhola do tampão do depósito de combustível.
No caso de não dispor destes tipos de combustível,
o seu veículo pode funcionar com combustível sem
chumbo: Gasóleo
Tipo de combustível Os tipos de combustíveis autorizados
Índice de octano estão indicados na etiqueta
– índice de octano 91, se – índice de octano 91, se
situada na portinhola do tampão
a etiqueta indicar 95, a etiqueta indicar 95,
do depósito de combustível.
98; 98;
– combustível com um – índice de octano 87, se
máximo de 85 % de a etiqueta indicar 91,
etanol (E85). 95, 98.

Utilize apenas velas especificadas para o motor do


seu veículo.
O seu tipo deve estar indicado numa etiqueta colada
Velas no compartimento do motor; caso contrário, consulte
o seu representante da marca.
A montagem de velas não-especificadas pode provo-
car a deterioração do motor.

6.6
MASSAS (em kg)
As massas indicadas referem-se a um veículo de base e sem opção: podem ser diferentes, consoante o equipamento do
seu veículo. Consulte um representante da marca.

Massa Máxima Autorizada em Carga (MMAC) Massas indicadas na placa do construtor (consulte
Massa Total Rolante (MTR) «placas de identificação», no capítulo 6)

Massa Máxima de Reboque com Travões* são obtidas pelo cálculo MTR - MMAC

Massa Máxima de Reboque sem Travões* 650

Carga admitida na lança de reboque* 75

Carga admitida no porta-bagagens de tejadilho 80 kg (porta-bagagens de tejadilho incluído)

* Carga rebocável (reboque de caravana, barco, etc.)


O reboque está interdito quando o cálculo de MTR - MMAC é igual a zero ou quando o MTR é igual a zero (ou não está indicado)
na placa do fabricante.
– É muito importante que respeite as condições de reboque admitidas pela legislação local, nomeadamente as que estão defi-
nidas no código da estrada. Para qualquer adaptação de atrelagem, dirija-se ao seu representante da marca.
– No caso de um veículo com reboque, a massa total rolante (veículo + reboque) nunca deve ser ultrapassada. Todavia, é
tolerada:
– ultrapassar em 15 % o valor da MMTA no eixo traseiro,
– ultrapassar em 10 % o valor da MMAC ou 100 kg (o que primeiro ocorrer).
Nos dois casos, a velocidade máxima do conjunto rolante deve ser limitada a 100 km/h e a pressão dos pneus deve ser acres-
centada 0,2 bars (3 PSI).
– O rendimento e a potência do motor em subida diminuem com a altitude; a marca preconiza a redução da carga máxima de
10% aos 1 000 metros e, depois, mais 10% por cada 1 000 metros.
Transporte de carga
A carga de reboque não deve ultrapassar nunca os 1.500 kg.
Consoante a legislação local, quando a Massa Máxima Autorizada de carga do veículo não é respeitada, é possível transportar
até 200 kg no reboque com travões no limite da Massa Total Rolante do veículo.

6.7
Peças sobressalentes e reparações
As peças sobressalentes de origem, concebidas com base num caderno de encargos muito rigoroso, são objecto de testes es-
pecíficos. Com efeito, o seu nível de qualidade é equivalente ao das peças utilizadas nos veículos novos.
A utilização sistemática de peças sobressalentes de origem assegura a preservação das performances do seu veículo. Além
disso, as reparações efectuadas na Rede da marca com peças de origem beneficiam das condições de garantia indicadas no
verso da ordem de reparação.

6.8
comprovativos de manutenção

VIN: ..................................................................................

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.9
comprovativos de manutenção (cont.)

VIN: ..................................................................................

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.10
comprovativos de manutenção (cont.)

VIN: ..................................................................................

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.11
comprovativos de manutenção (cont.)

VIN: ..................................................................................

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.12
comprovativos de manutenção (cont.)

VIN: ..................................................................................

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.13
comprovativos de manutenção (cont.)

VIN: ..................................................................................

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

Data:     Km:   N° da factura: Observações/diversos


Tipo de intervenção: Carimbo
Revisão □
.......................................... □
Controlo anticorrosão:
OK □ Não OK* □
*Consulte a página específica

6.14
Controlo anticorrosão
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.15
Controlo anticorrosão (cont.)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.16
Controlo anticorrosão (cont.)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.17
Controlo anticorrosão (cont.)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.18
Controlo anticorrosão (cont.)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.19
Controlo anticorrosão (cont.)
Se a validade da garantia depender de uma reparação, esta deve ser indicada abaixo.

VIN: ..........................................................

Reparação devido a corrosão a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

Reparação a efectuar: Carimbo

Data da reparação:

6.20
Índice alfabético (1/5)
A B
«airbag»........................................................1.23 → 1.29, 1.48 banco dianteiro
activação dos «airbags» do passageiro dianteiro......... 1.40 condutor com memória................................................. 1.19
desactivação do «airbag» do passageiro dianteiro...... 1.38 banco traseiro..................................................................... 3.23
abertura das portas................................................1.11 → 1.14 bancos dianteiros
ABS...............................................................1.49, 2.22 → 2.26 de comandos eléctricos................................................ 1.18
acessórios.......................................................................... 5.29 de comandos manuais.................................................. 1.17
alarme sonoro......................................... 1.11, 1.47, 1.65, 1.67 regulação........................................................... 1.16 – 1.17
alavanca de selecção de caixa automática............2.37 → 2.39 bancos traseiros
alavanca de velocidades.................................................... 2.11 funcionalidades............................................................. 3.23
ambiente............................................................................. 2.18 bateria............................................................ 1.47, 4.12 – 4.13
anéis de reboque..................................................... 5.31 – 5.32 desempanagem................................................. 5.26 – 5.27
anéis de retenção da carga............................ 3.30 – 3.31, 3.33 bloco de ferramentas............................................................ 5.8
anomalias de funcionamento........... 1.46 → 1.49, 5.33 → 5.37 botão de arranque/paragem do motor........................2.3 → 2.5
antipatinagem: ASR................................................2.22 → 2.26 buzina................................................................................. 1.65
antipoluição
conselhos...................................................................... 2.15 C
aparelhos de controlo.........................1.46 → 1.49, 1.51 – 1.52 cadeiras de crianças..........................1.30 – 1.31, 1.33 → 1.37
apoio-de-braço caixa de velocidades automática (utilização).........2.37 → 2.39
dianteiro........................................................................ 3.18 capacidade do depósito de combustível................1.73 → 1.75
traseiro.......................................................................... 3.20 capô............................................................................. 4.2 – 4.3
apoios-de-cabeça...................................................... 1.16, 3.22 características dos motores................................................. 6.6
aquecimento...............................................................3.4 → 3.9 características técnicas.......................................6.2, 6.4 → 6.8
aquecimento dos bancos................................................... 1.49 caravana........................................................... 3.30 – 3.31, 6.7
ar condicionado........................................................3.4 → 3.10 cargas rebocáveis................................................................ 6.7
arejadores................................................................... 3.2 – 3.3 cartão RENAULT
arranque do motor......................................................2.3 → 2.8 pilha.............................................................................. 5.28
arrumações........................................3.17 → 3.20, 3.28 – 3.29 utilização.............................................................1.2 → 1.10
ASR (antipatinagem)..............................................2.22 → 2.26 catalisador................................................................. 2.9 – 2.10
assistência de direcção...................................................... 1.41 chave de emergência.................................................. 1.2 – 1.3
auxílio à travagem de urgência..............................2.22 → 2.26 chave de rodas..................................................................... 5.8
auxílio ao arranque em piso inclinado....................2.22 → 2.26 chave de tampão de roda..................................................... 5.8
auxílio ao estacionamento......................................2.34 → 2.36 cintos de segurança......................................1.20 → 1.26, 1.48
cinzeiros............................................................................. 3.21
comando integrado de telemóvel mãos-livres.................... 3.35
comandos...............................................................1.42 → 1.45
7.1
Índice alfabético (2/5)
combustível escovas de limpa-vidros..................................................... 5.30
capacidade................................................................... 1.73 espelhos de cortesia.......................................................... 3.14
conselhos de economia................................................ 2.15
enchimento..............................................1.48, 1.73 → 1.75 F
qualidade..........................................................1.73 → 1.75 faróis
comprovativos de manutenção................................6.9 → 6.14 adicionais...................................................................... 5.16
computador de bordo....................... 1.46 → 1.49, 1.51 → 1.60 dianteiros........................................................... 5.14 – 5.15
condução.......................... 2.2 → 2.5, 2.9 → 2.17, 2.19 → 2.39 direccionais móveis...................................................... 1.67
conselhos antipoluição...........................................2.15 → 2.17 faróis de nevoeiro......................................................... 5.16
controlo anticorrosão..............................................6.15 → 6.20 regulação...................................................................... 1.69
controlo dinâmico de condução: ESC....................2.22 → 2.26 substituição de lâmpadas............................................. 5.14
cortinas............................................................................... 3.14 faróis de nevoeiro
crianças................................................................... 1.30 – 1.31 faróis............................................................................. 5.16
crianças (segurança)............................................ 1.2, 1.7, 3.11 fecho das portas.....................................................1.11 → 1.14
ferragem do circuito de combustível.................................. 1.75
D filtro
degelo/desembaciamento do óculo traseiro.................. 3.5, 3.8 de ar.............................................................................. 4.10
degelo/desembaciamento do pára-brisas..................... 3.5, 3.8 de gasóleo.................................................................... 4.10
desactivação do «airbag» do passageiro dianteiro............ 1.38 de óleo.......................................................................... 4.10
destrancamento das portas..................................... 1.13 – 1.14 de partículas................................................................. 1.49
dimensões................................................................... 6.4 – 6.5 habitáculo..................................................................... 4.10
direcção assistida............................................................... 1.41 função de Stop and Start............................................2.6 → 2.8
dispositivos de retenção complementares....1.23 → 1.26, 1.29 funções personalizáveis do veículo.................................... 1.61
aos cintos de segurança traseiros....................1.23 → 1.27 furo....................................................................5.2, 5.8 → 5.10
protecção lateral........................................................... 1.28 fusíveis.................................................................... 5.24 – 5.25
dispositivos de retenção das crianças.................... 1.30 – 1.31,
1.33 → 1.37 G
guarnições interiores
E manutenção....................................................... 4.16 – 4.17
economias de combustível.....................................2.15 → 2.17
elevação do veículo I
mudança de roda................................................. 5.9 – 5.10 identificação do veículo........................................................ 6.2
elevador de vidros..................................................3.11 → 3.13 iluminação exterior de acompanhamento................. 1.67, 1.69
enchimento dos pneus....................................................... 4.11 iluminação:
equipamentos multimédia.................................................. 3.35 exterior..............................................................1.66 → 1.68
ESC: controlo dinâmico de condução....................2.22 → 2.26 interior............................................ 3.15 – 3.16, 5.22 – 5.23

7.2
Índice alfabético (3/5)
quadro de instrumentos................................................ 1.66 pisca-piscas............................ 1.46, 1.65, 5.14 – 5.15, 5.17
incidentes regulação...................................................................... 1.69
anomalias de funcionamento............................5.33 → 5.37 stop............................................................................... 5.17
indicadores de: luzes:
mudança de direcção.......................................... 1.65, 5.17 diurnas.......................................................................... 1.66
quadro de instrumentos....................................1.46 → 1.52
indicadores: M
de temperatura exterior................................................ 1.62 macaco................................................................................. 5.8
isqueiro............................................................................... 3.21 manivela............................................................................... 5.8
manutenção:
K autonomia de manutenção.................................6.9 → 6.14
kit de enchimento dos pneus......................................5.3 → 5.7 carroçaria........................................................... 4.14 – 4.15
guarnições interiores......................................... 4.16 – 4.17
L mecânica............................................4.2 – 4.3, 6.9 → 6.14
lâmpadas marcha-atrás
substituição.......................................................5.14 → 5.21 engrenamento..........................................2.11, 2.37 → 2.39
lava-faróis........................................................................... 1.71 massas................................................................................. 6.7
lavagem................................................................... 4.14 – 4.15 médios.......................................... 1.46, 1.66, 5.14 – 5.15, 5.17
lava-vidros................................................................. 1.72, 4.10 mensagens no quadro de instrumentos.................1.53 → 1.60
ligação da ignição................................................................. 2.4 motor
limitador de velocidade..................................1.48, 2.27 → 2.29 características................................................................. 6.6
limpa-vidros mudança de óleo de motor................................................... 4.4
escovas......................................................................... 5.30 mudança de roda...................................................... 5.9 – 5.10
limpa-vidros/lava-vidros...................................................... 1.72 mudança de velocidade................................2.11, 2.37 → 2.39
limpeza:
interior do veículo.............................................. 4.16 – 4.17 N
líquido de refrigeração................................................. 1.50, 4.8 navegação.......................................................................... 3.35
líquido de travões................................................................. 4.9 níveis:
luz de tecto.......................................... 3.15 – 3.16, 5.22 – 5.23 líquido de refrigeração.................................................... 4.8
luzes de leitura........................................................ 3.15 – 3.16 líquido de travões........................................................... 4.9
luzes de: óleo de motor.................................................................. 4.4
marcha-atrás................................................................. 5.17 reservatório de lava-vidros........................................... 4.10
máximos..................................................... 1.46, 1.67, 5.14 nível de combustível........................................................... 1.50
mínimos............................................................... 1.66, 5.15
nevoeiro........................................... 1.46, 1.68, 5.16 – 5.17 O
perigo............................................................................ 1.65 óculo traseiro abrível.......................................................... 3.25

7.3
Índice alfabético (4/5)
óleo de motor.............................................................. 1.47, 4.4 rebocagem
desempanagem................................................. 5.31 – 5.32
P reboque.............................................................. 3.30 – 3.31
«perigo»............................................................................. 1.65 reboque de caravana
painel de bordo.......................................................1.42 → 1.45 montagem.......................................................... 3.30 – 3.31
pala-de-sol.......................................................................... 3.14 rede de separação.................................................3.32 → 3.34
paragem do motor......................................................2.3 → 2.5 regulação da posição de condução........................... 1.16, 1.20
particularidades dos veículos a gasolina.............................. 2.9 regulação da temperatura..........................................3.6 → 3.9
particularidades dos veículos diesel................................... 2.10 regulação dos bancos dianteiros........................................ 1.17
peças sobressalentes........................................................... 6.8 regulação dos faróis........................................................... 1.69
pêra de ferragem do circuito de combustível..................... 1.75 regulação eléctrica dos faróis............................................. 1.69
personalização de funções do veículo .............................. 1.61 regulações personalizáveis do veículo . ............................ 1.61
pilha do cartão RENAULT.................................................. 5.28 regulador de velocidade................................1.48, 2.27 → 2.33
pintura regulador/limitador de velocidade..........................2.27 → 2.33
manutenção....................................................... 4.14 – 4.15 relógio................................................................................. 1.62
referência........................................................................ 6.2 reservatório
pisca-piscas...................................................... 1.46, 1.65, 5.14 lava-vidros.................................................................... 4.10
placas de identificação......................................................... 6.2 líquido de refrigeração.................................................... 4.8
pneus....................................... 2.19 → 2.21, 4.11, 5.11 → 5.13 líquido de travões........................................................... 4.9
porta-bagagens.............................................. 3.24, 3.28 – 3.29 retenção complementar aos cintos de segurança..1.27 → 1.29
porta-luvas..............................................................3.17 → 3.20 retenção de crianças..........................1.30 – 1.31, 1.33 → 1.37
portas............................................................. 1.11 – 1.12, 1.15 retrovisores.............................................................. 1.63 – 1.64
portas/tampa de porta-bagagens......................................... 1.9 roda sobressalente........................................................ 5.2, 5.8
posição de condução rodagem............................................................................... 2.2
regulações.................................................................... 1.20 rodas (segurança)..................................................5.11 → 5.13
posto de condução.................................................1.42 → 1.49 rodas traseiras direccionais................................................ 2.26
prateleira traseira.................................................... 3.26 – 3.27
pressão dos pneus...............................2.19 → 2.21, 4.11, 5.12 S
protecção anticorrosão....................................................... 4.14 segurança de crianças.1.2, 1.7, 1.30 – 1.31, 1.33 → 1.37, 3.11
sinais luminosos................................................................. 1.65
Q sinal
quadro de instrumentos.................................1.46 → 1.60, 1.66 de luzes........................................................................ 1.65
sonoro........................................................................... 1.65
R sinal de perigo......................................................... 1.65 – 1.66
radar de marcha-atrás............................................2.34 → 2.36 sinalização/iluminação...........................................1.66 → 1.69
rádio................................................................................... 3.35 sistema antipatinagem: ASR..................................2.22 → 2.26
7.4
Índice alfabético (5/5)
sistema de antiblocagem de rodas: ABS................2.22 → 2.26
sistema de controlo da pressão dos pneus............2.19 → 2.21
sistema de navegação....................................................... 3.35
sistema de retenção das crianças......1.30 – 1.31, 1.33 → 1.37
Stop and Start............................................................2.6 → 2.8
substituição de lâmpadas.......................................5.14 → 5.21
supertrancamento das portas............................................... 1.9
suspensão do motor...................................................2.6 → 2.8

T
tampa de porta-bagagens......................................... 3.24, 3.26
tampões de roda.................................................................. 5.8
tapa-bagagens................................................................... 3.27
tecto abrível............................................................3.11 → 3.13
telemóvel............................................................................ 3.35
temperatura exterior........................................................... 1.62
testemunhos de controlo.................. 1.46 → 1.49, 1.51 → 1.60
tomada para acessórios..................................................... 3.21
trancamento automático dos abríveis com o veículo em anda-
mento................................................................................. 1.15
trancamento das portas............................................1.2 → 1.15
transporte de crianças........................1.30 – 1.31, 1.33 → 1.37
transporte de objectos
no porta-bagagens............................................. 3.30 – 3.31
rede de separação............................................3.32 → 3.34
travagem de urgência.............................................2.22 → 2.26
travão de imobilização automático................1.47, 2.12 → 2.14
travão-de-mão........................................................... 1.47, 2.11

V
ventilação...................................................................3.4 → 3.9
visor........................................................................1.46 → 1.50
volante de direcção
regulação...................................................................... 1.41

7.5
( www.e-guide.renault.com )

RENAULT S.A.S. SOCIÉTÉ PAR ACTIONS SIMPLIFIÉE AU CAPITAL DE 533 941 113 € / 13-15, QUAI LE GALLO
92100 BOULOGNE-BILLANCOURT R.C.S. NANTERRE 780 129 987 — SIRET 780 129 987 03591 / TÉL. : 0810 40 50 60
NU 936-5 – 99 91 047 84R – 09/2012 – Edition portugaise
à999104784Rïíëä JC

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