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Traduçâo de
DU N CA N A LEXAN D ER REILY

à
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Todos osdireitosreservados
Copyright(()daIM PREN SA M ETOD ISTA

Wesley,John
Romanos:notasexplicativas/lohnWesleyitraduçioDuncanAlexander
Reily - Sâo Paulo:Cedro 2000
112 p.
Tftulo original:Rom ans
ISBN 85-87680-06-4
1.Biblia .
-N .T.- Rom anos- Crftica einterpretaçâo 1.Tftulo
CDD 227.106
!
Consultoria Editorial
lsraelBelo de Azevedo
Revisâo I
UtahyCaetanodosSantosFilho

/
Produzidopela ' v 'P'.A ,
P f
'
blicença dalmprensa M etodista ''

Coordenaçâo Editorial
AdipeM iguelJfmior
Assistente Editorial
JtîliaTorres
D iagram açâo
W ildevelasquesKern
SoniaM ariaAlencar
Revisâo
JoycePlaça
HidefdeBrito Torres
Capa(m anuscrito deW esley)
ArthurEstevesBalestero

Pedidospara ' 'wt.PV X


Rua França Pinto,221- Vila M ariana- 04016-031- Sâo Paulo - SP
Telefax:(11)539-6951/539-5208-Site:www.editoracedro.com .
br
P resen ta ça
-o
L im possfveldescreveraalegria queéternasm âosatra-
'
1 duçâo dasNotasExplicativasdo Novo Testamento (Rom anos)
de Joâo W esley.Em prim eiro lugar,pela importância que esta
obra tem para o M etodism o no Brasil.As N otas se constituem
em parte das fontes que definem os alicerces doutrinârios do
m etodism o e,som ente agora,pelo esforço do prof.Reily,é que
aparecem em português.Em segundolugar,porverodesejode
inftm eros m etodistas- inclusive eu - de ter em m âos esta peça
im portante de nossa histöria e doutrina.Eu m e recordo deque,
jânadécadade80,quandoingresseinaFaculdadedeTeologiaz
um a pergunta que eu constantem ente fazia ao m eu professor
deH istöria do M etodism o - o querido prof.Reily - era arespei-
to da traduçào dessas notas para o português,e essa n;o era
um apergunta solitâria.Em todososcantosdo pafsse ouviaesse
clam or.Em terceiro lugar,éum aalegria apresentarum livro de
alguém que desde 1948 dâ um a contribuiçâo efetiva ao
M etodism o no Brasil,com o m issionârio e professor.Por esses
m otivos,apresentaresta traduçâo é um a alegria e um a honra.
A o leras N otasExplicativasdo N ovo Testam ento encon-
tram os,m aisque um texto bâsico denossa doutrina,um princf-
pio wesleyano:o decolocaraBfblianasmâosdo povo eajudâ-
lo acom preendê-la.N essa possibilidade de com preendero tex-
to bfblico pôde repousaro sucesso do M etodism o nascente da
lnglaterrano perfodo de W esley.O spfegadores leigos,além da
vastabibliografiapreparadaporW esley,contavam com apossi-
bilidade de com preensâo do texto bfblico para usâ-lo nas m ais
diversas atividadesm issionârias.
W esley nào pretendeu fazerum anova traduçâo do texto bf-
blico.Sua intençâo era,basicam ente,oferecer pistas para a inter-
pretaçâo.Porém ,para osesttldiosos,ainterferênciade W esley nas
traduçöesde sua época m ostra que ele nâo se ateve a um a tradu-
çâo correntedo texto,m asconfrontou-acom osrecursosexegéticos
de que dispunha e retrabalhou o texto à luz dos resultados.
Esse retrabalharo texto bfblico se constihzfa em um dos grandes
r

obstâculos da traduçâo desta obra para o português.O trabalho


nâo poderia resum ir-sesom ente à traduçâo dasnotas.Serianeces-
sârio revisara traduçào do texto biblico apresentada porW esley e
destacarosm om entosem queele,fugindo daversâo corrente,apre-
sentavaum atraduçâo m aiscoerente com o trabalho exegético.Por
isso,o prof.Reily seria o ùnico habilitado,no Brasil,a fazeresse
trabalho.
D iante disso,este livro se constituiem um a m ina de ouro
para ospesquisadoresdaBfbliae do M etodism o.Aindaque,para
ospesquisadores da Bfblia - diante do nùm ero m uito grande de
descobertasde textose deinform açöessobreo m undobfblico nos
flltim osanos- asnotaspossam serconsideradas''ultrapassadas''#
o texto de W esley representa um perfodo da histöria da interpre-
taçâoedo desenvolvim ento do m étodohistörico-crftico.Um exem -
p1o dissopoderâservistonasnotasaoevangelho deM arcos(que
esperopossasairem breve)nasquaisWesleydiantedadificulda-
de literâria deM c 1.2-3- o evangelho atribuia lsafasum a citaçâo
de M alaquias- resolve esse problem a optando porum avariante
que o corrige.
Para os pesquisadoresdo M etodism o,ao iniciar a traduçào
dasN otasporRom anos,o prof.Reily escolheu um livro quem arca
profundam enteasrafzesdo M etodismoedavidadopröprioJoâo
W esley.N âo podem osesquecerque aexperiênciado ''coraçâo aque-
cido''de W esley se deu ao ouviraleihzra do com entârio de Lutero
aosRom anos.
Portudo isso,creio que nào hâ nada m aisoportuno do que
agradecerao prof.Reily pelo esforço na traduçâo destetexto.Ele,
quejâm arcou o metodismobrasileiro atravésdaform açào delei-
k gos e leigas,pastores e pastoras,por m ais de m eio século,e por
m eio de suaspublicaçöes,m arca estem omento histörico colocan-
do em nossasm âoseste texto tâo precioso.
7
Paulo Roberto G arcia
Professorde N ovo Testam ento da Faculdade
deTeologiadalgrejaMetodista/M arço de2000
1
IN TRO D U CA O

M uitos dos livros do N ovo Testam ento foram escritos na


form a deepfstolas.Sào epfstolasnâo apenas asde Paulo,Tiago,
PedroeJudas,m astambém osdoistratadosdeLucasetodosos
escritosdeJoâo.Além disso,tem osseteepfstolasnoN ovoTes-
E tamento queopröprioSenhorJesusenviou pelam âodeJoâo às
'
seteigrejas(daésial;naverdade,oApocalipseinteironâopas-
sa de um a de suasepfstolas.
!
, A utoria,data e local
N o que concerne às epfstolas de Paulo,devem os ter pre-
sente queeleescrevedeumamaneiraàquelasigrejasqueele
pröprio plantou,e de outra àquelas que nâo haviam visto,na
carne,o seu rosto.N ascartas às prim eiras,hâ um a fam iliarida-
de,queram orosa,quersevera,à m edida que o com portam ento
delasse adaptasseou nào àsexigênciasdo evangelho.Astilti-
m ascom unidades,e1e propöe o evangelho puro,sem qualquer
m istura,de m aneira m ais gerale abstrata.
Quanto ao ano em queeleescreveu asepfstolas,éprovâ-
ve1que as tenha escrito por volta do ano de Cristol,de acordo
com o câlculo com um :
48 - De Corinto,aEpfstola aosTessalonicenses.
49 - Da Frfgia,aos Gâlatas.
52- Deéfeso,a Primeira aosCorfntios.
De Trôade,a Prim eira a Tim öteo.

1 Isto é,d.C.
Nota do tradutor
A palavra 'Sëo'',que antecede o nome dos apöstol
os,foielim inada.Seu uso
era m uito comum no tempo de W esley,mas atualmente é raro.

R oM Apcos 7
52 - D a M acedônia,a SegundaaosCorfntiose a Epfstola
a Tito.
D e Corinto,aos Rom anos.
57 - D e Rom a,aos Filipenses,a Filem om ,aos Efésios e
aosColossenses.
58 - D a ltâlia,aosH ebreus.
66 - De Rom a,a Segunda a Tim öteo.
Quanto àsepfstolasgerais,parece queTiagoescreveu um
pouco antes da sua m orte,que ocorreu em 63 d.C.;Pedro,que
sofreu o m artfrio no ano de 67,tam bém escreveu sua segunda
epfstola um pouco antes da sua m orte e nào m uito depois da
prim eira.Judasescreveu depoisdele,quandoo m istério da ini-
qùidadezavançava rapidam ente.Com um ente se crê que Joâo
telahaescrito todasassuasepfstolasum pouco antesda sua par-
tida.O A pocalipse,e1e o escreveu em 96 d.C.
Podem osdeduzir(pelaapresentaçàodeFebe,um asen,ada
igrejadeCencréia,portodeCorinto,aosRomanos3epelamençào
dassaudaçöesdeGaioedeErasto4)quePauloescreveu estaepfs-
tola de Corinto.Aspessoaspara quem eleendereçou a carta pare-
cem tersidonamaioriaestrmngeiras,tantojudeusquantogentios,
cujomeiodevidaoshaviaatrafdodeoutrasprovfncias,oquese
torna evidente pelo fato de que e1e escreveu aepfstola em grego e
pelassuassaudaçöesadiversosdosseusantigosconhecidos.
Seu principalpropösito aquié m ostrarque:
1.Nem gentios,pelaleidanatureza,enem judeus,pela1eide
M oisés,podiam obterajustificaçâofrenteaDeuseque,por-
tanto,era-lhes necessârio buscâ-la por m eio da livre m iseri-
cördia de D eus,pela fé;
! 2.Deus tem um direito absoluto de m ostrar m isericördia,sob
quaisquerterm osque lhe agradem ,e derecusâ-la àquelesque
nào querem aceitâ-la sob as condiçöesque ele estabelece.
I
2 2Ts 2.7
3 Rm 16.1
4 Rm 16.23

8 N cn-rzls Expt-lcA-rlvz:s
Esboço
Esta epfstola se com pöe de cinco partes:
1. A introduçào - 1.1-15
ll. A proposiçào resum idam ente com provada
1.Daféedajustificaçâo
2.D a salvaçlo
3.Daigualdadedecrentes,querjudeus,quergentios
- 1.16,17
N âo apenas o pröprio tratado m as tam bém a exortaçâo
correspondem ,na m esm a ordem ,aos pontos m encionados aci-
m a,a saber:
O prim eiro - 1.18 -4.25
O segundo - cap.5 a 8
O terceiro - cap.9 a 11
111.O tratado
1.Concernente24justificaçào,quenàoé
(1)Pelasobras,porque- 1.18
os gentios- 2.1-10
osjudeus- 2.11-29
estàoconjuntamentedebaixodopecado- 3.1-20
(2)m aspelafé- 3.21-31
com o fica provado pelo exem plo de A braâo e pelo
testem unho de D avi- 4.1-25
2.D a salvaçâo - Capftulos 5-8
3.Dosprivilégiosiguaisdecrentes,querjudeus,quer
gentios- Capftulos9-11
1V.A Exortaçlo - 12.1-2
1.Da fé e de seusfrutos,na form a de am ore de santi-
dade prâtica - 12.3 - 13.10
2.D a salvaçlo - 13.11-14
3.Daconjunçâodejudeusegentios- 14.1-15.13
V. A Conclusào - 15.14 - 16.25

Ittnxqzxxcls 9
Propösito
Para expressaro propösito eo contefldo desta epfstola um
pouco m aiscom pletam ente,o apöstolo procura,atravésde todo
o texto,fixarnam ente daquelesaquem e1e escreveum aprofun-
da percepçâo da excelência do evangelho,e levâ-los a agir de
form a adequada frente a ele.Para talpropösito,depois de um a
saudaçâo geral(1.1-7)e deum adem onstraçâo deseu afeto por
eles(1.8-15),e1edeclaranâoseenvergonhardedefendero evan-
gelho em Rom a,por ser o poderoso instrum ento da salvaçâo,
tantoparajudeuscomoparagregos,pormeiodafé(1.16-17).E,
para provaristo,e1e m ostra que:
1.O m undo carecia grandem ente de um a ta1dispensaçâo,
estando os gentios num estado de com pleto abandono
(1.18-32),eosjudeus,emboracondenandoosoutros,nâo
gozavam de situaçâo m elhor (2.1-29),do que,apesarde
algumasobjeçöesinconseqùentesqueelesuperou(3.1-8),
suaspröpriasEscrihlrastestificam (3.9-19).Assim,todos
se achavam na necessidade debuscara salvaçâo pelo m é-
todomencionadoacima(3.20-31).
2.Os pröpriosAbraâo eD avibuscaram a salvaçào pela fé,e
nâopelasobras(4.1-25).
3.Todosque crêem sâo trazidos aum acondiçâo tào feliz que
suasmaioresafliçöessâotransformadasem alegria(5.1-11).
4.Osm alesqueA dâolegou àhum anidadesâorecom perusados
abtm dantem enteatodososquecrêem em Cristo(5.12-21).
5.Longe de desfazer a obrigaçào da prâtica da santidade,o
evangelho a aumentaporobrigaçôesseculares(6.1-23).
Visando convencê-losm ais profundam ente destas coisas
e desfazero seu apego à leim osaica (sendo elesagora casados
com Cristo pela fé nele - 7.1-6),Paulo m ostra a incapacidade
dosm otivosda leiem produziraquela santidade que oscrentes
obtêm porumavivafénoevangelho(7.7-8.2).Depois,e1efaz
um a apresentaçào m ais particular das coisas que tornavam o
evangelho eficaz paraestegrandefim (8.3-39).
10 N onw s Exlol-lcA-
rlvAs
Um ponto deextrem a im portânciaé o fato de quem esm o
osgentios,secressem,participariam destasbênçâos,eosjudeus,
se nâb cressem ,seriam exclufdosdelas,razâo porque o apöstolo
dedica os capftulosnove,dez e onze à sua soluçâo. E1e inicia o
nono capftulo expressando seu terno am ore alta estim a ànaçào
judaica(vv.1-5)eentâomostraque:
1.A rejeiçâodeumagrandepartedasementedeAbraâoe
também delsaqueerafatoinegâvel(9.6-13).
2.Deusnàohaviaescolhidoosjudeusparataisparticulares
privilégiosporqualquerespécie debondade nelesou nos
seuspais(9.14-24).
3.Suaaceitaçâodosgentioserejekâodemuitosdosjudeus
haviam sido profetizadastanto porO séiasquantoporIsafas
(9.25-33).
4.Deushaviaoferecidoasalvaçâoaosjudeusegentiosnos
mesmostermos,masosjudeushaviam rejeitado(10.1-21).
5.Emboraarejeiçâo delsraelporcausadasuaobstinaçâo
fosse geral,ela nâo era total;havendo entre elesum rem a-
nescentequeabraçavaoevangelho(11.1-10).
6.A rejeiçâo dosoutrosjudeustambém nâo erafinal,mas
finalmentetodolsraelseriasalvo (11.11-31).
7.No fnterim,mesmo sua obstinaçâo e rejeiçâo serviam
para exibir a insondâvel sabedoria e am or de D eus
(11.32-36).
O resto da epfstola contém instruçöes e anotaçôes prâti-
cas.Em particular,e1e recom enda:
1.Consagraçâo total deles pröprios a D eus e preocupaçâo
em glorificé-lo pelo em prego fieldosseus respectivosta-
lentos(12.1-11/
2.Devoçâo,paciência,hospitalidade,sim patiam titua,hum il-
dade,pazem ansidâo (12.12-21),
.
3.Obediência aosmagistrados,ajustiça em todasassuas
facetas,o am or,o cum prim ento da lei,e a inteira santida-
de (13.1-14);
R oxxyvNos 11
4.Tolerância m titua entre os que pensavam diferentem ente
quantoàobediênciaàleim osaica (14.1- 15.17).
Ao reforçar seus argum entos,e1e é conduzido a m encio-
nar o m ontante dosseuslabores,bem com o sua intençâo de vi-
sitar os rom anos,rogando-lhes,ent:o, as oraçöes a seu favor
(15.18-33).E depoisdem uitassaudaçöes(16.1-16)eumaadver-
tência contra aqueles que causavam divisöes,e1e concluicom
umaapropriadabênçâoedoxologia(16.17-27).

12 N onws E xpt-lcA-rlvxs
S 1

1.Paulo,servo deJesusCristo,cham adoparaserapöstolo,se-


parado para o evangelho de Deus,
2.o qualfoipor D eus outrora prom etido por interm édio dos
seusprofetasnasSagradasEscrituras(Dt18.18,ls9.6,7,53.1,
61.1,Jr23.5),
3.com respeito a seu Filho,JesusCristo nosso Serthor,o qual
era da descendência de D avisegundo a carne,
4.(E1efoildeclarado,porém,FilhodeDeuscom poder,segun-
do o espfrito de santidade,pela ressurreiçâo dos m ortos,

# Notas
1. Paulo,servodeJesusCristo- Estaintroduçâoencontracorrespondênciana
conclusâo(Rom 15.15ss).Cllatvadopr/rflscrapébtolo- efeitoapöstolopor
aquelechamamento.QuandoDeuschama,elefazoquee1echama.Visto
queosmestresjudaizantesdisputavam ooffcioapostölico,écom grande
propriedadequeoapöstolooasseveranapröpriaaberturadeumaepfsto-
lanaqualseusprincfpiossâointeiramentederrubados.Vâriosoutrospen-
samentos,corretose importantes,sào sugeridosnessa curta introduçâo,
notadamente asprofeciasconcernentesaoevangelho,àdescendência de
JesusdalinhadeDavi,asgrandesdoutrinasdasuadivindadeeressurrei-
çào,oenviodoevangelhoaosgentios,osprivilégiosdoscristioseaobri-
gaçàoàobediênciaesantidadeporforçadasuaprofissào(deféem Cristol.
Separado- PorDeus nàoapenasdogrossodosoutroshomens,deoutros
judeus,deoutrosdiscfpulos,masatédeoutrosmestrescristâos,paraser
um instrtlmentopeculiardeDeusnaexpansâodoevangelho.
2,O qttaljoi/?(??
'Deilstlfffrprrfprometido- Naantigiiidade,freqiienteesolene-
m ente.
3.O qual,scpfnr/pacarne,crcdascp7cnlcdeDfkpi
'
.Asaber,segundoasuanatureza
humana.Ambasasnaturezasdo nosso Salvadorsâo mencionadasaqui;a
naturezahumana,porém,t3mencionadaprimeiro,porqueanaturezadivina
nàosehaviamanifestadonasuaplenaevidêndaantesdasuaressurreiçào.
4.MJspoderosamentedeclaradoserpFilbodeDelsscjzl y/7fïpoEspl
-
rïlp(iesalltidacle.
lstoé,segundoasuanaturezadivina.f- k/pressurreiLâodosppprjps.Porqtleistotj
aomesmotempoafonteeoobjetodanossafé;eapregaçàodosapöstolosera
aconseqttênciadaressurreiçàodeCristo.

R oxfyvNos 13
5. porinterm édiodequem viem osrecebergraçaeapostolado,para
a obediênda àfé em todasasnaçöes,porcausado seu nom e,
6. decujonflmero soistambém vös,chamadosparaserdesde
JesusCristo.
7. A todososam adosde Deus,que estaisem Rom a,cham ados
e santos.Graça a vös e paz da parte deD eusnosso paie do
SenhorJesusCristo.

5.Porl '
nlcr/'
nlly
'
t)dequem viemosa receber.Eu e osoutrosapéstolos.GrJ(Jc
apostolado- O privilégiodeserapöstoloeacapacitaçâoparadesempenhl-
lo.ParaJobediência)jéen1Iprksasrlf
7lt
qcs- Ou seja,paraquetodasas
naçöespossam abraçarafédeCristo.Pprcaasarb seunome.Poramordele;
porcausadaestimaaele.
6.Dccujorllërr/erp- Asnaçöestrazidasàobediênciapormeiodafé.Sois'
ntjs
tatnbém - masPaulo nâo lhesatribuinenhumaproeminênciaacimados
outross.
7..
/4todosqueestaisemRoml- Amaioriadesteserapag:denascimento(v.13),
emborahouvessealgunsjudeusmisturadoscomeles.Encontravam-seespa-
lhadosaquiealinaquelagrandecidade,eaindanâotinham seorganizadoem
formadeumaigreja.Apenasalgunshaviamcomeçadoasereunirnacasade
équilaePriscila.AmadosIïcDetls- Edoseulivreamor,nâodequalquer
méritodevocês,chamadospelasuapalavraeporseuEspfrito,eagorapelafé,
santoscomoeleLsantoILv11.44-45,etc).Craça- opeculiarfavordeDeus.
Epcz- -lbdaespéciedebênçàotemporalzespirioaleetem a.Estaétantouma
saudaçâocristâquantoumabênçâoapostölica.DapartedeDeusnossoPaiedo
SenborlesusCristo.Estaéamaneiraqueosapöstoloscostumam falar,''Deus
oPai''''DeusnossoPai''Nem usam freqiientementeotermo''Senhor'ao
falarem dele,porquetalsugereonomepröpriodeDeusz/etmJ.lverdadeque,
noAntigolkstamento,oshomenssantosgeralmentediziam:''osenhornosso
Deus'',porqueentâoeleseram,porassim dizer,servos;agora,porém,sào
filhos,efilhosconhecem seupaitâobem quenàoprecisam mencionar,com
freqïiência,seunome.lamesmapazeamesmagraça,queprovêm deDeus
edelesusCristo.Anossaconfiançaeanossaoraçâotêm seufocoem Deus,
sendoeleoPaideCristo;eem Cristo,porqueelenosapresentaaoPai.

5 AquiW esley,protestante,adverte contra a tendênci


a do catoli
cism o ro-
mano em atribuira Roma uma autoridade acima daquelajusti
fi
cada pelo
Novo Testamento.

14 N o-ryks Expt-lcyk-rlvAs
8. Prim eiram entedou graçasam eu DeusmedianteJesusCris-
to, no tocante a todos vös,porque em todo o m undo é
divulgada a vossa fé.
9. Porque D eus,a quem sirvo em m eu espfrito,no evangem o
de seu Filho,é ' a testem tm ha decom o incessantem ente
faço m ençào de vös,
10.sem pre suplicando em todasasm inhas oraçöesque etlpos-
sa vosvisitar,se de algtlm m odo,finalm ente,tertha eu um a
pröspera viagem .

Y
8.Dclfgrcfcs- Bem no começo destat'tnicaepistolaencontram-seostraços
detodosossentimentosespirituais,principalmenteodagratidâo;com tais
expressöesqtlasetodasasepfstolasdePauloseiniciam.Particularmente,
eleagradeceaDeus,pelo quejjforafeitoem Roma.MPlfDeus- Esta
expressàoexpressafé,esperançaeamore,conseqiientemente,atotalidade
daverdadeirasalvaçào.
MediatlteJesasCrïsfn- TodasasdjdivasdeDeuspassaram anös,por
JesusCristo,etodasasnossaspetiçöeseaçöesdegraçapassam por
CristoaDeus.Porq:
le?divalgadaanpssrkjé- Nestaespéciedepara-
béns,Paulo descreve o cristianism o com o um todo,como em Cl1.3,
etc,ou de algum a parte especfficadele,como 1Co 1.5.Desta forma,
aqui,de acordo com o seu propésito,e1emenciona a fédosromanos
(v.12,17).Em fpltlpmundo- Estaalegrenotfciaseespalharaportoda
aparteehaviacristàostambém nacidadeimperial.A bondadeesabe-
doria deDeusestabeleceram fénasprincipaiscidades,especialmente
em Jerusalém eem Roma;destascidades,e1apoderiaserdifundidaa
todasasnaçöes.
9,Deus,a qliem sïrrp- Como apöstolo.Em meu t
's/frïfp- Nào apenas
com m eu corpo,mascom o maisfntimo daminhaalma.Noevangelbo-
Porpregé-lo.
10.Setnçre- Em todasasminhassolenesconversascom Deus.Sedealgum
??7t?lo,jinalmente- Estaaglomeraçâodepartfculasdeclaraaforçado
seudesejo6.

6 A dificuldade detraduzira frasesetornaevidentepelasdiferençasencon-


tradasnasdi versastraduçöesdeaulç.

R oM AN os 15
11.Porquemuitodesejover-vos,afim derepartirconvoscoa1-
gum dom espiritual,paraquesejaisconfirmados, j
12.isto é,para que,entrevös,reciprocam ente nos confortem os,
porinterm édio da fé m fltua,vossa em inha.
13.Porque nâo quero,irm âos,queignoreisque m uitasvezesm e
propus irterconvosco,no que tenho sido até agora im pedi-
do,para conseguirigualm ente entrevös algum frtlto,com o
tam bém entre os outros gentios.

11.Ajim de77psrepartir.Faceafacepelaimposiçàodemâos,pelaoraçâo,pela
pregaçlo doevangelho,porconversasem particular.Algum Joprlespiritual
- taisdons,oscorfntios,quetirt
ham gozadodapresençadePaulo,osti-
nham em abundância(1Co1.7;12.1;11.1).Tinham-notambém osGélatas
(Gl3.5))naverdade,todasasigrejasquecontaram com apresençadequal-
querum dosapöstolostinham vantagenspeculiaresdessegênero,daim-
posiçàodasmàosdestes(Atos19.6,
.8.17,etc;2Tm 1.6).Atéentâo,noentan-
to,osromanoslhesestavam grandemente inferioresa esserespeito;por
essarazâo,o apöstolo,também no capftulo 12,dizpouco ou nadaacerca
dosseusdonsespirituais.Porisso,eledesejatransmitiralgunsdonsïara
t-jrrrlrlrbs;poiséporelesqueotestemunho deCris-
queelespudesselnsercp/
toseriaconfirm adoentreeles.O fatodequePedronâoestiveraem Roma
antesque Paulo,naépocadaescritada epfstola,fica comprovado tanto
peloseuteorgeralquantonestelugarem particular,porque,deoutrafor-
ma,oquePauloquertransmitiraosromanosjéteriasidotransmitidopor
Pedro,
-'
12.Isto?,eualmejoserconjortadopelajé?/
ylir7
zr?,vf
msae7zl7
'7
1/1rI- E1enâosöasso-
ciaosromanosconsigo,masospreferemaisdoqueasipröprio.Quàodife-
renteéoestilodoapöstolodomododeserdacortedeRoma.
13.Jrptâbs- Um tratamentofreqiiente,simples,doce,porém grande.Osapösto-
lossörara enteia ampessoaspelosseusnomes,como''öcorfntios'',''éTi-
möteo''Paulogeralmenteusaonome''irmsos'';àsvezes,em exortaçâo,como
''Meusamados''ou''Meusamadosirmâos''Tiago(usa):''lrmàos''''Meusir-
mâos'/''Meusamadosirmâos''/''PedroeJudas(preferem)sempre''amados'';
JoâoIempregalfreqiientemente''amados''/umavez''innàos''emaisdeuma
vez''Filhinhosmeusz'.Npquefcn/'
l
t
'lsidocrt
frlt
çprf7inlpedido- oueçpeloserviço
tRm 15.22),ouporcontadaperseguiçâo(1Ts2.2)oupeloEspfrito(Atos16.7).
Paracpnstyfkfrl7z.î
t/e
f/njrrfàp- dosmeuslaboresministeriais.Coh/pjâobtivedas
muitasigrejasqueplanteieregueientret
?soutrosgentios.
16 lvo-
r-
'
q.
s Expt-lcyv-
rlvAs
14.Pois sou devedor tanto a gregos com o a bârbaros,tanto a
sâbioscom o a ignorantes;
15.porLsso,quanto estâ em m im ,estou pm nto aantm ciaro evan-
gelho tam bém a vösoutros,em Rom a.
16.Poisnào m eenvergonho do evangelho,porque é o poderde
Deusparaasalvaçàodetodoaquelequecrê,tantodojtldeu
com o do grego,
17.vistoqueajustkadeDeusserevelanoevangelhozdefépara
fé,com oestâescrito (1'
1b2.4):O justoviverâporfé.

14.-4gregoscp/'
npa bjrbaros- Eleincluiosromanosnacategoria ''gregos/';
portanto,estadivisàocompreendetodasasnaçöes.TnnfpJsébioscprtlpa
ignorantes- Porqtlehavia i
gnoratltesmesmoentreosgregosesjbiosentre
osbérbaros.Soudevedoratodos- Eu tenhoaobrigaçào,pelaminhamis-
sàodivina,delhespregaroevangelho.
16.Pois/l#t
?meenvergonboJpevangelbo- Paraomundoélouctlraefraqtleza
(1Co1.18);portanto,noconceitodomundo,e1edeviaseenvergonhardele,
especialmenteem Roma,cabeçaepalcodomundo.MasPaulonào seen-
vergortha,sabendoque?0gtdf' rdeDeusp rf
?asfllplff
y detodoaquelequec'
r?
-
Esteéomeiogloriosamentepoderosodesesalvartodosqueaceitam o
pröpriomeiodeDeus.Damesm aformaqttePaulocomprimeasubstância
do evangelho nesta epistola,elecompactaa essência da epfstola neste
versfculoenosseguintes,TJAIàPdojlfffcncomodoj'
t?nfin- Hjnestaspala-
vrasumaenormefranqklezaeum amplosentido;pOrelas,ele,deum lado,
mostraaosjudeussuanecessidadeabsolutadoevangelho,e,dooutro,
conta,paraanaçàomaioremaiscultadomundo,quesuasalvaçàodepen-
diadecomoesteevangelhoerarecebido,razàoporqueem todososluga-
reseraprimeiramenteoferecidaaosdesprezadosjudeus7.
17.AjastiçadeDtrl/s- Estaexpressàosignificageralmenteaeternaeessencial
justkadeDeus,aqualincluitantojustkacomomisericördiaeémostrada
com destaquenacondenaçàodopecado,mastambém najustificaçâodo
pecador.Porvezes,significaaquelajustkapelaqualum homem,porin-
termédiododom deDeus,setornaepassamesmoaserjusto;isto por
receberaCristopelafé;epelaconformidadecom ajustkaessencialde

iltimapartesobre$.pr1%
7 Nesta t meiroaofert
a''dasal
vaçào,Wesley parece
teresquecido que eIe eliminoua expressâo 'primeiroao gudeul'como na
KJV e também emAlmeida,etc,na base deaptllq'op

R oM xN os 17
18.A ira deD eus se revela do céu contratoda im piedade e per-
versàodoshomensquedetêm averdadepelainjustiça,
19.porquanto o que deD eusse podeconheceré m anifesto entre
eles,porque D euslhesm anifestou.

Deus.Paulo,aotratardajustificaçâo,tem em menteajustkadafé;portan-
toéchamadaajustiçadeDet lsporqueDeusdescobriuepreparou,revelae
dâ,aprovaecoroa.Nesteverso,aexpressàosignificatodoobeneffcio de
DeusporintermédiodeCristoparaasalvaçâodeum pecador.Screvela-
Faz-semençàoaquienov.18aumaduplarevelaçào- dairaedajustiça:
aquela,pouco conhecidadanatureza,éreveladapelalei,enquanto esta,
totalmentedesconhecidadanatureza,oépeloevangelho.Cadauma,dizo
apöstolo,serevelanotempopresente,em oposiçsoaostemposdaignorân-
cia.Dejéparajé- Pormeiodeumasériedepromessas,cadaumamais
claraqueaanterior.Comocsffescrito- Paulo acabavadeestabelecertrês
proposiçöes:(1)ajustiçaépelafé(v.17/asalvaçâoLpelajustiça(v.16),
.(3)
Eistovaleltantoparaosjudeuscomoparaosgentios(v.16).Agoratodas
essasproposiçöessâoconfirmadasporaquelatinicafrase:O justoviverii
por# - O quefoiprimeirofaladoarespeitodaquelesquepreservaram
suasvidas,quandooscaldeussitiaram Jerusalém,porcrerem nasdeclara-
çöesdeDeuseagirdeacordocom elasIHc2. 11.Aqui(em Romanos)signi-
fica:E1eobterlofavordeDeusecontinuarsnele,porcrer.
18.Porquenâoexisteoutramaneiradeobteravidaeasalvaçâo.Tendocoloca-
do suaproposiçâo,oapöstoloagorapassaaprovâ-la.Seu primeiroargu-
mentoéqueaLeicondenaatodosporestarem debaixodopecado.Portan-
to,ninguém éjustificadopelasobrasdalei.Essetratamentovaiaté3.
20.E
desteprimeiroargumentoeleconclui:portanto,ajustificaçâoépelafé..
4
iradeDeusserevela- N5oapenasporfreqitentesenotâveisinterposiçöes
daprovidênciadivina,com otambém nosorâculossagradosepornös,seus
mensageiros.Doclff- Estaexpressâofaladamajestadedaquelecujairaé
revelada,doseu olhoquetudo vêedaextensâo dasuaira:tudo queestâ
debaixodocéuestâsob osefeitosdasuaira,menososcrentesem Cristo.
Contratodaimpiedadeepcrpcrsflp- Estasduascoisassâotratadasapartir
dov.23.Dosbomens- Elefalaaquidosgentiose,especialmente,dosmais
sâbiosentreeles.QuedclJ'
/rlaverdade- Poise1alutacontraaperversidade.
Pelainjustiça- Palavraquenestelugarsignificatambém impiedade.
19.PorquantooquedeDeussepodeconhecer- Aquelesgrandesprincfpiosque
sâoindispensavelmentenecessériosparaseconhecer.Ltnani
festoentreeles,
porqueDeuslbesmani
festou.Pela1uzqueiluminaatodohomem quevem ao
mundo.(Jo1.61

18 N OTAS EXPLICATIVAS
20.Porque osatributos invisfveis de Deus claram ente se vêem ,
assim o seu eterno podercom o tam bém asuapröpria divin-
dade,claram ente se recolnhecem ,desde o princfpio do m un-
do,sendo percebidosporm eio dascoisasque foram criadas.
Taishom ens sào poristo indesculpéveis,
21.porquanto,tendo conhecim ento de Deus nâo o glorificaram
com o D eus,nem lhe deram graças,antesse tornaram nulos
em seus pröprios raciocfnios,obscurecendo-se-lhes o cora-
çào insensato.
22.lnculcando-se porsâbios,tornaram -se loucos,
23.e m udaram a glöria de Deus incorruptfvelem sem elhança
da im agem de hom em corruptfvel,bem com o de aves,
quadrùpedese répteis.
24.Porisso Deusentregou taishom ensàimundfcia,pelascon-
cupiscênciasde seuspröprios coraçöes,para desonrarem os
seuscorpos entre si.

20.Porqueosatributosinvist-veisdeDeusclaramenteset'écrn - Peloolhodamen-
te.Sendoentendidos- Sâovistosporaqueles,esomenteporaqueles,que
usam doseu entendimento.
21.Porquanto,lcnff(?conhecimentodeDeus- Porqueospagâosmaissâbiosre-
almentesabiam quehaviaum Deussupremo;noentanto,pormotivosvis
eescusos,elesseconformavam com aidolatriadaralé.NJpoglori
hkaram
comoDeus,nem lhederam graças- Nâo lhe agradeceram osbeneffciose
nem oglorificaram porcausadassuasperfeiçôesdivinas.aptnlcsseperderam
em 'nlt?sarrazoados,vâoscomoosfdolosinliteisqueadoravam,em meioa
taispomposaspretensôesàsabedoria.
22.Perderam-seem te sarrazoados- Vâoscomoosinliteisdeusesqueadoravam,
seusarrazoadossendovârios,incedosetolos.Queexemploterrfveltemosdis-
sonosescritosdeLucrédo!Quevébsarrtlzoadosequecoraçtïoobscurecido,etc.
23.E mudaram - Com amâximatolice.Eisaquitrêsnfveisdeimpiedadeede
puniçâo:oprimeiroédescritonosvv.21-4, .osegundo,nosvv.25-7;o ter-
ceironov.28eseguinte.A puniçâoem cadaum doscasoséexpressapelas
palavrasDeusentregoa taisàp/
'
rlats.Se alguém serecusa aadoraraDeus
comoDeus,estapessoaédetalformaabandonadaqueelaacabalançando
forasuapröpriahumanidade.lképteis- Oucoisasquerastejam,comoos
besourosevâriasespéciesdeserpentes.
24.Porisso- Umapuniçâodopecadodecorredasuapröprianattlreza,como
nov.27;outrapuniçâo,comonesteverso(241,vem dajustiçavingadora.
R oM xpqos 19
25.poiseles m udaram a verdade de D eusem m entira,adoran-
do e servindo a criatura,em lugal'do Criador,o qualé ben-
dito eternam ente.Am ém .
26.Porcausa disso osentregou Deus apaixöes infam es,porque
até suas m ulheres m udaram o m odo naturalde suas rela-
çöesfntim as,poroutro contrârio à natureza;
27.sem elhantem ente,os hom ens tam bém ,deixando o contato
naturalda m ulher,se inflam aram m utuam ente em sua sen-
sualidade,com etendo torpeza,hom enscom hom ens,e rece-
bendoajustarecompensadoseuerro.
28.E,porhaverem desprezado o conhecim ento deD eus,o prö-
prio Deus osentregou a um a disposiçlo m entalreprovâvel,
para praticarem coisas inconvenientes,
29.repletosdetodainjustiça,malfcia,avarezaemaldade;pos-
sufdosdeinveja,lnomicfdio,contenda,doloemalignidade,
sendo detratores,

Imundt -
cie- lmpiedadeeimundfciesâofreqiientementeassociadas(1Ts
4.5),comotambém osâooconhecimentodeDeuseapureza.Deusentregou
taisàt)??kc?7s- Aoretirarsuagraçarestringidora.
25.Poiselesl/ll .flifrc/?la'
LTrJI/J:- A verdadeiraadoraçâodeDeus.Em pit
nyffrfl-
ldolatriasfalsaseabominéveis.Atiorandonofntimo.Eservindo- Msivelmen-
te.
26.PprcausadissopselltregotlDeasapflïzft
?sinjatves- isquaisosromanos
pagàosestavam,nessetempo,entreguesao mlximo grau,com destaque
paraosprépriosimperadores.
27,Recebendoajllstarcctlptpénlsfldosc/ferro.Suaidolatria;elesforam punidos
com aquelacobiça antinatural,queerauma desonra tào horrfvelao seu
corpocomooeraaidolatriaaDeus.
28.Deust?seutrego'
lalkl/lf?menteï/kcupflzder/l
'
sccn:l
'
r- Iestaquestàolétratada
nov.32.Paral/rrff7
'cl7/'c/?lcoisasi/7cpr/r
pcrlkrlàcs- Atéascoisasmaisinfames,
dasquaisosvv.29-31tratam.
29.BepletosJctodaïnjl
ïslïlu- Estaseencontraem primeirolugar,e,not'
llti-
m o,setv Cnl
'
st'ric/rr
/k.Fornicaçt
ïo- lncluiaquitodaespéciedeimundfcie.
M all
-
cia- O voclbulogregopropriamenteimplicaumadisposiçàoquese
deleitaem machucaruma outra pessoa,mesmo queisto nào traga qual-

20 N o'ryts Expl-lcv l
ww s
30. caluniadores,aborrecidosdeDeus,insolentes,soberbos,pre-
sunçosos,inventores de m ales,desobedientes aos pais,
31.violadores da aliança,pérfidos,sem afeiçào naturale sem
m isericördia.
32. O ra,conhecendo elesa sentença de D eus,de que sào passf-
veis de m orte os que tais coisas praticam ,nâo som ente os
fazem ,m astam bém aprovam os que assim procedem .

quervantagem pessoal.Detratores- Aquelesquedifam am,secretamente,


osoutros.
30.Calllniadores- Aquelesque falam contraoutrospelascostas.Inimigosde
Dells- lstoé,rebeldescontraelezosquenegam suaprovidência,ou acu-
sadoresdasuajustiçanassuasadversidades;sàoosquetêm umainterna
inimizadedecoraçàocontrasuajustiçaesantidade.Inventoresde('
pisr
lstntis
-
Denovosprazeres,novosmeiosdeobterlucros,novasmaneirasdema-
chucarosoutros,particularmentenaguerra.
31.Violadoresdaf?/il?;:(J8- f)bem conhecidoqueosromanos,comonaçâo,
desdeo com eço desuahistéria,nuncativeram escrflpulosdeabando-
nartotalmenteo maissoleneacordo,sedelenàogostassem,mesmose
feitopelo seu supremomagistrado,em nomedetodopovo.Elesdepu-
nham ogeneralqueopromulgaraeentâopensavam queestavam total-
mentelivresdele.Senlnjeiff
ïpnatural- O costumedeexporseusprö-
priosfilhosrecém-nascidosparamorrerem defrio,defomeou devora-
dospelasferas,préticatâocomum nomundopagào,especialmenteentre
osgregose osromanos,L um estarrecedorexemplo disso;como tam-
bém o é a prâtica dem atarseusvelhose indefesos pais.Agoraisto é
com um entreospagâosamericanosg.
32.NJpsotnenteosjazem,lrycstambêvJprppr/m psqueassim prpccrk/u- Esteéo
maisaltograudemaldade.Alguém podeserincentivadopelassuaspai-
xöesparafazeralguma coisaqueodeia;masaqueleque tem prazerna-
quelesquepraticam o malama a maldade,sö porcausa da maldade.
Destaforma,eleosincentivaaopecado eamontoao pecado dosoutros
sobresuapröpriacabeça.
8 O ori
ginal,em inglês,é covenantbreakers,pal avra que aparece sö aquina
KJV;o conceito se encontra em outros Iugares,notadamente em Ez 16. 59
e 17.18.
,cf.também Jr33. 20 etc.
9 W esley se referia provavelmente ao canibali
smo dos indfgenas.

ItoM AN os 21
R 5 2

1.Portanto ésindesculpâvelquandojulgas,(5homem,quem
Querquesejas;porquenoquejulgasaoutro,atimesmote
condenas;poispraticasaspröpriascousasque condenas.
2.Bem sabemosqueojufzodeDeusésegundoaverdade,con-
tra osque praticam tais cousas.
3.Tu,(5hom em ,que condenas aos que praticam tais cousase
fazesasmesmas,pensasquetelivrarâsdojufzodeDeus?
4.O u desprezas a riqueza da sua bondade,e tolerância,e
longanim idade,ignorando que a bondade de D eusé que te
conduz ao arrependim ento?
5.M as,segtm do atua dtlrezaecoraçào im penitenteacum ulascon-
tratimesmoiraparaodiadairaedarevelaçâodojllfzodeDeus,
# Notas
1.Portanto- O apöstoloagorafazumatransiçào,dosgentiosparaosju-
deus,atéov.6,ondeeleincluiaambos.Lindesculgvel- Pelofatoque
conhecimento sem prâticasö aumentaaculpa.O lwmem - Tendo falado
antesaogentionaterceirapessoa,elefalaagoraaojudeunasegunda.Mas
eleochamaporum termocomum ghomeml,comosenâooreconhecesse
comojudeu.Quem querquesejas,tuquejulgas- Censuras,condenas.Por-
quenoquejulgasaoutro- O pagào.- 4ti?'
rlcsmptecondenas;pisçraticasas
prôpriascoisasquecondenas- Com efeito;muitasvezes.
2.Bem scàtvnt?s- Sem teuensino.Quepjlfl
'
ipdeDeus- nâooteujufzoquete
livradasentençadivina.Lsegundoaverdade- fsjusto,nâofazexceçào(vv.
5,6,11)eatingetantoocoraçâocomoavida.
3.QueJ)N1telivraràt- Em vezdegentio.
4.O? zdesprezas- Vaismaislongeainda,passandodaespermxadeescaparà
iradeDeusaoabusodoseuamor?- 4riqueza- aabundânda.Dasuabonda-
d%etolerância,elonganimidade- Diantedofatoquet'
ujâpecaste,pecase
pecarâs.Todasessasqualidadessâodepoisinclufdasnafmicapalavra!7prl-
dade.Condzz-te - lstoé,Deuspretendequetalbondadeteconduzaou te
incentiveaoarrependimento.
5.Acumulasira- Emborapensesestaracumulandotodasascoisasboas,que
tesouropodeumapessoaajuntar,dequalquerdessasformas,nestacurta
vida?

22 N oRw s Expl-lcv lm s
'

6.queretribuirâacadaum segundo assuasobras(Pv 24.12).


7.darâ a vida eterna aos que,perseverando em fazero bem ,
procuram glöria,honra e im ortalidade;
8.m as ira e indignaçâo aos facciosos que desobedecem à ver-
dade,eobedecem àinjustiça.
9.Tribulaçâo eanpdstia virâo sobreaalm adequalquerhom em
quefazomal,dojudeu primeiro,etambém dogrego;
10.glöria,porém ,ehonrae paza todo aquelequepraticao bem ;
aojudeu primeiro,etambém aogrego.
11.Porque para com Deusnâo hâ acepçâo de pessoas.

6.Paraf?'- Nâoparaaqueleaquem ttljulgas.Parapdia(/Jiraedarfzdl


lff
k do
justojui'
iodeDeus- Exatamente ooposto dabondade,tolerânciae
longanimidadedeDeus:QuandoDeusforrevelado,entâotambém serâo''w-
velados''ossegredosdoscoraçöesdoshomens(v.16).Tolerânciaerevelaçéb
dizem respeitoaDeusesàoopostasentresi;longanitniâadeejustojulkodizem
respeitoaopecador;bondadeeirasàopalavrasdesignificadomaisgenérico.
7.z4osqueprocuram#/HJ- Poisoamorpuronâoexcluiafé,aesperançaeo
desejo(1Co15.58).
8.Masaosfacciosos- Comot 41,öjudeu,quelutascontraDeus.O carâterde
um falsojudeuédesobediência,teimosia,impaciência.Indignaçâbeira,tri-
àulr
lllt
?eangûstia- AquihéumaalusâoaoSalmo78.49.'Elelanwucontra
elesIistoé,contralosegfpcios,ofurordasuaira,cölera,indignaçâoecala-
midade/';(oapöstololsugeretambém queosjudeusseriam,nodiadavin-
gança,punidosaindamaisseveramentedoqueforam osegfpcios,quando
Deusfezsuaspragastàomaravilhosas.
9.Dojudeupritneiro- Aquitemosaprimeiramençàoexplfcitadosjudeus
nestecapfmlo,introduzidocom grandepropriedade.lnstrufdosnaverda-
deirareligiâoetendosidoCristoeseusapöstolosenviadosprimeiroaeles,
colocam-senaprimeirafileiradoscriminososquenâoobedecem averda-
de.
10.Glôria,porém - Diametralmenteopostoa''ira''/queviriadadivinaapro-
vaçâo.Honra- O oposto de ''indignaçâo'',peladivina atribuiçào;epaz
agoraeparasempre,ocontrârio datribulaçâoeangûstia.
11.Porquepara com Deusrll'
t)JI# acepçâb depessoas.E1e retribuirâa cada um
conformeassuasobras(Mt16.27).Masistoestâbem coerentecom sua
distribuiçâo debeneffcioseoportunidadesde melhoramento segundo o
beneplâcitodasuavontade.

R oxfANos 23
12.Assim ,pois,todos os que pecaram sem lei,tam bém sem lei
perecerào,e todos os que com 1eipecaram ,m ediante a 1ei
serâojulgados.
13.Porqueossimplesouvidoresda1einàosàojustosdiantede
D eus,m asosque praticam a 1eihào de serJ
'ustificados.
14.Quando,pois,osgentiosquenâo têm lei,procedem pornatu-
reza de conform idade com a lei,nâo tendo lei,sen'em elesde
leipara sim esm os.
15.Estesm ostram a obra da lei,gravada nos seus coraçöes,tes-
tem unhando-lhestam bém aconsciência,eosseuspensam en-
tos m utuam ente acusando-seou defendendo-se;

12.Assilz,pois,fpJt?spsçncpecarattl- Elefalacomosefossedopassado,por-
quetodootemposeripassadonodiadojufzofinal,$etll1ei- Sem ter
qualquerleiescrita.Tanlbélzlscp?leiJ7crcccrl
i'
p- Sem referênciaaqualquer
1eiexterna,sendocondenadospelaleiescritanosseuscoraçöes.A palavra
também mostraaconcordânciadamaneiradopecarcom ado sofrimento,
Perecerl
k'
o- E1enJopodiadizerpropriamente:serâbjulgadossem lei.
13.Porqllepssivlplesplfrfkprcsdakl'77f
1slp,mesmohoje,jnsàt?sdianterkDcns,?nfls
psqleJ?rllkf7l?7aIeiF
?JIIjeserjustl
jicados- Finalmenteinocentadoseretribu-
fdos;estaéumaverdadecertfssimaeimportante,quedizrespeitotambém
aosgentios,emboraprincipalmenteaosjudeus.Paulofaladaqueles(vv.14
e5)edestes(vv.17eseguinte).Aquinâohtiparêntese,porqueov.16tam-
bém dependedov.15,nâonov.12.
14.Quando,l?t?z'
s,t
?sgentios- lstoL,qualquerum deles,Paulo,tendorefutado
ojufzoperversodosjudeusconcernenteaospagàos,passaamostrarojus-
tojufzodeDeuscontraeles.Agoraelefaladiretamentedospagâos,visan-
y doconvencerospröpriospagios.Noentanto,aconcessâoqueelefazser-
'
vemaisfortementeparaconvencerosjudeus.Procedetvpprncltttreza- lsto
L,sem umaregraexterna;embora,istotambém,estritamentefalando,acon-
teçapelagraçapreventiva.Dect
yvtlr/nïrïf
?rftrcovlaIei- Osdezmandamen-
tossâoapenasaleidanatureza.NJ(?tetldoa/a'escrita,servem r
k Ieiparas;
'
nlesnlos- Ouseja,oquealeiéparaosjudeus,elessào,pelagraçaeDeus,
parasimesmos,asaber,umaleidevida.
15.Eles?npslrf ?l?l- A simesmos,aoutraspessoase,em certosentido,aopré-
prioDeus.A pàrf7dalei- A substância,masnàoaletra,dela,Gravadaups
seusct/rrflt
lcs- Pelamesmamâoquegravou osdezmandamentossobreas
tâbuasdepedra.6uacpnscflkc/ '
rf- Sobre ela,aalmatem menosdomfnio

24 N om s Expl-lcv lm s
16.nodiaem queDeus,pormeiodeCristoJesus,J
'ulgarossegre-
dos doshom ens,de conform idade com o m eu evangelho.
17.M assetu éschamadodejudeu,repousasnaleieteglorias
em D eus;
18.que corthecesa sua vontade ediscirnasascoisasquediferem
entre si,sendo instrufdo na lei;
19.que estâs persuadido de que ésguia dos cegos,1uz dosque
se encontram em trevas,

do quesobrequalqueroutradassuasfaculdades.Testelïlutlbando- Num
julgamentozexistem opromoto:oacusadoeastestemunhas.A consciên-
ciaeopecadosâotestemunhascontraospagâos.Seaspt rrlscl/lt
rnlps- Xs
vezesosinocentam ,àsvezesosacusam .M tltt
lattlente- Alternadam ente,
comopromotoreacusado.Acusando-sep/Iclejelldendo-be- A pröpriama-
neiradefalarmostraqueelestêm muito maispossibilidadedeacusardo
quededefender.
16.Nodia- lsto é,osquemostram isto no dia.Tudo serlmostradocomo o
querealmenteoé.Naquelediaaparecerâaleiescritanoseucoraçào,como
freqiientementeacontecenavidapresente.E)ïlç/
tcDellsjul
garpssegredos
dos/?p??Ic?
:s- A verdadeiraqualidadedeaçôesdependedecircunstâncias
secretas,freqiientementedesconhecidaspelosprépriosatores(v.29).Os
homenscostumam formarseusjulgamentos,desimesmosegeralmente
doqueLaparente.Dcconfornliâadecom opnc;fevangellw- Conformeoteor
daqueleevangelhoconfiado aosmeuscuidados.Disto torna-seevidente
queo evangelhotambém élei,
17.McssctuJscbamadodejudeu- Estepontomaiselevadodogloriar-sedos
judeus(depoisdeintercalarumadescriçàomaisplenadisto,vv.17-20,e
derefut/-lo,vv.21-4)érefutado(vv.25eseguinte).A descriçâoconsiste
dedoisconjuntos,cadaum decincopontos;oprimeiroconjunto(vv.17-
18)nnostraaquiloem queelessegloriam,em relaçàoasimesmos,eo
outro,aquiloem que elessegloriam,com respeito aosoutros.O ponto
inicial(vv.19-20)doprimeiroconjuntocorrespondeaoprimeiroponto
dosegundoconjunto,osegundopontoaosegundo,etc.Repousarnalei-
Confiasnela,embora ela sö possa te condenar.E tegloriascTn Deus-
Comoo teu Deus,àincluslodetodososoutros.
19.Cegos,c)?,trevas,I
grlprflnàcs,crianças- Eisosapelidosqueosjudeuscostu-
'
mavam daraosgentioslc
'
10 'dlgnorantes,crianças'
'seencontram nov.2O.

R oM ykNos 25
20.injtrutor de ignorantes,m estre de crianças,tendo na lei a
form a da sabedoriae daverdade;
21.tu,pois,que ensinasaoutrem ,nâo teensinasa tim esm o;t -u,
que dizesque nâo se deve furtar,furtas;
22.tu,que dizes que nâo se deve com eteradultério,o com etes.
Tu,que abom inasosfdolos,com etessacrilégio.
23.Tu,que te glorias na lei,desonras a Deus pela transgressào
da lei.
24.Pois,com o estâ escrito,o nom e de Deus éblasfem ado entre
os gentios porvossa causa.
25.Porque a circuncisâo tem valor se praticares a lei.Se és,po-
rém,transgressorda lei,a tua circuncisâo jâ se tornou
incircuncisào.

20.Tendoahrmadasabedoriaedaverdade- Asaber,omaisexatoconhecimen-
todaverdade.
21-24.FN nt
ïoteensinasJ ti/
'
rlcsrr/t
?- Aquelequenâo pratica o que preganào
ensinaasimesmo.Tuhrtas,cometesadultério,ffcs//ast?tempk- lstoé,pecas
gravementecontraopröximo,contratimesmo,contraDeus?Paulohaviamos-
tradoaosgentiosqueestavam primeirocontraDeus,depoiscontraelesmes-
moseentâocontraopröximo.Aquieleinverteaordem:porqueospecados
contraDeussâoosmaisevidentesem umpagào,masnJonumjudeu.Temque
abominarosî'
iïo/t?s- lstofaziam todososjudeus,desdeocativeirobabilônico.
TNdespojassatstemplos'l- lstoé,tufazespiorqueosgentios,roubandoda-
quele''queéDeussobretodos''gllm 9. 5)aglöriaquelheédevida.Nenhuma
dessasacusaçöesfoifeitatemerariamentecontraosjudeusdaqueletempo,
porque,comoseu pröpriohistoriadorconta,alguns,atédosseussacerdotes,
viviam darapinaeoutrosviviam em grossaimpureza.E,quantoaoroubode
Deusedoseualtar,istovinhasendoreclamadodesdeotempodeM alaquiaslz.
Assim,osexemplossâodadoscom grandepropriedadeejustiça.
25..4circuncisâbtem rJDr- E1enâodizIqueacircuncisâol'justifica/'.Atéque
pontotem elavalorémostradonoscapftulos3e4.-4tuacircuncisnojffsc
tornouincircuncisâb.Com efeito,jâestâassim.Tunâovaistebeneficiardela
como senuncaativesterecebido.A mesm aobservaçâovaletambém com
respeitoaobatismo.

11 Veja Bl
-
bliadeJerusalém
12 Malaquias 1.
6-14'
,3.6-12.

26 N OTAS Expl-lcv lvAs


26.Se,pois,aincircuncisâoobservaajustiçadaleiznâoserâsua
incircuncisâo considerada com o circuncisâo?
27.E se aquele que é incircunciso por natureza,cum pre a lei,
certamentee1etejulgarâatiqualpelaletraepelacircunci-
sâo,transgride a lei.
28.Porquenâo éjudeu quem oéapenasexteriormente,nem é
circuncisâo a que estâ visfvelna carne.
29.Porém judeu éaquelequeoéinteriormente,ecircuncisâoa
queédocoraçâo,noespfrito,nâosegundoaletra,ecujolou-
vornào procede doshom ens,m as de D eus.

26.$eaincircuncisâb- lstoé,umapessoanâocircuncidada.Observaosprecei-
tosdalei- Caminharconformeela.Nâ' oserlsuaincircuncisâb considerada
comocircuncisdoaosolhosdeDeus?
27.E seaqueleque?incircunciso/70rnatureza- Osquesâo,literalmentefalan-
do,incircuncisos.Cumprealei- Quantoàsuasubstância.Julgar-te-éati-
Condenar-te-ânaqueledia.O qual,pelaIetraeacircuncisâb- O qual,tendo
amera,literaleextem acircuncisâo,transgridealei.
28.PorqueNlt?éjudeu- Nosentidomaisimportante,asaber,um membrodo
povoamadodeDeus.Quem t?éJrcrll?sexteriormente- Naaparência.Nem?
aquelaaverdadeira,aceitâvelcircuncisâo,queévisl
-velnacarne.
29.Porémjudeuéaquele- IstoQ pertencenteaopovodeDeus.Que?interior-
mente- Nosrecônditosmaisfntimosdasuaalma.A aceitâvelcircuncisck'
o?
aJ10coraçâb- Referindo-seaDeuteronôm io30.6,o desfazer-sedetodaa
imundfcieinteriortem suasedentlcspfrffp,naalmamaisfntima,renovada
pelo Espfrito deDeus.NJpsegundoaIetra- Nâo na cerimôniainterna.
CujolouvorrlJ()procedadoshomensdeDeus- Otinicoquesondaoscoraçöes
gSl139.23;ltm 9.271.

R oM Apqos 27
5 3

1. Qualé,pois,avantagem dojudeu'
?Ou qualautilidadeda
circuncislo?
2. M uita,sob todos os aspectos.Principalm ente porque aos
judeusforam confiadososorâculosdeDeus.
3. E se algunsnâo creram '?A sua incredulidade virâ desfazer
a fidelidade de D eus?
4.Demaneiranelahuma!SejaDeusverdadeiro,ementiroso
todohomem,segundoestâescrito:(Sl51.4)Paraseresjus-
tificado nas tuaspalavrasze verthasa vencerquando fores
'
Julgado.
5.M as,seanossainjustiçarealçaajustiçadeDeus,quedire-
mos?NàoserâDeus,aoaplicarasuaira,injusto?(Fa1ocomo
hom em .)
# Notas

1.Qual?,poisalgunspodem perguntar,avantagem jojrf/cff?prfdacfrclfrl-


ci
'slp?- lstoé,qualavantagem dosjudeus,circuncidados,sobreos
gentios?
2.Princiïalmenteporqueaosjrffklfsjprrfm conhadososOrkulosik Deus- lsto
é,asEscrituras,nasquaishltâo grandesepreciosaspromessasl3.Ou-
trosprivilégiosseseguiram gRm 9.4-51.Aqui,porém,Pauloensinauni-
camenteestavantagem;pormeiodela,apösretiraraobjeçào,e1eoscon-
denarâaindam ais.
3.z1.l
'ncredulidadedelesvirl
idesjazerahdelidadedeDeusîDeusnâohldecumprir
suaspromessasàquelesquecrêem?
5.Mas,pode-seobjetar,sea/lpss;fitljllstiçacontribuirparaaglöriadeDeusz
elenàoserlinjustoaonospunirporcausadela?Falo( Ttl//lpbollem- Como
afraquezahumanaseriacapazdefalar.

13 Cf.2Pe 1.4. ,verso favorito de W esley,que o Ieu na manhà de sua expe-


riência religiosa,a 24 de maio de 1938.

28 N om s Expl-lcv tm s
6. Que Deus o profba!Do contrârio,como julgarâ Deuso
m undo?
7. E,se porcausa da m inha m entira fica em relevo a verdade
de D euspara a sua glöria,porque sou eu ainda condenado
com o pecador?
8. E por que nâo dizem os,com o alguns caluniosam ente afir-
m am que o fazem os:Pratiquem os m alespara que venham
bens?A condenaçàodesteséjusta.
9. Queseconclui'
?Tem osnösqualquervantagem ?Nào,defor-
manerthuma;poisjâtemosdemonstrado quetodos,tanto
judeuscomogregos,estàodebaixodopecado;

6.QrfcDetispprp711fl.
/11Demodoalgum.SeDeusforinjustoem serviraquela
injustiçaquecontribuiparasuapröpriaglöria,cottlojttlgart
iDetlst??nn/yJo?
-
Nojulgamento,todaainjustiçanomtlndorcalçart ifljustiçadeDeus.
7.M cs,poderéresponderoquestionador,seaLlcrffrfr k deDeusabundou- Foi
maisabundantementedemonstrada.Pormeioda,?77* u/:f?mentira- Senli-
)7/:rI'tlentira,asaber,mil-
thapritica,contrariaaverdade,conduzàglöriade
Deus,fazendosuaverdaderesplandecercom maiorvantagem.P0rqttesolf
etiJJnJJcondenadocppltlpecador?- Podeistoserdealgumaformaconside-
radopecado ?Nàodevoeufazeroque,deoutraformaseriaum mal,para
quevenha'tantobem''?ICf.v.8115.Aestaobjeçâo,oapöstolonàosedigna
darumarespostadireta,masencurtao argumento do questionadorcom
umaseverarepreensào.
8.-4condenaçt
ïodestas?jlista- A condenaçâodetodosquefalam ouagem
destamaneira.Assim oapöstolonegatotalmenteajustiçade''praticaro
mal''sejaelequalfor,''paraquevenhaobem''
9.Qllesect?nc/ui
'?- Aquieleresumeoquedissenov.1.Ido presente
capftulol.Debaixo(ïtppecaâo- Sobaculpaeopoderdopecado:osju-
deus,portransgredirem aleiescrita;osgentios,portransgredirem a1ei
danatureza.

14 As tiltimas palavras citadas sàodov.5.Na sua traduçào,W esley segue a


KJV:ld G od Forbid''= Que Deus o proiba.Esta expressâo se encontra 14
vezes na KJV nasCartas Paulinas,na KJV repetido porW esley,mas sua
nota aquimostra que eIe conheci a o verdadeiro sentido do grupo original.
15W esley nem sempre se restringe ao verso que eIe comenta.Doravante
apenas indicaremos o verso ci tado,entre col
chetes.

R oM yvNcns 29
10.Comoestâescrito:(Sl14.1ss)Nàohéjusto,nem sequerum,
11.nàohâquem entenda,nào hâquem busqueaDeus;
12.todosse extraviaram ,à um a sejizeram inflteis;nâo hâquem
faça o bem ,nâo hâ nem um sequer.
13.(Sl140.3)A garganta delesé sepulcro aberto;com a lfngua
urdem engano,veneno de vfbora estâ abaixo de seus lâbios,
14.(Sl10.7)abocaelesatêm cheiadem aldiçâo edeam argura;
15. (1s59.7-8)sâo osseuspésvelozespara derram arsangue,
16.nos seus cam inhoshâ destruiçâo e m iséria;
17. desconheceram o cam inho da paz.
18.(Sl36.1)N ào hâtemordeDeusdiantedeseusolhos.

10.Comoestdescrito- Quetodasaspessoasestâodebaixodopecadose
tornaevidentedosvfciosquetêm abundadoem todosostempos.Por-
tanto,PaulocorretamentecitaDavieIsafas,emboratenham faladoprin-
cipalmentedasuapröpriaera,falandodequetipodehomem Deusvê
quando'docéu olhaoSenhor''jSl14.21;n;ooqueelefazdelespela
suagraça.Nâ'
oJl#jasto- Estaéaproposiçâo geral.Osparticulares
seguem:suasdisposiçöeseintençöes(vv.11-12);seu discurso(vv.13-
14);suasaçôes(vv.16-18).
11.Nt
ïoJ2#quem evtenda- AscoisasdeDeus.
12.Todosseextraviaram - Dobom caminho.-4umasejizeram irlorcl'
s-
Sem amparo,impotentes,incapazesdefazerbem asipröpriosou aos
outros.
13.,
/
4garganta- étâonocivoeperigosocomoum sepulcroaberto.Obser-
vam o progressodom au falar,procedendodo coraçào,pelagarganta,
lfngua,lâbios,atéenchertodaabocadele.O venenodeT// -
llt
?rcs,infeccio-
so,caluniadormortffero,difamador,bisbilhotador,falandomaldosou-
tros,esttifï/f
7fxo(porqueomalestâneles)dosseuslâbios.A vfboraé
um acobravenenosa.
14.M aldiçâb- ContraDeus.Amargura- Contraopröximo.
17.Dapaz- Quesöpodenascerdajustiça.
18.NJphtitemordeDeusdiantedeset
isolhos- E muitomenosestsoamorde
Deusnoseu coraçâo.

30 N o-
rzls E xrat-lcA-rlvAs
19.O ra,sabem os que tudo o quea 1eidiz aosque vivem na1eio
diz,paraquesecaletodaaboca,etodoomundosejaculpâ-
velperante Deus,
20.portantonenhumacanAeserâjustificadadiantedeleporobras
da lei,em razâo de que pela leivem o pleno conhecim ento
do pecado.
21.M asagora,sem lei,semanifestou ajustiçadeDeustestemu-
nhada pela 1eie pelos profetas;
22.justiçadeDeusmedianteaféem JesusCristo,paratodose
sobre todos osque crêem ;porque nâo hâ distinçâo,

19.Tudoquea!67'- oAntigoTestamento- dk aosqueL'ipcp;debaixodaleiodiz


-
A saber,aosquereconhecem asuaautoridade;aosjudeusenâoaos
gentios.Paulonàocitou nenhumaEscrituracontraeles,masargumentou
com elesunicamenteà1uzdanatureza.Totiaboca- cheiadeamargura(v.
14)e,noentanto,dejactância(v.27)- sejacuipdvel- sejaplenamente
condenadaeevidentementepassfveldamaisjustacondenaçâo.Estascoi-
sasforam escritashâ muito tempoe foram citadasporPaulo,nào para
tornarpessoascriminosas,masparaïrovarqueosâo.
20.Nenbumacarnescrffjustt
jcada- Ninguém serâperdoado eaceitopor
Deus.Port/lprcsdalei- Fundamentado no fato de terguardado a lei.
Pauloquerdizerprincipalmenteapartemoralda1ei(vv.9,19;2.21-22,
26).Estaéaûnicapartequenâoéabolida(v.31).Enâoésem razàoque
e1etàofreqùentementem encionaasobrasdalei,quercerim oniais,quer
morais:porquefoisöcom elasqueosjudeuscontavam,estandototal-
menteignorantesdasobrasquesurgem dafé.Em rczfz dequepelalei'
nc/?l
apenasoplenoconbecitnentodopecado,masnenhumalibertaçào,sejada
culpa,sejadopoderdestepecado.
21.Mas,Jp rflaj7ïsàilcâeDclfs- lstoL,amaneiradesetornarjustoqueDeus
estabeleceu.6em lei- Sem aquelaobediênciapréviaquealeirequer,sem
referênciaàleioudependênciadela..
$:vlanfestou- Noevangelho.Tesàc-
munlladapelapröprialeicpelosprofetas- PortodasaspromessasdoAnti-
goTestamento.
22.Paratodos- Osjudeus.Esobretodos- Osgentios.Osqaecrécvl;porque?llp
JI#distinçâb- Querquantoànecessidadedajustificaçâo,querquantoà
maneiradeobtê-la.

R oxdykNos 31
23.pois todospecaram e nâo alcançaram a glöria de D eus,
24.sendo J'ustificados gratuitam ente,porsua graça,m ediante a
redençào quelnâem CristoJesus;
25.a quem D euspropôs com o propiciaçio,pela fé no seu san-
gue,parasemanifestarasuajustiça,pelofatodenotempo
da sua paciência,terD eusrem ido ospecadosanteriorm ente
com etidos.
26.tendoem vistaamanifestaçàodasuajustiçanotempopre-
sente,paraelemesmo serjusto e,ao mesmo tempo,sero
justificadordaquelequetem féem Jesus.

23.Poistodospccrfrrf/rl- Em Adào,enasuaprépriapessoa;porumanatureza
pecaminosa,personalidade,sentimentoseaçôespecaminosos.!;lttïoalcatl-
lr
frrf//;agléria deDeus- O supremo fim do serhumano,carente da sua
imagem naterraedoseu gozonocéu.
24.Sendojustqficados- Perdoadoseaceitos.Cratuitamente- Sem qualquer
méritopröprio.Porslla(çrrffff- NJosuapröpriajustiçaem obras.Medi-
r/nàcarcrkuff
'
fp- O preçoqueCristopagou.Crattlitamenteporsnflgrrflfl-
Um dessestermos(gratuitamente/graça!poderiaterservidoparatrans-
mitirosentidodo apöstolo,mase1erepeteadeclaraçâo,afim denosdar
amaisplenaconvicçàodaverdadeeanosimpressionarcom adimensào
dasuapeculiarimportância,Nàoépossfvelacharpalavrasqueexcluam
de modo absolutotodo o mérito denossaspröpriasobraseobediência
ouquemaisenfaticamenteatribuam anossajustificaçâoàbondadegra-
tuitaeim erecida.
25./!quem Dcnspropôs- Peranteanjosehomens.Cp/?7npropiciaçtïo- Para
aplacarum Deusofendido.M asse,como algunsensinam,Deusnunca
fosseofendido,nâohaverianecessidadedestapropiciaçào.E,nessecaso,
Cristomorreuinutilmente.Paracnrfn@sàlraslf;ljllstiça- Parademons-
trarnâo söasuaclemência,comotambém asuajustiçaemesmo sua
justiçavingativa,cujocaràteressencialeoffcioprincipalépuniropeca-
do.Pelarcvifssfipdepecadosf ?/ilcr7'
pn/lt
a?
:lccotkletidos.Todosospecadosque
antecedem àsuacrença.
26.Fc77Jpem vistaa,/7;/7:1
.f
'estaçiïodasuf?y' nsl7
'lI?- Tantodasuajustiçaedasua
misericördia.Parae1e7?lcs/h;tpserj7fslp- Mostrandosuajustiçasobreseu
pröpriofilho.Eaindaomisericordiosojustificadordetodoaqlleleqllefc?lz-ft
#

32 N OTAS ExpLlcv lvyvs


27.Onde,pois,ajactância?Foidetodo exclufda.Porquelei?
D as obras? N âo,pelo contrârio,pela leida fé.
28.Conclufmos,pois,queohomem éjustificadopelafé,inde-
pendentem ente das obras da lei.
29.é,porventura,oDeussomentedosjudeus?Nâooétambém
dosgentios? Sim ,tam bém dos gentios,
30.vistoqueDeuséum s(%oqualjustificarâ,porfé,ocircunciso
e,m ediante a m esm a fé,o incircunciso,
31.anulam os, pois,a lei,pela fé? N âo,de m aneira nenhum a,
antesconfirm am osa lei.

c??;Jesus.Pflr;lele???cs??7(?serjusto- Paraquee1etornasseevidentesuaestri-
taeinviolâveljustiçanaadministraçâodeseugoverno,lnesmoquandoele
éomisericordiosojllstl jicadordepecadosqleàc7?;.
f?etvJcsl/s.O atributode
justiçadeveserpreservadoinviolado;eeleoserlsehouverumarealim-
posiçâodepuniçàosobrenossoSenhor.Nesseplano,todososatributosse
harmonizam;todo atributo é glorificado enerthum delesé invalidado e
nem sequerdiminufdo.
27.Oudepp/ '
say'
I?cfllyt7k dejudeuoudegentio?Foidetodoexcltll
-
da.Porçnclei?
Dasobras?NJO.- lstoteriadeixadoespaçoparajactância.Pelocpnrrffrl b,
pelakl
'dajé,umavezqueesta1eiexigedetodos,sem distinçâo,quepleitei-
em comopecadoresculpadoseimpotentesalivremisericördiadeDeus
em Cristo.A leida.//éaquelaconstituiçâodivinaquefazafé,enâoas
obras,acondiçâo daaceitaçâo.
28,Conclut-
ttlos,ppfs,que0hovlett'Jjn5à7
.
'
Jicadopelajé- Emesmoafé,nâocomo
umaobra,masenquanto algorecebido deCristo;conseqùentemente,e1a
tem algo essencialmente diferente de todasnossasobras,quaisquerque
sejam.
29.Certamente,lf7??:à?/?kd0stçtD/lft?s- Comomostram tantoanaturezacomoas
Escrituras.
30.Wslpquefklfs?um sJ,pqaal- Exibeamisericördiaaamboslocircunciso
eoincircuncisolepelomesmfssimomeio.
31.ConhnnanlosJfIei- Suaautoridade,purezaeseufim,quet3mostrarcomo
elapodesercumpridanasuapureza.

ItoM zxNos 33
5 4

1.Que direm os,pois?Direm os que nosso paiAbraâo achou


(algolsegundoacarne?
2.Porque se Abraâo foiJ 'ustificado por obras,tem de que se
gloriar,porém nâo diante de Deus.
3.Pois,que diz a Escritura?Abraâo creu em Deus,eisso 1he foi
imputadoparajustiça.(Gn15.6)
4.O ra,ao que trabalha,o salârio nâo é considerado com o gra-
ça,e,sim ,com o dfvida.

# N otas

Tendoprovadoporargumento(1)queajustificaçâoépelafé,e(2)
queelaest/livreparaosgentios,elepassaaprovâ-lapelo exemplo,etal
exemplodeviatermaispesocom osjudeusdoquecom qualqueroutra
raça.
1.Querlpssnpaiz4l
/rllt?achousb.Aaceitaç:oPorDeus.'egundoacarne- lsto
é:pelasobras.
2.O sentidoé,seAbraâotivessesidojustificadopelasobras,eleteriatido
espaço parasegloriar.Mase1e nâoteve nenhum espaço parasegloriar.
Portanto,elenâofoijustificadopelasobrasl'.
3.Abrano creu em Deus- Naquela promessa de Deusconcernente à
numerosidadedasuasemente(Gn15. 5,7),masespecialmentenapromes-
saconcernenteaCristo(Gn12.3/pormeiodequem todasasnaçöesseri-
am abençoadas.fissolbefoiimputadoparajustiça- Deusoaceitoucomose
e1etivessesidointeiramentejusto.
4.Ora,ctlquetrabalba- Tudo que aleiexige,o galardâo nâoé favor,m as
umaverdadeiradfvida.Estesdoisexemploss:oescolhidoseaplicadoscom
amâximajustkaepropriedade.Abraâofoiomaisilustremodelodepie-
dadeentreospatriarcasjudeus.Davifoiomaiseminentedosseusreis.Se
nenhum destesfoijustificadopelasuapröpriaobediência,seosdoisalcan-
çaram aceitaçâoporDeus,nâocomoseresjustosquepoderiam reclam/-la,
m ascomocriaturas pecaminosas,quetinham queimplorarporela,acon-
seqiênciaémaisqueevidente.f:umaconseqûênciata1quedeveimpres-
sionarcadamenteabertaefalaràsensibilidadedecadapessoaindividual.
16 algo
17AquiW esleydetectaum si
logismo,um adasform asmaissim pl
esdal6gi
ca.

34 N o-
rAs Expt-lcxnqvAs
5.M asaoquenâotrabalha,porém crênaquelequejustificaao
fmpio,asuafé1heéimputadacomojustka.(Sl32.1-2)
6.A ssim tam bém D avideclara serfeliz o hom em a quem Deus
imputajustiça,independentedeobras:
7.Felizessâoaquelescujasiniqiiidadessâoperdoadasecujos
pecadossâo cobertos;

5.M JsaoquenJOtrabalha- O que1heseriaimpossfvelsem fé.Porém crê,saa


JJlbeJatribul
-
dacomojustiça.Portanto,aafirmaçâodeDeussobreAbraâo,
queafélheforaimputadaparajustka,claramentemostraqueelenàotra-
balhou;ou,em outraspalavras,queelenâofoijustificadopelasobras,mas
somentepelafé.Distovemoscom clarezaquâo infundadaéaopiniàode
quesantidadeousantificaçâoprecedeànossajustificaçâold.Porqueope-
cador,sendoprimeiroconvencidodoseupecadoeconseqiienteperigopelo
EspfritodeDeus,seencontratremendoperanteoterrfveltribunaldajusti-
çadivinaenâotem nadaareivindicar,senâosuapröpriaculpaeosméri-
tosdeum mediador.Cristoaquiseinterpöe;ajustiçasesatisfaz:opecado
é remido,eo perdâo se aplicaà alma,porintermédio deuma fé divina
operada pelo Espfrito Santo,o qualentâo começa a grande obra da
santificaçâointerior.Assim Deusjustificaofmpio.Ele,porém,permanece
justoefielatodososseusatributos!Masqueninguém presuma,porcausa
disto,quepossa''permanecernopecado''#!6.11porque,paraoimpeniten-
te,''Deuséfogoconsumidor''1Hb12.29,etcl.Naquelequejusti hkaflpt'
mpk
-
Sefossepossfvelaohomem fazer-sesantoantesdeserjustificado,isto
poriainteiramentedeladoasuajustificaçâo,vistoquee1enâopoderia,
pelapröprianaturezadacoisa,serjustificado,senâofosse,namesmahora,
fmpio,IpoisDeusjustificaofmpiol.
6.Assim também Dcri- Davié,propriamente,apresentadoapösAbraâo,por-
queeletambém recebeu apromessaeatransmitiu.Declara- O homem é
justificadosöpelaféenàopelasobras.Independentementedeobras- lstoé,
sem levarem contaquaisquerboasobrassupostamentepraticadasporele.
7.FelizessJ(?aquelescujospecaâossJocobertospelovéudadivinamisericördia.
Sedefatoexistirafelicidadenaterra,e1aLaporçâodaquelapessoacujas
iniqt
iidadessJpperdoadaseque gozaa manifestaçào daqueleperdâo.Bem
podeelesuportaralegrementetodasasaflköesdavidaeencararamorte
com conforto.Ou quenâolutemoscontraela,mashonestamenteorarpara
quetalfelicidadevenhaasernossa!
18Assim W esley encapsula grande parte da sua compreensào da justifica-
çâo pela fé.

R oM ANos 35
8.Felizohomem aquem oSenhorjamaisimputarâpecado.
9.Vem ,pois,esta felicidade exclusivam ente sobre a circunci-
sâo,ou tam bém sobre a incircuncisâo? Visto que dizem os:
A féfoiimputadaaAbraâoparajustiça.
10.Como,pois,lhefoiimputada?estando elejâcircuncidado
ou ainda incircunciso'
?N âo no regim e da circuncisâo,e,sim ,
quando incircunciso.
11.E recebeu osinaldacircuncisào,comoselodajustiçadafé
que teve ainda incircunciso;para vira ser o paide todos os
que crêem naincircuncisâo,a fim de que tam bém aelesfosse
imputadaajustiça.
12.e paida circuncisào,isto é,daqueles que nâo sào apenascir-
cuncisos,m as tam bém andam nas pisadas da fé que teve
nosso paiAbraâo antes de sercircuncidado.
13.Porque a prom essa de serherdeiro do m undo,nâo foipara
Abraâo,ou sua descendência,porinterm édio da lei,e,sim ,
medianteajustiçadafé.

9.Estajeliciâacle-MencionadaporAbraâoeDavi.. $a!7rcacircuncisàb- Somen-


teoscircuncisos.Ajéjoii '
pkpnàflf
ïflazAl
prf7libïaraj/
fslkl- lstoéplenamente
coerentecom onossoserjustificado,istoL,perdoadoeaceitoporDeusao
crermos,porcausadaquilo queCristofezesofreu.Porque,emboraisto,e
tào-somenteisto,sejaacausameritöriadanossaaceitaçàoporDeus,mesmo
assim,pode-sedizerqueafé'noséimputadaparajustiça''/poise1aéa
tinicacondiçâo danossaaceitaçâo.Devemosobservaraquiqueoperdâo,o
nàoimputardopecadoeoimputardajustiçasignificam amesmacoisa.
10.Nt
k'
onpregimedaa'
rcTfncïslo- Nâodepoisdesecircuncidar,porqueelefoi
justificadoantesdenascerIsmael(Gn15),massöfoicircuncidadoquando
lsmaeltinha13anos(Gn17. 25).
11.E- Depoisdeserjustificado.Elerecebetlpsinaldacircffncïsflp- Circunci-
slo,quefoium sinalou marcadequeparticipavadeum pactocom Deus.
Comosek- Umaprova,dapartedeDeus,dequee1eotirthacomojusto,
portercrido,antesdesercircuncidado,Osquecrt kttl,ur
fincirctlncisàb.lsto
é,em boranàocircuncidados.
12.E)7rfi
'dacl'
rcrf/icisflp- Dosquesàocircuncisosecrêem,comoofezAbraio.
AosquenJocrêem,Abraâonàotpai,nem sàoelessementedele.
13.-4promessadeseràcrt
-kz
'
rp#t????1ç?1J(?- f:amesmacoisaqueser''opaide
todasasnaçöes'',rRm.4.17,181asaber,paidaquelesem todasasnaçöes

36 N om s Expl-lcv lm s
14.Porque,se os herdeirosfossem os da lei,a fé ficaria nula e a
prom essa sem efeito.
15.porque a 1eisuscita a ira;m as onde nâo hâ lei,tam bém nào
hé transgressio.
16.Essaéarazâoporqueprovém dafé,paraquesejasegundoa
graçazafim dequesejafirmeapromessa,paratodaades-
cendência,nào som ente ao que estâ no regim e da lei,m as
tam bém ao que é da fé que teve Abraâo,o qualé o paide
todosnös,
17.com o estâ escrito:Porpaide m uitas naçöes te constituf,pe-
rante D eusem quem creu,o qualvivifica osm ortose cham a
àexistência ascoisasqueexistem .(Gn 17.5)

querecebem abênçào.O mundotodoéprometidoae1eeaeles,conjunta-


mente.Cristoéoherdeiro domundoedetodasascoisas;etambém osào
todaasementedeAbraâo,todosquecrêem nelecom afédeAbraào.
14.Porquescpsberjei'
vsfpssa/;apenaspstiakl
'- Aquelesqueguardaram todaa
lei.Ajtfhca?ln/f
l,obtendo-sedelanenhumabênçloeassim aprt
l/ucss;îIfical
sem ejeito.
15.Porquealei- Consideradaàpartedaquelagraça,aqual,emboranareali-
dadeestivessemisturadacom alei,nàofazpartedadispensaçàolegal,Ia
leilétâodiffcil,enöstàofracosepecaminosos,que,em vezdenostrazer
bênçào,elasösuscitaafrfl;torna-separanösumaocasiâodeiraenosexpöe
àpuniçào comotransgressores.M f lsonâenJpll#leiem vigor,nlppodeha-
vertransgresst
lodela.
16.Essa?a?'lzlt?p0rqt
leabênçâoprovénl#f 7.#,paraquesejasct
çnnrfpagrf7fl-
QueficouevidentequefluidolivreamordeDeusef
?/'
/l;âequese//-
frvlca
protllessa.Certaeeficaz,paratodaajescendêtlciaespiritualdez4!?r;
fJ(?19;nâo
söaosjudeus,mastambém aosgentios,seseguem asuafé.
17.PeranteDclks- Emboradiantedoshomensnadadissoeraevidente,estan-
dotaisnaçôesaindapornascer.O qaalT/l ':?l
'
#cflt?smortos- Osmortosnào
.

sâomortosdiantedele;e mesmo ascoisasquenâoexistem estàoperante


Deus.E c/yfllrzf7t
icxïsàJkck ascoisasf/lkcnàbcxïsrc??/- Convocando-osa se
levantarem àexistênciaeacomparecerem peranteele.AsementedeAbraào

19 'De Abraào'
'nào consta do texto,nem da KJV e nem da versào do pröprio
W esley - mas é evidente que a descendência é deAbraào.

ItoM ykNcns 37
18.Ele,contra toda a esperança,creu na esperança,a fim de vir
aserpaide m uitas naçöes,segundo 1he fora dito:assim serâ
atuadescendência.(Gn 15.5)
19.E nâo estando fraco na fé,e1enâo levou em conta o seu prö-
prio corpo amortecido,tendoe1ejâcem anos,nem o ventre
sem vida de Sara,
20.nâo duvidou daprom essa de Deus,porincredulidade;m as,
pela fé,se fortaleceu,dando glöria a D eus,
21.estando plenam ente convicto de que e1e era poderoso para
cum priro que prom etera.
22.Peloqueisso1hefoiimputadoparajustka.
23.Ora,nâofoiescritosomenteporcausadele(afrasel''isso1he
foiim putado''f
24.m as tam bém por nossa causa,posto que a nös igualm ente
nos serâ im putado,a saber,a nös se crerm os naquele que
ressuscitou dentreosm ortosaJesusnosso Senhor,

aindainexistia;noentanto,Deusdisse:''assim seréattladescendência''Iv.
181.O serhumanopodedizeraoseuservorealmenteexistente.'Façaisto''
eeleofaz:masDeusdizàluz,enquantonâoexiste:''Vem parafora''Iapa-
reçalee1avem r2Co4.61.
18-21.O apöstolom ostraopodereaexcelênciadaquelaféàquale1eatribuia
justificaçâo.O qualcontraaesperança- Contratodaaprobabilidade,creue
esperounapromessa.A mesmacoisaéapreendidatantopelafécomopela
esperança.Pela ft,comoalgo queDeusfalou;pelaesperança,como uma
boa coisa queDeusnosprometeu.Assim serda lrff7descendência- Tanto
nattlralquantoespiritual,umamultidâocomoasestrelasdoscéus.(At1.10,
etc.l
20.DandoaDeusaglöriadasuaverdadeepoder.
23.NJpsotnenteporcausarkk - Paraprestarhomenagem pessoalaele.
24.M J5tanlbém porupssccaasa- Paranosorientarnabuscadajustificaçâo
pelafé,enJo pelasobras;etambém paraproporcionarumarespostaca-
balaosquedizem:''Serjustificadopelasobrasimplicaapenasaceitaro
judafsmo,ouserjustificadoy e1afésignificaabraçarocristianismo,istoé,
seuosistemadedoutrinas.EcertoqueAbraâonàopoderia,nessaacepçâo
dotermo,serjustificadonem pelaféenem pelasobras;eLigualmente

38 N OTAS E xpt-lcA-rlvAs
25.o qualfoientregue por causa das nossas transgressöes,e
ressuscitouparanossajustificaçào.

certoqueDavi(interpretandoaspalavrasdestamaneira)foijustificado
pelasobrasenâopelafé.(NaquelelqueresstiscitotidosmortosaJestis-
Com oofizeram,decertosentido,tantoAbraâo com oSara.Secrcp/psva-
queleçncressuscitouaJesus- Deuspai,entso,éoverdadeiroobjetodafé
justificadora.DeveserobservadoquePauloaquitomaapartepelotodo.
E elemenciona aquela parte,com respeito aAbraâo,quenaturalmente
afetariamaisosjudeus.
25.O qualjoientregt
ieàmorte.Porcausadasnossastransgressôes- Como
propiciaçâoporeles.Eressuscitoupara?lossf
ljusli
f
jccft
ib- Paranoscapaci-
tarareceberapropiciaçâopelafé.

R oM ANos 39
5 5

1.Justificados,pois,mediante a fé,temos paz com Deus,por


meio de nosso SenhorJesusCristo;
2.porinterm édio de quem obtivem os igualm ente acesso,pela
fé,aestagraçanaqualestamosfirmes;enosregozijamosna
esperalx a da glöria deD eus.
3.E nâo som ente isto,m astam bém nosgloriam osnaspröprias
tribulaçöes sabendo que a tribulaçâo produz a paciência;
4.e a paciência,experiência;e a experiência,esperança,
5.E a esperançanâo decepciona,porque o am orde Deusé der-
ram ado em nossoscoraçôes pelo Espfrito Santo,que nos foi
outorgado.

Y N otas

1.Jtlstkhctuios,pois,F?ltrfïz
'
Jlll(?af?--Estatbast-
lmuladoscapftulosanteriores.
Ft'???psJlazcp//?Delis- NâomaissendoinimigosdeDeusIv.10Jenem mais
temendoasuaira(v.91.Temospaz,esperança,amorepodt?rsobreopeca-
dozoqueconstituiasubstânciadoscapftulos5,6,7e8.Eisosfrtltosdafé
jtlstificadora;ondeelesnJoseencontram,essafén;oexiste.
2.IAcessol;
?estagrllI
?- Esteestadodefavor.
3.FrI???l???l7llosàr/prl
kp/zpsllasprl
qpriasfrfllifkft
lta
s- Asquais,longedeasenca-
rarcomosinaldadesaprovaçâodeDeus,nösasrecebemoscomoevidênci-
asdoseu amorpaterno,pelasquaissomospreparadosparaumafelicida-
demaiselevada.Osjudeusarrazoavam queofatodaperseguiçàodoscris-
tàoseraincoerentecom IasituaçàoldopovodoMessias.f),portanto,alta-
menteapropriado queo apöstolo mencionemuifreqiientemente asbên-
çàosquesurgem daperseguiçào.
4.E pf?f
il
'
?llty2 operamaisexperihlcitlda atltenticidadedanossa graça,e do
poderedafidelidadedeDeus.
5.Ora,Jesperavçal1Jpconh ndc- Pelocontrlrio,e1anosproporcionaomais
sublimemotivodenosglorificar.Poisnosgloriamosnestaesperança,por-
qllepf7??;t)rdeDells?(lerralltadoc/p!nt
asspscoraqôes- A divinaconvicçâodo
amordeDetlsparaconosco,bem como aqueleamoraDeusqueétantoo
penhorcomo ocomeçodo céu.Pcl( )E's)?l
-
rl
'l(
?Sallto- A causaeficientede
todasessasbênçàosdopresenteeopenhordasdo futttro.

40 N OTAS E xrl- lcyw fvzxs


6.Porque Cristo,quando nös ainda éram osfracos,m orreu na
hora certa pelosfm pios.
7.Dificilmentealguém morreriaporum justo;ora,porum ho-
m em bom talvez alguém ouse m orrer.
8.M asDeus recom endazoo seu pröprio am orpara conosco,Pelo
fato de terCristo m orrido pornös,sendo nösainda pecadores.
9.Logo,m uito m aisagora,sendo J 'ustificadospelo seu sangue,
serem os porele salvos da ira.

6.Com opodem osduvidardoamordeDeus?PllrqlleJ/J/J//JO?IJ5fïl


'
/lJ/l?rl??!l05
jracos- (Fracosdemais)parapensar,quereroupraticarobem.NaFlprrl
aprr;k- Nem cedo,nem tarde;masexatamentenoponto dotempoquea
sabedoriadeDeussabiasermaisadequadodo quequalqueroutro.Cristo
ll7prrci
kpc/pslbllpios- Nâoapenasparaestabelecerparaelesum modeloe
nem somenteparalhesproporcionaracapacidadedeimitl-lo.N àoLevi-
dente que aexpressào 'morrerporalguém''tenha outrasignificaçào do
queadesalvaravidadeumaoutrapessoapordaranossapröpria.
7.Llmjusto--Alguém quedbatodosasuaporçâodevida.O bom- Alguém
eminentementesanto;cheiodeamor,decompaixào,bondade,mansidàoe
detodaadisposiçâo celestialeambvel.Talvez - algllêll- ouse- hnt
arrt?r.
CadapalavraaumentaasingularidadedofatoedeclarasermesmoistoIo
entregar-seporum serhumanoem)algograndeeincomum.
8.MJsDetlsrt
?tipll/clllf
I- Umaexpresszoelegantfssima:costuma-serecomen-
daralguém anös,antesdesconhecidospornösouafastadodenös.Selllk ?,(js
at
blclapccflffprcs- EstlvamostJolongedesermosl/pllsquenem jllstoséra-
m OS.
9.Pclostalfsavglle- Peloseu derramamentodesangue..$t'rt'??70s/70/,talt,sJ/:?n;
da ira,asaber,de todososefeitos da ira de Deus.Haverlentâo ira em
Detls?Nào é a irauma emoçâo humana?E como podeeste sentimento
humanoestarem Deus?Podemosresponderaistoporumaoutrapergunta:
NJoéoamorum sentimentohumano?Ecomopodeestesentimentohuma-
noestarem Deus?M as,pararesponderdiretamente:airanohomem e,as-
sim,oamornohomem,éumapaixâohumana.M asairaem Deusnàoéuma
paixàohtlmana;enem oamor,comoesteestâem Deus.Portantoosescrito-
resinspiradosatribuem osdoisaDeusapenasem um sentidoanalögico.

20 W esley,talvez influenciado pelo KJV,usa ''recomenda''aqui.Comumente


nas versöes se encontra 'prova''1'm ostra''l''
demonstra'
'1etc.

R OM ANOS 41
10.Porque se nös, quando inim igos,fom os reconciliados com
DeusmedianteamortedeseuFilho,muitomais,estandojâ
reconciliados,serem ossalvospela suavida;
11.e nâo isto apenas,m as tam bém nosgloriam os em D eus por
nosso SenhorJesusCristo,porinterm édio de quem acaba-
m os agora de recebera reconciliaçâo.
12.Portanto,assim com o porum homem entrou o pecado no
m undo,e pelo pecado a m orte,assim tam bém a m orte pas-
sou a todos oshom ens,porquetodospecaram .

10.Se- Tâo certo como;éisto que apalavrageralmente significa,espe-


cialmenteaquienocapftulooito.Seremossalvos- Santificadoseglori-
ficados.Pelasuavida- Aquele quevivepara semprepara interceder
pornösjHb7.
251.
11.E nJ0istoapenas,mastambém nosgloriamos- O trecho todo,do v.3 ao
13,podeserentendidoassim:Nösnâoapenas''nosregozijamosnaes-
perançadaglöriadeDeus'',(v.2)mastambém em meioatribulaçöesnos
gloriamosnnprôprioDeuspornossoSenhpr,JesusCristo,porintermédiode
quem acabamosagoradereceberarf'
ctlric/
'
/illl(
?.
12.Portanto- lsto serefere atodoo discursoanterior,do qualoapöstolo
deduzoquesegue.Portanto,elenâofaz,propriamente,um adigressào,
masvoltaafalarsobreopecadoeajustiça.Assim comorprum homem.
Adâo,queémencionado como sendo orepresentantedahumanidade,
e nâo Eva.Entrouopecado nomundo- O pecado propriamente ditoe
suaconseqiiência,umanaturezapecam inosa.E morto- Com tudo que
a acompanha.Elaentrou nomundoquando veio àexistência;porqueele
nâoexistiraantes.Pelopecado- Conclui-sequee1anàopoderiaterexis-
tido antes.Assim também - A saber,porum homem.Porqueassim apa-
lavraéusadatambém em 2 Corfntios5.421.Ttdpspecaram - Em Adào.
Estaspalavrasindicam arazâoporqueamorteveio sobre todososàp-
mens;ospröpriosinfantesnâo estâo excetuados,porquetodospecaram.

21A expressâo em inglês é in that.Esta expressâo nâo aparece nem na KJV


nem nas Nolas,em zcorfntios 5.4.W esley esté se referindo,sem dtivida,
ao grego,onde encontramos L'
t?'(
,
1)nos doisversos.Wesley raramente
apel
a para o grego nas Nolas.

42 N o-rAs Exrat-lcA-
rlvAs
13.Porque até ao regim e da 1eihavia pecado no m undo,m as
o pecado nâo é im putado quando nâo hâ lei.
14.Entretanto reinou a m orte desde A dâo até M oisés,m es-
m o sobre aqueles quenâo pecaram à sem elhança datrans-
gressâo deAdâo,o qualé afiguradaqueleque havia de
vir.

13.PorqueJà?aoregimedeleihaviapecadonomundo- Todos,digoeu,haviam
pecado,ïorqueopecadoestavanomundomuitotempoantesdeexistiralei
escrita;mas,admito,0pecado?1JPJtantolevadoem conta,nem punidotâo
severamentequanâorl& JIJIeiescrita,paraconvenceroshomensdele.No
entanto,que todoshaviam pecado,mesm onessaera,fica evidenteno
fatodequetodosmorrem .
11.lleinou a morte- E com oé vasto o seu reino.Dificilmentepodem os
olharum reicom tantosstiditosquantossâoosreisa quem e1aven-
ceu.M esmo sobreaquelesquenlopecaram f tsemelbançadatransgressno
dezAfïfTtl.M esmo sobreinfantesquenuncapecaram,com oofezAdâo,
nasuapröpriapessoa;esobreoutrososquaisnâohaviam,comoele,
pecadocontraqualquerleiexpressa.O qualprejiguraaquelequehavia
devir.Cadaum éumapessoaptiblicaecabeçafederativadahum ani-
dade.O primeiro foia fonte do pecado e dam orte à hum anidade
pelasuaofensa;osegundo(foiafonteldajustiçaedavidapeloseu
dom gratuito.Atéaquio apöstolom ostraa semelhança entreo pri-
meiro e o segundo Adâo;depois,mostraasdiferençasentreeles.A
semelhançapodeserassim resumida:assim com oporum söhomem
opecadoentrouno mundo epelo pecado am orte,assim porum ho-
mem ajustiçaentrounomundo,epelajustiça,avida.Comoamorte
passou sobretodaahumanidadeporquetodospecaram,assim avida
passousobretodos(osquaisestâonosegundoAdâopelafé)porque
todosestâojustificados.E comoamortereinoupelopecado dopri-
meiroAdâomesmosobreaquelesquenJOpecaram âlsemelbançadafrcrls-
gressâbde-
4ilJ(?,assim,pelajustiçadeCristo,mesmoosquenâoobe-
deceram,àsemelhança da obediência dele,reinarâo na vida.Deve-
mosacrescentar:como opecadodeAdâo,sem ospecadosquecome-
temosdepois,trouxeamorte,assim ajustiçadeCristo,sem asboas
obrasquedepoispraticamos,nostrazavida,emboratodaaboaobra,
com o todaa mâobra,m erecerésua devidarecompensa.

R oM ANos 43
15.Todavia,nào é assim o dom gratuito com o a ofensa;porque
se pelaofensade um sö,m orreram m uitos,m uitom aisagraça
deDeus,eo dom pelagraçadeum sö homem,JesusCristo,
foiabundante sobre m uitos.
16.Enâocomo aperdaporum (sö)quepecou,assim éodom:
porqueo julgamento foiporcausa deumaofensa,para a
condenaçào,m asa graça transcorre de m uitasofensas,para
ajustificaçâo.
17.Se pela ofensa de um ,e porm eio de um sö,reinou a m orte,
m uito m aisos que recebem a abundância da graça e o dom
dajustiça,reinarâo em vida pormeio deum sö,a saber,
JesusCristo.
18.Poisassim com o porum asö ofensaveio a sentença dem orte
sobre todos os hom ens para a condenaçâo, assim tam bém
porum sö atodejustiçaveioodom gratuitosobretodosos
lnomensparaajustificaçloquedâvida.

15.Todavia,?7J()- Paulo agora passaa descreveradiferençaentreAdào e


Cristo,deum modomaisdiretoeeypressodoquedescreveasemelhança
entreeles.Ora,aquedaeodom gratuitodiferem:(1)Naamplitude(v.
15).(2)Aqueledoqualproveioopecadoedoqtlalodom gratuitoveio
(chamadotambém ''dodom dajustiça'':5.171difereem poder(v.16).(3)
A razâodosdoiséconexa(v.17).(4)Estabelecidaessapremissa,aofensa
eodom gratuitosâocomparados,noquetangeaoseu efeito(v.18)e
quantoàsuacausa(v.19).
16.O jtllgametltojoiporcausadelf/nr
kslojensaparaact?nlc/krfll()deAdâo,provo-
cando asentença demorteasercumpridasobreele,aqual,conseqiiente-
mente,apoderou-sedesuaposteridade.MasagrI7lltranscorreJt ?'vuitasp#n-
srls,parafljrfsfl
'
j'
caçtïo- Asaber,paraaconsectlçâodelaparatodaahumani-
dade,apesardasmuitasofensas.
17.Existeumadiferençaentregraçaeodom.A graçaéoopostodaojcllsa;o
;ft
?,,7éoopostodamorte,sendoo dom davida.
18.-4jlkstq
hcaq
-t
kbtylfc(
ï#vLla- f!aquelasentençadeDeuspelaqualopecador,
condenado2,morte,thjulgado(dignoldevida.

44 N o-
r'
a
ls Exlat-lcA-rlvAs
19.Porque,com o peladesobediência de um sö hom em m uitosse
cortstitufram em pecadores,assim tam bém porm eio da obe-
diênciadeum sömuitosconstituir-se-loem justos.
20.lnterveio a 1eipara que avultasse a ofensa;m as onde abun-
dou o pecado,superabundou a graça;
21.A fim de que,com o o pecado reinou pela m orte,assim tam -
bém reinasseagraçapelajustiçaparaavidaeterna,median-
teJesusCristo nosso Senhor.

19.Porque,('
tllu(
?pelalt
?spllt'
lz
'&labdeN/AIs/botnem,hnr/ïlps(istoL,todos)sclpr-
narat'tpecadores- Estandoentâo nosrins22do seuprimeiro Pai,Ocabeça
comum erepresentantedetodoseles,assim também por??;ck t ia()lv;
'
/,
'??1ck
(leIf/rls/,pelasuaobediênciaatéàmorte,peloseu morrerpornös,??71f, '
lt?s
(todososquecrêem)scrtlr?lf
7rr
ibjJfsrps- Justificados,perdoados.
20,Interveioalei- lstoL,pôs-seentreaofensaeodom gratuito.Parar/nt
?sc
avt
iltasseap/('/ys;
7- A saber,aconseqtiência(emboranâoaintençào)da
vindadaleifoi,nâoaremoçzodopecado,senâooseuaumento.M flspnffc
Jl?lf/llpnppecadosr
kpézrf
7lllfnlplfaqyrf
Tf/l- Nâo sö naremissào do pecado
queAdàotrouxesobrenös,mastambém detodoonossoprépriopecado;
nào sö na remissào dospecados,m astambém ainfusâo dasantidade;
nâosönalibertaçâodamorte,comotambém naadmissâoàvidaeterna,
um avidamuitomaisnobreeexcelentedoqueaquelaqueperdemospela
quedadeAdào.
21.Comot?pecado rcl '
npn - Assim também reinou agraça,aqualnàopodia
reinarantesdaqueda,antesque oshomenstivessem pecado.Pelay'Nt ;ll
'(f?
paraavitiaclcrnflvlclianteJeslsCrl
'
sàp,nosso.
%/p/
l(?r- Aquiafontedetodas
asnossasbênçâoséindicada:aricaelivregraçadeDeus.z4causamt
rr7
'à/ri
'
r?
enf
i'
t
)qtlaisquerobrasdejustiçadoserhumanomassomenteosméritosde
nossoSenhorJesusCristo,oefeitoou fim detudoisso;nâoapenasperdâo,
masvida;vidadivina,queconduzàglôria.

22''Loins''em inglês,ou seja,örgàos reprodutores'


.cf.Hb.7.1O,Bl
blia de
Jerusalém

R oM ykl
xlcos 45
R 5 6

1.Quediremos,pois?Permaneceremosnopecado,paraque
sejaagraçamaisabundante?
2.D em odo nenhum z3.Com o viverem osaindano Pecado,nös
os que estam osm ortospara o pecado?
3.Ou,porventura,ignoraisquetodososque fom osbatizados
em CristoJesus,fom osbatizadosnasuam orte?
4.Fom os,pois,sepultados com ele na m orte pelo batism o;
para que, com o Cristo foiressuscitado dentre os m ortos
pela glöria do Pai,assim tam bém andem os nös em novi-
dade de vida.

# Notas
1.O apöstolo aquisefirma,para m aisamplamente dasconseqiiências
sugeridasacima,(ltm 3.7-8)derivarmaisamplamentesuadoutrina(da
justificaçlopelafé).Naquelelugareleapenasohavianegadoerenuncia-
do,masagorae1eremoveo pröpriofundamentodessassugestöes.
2.M ortosparaopecado.Livrestantodasuaculpacomodeseu poder.
3.Todcs(
?squefomosbatizadcsem CrfsloJesus,fomossclfzflffos'
rlcslfcmorle
-
Nobatismo somos,pelafé,imputadosem Cristo erecebemosnova
vidaespiritualdestanovaraiz,pelo seu Espfrito,o qualnosdâforma
sem elhante à dele e particularmenteno que concerne à sua morte e
ressurreiçâo.
4.Fomoss/ if/lflkt?scom ele- Umaalusâoàformaantigadobatismo,pela
imersâo.Paraque,comoCristojoiressuscitadopelagléria- O poderglo-
rioso.AoPai,cssfm ffllnl
k?'
lntjs(pelomesmopoder)possamosressusci-
tar;e,como ele,viverumanovavidanocéu.Assim também andamos>l/s
em novidadede7J;'
#c.Tudoisso,estâdizendooapöstolo,o nossopröprio
batismosignificaparanös.

23WesIey traduz Ii
teralmente ('Que Deus o profba').O signi
ficado é:$
<De
modo algum l''ou r e modo nenhuml''

46 N o-rxs ExratlcA-lqvAs
5.Porquesefomosplantadosjuntoscom elenasemelhançada
sua m orte,certam ente o serem ostam bém na sem elhança da
sua ressurreiçâo;
6.sabendo isto,que foicrucificado com e1e o nosso velho ho-
mem,paraqueocorpodopecadosejadestrufdo,enâomais
sirvam os o pecado com o escravos;
7.porque aquele que estâ m orto estâ livre do pecado.
8.Ora,sejémorremoscom Cristo,cremosquetambém com
ele viverem os;
9.sabedoresque havendo Cristo ressuscitado dentre osm or-
tos,jânâomorre:amortejânâotem domfniosobreele.
10.Pois,pelo fato de term orrido,de um avezpara sem prem or-
reu para o pecado;m aspelo fato que e1evive,e1e vive para
Deus.

5.Porque- Sem dflvida,estasduascoisasdevem irjuntas,demodoque,se


nösnostornarmoscomoelenasuamorte,conheceremoso poderdasua
ressurreiçâoz4
6.Nossovelhohomem - Tàoantigocomoonossoseretâovelhocomoaque-
da;nossanaturezamâ;umaforteelindaexpressâodadepravaçâoda
corrupçâototal,aqual,pornatureza,sealastrapelapessoainteira,sem
deixarqualquerparteisentadeinfecçâo.Esta(nattlrezal,nocrente,foicru-
ct
hcadoctl?'
rlCristo,mortificada,gradativamentemorta,porcausadanossa
uniâocom ele.Quet?cot' po;It?pecado(todasasinclinaçöes,palavraseaçöes,
asquaissâoos''membros''do''velhohomem' '- Cl.3.5)sejadestrul-
do.
7.Porqueaquelequecstffmortocom Cristoestdlivredaculpadopecadopassadoe
dopoderdopecadopresente,assim comooestâoosmortosdasordensdos
seusantigossenhores.
8.M orremoscprrlCristo- Tornadossemelhantesà sua morte,portermos
morridoparaopecado.
10.(Elelrrlt?n'
c?zpara0pecado- Parafazerexpiaçâopelopecadoeaboli-lo.EIe
viveparaDeus- Umavidagloriosaeeterna,talqualnöstambém vivere-
m OS.

24 (Cf.Fp3.101A valori
zaçâo domartiriona Igrejaantigaesté muitoIigada a
esseconceito de que apl ena imitaçâo de Cri
sto incluitam bém m orrerpela
fé com o Cristo morreu.

R oM ANos 47
11.Assim tam bém vösconsiderai-vosm ortosparao pecado,m as
vivospara Deusem JesusCristo.
12.N âo reine,portanto,o pecado em vossocorpo m ortal,dem a-
neira que obedeçais às suaspaixôes;
13.nem ofereçais cada um osm em bros do seu corpo ao pecado
com o instrum entos de irtiqûidade;m as oferecei-vos a Deus
com o ressurretos dentre os m ortos,e os vossos m em bros a
Deuscomoinstrumentosdejustiça.
14.Porque o pecado nào terâ dom fnio sobre vös;poisnâo estais
debaixo da lei,e,sim ,da graça.
15.E daf? H avem os de pecar porque nào estam os debaixo da
lei,e,sim ,da graça?D e m odo nenhum .
16.N âo sabeis que daquele a quem vos ofereceis com o servos
para obediência desse m esm o a quem obedeceissoisservos,
sejadopecadoparaamorte,oudaobediênciaparaajustka?
17.M asgraçasaD eusporque,outroraescravosdo pecado,con-
tudo viestes a obedecer de coraçâo à form a de doutrina a
que fostesentregues;

12.Ntïoreinet?pecadonem mesmoem nossoctlr/?pmortal- O qualtem queser


sujeitoàmorte,masnâoprecisasersttjeitoaopecado.
13.Nem pjcrclrf/
'
scadaif??/ospncptàrpsaopccflr/p- Istoé,ànaturezacorrompida,
-' um m erotirano.M asp-fcrcccf-tlt?stlDels- O vossolegftimoRei.
14.O pecadonti'
t?fcr;fltl/nlki'
psobreT//s- Elenâo tem nem o direito enem o
poderparatanto.Pois? 7Jpestaisdebaixork 1ci- Umadispensaçâodeterror
eescravidào,queapenasrevelaopecado,sem darpoderparavencê-lo.E,
sï/u,dagrflfrl- Sobadispensaçlomisericordiosadoevangel
ho,oqualtraz
plenavitériasobreopecadoatodosqueestàosobapoderosainfluênciado
Espfrito deCristo.
17.ljortnadedotltrinaf7quejostesentregtles- Literalmente,seria(
?'noldec7nque
fostesderratvados.lstonâosöcontém umalindaalusâocomotambtm uma
adm oestaçào muito instrutiva;sugere que nossamente,toda malebvele
détil,deveconformar-secom ospreceitosdo evangelho,como osmetais
fundidostomam aformadomoldeem quesâoderramados.

48 N o-
ryvs Exlat-lc A-rlvA s
18.e,umavezlibertadosdopecado,fostesfeitosservosdajustiça.
19.Falo com o hom em ,por causa da fraqueza da vossa carne.
A ssim com o oferecestes os vossosm em bros para a escravi-
dào da im pureza, e da m aldade para a m aldade,assim
ofereceiagoraosvossosmembroscomoservosdejustiçapara
a santificaçào.

18.E,ff/rl;lvezlibertadosJppecado- Podemosapreciarométododoapöstolo
atéaquinum relance:
Capftulo Verso
1. Escravidàoaopecado 3 9
2. O conhecimentodopecadopelalei;uma
sensaçào dairadeDeus;m orteintensa 3 20
3. A revelaçàodajustiçadeDeusem Cristo
peloEvangelho 3 21
4. O centrodetodaafé,abraçandoessajustiça 3 22
5. Ajustificaçào,naqualDeusperdoatodo
opecadopassado elivrementeaceitaopecador 3 24
6. O dom do EspfritoSanto;aconsciênciado amor
dapartedeDeus;nessavidainteira 5 5
7. O livreserviw dajustiça 6 12
19.Falot-pp/phomeln- Assim énecessârioqueaEscrituradesçaàlinguagem
dehomens.PprcaltsadafraqtlezaJJnpssflcarile- A lentidâodeentendi-
mentoprovém dafraquezadacarne;asaber,danaturezahumana.Assim
ca/noojerecestes(?S'ppsspsmembrosrurr
/acscrrfpïfïlpdai/rlpTfrczfl,edamaldade
paraamaldade,Jssfplojereceiagorapsppsspsmenlbrosparaservirem Jljustiça
paraasf 7?kàz
/clllp,-4maljade(daqualaimpurezaéumaparteeminente)é
aquivistacomooopostodajustiça,eparaaphll/rsflfv éoopostodeparaa
sf
7nlp/i
''caçlkb.Ajrfsfif;/aquiLaconformidadecom avontadedivina;santi-
dadeeconformidadecom anaturezadivinainteira.Observai,osquesào
servosdajlfsfkfyprosseguem àsatltidade,masosquesâoservosda??7Jf;fJ#c
nàovàomaisalém.Ajustiçaéserviço,porquevivemossegundoavonta-
dedeumaoutrapessoa;maséliberdade,porcausadanossainclinaçlo
paraistoedanossaalegriaem fazê-lo.

R ox4zxN os 49
20.Porque quando éreisescravosdo pecado,estâveis livresem
relaçâoàjustiça.
21.Quefrtltotfnheisentâo,daquelascoisasdasquaisagoraestais
envergonhados?
22.Agora,porém ,libertosdo pecado,transform adosem servos
deD eus,tendes ovosso fruto para a santificaçâo,e porfim a
vida eterna.
23.Porque a m orte é o salârio do pecado;m asa vida eterna é o
dom deDeus,porJesusCristo,nossoSenhor.

20.Quandoéreisescravosf
tppecado,esttivei
sIivresdajustiça- Conformearazâo,
entâo,deveisestaragoralivredainjustiça;(deveislestartâoconstantese
zelososem serviraDeuscomoéreisem servirao diabo.
21.Aquelascoisas- Elefaladelascomoestandolonge.
23.z!morte- Temporalespiritualeeterno./ojustosaliiriodopecado;masavida
cfcruf7é(?dom deDetls.A diferença énotâvel.Asmâsobrasmerecem o
galardJo querecebem;asboasobrasnâomerecem .Aquelasexigem salâ-
rio;estasaceitam um dom gratuito,

50 N o-
rAs Exrat-lcA-
rlvAs
S 7

1.Porventuraignorais,irmâos(poisfaloaosqueconhecem a
lei)quea1eitem domfrtiosobreum homem enquantoesta(a
leilvive?
2.Ora,am ulhercasadaestâ ligadapela 1eiao m arido,enquan-
to e1e vive;m asse o seu m arido estiverm orto,ela fica livre
da leide seu m arido.
3.De sorte que serâ considerada adtiltera se,vivendo ainda o
m arido,urtir-se com outro hom em ;porém ,sem orrero m ari-
do,estarâ livre da lei,e nâo serâ adflltera m esm o se se casar
com outro hom em .
4.Assim ,m eusirm âos,tam bém vösm orrestesrelativam ente à
lei,por m eio do corpo de Cristo,para poderes se casar com
um outro,a saber,aquele que ressuscitou dentreosm ortos,e
deste m odo frutifiquem ospara Deus.

# N otas
1. O apöstolocontinuaacomparaçâoentreo antigo eo presenteestadodo
crentee,aomesmotempo,seesforçapordesatrelaroscrentesjudeusda
suaafekâoparacom aleimosaica.Faloaosqueconbecem alei- Principal-
menteaosjudeus.Enquanto- Durantetalperfodo,enàopormaistempo.
Esteviverls- A 1eiéaquitratadapormeiodeumafiguradelinguagem,
comoumapessoa,àqual,comoaum marido,avidaeamortesâoatribu-
fdas.M aselefalasem distilxâo dealeiestarmortaparanös,ounöspara
ela,emboraosentidosejaomesmo.
2. Desobrigadahcadaleidoseumarido- Daleiquelhederaumapropriedade
particularnela.
4. Assim,também :?/s- Soisagoratâolivresdaleimosaicacomooéum ma-
ridocujaesposaestâmorta.Pormek doct lr,odeCristo- Oferecido em
sacriffcio;istoL(sâolivres),pelosméritosdasuamorte,poisaleiexpirou
juntamentecom ele.

25 A frase traduzida por 'enquanto esta viver''é,no ori


ginal,as Iong as it
Iiveth,uir'sendo palavra neutra.Almeida,com a maioria dos tradutores
hodiernos traz ù
'ele'
'.

RoM xNos 51
5.Quando estâvam osnacarneznossaspropensöesao pecado,
queeram pela lei,detalform aatuaram em vossosm em bros
que elas produziram fruto paraa m orte.
6.Agora,porém ,libertadosda lei,estam osm ortospara aquilo
aqueestâvamossujeitos,demodoqueservimosem novida-
de de espfrito e nâo na caducidadeda letra.
7.Que direm os pois? Diremos que a 1eié pecado? De m odo
nenhum .M as eu nâo teria conhecido o pecado,senào por
interm édio da lei;pois nâo teria eu conhecido a cobiça,se a
leinJo dissera'
.N ào cobiçarâs.

5. Quandocsfltbf??//t
?suacflr/:c- Tendoamentecarnal,sendopessoasnatu-
rais;antesdecrermosem Cristo.Nbssospecados,quecrJh?lpelalei- Aci-
dentalm ente provocadosou aguçadosporela.Attlaram cln npsspstJtettl-
bros- Espalharam-seportodo onossoser26.
6. EstatttosC/
tprlt?sparaf'f/uz
'
l(
?açl/cestt
ivamosslfjcïlps- Aonossoantigomari-
do,a lei.De??:plt?quesc?'t?;
'
?npsem ?lprlïJf7f
V decspfrilp- Em umanovae
espiritualmaneira.E /ZJIIvacadt jcidadedaIetra- Nâo dumamaneirapo-
bre,literaleexterna,comofazfamosantes.
7. QueJïrc/lt?spois?EstaLumaespéciededigressào,quevaiatéocomeçodo
pröximocapftulo.Aquioapéstolo,visando mostrar,daformamaisvivaz
possfvel,aineficlciadalei,mudaapessoaefalacomosefosseasimesm o,
concernente 2tm iséria de alguém debaixo da lei.Patllo faz isto
freqiientemente,quandonâo estârealmentefalando da suapröpriapes-
soa,masapenasassumindoum outrocarâter(Rm 3.5,
.1Co.10.
30;4.6).O
cardterquee1eassumeaquiéodeum homem,primeiro ignorantedalei,
depoisdebaixodela,esincera,masineficazmente,seesforçandoporservir
aDeus.Falardessascoisasdesimesmo,ou dequalquerverdadeirocrente,
poderiaparecerimpröprio ao teordo seu discursoe,narealidade,total-
mentecontrsrioaele,bem comoaoqueestlexpressamentedeclarado(Rm
8.2).LaIcipt at-rllt??- Pecaminosaem simesmazepromotoradepecado.Etl
?IJpteriacp/l/lccl 'fït
?acpl?I
'
(J- Asaber,omaudesejo.Eunàooteriaconheci-
docomopecado;emais:talvezeunâoteriacol- thecidoquetaldesejoexis-
tissedentroem mim.Elenâoficouaparevteatéseravivadopelaproibiçâo.

26W esley tomou um a certa Iiberdade com o texto para tornarm ais clara
sua interpretaçào.

52 N om s Expulcv lvAs
8.M aso pecado,tom ando ocasiâo pelo m andam ento,desper-
touem mim todasortededesejo;porquesem leiestavamor-
to o pecado.
9.O utrora, sem a lei,eu vivia;m as sobrevindo o preceito,
reviveu o pecado,e eu m orri.
10.E o m andam ento quem efora para avida,verifiqueiqueeste
m esm o se m e tornou para a m orte.
11.Porque o pecado, prevalecendo-se do m andam ento, pelo
m esm o m andam ento m e enganou e m e m atou.
12.Por conseguinte,a lei é santa;e o m andam ento,santo e
'
Justo e bom .

8.M ;
?sppecado- M inhacorrupçàoinata.Ttlprfrfr/ffpocasigopelo?nr??
kJ;fr?/cnlp,
o qualproibia,masnào dominavata1corrtlpçào,aqualfoisö irritada,e
despertavac??T,,1:ncadavezmaistot
laasortede(iesejo.Porqt
le,enquantoeu
estavasem oconhecimentodalei,ppecadoé'
slf?nrfmorto- Nâotâoaparen-
te,nem tàoativo;enem tinhaeu qualquerpercepçâodequalquerperigo
deleproveniente.
9.Outrora,sc/Flalei,t
?//'
pïèk- Sem arigorosaaplicaçlodela.Tinha(ouassim
pensavaeu)muitavida,sabedoria,virtudeeforça.Mcsquando( ?preceito-
A saber,alei,umapartecolocadaparaotodo;estaexpressâo,porém,par-
ticularmentesugeresuaforçacompulsiva,aqualrestringe,incita,profbe,
ameaça.Sobreveio- Nasuaacepçâoespiritual,aomeu coraçlo,com opo-
derdeDeus.Ièevizvat?pecadocf'nmorri- M eu pecadocongênitopegou
fogo etodaa minhavirtudeeforçaesmoreceram;entâoeu viqueestava
mortonopecadoepassfveldemorteeterna.
10.Fpmandanlentoqtle?ncjprfkparat'T
'
J;?- Sem dlivida,e1eforaoriginariamen-
te proposto porDeuscomo um grande meiodepreservare aumentara
vidaespiritual,levandoàvidaetem a.
11.M cenganou- Enquantoeu esperavavidadalei,opecadoveiosobremim,
inesperadamente,cmatoutodasasminhasesperanças.
12,O mandameuto- lstoé,todasaspartesdalei.Lsflnlpejastoe4
7t?//7- Surge
eparticipadanaturezasantadeDeus;eleL,em todoosentido,justoecerto
em simesmo;foiplanejadounicamenteparaobem dahumanidade.

IQIAM ANOS 53
13.Acaso o bom se m e tornou em m orte? D e m odo nenhum ;
pelo contrârio,o pecado,para revelar-se com o pecado,por
m eio de um a cousa boa, causou-m e a m orte;a fim de que
pelo m andam ento se m ostrasse sobrem aneiram aligno.
14.Porque bem sabem os que a leié espiritual;eu,todavia,sou
carnal,vendido à escravidào do pecado.
15.Porque aquilo que faço,eu nâo aprovo:porque nâo pratico
o que quero praticar;pelo contrârio,o que detesto é o que
pratico.
16.O ra se faço o que nâo quero,consinto com a lei,que éboa.
17.Nestecaso,quem fazistojânâosoueu,masopecado que
habita em m im .
18.Porqueeu seiqueem m im ,isto é,nam inhacarne,nào habita
bem nenhum ' .poiso querero bem estâ em m im ;nâo,porém ,
o efetué-lo.

13.zf
tcflsp0bem semeàornt?l
facausadomal;atédemorte,aqualéoma1maior?
De modo nenhum.Pelocorlfrffnb,foio pecadoque setornou morte para
mim,pelofatoquecausou-tneatnorte,mesmoïor??:e7
'
pdeumacoisaboa- la
saberlpelaboalei.Ahm dequepelomandamentoopecadosemostrassesobre-
maneiramflll
'
àrrlp- A conseqiiênciaéqueopecaâocongênito,assim agindo
f'
uriosamenteadespeitodo mandamento,sctnostrousobretnaneiramaligno,
sendosuaculpagrandementeagravada.
14.6//soucarnal- Paulo,tendo comparado a sittlaçào do crentepassadaà.
Presente,ouseja''nacarne''e''noespfrito''(v.6),aoresponderaduasob-
jeçöes(ta1eipecado?- v.7;eéaleimorta?- v.13),passaademonstrar
todo o processo de alguém arrazoando,gel,tendo,seesforçando e esca-
pandodacondiçàolegalparaaevangélica.Vendidof tescravidgodopecado-
Completamente escravizado;osescravos,compradospordinheiro,esta-
vam aointeirodispordeseu amo.
16,Boa- Estet' lnicoadjetivosignificatodosostrêsempregadosantes,nov.
12 'santoejustoebom''
17.Quemjazi '
sàtljt
irlf
i'
asou,propriamentefalando,eu,mas,pelocontrério,o
pecadoqaebabitacpltnim - Quefaz,porassim dizer,umaoutrapessoa,que
m etiraniza.
18.Natninlv cf
7rnc- A carneaquisignificaoserhumanointeiro,comoépor
natureza.

54 N om s Expl-lcv lm s
19.Porque nâo faço o bem que prefiro,m aso m a1que nâo que-
ro,esse faço.
20.M as,seeufaçooquenâoquero,jânâosoueuquem ofaz,e,
sim ,o pecado que habita em m im .
21.Encontro entâo um alei,que,quando queropraticaro bem ,o
m alestâ presente com igo.
22.Porque eu m e com prazo naleide D eussegundo o hom em
interior.
23.Masvejonosmeusmembrosoutraleique,guerreandocon-
tra a1eidam inha m ente,m efazprisioneiro da 1eido pecado
que estâ nos m eus m em bros.
24.Desventuradohom em quesou!Quem melivrarâdo corpo
desta m orte?

21.EncontroN??1JIei- Umaforçaconstrangedoranomeu fntimo queemana


dopreceitodanaturezacorrupta.
22.PorqueeumecomprazonaleideDeus- lstoémaisdoqueconsintocom (a
leil.O diadalibertaçaoseaproxima.OImtnem interior- Chamadode''men-
te'
'nosvv.23 e25.
23.Mcsvejonosmeustnembrosoutralei- Umaoutraforçaconstrangedorano
fntimo,adeinclinaçöesmâsedeapetitescorporais.Guerreandocontraalci
daminhanlente,aqualsedeleitana1eideDeus(cf.v.22;S11.21Mcjaz
prisioneiro- A despeitodetodaaminharesistência.
24.Desventuradohotnem quesou- A lutajâchegou aoauge;eohomem,
descobrindoquenâohânelenenhumaajuda,começaquasedesperce-
bidamenteaorar:Quem tnelirrflrff?Entâoeleprocuraebuscaaliberta-
çâo,atéquandoDeusem Cristo aparecepararesponderàpergunta.A
palavra quetraduzimosporIivrardimplica em força,e,naverdade,
sem esta,nâopodehaverlibertaçâo.D0corïodestamorte- Isto é,este
corpo de morte;estam assade pecado,que conduz à m orteeterna e
que se apega tâo internamente a mim,como ao meu corpo- o meu
corpo,a minhaalma.

R oM ykNos 55
25.GraçasaDeusporJesusCristo,nosso Senhor.Dem aneira
que eu,de m im m esm o,com m inham ente,sou escravo da
leide D eus;m as,com a m inha carne,sirvo a leido peca-
do.

25.GraçasaDeusporJesusCristo,nossoSenbor.A Saber,Deusmelibertarlpor
intermédio de Cristo.M aso aptstolo,comocostumafreqflentementefa-
zer,entretece sua declaraçào com açâo de graças;o hino de louvor
corresponde,decertaforma,àvozdatristeza:''Desventuradohomem que
sou''. De?
?7lrla'
r;?que- Aquieleresumeotodeeconcluioquecomewu no
v.7.Eu,dey?kirrlmestno- Oumelhor,aqueletlr?lcujocarâterestouencenan-
do,atéserefetivadaalibertaçâo.Cotnamcrllc$ouescravodaleideDeus- A
minharazâoeaminhaconsciênciaapöiam aDeus. M as,sct çlfnlpacarne,a
leidopecado- M asminhascorrompidaspaixöeseapetitesaindaserebe-
lam.O homem (quePauloaquiretratalestàagoratotalmenteexaustoda
suaservidâoeàbeiradalibertaçâo.

56 N om s Expl-lcv lm s
R 5 8

1. Agora,pois,jânenhumacondenaçâohâparaosquenâoan-
dam segundo a carne,m as segundo o Espfrito.
2. PorquealeidoEspfritodavidaem CristoJesusmelivrou da
leido pecado e da m orte.
3. Porquanto o que fora im possfvelà lei,no que estava fraca
pela carne,isso fez D eus enviando o seu pröprio Filho em
sem elhmx a de carnepecam inosa e com o sacriffcio pelo pe-
cado;e,com efeito,condenou Deus,na carne,o pecado.
4. A fim dequeajustiçada1eisecumprisseem nösquenâo
andam os segundo a carne,m assegundo o Espfrito.
5. O s que vivem segundo a carne sepreocupam com ascoisas
da carne;m asos quevivem segundo o Espfrito,com ascoi-
sasdo Espfrito.

# Notas
1.Agora,pois,j#nenbamac()rl#crlJ(Jpà#- Querporquestöesdopresente,quer
do passado.Agoraele alcança o resgate e aliberdade.O apöstolo aqui
retornaaofiodo seudiscurso,queforainterrompidonocapftulo7,v,7.
2.-
4leidoEsplkito- Asaber,oevangelho.A'
1:livrouJ;Ileirb pecadoeJJmorte-
lstoé,dadispensaçâomosaica.
3.Porquantot)quejoraimpossl
-
vel)lei- DeMoisés.Noqueestavafracapelacf/nlc
-
lncapaz devenceranossanaturezamâ.Sepudessevencê-la,nâoteria
sido necessério queDeusenviassebeupr/pri b Filboem semelhançadecarne
pcclrrlfnpsfp- Nös,com nossacarne,estévamoscondenadosàmorte.M as
Deus,enviandoseu pröprioFilho,em semelhançadaquelacame,embora
sem pecado,condenouo pecadoqueestavaem nossacarne;decretou queo
pecadofossedestrufdo,eocrentecompletamentelibertado dele.
1.Ahm dequecjnsfk;ldalei- A santidadequeelaexigia,descritanosvv.5-11.
Secumprissea?tnôsquenl'
()andamossegundoacarne,?zlflssegundot?Esplkito-
kNtlslquesomosguiadosem todososnossospensamentos,palavraseaçöes,
nàopelanaturezacorrompida,maspeloEspfritodeDeus.Daquiem dian-
tePaulodescreveprimeiramenteacondiçâo decrenteseadosincrédulos
somenteparailustraraquela.
5.Porqueosquevivem segundof?carne- Osquepermanecem sob adireçàoda
naturezacorrupta.Preocupam-secom ascoisasdacarne- Têm seuspen-

R oM ANos 57
6.O ra,fixara m ente na carne é m orte,m as fixâ-la no Espfrito é
vida e paz.
7.Porisso am ente carnalé inim izade contraD eus,poisnâo estâ
sujeitaàleideDeus,nem mesmopodeestar.
8.Portanto os que estâo na carne nâo podem agradara D eus.
9.Vös,porém ,nâo estaisna carne,m as no Espfrito,se de fato o
Espfrito de D eushabitaem vös.E se alguém nâo tem o Espf-
rito de Cristo,esse ta1nào é dele.
10.Se,porém ,Cristo estâem vös,o corpo,na verdade,estâ m or-
to por causa do pecado,m as o espfrito é vida por causa da
'
Justiça.

samentoseafeiçöesfixasnascoisasqueagradam à naturezacornlpta;a
saber,em coisasvisfveisetemporais;nascoisasterrenas,noprazer(dos
sentidosedaimaginaçâo),nafamaounariqueza.MJs(?sque771 '77:7'
rlsegundo
(?Esplkito- Quesâo guiadosporele.Preocupam-sectnpkascoisasdoEspl kito
-
Pensandoesedeleitam em amarascoisaseternas,ascoisasqueoEspf-
ritorevela,operaem nös,move-noseprometenosdar,
6.Porquehxarap'
tléntfcnacarne- lstoé,cuidardascoisasdacarne.Lmorte-
A marcacerta da morteespiritualeo caminhopara amorteeterna.M Js
hxt
i-la:10Espl
kito- A saber,cuidardascoisasdoEspfrito.frvida- Uma
marcacertadevidaespiritualeocaminhoparaavidaeterna.f acompa-
nhadadapaz- A pazdapartedeDeus,aqualéoantegostodavidaeter-
na;epazcom Deus,opostaàinimizademencionadanoversoseguinte.
7.Dal '
rll
'
hnlkf?t
'k contraDeus- Contrasuainexistência,seu poder,suapro-
vidência.
8.Osquecslf 'fpnacarne- Debaixododomfniodela.
9.NoEsplkito- Debaixodoseudomfnio.Sealguém rlti'
ptem t?EsplkitodeCristo-
Habitando-oegovernando-o.EssetalHJOétiele- ElenâotjmembrodeCris-
to,nJoLcristào;nàoestânoestadodesalvaçâo.f)umaclaraeexpressade-
claraçâo,quenàoadmiteexceçào.Quem tem ouvidos,ouça!(Mt11.15,etc.l
10..
$c,porém,Cristocslfft'?rfvocê- OndeestloEspfritodeCristo,lJestâCristo.
O corpo,naverdade,cslffmorto- Juradoàmorte.Pprcausadopecado- Co-
metidoatéopresentemomento.MJsofzs/7l -
r/
'àt??viâa- J5verdadeiramente
vivo.Porcausadajr/slfff7- Agoraalcançada.Desdeov.13,Paulo,tendo
terminado oquecomeçaraem Rm 6.1,descreveexclusivamenteacondi-
çâo doscrentes.

58 N o-r'
A s Expt-lcyt-rlvAs
11.Sehabitaem vöso Espfrito daquelequeressuscitou aJesus
dentreosm ortos,essemesm o queressuscitou aCristoJesus
dentre os m ortos vivificarâ tam bém osvossos corpos m or-
tais,porm eio do seu Espfrito que em vös habita.
12.Portanto,irm âos,nâo som osdevedoresà carne,obrigadosa
viver segundo a carne.
13.Porque,se viverdessegundo a carne,m orrereis;m as,se pelo
Espfrito m ortificardesosfeitosda carne,certam entevivereis.
14.Pois todos os que sâo guiados pelo Espfrito de Deus sào fi-
lhos deD eus.
15.Porquenâo recebesteso espfrito de escravidâo paraviverdes
outra vez atem orizados,m as recebestes o espfrito de ado-
çâo,baseadosno qualclam am os:Aba,Pai.

12.N#psomosdevedores)carne- Nâo devemossegui-la.


13.Osjeifosdacarne- Nàoapenasaçöesmâs,masdesejos,inclinaçöes,pensa-
mentos.Semorti hcardes- Destnlirdestaiscoisas.Vivereis- A vidadefé
maisabundantementeaquieavidadeglörianoporvir.
14.Poistodosquesl(
?guiadospeloEsp,
kitojcDetls- Em todososcaminhosda
retidào.Sàbh'
IbosdeDeus- AquiPauloiniciaadescriçàodaquelasbên-
çâosqueeleincluinoescopodapalavra''glorificou''(v.30),embora,na
verdade,elenâodescrevaaglöriaem estadopuro,masaquelaqueainda
semisturacom acruz.A carneéaglöriapormeio dosofrimento.
15.Porquegvösl- Quesoisverdadeiroscristâos.NJnrecebestest?espl
kitode
escrf
7rffïlp- O EspfritoSanton;ofalapropriamentedeum espfritodees-
cravidâo,mesmo nostemposdoAntigo Testamento.Havia,porém,algo
deescravidàoquerestavamesmonaquelesquehaviam recebidooEspfri-
to.Outravez- Comoosjudeusfizeram antesr.
!N/s1- Todosecadacrente.Clamamos- O termodenotaum falarvee-
mente,com desejo,confiança,constâncialpersistência).-4àIl,Pai- A se-
gundapalavraexplica aprimeira.Ao usaro vocébulo tanto no sirfaco
comonogrego,Paulopareceindicaroclamorconjuntodecrentesjudeus
egregos.O esplkitor/cescravidàbparecenestelugarsignificar,diretamen-
te,aquelasoperaçöesdoEspfritoSanto,pelasquaisaalma,nassuaspri-
27 Em relaçâo ao texto de Rm 8.15 em i
ngl ês,este pequeno com entério fica
maiscompreensfvel' ,o senti
do é:'nâo recebesteso Espfri
to da escravi
dâo
para viverdesoutraveznomundo- comovi
viam osjudeus.'

R oM yvpqos 59
16. O m esm o Espfrito testifica com o nosso espfrito que som os
filhosde Deus.
17. O ra,sesom osfilhos,som ostam bém herdeiros,herdeirosde
D euse co-herdeiros com Cristo' .se com e1e sofrerm os,para
quetambém com elesejamosglorificados.
18. Porque para m im terthoporcertoqueossofrim entosdo tem -
po presenten;o sâo paracom pararcom a glöria porvira ser
revelada em nös.
19. A ardente expectativa da criaçâo aguarda a revelaçâo dos
filhos de D eus.

meirasconvicçôes,sesenteescravizadaao pecado,aomundo eaSata-


nls,em erecedoradairadeDeus.
10 Espfritodaescravidâo),portanto,eoEsïl
kitodeJJCSJPsàoum eomes-
moEspfrito,apenasmanifestando-seem vlriasoperaçôes,segundo asdi-
ferentescircunstânciasdaspessoas.
16.O tvesmoEspt
kitotestl
hkflcom pcpsst?Esptkito- Com oespfritodecada
verdadeirocrente,porum testemurthodistintodaqueledoseupréprioes-
pfrito,oudetestemus'
thodeumaboaconsciência.ICf.2Co1.121Felizessâo
aquelesquefruem destetestemunho,claraeconstantemente!
17.Co-herdeiros- paraquesaibamosqueaherançaqueDeusnosdaràégran-
de,poiseledeu umata1herançaparao seu Filho.Sccotnelesp-frcrvlt?s-
Prontaealegremente,porcausadajustiça.kCf.Mt5.10)Estaéumanova
proposiçsoqueserefereàquiloquesesegue.
18.Porqt
lepara/,22*
/,1tenboporcerto- Esteverso fornece a razào porque sö
agoraelemencionasofrimentosegléria.Quandoaglöriafor''reveladaem
nös'',entàoosfilhosdeDeustambém serâorevelados.
19.z'
tardenteexpectativa- A expressào significaumaesperançavivadealgo
que se aproximaeum veemente anelo porele.Dccrfrflt ib - Detodasas
criaturasvisfveis,menososcrentes,quesJomendonadosàparte;cadaespé-
ciegdecriaturalconformesuacapacidade.Todaselasforam sofredoraspor
causadopecado;eparatodaselas(anâoserosquesâoimpenitentesatéo
fimlredundarlrefrigériodaglöriadosfilhosdeDeus.Pagâosjustosnâo
devem,deformaalplma,serexclufdosdessacrrkrlàccxpcctclftpc;pelo con-
trsrio,possivelmentealgodelapossaencontrar-seaténosmaisintiteisentre
oshomens;osquais(embora,napressadavida,elestomem avaidadepor
liberdadeeparcialmenteabafem edissimulem seusgemidos)noentanto,
nassuashorassöbrias,quietas,insonesesofridas,derramam muitossuspi-
rosnosouvidosdeDeus.

60 N o-
r/vs Exrat-lc A -rlvA s
20.Porqueacriaçâofoisujeitaàvaidade,nâovoluntariamente,
masporvontadedaquelequeasujeitou.
21. N a esperança de que a pröpria criaçâo serâ redim ida do ca-
tiveiro da corrupçào,para a gloriosa liberdade dosfilhosde
Deus.
22. Porque sabem os que toda a criaçâo a um sö tem po gem e e
suporta angu'stiasaté agora.
23.E nào som ente ela,m astam bém nösque tem os asprim fcias
do Espfrito,igualm ente gem em os em nosso fntim o,aguar-
dando a adoçâo de filhos,a redençâo do nosso corpo.
24. Porque som ossalvospela esperança.O ra,esperança que se
vê nâo é esperança;poiso que alguém vê,com o o espera?

20.Porqueacriflflp/àl
'sujeitaf kvaidaâe- Abuso,misériaecorrtlpçào.Pprrprl-
tadedaquelequeasu#z 'lprl- A saber,Deus(Gn 3.17,.5.29).Adâo apenas
tornou acriaçàopassfveldasentençaqueDeuspronunciou;nào,porém,
sem esperança(dasuarestauraçâo).
21..4prôpriacrillltlscrfiredimida- A destruiçàonàoéredençâo;portanto,o
quetjdestrufdo,ou que deixa de existir,simplesmente nào Lredimido.
Serâ,entâo,qualquerpartedacriaçâodestnlfda?Paraagloriosaliberdaje-
O estadoexcelentenoqualforam criados.
22.Porquetodaacrkff
y tlffpls/tempogc/rlc- Com gemidosconjuntos,como
sefosseaumasö voz.E suportarlngrisrirfs- Literalmente,estic/r/doresde
parto,paraserlibertadadopesodam aldiçâo.- 4à?agora- Atéestapröpria
horae,doravante,atéotempodalibertaçâo.
23.El;?/nl
1???l??Jsquelc//losaslprïmi
-
cl
'
csdoEsp/?
'2
'l(?- Asabergtemosl,oEspfrito,
quesàoasprimfciasdanossaherança.-4adoçc lo- Pessoas,anteriormente
adotadassecretamenteentreosromanoseram,com freqiiência,apresenta-
dasnoFörum,elJpublicamentereconhecidascomofilhosporaquelesque
ashaviam adotado.Assimznaressurreiçàogeral,quandoopröpriocorpofor
redimidodamorte,osfilhosdeDeusserâopublicamentereconhecidospor
elenagrandeassembléiadehomenseanjos.ztredençnodent
lsspcot'
po- Da
corrupçâoparaaglöriaeamortalidade.
24.Porquesp/nt?ssalvospelacsperr
fllff
y- Nossasalvaçâoagoraestâsönaespe-
rança.Nàopossufmosaindaestaplenasalvaçào.

R oM ykNos 61
25.M as,se esperarm oso quenào vem os,com paciência o aguar-
dam os.
26.Tam bém o Espfrito,sem elhantem ente,nosassiste em nossas
fraquezas; porque nâo sabem os as coisas pelas quais orar
com o convém ,m as o m esm o Espfrito intercede por nös so-
brem aneira com gem idos inexprim fveis.
27.E aquele que sonda oscoraçôessabe qualéa m ente do Espf-
rito,porque segundo D eusé quee1eintercede pelossantos .

28.Sabem osque todasascoisascooperam para obem daqueles


que am am a D eus,daqueles que sào cham ados segundo o
seu propösito.

26.Tamtém oâ'sp-rflp- Nâo,nâoésöouniverso,nem söosfilhosdeDeus, m as


o pröprio Espfrito deDeus,porassim dizer,geme,enquantonosassistec/'
n
nossasjraquezas.Nossoentendimentoéfraco,particularmentenoquetange
àscoisasdeDeus;nossosdesejossâofracos;nossasoraçöessàofracas.Ntïo
sabetnosmuitasvezescscoisaspdtlsqtiaistteocrrlosorare,muitomenos,a orar
porelecomoctmplv'rl,tnaspEsplkitoj'nfcrccik porn6s- Em nosso coraçâo,
comoCristoofaznocéu.Com getnidos- Cujamatériavem denös,maso
Espfritoosforma;esào,com freqikência,inexprimfveis,mesmo pelosprö-
priosfiéis.
27.M asaqueleçfkcsondaosccrfllics- OndeoEspfrito habitaeintercede. Sabe
-
Emboraoserhumanonâoopossaexprimir.Q'IalJamentedoEspfrifp,
porqueeleintercedepelossantos- OsquaisestsopröximosdeDeus. Segando
Dcifs- Segundoasuavontade,comoédignodeleeaceitévelaele.
28.Sabemos- Demodogeral,emboranem sempreexatamente,peloquedeve-
mosorar.QtleIPJJSI?
-
Scoist;s- Confortooudor,pobrezaouriqueza,ouas
milharesdemudal x asdevida.Coaperam parapbem - Forteesuavemente
pelobem espiritualeeterno.Daquelesques#pchamadosstyunlposeuprpp/siltl
-
Seu gracioso desfgniodesalvarum mundo perdido pelamortedoseu
Filho.Estaéumanovaproposiçào. Paulo,prestesarecapitulartodaabên-
çàocontidanajustificaçâo(chamadadeglorificaçào,v.30),voltaprimeiroao
proptjsffaou decisào deDeus,mencionadofreqttentementenosEscritosSa-
grados.
Paraexplicaristoum poucomaisplenamente(quasenaspalavrasdeum
eminenteescritor):Quandoalguém tem perantesiumaobradetempoe
importância,elepéra,consulta,planejazetendoestabelecido um plano,
resolveoudecideprocederem conformidadecom esteplano.Tendoobser-
vadoesseprocedimentoem nösmesmos,nâohesitamosem aplicJ-lotam-
bém aDeus,eele,em deferênciaanös,o tem aplicado asipröprio.
As obrasdeprovidênciae de redençâo sào vastase maravilhosas;por

62 N o-rA s Exrat-lcykTlvAs
.
29.Porquanto aos que de antem ào conheceu, tam bém os
predestinou conform e a im agem de seu Filhoza fim de que
elesejaoprimogênitoentremuitosirmâos.
#
isso,somoscapazesde pensardeDeuscom opensandoprofundamente
ou consultando sobre elase,depois,decidindo agirdeacordo com ''o
conselhodasuapröpriavontade'',lEf1.111comose,hlmuitoantesda
existênciadomundo,eleestivesseplanejandoacriaçàoeseu governo,
depoisescrevendoseusdecretos,tâoirrevogéveiscomoaleidosmedose
dospersasjDn6.8,12,15).Aopassoquetomartal''consultar''e'decre-
tar''num sentido literalseriatào absurdo com o atribuirum verdadeiro
corpohumano epaixöeshumanasaoDeussempreabençoado.
Tudo isso nâopassadeumarepresentaçàopopulardoseu conhecimento
infalfvelesabedoriaimutâvel;asaber,e1efaztodasascoisastàosabiamen-
tecomoum serhumanopossafazê-las,depoisdamaisprofundaconsulta,
efirmemente segue o método maisadequado como possa fazeralguém
queadredeestabeleceuum planoparatanto.Embora,porém,sejam osefei-
tostaisquepareçam indicaranteriorconsultaedecisöesdapartedoho-
mem,qualseriaanecessidade deconsulta,mesmo porum instante,por
aquelequeenxergatudoem um tinicorelance?
Semelhantemente,Deusnâo tem maisnecessidade deparare estabelecer
regrasparaasuapröpriaconduta,desdeaeternidadeatéagora.Ora!Havia
algum medo de quee1eerrassedepois,see1enào tivesseantespreparado
decretos,paraordenaro queeledevessefazer?()u dirlalguém queDeus
eramaissébioantesdacriaçàodoquedepois?Outeriae1eentàomaistempo
paraque aproveitasse aoportunidadepara pôrseusafazeresem ordem e
estabelecerparasiregras,dasquaise1enuncavariasse?lndubitavelmente
eletem amesmasabedoriaetodasasoutrasperfeköeshojequeteveem
todaaeternidadeeéagoracapazdefazerdecretos,ou melhor,e1enàotem
maisnecessidadedelasagoradequeantes;seuentendimentoéigualmente
claroebrilhante,esuasabedoriaigualmenteinfalfvel.
29.x4asquederfnàemr
7tlconbeceu,fJ??1!7JN7psïredestinoacon/àrrrleai/hlf
7gernâesetl
Filbo- Neste lugar,o apöstolo declara quem sâo aquelesaosquais e1e
conheceu deantemâo epredestinou para a glöria;a saber,osque estlo
conjorme2,imageïnrbFilbo.Esta(semelhançaléamarcadosquesâoconhe-
cidosdeantemàoeseràoglorificados(2Tm 2.19,
.Fp3,10,21)78.
28 Aversâo de W esleycedamente val oriza dem aisa ausência do verbo ''se-
rem'';eIe nâo incluio vocébul
o,m assua versâo,em inglês,parece incom-
pleta.EIe cita 2Tm 2.19 e Fp 3,10,21,em abono,aplicando sua regra de
interpretaçào de passagens di ffceis,a saber,'conferindo coisas espiri-
tuaiscom espirituai
s'(1Co2.13),tentando,atodocusto,eliminardapas-
sagem a predestinaçâo,uma tarefa al
tam ente di
ficil.

R oM zxN os 63
30.E aos que predestinou,a esses tam bém cham ou;e aos que
cham ou,a esses tam bém glorificou.
31.Quedirem os,pois,àvistadestascousas?SeDeusépornös,
quem seré contra nös?
32.A quelequenâo poupou aseu pröprio Filho,antes,portodos
nöso entregou,porventura nâo nosdarâgraciosam ente com
e1e todas a coisas?

30.-4esses- Notempocerto.lEle1cbamou- PeloEvangelhoepeloseuEspf-


rito.E'aosqtlecàn/at?;f- Quandoobedientesaochamadocelestial(At26.19).
-
4csscstaJtlbémjustq
jicou- Perdooueaceitou.Eaosrjffcjnsl7''cpTf- Se''con-
/
tinuaram nasuabondade''(Rm 11.22).- 4esse'fJ/
e
rll
pl/r/elefinalmenteglonh2
cpn- Paulo nào afirma aqui,e nem em qualqueroutra parte dosseus
escritos,queprecisamenteomesmonlimerodepessoaséchamado,justifi-
cado eglorificado.Ele nâonega que um crentepossa caire sercortado
entreseuchamadoespecialesuaglorificaçâo(Rm 11.22).Nem negaque
muitossJochamadosenuncasâojustificados.Elesöafirmaqueesteéo
métodopeloqualDeusconduz,passoapasso,paraocéu.(EIc1glorl
h
'ct
/n-
Elefalacomo quem olhadaperspectivadoalvo dacorridadafL,pois,na
verdade,agraça,como oprincfpiodagléria,étantoum penhorcomoum
antegozodaglöriaeterna.
31.QueZrarpos,pois,f
)vistadestascoisas?youeestlolrelacionadasaoscapftulos
3,5e8?écomoseeletivessedito:'Nàopodemosir,pensaroudesejaralém
disso''.,
$:Deus?porrl/s- Aquiseguem quatroperfodos,um geraletzês
particulares.Cadaum começacom aglérianagraçadeDeus,seguidopor
..
umaperguntaapropriada,desafiando todososadversârios.Estotlbem certo
etc,(v,381éarespostageral.O perfodogeralé:ScDeus?porntjs,quem serd
ct
//
tàrfl?
t/s?O primeiroperfodopallicular,relacionado aopassado,éaquelc
quenlppoltpol
lt?seuprt
jprb F7
'
/J7p,porventuraHI
I'
:npsdardgraciosamentetodasas
coisas?O segundo,queserefereaopresente,é:/Detlsf/rfanosjustl
jica.Ql
tt>?n
pstr
p/ifïcrznrff?O terceirorelacionadoaof
'uturoé:LC'
rfsrtlquet't?nprra?- Que'll
Hpsseparariit
-
/0amorrk Cristo?
32.Aqlteleque- Esteperfodogramaticalcontém quatroclâusulas:Elencloptln-
pollaseuprôprioFl'!/;p;portantoe1en0sfïfkrJjrrr7citBclucufctodasascoisas.Ele
portodosn/s(?entregou;conseqtientemente,ninguém podeivtentarr /cifsrffr
/p
contrarlds.Craciosa,llente- Porquetudoquevem depoisdajustificaçàoL
também um dom gracioso.Todasascoisas- Asquesàonecesslriasou ûteis
paranös.

64 N om s Expl-lcv lvAs
33.Quem intentarâacusaçâocontraoseleitosdeDeus?é Deus
Quem osjustifica.
34.Quem oscondenarâ?é CristoJesusquem morreu,ou antes,
quem ressuscitou,o qualestâ à direita de D eus,e tam bém
intercede pornös.

33.OseleitosdeDeus- O escritormencionadoacimanotaquemuitoantesda
vindadeCristo,o mundopagâo revoltou-secontrao verdadeiro Deuse
(seushabitanteslforam,porisso,reprovadosourejeitados.Noentanto,a
naçâodosjudeusfoiescolhidaparaseropovodeDeuse,em vistadisso,
erachamada''aprole''ou''osfilhosdeDeus''(Dt14.1),''Povosanto''(Dt
7
''
.6;14.2),'descendênciaescolhida''(Dt4.37),''eleitos''(1s41.8,9,
'43.10),
'
chamadosdeDeus''(Is48.12).E estestftuloseram dadosatodaanaçào
deIsrael,incluindobonsemaus.Ora,tendooevangelhoumaligaçâomuito
estreita com oslivrosdo Antigo Testamento,ondeessasfrasesocorrem
com freqùência,enossoSenhoreseusapöstolossendojudeusnaturais,e
começando apregarnaterradelsrael,alinguagem em quepregavam na-
t'
uralmenteconteriaabundânciadefrasesdanaçâojudaica.Destesfatos
torna-seflcilentenderporqueaquelesdentreosjudeusquenàoqueriam
receberaJesuseram chamadosdertprovaâos(Cf.2Co13.5,6,71.Poiseles
nàom aiscontinuavam aseropovojcDeus.Contudo,esteeosoutrostft'u-
loshonrososcontinuavam aseraplicadosaosjudeusqueabraçavam ocris-
tianismo.Easmesmasdesignaçöesqueoutrorapertenciam lsölànaçào
judaicaeram agoraatribufdastambém aoscristâosgentios.Juntocom os
tftulos,foram investidos de todososprivilégiosde ''povo escolhido de
Deus'','enadapoderiaseparl-losdessesprivilégios,anâosersuaapostasia
deliberada.Nàoéevidentequemesmoosbonshomensfossemjamaischa-
madosde''eleitosdeDeus''antesdemaisde2.000anosapösacriaçlo.Foi
aeleiçt
ïoou escolbadanaçào deIsraelporDeus,easuaseparaçàodetodas
asoutrasnaçôes,asqueestavam afundadasnaidolatriaeiniqiiidade,que
primeirodeu ocasiàoaessaespéciedelinguagem .E sendoaseparaçàodos
cristâosdosjudeusum eventosemelhante,nzoédeseestranharqueelafoi
descritaporsemelhantespalavrasoufrases.A tinicadiferença(jqueo ter-
moeleitoforaantigamenteaplicadoatodososmembrosdalgrejavisfvel,
masnoNovoTestamentoelepaplicadoapenasaosmembrosdalgmjain-
visfvel.
34.Onantes,fpifa?lressuscitou - Nossa fénàOdevepararcom suamorte,mas
deviaserexercidatambém nasuaressurreiçào,reinoesegundavinda.lnter-
cedepornts- apresentandolJgàdireitadeDeuslsuaobediência,setls

ItcnM ANos (:5


35.Quem nossepararâ do am ordeCristo?Serâtribulaçâo,ou
angtistia,ou perseguiçâo,ou fom e,ou nudez,ou perigo,ou
espada?
36.Com oestâescrito'
.(S144.22)Poram ordeti,som osentregues
àm orte o diatodo,som osconsideradoscom oovelhasparao
m atadouro.
37.Em todasestas cousas,porém ,som osm ais que vencedores,
porm eio daquele quenosam ou.
38.Porqueeu estou bem certo dequenem m orte,nem vida,nem
anjos,nem principados,nem cousasdo presente,nem do
porvir,nem poderes,
39.nem altura,nem profundidade,nem qualqueroutra criatura
poderâseparar-nosdo am ordeDeus,queestâem CristoJe-
sus,nosso Senhor.

sofrimentos,suasoraçöes,easnossasoraçöessantificadasporintermédio
dele.
35.Qlfepln0Ssegflrcrffdof
Tp?lpr(ieCrfsloparaconosco?Serfflriàlflfllt
j'
p,(?lfflnjlrii-
tia- Eleprocedeem ordem,doproblemamenoraomaior:Podequalquer
um (destesproblemaslnosseparardaproteçâodoseuamor?E,see1eachar
porbem,dapröpriasalvaçào?
36.O dia IOJII- A saber,diariamente,continuamente.Somosconsiderados-
Pelosnossosinimigos,pornösmesmos.
37.Spl?lpsmaisçncvencedores- Nào somentenâo somosperdedores,como
lucramosmuitocom todasessasprovaçöes,Esteperfodoparecedescrever
aplenasegurançadaesperança,
38-39.Estou lzhrlcerto- Istoédeduzidodov.34,numaordem admirâvel:
Iversos38-391
'Nem morte''(nossepararâdoamorl;
''Nem vida'';
''Nem anjos,nem principados,nem poderes,nem coisasdopresenteenem
doporvir''#
.
''Nem alturas,nem profundidade,nem qualqueroutracriatura/'.
gverso341
Porque''Cristoestémorto'''
IporqueCristol''ressuscitou''#
'

66 N o-rAs Expf-lcv lm s
lporqueCristoq''estladireitadeDeus'';
LporqueCristo)''fazintercessiopornés''.
Nt',?Itnorte- Porterrfvelquesejaparaoshomensnaturais;uma
morteviolentaem particular(v.36).NetnL'ifff
7- Com todasasafliçöese
angtistiaqueavidapossaeventualmentetrazer(v.35), .nem umavida
longaeconfortâvel;nem todosossereshumanosvivos.N:?na:îjos- Se-
jam elesbons(sefossepossfvelqueelestentassem Italseparaçàol),sejam
mauscom todasuaastliciaepoder.Nc??lprincipados,7lc??lpoderes- Nem
mesmo osdamaisaltapatenteou opodermaiseminente.Nem coiscsflo
presente- Quepodem eventualmentenosacontecerdurantenossapere-
grinaçào;ou omundotodo,antesdedeixardeexistir.Nem coisasdoporvir
- Quepodem ocorrerquandonossotempo naterrativeracabadoou
quandotiverchegadoofim dopröpriotempo.Nc??:altara,?T6
')nprfundi-
daâe- A sentençaanteriortratavadediferençasdetempo,esta,dedife-
rençasdelugares.Quantasgrandesevariadascoisassàocontidasnestas
palavras,nào sabemos,nem podemosenem precisamossaberainda.-
4
altara- NosublimeestilodePaulo,istosignificaocéu.-
4proju'tdidade-
Significao abismo.lstoé,nem aaltura,nàodigo dosmuros,dasmonta-
nhas,dosmares,masdo pröprio céu,podenosabalar;nem o pröprio
abismo,sendoqueopröpriopensamentodelepodepasmaramaiscora-
josacriatura.Nc/nqualquercriatura- XadaabaixodoTodo-poderoso;os
inimigosvisfveise1enem sedignamencionar.Poderd- Querpelaforça
(v.35),querporreclamaçâolegal(vv.33-34).Separar-nosr/tlanlordeDetls
quecslffem Crïsfn- Esteamorseguramentesalvar/,protegeréelivrarda
nösquecremos,em,poredetodasascircunstâncias?g.

29W esley,em comum com escri toresinglesesdo seutempo,juntadiversos


versosou diversas preposiçöescom um objetocomum,um estilo pouco
usado em português e que,podanto,nos soa estranho.

R OM ANOS t:'
/'
5 9

1.Digo a verdade em Cristo,nâo m into,testem unhando com i-


go,no Espfrito Santo,a m inha consciência:
2.que tenho grande tristeza e incessante dor no coraçâo;
3.porqueeumesmodesejariaseranâtem a,separadodeCristo,
por am or de m eus irm los,m eus com patriotas,segundo a
Cafn e.
# Notas
Nopresentecapftulo,Paulo,depoisdedeclararfortementeseuamor
eestimapelosseuspatrfcios,propöe-searesponderàgrandeobjeçlo
quefaziam;asaber,quearejeiçâodosjudeusearecepçâodosgentios
contrariavam apalavradeDeus.Queaquinàotinhaomenorpensa-
mentodaeleiçào ou reprovaçâo pessoaisémanifesto,(1)porqueisto
estavatotalmenteforadasuaintençào,queeramostrarserem arejeiçào
dosjudeusearecepçzodosgentioscoerentescom suapalavra;(2)por-
quetaldoutrinanJotenderiaa convencerosjudeus;antes,tenderia
obviamente,aendurecê-los;(3)porquequando,aofinaldocapftuloele
resumeseu argumento,elenào dizpalavraalgumasobreistootlsugere
semelhantecoisa.
1. En,Crisjp- lstoparecesugerirum apeloaCristo.NoEspfrifaSnnfp- Pela
suagraça.
2.Tc??/:t?grande tristeza- Um alto gratldetristezae de alegriaespirituais
podeexistirum aoladodooutro(Rm 8,39),Pordeclararsuatristezape-
losjudeusincrédulos,osquaisseexclufam detodasasbênçiosqueacaba
deenumerar,elemostraqueo queagoraiafalarnào provinha dequal-
querpreconceito contraeles.
3.L'1/'nestvoIïcsc/f
krfr?.Meraspalavrashumanassâoincapazesdedescrever
asemoçöesdealmasplenasdeDeus.f5comosetivessefalado:eupode-
riadesejarsofrerem seu lugar;sim,seroseparadodeCristoem seu
lugar.Nâo sepode dizerem quegrau eledesejou isto,amenosque
alguém tivesse perguntado ao préprio Paulo e que e1e tivesse dado a
resposta.M asporcertoelenàoestava,deformaalgum agpensandoem
si,massönosoutrosenaglöriadeDeus.Talcoisan;opodiaacontecer;
mesmoassim,odesejoerapiedosoesölido;emborasobumacondiçzo
tiicita,istosefossecerto epossfvel.

68 N o-ryts Exral
-lcyk-
rlvyvs
4.Sâo israelitas.Pertence-lhes a adoçào,e tam bém a glöria,as
alianças,a legislaçào,o culto a Deus e asprom essas;
5.delessào ospaise tam bém delesdescendem o Cristo,segun-
do a carne,o qualé sobre todos,D eusbendito para todo o
Som pre.
6.E nào com o se a palavra deD eustenha falhado,porquenem
todossào lsrael,osque sào de lsrael.

4.Pertence-llkear ff/pff ib,etc.- E1eenumeraseisprerrogativas,dasquaisopri-


meiroparconcerneaoPai,osegundoaCristo,oterceiroaoEspfritoSanto.
-4 adoç
tïo,eàfll?ll????2i;tçlt
in'
fl- lstoL.lsraeleofilhoprimogênitodeDeuseo
DeusdaglöriaeseuDeus(Dt4,7,Sl106.
20).Estessàorelativos,um ao
outro,aumavez,DeuséoPaidelsrael,elsraelopovodeDeus.Paulonào
falaaquidaarcadaaliançaoudeqtlalquercoisamaterial.O pröprioDeus
é''aglöriadoseupovolsrael''gCf.Lc2.321.a
'tsalianças,alct
/s/r/flp- A
aliançafoidadamuitoantesdalei.f)chamadadealianças,noplural,por-
quefoirepetidatào freqitentementeedetantasmaneiras,eporquehavia
neladuasdisposiçöes(G14.24),umaprometendoeaoutraexibindoapro-
messa.O cultoeasprp//'
icssrls- A verdadeiramaneiradeadoraraDeuse
todasaspromessasfeitasaosantepassados.
5.Xsprerrogativasjlmencionadas,Pauloagoraacrescentamaisduas.Deleb
slt?osl?Jfs- Ospatriarcasehomenssantosdaantiguidade,sim,eoprö-
prioMessias.O qual?sobrelcdps,Detlsbenditoparatodot?sempre- Aspala-
vrasoriginaissugerem oserauto-existente,independente,o qualera,ée
serl.Sobretodos- O supremo,comosendoDeus,econseqiientementeàc?1-
âitoparaàtlkt?nselnpre.Palavraalgum apodeexpressarmaisclaramentesua
divina,supremamajestadeesuagraciosasoberaniasobrejudeusegenti-
OS.
6.J:ur
ft?c()??7pse- Osjudeusimaginaram queaPalavradeDeusdeveriafa-
'
lhar,setodaa suanaçào nào fossesalva,Paulo refutaestepensamentoe
provaqueapröpriapalavrahaviaprevistosuaapostasia.z4palavraJeDcfks
-
AspromessasdeDeusalsrael.Tenbajalbado- Isto nâo poderiaser.
Mesmoagora,dizoapöstolo,alpm sdesfrutam daspromessas;e,posteri-
ormente'todoolsraelserâsalvo''11411411.261.lstoéaessênciadoscapftu-
los9,10e11.Porqtle- Aquieleent
'ranasprovasdasua declaraçào.Netn
todosss
'
ft
?Israel,psqaeslp(
ieIsrael- Osjudeussustentavam ocontrârio;a
saber,quetodososquenasceram comoisraelitas,esöeles,eram povo de
Deus.A primeirapartedessateseérefutadaaqui;akiltima,nosvv,24e25.

I4t)M A.
N Os 69
7.N em por serem sem entes de Abraâo sào todos filhos;m as:
(Gn 21.12)Em Isaqueserâserâcham adaa tuasemente.
8.lstoé,nâosào osfilhosdacarnequesào filhosdeDeus:m as
os filhos da prom essa sâo consideradosa sem ente.
9.Porqueestaéa palavra daprom essa' .(
Gn18.10)Porestaépoca
eu vireie Sara terâ um filho.
10.E nâo é sö isto:m as tam bém Rebeca, ao conceberde um sö,
nosso pailsaque;

A conclusào équeDeusaceitatodososcrentes, esö eles,equeeste de


formaalgumacontrariaasuapalavra. Pelocontrlrio,eletem declaradona
suapalavra,tanto portiposcomoportestemunhosexpressos, quecrentes
sâoaceitoscomofilhosdapromessa/'
,enquantoincrédulossâorejeitados,
emborasendo''filhosdacarne'IRm 9.81.NJaéolosslbfsrflcl- lstoé,nem
todosestâonofavordeDeusquesJpdescendentesgenealögicosdeIsrael3o.
7. Nem /)prserem setnentesf
ïcAbraàbresultarlquelorbssâohlbosr!cDcusM -
lsto nâo foio caso nem com toda a famflia deAbraio, e m uito m enoso
seriana casa dosseusdescendentesremotos.M ls,disseDeusentào:Em
Isaquescrffcbamadaatuafksca:iféna'
f7- A saber, lsaque,nâolsmael,serb
chamadotuasemente;asementeparaaqualsefazapromessa.
8. Isto?,EsteshlbosnJp,etc.f;comosetivessedito:aquitemosum clarotipo
dascoisasdoporvir;mostrandoparanösqueem todasasgeraçöesf'
utu-
ras,nâbsl(?oshlhosdacarne,osdescendentesgenealögicosdeAbraâo,tnas
oshlbos(CJpromessa,aquelesaosquaisapromessatjfeita,ouseja,oscrentes
sâbosh'
lhosdeDeus.
9. Porqueestaéapalavradapromessa- Pelopoderpeloquallsaquefoiconce-
bido,enâo pelo poderdanattlreza. gA palavralnàoé:Todoaquel eque
nascedetiserlabençoado,mas(eledizl:Poressefcp7p --oueagoradeter-
mino.l4'
rcz
'
,cSarafcrftlnzhlbo,oqualherdarlabênçâo.
10.E queabênçio deDeusnâopertenceatodososdescendentesdeAbralo
ficaevidente,/7Jpstjporesteexemplo,comotambém quandopelocasode

30 O com entério de W esley exi


ge a sua pröpria versâo.
31W esley nâo incluiaspalavrass'deDeus''nasuatraduçào. No comentério
eIe as acrescenta,grifadas,comosefossepartedotextobibli co,provavel-
m ente paradei xarevidentea sua interpretaçâo da passagem.

70 N OTAS EXPLICATIVAS
11.eainda nâo eram osfilhosnascidos,nem tinham praticado o
bem ou om a1(paraqueopropösito deDeussegundo aelei-
çâo perm anecesse firm e,nào por obrasm aspor aquele que
cham ou),
12.foi-lhedito,(Gn25.23)omaisvelhoserâservodomaismoço.
13.Com o estâescrito'
.Am eiaJacö em eaborrecideEsafl.
14.Quediremos,pois?HâinjustiçadapartedeDeus?Demodo
nerthum .

EsaûeJacö,sendoqueJacöjbforaescolhidoparaherdarabênçâo,antes
quequalquerdosdoistivessepraticadooàc/?:alk0,,7/1132.O apöstolom en-
cionaistoparamostrarquenem osantepassadoskdosjudeuslforam acei-
tosporcausadequalquerméritopröprio.QueogrtTtjsiltldeDeusquanto?f
eleiçàbJvr/rfffrftrctrsse/'
r//lc- Sendoessepropösitoodeelegerouescolhera
sementeprometida.NJpporobras- Nâo porcausa de qualquermérito
antecedentedapartedaquelea quem Deusescolheu.Mrfsporaqaeleijnc
t7àrl/zlt?:f- Deacordocom apröpriavontadedaquelequechamouparatal
privilégioaquelequeelepröprio quischamar.
12.O maisvelbo- Esaû.Seréservo( ïpmais??
îp(t?- Nàonasuapröpriapessoa,
poisisto nunca aconteceu,masnasuaposteridade.Assim,os edomitas
freqfientementeforam sujeitosaosisraelitas.
13.Comocslffescrito- Com apalavrafaladahétantotempoem Gênesis,ade
Malaquiasconcorda.Ameia#cJ- Com um amorpeculiar;istoé,aos
israelitas,àposteridade.Porém,comparativamente,meaborreciJcEslli-
lstoé,dosedomitas,aposteridadedeEsaû.Masprestem atençàopara:(1)
lstonâodizrespeitoàpessoadeJacöouEsaft;(2)nem dizrespeitoaoesta-
doeterno,delespröpriosoudasuadescendência.Atéaquioapöstolovem
provandosuatese;asaber,queaexclusâodeumagrandepartedadescen-
dênciadeAbraâo,emesmo de Isaque daspromessasespeciaisdeDeus,
longedeserimpossfvel,j/tinharealmenteacontecido,conformeasEscri-
turas.Eleagorapassaarefutarumaobjeçâo.
14.H#injustiçarkpartedeDeus?Deusserâinjustopelofatodedarabênçàoa
Jacöem vezdeEsaû?Ouporaceitarcrenteseestestâo-somente?Demodo
nenhum.lstoébem coerentecom asuajustiça,porqueeletem odireitode
fixarascondiçôessob asquaiselemostrarâmisericördia,consoanteasua
declaraçâoaM oisés,intercedendoportodoopovodepoisdeterpraticado
aidolatriacom obezerro deouro.
32 'O bem ou o mal''é ci
tado do v.11.

R oM ANos 71
15.PoiseledizaM oisés:(Ex23.19)Tereim isericördiadequem
m eaprouverterm isericördia,ecom padecer-m e-eidequem
m e aprouvertercom paixào.
16.A ssim ,pois,nJo depende de quem quer,ou de quem corre,
m as de D eusque faz m isericördia.
17.Além disso,aEscritura diza Faraö:(Ex 9.18)Paraisto mes-
m o televantei,para m ostrarem tio m eu poder,e para que o
meunomesejaanunciadoportodaaterra.

15.Terei?hll
'
stm'
tr
tjrll
kdef
/lftvnmeaprouveràcrtzùericôrdia--Conformeostermos
queeu pröprioestabeleci.E colvpatlecer-tnt-eiiït
rquenl??lcaproltverfercovl-
pflfxlp- Asaber,aosquesesubmetem àsminhascondiçöes,queaceitam a
compaixâodamaneiraqueeudeterminei.
16.A bênçâo,portanto,?7Jpdepevderfcqttetvçnén;otidef /rlancorre- E1anJo
resultanem davontadeenem dasobrashumanas,masdagraçaedopo-
derdeDeus.A vontadedoserhumanoaquiseopöeàgraçadeDeus, e o
seu correràoperaçâodivina.Também estadeclaraçào geralnJoseaplica
apenasaIsaque,aJacöeaosisraelitasnotempodeMoisés,mastambém a
todosossetlsdescendentes,atéaofim domundo,
17.Alb1:disso- Deustem odireitoincontestâvelderejeitaraquelesquese
recusam aaceitarasbênçâossob ascondiçöesdele.E1eexercitou taldireito
nocasodeFaraö;apösmuitosatosdeteimosiaerebeliào,Deusdisse,como
seencontraregistradonaEscrittlra:Pcrcf5t0nlcs?nofclctlrfrltcf- A saber,a
nâoserquetu tearrependas:istocertamenteserâaconseqiiênciado fato
detereu televantado,fazendo detium grande eglorioso monarca,para
?npsfrf
?rem l7
'pmeupoder(comorealmenteaconteceu,porsubmergirae1ee
aoseu exércitonomar)eque?ncu?ltnncsejarfnTfncirljpp0rtOJJfltcrr;l-
Comooénodiadehoje.Istopodeteraindaum outrosentido.Pareceque
Deusestavadispostoa mostrarseu podersobreo rio,osinsetos, outros
animais(bem comoascausasdesuasaûde,doenças,vidaemorte),sobre
osn-teteoros,oar,osol(osegfpciosadoravam todasestascoisaseoutras
naçöesaprenderam destesassuasidolatrias),e,aomesmotempo,sobre
seusdeuses,poraqueleterrfvelgolpe,matandotodososseussacerdotese
suasvftimasprediletas,osprimogênitosdossereshumanosedasbestas-
feras.Tudo isto sefezcom o propösitonàoapenasdelibertarseu povo
lsrael(paraqueumasöaçâodeonipotênciateriasidosuficiente),mastam-
bém deconvencerosegfpciosdequeosobjetosdasuaadoraçàonàopas-
savam decriaturasdeJeovl,inteiramentesobseucontrole,eaatraf-lose

72 N om
rAs E xptalcv lvzxs
18.Logo,tem e1e m isericördia de quem quer,e tam bém endure-
ce a quem 1he apraz.
19.Tu,porém ,m e dirâs:De quese queixa e1e ainda?Poisquem
jam aisresistiu àsuavontade?
20.Quem ést'u,(5hom em ,paradiscutirescom Deus?!Ponrentura
pode o artefato perguntar a quem o fez:Por que m e fizeste
assim '
?
21.O u nâo tem o oleiro direito sobre a m assa,para do m esm o
barro fazerum vaso para honra e outro para desonra?

àsnaçöesvizinhaszasquaisouviriam de todasessasmaravilhaszdasua
idolatriaeparaaadoraçàodotinicogverdadeiro)Deus.Paraaexecuçào
destedesfgnio(visandoàdemonstraçàodopoderdivinosobreosv/rios
objetosdoseuculto,atravésdeumavariedadedeatosmaravilhosos,que,
aomesmotemposeconstimfram em justaspuniçöespelasuacruelpres-
sàodosisraelitas),Deusseagradouem elevaraotronodeumamonarquia
absoluta,um homem,nâo um homem quee1e havia tornado infquo de
propösito,masum quee1edescobriu assim,omaisorgulhoso,o maisou-
sadoeobstinadodetodososprfncipesegfpcios;eque,sendoincorrigfvel,
bem mereceu sercolocadonaquelasituaçâonaqualojufzodivinocaiu
pesadfssimo.
18.Jogo- lstoé,e1edefatomostraamisericördiasobsuaspröpriascondi-
çôes;asaber,aosquecrêem.IElelentiurece- lstoé,e1eosabandonaàdu-
rezadeseu coraçào.z4quem lbeapraz- A saber,osquenâocrêem,
19.Dcqueseçilcïx;
leleailtda?O vocJbuloaivclaéfortementeexpressivodamur-
muraçàomal-humoradaerabugentadaquelequefazaobjeçéo.Poisfjut n/?
jamaisrtsfsfl
'
lkàsuavontade?- A palavra''sua''também expressasuainso-
lênciaeaversâoaDeus,dequem eIenem sedignamencionaronome.
20.A4csquenltjstu,Jbomem.Homem pequeno,impotenteeignorante.Para
I
ïisclfàl'
rcscotvDeus?TerqueacusarDeusdeinjustka,porelepröprioesta-
belecerostermossobasquaiselemostrarâamisericérdia?Porventurapoâe
oartejatoperguntaraf/nc/'
r/t?fez:Porque,?::h'
zesteassitn?- Porqueme
fizestecapazdehonraeimortalidadesö pelafé?
21.OrfHJI?tenl( ?oleirodireitosobreamassa?- E quanto maisnào tem Deus
direito sobre suascriaturas,paradesignarp/hn vaso,asaber,o crente,para
àpn?'fle7/,7,outro,asaber,oincrédulo,paraffcspnrf
??Seexaminarodireitoque
Deustem sobrenösdeum modomaisgeral,noquetangeàssuascriattlras
inteligentes,Deuspodeserconsiderado de doisângulosdiferentes:como

R oM ykNos 73
22.O ra,se D eusquerendo m ostrara sua ira,e dara conhecero
seu poder,suportou com m uita longanim idade os vasosde
ira,preparadospara a destruiçâo.
23.E para que desse a conhecer asriquezasda sua glöria so-
bre vasos de m isericördia,que para a glöria preparou de
antem âo,

criador,proprietàrioeSenhordetudo,oucomoseugovemadorejuiz.
Deus,naqualidadedeSenhorsoberanoeProprietériodet' udo,dispensaseus
donsou favorescom perfeitasabedoria,perém,n4odeacordocom quaisquer
regrasoumétodosquenossàofamiliams.A épocaem quenösexistiremos,o
pafsem queviveremos,nossospais,aconstituiçàodonossocorpoou ofeito
mental:estaseinumersveisoutrasdrcunstânciassâo,sem dûvida,ordenadas
com perfeitasabedoria;masporregrasquenossâoinvisfveis.
OsmétodosdeDeusem tratarconoscocomoGovernadoreJuiz,porém,
sâo claramente reveladoseperfeitamentecoahecidos;asaber,queele,no
fim,retribuirâacadaum conformeassuasobras!Mt16.271.'Quem crer
serâsalvo:quem nâocrerserlcondenado''IMc16.161.
Portanto,embora'eletem misericördiadequem queretambém endurece
aquem lheapraz''gv.181,istoé,elepermitequeseendureçam comoconse-
qiiênciadasuamaldadeobstinada;mesmoassim,suavontadenào éade
um serarbitrârio,caprichosoetirânico.ElesödesejaaquiloqueLinfinita-
menteslbioebom;porisso,suavontadeéumaregrajustfssimadejulga-
mento.Mostrarâmisericördia,comojânosassegurou,söaosverdadeiros
crentesenem endurecerâaninguém,exceto osqueobstinadamenterecu-
sam suamisericördia.
22.SeDetts,qllerendo- lstoserefereaosvv.18-19.A saber,emborasejaagora
suavontade,porcausadasuaobstinadadescrença.M ostrarasual' rf?- A
qualnecessariamente pressupöeo pecado.17daracorf/ycccrpseupoder-
lsto é repetido no v.17.Suportou - Como fez com Faraö.Com plnflrf
Ionganitnidade- A qualosdeveriaterlevado aoarrependimento.Osvasos
daz
'
r;l- Osquehaviam movidosuairaporcontinuararejeitarasuamise-
ricördia.Prqmradosparacâestrlliçt
ïo- Porcausadesuapröpriaimpenitênda
voluntariosa.Haverlinjustiçanisso?
23.Paraquedesseaconbecer- Ese,pormostrartallonganimidademesmoaos
''vasosdaira''elemostroumaisabundantementeagrandezadasuaglorio-
sabondade,sabedoriaepoder,aospf?st?sdemisericôrdia;aosquee1epröprio,
pelasuagraçapreparouparaagl6ria.Existenissoalgumainjustiça?

74 N o-
r-
'
q.
s Exlat-lcA-fqvAs
24.osquaissom osnös,a quem tam bém cham ou,nâo sö dentre
osjudeus,mastambém dentreosgentios?
25.Assim com otambém dizem Oséias:(Os2.23)Cham areipovo
m eu ao quenâo era m eu povo;e,am adaà que nào eram inha
am ada;
26.eno lugarem queselhesdisse:(Os1.10)Vösnâo soism eu
povo;a1im esm o serâo cham adosfilhosdo D eusvivo.
27.M aslsafastestifica,concernente alsrael:(Is10.22-23)Ainda
queonflmerodosfilhosdelsraelsejacomoaareiadomar,
sö o rem anescente é que serâ salvo.
28.Porque o Senhor cum prirâ a sua palavra sobre a terra,cabal-
m ente e em breve;porque o Senhor,em breve,executarâ sua
sentençasobre a terra.
29.Comolsafasjâdisse:SeoSerthordosExércitosnâonostives-
se deixado um a sem ente, ter-nos-fam os tornado com o
Sodom a e sem elhantesa G om orra.

24.Osquaissn/nosrids- Aquioapöstolochegaàoutraproposiçào,adagraça
livreparatodos,querjudeu,quergentio.Dentreosjudeus- Dequeele
tratanov,20.Dentrepsgentios- Tratadonomesmoverso.
25.Amada- Comoesposa./ queantesnâberaamada- Conseqitentemente,
nâo eleitaincondicionalmente.
26.AIitnestnoscrlpchatnadoshlbosdeDeus- Assim,elesnâoprecisam deixar
seupröpriopafseviràJudéia.
27.McsIsalhstestificaque(assim comomuitosgentiosseràoaceitos)muitos
jtldeusserâorejeitadosequedetodososmilhamsdeIsrael,s/Orcrnflncsccn-
teéquescrr
fsalvo.Istofoifaladooriginalmentedospoucosqueforam pou-
padosdadestnliçâo peloexércitodeSenaqueribe.
28.PorqaeoSenhorcumprirdasaapalavrabb- Agindocomrigorosajushça,eledei-
xarâapenasum pequenoremanescente.Haversumadestruiçâotâogenera-
lizadaqueapenaspoucosescaparâo.
29.ComoIsal
hsj#disse- A saber,em lsafas1.
9re7.11,queserefereaosque
foram sitiadosem Jerusalém porRezim ePeca,'epSenborrllpnostivesse

33 O sentido do texto na KJV e também no de W esley é um tanto diffcilde


interpretar.Porserbem mais cl aro,aquisegui
m os Almeida.

R oM yvpqos 75
30.Quediremospois?Queosgentios,quenâobuscavam ajus-
tiça,vieram a alcançé-la,todaviaa que decorre da fé;
31.aopassoquelsrael,procurandouma1eidejustiça,nâoche-
gou a atingir essalei.
32.E por quê? Porque nâo a procuraram pela fé,e sim ,com o
que pelasobras.Tropeçaram na pedra de tropeço.
33.Com o estâescrito'
.(Is8.14)Eisqueponhoem Siâo um ape-
dradetropeçoerochadeescândalo,(1s28.11)m asquem nela
crer,nào serâ confundido.

deixadoJt
rsccurfJkcl'
;f- O quesignifica(1)acarênciapresentee(2)aabun-
dânciaf'
utura.Tcr-//os-i
knyt?stornadocplnp'odoma- Portanto,orevoltar-se
contraDeuspelamaioriadanaçàojudaicaeaconseqiientemortenosseus
pecadosnàosJo coisassem precedente.
30.Quejirchupspois?O quedevemosconcluirdetudoisso,anJoserqueps
gentios,que?
:Jt
?buscavam ay'nsrfll- OsquaisantigamentenJo tinham co-
nhecimentodajustiçaenem sepreocupavam com ela.l4' crJ??7aJ/cl/lfl-k
-
ouseja,ajustificaçâo.Todaviaajlfsrkrpqueikcprrt
?dajé- Eisaprimeira
conclusàoquedevemostirardasobservaçôesanteriores.
31.A segundaéqueJsrflcl(osjudeus),prpclfrflnkpu/rl;flcfrfrljustiça,aleique,
devidamenteempregada,terialevadoessepovo àfée, daf ,àjustiça.N#p
cbegouaatingiressak,
'- A saber,nâoalcançaram aquelajustiçaoujustifi-
caçào queLo tlnicograndefim dalei.
32.Porquê?- SersporqueDeusdecretou eternamentequenâoaatingissem?
Nâo encontramosaquicoisasemelhante;mas,coerentecom o seu argu-
mento,oapöstolonosdâumaboaexplicaçâo:Porqucrlr/paprpcrfrrfrfl/l?pela
Jti- Atinicamaneiradeatingi-la,E,s2
'
?,?,comoquepelasobras- Com efeito,
senàodeclaradamente,r
frl;olprf
ls.Parfzncfropcfrfrcln nrfpcrlr;fâefrppclp-
lstoé,Cristocrucificado(Cf.1Pe1.81.
33.Comoestéescrito- Prenunciadopelovossopröprioprofetallsafasl.Eisf/nc
ponboem .
$2'
J(
?- ExibonaminhaIgrejaaquiloqueemborarealmentesendo
olinico segurofundamentodafelicidade,mesmoassim serâum apedrade
lrppcltlemtllcdeCSCJC
7JJD - Isto é,a ocasiào de rufnaparamuitos, por
causadasuaincredulidadeobstinada.

76 N o-
rz:s E xlot-lcA -rlvA s
S 10

1.lrm âos,a boa vontade do m eu coraçâo e a m inha sûplica a


Deusafavordeleséparaquesejam salvos.
2.Fbrque lhesdou testem unho de que elestêm zelo porDeus,
porém nào com entendim ento.
3.Porquanto,desconhecendoajustiçadeDeus,eprocurando
estabelecerasuapröpria,nâosesujeitaram àjustiçadeDeus.
4.Porqueofim daleiéCristoparajustiçadetodoaquelequecrê.
5.Ora,M oisésdescreveajustiçaqueépelalei,(Lv18.5)aquele
que pratica estascoisasviverâ por elas.
6.M asajustiçaqueépelaféassim diz:(Dt30.14)NJopergun-
tesem teu coraçâo:Quem subirâaocéu?(istoé,paratrazer
do altoa Cristo);

# N otas
1.Minhasgplk;faDeus?paraquescjflnlsalvos.ElenJoteriaoradoassim,se
elesfossem totalmentereprovados.
2,ElesàJ?nzelo,pprt
gnnàb co/nentevdbvento- Elestirt
ham zelosem entendi-
mento;nöstemosentendimentosem zelo.
3.Porquanto,descollàecendoflllïsrffrfdeDcfds- lstoQ domodoqueDeusesta-
beleceraparaajustificaçàodopecador.Eprocurandoestabelecerasuapr/prk
Ijustiçal- SeupröpriomododeaceitaçàoporDeus.N& scsujeitaranlf )qle
T7c)ndeDeus- O caminhodajustificaçâoqueeleestabeleceu.
4.Porque0.f
1
',nda1ei?Cristo- Asaber,seuescopoesuafinalidade.f:oprö-
priodesfgnioda1eidelevarpessoasacrerem em Cristoparaajustificaçio
easalvaçâo.E sö eleconcedeo perdâo eavida quea 1eirevelaestarem
faltando,masqueelanàopodedar.Defpifnaquele- Querjudeu,quer
gentio(assuntotratadonosvv.11-12)quecrf- Tratadonosvv.5-6.
5.Ora,Mpistbstiescreveatinicajustiçaque?pelalei,quandodiz:O bomem f
yrfc
praticaressascoisas'
nipcrfporelas- lstoé,aquelequeguardatodosesses
preceitosem todosospontos,ele,esöele,podereclam arvidaesalvaçào
porpreceitos.Masestemétododejustificaçàoéimpossfvelaqualquerum
quejstransgrediuqualquerleiem qualquerponto.
6-7.M;?sajustkaque?pelajl- O métododesetornarjustopeloatodecrer.
Falaum idiomamuitodiferente,e(taljustiça)podeserentendidacomo

R OM ANOS 77
7.ou:Quem descerâao abism o'
?(istoé,paralevantarpela se-
gundaveza Cristo dentreosmortos).
8.M as o que é que e1e diz?A palavra estâ perto de ti,na tua
boca e no teu coraçâo;isto é,apalavra da fé que pregam os.
9.Se com at'uabocaconfessaresaJesuscom o Senhor,eem teu
coraçâo creres que Deus o ressuscitou dentre os m ortos,se-
râs salvo.
10.Porque com o coraçâo secrêparajustiça,ecom abocase
confessa para salvaçâo.
11.PorquantoaEscrituradiz:(1s28.16)Todoaquelequenelecrê
nâo serâ confundido.
12.Poisn;o hâ distinçâoentrejudeu e grego,umavez queo
m esm o é o Senhor de todos,rico para com todos os que o
invocam .

expressando-sedestam aneiraparaadaptaraonossopresenteassuntoas
palavrasqueMoisésfalar,notocanteàclarezadasualei:NJpperguntes
c??7teucprflff
ik;quem subirdf
lt
pcéu?Comoqueparatrazer#0altoaCristo:ou,
jucArljcscerffcoflàfsmt)?Comoquepcrglcrcntflrf
lCrfsfajcnfrz05nlortps-
NJo pensesque estascoisasdevem serfeitasagora, afim deconseguir
teu perdâoesalvaçâo.
8.Porém,f/ncJqzeelejfzîlstoé)M oisés?Eledizestaspalavras,tâomaravi-
lhosamenteaplicâveisao assunto perantenös. Tudoestâpronto e àtua
mâo.:4palavracslffpertodeI;
'- Ao teu alcance,flcildeseentender, lem-
brarepraticar.lstoLiminentementeverdadeironocasoâapalavra#;1j?,o
evangelho,quepregamos- O cerneé:Se oteu coraçào crerem Cristo e
tuavidaoconfessar,t
'u serâssalvo3l.
9.Secotnatuaàpc;lconjessares-Mesmoem meioàperseguiçào,quandose-
melhanteconfissâopodetelevaraosleöes.
10.Porquect
lrn ocorr
lffi'
p- Nâosö com o entendim ento. .$ccrêparajf
fslkfl-
Paraobterajustificaçâo.Ecomflbocaseconjessa- Visandoobterasalvaçt
ib
final.Nestelugar,''confissâo''significatodaareligiâoexterior;eafésigni-
ficaaraizdetodaareligiâofntima.
12.O mestnoSettbordeItlrfpsérico- Deformaquesuasbênçâosnuncaseesgo-
tam,nem ée1ejamaisobrigadoadetersuamâoIporfaltadebênçàosa

34 A citaçào é realmente At30.12-14.

78 N o-rals Exrat-lc A-rlvA s


13.Porque'
.Uoel2.32)Todo aquele queinvocaronomedoSe-
nhor,serâ salvo.
14.Com o,porém ,invocarào aquele em que nâo creram ? E com o
creràonaqueledequem nadaouviram ?E com o ouviràozsen;o
hâquem pregue?
15. E com o pregarâo senâo forem enviados?Com o estâescrito:
(1s52.7)Quâo form osossào ospésdosque anunciam boas
novas de paz,que trazem alegresnotfciasde coisasboas.
16. M as nem todos obedeceram ao evangelho;pois lsaïas diz:
(Is53.1)Senhor,quem acreditou nanossapregaçâo?
17. E assim ,a fé vem pela pregaçâo,e a pregaçâo pela palavra
de Cristo.
18.M aspergunto'
.Porventuranâoouviram?Sim,porcerto:(Sl
19.4)Portodaa terra sefez ouvira suavoz,e assuaspala-
vras até aos confins do m undo.

distribuirj.Agrandeverdadecolocadanov.11édetalformarepetidaaqui,
bem comonodécimo-terceiroeconfirmado(vv.14-15),anàosöencerrarIa
verdadelque''todoaquelequeinvocaroseunomeserlsalvo'',(v.13Jcomo
também sugereque avontade Deuséquetodoslheinvoquem o nom e
Parasuasalvaçào3s.
15.MJsct/rrlppregarâbsenf
lpjtlrcrrlenviatlosîPorumacorrentederaciocfnio,a
Partirdavontadedequetambém osgentiosdeveriam 'invocar-lheonome'',
Paulodeduzqueosapöstolosforam enviadosporDeusparapregartam-
bém aosgentios.Ospés- Suasprépriaspegadas:suavinda.
17.Ajé,naverdade,geralmente,vetnpelooupl
'
rIdapregaçàodoEvangelhol,
isto é,peloouvirdapalavradeDcIïs36.
18.M ;?ssuadescrençanâosedeviaàfaltadeterouvido.Porquepull
irfl/rl..
$l
'
h?'
l,
porcerto- Tantasnaçöesjâouviram ospregadoresdoevangelho,quepos-
soem certosentidodizerdelescomoDavifalou dasluzesdo&u37.

35O termo deW esleyé ''


savingl/'.
36 W esleysegue a KJV aqui.O vocébulo ('
ïKol'
) signifi
ca tanto o ouvir/ouvido
como a coi
sa ouvida (a mensagem,apregaçào).Mui
tasversöes moder-
nas,comoAlmeida,seguem asegundatraduçâo.
37 W esley alude ao SI136.7:Rendeigraças...aquele que fez os grandes
Ium inares,porque a sua misericördia dura para sem pre.

R oM ANos 79
19.Pergunto m ais:Porventura nâo terâ chegado isso ao corkhe-
cim ento deIsrael?PrimeiroM oisésdiz:(Dt32.21)Euvospro-
vocareia ciflm esporm eio daquelesque nào sâo um a naçâo;
porum a naçâo insensata vos provocareià ira.
20.M asIsafasé m aisousado e diz:(1s55.1-2)Fuiachado pelos
que nâo m e procuravam ,revelei-m e aos que nâo pergunta-
vam porm im .
21.Quanto a lsrael,porém,diz:Todo o dia estendias minhas
m âos a um povo descrente e contradizente.

19.PorventurarIJ(
?scrffcbegadoissoaocpnkcfrntrrllpdeIsrael?Elesdeveriam ter
sabido,dapartedeM oiséselsafas,quemuitosdosgentiosseriam recebi-
dosemuitosdosjudeussujeitados.Eurpsprovocareiac/lin'
zsLoraquelesque
rlf
/(?slpamarIJIJP- Comoosjudeusseguiam deusesquenâoeram deuses,
assim e1eaceitou em seu lugarumanaçloquenâoeranaçâo;asaber,uma
naçàoquen;otinha aliançacom Deus.LJ?1Jnaçâb 7 'Hst
rnsf
?l;l- Como sào
todosquenâo conhecem aDeus.
20.M asIsal'asémaisousado e#ïz:E fala abertam ente o que Moisésapenas
sugeriu.
21.1.1/71povodescrenteecontradizente.Diametralmentecontrârio àquelesque
criam com ocoraçâo econfessavam com aboca.

80 N onw s Expl-lc v lvA s


S 11

1.Pergunto,pois:TerâDeus,porventura,rejeitadooseupovo?
De m odo nenhum ;porque eu tam bém sou israelita da des-
j cendênciadeAbraâo,datribodeBenjamim.
2 Deusnâorejeitouoseupovoaquem deantemioconheceu.
O u nâo sabeis o que a Escritura refere a respeito de Elias,
com o insta perante Deus contra lsrael,dizendo:
3.(1Rs19.10)Senhor,mataram osteusprofetas,arrasaram os
teus altares,e sö fiquei,e procuram tirar-m e a vida.
4.Que1he disse,porém,arespostadivina?Reserveiparam im
setemi1homens,quenâodobraram joelhosdiantedeBaal.
5.Assim,pois,também agora,notempodehoje,sobreviveum
rem anescente segundo a eleiçâo da graça.
6.Eseépelagraça,jânàoépelasobras;docontrârio,agraçajâ
nàoégraça.Eseforpelasobras,jânâoserâpelagraça;pelo
contrârio,obrasjânâosàoobras.

# Notas
1.FcrffDeus,porventura,sujeitadotodooseup770- Todoolsrael?Deforma
alguma!Poisjéhojeexiste'um remanescente''(v.5)eposteriormente''todo
oIsraelserésalvo''(v.26).
2.Deusn#orejeitouaquelapartedoseuppt?paquem eledeJrlfc/rlflpconbeceu-
Falando segundoo modo doshomens.Porque,narealidade,conhecere
pré-conhecersâoomesmoparaDeus,oqualconheceouvêtodasascoisas
deumasövez,daeternidadeàeternidade.Oa11lt?sabeis-Que,num caso
paralelo,em meioaumaapostasiageral,quandoEliaspensavaquetodaa
naçâohouvessecafdoem idolatria,Deus''sabia''existir''um remanescen-
te''deverdadeirosadoradores?
4.(...Nâodobraram joelhosdiantelDeBaal- Nem IaBaal)enem aosbezer-
rosdeouro.
5.begundoackkltldagraça- SegundoaquelegraciosoproptsitodeDeus,
''aquelequec'
rêserssalvo''kCf.Mc16.16,jâcitadoacima,referenteallm
9.211.
6.f;se?pelagraça,j#nâb?pelasobras- Quercerimoniais,quermorais.Dp
contrérioy rl& égraça- A pröprianaturezadagraçaseriaperdida.f2sehr
i R OM ANOS 81
7.Que direm os,pois?O que Israelbusca,isso nào conseguiu;
m as oseleitos alcançaram ;e o resto foitornado cego.
8.Com oestâescrito'
.(ls29.16)Deuslhesdeu espfritodeentor-
pecim ento,olhospara nâo ver eouvidospara nào ouvir,até
aodiadehoje.
9.E diz Davi:(S169.22-23)Torne-se-lhesa m esa em laço e ar-
m adilha,em tropeço e puniçâo;
10.Escureçam-se-lhesosolhosparaquenàovejam,efiquem para
sem pre encurvadasas suas costas.
11.Pergunto,pois:Porventura tropeçaram para que cafssem ' ?
D e m odo nenhum ;m aspela sua queda veio a salvaçâo aos
gentios,para pô-losem ciùm es.

pelasobras,jJnâbscrffpelagraça:pelocontrtirio,tl/rf
ls7'
lnâbsl(?obras.Poisa
suapröprianaturezaserâdestnlfda3s.Hâalgot;ocompletamentecontrâ-
rioentreserjustificadopelagraçaeserjustificadopelasobrasque,seal-
g'tlém defendeum dessespronunciamentos,necessariamenteexcluio ou-
tro.Porqueoquesedâpelasobrast3opagamentodeumadfvida,enquan-
toagraçapressupôeum favorimerecido.Portanto,omesmobeneffcionào
pode,pelapröprianaturezadascoisas,resultardeambosggraçaeobrasl.
7.Quefïire?rlt?spois?- Qualaconclusâodetudoisso?fsaseguinte:queIsrael
nasuatotalidadenlpconseguiuajustificaçâo;massomenteosisraelitasque
crêem.E t ?restojoitornadocego- Porcausadoseu pröpriopreconceito
voluntarioso.
8.Deusfinalmenteretirou oseu Espfritoeosentregou aum espl
kitodeentor-
pecimento;estaprofeciaIdelsafaslécumpridaatéao#if7dehoje.
9.EdizDavi- Naquelamaldiçâoproféticaqueéaplicévelaelesbem comoa
Judas.Puniçâb- Pelasuamaldadeanterior.Assim opecadoépunidopelo
pecado;portanto,oevangelho,oqualdeveriateralimentadoefortalecido
suasalmas,setornou um meiodedestruf-las.
11.Porventuralr(Tclcrrf?/lparaqueca, %sem - Totale finalmente.Demodo ne-
rthum .M cspel;lsucf/tfeff;l- ou deslize- éum apalavramuitobrandano
original.k'
abasf7/T?c(J0aosgentios- Atos13.46éum exemplodisso.Para
rl-losem cil
itnes- Istoé,ospröpriosjudeus.

38 Esta parte que nâo se encontra em Almeida consta da KJV e das Notas.

82 N o-
lw s Expt-lc A-l-lvA s
12.O ra,sea queda delesforariqueza do m undo e a sua perdaa
riqueza dosgentios,quanto m aisa sua plenitude'?
13.Dirijo-meavösoutros,quesoisgentios!Visto,pois,queeu
sou apöstolo dosgentios,honro o m eu m inistério,
14.para ver se de algum m odo posso incitarà em ulaçào os da
m inha carne,e salvaralgunsdeles.
15.Porque,seofatodeterem sidoelesrejeitadostrouxereconci-
liaçâo ao m undo,que serâ oseu restabelecim ento,senâovida
dosm ortos?
16.E,se forem santasasprim fciasda m assa,igualm ente o serâ a
sua totalidade;se forsanta a raiz,tam bém osram oso serâo.

12.A primeirapartedesteversoétratadaem 13-14;aûltimaparte,Quanto


maisasuaplenitude?(lstoé,aplenaconversâodosjudeusnosvv.23-24).
Tantasprofeciasapontam paraessegrandeeventoqueésurpreendente
quequalquercristâo possadeleduvidar.E asprofeciassâoabundante-
menteconfirmadaspelamaravilhosapreservaçâodosjudeuscomoum
povodistintoatéhoje.Quandoforcompletada,serâtâofortedemonstra-
çâoIdaverdadetantodoAntigoTestamentoquantodoNovoTestamen-
to1que,sem dflvida,convencerâmilharesdedefstasem pafsesnominal-
mentecristàos,dosquaishaverl,Lclaro,crescentesmultidöesentrecris-
tâosmeram entenominais.E istoserlum meiodepropagaroevangelho
rapidamenteentreosm aometanosepagàos.Elesprovavelmenteteriam
recebido oevangelhohâmuito tempo,setivessem tido contato sö com
cristàosgenufnos.
13.Eu llonropmeu plin7
'
sflr/
'
o- Longedemeenvergonhardeministraraos
gentios,eu mealegronisso;etanto maisprontamenteporqueta1ministé-
riopodeserum meiodeprovocarcitimesem meusirmâos.
14.Datninbacrfrnc- Meusparentes.
15.WJJdosmortos- Vidasuperabundanteparaomundo,queestavamorto.
16.Eistocertamenteacontecerâ.Sejorem santasJspritnl
kias,igualmentet
?scr;
f
asl/fltotalidade- aconsagraçàodaquelaseraconsideradaaconsagraçào
datotalidade;assim,aconversâodealgunspoucosjudeusLum penhor
daconversâodetodooresto.'ehisfpulrkaraiz- Ospatriarcasdeondese
originam;porcertoDeusfinalmentetornaréosdescendentessantostam-
bém .

I4k7M ANOs 83

I
17.Se,porém ,alguns dos ram os foram quebrados,e t'u,sendo
oliveira brava,foste ertxertado em m eio deles,e te tornaste
participante da raiz e da seiva daoliveira,
18.nâo tegloriescontraosramos;porém setegloriares,(sabe
que139nâoéstu quesustentasaraiz,masaraizati.
19.D irâs,pois:Algtznsram osforam quebrados,paraqueeu fosse
enxertado.
20.Bem !Pela sua incredulidade foram quebrados;tu,porém ,
m ediante a fé estisfirm e.N âo teensoberbeças,m astem e.
21.Porque se Deusnâo poupou osram osnaturais,tenha cuida-
do que tam bém ele nâo te poupe.
22.Considera,pois,abondadee aseveridade deD eus;para com
os que cafram ,severidade;m as para contigo,a bondade de
D eus,se nela perm aneceres;doutra sorte tam bém tu serâs
cortado.

Y
17.TN- ()gentio.Senlk oliveirabrava- Seoenxertofossemaisnobrequeo
tronco,mesmoassim asuadependênciaparaavidaeosustentoodeixa-
riasem espaçoparasejactarcontraotronco.Quanto menos,quando,
contrariamenteàprâticacomum daspessoas,aoliveirabravaéenxerta-
daem troncobom !
18.Néb tegloriescontraosramos- Nâofazem istoosquedesprezam osju-
deus?Ou negam afuttlraconversâodeles?
20.BemlPelasuaincredulidadejoram quebrados;tu,porém,mediantef?# estt
isfirme
-Ambosde modo condicionalenâo absoluto;se fosse absolutamente,
poderiaterhavido espaçoasevangloriar.M edianteJ.#- Pelolivredom
deDeus,oque,portanto,tedeveriatornarhumilde.
21.NJpteensoberbeças,A/flstemes'- Devemosnotarqueotemoraquinâo éo
opostodaconfiança,masdoorgulhoedarfalsalesperança(Cf.v.201.
22.Doatrasortetu rc??7!
7??rfserds- Também,t'
u queagora''medianteaféestâs
firme''#tantototalcomofinalmentecortado.

39 Acrescentam os,com Alm eida,as palavras 'd


sabe que'',para mais clare-
za de sentido.
40 Isto é,do v.2O,m esm o na KJV.

84 N OTAS Expl-lcv lm s
23.Elestam bém ,se nào perm anecerem naincredulidade,serâo
enxertados;poisD eusé poderoso para osenxertar de novo.
24.Poisse fostecortado da que,pornatureza,era oliveirabrava,
e contra a natureza enxertado em boa oliveira,quanto m ais
nâo serâo enxertadosnasua pröpriaoliveira aquelesque sâo
ram osnaturais!
25.Porquenâo quero,irm âos,queignoreiseste m inistério,para
que nâo vostenhaisna conta de sâbios41,queveio endureci-
mentoem partealsrael,atéquehajaentradoaplenitudedos
gentios.
26.E assim todo o Israelserâ salvo,com o estâ escrito:(1s59.20)
VirâdeSiàoo Libertador,eleapartarâ deJacö asim piedades.
27.Esta é a m irtha aliança com eles,quando eu tirarosseuspe-
cados.
28.Quanto ao evangelho,sâo elesinimigos por vossa causa;
quanto,porém,àelekâo,am adosporcausa dospatriarcas;

24.Contraf?natureza- Poissegundo anatureza,nösenxertam oso ramo


frutfferono troncobravo;masaquioramobravoéenxertadonotronco
frutffero.
25.Paulochamatodaaverdade,cort hecidasöapoucos,um mistério.Ta1fora
outroraochamadodosgentios;ta1eraagoraaconversàodosjudeus.Para
querlJ(
?vOstenhaisnacontadesll
sft?s(Cf.Pv26.121,orgulhososdaspresentes
vantagens,sonhandoquevössejaisatinicaigrejaouquealgrejadeRoma
nâopodefalhar.W ioendurecimentoem parteaIsrael,i
lféque- lsrael,portan-
to,nem étotalnem finalmenterejeitado.Hajaentradoaplenitudedosgentios
-
Atéquehajaumavastacolheitaentreospagâos.
26.E assim todo0Israelscrl
fsalvo- Sendoconvencidopelavindadosgentios.
M ashaverâumacolheitaaindamaiorentreosgentios,quandotodoo Is-
raelentrar.Virti(
?Libertador- Narealidade,oLibertadorjâchegou:mas
nâoopleno frutodasuavinda.
28.SJpelesagorainimigos- DoevangelhodeDeusedelespröprios,tudoisto
sendopermitidoporDeus.Porvossacausa;quanto,porém,)eleiçâo- Aque-
laporçâo delesquecrêeéamada.

41 A mesm a expressâo ocorre em Rm 12.16.

ltoM ANos 85
29.porque osdonsea vocaçâo de Deussào sem arrependim ento.
30.Porque assim com o vös tam bém outrora fostesdesobedien-
tesa Deus,m asagora alcançastesm isericördia àvista da de-
sobediência deles,
31.assim tam bém estes agora foram desobedientes,para que
igualm ente eles alcancem m isericördia,à vista da que vos
foiconcedida.
32.Porque D eus a todos encerrou na desobediência, a fim de
usarde m isericördia para com todos.
33.O profundidadedariqueza,tanto dasabedoria,com odoco-
nhecimentodeDeus!Quâoinsondâveissâoosseusjufzose
quâo inescrutâveis osseuscam inhos!

29.Porql
iet
?sdonsearpcrlffibdeDeusslt?irreTogt
iveis- Deusnàosearrepende4?
dosseusdonsparaosjudeusousuavocaçâodosgentios.
32.PorqueDeusa àtdt?sencerrou naJcsnàcJïérlci;l- Permitindo cada um,por
suavez,aserevoltarcontraele.Primeiro,naantiguidade,Deuspermitiu
aosgentiosrevoltarem-seetomouafamfliadeAbraâocomoumasemente
peculiarpara si.Depois,eleosdeixou acair,atravésdasuadescrença,e
recebeuosgentios,incrédulos.Eelechegou afazeristoparaprovocarcit' l-
mesaosjudeuseassim finalmentetrazê-lostambém àfL.Estefoideveras
um mistérionacondutadivina,aqualoapöstoloadoracom tâosantaad-
m iraçâo.
33.()proy ndidadedariqaeza,dasabedoriaeJt?conbecimentodeDeus.Nocapftulo
nono,Paulonavegaraapenasnum marestreito;agoraeleseencontrano
oceano.Aproy ndidadedasriqaezaseledescrevenov.33, .aprofundidadeda
sabedoria,nov.34;aproyndidadedoconbecimento,natiltimapartedopre-
senteverso.A sabedoriagovernatodasascoisasparaomelhorfim;oconbe-
cihncrlfpvêessefim.QI
kJPinsonddïleissJp()5seusjul-
zos- Notocanteades-
crentes.Sé'
nscaminbos- No tocantea crentes.beuscaminhosestzo num
nfvelelevadol3;seusjftkossào''um abismoprofundo''(Sl36.6).Masmes-
moseuscaminhosnossâoinescrutt
iveis.

42 No sentido Iiteraldo term o,eI


e nâo mudarésua m ente sobre a questào de
dons e vocaçâo.
43 Isto é,nào acidentados

86 N on'
yvs Expl-lcv lvAs
34.(1s 40.13)Quem,pois,conheceu a mente do Senhor? Ou
quem foio seu conselheiro?
35.O u quem prim eiro deu a e1e para que 1he venha a serres-
titufdo?
36.Porque dele e por m eio dele e para ele sâo todas as coisas.
A ele,pois,a glöria eternam ente.Am ém .

34.Quem,pois,conbeceuamentefï0Senbor?- Antesoualém dasuapröpria


revelaçào.
35.Olkquem prfrrlcirpdeuaele- Quersabedoria,querpoder?
36.Dele- Comocriador.Poransiedade- Comopreservador.Paraele- Como
ofim flltimo,snotodasascoisas./!ele,pois,agl/rifpdassuasriquezas,sabe-
doriaeconhecimento.Amém - Umapalavradeconclusâo,naqualaemo-
ç;o do apöstolo,tendoalcançadoseu auge,encerrat'udo.

R oM xNos 87
S 12

1. Exorto-vos,pois,irm âos,pelas misericördias de D eus,que


apresenteisosvossoscorposporsacriffciovivo,santo eagra-
dâvela Deus,que é o vosso culto racional.
2. E nào vos conform eis com este m undo,m ais transform ai-
vospela renovaçâo da vossa m ente,para que experim enteis
qualsejaaboa,agradâveleperfeitavontadedeDeus.
# Notas
1.Exorto-vos- Paulocostumaadaptarsuasexortaçöesàsdoutrinasqueele
vem expondo.Assim nestelugarousogeraldotodoécontidonosvv.1e2.
Osusosparticularesvêm depois,desdeov.3 atéofim daepïstola.Pclgs
teuras?/kiscrkdrr
ir?sdeDcffs- Todoosentimentoaquiéderivadodoscapf-
t'ulosde1a4deRomanos.Apröpriaexpressàoéprecisamenteopostaàira
deDeus(Rm 1.18).Abarcaaquioevangelhotodo,todaaeconomia(opera-
çào)dagraçaedamisericördia,livrando-nosda''iradeDeus''enosim-
pulsionandoatodoodever.Queaprebenteis- lsto(Rm 6.13e16.19/4sig-
nificadefatomostrargocorpoldiantedeDeus.OsT?ossosct
lrpps- lstoé,a
nösmesmos;umaparteécolocadapelotodo;eistocom maispropriedade,
porquenoantigosacriffcio deanimaisocorpo realmenteeratudo.Tam-
bém oscorpossâoespecificadosem oposiçâoàqueledesprezfvelabusodo
corpo mencionado em Rm 1.24.Seguem-sediversasexpressöes queyde
igualmodo,sâoumareferênciadiretaaoutrasexpressöesnomesmocapf-
tulo.PorsrfcrT
/i
''cfo- Mortoparaopecado;erf'
f
?o- Poraquelavidaqueé
mencionada(Rm 1.17,6.4etc.)Santo- Talqualaleiexige(Rm 7.12).Agra-
#J'
pc/- Rm 8.8.Qae?ovossocultoracional- A adoraçâodospagâosera
totalmenteirracional(Rm 1.8-9/omesmosedeu com ajactânciadosju-
deus(Rm 2.3-4).Oscristâos,pelocontrério,agem em todasascoisasa
partirda razlo maiselevada,inferindo o seu deverda misericördia de
Deus.
2.ENJP77tl
sconjornlei
s- Querem jufzo,espfritooucomportamento.Com este
pn/krlfïp- PoiselenegligenciaavontadedeDeusebuscaasuapröpria.Para
çlfcexperilvetlteis- Paraconhecerdesporexperiênciapröpria;istosetorna
flcilparaaquelequedestaformaseapresentaaDeus.Ql
lalsejaaboa,fWrlr/l-
44 A idéia da entrega do corpo e do sera Deus e nào ao maligno esté presen-
te nos versos m encionados,nào,porém ,o vocébulo 'apresentar'.

88 N o-lw s Expt-lcA-
rlvAs
3. Porque pela graça que m e foidada,digo a cada um den-
tre vös que nâo pense em sim esm o além do que convém ,
antes,pense com m oderaçâo segundo a m edida da fé que
D eus repartiu a cada um .
4.Porque assim com o num sö corpo tem osm uitos m em bros,
m asnem todosos m em bros têm a m esm a funçâo;
5. assim tam bém nös,conquanto m uitos,som osum corpo em
Cristo,e m em brosunsdos outros,
6. tendo,porém , diferentes dons segundo a graça que nos é
dada:seprofecia,sejasegundoaanalogiadafé;

veleperjeitavontat
iekcDeus- z4vontadedeDeusdeveserentendidaaqui
comotodaapartepreceptivadocristianismoqueé,em simesma,tàoexce-
lentementeboa,tâoagradtivelaDeuset:oaperfeiçoaâadanossanatureza.
3.Digo- Eleagoraprocedeamostraro queéaquelavontadedeDeus.Pela
graçaque?rlcjol
'dada- Eleacrescentaisto,pormodéstia,paranàoparecer
queseesqueciadasuapröpriaexortaçào.z4cadaJfvlâentret't
;s- Crentes
em Roma.Felizes,setivessem sempremantidoessepresente:artlckikr
pdajé
-
(assuntoltratadonoprimeiroenoscapftulosseguintes,Iodom)doqual
osoutrosdonsegraçasprocedem.
5.Assim ll
7/'
rlà/plrl/s- Todososcrentes.'omosTfr?ls/corpo- lntimamente
interligadosem Cristo,e,conseqiientemente,devemosajudarum aooutro.
6.Tendo,p0r???7,dl
jerentesdonssegundoaPUC' JquenosJpl
'dada- Osdonssâo
vlrios;agraçaéumas(5.Seprfecia- Ela,consideradaum dom extraordi-
nério,éo dom peloqualosmistérioscelestiaissâodeclaradosaoshomens
oucoisasdoporvirsâopreditas.Masaquiparecesignificarodom comum
deexporasEscrituras.Projetizamossegundoaanalogianbda#.Pedrooex-
pressaassim:'deacordocom osoréculosdeDeus'';I1Pe4.11)segundoo
teorgeraldeles;deacordo com ograndesistemadedoutrinaqueéapre-
sentadoneles,notocanteaopecadooriginal,justificaçâopelaféepresente,
fntim asalvaçào.Hâumamaravilhosaanalogiaentretodoseles;eumavez
portodasfoientregueaosSantos.''(Judas31Cadaartigo (dedoutrinal,
portanto,no tocantea qualquerquestào,deveserdecididosegundoesta
regra;todaaescrimraem dûvida(deveserlinterpretadadeacordocom as
grandesverdadesqueperpassem otodo.

45W esIeyusaanalogiaaqui,umatraduçâosem dtivi


dainfluenciadapelogrego
originaltxvctkozlct,cujatraduçàocomum éproporçâo.

R oM yklqos 89
7.Se m inistério,dedique-se ao m inistério,se ensino,ensinan-
do;
8.se exortaçâo,exortando;o que contribui,com sim plicidade;
o quepreside,com diligência;quem exercem isericördia,com
a1egria46
9.O amorsejasem dissimulaçâo.Detestaiomal,apegando-
vos ao bem .
10. A m ai-vos cordialm ente unsaosoutros com am or fraternal,
preferindo-vosem hortra uns aosoutros.
11.(Sedeldiligentes em vossosafazeres(e1fervorosos de
espfrito,servindo ao Senhor;

7.Sel'
rlfrlïsllrïp- Como disconos.Seensino- Catectimenos;paraosquais
instrutoresparticulareseram nomeados.Scexortaçnolï- Cujaresponsabili-
dadeparticulareraincentivarosc'
ristâosaoserviw eaconfortJ-losnassuas
tribulaçöes.
8.O qaepreside- Aquelequecuidadorebanho.Quem exercetnisericérdia-
Detodasasmaneiras.Cotnalegria- Regozijando-sequem tem ta1oportu-
nidade.
9.Tendofaladodaféeseufruto(v.3eseguintes),elechegaagoraaoamor.Os
vv.9,10e11sereferem ao capftulo7;ov.12,ao capftulo 8,eov.13,que
tratadapartilhacom ossantos,querjudeus,quergentios,aocapfmlo9eo
seguinte.Umapartedov.16éarepetiçàode11.25.Detestai()mal,apegando-
vosaobem - Tantointeriorcomoexteriormente,apesardamlvontadeou
perigo quepossaresultar.
10.Prejerindo-vosem honraunsaospfklrt?s- O quefareissehabitualmente
consideraisoqueébom nosoutroseoqueémau em vösmesm os?
11.Tudoquantofazeis,fazei-oconformeasvossasforças(cf.Ec9.10).Etnto-
dososajazeres,IestejaildiligenteefervorosamenteservindoJpSenhor-
FazendotudoparaDeus,nàoparaoserhumano.

46 Pressupöe-se aqui(vv.7 e 8)que cada crente em Cristo Jesus deve


exercerao m éximo o dom que Deus Ihe dé.W esley insere,com a KJV,a
expressào waitupon,ouseja,'dediquemo-nosa''que,em certosentido,
se apli
ca a cada servi
ço mencionado.
47 é do v.8.

90 N o-
rAs Expt-lcA-rlvAs
12.regozijai-vosnaesperança,sedepacientesnatribulaçâo,na
oraçâo,perseverantes;
13.com partilhaias necessidades dos santos;praticaidiligente-
m ente a hospitalidadez
'
14.abençoaiosquevosperseguem,abençoai,enâo am aldkoeis.
15.Alegrai-voscom osquesealegram,ednoraicom osquechoram .
16.Tende a m esm aestim a ut'tspelosoutros.N âo vospreocupeis
com ascoisastidasporgrandes,m ascondescendeicom o que
é hum ilde;nâo vostenhaisna conta de sâbios.
17.N âo torneisaninguém m a1porm al;pensaiantes,para que o
vossocomportamentoptiblicoestejaacimadacrftica.
18.Se possfvel,quanto dependerde vös,tende paz com todosos
hom ens;
19.nào vosvingueis a vös m esm os,carfssim os,m as dailugarà
ira;porqueestâescrito:(At32.35)A m im mepertenceavin-
gança;eu retribuirei,diz o Senhor.

12.Regozi
jai-vosFIJesperança- Daperfeitasantidadeedafelicidadeeterna.
Atéaquigpaulovem tratandoldaféedoamor;agoratambém daesperança
Ivideoscapftulos5e81;depoisgtratarl)dosdeveresparacom osoutros:
paraossantos(v.13),
.perseguidores(v.14),
.amigos,estrangeiros,inimigos
(vv.15em diante).
13.Compartilhaiasnecessidadesdossantos- Aliviaiasnecessidadesdetodos
Clueestâonapenûria.f;dignodenotaqueoapöstolo,tratandoexpressa-
mentedosdeveresqueprovêm da comunhâo dossantos,nâo dizsequer
umapalavrasobreosmortos.Diligentementepraticaahospitalidade- Nâo
apenasaproveitando-vosdasoportunidadesofemcidas,masbuscandoopor-
t'
unidadesparapraticâ-la.
14.Nâ'
oamaldiçoeis- Nem m esm onocoraçâo.
15.Alegrai-vos- O opostodiretodochoroLoriso,masistonâoconvém exata-
mente ao cristâo.
16.NJ()vospreocupeisctl
nyJscoisasgrandes- Nâodeveisdesejarriqueza,honra
ouacompanhiadosgrandes.
17.Pensaiantes- Fazeitodoopossfvelparanâoofenderosoutros.
19.Cart-
ssimos- Assim e1eabranda o espfrito rude,NJp '
Dpsvingueisf?7
J/s
mesmos,masdeixaiistocom Deus.Possivelmenteafrasepoderiasercom

R oM ANos 91
20.Pelocontrârio,(Pv 25.21)seo teuinimigotiverfome,dâ-lhe
de com er;se tiversede,dâ-lhe debeber;porque, fazendo isto,
am ontoarâsbrasas vivassobre asuacabeça.
21.N ào te deixesvencerdo m al, m asvence o m alcom o bem .

#
maiorpropriedadetraduzidapor:''dailugaràira/';istoé, àiradeDeus,
ao qualavingançarealmentepertence.
20.Dfi-lbedecomer- Com atuapröpriamâo2sendonecessârio, pondo opâo
nasuaboca.Amontoartisbrasasvivassobresuacf7ôclc- A suapartemais
sensfvel.
Assim osartesnosf ïcrrt'fcp?oinc/ ressf'
pnminério(
ïflcbumbo,
cmtl?:àtl(
7/ll()àrflscsviva'scllrcflspa ccàcçfl;
nobondosocalor,pmetalaprendef7brilbar
ccprcffl,ptln/fcfldcCI;
Icsc/rffl,/lufflùflïxo.
21.E se nâo vésfruto no presente,persevera.N#p teikixcsvencer#p mal-
Como sJo todosque vingam asimesmos, M lsvencep t nalcp/
'
?7o bem -
Venceteusinimigospelabondadeepaciência.

92 N om s ExpLlcv lvAs
S 13

1. Que todosestejam sujeitosàsautoridadessuperiores;por-


que nâo hâautoridade quenào proceda deD eus;easautori-
dadesque existem foram porele institufdas.
2. D e m odo que aquele que se opöe à autoridade,resiste à or-
denaçâo de Deus;e os que resistem receberào para sim es-
m os condenaçâo.
3. Porque os governantes sào um terror,nào para boas obras,
m aspara asm âsobras.Querest'
u nâo tem era autoridade'
?
Faze o bem ,e terâslouvordela;

# Notas
1. Paulo,escrevendoaosromanos,cujacidadeeraasededoimpério,fala
muitodeobediênciaaosmagistrados,eistoeratambém,com efeito,uma
ptiblicaapologiadareligiàocristà.Ttdpbotnem estejasujeitof
tsautoridades
superiores- Umaadvertênciaparticularmentenecessériaparaosjudeus.
Autoridade,nosinglllar,éaautoridadesuprema;avtorijaâesInoplural)
sâo aspessoasinvestidasdeautoridade.Aquelaémaisprontamentere-
conhecidacomosendo deDeusdo queesta.O apöstolo afirm acom res-
peito àsduas:todasIautoridadeslsàodeDeus,o qualconstituiu toda
(autoridadelem providênciageral,epermitecadaumaem particularpela
suaprovidência.z'l.
satltoridadesqueexistem foram preleinstitul
-
das.Esta
frasepoderiasertraduzida:scsuborâinam aIDeuslouestâbordenadamente
JisposàcsabaixodeDeas;istoindicaquesâo despertadosou vicergentede
Deus;vistoqueopoderdelesLcom efeitodeDeus,talpoderexigenossa
obediênciaconsciente.
2. Demodoqueaquelequeseopöeàautoridaje- Dequalquermaneiradiferente
daquelaqueasleisdacomunidadeordenam.Receberâbparasi?' nes?rlpsct/rl-
denaçâb- Nâoapenasdomagistrado,comotambém deDeus.
3. PorquepsgovernantessJo- De modo geral,apesardealgumasexceçöes
particulares.Urrlterrorparaasplffsobras- Tâo-somente.Queresflfentâbrrf/p
temer?Hâ um temorqueantecede a açöesmâs,e faz desviardelas:este
devesemprepermanecer.HJ,porém,um outrotemor,quevem depoisdf a
mâsaçöes:aquelesque/àzc/uobem estâolivresdele.

R oM ANos t?.
'5
4. visto que a autoridade é m inistro de Deusparateu bem .En-
tretanto,se fizeres o m al,tem e;porque nâo é sem m otivo
queela trazaespada;poisém inistro deD eus,vingador,para
castigaro que pratica o m al.
5. 2necessérioque1heestejaissujeitos,nâosomente(porcau-
sa1daira,mastambém pordeverdeconsciência.
6. Por esse m otivo tam bém pagais tributos'
.porque sâo m i-
nistrosde Deus,atendendo constantem entea este pröprio
assunto.
7. Pagaia todoso que lhesé devido' .a quem tributo,tributo;a
quem direitos alfandegârios,direitosalfandegârios;a quem
tem or,tem or;a quem honra,hortra.
8. A ninguém fiqueis devendo cousa algum a,exceto o am or
com que vos am eisunsaosoutros:poisquem am a ao pröxi-
m o,tem cum prido alei.

4. .4espada- o instrumentodapenademortequeDeusautorizaomagistra-
doainfligir.
5, Ntïosomentepelotemorâaira- Istoé,dapuniçâo int
ligidapelohomem .
MJstatnbém pordeverdeconsciência- QueemanadaobediênciaaDeus.
6. Poressehrlcri'
pt/- porquesJoministros(oficiais)ieDcnsparaobem-estar
pûblico.:4esteserviço- O bem-estarptiblico.
7. ,
4todos- Osmagistrados.Tributos- lmpostossobrenossapessoaoubens.
DireitosI
T/
jc/lfïtr
ylrips48- sobrebensimportadosouexportados.Temor-
Obediência.Honra- Reverência.Todasestascoisassàodevidasaopoder
supremo.
8. Denossodeverparacom osmagistrados,elepassaadeveresgerais.Amar
;klnaoprflro- Um adfvidaeternaquenuncapodesersuficientementesal-
dada;se,porém,oamorforconvenientementepraticado,e1esaldatodas
asoutrasdfvidas.Poisquetvr/rn;ëaorr/xfhnp- Comodeveamâ-lo.Jtitem
clf//lpri
'
rb todaalei,paracom c)pröximo.

48é interessante notarqueW esley sempre insistiunesse ponto,chegando


até a incl
uf-lo nas Regras Gera/s.A tentaçào do contrabando era especi
al-
m ente forte em portos como o de Bristol.

94 N o-
rzxs Expt-lcA-rlvAs
9. Poisisto:N ào adulterarâs,nào m atarâs,nào furtarés,nâo di-
râs falso testem unho,nâo cobiçarâs,e se hâ qualquer outro
m andam ento,tudo nesta palavra se resum e:A m arâs ao teu
pröxim o com o a tim esm o.
10.O am or nâo pratica o m a1contra o pröxim o;de sorte que o
cum prim ento da 1eié o am or.
11.E digoistoavösoutrosquecortheceisotempo,quejâéhora
de vos despertardes do sono;porque a nossa salvaçâo estâ
agora m ais perto do que quando no princfpio crem os.
12.Vaialtanoite evem chegando o dia.Deixem os,pois,asobras
das trevas,e revistam o-nosda arm adura da luz.

9. Seh#qualquerpfklrp- M aisparticular.Mandamento- Referenteaopröxi-


mo;como hâmuitosmandamentosna leiem geral.Tudonestapalavrase
resutne- Deformaque,senJotivessetalmandamentopresente,masseo
teu coraçâoestivessecheiodeamor,tu ocumpririas.
10.Desorteçl?cpcuhrlprfhuézrcdalei?namor- Porqueo mesmoamorquenos
cofbedepraticaromalnosincitaapraticartodasortedebem .
11.Efazes'isfp.Cumpreleidoamorem todasasdimensöesacimamenciona-
das.V'/spiflrt?squeconheceisctemïo- Cheiodegraça,maspassageiro.Que
# éàprcdelvsdespertardesdosorfp- Qulobelamenteametâforasedesen-
volve.Estavida,umanoite;aressurreklo,odia;oevangelhobrilhando
sobreocoraçâo,aauroradeum novodia;estamosdespertosdosono;para
levantarelançarforaaroupagem danoite,apropriadasöparaaescuridâo,
ecolocarvestesnovas;e,comosoldados,cercadosportantosinimigos,de-
vemospegarem armasepreparar-nosparaabatalha.
O diaamanhecequando recebemosafé,eentàoo sonose vai.Entào é
horadelevantar,pegarem armas,andaretrabalhar,paraqueosononâo
nosdominedenovo,paulatinamente.A salvaçi ïofinal,aglöria,estâmais
pertodenösdoqaeçrfflrlrfonoprirlc//l
bcremos- E1aavançacontinuamen-
teavoando em frente sobre asmaisrâpidasasasdo tempo.E o espaço
entre a hora presente ea eternidadeé,comparativamente,apenasum
m om ento.

49 O verbo nâo aparece no grego.W esley segue a KJV,m as as versöes


m odernas geralmente nâo o fazem.

IQOM ANOS 95
13.Andem os dignam ente,com o em pleno dia,nâo em orgiase
bebedices,nâo em im pudicfcias e dissoluçôes,nâo em con-
tendase citim es;
14.m asrevesti-vos do SenhorJesusCristo,e nadadisponhais
para a carne,no tocante àssuasconcupiscências.

13,Orgias- Festasluxuriosaseelegantes.
14.Masrevesti-vosdoSenborJesasC'
rislo- Nistoécontidaatotalidade(ï;
pnossa
sfllrr
flt
ib./umajorteel;
kJJexpressllodamaisfntegrauniàocom ele,ede
estarmosrevestidosdetodasasgraçasquenelehavia,O apöstolo nàodiz
Iliteralmentel:''Revesti-vosdepurezaedesobriedade,mansidàoebene-
volência/';mase1e diz tudo isto emi1vezesmaisdeumavez ao dizer:
Revesti-vosdeCristo.iïnadadisponbaispara- Levantardesejostolosou,
sendoesseslevantados,satisfazé-los.

96 N om s Expl-lcv lm s
R S 14

1.Acolheiao queédébilna fé,nào,porém ,para disctztiropiniöes.


2.Um crê que de tudo pode com er,m aso débilcom e legum es,
3.quem com enào despreze ao quenào com e;eo que nâo com e
nàojulgueoquecome,porqueDeusoacolheu.
4.Quem ést'u quejulgaso servo alheio?Parao seu pröprio
serthorestâem pé ou cai;m asestarâ em pé,porque o Senhor
é poderoso para o suster.
5.Um estimaum diaacimadooutro;outrojulgaiguaistodos
osdias.Cadaum estejaplenamentepersuadidoem suaprö-
pria m ente.
6.Quem distingueentrediaedia,paraoSenhoro distingue;e
ele que nào distingue,para o Senhor ele nào o distingue.
Quem com e,paraoSelahorcom e,porquedâgraçasaDeus;e
quem nâo com e,para oSenhornâo com e,edâgraçasaD eus.

# Notas
1.z'
îoque?débil- Porcausadeescrupulosidadeexagerada.Acolbei- Com
todo o am orecortesianacomunhâocristà.Nâ'
o,porém,paradiscutir0pl
'
-
nièes- Sobrepontosquestionsveis.
2.Tffffp- -lbdaaespéciedecomida,mesmoaquelaproibidapelaleikjudaical.
3.rNâo1desprezef ?tlqueHJPcome- Comoescrupulosodemaisousupersticioso.
(Nà. o1jalguef)quecome- Comoprofano,oucomotomandomuitasli berda-
des.PorqueDeuspacolbeu- Entreonûmerodosseusfilhos,apesardisso.
5.EUm estimalum fïif?acimadelf/r/ot ltro- Comoluasnovaseoutrasfestas
judaicas.Cadaff/?testejaplenatnenfepersuadido- Queacoisaem questào
sejacorreta,antesdepraticé-la.
6.Parat?Senlwrpdistinglle- A saber,deum princfpio de consciência para
Deus.Parapqenlloreleptflt?p(
listivgueso.Eletambém agecom um princfpio
deconsciência.QnclnHlpc()
?nccarne.D#graçasflDeuspeloslegumesque
Deusprovidenciou.

50 Esta parte do verbo nâo aparece em Alm eida,m as W esley,segundo


KJV,a m antém .

R OM AN OS 97
7.Porque nenhum de nös vive para simesm o,nem m orre
para si.
8.Porquezse vivem os,para o Senhorvivem os;sem orrem os,
paraoSenhormorrem os.Quer,pois,vivamosou m orram os,
som os do Senhor.
9. Foiprecisam ente para esse fim que Cristo m orreu e ressur-
giu;para serSenhor,tanto de m ortos com o de vivos.
10.Tu,porém,porquejulgasateuirmâo?E,tu,porquedespre-
zas o teu? Pois todos perm anecem os perante o tribunalde
D eus.
11.Como estâ escrito:(1s45.23)Porm inha vida,diz o Senhor,
diantedemim sedobrarétodojoelho,etodalfnguaconfes-
sarâ a D eus.
12. Assim ,pois,cadaum denösdarâcontasde sim esm oa Deus.
13.Nâonosjulguemosmaisunsaosoutros;petocontrârio,tomai
o propösito de nâo pordes tropeço ou escândalo ao vosso
irm âo.

7.Porquenenbutnden/s- Cristâos,nascoisasquefazemos. libcparasitnes-


mo- Estéaseu pröprio dispor;fazasuapröpriavontade.
1C).Ouporquedesprezarpteu Jïrmll7?Atéaqui,o aptstolo tem faladoparao
irmâofracognafél;agorae1efalaparaomaisforte.
11.(Juro),0rmfnhcthffk - Um juramentopr6prioaoSenhor,porques6ele
possuiavidainfinitaeindependente.AquiCristoLchamadotantoSenhor
eDeus,porqueéparaelequevivemosemormmos.TodaIl
hguaconjessart
ia
Deus51- Hâo dereconhecê-locomo seuverdadeiroSenhor;oquesöen-
tàoserérealizadoplenamente.O Senhorpermitaqueachemosmisericör-
dianaqueledia;equee1asejaconcedidaàquelesquetêm pensadodiferen-
tementedenös!Sim,mesmo osque noscensuraram e condenaram por
coisasquefizeram noafâdeagradl-lo,ou quenosrecusamosafazer,por
medodeofendê-lo.
13.Pek contrério,l()?kJlp
'opropôsito- Concernenteanösmesmos. DenJppordes
tropeço- Porincentivareso irmào a agircomo 0 ,contrariando acons-
ciênciadele,ouescéukclo,fazendo-oodiaroujulgarati.
51W esley segue a KJV na traduçâo do grego.

98 N OTAS Expt-lcA-
l-lvAs
14.Eu sei,e disso estou persuadidopeloSel
nhorJesus,quene-
nhum a coisa é de sim esm o im pura,salvo para aquele que
assim o considera;para esse éim pura.
15.Seporcausadet'uacomidaoteuirmâoseentristece,jânâo
andas segundo o am or fraternal.Por causa da tua com ida
nâo façaspereceraquele afavorde quem Cristo m orreu.
16.Nâoseja,pois,vituperadoovossobem.
17.PorqueoreinodeDeusnâoécomidanem bebida,masjusti-
ça,e paz,e alegria no Espfrito Santo.
18.A quele que deste m odo serve a Cristo,é agradâvela Deuse
aprovado peloshom ens.
19.Assim ,pois, seguim os as coisas da paz e tam bém as da
edificaçâo de unspara com osoutros.

14.Esto;fpersuadilk,:/0'enhory'
esyks- Talvezporumarevelaçâoparticular.
Quenenbumacoisa- Quercarne,querlegumes.Ldesimesmoimpura-
Proibidaaocristâosz.
15.Seo teu irmàoseentristece- Istoé,(se)éprejudicado,conduzidoao
pecado.Nà-
o#(JsïereceraqaeleafavordejucplC'rfsfpmorres- Portanto
aquivemosqueaqueleporquem Cristo morreu podeserdestnlfdo.Por
causadatuacomida- NâovalorizeismaisatuacomidadoqueCristovalo-
rizou aprépriavida.
16.Nöoseja,pois,vituperado,ovossobem- Asaber,vossaliberdadelfcita,por
darofensaaosoutros.
17.Porqueora'npdeDeus- A saber,averdadeira religiào,nâo consiste de
cerimôniainterna.Masjustka- A imagem deDeusestampadanocora-
çâo;oamorparacom Deus,paracom oserhumano,acompanhadodapaz
queexcedetodooentendimento(Fp4.7)ealegrianpEspkkito51 7:,)053.
18.Deste?'
rlpib- Pelajustiça,pazealegria.Honlens- lstoé,oshomenssébios
ebons.
19.hpazeaedjcaçâosâointimamenteligadas.Ateologiaprâticaconduzigual-
menteàpazeàedificaçâo.A teologiaapologéticatendemenosdiretamen-
teà.edificaçâo,embora,àsvezes,nös,comoaquelesda antiguidade,nâo
podemosedificarsem ela(Ne4,17).
52 No original,unlawtulunderthe gospel.
53 Este texto era um dos textos predi
letos de W esley para a pregaçâo.

l4(.
nM ANos 99
20.N âo destruas a obra de D eusporcausa da com ida.Todas as
coisas,na verdade,sâo lim pas,m as ém au para o hom em o
com ercom escândalo.
21 E'bom nâo com ercarne, nem bebervinho,nem fazer qual-
Quer outra coisa com que teu irm âo venha a se ofender.
22.Tensfé?Tem -na para tim esm o perante Deus.Feliz é aquele
que nâo se condena naquilo que aprova.
23.M asaquele que tem dtividas,écondenado,secom er,porque
o quefaznâo provém de% .etudo oquenàoprovém deféé
pecado.

20.z4obradeDeus- A qualDeusedificanaalmapelaféenaIgrejapelacon-
cördia.Mlsémauparaplmmem pcomercom esrlrlfk/o- Deacordoaofen-
derumaoutrapessoapelo seu comer.
21,Sejacausadefrppcft
?ateui'
rrrlâb- Porimitar-teati,contraaconsciência
deleecontrârioàjustiça.Ouenfraquecido- Assim hesitandoentreimita-
çâoerejeiçào,resultandonaperdadaquelaalegrianoSenhorquefora
suaforça.
22,Tensféquetodasascoisassâopuras?Tem-naparatimesmo?eranteDeus-
Em circunstânciascomoestas,fazesegredodissoparaquenâoofendasos
outrosporcausa datuaconvicçâo.FelizJaquelequenJosecondena- Por
um usoinconvenientedecoisasem siinocentesefelizaquelequeestélivre
deum aconsciênciavacilante!O quetem umaconsciênciavacilantepode
aprovaracoisaem questâoesecpnrknf?rporcausadela.
23.PorçtfcrlJoprozël'
ljajé- Elenàocrêquesejalïcito;e,em todososcasos
destanatureza,tudoquenlnprovém #c.#?pecado- Tudoquantoalguém
fazsem umaplenaconvicçâodequesejalfcitoé,paraele,ïecado.

100 N om s Expl-lcv lvAs


S 15

1. O ra,nösque som osfortes,devem ossuportarasdebilidades


dos fracos,e nào agradar-nos a nös m esm os.
2. Que cada um de nösagrade ao pröxim o para o bem dele,
visando a edificaçâo.
3. Porque Cristo nâo se agradou a sim esm o,antes,com o estâ
escrito:(Sl59.9)Asinjflriasdosqueteultrajavam,cafram
sobre m im .
4. Pois tudo quanto outrora foiescrito,para o nosso ensino foi
escrito,a fim de que,pela paciênda,e pelaconsolaçào dasEs-
crituras,tenham osesperalx a.
5. O ra,o Deusde paciênciae consolaçâo vosconceda o m esm o
sentirdeunsparacom osoutros,segundo Cristo Jesus,
6. para que vös,concordem ente e a um a voz,glorifiqueis ao
DeusePaidenossoSenhorJesusCristo.
7.Portanto acolhei-vosunsaosoutros,com o tam bém Cristo nos
acolheu para a glöria de D eus.

# Notas
1.Portantorldsquesomosfortes- Deraciocfniomaisesmeradoelivresdesses
escnipulos.Enlpagradar-nosan/stnesmos- Sem levarem contaossenti-
mentosdosoutros.
2. Parat?bem dele- Estaéumapalavrageral:edlicaçà'
oeumaespéciede
bem Igerall.
3. AnteseletomousobresinâosöasenfermidadesIcf.ls53. 41dosseusir-
mâos- mastambém asinjtiriasquelhespertenciam;eassim elecumpriu
aescrituracitada.
1. Outrora- NoAntigoTestamento,ahm deque,pelapaciênciaepelacpnspklflb
dasEscrituras,tenhamosesperança- QueatravésdaconsolaçâoqueDeus
nosdâpelasEscrituras,tenhamosmaispaciênciaeumaalegreespermxa.
5. SegundoopoderdeJesusCristo.
6. Paraqaerlds- Tantojudeusquantogentios,crendoconcordementeecon-
fessandoauma' ppc.
7.zlctpl/lcï-rosunbaosOutros- Fracosefortes,com amormlituo.

lk('M ANos 10 1
8. Digo,pois,queCristoJesusfoiservodacircuncisào,em prol
da verdade de D eus,para confirm arasprom essas feitasaos
nossos pais;
9. e para que os gendos glorifiquem a Deus por causa da sua
misericördia,comoestâescrito:(Sl18.49)Porissoeu tecon-
fessareientre os gentios;
10.E tam bém diz:(At32.43)Alegrai-vos,(5gentios,com o seu
povo.
11.E ainda:(Sl117.1)Louvaiao Senhor,vöstodososgentios,e
todos ospovos o louvem .
12.Também Isafasdiz:(1s11.10)HaveréaraizdeJessé,aque-
le que se levanta para governaros gentios;nele osgentios
esperarâo.
13.E o D eus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no
vosso crer,paraquesejaisricosdeesperançanopoderdo
Espfrito Santo.

8.Digo,pois- O apéstolomostraaquicomoCristonosrecebeu.Cristolesus
-
Jesuséonome,Cristoosobrenome.Estenomefoiconhecidoprimeiro
pelosjudeus;aquelepelosgentios.Assim eleéchamadolesusCristoquan-
doaspalavrasaparecem nasuanaturalecomum ordem.Quandosein-
verteaordem comoaqui,ooffcio deCristo émaissolenementeconside-
rado.h iservo- DoPai.Dacircffncïsflp- Visandoasalvaçâodoscircun-
cidados,osjudeus.E3vproldaverdaâedeDeus- Paramanifestaraverda-
deeafidelidadedeDeus.
9.Comoesllescrito- NoSalmo18,ondesefaladegentiosejudeusjuntos
adorando oDeusdelsrael.
12.Havertiaraizdelessé- ouereiseoMessiasviriam dasuacasaforaprome-
tidaaJesséantesdoqueofoiaDavi.Tkle( ?sgcrlàfa;cspcrcrlo.- Osquais
outroraestavam sem esperança(Ef2.12).
13.EoDeusdaesperança- Um gloriosotftulodeDeus,masantesdesconhe-
cidodospagâos,porquesuadeusaEsperançanâoeranada;seu préprio
temploem Romafoiqueimadoporum raio.Foi,naverdade,seconstruin-
donào muitodepois,masmaisumavezqueim ado aochho.

102 N oa-
A s Expt-lcA-
rlvAs
14.E certo estou,m eusirm âos,sim ,eu m esm o,avosso respeito,
de que estais plenos de bondade,cheios de todo o conheci-
m ento,aptospara vos adm oestardesunsaosOutros.
15.Entretanto vos escreviem parte m ais ousadam ente, com o
Para vostrazeristo de novo à m em öria,Por causa da graça
que m e foioutorgada porDeus,
16.para que eu sejaservo deJesusCristo aosgentios,minis-
trando-lheso evangelho de Deus,para quea oferta dosgen-
tiossejaaceitâvel,umavezsantificadapeloEspfritoSanto.
17.Tenho,pois,m otivo degloriar-meem CristoJesusnascoisas
concernentes aD eus.
18.Porque nào ousareifalarsobre coisa algum a que Cristo nâo
operoupormim,paratornarobedientesosgentios,por(mi-
lahalpalavraeobra,
19.porpoderosos sinais e prodfgios,pelo Espfrito de Deus;de
m odo que deJerusalém e circunvizinhanças,até ao llfrico,
tenho pregado em toda a parte o evangelho de Cristo,
20.esforçando-m e deste m odo porpregar o evangelho,nâo
onde Cristo jâ fora anunciado,para nâo edificarsobre
fundam ento alheio;

#
14.Hâdiversasconclusöesdestaepfstola;aprimeiracomeçacom o presente
versfculo.A segunda,Rm 16.1;aterceira,v.17;aquarta,v.21;eaquinta,v.
25.EstaisplenosIïcbondade- Porterdessido criadosdenovo.!;cbeiosde
todo o conhecimento - Porlonga experiência dascoisas de Deus.Para
aâmoestardes- Parainstnlirdeseconfirm ardes.
15.Porcausadagraça- lstoé,porquesou apöstoloaosgentios.
16.:4fertadosgentios- Comosacriffciosvivos.
17.Tenho,pois,?
'
/ltlll
'
:?pflegloriar-mepory'
csnsCristo- Todoomeugloriarestâ
em Jesuseporele.
18.Pprimlavra- PelopoderdoEspfrito.Por(
Trfl- A saber,''porpoderosos
sinaiseprodfgios''Iv.191.
20.NJpondeCristojdforaanunciado- Esteslugareselegeralmenteevitava
visitar,emboranàosempre,poispossufaumasantaa'nbiçt
io(assim ék'

I4(JS,
IAlxlos l()3
21.antes,com oestâescrito:(ls52.15)Aquelesquenâo tiveram
notfcia dele verâo,e os que nadaouviram com preenderâo.
22.Essa tam bém foia razâo que,portanto tem po,fuiim pedi-
do de ir terconvosco.
23.A gora,porém ,nào tendo m ais cam po para m eu trabalho
nestasregiöesedesejandohâmuitochegaratévös,
24.quando forpara a Espanha,espero ver-vos de passagem e
para 1é ser por vös encam inhado,depois de desfrutar um
pouco da vossa com panhia.
25.M as agora estou de partida para Jerusalém a serviço dos
santos.

sentidocorretodovocâbulogregolslparafazeraprimeiraproclamaçào
doevangelhoem lugarondeeleeratotalmentedesconhecido,adespeito
de todas as dificuldades eperigos que isto encerrava.Parar!J(?apenas
edl
jicarstll7rc/lf?klr/pncl7r(?albeio- A providênciadeDeuspareciadema-
neiraespecial(geralmasnàointeiramente),paraqueosinimigosdoapts-
tolo,osquaisbuscavam todaocasiâoparamenosprezâ-lo,nâopudessem
alegarqueeleestavaatrlsdosoutrosapöstolos nâo podendo,e1eprö-
prio,plantarigrejas,senâoapenascapazdepregarondeoutrosj#estiveratn
antes;ou quee1eesquivava-sedapartemaisdiffcildo ministério.
22.Estaàl/zlà?huj(?ïarfTzlpporqueyirl
tlrtantofph?/p(?imçedidodeirconvosco.Pois
entrenösCristojlsehaviadadoaconhecer.
23.Agora,p r/rn,nàbtendop/l;
7fscamïoparameutrabalborlcsàf?
.
sregiks- OndeCris-
tojâforapregadoem todasascidades.
24.Paraa fsprfn/lrf- Onde o evangelho nâo fora pregado ainda.Depoisde
deshutarrf?r/poucoda'
pnss;
pcompanbia- Quàodignodenotaéamodéstia
com quefala!Osromanospoderiam antesdesejardesfrutaracomparthia
de Paulo.U/17pouco- Sugerindo abrevidade desua estadia;ou,talvez,
quesöCristopodetotalmentesatisfazeraalma.

54 Com o vem os,W esley acompanha a KJV na sua versâo;m as aquiele


dé o senti
do li
teraldo grego,no que é seguido pormuitos tradutores
m odernos.

1.04 N o-
rAs Expl-lcA-rlvyks
26.Porque aprouve à M acedônia e à A caia levantarum a coleta
em beneffcio dospobresdentre ossantosquevivem em Je-
rusalém .
27.lsto lhespareceu bem ,e m esm o lhes sâo devedores;porque
se os gentiostêm sido participantes dos valoresespirituais
dosjudeus,devem também servi-loscom bensmateriais.
28.Tendo,pois,conclufdoisto,ehavendo-lhesconsignado este j
fruto,passando porvös,ireià Espanha.
29.E bem seique,ao visitar-vosireina plenitude da bênçâo do
evangelho de Cristo.
30.Rogo-vos,pois,irm âos,pornossoSenhorJesusCristoetam -
bém pelo am or do Espfrito,que luteisJ
'untam ente com igo
nasoraçöesa D eusa m eu favor,

26.Ospobresdentrepssantosque'
pip
lp/nem lcrnsl////;- Nâosepodeinferirdessa
expressloqueacomurthâodebensentreoscristàosjlnJoexistia.Tudo
quesepodeconcluirdestaspalavraséquenessetempodegrandeescassez
(Atos11.
28-29),algunsdentrodalgrejapassavam necessidade;orestopo-
dendoapenassubsistir,elespröprios,impossibilitadosdesuprirasneces-
sidadesdosseusirmâos.
27.Istolhespareceubem;emestnolhess& devedores.lstoé,elessâoconstrangidos
aassim agir,tantoporjustiçaquantopormisericördia.Wlprcsespirituais-
Pelapregaçâodoevangelho.Bens?nfftcricfs- Coisasnecessâriasaocorpo.
28.Havendo-lbesctl/:s7
gnfll()estejruto- Quandotiverseguramenteentreguea
'
eles,com osobselo,ofrutodoamordosseusirmàos.Passanâop rpls,irei)
Espanba- Assim foioseuproptsito,masnâoparecequeelerealmentefoi
àEspanha.Hâmuitasvezespropösitossantosnasmentesdehomensbons
que sâo anuladospelaprovidênciadeDeus,demodo anuncaserealiza-
rem.M esmoassim,sàopreciososaosolhosdeDeus.
30.lkogopeloamorrb Esplrito- A saber,peloamorqueé ogenufno fruto do
Espfrito.Queluteisy'
lznàflrrzcrfz cotzigonasprfklt
qcs- Quem desejaqueos
outroslutem juntamentecom e1eem oraçâodeveorar,elepröprio.Deto-
dososapöstolos,söseregistradePauloasolicitaçâodasoraçöesdosfiéis
em proldesi.E elegeralmentefazistonasconclusôesdassuasepfstolas:
Nào,porém,sempredamesmamaneira.Porqueelefaladeumamaneira
àquelesqueeletratacomoseusfilhos,com agravidadeou atécom aseve-
ridade deum pai,como Timöteo,Tito,osCorfntios,osGélatas;de outra

IQCIM ANOS 105


31.para que eu possa escapar das m âos dosincrédulos que vi-
vem naJudéia,equeestemeuserviçoem Jerusalém sejabem
aceito pelossantos;
32.A fim de que,ao visitar-vos,pela vontadedeD eus,chegue à
vossa presença com alegria,epossa recrear-m e convosco.
33.E oDeusdepazsejacom todosvös.

maneiraàquelesqueeletratamaiscomoiguais,taiscomoosRomanos,os
Efésios,osTessalonicenses,ColossenseseHebreus.
31.Paraqueeupossaescapardasmlps- Eleagecom ta1urgênciaporpercebera
importânciadasuavidaparaalgreja.Deoutw modo,e1eseregozijariade
''
partireestarcom Cristo''@Fp1.231.Equeestemeuscrpïw sejlkrnaceito-
A despeitodetodosospreconceitosdeles;paraqueoscrentesjudeuse
gentiossejam entrelaçadosnum ternoamor.
32.Afim dejffccicgltc)rcsscprescrllfl- Estaparteserefereaosincrédulos.
Com Jkgr/ '
f7- Refere-seaos''santos'',Iambosldoversoanterior.

106 N om s Exptalcv lvx s


S 16

1. Recom endo-vos a nossa irm â Febe,que é um a serva da


igrejadeCencréia,
2.para que a recebaisno Selahorcom o convém aossantos,e a
ajudeisem t'udoquedevösvieraprecisar;porquetem aju-
dado a m uitos,e a m im inclusive.
3.SaudaiaPriscilae aAquila,m euscooperadoresem Cris-
to Jesus,
4. osquaispela m inhavidaofereceram o seu pröprio pescoço;
e isto lhes agradeço,nâo som ente eu m as tam bém todas as
igrejasdosgentios;
5.saudaiigualmenteaigrejaqueserefmenacasadeles.Saudai
am eu querido Epêneto,prim fciasdaAsia,para Cristo.

# N otas
1.Recomendo-osFebe- A portadoradacarta.U/'
rlcserva- O vocébulogrego
significaumadiaconisa.DaIgrejarkCencréia- Naeraapostölica,algumas
prudentesepiedosasmulhereseram nomeadasdiaconisasem cadaigreja.
Seu offcionâoeraensinarpublicamente,masvisitarosenferm os,especial-
mente mulheres,e ministrar-lhesnassuasnecessidadestanto temporais
quantoespirituais.
2.NoSenhor- Istoé,peloamordoSenhoredemaneiracristâ.Pauloparece
gostarmuitodessaexpressâo. I'

jj

4.é
Osqaaispelaminhavida,porassimdizer,entregaramseuprjpnbpescoço- lsto j
,
expuseram-seaomâximoperigo.Masàflrrll?'?'
rltodasf?
.
sl
grejasdosgentios-
InclusivedeRoma,porIessecasal)terpreseNadoumavidatâopreciosa.
j
'
5.Saudaiaigrejaquesereûnenacasadeles- iquilaforaexpulsodeRoma,
duranteoreinadodeCléudio,masjâestavadevoltaedesempenhavao 1
mesmopapelqueGaiofaziaem Corinto(Rm 16.23).Ondequalquercris- 1
j
.

tâo possufsse uma casa grande,lâ todoselesse reuniam;aessa altura, '


porém,nâohaviaem Roma nem bisposenem diâconos,tàolongeesta-
vam dequalquersombra depoderpapal.Pelo contrârio,parecenâo ter
existidoem todaacidademaisdoqueumadestasigrejasdomésticasss.
ssAfirmaçàoduvidosa,à vistadosvv.14e 15.

IQC'M AN OS 107

1.
6.Saudaia M aria que m uito trabalhou pornös.
7.SaudaiaAndrôrticoeaJflniass6,meusparentesecom panhei-
rosdeprisâo,osquaissào notâveisentreosapöstolos,e esta-
vam em Cristo antesdem im .
8.SaudaiaA m plfato,m eu dileto am igo no Senlnor.
9.SaudaiaU rbano,queé nosso cooperadorem Cristo, e a m eu
am ado Estâquis.
10.Saudaia A peles,aprovado em Cristo.Saudaios da fam flia
de Aristöbulo.
11.Saudaiam eu parente H erodiâo.Saudaiosdafam flia de N ar-
ciso,que estâo no Serthor.
12.Saudaia Trifena e aTrifosa,as quais trabalham no Senhor.
Saudaia estim ada Pérside que tam bém m uito trabalhou no
Senhor.

Deoutraforma,nàopodehaverdlividadequePaulolhesteriasondado
também.Emboraoapöstolo nuncativesseestado em Roma, m esm o as-
sim eletinham uitosconhecidoslâ.M asnâo hâ mençâo a Lino ou Cle-
menter:O queprovaqueelesnàovieram aRomaatédepoisdisto. Prfn-
atksdaXsk- O primeiroconversodaisiaProconsular.
7.OsquaissJp nottiveisentrepsapôstolos- Parecem tersido entre osmais
antigosconversos.
9.Nossocolaborador- Demim mesmoedeTiméteo(v.21).
11.Osdafamt
liadeAristôbuloedeNarcisoqvecsll'
pno.
%rl/7p?'5'.Parecequeape-
naspartedasfamfliasdelesestavaconvertida.Provavelmentealpmsnâo
eram corthecidospessoalmenteporPaulo,senâo apenasporinformaçâo.
A fénàogeraarabujice,mascortesia,aqualnem acircunspecçâodeum
apôstoloimpedia.
12.baudaiaTrl
jenaeaFnj
'osa- Provavelmenteeram irmâs59,

56 M ui
tas versöes modernas,inclusive a Bi
blia deJerusalém ,traduzem Jljnias,
nome feminino,significando que na era apostölica existiam apöstolas.
57 Conforme Eusébio,Lino foio primeiro bispo de Roma, apés Pedro e Paulo.
Depois teriam vindo Anacleto e Cl
em ente. (HlYt6ria Eclesiâstica,Li
vro 111,
capi
tulos2,12,15).
58Wesleyjuntaosvv.10 e 11.
59 Possi
velmente até gêmeas.

108 N OTAS Exrat-lcA-


. rlvAs
13. Saudaia Rufo,eleito no Senhor,e igualm ente a sua m âe e a
m inha.
14. Saudai a A sfncrito,Flegonte,H erm es,Pâtrobas,H erm as e
aos irm âosque se refm em com eles.
15.SaudaiaFilölogoeaJtilia,aNereu esuairmâ,aOlimpasea
todos os santosque se reùnem com eles.
16. Saudai-vosunsaosoutroscom ösculo santo.Todasasigre-
'
Jas de Cristo vossatidam .
17. Rogo-vos, irm âos, que noteis bem aqueles que provo-
cam divisöese escândalos,em desacordo com a doutrina
Que aprendestes;afastai-vos deles,

13.Saudair
lRujo- Talvezomesmomencionadoem Mc15.21.EigualmetlteJ
suaCFIJCea??ll
'r!JlJ- Estaexpressàopodedenotarapenasocarinhosocuida-
doqueamàedeRufo1hehaviaproporcionado.
14.SaudaiaAsl kcrito,Flegonte,etc.- Parecequeeleagrupaaquelesrelacio-
nadosporparentesco,proximidade de habitaçso ou qualquercircuns-
tânciasemelhante.Sersaudadopelonomenâopoderiadeixardeanim ar
especialmenteospobres,poispossivelmenteelesnâo sabiam queoapös-
tolo sequerhavia ouvido falardeles.Pode-se observarque,embora o
apöstolonàoseesqueçadeninguém quemereçaserlembrado,eleajusta
a natureza dasaudaçào à proporçâo do merecimento daquelesa quem
ele salida.
15.Saudaia todost?ssantos- Se Pedro tivesse estado em Roma na época,
Paulo oteriaindubitavelmentesaudadopelonome,desdequeninguém
nestecatâlogonumerosoeratâoeminentecomo ele.M assee1enâoesta-
vaem Roma,todaatradiçâorcatölico-)romana,noquetangeàsucessâo
debispos,desmoronano seu artigomaisfundamental.
16.Saudai-vosunsaospiflrpscom Jsc7
klpsanto- ChamadoporPedrode'ösculo
deamor''(1Pe5.14).Assim terminavam todososseusoffcios,oshomens
saudandooshomens,easmulheresasmulheres,E parecequetalcostu-
meapostölicotenhacontinuadoporum bom tempoem todasaslgrejas
cristâs.
I7.Qlfcnoteisl?::naquelesçr
feprovocam J/
bist
ks- Portantohaviataistambém
em Roma.Ajastai-voscleles.
I4k)M ANos 109
18.porquetaispessoasnâoservem ao SenhorlesusCristoe,sim,
a seu pröprio ventre;e,porboaspalavras ebelosdiscursos,
elesenganam os coraçôes dosinofeasivos.
19.Pois a vossa obediência é conhecida poz todos;por isso m e
alegroavossorespeito;equeroquesejaissâbiosparaobem
e sfm plices para o m al.
20. E o D eusda paz em breveesm agaràdebaixo dosvossospés
aSatanés.A graçadenossoSenhorJesussejaconvosco.
21.Satida-vos Tim öteo,m eu cooperador,e Lflcio,Jasom e
Sosfpatro,m eus parentes.
22.Eu,Tércio,que escreviesta epfstola,vossatido no Senhor.
23.Saûda-vosGaio,meu hospedeiro edetodaaigreja.Saflda-
vosErasto,tesoureiro dacidade,eoirm io Quarto.

18.Porboaspalavras- Concernentesaelespröprios,prometendograndescoi-
sas.Ebelosdiscursos- Concernentesavös,louvoreselisonjas.DOsinojen-
sizm - Osquais,nâopraticandoohnf
llelespr6prios,NJI?seprcîakt
'?'
rfcontra
aquelesqueojazem.
19.Queroquesejais- Nâosöobedientescomotambém prudentes.ba-
biospara
pbem- O maisinstrufdopossfvel,nobem.12Sl-
mplicespara(?mal- Quanto
maisignorantedomal,melhor.
20.E(?Deusdapaz- 0 autoréamantedapaz,queabenw aanossaprudência.
EsmagartidebaixodosvossosrësaDrf/nl'
sIcf.Tm 3.151- Derrotarâtodosos
artïficesdaquelesemeadordejoioeunir-vos-sàcadavezmaisestreita-
m ente em am or.
21.Timôteo,meucooperador- AquiTimöteoémencionadopelonome, m esm o
antesdosparentesdePaulo.Mas,pornuncaterestadoantesem Rom a,e1e
nâoémencionadonocomeçodaepfstola.
22.Eu,T?rcb,qaeescreviestaep2?)&;1,slgrfp-rt?s- Tércio,oqualescreviaoque
o apöstolo ditava,inseriu essasaudaçâo,porordem ou pleno consenti-
mentodePaulo.Cak- O corfntio(1Co1.14),Meuhospeieiroe;1:todaigreja
-
Queprovavelmentesereuniu poralgum temponasuacasa6o.
23.O tesoureirodacidade- DeCorinto.

60A mençâoa Gaioesténov.23.

110 N o-
rAs Expt-lcA -lqvA s
24.A graça denosso SerthorJesusCristo sejacom todosvös.
A m ém .
25.O ra,àquele que é poderoso para vos confirm ar segundo o
m eu evangelho eapregaçâo deJesusCristo,(conform eare-
velaçâo do m istério,guardado em silêncio desde o com eço
do m undo,
26.e que agora se tornou m anifesto,e foidado a conhecerpor
m eio das Escrituras proféticas,segundo o m andam ento do
Deuseterno,paraaobediênciaporfé,entretodasasnaçöes.)
27.Ao tinicoDeussébio sejadadaaglöria,pormeio deJesus
Cristo,portodo o sem pre.Am ém .

25.OrJ,àquelequetjppikrpsa- Astiltimaspalavrasdaepfstolacorrespondem
exatamenteàprimeiraparte(1.1-5):em particular,concernenteaopoder
deDeus,oevangelho,JesusCristo,asEscrituras,aobediênciadafL,to-
dasasnaçôes.Para'
nosconhrmar- Ambos,judeusegentios.Segundo()
meuevangelbocaprcplf
ïcdeJcsusCristo- A saber,segundooteordo
evangelhodelesusCristoçueeuprego.ConjormearevelaçâoJomistério-
Ao chamado dosgentios,queporclaramente tivesse sido prenunciado
nosprofetas,aindaestavaescondidomesmodemuitosjudeuscrentes.
26.begundootnandamento- O fundamentodooffcioapostölico.DoDeuseter-
no- Nâo poderiahaverum (tftulolmais apropriado.Umanova
dispensaçâonâoimplicaqualquermudançaem Deus.Corthecidasdelesâo
todasassuasObrasfAt15,18,KJVJetodaarcrïf/ft
ipdelas,desdeaeternidade.
FoiIff
7fb aconbecerentreltdffsab?kf
?lt
k5- Nâomeramentequeelaspudes-
sem conhecer,mastambém desfrutl-la,porobedecerafé.
27.a
4t?I irlicoDeusslfàftl- Cujamultiformesabedoriaéconhecidanalgrejapor
meiodoevangelho(Ef3.10).''AquelequeLpoderoso'Iv.251e''aoDeus
sâbio''sejuntam (aqui)comoem 1Co1.24,ondeCristoécognominado''a
sabedoriadeDeus''e''opoderdeDeus''.,4elesejadadaglôriapor?rlcftlde
Jcs/fsCristogfkrf
ktoâopsempre- Equetodoocrentediga:Atném!

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