You are on page 1of 16

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II

PROJETO DE INTERVENÇÃO

ELIANE DE FATIMA SILVA MONTEIRO - RA 1817564291

MAIO/2018
9

PROJETO DE INTERVENÇÃO – ESTÁGIO II

1. DADOS DA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE:


Nome completo da Instituição: CRAS - UIRAPURU
CNPJ: 04681807/0001-98
Endereço: Conj. Uirapuru, estrada Santa Fé, QD24 we22, S/N bairro: Icui-Guajará,
Ananindeua-PA.
Fone: (91) 3287-0433
Nome e cargo do representante legal: Michelle De Nazaré S. Cardoso –
Coordenadora
Descrição geral do campo:
O projeto em questão foi desenvolvido no Centro de Referência de
Assistência Social – CRAS-UIRAPURU, o mesmo atende as famílias do bairro ICUI-
GUAJARÁ e adjacências na execução dos serviços de proteção social básica
destinada à população em situação de vulnerabilidade social, em articulação com a
rede socioassistencial.
Oferece atendimento a população da área de abrangência, realizando o
acompanhamento dessas pessoas, a reinserção social dos usuários pelo acesso ao
trabalho, ao lazer, ao exercício dos direitos e ao fortalecimento dos laços familiares e
comunitários.
Presta serviços continuados de Proteção Social Básica de Assistência Social
para famílias, seus membros e indivíduos em situação de vulnerabilidade social.

O que o CRAS-UIRAPURU promove?

O CRAS-UIRAPURU promove o Serviço de Proteção e Atendimento Integral


à Família - PAIF, que é a porta de entrada para serviços como: Atendimento
psicossocial, acolhimento, escuta oficinas de convivência, fortalecimento de vínculos
familiares e comunitários, encaminhamentos, para capacitação profissional e
geração de emprego e renda, articulação e encaminhamentos para rede de serviços
socioassistencial e Intersetorial e inclusão no CADÚNICO, para programas e
projetos sociais, além do SCFV- serviço de convivência e fortalecimento de vínculos.
10

2. DADOS DO PROJETO

2.1. TÍTULO DO PROJETO


ORIENTAÇÕES AOS USUÁRIOS SOBRE OS SERVIÇOS OFERTADOS PELO
CENTRO DE REFERENCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CRAS
2.2. LOCAL E DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES:

CRAS- UIRAPURU

2.3. ARÉA DE ABRANGÊNCIA

Bairro do Icuí-Guajará

3. PROBLEMAS DIAGNÓSTICADO

As unidades do CRAS são instaladas em áreas com alto índice de


vulnerabilidade social e os serviços desenvolvidos têm o objetivo de fortalecer
vínculos familiares e comunitários, além de inserir indivíduos e famílias em políticas
públicas, com o fim de promover o desenvolvimento social e através de
levantamento de dados feitos através de pesquisa de campo realizada na
comunidade, foi percebido que a população não tem o conhecimento suficiente
acerca dos serviços que são ofertados pelo CRAS-UIRAPURU. E partir dessa
perspectiva que o projeto ORIENTAÇÕES AOS USUÁRIOS SOBRE OS
SERVIÇOS OFERTADOS PELO CENTRO DE REFERENCIA DE ASSISTÊNCIA
SOCIAL - CRAS vem para buscar dar maior clareza e entendimento dos serviços
prestados pelo CRAS buscando promover uma maior interação da comunidade junto
ao CRAS-UIRAPURU.

4. OBJETIVO GERAL

 Informar a comunidade da área do Icuí-Guajará sobre os serviços, programas e


projetos ofertados pelo CRAS-UIRAPURU buscando promover uma maior interação
da comunidade dentro do espaço e serviços.

4.1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS


 Fomentação da participação dos usuários demonstrando os objetivos, as ações
e as contribuições do CRAS no desenvolvimento da comunidade;
11

 Realizar em parceria com os usuários, Coordenação e Corpo Técnico do


CRAS atividades sócio-educativas e campanha de encerramento do projeto sobre a
temática abordada.

5. JUSTIFICATIVA
O Centro de Referência da Assistência Social – CRAS - é o espaço destinado
ao desenvolvimento dos serviços, programas e projetos sócio assistenciais de
Proteção Social Básica do Sistema Único de Assistência Social, local de acolhimento,
convivência e socialização das famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade
social. É uma unidade estatal descentralizada da Política Nacional de Assistência
Social de base Constitucional, o que garante a continuidade dos serviços, com
competência municipal.
Os serviços sócio-assistenciais ofertados pelos CRAS são de caráter
preventivo, protetivo e proativo, deste modo, destinam-se a população que vive em
situação de vulnerabilidade social decorrentes da pobreza, privação ou ausência de
renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos, com vínculos familiares,
comunitários e de pertencimento fragilizado e que vivenciam situações de
discriminação etária, étnica, de gênero ou por deficiências, entre outros; com o
objetivo de possibilitar o acesso aos serviços de proteção social básica.
Executar serviços de proteção social básica; organizar e coordenar a rede de
serviços sócio-assistenciais locais da política de assistência social; realizar, sob
orientação do gestor municipal de Assistência Social, o mapeamento e a organização
da rede socioassistencial de proteção básica; promover a inserção das famílias nos
serviços de assistência social local; promover o encaminhamento da população local
para as demais políticas públicas e sociais. (PNAS 2004). Sendo ainda responsável
pela oferta do Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família - PAIF;
Os serviços do CRAS são realizados com referência territorializada, visando à
valorização das heterogeneidades, as particularidades de cada grupo familiar, a
diversidade de culturas e a promoção e o fortalecimento dos vínculos familiares e
comunitários.
Por isso a necessidade de um projeto social e interdisciplinar com um olhar
crítico-reflexivo e ampliado para que a comunidade possa conhecer todos os serviços
e programas ofertados pelo CRAS, pois ele é a porta de entrada para todos os
12

serviços ofertados relacionados à assistência no município.

6. PÚBLICO-ALVO

Usuários do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo.

7. DESCRIÇÕES DO ESPAÇO FÍSICO


Para atender as demandas desenvolvidas e suas atividades o CRAS-
UIRAPURU dispõe de sala e equipamentos, trabalhando sempre com que tem
disponível como: Computadores; impressora; ar-condicionado; mesas e cadeiras;
material de expediente; brinquedoteca e jogos educativos.
7.1. RELAÇÕES DE ATIVIDADES E DATA DA EXECUÇÃO
1° Etapa: Divulgação do projeto ORIENTAÇÕES AOS USUÁRIOS SOBRE OS
SERVIÇOS OFERTADOS PELO CENTRO DE REFERENCIA DE ASSISTÊNCIA
SOCIAL - CRAS nas proximidades do CRAS durante o mês de maio de 2018.
2° Etapa: Palestras no CRAS com a equipe com a Comunidade realizada nos dias 25
a 28 de maio de 2018.

3º Etapa: oficina reflexiva sobre o tema abordado e análise de resultados ao término


da campanha e do grupo no dia 04 de junho de 2018.

8. PARCEIROS TÉCNICOS/FINANCEIRO
Michelle De Nazaré S. Cardoso – Coordenadora do CRAS-UIRAPURU

Glaucia Maísa Corrêa Lima – Assistente Social


9. PRODUTOS DO PROJETO
 Ampliação dos conhecimento da comunidade em relação aos serviços ofertados;

 Participação ativa da comunidade no CRAS;

 Caracterização do CRAS na Comunidade.

10. IMPACTOS ESPERADO


Com a consciência de que estes encontros não nos levarão a erradicação dos
problemas, mas com a certeza, que eles contribuiriam para que a comunidade possa
ter mais acesso aos serviços, programas e projetos ofertados pelo CRAS.

11. CRONOGRAMA
Atividade Maio Junho Setembro
3ª. 4ª. 1ª. 2ª. 3ª. 4ª. 1ª. 2ª. 3ª. 4ª. 5ª.
sem sem sem sem sem sem sem sem sem sem sem

Revisão bibliográfica x x x x x x x x x
13

Definição do tema específico x x


Elaborar projeto x x x x x
Divulgar projeto para população alvo x x
Executar projeto x
Enviar resumo do trabalho x
Apresentar projeto e resultados x

12. ORÇAMENTO ESTIMADO


Recursos Valor estimado Quantidade Total
Faixa R$ 70,00 01 R$ 60,00
Baners R$ 40,00 02 R$ 80,00
Panfletos R$ 1,00 60 R$ 60,00
VALOR TOTAL: R$ 200,00

13. META DE PÚBLICO-ALVO

Participantes Quantidade
Usuários do CRAS-UIRAPURU 60 pessoas

14. METODOLOGIA
A metodologia do será pautada no desenvolvimento de ações de caráter
informativo e sócio – educativas através de palestra de conscientização com Banner
informativo e distribuição de panfletos. As atividades serão realizadas no espaço de
acolhimento do CRAS-UIRAPURU, com divulgação prévia, por meio de panfletos com
informes sobre o Projeto de Intervenção, onde serão discutidos os temas pertinentes à
temática tratada.

15 INDICADORES
Realização de Palestra para 60 usuários do Serviço de convivência e
fortalecimento de vínculos, onde os mesmos vivem em situação de vulnerabilidade e
residem em área de risco e adjacências.

6. COORDENAÇÃO DO PROJETO
14

Eliane de Fátima Silva Monteiro – Estagiária de Serviço Social

17. EQUIPE RESPONSÁVEL


Eliane de Fátima Silva Monteiro – Estagiária de Serviço Social

18. ASSINATURA

FUNÇÃO ASSINATURA
Coordenadora do Projeto

19. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A realização deste trabalho nos propiciou identificar as demandas presentes


na sociedade, visando informar e formular respostas para o enfrentamento desta
questão social. Os serviços ofertados à comunidade referenciada vão de cadastros
em programas sociais até atividades físicas para idosos e crianças, palestras,
acompanhamento familiar, encaminhamento para serviços básicos como
atendimento médico, cadastramento em programas de transferência de renda e
outros projetos.
Contudo, considerando a realidade de muitas famílias, os CRAS foram
criados para facilitar o acesso de qualquer um a todos os benefícios ofertados pela
assistência social. Esses espaços são uma realidade e formatam um perfil mais
abrangente e ainda em construção da comunidade que busca auxílio do CRAS, visto
que sua linha de atuação dependerá também dos objetivos que cada programa ou
projeto definem.
Tendo em vista que a população até sabe onde está situado o CRAS, mas
tem poucas informações ou possuem informações equivocadas sobre a
funcionalidade do espaço e quais os serviços e projetos ofertados pelo mesmo. E
através do projeto se vislumbra que tais dúvidas e equívocos sejam sanados para
que todos tenham o acesso pleno ao CRAS tudo aquilo que ele oferece.
15

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a fome e Secretaria


Nacional de assistência Social. Proteção Social Especial. PNAS. Política Nacional
da assistência Social.

BRASIL. Presidência da República. Lei n. 8.742, de 07 de dezembro de 1993. Dispõe


sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências. Diário
Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 07 de dez. 1993. Disponível
em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8742.htm> . Acesso em: 30 abr. 2018.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Política Nacional


de Assistência Social – PNAS/2004; Norma Operacional Básica – NOB/SUAS.
Resolução CNAS n. 145, de 15 de outubro de 2004. Ministério do Desenvolvimento
Social e Combate à Fome/Secretaria Nacional de Assistência Social, Brasília, DF,
2005.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome/Conselho Nacional


de Assistência Social. Resolução n. 109, de 11 de novembro de 2009. Aprova a
Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2009. Disponível
em:<http://www.mds.gov.br/assistenciasocial/arquivo>. Acesso em: 30 abr. 2018.


ELIANE DE FATIMA SILVA MONTEIRO - RA 1817564291

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II

ANANINDEUA-PA

2018
ELIANE DE FATIMA SILVA MONTEIRO - RA 1817564291

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II

Relatório de Estágio apresentado ao Curso de Serviço Social


do Centro de Educação a Distância – CEAD da Universidade
Anhanguera UNIDERP como requisito obrigatório para
cumprimento de disciplina de Estágio Supervisionado II.

ANANINDEUA-PA
2018
SUMÁRIO

IDENTIFICAÇÃO. ............................................................................................................. 4

2. INTRODUÇÃO. ...................................................................................................... 5

3. OBSERVAÇÕES ACERCA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ....................... 6

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................... 7

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................8


4

IDENTIFICAÇÃO:

Nome da estagiária: Eliane de Fátima Silva Monteiro


Curso: Serviço Social
Telefone: (91) 3287-0433
E-mail: elianedefatima80@bol.com.br
Nível do estagio: estágio supervisionado II Local: CRAS-UIRAPURU
Endereço: Conj. Uirapuru, Estrada Santa Fé, QD 24, WE 22, S/n – Icuí-Guajará. CEP:
67125-867 – Ananindeua/PA Telefone: (91) 32634418
Supervisora de campo: Maria Izabel Tavares de souza
Supervisora Acadêmica: Pamela Zatrepalek de Almeida Carga horária: 150 horas
Inicio: 19/02/2018
Termino: 02/05/2018
5

INTRODUÇÃO

Dando conclusão a mais uma etapa do estágio supervisionado II do curso de


Serviço Social da Universidade Anhanguera – UNIDERP POLO ANANINDEUA,
realizado no CRAS UIRAPURU, tendo em vista a necessidade de uma experiência
prática onde se aplicou grandes partes dos fundamentos teóricos estudados em sala
de aula aliando-se a prática se percebeu então o quão foi enriquecedor esta etapa
para formação acadêmica.
Através deste estágio foi oportunizada a realização de uma atividade de suma
importância tanto para a caminhada acadêmica quanto para futura profissional,
também foi oportunizado entender e enxergar mais de perto as mazelas de uma parte
da sociedade e contribuir mesmo que seja de uma pequena forma para sua melhoria.
A realização deste projeto teve por objetivo principal chamar a atenção da
população de usuários do CRAS a cerca dos serviços, projetos e programas que o
espaço oferece, portanto esse projeto é para informar toda população a cerca da
problemática.
6

DESENVOLVIMENTO

O CRAS é uma política assegurada pela Lei Orgânica da Assistência Social-


LOAS lei n° 8742, de 07 de dezembro de 1993. Ele também é referencial para o
desenvolvimento dos serviços socioassistenciais de proteção básica do Sistema
Único de Assistência Social- SUAS, onde também são trabalhadas as políticas do
ECA. O estágio supervisionado II foi realizado no CRAS-UIRAPURU, localizado
Conj. Uirapuru, Estrada Santa Fé, QD 24, WE 22, S/n – Icuí-Guajará. CEP: 67125-
867 – Ananindeua/PA. O mesmo atende famílias dos bairros do Icui-Guajará e
diversas comunidades. Foi focando nas áreas de mais vulnerabilidade social que
chegamos ao tema do Projeto de Intervenção ORIENTAÇÕES AOS USUÁRIOS
SOBRE OS SERVIÇOS OFERTADOS PELO CENTRO DE REFERENCIA DE
ASSISTÊNCIA SOCIAL - CRAS
O CRAS oferece diversos serviços à população como: inserção no cadastro
único, bolsa família, BPC, além de acolher crianças, idosos, pessoas portadoras
necessidades especiais também trabalha com o Serviço de Convivência e
Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e foi justamente com esses usuários que fazem
parte do SCFV que executamos o nosso Projeto de Intervenção.
Com a execução do projeto percebemos o quanto foi importante para o nosso
crescimento pessoal e profissional a convivência dia a dia com os usuários do CRAS
e que não só aprendemos como ensinamos também.
Vale ressaltar a importância de estágio curricular como um elemento
essencial para o processo de formação profissional, tendo em vista que e o
momento em que o aluno entra em contato com a realidade e pode fazer a relação
teoria e prática desenvolvendo assim as competências e habilidades necessárias
para a construção de um projeto profissional e ético.
E um momento de realizarmos novas atividades no campo de estagio o
projeto de intervenção, e outros trabalhos junto à ação social do município.
Justifica-se a relevância deste estudo para proporcionar a identificação dos
problemas enfrentados pela comunidade em a não saber quais são os serviços,
programas e projetos ofertados em sua totalidade pelo Centro de Referencia da
Assistência Social. Assim, percebe-se que é no momento da vivência do estagio que
o aluno se apropria da profissão e ao se apropriar da mesma vai absorver o papel e
7

postura do profissional que o acompanha, acarretando assim, a construção de sua


identidade profissional. Tal identidade refletirá através de sua postura profissional
todo o preparo recebido na instituição de ensino e no campo de estagio.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Dentro das diretrizes curriculares do curso de serviço social, o estágio é


considerado atividade curricular obrigatória, iniciando a partir da inserção do
discente nas instituições campo de estágio. Nesta atividade, o foco principal é a
qualificação e o treinamento das competências teórico-metodológica, técnico-
operativa e ético-político do discente.
A prática dos Assistentes Sociais no Centro de Referência Assistência Social
(CRAS), um dos serviços da Assistência Social dentro da proteção Básica, é de
suma importância visto que esses profissionais participam do processo de
enfrentamento das várias expressões da “questão social” emanadas da relação
antagônica entre capital e trabalho.
Em relação ao trabalho apresentado foi de suma importância, pois naquele
momento foi problematizada a questão falta de conhecimento da comunidade em
relação aos serviços, programas e projetos ofertados pelo CRAS o que faz a
população não buscar o ajuda e auxilio no espaço por entender que o quê ofertado
não lhe se caracteriza para os mesmo.
8

REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a fome e Secretaria


Nacional de assistência Social. Proteção Social Especial. PNAS. Política
Nacional da assistência Social.

BRASIL. Presidência da República. Lei n. 8.742, de 07 de dezembro de 1993.


Dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 07 de dez. 1993.
Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8742.htm> . Acesso em:
30 abr. 2018.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Política Nacional


de Assistência Social – PNAS/2004; Norma Operacional Básica – NOB/SUAS.
Resolução CNAS n. 145, de 15 de outubro de 2004. Ministério do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome/Secretaria Nacional de Assistência
Social, Brasília, DF, 2005.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome/Conselho


Nacional de Assistência Social. Resolução n. 109, de 11 de novembro de 2009.
Aprova a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2009. Disponível
em:<http://www.mds.gov.br/assistenciasocial/arquivo>. Acesso em: 30 abr. 2018.