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ESCOLA MUN.ENS.FND.

JOAQUIM CAETANO CORRÊA - JCC


Diretora: Elna Maria Leite Gaspar Vice-diretor: Waldoci Maia

Técnica Educacional: Joelma I. Gois Professor: Silas Rodrigues Reis


Escreva seu nome nos quadrinhos abaixo com letras maiúsculas.

DATA DA PROVA: TURNO: Valor da ACERTOS: 9º ANO:


MANHÃ: avaliação: ERROS:
Joaquim Caetano Correa ____/ 12 /2018 A B C
TARDE: 100 pts NOTA:

CARTÃO-RESPOSTA
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Análise, interpretação e compreensão do Romance “Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis
Questões propostas:
Questão 1 - O romance Memórias póstumas de Brás Cubas publicou-se num momento significativo da
literatura brasileira, tanto para a carreira de Machado de Assis, como para o desenvolvimento da prosa no
Brasil. Tornou-se um divisor entre
a) a prosa romântica e a realista-naturalista. b) o romantismo e o cientificismo literário.
c) os remanescentes clássicos e a necessidade de modernização. d) o espírito conservador e o espírito revolucionário.

Questão 2 - Sobre o romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que
a) marca o início do Romantismo na literatura brasileira.
b) o nascimento do filho do protagonista com Virgília redime a tristeza de Brás Cubas.
c) o contato de Brás Cubas com a filosofia do Humanismo é-lhe facultado pelo amigo Quincas Borba.
d) Marcela era realmente apaixonada por Brás Cubas.

Questão 3 - Considerando-se o narrador de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é


INCORRETO afirmar que ele
a) aborda, de forma humorística, os temas trágicos da morte e da loucura.
b) apresenta, por intermédio de Quincas Borba, o sistema filosófico denominado Humanitismo.
c) convoca frequentemente o leitor a envolver-se na narrativa.
d) relata suas memórias, tendo como ponto de partida fatos decisivos de sua infância.

Questão 4 -Todas as alternativas sobre o narrador de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis,
estão corretas, EXCETO
a) Analisa o ser humano, focalizando o seu lado negativo, seus defeitos morais.
b) Conta a história de forma regular e fluente, preocupando-se com a compreensão do leitor.
c) Informa que a causa de sua morte foi uma ideia fixa, a obsessão com o emplastro Brás Cubas.
d) Não hesita em apontar seus próprios erros e imperfeições, pois está a salvo dos juízos alheios.

Leia esse fragmento do livro “Memórias póstumas de Brás Cubas”:


“Gastei trinta dias para ir do Rocio Grande ao coração de Marcela...”
“Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos.”
As duas citações anteriores integram o romance Memórias póstumas de Brás Cubas, escrito por Machado de Assis.
Questão 5 -Delas pode inferir-se que
a) em ambas há igual manifestação da relação temporal e espacial.
b) apenas em uma há referência espacial geográfica e sentimental.
c) nenhuma apresenta discrepância semântica entre as relações espaciais.
d) ambas operam com a relação de tempo e de espaço.

Questão 6 - Observe e responda V (verdadeiro) ou F (falso).


“Começo a arrepender-me desse livro. Não que ele me canse; eu não tenho que fazer; e, realmente, expedir
alguns magros capítulos para esse mundo sempre é tarefa que distrai um pouco da eternidade.” ASSIS, Machado
de. Memórias póstumas de Brás Cubas.
( ) Este fragmento é de um romance pretensamente biográfico, escrito por um “defunto-autor”.
( ) A ironia, o pessimismo e o desmascaramento das ilusões estão presentes no livro.
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( ) “Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”. Frase de fim do romance, encerra o
desencanto do autor diante da vida.
( ) Memórias póstumas de Brás Cubas é seu primeiro romance, tendo sido escrito na fase romântica.
( ) O texto revela uma forma trabalhada, limpa e perfeita. Em sua obra, o rigor formal não exclui a clareza.
Marque abaixo a alternativa que responde corretamente as afirmações acima:
a. V - V - F - F – F b. F - F - V - F – V c. V - V - V - F – V d. V - F - F - F - F

Leia:
Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o
meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a
adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a
campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua
morte, não a pôs no introito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco. (Machado de Assis, in Memórias Póstumas de Brás Cubas)

Questão 7 - Pode-se afirmar, com base nas ideias do autor-personagem, que se trata
a) de um texto jornalístico. b) de um texto religioso.
c) de um texto científico. d) de um texto autobiográfico.

Questão 8 - Para o autor-personagem, é menos comum


a) começar um livro por seu nascimento. b) não começar um livro por seu nascimento, nem por sua morte.
c) começar um livro por sua morte. d) não começar um livro por sua morte.

Questão 9 - Deduz-se do texto que o autor-personagem


a) está morrendo. b) já morreu.
c) não quer morrer. d) não vai morrer.

Questão 10 - A semelhança entre o autor e Moisés é que ambos:


a) escreveram livros. b) se preocupam com a vida e a morte.
c) não foram compreendidos. d) falam sobre suas mortes.

Questão 11 - A diferença capital entre o autor e Moisés é que


a) o autor fala da morte; Moisés, da vida. b) o livro do autor é de memórias; o de Moisés, religioso.
c) o autor começa pelo nascimento; Moisés, pela morte. d) Moisés começa pelo nascimento; o autor, pela morte.

Questão 12 - Deduz-se pelo texto que o Pentateuco


a) não fala da morte de Moisés. b) foi lido pelo autor do texto.
c) foi escrito por Moisés. d) só fala da vida de Moisés.

Questão 13 - Autor defunto está para campa, assim como defunto autor para
a) introito. b) princípio.
c) cabo. d) berço.

Questão 14 - Dizendo-se um defunto autor, o autor destaca seu (sua)


a) conformismo diante da morte. b) tristeza por se sentir morto.
c) resistência diante dos obstáculos trazidos pela nova situação. d) atividade apesar de estar morto.

Questão 15 - Brás Cubas tinha muitos objetivos na vida. Um deles era tornar-se político, cargo que
alcançou no Rio de Janeiro, elegendo-se
a) presidente da república. b) vereador no rio de Janeiro.
c) ministro na região Norte. d) deputado no Rio de Janeiro.

Questão 16 - Quincas Borba, personagem criado por Machado de Assis, era autor de Humanitas, filosofia única, eterna,
comum, indivisível e indestrutível, que pregava a eterna luta do homem pela sobrevivência, ressaltando o predomínio dos
mais espertos. Existe uma máxima sobre a qual ele resume suas explanações sobre essa filosofia. Assinale-a.
a) Devagar se vai ao longe. b) Ao vencedor, as batatas.
c) Quem tudo quer tudo perde. d) O essencial é invisível para os olhos.
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Leia esse trecho do livro:
Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu
nascimento ou a minha morte. Suposto que o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a
adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a
campa foi outro berço; o segundo é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Memórias póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis

Questão 17 - Essa é a abertura do famoso romance de Machado de Assis. Dentro desse contexto, já dá para
se ver o tipo de narrativa que será explorada. Assinale a alternativa correta a esse respeito.
a) A narrativa decorre de forma cronologicamente correta, de acordo com a passagem do tempo: infância, juventude,
maturidade e velhice.
b) A linearidade das ações apresenta cenas de suspense, dado o comportamento inusitado dos personagens.
c) Não há como prever o final da narrativa, já que seu enredo é, propositadamente, complicado.
d) A ação terá, como cenário, os diversos centros cosmopolitas do mundo.
e) O autor usa o recurso do flashback devido a sua intenção de iniciar o romance pelo “fim”.

Questão 18 - Sobre o romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que
a) marca o início do Romantismo na literatura brasileira.
b) o nascimento do filho do protagonista com Virgília redime a tristeza de Brás Cubas.
c) o contato de Brás Cubas com a filosofia do Humanismo é-lhe facultado pelo amigo Quincas Borba.
d) Marcela era realmente apaixonada por Brás Cubas.
e) as personagens femininas do romance têm a ingenuidade das heroínas românticas.

Questão 19 - Considerando-se o narrador de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é INCORRETO afirmar
que ele:
a) aborda, de forma humorística, os temas trágicos da morte e da loucura.
b) apresenta, por intermédio de Quincas Borba, o sistema filosófico denominado Humanitismo.
c) convoca frequentemente o leitor a envolver-se na narrativa.
d) relata suas memórias, tendo como ponto de partida fatos decisivos de sua infância.

Questão 20 - Todas as alternativas sobre o narrador de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, estão corretas,
EXCETO:
a) Analisa o ser humano, focalizando o seu lado negativo, seus defeitos morais.
b) Conta a história de forma regular e fluente, preocupando-se com a compreensão do leitor.
c) Informa que a causa de sua morte foi uma ideia fixa, a obsessão com o emplastro Brás Cubas.
d) Não hesita em apontar seus próprios erros e imperfeições, pois está a salvo dos juízos alheios.
e) Não vê com bons olhos a figura do crítico, chegando mesmo a ridicularizá-lo.

O Romance “Memórias póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis foi publicado em que ano e conta a
história de
A. foi publicado em 1882 e conta a história de Bráz Cubas, filho abastado da elite brasileira do século XIX, começando a narrativa
por sua morte, descrevendo a cena do enterro, dos delírios antes de morrer, até retornar a sua infância, interrompida apenas por
digressões irônicas do narrador.
B. foi publicado em 1886 e conta a história de Bráz Cubas, filho abastado da elite brasileira do século XIX, começando a narrativa
por sua morte, descrevendo a cena do enterro, dos delírios antes de morrer, até retornar a sua infância, interrompida apenas por
digressões irônicas do narrador.
C. foi publicado em 1991 e conta a história de Bráz Cubas, filho abastado da elite brasileira do século XIX, começando a narrativa
por sua morte, descrevendo a cena do enterro, dos delírios antes de morrer, até retornar a sua infância, interrompida apenas por
digressões irônicas do narrador.
D. foi publicado em 1881 e conta a história de Bráz Cubas, filho abastado da elite brasileira do século XIX, começando a narrativa
por sua morte, descrevendo a cena do enterro, dos delírios antes de morrer, até retornar a sua infância, interrompida apenas por
digressões irônicas do narrador.
Reflita sobre a frase:
“Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria”. Frase de
fim do romance, encerra o desencanto do autor diante da vida. Machado de Assis

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