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ESCOLA 2 BIBLICA, - DE OBREIROS Pr. J. P. Veiga vidos resplondacerao" O OBREIRO DEVE SER CONSIDERADO COMO UM MINISTRO DE CRISTO 1004.1 ARC: Que os homens nos considerem como ministros de Cristo NVI: Portanto, que todos nos considerem servos de Cristo BJ: Portanto, considerem-nos os homens servidores de Cristo NTIL: Assim, nos considere homem como remadores de baixo de Cristo Grego: Como Huperétas de Cristo Introdugdo: Neste texto Paulo deixa de usar os vocdbulos comumente usados em outras partes para exemplificar os ministros, como diékonos (servo), doulos (escravo), e usa o termo huperétas, (ministros), cujo singular & huperétes. Derivado de hupo (sob, debaixo de) e erétes (um remador), que era um remador das fileiras de baixo dos grandes navios da época, os chamados Trirremes. Navios com trés fileiras ou niveis de remadores. Termo que passou significar subordinado, servo, servidor, auxiliar, assistente, etc. Aqui, ele chama os obreiros de remadores, ndo simplesmente dos navios das frotas romanas, mas remadores de Cristo ou remadores submissos a Cristo. Esses grandes navios da antiguidade eram tocados a vela e também pela forca dos remadores. Era incrivel o numero de remadores que uma embarcacao dessas exigia! muitos deles chegava até duzentos tripulantes ou mais, e a maioria, era de remadores. Paulo conhecia bem isso por causa das muitas viagens nessas embarcagdes vendo os remadores em suas determinadas fileiras e posigées. Esses navios dispunham de um truculento capitaio, que ditava as regras, os ritmos e as jornadas junto aos remadores. Ele era conhecedor de estratégias de guerras e lutas, e era treinado para desempenhar esse servigo com os remadores que normalmente eram prisioneiros condenados & morte. E os mais fortes, eram escolhidos para essa finalidade para remar até & morte. Aquela era a sorte deles, remar até morrer. Quando se enfraqueciam ou adoeciam, eram descartados e atirados ao mar, e imediatamente substitu(dos por outros, pois o lugar no podia ficar vazio. Mas nds, néo estamos & mercé de um capitéo desses, mas sob 0 doce comando dO SENHOR JESUS QUE £ 0 NOSSO COMANDANTE! Paulo se inclui nesse trabalho ao dizer: "Que os homens nos considerem como remadores de baixo de Cristo". Ligbes extraidas dessa expressio: |- A UNIAO DOS OBREIROS DO SENHOR 1. A Unio faz a forca. Assim diz um ditado. O éxito do navio dependia de cada remador fazendo sua parte. Assim é a igreja Ef 4.15,16. Cada um deve fazer a sua tarefa. 2. O éxito ministerial depende da unio dos obreiros. Assim diz 0 Salmo 133: "6 qudio bom e qudo suave é que os irmaos vivam em unigo". 3. Uma andorinha sozinha nao faz vero. Assim como um tigéo separado, apaga. Porém todos juntos formam uma fogueira 4, Jesus nos ensinou sermos unidos Jo 17.21-23 Il - ASUBMISSAO DO OBREIRO DO SENHOR 1. Todos estavam no mesmo barco! 2. Todos dependiam um do outro! 3. Assim como a Arca dependia dos ombros dos sacerdotes. Um sacerdote sozinho nao podia leva-la Ex 37.1-5. Ill - A HUMILDADE DO MINSTRO DE CRISTO 1. Todos estavam nas fileiras de baixo, nao nas de cima. 2. Fp 2.3-5 3. O obreiro deve ter cuidado de nao ser: a) Orgulhoso b) Prepotente c) Soberbo d) Arrogante Mas humilde como foi O Senhor Jesus. IV - O COMPANHEIRISMO MINISTERIAL DO OBREIRO 1. Cada um estava na fileira um do lado do outro 2. Cada um remava, nao simplesmente para si, mas por todos V- 0 OBREIRO E O TRABALHO DE EQUIPE 1. Cada um dependia da forca do outro