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Nº 1, Abril de 2017

Guia Prático de Atualização


Departamento Científico de Pneumologia

Sibilância Recorrente do
Lactente e Pré-escolar
Departamento Científico de Pneumologia
Presidente: Paulo Augusto Moreira Camargos
Secretário: Carlos Antonio Riedi
Conselho Científico: Bernardo Kierstman, Cassio da Cunha Ibiapina, Débora Carla Chong e Silva,
Gilvan da Cruz Barbosa Araujo, Maria de Fátima B. Pombo March,
Murilo Carlos Amorim de Britto
Colaborador: José Dirceu Ribeiro

Introdução

Sibilância recorrente no lactente e no pré- e após os três anos de idade. O primeiro grupo
-escolar (SRLP) é uma síndrome que abrange relacionou-se com pulmões funcionalmente pe-
número variado de entidades nosológicas, que quenos ao nascimento e com exposição ao taba-
visa o estabelecimento de um diagnóstico e tra- gismo materno. Os restantes foram associados à
tamento específicos. Diferentemente da sibilân- asma e alergia.7
cia na criança escolar ou no adolescente, onde a A sibilância recorrente do lactente (SRL),
asma é causa da grande maioria dos casos, nos inicialmente denominada de síndrome do bebê
mais jovens o diagnóstico diferencial é mais am- chiador, definida pela primeira vez no Brasil por
plo e difícil. Anteriormente, a sibilância recor- Rozov1, foi caraterizada como a persistência de
rente era motivo de preocupação dos pediatras sibilos por 30 dias ou mais, ou a presença de
quando se restringia aos lactentes.1,2 Todavia, três ou mais episódios de sibilância em período
existe uma tendência atual para incluir os pré- de seis meses. A falta de validação por estudos
-escolares nesse grupo, baseada em estudos lon- longitudinais mantém este conceito aceito do
gitudinais.3-6 ponto de vista prático. Agregando-se os critérios
Coorte norte-americano, com cerca de 1200 de Tabachnik e Levison8 aos de Rozov, pode-se
crianças seguidas até os seis anos de idade, clas- caracterizar a síndrome como a presença de três
sificou os sibilantes em três grupos: sibilantes ou mais episódios de sibilância em crianças me-
precoces, que exibiam sintoma apenas até os três nores que cinco anos e maiores que um mês de
anos de vida; sibilantes tardios, que tornavam- vida. A SRL é a segunda doença pulmonar obs-
-se sintomáticos após os três anos, e sibilantes trutiva do ser humano, em ordem cronológica ao
persistentes, que apresentavam o sintoma antes longo da vida e a mais frequente de todas elas.9

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Sibilância Recorrente do Lactente e Pré-escolar

Epidemiologia

A prevalência de sibilância em pré-escolares cia recorrente (três ou mais episódios). No Brasil,


é desconhecida, pois os estudos epidemiológi- dos sete centros participantes (Belém, Belo Ho-
cos incluem crianças maiores, adolescentes e rizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife
adultos.10 e São Paulo), a prevalência variou entre 21,9%
Em lactentes, a prevalência é conhecida e e 36,3%.11 Embora o questionário deste estudo
elevada. Estudo multicêntrico de base popula- tenha sido validado, um inquérito em Recife de-
cional em 17 centros da América Latina e Europa, monstrou tendência à superestimação do sinto-
onde foram investigadas mais de 30.000 crian- ma quando um vídeo-questionário foi acrescen-
ças entre 2005 e 2007, 20,3% tiveram sibilân- tado a lactentes e pré-escolares.12

Fatores de risco

Dentre os determinantes de sibilância em com o desenvolvimento subsequente de asma.


geral, três merecem destaque: atopia, infec- Um coorte norte-americano com crianças até
ções respiratórias de origem viral e fatores am- os seis anos de idade mostrou um risco de qua-
bientais que determinam sensibilização alér- se dez vezes para o surgimento da asma.20
gica precoce.9,13 No pré-escolar e no lactente, Teoria da higiene: uma criança genetica-
cujo sistema imunológico é imaturo, a reação mente atópica quando exposta nos primeiros
IgE mediada pode não ser identificável, muito meses de vida (período de desenvolvimento
embora se observe alteração na produção de do sistema imunológico) a antígenos de algu-
IgE por desequilíbrio das células T.14 Em con- mas bactérias e de animais de fazenda, pode
trapartida, um estudo brasileiro mostrou que reduzir a probabilidade de manifestar asma
sensibilização a alérgenos alimentares ocorre devido ao desvio na diferenciação de linfóci-
em 14% aos seis meses e 23% aos 12 meses tos T de T helper 2 (TH2) para T helper 1 (TH1),
de vida. 15 que estimulam a produção de IgG4, atuando
Assim, um pré-escolar com asma pode ter contra agentes infecciosos, em detrimento aos
os sintomas desencadeados não por aeroalér- TH2, responsáveis pelo estímulo à produção de
genos, mas por vírus respiratórios.3-5 A relação IgE pelos linfócitos B.21 Embora esta teoria seja
entre infecções virais e desenvolvimento de em muitos aspectos contestada, estudos epi-
asma ainda é pouco conhecida. Todavia, sabe- demiológicos corroboram sua relação causal. 22
-se que estes são os principais desencadean- A exposição intrauterina ao tabagismo pas-
tes de sibilância, especialmente o vírus sinci- sivo determina redução da função pulmonar
cial respiratório (RSV).4 As infecções virais no no recém-nascido e aumenta o risco de desen-
lactente podem ser indutoras de sibilância ou volver infecção respiratória associada a sibilos
protetoras para asma de origem alérgica na que ocorre devido a inflamação. No período
criança maior. Os mecanismos ainda não são pós-natal, os efeitos também decorrem da ir-
completamente conhecidos.16 Com relação ao ritação no trato aéreo. Adicionalmente existe
risco de desenvolver asma pela infecção pre- alteração da produção de citocinas, da função
coce pelo VSR, um coorte sueco demostrou das células mononucleares e da imunidade
predisposição para asma aos sete anos de ida- inata.23
de.17 Por outro lado, outros mostraram falta de Embora o efeito protetor do aleitamento
associação entre este vírus e asma.18,19 Já, o materno exclusivo seja controverso na asma
rinovírus (HRV) parece ter relação mais nítida em escolares24, na sibilância do lactente e do

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pré-escolar tem efeito protetor, como foi evi- Prematuridade e baixo peso ao nascimento:
denciado em estudos de coorte realizados no ambos são fatores de risco para o comprometi-
Brasil25 e em outros países.26-28 mento da função pulmonar33,34, assim como foi
Outros fatores de risco: pelo menos dois evidenciado por estudo nacional que a displa-
medicamentos parecem estar relacionados sia broncopulmonar também reduz a função
com o risco de sibilância e asma neste grupo pulmonar aos sete anos de idade. 35
etário – antibióticos e paracetamol. Coorte Apesar da associação entre sibilância e
sueco com 4921 participantes revelou que o doença de refuxo gastroesofágico (DRGE) ser
consumo de antibiótico no período neonatal reconhecida, o significado exato desta re-
aumentou o risco de sibilância em 2,8 vezes.29 lação e suas implicações clínicas ainda per-
Uma série de estudos, incluindo um coorte e manecem controversos. A DRGE pode causar
uma meta análise de ensaios e estudos ob- doença respiratória por aspiração de conteú-
servacionais demonstrou associação entre o do gástrico, reflexo vagal, aumento da reativi-
consumo de paracetamol e risco de asma em dade brônquica, ou liberação de taquicininas.
crianças e adultos.30,31 Por outro lado, a própria doença respiratória
Sexo: a maioria dos estudos mostra maior pode provocar RGE pelo aumento do gradien-
prevalência de sibilância nos lactentes mascu- te de pressão transdiafragmática, retificação
linos. Atribui-se isto ao menor calibre das vias do diafragma por hiperinsuflação, ou uso de
aéreas nessa idade, maior prevalência de ato- fármacos (metilxantinas, simpaticomiméti-
pia e de hiperresponvidade brônquica.32 cos, antibióticos). 36

Diagnóstico

A presença de sibilância recorrente, tosse guínea ≥ 4%. A presença de um critério maior e/


espasmódica noturna, desconforto respiratório ou dois menores são preditores de asma. No en-
e despertares noturnos são os achados princi- tanto, a sensibilidade e o valor preditivo positivo
pais. Auxiliam no diagnóstico de asma: respos- foram baixos, de 41,6 e 59,1%, respectivamente.
ta a broncodilatador e corticosteroide inalado, Alternativamente, a European Respiratory Society
antecedentes pessoais e familiares de atopia.4 É caracteriza a sibilância recorrente de lactentes e
importante considerar que os pais muitas vezes pré-escolares em: 1. Episódica (viral): quando é
têm conhecimento inadequado sobre sibilância. geralmente desencadeada por infecções virais
Em inquérito realizado em Recife com pais de e a criança não tem tosse ou sibilância entre os
pré-escolares, o risco ajustado de superestima- episódios. 2. De múltiplos desencadeantes: além
ção do sintoma foi de quase duas vezes quando dos resfriados, choro, riso, variação climática,
comparado a questionário escrito com o vídeo- poeira, e outros fatores provocam crises. A sibi-
-questionário.11 lância episódica é predominantemente transitó-
Visando predizer a asma, Castro-Rodrigues et ria e a de múltiplos desencadeantes relacionada
al37 desenvolveram o índice Preditivo de Asma à asma.38 O coorte “Prevention and Incidence of
para o lactente, composto por critérios diagnós- Asthma and Mite Allergy” (PIAMA) foi elaborado
ticos: Critérios maiores: 1. Presença de asma nos para predizer asma na idade escolar antes dos
pais, e 2. Dermatite atópica na criança. Critérios quatro anos de vida. Utiliza oito parârametros clí-
menores: 1. Presença de rinite alérgica, 2. Sibi- nicos de fácil obtenção e tem bom poder discri-
lância na ausência resfriado e 3. Eosinofilia san- minatório (Tabela I).39

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Exames complementares:

Embora sejam necessários na SRLP, muitas ve- norte-americanas e europeia de gastroenterologia,


zes não determinam o diagnóstico etiológico. Tes- hepatologia e nutrição pediátricas desenvolveram
tes alérgicos: como o sistema imunológico é imatu- uma diretriz de RGE em pediatria especificamente
ro nessas crianças 40, a dosagem de IgE específica ou para a asma, embora pareça racional extrapolar para
os testes cutâneos para aeroalérgenos são menos a SRLP. Se há queixas de pirose ou regurgitação, in-
acurados em lactentes e pré-escolares, embora se- dica-se o teste terapêutico com inibidor de bomba
jam indicados.4 A radiografia de tórax tem utilidade de prótons (IBP). Se a criança é pequena para relatar
na detecção de malformações, infecções e outras os sintomas, ou tem sintomas de início noturno e
doenças menos comuns. Os testes de função pul- outras causas de sibilância foram afastadas, reco-
monar classificam-se: 1. Exames que não exigem menda-se realizar pHmetria.49
cooperação ativa, como a técnica de diluição de Exames complementares invasivos, como a
hélio e a medida da resistência das vias aéreas por tomografia computorizada de tórax de alta reso-
técnica do interruptor são disponíveis via de regra, lução, broncoscopia com lavado broncoalveolar e
para fins de pesquisa.41,42 2. Testes convencionais biópsia pulmonar podem ser úteis nos casos onde
são também possíveis de realizar em pré-escolares a avaliação inicial é inconclusiva e/ ou as manifes-
com algumas modificações de técnica.43-45 A fração tações de doença são graves.50
exalada do óxido nítrico (FENO) é um método não A diretriz recente da Sociedade Torácica Nor-
invasivo que determina inflamação eosinofílica te Americana recomenda, embora respaldada em
específica da asma, em crianças maiores e adultos. evidências de muito baixa qualidade, que lacten-
Todavia, seu uso em lactentes e pré-escolares ain- tes com sibilância persistente que não melhoram
da não está bem definido. Dois estudos com pré- com broncodilatadores, corticoides inalados ou
-escolares de países nórdicos revelaram resultados sistêmicos, devam ser submetidos à broncoscopia
discordantes de acurácia.46,47 Contudo, um estudo flexível com lavado broncoalveolar, espirometria
com 422 crianças de três a cinco anos de creches do com compressão torácica, monitorização de 24h
Recife, o FENO demonstrou ter bom poder discrimi- do pH esofágico e estudo vídeo-fluoroscópico da
nante entre não sibilantes, sibilantes não recorren- deglutição. Crianças sem eczema devem fazer tes-
tes e sibilantes recorrentes.48 Avaliação de doença te terapêutico empírico de supressao de alimentos
de refluxo gastroesofágico (DRGE): as sociedades se a IgE for positiva para alérgenos alimentares.51

Tabela I. Escore de risco de predição de asma em pré-escolares do estudo PIAMA.39


Variável Escore
Sexo masculino 2
Asma em um ou ambos os pais 1
Prematuridade 1
Sibilância 1 a 3 episódios/ ano 4
Sibilância 4 ou mais episódios/ ano 7
Eczema 6
Escore total Risco de asma
0-7 <5%
8-15 6-22%
16-23 25-60%

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Diagnóstico diferencial
cricofaríngea), bronquiolite obliterante, fi-
Visto que a SRLP tem natureza multicausal, brose cística, displasia broncopulmonar, tu-
a investigação sistemática das etiologias prová-
berculose.
veis é indicada na grande parte dos casos, guia-
• Causas raras: aspiração de corpo estranho,
da pela anamnese e exame físico. Abaixo estão
síndrome eosinofílica pulmonar, insuficiên-
algumas causas de SRLP conforme a frequência:
cia cardíaca, anel vascular, fístula traqueo-
• Causas frequentes: bronquiolite viral aguda
esofágica, traqueomalácia, cisto bronco-
e asma.
gênico, enfisema lobar congênito, tumores
• Causas pouco frequentes: DRGE, outras
mediastinais, discinesia ciliar, imunodefici-
síndromes aspirativas (ex: incoordenação
ências, micoses pulmonares.

Tratamento

Considerando a multicausalidade da SRLP, o dinamarqueses sibilantes recorrentes, com-


tratamento deve ser específico. Todavia, quan- parando azitromicina e placebo durante cada
do não se consegue um diagnóstico etiológico, episódio agudo, demonstrou que o fármaco en-
o tratamento deve ser fundamentado do mes- curtou os episódios em 63,3% (IC95%: 56,0-
mo modo que na asma. Sibilantes intermitentes 69,3; p<0·0001), sendo a resposta mais intensa
deverão utilizar beta agonistas pela via inala- quando o tratamento foi iniciado nos primeiros
tória apenas nas crises. Pré-escolares sibilantes cinco dias. Não houve diferença na frequência
persistentes deverão receber beta agonistas de efeitos colaterais entre os groups (p=0,30). 57
nas crises e antagonista de leucotrieno ou corti- Embora exija confirmação com outros estudos, o
costeroide inalatório de forma contínua.52 Meta ensaio aponta para a eficácia potencial da azitro-
análise de ensaios randomizados comparando micina na SRLP.
corticosteroide inalado com placebo incluindo No que concerne à terapia inalatória neste
3592 lactentes e pré-escolares mostrou redu- grupo etário, algumas recomendações devem
ção de 32 x 18% dos episódios agudos.53 No ser seguidas: 3,4
que concerne aos efeitos adversos, uma revisão • Beta-2 agonistas de ação curta e corti-
sistemática mostra que estes fármacos em lac- costeroides inalados devem ser utilizados prefe-
tentes e pré-escolares são tão seguros quanto rentemente sob a forma de inaladores dosime-
em crianças maiores, adolescentes e adultos.54 trados, com espaçadores valvulados. Inaladores
Há contudo que se ter parcimônia com os cor- de pó não podem ser utilizados em crianças des-
ticosteroides inalados neste grupo etário. Um te grupo etário.
coorte até a idade adulta com cerca de 1000 • Menores de quatro anos devem utilizar,
participantes demonstrou que a budesonida tanto nos espaçadores quanto nos nebulizado-
inalada determinou prejuízo na estatura final e res, máscara acoplada ao dispositivo. Crianças
que estava relacionado à precocidade de início maiores devem utilizar preferentemente adap-
e com a dose utilizada. 55 tador bucal (boquilha).
Revisão recente sobre a eficácia dos anta- • Os agentes beta agonistas de longa ação
gonistas de leucotrienos no pré-escolar como não são recomendados a menores de quatro
monoterapia de longo prazo demonstrou que anos. Havendo necessidade de um fármaco pou-
este tipo de fármaco também pode ser utiliza- pador de corticosteroide neste grupo, recomen-
do na SRLP. 56 da-se os antagonistas de leucotrienos, cujo úni-
Ensaio randomizado com 151 pré-escolares co disponível no Brasil é o montelucaste.

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Sibilância Recorrente do Lactente e Pré-escolar

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Diretoria
Triênio 2016/2018

PRESIDENTE: COORDENAÇÃO DO CEXTEP: EDITOR REVISTA RESIDÊNCIA PEDIÁTRICA


Luciana Rodrigues Silva (BA) Hélcio Villaça Simões (RJ) Clémax Couto Sant’Anna (RJ)
1º VICE-PRESIDENTE: COORDENAÇÃO DE ÁREA DE ATUAÇÃO EDITOR ADJUNTO REVISTA RESIDÊNCIA PEDIÁTRICA
Clóvis Francisco Constantino (SP) Mauro Batista de Morais (SP) Marilene Augusta Rocha Crispino Santos (RJ)
2º VICE-PRESIDENTE: COORDENAÇÃO DE CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL CONSELHO EDITORIAL EXECUTIVO
Edson Ferreira Liberal (RJ) José Hugo de Lins Pessoa (SP) Gil Simões Batista (RJ)
SECRETÁRIO GERAL: DIRETORIA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS Sidnei Ferreira (RJ)
Sidnei Ferreira (RJ) Nelson Augusto Rosário Filho (PR) Isabel Rey Madeira (RJ)
1º SECRETÁRIO: REPRESENTANTE NO GPEC (Global Pediatric Education Sandra Mara Amaral (RJ)
Cláudio Hoineff (RJ) Consortium) Bianca Carareto Alves Verardino (RJ)
2º SECRETÁRIO: Ricardo do Rego Barros (RJ) Maria de Fátima B. Pombo March (RJ)
Paulo de Jesus Hartmann Nader (RS) REPRESENTANTE NA ACADEMIA AMERICANA DE PEDIATRIA (AAP) Sílvio Rocha Carvalho (RJ)
3º SECRETÁRIO: Sérgio Augusto Cabral (RJ) Rafaela Baroni Aurilio (RJ)
Virgínia Resende Silva Weffort (MG) REPRESENTANTE NA AMÉRICA LATINA COORDENAÇÃO DO PRONAP
DIRETORIA FINANCEIRA: Francisco José Penna (MG) Carlos Alberto Nogueira-de-Almeida (SP)
Maria Tereza Fonseca da Costa (RJ) Fernanda Luísa Ceragioli Oliveira (SP)
DIRETORIA DE DEFESA PROFISSIONAL, BENEFÍCIOS E PREVIDÊNCIA
2ª DIRETORIA FINANCEIRA: Marun David Cury (SP) COORDENAÇÃO DO TRATADO DE PEDIATRIA
Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP) Luciana Rodrigues Silva (BA)
DIRETORIA-ADJUNTA DE DEFESA PROFISSIONAL
3ª DIRETORIA FINANCEIRA: Sidnei Ferreira (RJ) Fábio Ancona Lopez (SP)
Fátima Maria Lindoso da Silva Lima (GO) Cláudio Barsanti (SP) DIRETORIA DE ENSINO E PESQUISA
DIRETORIA DE INTEGRAÇÃO REGIONAL: Paulo Tadeu Falanghe (SP) Joel Alves Lamounier (MG)
Fernando Antônio Castro Barreiro (BA) Cláudio Orestes Britto Filho (PB) COORDENAÇÃO DE PESQUISA
Membros: Mário Roberto Hirschheimer (SP) Cláudio Leone (SP)
Hans Walter Ferreira Greve (BA) João Cândido de Souza Borges (CE) COORDENAÇÃO DE PESQUISA-ADJUNTA
Eveline Campos Monteiro de Castro (CE) COORDENAÇÃO VIGILASUS Gisélia Alves Pontes da Silva (PE)
Alberto Jorge Félix Costa (MS) Anamaria Cavalcante e Silva (CE)
Analíria Moraes Pimentel (PE) COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
Fábio Elíseo Fernandes Álvares Leite (SP) Rosana Fiorini Puccini (SP)
Corina Maria Nina Viana Batista (AM) Jussara Melo de Cerqueira Maia (RN)
Adelma Alves de Figueiredo (RR) Edson Ferreira Liberal (RJ) COORDENAÇÃO ADJUNTA DE GRADUAÇÃO
Célia Maria Stolze Silvany ((BA) Rosana Alves (ES)
COORDENADORES REGIONAIS: Suzy Santana Cavalcante (BA)
Norte: Kátia Galeão Brandt (PE)
Elizete Aparecida Lomazi (SP) Angélica Maria Bicudo-Zeferino (SP)
Bruno Acatauassu Paes Barreto (PA)
Maria Albertina Santiago Rego (MG) Silvia Wanick Sarinho (PE)
Nordeste:
Anamaria Cavalcante e Silva (CE) Isabel Rey Madeira (RJ) COORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO
Jocileide Sales Campos (CE) Victor Horácio da Costa Junior (PR)
Sudeste: Eduardo Jorge da Fonseca Lima (PE)
Luciano Amedée Péret Filho (MG) COORDENAÇÃO DE SAÚDE SUPLEMENTAR
Maria Nazareth Ramos Silva (RJ) Fátima Maria Lindoso da Silva Lima (GO)
Sul: Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP)
Darci Vieira Silva Bonetto (PR) Corina Maria Nina Viana Batista (AM)
Álvaro Machado Neto (AL) Jefferson Pedro Piva (RS)
Centro-oeste: Joana Angélica Paiva Maciel (CE) COORDENAÇÃO DE RESIDÊNCIA E ESTÁGIOS EM PEDIATRIA
Regina Maria Santos Marques (GO) Cecim El Achkar (SC) Paulo de Jesus Hartmann Nader (RS)
ASSESSORES DA PRESIDÊNCIA: Maria Helena Simões Freitas e Silva (MA) Ana Cristina Ribeiro Zöllner (SP)
Assessoria para Assuntos Parlamentares: COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE GESTÃO DE CONSULTÓRIO Victor Horácio da Costa Junior (PR)
Marun David Cury (SP) Normeide Pedreira dos Santos (BA) Clóvis Francisco Constantino (SP)
DIRETORIA DOS DEPARTAMENTOS CIENTÍFICOS E COORDENAÇÃO Silvio da Rocha Carvalho (RJ)
Assessoria de Relações Institucionais:
Clóvis Francisco Constantino (SP) DE DOCUMENTOS CIENTÍFICOS Tânia Denise Resener (RS)
Dirceu Solé (SP) Delia Maria de Moura Lima Herrmann (AL)
Assessoria de Políticas Públicas: Helita Regina F. Cardoso de Azevedo (BA)
Mário Roberto Hirschheimer (SP) DIRETORIA-ADJUNTA DOS DEPARTAMENTOS CIENTÍFICOS
Lícia Maria Oliveira Moreira (BA) Jefferson Pedro Piva (RS)
Rubens Feferbaum (SP) Sérgio Luís Amantéa (RS)
Maria Albertina Santiago Rego (MG) DIRETORIA DE CURSOS, EVENTOS E PROMOÇÕES Gil Simões Batista (RJ)
Sérgio Tadeu Martins Marba (SP) Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck (SP) Susana Maciel Wuillaume (RJ)
Assessoria de Políticas Públicas – Crianças e COORDENAÇÃO DE CONGRESSOS E SIMPÓSIOS Aurimery Gomes Chermont (PA)
Adolescentes com Deficiência: Ricardo Queiroz Gurgel (SE)
Alda Elizabeth Boehler Iglesias Azevedo (MT) COORDENAÇÃO DE DOUTRINA PEDIÁTRICA
Paulo César Guimarães (RJ) Luciana Rodrigues Silva (BA)
Eduardo Jorge Custódio da Silva (RJ) Cléa Rodrigues Leone (SP)
Hélcio Maranhão (RN)
Assessoria de Acompanhamento da Licença COORDENAÇÃO GERAL DOS PROGRAMAS DE ATUALIZAÇÃO
Maternidade e Paternidade: COORDENAÇÃO DAS LIGAS DOS ESTUDANTES
Ricardo Queiroz Gurgel (SE)
João Coriolano Rego Barros (SP) Edson Ferreira Liberal (RJ)
COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE REANIMAÇÃO NEONATAL: Luciano Abreu de Miranda Pinto (RJ)
Alexandre Lopes Miralha (AM) Maria Fernanda Branco de Almeida (SP)
Ana Luiza Velloso da Paz Matos (BA) Ruth Guinsburg (SP) COORDENAÇÃO DE INTERCÂMBIO EM RESIDÊNCIA NACIONAL
Assessoria para Campanhas: Susana Maciel Wuillaume (RJ)
Conceição Aparecida de Mattos Segre (SP) COORDENAÇÃO PALS – REANIMAÇÃO PEDIÁTRICA
Alexandre Rodrigues Ferreira (MG) COORDENAÇÃO DE INTERCÂMBIO EM RESIDÊNCIA INTERNACIONAL
GRUPOS DE TRABALHO: Kátia Laureano dos Santos (PB) Herberto José Chong Neto (PR)
Drogas e Violência na Adolescência: DIRETOR DE PATRIMÔNIO
Evelyn Eisenstein (RJ) COORDENAÇÃO BLS – SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Valéria Maria Bezerra Silva (PE) Cláudio Barsanti (SP)
Doenças Raras: COMISSÃO DE SINDICÂNCIA
Magda Maria Sales Carneiro Sampaio (SP) COORDENAÇÃO DO CURSO DE APRIMORAMENTO EM NUTROLOGIA
PEDIÁTRICA (CANP) Gilberto Pascolat (PR)
Educação Física: Virgínia Resende S. Weffort (MG) Aníbal Augusto Gaudêncio de Melo (PE)
Coordenador: Ricardo do Rego Barros (RJ) Isabel Rey Madeira (RJ)
Luciana Rodrigues Silva (BA) CONVERSANDO COM O PEDIATRA
Victor Horácio da Costa Júnior (PR) Joaquim João Caetano Menezes (SP)
Patricia Guedes de Souza (BA) Valmin Ramos da Silva (ES)
Alex Pinheiro Gordia (BA) PORTAL SBP Paulo Tadeu Falanghe (SP)
Maria Teresa Quadros (BA) Flávio Diniz Capanema (MG) Tânia Denise Resener (RS)
Metodologia Científica: COORDENAÇÃO DO CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA João Coriolano Rego Barros (SP)
Gisélia Alves Pontes da Silva (PE) José Maria Lopes (RJ) Maria Sidneuma de Melo Ventura (CE)
Cláudio Leone (SP) PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO CONTINUADA À DISTÂNCIA Marisa Lopes Miranda (SP)
Pediatria e Humanidade: Altacílio Aparecido Nunes (SP) CONSELHO FISCAL
Álvaro Jorge Madeiro Leite (CE) João Joaquim Freitas do Amaral (CE) Titulares:
Luciana Rodrigues Silva (BA) DOCUMENTOS CIENTÍFICOS Núbia Mendonça (SE)
Christian Muller (DF) Luciana Rodrigues Silva (BA) Nélson Grisard (SC)
João de Melo Régis Filho (PE) Dirceu Solé (SP) Antônio Márcio Junqueira Lisboa (DF)
Transplante em Pediatria: Emanuel Sávio Cavalcanti Sarinho (PE) Suplentes:
Themis Reverbel da Silveira (RS) Joel Alves Lamounier (MG) Adelma Alves de Figueiredo (RR)
Irene Kazue Miura (SP) DIRETORIA DE PUBLICAÇÕES João de Melo Régis Filho (PE)
Carmen Lúcia Bonnet (PR) Fábio Ancona Lopez (SP) Darci Vieira da Silva Bonetto (PR)
Adriana Seber (SP)
Paulo Cesar Koch Nogueira (SP) EDITORES DA REVISTA SBP CIÊNCIA ACADEMIA BRASILEIRA DE PEDIATRIA
Fabiana Carlese (SP) Joel Alves Lamounier (SP) Presidente:
Altacílio Aparecido Nunes (SP) José Martins Filho (SP)
DIRETORIA E COORDENAÇÕES: Paulo Cesar Pinho Pinheiro (MG) Vice-presidente:
DIRETORIA DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO Flávio Diniz Capanema (MG) Álvaro de Lima Machado (ES)
PROFISSIONAL EDITOR DO JORNAL DE PEDIATRIA Secretário Geral:
Maria Marluce dos Santos Vilela (SP) Renato Procianoy (RS) Reinaldo de Menezes Martins (RJ)