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O papel do assistente social contra a AP

Cabe ao assitente social, nos casos de “guarda”, verificar as condições de convivência de ambos os
genitores com seus filhos, comprovando a idoneidade para a “guarda” e as confições físicas e
relacionais, para ponderar e garantir o superior interesse da criança. Porém, nos casos de “Alienação
Parental”, deve verificar (a demanda ou não dos genitores ou filhos) a existẽncia de indícios, os
comportamentos eventualmente “alienantes” pelo genitor ou familiares (a prática de AP) e os
comportamentos dos filhos em relação ao outro genitor (expressando a eventual existência de
“síndrome” de AP). Deve verificar os possíveis “motivos” ou “causas” da eventual ausência do genitor.
Nesses casos, se ao psicólogo cabe explorar os aspectos psicológicos da AP (em que a pratica, e em
que a padece) e da SAP (no filho), ao assistente social cabe constatar a eventual existẽncia de indícios
(atos, práticas) de AP ou de SAP (aspectos relacionais do filho com ambos os genitores) (ver FREITAS,
2014, p. 76-80)