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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE - UFCG

CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS - CCJS


DIREITO - MATUTINO

ALEXANDRE MAGNO DA SILVA


CICERO ISRAEL PITOMBEIRA OLIVEIRA
LUCAS LEVI SOARES SARAIVA
MATEUS FERREIRA DE ALMEIDA LIMA
MATHEUS MATOS FERREIRA SILVA
LUIZ AUGUSTO BENICIO DANTAS

A INFLUÊNCIA DO PENSAMENTO MARXISTA NA POLÍTICA


BRASILEIRA

SOUSA
2018
1 INTRODUÇÃO

É inegável que o atual cenário político brasileiro se encontra em uma


instabilidade política imensurável, o sentimento de buscar, de certa forma, uma
mudança, diante de uma conturbação política é visível em boa parte da população,
muito por conta da frustração proveniente de gestões governamentais passadas que
causaram decepção aos brasileiros, não por acaso o país se encontra nessas
precárias condições citadas anteriormente.
As ideias de Karl Marx foram de imensa relevância para o
desenvolvimento da sociedade de modo geral, inclusive, a brasileira. Seus estudos
analisaram e criticaram a sistematização nas relações de trabalho, uma vez que a
classe do proletariado era responsável por toda a produção e consequentemente,
pelos lucros gerados, e mesmo assim havia um acumulo de capital nas mãos dos
empregadores, que por sua vez, proporcionavam aos empregados precárias
condições de trabalho e uma baixa remuneração, mesmo que com longa jornada de
trabalho.
Diante dessa luta de classes se tem a criação de diversos partidos
políticos, possuidores de diferentes ideologias sociais e políticas. E cada membro da
sociedade, de acordo com as suas condições sociais tendem a buscar por aquele
candidato, defensor de ideais de um determinado partido, que melhor se adequa a
visão de mundo daquele eleitor, que procura no representante um responsável por
fornecer aos mesmos subsídios que irão favorecer a vida social do indivíduo,
independente da sua classe social.
2 DIALÉTICA

Como Marx afirmou em seus Manuscritos Econômico-Filosóficos, afirmou


que Feuerbach foi “a única pessoa a ter uma relação séria e critica com a dialética
de Hegel, efetuou descobrimentos verdadeiros nesse campo e, acima de tudo, levou
de vencida a velha filosofia.” Com efeito, segundo o pai do socialismo científico,
Feuerbach teve os seguintes méritos:

I. Ter mostrado a filosofia nada mais ser do que a religião trazida para o
pensamento e desenvolvida por este, de vendo ser igualmente condenada como
outra forma e modo de existência da alienação humana;

II. Ter lançado os fundamentos do materialismo genuíno e da ciência


positiva, ao fazer da relação social de "homem com homem" o principio básico de
sua teoria;

III. Ter-se oposto à negação da negação que alega ser o positivo absoluto
um princípio autossuficiente, positivamente baseado em si mesmo.

Entretanto, o materialismo dialético de Marx difere no de Feuerbach, que


segundo ele “o mundo sensível seria tomado apenas sobre a forma do objecto [des
Objekts] ou da contemplação [Anschauung]; mas não como atividade sensível
humana, práxis, não subjectivamente.” Sendo assim, a práxis passa a assumir o
papel central na dialética marxista, tendo em vista que “os filósofos têm apenas
interpretado o mundo de maneiras diferentes; a questão, porém, é transformá-lo.”
Segundo Marx, a história de toda a sociedade até aqui é a história de
lutas de classes. Deste movimento constante entre os estamentos surgiam novas
classes, ou ambas caiam, ou apenas uma mantinha-se de pé., como assim
assinalou em o Manifesto do Partido Comunista:“a moderna sociedade burguesa,
saída do declínio da sociedade feudal, não aboliu as oposições de classes. Apenas
pôs novas classes, novas condições de opressão, novas configurações de luta, no
lugar das antigas.”
O movimento dialético é composto de uma tese, o seu oposto, uma
antítese e uma síntese.. Marx endossa Hegel ao afirmar que a proeza extraordinária
da Fenomenologia de Hegel é a percepção da dialética do negativismo como
princípio motor e criador, ou seja, o próximo passo só surgiria a partir do confronto,
não de idéias, como dizia Marx da dialética de Hegel, mas da práxis; do
materialismo dialéctico, onde o encerramento deste dependeria da revolução do
proletáriado, a classe oprimida do sistema capitalista.
Em vista dos dois últimos pontos ressaltados sobre a dialética marxista,
tem-se:
Tese + Antítese = Síntese
Tese + Antítese = Síntese
Tese + Antítese = Síntese
Tese + Antítese = Síntese

Porém, como haveria uma revolução remodeladora de todo o status quo
da sociedade sendo o próprio Marx admitiu que “justamente quando parecem
empenhados em revolucionar-se a si e às coisas, em criar algo que jamais existiu,
precisamente nesses períodos de crise revolucionária, os homens conjuram
ansiosamente em seu auxílio os espíritos do passado, tomando-lhes emprestado os
nomes, os gritos de guerra e as roupagens, a fim de apresentar e nessa linguagem
emprestada.”? Esta é sem dúvida uma das maiores contradições de Marx.
3 MATERIALISMO HISTÓRICO

O materialismo histórico é uma teoria elaborada por Karl Marx e Friedrich


Engels acerca do estudo da sociedade, da economia e da história. O materialismo
histórico busca as razões para explicar o desenvolvimento e mudança social a partir
de fatores práticos, tecnológicos (materiais) e o modo de produção. As classes
sociais e a relação entre elas, além das estruturas políticas e formas de pensar de
uma determinada sociedade, que seriam fundamentadas em sua atividade
econômica.
Entende-se que os processos de mudança social são motivados pela
realidade material dos indivíduos, ou seja, numa sociedade capitalista como a que
vivemos a figura do Estado (pode ser entendido como a superestrutura, que
segundo Marx, representa as visões e os demais componentes ideológicos de uma
classe corresponde à política, a moral, as instituições, a religião etc.), está a serviço
do poder Econômico (compreendido como o conjunto das forças de produção de
uma dada sociedade, marcada pela exploração da força de trabalho no interior do
processo de acumulação capitalista), em outras palavras, a partir da estrutura
(Economia) que determina as relações sociais ergue-se a superestrutura (Estado).
Sob este viés, os modos de produção de uma sociedade serão
determinantes tanto para a constituição da realidade social quanto para a
determinação dos rumos que seu desenvolvimento tomará, conforme explana Karl
Marx:
"A produção econômica e a organização social que dela resulta,
necessariamente para cada época da história, constituem a base da história política
e intelectual dessa época".
Desta forma, pode-se exemplificar esta teoria com base na atual
conjuntura político-social, em que os cidadãos de classe baixa e média estão cada
vez mais alienados por influência da elite, uma vez que muitos indivíduos por não
compreenderem a verdadeira política são persuadidos por discursos políticos
calorosos, como resultado, não entendem o quão ruim seria para um país ser
governado por um candidato que defenda ideais e valores de extrema direita ou
esquerda.
"Para Marx e Engels, a alienação associa-se às condições materiais de
vida e somente a transformação do processo de vida real, por meio da ação política,
poderia extingui-la. Na sociedade capitalista, o sujeito que realiza as potencialidades
da história é o proletariado, libertando a consciência alienada que atribui à realidade
histórica uma aparência mágica, enfeitiçada."

3.1 A DIVISÃO DA ESQUERDA

Historicamente a direita representa os partidos conservadores,


democratas-cristãos, liberais, nacionalistas, enquanto a esquerda, por sua vez,
defende os social-democratas, progressistas e ambientalistas. No entanto, dentro do
atual cenário politico brasileiro, observa-se que a conotação de direita e esquerda
anexou novos significados, uma vez que, dentro de uma única ideologia se
originaram diferentes pensamentos e ideais dentro de uma mesma ideologia-
partidária, pois dentro da própria ideologia esquerdista há divergências em relação à
linha de pensamento defendida, dado que diferentes causas são defendidas por
diferentes partidos políticos mesmo originários de uma mesma ideologia-partidária.
Por exemplo, observa-se que o candidato à presidência do partido PSL
(Partido Social Liberal) defende em seu plano de governo acabar com os privilégios
da elite e privatizar de empresas públicas. Enquanto que o candidato à presidência
do partido PT (Partido dos Trabalhados) defende o fortalecimento do
empreendedorismo – iniciativa privada –, fortalecimento da defesa e soberania
nacional,

a ideologia esquerda
Dentro crise na representação
FALTA PARTE DO LEVI
4 ATIVISMO POLÍTICO

O atual cenário em que se encontra a politica brasileira no que se diz


respeito às eleições de 2018, em especial ao cargo de presidente, quando vistas do
ponto de vista do filósofo Karl Marx revela duas possibilidades ao que se diz respeito
de uma possível implementação de um sistema socialista, e eventualmente
comunista, no Brasil, em um lado a um candidato com ideais socialistas, de um
partido socialista, que em mandados passados implementou projetos de
redistribuição de renda, entre outros projetos de cunho social, e do outro lado um
candidato que é contra muitos desses projetos, tem um grande apoio por parte da
população e repudio pelos membros do partido adversário. Caso o candidato
socialista venha a ganhar é de se esperar que mais propostas sociais venham a ser
implementadas e que o país se torne mais socialista com o passar do tempo, o que
para Marx seria uma boa possibilidade, porém a vitória do adversário mais
conservador e menos a favor dos projetos sócias do outro candidato não seria
obrigatoriamente uma derrota, pois devido à vasta diferença entre os candidatos
poderia levar a população, em especial aqueles que mais se beneficiam de projetos
de redistribuição de renda, a se revoltar contra o governo regente devido a
insatisfações tidas com ele, fazendo dessa forma com que o candidato seja deposto
e o partido socialista se solidifique em uma posição de poder incontestável.
5 CLASSES SOCIAIS

A eleição de 2018 foi baseada na disputa de dois extremos,


considerando-se que os dois candidatos que tiveram maior força e maior
repercussão, o candidato Haddad pelo partido do PT e o candidato Jair Bolsonaro
pelo PSL, que inclusive foram os dois selecionados para a disputa do segundo turno.
A teoria das classes sociais de Marx refletiu bem essa disputa, já que sua
teoria afirma que existem duas classes sociais diferenciadas, ou seja, existem
classes que estão no controle do processo, que seriam os burgueses, e classes
subalternas ao processo, que é conhecida como classe de proletariados. E segundo
ele esses grupos estão sempre em uma constante disputa económica devido
estarem em aspetos diferentes.
Essas classes para Marx são antagónicas, ou seja, pensam de forma
diferente, uma dominante e a outra dominada, para Marx essas domínio de uma
classe sobre a outra gera um processo de desigualdade, para ele esse problema da
desigualdade era acarretado pelo fato de existir propriedades privadas, pois aqueles
que possui essas propriedades buscam uma exploração constante em relação á
classe inferior.
Segundo o sociólogo a exploração era causada em grande escala, e para
o burguês,ou seja dono do negócio isso não era problema, pois caso o indivíduo não
estivesse satisfeito, ele teria a seu dispor, o que ele chama de exercito industrial de
reserva, que eram pessoas que estavam desempregados com o intuito de aceitar
um emprego com qualquer condições impostas. E esse sistema é essencial para o
processo capitalista, ou seja, para um processo em qual os salários não podem
disparar.
Em se tratando do desemprego, o Brasil atual, sofre com esse grave
problema, e esse assunto foi abordado por vários candidatos, mas é muito delicado
tratar desse assunto tendo em vista a teoria do desemprego estrutural de Marx está
presente na atualidade. Essa teoria diz que o emprego é causado pelo
desenvolvimento da tecnologia, isto é, as maquinas substitui o lugar do empregado.
6 PROPOSTAS DOS PARTIDOS

E Marx, desta forma, se posiciona contra o capitalismo, e declara apoio a


classe oprimida, a classe dos trabalhadores. Essa ideologia é aderida pelo partido
do PT que tem suas propostas baseadas nas teorias de Marx, como sabemos,
sempre tendo um discurso social.
Um reflexo disso é o grande contingente de votos adquirido pelo
candidato do PT, Haddad, em regiões do Norte e Nordeste, regiões que conta com
um maior número de famílias que não tem um bom salário, ou não tem uma
oportunidade de emprego. Com isso esse contingente eleitoral votou no PT
afirmando que os candidatos eram a melhor solução para erradicar a pobreza
nessas áreas, por conta do discurso comunista e social.
7 A DEMOCRACIA DA BURGUESIA E A DEMOCRACIA DO PROLETARIADO

Não é muito lembrado entre os marxistas que a democracia burguesa foi


um dos primeiros temas abordados por Marx em seu processo de elaboração sobre
a emancipação humana. Em sua Crítica da filosofia do direito de Hegel (1843), o
jovem filósofo alemão explica a diferença entre a democracia burguesa (ou a época
moderna) e todas as formas políticas anteriores.
A democracia pura é uma frase mentirosa de liberal que procura enganar
os operários. A história conhece a democracia burguesa, que vem substituir o
feudalismo, e a democracia proletária, que vem substituir a burguesa.
Diz Marx:
“A abstração do Estado como tal pertence somente aos tempos modernos
porque a abstração da vida privada pertence somente aos tempos modernos. A
abstração do Estado político é um produto moderno".
Fundamentalmente, na Idade Média as esferas privadas (família, relações
econômicas e pessoais) e pública (política, Estado) não se diferenciavam
claramente. O servo estava submetido ao senhor feudal por numerosos laços
históricos, religiosos, pessoais, militares, jurídicos, sociais e econômicos, sem que
cada um desses aspectos se diferenciasse na cabeça do servo. Por isso, a
submissão econômica era, para o servo, idêntica à submissão política. Ele não
distinguia essas duas esferas. O servo era globalmente submisso. A consequência
desse fato é que a dominação de classe na sociedade feudal era absolutamente
clara e inconteste. A dominação do senhor feudal sobre o servo se dava através da
aceitação, por parte do servo, da hierarquia social e, consequentemente, da
hierarquia política, da dominação política: o direito do senhor à primeira noite, ao
açoite, a decidir as questões de Estado etc.
Mas um tal sistema não servia à burguesia nascente, cujo poder
econômico se assentava sobre a base de um livre contrato (o de compra e venda de
força de trabalho), que deveria ser assinado entre partes juridicamente livres e
iguais. Assim, toda a luta da burguesia durante o seu período revolucionário foi, em
última instância, a luta pela separação dessas duas esferas: tornar a dominação
econômica (sociedade civil, compra e venda de força de trabalho) independente da
dominação política (Estado), ou seja, o advento da democracia.
Ou seja, segundo Marx, na sociedade capitalista, diferentemente da
sociedade feudal, não há uma relação direta e evidente entre a dominação
econômica e a dominação política. Dominação econômica e dominação política
aparecem para o cidadão do mundo burguês como esferas absolutamente distintas.
O operário, se é minimamente consciente, entende que é explorado na fábrica, mas
ele não deduz daí que o mesmo patrão o domine politicamente, como classe,
através do Estado burguês. Para ele, trata-se de duas questões distintas, sem
ligação entre si. O Estado burguês não se apresenta para o operário como um
defensor direto do patrão. O Estado burguês apenas defende as leis, votadas por
deputados eleitos por todos os “cidadãos”. O patrão não obriga o operário a votar
nos candidatos burgueses, nem tem o poder de impedir que o operário vote nos
partidos operários. Tanto o operário quanto o burguês são “cidadãos” com os
mesmos direitos e obrigações. A “única” diferença entre eles é econômica. Não há
nenhuma lei capitalista que restrinja oficialmente as liberdades políticas do operário
em relação ao burguês ou oficialize a dominação política do burguês sobre o
operário. Todos podem organizar partidos e disputar eleições. O Estado burguês,
diferentemente dos outros Estados, é representativo, e não estamental. Por isso, ele
não aparece para a população como o que realmente é, ou seja, como um Estado
de classe, e sim aparece como um Estado neutro, impessoal.
A partir do final do século 19, início do século 20, até os dias atuais
formou-se dentro do marxismo uma corrente reformista, que passou a ver nos
processos eleitorais regidos pelo voto universal uma alternativa ao esquema de
ruptura revolucionária defendido por Marx e Engels. Ou seja, a diferença
fundamental entre a dominação feudal e a dominação capitalista é que enquanto a
dominação feudal se dá, como já dissemos, através da aceitação da hierarquia
política como fruto da hierarquia econômica e social, a dominação capitalista se dá
através da negação da existência de qualquer hierarquia política. A dominação
política da burguesia aparece como autodeterminação de todo o povo pelo voto
(Quem nunca ouviu um grito de “Lugar de protesto é na urna!” vindo da calçada
quando estava marchando em alguma passeata?). Na sociedade burguesa, as
diferenças entre os cidadãos aparecem como simples diferenças econômicas,
irrelevantes para a política. Por se dar em condições de igualdade entre todos os
cidadãos, a política de Estado permitiria qualquer tipo de reviravolta, inclusive as
mudanças mais progressivas. Seria a arena fundamental da luta, bastando que as
demandas dos cidadãos encontrem uma expressão correta em termos de voto.
8 CONCLUSÃO

Falta a parte do Levi


REFERÊNCIAS
CARNEIRO, Waldeck. A atualidade de Marx na análise da crise brasileira. Brasil
247. Disponível em: <https://www.brasil247.com/pt/colunistas/geral/354810/A-
atualidade-de-Marx-na-an%C3%A1lise-da-crise-brasileira.htm>. Acesso em: 22 de
Out. de 2018.

LENINE, Vladimir. Obras Escolhidas. Lisboa: Edições Avante!, 1977. 3. T.

MARX, Karl. Manuscritos Econômico-Filosóficos. Disponível


em:<https://www.marxists.org/portugues/marx/1844/manuscritos.htm>. Acesso em:
21 de Ago. de 2018.

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em:<https://www.marxists.org/portugues/marx/1845/tesfeuer.htm>. Acesso em: 21
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MARX, Karl; ENGELS, Friederich. Manifesto do Partido Comunista. Disponível


em:
<https://www.marxists.org/portugues/marx/1848/ManifestoDoPartidoComunista.htm>
. Acesso em: 21 de ago. de 2018.

MARX, Karl. O 18 de Brumário de Louis Bonaparte. Disponível


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ago. de 2018.

RODRIGUES, Lucas de Oliveira. "Materialismo histórico". Brasil Escola.


Disponível em: <https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/materialismo-
historico.htm>. Acesso em: 22 de out. de 2018.

QUINTANEIRO, Tania; BARBOSA, Maria Ligoa de Oliveira; OLIVEIRA, Márcia


Gardenia Monteiro de. Um Toque de Clássicos. 2. ed. Belo Horizonte: Editora
UFMG, 2003.