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Dicas da terapia ortomolecular

1.1. DICAS DA TERAPIA ORTOMOLECULAR nutricionista Fernanda Serpa 1. DIFICULDADE DE


PERDER PESO. O QUE ESTÁ FALTANDO: ácidos graxos essenciais e vitamina A. ONDE
OBTER: semente de linhaça, cenoura e salmão - além de suplementos específicos 2.
RETENÇÃO DE LÍQUIDOS. O QUE ESTÁ FALTANDO: na verdade um desequilíbrio entre o
potássio, fósforo e sódio. ONDE OBTER: água de coco, azeitona, pêssego, ameixa, figo,
amêndoa, nozes, acelga, coentro e os suplementos 3. COMPULSÃO A DOCES. O QUE ESTÁ
FALTANDO: cromo ONDE OBTER : cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre,
cenoura + suplementos. 4. CÂIMBRA, DOR DE CABEÇA. O QUE ESTÁ FALTANDO: potássio e
magnésio. ONDE OBTER: banana, cevada, milho, manga, pêssego, acerola, laranja 5.
DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL

2.2. O QUE ESTÁ FALTANDO : lactobacilos vivos. ONDE OBTER : coalhada, iogurte, missô,
yakult e similares 6. MEMÓRIA RUIM. O QUE ESTÁ FALTANDO : acetil colina, inositol. ONDE
OBTER : lecitina de soja, gema de ovo + suplementos 7. HIPOTIREOIDISMO. (PROVOCA
GANHO DE PESO SEM CAUSA APARENTE) O QUE ESTÁ FALTANDO: iodo. ONDE OBTER :
algas marinhas, cenoura, óleo, pêra, abacaxi, peixes de água salgada e sal marinho. 8.
CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACAS. O QUE ESTÁ FALTANDO : colágeno. ONDE
OBTER : peixes, ovos, carnes magras, gelatina + suplementos 9. FRAQUEZA,
INDISPOSIÇÃO, MAL ESTAR. O QUE ESTÁ FALTANDO : vitaminas A, C, e E e ferro. ONDE
OBTER : verduras, frutas, carnes magras e suplementos 10. COLESTEROL E
TRIGLICERÍDEOS ALTOS. O QUE ESTÁ FALTANDO : Ômega 3 e 6 ONDE OBTER : sardinha,
salmão, abacate, azeite de oliva COZINHE A SEU FAVOR….

3.3. - Evite a ingestão de queijos e carnes gordas e frituras. A gordura acelera o processo
de oxidação dos alimentos. - Cozinhe os alimentos no vapor ou até 100ºC, pois muito calor
também oxida os alimentos. - Evite utensílios de alumínio; os resíduos desse metal são
tóxicos e podem ficar nos alimentos. - Preferir panelas de vidro ou antiaderentes. - Em
hipótese alguma, aqueça os seus alimentos em embalagens e recipientes de plástico no
microondas. GELATINA TEM AÇÃO EFICAZ NA PROMOÇÃO DA SAÚDE E BELEZA Com
poucas calorias e bastante versatilidade, a gelatina é uma aliada daqueles que procuram
manter uma alimentação saudável regularmente. Sem gordura, nem colesterol, e com
muita água ela é uma opção e tanto para quem procura se alimentar bem. Em função da
sua ação no nível gástrico e como se liga a uma grande quantidade de água, a gelatina
produz um ativo efeito de saciedade. Assim também é uma opção para quem está de dieta
ou procura alimentos com poucas calorias. Ela é composta por cerca de 84 a 90% de
proteína, 8 a 15% de água, 1 a 2% de sais minerais e tem em sua composição
subprodutos do colágeno, proteína predominante na pele, ossos, cartilagens, tendões e
tecido conjuntivo. O colágeno representa cerca de 25% de toda proteína do organismo
humano e tem uma função primordialmente estrutural, ou seja, dá sustentação às células,
mantendo-as unidas. De acordo com a nutróloga Tamara Mazaracki, ela é recomendável
porque além de ser pouco calórica, fornece nove dos dez aminoácidos essenciais ao corpo,
beneficiando a síntese do colágeno e auxiliando na nutrição dos tecidos. As propriedades
do colágeno fazem dele um ingrediente especial e importante. A gelatina oferece uma
combinação multifuncional única de propriedades tecnológicas e promotoras da saúde. O
uso da mesma tem dado resultados positivos principalmente no fortalecimento dos ossos,
na prevenção de doenças como osteoporose, na nutrição desportiva, promovendo maior
resistência e também na

4.4. manutenção da beleza, auxiliando o crescimento e brilho das unhas, dos cabelos e da
pele. "Para quem procura um efeito mais rápido e não quer ingeri-la somente como
sobremesa, é só procurar a gelatina hidrolisada (também chamada de colágeno
hidrolisado). Esta pode ser diluída em meio copo de água ou adicionada em sucos, leite,
sopas, chás, com dose diária de 10g (1 colher de sopa)", ensina a nutróloga. Mais
informações: Juliana Moraes -jmoraes@sprimbox.com.br e Juliana Bichara -
jbichara@sprimbox.com.br S.P.R.I.M Box Brasil - Tel: (21) 3139-9105 / 3139-9107 LEITE,
ESPINAFRE E SALMÃO COMBATEM A ARTROSE Por Sylvana Braga – médica ortomolecular,
nutrologista, reumatologista e fisiatra com Clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo
-www.sylvanabraga.com.br O pensamento de que a artrose não tem cura e o máximo que
se pode fazer é suportar as dores já caiu por terra. A medicina ortomolecular mostra que
por meio de leite, tomate, espinafre, kiwi, salmão, entre outras frutas, verduras, legumes,
o paciente pode adquirir uma melhor qualidade de vida. O tratamento à base da reposição
de zinco, magnésio, cálcio e vitaminas diminui a dor, a rigidez das articulações e aumenta
a capacidade geral do indivíduo. Ao longo dos tempos, o homem vem se saciando pela
quantidade e não pela qualidade, o que na prática leva ao desequilíbrio de nutrientes
vitais para o organismo. É com esse intuito que o tratamento fornece energia ao
organismo, mostrando a maneira correta de se alimentar. Legumes e verduras crus são
uma fonte de sais minerais, vitaminas e fibras. Já frutas são alimentos ricos em energia e
mantém a saúde através de suas vitaminas, sais minerais e enzimas, além de varrer os
radicais livres. A artrose surge a partir dos 30 a 40 anos, de forma silenciosa, podendo
causar desde desvios de direção nos joelhos até alterações do metabolismo. Caracterizada
pelo desgaste da cartilagem articular, associada às alterações perto da cartilagem como
os ossos, a membrana sinovial e o líquido sinovial, a doença se estabelece principalmente
na

5.5. coluna, nos ossos das mãos, nos pés e na bacia. No entanto, quanto mais cedo for
diagnosticada, melhores serão os resultados obtidos . Os principais aliados ao combate da
artrose são: Zinco - promove a liberação do hormônio do crescimento, participa da
estrutura dos ossos e dentes. Encontrado em ovos, cereais e carnes vermelhas. Cálcio -
componente estrutural dos ossos, sua deficiência pode levar a osteoporose, raquitismo.
Encontrado no leite e derivados, brócolis e abóbora. Selênio - melhora as condições da
cartilagem. Encontrado no alho, cebola cogumello (champions) e castanha-do-pará.
Magnésio - fixa o cálcio nos ossos e dentes. Sua falta pode dar ausência de crescimento
ósseo. Encontrado na soja, salmão, espinafre, caju e abacaxi. Boro - melhora o balanço de
cálcio negativo no sangue. Sua deficiência pode levar a osteoporose. Encontrado no figo,
pêssego, uva, pêra. A água também é uma fonte de boro, dependendo da sua origem.
Vitamina D - previne fraturas. Sua diminuição afeta o crescimento ósseo, podendo levar ao
raquitismo e osteoporose. Encontrada no fígado, ovo e banhos de sol. Vitamina K -
proteína responsável pela fixação do cálcio aos ossos e previne a osteoporose participando
ativamente da formação óssea. Encontrada no iogurte, alfafa, gema de ovo, óleo de
açafrão, óleo de soja, óleo de fígado de peixe, algas e verduras.

6.6. Vitamina C - tem influência decisiva no metabolismo do tecido ósseo e da cartilagem,


sua deficiência pode causar alterações de crescimento. Encontrada no tomate, couve-flor,
kiwi e laranja. MAMÃO: QUE REMÉDIO! O PODER DO MAMÃO Depoimento de um paciente:
"Como eu já tive 'gastrite aguda'(posso provar por imagem de endoscopia), (nem um copo
de água podia ingerir, que me dava azia), o próprio médico, há uns 20 anos, recomendou-
me, ao invés de tomar os remédios (que vinha me receitando por quase dois anos), que de
manhã, por 30 dias, me limitasse a comer um 'mamão papaya', de quem já ouvira
maravilhas para curar gastrites e afins. Nesse período, até as 10 horas, não deveria ser
tomado nenhum líquido. Café, chás ou outras bebidas que contivessem pó não poderiam
ser tomados em hipótese alguma durante um mês. Pois qual não foi nossa surpresa,
quando ao final dos 30 dias, em nova endoscopia, meu aparelho digestivo não
apresentava mais nenhum sinal de gastrite. Transmito isso, pois sei que muitas pessoas se
abstém de comer doces ou outras iguarias, porque logo vem a dolorosa azia. Desde que
comecei a comer, todo dia, um 'mamão papaya', de manhã, nunca mais tive qualquer
sintoma de azia ou mal estar. Posso comer doces, chocolates, etc.! Ah!... sem contar que
naquela ocasião também sofria de hérnia hiatal, a que provoca o refluxo ... O mamão
(Carica papaya), originário da América Tropical, é uma das melhores frutas do mundo,
tanto pelo seu valor nutritivo, como pelo poder medicinal. Cada parte desta planta é
preciosa, a começar pelo tronco! De sua parte interna, retira-se uma polpa que depois de
ralada e seca - assemelha-se ao coco ralado. É rica em propriedades nutritivas e
aproveitada em alguns lugares no preparo de deliciosas rapaduras.

7.7. O cozimento das raízes dá um tônico para os nervos, e é também remédio para as
hemorragias renais. As folhas do mamoeiro, após secas à sombra, têm aplicação no
preparo de agradável chá digestivo que pode ser dado livremente às crianças, pois não
contém cafeína. O suco leitoso extraído das folhas é o vermífugo mais enérgico que se
conhece. Usa-se diluído em água. Ainda é digestivo e cura feridas. Em diversos lugares, a
medicina popular o utiliza para tratar eczemas,verrugas e úlceras. Os índios preparam a
carne envolvendo-a com folhas de mamoeiro por algumas horas, antes de levá-la ao fogo.
Este processo amacia a carne. Com as flores do mamoeiro macho prepara-se um
maravilhoso xarope que combate a rouquidão, tosse, bronquite, gripe e indisposições
gástricas causadas por resfriados. Coloca-se um punhado de flores, com um pouco de mel
em vasilha resistente ao calor, mas que não seja de alumínio. Acrescenta-se um copo de
água fervendo, tapando-a bem. Depois de esfriar, tomar às colheradas, de hora em hora.
Com o fruto verde faz-se um doce maravilhoso. Pode-se também prepará-lo ensopado ou
ao molho branco. O mamão maduro é altamente digestivo (cada grama de papaína -
fermento solúvel contido no fruto - digere 200g de proteína); tem mais vitamina C que a
laranja e o limão; contribui para o equilíbrio ácido- alcalino do organismo; é diurético,
emoliente, laxante e refrescante; cura prisão de ventre crônica e, em jejum, pela manhã,
faz bem ao estômago; é eficaz contra a diabete, asma e icterícia; bom depurativo do
sangue; não pode faltar na alimentação da criança, pois favorece o seu crescimento.
Depois de comer-se o mamão, esfrega-se a parte interna da casca sobre a pele para tirar
manchas, suavizar a pele áspera e eliminar rugas. Mastigar de 10 a 15 sementes frescas
elimina vermes intestinais, regenera o fígado e limpa o estômago. Comidas em
quantidade, são eficazes contra câncer e tuberculose. Faltava dizer que qualquer uso que
se faça de qualquer parte desta planta traz consigo uma ação vermífuga poderosa, o que
bastaria para destacar sua importância. Melhor que consumir frutos do supermercado
(colhidos verdes e amadurecidos à força no carbureto), é colhê-los já maduros no pé, no
próprio quintal, pois serão livres de agrotóxicos. Num espaço bem apertado cabem vários
mamoeiros. Eles gostam de terra boa, bem adubada.

8.8. O consumo do mamão é recomendado pelos nutricionistas por se constituir em um


alimento rico em licopeno (média de 3,39 mg em 100 gr), vitamina C e minerais
importantes para o organismo. Quanto mais maduro, é maior a concentração desses
nutrientes.

Seminário Ortomolecular
1.1. Seminário de Fisiologia II Medicina Ortomolecular A palavra ortomolecular origina-se
do grego que significa “Certo” ou “Correto”, portanto, a terapia ortomolecular utiliza os
aminoácidos, vitaminas, proteínas e minerais para que a combinação deste, intensifique,
ou melhor, executem a sinergia dos ativos adormecidos ou em carência em nosso
organismo. 2013 João Pedro Rodrigues, Vanessa Borges, Vinicius Marques Faculdade de
Ciências da Saúde Archimedes Theodoro 09/11/2013

2.2. Conteúdo
INTRODUÇÃO .........................................................................................................................
.................3 BREVE
HISTÓRICO .............................................................................................................................
...4 BASES
TEORICAS ...............................................................................................................................
....4 A MEDICINA ORTOMOLECULAR BASEIA SE EM DOIS PRINCÍPIOS
FUNDAMENTAIS:.....................................4 O QUE SÃO RADICAIS
LIVRES?..........................................................................................................5
CLIENTELA ..............................................................................................................................
................5 O TRATAMENTO ORTOMOLECULAR ESTÁ INDICADO AS PESSOAS QUE SE
ENQUADRAM NAS SEGUINTES
CONDIÇÕES:............................................................................................................................
..................5
METODOLOGIA .......................................................................................................................
...............6 PRINCIPAIS TESTES
DIAGNÓSTICOS:..........................................................................................................6 Teste
HLB ........................................................................................................................................
...6
Quimioluminescência..............................................................................................................
............6 Teste do
Malonildialdeido ..................................................................................................................6
Ressonancia Magnética do Elétron e Spin
Trapping..........................................................................6 Mineralograma do
cabelo...................................................................................................................6 O
TRATAMENTO...........................................................................................................................
..........7 TRATAMENTO DAS DESORDENS
MINERAIS .................................................................................7
CONCLUSÃO ...........................................................................................................................
.................8 REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS......................................................................................................9

3.3. Introdução A Medicina Ortomolecular ou Nutrição Ortomolecular centra-se na


reabilitação celular, ou seja, no restabelecimento do equilíbrio químico do organismo,
através da reposição de nutrientes. Atua, quer como preventiva, quer como reposição do
equilíbrio. Afasta ameaças de doenças e promove o equilíbrio orgânico, através da
reabilitação celular com base no uso de substâncias, principalmente, nutricionais. Chama-
se Medicina Ortomolecular e pode melhorar o seu estado de saúde, actuando antes da
doença surgir, mas também quando ela já se encontra instalada.

4.4. Medicina Ortomolecular Breve histórico A denominação Medicina Ortomolecular foi


usada por linus Pauling no inicio da década de 60. Apesar de não ser medico e sim
químico, introduziu a mecânica quântica na química e estendeu a a química orgânica.
Estes conceitos o levaram a reconhecer o quando os Radicais livres poderiam interferir nas
reações orgânicas e contribuir na gênese de diversas patologias. O próprio linus Pauling
usava doses generosas de vitamina c para combater os radicais livres, por seu efeito
antioxidativo. Sobreviveu saudável ate os 92 anos, quando morreu de câncer. Antes, em
1900, Gomberg havia reconhecido a existência dos radicais livre orgânicos que levou
alguns cientistas, ao longo de boa parte do século passado, a estudarem sua importância
nos sistemas biológicos. Michaelis reconheceu a importância dos radicais livres nas
realçoes enzimáticas e Trevor Slater, em 1966, estabelecey que os radicais livres gerados
pelo metabolismo do tetracloreto de carbono eram capazes de iniciar uma realçao em
cadeia sob a forma de peroxidalçao lipídica. Esta reação é capaz de sestruir a membrana
celular. Bem, nos últimos anos a Medicina Ortomolecular vem sendo tema de discussão
dentre as tendências da pratica medica em diversos países. Como todo conceito inovador
sofre resistência à aceitação, principalmente nos centro que seguem a medicina alopata
tradicional. Mas a existência dos radicais livres orgânicos e a sua interferência na saúde é
incontestável. O ensino medico e congressos de especialidades importantes já vem
incluindo nos seus programas publicações e trabalhos de pesquisadores nesta área. Bases
Teoricas A medicina ortomolecular baseia se em dois princípios fundamentais: 1. Promover
uma adaptação entre o individuo e o suprimento alimentar. 2. Melhorar a saúde,
equilibranco quimicamente o organismo, através do uso de quantidades ideais de
nutrientes. Nossos órgãos e sistemas são alimentados por quantidades variáveis de
diversos nutrientes: carboidratos, lipídios e proteínas, os macronutrientes e vitaminas e
minerais, os micronutrientes. A deficiência de nutrientes ira obviamente, comprometer a
função e saúde dos órgãos e sistemas. A medicina ortomolecular, ao identificar a
importância deste equilíbrio passa a utilizar para tratamentos das diversas patologias as
vitaminas, minerais, aminoácidos e substancias naturais ricas em fatores antioxidantes.
Ate então, as doses de vitaminas utilizadas em composições farmacêuticas baseavam se
apenas nas doses fisiológicas estabelecidas pelo FDA(FoodDrugAdministration), órgão dos
EUA que, através de resultados de pesquisas, estabeleceu doses e libera o uso de
medicamentos utilizados e aceitos na maior parte dos países ocidentais.

5.5. A resistência a pratica ortomolecular se deve em parte ao fato de indicar doses muito
maiores de vitaminas que são necessárias para combater os radicais livres. Antes, as
doses de vitaminas foram estabelecidas pelo basal das necessidades nutricionais diárias
ou para o tratar doenças carenciais por deficiência de vitaminas e minerais na
alimentação. Também em patologias que cursam com o não aproveitamento ou má
absorção das vitaminas e minerais existentes nos alimentos. Não restam duvidas sobre a
necessidade de neutralizar os radicais livres com o uso de antioxidantes. Um exemplo
importante é a responsabilidade deles ( os RL) na formação das placas ateroscleroricas
( placas de gordura) que obstruem os vasos constituindo se na Doença Cardio Vascular
isquêmica e provocando infarto do miocárdio, diabetes e doenças inflamatórias crônicas
são outras situações complicadas pelos radicais livres. O que são radicais livres? São
espécies químicas que possuem um eletron não pareado na sua orbita externa. Este
eletron impar possui alta instabilidade e reatividade. Comporta se de acordo com a física
quântica, reagindo como matéria ou propagando se como onda. Os radicais livres são
formados a partir de reações celulares que utilizam o oxigênio. Dai a esteita relação entre
oxidologia e ortomolecular. A oxidologia estuda as reações das quais participam o oxigênio
e metais pesados. Nestas reações ocorre a formação de espécies reativas de oxigênio que
se constituem nos radicais livres mais prejudiciais ao organismo. Então, a presença de
metais tóxicos em excessos contribui para a formação de radicais livres, dai a importância
da identificação de existência do excesso destes. Este diagnostico é feito com mais
especificidade através do mineralograma do cabelo. Clientela Os princípios da medicina
ortomolecular podem ser aplicados em todas as áreas da medicina. Para tratar um
paciente o medico deve ter antes de tudo a visão do clinico geral. A avaliação do paciente
como um todo é condição indispensável nesta pratica. Os cursos de extensão e pos
graduação nesta área complementam o conhecimento medico para a aplicação da
terapêutica indicada a cada caso. O tratamento ortomolecular está indicado as pessoas
que se enquadramnas seguintes condições: exposição a radiações; Exposição a
substancias químicas; Praticantes de atividade física intensa; Doenças metabólicas como
diabetes, hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia e outras;

6.6. Doenças inflamatórias crônicas: artrites, artroses etc; Infecções recidivantes ou


crônicas; Prevenção de doenças do envelhecimento: doenças osseas, mal de Parkinson,
doença de Alzheimer, demência senil, envelhecimento precoce da pele e órgãos. As Bases
da conduta ortomolecular podem e devem ser seguidas por todas as pessoas
independente de idade ou sexo, já que baseiam se no obvio. Para ter saúde e qualidade de
vida faz-se necessário: Dieta adequada e rica em antioxidantes; Exercício físico moderado
ou tratica de atividade esportiva; Administrar os problemas do dia a dia; Evitar contato
com poluentes e metais pesados; Abandonar hábitos suicidas: fumo, alcoolismo, drogas
etc.; Metodologia Principais testes diagnósticos: Da mesma forma que a medicina clássica,
fazse necessário uma consulta clinica onde a historia e o exame físico do paciente darão
subsídios a solicitação dos exames laboratoriais relacionados a patologia ou suspeita
diagnostica. Então segue se a avaliação Ortomolecular propriamente dita que inclui um ou
mais dos seguintes exames: Teste HLB Método desenvolvido no Bradford ResearchInstitute
e já utilizado na Universidad George Bastyr, em Seatle, EUA. Avalia o grau do stress
oxidativo, ou seja, o teor de Radicais Livres não neutralizados pelo antioxidantes
circulantes no sangue. Através de uma gota de sangue fresco distribuídos numa lamina e
vista ao microscópio, segundo o método, pode se mensurar a quantidade de Radicais
Livres totais. Quimioluminescência É menos usado e mede apenas os Radicais Livres das
reações inflamatórias. Teste do Malonildialdeido Mede o grau de peroxidação lipídica. É um
teste simples que pode utilizar o sangue, a urina ou homogeinizados de tecido.
Ressonancia Magnética do Elétron e Spin Trapping Métodos mais sofisticados e menos
utilizados na prática. Mineralograma do cabelo O exame do fio do cabelo do couro cefálico
ou dos pelos pubianos mostra uma boa correlação entre quantidade dos metais perenes
no cabelo e nos outros tecidos pelos quais os minerais tem afinidade ou trofismo. O cabelo
é uma especia de estrutura de excreção dos metais que ai ficam retidos até que os fios
sejam cortados. A relação entre as quantidades dos elementos nos cabelos e os níveis
sanguíneos não coincidem em muitos casos e o estudo dos resultados deste exame é
complexo.

7.7. A retirada dos metais tóxicos por métodos que serão descritos adiante e a reposição
dos minerais que estão em falta irçao resultar numa melhora significativa do estado da
saúde. O tratamento A terapêutica será instituída a partir do diagnostico e deve ser
especifico para cada caso. Baseia se no uso de antioxidantes que irão neutralizar os
radicais livres. Os antioxidantes são substancias cuja estrutura permite uma reação
química fácil de se processar com a doação ou captura de elétrons livres nas moléculas
que possuem oxigênio. Antioxidantes de primeira linha atuam nas reações que se
processam no nível das menbvranas celulares: vitamina A(Beta Caroteno), vitamina E,
vitamina C, zinco e selênio. Ainda como participantes destas reações temosbioflavonoides,
cobre, manganês e algumas vitaminas do complexo B. Outros antioxidantes Todas as
vitaminas tem capacidade de antioxidantes. Bioflavonoides- o GingkoBiloba tem sido
largamente utilizado em patologias do sistema nervoso, doenças vasculares em geral e
para melhorar o estado de imunidade. Os retosideos, leucopeno e isoflavonas também
tem sido muito usados, sendo a isoflavona da soja considerada um fitohormonio. Alguns
medicamentos como o cácidometilsalicilico, o captopril e outros possuem ação
antioxidante, porem não se justifica o uso destes, apenas dirigidos a esta finalidade.
Tratamento das desordens minerais Baseado na sintomatologia, no quadro laboratorial e
nos exames complementares o médico, através dos dados do mincralograma, fará uma
reposição mineral com doses racionais. Os metais tóxicos em excesso deverão ser
retirados através de quelação, que é a captura dos átomos e moléculas por aminoácidos
ou substancias químicas especificas para cada metal. A gomeopatia também apresenta
bons resultados para tratamento de intoxicações metálicas. Elas afetam sistema nervoso,
fígado, rins, pulmões e outros órgãos. São provocadas pincipalmente por contaminação
ambiental e contado profissional. Os metais de maior potencial de toxicidade são:
alumínio, chumbo, mercúrio, cadmio, arsênio, cobre, flúor e ferro. A terapêutica
Ortomolecular, quando indicada e prescrita corretamente, irá ajudar na cura de muitas
doenças e melhorar a longevidade e qualidade de vida.

8.8. Conclusão Vale ressaltar que esse não é um tratamento milagroso, e, sim, baseado na
ciência visando conservar a saúde e tratar as enfermidades mediante a variação das
concentrações das substâncias que normalmente estão presentes no organismo e que são
necessárias para uma boa saúde. Além disso, não existe contra-indicação para esse
tratamento. Atualmente há inúmeras evidências de que a alimentação influência em mais
de 60% das doenças hoje existentes. Sendo assim, a Nutrição Ortomolecular, por meio do
uso correto de nutrientes como vitaminas, minerais e aminoácidos, objetiva, entre outros,
neutralizar os efeitos tóxicos de espécies reativas, proporcionando melhor qualidade de
vida.

9.9. Referências Bibliográficas BRONNER, F, etal. Disorders of Meneral Metabolism Trade


Minerals.New York: Academic Press, 1981. CAMPOS, Shirley de.Medicina Biomolecular e
Radicais Livres. São Paulo: Francolor Artes Graficas e Editora Ltda, 1996. CHEESMAN K. H.
Slater T. F. Radicais Livres em Medicina; Tradução Sergio Vaisman, Rio de Janeiro:
Interlivros, 1996. HENDLER, SS. A Enciclopedia de Vitaminas e Minerais. (Ed. Brasileira),
Rio de Janeiro: Ed. Campos, 1994. MARTINS DE OLIVEIRA, J. A Teoria Ortomolecular em
Medicina Clinica. Artezen 2000. OLSZEWER, Efrain.,Tratado de Medicina Ortomolecular.
São Paulo: Nova Linha Editorial Ltda, 2ª Ed, 1997. PAULING, L.Como viver mais e melhor.
(Ed. Brasileira), São Paulo: Ed Best Seller, 1988. Produções Gráficas e Visuais Ltda, Rio de
Janeiro, 1995. PÓVOA FILHO, Hélion. Radicais Livres em Patologia Humana, Rio de Janeiro:
Imago Ed.,1995.

MEDICINA ORTOMOLECULAR: O USO DE VITAMINAS, MINERAIS E


DESINTOXICANTES PARA OTIMIZAR A SAÚDE COMO UM TODO
1.1. MEDICINA ORTOMOLECULAR: O USO DEVITAMINAS, MINERAIS E
DESINTOXICANTESPARA OTIMIZAR A SAÚDE COMO UM TODODr. Tsutomu Higashi – médico
patologista, nutrólogo epesquisador da medicina
ortomolecularwww.ortomoleculardrhigashi.med.br

2.2. Demonstração Esquemática dos Benefícios da Vitamina E (Tocofecol) Publicado no


Fórum IFM – 2002 Aumenta mediador da imunidade celular Aumenta oxido nítrico
endotelial Diminuição de agregação plaquetáriaDiminui alta sensibilidade de PCR Aumenta
atividade fibrinolítica Diminui PAI 1 e P selectina)Diminui NF Kappa Beta Diminuição de
citocinas proinflamatórioDiminui oxidação in vivo Coe Q10 VITAMINA E e Proaterogenico (IL
1B, TN Alfa e IL 6) 100 ui – 400 ui – 600 ui-Diminui F2 isoprostanos 800 ui – 1200 ui
Diminui proliferação celular da(marcadores de peroxidação lipídica) musculatura lisa
Diminui LDL oxidada em “vitro”Melhora disfunção Endotelial Diminui produção de
tromboxane Diminui hemoglobina A1C Em diabete tipo I Diminui adesão monocitaria em
endotélio vascular (ICMA – Intra Celular Molecular Adesão VCMA – Vascular Celular
Molecular Adesão

3.3. ToxidadeErro alimentarInflamaçãoStressSedentarismo Dr. Tsutomu Higashi


4.4. AM.J. OF CARDIOLOGY 1992 Increase of cardiovascular diseases incidence in patients
with slight high leves of free plasmatic iron.

5.5. J. OF GERONT. 1970decrease incidence of cardiovascular diseases in blood


donors.Iron??

6.6. Iron chelation improves endothelial function in patients with coronary diseases. Iron
chelators improved nitric-oxide mediated endothelium dependent vasodilatation in
patients with coronary artery diseases, these results suggest that iron availability
contributes to impared nitric oxide action in atherosclerosis. Circulation. 2001, 103;2788-
2804 Duffy and col. Evans dpt of med. And whitaker card. Inst.Boston univ. Scholl of med.

7.7. NEUROLOGY 2000-MASAKIET AL Estudo Haas Demonstro que a combinacao de


vitaminas C, e da vitamina E, se associa a uma reducao de 88% na frequencia de
demencia de origem vascular

8.8. LANCET 1996-ESTUDO CAOS Vitamina E-1.5 anos de follow up-400- 800UI 77% de
reducao do infarto de miocardio nao fatal, e de 47% dos eventos cardiovasculares
combinados Efeito obtido apos 200 dias de tratamento

9.9. VITAMIN E HUMAN STUDIES Health Professional’s Follow-up to the Physician’s Health
Study  39,910 men, ages 40-70  subjects with the highest vitamin E intake (> 60 IU /
day) had a 36% lower risk of coronary disease after 4 years NEJM 1993;328(20):1450-1466

10.10. CIRCULATION 1999 VITAMIN E and VITAMIN C reduce endotelial injury nitric
oxide protection

11.11. VITAMIN E HUMAN STUDIES Nurse’s Health Study 87,245 women, ages 34-59,
with no prior heart disease those taking  100 IU/d of vitamin E for  2 years, had 40%
lower risk of developing CAD after 8 years NEJM 1993;328(20):1444-1449

12.12. Arginina No Sintetasa +O NO- 2 Peroxido Nitroso Fator de Fator de relajamento


constricción endoterial. Vascular

13.13. ATEROSCLEROSIS
14.14. APO.A APO.BColesterol LpAHDL HomocisteinaLDL FibrinogenioVLDL PCR
15.15. APO-B LDL Ox L Fator Herdado p IAM paciente jovem A Atividade Plasminogeno LDL
sh DLDL Ox ~

16.16. Endotelio CérebroHomocisteina Teratogenesis CâncerMetionina


17.17. RL MonomerosFibrinogenios Fibrina Soluble Insoluble Coagulación
18.18. H. Pilory PRC Clamidia Herpes MacrofagosInflamación (leucotrienos)
19.19. ENSTROM. UNIV. CALIF. LOS ANGELES 11 pacientes americanos Utilizando um
grupo com 300 mgs de suplementção de vitamina C, contra grupo placebo usando 50 mg
de vitamina C. Os autores concluem que a vitamina C reduz em 50 % a incidencia de
infarto de miocardio em homens e 40% em mulheres. Segundo os autores o consumo de
vitamina C associa-se a um aumento de sobrevida de 6 anos. Epidemiology 1992

20.20. WILLIS. CANAD. J. MED. ASSOC. 1954 Identificou o deposito de placas


ateroscleroticas com contraste e RX, metade dos pacientes receberom 1.5 gr de vitamina
C por dia, a outra metade não recebeu a suplementação. Os pacientes com Vitamina C,
reduziram em 30% o tamanho das placas após 10-12 meses de estudo, o grupo controle
não moficou, pelo contrario em alguns casos ate aumento. Estudo feito há 40 anos, e
nunca repetido

21.21. NEWMNA AND HULLEY. JAMA 1996 Carcinogenecity of lowering drug cholesterol:
incluindo vastatinas e fibratos. Provocando cancer em animais de laboratorio. A pergunta
dos autores: Como a FDA liberou estas drogas para venda para milhões de pacientes com
aterosclerose. A resposta: as companias farmaceuticas produtoras destos produtos,
menosprezam a importancia destos efeitos colaterais removendo assim os obstaculos para
sua aprovação

22.22. FOLKERS K. UNIV. DE TEXAS. O uso de vastatinas associa-se a uma diminuição de


ubiquinona, podendo ser a causa de lesão muscular. Proc. Of de Nat. Acad. Of Scienc.
1990

23.23. NEWMAN. NEJM.20001 Os resultado confirmam a alta prevalencia e persistencia do


declinio cognitivo apos cirurugia de revascularizacao miocardica, sugirindo um padrao de
rapida recuperacao seguida por um declinio posterior que pode ser anticipado por um
declinio cognitiva na fase temprana pos-operatoria

24.24. FREE RADICALTHEORY OF AGINGDENHAM HARMAN,M.D. ,PH.D. (1954) Aging occurs


as cells are permanently damaged by continual attacks from chemical particles known as
free radicals.

25.25. “75 percent of an individual’s health after age 40 is dependent upon what the
person has done to his or her genes, not to the genes themselves.” Jeffrey S. Bland, Ph.D.
Genetic Nutritioneering, 1999 p. 65 75%25%Murray, CJL, Lopez AD. Alternative projections
of mortality by cause1990-2020: global burden of disease. Lancet. 1997; 349:1498-1504.

26.26. ATP 95-98% O 2 Citrocomo RL (3-5%) Oxidasa (Zn-Mg)R: Molécula com electron no
pareadoen la orbita externa.

27.27. ATOMO NORMAL


28.28. RADICAL LIVRE
29.29. Enzima Moléculas Química Antioxid O- Superoxido 2 SOD-MN O- SOD COSuperoxido
2 ZNPeroxido de Catalasa H Ohidrogênio GL PX 2 2 Peroxido - Lipidico COOH GL PX -
Radical OH Hidroxilo

30.30. Enzima Química Antioxid Molécula Oxigênio O 1 Singlet 2 Oxido - Nítrico NO Burst
Inflamación RespiratórioIsquemia ereperfusion

31.31. COMO USAR 5 HIDROXITRIPTOFANO PARA DEPRESSIVOS?1.º Soro EDTA DE CÁLCIO


15% 10 ML- 1,5g SULFATO DE MAGNÉSIO 10% 5 ML- 0,5g VITAMINA C 5ML – 1g COMPLEXO
B 1 A - 2 ML SORO FISIOLÓGICO -100 MLEndovenoso administrado de 15 A 20 minutos 1 À
2 vezes por Semana.2.º Soro SORO FISIOLÓFICO - 100 ML(P1= 0,5ml / P2= 0,75ml / P3=
1ml / P4= 1,25 ml )** 5 Hidroxtriptofano tem 2 apresentações de 1 A = 5ml/ 20mg ou 1 A
= 2ml /4mgOBS: 5 Hidroxtriptofano pode ter efeito gástrico quando aplicado em
excesso.Endovenoso administrado em 30 minutos (quando depressão é grave pode
fazerdiariamente até melhorar).ÚNICA PRECAUÇÃO QUALIDADE SORO FISIOLÓGICO, ISTO
É, CHOQUE PIROGÉNICO 33BDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi

32.32. COMO ACRESCENTAR RIBOFLAVINA EM DOENÇAS NEURODEGENERATIVA QUE


REQUER GLUTATION REDUTASE EX: PARKINSOM, AVCI.1.º Soro EDTA DE CÁLCIO 15% 10
ML- 1,5g SULFATO DE MAGNÉSIO 10% 5 ML- 0,5g VITAMINA C 5ML – 1g COMPLEXO B 1 A -
2 ML SORO FISIOLÓGICO -100 MLEndovenoso administrado de 15 a 20 minutos 1 à 2 vezes
por semana.Não é necessário acrescentar 2.º Soro, podendo ser utilizando
comquelante.RIBOFLAVINA 1 A = 50MG/5 ML(Pode acrescentar um ampola ou até 2
ampola).ÚNICA PRECAUÇÃO QUALIDADE SORO FISIOLÓGICO, ISTO É, CHOQUE PIROGÉNICO
34

33.33. COMO ACRESCENTAR ACIDO LIPÓICO INDICAÇÃO QUANDO TEM OXIDAÇÃO


VASCULAR E SISTEMA NERVOSO INTENSO EX: NEUROPATIA DIABÉTICA, STRESS OXIDATIVO
HEPÁTICA (GAMA GT ELEVADO)1.º Soro EDTA DE CÁLCIO 15% 10 ML- 1,5g SULFATO DE
MAGNÉSIO 10% 5 ML- 0,5g VITAMINA C 5ML – 1g COMPLEXO B 1 A - 2 ML SORO
FISIOLÓGICO -100 MLEndovenoso administrado de 15 a 20 minutos 1 à 2 vezes por
semana.2.º SoroSORO SOROLÓGICO – 100 MLACIDO LIPÓICO - 600 mg/24 ML(P1= 12 ml/
P2 = 24ml ) 11ÚNICA PRECAUÇÃO QUALIDADE SORO FISIOLÓGICO, ISTO É, CHOQUE
PIROGÉNICO 35
34.34. COMO ACRESCENTAR MSM (METILSULFONILMETANO) PODE SUBISTITUIR DMSO
QUANDO O PACIENTE NÃO SUPORTA O ODOR. EX: ARTRITE, ARTROSE, FIBROMIALGIA E
DORES MIOFASCIAIS. 1.º Soro EDTA DE CÁLCIO 15% 10 ML- 1,5g SULFATO DE MAGNÉSIO
10% 5 ML- 0,5g VITAMINA C 5ML – 1g COMPLEXO B 1 A - 2 ML SORO FISIOLÓGICO -100 ML
Endovenoso administrado de 15 a 20 minutos 1 à 2 vezes por semana. Não é necessário
acrescentar 2.º Soro, podendo ser utilizando com quelante. MSM 15% 1 A = 10 ml (P1= 12
ml/ P2 = 24ml ) 36ÚNICA PRECAUÇÃO QUALIDADE SORO FISIOLÓGICO, ISTO É, CHOQUE
PIROGÉNICO

35.35. COMO USAR 5 HIDROXITRIPTOFANO PARA DEPRESSIVOS?1.º Soro EDTA DE CÁLCIO


15% 10 ML- 1,5g SULFATO DE MAGNÉSIO 10% 5 ML- 0,5g VITAMINA C 5ML – 1g COMPLEXO
B 1 A - 2 ML SORO FISIOLÓGICO -100 MLEndovenoso administrado de 15 A 20 minutos 1 À
2 vezes por Semana.2.º Soro SORO FISIOLÓFICO - 100 ML(P1= 0,5ml / P2= 0,75ml / P3=
1ml / P4= 1,25 ml )** 5 Hidroxtriptofano tem 2 apresentações de 1 A = 5ml/ 20mg ou 1 A
= 2ml /4mgOBS: 5 Hidroxtriptofano pode ter efeito gástrico quando aplicado em
excesso.Endovenoso administrado em 30 minutos (quando depressão é grave pode
fazerdiariamente até melhorar).ÚNICA PRECAUÇÃO QUALIDADE SORO FISIOLÓGICO, ISTO
É, CHOQUE PIROGÉNICO 37BDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi

36.36. DMSO TRANSDÉRMICA (DORES E INFLAMAÇÃO) DMSO - 60 % Diclofenac de K -2%


Arnica TM – 20 % Carbopol q.s.p. – 100 g Manipulado em farmácia de manipulação que
atende Ortomolecular. Aplicar 3 x ao dia no local lesado ou doresDMSO TRANSDÉRMICA
(HEMATOMA E TRAUMÁTICA) DMSO - 30 % JAN GU TZ JIN TANG ALCOOLICA 10% - 20%
Carbopol q.s.p. – 50 g INDICAÇÃO: HEMATOMAS ISQUEMIA TRAUMA POS CIRURGIA (ONDE
TEM SANGUE COAGULADO)JAN GU TZ JIN TANG é a fórmula da fitoterapia de Medicina
Tradicional Chinesaque tem propriedade de promover neovascularização, ativa circulação,
eliminaestase, dor acelera processo de cicatrização e calcificação óssea. Retira
estagnaçãode sangue causada por trauma no sistema dermato ósteo muscular 38

37.37. D) Terapias Endovenosa •DMSO: ANTIOXIDANTE •H2O2: OXIDANTE •EDTA DE


CÁLCIO •5 HIDROXI TRIPTOFANO •TAURINA •ÁCIDO LIPÓICO •MSM –
METILSULFONILMETANO •RIBOFLAVINA •DOLAMIM = NOME COMERCIALBDORT E
ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 39

38.38. GABA PREDOMINA LÓBULO TEMPORALPERSONALIDADE – TRADICIONAL – MÍSTICA-


ESOTÉRICA Substância negra Giro cingulado Córtex frontal Estriado Área tegmental ventral
Núcleo accumbens Hipófise Hipotálamo Hipocampo BDORT E ORTOMOLECULAR Dr.
Tsutomu Higashi 40

39.39. PREDOMINÂNCIA DA SEROTONINA NO CÉREBRO LÓBULO OCCIPITAL) - VOCAÇÃO DE


ARTESÃO – HABILIDADE GERAL - Tálamo Neo-Córtex Núcleo dorsal da rafe Hipocampo
Cerebelo Protuberância Núcleo magno da rafe Medula Espinhal BDORT E ORTOMOLECULAR
Dr. Tsutomu Higashi 41

40.40. DOPAMINA PREDOMINA NA REGIÃO FRONTAL DO CÉREBRO- PERSONALIDADE


ESTRATEGISTA Substância negra Giro cinguladoCórtex frontal Estriado Área tegmental
ventralNúcleo accumbens Hipófise Hipotálamo Hipocampo BDORT E ORTOMOLECULAR Dr.
Tsutomu Higashi 42

41.41. NOÁCIDOS PRECURSORES DEROTRANSMISSORES E NEUROMODULADORES Acetil


Colina Ácido Oxido Nítrico Aspartico Colina Gaba Ac. Glutâmico Histidina * Histamina
Glutamina Aminoácidos Metionina * Taurina Ac.Glutâmico Cisteína Tirosina Serotonina
Tirosina Melatonina Dopamina Dopamina Nor Epinefrina Nor Epinefrina *AA- ESSÊNCIAS
(ORGANISMO NÃO SINTETIZA) BDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 43

42.42. PRECURSORES DE NEUROTRANSMISSORES H O1) AMINOÁCIDOS SIMPLES: NH2 C C


R=H OH2) NEUROPEPTÍDEOS : 2 OU MAIS AMINOÁCIDOS CATECOLAMINAS: DOPAMINAS
E3) MONO AMINAS NOR EPINEFRINAS INDOLAMINA: SEROTONINA E MELATONINABDORT E
ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 44

43.43. CONEXÃO STRESS E IMUNIDADE: DISFUNÇÃO DO EIXO HIPOTALAMO – HIPOFISE


-ADRENAL 34 Dr. Tsutomu Higashi 45BDORT E ORTOMOLECULAR

44.44. Fator reumatóide e Th2 outros anticorpos Interleucina – 4 Interleucina- 6 Macrófago-


TH1 Interleucina -10 Células Th0plasmáticas Interferon -γ Interferon – γ Interleucina -12
CD4+ T TNF-α B Célula CD 11 Interleucina -1 CD 69 e interleucina -6 OPGL CD 11 Sinovia
CD 69 Condrocitos Osteoclasto Fibroblasto Produção de metaloproteínases Pituitário Outros
efeitos moleculares (ICAM-1) Corticotropin Migração de células polimorfonucleares Adrenal
córtex Erosão de osso e cartilagem 36 46 Inibe inflamação

45.45. LINFÓCITOS MACRÓFAGOS (THO) TH1 PROINFLAMATÓRIA TH2 ANTIINFLAMATÓRIA


TNF ADESÃO DAS MOLÉCULAS IL4 IL1 PG2 – ARTICULAÇÃO – ENDOTÉLIO IL6 IL2 IL10 IL3
IL5 IL6 INTERFERON AUTOIMUNE SISTÉMICO: PGF2 LUPUS SISTÉMICO ÓRGÃO ESPECÍFICO:
S.S JOGREN E ETC. ESCLEROSE MÚLTIPLA FADIGA CRÔNICA DOENÇA INFLAMATÓRIA HIV
INTESTINAL E ETC. LEPRA LESHIMANIA ESQUISTOSSOMOSE MAIOR COMPLEXO
HISTOCOMPATIBILIDADE (GENE) TH1 TH2 35Dependem de nutrientes, vitaminas, sais
minerais e meio ambiente. Dr. Tsutomu Higashi 47BDORT E ORTOMOLECULAR

46.46. Inibidores de Cascata de Ácido Araquidônico (Moduladores de Inflamação) Vit E *


Membrana celular-fosfolipideos Quercetina * Fosfolipase A2 Fitoterapia Glicyrrhiza *
(Licoricorce) Acido Araquidônico Curcumina * 5- Lipoxigenase Corticóide Ciclooxigenase-1
E.P.A.Quercetina * EPA/DNA * Vit E * Fitoterapia Zingiber Off EPACurcumina * Curcumina *
Salix NigraAllium cepaAllium Sativa IndometacinaBoswellia 12- Lipoxigenase
AspirinaSerrata * Ciclooxigenase-2 IbuprofenoSulfasalazine Sulfasalazine Série 4
Acetoaminofen (fraca) Leucotrienos Protaglandina Serie 2 Tromboxane A2 B2 Dr. Tsutomu
Higashi 48 * Utilizado na clínica

47.47. Câncer de Próstata 5  Reductase 5 Hidroxi testosterona Testosterona (cancerígeno)


Aromatase Moduladores VIT E Estrógenos Bioflavonóide (Quercetina e etc.) Estradiol
Isoflavona de Soja Pesticidas Inibem Eqüina Catecol Metil Transfererase 4 Hidroxiestrona
(Cancerígena) (COMT) 4 metoxiestrona Oxidação Inibi Vit E, VIT C, Beta Caroteno, Selênio,
Curcumina, Cisteína e Chá Verde. 3-4- Quinonas Potencial Cancerígeno Curcumina +
Selênio + Cisteína Excretado Dr. Tsutomu Higashi 49BDORT E ORTOMOLECULAR

48.48. Suscetibilidade Polimorfismos Genéticos 34 Dr. Tsutomu Higashi50


49.49. RISCO DE CÂNCER: TOXIDADE E STRESSOXIDATIVO •Defeito de detoxificação •
Regulação de Citocromo P 450 • 2 fase de detox hepática: conjugação de glutation e
acetilação • Alteração de metilação catecolamina, stress oxidativo, defeito de
detoxificação tem relação com câncer, fadiga crônica, sensibilidade química múltipla e
alcoolismoBDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 51

50.50. DOENÇASCARDIOVASCULARES • Aterosclerose • Hipertensão • Doenças


coronarianas defeito de metilação • Síndrome de hipercoagulaçào • Efeito do metabolismo
de colesterol • Distúrbios inflamatórios •Marcador geral dos riscos • Marcador de cardio
protetorsBDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 52

51.51. RECUPERAÇÃO DO APARELHO DIGESTIVO E O CAMINHO PARA A CURA DAS


ENFERMIDADES Programa de “4R”: Fase de tratamento clínico para recuperação intestinal
1-Remover resíduos tóxicos e 2- Recolocar Enzimas bactérias Digestivas e HCL 3-
Reinocular Bífidobactérias, Lactobacilus e Fos 4- Reparar com dieta hipoalérgica e
nutrientes adequados Dr. Tsutomu Higashi 53BDORT E ORTOMOLECULAR

52.52. Comportamento Diminuição Desordens Muitos projetos Comportamento Auto


destrutivo de auto-estima psicológicas Não definidos anti-social Problema de Contraventor
Automedicação Procrastinação Esquecimentos personalidade Relacionamento Lentidão
perfeccionismo Ansiedade Comportamento Problemático Impulsividade crônica Carregado
de risco Agressão Vícios Inatenção Dificuldade de Hiperatividade Extremo Problema
começar projetos SINAIS mal humor Estrutural E SINTOMAS do cérebro Disfunção do
Problema MODELO DA MEDICINA Neurotransmissor Estrutural FUNCIONAL cerebral, do
cérebro Imuno modulatório; (ORTOMOLECULAR) neuropeptideos e Insuficiência
neurotoxinas de nutrientesEM DE ATENÇÃO MEDIADORES (Efeito Bioquímico)
Disfunção:Intestino vazado Digestão Alergia Ambiental DisbioseVIDADE Intestinal:
Absorção Ambiental/ IntolerânciaAL Fígado Infecção crônica e Parasita Detoxificação Perda
de flora normal Bactéria e Glicemia regulação Distúrbio do Sistema imunológico Fungo
GATILHO (Resultado de problema orgânico) Toxina Ambiental Abuso, negligência
Insuficiência ou família Injúria Cerebral nutricional “stressora” Predisposição Genética
ANTECEDENTES (Fator de risco básico) 54

53.53. O QUE É STRESS NEUROTÓXICO ? + + Crítica Imuno modulatório Insuficiência


Neurotoxinas de nutrientes = STRESS NEUROTÓXICO +Neuropeptídeos CÉLULAS DENTATA
GRANULOSAS (Zinco E Histamina) NUCLEO CA3 (Conexão de Prazer e Centros Executivos
cognição ) (Chefe do Cérebro)BDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 55

54.54. PESTICIDAS E DISRUPÇÃO NEURO ENDÓCRINA Hipotálamo Hipófise Tireóide Timo


Pâncreas Mama Adrenais Ovários TestículosBDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi
56

55.55. VAZAMENTO DA MUCOSA INTESTINAL CAUSADOPELAS TOXINAS EXÓGENAS (Ex:


Agrotóxicos) TÓXICOSBDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 57

56.56. MUCOSA INTESTINAL NORMAL Camada da Mucosa Junção CompactaBDORT E


ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 58

57.57. NA FASE II AS SUBSTÂNCIAS INTERMEDIÁRIAS SÃOSTEP 2 No fígado (fase I) as


toxinas são BIOTRANSFORMADAS PARA SUBSTÂNCIAS SOLÚVEIStransformadas em
substâncias intermediárias EM H2O, PARA SEREM EXCRETADAS VIA RENAL.ainda tóxicas,
sua detoxificação completaserá na Fase II. STEP 5 AS TOXINAS RECIRCULAM STEP 2 NO
SANGUE E CONTRIBUEM STEP 3 AO LONGO DO PRAZO PARA DESEQUILIBRIOSTEP1
MOLECULAR DAS CÉLULAS, PERDA DA SAÚDE E DA VITALIDADE STEP 4 AS TOXINAS NÃO
BIOTRANS FORMADAS, SÃO LEVADAS PARA O FÍGADO, ESTOCADA NO TECIDO
GORDUROSO CÉREBRO E SISTEMA NERVOSO. 23 APÓS A FASE I, SÃO BIOTRANSFORMADAS
EM H2O, Dr. Tsutomu Higashi 59 POR INTERMÉDIO DE NUTRIENTES ANTIOXIDANTES.

58.58. Citocromo P450 MEDICAMENTOSQUIMICOS Radical Livre Health Comm „97 page 17
60

59.59. MITOCONDRIOPATIAS RADICAL L I V R E FÓRMULA MOLECULAR T.C.A. COEZ Q 10


COEZQ 10 O ATPCH3O CH3 Coez Q 10  120mg/dia diminui 45% da mortalidade. Mol. Cell
Biochem 2003. Ellis et All CH3 H 360mg/dia melhora parcial do Parkinsom CH3O 1200
mg/dia melhora atividade CH2CH=CCH2 10 motora do Parkinsom Shuts Arch Neurology
2002 O 61BDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi

60.60. OXIDAÇÃO E ALTERAÇÃO MITOCONDRIAL Músculo Fígado Olho Esquelético Coração


Cérebro Rim Subunidades DNA Nuclear ATP Pâncreas DNA Fosforilação Mitocondrial
Oxidativa Sangue Núcleo do DNA Colon Ouvido InternoBDORT E ORTOMOLECULAR (Perda
de audição) Dr. Tsutomu Higashi 62

61.61. DESTRUIÇÃO DA MEMBRANA CELULAR SOB EFEITO DOS RADICAIS LIVRES ( ).


RADICAIS LIVRES DESORGANIZANDO A ARQUITETURA DA MEMBRANA. FOSFOLIPEDES
PROTEÍNAS INTRA DE MEMBRANAS MEMBRANABDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu
Higashi 63

62.62. RADICAIS L I V R ES Mecanismo de deterioração celular causada pelo estresse


oxidativo dos radicais livres de origem exógena ou endógena.Mecanismo de proteção anti-
ANTIOXIDANTE ANTIOXIDANTE ENZIMATÍCO Eradicais livres de NUTRIENTESANTIOXIDANTE
sobre amembrana celular, proteínascitoplasmáticas e o DNA(mitocôndria e
núcleo).Mitocôndria 1.000 x maisdeletério em relação ao núcleo. 18BDORT E
ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 64

63.63. RADICAL LIVRE : Glicose Oxigênio TÓXICO INTERMEDIÁRIO Mitocôndria Núcleo


Membrana Celular 97 % Cromossomo 3% Energia DNA mitocondrial RADICAL DE
OXIGÊNIO= danificado RADICAL LIVRE (SUPERÓXIDO) COM SOD ELÉTRON NÃO-PAREADO
(MANCHA ESCURA) Peróxido de Hidrogênio Catalase Membrana celular danificada Oxigênio
DNA nuclear danificado Água 65BDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi

64.64. STRESS OXIDATIVOAO AONUTRIENTES RL NUTRIENTESENZIMAS ENZIMAS RL


NORMAL (EQUILÍBRIO) STRESS OXIDATIVO (DESEQUILÍBRIO)BDORT E ORTOMOLECULAR Dr.
Tsutomu Higashi66

65.65. IDADE ESTADO ATEROSCLEROSE CANCER 20 INICIAL COLESTEROL EXPOSIÇÃO


CARCINOGENICA 30 DISCERNIVEL PLACAS PEQUENAS METAPLAZIA (ARTEREOGRAFIA)
CELULAR 40 SUBCLINICO PLACAS GRANDES METAPLAZIA (ARTERIOGRAMAS) AUMENTADA
50 UMBRAL CLAUDICAÇÃO NO CARCINOMA EXERCICIO IN SITIO 60 SEVERO ANGINA
CANCER CLINICA 70 FIM AVC 1 AM CANCER METASTATICO Dr. Tsutomu Higashi 67BDORT E
ORTOMOLECULAR

66.66. IDADE ESTADO ARTROSE DIABETE 20 INICIAL ALTERAÇÃO MIN. OBESIDADE


CARTILAGEM 30 DISCERNIVEL REDUÇÃO MIN. DE ESPAÇO TOLERANCIA INTRA ARTICULAR
ANORMAL DE GLICOSE 40 SUBCLINICO DESGASTE ÓSSEO HIPER GLICEMIA EM JEJUM 50
UMBRAL DOR ARTICULAR LEVE GLICOSURIA 60 SEVERO DOR ARTICULAR HIPOGLICEMIA
POR MODERADA DROGA RES. INSUL. 70 FIM INVALIDEZ CEGUEIRA NEVROPATIA,
NEFROPATIABDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 68

67.67. PROGRESSÃO DA DOENÇA GENS, HÁBITO ENDOTOXINAS DIETA EXOTOXINAS MEIO


AMBIENTEDROGAS E INTOXICAÇÃOMEDICAÇÕES. METABÓLICA DA RESISTÊNCIA SINTOMAS
COMPROMETIMENTO CRÔNICAS. HEPÁTICO FUNCIONAMENTO DE ORGÃOS / SISTEMAS
CORTAR CICLO.BDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 69

68.68. POLIMORFISMO NUCLEOTÍDEOS SIMPLES 8 Dr. Tsutomu Higashi 70


69.69. TRIADES DAS ENFERMIDADES EX: GENOMA CARDIOVASCULAR CEREBROVASCULAR
CÂNCER ARTROSE OSTEOPOROSE COLITES ALERGIAS ASMAS MEIO ORGANISMO:
AMBIENTE: DETOX AR DIAITA COMIDA PROTEÔMICA ÁGUA CONTACTO REGULAÇÃO
IRRADIAÇÃO SNPsBDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 71

70.70. 8 das 10 causas de morte estão relacionadas com Erro Nutricional: 1. Doença do
Coração 36.4% We can all I don’t think 2. Câncer 22.3% be thankful that I could 3. Doença
CV 7.1% for the pay my miracle of mortgage ADR’s?? bypass. without it. 4. Acidentes 4.6%
5. Doença Pulmonar 3.6% 6. Pneumonia, Gripe 3.3% 7. Diabete 1.8% 8. Suicidios 1.5% 9.
Doença Hepática 1.2%10. Arterosclerose 1.1%11. Outras Causas 3.4%BDORT E
ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi72

71.71. EL CLÍNICO Digestão, absorção e desequilíbrio microbiológico. Desequilíbrio de


detox e biotransformação. Desequilíbrio de óxido – redução e mitocondriopatia.
Desequilíbrio imunológico e inflamatórios. Desequilíbrio estrutural da função de membrana
celular para sistema músculo esquelético. Dr. Tsutomu Higashi 73 BDORT E
ORTOMOLECULAR

72.72. PRINCÍPIOS BIOLÓGICOS Comunicação intercelulares.Bioenergéticos: Alimentos e


Energia. Reposição e manutenção da integridadecelular a partir da célula para organismo.
Eliminação de resíduos e sua defesa. Circulação e transporte de nutrientes para
organismo.BDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 74

73.73. COMO O ALIMENTO, AMBIENTE TÓXICO E OXIDAÇÃO (RL)AFETAM A EXPRESSÃO


GENÉTICA ALIMENTOS, NUTRIENTES E EXPRESSÃO DE ALGUMAS CARACTERÍSTICAS
GENÉTICAS MEIO AMBIENTE EX: AGROTÓXITOS FUNÇÃO DO FENÓTIPOGENE CODIFICADO
INDIVIDUAL (DOENÇAS)EM DNA CROMOSSOMAL Dr. Tsutomu Higashi 75

74.74. 4 PILARES DA SAÚDE • Dr. Leo Galland Cosmos Social Dieta 1- Relacionamento
Familiar 2- DIAITA Exercício • Relaxamento Consigo Mesmo Sono Ar Genoma 3- Meio
Ambiente Água Proteômica 4- Detoxificação Comida Nutrientes Contacto Hábitos 76BDORT
E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi

75.75. A média do sistemacirculatório consiste acima de 60.000 milhas de vasos


sangüíneos. 1 milha = 1.609 metros

76.76. NOVA ABORDAGEM PARA CUIDAR DASAÚDEI- Princípios Genéricos Individualidade


Bioquímica Estudo centrado do Paciente Homeostase - Equilíbrio dinâmico dos fatores EXT
e INT Interconexão de multifatores Vitalismo (Saúde como vitalidade positiva) Promover
reserva funcional dos órgãos Basear no processo fisiológico que apóia homeostase e
melhorar a sua função.BDORT E ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi 79

77.77. MALHA DE INTERCONEXÃO DAS RAIZES DAS ALTERAÇÕES FUNCIONAIS 1 FATOR


MEIO AMBIENTE 2 8 DESEQUILÍBRIO PRODUÇÃO DA ENERGIA E INFLAMATÓRIO IMUNE
STRESS OXIDATIVO 3 7 ESTADO GASTROINTESTINAL DETOXIFICAÇÃO 4 6 ESTRUTURA
MÚSCULO HORMÔNIO E ESQUELÉTICO NEUROTRANSMISSORES 5 MENTE,ESPÍRITO,
EMOÇÃO E COMUNIDADE Dr. Tsutomu HigashiText Book. Medicina Funcional 2005. David S.
Jone Editor

78.78. NUTRIGENOMICO, NUTRIPROTEOMICO: FUNÇÃO CELULAR E ENFERMIDADE HUMANA


Expressão genética do genoma Proteômicos Metabolomico Enzima Função Resultado
Polimerase Ribossomos da saúde Celular RNA mRNA 100.000 Proteínas (fenótipo)30.000
Gene Transcrição do Código Genético ↑Nutrientes (Vit D, Zinco e Selênio)Proteínas
Modulação de Nutrientes Modulação de NÚCLEO Citoplasma Nutrientes Expressão genética
de Polimorfismo Nucleotídeo Proteômicos Metabolomico Simples (SNP) Função Celular
Fadiga, Enzima Ribossomos Comprometida Dor e outras Polimerase mRNA enfermidades
RNA Proteínas Alteradas funcionais Gene Polimorfismo Deficiência de Genético Nutrientes
Proteínas (↓Toxidade) Modulação de NÚCLEO Citoplasma Nutrientes

79.79. COMO O ALIMENTO, AMBIENTE TÓXICO E OXIDAÇÃO(RADICAL LIVRE) AFETAM A


EXPRESSÃO GENÉTICA EXPRESSÃO DE ALGUMAS SUPLEMENTO NUTRICIONAL
CARACTERÍSTICAS + GENÉTICAS ALIMENTO FUNCIONAL MEIO AMBIENTE EX:
AGROTÓXICOS (Radical Livre) NFK-BetaGENE CODIFICADO FUNÇÃO DO (FENÓTIPO)EM DNA
CROMOSSOMAL INDIVIDUAL (DOENÇAS)(GENÓTIPO) Dr. Tsutomu Higashi

80.80. VAZAMENTO DA MUCOSA INTESTINAL CAUSADO PELAS TOXINAS EXÓGENAS (Ex:


Agrotóxicos) TÓXICOS Dr. Tsutomu Higashi

81.81. Destruição da membrana celular sob efeito dos Radical Livre ( ). RADICAIS LIVRES
DESORGANIZANDO A ARQUITETURA DA MEMBRANA. FOSFOLIPEDES PROTEÍNAS INTRA DE
MEMBRANAS MEMBRANA Dr. Tsutomu Higashi

82.82. Isquemia de Reperfusão – Radicais livres Situações Clínicas  Coronáriopatias 


Acidente vascular isquêmico  Artrose  Insuficiência vascular periférico  etc.
PROGRESSÃO DE ATEROSCLEROSE INICIAL - JOVEM TROMBO PCR-U PAI + Integrina
INFLAMAÇÃO Colesterol Normal 60% dos casos

83.83. ASPECTOS QUE ENVOLVEM DOENÇAS CRÔNICAS DESEQUILÍBRIO DETOX


NUTRICIONAL ALTERADADESEQUILÍBRIO STRESSHORMONAL OXIDATIVA DEFICIÊNCIA
DISFUNÇÃO IMUNOLÓGICA E INTESTINAL INFLAMATÓRIA

84.84. 50 toneladas de alimentos / ano Conteúdo fecalFígado Bactéria fecal Bactéria amiga
patogênica (Lactobacilus e Bifudobacteria)

85.85. Dr. Tsutomu Higashi


86.86. LONGEVIDADE SAUDÁVELINFLUÊNCIA GENÉTICA X NÃO GENÉTICO 10% Genético
Não Genético 90%

87.87. MUCOSA INTESTINAL NORMAL Camada da Mucosa Junção Compacta Dr. Tsutomu
Higashi
88.88. BASE TERAPÉUTICA COM ANTIOXIDANTE (SINERGISMO )INICIADOR DE RADICAL
LIVRE(Radiação, Drogas e Alteraçãoda atividade enzimática orgânica) Capturado por
Capturação Ascorbato Vitamina C Radical Ascorbil Direta Quercetina Bioflavanóide Rutina
Hesperidina Ginko Biloba Picnogenol Enzimas Antioxidantes (Superoxido Dismutase requer
Tocoferol Vitamina E Radical Tocoferol Carotenóides Zinco, Cobre e Manganês) 2O*2+2H
H2O2 + O2 Glutation Peroxidase Selênio H2O2+2GSH 2H2O+GSSG Cisteína Glutation
(GSH) Glutation Disulfito (GSSG) Glutation Redutase Vitamina B2

89.89. Sintoma deIntoxicação Cronica1. Fadiga2. Disturbio de Sono3. GI disturbios4. Dor de


cabeça5. Sintomas Alergicos6. Confusão - Irritação Liang, HK.7. Ansiedade Clinical
evaluatio of the poisoned patient and toxic syndromes. Clin Chem. 1996 42(8B): 1350-135

90.90. ASPECTOS QUE ENVOLVEM DOENÇAS CRÔNICAS DESEQUILÍBRIO DETOX


NUTRICIONAL ALTERADADESEQUILÍBRIO STRESSHORMONAL OXIDATIVA DEFICIÊNCIA
DISFUNÇÃO IMUNOLÓGICA E INTESTINAL INFLAMATÓRIA

Introdução ao Ortomolecular
1.1. INTRODUÇÃO ao ORTOMOLECULAR Dr. Tsutomu Higashi nutrologista – patologista –
ortomolecular www.ortomoleculardrhigashi.med.br

2.2. 1- Relacionamento Cosmos Social Familiar Consigo Mesmo 2- DIAITA Dieta Exercício –
Relaxamento Sono 3- Meio Ambiente Ar Água Comida Contacto 4- Detoxificação Genoma
Proteômica Nutrientes Hábitos 4 Pilares da Saúde <ul><li>Dr. Leo Galland </li></ul>

3.3. Estrutura de Genoma IMAGINAR QUE: 1 Livro = Genoma 23 capítulos = 23


cromossomos Cada capitulo tem milhares de historias = Genes Cada historia é feita de
pará-grafos = Exons Que são interrompidos por Introns Cada parágrafo feito por palavras
= Codons Cada palavra contém letras chamadas = Bases Existem 1 bilhão de letras no
livro maior que 800 bíblias

4.4. Polimorfismo Nucleotídeos Simples


5.5. A Proteômica é o que existe de mais novo na área da biologia molecular. Os cientistas
correm para catalogar as proteínas que existem em nossos corpos e entender como elas
se relacionam entre si. No corpo humano a síntese de proteína (Proteômica) obedece os
códigos genéticos, decodificado no DNA do núcleo da célula. A PROTEÔMICA Fonte:
Scientific American

6.7. GENOMA REGULAÇÃO SNPs DIAITA PROTEÔMICA TRIADES DAS ENFERMIDADES EX:
CARDIOVASCULAR CEREBROVASCULAR CÂNCER ARTROSE OSTEOPOROSE COLITES
ALERGIAS ASMAS ORGANISMO : DETOX MEIO AMBIENTE: AR COMIDA ÁGUA CONTACTO
IRRADIAÇÃO

7.8. DOENÇAS CARDIOVASCULARES <ul><li>Aterosclerose


</li></ul><ul><li>Hipertensão </li></ul><ul><li>Doenças coronarianas defeito de
metilação </li></ul><ul><li>Síndrome de hipercoagulaçào </li></ul><ul><li>Efeito do
metabolismo de colesterol </li></ul><ul><li>Distúrbios inflamatórios
</li></ul><ul><li>Marcador geral dos riscos </li></ul><ul><li>Marcador de cardio
protetors </li></ul>

8.9. OSTEOPOROSE <ul><li>Aumento de risco de osteopenia e osteoporose


</li></ul><ul><li>Síntese de colágeno e metabolismo de cálcio
</li></ul><ul><li>Atividade de vitamina D3 </li></ul><ul><li>Atividade Osteoclastica
</li></ul><ul><li>Inflamação crônica </li></ul>

9.10. ALERGIA/ ASMA/ GALT = DEFEITO IMUNOLOGICO <ul><li>Risco alternado na


produção de interleucina, citocinas,  necrose tumoral </li></ul><ul><li>Risco de asma,
osteopenia, doença cardiaca </li></ul>

10.11. Toxidade, Stress Oxidativo e Risco de Cancer <ul><li>Defeito de detoxificação


</li></ul><ul><li>Regulação de Citocromo P 450 </li></ul><ul><li>2 ° fase de detox
hepatica: conjugação de glutation e acetilação </li></ul><ul><li>Alteração de metilação
catecolamina, stress oxidativo, defeito de detoxificação tem relação com câncer, fadiga
crônica, sensibilidade química múltipla e alcoolismo </li></ul>

11.12. PROGRESSÃO DA DOENÇA GENS, HÁBITO DIETA MEIO AMBIENTE ENDOTOXINAS


EXOTOXINAS INTOXICAÇÃO METABÓLICA DA RESISTÊNCIA COMPROMETIMENTO HEPÁTICO
FUNCIONAMENTO DE ORGÃOS / SISTEMAS CORTAR CICLO SINTOMAS CRÔNICAS DROGAS E
MEDICAÇÕES

12.13. IDADE ESTADO ATEROSCLEROSE CANCER 20 INICIAL COLESTEROL EXPOSIÇÃO


CARCINOGENICA 30 DISCERNIVEL PLACAS PEQUENAS (ARTEREOGRAFIA) METAPLAZIA
CELULAR 40 SUBCLINICO PLACAS GRANDES (ARTERIOGRAMAS) METAPLAZIA AUMENTADA
50 UMBRAL CLAUDICAÇÃO NO EXERCICIO CARCINOMA IN SITIO 60 SEVERO ANGINA
CANCER CLINICA 70 FIM AVC 1 AM CANCER METASTATICO

13.14. IDADE ESTADO ARTROSE DIABETE 20 INICIAL ALTERAÇÃO MIN. CARTILAGEM


OBESIDADE 30 DISCERNIVEL REDUÇÃO MIN. DE ESPAÇO INTRA ARTICULAR TOLERANCIA
ANORMAL DE GLICOSE 40 SUBCLINICO DESGASTE ÓSSEO HIPER GLICEMIA EM JEJUM 50
UMBRAL DOR ARTICULAR LEVE GLICOSURIA 60 SEVERO DOR ARTICULAR MODERADA
HIPOGLICEMIA POR DROGA RES. INSUL. 70 FIM INVALIDEZ CEGUEIRA NEVROPATIA,
NEFROPATIA

14.15. IDADE ESTADO EFISEMA CIRROSE 20 INICIAL FUMANTE ALCOOLATRA 30


DISCERNIVEL OBSTRUÇÃO LEVE VIAS AEREAS RESPIRATORIAS ESTEATOSE 40 SUBCLINICO
HIPERINSUFLAÇÃO (RX) HEPATOMEGALIA 50 UMBRAL DISPINEIA GI HEMORRAGIA 60
SEVERO HOSPITALIZAÇÃO FREQUENTE ASCITE 70 FIM DEBITO INTRATAVEL DE OXIGENIO
ICTERICIA COMA HEPATICO
15.16. Alergenos, Poluições, Viroses e Asmas Fator Ambiental Suscetibilidade Genética
Sensibilidade Alérgica Inflamação de Vias Aéreas (Secreção de Citocinas, Leucotrienos,
Óxido Nítrico) Exposição alérgica desde o nascimento Poluição do Ar Infecção viral
Fumantes Gatilho inicial Antecedentes Mediadores Sintomas de Asma + Alergenos Viroses
Sinais e sintomas Gatilho secundário

16.17. EVOLUÇÃO DA DOENÇA ANTECEDENTES MEDIADORES SINTOMAS E SINAIS


DOENÇAS TRIGGER

17.18. ANTECEDENTES (Diastase = Predisposição) FATOR DE RISCO INDIVIDUAL


<ul><li>HEREDITÁRIO </li></ul><ul><li>CONGENITA (Ambiente uterina:
</li></ul><ul><li>xenobióticos, infecções, traumas físicos </li></ul><ul><li>e
psíquicos) </li></ul><ul><li>HÁBITO </li></ul><ul><li>PROFISSÃO
</li></ul><ul><li>IDADE, SEXO E RAÇA </li></ul><ul><li>NUTRIÇÃO
</li></ul><ul><li>SEDENTARISMO </li></ul><ul><li>OUTROS </li></ul>

18.19. TRIGGER ATIVA O MEDIADOR <ul><li>AGRESSÃO FÍSICA (EX: CONCUSSÃO)


</li></ul><ul><li>ATIVIDADES REPETITIVAS: SINDROME DE “OVER USE”
</li></ul><ul><li>EXERCÍCIO FÍSICO: GATILHO INFARTO DE MIOCARDIO
</li></ul><ul><li>MICRÓBIOS: BACTÉRIAS, VÍRUS, PARASITAS E FUNGOS
</li></ul><ul><li>DROGAS: TERAPEUTICOS, RECREAÇÕES E ILÍCITOS.
</li></ul><ul><li>TOXINAS: POLUIÇÃO DO AR, AMBIENTAIS, ALIMENTARES,
</li></ul><ul><li>CIGARROS, MICRÓBIOS E ETC. </li></ul><ul><li>VARIAÇÃO DE
TEMPERATURA: </li></ul><ul><li>DISCÓRDIA </li></ul><ul><li>MEMÓRIA DA DOENÇA
PRÉVIA OU ANSIEDADE </li></ul><ul><li>STRESS NA FAMÍLIA </li></ul>

19.20. MEDIADORES <ul><li>BIOQUÍMICO </li></ul><ul><li>STRESS HORMONAL


(ADRENALINA – </li></ul><ul><li>CORTISOL)
</li></ul><ul><li>NEUROTRANSMISSORES (SEROTONINA)
</li></ul><ul><li>NEUROPEPITICAS (ENDORFINA, P) </li></ul><ul><li>PROSTANOIDES
</li></ul><ul><li>CITOCINAS (IL1) </li></ul><ul><li>RADICAIS LIVRES
</li></ul><ul><li>OXIDO NÍTRICO </li></ul>AQUELES QUE PRODUZEM SINTOMAS E
SINAIS DE DANO CELULAR <ul><li>EMOCIONAL </li></ul><ul><li>TEMOR
HIPOCONDRIACO </li></ul><ul><li>AUTOESTIMA BAIXA
</li></ul><ul><li>IGNORÂNCIA SOBRE DOENÇA </li></ul><ul><li>SOCIAL
</li></ul><ul><li>RECOMPENSA P/ SER DOENTE </li></ul><ul><li>FALTA DE
RECURSOS </li></ul><ul><li>FÍSICO </li></ul>

20.21. SINTOMAS E SINAIS CARACTERIZA ENFERMIDADE SINAIS : MANIFESTAÇÃO OBJETIVA


DE ALTERAÇAO DO ORGANISMO. SINTOMAS : MANIFESTAÇÃO VERBAL E PSIQUICA.
21.22. ANTECEDENTES (Fator de risco básico) Toxina Ambiental Injúria Cerebral
Predisposição Genética Insuficiência nutricional Abuso, negligência ou familia “ stressora”
GATILHO (Resultado de problema orgânico) Disfunção: Digestão Absorção Fígado
Detoxificação Glicemia regulação Intestino vazado Alergia Ambiental Ambientar/
Intolerância Infecção crônica e Perda de flora normal Distúrbio do Sistema imunológico
Disbiose Intestinal: Parasita Bacteria e Fungo MEDIADORES (Efeito Bioquímico) Disfunsão
do Neurotransmissor cerebral, Imuno modulatório; neuropeptideos e neurotoxinas
Insuficiência de nutrientes SINAIS E SINTOMAS Impulsividade Inatenção Hiperatividade
Lentidão Esquecimentos Problema de personalidade Diminuição de auto-estima
Relacionamento Problemático Desordens psicológicas Procrastinação Ansiedade crônica
Comportamento antisocial Comportamento Carregado de risco Dificuldade de começar
projetos perfeccionismo Contraventor Comportamento Auto destrutivo Muitos projetos Não
definidos Agressão Extremo mal humor Vícios Automedicação Problema Estrutural do
cérebro Problema Estrutural do cérebro MODELO DA MEDICINA FUNCIONAL
(ORTOMOLECULAR)

22.23. DOENÇAS <ul><li>ALZHEIMER </li></ul><ul><li>ARTRITE


</li></ul><ul><li>ATEROSCLEROSE </li></ul><ul><li>FADIGA CRÔNICA
</li></ul><ul><li>COLITES </li></ul><ul><li>CROHN </li></ul><ul><li>CISTITE
</li></ul><ul><li>DIABETE </li></ul><ul><li>FIBROMIALGIA
</li></ul><ul><li>INFLAMAÇÃO INTESTINAL </li></ul><ul><li>INFLAMAÇÃO DO
FÍGADO </li></ul><ul><li>PARKINSON </li></ul><ul><li>COPD
</li></ul><ul><li>PROSTATITE </li></ul>

23.24. Demonstração Esquemática dos Benefícios da Vitamina E (Tocofecol) Publicado no


Fórum IFM – 2002 Aumenta oxido nítrico endotelial Aumenta mediador da imunidade
celular VITAMINA E 100 ui – 400 ui – 600 ui- 800 ui – 1200 ui Diminui alta sensibilidade de
PCR Diminui NF Kappa Beta Diminui oxidação in vivo Coe Q10 Diminui F2 isoprostanos
(marcadores de peroxidação lipídica) Melhora disfunção Endotelial Diminui hemoglobina
A1C Em diabete tipo I Diminuição de agregação plaquetária Aumenta atividade fibrinolítica
Diminui PAI 1 e P selectina) Diminuição de citocinas proinflamatório e Proaterogenico (IL
1B, TN Alfa e IL 6) Diminui proliferação celular da musculatura lisa Diminui LDL oxidada em
“vitro” Diminui produção de tromboxane Diminui adesão monocitaria em endotélio
vascular (ICMA – Intra Celular Molecular Adesão VCMA – Vascular Celular Molecular Adesão

24.25. BASE TERAPÉUTICA COM ANTIOXIDANTE (SINERGISMO ) INICIADOR DE RADICAL


LIVRE (Radiação, Drogas e Alteração da atividade enzimática orgânica) Capturação Direta
Enzimas Antioxidantes ( Superoxido Dismutase requer Zinco, Cobre e Manganês )
Capturado por Ascorbato Vitamina C Radical Ascorbil Radical Tocoferol 2O*2 +2H H2O2 +
O2 Glutation Peroxidase Selênio H2O2 +2GSH 2H2O+GSSG Cisteína Glutation (GSH)
Glutation Disulfito (GSSG) Glutation Redutase Vitamina B2 Carotenóides Tocoferol Vitamina
E Bioflavanóide Quercetina Rutina Hesperidina Ginko Biloba Picnogenol

25.26. CIS ÁCIDO LINOLENICO (LA) CAMINHO METABOLICO DE ÁCIDOS GRAXOS E


ESSENCIAIS OMEGA 6 (Ac. Graxos) Ex: Óleo de canola, milho, soja, açafrão e girassol)
OMEGA 3 (Ac. Graxos) Ex: óleo de semente de linhaça, soja e canola. Excesso de gordura
trans, insulina, deficiência, de Zn e Mg contribui p/ desaturase. 6 DESATURASE ÁCIDO
GAMA LINOLENICO (GLA) ELONGASE AC. ALFA LINOLENICO (LNA) AC. EICOTETRANOICO
ÁCIDO DI-HOMO GAMA LINOLENICO Ex: leite materno 5 desaturase (Atividade pobre em
humanos) AA principal fonte alimentar ÁCIDO ARAQUIDONICO(AA) Ex: gordura animal
PROSTAGLANDINA E 1 (PG1) Séries 1 da Prostaglandinas <ul><li>Vaso dilatado
</li></ul><ul><li>Prevenção Agregação Plaquetaria </li></ul><ul><li>Diminui Pressão
Arterial </li></ul><ul><li>Inibe síntese de Colesterol </li></ul><ul><li>Inibe
Inflamação </li></ul>PROSTAGLANDINA E 2 (PG2) Séries 2 da Prostaglandinas (PGD – PGI
2 – PGG 2- PGA 2 Ativados pelo COX 1 e COX 2 Aumenta dor, inflamação vaso constrição 6
desaturase Elongase ÁC. EICOTETRANOICO 5 desaturase <ul><li>AC. EICOPENTANOICO
(EPA) </li></ul><ul><li>Ex: óleo de peixe </li></ul><ul><li>Inibe efeito cascata de Ac.
Araquidonico </li></ul><ul><li>Diminuindo atividade desaturase
</li></ul><ul><li>Previne coagulação. </li></ul>LIPOOXIGENADAS Elongase
Leucotrienos (LT) Inflamação + Constrição PROSTAGLANDINA E3 (PG3) Séries 3 de
Prostaglandinas <ul><li>PGH 3 </li></ul><ul><li>PGI 3 </li></ul><ul><li>TXB 3
</li></ul><ul><li>(Antiflamatório) </li></ul>4 desaturase Crise aguda de doença
inflamatória Bloqueio Series 2 Prostaglandinas AC. DOCOSAHEXANOICO (DHA) Ex: óleo e
peixe Desenvolve cérebro e olhos em crianças

26.27. LISTA DE SUBSTÂNCIAS INIBIDORAS DE MOLÉCULAS INFLAMATÓRIAS NA CASCATA


DE AC. ARAQUIDONICO CORTICOESTEROIDES INIBIDOR BOTANICA INIBIDOR SINTÉTICO
INIBIDOR NUTRICIONAL FOSFOLIPASE A VITAMINA E QUERCETINA ALCAÇUZ TURMÉRICO
CICLOXIGENASE EPA DHA GINGER TURMÉRICO SALGUEIRO PRETO ANTIFLAMATÓRIO NÃO
ESTERÓIDE (INDOMETACINA, ASPIRINA, IBUPROFENO,SULFASALAZINA) ACETOAMINOFEN
ENZIMAS LIPOXIGENASE QUERCETINA VITAMINA E EPA TURMÉRICO CEBOLA ALHO
BROSWELLIA SULFASALAZINA

27.28. Estado de Oxido Nítrico e sua função no organismo (estado de oxido nítrico e
possível efeito sistêmico) Órgão Sistema Produção Reduzida Produção Normal
Produção Excessiva Vascular Hipertensão Normotensão Hipotensão Neurológico Hipotonia
Neurotransmissor normal Inatividade B12, injuria oxidativa e citocinas Imune Infecção
oportunista Atividade macrófago Autoimunidade / excesso de inflamação Gastrointestinal
Cândida, H.pylori, HIV sIgA e imunidade normal Inflamação Hepático Defesa imune
reduzida Atividade de célula Kupffer Inatividade de P450s Muscular Perfusão reduzida
Relaxação fisiológica das fibras musculares de contração rápida Destruição das fibras de
contração rápida / Fibromialgia

28.29. EXOTOXIDADE NEURONAL LIGADO A DOENÇA DEGENERATIVA CEREBRAL Receptor


NMDA (N metil d-aspartato) Na + Mitocôndria ATPase ATPase ATPase ATP CA 2+ NA +
Protease Fosfolipase Endonuclear Glutamina Glicina + + ER PCP Ca 2+ Na + Ca 2+ AR
NO* O* H 2 O 2 sintetase NO Superoxido perioxinitrito ONOO * OH - NO 2 - e - O2* Célula
Neuronal Polaminas

29.30. 10 Causas que lideram a morte na America: 80% dos americanos são afetados com
doença cardiovascular: 1. Doença Cardíaca 36.4% 2. Câncer 22.3% 3. Doença Cérebro
Vascular 7.1% Efeito Colateral?? 4. Acidente 4.6% 5. Doença Pulmonar 3.6% 6. Pneumonia,
Gripe 3.3% 7. Diabete 1.8% 8. Suicídio 1.5% 9. Doença Hepática 1.2% 10. Aterosclerose
1.1% 11. Outras causas 3.4% Nós devemos ser gratos pelo milagre do “bypass” . Acho que
eu não poderia pagar minha hipoteca sem isto .

30.31. QUESTÃO CHAVE O QUE SÃO CAUSAS PRIMARIAS DE DOENÇAS CARDÍACAS


31.32. 72 batidas minuto X 60minutos 1 hora 24 horas dia X X 365 dias 1 ano 37,843,200
batidas ano X 77 anos vida média = = = 2,913,926,400 batidas Tempo de vida A MAIOR
“BOMBA” DO MUNDO

32.33. Física 101 Pressão = Força por unidade de área Ex. PSI
33.34. A média do sistema circulatório consiste acima de 60.000 milhas de vasos
sangüíneos. 1 milha = 1.609 metros

34.35. Hipertensão O aumento da pressão terá um grande efeito sobre a bifurcação das
artérias.

35.36. Em toda a circulação, o sangue que flui através das artérias coronárias, está sob
altíssima pressão.

36.37. Artérias são feitas de células construídas.


37.38. A membrana celular é construída de dupla camada de FOSFOLIPIDIOS .
38.39. Quando a membrana celular é destruída, os lipídios internos da membrana são
liberados.

39.40. Destruição de tecidos aciona gatilho de cascata inflamatória e a produção de


Eicosanoides – Pro Inflamatório (série 2 prostaglandinas). PG 2

40.41. PG 2 Big Mac PG 2 - convoca os glóbulos brancos para esterilizar a área . Este sinal
também convida os macrofágos a festejar sobre os detritos. OCl - OCl -

41.42. Hipoclorito (Ocl-) (Branqueador) é um poderoso agente oxidante designado para


destruir a membrana da bacteria invasora . OCl - OCl -

42.43. OCl - O processo de esterilização freqüentemente destrói as membranas de células


vizinhas. OCl -
43.44. Por sorte, o efeito pro inflamatório do PG 2 é equilibrado por efeito antiinflamatório
do PG 1 e PG 3 . PG 1 ,PG 3 OCl -

44.45. Colesterol pregnenolone progesterona 11-deoxi- corticosterona aldosterone


corticosterona cortisol 17 hidroxi pregnenolone 17 hidroxi progesterona 11 deoxi- cortisol
testosterona DHEA-S DHEA andro- stenedione Estrone Estradiol AROMATASE
Mineralcorticoid C-21 Gluco- corticoid C-21 Androgen C-19 Estrogen C-18 Biosintese
Hormônio esteróide 16alpha-Hidroxiestrone Estriol

45.46. Linhaça- 50% Noz - 5 -20% Canola -10% Peixe de água Fria. Maioria de óleos
alimentares Carne vermelha, Lacteos e Crustácios Omega 6 Série PG 1 Ácido Araquidonico
Serie PG 2 Omega 3 Série PG 3

46.47. Séries 1,3 PGs vs Séries 2 PG Dissolvente de sangue, Anti-coagulante Anti-


Inflamatório, fluidificante de membrana celular Pro-Coagulante Inflamatório, rigidez de
membrana Celular.

47.49. Ácido Lino Leico (Omega 6) Vegetariano Flexível moderadamente Bom comunicador
(Muito Popular 97%)

48.50. Ácido Lino Leico (Omega 6)


49.51. Gamma Linoleico Acid (GLA) Dihomo Gamma Ácido Linoleico (DGLA) Ácido
Araquidonico Ácido Linoleico (Omega 6) Delta 6 Desaturase Borage, EPO Blk Currant Delta
5 Desaturase PG 1 Series “ Good” Ciclo-oxigenase enzyme complex COX1 > COX2 PG 2
Series “ Bad” Cyclo-oxygenase enzyme complex COX2 > COX1 Elongase

50.52. GLA DGLA Ácido Linoleico ( w -6) Delta 6 Desaturase PG 1 Série “ Bom” COX 1 “
Ácido linoleico é encontrado virtualmente em cada alimento: Proteínas, vegetais e mesmo
em grãos.” Sears, Enter the Zone, pg 121 <ul><li>Factors that can depress D6D Activity:
</li></ul><ul><li>1. Antes de 6 meses e após 30 . </li></ul><ul><li>2. Dieta - ALA ,
trans. </li></ul><ul><li>3. Infecção Viral </li></ul><ul><li>Stress:- Cortisol &
Adrenalina </li></ul><ul><li>Sears, Enter the Zone, pg 121 </li></ul>NOTA: D6D é
necessário para produção de “boa” série PG1.

51.53. <ul><li>Tipo Fonte Ancestrais Atuais Gordura </li></ul><ul><li>Omega 3 Peixes,


Nozes 50% 3% </li></ul><ul><li>Sementes </li></ul><ul><li>Omega 6 Lacteos,
Carne 50% 97% </li></ul><ul><li>Animal e </li></ul><ul><li>Óleo Vegetal
</li></ul>A Prescrição Paleolítica, S. Boyd Eaton, M.D.

52.54. Ácido Linoleico W3 Dieta: Nozes, Sementes - Peixes Salmon, -Linhaça – Muito
Flexível Excelente Comunicação 3% na America

53.55. Ácido linoleico ALA SDA ETA EPA DPA DHA PG Série 3
54.56. Hidro (Gorduras Trans) Normalmente não são encontrados na natureza. Alto stress
acentua as marcas de expressões. Pobre comunicação e inflexibilidade 51 dias para
eliminar 50%

55.57. C C C C O O H H H H H H trans fatty acid C C C C O O H H H H H H cis fatty acid “


Desde o início a ingestão de Ácido graxos “Trans” tem sido demonstrado ter impacto
negativo para o nível de de lipídios .” Clinical Nutrition: A Functional Approach; Bland et al.
1999 pg. 81 Colesterol D6D

56.58. Se a membrana celular contém alta concentração de Ácido Araquidonico, logo


Eicosanoides proinflamatórios ultrapassam eicosanoides antiinflamatórios. Estes
conduzem para inflamação crônica. Ácido Araquidonico Omega 6 Omega 3 Gordura Trans

57.59. PG2 >> PG1, PG3 OCl - PG1, PG3 Maior que PG2 Inflamação Crônica
58.60. Macrofágos podem digerir facilmente dentro da Luz arterial. Após ingestão de
partículas oxidadas, podem crescer para ser conhecidas como “células espumosas”

59.61. “ Aterosclerose é uma bandagem que remenda as artérias destruídas.” Virchow,


1795

Ortomolecular na Desintoxicação do Organismo


1.1. Ortomolecular na desintoxicação do organismo Dr. Tsutomu Higashi Médico Nutrologo,
patalogista, ortomolecular www.ortomoleculardrhigashi.med.br

2.2. 4 Pilares da Saúde Dr. Leo Galland 1- Relacionamento Cosmos Social Familiar Consigo
Mesmo 2- DIAITA Dieta Exercício – Relaxamento Sono 3- Meio Ambiente Ar Água Comida
Contacto 4- Detoxificação Genoma Proteômica Nutrientes Hábitos

3.4. Estrutura de Genoma IMAGINAR QUE: 1 Livro = Genoma 23 capítulos = 23


cromossomos Cada capitulo tem milhares de historias = Genes Cada historia é feita de
pará-grafos = Exons Que são interrompidos por Introns Cada parágrafo feito por palavras
= Codons Cada palavra contém letras chamadas = Bases Existem 1 bilhão de letras no
livro maior que 800 bíblias

4.5. A Proteômica é o que existe de mais novo na área da biologia molecular. Os cientistas
correm para catalogar as proteínas que existem em nossos corpos e entender como elas
se relacionam entre si. No corpo humano a síntese de proteína (Proteômica) obedece os
códigos genéticos, decodificado no DNA do núcleo da célula. A PROTEÔMICA Fonte:
Scientific American

5.6. PROGRESSÃO DA DOENÇA GENS, HÁBITO DIETA MEIO AMBIENTE ENDOTOXINAS


EXOTOXINAS INTOXICAÇÃO METABÓLICA DA RESISTÊNCIA COMPROMETIMENTO HEPÁTICO
FUNCIONAMENTO DE ORGÃOS / SISTEMAS CORTAR CICLO SINTOMAS CRÔNICAS DROGAS E
MEDICAÇÕES
6.7. IDADE ESTADO ARTEROSCLEROSE CANCER 20 INICIAL COLESTEROL EXPOSIÇÃO
CARCINOGENICA 30 DISCERNIVEL PLACAS PEQUENAS (ARTEREOGRAFIA) METAPLAZIA
CELULAR 40 SUBCLINICO PLACAS GRANDES (ARTERIOGRAMAS) METAPLAZIA AUMENTADA
50 UMBRAL CLAUDICAÇÃO NO EXERCICIO CARCINOMA IN SITIO 60 SEVERO ANGINA
CANCER CLINICA 70 FIM AVC 1 AM CANCER METASTATICO

7.8. DOENÇAS CARDIOVASCULARES <ul><li>Aterosclerose


</li></ul><ul><li>Hipertensão </li></ul><ul><li>Doenças coronarianas defeito de
metilação </li></ul><ul><li>Síndrome de hipercoagulaçào </li></ul><ul><li>Efeito do
metabolismo de colesterol </li></ul><ul><li>Distúrbios inflamatórios
</li></ul><ul><li>Marcador geral dos riscos </li></ul><ul><li>Marcador de cardio
protetors </li></ul>

8.9. Toxidade, Stress Oxidativo e Risco de Câncer <ul><li>Defeito de detoxificação


</li></ul><ul><li>Regulação de Citocromo P 450 </li></ul><ul><li>2 ° fase de detox
hepatica: conjugação de glutation e acetilação </li></ul><ul><li>Alteração de metilação
catecolamina, stress oxidativo, defeito de detoxificação tem relação com câncer, fadiga
crônica, sensibilidade química múltipla e alcoolismo </li></ul>

9.10. OSTEOPOROSE <ul><li>Aumento de risco de osteopenia e osteoporose


</li></ul><ul><li>Síntese de colágeno e metabolismo de cálcio
</li></ul><ul><li>Atividade de vitamina D3 </li></ul><ul><li>Atividade Osteoclastica
</li></ul><ul><li>Inflamação crônica </li></ul>

10.11. IDADE ESTADO ARTROSE DIABETE 20 INICIAL ALTERAÇÃO MIN. CARTILAGEM


OBESIDADE 30 DISCERNIVEL REDUÇÃO MIN. DE ESPAÇO INTRA ARTICULAR TOLERANCIA
ANORMAL DE GLICOSE 40 SUBCLINICO DESGASTE ÓSSEO HIPER GLICEMIA EM JEJUM 50
UMBRAL DOR ARTICULAR LEVE GLICOSURIA 60 SEVERO DOR ARTICULAR MODERADA
HIPOGLICEMIA POR DROGA RES. INSUL. 70 FIM INVALIDEZ CEGUEIRA NEVROPATIA,
NEFROPATIA

11.12. Alergenos, Poluições, Viroses e Asmas Fator Ambiental Suscetibilidade Genética


Sensibilidade Alérgica Inflamação de Vias Aéreas (Secreção de Citocinas, Leucotrienos,
Óxido Nítrico) Exposição alérgica desde o nascimento Poluição do Ar Infecção viral
Fumantes Gatilho inicial Antecedentes Mediadores Sintomas de Asma + Alergenos Viroses
Sinais e sintomas Gatilho secundário

12.13. FONTE DE IRRADIAÇÃO DE ONDAS ELETROMAGNETICAS E SUA MAGNITUDE Não


depende somente da força do campo, mas, deve-se considerar a proximidade e duração
do contato. Obs: Efeito negativo para corpo humano acima 2,5 Milligaus. Média 50 mG 400
á 4.000 0.1 á 5 230 á 1.300 3 á 40 5 á 100 0.1 á 6 100 á 500 1.0 á 25 60 á 20.000 0.1 á 6
4 á 20 2 á 5 6 á 29 0.1 8 á 200 0.1 á 4 50 á 220 0.3 á 3 Avião Televisão Máquina de lavar
louça Secador de cabelo Computador Cafeteira Lâmpada fluorescente Aspirador de pó
Microondas (tipo 747) Processador FONTE Acima de 4 Inches (10,16 cm) Até 3 pés (91,44
cm)

13.14. PELE : AGRESSÃO SOLAR Vasos sanguíneos Os raios UVB atingem os ceratinócitos
Convertem o colesterol em pré-vitamina D, que Depois os rins transformam em vitamina D
Ceratinócitos Melanócito Ceratinócito Melanócito DNA Capa nuclear Melanossoma
Glândula sebácea Vasos sangüíneos Glândula sudorípara Epiderme Derme UVC 1% -
260nm UVA 20% - 350nm UVB 10% - 290nm Fólico capilar Ácido fólico (folacina ou folato)
Ácido fólico (folacina ou folato) Produtos da desintegração Vitamina D Pré-vitamina D
colesterol

14.15. 100% Metais Pesados (80 Casos) AGENTES TÓXICOS GLOBAIS Herbicidas ( 149
casos) Vocs (18 Casos) Inseticidas (148 casos) Hábitos ( 39 Casos) Conservantes (9 Casos)
Legenda 86% 85% 80% 22% 10% 9% 96% DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA DE AGENTE
TÓXICOS CLÍNICA E LABORATÓRIO ORTOMOLECULAR – DIREÇÃO: DR. TSUTOMU HIGASHI
(LEVANTAMENTO 26-09-2001 – 30-09-2002 – TOTAL DE 173 PACIENTES )

15.16. Mortes no campo e Agrotóxicos Suicídios continuam sem atenção do governo Danos
Prudentópolis Cidade plantadora de fumo, feijão, milho e soja registrou um surto de
suicídios em 98 21 suicídios p/ 100 mil hab. 98 Estiva e Ipuiúma Agrotoxicos em morangos
e batatas Nova Petrópolis Agricultores apresentam problemas nervosos, irritabilidade e
depressão Guaraciaba do Norte 6 suicídios de agricultores de tomate ano passado Danos
causados por agrotóxicos

16.17. SUICÍDIOS E AGROTÓXICOS <ul><li>Estatística Média no Brasil


</li></ul><ul><li>4 Suicídios/ ano : 100.000 habitantes
</li></ul><ul><ul><li>Prudentópolis (PR) </li></ul></ul><ul><li>7 Suicídios/ ano:
30.000 agricultores </li></ul><ul><li>Seria 23 Suicídios : 100.000 agricultores
</li></ul><ul><li>Produtos: Fumo, Feijão, Milho e Soja </li></ul><ul><li>Guaraçiaba
do Norte (Ceará) </li></ul><ul><li>6 Suicídios/ ano : 35.000 habitantes
</li></ul><ul><li>Seria 17 Suicídios : 100.000 habitantes </li></ul><ul><li>Produtos:
Tomate </li></ul><ul><li>Santa Cruz do Sul (RS) </li></ul><ul><li>21 Suicídios/ ano :
100.000 habitantes </li></ul><ul><li>Capital Nacional de Fumo </li></ul>Fonte:
Revista Galileu

17.18. DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS <ul><li>GATILHOS


</li></ul><ul><li>XENOBIÓTICOS: </li></ul><ul><li>METAIS TÓXICOS
</li></ul><ul><li>VOCS </li></ul><ul><li>AGROTÓXICOS
</li></ul><ul><li>ENDOTOXINAS </li></ul><ul><li>ALERGENOS
</li></ul><ul><li>TOXINAS E RADIAÇÕES </li></ul><ul><li>MEDIADORES
</li></ul><ul><li>- INSULINA – GLICOSE </li></ul><ul><li>- ÓXIDO NÍTRICO
</li></ul><ul><li>- CITOCINAS </li></ul><ul><li>- ÁCIDOS GRAXOS:
</li></ul><ul><li>ÁCIDO ARACDONICO </li></ul><ul><li>PG2 </li></ul><ul><li>-
RADICAL LIVRE </li></ul><ul><li>- CORTISOL – ADRENALINA </li></ul><ul><li>-
SEROTONINA </li></ul><ul><li>- ACETIL COLINA </li></ul><ul><li>ENFERMIDADES
</li></ul><ul><li>ARTRITE </li></ul><ul><li>PARKINSON
</li></ul><ul><li>ALZHEIMER </li></ul><ul><li>ESCLEROSE
</li></ul><ul><li>AMIOTROFICA </li></ul><ul><li>ETC. </li></ul>

18.19. Sangue Pâncreas Cérebro Coração Olho Fígado Colon Rim Músculo Esqueletico ATP
DNA Nuclear DNA Mitocondrial Subunidades XENOBIÓTICOS E ALTERAÇÃO MITOCONDRIAL
Núcleo do DNA Ouvido Interno (Perda de audição) Fosforilação Oxidativa

19.20. RESULTADO DE PESTICIDAS DETECTADOS EM LEGUMES E HORTALIÇAS


COMERCIALIZADAS NA CIDADE DE SÃO PAULO APARTIR DE 1996 REFERENCIA FRUTAS Nº
AMOSTRA AMOSTRA (POSITIVA) GEBARA E COLS 1996 HORTALIÇAS EM GERAL 72 63.9 %
GEBARA E COLS 1997 HORTALIÇAS EM GERAL 68 29.4 % CISCATO E COLS 1999
HORTALIÇAS EM GERAL 1976 44.3 % TAKATA E COLS 1997 TOMATE 52 36.5 %

20.21. RESIDUOS DE PESTICIDAS DETECTADOS EM FRUTAS COMERCIALIZADAS NA CIDADE


DE SÃO PAULO APARTIR DE 1994 IOF = INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS IOCI =
INSETICIDAS ORGANOSCLORADOS F= FUNGICIDAS ORGANICOS REFERENCIA FRUTAS Nº
DE AMOSTRA AMOSTRA POSITIVA EM % IOF, IOCL e F FERREIRA E COLS 1994 VÁRIAS 180
6.11 % GEBARA E COLS 1995 VÁRIAS 147 17.65 % GEBARA E COLS 1999 VÁRIAS 251 17.5
% CISCATO E COLS 1997 GOIABA 90 32.2 % GEBARA E COLS 1998 MORANGO 160 61.0 %

21.22. ÁNALISE DE MINERAIS E METAIS TÓXICOS EM MAÇA CONFRONTO ENTRE PRODUTO


ORGÂNICO X COMERCIAL MINERAIS METAIS PESADOS LITIO + 300 % ALUMINIO - 34 %
MANGÂNES + 50 % CHUMBO + 20 % MAGNÉSIO + 40 % MERCURIO - 90 % CÁLCIO + 40 %
SELÊNIO + 0 % POTÁSSIO + 0 % MOLIBDENIO + 0 %

22.23. ÁNALISE DE MINERAIS E METAIS TÓXICOS EM TRIGO PRODUTO ORGÂNICO X


COMERCIAL MINERAIS METAIS PESADOS SELÊNIO + 1300 % ALUMINIO - 20 % MANGÂNES
+ 540 % CHUMBO - 65 % MAGNÉSIO + 430 % MERCURIO - 40 % POTÁSSIO + 360 %
COBRE + 160 % CÁLCIO + 120 % BORO + 0 %

23.24. CONFRONTO ENTRE PRODUTOS ORGÂNICOS E COMERCIAIS - EM MILHO TEOR DE


MINERAIS ORGÂNICO COMERCIAL X MINERAIS CÁLCIO + MANGANÊS MOLIBDÊNIO COBRE
MAGNÉSIO SELÊNIO 1600% 490% 380% 300% 300% POTÁSSIO 280% METAIS TÓXICOS
ALUMÍNIO + 80% MERCÚRIO CHUMBO + + 0% 80% 1800% + + + + + +

24.25. CONFRONTO ENTRE PRODUTOS ORGÂNICOS E COMERCIAIS - EM BATATA TEOR DE


MINERAIS ORGÂNICO COMERCIAL X METAIS TÓXICOS ALUMÍNIO - 40% CHUMBO MERCÚRIO
+ + 70% 10% MINERAIS SELÊNIO + 220% BORO MAGNÉSIO CÁLCIO MOLIBDÊNIO COBRE +
+ + + + 110% 50% 50% 30% 30% POTÁSSIO + 0% MANGANÊS 50% +

25.26. CONFRONTO ENTRE PRODUTOS ORGÂNICOS E COMERCIAIS - EM PERA TEOR DE


MINERAIS ORGÂNICO COMERCIAL X METAIS TÓXICOS ALUMÍNIO - 65% CHUMBO MERCÚRIO
- - 40 % 80 % MINERAIS MOLIBDÊNIO + 180% BORO SELÊNIO CÁLCIO MAGNÉSIO COBRE +
+ + + + 110% 40% 40% 30% 5% LÍTIO - 30%

26.27. 100% Cálcio Selênio Magnésio Cromo Zinco Cobre Molibdênio Vanádio Ferro Iodo
Germânio Potássio Manganês Boro Lítio Legenda 98% 98% 84% 68% 66% 59% 56% 53%
40% 36% 35% 26% 12% 6% LEVANTAMENTO DO TEOR DOS MINERAIS EM 50 PACIENTES
ANALISADOS MÉTODO: ESPECIFICIDADE BIOENERGÉTICAO (BDORT – Y.OMURA – JAPÃO)

27.28. LEVANTAMENTO DO TEOR DE VITAMINAS HIDROSOLÚVEIS EM 50 PACIENTES


ANALISADOS 98% VIT. B2 VIT. B6 VIT. C VIT. B3 Ac. Fólico VIT. B5 Biotina VIT. B1 Ac. Lipoíco
VIT. B12 Legenda 98% 94% 94% 82% 52% 50% 38% 38% 28% MÉTODO: ESPECIFICIDADE
BIOENERGÉTICAO (BDORT – Y.OMURA – JAPÃO)

28.29. PÉ DE MORTON DEFICIÊNCIA DE ENZIMA QUE TRANSFORMA DE PIRIDOXINA EM


PIRIDOXAL FOSFATO

29.30. LEVANTAMENTO DO TEOR DE VITAMINAS LIPOSOLÚVEIS EM 50 PACIENTES


ANALISADOS Beta Caroteno VIT. E VIT. K VIT. D VIT. A Legenda 96% 74% 53% 38% 32%
MÉTODO: ESPECIFICIDADE BIOENERGÉTICAO (BDORT – Y.OMURA – JAPÃO)

30.31. BASE TERAPÉUTICA COM ANTIOXIDANTE (SINERGISMO ) INICIADOR DE RADICAL


LIVRE (Radiação, Drogas e Alteração da atividade enzimática orgânica) Capturação Direta
Enzimas Antioxidantes ( Superoxido Dismutase requer Zinco, Cobre e Manganês )
Capturado por Ascorbato Vitamina C Radical Ascorbil Radical Tocoferol 2O*2 +2H H2O2 +
O2 Glutation Peroxidase Selênio H2O2 +2GSH 2H2O+GSSG Cisteína Glutation (GSH)
Glutation Disulfito (GSSG) Glutation Redutase Vitamina B2 Carotenóides Tocoferol Vitamina
E Bioflavanóide Quercetina Rutina Hesperidina Ginko Biloba Picnogenol

31.32. Figura: Demonstração Esquemática dos Benefícios da Vitamina E (Tocofecol)


Publicado no Fórum IFM – 2002 Aumenta oxido nítrico endotelial Aumenta mediador da
imunidade celular VITAMINA E 100 ui – 400 ui – 600 ui- 800 ui – 1200 ui Diminui alta
sensibilidade de PCR Diminui NF Kappa Beta Diminui oxidação in vivo Coe Q10 Diminui F2
isoprostanos (marcadores de peroxidação lipídica) Melhora disfunção Endotelial Diminui
hemoglobina A1C Em diabete tipo I Diminuição de agregação plaquetária Aumenta
atividade fibrinolítica Diminui PAI 1 e P selectina) Diminuição de citocinas proinflamatório e
Proaterogenico (IL 1B, TN Alfa e IL 6) Diminui proliferação celular da musculatura lisa
Diminui LDL oxidada em “vitro” Diminui produção de tromboxane Diminui adesão
monocitaria em endotélio vascular (ICMA – Intra Celular Molecular Adesão VCMA – Vascular
Celular Molecular Adesão

32.33. CLASSIFICAÇÃO DE VITAMINA B POR FUNÇÃO ENERGIA DO METABOLISMO TIAMINA


(B1) RIBOFLAVINA (B2) NIACINA (B3) ÁCIDO PANTOTÊNICO (B5) BIOTINA PIRIDOXINA (B6)

33.34. CLASSIFICAÇÃO DE VITAMINA B POR FUNÇÃO ÁCIDO FÓLICO COBALAMINA (B12)


PIRIDOXINA (B6) ÁCIDO PANTOTÊNICO (B5) HEMATOPOIESE

34.35. CLASSIFICAÇÃO DE VITAMINA B POR FUNÇÃO TIAMINA (B1) RIBOFLAVINA (B2)


NIACINA (B3) PIRIDOXINA (B6) COBALAMINA (B12) BIOTINA ÁCIDO FÓLICO AÇÃO DE
OUTROS METABOLICOS

35.36. Xenobióticos (Biocidas): Aumenta a produção de Radical Livre e diminui a síntese de


ATP (Energia). Reações adicionais Glicose Substâncias produzidas a partir da glicose
Enzima 1 Enzima 2 Enzima 3 Condição Normal Glicose Célula Mitocôndria Citoplasma Na
Célula Glicose Acetil Co A H + H 2 + + 2 +e H + H + H + Fonte: Revista Scientific
American

36.37. EQUILIBRIO CELULAR


37.38. TELOMEROS
38.39. Suscetibilidade Polimorfismos Genéticos Câncer Causas de Câncer
39.40. MEDICAMENTOS QUIMICOS Citocromo P450 Health Comm ‘97 page 17 Radical Livre
40.41. Sangue Pâncreas Cérebro Coração Olho Fígado Colon Rim Músculo Esquelético ATP
DNA Nuclear DNA Mitocondrial Subunidades XENOBIÓTICOS E ALTERAÇÃO MITOCONDRIAL
Núcleo do DNA Ouvido Interno (Perda de audição) Fosforilação Oxidativa

41.43. Estado de Oxido Nítrico e sua função no organismo (estado de oxido nítrico e
possível efeito sistêmico) Órgão Sistema Produção Reduzida Produção Normal
Produção Excessiva Vascular Hipertensão Normotensão Hipotensão Neurológico Hipotonia
Neurotransmissor normal Inatividade B12, injuria oxidativa e citocinas Imune Infecção
oportunista Atividade macrófago Autoimunidade / excesso de inflamação Gastrointestinal
Cândida, H.pylori, HIV sIgA e imunidade normal Inflamação Hepático Defesa imune
reduzida Atividade de célula Kupffer Inatividade de P450s Muscular Perfusão reduzida
Relaxação fisiológica das fibras musculares de contração rápida Destruição das fibras de
contração rápida / Fibromialgia

42.44. 4 Pilares da Saúde <ul><li>Dr. Leo Galland </li></ul>1- Relacionamento Cosmos


Social Familiar Consigo Mesmo 2- DIAITA <ul><li>Dieta </li></ul><ul><li>Exercício
</li></ul><ul><li>Relaxamento </li></ul><ul><li>Sono </li></ul>3- Meio Ambiente
Ar Água Comida Contacto 4- Detoxificação Genoma Proteômica Nutrientes Hábitos

43.45. Sintoma de Intoxicação Cronica 1. Fadiga 2. Disturbio de Sono 3. GI disturbios 4. Dor


de cabeça 5. Sintomas Alergicos 6. Confusão - Irritação 7. Ansiedade Liang, HK. Clinical
evaluation of the poisoned patient and toxic syndromes. Clin Chem. 1996; 42(8B): 1350-
1355

44.46. Toxinas Ingeridas <ul><li>Nos alimentos consumidos nos U.S.A. atinge 10,000
tipos de aditivos quimicos . </li></ul><ul><ul><li>Nivel em media que um americano
consome: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>6,53 k de aditivos por ano.
</li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>54,43 k de açucar.
</li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>3,62 k de sal.
</li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ref: “Do You Know What Your Patients Eat?”
Monograph, E. Cheraskin, W. Ringsdorf, Dept. Oral Med., U. Alabama 1976).
</li></ul></ul></ul>

45.47. Orgãos de Detoxificação


46.48. Assimilação de Nutrientes <ul><li>Nós somos o que comemos .
</li></ul><ul><li>Nós somos o que absorvemos . </li></ul><ul><ul><li>Todos
nutrientes ingeridos devem ser degeridos por Estomago, Enzimas Pancreaticas e do
Intestino Delgado e logo absorvidos dentro do organismo </li></ul></ul>

47.49. Capacidade de Detox Alterada <ul><li>Nós somos o que “comemos”.


</li></ul><ul><li>Nós somos o que “absorvemos”. </li></ul><ul><li>NÓS SOMOS O
QUE “ NÃO ELIMINAMOS” </li></ul>

48.50. INTOLERÃNCIA A LACTOSE FONTE: I.H.F. – JEFFREY S. BLAND - 1999 GRUPOS


ETNICOS Negro Africano Orientais Negro Americano Mexicano Mediterrâneos
Descendentes Judeu Europa – Meio Caucasiano – Americano Europa – Norte INTOLERÂNCIA
% 97 – 100 90 – 100 70 – 75 70 – 80 60 – 90 60 – 80 10 – 20 7 – 15 1 – 5

49.51. SENSIBILIDADE A GLÚTEN (TRIGO) : <ul><li>GRUPO SANGÜINEO TIPO A E TIPO O


</li></ul><ul><li>(PETER ADAMO). </li></ul><ul><li>DOENÇAS
NEURODEGENERATIVAS CRÔNICA ASSOCIADAS COM ANTICORPO </li></ul><ul><li>ANTI
GLIADINA (GLÚTEN). </li></ul><ul><li>A MAIORIA DAS ENFERMIDADES TEM AUMENTO
DE PERMEABILIDADE </li></ul><ul><li>INTESTINAL. </li></ul>

50.52. ALIMENTOS FUNCIONAIS PREVENÇÃO DE TODAS ENFERMIDADES ( ALIMENTOS QUE


AJUDAM O CRESCIMENTO DE BACTÉRIAS ÚTEIS - INULINA E OLIGOFRUTOSE) Chicória
Alcachofra Bardana Alho e Cebola Soja Aspargo

51.53. RUA PAES LEME, 790 – FONE: (43) 3345-0033


52.55. Base de Saúde Humana: Fruto Oligossacarídeos - Alimentos que cultivam
“Bifidobactérias” intestinal. BANANA ALHO Alcachofra Aspargo Banana Maça AIPO Endívia
Alho MAÇA Cebola MAÇA

53.56. Base da Saúde Carbohidratos Complexos Baixo Índice Glicêmico CARÁ Abóbora
Batata Mandioca INHAME
Ortomolecular para uma longevidade saudável
1.1. Ortomolecular para uma longevidade saudável Dr. Tsutomu Higashi Médico nutrólogo ,
patologista clínico e pesquisador ortomolecular www.ortomoleculardrhigashi.med.br

2.2. Histórico: A história de Longevidade através da civilização.


3.3. Princípio : São 4 Pilares baseado na evidência científica, que todos eles concorrem
Sinergicamente

4.4. Filosofia
5.5. O que temos que limpar no corpo? 1º Metais Tóxicos
6.6. 2º Inseticidas e Herbicidas O que temos que limpar no corpo?
7.7. 3º Corante, Conservante e Ambiente e Hábitos O que temos que limpar no corpo?
8.9. O que é Hormônio Bioidêntico? Estrutura Molecular Idêntica ao ser Humano(Específico)
Exemplo:&quot; Abrir a fechadura com a CHAVE IDÊNTICA&quot; Estrutura Molecular não
idêntica ao ser humano (Encaixe parcial) Exemplo: “ Abrir a fechadura com a CHAVE
SEMELHANTE&quot; HORMÔNIO BIOIDÊNTICO NÃO BIOIDÊNTICO BIOIDÊNTICO NÃO
BIOIDÊNTICO Natural Fonte : Natureza Sintético Fonte: Laboratório

9.10. MEIO AMBIENTE Doença Cardiovascular Doença Imunológica Doença Hepática A


Toxidade acelera o envelhecimento Doença Endócrina Doença Renal Doença
Gastrointestinal <ul><li>GENE </li></ul><ul><li>Ex: </li></ul><ul><li>CYP450 2D6
</li></ul><ul><li>CYP450 2C19 </li></ul>QUALQUER PREJUÍZO DO SISTEMA OU
PROCESSO ACIMA LEVA A : BARREIRA EXCREÇÃO BIOTRANSFORMAÇÃO Toxidade, Meio
Ambiente e Biotransformação Teste de genótipo

10.11. Porque desintoxicar ? Porque o Meio Ambiente deste século está totalmente
diferente. e não tem como modular hormônios em pessoas intoxicadas

11.12. DISRUPÇÃO DA GLÂNDULA NEURO ENDÓCRINA Tireóide Ovários Pâncreas Adrenais


Testículos Timo Mama Hipotálamo Hipófise

12.15. CONEXÃO STRESS E IMUNIDADE: DISFUNÇÃO DO EIXO HIPOTALAMO – HIPOFISE


-ADRENAL

13.16. Pessoa Saudável


14.17. <ul><li>Toxidade </li></ul><ul><li>Erro alimentar
</li></ul><ul><li>Inflamação </li></ul><ul><li>Stress
</li></ul><ul><li>Sedentarismo </li></ul>

15.18. Atual humanidade


16.25. Seu futuro ?
17.26. Seu futuro ?
18.27. Estresse e Sono Atividade Física Nutrição e Desintoxicação Hormônios Bioidênticos
Ortomolecular Fundamentos da Medicina Anti-Envelhecimento Saúde e Longevidade

19.28. Fundamentos da Medicina Anti-Envelhecimento I Aumentar exercícios do cotidiano


Aeróbios Força Flexibilidade Atividade Física DIÁRIA

20.29. Vegetais crus ou no vapor (molho caseiro) Proteína: Peixe Frango e ovos caipiras
Arroz Integral + Leguminosa Fundamentos da Medicina Anti-Envelhecimento II Nutrição
Equilibrada (almoço e jantar)

21.30. <ul><li>Restaurar o equilíbrio molecular através:


</li></ul><ul><li>Suplementação nutrientes </li></ul><ul><li>Proteção contra
radicais livres </li></ul><ul><li>Eliminação substâncias tóxicas </li></ul>Fundamentos
da Medicina Anti-Envelhecimento IV Medicina Ortomolecular

22.31. HORMÔNIOS CONTROLAM TODO O CORPO QUALIDADE DO SONO ATIVIDADE


SEXUAL MÚSCULO E FORÇA GORDURA E PESO SISTEMA CAR-DIOVASCULAR MEMÓRIA,
DECISÃO E RACIOCÍNIO SISTEMA IMUNOLÓGICO MASSA ÓSSEA INICIATIVA E LIDERANÇA
BEM ESTAR FÍSICO E MENTAL QUEDA HORMONAL QUEDA FUNCIONAL PREDISPOSIÇÃO ÀS
DOENÇAS APÓS 30 ANOS Fundamentos da Medicina Anti-Envelhecimento V Modulação
Hormonal Bioidêntica

23.32. MENOPAUSA Queda de Estradiol e Progesterona SINTOMAS: <ul><li>Cansaço


crônico </li></ul><ul><li>Falta de ânimo </li></ul><ul><li>Depressão
</li></ul><ul><li>Nervosismo e insônia </li></ul><ul><li>Falta de concentração e
memória </li></ul><ul><li>Aumento da gordura </li></ul><ul><li>Diminuição volume
e força muscular </li></ul><ul><li>Diminuição do colágeno e elastina
</li></ul><ul><li>Ressecamento pele, aumento rugas </li></ul><ul><li>Diminuição
desejo sexual </li></ul><ul><li>Atrofia e ressecamento vaginal </li></ul><ul><li>Dor
durante sexo </li></ul><ul><li>Doenças cardiovasculares
</li></ul><ul><li>Osteoporose </li></ul>

24.33. ANDROPAUSA Queda TESTOSTERONA Subida ESTRADIOL <ul><li>Cansaço crônico


</li></ul><ul><li>Falta de ânimo </li></ul><ul><li>Depressão
</li></ul><ul><li>Dificuldade de tomar decisões </li></ul><ul><li>Dificuldade
concentração e memória </li></ul><ul><li>Nervosismo e insônia
</li></ul><ul><li>Aumento da gordura </li></ul><ul><li>Diminuição volume e força
muscular </li></ul><ul><li>Doenças cardiovasculares </li></ul><ul><li>Osteoporose
</li></ul><ul><li>Perda de cabelo </li></ul><ul><li>Ejaculação precoce
</li></ul><ul><li>Queda da libido </li></ul><ul><li>Menor qualidade ereção e
orgasmo </li></ul>SINTOMAS: TESTOSTERONE ESTRADIOL

25.34. Adrenopausa Tireopausa DHEA (DIIDROEPIANDROSTERONA) T3 e T4


26.35. Envelhecimento no século XX Medicina Anti-Envelhecimento no Século XXI
27.36. C âncer de mama em 2001 após TRH com hormônios NÃO BIO-IDÊNTICOS Hoje
Usuária e propagadora dos Hormônios BIO-IDÊNTICOS 60 anos Suzanne Somers

28.37. John Turner 67 79


29.38. Bob Delmonteque 11-09-1919 85 anos
30.39. Fevereiro 98 58 anos Dezembro 2004 69 anos Dr. Jeffry S. Life, MD, PhD Anti-Aging
Medicine www.drlife.com

31.40. Cronograma do programa ortomolecular para uma longevidade saudável :


<ul><li>Apresentação M.A.E. </li></ul><ul><li>Consulta e exame médico
</li></ul><ul><li>Avaliação física </li></ul><ul><li>Avaliação estilo de vida
</li></ul><ul><li>Solicitação exames </li></ul><ul><li>Tratamento ORTOMOLECULAR
</li></ul>Consulta 2 (após 1 mês) Consulta 3 (após 3 mêses) Consulta 4 (após 3 mêses)
<ul><li>Reavaliação física </li></ul><ul><li>Reavaliação estilo de vida
</li></ul><ul><li>Reavaliação exames </li></ul><ul><li>Reavaliação Ortomolecular
</li></ul><ul><li>Tratamento e reavaliação HORMONAL </li></ul>Consulta 1 (Inicial)

32.41. Avaliação dos Resultados Exame médico Antropometria


33.42. Avaliação dos Resultados Melhora da performance Física Mental Sexual Alegria e
bem estar