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Aula 01 - 21/06/2018

Comercial ≠ Empresarial.

Lucro ≠ Lucratividade, potencialidade, lucro em potencial.

Aula 02 - 28/06/2018

- Conceito e Evolução

1ª Fase - Subjetiva (Roma antiga) - Até 1808


2ª Fase - Objetiva - Código Comercial - 1850
3ª Fase - Subjetiva-moderna - Alemã
4ª Fase - Teoria da Empresa - Italiana

1ª Fase - Direito do comerciante

2ª Fase - Francesa. Código Civil e Comercial de Napoleão. Teoria dos atos de comércio.

JX Carvalho de Mendonça - Atos de comércio:


1. Por natureza - intermediação entre a produção e o consumo
2. Por similitude - uso de analogia. Deu sobrevida à teoria dos atos de comércio
3. Por força de lei

Atos Civis: 1. Prestação de Serviços. 2. Setor Imobiliários

Atos de comércio - 1. Intermediação entre produção e consumo. 2. Atividade bancária

Atividade preponderante - critério quando pessoa exerce os dois tipos de atos em uma mesma
atividade.

3ª Fase - Híbrida ou mista. Subjetiva/objetiva. Direito do comerciante no exercício dos atos de


comércio. A distinção entre atos civis e atos de empresa ainda causa problemas.

4ª Fase - Cesare Vivanti

Não há mais dicotomia entre atos civis e atos comerciais. Atos é civil.
Empresa é atividade. Complexo de atos. Seja civil, seja comercial.

Aula 03 - 05/07/2018

Direito Empresarial - direito do empresário no exercício da empresa

Características:
1. Cosmopolitismo - relações econômicas não têm fronteiras. Facilitação do fluxo de comércio.
Romper barreiras jurídicas. Globalização. LUG. Problema: não há quem force o cumprimento
dessas obrigações. OMS é direito público.

2. Fragmentarismo - tendência de todo direito privado. Ius Civili -> fragmenta -> Direito
Comercial -> fragmenta -> Direito Societário, Direito Falimentar.

3. Onerosidade - pode até ter prejuízo, mas a lucratividade sempre está presente.

4. Individualismo - O empresário visa a lucratividade para si mesmo. O risco é do empresário, o


lucro também. Atualmente o indivudalismo é confrontado com a Função Social e a Boa fé.

5. Informalismo - Há muito formalismo no Direito Público, mas também há formalismo no direito


privado, ex.: casamento. A forma no direito empresarial é somente a necessária para garantir o
mínimo de segurança, informalismo não é ausência de forma.

6. Não presunção de solidariedade - Requião fala que a solidariedade no Direito Empresarial


se presume. O autor erra na definição do que é presunção. No Direito Empresarial há inúmeras
leis que preveem a solidariedade (se repete muito), mas isso não significa presunção de
solidariedade.

Aula 4 - 12/07/2018

Princípios

Norma Jurídica: Regras e Princípio (fonte limitadora e conformadora do direito).

Fato (sociologia), valor (filosofia) e norma (dogmática jurídica). Tridimensional.

1. Função Social da Empresa - Da Estrutura à Função de Bobbio. A função social é atingida


quando há respeito ao trabalhador, consumidor e meio ambiente. Responsabilidade social é algo
a mais do que a Função Social da Empresa. A função social não nega o lucro.

A empresa é a principal atividade econômica, mas não é a única. Existem atividades


econômicas empresariais e atividades econômicas não empresariais.

2. Boa fé

3. Livre iniciativa

4. Liberdade de concorrência. Combate ao Cartel, Truste, Domping. CADE.

Aula 5 - 19/07

Fontes - constitucionalização do Direito Empresarial. Analogia e doutrina não são fontes.

Ordenamento - tudo, com lacunas, antinomia.


Sistema - sem lacunas, sem antinomia.
a. Norma Jurídica Empresarial: regras e princípios
b. Usos e costumes
c. Legislação Civil (supletiva)

Regra de Interpretação e Integração

Aula 6 -

Empresário

Definição

Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica


organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços.

Código Civil define a espécie, não o gênero. Já que empresário é diferente de sociedade
empresária.

Sujeito de Direito Empresarial

1. Personificado. Pessoa Natural: empresário individual. Pessoa Jurídica: Empresário Coletivo


Registrado.

2. Não personificado (sociedades que não tem registro): Sociedade em conta de participação,
sociedade em comum.

Definição: sujeito de direitos, personificado ou não, que assumindo os riscos da empresa,


exerce-a de forma habitual e profissional.

Teoria da empresa - fim da distinção entre empresa civil e empresa comercial.

Requisitos

1. De regularidade

a. Registro. Sem eles, é-se empresário, só que irregular.

Dever de todo empresário. Natureza declaratória.

Art. 1.150. O empresário e a sociedade empresária vinculam-se ao Registro Público de


Empresas Mercantis a cargo das Juntas Comerciais, e a sociedade simples ao Registro Civil das
Pessoas Jurídicas, o qual deverá obedecer às normas fixadas para aquele registro, se a
sociedade simples adotar um dos tipos de sociedade empresária.

b. Não impedimento.
dispostas em leis esparsas: Servidor público ativo. Lei 8112/90. Magistrados, MP, Presidente,
governador, prefeito, senador, deputado federal. Médico, falido.