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O Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento
O Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento oferece aos planejadores da Nova Ordem Mundial a capacidade de silenciosa e quase invisivelmente modificar as atitudes e o sistema de valores de toda a sociedade. Eles precisam disso para colocar em cena o Anticristo. Você achará difícil acreditar em quanto sua vida diária está sendo manipulada, mas após compreender como isto está sendo realizado, poderá tomar as medidas para reduzir ou eliminar os efeitos. Aprenda a proteger as pessoas a quem ama. A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado? Após você compreender o que realmente é esta Nova Ordem Mundial e como está sendo implementada gradualmente, poderá observar seu avanço nas notícias do dia a dia!! Aprenda a proteger a si mesmo e as pessoas a quem ama! Após ler nossos artigos você nunca mais verá as notícias do mesmo modo. Agora Você Está Com a "THE CUTTING EDGE" Nada parece mais insidioso para a maioria das pessoas que a idéia que alguma força esteja manipulando e alterando suas vidas silenciosa e invisivelmente. As pessoas reagem tão negativamente, que parece que se sentem violadas, quase que estupradas. Lembro-me que nos anos 60, a população ficou sabendo que um processo de publicidade 'invisível' tinha sido desenvolvido e testado nas salas de cinema, chamada Publicidade Subliminar. Houve uma indignação tão grande que a indústria cinematográfica comprometeu-se a nunca mais usar a propaganda subliminar. Aquele compromisso veio em boa hora, pois o Congresso americano estava prestes a aprovar uma legislação que tornava a publicidade subliminar ilegal. A promessa feita pela indústria cinematográficca e televisiva contornou a crise e o Congresso nunca chegou a aprovar aquela legislação. Até o dia de hoje o uso de subliminares não é ilegal, ao contrário do que a maioria das pessoas acredita. Mas a questão aqui é que as pessoas não querem ser manipuladas ou bombardeadas com estímulos, especialmente se não sabem o que está acontecendo com elas. O temor do desconhecido é muito alto. Como as pessoas reagiriam se soubessem quantas vezes estão sendo secreta e invisivelmente bombardeadas com estímulos - com histórias, debates, com muitas circunstâncias, muitas das quais foram deliberadamente criadas ou iniciadas? Como as pessoas reagiriam se realmente compreendessem que não são sua "própria pessoa", apesar do fervoroso desejo de ser justamente isso? Essas pessoas se sentiriam violadas mental e fisicamente estupradas - e ficariam muito furiosas! É por isso que tanto esforço é dispendido para fazer as pessoas acreditar que as imagens subliminares não existem e não funcionariam se existissem. É por esse motivo que a mídia esforça-se para vender a imagem de "integridade" e

"honestidade" com os ouvintes, para que eles não acreditem que seu canal favorito possa afetá-los adversamente de qualquer forma. No entanto, a mídia está arruinando sua vida. No Seminário 1, "America´s Leadership of the New World Order, mostramos em detalhes os muitos modos como você e seus amados estão sendo brutalmente molestados pela TV, pelo cinema e pela mídia impressa. Essa molestação não é sexual; é mental, emocional e, acima de tudo, espiritual. Neste artigo, enfocaremos o estratagema mais sofisticado de todos para alterar as vidas, as atitudes e o sistema de valores de populações inteiras, sem que elas tenham a menor noção do que está acontecendo. A esse processo dá-se o nome "Plano das Seis Etapas para a Mudança de Comportamento". Seria bom você também ler o artigo N1006 e a transcrição de nosso programa de rádio CE1002 e CE1007. Não queremos aqui detalhar o funcionamento desse plano, como fizemos nos artigos anteriores, queremos listar os modos em que o Plano está sendo utilizado na civilização ocidental atualmente. O Plano é muito eficaz e está sendo utilizado em todas as áreas do sociedade em que a mudança dos Valores Cristãos para Valores Satânicos é necessária para a implantação da Nova Ordem Mundial. Antes, porém, vamos listar as seis etapas deste Plano para a Mudança do Comportamento.

Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento
Etapa 1. Alguma prática tão ofensiva que nem deveria ser discutida em público é defendida por um especialista RESPEITADO em um fórum RESPEITÁVEL. Etapa 2. A princípio, o público fica chocado, depois indignado. Etapa 3. No entanto, o SIMLES FATO que tal coisa tenha sido debatida publicamente torna-se o ASSUNTO do debate. Etapa 4. No processo, a repetição prolongada do assunto chocante em discussão gradualmente vai anulando seu efeito. Etapa 5. As pessoas não ficam mais chocadas com o assunto. Etapa 6. Não mais indignadas, as pessoas começam a debater posições para moderar o extremo, ou aceitam a premissa, procurando, os modos de ATINGI-LA. Este método insidioso de modificar o comportamento profundamente arraigado das pessoas está sendo direcionado com sucesso aos povos do mundo ocidental. Milhões de pessoas estão experimentando mudanças de comportamento em uma ampla variedade de assuntos hoje em dia. Essa mudança de comportamento é essencial para alcançar a Nova Ordem Mundial. Fixando na sua mente o modo como esse plano funciona nos corações e nas mentes de todos os cidadãos, vamos revisar alguns dos muitos modos em que está sendo usado hoje para mudar os sistemas de valores do Ocidente de cristãos para pagão.

Exemplos Atualmente em Ação

1) Controle Populacional por Meio da Morte: O objetivo da Nova Ordem Mundial é reduzir a população total do planeta em dois terços nos próximos anos. À medida que nos aproximamos da implementação dessa Nova Ordem, as mentes das pessoas precisam ser ´voluntariamente´mudadas para aceitar as medidas para a redução da população que serão implementadas, pois essas medidas serão amplamente utilizadas pelas forças do Anticristo assim que ele assumir seu papel, de modo a reduzir drasticamente a população mundial. a) Suícidio/Eutanásia Foi um golpe de mestre conceber uma campanha para convencer as pessoas a se matar a si próprias para o benefício da sociedade e fazê-las pensar que é uma boa idéia! Grande nobreza está sendo dada a atitude desses pobres peões (digo, pessoas) que estão sendo convencidas que é seu "direito" morrer com dignidade e "controlar" sua hora final. O que aconteceu com o ideal cristão de abrir mão de seus direitos, exatamente como Jesus Cristo abriu mão do seu e veio morrer por nós [Filipenses 2:4-8]? O que aconteceu com o ideal cristão que fomos criados à imagem e semelhança de Deus [Gênesis 1:26], um ato de criação que outorga grande dignidade e valor ao ser humano? E o que aconteceu ao ideal cristão que Deus está controlando nossas vidas e nossa eternidade? O que aconteceu ao ideal cristão de que Deus controla nossas vidas e a hora da nossa morte? Ou que podemos confiar nele e no seu plano para nós? Claramente, a civilização ocidental está nas Etapas 5 e 6 desse Plano. A repetição constante das palavras do Dr. Morte, Jack Kevorkian, e os muitos casos de suicídios e de familiares assistindo a morte de uma pessoa doente, e os intermináveis debates na mídia forneceram a "repetição constante" da Etapa 4. A finalização da Sexta Etapa já pode ser vislumbrada no horizonte. b) Aborto A sociedade americana está claramente na Etapa 6 aqui, com mais de 1,5 milhão de bebês assinados anualmente no útero de suas mães. Lembra como perdemos esta guerra? Perdemos nas Câmaras Legislativas Estaduais quando um lado contemporizou para permitir o aborto legal APENAS em casos limitados, raramente prescritos, onde a vida da mãe poderia estar em perigo ou quando a concepção decorria de estupro ou incesto. Embora essa contemporização tenha parecido "nobre" para os deputados, ela abriu um pouco a porta para esta prática proibida. Logo a Suprema Corte escancarou a porta para essa prática com o caso Roe x Wade e agora o aborto é praticado em todos os trimestres da gravidez. Nunca devemos contemporizar; a contemporização abre a porta para uma derrota posterior. Um palavra final sobre o aborto. Perguntei ao ex-satanista e ex-praticante de magia negra Doc Marquis, agora um cristão nascido de novo, como os satanistas encaram o aborto. Para os satanistas, o sacrifício humano é o maior sacrifício que podem ofertar a Satanás e quanto mais jovem for a vítima, mais precioso e mais poderoso é o sacrifício. Em 1986, o programa documentário 20-20 da TV mostrou um bloco sobre satanismo nos EUA nos dias atuais. Uma das cenas do bloco mostrou mulheres satanistas que estavam grávidas. Elas disseram que engravidaram com o propósito expresso de sacrificar seus bebês a Satanás. Isso não me surpreendeu, pois já tomara conhecimento dessa prática em minhas pesquisas sobre o ocultismo. Perguntei então a Doc, "Se um sacrifício aumenta em poder e preciosidade quanto mais jovem for a vítima, como um satanista vê os bebês abortados? Ele me

encarou seriamente e disse, "Os satanistas vêem os bebês abortados como o sacrifício humano mais poderoso que é possível oferecer." c) Infanticídio Embora o infanticídio ainda seja em grande parte ocultado do público, ainda é praticado nos EUA, em um nível que o deixaria chocado. Um recurso excelente sobre este assunto é o livro Whatever Happened to the Human Race, de C. Everett Koop. d) Preparação para a Destruição da África Nas duas últimas duas décadas, fomos bombardeados com imagens de milhões de negros africanos morrendo de fome. Vá fizeram tantas campanhas para a arrecadação de alimentos para os países africanos que já estamos cansados de colaborar. As pessoas perguntam, "Afinal, o que há de errado com aquelas pessoas? Nunca aprenderão a se alimentar e autogovernar?" Na Nova Ordem Mundial, o negros estarão marcados para a destruição. As únicas raças que terão a permissão de entrar no estágio final dessa Nova Ordem Mundial são as raças européias e os chineses. Todos os demais estão marcados para extinção. Qual o melhor modo de convencer o mundo ocidental da inutilidade da raça negra que nos convencer do total incapacidade dos povos africanos? A campanha está em marcha agora e é ajudada por toda nova revelação de problemas insolúveis na África, de fome crônica a doenças, ignorância, e assim por diante. e) Transplante de Órgãos Recomendamos um excelente livro sobre este assunto da visão da Nova Ordem Mundial sobre a morte, e a coleta de órgãos em corpos humanos. Os dois autores são cristãos e fizeram uma excelente pesquisa. Chama-se Unholy Sacrificies of the New Age, de Paul de Parrie e Mary Pride, publicado pela Crossway Books, em 1988. Para conhecer o ponto de vista da Nova Era, procure encontrar a revista Omni, volume 9, de setembro de 1987. Em um artigo entitulado "Redefining Death: Last Right's." Prepare-se para ficar chocado e enojado. Em um breve resumo, a proposição da Nova Era sobre os transplantes de órgãos é muito simples: eles querem viver indefinidamente. Até que a medicina consiga "resolver" o ´problema´ da morte física, o único modo concebível de viver indefinidamente são os Transplantes de Órgãos. Assim, a pesquisa médica, que opera com verbas gigantescas concedidas pelos governos e por empresas privadas, derrama milhões de dólares na pesquisa sobre os transplantes. O sucesso tem sido fenomenal, e muitas pessoas estão vivas hoje por causa deste recurso recente da medicina. No entanto, o sucesso tem um preço. Este procedimento tornou-se tão popular, tão amplamente utilizado, que, hoje, há uma demanda muito maior por órgãos humanos para transplantes do que doadores disponíveis. Esta situação acarretou uma grande elevação no preço dos órgãos. E alguns órgãos parecem muito difíceis de se obter. Neste ponto, o espírito empreendedor do povo americando entra em cena, acoplado com muita ganância e nenhuma consciência da parte dos médicos e enfermeiros. Trabalhando em segredo, os médicos de muitos hospitais estão literalmente declarando que suas vítimas estão com morte cerebral ou algum outro tipo de

'morte' e estão literalmente colhendo seus órgãos. Veja uma parte deste artigo publicado na Omni: "Deitado de frente, respirando ritmicamente, R. H., de 1,86m e 75 Kg é um belo homem. "No entanto, ao mesmo tempo em que alguém possa estar admirando a estrutura física desse homem, os cirurgiões perfuram a pele e os músculos de seu peito, inserem um instrumento elétrico cortante e começam a rasgar a carne. Surpreendentemente, sai pouco sangue, mas há um certo atropelo na sala de cirurgia quando oito médicos metem suas mãos no cadáver , trabalhando rapidamente para desconectar os órgãos dos vasos sangüíneos... À medida que cada órgão é removido, é cuidadosamente embalado em uma bolsa refrigerada e levado apressadamente para transporte por um helicóptero que já está com os motores ligados, para ser entregue em algum lugar distante, a uma outra equipe de cirurgiões especializados em transplantes. Finalmente, após os principais órgãos terem sido removidos, um cirurgião de cabelos loiros do Centro Médico Presbiteriano de Colúmbia, em Nova York... diz ao anestesista para desligar o respirador e desconectar todos os fios." [pg 60] Obviamente, o paciente morre imediatamente e seu corpo é removido. Mais tarde, uma Declaração de Óbito fajuta é emitida pelo hospital, mencionando alguma causa de morte que parece plausível. Isto é muito similar ao que aconteceu na Alemanha nazista do início dos anos 30 até o início dos anos 40! Quando o estado envolveu-se com mortes na Alemanha, os médicos ousadamente passaram a matar as pessoas que eles mesmos declaravam que eram "vidas indignas de serem vividas". Após a vítima ter sido morta, eles emitiam uma Declaração de Óbito. Logicamente, um ingridente presente nos EUA hoje é que esta mesma mentalidade está acoplada com a cobiça, já que muito dinheiro pode ser ganho com esse negócio de coleta de órgãos humanos. Se você deseja saber os detalhes completos sobre como este sistema chamado Nova Ordem Mundial é idêntico ao nazismo em todos os detalhes, leia nosso artigo N1017. Não se engane neste ponto; a Nova Ordem Mundial é um retorno planejado ao nazismo com todos seus horrores, exceto que o sistema será global, não deixando nenhum país 'neutro' para onde você possa fugir. Agora, você pode perguntar, "Quão pervasiva é esta Colheita de Órgãos?" Citando este artigo da revista Omni: "Mas nos próximos 20 anos, a tremenda demanda por órgãos poderá aumentar a pressão para simplesmente declarar as pessoas com 'morte cerebral' mortas. Já existe uma espécie de mercado negro para a compra e venda de órgãos. Se a definição de morte cognitiva fosse instituída, as empresas privadas que negociam órgãos poderiam estabelecer empresas lucrativas, com ações negociadas na Bolsa de Nova York. O mundo encontrar-se-ia em uma situação onde a morte seria um setor rentável da economia... Muitos médicos prevêem uma proliferação de institutos de pesquisa devotados a colher órgãos das pessoas que estão em estado vegetativo. Não é possível imaginarmos todos os possíveis cenários. Por exemplo, mulheres que estiverem em estado vegetativo poderiam ter seus úteros utilizados para a gestação de bebês... Seria também possível até mesmo acasalar dois indivíduos em estado vegetativo para produzir óvulos fertilizados ou bebês. A sociedade ainda tem um caminho a percorrer antes que vir a tolerar fazendas de seres humanos vivendo em estado vegetativo." Imagine isto!! Fazendas de criação de seres humanos em estado vegetativo!! Nada poderia ser mais satânico! Você pescou o significado da frase, "A sociedade ainda tem um caminho a percorrer antes que vir a tolerar fazendas de seres humanos vivendo em estado vegetativo"?

É um reconhecimento da parte deles que o povo ocidental ainda não está suficientemente condicionado a aceitar esta prática bárbara. É por este motivo que ele usam o eficiente Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento. Nós o incentivamos a estudar os parágrafos anteriores com bastante cuidado, pois testificam a verdade sobre esta futura Nova Ordem Mundial muito melhor do que poderíamos fazer. Sem a autoridade da moral cristã, que declara que todos os seres humanos são preciosos porque foram criados segundo a imagem de Deus, este tipo de cenário de comprar e vender seres humanos, de criar seres humanos em laboratórios para que seus órgãos sejam colhidos na hora apropriada (exatamente como fazemos com o gado) não é nada mais que o conceito humanista levado à máxima extensão, afinal, se somos apenas 'animais avançados', então também podemos ser tratados como animais. Finalmente, esse artigo diz que se uma pessoa que está gravemente ferida chegar a um hospital tiver uma cédula de identidade de doador de órgãos, o hospital lhe dará o melhor tratamento possível. "para o bem dos seus órgãos". A partir dessa declaração, postulo uma idéia. Se uma pessoa que é levada gravemente ferida a um hospital, e não puder ser identificada, e a administração do hospital não conseguir localizar nenhum parente, aquela pessoa torna-se automaticamente uma doadora de órgãos? Vejo as cédulas de identidade de doador de órgãos como potencialmente perigosas. Na frase citada anteriormente, após os funcionários do hospital terem lhe dado o melhor tratamento possível, "para o bem de seus órgãos", não podem impedir que você vá embora sem fazer nenhuma doação? Esse cenário é possível se a pessoa não puder ser identificada, os ter seus parentes localizados. O desenvolvimento desse cenário satânico e nazista é uma das mais fortes evidências de que estamos, realmente, vivendo na iminência do aparecimento do Anticristo. f) Coleta de Tecidos Fetais Usar os corpos de bebês abortados para a pesquisa médica é outro desenvolvimento satânico e do tipo nazista. Embora os cristãos considerem o aborto um ato totalmente repugnante e satânico, ficamos ainda mais revoltados quando consideramos o uso desses corpos como recursos médicos! À medida que os pesquisadores na área médica continuam a desenvolver mais e mais usos para os tecidos dos corpos dos bebês mortos, fazem aumentar dramaticamente a demanda econômica por esses tecidos. Essa nova demanda econômica pode ser o estímulo final que levará à criação de "fazendas de seres humanos em estado vegetativo", como citado pelo artigo da revista Omni. Compreenda como a revista Omni Magazine é importante para a Nova Era/ Nova Ordem Mundial. Omni é uma revista considerada de vanguarda, que publica artigos chocantes com anos de antecedência em relação à mídia de massa. Pode-se dizer que a revista Omni representa o papel da Etapa 1 no Plano das Seis Etapas para a Mudanças de Comportamento. Brevemente teremos outro artigo separado, somente sobre Coleta de Tecidos Fetais, mas permita-nos informar o que está envolvido neste procedimento satânico e hitlerista: "Mulheres grávidas, com 13-18 semanas, são colocadas em uma mesa de operações, o cérvix é dilatado, a bolsa de água é perfurada, a cabeça do feto [leiase, do bebê] é levada a uma posição logo acima do cérvix aberto. O crânio do feto é perfurado e um dispositivo de sucção é colocado na cabeça. A massa cerebral é

então sugada e colocada imediatamente em refrigeração para preservar sua utilidade. O feto é então totalmente abortado [assassinado]". Os colchetes neste texto foram inseridos pela The Cutting Edge. A citação é de "Recycling Babies: The Practice of Fetal Tissue Research" de Judie Brown, http://user.mc.net:80/dougp/ftrnews4). Atualmente, o principal uso médico dos bebês assassinados é o aproveitamento do cérebro, mas como a Nova Ordem Mundial é o nazismo restaurado, podemos esperar que brevemente outros usos serão descobertos para que o corpo inteiro do bebê passe a ter uso comercial. Em janeiro de 1993, o presidente Clinton cassou a proibição de pesquisas sobre Tecido Fetal. Você pode acrescentar mais esta abominação às muitas que este presidente já perpetrou. Existem dois objetivos principais subjacentes a essa prática satânica. Primeiro, é um modo muito eficiente de limitar o crescimento populacional, antes do estabelecimento da Nova Ordem Mundial. Segundo, essa prática demonstra ter um potencial de crescimento muito grande para os médicos, laboratórios de pesquisas e companhias farmacêuticas. Na rota para a Nova Ordem Mundial, não há razão para não se ganhar o máximo de dinheiro possível, não é mesmo? Na transcrição de nosso programa de rádio CE1038, relacionamos as muitas razões que nos levam a pensar que os EUA sejam a Babilônia Econômica do Apocalipse 18. Neste artigo, apenas queremos dizer que os pecados da América, a Linda, estão se acumulando e atingindo os céus. Queremos apenas citar uma passagem da Bíblia, para que você veja como se aplica perfeitamente ao deplorável condição espiritual do povo americano. Leia e chore! [Apocalipse 18:1-6] "Depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande autoridade, e a terra se iluminou com a sua glória. Então exclamou com potente voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de todo gênero de ave imunda e detestável, pois todas as nações têm bebido do vinho do furor da sua prostituição. Com ela se prostituiram os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram à custa da sua luxúria. Ouvi outra voz do céu, dizendo, Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados, e para não participardes dos seus flagelos; porque seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou. Dai-lhe em retribuição como também ela retribuiu, pagai-lhe em dobro segundo as suas obras, e, no cálice em que ela mistirou bebidas, misturai dobrado para ela." Sabemos, estudando as profecias de Daniel, que logo após a ascensão do Anticristo, tomando o controle do mundo por meio de uma Confederação de 10 Supernações, ele destruirá completamente três dessas dez originais. Acreditamos que os EUA serão uma dessas três nações que serão totalmente aniquiladas. Nos dias em que vivemos, que antecedem o aparecimento do Anticristo, vejo os pecados na nossa nação "atingindo o céu". Você não vê? g) Canibalismo O povo americano está sendo condicionado a aceitar a idéia de comer carne humana, canibalismo! Várias décadas atrás, um filme de segunda categoria chamado "Solient Green" apresentou esse assunto, pois as pessoas comiam biscoitos verdes deliciosos que eram fabricados tendo carne humana entre os

ingridientes. Depois, há alguns anos, o filme "O Silêncio dos Inocentes" serviu como veículo de condicionamento sobre o consumo de carne humana. O Dr. James Dobson, famoso psicólogo cristão norte-americano, em seu programa de rádio 'Focus On The Family', informou que o canibalismo estava recebendo muita atenção na indústria da pornografia. Finalmente, no artigo da Omni Magazine, que citamos anteriormente, o segmento final do artigo sobre colheita de órgãos humanos fala muito sobre o consumo de carne humana! "Nas minhas pesquisas sobre a morte e os quase mortos, fiquei aterrorizado pelas palavras de Carleston Gajdusek.O virologista ganhador do prêmio Nobel é famoso por sua descoberta do vírus lento no povo Fore, da Nova Guiné. Em sua pesquisa, ele observou de perto o ritual de comer o cérebro ou intestinos dos parentes mortos; declarou ele à revista Omni, ´Eles sempre dissecam seus parentes com amor, cuidado e interesse´. Na opinião dele, se não fosse pela infecção viral nos tecidos, comer o cérebro ofereceria uma boa fonte de proteína para uma comunidade que consome pouca carne´... Com os grandes avanços na tecnologia dos transplantes, os mortos têm mesmo muita proteína a nos oferecer - na forma de seus órgãos e membros. Somos os novo canibais." [pg 117] Somos os novos canibais! Alguém ainda não acredita na natureza satânica da vindoura Nova Ordem Mundial? O artigo da Omni Magazine está novamente fazendo o papel de ser um fórum respeitável que lança um assunto polêmico. O especialista respeitável é um virologista ganhador do prêmio Nobel, Carleston Gajdusek, e está falando em um fórum respeitável, a revista Omni. Temos todos os ingridientes da Etapa 1 em marcha aqui. O artigo foi escrito em 1987, bem antes do "Silêncio dos Inocentes", e outros veículos de condicionamento. 2) Controle Populacional por Meio de Conflitos - Promovendo Conflitos Entre Homens e Mulheres a) Movimento Feminista Atual Acreditamos que o controle populacional esteja sendo patrocinado atualmente pelo movimento feminista radical. No entanto, essa não é nossa idéia original. O Dr. Wolf Wolfensberger, professor titular na Universidade Syracuse, na Divisão de Educação Especial e Reabilitação escreveu sobre esse conceito em seu livro The New Genocide of Handicapped And Afflicted People. Certamente, se você deliberadamente promover o conflito em homens e mulheres, pode atingir vários objetivos desejados por qualquer satanista, e que contribuem para objetivo deles de limitar radicalmente o crescimento populacional no mundo industrializado nestes tempos que antecedem a Nova Ordem Mundial. 1) Se os homens e as mulheres estiverem brigando um contra o outro, e não tiverem confiança um no outro, haverá um número menor de casamentos e menor ligação sexual. Ambas as possibilidades limitarão o número ode filhos que nascerão. Quantas mulheres quererão se casar se o homem típico é o estereótipo criado e mostrado nas comédias de situação? 2) Se os casamentos que já existem puderem ser desestabilizados e até rompidos, o número de filhos será reduzido. A sociedade como um todo também fica desestabilizada, outro objetivo importante do Plano. Entre os mais ferozes defensores do aborto hoje estão as feministas radicais. O controle da população e a desestabilização da nossa sociedade atual são dois dos

principais objetivos do movimento feminista radical. Quem teria imaginado que esse movimento colaboraria com os planos da Nova Ordem Mundial? b) Condicionamento para a Homossexualidade e para o Lesbianismo Um dos resultados previsíveis do conflito orquestrado entre os homens e as mulheres seria o crescimento da homossexualidade e do lesbianismo. Se o relacionamento e a atividade sexual entre heterossexuais não for possível, muitas pessoas buscarão satisfação sexual com os membros do seus próprio sexo. É claro que essa atividade sexual não possibilita a geração de filhos. Nessa área de Controle Populacional por Meio do Conflito Patrocinado, nossa sociedade já está nas Etapas 5 e 6 do Plano. A maioria das pessoas já não se sente ofendida com idéia dos relacionamentos homossexuais. E, a contínua repetição realizada na Etapa 4, há vários anos, é a explicação porque as Passeatas do Orgulho Gay estão sendo realizadas nas grandes cidades e rotineiramente mostram tanta devassidão em público, que seriam totalmente inimagináveis a qualquer pessoa que possua um vestígio de moralidade cristã. É muito previsível que os homossexuais e lésbicas queiram condicionar a sociedade a finalmente aceitar o relacionamento sexual entre adultos e crianças e a aceitar o sexo em público. Essa não é apenas a extensão lógica dos seus planos, mas o Senhor Jesus Cristo disse que a sociedade nos últimos dias seria "como nos dias de Sodoma". [Lucas 17:2930]. Tendo em mente que a sociedade tornar-se-á como Sodoma nos dias imediatamente anteriores ao Reino do Anticristo [a Nova Ordem Mundial], lembrome do relato da destruição física de Sodoma e Gomorra em Gênesis 19:1-5. Leia esta passagem e chore, pois a destruição física dos EUA ocorrerá exatamente como nos dias de Sodoma e Gomorra. Quando penso nessa inevitabilidade, lembro novamente do nosso artigo já mencionado anteriormente, onde os EUA são provavelmente a Babilônia Econômica do Apocalipse 18. Antes de mudarmos de assunto, quero destacar algo que a maioria das pessoas parece não notar. Em Gênesis 19:1-3, lemos como os anjos de Deus foram a Sodoma, tendo a forma de homens. Eles entraram na casa de Ló, que imediatamente reconheceu quem de fato eles eram. Ele os instou a fazer uma refeição e passar a noite em sua casa. Logo em seguida, todos os homens de Sodoma cercaram a casa de Ló. Veja o que diz a Bíblia: "Mas antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, assim os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló, e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós, para que abusemos deles." A população homossexual de Sodoma incluia homens velhos e jovens. Percebemos, horrorizados, que aqueles homens queriam copular com os estrangeiros em público!! Agora, espere um minuto! Por que eles não tinham receio de serem presos ao promoverem uma orgia homossexual em público? A resposta é simples, mas ao mesmo tempo profunda. Eles não tinham receio de serem presos simplesmente porque as leis em Sodoma e Gomorra permitiam sexo em locais públicos! Para isso acontecer, os cidadãos tiveram que aprovar a homossexualidade. Em Sodoma e Gomorra, as escolas e as instituições governamentais não apenas aprovavam, mas ensinavam as crianças que aquilo tudo era perfeitamente normal. Você vê isto acontecendo no mundo ocidental hoje? Freqüentemente, lemos nos jornais que homens começam a manter relações homossexuais em locais públicos e a polícia precisa intervir e fechar os parques ou fazer batidas, removendo os travestis das ruas. No entanto, se um dia o sexo em locais públicos for legalizado,

então os homossexuais poderão ter sexo em público, sem medo de serem detidos, exatamente como os homens de Sodoma e Gomorra faziam. E, considerando-se a liberdade que os homossexuais têm de simular atos sexuais em público durante as passeatas do 'Orgulho Gay', podemos imaginar que acham que essa mudança nas leis, para legalizar a homossexualidade em público, será obtida brevemente. 2) Desarmamento: A transcrição do nosso programa de rádio CE1067 contém a discussão completa da importância do desarmamento na criação da Nova Ordem Mundial. Veremos apenas os detalhes aqui. a) Nações O Desarmamento foi planejado antes do advento da bomba nuclear, pois Alice Bailey escreveu, em 1940: "No período preparatório para a Nova Ordem Mundial, haverá um desarmamento obrigatório. Não será opcional. Nenhum país receberá a permissão de produzir ou organizar qualquer armamento para propósitos destrutivos ou para infringir a segurança das outras nações." [O 'espírito-guia' Mestre D. K., escrevendo por meio por meio da líder da Sociedade Teosófica, Alice Bailey, no livro, The Externalisation of the Hierarchy, pg 191] Esse desarmamento dos países não será opcional. O plano é que cada país sistematicamente entregue suas armas ao Corpo Governamental do Mundo Unificado, que, alguns anos mais tarde, ficou conhecido como Organização das Nações Unidas. Desde que a ONU foi fundada, o mundo passou por várias guerras sob o guarda-chuva da ONU, ou como uma 'Aliança' de Nações, como a Guerra no Golfo'. Mas, em todos os casos, os combatentes foram à ONU para expor seus motivos e posições e para obter ou se opor às declarações da ONU. Este, amigos, é o Plano das Seis Etapas para a Mudança de Comportamento. Por vários anos, o mundo tem estado sujeito à terrível idéia que as nações individuais devem abrir mão da sua soberania e aceitar a da ONU [Etapas de 1 a 3]. No entanto, as repetidas ocorrências de guerras lutadas sob a bandeira da ONU, ou com base em resoluções da ONU, e todos os debates que testemunhamos ao longo dos anos sobre vários assuntos, forneceram a repetição contínua necessária para a Etapa 4. Logo, provavelmente após uma grave 'crise planejada', a etapa final será implementada. Todos os governos entregarão seus poderes políticos e econômicos à ONU. Acreditamos que isso somente ocorrerá após o aparecimento do Anticristo e as pessoas concordarão em fazer qualquer coisa que ele queira, devido aos seus muitos 'sinais e maravilhas' miraculosos. E, se você acredita que os líderes políticos não estão necessariamente seguindo o Plano traçado pelo Mestre D. K., escrevendo por meio de Alice Bailey, deve considerar atentamente este fato. Em 14 de agosto de 1941, pouco mais de um ano após Bailey ter escrito sobre esse plano para o desarmamento, o Presidente Roosevelt e o primeiro-ministro britânico Churchill, assinaram a "Carta do Atlântico", um dos documentos mais influentes do século XX. Veja o ponto 8: "Oitavo... todas as nações do mundo... precisam aceitar o fim do uso da força. Como a paz no futuro não poderá ser mantida se armamentos para serem usados em terra, mar e ar continuarem a ser utilizados pelas nações que ameaçam... agressões além de suas fronteiras...o desarmamento das nações é fundamental...." Quando a ONU obtiver total e absoluto poder sobre todas as nações do mundo, os aderentes da Nova Era ingenuamente crêem que a ONU exercerá uma liderança

'benevolente' e 'sábia'. No entanto, quero mostrar a você o Plano REAL, novamente citando Alice Bailey: "A bomba atômica não pertence às três nações que a aperfeiçoaram... pertence às Nações Unidas para uso (ou ameaça de uso) quando qualquer nação tomar uma ação agressiva". [pg 548] Você está agora lendo aquela parte do Plano da Nova Ordem Mundial que cumprirá as profecias bíblicas em Daniel, Joel e Apocalipse que falam de guerras e destruições e mortes sem precedentes logo após a ascensão do Anticristo. Acredito que é assim que pelo menos 2 das 3 supernações serão totalmente aniquiladas pelo Anticristo, como profetizado nos Capítulos 2 e 7 de Daniel. Agora, qual sua opinião sobre as tropas americanas, brasileiras de outros países também, colocando os capacetes azuis da ONU? Condicionamento, condicionamento, condicionamento, usando o Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento. O mundo já experimentou bastante da repetição contínua da Etapa 4, e logo, entraremos nas Etapas 5 e 6. Quando isso ocorrer, perderemos totalmente nossas liberdades. Lembre a lição da Torre de Babel, quando Satanás tentou pela primeira vez implantar um Governo, Religião e Economia Mundiais. Deus opôs-se e confundiu as línguas, fazendo com que a único idioma que toda a população mundial falava originasse os muitos grupos lingüísticos. Esta ação forçou o aparecimento das nações, cada uma ocupando seu território e dispersas no globo. Satanás está novamente fazendo as nações se unirem em um governo global, exatamente como a Bíblia diz que aconteceria nos últimos tempos. A lição que temos a aprender é que o plano de Deus é a existência de muitas nações, nenhuma das quais com total hegemonia; o plano de Satanás é a unificação das nações, lideradas pelo seu homem, o Anticristo. b) Cidadãos Não sabemos qual sua opinião sobre o Controle de Armas. No entanto, permita-me contar um pequeno fato histórico. Sempre que um democracia governa, ninguém se preocupa com as armas em poder da população, mas quando um regime totalitário toma o controle, a primeira ação do novo governo é confiscar as armas dos cidadãos. Como demonstramos que esta Nova Ordem Mundial é o Reino do Anticristo, e uma restauração do nazismo, você pode esperar que o confisco de armas será uma das suas prioridades. Usando todos os elementos da Etapas de 1 até 4 do Plano, nossos líderes governamentais de todos os escalões estão tentando convencer a maioria dos cidadãoes que as armas precisam ser confiscadas. Fazendo uso de todos os tipos de estatísticas de crimes, mais as muitas tragédias de homens desequilibrados que alvejam pessoas inocentes em locais públicos (Etapa 4, Repetição Contínua), os líderes governamentais têm restringido por meio de novas leis a aquisição e o porte de armas. E, sempre, a retórica dele é florida e parece cheia de boas intenções. Lembre-se, porém, de quem estamos tratando aqui. Você está lidando com líderes governamentais que apóiam a Nova Ordem Mundial. Você certamente precisa ver o perigo em acreditar em qualquer coisa que eles digam ou queiram fazer. Cuidado!! Esteja alerta!! 3) Insensibilização dos Indivíduos, Homens e Mulheres

Há vários anos que advertimos que os planejadores da Nova Ordem Mundial enfrentam a mesma dificuldade que Hitler enfrentou quando se preparava para iniciar a matança de 18 milhões de pessoas, incluindo 6 milhões de judeus. Ele precisava de homens jovens que estivessem dispostos a "puxar o gatilho". Se os rapazes e moças alemães não estivessem dispostos a participar no Holocausto, Hitler não teria condições de executá-lo. No entanto, para a satisfação de Hitler, muitos rapazes tinham sido dessensibilizados, emocionalmente embrutecidos, por meio de vários elementos na sociedade alemã antes da ascensão de Hitler ao poder, que a mão-de-obra para puxar o gatilho era na verdade abundante. As necessidades dos planejadores da Nova Ordem Mundial são idênticas em natureza, mas muito maiores em abrangência. Enquanto Hitler precisou de mão-deobra da matar seus 18 milhões, os planejadores da Nova Ordem Mundial precisam de mão-de-obra para mater 4 bilhões de pessoas. Quais são os elementos na nossa sociedade que podem estar embrutecendo as mentes e as emoções da nossa juventude? Quais são os elementos comuns que alcançam todo país, de norte a sul, de leste a oeste e que possam manipular a população juvenil? Logicamente, nossa mídia de massa: TV, rádios, revistas, jornais, computadores, para citar apenas alguns. Você ve algo nessas mídias que possa embrutecer nossa juventude, que possa dessensibilizá-la? A. Televisão 1) Desenhos Animados - provavelmente a mais violenta de todas as programações e que está dessensibilizando as crianças, que são jovens demais para conseguiren distingüir realidade de fantasia. Sabe-se que as crianças que assistem muitas horas de desenhos animados passam a reagir de forma violenta com as outras crianças. 2) Programas de Violência mostram "ações" de violência, e mais violência e violência gratuita. Não há dúvida que a Bíblia condena esse tipo de programa. * Em 2 Coríntios 13:11, Paulo diz: "Quanto ao mais, irmãos, adeus! Aperfeiçoaivos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz, e o Deus de amor de de paz estará convosco." Deus quer que "vivamos na paz". * Em Filipenses 4:8, o apóstolo Paulo nos adverte a vigiar o que entra na nossa mente: "Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento." É possível ver alguma "virtude" nesses programas violentos? Pais, é hora de proibir que suas crianças - mas especialmente as crianças mais vulneráveis, seus meninos - assistiam a esse tipo de progamação. Você está insensibilizando seus filhos! Você os está entregando diretamente nas mãos dos planejadores da Nova Ordem Mundial. Você gostaria de saber, possivelmente no Tribunal de Contas de Cristo, que seu amado filho foi um dos matadores no exército do Anticristo? Muitos pais alemães, pessoas decentes e cristãs descobriram essa horrível verdade sobre seus filhos após o término da Segunda Guerra Mundial. Não permita que isso aconteça com você. * Programas que mostram sexo ou insinuações sexuais Estes programas são terrivelmente prejudiciais e insensibilizam os jovens, que estão em formação. Os meninos adolescentes já estão naturalmente mais interessados em sexo, devido à

ação dos hormônios e as mocinhas estão no auge da beleza. Nos dias atuais, já é difícil para os pais manter seus filhos puros, sem a contaminação com o lixo mostrado na programação da TV e no cinema. Em muitos casos, sem o conhecimento dos pais, as crianças rapidamente passam dos programas com insuações sexuais para a pornografia suave ou pesada. Além disso, como conseqüência dessa influência, os rapazes começam a desenvolver uma cruel "mentalidade de usuário" em relação às mulheres. B. Rádio A mais cruel influência no rádio, e outros canais de áudio, é a música popular, especialmente a Música Rock. O Rock, e especialmente a MTV, tem uma grande responsabilidade pela insensibilização dos rapazes. Quais são os temas freqüêntes na música Rock? Existem sete temas principais. (1) Niilismo - uma atitude negativa em relação à vida, sem o oferecimento de soluções. (2) Suícidio - é explicitamente encorajado. (3) O homem é simplesmente uma máquina aperfeiçoada. (4) Violência e rebelião (5) Sexo é o mais antigo dos temas. Os sub-temas do rock sexual são desagradáveis de mencionar, mas recomendo em seguida um bom livro para servir para consultas futuras. (6) Espiritismo, ocultismo, e adoração explícita de Satanás. Ensina que todas as religiões são igualmente válidas. A feitiçaria padrão está em toda a parte nas letras. (7) Glorificação do uso das drogas [Dan e Steve Peters, Why Knock Rock?, Bethany House Publishers, Minneapolis, Mn., 1984, p. 153-156. Veja também:The Devil's Disciples, Jeff Godwin, Chick Publications, Chino, CA, 1985, pg 310-311.] No Seminário 1, dedicamos em tempo considerável para demonstrar o efeito terrível que a Música Rock tem na sociedade americana, e como foi utilizada para levar nossa juventude a praticar os valores do satanismo. No entanto, para os propósitos deste artigo, é igualmente verdade que o desenvolvimento da Música Rock também seguido pela Etapa 1 do Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento ocorreu em meados dos anos 60, quando o Rock suave da era Elvis Presley, influenciado pela música Country, mudou radicalmente, com o advento dos Beatles. Os Beatles cantavam músicas que glorificam as drogas e o misticismo oriental. O público ficou chocado com essa mudança radical. [Etapa 2] Mas, em seguida, outras pessoas levantaram-se para defender o direito da moçada de ouvir o que quissessem. [Etapa 3] A repetição contínua neutralizou a resistência das pessoas, fazendo os Beatles e outros grupos encherem estádios em suas apresentações. Em seguida, as Etapas 5 e 6 ocorreram tão rapidamente quanto um piscar de olhos. Hoje, os Beatles têm reconhecimento público e ninguém vê nada de errado na música deles. Assim, os valores e o comportamento deles, tão presentes em sua música, estão alcançando mais jovens do que nunca!

Depois, no início até meados dos anos 79, o mesmo Plano das Seis Etapas ocorreu quando bandas de Rock mais macabras entraram em cena. Exemplos são o K.I.S.S., cujos trajes e letras pareciam tão satânicos. Outros músicos, como Ozzie Osbourne, tentaram chocar as pessoas com seu comportamento extravagante, sua aparência e as letras. As pessoas ficaram horrivelmente chocadas [Etapa 2], mas passamos pelas Etapas 3 e 4 rapidamente. Hoje, completamos a Etapa 6, que é a aceitação total e essa música satânica é amplamente consumida e ninguém mais parece estar preocupado. Pais, se seu filho está ouvindo Música Rock, você precisa tomar uma ação enérgica e proibi-la de entrar na sua casa, não importando qual seja a reação do filho. Ele está sendo insensibilizado e sua alma está sendo levada para longe do amor e da paz de nosso Senhor Jesus Cristo. Ore, ore e ore mais, depois ataque a Música Rock que seu filho está ouvindo!!! C. Computadores têm uma grande influência nas crianças, tanto meninos quanto meninas, insensibilizando-as, mas, novamente, parece que os meninos recebem um impacto maior. Os jogos de ação no computador são muito violentos, e muitos deles usam símbolos do ocultismo. Jogos que mostram pessoas sendo detonadas por bombas, que mostram indivíduos e grupos lutando fisicamente são também bons exemplos do tipo de estímulo que embrutecem os corações e mentes de suas vítimas. A Internet também está repleta de material vil, de pornografia suave às perversões sexuais, violência, conversas com estranhos sobre tudo o que se pode imaginar, de modo que você também precisa ter o controle sobre essa mídia que seu filho utiliza. D. Revistas colaboram na insensibilização das crianças e dos jovens. Elas não somente promovem a violência mas também estimulam os meninos e meninas a pensarem apenas em si mesmos e a serem egoístas. As revistas voltadas para as adolescentes desenvolvem uma atitude narcisista nas jovens leitoras. Além disso, as revistas de 'detetive' são tão explícitas nas histórias sobre crimes contra a mulher, que os estudos já comprovaram uma ligação delas com crimes reais contra mulheres. E. Revistas em Quadrinhos são muito satânicas atualmente. As ilustrações, as linhas das histórias e os temas parecem estar muitos próximos da Música Rock. Quanta mudança desde os meus tempos, quando os quadrinhos eram as histórias do SuperHomem/Batman. Hoje, o ocultismo, a violência e o sexo pervertido parecem ser o assunto do dia. Já discutimos até agora as influências que a mídia de massa exerce sobre os jovens. E, na maioria desses casos, o Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento está sendo seguido de perto. Mas você diz, e daí? Não podemos ser tão influenciados assim pela mídia, certo? Leia as estatísticas a seguir e depois me diga qual é o impacto potencial que a mídia de massa pode ter em nossas vidas diárias com estas técnicas sofisticadas. Diariamente, o americano médio: • • • • Identifica de 20 a 30 mil palavras impressas, das 70-80 mil às quais é exposto. Ouve 75 minutos de rádio, recebendo ainda mais algumas milhares de palavras. É exposto a outras 70-80 palavras em 6.5 horas com a TV ligada. É exposto a mais de 500 mensagens de publicidade diariamente.

Esses anúncios nos bombardeiam com 100 mil palavras. (Wilson Bryan Key, Subliminal Seduction: Ad Media's Manipulation of a Not So Innocent America, New American Library, New York, N. Y., 1981, pg 79.)

Você percebeu que estamos sendo bombardeados com 100 mil palavras por dia, pelas várias propagandas na mídia de massa? Os executivos das grandes empresas compreendem isso, e é a razão porque estão dispostos a gastar bilhões de dólares anuais em verba publicitária. Não se engane, Satanás, o inimigo de nossas almas, está ao derredor, procurando a quem possa tragar. Não permita que ele trague sua alma, ou as almas de seus filhos preciosos. Lembre-se também que os planejadores da Nova Ordem Mundial sabem mais sobre o funcionamento intrincado de nossas mentes do que nós, e certamente mais do que deveriam saber. Não se apresse a rejeitar algo simplesmente porque parece ser "esquisito" ou extremado. Pesquise, como fizeram os bereanos diante da mensagem anunciada por Paulo, pesquisando as escrituras para ver se a mensagem era coerente! Esta é apenas uma lista parcial das muitas influências que estão dessensibilizando os jovens, levando-os no futuro milhões deles a participar no Holocausto planejado onde aproximadamente 4 bilhões de poessoas estão marcadas para morrer. Tome uma atitude agora, no poder e na autoridade do Senhor Jesus Cristo, para recuperar seus filhos para o Senhor!! 4) Convencendo as pessoas a mudar dramaticamente seu estilo de vida Você já observou que, nas últimas décadas, praticamente tudo do que gostamos de fazer, praticar, ou comer, foi, uma vez ou outra, declarada como nociva? Tomar café, comer carne, peixe, praticar exercícios físicos, não praticar exercícios físicos, etc. tudo o que gostamos de fazer é declarado prejudicial! No início dos anos 70, antes de eu saber qualquer coisa sobre a vindoura Nova Ordem Mundial, comecei a rejeitar essas afirmações, simplesmente com base no bom senso. Se uma fração dessas afirmações fosse verdadeira, o povo americano estaria morrendo a olhos vistos, mas ao contrário, nossa expectativa média de vida continua a subir! Mas, como apontei tão claramente nos nossos Seminários, a pauta de ações da Nova Ordem Mundial está estimulando todos esses temores. O objetivo é persuadir uma parte significativa da população que esse estilo de vida da Economia Industrial está nos destruindo e que o planeta não poderá ser sustentado por muito tempo. Assim, essas pessoas, convencidas voluntariamente, abrirão mão de seu estilo de vida, adotando um estilo de "Baixa Entropia". Esse estilo é a contracultura, onde os participantes vivem em um padrão muito baixo, alimentando-se com muita simplicidade, dirigindo carros velhos, ou de preferência não usando automóveis. Lembre-se, que o plano final é dissolver a sociedade industrial atual, substituindo-a por uma sociedade agrícola como a que existia trezentos anos atrás. O estilo do índio americano naquela época é nosso modelo, e é a razão porque as lojas de presentes e de artigos de Nova Era oferecem tantos objetos de nativos americanos. A outra razão é que a religião dos índios americanos é muito similar a do Movimento da Nova Era atual. a) Tornar-se vegetariano Um dos denominadores comuns dos grupos ocultistas de todas as eras é que ensinam e seguem uma dieta vegetariana. Hitler era um vegetariano fanático. A religião da Nova Era ensina o vegetarianismo. Grande parte da feitiçaria, tanto Branca quanto Negra, ensina o vegetarianismo. Hoje, grandes esforços de todos os

tipos de grupos ambientalistas, agências estaduais e federais, estão unindo esforços para nos convencer que não é saudável comer carne. O governo federal [EUA] está fazendo um esforço sério, por meio da regulamentação excessiva, com base em temores infundados. Lembra da "Doença da Vaca Louca" na Inglaterra? Aquele temor provocou o sacrifício de dezenas de milhares de cabeças de gado, embora o número real de vacas que realmente tinham a doença era somente 10! Sempre que você vir um artigo atacando o consumo de carne, ou sobre a falta de condições sanitárias adequadas nos abatedouros e nas indústrias de processamento de carne, simplesmente compreenda que está vendo a operação do Plano da Nova Ordem Mundial para modificar o estilo de vida de todos na terra para uma dieta vegetariana. b) Aceitar a eliminação de nossa Economia Industrial, e voltar à economina agrícola de 300 anos atrás - o livro de Al Gore, A Terra em Equilíbrio é o maior exemplo da operação desta parte do Plano. Gore regularmente ataca muitas das facetas do nosso atual padrão de vida. Ele continuamente chama esse estilo de vida industrial de 'insustentável' e chama a indústria automobilística de a maior ameaça ao planeta que a humanidade já enfrentou. Compre este livro, leia-o, e chore. Está repleto de 'fatos' e 'números', a maioria dos quais não tem notas de rodapé e apela terrivelmente para as emoções. Ele pinta um quadro falso que a humanidade está prestes a destruir o planeta, a não ser que adotemos logo a Nova Ordem Mundial. Se você digitar "New Age" ou "Nova Era" em qualquer sistema de buscas na Internet, encontrará esses temas em abundância. Eu o encorajo a ler, depois enviar via correio eletrônico para mim as coisas importantes que encontrar, já que eu sozinho não posso acompanhar tudo. Muitas pessoas que lêem os artigos escrevem para mim, sugerindo que visite determinados sites, e acho isso muito útil para minhas pesquisas. Alterar nossos estilos de vida é uma parte do Plano que você verá muito nas notícias do dia a dia. c) Ambientalismo extremado, isto é, destruição da camada de ozônio, aquecimento global, resfriamento global, destruição das florestas, desaparecimento de cardumes de peixes, mentiras sobre a impureza na água, poluição de lagos e fontes - só tenho a oferecer-lhe o Plano conforme foi esquematizado da metade para a quarte parte final do século XVIII: "Quando chegarmos ao nosso reino [Nova Ordem Mundial], nossos oradores exporão grandes problemas que deixarão as pessoas seriamente preocupadas e para trazê-las, no final, ao nosso domínio benevolente. Quem suspeitará, então, que todas aquelas pessoas foram manipuladas por nós, de acordo com um plano político que passou desapercebido durante vários séculos? {Protocolos dos Sábios de Sião, Protocolo 13} Essa citação, de algo que foi escrito há mais de 200 anos atrás, é tudo o que você precisa lembrar ao considerar as afirmações sobre questões ambientais. Uma "crise" global exige a ação de um governo global, e este, amigos, é o Plano. Sempre que leio um artigo ou ouço uma notícia sobre um desses assunto, fico irritado com as mentiras. Fique ciente que o Fundo para a Defesa do Meio Ambiente, o Grupo de Trabalho dos Recursos Ambientais, ou seja lá qual for o nome da organização, é uma agência da Nova Ordem Mundial. Todos os informes que publicam são falsos, mas objetivam convencer a população que o "céu está caindo sobre nossas cabeças" em questões ambientais. A mídia de massa continua a apresentar esses grupos com uma face limpa, dando-lhes um manto de respeitabilidade e confiabilidade.

5) Modificando as Crenças Religiosas das Pessoas a) Desacreditando o Cristianismo - A indústria do cinema, os programas de TV, escândalos, cristãos liberais que atacam os fundamentalistas, a imprensa. Não precisamos falar muito para convencê-lo que a mídia constantemente mostra os cristãos de uma maneira depreciativa. Nos filmes e nas comédias de situação, os cristãos são sempre retratados como indivíduos fronteiriços, quase loucos, ou como pervertidos. Os líderes cristãos e os pastores são o alvo predileto. No entanto, ultimamente, o alvo mudou e se estreitou um pouco. As principais denominações cristãs [luterana, batista, presbiteriana, para citar apenas algumas] participam do Movimento Ecumênico, como tipificado pelo Conselho Mundial de Igrejas. Esses grupos estão buscando o vindouro sistema religioso global do Falso Cristo, uma posição que o Plano da Nova Ordem Mundial assegurou para o papa da Igreja Católica. Portanto, o cristianismo liberal não representa mais uma ameaça para o Plano da Nova Ordem Mundial. Somente aqueles chatos fundamentalistas, das igrejas evangélicas que seguem a Bíblia é que ainda representam um obstáculo. Portanto, somos agora o alvo para uma estereotipagem insidiosa. Você já observou que, a partir de meados da década de 80, a mídia começou a chamar os terroristas árabes de "fundamentalistas"? Os terroristas árabes não são seguidores "fundamentalistas" do Islamismo. Já li muitas declarações de líderes árabes negando que o Alcorão ensine o terrorismo praticado pelos grupos liderados e armados pelo Irã e pela Líbia. No entanto, acreditamos que essa inteligente associação entre terroristas árabes "fundamentalistas", que todos detestam e condenam, com os cristãos "fundamentalistas" é o estereótipo que convence muitos americanos que, na análise final, somos tão perigosos à sociedade quantos os terroristas árabes. Na verdade, você vê este estereótipo mais claramente quando a mídia automaticamente denuncia todo o cristianismo "fundamentalista" pelos ataques à bomba contra as clínicas de aborto. Não se engane: nós, cristãos fundamentalistas que cremos na Bíblia estamos sendo sistematicamente desacreditados nas mentes de muitas pessoas. Logo, poderemos chegar ao ponto crítico que somos perigosos e que a sociedade precisa nos dar um corretivo. Quando a Convenção Batista do Sul e a Igreja do Nazareno assinaram o Acordo com a Igreja Católica Romana, nós, fundamentalistas, passamos a ser uma "minoria que pode ser perseguida". Em outras palavras, nosso número agora é pequeno e podemos ser perseguidos e eliminados. b) Crenças religiosas da Nova Era sendo divulgadas por meio de vários canais Cinema e programas na TV, Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas, Arquivo X, Millenium. Livros, como os de Shirley MacLaine, Michael Jordan e Paulo Coelho. Música Rock e música New Age. c) Condicionamento para aceitar a legalização das drogas Não se surpreenda por eu ter incluído este tópico em "Mudanças na Religião". Outro denominador comum dos diferentes grupos ocultistas de todas as eras é o uso de drogas. As drogas são essenciais para a prática da Nova Era e da feitiçaria, e é certo dizer que, se não existissem as drogas, não haveria a feitiçaria! As drogas

ajudam dramaticamente na "expansão da consciência de uma pessoa", o que realmente significa duas coisas: 1) Significa aniquilar a moral e os dogmas religiosos anteriores, e 2) Abre o coração, alma e mente da pessoa para maior influência demoníaca. A partir de 1988, o ex-Secretário de Estado George Schultz, servindo na Administração Reagan, chocou o mundo quando propôs a legalização das drogas, em uma importante palestra. Certamente, isso pode ser qualificado como a Etapa 1 no Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento, e observei isso nos meus seminários e no programa de rádio. Previsivelmente, a Etapa 2 foi iniciada imediatamente pela proposta de Schultz, pois as pessoas ficaram pasmadas. Logo, as Etapas 3 e 4 foram completadas. Desde então, muitas, muitas pessoas 'influentes', de todos os setores da sociedade, incluindo da medicina, vieram em defesa da radical proposta de Schultz. O estado da Califórnia legalizou recentemente o uso da maconha por razões 'médicas' e Massachussetts deve adotar a mesma medida. Logicamente, essa é apenas a ponta do iceberg. Logo, a maconha será legalizada em muitos estados, até que, finalmente, o Governo Federal intervenha na questão. Por agora, você pode desconsiderar totalmente a oposição do presidente Clinton à legalização na Califórnia. Sabemos que isto está em sintonia com o programa da Nova Ordem Mundial, que é a razão porque muitas pessoas estão totalmente confusas com a oposição dele à legalização da maconha na Califórnia. No entanto, se você compreender o funcionamento da Etapa 4, no Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento, compreenderá facilmente porque ele está "contra" a proposta. Veja, a Etapa 4, repetição contínua por meio do Conflito Controlado, é tão importante em modificar com sucesso os valores e atitudes das pessoas que, se não houver um opositor natural ao assunto controverso, alguém precisa ir à frente para "se opor" a ele. Isso cria o Conflito Controlado", produzindo a necessária 'repetição contínua' para modificar as mentes das pessoas". O presidente Clinton está cumprindo esse papel com perfeição. Sua inesperada "oposição" à legalização da maconha na Califórnia simplesmente estimula o debate. E o debate convence mais pessoas hoje que aquela idéia radical deve ser adotada. O processo é insidioso, não? d) Condicionamento para aceitar a legalização de outros crimes * Assassinato A doutrina da Nova Era ensina que não existe 'assassinato'. Quando alguém é assassinado, seu espírito "volta para o ciclo de reencarnação" mais cedo do que teria ido. Pode até ser que isso seja um 'favor' à vítima, se aquela pessoa estava vivendo uma vida sem dignidade humana, ou se estava enfrentando muitos problemas. Esses problemas podem ser um sinal que a pessoa estava simplesmente vivendo um "Carma ruim" que tinha se acumulado em suas vidas passadas! No entanto, há outra razão porque os neo-satanistas ensinam que não devem existir leis sobre o assassinato; o Deus da Bíblia judaica originou a proibição e eles pretendem desfazer tudo o que ele instituiu! Deus disse que isso aconteceria nos últimos dias. "Proferirá palavras contra o Altíssimo, ... e cuidará em mudar os tempos e a lei." Daniel 7:25) O contexto dessa seção em Daniel é claramente sobre o fim dos tempos e o Reino do Anticristo. A profecia diz que ele tratará de mudar os tempos e a lei. Essa é a verdadeira razão pela qual essa lei será modificada.

Na verdade, todos os Dez Mandamentos serão modificados, ou por leis escritas ou por prática. Por exemplo, vemos hoje que o nome de Deus freqüentemente é tomado em vão na conversação diária. Não há nenhuma lei contra isso, e a profanação a Deus na linguagem diária é comum. O mesmo aplica-se para o mandamento que diz para honrar o pai e a mãe. Vemos hoje um total desrespeito pelos pais e leis foram aprovadas que interferem na disciplina das crianças; por exemplo, um pai não pode proibir sua filha menor de idade que tenha engravidado de fazer um aborto, pois o estado intervém em defesa dela. No entanto, alguns pais podem proibir a escola onde seus filhos estudam de lhes dar uma simples aspirina sem permissão! Essa situação é totalmente maluca e caótica. * Prostituição Elementos da Nova Era são ansiosamente tentando legalizar a prostituição. Freqüentemente vemos artigos sobre isso nos jornais e revistas, e na TV. Os autores desses artigos chamam a prostituição de 'crime sem vítima' e argumentam que não devemos tentar 'legislar sobre moralidade'. O que? Não legislar sobre moralidade? Mas as leis sempre foram redigidas para fazer isso! O assassinato é considerado imoral, como também o furto, e a mentira; portanto, as leis foram criadas para proibir esse tipo de comportamento. Eles não querem que as leis morais dos Dez Mandamentos e do Pentateuco tenham qualquer influência sobre as leis adotadas pela sociedade. Estamos apenas vendo o início disso nas notícias do dia a dia. No artigo N1054, mostramos que os programas de TV e filmes do cinema mostram regularmente cenas de sexo. Isso não é a anulação do mandamento sobre o adultério em Êxodo 20:14? É claro que sim, e nossa cultura já despreza totalmente essas probições de Deus. Nesta área da prostituição, a TV e o cinema cumprem seu papel de convencer as pessoas que aquilo não é errado, por exemplo, criando filmes como "Uma Linda Mulher", sobre uma prostituta que é abordada na rua por um milionário, que acaba apaixonando-se por ela. O filme mostra a prostituição como uma atividade absolutamente 'normal'. Logicamente, a prostituição é uma violação do mandamento sobre o adultério, que é definido como qualquer atividade sexual fora do casamento. No entanto, se você quiser ver como Deus encara a prostituição especificamente, leia estas passagens bíblicas: [Provérbios 3:13-22; 5:3-23; 7:5-27] Esse último verso é muito instrutivo, pois mostra como Deus vê a casa onde uma prostituta mora e 'trabalha'. Ouça: "A sua casa é caminho para a sepultura, e desce para as câmaras da morte." Observe as notícias diariamente, e você verá todos os Dez Mandamentos, bem como todas as demais proibições de Deus no resto do Pentateuco sendo rejeitados como leis anacrônicas e irrealistas. 6) Condicionamento para aceitar a existência de seres extraterrestres Esta situação está ficando ridícula!! Depois de vários anos apresentando filmes de segunda categoria sobre seres estranhos de outros planetas, Jornada das Estrelas, Guerra nas Estrelas, TV e cinema, estamos sendo sufocados com todos os tipos de filmes e programas e pseudo-documentários sobre extraterrestres, vida em Marte e em outros planetas, e um crescente ocultismo em tudo. Listamos alguns desses programas a seguir: a) Filmes e programas na TV, como por exemplo, Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas, Arquivo X, Millenium. b) Revistas em quadrinhos, livros de ficção científica.

c) Relatos de 'testemunhas oculares'. O que está acontecendo aqui? Iniciemos com alguns fatos. 1) Primeiro, um admissão dos próprios aderentes da Nova Era: "Em 1982, Michael London, do jornal LA Times, reuniu um grupo de oito pessoas que afirmavam ter encontros com OVNIs e extraterrestres para uma apresentação especial do filme E.T., de Steven Splielberg. O jornalista observou as seguintes reações do grupo ao filme: "Este é um filme verídico, não um romance. É parte de um PROCESSO DE CONDICIONAMENTO PARA PREPARAR A HUMANIDADE PARA A CHEGADA DOS EXTRATERRESTRES." Quais seres alienígenas poderiam estar para chegar? Isso nos leva ao fato 2: 2) Quando o Anticristo aparecer, ele afirmará ser um Mestre Elevado, isto é, um ser extraterrestre totalmente amigo e que tem nossos melhores interesses em vista. Os líderes da Nova Era compreendem que uma crença nas afirmações do Anticristo serão aceitas mais facilmente e por mais pessoas, se elas tiverem sido condicionadas a acreditar na existência de extraterrestres bonzinhos! 3) Esta é a razão por que os pesquisadores, até mesmos os seculares, como Jaques Vallee, descobriram que os alienígenas estão ensinando ocultismo, e doutrina da Nova Era, para aquelas pessoas que afirmam terem sido visitadas e/ou levadas por eles. Vallee verificou que todas essas pessoas contam a mesma história. E o que elas aprenderam durante o tempo em que estiveram em contato com os 'alienígenas' é doutrina de Nova Era padrão! Vallee até mesmo descobriu que o alienígenas estavam ensinando os mesmos 6 objetivos fundamentais que o comunismo e os Iluminados ensinam há anos! [Messagers of Deception: UFO Contacts and Cults, de Jacques Vallee]. Lembre-se, esse homem não é um cristão, mas é um cientista objetivo. 4) Vallee também descobriu que os alienígenas ensinam práticas ocultistas padrões aos seus 'hóspedes', como as experiências de sair do próprio corpo, telepatia mental, escrita automática, uso de cristais para obter energia, e muito mais. 5) William Cooper, autor de livros sobre Nova Era também explica a razão pela qual os alienígenas são uma parte importante do Plano para a Nova Ordem Mundial. Desde a Torre de Babel, Deus tem usado a existência de nações soberanas separadas como um obstáculo importante para impedir a união da humanidade em um governo global. No livro Behold a Pale Horse (leia a resenha) pg 27, Cooper diz: "... desde 1917 as sociedades secretas planejavam inventar uma ameaça artificial vinda do espaço exterior para fazer a humanidade unir-se em um governo global, que chamam de Nova Ordem Mundial." Lembra do programa de rádio Guerra dos Mundos, onde Orson Wells convenceu seus ouvintes que os marcianos existiam e que estavam invadindo a Terra? E o filme "Independence Day?" A realidade chocante é que Satanás está manipulando os eventos do mundo para criar um governo, uma economia e uma religião global, e está usando as sociedades secretas, o comunismo, a Nova Era e os OVNIs. A fusão total que gerará

a Nova Ordem Mundial está quase completada. Além disso, os seres alienígenas e as naves espaciais não são nada mais que demônios que receberam do Espírito Santo de Deus a permissão de, nesta época final, manifestarem-se fisicamente no nosso reino. Os alienígenas não existem, são demônios disfarçados. Finalmente, eles estão planejando permitir que o Anticristo realize muitos sinais e maravilhas da mentira durante o tempo da sua atuação. Não se engane. A simples enxurrada de tantos programas sobre extraterrestres e discos voadores é outra prova que o aparecimento do Anticristo está muito próximo. Uma outra questão sobre a qual gostaríamos de abordar, é a suposta 'descoberta' de 'vida' em Marte. Discutimos isso no nosso artigo N1029. Vários anos atrás, fiquei sabendo do plano de 'descobrir' vida em Marte no fim do Período Preparatório que levará à Nova Ordem Mundial. As razões para criar esse mito são aumentar ainda mais a credibilidade desses programas sobre alienígenas e OVNIs, e destruir o sistema de crença judaico-cristã, que afirma claramente que Deus criou um mundo totalmente distinto na Terra, com pessoas criadas a sua imagem, a quem Jesus Cristo veio redimir dos pecados. Toda essa estrutura de crença cairia em ruínas se as pessoas fossem levadas a acreditar em vida em Marte! Mais uma coisa, não creia no mito cuidadosamente criado que a NASA [National Aeronautics and Space Administration] é uma organização científica objetiva interessada apenas em fatos científicos reais. Nada poderia estar mais longe da verdade. A NASA é uma agência do Governo Federal Norte-Americano que está em total sincronismo com os planos e propósitos da Nova Ordem Mundial. Campanhas cuidadosas de publicidade foram feitas que retratam esse quadro de objetividade científica; do mesmo modo, jornais, revistas e TV publicam esse mesmo tipo de publicidade, alardeando ainda sua 'objetividade' e o 'jornalismo profissional' que praticam. Por que? Porque a pesquisa mostra que a audiência mais provavelmente acreditará nas matérias se tiverem primeiro sido condicionadas a acreditar na 'objetividade' da emissora. Não se engane. 7) Modificando Fundamentalmente Nosso Sistema de Governo Aqui está o Plano da Nova Ordem Mundial em sua essência. Para que os EUA e os outros países entrem no governo global final da Nova Ordem Mundial, precisaremos dissolver nosso atual sistema de governo do povo, que é garantido pela Constituição. No entanto, essa tremenda mudança precisa ocorrer com o consentimento popular!! Agora, você pode perguntar, por que qualquer pessoa razoavelmente inteligente estaria disposta a apoiar a dissolução de um sistema de governo que nos oferece liberdades e garantias individuais, e que têm permitido liberdade de expressão e a busca da felicidade e da prosperidade? A primeira etapa é criar uma classe inteira de cidadãos que não pensem. Por este motivo, o Plano da Nova Ordem Mundial concebeu a tomada do controle do sistema escolar norte-americano, no início do século XX e gradualmente 'emburreceu' o currículo. Como todo mundo sabe, isso foi feito de forma muito competente. E, quando a população começa a reclamar para os deputados e ministros da queda nos níveis acadêmicos, a resposta deles é culpar tudo e todos pela bagunça, e propor a alocação de maiores verbas como solução! Estamos agora no ponto em que dezenas de milhões de jovens e crianças mal sabem ler e escrever e não vêem prazer algum em ler jornais e revistas para se manter informados. Tudo o que querem é assistir televisão, filmes, e se obtiverem alguma notícia, é por meio da televisão, que é totalmente controlada pelos interesses da Nova Ordem Mundial.

Os homens estão interessados apenas em esportes ou pelo computador, e as mulheres só se interessam por novelas e a leitura de revistas de moda e beleza. Estamos no ponto descrito no livro de Nova Era Behold a Pale Horse (leia a resenha), de Bill Cooper: "A experiência prova que o método mais simples de... ganhar controle do público, é mantê-lo indisciplinado e ignorante dos princípios básicos do sistema, e ao mesmo tempo mantê-lo confuso, desorganizado e distraído com assuntos supérfluos. Isso é obtido por: 1) desengajamento das mentes; sabotando suas atividades mentais; oferecendo um programa de baixa qualidade para o ensino da matemática, da lógica, do projeto de sistemas e da economia; desencorajando a criatividade técnica. 2) estimulando suas emoções, o hedonismo e a indulgência em atividades emocionais e físicas dos seguintes modos: a) afrontas e ataques emocionais constantes - estupro mental e emocional - por meio de uma enxurrada de filmes com cenas de sexo, violência e imagens de guerra na mídia, especialmente na TV, cinema e jornais. b) dar-lhe os que desejam - em excesso - 'lixo para ocupar suas mentes' - e privando-os do que realmente necessitam. 3) Reescrever a história e a lei, e sujeitar o público a uma arte degradada... A regra geral é que há lucro na confusão; quanto maior a confusão, maiores os lucros. Portanto, a melhor abordagem é criar problemas, e então oferecer a solução... Mantenha o público ocupado, ocupado, ocupado, sem tempo de parar e refletir; de volta para a fazenda com os outros animais irracionais." {pg 56-57}. Se você estudar atentamente este discurso, encontrará a genêsis de muitos, talvez da maioria, dos problemas que nossa sociedade enfrenta atualmente. Mas, voltando a esse Plano de dissolver nosso maravilhoso sistema de governo, substituindo-o com a maior de todas as ditaduras na história mundial por meio do Anticristo e suas Nações Unidas, e fazendo isso com a aprovação entusiástica da população. Como isso poderá ser feito? Convencendo-nos que nosso sistema atual não funciona. A educação é a primeira chave, para produzir cidadãos emburrecidos, como citado anteriormente. Isso já foi obtido em grande parte. Lembro-me de ter ouvido os resultados de uma pesquisa feita anos atrás, na qual os alunos de curso colegial nos EUA foram solicitados a descrever as diferenças entre o sistema americano de governo e o sistema comunista russo. Quase a maioria dos alunos respondeu dizendo que não havia diferença, e os demais mal podiam descrever algumas diferenças! Os escândalos na administração pública são outro modo de atingir esse objetivo. Listamos algumas das áreas de escândalos a seguir. Abra os jornais do dia, as revistas ou ligue a TV e verique você mesmo. * Mal uso do poder político Quando o eleitor continua a reeleger candidatos que não cumpriram promessas de campanhas anteriores, você pode ver como o povo não sabe votar. Quando os candidatos fazem mal uso dos fundos para a campanha, e recursos governamentais são utilizados para beneficiar o bolso privado, e ainda assim conseguem se reeleger, ou manter sua posição nas pesquisas, você novamente pode constatar o quanto a população não sabe pensar criticamente. E, quando os políticos podem contar grandes mentiras, muitas das quais são depois desmascaradas, e mesmo assim conseguem se reeleger, você vê que a população está pronta para a matança! Tudo o que essa população precisa é ser levada para o matadouro. De acordo com o Plano, isso ocorrerá durante uma série de 'crises' planejadas.

* Gastos maiores do que a arrecadação e tributação excessiva Quando o público tolera o alto nível de tributação - em todos os níveis da administração pública, você sabe que estamos prontos para a servidão. Por que? Já demonstramos a disposição da população de se submeter à servidão econômica! Não importa que o jornalismo investigativo descubra de tempos em tempos vários exemplos de desperdício do dinheiro e dos recursos, a população sempre acaba reelegendo os políticos que foram responsáveis por aquele descalabro! Mas na verdade, esse tipo de jornalismo também se encaixa bem com o Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento! Portanto, os jornalistas que fazem a exposição sabem que estão colaborando com esta parte do Plano da Nova Ordem Mundial, de modo a enojar as pessoas e fazer com que percam a confiança no sistema de governo atual e venham a aceitar a alternativa que será oferecida pela Nova Ordem Mundial; particularmente, quando essa oferta for feita pelo superhomem, o Anticristo, que assombrará a todos com seu poder, sua personalidade, seus sinais e maravilhas. Esse cenário está sendo montado, e logo, o Anticristo fará sua oferta para que a população permita modificar o governo, e passe a confiar nele e na sabedoria dos 'Mestres Elevados'. * Exemplos consistentes de impropriedade sexual, envolvendo homossexualidade e heterosexualidade Isto é auto-explicativo. No entanto, um novo fator emergiu com o presidente Clinton. Suas pilantragens estão bem documentadas e ele é o único presidente na história a ser processado, com uma grande quantidade de evidências apresentadas aos tribunais. As pesquisas mostram que os americanos crêem nas acusações, pelo menos em parte. No entanto, mesmo assim, Clinton foi reeleito, por uma grande margem de votos! Como isso pode acontecer? Trinta anos atrás, os políticos americanos seriam derrotados nas eleições, ou removidos do cargo, se apenas uma fração dos escândalos que existem sobre Clinton fosse imputados a eles. No entanto, Clinton reelegeu-se, e as pesquisas mostraram que muitos eleitores jovens não mudavam sua opinião favorável a ele só por causa dessas impropriedades sexuais e financeiras. As pesquisas revelaram dois fatores em operação aqui. Primeiro, muitos eleitores tinham praticado, em suas vidas, as mesmas coisas das quais Clinton estava sendo acusado. Segundo, os eleitores que expressaram desconsideração pelos escândalos disseram que estavam apenas interessados 'naquilo que realmente importa'; em outras palavras, estavam meramente interessados no que o governo pode fazer por eles. Agora, os planejadores da Nova Ordem Mundial sabem que, de acordo com os escritos de Cooper, mencionados anteriormente, o sistema de valores do povo americano já foi suficientemente modificado e permitirá que as mudanças econômicas e políticas sejam implementadas na ditadura do Anticristo. 8) Condicionando o público a aceitar a marca da Besta Com base em Apocalipse 13:16-18, os estudiosos da Bíblia, têm consistemente declarado sua crença que o único modo em que essas profecias poderiam ser cumpridas é se a economia sob o reino do Anticristo não utilizar o papel-moeda. Antes do advento dos computadores, ninguém tinha a menor idéia sobre como isso poderia ser feito. Até mesmo os autores ocultistas estão agora falando sobre a necessidade de termos um sistema econômico sem a circulação de dinheiro na Nova Ordem Mundial. O primeiro sistema de compra e venda sem o uso de dinheiro foi o sistema de pagar as compras e as contas com cheque. Em seguida, outros sistemas foram

implementados, cada um dos quais nos condiciou um pouco mais a aceitar o pagamento por meio eletrônico, comprando e vendendo sem o uso de dinheiro. Listamos alguns desses sistemas a seguir. Precisamos destacar, antes de discutirmos esses três sistemas, que a promoção que está ocorrendo com cada um deles segue perfeitamente o Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento. E, nos anúncios de cartões de crédito e de débito, a ênfase tornou-se global, mundial. Na verdade, na próxima vez que você estiver assistindo TV, observe quantos anúncios enfatizam a abrangência global do produto ou serviço. Você ficará surpreso. a) Promoção do cartão de crédito Existe hoje uma proliferação grande de cartões de crédito. O que era uma idéia radical quando surgiu, hoje está totalmente assimilado na economia. No entanto, o cartão de crédito é apenas o precursor do cartão de débito. b) Promoção do cartão de débito Os cartões de débito automaticamente retiram fundos da sua conta corrente ou da poupança para o pagamento de compras ou contas. Quando foram lançados, muitas pessoas olharam com ceticismo. Hoje, as máquinas de caixa automático estão em toda a parte. Assim, agora, muitas pessoas usam os cartões de débito, fornecidos pelos bancos, e máquinas especiais para a leitura existem em quase todas as lojas. No entanto, há um grande problema com o uso de cartões de crédito e de débito na nossa economia. Os ladrões estão roubando e clonando os cartões. Algum dia, após o aparecimento do Anticristo, ele promoverá o impensável: a inserção de minúsculos microcircuitos eletrônicos sob a pele, ou na mão direita ou na testa das pessoas. Todos passarão a comprar e vender com esses dispositivos, que serão lidos por um scanner nos caixas das lojas. A razão porque cremos que esse evento ocorrerá somente após o aparecimento do Anticristo é que os escritores da Nova Ordem Mundial já deixaram claro: receber a marca do Anticristo - marca da primeira besta - ocorrerá durante um Ritual Luciferiano de Iniciação Global. Toda a população será reunida para declarar sua confiança e lealdade espiritual ao Anticristo. Como sinal do voto de confiança, elas receberão essa marca eletrônica. Portanto, todos saberão que estão recebendo a marca devido a sua decisão espiritual de aceitar o Anticristo. Portanto, Deus estará totalmente justificado em condenar cada pessoa que receba a marca da Besta, e em lançá-la no lago de fogo. [Apocalipse 14:9-11] No entanto, nos meses que antecederem a essa Iniciação Satânica, toda a mídia do mundo tentará convencer a população a aceitar a marca. Além de dizer que a marca é um símbolo de lealdade ao 'Cristo da Nova Era', ela promoverá os outros benefícios, um dos quais é acabar de vez com o roubo e a clonagem de cartões, como discutimos anteriormente. Quando essa campanha for iniciada, você pode ter as seguintes certezas: 1) Outros 'benefícios' serão descobertos. 2) O Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento será usado poderosamente durante a promoção. Quando a Iniciação Luciferiana começar todas as pessoas não-salvas no mundo serão convencidas que precisam receber a marca. Na verdade, as pessoas estarão tão imensamente convencidas que mostrarão grande entusiasmo quando receberem a marca, o mesmo entusiasmo que demonstram durante os jogos de futebol e de basquete! c) Microcircuitos para uso veterinário sendo usados e promovidos

Quando essa campanha começou, eu a vi como um sério sinal que estamos, realmente, na iminência do aparecimento do Anticristo. Esse dispositivo eletrônico de identificação para nossos animais de estimação é o precursor da marca da Besta. E, o simples fato que vemos essa marca implantável para animais disponível no mercado, é um forte sinal, entre muitos outros, que o aparecimento do Anticristo está muito próximo. Este artigo foi o mais longo que já escrevemos, pois o Plano das Seis Etapas para a Mudança do Comportamento está sendo usado em muitas áreas da sociedade, para nos condicionar às muitas vias para o vindouro reino do Anticristo. Agora que sabe o que está acontecendo, você precisa tomar uma ação corretiva, começando com a reconciliação com o Senhor Jesus Cristo. Esta é uma guerra espiritual, de uma ferocidade e abrangência sem precedentes.

Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazêlo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também poderá usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas. Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia. Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora. Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia a dia. Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários. Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org Que Deus o abençoe. Patrocinado por: C. e E. S. - Itá / SC A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/n1055.asp

A História Oculta de Hitler

Contradizendo a tudo o que tradicionalmente aprendemos na escola sobre Hitler, descobrimos uma outra face deste personagem histórico, que retinha consigo profundos conhecimentos ocultistas os quais poucos homens ocidentais vieram conhecer naquela época. A Cruz Suástica é o símbolo que traz sempre más lembranças, pois ficou marcada pelas atrocidades do nazizmo. No entanto a cruz Suástica é um símbolo (yantra) conhecido a mais de 5.000 anos e é considerada sagrada, representando equilíbrio, expansão e evolução do universo e de grande magnetismo, conhecida como Lot'chu, constando no I ching. Ganesha, o Deus indiano mais cultuado, filho de Shiva e Shakti, o que afasta os empecilhos, protetor dos negociantes, tem a suástica desenhada na palma de sua mão (Abaya Mudra). Shiva também usa este yantra; assim como, em vários templos na Índia o vemos desenhado na porta de entrada Este símbolo usado no sentido anti-horário tem os resultados de destruição, dissolução. Hitler era interessado em magia e mantinha a seu serviço ocultistas que orientavam Hitler ao uso da suástica no sentido da destruição e do grande poder magnético pessoal. É de se crer que seu poder influente sobre as massas do povo alemão fosse algo incomum. Hitler era um homem que agia sabendo muito bem o que fazia, e não era um mero louco e insano, sem objetivos concretos.

Hitler possuía 25% de sangue judeu em suas veias. Nasceu num povoado austríaco, centro de médiuns e videntes, com um ambiente psicamente carregado que influenciou sua visão da realidade. Dois famosos médiuns, os irmãos Schneider, nasceram no mesmo povoado e um deles teve a mesma ama de leite que Hitler. Quando pequeno estudou na abadia de Lambach, onde sonhava ser sacerdote. Foi neste local que teve seu primeiro contato com o símbolo da suástica, que teria sido trazida pelo abade Teodorich Hagen, que ordenou que fosse esculpida em paredes, mesas e objetos de culto de toda a abadia. Hagen, viajou pelo oriente e era profundo conhecedor de magia e ocultismo. Nesta mesma época, a abadia recebeu a visita de um padre, Adolf Joseph Lanz, cujo físico correspondia exatamente ao protótipo da raça ariana. O padre Lanz se trancou várias vezes na biblioteca do monastério onde estudou mais de 30 anos de pesquisas feitas pelo abade Hagen. Segundo Lanz, que posteriormente veio a fundar a Ordem do Novo Templo e editar o Jornal Ostara em Viena, os únicos seres realmente humanos são os arianos louros de olhos azuis, o resto não passa de “macacos”, os símios de Sodoma, evocados na Bíblia, os demônios saídos de Gog e Magog, raças de cabelos escuros opostas aos arianos. Lanz afirma também que os arianos são a obra prima de Deus, dotados de poderes paranormais emanados por “centros de energia chakras” e “órgão elétricos - kundalini”, que lhes conferem supremacia sobre qualquer outra criatura. A raça ariana era tida como a mais perfeita pelos Nazistas. O Fürer era um vegetariano convicto, não bebia, nem fumava, e esta atitude sua foi influenciada pela doutrina cátara de pureza, a exemplo da vida de Átila, o huno. Durante sua fase de pintor em Viena, Hitler se dedicava ao estudo do ocultismo e da magia e foi um assíduo leitor do Jornal Ostara publicado por Lanz. É importante informar quanto ao caráter vegetariano de Hitler, há controvérsias, "Hitler não era vegetariano. Seu doutor às vezes prescrevia a dieta vegetariana para melhorar sua saúde. Goebbles, o Ministro da Propaganda, tomou esse fato e distorceu-o para criar nas

pessoas a idéia de que o Furer era um homem santo como o contemporâneo vegetariano Mahatma Gandhi. Hitler trapaceava quanto às ordens de seus médicos e fingia ser um vegetariano, comendo macarrão recheado com carne picante e coberto com molho de tomate." (texto completo em http://www.vegetarianismo.com.br/hitler.html ) Em 1912 era fundada a Sociedade de Thule à qual Hitler veio ter conhecimento, mas que nunca fez parte, adquirindo porém conhecimentos desta ordem a partir de seu secretário e lugar-tenente Rudolf Hess. Criada pelo barão Rudolf von Sebottendorf, que em viagem à Turquia entrou em contato com iniciados drusos que afirmavam receber seus ensinamentos espirituais do “Senhor do Mundo” o senhor de Thule ou Shambala - o governo oculto do mundo, reino dos hiperbóreos. Daí o nome Thule. Para Von Sebottendorf, a raça dos hiperbóreos (ariana) possuía um poder oculto: “quem o controlá-lo poderia dominar o mundo” - este poder seria o vril. Hitler também teve contado com a ordem do Vril, ligada à Thule. Esta ordem é um grupo esotérico que continua vivo ainda hoje na Índia, seu país de origem, onde conta com mais de dois milhões de adeptos. A palavra vril significa uma reserva formidável de energia presente no homem e da qual ele utiliza apenas uma ínfima parte. Dentro dos conhecimentos iogues, vril e kundalini siginifcam a mesma coisa: o fogo serpentino - o 3o Logos. Os adoradores do vril veneram o Sol levantando suas mãos em sua direção numa saudação semelhante à feita pelos nazistas e pelos antigos egípcios no culto a Rá, o Deus Sol. Os templos deste culto estão decorados com grande variedade de cruzes gamadas, aliás, na Índia a cruz gamada é tida como um símbolo de poder, porém ela é escrita em sentido horário, onde representa a evolução e nos quadrados mágicos da numerologia judaica tem o valor 360 representando o fogo - a espiritualidade e o Logos. Os nazistas inverteram a posição da suástica, que veio representar o elemento terra - Malchut na Cabala, tendo assim o valor 666 - o número da Besta. Mas em meio a tudo isto existia algo mais: haviam seitas tibetanas e sua magia. A Thule e seus seguidores foram profundamente influenciados pela magia negra tibetana e tiveram mesmo contato com os bompos tibetanos de barrete negro na Alemanha. Estes teriam sido invocados para agir politicamente na Europa através de sua magia tântrica. Mais uma coisa interessante sobre a personalidade de Hitler, era que ele tinha a astrologia e a geomancia em alta conta, e as consultava antes de seus ataques. Aliás, todos os ataques foram feitos seguindo as linhas de força geomânticas e telúricas da Europa. A consulta ao pêndulo

e à rabdomancia para saber a posição dos barcos aliados era algo costumeiro, feito muitas vezes por Himmler, uma brilhante mente do nazismo de Hitler. Acredita-se que Hitler tivesse algum tipo de pacto demoníaco, onde oferecia os judeus queimados nos fornos para adquirir mais poder para rodar a suástica invertida sobre toda a Europa e assim conquistar o mundo. E o teria feito se não tivesse vacilado em seu último combate. Hitler veio falecer em abril de 1945, e sua morte ainda é uma incógnita, não se sabe se ele fugiu, suicidou-se ou se foi assassinado. A morte de Hitler é cercada de profundo mistério, mas recente exposição organizada em Moscou, as autoridades russas expuseram uma parte superior do que se supõe ser o crânio de Adolf Hitler, ditador da Alemanha entre 1933 e 1945, que se suicidou no dia 30 de abril de 1945. Leia sobre os últimos dias que antecederam a sua morte. "Se não chegarmos a triunfar não nos restaria senão, ao soçobrarmos, arrastar conosco metade do mundo neste desastre". - Hitler a H.Rauschning, "Gesprache". O ambiente no bunker era tenso, sufocante. Faziam mais de cem dias, entre entradas e saídas, que um pequeno grupo de funcionários, oficiais e oligarcas nazistas, estavam lá entocados como lobos acuados ao redor de Adolf Hitler. Construída nos jardins da Chancelaria do Reich, em Berlim, a casamata tinha a função de protegê-los dos ataques aéreos aliados que devastavam a capital da Alemanha. Acentuando ainda mais a situação troglodita e claustofóbica em que viviam, chegou-lhes a notícia que o Exército Vermelho estava às portas. No dia 18 de abril de 1945, um colossal vagalhão blindado de tanques, canhões e aviões, esparramou dois milhões e meios de soldados russos para as cercanias da cidade. Mais de um milhão deles combateram uma espetacular batalha de ruas, contra as derradeiras forças da resistência alemã. Ao preço de 300 mil baixas, os soviéticos penetraram-na por todos os lados. A última aparição de Hitler Hitler ainda recebeu alguns convidados mais próximos para seu aniversário em 20 de abril. Há uma foto dele na ocasião. Com a gola do capote levantada, ele cumprimenta, do lado de fora da Chancelaria do Reich destruída, alguns jovens garotos da juventude nazista que haviam se destacado na defesa desesperada da cidade. O Führer estava uma ruína humana. Os últimos acontecimentos haviam-lhe retirado a seiva. Sua tez acinzentou-se, o rosto encovou-se e os olhos adquiriram uma opacidade de semimorto. Para consolá-lo e sacudi-lo da letargia depressiva em que se encontrava, Joseph Gobbels, seu Ministro da Propaganda, lia-lhe diariamente trechos da "História de Frederico o Grande", de Carlyle, especialmente a passagem onde é narrada a milagrosa salvação daquele capitão-de-guerra prussiano na Guerra dos Sete Anos (1756-63), que escapou do destino dos derrotados devido a um desacerto ocorrido entre seus inimigos.

A determinação de ficar ali e travar a batalha final foi tomada numa reunião no dia 22. Inspirando-se na tradição nórdica do herói que morre solitariamente num último combate, ou no sepultamento do guerreiro viquingue incinerado no seu barco de comando, Hitler comunicou a todos a intenção de comandar pessoalmente as operações. Recebeu, porém, telefonemas de alguns seguidores e de outros generais que instaram para que se retirasse enquanto havia tempo. O Führer manteve-se intransigente. Ninguém o arrastaria para fora da liça. O atentado de 20 de julho e o desencanto Uma das razões, mais remotas, da aparência cinzenta e desencantada de Hitler, resultou do choque que ele teve, nove meses antes, do atentado cometido contra a sua vida. Naquela ocasião, no dia 20 de julho de 1944, um grupo de conspiradores, quase todos altos membros da hierarquia militar e integrantes da nobreza alemã, conseguiram fazer com que o coronel do estado maior Claus Schenk von Stauffenberg, colocasse uma bomba no quartel-general do Alto Comando. O artefato explodiu na sala de reuniões onde Hitler estava presente, mas apenas provocou pequenas escoriações nele. Refeito do susto, o ditador ordenou uma caçada em massa contra todos os envolvidos, que terminaram executados depois de serem sumariamente condenados à morte num Tribunal Popular. O outro motivo que levou Hitler a desejar suicidar-se, e em seguida ser incinerado, decorreu da notícia que ele recebeu do destino infausto do ditador fascista Benito Mussolini. O Duce fora capturado em Dongo, no norte da Itália, por partisans comunistas, e seu corpo foi exposto, pendurado de cabeça para baixo num posto de gasolina em Milão, junto ao da sua amante Claretta Petacci, em 28 de abril de 1945. Hitler temia que seu cadáver fosse profanado ou levado como troféu de guerra para a URSS. O casamento e uma traição Hitler e Eva Braun Poucos dias depois de ter tomado a decisão definitiva, resolveu formalizar sua união com Eva Braun, encomendando um casamento de emergência dentro do abrigo. O casal decidira por fim à vida juntos. Hitler tinha-se mantido solteiro, até então, em nome da mística que sua solitária figura messiânica exercia sobre o povo alemão. O salvador não poderia ser um homem comum, com esposa e filhos, envolvido pela contabilidade doméstica, e na rotina matrimonial burguesa. Teve ainda um espumante ataque de fúria quando soube (ele, mesmo nos estertores, ainda era informado de tudo), que Heinrich Himmler, o Reichsführer SS, havia, às suas costas, à socapa, contatado com o legatário sueco, o conde Bernadotte, para negociar uma paz em separado com os exércitos ocidentais, que avançavam Alemanha a dentro vindos do Rio Reno. Numa das suas derradeiras ordens, determinou a expulsão sumaria dele do Partido Nazista, exonerando-o

de todos os cargos de chefia. Mas aquela altura de nada adiantava. O momento final No dia 29 de abril, deu-se a reunião final. O General Weidling, governador militar de Berlim, e comandante da LVI Panzer Corps, ainda aventou a possibilidade de uma escapada pelas linhas soviéticas, mas Hitler o dissuadiu. Não tinham nem tropas, nem equipamento, nem munições, para qualquer tipo de operação. Era ficar e morrer! O Führer então despediu-se formalmente das pessoas mais próximas que ainda o seguiam até aquele momento. Pressentindo o suicídio, os que estavam no bunker reagiram de uma maneira inesperada. Muitos, após colocarem discos na vitrola, puseram-se a dançar e alegremente, confraternizaram com os demais, como se um esmagador peso, repentinamente, tivesse sido removido de cima deles. O fascínio de feiticeiro que Hitler exercera sobre eles cessara como que por encanto. Depois do almoço, no dia 30 de abril, trancou-se com Eva Braun nos seus aposentos. Ouviu-se apenas um tiro. Quando lá penetraram encontraram-no com a cabeça estraçalhada à bala e com a pistola caída no colo. Em frente a ele, em languidez de morta, estava Eva Braun, sem nenhum ferimento visível. Ela ingerira cianureto, um poderosíssimo veneno. Eram 15:30 horas! Rapidamente os dois corpos, envolvidos num encerado, foram removidos para o pátio e, com o auxilio de 180 litros de gasolina que os embeberam, formaram, incendiados, uma vigorosa pira. Ao redor deles, uma silenciosa saudação fascista prestou-lhes a homenagem derradeira. Berlim, o mausoléu de Hitler Lá fora, a capital do IIIº Reich também ardia num colossal braseiro. Monumentos, prédios públicos, palácios, edifícios, casas, praças e avenidas, pareciam um entulho só. Os sobreviventes, apavorados com o terrível rugido dos canhões e das bombas, que lhes soavam como se fosse o acorde final do "Gotterdammerung", o wagneriano "Crepúsculo dos Deuses", acreditavam que a hora do apocalipse chegara. Berlim, com 250 mil prédios destruídos, virara um cemitério lunar. A grande cidade, transformada em ruínas, assemelhavase a um fantástico mausoléu erguido pela barragem de fogo aliada para sepultar uma das monstruosidades do século. Hitler suicidara-se aos 56 anos, e o seu regime, que segundo seus propagandistas mais pretensiosos deveria ser o Reich de Mil Anos, naufragou com ele doze anos depois dele ter assumido a Chancelaria da república alemã, em janeiro de 1933. O médium do Anticristo
Texto, na íntegra, de Hermínio C. Miranda publicado no Reformador de Março de 1976.

Um jovem de cerca de 20 anos vagava pelo Museu Hofburg, em Viena, como de costume. estava deprimido como nunca. O dia fora muito frio, pois o vento trouxera o primeiro anúncio do outono que se aproximava. Ele temia novo ataque de bronquite que se aproximava. Ele temia novo ataque no seu miserável quartinho numa pensão barata. Estava pálido, magro e de aparência doentia. Sem dúvida alguma, era um fracasso. Fora recusado pela Escola de Belas – Artes e pela Arquitetura. As perspectivas eram as piores possíveis. Caminhando pelo museu, entrou na sala que guardava as jóias da coroa dos Hapsburg, gente de uma raça que não considerava de boa linhagem germânica. Mergulhado em pensamentos pessimistas, nem sequer notou que um grupo de turistas, orientado por um guia, passou por ele e parou diante de um pequeno objeto ali em exibição. -"Aqueles estrangeiros – escreveria o jovem mais tarde – pararam quase em frente ao lugar onde eu me encontrava, enquanto seu guia apontava para uma antiga ponta de lança. A princípio, nem me dei ao trabalho de ouvir o que dizia o perito; limitava-se a encarar a presença daquela gente como intromissão na intimidade de meus desesperados pensamentos. E, então, ouvi as palavras que mudariam o rumo da minha vida: "Há uma lenda ligada a esta lança que diz que quem a possuir e decifrar os seus segredos terá o destino do mundo em suas mãos, para o bem ou para o mal." Como se tivesse recebido um choque de alertamento, ele agora bebia as palavras do erudito guia do museu, que posseguia explicando que aquela fora a lança que o centurião romano introduzira ao lado do tórax de Jesus (João 19:34) para ver se o crucificado já estava "morto". Tinha uma longa e fascinante história aquele rústico pedaço de ferro. O jovem mergulharia nela a fundo nos próximos anos. Chamava-se ele Adolf Hitler. Voltou muitas vezes mais ao Museu Hofburg e pesquisou todos os livros e documentos que conseguiu encontrar sobre o assunto. Envolveu-se em mistérios profundos e aterradores, teve revelações que o atordoaram, incendiaram sua imaginação e desataram seus sonhos mais fantásticos. Sabemos hoje, em face da prática e da literatura espírita, que os Espíritos, encarnados e desencarnados, vivem em grupos, dedicados a causas nobres ou sórdidas, segundo seus interesses pessoais. A inteligência e o conhecimento, como todas as aptidões humanas, são neutros em si mesmos, ou seja, tanto podem ser utilizados na prática do bem como na disseminação do mal. Dessa maneira, tanto os bons espíritos, como aqueles que ainda se demoram pelas trevas, elaboram objetivos de longo alcance visando aos interesses finais do bem ou do mal. Em tais condições, encarnados e desencarnados se revezam, neste plano e no outro, e se apoiam mutuamente, mantendo constantes entendimentos especialmente pela calada da noite, quando uma parte considerável da humanidade encarnada, desprendida pelo sono, procura seus companheiros espirituais para debater planos, traçar estratégias, realizar tarefas, ajustar situações. Há, pois, toda uma logística de apoio aos Espíritos que se reencarnam com tarefas específicas, segundo os planos traçados. Estudando, hoje, a história secreta do nazismo, não nos resta dúvida de que Adolf Hitler e vários dos seus principais companheiros desempenharam importante papel na estratégia geral de implantação do reino das trevas na Terra, num trabalho gigantesco que, obviamente, tem a marca inconfundível

do Anticristo. Para isso, eclodem fenômeno mediúnicos, surgem revelações, encontram-se as pessoas que deveriam encontrar-se, acontecem "acasos" e "coincidências" estranhas, juntam-se, enfim, todos os ingredientes necessários ao desdobramento do trabalho. August Kubizek descreve uma cena dramática em que Hitler, com apenas 15 anos de idade, apresenta-se claramente incorporado ou inspirado por alguma entidade desencarnada. De pé diante de seu jovem amigo, agarrou-lhe as mãos emocionado, de olhos esbugalhados e fulminantes, enquanto de sua boca fluía desordenadamente uma enxurrada de palavras excitadas. Kubizek, artudido, escreve, em seu livro: - Era como se outro ser falasse de seu corpo e o comovia tanto quanto a mim. Não era, de forma alguma, o caso de uma pessoa que fala entusiasmada pelo que diz. Ao contrário, eu sentia que ele próprio como que ouvia atônito e emocionado o que jorrava com uma força primitiva... Como enxurrada rompendo diques, suas palavras irrompiam dele. Ele invocava, em grandiosos e inspirados quadros, o seu próprio futuro e o de seu povo. Falava sobre um Mandato que, um dia, receberia do povo para liderá-lo da servidão aos píncaros da liberdade- missão especial que em futuro seria confiada a ele. Ao que parece, foi o primeiro sinal documentado da missão de Hitler e o primeiro indício veemente de que ele seria o médium de poderosa equipe espiritual trevosa empenhada em implantar na Terra uma nova ordem. Garantia-se a Hitler o poder que ambicionava, em troca da fiel utilização da sua instrumentação mediúnica. O pacto com as trevas fora selado nas trevas. É engano pensar que essas falanges espirituais ignoravam as leis divinas. Conhecem-nas muito bem e sabem da responsabilidade que arrostam e, talvez, até por isso mesmo, articulam seus planos tenebrosos e audaciosos, porque, se ganhassem, teriam a impunidade com que sonham milenarmente para acobertar crimes espantosos. Eles conhecem, como poucos, os mecanismos da Lei e sabem manipular com perícia aterradora os recursos espirituais de que dispõem. Vejamos outro exemplo: o relato da Segunda visita de Hitler à lança, narrada pelo próprio. Novamente a sensação estranha de perplexidade. Sente ele que algo poderoso emana daquela peça, mas não consegue identificar o de que se trata. De pé, diante da lança, ali ficou por longo tempo a contemplá-la: · Estudava minuciosamente cada pormenor físico da forma, da cor e da substância, tentando, porém permanecer aberto à sua mensagem. Pouco a pouco me tornei consciente de uma poderosa presença em torno dela – a mesma presença assombrosa que experimentara intimamente naquelas raras ocasiões de minha vida em que senti que um grande destino esperava por mim. · Começava agora a compreender o significado da lança – escreve Ravenscroft – e a origem de sua lenda, pois sentia, intuitivamente, que ela era o veículo de uma revelação - "uma ponte entre o mundo dos sentidos e o mundo do espírito". As palavras entre aspas são dos próprio Hitler, que prossegue: · Uma janela sobre o futuro abriu-se diante de mim, e através dela vi, num único "flash", um acontecimento futuro que me permitiu saber, sem sombra

de dúvida, que o sangue que corria em minhas veias seria, um dia, o veículo do espírito de meu povo. Ravenscroft especula sobre a revelação. Teria sido, talvez, a antevisão da cena espetaculosa do próprio Hitler a falar, anos mais tarde, ali mesmo em frente ao Hofburg, à massa nazista aglomerada, após a trágica invasão da Áustria, em 1938, quando ele disse em discurso: · A Providência me incumbiu da missão de reunir os povos germânicos...com a missão de devolver minha pátria 1 ao Reich alemão. Acreditei nessa missão. Vivi por ela e creio que cumpri. Tudo começara com o impacto da visão da lança no museu. Já naquele mesmo dia, em que o guia dos turistas chamou sua atenção para a antiqüíssima peça, ele experimentou estranhas sensações diante dela. Que fascínio poderia ter sobre seu Espírito - espetacular ele próprio – aquele símbolo cristão ? Qual a razão daquele impacto? Quanto mais a contemplava, mais forte e, ao mesmo tempo, mais fugidia e fantástica se tornava a sua impressão. · Senti como se eu próprio a tivesse detido em minhas mãos anteriormente, em algum remoto século da História – como se eu a tivesse possuído, como meu talismã de poder e mantido o destino do mundo em minhas mãos. No entanto, como poderia isto ser possível? Que espécie de loucura era aquele tumulto no meu íntimo? Qual é, porém, a história conhecida da lança? Para saber mais É o que tentaremos resumir em seguida. Hitler dedicou-se daí em diante ao estudo de tudo quanto pudesse estar relacionado com o seu fascinante problema. Cedo foi dar em núcleos do saber oculto. Um dos seus biógrafos, Alan Bullock (Hitler: A Study in Tiranny), sem ter alcançado as motivações do futuro líder nazista, diz que ele foi um inconseqüente, o que se poderia provar pelas suas leituras habituais, pois seus assuntos prediletos eram a história de Roma antiga, as religiões orientais, ioga, ocultismo, hipnotismo, astrologia... Parece legítimo admitir que tenha lido também obras de pesquisa espíritas, porque os autores não especializados insistem em grupar espiritismo, magia, mediunismo e adivinhação, e muito mais sob o rótulo comum de ocultismo. Sim, Hitler estudou tudo isso profundamente e não se limitou à teoria; passou à prática. Convencido da sua missão transcendental, quis logo informar-se sobre os instrumentos e recursos que lhe seriam facultados para levá-lo a cabo. O primeiro impacto da idéia da reencarnação em seu espírito o deixou algo atônito, como vimos, na sua primeira crise espiritual diante da lança, no museu de Hofburg; logo, no entanto, se tornou convicto dessa realidade e tratou a sério de identificar algumas de suas vidas anteriores. Esses estudos levaram-no ao cuidadoso exame da famosa legenda do Santo Graal, de que Richard Wagner, um dos seus grandes ídolos, se serviu para o enredo da ópera Parsifal. Hitler foi encontrar nos escritos de um poeta do século XIII, por nome Wolfram von Eschenbach, a fascinante narrativa da lenda, cheia de conotações místicas e simbolismos curiosos, que captaram a sua imaginação, porque ali a história e a profecia estavam como que mal disfarçadas atrás do véu diáfano da fantasia. Mas, Hitler tinha pressa, e, para chegar logo ao conhecimento dos mistérios que o seduziam, não hesitou em experimentar com o peiote, substância alucinógena extraída do cogumelo mexicano, hoje conhecida como mescalina.

Sob a direção de um estranho indivíduo, por nome Ernst Pretzsche, o jovem Adolf mergulhou em visões fantásticas que, mais tarde, identificaria como sendo cenas de uma existência anterior que teria vivido como Landulf de Cápua, que serviu de modelo ao Klingsor na ópera de Wagner. Esse Landulf foi um príncipe medieval (século nono) que Revenscroft declara ter sido "the most evil figure of the century" – a figura mais infame do século. Sua influência tornou-se considerável na política de sua época e, segundo Ravenscroft, "ele foi a figura central em todo o mal que se praticou então". O Imperador Luiz II conferiu-lhe posto que o situava como a terceira pessoa no seu reino, e concedeu-lhe honrarias e poderes de toda a sorte. Landulf teria passado muitos anos no Egito, onde estudou magia negra e astrologia. Aliou-se secretamente aos árabes que, apesar de dominarem a Sicília, respeitaram seu castelo, em Carlata Belota, na Calábria. Nesse local sinistro, onde se situara no passado um templo dedicado aos mistérios, Landulf exercia livremente suas práticas horríveis e perversas que, segundo Ravenscroft, deram-lhe a merecida fama de ser o mais temido feiticeiro do mundo. Finalmente, o homem que o Imperador Luiz II queria fazer Arcebispo de Cápua, depois de elevá-la à condição de cidade metropolitana, foi excomungado em 875, quando sua aliança com o Islam foi descoberta. Ravenscroft informa logo a seguir que, a seu ver, ninguém conseguiu exceder Wagner em inspiração, quando este coloca, na sua ópera, a figura de Klingsor ( ou seja, Landulf) como um mago a serviço do Anticristo. Aliás, muitas são as referências ao Anticristo no livro do autor inglês, em conexão com a trágica figura de Adolf Hitler. Ainda veremos isto. Guiado pela sua intuição, Wagner tranpôs para o terreno da arte, na sua genial ópera, o objetivo de Klingsor e seus adeptos, que era "cegar as almas por meio da perversão sexual e privá-las da visão espiritual, a fim de que não pudessem ser guiadas pelas hierarquias celestiais". Essa atividade maligna Landulf desenvolveu em seu tempo e suas horríveis práticas teriam exercido "devastadora influência nos líderes seculares da Europa cristã", conforme Ravenscroft. Mas Hitler acreditava-se também uma reencarnação de Tibério, um dos mais sinistros dos Césares. É fato sabido hoje que ele tentou adquirir ao Dr. Axel Munthe, autor de O Livro de San Michele, a ilha deste nome, que, em tempos idos fora o último reduto de Tibério, que lá morreu assassinado. O Dr. Munthe se recusou a vender a ilha porque ele próprio acreditava ter sido Tibério, o que não parece muito congruente com a sua personalidade. Aliás, as especulações ocultistas (usemos a palavra) dos líderes nazistas estão cheias de fenômenos psíquicos e de buscas no passado. Goering dizia, com orgulho, que sempre se encarnou ao lado do Führer. Ao tempo de Landulf, ele teria sido o Conde Boese, amigo e confidente do príncipe feiticeiro, e no século XIII fora Conrad de Marburg, amigo íntimo do bispo Klingsor, de Wartburg. Goebbels, o ministro da Propaganda nazista, acreditava-se Ter sido Eckbert de Meran, bispo de Bamberg, no século XIII, que teria apresentado Klingsor ao rei André da Hungria.2 Se essas encarnações estão certas ou não, não cabe aqui discutir, mas tais especulações evidenciam o interesse daqueles homens pelos mistérios e segredos das leis divinas, que precisavam conhecer para melhor desrespeitar e burlar. Por outro lado, contêm alguma lógica, quando nos lembramos de certos aspectos que a muitos passam despercebidos. Muitos espíritos reencarnaram-se com o

objetivo de infiltrarem-se nas hostes daqueles que pretendem combater, seja para destruir, seja para se apossarem da organização, sempre que esta detenha alguma parcela substancial de poder. Não seria de admirar-se, pois que um grupo de servidores das trevas, com apoio das trevas, aqui e além, fosse alçado a postos de elevada influência entre a hierarquia cristã da época, quando a Igreja desfrutava de incontestável poder. O papado não esteve imune – longe disso - e por várias vezes caiu em mãos de mal disfarçados emissários de Anticristo. Lembremos outro pequeno e quase imperceptível pormenor. Recorda-se o leitor daquela observação veiculada por um benfeitor espiritual que relatou haver sido traçada, no mundo das trevas, a estratégia do sexo desvairado, a fim de desviar os humanos dos caminhos retos da evolução? Sexo transviado e magia negra são aliados constantes, ingredientes do mesmo caldo escuro, onde se cultivam as paixões mais torpes. Quantos não se perderam por ai... 1 Hitler era austríaco. Nasceu em 20 de abril de 1889, na encantadora vila de Braunau-am-Inn, onde também nasceram os famosos médiuns Willy e Rudi Scheider. 2 Segundo apurou Ravenscroft, esse Bispo Klingsor seria o CVonde de Acerra, também de Cápua, um tipo sinistro, profundamente envolvido em magia negra e que, como Landulf, séculos antes, reuniu em torno de si um círculo de adeptos que incluia eminentes personalidades eclesiásticas da época. Afirma, ainda, o autor que foi nesse grupo que se concebeu o medonho monstro da Inquisição. O Médium do Anticristo II Alfred Rosemberg, o futuro teórico do nazismo, era então o profeta do Anticristo e se incumbia de questionar os Espíritos manifestantes. Ravenscroft afirma que teria sido Rosemberg quem pediu a presença da própria Besta do apocalipse, que na sua opinião(de Rovenscroft), sem dúvida dominava o corpo e a alma de Adolf Hitler, através das óbvias faculdades mediúnicas deste. Essa manifestação do Anticristo em Hitler foi assegurada por mais de uma pessoa, além do lúcido e tranqüilo Dr. Walter Johannes Stein. Um desses foi outro estranho caráter, por nome Houston Stewart Chamberlain, um inglês que se apaixonou pela Alemanha e pela causa nazista. Ravenscroft classifica-o como genro de Wagner e profeta do mundo pangermânico. Também escrevia suas teses anti-racistas em transe, segundo atestou nada menos que o eminente General Von Moltke, de quem ainda diremos algo importante daqui a pouco Chamberlain era considerado um digno sucessor do gênio de Friederich Nietzsche e, segundo o próprio Hitler, em "Mein Kampf", "um dos mais admiráveis talentos na história do pensamento alemão, uma verdadeira mina de informações e de idéias". Foi quem expandiu as idéias de Wagner, desvirtuando-as perigosamente, ao pregar a superioridade da raça ariana. Segundo testemunho de Von Moltke, Chamberlain evocou inúmeros vultos desencarnados da história mundial e confabulou com eles. Que era uma inteligência invulgar, não resta dúvida. Os poderes das trevas escolheram bem seus emissários. Enganam-se, também, redondamente, aqueles que consideram Hitler um doido inconseqüente que tentou, na sua loucura, botar fogo no mundo. A julgar por todas essas revelações que ora nos chegam ao

conhecimento, ele sabia muito bem o seu papel em todo esse drama. Recebeu uma fatia de poder a troco de certa missão muito específica. No domínio do mundo, se o tivesse conseguido, ele continuaria a desfrutar de posição "invejável", como prêmio a um trabalho "bem feito". Ainda bem que falhou, pois a amostra foi terrível. Como se explicaria, sem esse apoio maciço de espíritos encarnados e desencarnados, que um jovem pintor sem êxito, pobre, abandonado à sua sorte, rejeitado pela sociedade, tenha conseguido montar o mais tenebrosos instrumento de opressão que o mundo já conheceu? Como se explicaria que seu partido tenha emergido de um pequeno grupo político, falido e obscuro, senão que os Espíritos seus amigos o indicaram como sendo o primeiro degrau de escada que o levaria ao poder? Hitler ainda se aprofundaria muito mais nos mistérios da sua missão tenebrosa. Precisava receber instruções mais específicas, e , como sabemos, tudo se arranja para que assim seja. A hora chegaria, no momento exato, com a pessoa já programada para ajudá-la. Um desses homens chamou-se Dietrich Eckhart. Sua história á algo fantástico, mas vale a pena passar ligeiramente sobre ela, a fim de entendermos seu papel junto a Hitler, que, antes de encontrar-se com Eckhart, fizera apenas preparativos para o vestibular da magia e do ocultismo. Dietrich Eckhart era um oficial do exército, de aparência afável e jovial e, ao mesmo tempo, no dizer de Ravenscroft, "dedicado satanista, o supremo adepto das artes e dos rituais da magia negra e a figura central de um poderoso e amplo círculo de ocultistas – O Grupo Thule". Foi um dos setes fundadores do partido nazista, e, ao morrer, intoxicado por gás de mostarda, em Munich, em dezembro de 1923, disse, exultante: · Sigam Hitler! Ele dançará, mas a música é minha. Iniciei-o na "Doutrina Secreta", abri seus centros de visão e dei-lhe os recursos para se comunicar com os Poderes. Não chorem por mim: terei influenciado a História mais do que qualquer outro alemão. Suas palavras não são mero delírio de paranóico. Há muito, nas suas desvairadas práticas mediúnicas, havia recebido "uma espécie de anunciação satânica de que estava destinado a preparar o instrumento do Anticristo, o homem inspirado por Lúcifer para conquistar o mundo e liderar a raça ariana à glória". Quando Adolf Hitler lhe foi apresentado, ele reconheceu imediatamente o seu homem, e disse para seus perplexos ouvintes: - Aqui está aquele de quem eu fui apenas o profeta e o precursor. Coisas espantosas se passaram no círculo mais íntimo e secreto do Grupo Thule, numa série de sessões mediúnicas (Ravenscroft chama-as, indevidamente, de sessões espíritas...), das quais participavam dois sinistros generais russos e outras figuras tenebrosas. A médium, descoberta por certo Dr. Nemirocitch-Dantchenko, era uma pobre ignorante camponesa, dotada de variadas faculdades. Expelia pelo órgão genital enormes quantidades de ectoplasma, do qual se formavam cabeças de entidades materializadas que, juntamente com outras, incorporadas na médium, transmitiam instruções ao círculo de "eleitos". Certa manhã de setembro de 1912, Walter Stein e seu jovem amigo Adolf Hitler subiram juntos as escadarias do museu Hofburg. Em poucos minutos encontravam-se diante da Lança de Longinus, posta, como sempre, no seu estojo de desbotado veludo vermelho.

Estavam ambos profundamente emocionados, por motivos diversos, é claro, mas, seja como for, o disparador daquelas emoções era a misteriosa lança. Dentro em pouco, Hitler parecia Ter passado a um estado de transe, "um homem – segundo Ravenscroft – sobre o qual algum espantoso encantamento mágico havia sido atirado" . Tinha as faces vermelhas e seus olhos brilhavam estranhamente. Seu corpo oscilava, enquanto ele parecia tomado de inexplicável euforia. · Toda a sua fisionomia e postura – escreve Rovenscroft, que ouviu a narrativa do próprio Stein – pareciam transformadas, como se algum poderoso Espírito habitasse agora a sua alma, criando dentro dele e à sua volta uma espécie de transfiguração maligna de sua própria natureza e poder. Walter Stein pensou com seus botões: Estaria ele presenciando uma incorporação do Anticristo? É difícil responder, mas é certo que terrífica presença espiritual ali estava mais do que evidente. Inúmeras outras vezes, em todo o decorrer de sua agitada existência, testemunhas insuspeitas e desprevenidas haveriam de notar fenômenos semelhantes de incorporação, especialmente quando Hitler pronunciava discursos importantes ou tomava decisões mais relevantes. Ao narrar o fenômeno a Ravenscroft, 35 anos depois, o Dr. Stein diria que: -... Naquele instante em que pela primeira vez nos postamos juntos, de pé, ante a Lança de Longinus, pareceu-me que Hitler estava em transe tão profundo que passava por uma privação quase completa de seus sentidos e um total eclipse de sua consciência. Hitler sabia muito bem da sua condição de instrumento de poderes invisíveis. Numa entrevista à imprensa, documentou claramente esse pensamento, ao dizer: · Movimento-me como um sonâmbulo, tal como me ordena a Providência. Havia nele súbitas e tempestuosas mudanças de atitude. De uma placidez fria e meditativa, explodia, de repente, em cólera, pronunciando, alucinadamente, uma torrente de palavras, com emoção e impacto, especialmente quando a conversa enveredava pelos temas políticos e raciais. Stein presenciou cenas assim no velho café em que costumava encontrar-se com seu amigo, em Viena, ali por volta de 1912/1913. Passada a explosão, Hitler recolhia-se novamente ao seu canto, como se nada tivesse ocorrido. Naqueles estados de exaltação, transformava-se o seu modo de falar e sua palavra alcançava as culminâncias da eloqüência e da convicção. Era como se um poder magnético a elas se acrescentasse, de tal forma que ele facilmente dominava seus ouvintes. Seus próprios companheiros notariam isso mais tarde, em várias oportunidades.

· Ao se ouvir Hitler – escreveu Gregor Strasser, um ex-nazista – tem-se a visão de alguém capaz de liderar a humanidade à glória. Uma luz aparece numa janela escura. Um homem com um bigode cômico transforma-se em arcanjo. De repente, o arcanjo se desprende e lá está Hitler sentado, banhado em suor, com os olhos vidrados. Tudo fora muito cuidadosamente planejado e executado, inclusive com os sinais identificadores, para que ninguém tivesse dúvidas. Nas trágicas sessões mediúnicas do Grupo Thule, fora anunciado que o Anticristo se manifestaria depois que seu instrumento passasse por uma ligeira crise de cegueira. Isto se daria ali por volta de 1921, e seu médium teria, então, 33 anos.

Aos 33 anos de idade, em 1921, depois de recuperado de uma cegueira temporária, Hitler assumiu a incontestável liderança do Partido Nacional Socialista, que o levaria ao poder supremo na Alemanha, e, quase, no mundo. De tanto investigar os mistérios e segredos da história universal, em conexão com os poderes invisíveis, Hitler se convenceu de realidades que escapam à maioria dos seres humanos. A história é realmente o reflexo de uma disputa entre a sombra e a luz, representadas, respectivamente, pelos Espíritos que desejam o poder a qualquer preço e por aqueles que querem implantar na Terra o reino de Deus, que anunciou o Cristo. Hitler sabia, por exemplo, que os Espíritos trabalham em grupos, segundo o seus interesses e por isso se reencarnam também em grupos, enquanto seus companheiros permanecem no mundo espiritual – na sombra ou na luz, conforme seus propósitos – apoiando-se mutuamente. Não é à toa que Göering e Goebbels, como vimos, reconheciam-se como velhos companheiros de Hitler. Este, por sua vez, estava convencido de que um grupo enorme de Espíritos, que se encarnara no século IX, voltara a encarna-se no século XX. O notável episódio ocorrido com o eminente General Von Moltke parece confirmar essa idéia. Vamos recordá-lo, segundo o relato de Ravenscroft. Foi ainda na Primeira Guerra Mundial. No imenso e trágico tabuleiro de xadrez em que se transformara a Europa, havia um plano militar secreto, sob o nome de Plano Schlieffen, que previa a invasão da França através da Bélgica, antes que a Russia estivesse em condições de entrar em ação. Helmuth Von Moltke era Chefe do Estado-Maior do Exército Alemão, sob o Kaiser. Coube-lhe a responsabilidade de introduzir alguns aperfeiçoamentos no plano e aguardar o momento de pô-lo em ação, se e quando necessário. O momento chegou em junho de 1914. Jogava-se a sorte da Europa. Von Moltke passou a noite em claro, na sede do Alto Comando, tomando as providências de última hora para que o plano entrasse em ação imediatamente. Estudava mapas, expedia ordens, conferenciava com seus oficiais. O destino de sua pátria estava em suas mãos e ele sabia disso. No auge da atividade, o eminente General perdeu os sentidos sobre a mesa de trabalho. Parecia Ter tido um enfarte. Chamaram um médico, enquanto seus camaradas, muito apreensivos depositavam o seu corpo no sofá. Nenhuma doença foi diagnosticada. Na verdade, Von Moltke estava em transe. Sua metódica e brilhante inteligência não previra a interferência da mão do destino, como diz Ravenscroft. Ou seria a mão de Deus? Julgou-se, a princípio, que o poderoso General estivesse morrendo. Mal se percebia sua respiração e o coração apenas batia o necessário para manter a vida; olhos abertos vagavam, apagados, de um lado para outro. O eminente General Helmuth Von Moltke estava experimentando uma crise espontânea de regressão de memória, durante a qual em vívidas imagens que se desdobravam diante de seus olhos espirituais, ele se viu como um dos Papas do século IX, Nicolau I, o Grande, que a Igreja canonizou. Há estranhas "coincidências" aqui. Segundo os historiadores, Nicolau ascendeu ao trono papal mais por influência do Imperador Luis II do que pela vontade do clero. Lembra-se o leitor de que Luiz II foi o mesmo que protegeu o incrível Landulf,

príncipe de Cápua? E que Landuf, um milênio depois, seria Adolf Hitler? Nicolau foi um papa enérgico e brilhante. Governou somente nove anos incompletos, de 858 a 867, mas teve de tomar decisões momentosas e que exerceram profunda influência na História. Foi no seu tempo que se definiu mais nitidamente a tendência separatista entre as igrejas do ocidente e a do oriente. Foi ele quem elevou a novas culminâncias a doutrina da plenitude do poder papal. Segundo seu pensamento, o imperador era apenas um delegado, incumbido do poder civil. Enquanto essas vivências desfilavam diante de seus olhos, Von Moltke, ainda estendido no sofá, vivia a curiosa experiência de estar situado entre duas vidas; separadas por mil anos. Em torno dele, entre as ansiosas figuras de seus generais, ele identificava alguns de seus antigos cardeais e bispos. Uma das personalidades que ele também identificou naquele desdobramento foi a de seu tio, o ilustre Marechal- de- Campo, também chamado Helmuth Von Moltke, o maior estrategista de sua época e que lutou na guerra de 1870. Fora também uma das poderosas figuras medievais, o Papa Leão IV, o chamado pontíficesoldado, que organizou a defesa de Roma e comandou seus próprios exércitos. Outra figura identificada foi o General Von Schlieffen, autor do famoso plano Schlieffen, que também experimentara as culminâncias do poder papal, sob o nome de Bento II. Ao despertar de sua singular experiência com o tempo, o General Von Moltke estava abalado até às raízes de seu ser. Caberia a ele, um ex-Papa, deslanchar todo aquele plano de destruição e matança? Se não o fizesse, o que aconteceria à sua então pátria? Diz Ravenscroft que, após se reformas, Von Moltke escreveu minucioso relato daquela experiência notável. Também ele se deixou envolver pelo misterioso fascínio da Lança de Longinus, que certa vez visitou em companhia de outro General, seu amigo; e, segundo o escritor inglês, conseguiu apreender o verdadeiro sentido e importância daquela peça, "como um poderoso símbolo apocalíptico". Acreditava ele que se deveram à sua própria atitude negativa, como Nicolau I, em relação ao intercâmbio com o mundo espiritual, os trágicos desenganos que se sucederam na História subseqüente, a começar pela separação da cristandade em duas e o progressivo abandono da realidade espiritual em favor das doutrinas materialistas, que "virtualmente aprisionaram a criatura no mundo fenomênico da medida, do número, do peso, tornando a própria existência da alma humana objeto de dúvida e debate" (Ravenscroft). Por isso tudo, ao se erguer do sofá, Von Moltke era outra criatura. Como explicar tudo aquilo aos seus companheiros? Que decisões tomar agora, na perspectiva do tempo e dos lamentáveis enganos que havia cometido no passado, em prejuízo do curso da História? Parece, no entanto, que não dispunha de alternativa. Como Longinus, tinha de praticar um ato de aparente violência, para contornar uma crueldade maior. Tudo continuou como fora planejado, mas o Chefe do Estado-Maior não continuou como fora. Aliás, ao ser elevado àquela posição pela sua inesgotável e indiscutível capacidade profissional, houve dúvidas, em virtude do seu temperamento meditativo e tranqüilo. Seria realmente um bom General no momento de crise que exigisse decisões drásticas? Era o que se perguntavam seus adversários, mesmo reconhecendo sua enorme autoridade técnica. Ao se retirar do comando, diz Ravenscroft que ele era um homem arrasado, porque mais do que nunca estava consciente da

tragédia de viver num mundo em que a violência e a matança pareciam ser os únicos instrumentos capazes de "despertar a humanidade para as realidades espirituais". Após a sua desencarnação, em 1916, com 68 anos de idade, Von Moltke passou a transmitir uma série de comunicações através da mediunidade de sua esposa Eliza Von Moltke. Ah! que documento notável deve ser esse! Foi numa dessas mensagens que o Espírito do antigo Chefe do Estado-Maior informou que o Führer do Terceiro Reich seria Adolf Hitler, àquela época um obscuro e agitado político, aparentemente sem futuro. Foi também ele que, em Espírito, confirmou a antiga encarnação de Hitler como Landulf de Cápua, o terrível mágico medieval que vinha agora repetir, nos círculos mais fechados do Partido, os rituais de magia negra, cujo conhecimento trazia nos escaninhos da memória integral. Faltavam ainda algumas peças importantes para consolidar as conquistas do jovem Hitler, mas todas elas apareceriam no seu devido tempo e executariam as tarefas para as quais haviam sido rigorosamente programadas nos tenebrosos domínios do mundo espiritual inferior. O General Eric Ludendorff seria uma delas. Von Moltke identificou-o com outro papa medieval, que governou sob o nome de João VIII, que Ravenscroft classifica como "o pontífice de mais negra memória que se conhece em toda a história da Igreja Romana, que, como amigo de Landulf de Cápua, ajudou-o nas suas conspirações no século IX". Novamente, sob as vestes de Eric Ludendorff, o antigo Papa daria a mão para alçar Landulf (agora Adolf) ao poder. Outro elemento importante, nessa longa e profunda reiniciação de Hitler, foi Karl Haushofer, que, no dizer de Ravenscroft, "não apenas sentiu o hálito da Besta Apocalíptica 3 no controle do ex-cabo demente, mas também buscou, conscientemente e com maligna intenção, ensinar a Hitler como desatrelar seus poderes contra a humanidade, na tentativa de conquistar o mundo". É um tipo estranho e mefistofélico esse Haushofer, mas, se fôssemos aqui estudar todo o elenco de extravagantes personalidades que cercaram Hitler, seria preciso escrever outro livro. Diz, porém, Ravenscroft que foi Haushofer quem despertou em Hitler a consciência para o fato de que operavam nele as motivações da " Principalidade Luciferina", a fim de que "ele pudesse tornase veículo consciente da intenção maligna no século vinte". (destaque do autor).

Vejamos mais um episódio. Em 1920, era tão patente, através da Alemanha, essa expectativa messiânica, que foi lançado na Universidade de Munich um concurso de ensaios sobre o tema seguinte: "Como deve ser o homem que liderará a Alemanha de volta às culminâncias de sua glória?" O vultoso prêmio em dinheiro foi oferecido por um milionário alemão residente no Brasil (não identificado por Ravenscroft) e quem o ganhou foi um jovem chamado Rudolf Hess que, em tempos futuros, seria o segundo homem da hierarquia nazista! Sua concepção desse messias político guarda notáveis similitudes com a figura do Anticristo descrita nos famosos (e falsos) "Protocolos do Sião", segundo Ravenscroft. Consta que Hitler considerava Rudolf Steiner, o místico, vidente e pensador austríaco como seu arquiinimigo. Segundo informa Ravenscroft, Steiner, em

desdobramento espiritual, penetrava, conscientemente, os mais secretos e desvairados encontros, onde se praticavam rituais atrozes para conjurar os poderes que sustentavam a negra falange empenhada no domínio do mundo. Que andaram muito perto dessa meta, não resta dúvida. Conheciam muito bem a técnica do assalto ao poder sobre o homem, através do próprio homem. Hugh Trevor-Roper, no seu livro "The Last Days of Adolf Hitler", transcreve uma frase do Führer, que diz o seguinte: Não vim ao mundo para tornar melhor o homem, mas para utilizar-me de suas fraquezas. Estava determinado a cumprir sua missão a qualquer preço. - Jamais capitularemos – disse, certa vez, repetindo o mesmo pensamento de sempre. – Não. Nunca. Poderemos ser destruídos, mas, se o formos, arrastaremos o mundo conosco – um mundo em chamas. Muito bem. É tempo de concluir. Por exemplo, o que aconteceu com a Lança de Longinus? Continua no Museu de Hofburg, em Viena, para onde foi reconduzida após novas aventuras. Primeiro, Hitler tomou posse dela, ao invadir a Austria, em 1938 e lançou-a para a Alemanha, cercada de tremendas medidas de segurança. Lá ficou ela em exposição, guardada dia e noite, pelos mais fiéis nazistas. Quando a situação da guerra começou a degenerar para o lado alemão, construiu-se secretíssima e inviolável fortaleza subterrânea para guardá-la. Apenas meia dúzia de elevadas autoridades do governo sabiam do plano. Uma porta falsa de garagem disfarçava a entrada desse vasto e sofisticado cofre-forte, em Nüremberg, que o Führer ordenou fosse defendido até à última gota de sangue. Quando se tornou evidente que o Terceiro Reich se desmoronava de fato, ante o avanço implacável das tropas aliadas, Himmler achou que a Lança de Longinus precisava de um abrigo alternativo. Uma série de providências foi propaganda, com uma remoção fictícia, para um ponto não identificado da Alemanha; e outra, verdadeira, sob o véu do mais fechado segredo, para um novo esconderijo, onde o talismã do poder ficaria a salvo dos inimigos do nazismo. Por uma dessas misteriosas razões, no entanto, um dos cinco ou seis oficiais nazistas que sabiam do segredo, ao fazer a lista das peças que deveriam ser removidas, mencionou a Lança de Mauritius, aliás, o nome oficial da peça. Acontece que, entre as peças históricas do Reich, havia uma relíquia de nome parecido, ou seja, "A Espada de Mauritius", e esta foi a peça transportada, e não a Lança de Longinus. Na Confusão que se seguiu, ninguém mais deu pelo engano, e o oficial que o cometeu, um certo Willi Liebel, suicidou-se pouco antes do colapso total do Reich. A essa altura, Nüremberg não era mais que um monte de ruínas e, por outro estranho jogo de "coincidências", um soldado americano. Perambulando pelas ruínas, descobriu um túnel que ia dar em duas portas enormes de aço com um mecanismo de segredo tão imponente como o das casas-fortes dos grandes bancos mundiais. Alguma coisa importante deveria encontrar-se atrás daquelas portas. E assim, às 14h10m do dia 30 de abril de 1947, a legítima Lança de Longinus passou às mãos do exército americano. Naquele mesmo dia, como se em cumprimento de misterioso desígnio, Hitler suicidou-se nos subterrâneos da Chancelaria, em Berlim. Como ficou dito atrás, a Lança de Longinus encontra-se novamente no Museu Hofburg, em Viena. Estará à espera de alguém que venha novamente disputar

a sua posse para dominar o mundo? Vejamos, para encerrar, algumas considerações de ordem doutrinária. Haverá mesmo algum poder mágico ligado aos chamados talismãs? Questionados por Allan Kardec ( perguntas 551 a 557), os Espíritos trataram sumariamente da questão, ensinando, porém, que "Não há palavra sacramental nenhuma, nenhum sinal cabalístico, nem talismã, que tenha qualquer ação sobre os Espíritos, porquanto estes só são atraídos pelo pensamento e não pelas coisas materiais". Continuando, porém, a linha do seu pensamento, Kardec insistiu, com a pergunta 554, formulada da seguinte maneira: · Não pode aquele que, com ou sem razão, confia no que chama a virtude de um talismã, atrair um Espírito, por efeito mesmo dessa confiança, visto que, então, o que atua é o pensamento, não passando o talismã de um sinal que apenas lhe auxilia a concentração? · É verdade - respondem os Espíritos – mas da pureza da intenção e da elevação dos sentimentos depende a natureza do espírito que é atraído. Os destaques são meus e a resposta à pergunta 554 prossegue, abordando outros aspectos que não vêm ao caso tratar aqui. Nota-se, porém, que os espíritos confirmaram que os chamados talismãs servem de condensadores de energia e vontade, e podem, portanto, servir de suporte ao pensamento daquele que deseja atrair companheiros desencarnados para ajudá-lo na realização de seus interesses pessoais. Disseram mais: que os Espíritos atraídos estarão em sintonia moral com aqueles que os buscam, ou seja, se as intenções e os sentimentos forem bons, poderão acudir Espíritos bondosos; se, ao contrário, as intenções forem malignas, virão os Espíritos inferiores. Por toda parte, no livro de Trevor Ravenscroft, há referências repetidas de que duas ordens de Espíritos estão ligadas à mística da Lança de Longinus: os da luz e os das trevas, segundo as intenções de quem os evoca. Além disso, é preciso lembrar que os objetos materiais guardam, por milênio a fora, certas propriedades magnéticas, que preservam a sua história. Essas propriedades estão hoje cientificamente estudadas e classificadas como fenômenos de psicometria, tão bem observados, entre outros, por Ernesto Bozzano. Médiuns psicômetras, em contato com objetos, conseguem rever, às vezes com notável nitidez, cenas que se desenrolaram em torno da peça de ferro deve estar altamente magnetizada pelos acontecimentos de que foi testemunha, desde que foi forjada alhures nos tempos bíblicos, passando pelo momento do Calvário, diante do Manso Rabi agonizante, até que Hitler a perdeu em abril de 1945. Seja como for, a peça reúne em torno de si uma longa e trágica história, tão fascinante que tem incendiado, através dos séculos, a imaginação de muitos homens poderosos e desatado muitas paixões nefandas. E, como explicaria os Espíritos a Kardec, não é a Lança por si mesma que move os acontecimentos, é o pensamento dos homens que se concentram nela e querem a todo preço fazer valer o poder que se lhe atribui. Nisso, ela é realmente um talismã. Ainda uma palavra antes de encerrar. É certo que Hitler foi médium dedicado e desassombrado de tremendos poderes das trevas. Esses irmãos desarvorados, que se demoram, por milênios sem conta,

em caliginosas regiões do mundo espiritual, por certo não desistiram da aspiração de conquistar o mundo e expulsar a luz para sempre, se possível. Tudo farão para obter esse galardão com o qual sempre sonharam, muito embora a nós outros não nos assista o direito de duvidar de que lado ficará a vitória final. Nesse ínterim, porém valer-se-ão de todos os meios, de todos os processos, para alcançarem seus fins. É claro, também, que não se empenham apenas no setor político-militar, por exemplo como Hitler, mas, também procuram conquistar organizações sociais e religiosas que representem núcleos de poder. É evidente a obra maligna e hábil que se realizou com a Igreja, infiltrando-a em várias oportunidades e em vários pontos geográficos, mas sempre nos altos escalões hierárquicos, de onde melhor podem influenciar os acontecimentos e a própria teologia. O movimento espírita precisa estar atento a essas investidas, pois é muito apurada a técnica da infiltração. O lobo adere ao rebanho sob a pele do manso cordeiro; ele não pode dizer que vem destruir, nem pode apresentar-se como inimigo; tem de aparecer com um sorriso sedutor, de amizade e modéstia, uma atitude de desinteresse e dedicação, um desejo de servir fraternalmente, sem condições e, inicialmente, sem disputar posições. Muitas vezes, esses emissários das sombras nem sabem, conscientemente, que estão servindo de instrumentos aos amigos da retaguarda. A sugestão póshipnótica foi muito bem aplicada por Espíritos altamente treinados na técnica da manipulação da mente alheia. É a utilização da fraqueza humana de que falava Hitler. A estratégia é brilhantíssima e extremamente sutil, como, por exemplo, a da "atualização" e da "revisão" das obras básicas da Codificação, a da criação de movimentos paralelos, o envolvimento de figuras mais destacadas no movimento em ardilosos processos de aparência inocente ou inócua. Estejamos atentos, porque os tempos são chegados e virão, fatalmente, vigorosas investidas, antes que chegue a hora final, numa tentativa última, desesperada, para a qual valerá tudo. Muita atenção. Quem suspeitaria de Adolf Hitler, quando ele compareceu, pela primeira vez, a uma reunião de meia dúzia de modestos dirigentes do Partido dos Trabalhadores?
Hitler, el hombre tras el Imperio. Nace el partido Nacional Socialista: NAZI. Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío.

El poder total.

El inicio de la guerra.

HITLER, EL HOMBRE TRAS EL IMPERIO

El Tercer Reich colapsó en la primavera de 1945. Pocos supieron lo que pasaba realmente tras su fachada. La dictadura operó en secreto. Hitler es el último de los grandes conquistadores en la tradición de Alejandro, César o Napoleón. Y el Tercer Reich, el último de los imperios. En el 28 de enero de 1933 se destituyó al anciano presidente mariscal Von Hindenburg. Hitler, jefe del nacionalsocialismo, el partido político más numeroso de Alemania, pedía la cancillería de la República Democrática que había prometido destruir. Quería abolir el régimen democrático. El Presidente tenía 86 años y aunque se oponía, flaqueó y el 30 de enero nombró canciller a Hitler. Éste ya se hacía acompañar por Goebbels, Roehm y Goering. Hitler había sido un vagabundo que caminaba en Viena, un soldado anónimo de la Primera Guerra mundial, fascinante orador y austríaco. Tenía 43 años cuando lo nombraron, se emocionó. Con ese episodio cambió la historia

de la humanidad. Su nombramiento se celebró en las calles con marchas. ¿Supo Hindenburg lo que había echado a andar? Hitler saludaba y sonreía emocionado. Goebbels escribió: la revolución alemana ha comenzado. Su reino duró 12 años y 4 meses. Causó una erupción violenta y destructora, desolación, calculada carnicería de vidas y espíritu humano. Sobrepasó todas las salvajes opresiones de las eras anteriores. Hitler fundó el Tercer Reich. Lo gobernó despiadadamente, con astucia poco común. Lo condujo a las vertiginosas alturas y a un espantoso fin. Tenía personalidad demoníaca, voluntad de granito, misteriosas intuiciones, fría crueldad, notable inteligencia y alta imaginación. Al final se encontraba borracho de poder y de triunfos. A algunos alemanes y extranjeros les pareció un charlatán. Luego tomó aura de jefe carismático, lo siguieron ciegamente como si poseyese el juicio divino. Nació a las 6:30 de la tarde del 20 de abril de 1889 en una modesta posada en Braunau, Austria, en la frontera austro-germana. Hitler tenía una media hermana, Angela, que tenía una hija: Geli Raubal, el verdadero amor de Hitler. También tenía un medio hermano, Alois, pero Hitler no quería saber nada de él. Era el vivo recordatorio de su origen humilde. Hitler nunca habló de su familia. A los 6 años ingresó a la escuela, era 1895. A los 15 años ya se había cambiado 7 veces de dirección y había estado en 5 escuelas diferentes. Un compañero lo recuerda como un discutidor autocrático, de opiniones propias, mal carácter e incapaz de someterse a la disciplina escolar. No era trabajador. Un profesor de historia, Leopold Poetsch, influyó en Hitler. Era un fanático nacionalista alemán. Hitler le rindió tributo en su libro. "Usaba nuestro fanatismo nacional en brote como medio de educarnos, apelando frecuentemente a nuestro sentimiento de honor nacional. Hizo de la historia mi tema favorito. Fue entonces cuando me convertí en un joven revolucionario", escribió en su libro. Con la muerte de su padre Hitler lloró. Su madre, viuda y con dos hijos, se vio obligada a hacerlo estudiar la carrera de funcionario civil. Pero su hijo no deseaba eso y, aunque se querían, entre ellos hubo fricciones. A los 16 años padeció de una dolencia pulmonar y fue mandado a la casa de su tía en Spitel. En geografía e historia obtuvo notable, en dibujo sobresaliente, según su último informe. Al salir de la escuela se emborrachó. Luego se mantuvo abstemio, no fumador y vegetariano. Descubre los años más felices de su vida, entre los 16 y 19 años. Soñaba con un futuro como artista. Se negaba a trabajar y así ayudar a su madre económicamente. Le parecía repulsiva la idea de recibir un sueldo. La felicidad era no tener que trabajar y eso le dio libertad: soñaba, pensaba, hablaba con amigos del mundo, escuchaba a Wagner. Un amigo lo recuerda como pálido, enfermizo, un joven tímido y reticente con repentinos estallidos de furia histérica contra los que no estaban de acuerdo con él. Estaba decidido a ser artista, pintor o arquitecto. Pero desde los 16 años estuvo obsesionado con la política. Odiaba la monarquía de los Habsburgo y todas las razas no alemanas del Imperio Austro húngaro. Tenía un amor igualmente violento hacia todo lo alemán. A los 16 años ya era un fanático nacionalista alemán. Se hizo lector voraz. Sus obras favoritas eran de historia y mitología alemanas. En 1906 se fue a Viena con el dinero que le dio su madre. La primera visita le encantó. A los 18 años postuló a la Academia de Bellas Artes, pero no aprobó el ingreso. Postuló al año siguiente y tampoco fue aceptado. Para el joven ambicioso fue el hundimiento. Sufrió el dolor del fracaso. El 21 de diciembre de 1908 murió su madre de cáncer. Fue un golpe. Había respetado al padre, pero a su madre la quería. La muerte puso fin a sus planes de alto vuelo. Se vio obligado a conseguir su propio dinero. Partió a Viena nuevamente. Entre 1909 y 1913 vivió años de completa miseria e indigencia. Hitler trabajó en extrañas tareas: retirar nieve de las calles, sacudir alfombras, llevar maletas, de peón. Durante 4 años vivió en pensiones de baja categoría, en barrios miserables, se salvó de morir de hambre porque iba a las cocinas de caridad. Fue la época más triste de su vida. Sufría de hambre, pero nunca trató de conseguir un trabajo fijo. No quería caer en las filas del proletariado, de los trabajadores manuales.

No tenía vicios y usaba un largo abrigo. Para él leer era un arte: saber retener lo esencial y olvidar lo no esencial. Fue tomando forma su visión y filosofía del mundo que fueron luego, los cimientos de sus actos. ¿Qué aprendió tan importante? La monarquía del Danubio agonizaba. Durante siglos una minoría germano-austríaca había gobernado un imperio formado por 12 nacionalidades diferentes. Desde 1848 la autoridad se había ido debilitando. A comienzos del siglo XX los pueblos eslavos pedían igualdad y autonomía nacional. Las clases bajas reclamaban derecho a voto, los trabajadores pedían sindicatos y derecho a huelga. Hitler, joven y fanático nacionalista austrogermano, era opuesto a estas evoluciones. Para él, el imperio se hundía en un pantano. Podía salvarse sólo si la raza germana dominante recobraba la antigua y absoluta autoridad. Otras razas, para él, sobre todo los eslavos, eran inferiores. Había que gobernar con mano de hierro y dejarse de tonteras democráticas. En los comedores de caridad comenzó a gestarse una astucia política que le permitió ver con asombrosa claridad las fuerzas y debilidades de los movimientos políticos contemporáneos. Hitler se dio cuenta de la importancia de la oratoria en la política. Los oradores públicos eran efectivos. Escribió: "la fuerza que mueve avalanchas políticas y religiosas es el mágico poder de la palabra hablada y sólo eso. Las grandes masas de gente pueden ser movidas solamente por el poder de los discursos. Todos los grandes movimientos son movimientos populares, erupciones volcánicas de las pasiones y de los sentimientos emocionales humanos, fomentados bien por crueles dioses del dolor o por la antorcha de la palabra arrojada entre las masas, no por chorros de limonada de los estetas literarios y de los héroes de salón". Comenzó a practicar oratoria entre los grupos de oyentes que formó en las posadas de baja categoría, comedores de beneficencia y en las esquinas. Se convertiría en un talentoso orador, más que ningún otro alemán de la época, lo que contribuyó en gran parte a su asombroso éxito. Según sus amigos, desde la escuela era antisemita. En Viena vivían unos 200 mil judíos. Hitler se preguntó si eran alemanes. Comenzó a leer literatura antisemita. Dice que empezó a ver judíos por todas partes "a menudo sufrí náuseas al oler a estos portadores de caftan". Poco después, dice, descubrió la mancha moral de este pueblo elegido. Aseguró que los judíos eran responsables de la mayor parte de la prostitución y trata de blancas. "Reconocí al judío como el director calculador, desvergonzado y sin corazón de este repugnante tráfico del vicio entre la gente baja de la gran ciudad, un frío estremecimiento me recorrió la espalda". Mi Lucha, su libro, está sembrado de alusiones espeluznantes a extraños judíos que seducían a inocentes muchachas cristianas y así adulteraban su sangre. En 1913 abandonó Viena y se fue a Alemania, tenía 24 años. Parecía un fracasado: ni pintor ni arquitecto. Era un vagabundo excéntrico, lleno de libros, sin amigos, familia, trabajo ni hogar, pero con una ilimitada confianza en sí mismo y un sentido ardiente de su misión. Le repugnaba el imperio de los Habsburgo, el conglomerado de razas de la capital, sobre todo los judíos. Mezcla, según él, que corroía a la cultura alemana. El verano de 1914 estalló la Primera Guerra Mundial. Comenzaba el período más memorable de su vida. Lo hirió la derrota. El ejército alemán no había sido vencido en el campo de batalla sino por traidores de la retaguardia. Así nació para Hitler, como para otros alemanes, la leyenda de la puñalada por la espalda que ayudó a socavar la república de Weimar y preparar el terreno para su llegada al poder. Ahí supo su destino: la política. Una decisión fatídica para el mundo. ¿Qué posibilidades tenía un austríaco de 30 años, sin amigos, sin dinero, sin trabajo ni experiencia? Comenzó a servir para el ejército. Lo destinaron oficial instructor que debía combatir ideas peligrosas: pacifismo, socialismo, democracia. Habló ante un gran auditorio y ése fue el comienzo de una habilidad con la que se convirtió en orador efectivo, de mágico poder. Utilizó la radio para ganarse a millones de oyentes. Le ordenaron investigar al partido político obrero alemán. Hitler oyó una conferencia de Gottfried Feder y quedó impresionado. Vio el llamado de Feder a abolir las esclavitud capitalista, una de sus premisas esenciales para fundar el nuevo partido. Vio un poderoso slogan para la próxima lucha. Pensó que era una organización como tantas otras. Era época en que surgían muchos partidos políticos, no juzgó a éste diferente.

En esa charla, un profesor propuso que Baviera se separara de Prusia y se fundara Alemania del Sur junto con Austria. Hitler se encolerizó y habló violentamente, la gente miró a este desconocido y joven orador atónitamente. Hitler, luego, leyó un folleto del partido y vio reflejado en él gran parte de sus ideas. Recibió una postal en que se le anunciaba que había sido aceptado como miembro. Fue a una reunión, el ansia de esos hombres de un nuevo movimiento lo atrajo. Pensó que podía unirse a ellos, la insignificancia del partido podía darle la oportunidad a un joven enérgico como él. Tomó la decisión más importante de su vida: se unió al partido. Necesitaban un jefe, qué mejor que un buen orador como Hitler. Se convirtió en íntimo consejero y fue presentado, entre otros, a Rudolf Hess y Alfred Rosenberg.

Hitler, el hombre tras el Imperio.

Nace el partido Nacional Socialista: NAZI.

Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío. Hitler, el hombre tras el Imperio.

El poder total. Nace el partido Nacional Socialista: NAZI.

El inicio de la guerra. Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío.

El poder total.

El inicio de la guerra.

NACE EL PARTIDO NACIONALSOCIALISTA NAZI Hitler toma dirección de la propaganda del partido Obrero. Enunció los 28 puntos del programa que, a la larga, fueron el programa nazi. El 1 de abril de 1920 se convirtió en Partido Nacional Socialista de Obreros Alemanes. La mayoría de los enunciados programáticos fueron olvidados al llegar al poder. Los más importantes fueron llevados a cabo por el Tercer Reich con desastrosas consecuencias para millones de personas. Algunos de esos puntos eran: Unión de todos los alemanes en una Alemania grande. Varios de estos puntos promovian el antisemismo, lo que constituyeron una temible advertencia. Se les prohibía ejercer su profesión, se les negaba la ciudadanía y eran excluidos de la prensa. Fueron expulsados quienes hubiesen entrado en el Reich después del 2 de agosto de 1914. Había varios puntos demagógicos para atraer a los obreros: la abolición de los ingresos no ganados por el trabajo, la nacionalización de los trust, la participación del Estado en los beneficios de las grandes industrias, abolición de rentas agrícolas y de las especulaciones en tierra, pena de muerte a traidores, usureros y explotadores. Pedía la abrogación de los Tratados de Versalles y Saint Germain, junto con la creación de un fuerte poder central del Estado. Hitler quería el poder de todo el Reich para hacer su régimen dictatorial. Era el fin de los estados semi-autónomos de la República de Weimar. Tenía una oratoria incendiaria y un programa radical. Pensó que las masas necesitaban no sólo ideas, sino también símbolos que ganaran fe, junto con boato y colorido que las elevaran. Además, actos de violencia y terror que, si tenían éxito, atraerían adhesiones y darían sensación de poder. Hitler organizó escuadras de choque con uniformes caquis. Reclutaron voluntarios, guardaban el orden de los mítines nazis y disolvían los de otros partidos. En 1921 Hitler dirigió uno y estuvo un mes en prisión por ello. Pensó que al pueblo le faltaba una bandera, un emblema. Diseñó la svástica, que se convirtió en el símbolo del poderoso partido nazi. Diseñó también un brazalete y estandarte. Era la mejor propaganda.

Svástica

1921 Hitler se adjudicó la dirección del partido. Era poderoso orador, mejor organizador y propagandista. Conseguía fondos con sus discursos. Obtuvo poderes absolutos del partido y quedó establecido el principio dictatorial que iba a ser la primera ley de los nazis. El Führer había salido a escena en Alemania. Se dispuso a reorganizar el partido. Tenían un

diario, más parecido a una hoja antisemita, en la que pregonaban sus ideas. Hess se convirtió en íntimo amigo, devoto seguidor y secretario del jefe. Hasta el final sería uno de sus más leales seguidores. Goering también cayó ante la fascinación de Hitler. Era piloto de guerra y cuando conoció al führer se unió al partido y lo ayudó económicamente con generosidad. Apoyó a Roehm para crear las tropas de asalto y en 1922 era comandante de las SA. Hitler abandonó el ejército y se dedicó al partido. Nunca recibió un sueldo. ¿De qué vivía? Nunca contestó. Dijo que ganaba dinero cuando hablaba para otras instituciones y tenía camaradas que lo ayudaban. Entre 1921 y 1923 tuvo que organizar el partido y mantener el control. En 1921 los aliados cobraron 33 mil millones de dólares a Alemania por indemnizaciones de la Primera Guerra. La derecha comenzaba a cometer asesinatos y el gobierno de Berlín respondió con una ley especial de protección a la República. Ésta imponía severas penas a los actos de terrorismo. La joven República Democrática de Weimar se hallaba en grandes apuros. Su existencia era amenazada por extremistas de derecha e izquierda. El Tratado de Versalles cayó como balde de agua fría en Alemania, hubo protestas que llamaban a no firmarlo. ¿Qué lo hacía tan intolerable? Devolvía Alsacia y Lorena a Francia, un poco de territorio a Bélgica, una parte a Dinamarca y a los polacos las tierras que los alemanes habían tomado. Esta parte les dolió, porque consideraban a estos últimos como una raza inferior. Se les daba, además, la responsabilidad a los alemanes del comienzo de la guerra. Se exigía la entrega del emperador Guillermo II y ochocientas personas más, considerados criminales de guerra. Las reparaciones serían fijadas después, pero debían pagar 5 mil millones de dólares en marcos de oro entre 1919 y 1921. El tratado desarmaba prácticamente a Alemania y, por lo tanto, le cerraba el camino de la hegemonía en Europa. Dejaba al Reich geográfica y económicamente intacto en su mayor parte. Además, reservaba su unidad política y fortaleza potencial como gran nación. No tenían alternativa frente a los aliados. O aceptaban el tratado o los aliados tomarían represalias. La resistencia armada era imposible, así lo decían los dirigentes del ejército. El 28 de junio de 1919 el tratado de paz era firmado. Pero Alemania se convirtió en una casa dividida. Los conservadores no querían aceptar ni el tratado ni la república que lo había firmado. Ellos tenían riquezas que usaron para subvencionar a partidos políticos y a la prensa política, que se esforzaría en minar los cimientos de la República. El ejército comenzó a burlar las restricciones militares del tratado y se convirtió en verdadero centro de poder político en la nueva Alemania. Se convirtió en un estado dentro del estado, ejerciendo influencia sobre la política extranjera y de interior. Mantuvo la independencia del gobierno nacional. Los socialistas moderados, ayudados por los demócratas y centristas católicos, fueron quedándose solos para llevar adelante la República. Se pensaba que la constitución de Weimar estaba sentenciada a muerte. Había una fuerza nacionalista, antirrepublicana y antidemocrática que Hitler detectó. El marco alemán comenzó a descender. Alemania no pudo pagar sus compromisos y en represalia, Francia ocupó el Ruhr, corazón industrial germano. Fue un golpe a la economía alemana y logró unir al pueblo como no se veía desde 1914. Hubo una huelga general en 1923, el descenso del marco continuó hasta que la moneda alemana se hizo inservible. El poder adquisitivo de los salarios y los jornales habían quedado reducidos a cero. La fe del pueblo alemán en la estructura económica de la sociedad alemana fue destruida. Y era la República la que se había rendido al enemigo, aceptando cargas de reparaciones. Los culparon.

El gobierno no supo enfrentar la crisis. El pueblo se sabía en bancarrota, tenían hambre. Culpaban de todo a la República. Tiempos así parecían caídos del cielo para Hitler. "Nuestra miseria aumentará, el Estado se ha convertido en ladrón y en estafador. Necesitamos una dictadura", gritaba. La irreflexiva inflación conducía a miles de alemanes a creer en él. Las condiciones caóticas favorecían la caída de la República, él quería dirigir la revolución, Pero tenía dificultades: Primero, el partido nazi no era un movimiento importante y era desconocido fuera de Baviera. En segundo lugar, la ocupación del Ruhr unió a los alemanes tras el gobierno republicano de Berlín. Hitler, quería la muerte de la República, la muerte de los traidores de la patria y la de los criminales del movimiento. Formó la Unión de Trabajadores de las Ligas Combatientes de la Madre Patria y, luego, un grupo más fuerte: la Unión Combatiente Alemana. Objetivo: derrocar la República y desgarrar el Tratado de Versalles. El 26 de septiembre de 1923 el canciller anunció el fin de la resistencia del Ruhr y la continuación de los pagos de indemnizaciones. Hubo un estallido de rabia y de histeria entre los nacionalistas alemanes y los comunistas. Hubo revueltas y se estuvo al borde de la guerra civil. El gobierno central ordenó cerrar el diario de Hitler y arrestar a Hess, Eckhardt y Rossbach. Las órdenes fueron desobedecidas. Baviera desafiaba a Berlín. La noche del 10 de noviembre las SA serían concentradas al norte de Munich y en la mañana marcharían sobre la ciudad, proclamando la revolución. Hitler abandonó este plan e improvisó otro para llevarlo a cabo el 8 de noviembre, durante un mitin en una cervecería. Las tropas de la SA rodearon la cervecería hasta donde había llegado el jefe del gobierno bávaro: Kahr. Hitler saltó sobre la mesa para atraer la atención de más de tres mil burgueses que se encontraban allí. Gritó: "la revolución nacional ha comenzado, los gobiernos de Baviera y del Reich han sido destituidos y se ha formado un gobierno nacional provisional". Tomó a los tres dirigentes y los arengó, mientras ellos se negaban a hablarle. Amenazó con matarlos. Ninguno quería unirse a Hitler. Las cosas no estaban saliendo como él lo había planeado. Se dirigió a la multitud haciéndoles creer que el gobierno bávaro estaba destituido y que uno nuevo salvaría al pueblo. La multitud creyó su mentira. Hubo vivas estentóreos. Enajenado de alegría por el afortunado comienzo hizo que todos juraran lealtad al nuevo régimen. Dio otra arenga en la que dijo que no descansaría hasta ver a los criminales de noviembre derrocados, hasta que Alemania volviera a tener poder y grandeza, libertad y esplendor. Un error desmoronó su plan. Se alejó por unos minutos de la cervecería y los tres jefes del gobierno huyeron. El ejército comenzó a aplacar el alzamiento. Se ordenó la disolución del partido Nacional Socialista de Trabajadores Alemanes y de las ligas combatientes. Hitler había planeado un golpe militar, quería una revolución con las fuerzas armadas, no contra ellas. Ludendorff, el legendario jefe militar, le propuso marchar hacia el centro de la ciudad y apoderarse de él. La policía y el ejército jamás se les opondrían. A las 11 de la mañana del 9 de noviembre Hitler y Ludendorff enfilaron una columna con trescientos hombres hacia el centro de Munich. Iban con la svástica y un camión cargado con ametralladoras. Las fuerzas de asalto llevaban carabinas y Hitler su revólver. Hubo disparos con la policía, se cree que el führer hizo el primero. Dieciséis nazis y tres policías murieron. Hubo heridos y el resto cayó a tierra. Hitler fue arrestado y también Ludendorff. En pocos días, los jefes rebeldes fueron cercados y encarcelados. La intentona nazi había terminado en un fracaso. El partido fue disuelto. Aparentemente el nacional socialismo estaba muerto. La carrera de Hitler al poder fue brevemente interrumpida, sin embargo, usó el juicio como plataforma para desacreditar a las autoridades y hacer que su nombre fuera conocido más allá de Baviera.

Hitler, el hombre tras el Imperio.

Nace el partido Nacional Socialista: NAZI.

Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío. Hitler, el hombre tras el Imperio.

El poder total. Nace el partido Nacional Socialista: NAZI.

El inicio de la guerra. Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío.

El poder total.

El inicio de la guerra.

HITLER, ANSIAS DE PODERÍO

El 10 de octubre de 1931 Hindenburg recibió a Hitler por primera vez. El futuro Führer intentó impresionarlo, pero no lo logró. El canciller Hindenburg pretendía extender el mandato del presidente, decisión que debía tomar el Parlamento. Bruning llamó a Hitler, quería que el partido nazi aceptara la prolongación del mandato de Hindenburg. Le lanzó un anzuelo: ofrecía sugerir el nombre de Hitler como sucesor en el puesto de canciller. Pero el líder nazi quería el fin de la República y eso significaba darle más vida. Ofreció apoyar a Hindenburg en las elecciones si se deshacían de Bruning, nombraban un gobierno nacional y convocaban a nuevas elecciones para el Parlamento y la dieta prusiana. Hitler pensaba en la posiblidad de presentarse a las elecciones. Goebbels lo incitaba a hacerlo y el líder siguió su consejo. La campaña fue áspera y confusa. Hindenburg era protestante, prusiano, conservador y monárquico, tuvo apoyo de socialistas, sindicatos y católicos. Hitler era católico, austríaco, antiguo vagabundo, nacionalsocialista, jefe de la clase media más baja, contaba con propios seguidores y con algunos de clase alta y monárquicos. Para resolver el tema de la ciudadanía y se convirtió en alemán. Emprendió su campaña con energía, recorrió el país, hizo ardorosos mítines, habló a la ciudadanía y los fustigó hasta llevarlos a un estado de frenesí. Los nazis hicieron una campaña de propaganda como nunca se había visto en Alemania. Pegaron carteles en paredes, distribuyeron ocho millones de folletos y doce millones de periódicos. Llevaron a cabo tres mil mítines en un día. Además, hicieron uso de películas y discos con ayuda de altavoces en camiones. Hindenburg conservó la red de radiodifusión a favor de su propio bando. En las elecciones, el canciller obtuvo el 49, 6% y Hitler el 30,1%. Ninguno consiguió mayoría absoluta. Era necesaria una nueva elección. Hitler había logrado aumentar la votación de los nazis en un 86% pero el Presidente lo había rebasado. Emprendió una nueva campaña con más ánimo. Realizó cuatro, cinco mítines en un día, volaba en avión de un punto a otro. Se dedicó a predecir un futuro feliz a todos los alemanes si votaban por él: trabajo para todos los obreros, precios mejores para cultivadores, más negocios, un gran ejército, llegó a prometer que todas las muchachas encontrarían marido. El 10 de abril de 1932 se realizó la segunda elección: Hindenburg sacó un 53% y Hitler un 36,8%. Más de la mitad de los alemanes había expresado su confianza en la República Democrática. Hitler había duplicado los votos nazis en apenas dos años. El consejo de ministros había decidido suprimir el ejército del partido, la SA, ante el rumor de que si ganaba se apoderaría de Alemania. El golpe aturdió a los nazis. Hitler obedeció, no era momento de rebelión armada. El 8 de mayo se volvió atrás con esta decisión de la SA y Hindenburg llamó a Hitler a apoyar al gobierno.

El 1 de junio de 1932 fue nombrado canciller Franz Von Papen. El hombre no era tomado en serio por sus amigos ni enemigos. Se le consideraba superficial, desatinado, intrigante, astuto, vano y ambicioso. No tenía respaldo político. El 4 de junio disolvió el Parlamento y llamó a elecciones para el 31 de julio. El 15 de junio levantó el bando de suspensión de las SA. Le siguió una ola de asesinatos y violencia política como no se había conocido en Alemania. Fuerzas de asalto buscaban peleas y sangre. Sólo en Prusia durante veinte días, hubo 461 batallas campales en las calles con 82 muertos y 400 heridos. Papen prohibió las concentraciones políticas antes de las elecciones. El 20 de julio destituyó al gobierno prusiano y se nombró a sí mismo comisario del Reich en Prusia. Además, proclamó estado de guerra en Berlín. Hitler decidió derrocar a Papen. Los nazis se arrojaron nuevamente a la campaña. Ganaban terreno. En las elecciones del 31 de julio, los nazis consiguieron trece millones 700 mil votos y 230 escaños en el Reichstag. Era el partido más numeroso del Parlamento, pero les faltaba mayoría en la cámara. Hitler aún no conseguía la mayoría para llegar él mismo al poder. El 4 de agosto fue a Berlín. Pidió ser canciller y para su partido varios puestos de ministros. No era tan fácil. Para presionar, el 10 de agosto las SA tendían un cerco a Berlín. Le dijeron que lo máximo que podía aspirar era a la vicecancillería. Hitler se mostró ultrajado. Sería canciller o nada. Se reunió con Hindenburg, ya de 85 años, y repitió su petición. El Presidente replicó que con la tensa situación no podía arriesgarse a transferir el poder a un partido nuevo que no tenía la mayoría y que era turbulento e indisciplinado. Habló de actos de violencia y de ataques a judíos. Hindenburg consideraba que era un partido fuera de control. Le pidió colaboración a otros partidos y que Hitler desechara la idea del poder completo. El viejo presidente le dio un sermón al caudillo nazi. Cuando los alemanes se enteraron de la petición de poderes absolutos, la causa nazi sufrió un revés. El 30 de agosto los centristas se unieron a los nazis y eligieron a Goering presidente del Reichstag. El canciller Von Papen había conseguido un decreto para disolver la cámara. Pero Hitler ordenó votar la enmienda comunista para derrotar a Von Papen antes de que éste disolviera el Reichstag. Estaba fuera de sí de alegría. El 6 de noviembre hubo nuevas elecciones. El pueblo ya estaba cansado de propaganda y discursos, los nazis no tenían dinero para una gran campaña. Los círculos adinerados se asustaron por la participación del partido en una huelga de obreros del transporte en Berlín. En la votación, los nazis perdieron 2 millones de votos y 34 escaños del Reichstag. Sólo tenían 196 diputados. Seguían siendo el mayor partido de la nación pero habían retrocedido. Hitler estaba más débil. El 17 de noviembre Papen y los ministros dimitieron. Hindenburg, entonces, llamó a Hitler el 19 de noviembre. El Presidente le ofreció la cancillería si podía asegurar una mayoría manejable en el Reichstag para llevar a cabo un programa definido o, bien, le entregaba la vicecancillería a las órdenes de Von Papen. No hubo acuerdo. Hitler no podía asegurar lo que pedía el anciano. El ejército se puso contra Von Papen y Hindenburg apoyó a la institución armada. El canciller había sido depuesto y el Presidente pensó que libraba a Alemania de una guerra civil. El 2 de diciembre Kurt Von Schleicher fue nombrado canciller. El general llegaba a este alto puesto en la cumbre de la depresión. Estuvo 57 días en el puesto, en una época de odios e intrigas. Trató de que Hitler se uniera a su gobierno. Como no lo logró, trató de dividir al partido. Los nazis estaban en problemas económicos, no tenían fondos para pagar la nómina de miles de funcionarios, para los 2 millones de marcos que costaban las SA a la semana y debían las impresiones de los diarios. En las elecciones en Turingia los nazis perdieron un 40 % de los votos. Sabían que nunca lograrían el poder mediante la votación. Strasser discrepaba con Hitler en la forma de buscar el poder total. Le envió una carta

renunciando, su principal seguidor desertaba. Hitler se sintió traicionado. Pero se esforzó por cerrar en un círculo la lealtad al resto. El nuevo canciller estaba a punto de caer. No contaba con la mayoría del Reichstag. El 28 de enero presentó la dimisión a Hindenburg, quien le pidió a Von Papen que indagara la posibilidad de un gobierno encabezado por Hitler en términos constitucionales. Mientras los nazis celebraban, corrió el rumor de que se estaba preparando una dictadura militar. Goering le fue a avisar a Hindenburg y a Von Papen, mientras Hitler ponía en estado de alarma a la SA en Berlín. Se nombró Ministro de Defensa a Blomberg el 30 de enero de 1933. El gabinete de Hitler se había constituido y fue nombrado canciller. Los nazis eran minoría. Tenían 3 de 11 puestos del gabinete. Los ministerios importantes, los tenían los conservadores que creían estar usando a los nazis para sus fines. Nadie comprendió en ese momento las fuerzas que se estaban ayudando a encumbrar a las alturas. Los alemanes impusieron la tiranía nazi a sí mismos. El error:no oponerse unidos a Hitler. Al mediodía del 30 de enero de 1933, el Presidente nombró canciller a Hitler. Su poder, aunque grande, no era completo. Su tarea inmediata: eliminar a quienes le quitaban parte del poder. Con ese elemento llevaría a cabo su revolución nazi. A las 5 horas hizo el primer consejo de ministros. Ayudado por Goering empezó a obligar a sus colegas conservadores para que le siguieran la corriente. Mandó a Goering a hablar con los centristas, que tenían 70 escaños en el Reichstag. Como ponían condiciones, Goering propuso disolver el Reichstag y llamar a elecciones. Hitler dio su aprobación. Fue a hablar con ellos y luego dijo que los del centro hacían peticiones imposibles de aceptar y que no había posibilidad de acuerdo. Pidió al Presidente que disolviera el Reichstag y llamara a elecciones, él aseguró que no haría cambios en el gabinete. El 5 de marzo hubo nuevas elecciones. Los nazis usaron vastos recursos del gobierno para acumular votos. Tenían la radio y la prensa a su disposición, por lo que pusieron en escena una obra maestra de propaganda. Invitaron a magnates a ayudarlos económicamente. Hitler suprimió las reuniones y la prensa comunista. Goering fue nombrado ministro del Interior de Prusia. Expulsó a los oficiales republicanos y los reemplazó por nazis, sobre todo oficiales de la SA y la SS. Ordenó a la policía evitar hostilidades entre estas dos fuerzas. Invitó a eliminar a todos los que se opusieran a Hitler. El poder policíaco de Prusia (dos tercios de Alemania) fue recayendo en manos nazis. El 27 de febrero de 1933 se incendia el edificio del Reichstag. Hitler acusó a los comunistas de realizar un crimen contra el nuevo gobierno. Goering gritó que con esto comenzaba la revolución comunista. Aunque no hay certeza, al parecer fueron los nazis los que organizaron el incendio. Llevaron tropas de asalto al túnel subterráneo, rociaron con gasolina y elementos químicos inflamables y regresaron. Luego, un pirómano comunista, elegido por los nazis, prendió fuego. En el juicio fue declarado culpable y decapitado. Pero , de todas formas, recayeron sospechas sobre nazis y sobre Goering. El 28 de febrero, Hitler consiguió del Presidente un decreto para la protección del pueblo y del Estado. Quedaban en suspenso las siete garantías de libertades individuales y civiles de la Constitución. Según Hitler, eran medidas defensivas contra actos comunistas de violencia. Se autorizaba, además, al gobierno del Reich para ejercer un completo poder sobre los Estados

Federales, cuando fuera necesario, e imponer pena de muerte a crímenes como alteraciones graves de la paz. Hitler hizo callar a sus adversarios e posibilitó su arresto cuando fuera necesario. Creó así una amenaza oficial a los comunistas provocando miedo a la clase media y campesina. Si no votaban por él en las elecciones, los bolcheviques se apoderarían del poder. Unos cuatro mil funcionarios comunistas fueron arrestados. Era la primera experiencia del terror nazi para los alemanes. Sus partidarios rugieron por las calles de toda Alemania. Las camisas pardas acorralaron a víctimas, las llevaron a barracones de las SA, las torturaron y las golpearon. La prensa comunista y las reuniones políticas fueron suprimidas; diarios socialdemócratas y liberales fueron suspendidos y las reuniones de otros partidos, prohibidas o disueltas. Sólo los nazis podían llevar a cabo campañas sin ser molestados. Llevaron a cabo una gran propaganda. La radio estatal difundió sus voces, se pusieron banderas en las calles, hicieron grandes concentraciones, anunciaban el paraíso. En las elecciones del 5 de marzo, los nazis lograron 17 millones de votos. Pero, con todo, la mayoría seguía rechazando a Hitler, ya que esa votación sólo representaba un 44%. Hitler no tenía los dos tercios en el Reichstag, necesarios para hacer su revolución, establecer dictadura con consentimiento del Parlamento. Su plan fue pedir al Reichstag la aprobación de una ley de plenos poderes, confiriéndole al gabinete de Hitler facultades exclusivas legislativas por 4 años. Se necesitaban, nuevamente, dos tercios para lograrlo. Sin embargo, arrestando a unos cuantos comunistas podía asegurar esa proporción. Hitler logró el poder de legislar quitándole atribuciones al Reichstag. Prometió hacer buen uso de esas nuevas facultades. Así fue enterrada la democracia parlamentaria en Alemania. Todo se hizo con entera legalidad, el Parlamento había cedido su autoridad constitucional a Hitler, cometiendo un verdadero suicidio. Esta ley de plenos poderes constituyó la base legal para la dictadura del Führer. Desde el 23 de marzo de 1933, Hitler fue el dictador del Reich.
Hitler, el hombre tras el Imperio. Nace el partido Nacional Socialista: NAZI. Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío.

El poder total.

El inicio de la guerra.

Hitler, el hombre tras el Imperio.

Nace el partido Nacional Socialista: NAZI.

Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío.

El poder total.

El inicio de la guerra.

HITLER EN CAMINO AL PODER Hitler fue sometido a juicio. Cuando terminó, había transformado la derrota en triunfo. Impresionó al pueblo alemán con su elocuencia y el fervor de su nacionalismo. Su nombre apareció en los titulares. Proclamó "yo soy el único responsable, pero no soy un criminal". Su confianza en sí mismo estaba intacta. En prisión, esperando el juicio, prometió no volver a cometer los mismos errores. Ya sabía como construir el Estado nazi. Necesitaba al ejército alemán con él. Por lo tanto, buscó la reconciliación con él. Ludendorff fue absuelto. Hitler y otros acusados fueron encontrados culpables y fue sentenciado a 5 años de prisión en Landsberg. Nueve meses después, el 20 de diciembre, Hitler era excarcelado y en libertad podía continuar su lucha: derribar el estado

democrático. Hitler se había convertido en famoso y para los ojos de muchos, era un patriota y un héroe. La propaganda nazi convirtió este episodio en una leyenda del movimiento. En su prisión Hitler era tratado con honores. Tenía una habitación para él solo. Convocó a Hess y empezó a dictarle su libro: "Mi Lucha". El libro tenía poco de autobiográfico. Durante su primer año de canciller fue el autor más próspero de Alemania. Y por primera vez era millonario. En el régimen nazi el libro se leyó tanto como la Biblia. Era casi obligatorio leerlo y las familias se sentían protegidas si tenían el libro en sus hogares. Si este libro se hubiese leído antes, quizás el mundo se hubiera librado de una catástrofe. Ahí se exponía la clase de Alemania que pretendía hacer si llegaba al poder y la clase de mundo que quería crear mediante la conquista armada alemana. La impronta del Tercer Reich y el bárbaro orden que Hitler impuso entre 1939 y 1945 se hallan expuestos con aterradora crudeza y con gran extensión y detalle en ese libro. El concepto de la vida que ahí se detalla fue abrazado fanáticamente por millones de alemanes y produjo la ruina de muchísimos seres humanos decentes y sin culpa. Como pretendía lograr un nuevo Reich: • • Ajustando las cuentas con Francia. Expandiéndose hacia el este, sobre todo a costa de Rusia.

El Tercer Reich sería gobernado con el principio del caudillaje, una dictadura. No le daba importancia a lo económico, el tema lo aburría. Creía que ninguna política económica era posible sin una espada, ninguna industrialización era posible sin poder. En su libro, Hitler deambula de un tema en otro. Escribió sobre todo: cultura, educación, teatro y cine. También escribió sobre lo que será la eugenesia del Tercer Reich: el matrimonio no puede ser un fin en sí mismo, sino que tiene que servir para su meta más alta: el aumento y la conservación de la especie y de la raza. Veía toda vida como una eterna lucha y el mundo como una selva en la que sobrevivían los más capaces y gobernaban los más fuertes: un mundo donde una criatura se alimenta de otra y donde la muerte del más débil implica la vida del más fuerte. El fuerte debe dominar y no mezclarse con el débil, sacrificando así su propia grandeza...los que deseen vivir deben luchar y los que no quieran luchar no merecen vivir. ¿Quién era el fuerte, en valor y habilidad, el favorito de la naturaleza? El ario. Este era el meollo del ideario nazi: la concepción de una raza superior era la base del Tercer Reich y del nuevo orden de Hitler en Europa. Los arios han logrado tantas cosas y conquistado supremacías pisoteando a los demás, pensaba. Hitler se revela en su libro con un sadismo difícil de entender. Para él, la mezcla de sangres, era un error cardenal. Ella mata a las viejas culturas y los hombres pierden resistencia. Todos los que en este mundo no son de buena raza pertenecen a la broza, dice. ¿Y quién es la broza? Los judíos y los eslavos. Hitler llegó a prohibir el matrimonio entre alemanes y algún miembro de estas razas. Era ignorante de la historia y de la antropología. Para él los alemanes son la más alta especie en la humanidad que existe sobre la tierra y lo seguirán siendo si velan con cuidado por la pureza de su propia sangre. Dice: "el Estado Popular debe colocar a la raza en el centro de toda vida, debe tomar las medidas necesarias para que solamente las personas saludables puedan engendrar hijos. Sólo hay una desgracia: traer hijos al mundo a pesar de las propias enfermedades y deficiencias. Es reprensible privar a la nación de hijos saludables". El dominio alemán se había convertido para él en una obsesión. No estaba de acuerdo con la democracia: no debe haber decisiones de la mayoría, sino únicamente de personas responsables. Un solo hombre poseerá la autoridad y el derecho para mandar. No dudaba en que construiría su Reich. Estaba poseído de ese ardiente sentimiento de misión peculiar. Unificaría a un pueblo elegido, purificaría la raza, lo haría fuerte, haría que sus hijos fueran señores en la tierra. Todas sus ideas tenían raíces en la experiencia y pensamiento alemanes. El nazismo y el Tercer Reich no eran sino una continuación lógica de la historia alemana. Primer Reich: sagrado imperio germánico

medieval. Segundo Reich: el de Bismarck, en 1871 después de la derrota de Francia a manos de Prusia. Ambos le habían dado gloria a Alemania. Para Hitler la república de Weimar había arrastrado este nombre por el fango. El Tercer Reich lo restauraría, prometía Hitler. Alemania había sido siempre un país formado de diversas naciones. No hubo crecimiento natural como nación, estaban divididos en diminutos estados. La idea de pueblo soberano, de democracia nunca echó raíces en Alemania. Las ideas no son propias de Hitler, sino la forma de aplicarlas. Alemania tuvo épocas gloriosas, como la de Bismarck. La idea de la raza dominante o de los judíos como raza inferior no era nueva en Alemania. Hitler admiraba a Nietzsche y odiaba el cristianismo: el hombre debe ser instruido para la guerra y la mujer para la procreación del guerrero. Al final, Hitler se consideraba a sí mismo el superhombre de la profecía de Nietzsche. Como Hitler, Wagner también odiaba a los judíos, y el Führer admiraba a Wagner, le gustaba oír sus óperas con mitos germanos. Se podría considerar a H. Stewart Chamberlain como el fundador espiritual del Tercer Reich. Este inglés vio en la raza alemana la dominante, la esperanza del futuro. Hitler lo consideró profeta, además tenía un sentido místico de su misión personal sobre la tierra en esos días. En su libro está salpicada la idea de genio escogido por la Providencia para conducir a un gran pueblo. Un genio con una misión estaba por encima de la ley, no podía ser limitado por la moral burguesa, con esta idea Hitler pudo justificar los actos más crueles cometidos a sangre fría: la supresión de la libertad personal, la práctica brutal de los trabajos forzados, la perversión de los campos de concentración, la matanza de sus mismos seguidores en junio de 1934, el asesinato de los prisioneros de guerra y la carnicería masiva de los judíos. En 1924 Hitler salió de la cárcel. Su partido y prensa estaban prohibidos, la economía alemana se estaba recuperando y el pueblo alemán estaba comenzando a vivir normalmente. El nazismo parecía morir. Pero Hitler no se desanimaba fácilmente. Editó "Mi Lucha". Pocos vieron en ese libro la continuación de la historia alemana. Señalaba a su patria el camino hacia un glorioso destino. Los años 1925 y 1929 fueron difíciles para Hitler y los nazis. Pero él perseveraba, confiaba en que los malos tiempos no durarían. Alemania recibió créditos y la gente parecía más feliz. El antiguo y opresivo espíritu prusiano parecía estar muerto y enterrado. Casi no se oía de Hitler o de los nazis. Alemania parecía haberse consolidado. El primer ministro de Baviera levantó el castigo a Hitler y a su partido. El 26 de febrero de 1925 se reeditó el diario y el líder habló en el primer mitin del partido nazi resucitado. Cuatro mil seguidores se reunieron nuevamente para oírlo. Y Hitler fue tan elocuente como siempre. Sus camaradas ya no estaban. Tenía un nuevo objetivo: concentrar el poder del partido en sus manos, restablecerlo como organización y buscar poder en las instituciones constitucionales. La bestia no estaba domesticada, amenazaba al Estado con violencia. Por dos años, el gobierno de Baviera le prohibió hablar en público. Hitler mudo era un fracasado. Pero también era un buen organizador. Se puso a trabajar por el partido. Primero atrajo gente. En 1925 eran 27 mil y en 1929 ya sumaban 178 mil. La organización política quedó dividida en dos grupos: POI (su misión era atacar y minar el gobierno) y POII

(buscaba establecer un estado dentro de otro estado). Creó las juventudes hitlerianas (10 a 15 años) y organizaciones para las mujeres. Las S.A estaban organizadas como bandas armadas. Debían proteger los mítines nazis y desorganizar a los otros, junto con aterrorizar a los que se oponían a Hitler. Una vez en el poder se convertirían en el ejército. Pero las camisas pardas (S.A) no llegaron a ser más que una confusa mezcla de chusma camorrista. Muchos de sus jefes eran homosexuales. Hitler creo las SS (Schutzstaffel) con uniformes negros y les hizo jurar lealtad a su persona. Primero fueron una guardia personal. El jefe definitivo fue Heinrich Himmler. Comenzaron con doscientos hombres y terminaron dominando a Alemania e infundiendo terror en toda la Europa ocupada. El jefe supremo del partido era Hitler. Pero la organización no era más que un conglomerado de alcahuetes, asesinos, homosexuales, alcoholizados y chantajistas. A Hitler eso no le importaba mientras fueran útiles. En 1926 constituyó el tribunal del partido. Usando a un joven inquieto, Strasser, mandó a organizar el partido en el norte del país. Él nombró de secretario a un hombre de 28 años: Paul Joseph Goebbels. Goebbels era un orador vehemente y fanático nacionalista, tenía una pluma mordaz y una sólida educación universitaria. Era doctor en Filosofía. Tenía un pie malo, por lo tanto no había podido ir a la guerra. La cojera le produjo amargura. Los socialdemócratas y comunistas propusieron la expropiación de las tierras y fortunas reales para que fueran puestas a disposición de la República. Strasser y Goebbels propusieron apoyar la idea. Hitler se enfureció, muchos de esos antiguos gobernantes y grandes industriales apoyaban económicamente al partido. Hitler envió a Feder al norte para acallar a los rebeldes. Goebbels gritó propongo que Hitler sea expulsado del partido. El 14 de febrero de 1926 Hitler devolvió el golpe. Organizó una reunión en el sur durante un día hábil. Goebbels y Strasser estaban en minoría y tuvieron que abandonar su programa. Goebbels oyó el discurso de Hitler y sintió un golpe, le estaban moviendo sus cimientos. El Führer lo conquistó y lo convirtió en su más fiel seguidor hasta el final. Esos años Hitler pasó mucho tiempo en un refugio en los Alpes bávaros. Era su único hogar. En 1928 invitó a su media hermana, Angela, quien llegó con sus dos hijas. Hitler se enamoró de una de ellas, Geli Raubal, una muchacha de 20 años. No se sabe si ella también lo quería. En 1931 Geli anunció que volvía a Viena, pero Hitler no la dejó. Al día siguiente ella se había suicidado. Él parecía inconsolable. Tres semanas después Hitler obtuvo la primera entrevista con el jefe alemán, Hindenburg. Era su primera movida para llegar al poder. La depresión del 29 le dio su oportunidad. El pueblo, duramente oprimido, clamaba buscando una salida a su triste situación. Millones de parados querían trabajo, los tenderos ayuda. Para los descontentos Hitler era un torbellino electoral. Desarrolló una campaña en que ofreció para los millones de desesperados una posible esperanza en medio de la miseria general. Haría una vez más fuerte a Alemania, se negaría a pagar las indemnizaciones, repudiaría el Tratado de Versalles, acabaría con la corrupción, obligaría a capitalistas (especialmente judíos) a proveer con dinero al Estado y trataría de que todo alemán tuviera trabajo y pan. Para los desesperados y hambrientos hombres que buscaban no sólo socorros monetarios, sino nueva fe y nuevos dioses, la llamada no fue hecha en vano. Aunque sus esperanzas eran grandes, Hitler quedó sorprendido cuando la noche del 14 de septiembre de 1930 llegaron los resultados de las elecciones. Dos años antes, su partido había conseguido unos 810 mil votos y elegido 12 candidatos como miembros del Reichstag. Esta vez, su meta era cuadruplicar esos resultados, pero consiguió 6 millones de votos que le daban 107

escaños y hacían ascender al partido nazi del noveno lugar al segundo en importancia. El PC también había subido de 54 a 77 escaños. Engreído, Hitler volvió al propósito de atraer a dos grupos poderosos: el ejército y los grandes industriales. En 1930 quedó en evidencia que la propuesta nazi hacía progresos en el ejército, especialmente en jóvenes oficiales. Los nazis comenzaron a recolectar dinero, los negociantes y banqueros les daban, hacían colectas. En 1931 Hitler decidió concentrar esfuerzos en cultivar amistad con influyentes magnates industriales. Atravesó Alemania manteniendo entrevistas personales con prominentes personalidades del mundo de los negocios. A principios de ese año Hitler había reunido en torno al partido a una pequeña banda de hombres fanáticos y crueles que le ayudarían en su impulso final hacia el poder y estarían a su lado en el Tercer Reich. Había cinco que destacaban de su lote de seguidores: Roehm, Strasser, Goering, Goebbels y Frick. En ese período, también, el camino difícil en Alemania continuaba. Había cinco millones de obreros parados, las clases medias enfrentaban la ruina, los labradores sin poder pagar sus impuestos, el Parlamento paralizado, el gobierno vacilante y el Presidente de 84 años se hundía en la cenilidad. Entre los nazis crecía la confianza. El problema político: el canciller Bruning no contaba con mayoría y comenzó a gobernar por decreto.

Hitler, el hombre tras el Imperio.

Nace el partido Nacional Socialista: NAZI.

Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío. Hitler, el hombre tras el Imperio.

El poder total. Nace el partido Nacional Socialista: NAZI.

El inicio de la guerra. Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío.

El poder total.

El inicio de la guerra.

EL INICIO DE LA GUERRA

El 1 de septiembre de 1939, las tropas alemanas invaden Polonia. El 3 de septiembre, Gran Bretaña y Francia, que no habían reaccionado a raíz de la anexión de Austria y que, en la Conferencia de Múnich, el 30 de septiembre de 1938, habían consentido un primer desmembramiento de Checoslovaquia, declaran la guerra a Alemania. En Italia, Mussolini, de acuerdo con Hitler, declara el estado de no-beligerancia; Estados Unidos proclama su neutralidad; la Unión Soviética y Japón firman un pacto de no-agresión; la Commonwealth se alinea al lado de Gran Bretaña. El 5 de octubre de 1939 el ejército alemán marchaba sobre las calles de Varsovia. La nación estaba condenada. Su caballería no podía hacer nada contra los tanques alemanes. Los bombarderos destruyeron el sistema de transporte de Polonia, derribaron su pequeña Fuerza Aérea y aterrorizaron a las ciudades. Cracovia cayó el 6 de septiembre. En tres

semanas, Polonia es puesta fuera de combate por la infantería y los ejércitos blindados alemanes en combinación con el uso masivo de la artillería y aviación. Es la guerra relámpago o blitzkrieg. Cuando la lucha casi había terminado llegaron del este los soviéticos. El gobierno polaco huyó al exilio. De un millón de soldados polacos, 700 mil fueron hechos prisioneros y 80 mil habían huido del país. Las fuerzas de expedición alemana eran de un millón y medio de soldados y sólo fueron dados de baja 45 mil. La Segunda Guerra involucró a todo el mundo. India contribuyó con 2 millones de soldados, Canadá también mandó hombres y su armada. Stalin decidió apostar soldados en Finlandia para evitar que Hitler tratara de llegar a Stalingrado a través de ese país. Muchos soldados soviéticos murieron congelados. En febrero de 1940, Stalin lo intentó de nuevo. El 12 de marzo, Finlandia firmó un tratado de paz por el que cedía un décimo de su territorio a la URSS. Alemania empezó la batalla del Atlántico, la campaña más amplia de la guerra. El 3 de septiembre de 1939 un submarino torpedeó al trasatlántico británico Athenia, matando a 112 pasajeros. La flota alemana aterrorizó a los aliados desde Islandia a Sudáfrica. Mientras EEUU, en 1939, que proporcionaba armamento a Gran Bretaña y Francia, logró mantener al ejército fuera de la guerra hasta el ataque japonés a Pearl Harbor. Alemania estaba mejor preparada para la guerra que ningún otro país en el mundo. Hitler había encabezado un programa de rearme que duró 5 años. Multiplicó la producción y el empleo público, acabó el paro y ganó la gratitud de la gente. La invasión a Polonia fue revolucionaria y los aliados vieron que el enemigo era fuerte. Las fuerzas alemanas eran superiores en entrenamiento, disciplina y espíritu guerrero de soldados. Suiza permaneció neutral siguiendo su política desde 1648. Fue la única democracia que sobrevivió. Durante la guerra, 400 mil refugiados se trasladaron a Suiza o la cruzaron. En 1939 los nazis reimplantaron los guetos, allí estaban confinados los judíos y fueron establecidos en Polonia. Las entradas eran vigiladas al igual que los movimientos. Las condiciones de vida eran denigrantes: Trece personas por habitación y era habitual morir lentamente de hambre. Las madres ocultaban la muerte de sus hijos para obtener la ración de comida que les tocaba. Los que habían sobrevivido al hambre y las enfermedades fueron enviados a los campos de la muerte: Auschwitz, Bergen Belsen, Treblinka y Majdanek. El 7 de diciembre de 1941 Japón atacó Pearl Harbor y EEUU se unió a los aliados para combatir no sólo a Japón sino a las potencias del eje. Dos años más tarde, el Tercer Reich era el imperio europeo más extenso desde los tiempos de Roma. Alemania tenía el sector industrial coordinado a la perfección, un arsenal de armamentos y aviones modernos, junto a grupos de generales con sentido de estrategia aprendido de la derrota. Tras esto, había un hombre de ideas fanáticas, perspicacia política y magnetismo personal. Hitler estaba lleno de obsesiones. Para una nación militarmente humillada y económicamente arruinada, él ofrecía elitismo basado en nociones maníacas de raza y visión de la vida como una guerra. Los nazis exprimieron Europa hasta el hambre, organizaron los campos de la muerte, pero falló en el aprovisionamiento de sus Fuerzas Armadas. La ideología nazi era irracional, como Hitler. Mezclaba un optimismo maniático con una paranoia enfermiza. Dirigió en persona las operaciones militares.

Cronología: 1940 1941 1942 1943 1944 - 1945 1940 En 1940, siguiendo el ejemplo de Hitler, Mussolini llevó su pueblo a la guerra contra Polonia y Francia. La URSS fue el más despreciado enemigo de Hitler, el país que más sufrió en la guerra. En 1943 detuvieron el avance alemán a Stalingrado e iniciaron un contraataque destinado a acabar en las ruinas de Berlín. El vasto territorio ruso, la enorme población y los inviernos asesinos hacían muy difícil conquistar Rusia. Los rusos resistieron heroicamente. Muchos seguidores de Stalin estaban dispuestos a morir por la revolución. Durante la Segunda Guerra los ingleses perdieron el dominio de su imperio, pero salvaron su honor. Lucharon solos, por meses, soportando bombardeos y penurias extremas, mientras Hitler consumía Europa. Hitler veía a Estados Unidos como la patria de los mediocres, filisteos sin autenticidad, sin historia, incapaces de ideales o grandeza. El desprecio enfermizo por la potencia norteamericana fue el factor más decisivo de su caída. Estados Unidos estaba protegido por dos mares, era dueño de grandes recursos y no dependía tecnológicamente de nadie. Esto le dio la ventaja necesaria para vencer. EE.UU se convirtió en la potencia más letal del mundo con el bombardeo atómico, pero la victoria la convirtió en la más brillante. En 1940 fue la invasión nazi a Francia y a los países bajos. Los ingleses rescataron a trescientos mil soldados del puerto francés de Dunkerque. Hitler suspendió el ataque y Churchill prometió no rendirse. En marzo de 1940 Mussolini quería la guerra pero su pueblo no. Se juntó con Hitler y prometió soldados para el ataque a Francia. El 10 de junio le declaró la guerra a los aliados. Después de la invasión polaca, Hitler esperó 7 meses para su próximo movimiento. El 9 de abril de 1940 llegó a Noruega, lo sometieron en dos meses. Luego cayó Dinamarca. El rey y los ministros se escondieron en montañas nevadas, luego escaparon a Londres. Alemania había ganado una fuente inagotable de minerales y bases desde donde atacar a Gran Bretaña. Líderes franceses y británicos cayeron. Nacieron nuevos gobiernos, encabezados por Paul Reynaud y Winston Churchill. Cuando los alemanes atacaron Francia, Reynaud fue enviado a los campos de concentración nazi. Churchill se convirtió en el máximo exponente británico de la intransigencia contra Hitler. Fue símbolo de la determinación británica. Alemania tomaba Luxemburgo, Bélgica y Holanda. El 2 de mayo de 1940 tanques alemanes entraron a Francia. La organización de defensa era pésima y los alemanes tenían más aviones. El 3 de junio, doscientos aviones bombardearon París. Once días después los nazis entraron a la capital sin resistencia, marchando por los Campos Elíseos. El 16 de junio, Reynaud fue sustituido por el mariscal Henri Petain. El 22 firmó un armisticio. Parte del norte y del oeste francés eran zonas ocupadas. Petain trasladó la capital a Vichy y rompió relaciones con los británicos. Convirtió a la Francia ocupada en una dictadura fascista. De Gaulle, que había huido a Londres, fundó el movimiento Francia Libre, con exiliados y

habitantes de colonias francesas que ayudaron a los aliados. La armada británica y la barrera natural del canal de la Mancha protegieron a Gran Bretaña de la guerra relámpago. Hitler sabía que tenía que destruir la RAF(Real Fuerza Aérea) antes de invadir por mar. La aviación alemana intensificó la campaña a principios de agosto con incursiones diarias. Desplegaron mil 300 bombarderos y mil 200 cazas, pero los aviones alemanes estaban poco armados. Los cazas germanos operaban al límite de su alcance y las modernas estaciones de radar británicas impedían que el enemigo atacara por sorpresa. El 28 de agosto, los británicos sorprendieron a los alemanes y atacaron Berlín. Era el primer ataque a la capital. Hitler contraatacó temerariamente bombardeando centros de población: Londres, Liverpool, Coventry, incluso fue alcanzado el Palacio de Buckingham. En septiembre, Alemania había perdido muchos aviones y Hitler aplazó la invasión por mar. Pero intensificó los bombardeos con la esperanza de que Gran Bretaña se rindiera. Así continuaron hasta junio de 1941, cuando la fuerza aérea alemana fue necesaria en Rusia. En agosto de 1940, la URSS se anexó 3 pequeñas naciones: Lituania, Estonia y Letonia. Desde mediados de ese año, los norteamericanos estaban dispuestos a ayudar a las víctimas de la agresión nazi. En septiembre, le prestó a Churchill cincuenta destructores antiguos a cambio del derecho a construir bases militares en posesiones británicas del hemisferio occidental. Luego, estableció el servicio militar obligatorio como medida defensiva. Roosevelt salió reelegido. Tras la invasión de Hitler, más de veinte mil judíos que vivían en Bélgica, Francia y Holanda escaparon a Suiza, España y Portugal, con la ayuda de ciudadanos solidarios que les daban documentos falsos y protección para llegar a países neutrales.
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1941

En 1941, el 7 de diciembre, Estados Unidos fue atacado en Pearl Harbor por fuerzas navales y aéreas japonesas. El Congreso declaró la guerra a Japón. El ataque sorpresa del almirante Yamamoto resultó efectivo. Simultáneamente, los japoneses atacaron a los británicos en Malasia y Hong Kong e instalaciones americanas en Filipinas y Guam. El 8 de diciembre, el Pacífico estalló por la acción japonesa. Los líderes nipones creían que la guerra estaba por terminar. Gran Bretaña y EEUU no podrían resistir la voluntad militar de Japón. Hitler estaba de acuerdo: ahora no es posible perder la guerra, tenemos un aliado que no ha sido vencido en 3 mil años.

El acorazado USS Arizona después de recibir el Apagando las llamas en el acorazado USS West impacto de una bomba, esto causó explosiones masivas Virginia, que sobrevivió al ataque y luego seria matando a 1.104 hombres. reconstruido.

El 11 de diciembre, Hitler declaró la guerra a Estados Unidos.También lo hizo Italia. Gran Bretaña se la declaró a Japón. Con EEUU en la lucha, el panorama de los aliados mejoró. El ejército alemán fue en ayuda del italiano ante las derrotas en África. Rommel fue enviado a ese continente con órdenes de mantener posiciones contra los británicos. Fue ambicioso y logró avanzar. En abril los alemanes tomaron Grecia y Yugoslavia. Los defensores británicos no pudieron hacer nada. Roosevelt firmó en agosto el tratado del Atlántico con Churchill. Era un pacto de paz que abogaba por la autodeterminación de todos los pueblos y prometía la destrucción de la tiranía nazi. En mayo de 1941, Hess, secretario de Hitler, fue a Escocia en misión de paz, decidida por sí mismo. El gobierno alemán declaró que estaba loco y los británicos lo encarcelaron. En junio Roosevelt y Churchill le avisaron a Stalin que Hitler planificaba asaltar Rusia. Cuando comenzó el ataque, la relación británico-rusa cambió. Se comprometieron a no firmar la paz separadamente con Alemania. Además, juntos invadieron Irán. Británicos y americanos suministraron ayuda a Rusia. El 22 de junio de 1941, tres millones de soldados alemanes atacaron la URSS a lo largo de un frente de 2800 kms. El ejército era el más grande del mundo con cuatro millones de hombres activos y tres millones en reserva. Pero tenían problemas: aviones obsoletos y dirección militar débil. A pesar de las advertencias aliadas, Stalin no había movilizado sus tropas. Hitler esperaba conquistar Rusia en dos meses, pero los soviéticos resistieron con tenacidad. Los invasores mataban sin piedad. Comenzaron las primeras matanzas masivas de judíos. Los escuadrones fusilaron a cientos de hombres, mujeres y niños. Las atrocidades y el asedio a Leningrado incitaron a los rusos para pelear más tenazmente. Comenzó el invierno más duro en diez años. La nieve y la temperatura inmovilizaron a los vehículos alemanes y se congelaron los soldados. En diciembre los rusos contraatacaron, obligando a los germanos a retroceder. Todas las naciones latinoamericanas se unieron a los aliados y al finalizar la guerra, refugiados nazis se instalaron en varios de estos países.
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1942 Durante la primavera de 1942, las Fuerzas Armadas de Estados Unidos y Japón libraron dos batallas épicas que cambiaron el curso de la Segunda Guerra. Victorias en el mar de Coral y de Midway dieron ventaja a los aliados en el Pacífico. Ese mismo año los japoneses arrollaron el sudeste asiático. Durante el respiro alemán en cielos británicos, Gran Bretaña había fortalecido sus defensas aéreas y escuadrones de bombarderos. En abril de 1942, EEUU bombardeó Tokio en venganza por Pearl Harbor. Dieciséis aviones atacaron y ninguno volvió. El 20 de enero de 1942, los altos mandos nazis se reunieron para discutir la solución final al problema judío. El genocidio no había sido organizado bien. Los grupos de trabajo mataban a miles de judíos en Polonia y la URSS, pero se necesitaba gran cantidad de hombres y municiones. Los soldados sufrían ataques de nervios. La mayoría de los judíos habían sido enviados a guetos o a campos de concentración, pero no estaba decidido el destino final. Se resolvió mandarlos a todos hacia los campos en países del este, los sanos serían esclavizados. Se necesitaba obreros para la guerra. Además, implicaba que muchos desaparecerían por causas naturales. Pronto, los judíos y otros indeseables morirían en cámaras de gas en los campos. Tres mil judíos murieron en esos lugares. Durante 1942, las tropas de Rommel en África fueron presionadas. El 27 de mayo de 1942, tres combatientes de la resistencia checa atacaron con una bomba a Heydrich, segundo SS, en Praga. Se produjeron represalias alemanas: asesinaron a varios centenares de judíos y allanaron hogares matando a familias enteras acusadas de colaborar con los asesinos. El 9 de junio, todos los hombres de Lídice mayores de quince años fueron arrestados y ejecutados en grupos de a diez. Mujeres y niños fueron enviados a campos de concentración. Mientras, en Francia, Petain construyó el régimen de Vichy según directrices fascistas. Promulgó leyes antisemitas y encarceló disidentes. En julio, trece mil mujeres y niños judíos fueron reunidos en un estadio deportivo de París en espera del destino final.
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1943 En enero, cincuenta alemanes fueron asesinados en el gueto de Varsovia, mientras arrestaban a las víctimas para enviarlos a campos de concentración. Murieron mil judíos. El 19 de abril, llegaron dos mil soldados alemanes para deportar a sesenta mil judíos que quedaban en el gueto. Algunos combatientes resistieron durante semanas y lograron matar a unos cientos de nazis. El 8 de mayo se rindieron, la mayoría fueron asesinados o traicionados. El gueto fue extinguido. Este año, Hitler intentó una contraofensiva en Rusia, pero los soviéticos resistieron. El Führer ordenó el alto al fuego el 17 de julio pero los soviéticos siguieron presionando. El 7 de mayo, el general Alexander comunicaba que había cesado toda resistencia al norte de África. Dos días después, los alemanes se rindieron. Cuando Rommel pidió a Hitler que dejara África, éste lo relevó. Los aliados invadieron Italia en julio de 1943. Cien mil soldados del eje habían escapado. Mussolini acababa de ser depuesto. Los comandos nazis rescataron a los alemanes y pusieron resistencia a los aliados en Italia. A finales de año, De Gaulle tomó el liderazgo de la resistencia francesa contra los alemanes. Este año Gran Bretaña dirigió tropas en Birmania tras los japoneses y Checoslovaquia firma un pacto con Rusia contra Alemania. Así se convertirían en aliados de post guerra. Sin darse cuenta el país invadido por los nazis se convirtió en el primer ladrillo de un muro que los soviéticos levantarían entre ellos y occidente. Einsehower, comandante de las fuerzas

americanas en Europa, comenzó en diciembre de 1943 a planear la invasión de Normandía. También obtuvo triunfos en África, Sicilia e Italia. Después que EEUU entró en la guerra, Hitler tomó el mando militar en persona. Tomaba decisiones irracionales. Ordenó a sus soldados resistir al ataque soviético de más de cinco millones de soldados. Fueron aplastados. En el verano y el otoño del 43, los ataques aliados mataron a cuarenta mil personas en los bombardeos de Ruhr, Hamburgo y Berlín.
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1944 - 1945

El día D fue la mayor invasión marítima de la historia. Participaron dos mil barcos, cuatro mil lanchas y once mil aviones. Soldados aliados cruzaban el canal de la Mancha hacia Normandía el 6 de junio de 1944. La operación era reconquistar el norte de Europa tras cuatro años de dominio nazi. A las 6:30 am., ciento cincuenta mil hombres (entre soldados americanos, británicos y canadienses, bajo las órdenes de Montgomery) empezaron a abarrotar las playas. Cuando comenzó el ataque, Hitler pensó que era un simulacro y retuvo fuerzas para el ataque real. Los invasores se repartieron rápidamente, casi no encontraron resistencia. A mediados de agosto, los aliados ya tenían Normandía y atravesaban Francia. El aparato de guerra nazi comenzaba a fallar. A mediados del 44 ,la ofensiva aérea de los aliados había conseguido minar la producción alemana de aviones y combustible, en contraste con los británicos que producían gran cantidad de aeroplanos. Los alemanes desarrollaron armas secretas: las bombas volantes. La primera fue la V-1, que alcanzaron a Gran Bretaña en junio. Lograron matar a más de cinco mil personas. En julio, un grupo de oficiales y civiles alemanes, consternados por las derrotas en el campo de batalla y por las atrocidades cometidas, intentaron dar un golpe. Pusieron una bomba en el cuartel de Hitler en Prusia, donde resultó herido levemente. Los ocho golpistas fueron estrangulados y colgados en ganchos de carne. Otras cinco mil personas fueron ejecutadas. La segunda arma secreta fue la V2. En Septiembre de 1944, los alemanes lanzaron la primera V-2.

Rommel, el héroe de África, se suicidó y Hitler ya no confiaba en nadie. La URSS venció a los alemanes en 1944. Se liberó Leningrado. En mayo, Hitler ordenó la retirada de Rusia. Los soviéticos persiguieron a los alemanes y tomaron Albania. El 19 de agosto estalló en París un alzamiento armado. Hitler ordenó quemar la ciudad, pero el comandante de la guarnición desobedeció. El 25 de agosto, se rindió al general Leclerc. Tras cuatro años de ocupación, París era libre. Horas después, de Gaulle era aclamado, su comité de liberación nacional se había autoproclamado gobierno provisional de Francia. La República no ha dejado de existir, dijo.

Acusaron y juzgaron a los colaboracionistas de alemanes. Nueve mil ciudadanos fueron ejecutados por sumario y setecientas tras un juicio. La traición fue castigada. El 5 de junio, los aliados entraron a Roma. Las multitudes aclamaron a los soldados. Florencia permaneció bajo el dominio alemán hasta agosto. Durante cinco años de ocupación alemana, se asesinó al veinte por ciento de la población polaca. A finales de julio de 1944 las fuerzas soviéticas llegaron a las afueras de Varsovia. El 1 de agosto, el ejército rebelde polaco se rebeló contra los alemanes. A los pocos días habían recuperado la ciudad. El ejército rojo se detuvo y los alemanes atacaron Varsovia. Los polacos resistieron sesenta y tres días antes de rendirse. Doscientos mil habitantes murieron, la ciudad estaba en ruinas. El 18 de octubre, Hitler ordenó el reclutamiento de todos los hombres sanos entre 16 y 60 años. En diciembre lanzó una ofensiva masiva. Invadió Luxemburgo y Bélgica, rodeando a divisiones americanas. El 23 de diciembre, miles de aviones aliados bombardearon a los soldados alemanes y sus vías de suministro. Patton liberó Bastogne. El 3 de enero del 45, las fuerzas aliadas en tierra contraatacaron. Cinco días después, los alemanes congelados y tristes se retiraron. Murieron ciento veinte mil. En otro frente, el 20 de octubre de 1944, cien mil soldados norteamericanos desembarcaron en la Isla Filipina para establecer una base desde donde recuperar todo ese país. La batalla de tres días fue el mayor encuentro naval de la historia. Japón perdió 36 barcos y la batalla terminó con la armada imperial. En esta ocasión aparecieron los ataques kamikaze, pilotos suicidas que intentaban hundir los barcos estrellándose contra ellos. El 3 de marzo cayó Manila. Los japoneses perdían las Filipinas y, en febrero, las islas Marshall. En abril, los aliados desembarcaban en Nueva Guinea. En junio, los norteamericanos invadieron Saipan, islas Marinas. Guam cayó en agosto. Los alemanes ocuparon Hungría en marzo de 1944. Seis años antes, las autoridades húngaras se negaron a deportar judíos a los campos de concentración. Los nazis pusieron entonces un gobierno títere y los judíos de Hungría fueron despojados de sus propiedades, obligados a llevar la estrella amarilla y condenados a guetos antes de ser enviados a campos de concentración. Cuatrocientos treinta y cuatro mil judíos fueron llevados a Auschwitz, la mayoría terminó en la cámara de gas. Cuando el ejército rojo invadió Hungría en 1945 y capturó a los soldados alemanes. De 750 mil judíos, habían sido asesinados 550 mil. El 30 de abril de 1945, Hitler se suicida en su búnker en Berlín, invadido por las tropas rusas. El 7 de mayo en Reims, y al día siguiente en Berlín, generales alemanes firman la capitulación sin condiciones de todos los ejércitos del Reich Aleman. La guerra aún continuaba en el Pacífico. El 6 de agosto, un bombardero estadounidense arroja sobre Hiroshima la primera bomba atómica de la Historia, que destruye por completo la ciudad y se lleva la vida de 250.000 seres humanos. El 9 de agosto, se arroja una segunda bomba atómica sobre Nagasaki. El 14 de agosto de 1945, el gobierno japonés se rinde incondicionalmente.

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Hitler, el hombre tras el Imperio.

Nace el partido Nacional Socialista: NAZI.

Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío. Hitler, el hombre tras el Imperio.

El poder total. Nace el partido Nacional Socialista: NAZI.

El inicio de la guerra. Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío.

El poder total.

El inicio de la guerra.

EL PODER TOTAL Los Estados Federales comenzaron a caer en manos nazis. Comisarios del Reich fueron designados para hacerse cargo del mando. El 7 de abril Hitler designó gobernadores, todos eran nazis. Abolió los poderes independientes de los estados y los sometió a la autoridad central. Había unificado Alemania. El partido nazi fue quedando solo y el 14 de julio se decretó la ley que decía que el partido de los trabajadores alemanes nacionalsocialista se constituía en el único de Alemania. El que quisiera formar otro partido sería castigado. El estado pasaba a ser totalitario Los sindicatos libres fueron eliminados tan fácilmente como los partidos políticos. El 1 de mayo de 1933 Hitler habló ante cien mil trabajadores, diciéndoles que la revolución no era contra ellos. Al día siguiente, los nazis ocuparon los cuarteles generales de todos los sindicatos, confiscaron fondos, los disolvieron y arrestaron a sus jefes. Muchos de ellos fueron golpeados e internados en campos de concentración. Tres semanas más tarde, por un decreto, Hitler puso fin a convenios colectivos, el decreto dejaba fuera de la ley a las huelgas. Las camisas pardas corrían por las calles sembrando el terror con el consentimiento del Estado. Los jueces estaban aterrorizados. Hitler era la ley. Para él los judíos no eran alemanes, no los exterminó enseguida pero fueron robados, apaleados o asesinados durante los primeros meses. Publicó leyes que los expulsaban de los servicios públicos, de las universidades y de las profesiones liberales. El 1 de abril de 1933 dictó un boicot nacional contra los establecimientos judíos. A mediados del verano del 33, Hitler era dueño de Alemania. Había usado consignas socialistas para llegar al poder, como nueva propaganda. Ahora que tenía el poder, las masas no le interesaban. Debía afianzar la confianza de los sectores financieros para no llevar a Alemania a la bancarrota y arriesgar su régimen. Necesitaba orden en el país. La revolución nazi era política y no económica. Hitler sabía que necesitaba contar con el ejército. La

SA no eran más que una turba buena para combates callejeros, pero de escaso valor como ejército moderno. El 4 de abril Hitler creó el Consejo de Defensa del Reich, para estimular un nuevo y secreto programa de rearme. Ya había conquistado Alemania, ahora le faltaba Europa. El Tercer Reich estaba aislado diplomáticamente e impotente en cuanto a fuerzas militares. El mundo había sentido repugnancia por los excesos nazis, especialmente contra los judíos. Alemania estaba sin amigos y desarmada en comparación con sus vecinos. Los objetivos era, entonces, librarse de las amarras de Tratado de Versalles (sin provocar sanciones) y lograr el rearme sin arriesgarse a una guerra. Primero había que confundir al adversario pregonando la paz y el desarme. El 17 de mayo de 1933 Hitler dio un discurso de la paz ante el Reichstag. Fue una obra maestra de propaganda engañosa, que conmovió al pueblo alemán profundamente. Lo unificó tras su jefe, junto con causar una impresión favorable y profunda en el mundo exterior. El presidente Roosevelt había pedido el desarme y Hitler lo había aceptado. Decía que Alemania no quería guerra y no tenía la menor intención de germanizar a otros pueblos. El mundo estaba encantado, Hitler hablaba con mesura y claridad. Pedía un trato igual a otras naciones. El 14 de octubre a Alemania se le niega la igualdad de derechos por parte de otras potencias. Como consecuencia, se retira de la Conferencia de Desarme y de la Sociedad de las Naciones. Hitler disolvió el Reichstag y anunció que sometería a plebiscito la retirada de Alemania de Conferencia de Ginebra. Desde ese momento el país intentaría rearmarse en franco desafío a cualquier tratado de desarme y al de Versalles. Se estaban produciendo violaciones al acuerdo. Las naciones aliadas no adivinaron lo que se estaba construyendo en Alemania. El 95% del pueblo aprobó la retirada. El 26 de enero de 1934 se anunció la firma de un pacto de no agresión, por 10 años, entre Alemania y Polonia. En un año en el poder de Hitler había terminado con la República de Weimar; había logrado la dictadura personal; destruido los partidos políticos, menos el nazi; borrado los gobiernos estatales y sus parlamentos; había unificado el Reich; destruido sindicatos; suprimido asociaciones democráticas; expulsado a judíos de la vida pública y profesional; abolido la libertad de palabra y de prensa y anulado la independencia de tribunales la política. Además, la economía y la cultura estaban bajo reglas nazis. Las SA contaban con 2 millones de hombres. Roehm quería que fueran la base del ejército. Hitler no quizo ofender a la oficialidad y rehusó la idea. Altos oficiales aceptaron a Hitler como sucesor de Hindenburg, que estaba a punto de morir, a cambio de que él calmara las ambiciones de Roehm y de reducir a la SA. El trato sellaba la dictadura verdaderamente suprema. Comenzaron presiones para que los nazis suspendieran los ataques a iglesias, detenciones arbitrarias, persecución de judíos y las conductas arrogantes de sus tropas de asaltos. Se pedía que el terror organizado por ellos terminara. El 1 de abril, Himmler fue designado por Goering jefe de la Gestapo prusiana y comenzó a formar el imperio de la policía secreta exclusivo para él. El 14 de junio, Hitler fue a Venecia a conversar con Mussolini. Von Papen habló públicamente de los excesos del régimen que él había ayudado a afianzar. Pedía restaurar las normas de decencia y las libertades. Hitler se enfureció. Von Papen habló directamente con él y le comunicó que estaba hablando también por el anciano Presidente. El Führer entonces, se preocupó. Sabía que Hindenburg estaba disgustado y pensaba declarar estado de sitio para entregarle el poder al ejército. Hitler habló con el Presidente, quien le confirmó el ultimátum. Su plan peligraba, debía recuperar la confianza. Pensando que conspiraba contra él, Hitler mandó a matar a Roehm. También fue ejecutado Gregor Strasser, el secretario de Von Papen y el jefe de la acción católica. El mismo Von Papen fue arrestado en su domicilio. Este hecho se conoce

con en nombre de "La noche de los cuchillos largos". ¿Cuántos murieron en esa purga? No se sabe exactamente. Hitler anunció el fusilamiento de 61 personas, diecinueve de ellos eran altos jefes de las SA. Para otros, en realidad murieron 401 personas, pero sólo identificaron a 116. En el juicio de Munich de 1957 se habló de más de mil. ¿Hubo realmente una conspiración contra Hitler? No hubo pruebas. El 1 de julio la matanza estaba terminada. Hindenburg agradeció el fin de la alta traición. Se legalizó la carnicería como necesaria para la defensa del Estado. En lugar de la SA vino la SS, quedando Himmler a cargo. El 2 de agosto. Hindenburg murió, a los 87 años de edad. Los cargos de canciller y presidente recayeron en Hitler, además se convirtió en jefe de Estado y comandante de las FFAA. Es a partir de ese momento en que es llamado Führer y canciller del Reich. Su poder era ahora completo. Hizo jurar fidelidad a las FFAA hacia él y obediencia incondicional. Los oficiales lo reconocieron como máxima autoridad. El 19 de agosto, el 90% de los ciudadanos (más de 38 millones) votaron aprobando la conducta de Hitler al usurpar el poder completo. Tenía 45 años y estaba sólo en el principio. Los alemanes ya estaban acostumbrados a las reglas de Hitler. La Gestapo acechaba y enviaba a campos de concentración a quienes se salían de la raya, judíos y comunistas. Pero el terror nazi de principios de año afectaba a pocos alemanes. Ellos lo apoyaban con genuino entusiasmo, imbuidos de una nueva esperanza y fe en el futuro de la nación. Mientras tanto, Hitler rearmaba Alemania: cañones antes que mantequilla. En el otoño de 1936 el problema de los obreros sin trabajo fue resuelto. Todos tenían un nuevo puesto. El bienestar de la comunidad estaba por encima de las ganancias personales. Las teorías raciales de Hitler parecían un retroceso a vista de los extranjeros, pero para los alemanes eran populares. ¿Qué podían hacer contra la persecución de judíos? El Tercer Reich era abierto a extranjeros, los nazis no tenían nada que esconder. Se creó la tolerancia hacia esta nueva Alemania y los extranjeros que iban, creían ver realizaciones positivas. En Berlín, durante 1936, se realizaron los Juegos Olímpicos. Los nazis impresionaron al mundo con los éxitos del Tercer Reich. La persecución de judíos se detuvo temporalmente. La organización de los juegos fue espectacular. Las leyes de Nuremberg del 15 de septiembre de 1935 privaban a los judíos de ciudadanía alemana, prohibían matrimonios judío-arios y relaciones extramaritales. Decretos suplementarios expulsarían de la ley, por completo, a los judíos.

En muchas ciudades ni siquiera podían comprar alimentos. Las puertas de las carnicerías, panaderías y lecherías lucían letreros con la leyenda no se admiten judíos. Las farmacias no les vendían remedios y los hoteles no los alojaban. Los nazis también comenzaron una guerra contra las iglesias cristianas. Algunos pasos que dieron contra la Iglesia Católica fueron la ley de esterilización; la disolución de la Liga Católica; el arresto de monjas y sacerdotes por inmorales o tráfico de divisas extranjeras y la prohibición de publicaciones católicas.

En la noche del 10 de mayo de 1933, unos veinte mil libros fueron quemados por estudiantes. Algunos de los autores eran Thomas Mann, Albert Einstein, Jack London, Helen Keller, Emile Zola y Proust. Quedaba prohibido cualquier libro que obre contra el futuro alemán, la patria y las fuerzas impulsoras del pueblo. Se comenzó a reglamentar la cultura. El Reich debía determinar las líneas de progreso mental y espiritual. Se establecieron siete subcámaras para la guía e inspección de todas las esferas de la vida cultural. Los judíos fueron desterrados de las orquestas y prohibida la música de Mendelssohn porque era de esa raza. Goebbels, ministro de propaganda, daba todos los días instrucciones a los diarios y corresponsales sobre qué noticias publicar y cuáles suprimir, cómo redactarlas e, incluso, los titulares. La ley de prensa del Tercer Reich decía que los directores debían ser arios, limpios, alemanes y no estar casados con judías. Tenían el control total de la prensa. La radio y el cine también estaban acorralados para servir la causa nazi. El Tercer Reich también controlaba la educación. La instrucción era espartana, política y marcial. Había servicio laboral obligatorio y luego servicio militar. La idea era coger a la juventud. Centros escolares fueron nazificados. "Mi Lucha" fue declarado órgano oficial de educación, mientras a los judíos se les prohibía enseñar. El ministro de educación del Reich nombraba a los rectores. Se falseó la historia y se enseñó ciencias racistas. De los 6 a los 10 años, los niños debían hacer un aprendizaje para las juventudes hitlerianas. A los 10 años, después de aprobar ejercicios de atletismo, prácticas de campamento y de historia nazificada, pasaban a las juventudes donde juraban lealtad al Führer hasta dar la vida por él. A los 14 años ingresaban a la juventud propiamente tal, hasta los 18 años. Luego venía el servicio al trabajo y al ejército. Había una vasta organización. También para las muchachas. Tenían uniformes, les daban instrucciones y hacían marchas donde las adoctrinaban. Las mujeres debían ser madres saludables de hijos igualmente sanos. Existía la BDM (Bund deutscher maedel). Eran muchachas de 18 a 21 años que hacían un año de servicio en granjas. A fines de 1938, las juventudes hitlerianas tenían siete millones 700 mil afiliados. En marzo de 1939 se dictó una ley que obligaba enrolarse. Las juventudes eran educadas para tener cuerpos sanos y fuertes; fe en el futuro de la patria y en ellos mismos; además de un sentido de hermandad y camaradería. La dictadura nazi no se atrevió a suprimir las inmensas propiedades feudales, pero hizo programas agrícolas que estimulaban al campesino. Se redujo la cesantía; la producción nacional subió en un 102% entre 1932 y 1937, mientras la renta nacional fue duplicada. Estimuló el trabajo por medio de grandes obras públicas y apoyó a la empresa privada. La base de la recuperación alemana fue el rearme. Era una economía de guerra, movilizada para ella. La industria pesada se benefició con estas acciones. Los obreros no tenían derecho a huelga, ni a sindicatos. Por lo tanto, eran siervos industriales a quienes les fijaba el salario. Las leyes restringían, además, la posibilidad del obrero para cambiarse de trabajo. En 1938 la ley instituyó el reclutamiento para el trabajo. Obligaba a trabajar donde el estado determinara. La fuerza de la alegría era la forma en que se trataba de controlar esparcimiento de los obreros. Se organizaron clubes y viajes de excursión a los Alpes bávaros. Se controlaban hasta

los deportes. Hitler era la ley. Goering dijo a los fiscales, que las normas y la voluntad del Führer eran lo mismo. Con el tiempo se estableció el temido tribunal del pueblo. La Gestapo también era ley, la policía secreta del Estado. Primero fue un instrumento personal de Goering para infundir temor, detener y asesinar a los adversarios del régimen. En 1934, el mismo Goering nombró a Himmler lugarteniente de la Gestapo. Las órdenes y las acciones de esta policía no estaban sometidas a revisión judicial. Los primeros campos de concentración brotaron como hongos durante el primer año de gobierno nazi. A finales de 1933 habían unos 50. Se arrestaba para custodia protectora. A principios del régimen nazi había entre 20 y 30 mil presos. Luego serían millones. El 16 de junio de 1936 se estableció una policía unificada para todo el Reich, con Himmler al frente. El Tercer Reich había llegado a ser un estado policíaco. El 25 de julio de 1934 los nazis asesinaron al canciller austríaco Dollfuss, en Viena. Por radio se informó que había dimitido, pero la sublevación nazi fracasó. Hitler perseguía incansablemente su programa de rehacer las fuerzas armadas y procurarles armamentos. El ejército debía triplicarse en un año. Goering fue nombrado ministro de aviación, debía organizar esa fuerza. Puso a trabajar a los fabricantes en diseño de aviones de guerra. Comenzó el entrenamiento de pilotos militares. La fabrica Krupp de cañones, tampoco estaba ociosa. Alemania debía autoabastecerse de gasolina y de caucho. Hitler promulgó la ley de servicio militar obligatorio. Con el renacimiento del ejército alemán moría el Tratado de Versalles. Los países de Europa comenzaron a enviar mensajes a Hitler por la paz. El Führer proclamó que Alemania no tenía la intención de conquistar otros pueblos. Había dicho, tabién, que no competiría navalmente con el poderío británico. El gobierno inglés creyó sus palabras. Se le concedió permiso para construir una armada, cuyo tamaño llegara a un tercio de la británica. Se le daba, por lo tanto, rienda suelta para proceder lo más rápido posible. Los astilleros trabajaban a toda máquina. Fue una inyección de ánimo a la industria del acero. También se autorizó la construcción de submarinos, cruceros y destructores. En resumen, se pasó por alto el tratado. Cuando Alemania ocupó Renania, los franceses vacilaron y los aliados se mantuvieron en calma. Aunque superiores, no quisieron arriesgarse a una guerra. Seguían creyendo las palabras de paz de Hitler. La victoria del Rhin fortaleció su popularidad y poder, a pesar de lo pequeña que era la operación. Los hechos se sucedían rápidamente. El 11 de julio de 1936, un acuerdo ratificaba el reconocimiento alemán de soberanía austríaca y prometía la no intervención. El canciller de esa nación, entonces, acordó libertar a los presos políticos nazis. Mientras, el 2 de mayo de ese año Mussolini había ocupado Albisinia y el 16 de julio estallaba la guerra civil española. Hitler tomó decisión de apoyar militarmente a Franco. La ayuda fue considerable, pero menos que la italiana. El 21 de octubre se firmó un protocolo secreto que unía a Roma y Berlín en una conducta común en lo relativo a la política exterior. El 25 de noviembre firmó pacto con Japón, según el cual se unían para defender la civilización occidental. Además, tenía protocolo secreto contra Rusia. En 1937, Hitler fue al Reichstag para proclamar la retirada de la firma alemana del Tratado de Versalles (en realidad el tratado ya estaba muerto). Aprovechó y dio un informe de su gestión en los 4 años que llevaba en el poder: se abolió el paro obrero, se había creado un alza en los negocios, construido un ejército, una flota y fuerzas aéreas. Francia y Gran Bretaña no habían hecho nada para detener a Hitler. En poco tiempo, Alemania se había preparado para la guerra. Ese año, el país se dedicó a buscar la consolidación y a preparase para alcanzar sus objetivos. Fue un año dedicado a la fundición de armas, instrucción de tropas, experimentación de la nueva fuerza aérea, acumulación de sucedáneos del caucho y de gasolina, junto a la consolidación del eje RomaBerlín.

El 24 de junio de 1937 el mariscal de campo, Blomberg, dio directrices secretas: Alemania no debía temer un ataque, pero tenía que estar preparada, porque los sistemas políticos son cambiantes. Los casos de posibles guerras eran en el oeste y el sudeste. El 5 de noviembre de 1937, Hitler había afirmado su irrevocable decisión de ir a la guerra. Iba a usar las Fuerzas Armadas contra Austria y Checoslovaquia, aunque le significara un conflicto contra Gran Bretaña y Francia. Los comandantes desaprobaban la idea, pero el Führer los sacó del medio. Cayó el ministro Blomberg y luego el general Von Fritsch por medio de conjura de la Gestapo. Hitler, así, había destituido a los hombres de más alto cargo del ejército. Para el 4 de febrero de 1938, el gabinete alemán celebró su última reunión. Hitler se hizo cargo personalmente de las Fuerzas Armadas y abolió el Ministerio de Guerra. Creó el alto mando, con lo que el ejército, la marina y la fuerza aérea quedaban subordinadas. Goering fue nombrado mariscal de campo. Dieciséis generales, por último, fueron relevados de su mando y sacó al ministro de Relaciones Exteriores. Ese día, además,ocurrió un hito en la historia del Tercer Reich. Los últimos conservadores que se oponían al camino de Hitler fueron abatidos. La política exterior, económica y militar quedó concentrada en sus manos. También las Fuerzas Armadas. Hitler, luego, hizo un ultimátum a Austria para que en una semana entregara el gobierno a los nazis. Si no lo hacía, invadiría . Ante tal amenaza, el presidente austríaco cedió. El 20 de febrero del mismo año, Hitler dio un discurso donde advirtió que Austria y Checoslovaquia serían alemanas. El 10 de marzo decidió la ocupación de su país natal. El canciller austríaco dimitió. Mientras, Gran Bretaña y Francia no adoptaron ninguna medida. El Füherer había previsto esta inmovilidad. El 12 de marzo las tropas alemanas entraban por raudales en Austria. Pronto caería Checoslovaquia. Hitler se puso en camino a su país, donde recibió una bienvenida tumultuosa y mandó a hacer una ley que lo proclamaba presidente. Austria era, ahora, una provincia del Reich. Detuvieron a 79 mil personas que no eran de fiar. Dijo al pueblo: "no hemos venido como tiranos sino como libertadores". Miles de judíos fueron arrestados, encarcelados y sus posesiones confiscadas o robadas. Tal vez la mitad de los ellos, unos 90 mil, compró su libertad para huir entregando a los nazis lo que poseían. Comenzó, con esto, el lucrativo negocio de la libertad humana. Lo llevó a cabo una organización llamada Oficina para la Emigración Judía, única agencia nazi autorizada para expedir permisos a los judíos que querían irse del país. Se convirtió en agencia de exterminación y organizó una matanza de más de cuatro millones de personas.

Al anexar Austria, Hitler había añadido 7 millones de subordinados al Tercer Reich. Faltaba ahora el ataque sorpresa a Checoslovaquia. Éste era un país de minorías. La orden de Hitler era derrocar al Estado checo, apoderarse del país y someter a sus habitantes al mando del Tercer Reich.

Londres, París, Praga y Moscú creyeron que Europa se encontraba cerca de la guerra. Los checos ordenaron la movilización de tropas. Gran Bretaña, Francia y Rusia mostraron firmeza y unidad. Los checos no estaban dispuestos a sucumbir sin defenderse. Pero la movilización checa enfureció al Führer. Los alemanes sufrieron la presión diplomática y Hitler gritó a sus seguidores que Checoslovaquia sería borrada del mapa. ¡Es mi terminante voluntad!, destacó. Había tomado la decisión para el 1 de octubre, aunque el alto mando se opusiera. El movimiento de resistencia alemán fue reducido y débil. Tenían pocos partidarios. Algunos conspiradores tenían planificado apoderarse de Hitler cuando lanzara la orden de atacar Checoslovaquia y conducirlo a un tribunal del pueblo. Querían acusarlo de intentar arrojar a Alemania a una guerra. Los principales conspiradores eran los generales Halder y Beck. Hitler dijo al canciller inglés que quería a los tres millones de alemanes que vivían en Checoslovaquia. Los británicos y franceses, que no querían la guerra, se pusieron de acuerdo en proposiciones conjuntas que los checos debían aceptar. Todos los territorios sudestes en los que la población alemana era de 50% o más, serían entregados a Alemania. Así, se aseguraría el mantenimiento de la paz y seguridad de los intereses checos. Los cancilleres británicos y franceses les dijeron que si se negaban, no se preocuparían más del futuro de ese país. Checoslovaquia debía, entonces, luchar sola y el Presidente se rindió. El 21 de septiembre el gobierno checo capituló y aceptó el plan. No había alternativa, serían abandonados. Hitler insistió en la ocupación de territorios el 1 de octubre. El verdadero objetivo era destruir el país con una intervención militar. El 28 de septiembre la guerra parecía inevitable. Para el general Halder, había llegado el momento del complot contra Hitler. El Führer estaba en Berlín y había fijado la fecha del ataque para el 30 de septiembre. En ese momento, el primer ministro británico logró la paz por medio del acuerdo de Munich. Los conspiradores se frenaron porque el peligro de la guerra había desaparecido. Un arreglo final, el 28 de noviembre de 1938, obligó a los checos a ceder a Alemania 28.600 kms2 de territorio.
Hitler, el hombre tras el Imperio. Nace el partido Nacional Socialista: NAZI. Hitler en camino al poder.

Hitler, ansias de poderío.

El poder total.

El inicio de la guerra.