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Testes rápidos para a identificação de vírus

Mayaro, Zika, Chikungunya e Dengue

VINICIUS MARQUES, FERNANDA RAMOS, GABRIELE TEIXEIRA, CARLOS ARTHUR, OLIVIA MAIA, BRUNO HENRIQUE
Revisão
introdução Conclusão
Bibliográfica

justificativa Resultados

Objetivos Metodologia
Os testes laboratoriais convencionais são operacionalmente complexos, requerem
profissionais especializados e infraestrutura laboratorial apropriada.

Testes rápidos são, primariamente, recomendados para testagens presenciais.


Podem ser feitos com amostra de sangue total obtida por punção venosa ou da
polpa digital, ou com amostras de fluido oral.
A primeira vantagem significativa dos testes rápidos é que eles
possibilitam a liberação dos resultados e a assistência ao paciente
em uma única consulta.

Os testes rápidos não necessitam de estruturas laboratoriais ou de profissionais


graduados para sua execução, assim como dispensam o transporte de amostras e
a necessidade de coleta de sangue venoso.

Além disso, a aplicação de testes rápidos auxilia na prevenção da transmissão


vertical, facilita o diagnóstico em populações-chave e promove o acolhimento
imediato, dentro da estrutura assistencial do SUS.
A manifestação dos sintomas
Dengue apresentam formas análoga

Alguns sintomas apresentam


escalas diferentes de
manifestação (depende do
Sintomas
Mayaro Zika vírus)
parecidos
Em outros casos, alguns
sintomas nem aparece

Chikungunya
“Diagnósticos imprecisos trazem
tratamentos ineficazes”
A seguir, estão listadas situações e locais em que se indica a utilização dos testes rápidos

• Rede de serviços de saúde sem infraestrutura


laboratorial, ou localizados em regiões de difícil acesso.
• Segmentos populacionais flutuantes.
• Segmentos populacionais flutuantes.
• Unidade de Testagem Móvel (UTM).
• Programas do Ministério da Saúde (MS).
• Laboratórios que realizam pequenas rotinas.
• Prontos-socorros.
• Maternidades.
• Segmentos populacionais mais vulneráveis.
Diagnostico
Objetivo

Confiabilidade
Garantir a qualidade

Acessibilidade Barateamento Aperfeiçoamento


Praticidade de uso Acesso democrático Continuar inovando
1. A amostra é colocada no local indicado, na
membrana (área A).
2. A solução tampão é colocada sobre a amostra.
3. Os anticorpos da amostra fluem lateralmente pela membrana, passando pela área I,
onde se inicia a ligação com o conjugado e prosseguem em direção à área de teste (T).
4. Na área T, o complexo anticorpo-conjugado liga-se aos antígenos do agente infeccioso
investigado, formando uma linha (ou banda) colorida.
5. O conjugado não ligado ao anticorpo e o excesso do complexo imune continuam a
migração, ao longo da membrana de nitrocelulose, em direção à área C, onde são
capturados por anticorpos anti-imunoglobulina, formando outra linha (ou banda) colorida.
Aumento da captação de novos pacientes assintomáticos, além de reduzir
filas e custos operacionais para a realização de exames convencionais.
Redução das solicitações de sorologia convencional acarretando na
diminuição do tempo entre diagnóstico e início de tratamento;
Agilidade na realização, leitura e interpretação dos resultados facilitam o
diagnóstico do paciente, proporcionando uma orientação e, se necessário, o
tratamento imediato.
Não é necessário estar em jejum, preparo especifico ou indicação médica
para realizar o teste. Basta procurar um profissional habilitado da equipe de
saúde.
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