Núcleo Gerador: Saberes Fundamentais (SF

)

DR1 – O Elemento (E)

Colectânea de textos (pequenas citações com a indicação dos respectivos links direccionando para a página original), seleccionados a partir de pesquisas efectuadas no motor de busca "Google" e que se pretende ajudem a descodificar o tema O Elemento (E) do Núcleo Gerador: Saberes Fundamentais (SF) do Referencial de Competências-Chave de Nível Secundário, relativo ao Processo RVCC no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades.
[Nota: Todos os Adultos/Formandos devem mencionar no seu PRA as fontes de todas as leituras que efectuaram, não podendo copiar ou plagiar, arriscando-se à expulsão do processo RVCC.]

Boas leituras...

Preparado em 12-07-2008 – cont@cto

página:

1/14

metade pelo lado do pai e a outra metade pela mãe. Nesse contexto de diversidade sociocultural aplico princípios de tolerância e igualdade. toxicodependentes.) Continuar a ler: Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 2/14 . individuos portadores de deficiência. etnia . escolaridade.” Agostinho da Silva A sociedade é composta por diversos individuos. que é ao mesmo tempo um dever: o de o ajudar a ser ele próprio. doenças genéticas. por conseguinte..blogspot..? Cada individuo possuí características específicas.http://stc-rvcc. um código genético que herda dos seus progenitores. cada um com características específicas. com características únicas que se encontram nas amostras do seu ADN. com ele só tenho o direito.. variáveis de acordo com a sua idade. sexo. “Todo o ser humano é diferente de mim e único no universo. quem tem de reflectir por ele. não sou eu.com/ DR1 . Compreendo a utilização de análises ao ADN como forma de identificação de um individuo (tais como análises de criminologia.O Elemento Mobilizar o saber formal para o reconhecimento do elemento como uma unidade estrutural e organizativa. não sou eu quem tem de lhe traçar o caminho.. determinação de paternidade. considerando o conceito de "acção social"? Exploro formas de integração de individuos em situação de exclusão social por serem portadores de características específicas: idosos. não sou eu quem sabe o que é melhor para ele. fazendo dele uma pessoa única... e que se reflecte nas diferenças de cada individuo.

Sociedade (o todo) – constituída por indivíduos diferentes (as partes) e pela acção social dos mesmos (Max Weber). avós. Estas diferenças geram as diferenças orgânicas entre os organismos vivos. O DNA encontra-se no núcleo celular e é formado por quatro nucleotídeos diferentes (as partes) que formam uma estrutura semelhante a uma escada em espiral. cultura. As moléculas (as partes) de DNA contêm a informação genética necessária para a codificação das características de um indivíduo. No meu bairro tenho vizinhos de etnia cigana.pt/group/rvccno/ DR1– experiências que tenham por base a seguinte ideia – “O todo é constituídopor partes diferentes que agem com propósitos diferentes. como se relacionam no quotidiano com a diferença. Exemplo ciência: Diferenças e semelhanças dos indivíduos do núcleo familiar. Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 3/14 . bisneto) ter determinada característica (cor do cabelo. de Moçambique e de Portugal. paise filhos – herança genéticas.Ler em: Grupo RVCCNO. É pela acção das partes que o todo ganha vida e se torna dinâmico”. diferentes maneiras de pensar). os modos de integração (exemplo: festinha da escola com as crianças a dançar músicas dos diferentes países).google. existem algumas pessoas quefrequentam a zona x da minha cidade que têm problemas de toxicodependência (…. Diferentes como? Exemplo – na escola do meu filho existem crianças de diferentes origens –da Ucrânia. de olhos…) Filomena Carvalho Sousa . o café que frequento tem muitos idosos. Exemplo Tecnologia: Tal como a minha mãe tenho a doença x foi detectada através da análise y segundo os procedimentos xpto.)– sobre os exemplos falar dos problemas de integração (situações de discriminação que testemunhou).http://groups. as vantagens de conviver com a diferença (partilha de saberes. probabilidades de um descendente (neto. Tecnologia e Ciência: cada ser vivo (o todo) possui uma codificação diferente de instruções no DNA.

fundamentadas na análise direta do ácido desoxirribonucléico (DNA). Com o conhecimento atual. Continuar a ler Newsletter n.br/pt/ INTRODUÇÃO O avanço da ciência e tecnologia a nível forense teve seu ponto culminante em meados dos anos 80. 2001). 1997).org.http://www. elucidar trocas de bebês em berçários e detectar substituições e erros de rotulação em laboratórios de patologia clínica (PENA.º 153 28 Abril 2008 Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 4/14 . 2006). tornaram-se uma das mais poderosas ferramentas para a identificação humana e investigações criminais (BENECKE. BROWN.. havia muitas dúvidas quanto à reprodutibilidade e à confiabilidade dos métodos (DUARTE et al.. houve sérias reservas quanto o seu uso real. pois no início. 2001. da Universidade de Leicester e. ao menos duas grandes vantagens devem ser citadas sobre a tipagem molecular: o DNA possui uma alta estabilidade química mesmo após um longo período de tempo e está presente em todas as células nucleadas do organismo humano. exonerar os inocentes. O primeiro método de utilização da análise do DNA para identificar indivíduos foi desenvolvido em meados da década de 1980 por Sir Alec Jeffreys. quando as técnicas de identificação. identificar corpos e restos humanos em desastres aéreos e campos de batalha. 2005). A determinação de identidade genética pelo DNA pode ser usada para demonstrar a culpabilidade dos criminosos. o que facilita a obtenção do mesmo (MALAGHINI et al.sbac. apesar do seu enorme poder potencial. determinar paternidade com confiabilidade praticamente absoluta.

aceitem integrar a sua impressão digital genética na base. para o que terão que dar o seu consentimento escrito. diversas instâncias internacionais têm vindo a aconselhar a utilização das análises de ADN no sistema de justiça criminal e a possibilidade de criação de bases de dados internacionalmente acessíveis que incluíssem os resultados daquelas análises. de forma livre e esclarecida.pt/SinficWeb/conteudo/homepage.cita-se a título meramente exemplificativo. de 10 de Fevereiro de 1992.sinfic. as impressões digitais genéticas constituem o método de identificação criminal por excelência e cuja importância tem crescido ao longo de todo o século XX. a Recomendação R (92) 1 do Comité de Ministros do Conselho da Europa. devendo ser o meio mais adequado de identificação para os próximos tempos. Desde o início dos anos 90. Por isso. uma base de dados de perfis de ADN constitui um importante auxiliar da investigação criminal.http://www. o diploma legal proposto admite já a possibilidade de construção de uma base de dados de perfis de ADN (ácido desoxirribonucleico) a partir de voluntários que. Cada vez mais. Continuar a ler Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 5/14 . A cada vez maior credibilidade e eficácia deste método de identificação torna possível que venha a converter-se em um método padrão de identificação civil.do2 Base de Dados Nacional de Perfis de ADN A impressão digital genética é a impressão digital dos tempos modernos. designadamente quando estivessem em causa crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual . As análises de ADN já constituem um método utilizado quotidianamente na investigação criminal portuguesa. Para além disso.

sendo um método mais preciso que os antigos testes de sangue. Já se foi o tempo em que não deixar impressões digitais era meio caminho andado para um criminoso ficar impune.com. Por isso foi utilizada.ácido desoxirribonucléico . Nos últimos meses. começou-se a lançar mão da impressão digital genética para investigar os casos em que os criminosos deixam marcas no dos dedos. A impressão digital genética tem uma peculiaridade: herda-se metade da mãe e metade do pai.http://super. que consiste em identificar a seqüência de cromossomos contidos na molécula DNA de uma pessoa. Primeiro na Inglaterra. não há duas pessoas com a mesmíssima seqüência de DNA. a polícia está recorrendo à chamada impressão digital genética para achar o seu suspeito.traz as características individuais de cada ser vivo. Ler em: Revista Super Interessante Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 6/14 . Afinal. depois nos Estados Unidos. Trata-se de uma técnica desenvolvida há dois anos. para determinar a paternidade em processos judiciais . um mero traço de sangue pode ser uma pista infalível para condenar ou absolver um acusado. Assim como não há duas pessoas com a mesmíssima impressão digital.Dez 1987 Genética contra o crime Cientistas ingleses e americanos desenvolveram uma técnica denominada impressão digital genética.abril.br/ Revista Super Interessante . Uma série de procedimentos complexos permite retratar a seqüência de uma pessoa a partir de qualquer tecido do corpo ou de uma gota de sangue. que consiste em identificar a seqüência de cromossomos contidos na molécula de DNA de uma pessoa. O DNA . desde a descoberta.

O genoma agrupa o conjunto dos genes que caracterizam a espécie. director da equipa científica. a asma ou as doenças cardíacas. afirma o centro. o cancro. Continuar a ler Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 7/14 . “A sequenciação de ADN e as referentes análises serão.99 por cento. composto por 20 centros de sequenciação nos Estados Unidos. porque a mulher possui dois exemplares. Segundo o LUMC. informa o Centro Médico Universitário de Leiden (LUMC). A carta do genoma humano. “A sequenciação do genoma de uma mulher permite compreender melhor o cromossoma X”. determina as especificidades de cada indivíduo (como a cor do cabelo ou dos olhos).cienciahoje. França e Alemanha. foi integralmente estabelecida em 2003 pelo Consórcio Internacional para a sequenciação do genoma humano. tornadas públicas muito em breve”.http://www. acrescentando que os resultados não foram ainda submetidos à comunidade científica. todos homens. cerca de três mil milhões de letras que representam o código de DNA. ou as predisposições para certas doenças como a diabetes. anunciaram segunda-feira terem sido os primeiros a realizar a primeira sequenciação completa do genoma de uma mulher. Grã-Bretanha. exceptuando alguns dados privados. China. Esta carta atingiu um grau de precisão de cerca de 99. argumentou Gert-Jan van Ommen. os quatros genomas desvendados até hoje foram de dois norte-americanos e dois africanos da etnia Ioruba. “É a primeira mulher no Mundo e o primeiro europeu cuja sequenciação de DNA será tornada pública”.pt/ Efectuada primeira sequenciação do genoma de uma mulher :: 2008-05-28 van Ommen destaca a melhor compreensão do cromossoma X Investigadores em genética do Centro Médico Universitária de Leiden.

para desempenhar um papel cada vez mais relevante como instância de regulação social intervindo ao nível da empresa e da gestão global da sociedade”. acresce sublinhar a mudança do sentido dos trajectos de mobilidade profissional e o claro incentivo ao desenvolvimento de estratégias individualizadas para assegurar e melhorar a própria empregabilidade (Dubar e Tripier. 1989. deslocando. ao mesmo tempo.pt/ FORMAÇÃO. 1998). a acelerada transformação dos processos produtivos e a própria concepção do trabalho que se foi alterando. parecem traduzir “uma estratégia política de desresponsabilização do Estado face à incapacidade em que o poder político se acha de articular as expectativas sociais criadas e veiculadas pelo sistema educativo com as oportunidades de trabalho” (Ibidem). TRABALHO E APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA A democratização da educação.uminho. o investimento na formação das instituições – de formação e de trabalho – para os indivíduos3 no sentido de Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 8/14 . Dubar. “tem vindo a deslocar-se do seu papel tradicional de instância de produção de qualificações individuais. Digamos que as relações entre a formação e o trabalho se traduzem numa “sujeição da lógica da oferta à lógica da procura” (Matos. mais do que uma desadequação da produção de saberes às exigências do mundo do trabalho. São disto um claro exemplo o apelo da União Europeia em 1996 para a “Aprendizagem ao Longo da Vida”1. 2000). o campo da formação. 1999: 212).http://repositorium.sdum. Neste quadro. 1998. levam a que a formação deixe de ser anterior ao trabalho para ser concomitante deste (Santos. Neste quadro. de acordo com Correia (1997: 23). transformando a formação numa instrumentalização retroactiva do campo do trabalho que. Dubar e Tripier. em que emergem um conjunto de solicitações contraditórias. tornando mais ténue a ligação entre trabalho e emprego. tal como os discursos que deslocam a noção e o sentido da qualificação para a de competência(s)2.

Pág 2 e 3. Uma segunda mudança fundamental encontra-se nas redes sociais que envolvem os indivíduos ao longo da vida. 2000: 112). hoje mais centrada nas afinidades electivas do que nos limites estreitos do parentesco. pois estas tornaram-se também mais plurais. Mesmo Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 9/14 . a qualificação e certificação obtida no quadro de uma instituição reconhecida para o fazer com vista à inserção e manutenção no mercado de trabalho deixou de ser uma relação natural e estável para se inscrever num quadro de encontros prováveis entre trajectórias possíveis. o trabalho e a formação se entrecruzam. a política. constituem transformações que alteram o formato das trajectórias familiares. económico.os tornar empregáveis. A formação inicial para um trabalho e um emprego. tanto nas suas funções (de contacto.mctes. de competitividade no mercado” (Dubar. 1999) – marcadamente instável e competitivo. É neste cenário – em que a economia. de apoio emocional. Ana Maria Costa e Silva . bem como a emergência de modos alternativos de viver em casal. numa interdependência que deixou de ser local para se tornar global (Hake. quotidiano) como na sua organização interna. A queda da nupcialidade e da natalidade. hoje mais libertos dos constrangimentos do passado para construírem as suas biografias. o aumento dos divórcios e dos recasamentos. que as trajectórias profissionais e de vida dos indivíduos se constroem. bem como os entrelaçamentos entre indivíduo e família. mantendo-os “em estado de competência.fct.pt/ Um dos traços emblemáticos da modernização da vida familiar nas sociedades ocidentais reside na diversificação das trajectórias familiares dos indivíduos. Continuar a ler http://alfa.

reconstituem-se as trajectórias familiares de homens e de mulheres portugueses de diferentes gerações. bem como caracterizar as múltiplas funções das redes. contribui para reconfigurar a estrutura e as funções das relações sociais dos indivíduos (de parentesco mas também de amizade e interconhecimento. ou qualquer momento crítico de transição podem levar a reconfigurações inesperadas da rede social do indivíduo. O nascimento de um filho. o divórcio. estão por identificar os processos de (re)constituição das redes sociais dos indivíduos ao longo da vida. Partindo de ambas as problemáticas. a recomposição familiar. é necessário estudar os equilíbrios entre laços de sangue ou aliança e de afinidade. de apoio mas também de sociabilidade). mas ainda as relações sociais primárias no seu conjunto. Investiga-se. investindo numa perspectiva de análise do curso de vida. considerando os momentos de viragem biográfica relevantes na história familiar e pessoal do indivíduo. (2)Por outro. (1)Por um lado. em suma. conjugais e parentais). Observa-se a configuração e a diversidade das trajectórias.que largamente rebatida a tese do isolamento da família nuclear e comprovada a persistência do apoio familiar. Mais. pois. o desemprego. Estabelecer a articulação entre trajectórias e redes sociais é. A complexificação das biografias individuais afecta não só as dinâmicas conjugais e parentais. um desafio fundamental de pesquisa. Continuar a ler Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 10/14 . a hipótese de que a diversificação das trajectórias familiares. fundada na multiplicação de transições possíveis (individuais. analisa-se o impacto dessas trajectórias na rede de relações familiares e sociais dos indivíduos. este projecto junta dois eixos teóricos e propõe um duplo objectivo.

http://w3. comunicar não significa apenas falar às pessoas. A actividade do emissor é a de traduzir num código o que vai transmitir e a do receptor e de receber de descodificar o código utilizado.o que se comunica ou se quer comunicar. A mensagem no ensino é a matéria transmitida pelo professor.ualg. sendo a sua eficiência avaliada pela semelhança entre a ideia transmitida e a ideia recebida. o receptor. A mensagem é o conteúdo da comunicação . Pelo que se pode definir comunicação como sendo o processo e pelo qual um emissor se relaciona com um receptor através duma mensagem transmitida em código por um canal. Estes elementos são designados por elementos do processo de comunicação e que são: o emissor. significa também ouvi-las. Assim comunicação não é apenas a transmissão duma mensagem mas sim a transmissão dessa mensagem com fim de suscitar uma resposta específica. No processo de aprendizagem o professor é o emissor e o aluno o receptor. ELEMENTOS DE PROCESSO DE COMUNICAÇÃO A comunicação tem lugar quando uma pessoa transmite ideias ou sentimentos a outra ou outras pessoas. No entanto. o canal e o contexto. a mensagem. o código. Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 11/14 . Ao definir-se comunicação fez-se referência a alguns elementos que permitem a sua realização.pt/~jmartins/tecnicascomunicacao/ COMUNICAÇÃO. O emissor é o que emite uma mensagem num determinado código. posto que ouvir como falar é um acto de comunicação.

aparelhos de televisão. o sistema Braille. etc. o sistema morse. Por outro lado e embora a mensagem esteja bem elaborada e num código comum ao emissor e receptor é necessário que estes estejam integrados no mesmo contexto e que a mensagem faça referência a objectos desse contexto.O código não é mais que símbolos que quando agrupados e combinados formam conjuntos significativos. são exemplos de códigos utilizados na comunicação. os idiomas. Esse meio é o canal que poderá ser na comunicação através de linguagem verbal. rádio telefone. Resumindo. as ondas sonoras propagadas através de vibração do ar na comunicação oral frente a frente ou os materiais de transmissão. As letras do alfabeto duma língua são símbolos que agrupados em palavras constituem um código.. A linguagem verbal é a palavra falada ou escrita. A COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DAS FORMAS DE LINGUAGEM A linguagem é o conjunto de meios que permitem ou realizem a comunicação e na qual há a considerar a linguagem verbal e não verbal. para haver comunicação entre emissor e receptor é necessário que: exista um canal de comunicação. etc. na comunicação à distância e o papel na comunicação escrita. ambos conheçam o código e estejam integrados no mesmo contexto. a mensagem esteja bem elaborada. os sinais de bandeiras. um receptor e uma mensagem elaborada num código comum a ambos é necessário um meio pelo qual a mensagem seja transmitida e ponha em contacto o emissor com o receptor. Torna-se evidente que havendo um emissor. em que a primeira pode ser utilizada na comunicação Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 12/14 .

a mímica. O português europeu padrão (também conhecido como estremenho ou português de Portugal) modificouse mais que as outras variedades. rádio. em especial o português santomense tem muitas semelhanças com o português do Brasil (que possui muitos dialetos diferentes). sonoros e visuais sonoros. O português africano. sirenes. os gestos do sinaleiro.oral frente a frente ou à distância (telefone. revistas e jornais. a enciclopédia livre A língua portuguesa possui uma relevante variedade de dialectos.pt/~jmartins/tecnicascomunicacao/ComunicacaoOral. todos os aspectos e sons de todos os dialectos de Portugal podem ser encontrados nalgum dialecto no Brasil. televisão. Mesmo assim.ualg.pdf Dialectos da língua portuguesa Origem: Wikipédia. de bandeiras. são outra forma de se comunicar. Continuar a ler em: http://w3. etc. muitos deles com uma acentuada diferença lexical em relação ao português padrão . entretanto. Preparado em 12-07-2008 – cont@cto página: 13/14 . entre outros… Na linguagem não verbal há a considerar os sinais visuais. etc. a música. Os sinais visuais como dança.) e a segunda na comunicação escrita através de livros.. etc.. geralmente não prejudicam a inteligibilidade entre os locutores de diferentes dialetos.o que acontece especialmente no Brasil. os sinais de trânsito. Tais diferenças. permitem comunicar através de linguagem não verbal. Do mesmo modo sinais sonoros de navios. sinos. de ajudas de instrução visuais.

Note que. o português apenas tem dois dialectos de aprendizagem. o dialecto mais prestigiado é o falado e muito mais escrito pelos habitantes cultos. Logo. o europeu e o brasileiro. o português padrão de Portugal é o padrão preferido pelos países africanos de língua portuguesa. aqueles que possuem nível superior completo.org/wiki/Dialectos_da_l%C3%ADngua_portuguesa página: 14/14 Preparado em 12-07-2008 – cont@cto . Portugal (Europa) e Brasil (América do Sul). no português europeu há dois dialectos mais prestigiados: o de Coimbra e o de Lisboa. o alto-minhoto e o transmontano são muito semelhantes ao galego. No Brasil. Diferenças lexicais Exemplos de palavras que são diferentes nos dialectos de língua portuguesa de três continentes diferentes: Angola (África). das grandes cidades. • • • Angola: machimbombo Brasil: ônibus Portugal: autocarro • • • Angola: muceque Brasil: favela Portugal: bairro de(a) lata Ler em: http://pt. Mesmo com a independência das antigas colónias africanas. especialmente o uso intensivo do gerúndio.wikipedia.Também os dialetos do sul de Portugal apresentam muitas semelhanças. No Norte. ou seja.