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Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas


Bacharelado em Engenharia Mecânica

VIBRAÇÃO TRANSVERSAL DE UMA CORDA

Discentes:
Marcus Vinicius Ribeiro Matias Júnior
Jhaidan Ribeiro Cruz
Marisa Soares Da Conceição Santos
Danrley Nunes Montalvão
Pedro Victor Valente Libório

Prof. Eng. Dr. Abdon Tapia Tadeo

Cruz das Almas- Bahia


2018
1.- DESENHO DA CORDA

Considerou-se, o formato de uma corda como na figura 1, onde mostra em vista isométrica.

Figura 1.1 - A corda com as dimensões

Figura 1.2 - Seção transversal da corda

 Descrição da corda:

Material: Nylon
𝑃 = 10 𝑁/𝑚2 (Carga aplicada)
𝐸 = 3000 𝑀𝑃𝑎 (Módulo de Elasticidade do Material)
𝜌 = 1,13 g/m (Massa específica linear)
𝑙 = 1000 𝑚𝑚 = 1 𝑚 (Comprimento)
𝑑 = 10 𝑚𝑚 = 0,01 𝑚 (Diâmetro).

2.- CONDIÇÕES DE CONTORNO CONSIDERADAS

2
Figura 1.2 - Condições de contorno consideradas
3.- EQUAÇÃO DE MOVIMENTO DA CORDA (Vibração Transversal)

Considere uma corda ou cabo elástico firmemente esticado, de comprimento 𝑙, sujeito a uma força
transversal 𝑓(𝑥, 𝑡) por unidade de comprimento, como mostra a Figura 3.1. Considera-se que o deslocamento
transversal da corda, 𝑤(𝑥, 𝑡), é pequeno.

Figura 3.1 - Uma corda vibrante


O equilíbrio de forças pode ser analisado num elemento infinitesimal da corda (Figura 3.2). Aplicando a
Segunda Lei de Newton na Figura 3.2, é possível encontrar a força de inercia que age sobre um elemento.

Figura 3.2 – Elemento infinitesimal da corda

∑ 𝐹𝑧,𝑤(𝑥,𝑡) = 𝑚𝑒 𝑎.
Sendo 𝑚𝑒 é a massa do elemento e 𝑎 é a aceleração:
𝜕 2𝑤
𝑚𝑒 = 𝑑𝑚 = 𝜌. 𝑑𝑥 ; 𝑎 = .
𝜕𝑡 2
Aplicando a segunda lei de newton na direção 𝑧 na Figura 3.2, temos:
𝜕 2𝑤
(𝑃 + 𝑑𝑃)𝑆𝑒𝑛(𝜃 + 𝑑𝜃) + 𝑓 𝑑𝑥 − 𝑃 𝑆𝑒𝑛(𝜃) = 𝜌 𝑑𝑥 . (𝐸1)
𝜕𝑡 2
A Equação (E1), é a equação de movimento do sistema. Onde 𝑃 é a tensão, 𝜌 é a massa por unidade de
comprimento, e θ é o ângulo que a corda defletida faz com o eixo 𝑥.
Para um comprimento elementar 𝑑𝑥, a variação da tensão pode ser escrita como:
𝜕𝑃
𝑑𝑃 = 𝑑𝑥 .
𝜕𝑥
Para um comprimento infinitesimal de corda 𝑑𝑥, a amplitude de vibração é muito pequena, e o ângulo tende
pra zero, desta forma:
𝜕𝑤
𝑆𝑒𝑛(𝜃) = 𝜃 ; 𝑆𝑒𝑛(𝜃) ≅ 𝑇𝑎𝑛(𝜃) = . (𝐸2)
𝜕𝑥
𝑆𝑒𝑛(𝜃)
Uma vez que 𝑇𝑎𝑛(𝜃) = quando 𝜃 → 0, 𝐶𝑜𝑠(𝜃) → 1 e a equação (𝐸2)é verdadeira e 𝑇𝑎𝑛(𝜃) = 𝑆𝑒𝑛(𝜃).
𝐶𝑜𝑠(𝜃)
Portanto:
𝜕𝑤 𝜕 2 𝑤
𝑆𝑒𝑛(𝜃 + 𝑑𝜃) ≃ 𝑇𝑎𝑛(𝜃 + 𝑑𝜃) = + 2 𝑑𝑥 .
𝜕𝑥 𝜕𝑡
Substituindo na Equação E1, temos:
𝜕𝑤 𝜕²𝑤 𝜕𝑤 𝜕 2𝑤
𝑓𝑑𝑥 + (𝑃 + 𝑑𝑃) ( + 𝑑𝑥) − 𝑃 = 𝜌𝑑𝑥 2 .
𝜕𝑥 𝜕𝑥² 𝜕𝑥 𝜕𝑡

3
𝜕 2𝑤 𝜕𝑤 𝜕 2𝑤 𝜕 2𝑤
⟹ 𝑓𝑑𝑥 + 𝑃 2 𝑑𝑥 + 𝑑𝑃 + 𝑑𝑃 2 𝑑𝑥 = 𝜌𝑑𝑥 2 .
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑡
𝜕𝑃
Substituindo a relação: 𝑑𝑃 = 𝑑𝑥, temos:
𝜕𝑥
𝜕 2𝑤 𝜕𝑃 𝜕𝑤 𝜕𝑃 𝜕 2 𝑤 2
𝜕 2𝑤
𝑓𝑑𝑥 + 𝑃 𝑑𝑥 + 𝑑𝑥 + (𝑑𝑥) = 𝜌𝑑𝑥 .
𝜕𝑥 2 𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑥 2 𝜕𝑡 2
Sendo 𝑑𝑥 infinitesimal, (𝑑𝑥)2 ⟶ 0, logo:
𝜕 2𝑤 𝜕𝑃 𝜕𝑤 𝜕 2𝑤 𝜕 2 𝑤 𝜕𝑃 𝜕𝑤 𝜕 2𝑤
𝑓𝑑𝑥 + 𝑃 𝑑𝑥 + 𝑑𝑥 = 𝜌𝑑𝑥 ⟹ 𝑓𝑑𝑥 + (𝑃 + ) 𝑑𝑥 = 𝜌𝑑𝑥 .
𝜕𝑥 2 𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑡 2 𝜕𝑥 2 𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑡 2
𝜕 𝜕𝑤
Nota-se que o termo entre parênteses é consequência da regra do produto [𝑃 ]. Substituindo, temos:
𝜕𝑥 𝜕𝑥
2
𝜕 𝜕𝑤 𝜕 𝑤 𝜕 𝜕𝑤(𝑥, 𝑡) 𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡)
𝑓𝑑𝑥 + [𝑃 ] 𝑑𝑥 = 𝜌𝑑𝑥 2 ⟹ 𝑓(𝑥, 𝑡) + [𝑃 ] = 𝜌(𝑥) .
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑡 𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑡 2
Considerando a tensão 𝑃 constante, e a corda uniforme, temos:
𝜕²𝑤(𝑥, 𝑡) 𝜕²𝑤(𝑥, 𝑡)
𝑃 + 𝑓(𝑥, 𝑡) = 𝜌 .
𝜕𝑥² 𝜕𝑡²
Para uma vibração livre, temos 𝑓(𝑥, 𝑡) = 0:
𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡) 𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡)
𝑃 = 𝜌 .
𝜕𝑥 2 𝜕𝑡 2
1
𝑃 2
Fazendo 𝑐 = ( ) e substituindo, temos:
𝜌
𝑃 𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡) 𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡) 2
𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡) 𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡)
= ⟹ 𝑐 = . (𝐸3)
𝜌 𝜕𝑥 2 𝜕𝑡 2 𝜕𝑥 2 𝜕𝑡 2
A (E3) também é chamada de equação de onda.
Substituindo os valores dos propriedades da corda (descrição da corda), temos:
10 𝑁/𝑚2 𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡) 𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡)
𝑐2 = = 8849,56 𝑠 −2
⟹ 8849,56 = .
(1,13𝑥10−3 ) 𝑘𝑔/𝑚 𝜕𝑥 2 𝜕𝑡 2

3.- SOLUÇÃO DA EQUAÇÃO DE VIBRAÇÃO LIVRE DA CORDA


Conforme foi estabelecido a equação de vibração transversal livre de uma corda uniforme é dada pela
equação diferencia parcial de segunda ordem, escrita como:
𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡) 𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡)
𝑐2 = . (𝐸3)
𝜕𝑥 2 𝜕𝑡 2
Através do método de separação de variáveis podemos resolver a equação de vibração livre. Nesse
método, a solução é escrita como o produto das funções 𝑊(𝑥) e 𝑇(𝑡), as quais dependem somente de 𝑥 e 𝑡
respectivamente.
𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡)
Derivando parcialmente em função de 𝑥 e 𝑡 temos:
𝜕 2 𝑤(𝑥, 𝑡) 𝑑 2 𝑊(𝑥) 𝜕²𝑤(𝑥, 𝑡) 𝑑 2 𝑇(𝑡)
= 𝑇(𝑡) (𝐸4) ; = 𝑊(𝑥) (𝐸5)
𝜕𝑥 2 𝑑𝑥 2 𝜕𝑡² 𝑑𝑡 2
Substituindo as (𝐸4) e (𝐸5) na (𝐸3):
𝑐 2 𝑑2 (𝑊(𝑥)) 𝑑2 (𝑇(𝑡)) 𝑐 2 𝑑 2 𝑊(𝑥) 1 𝑑 2 𝑇(𝑡)
𝑇(𝑡) = 𝑊(𝑥) ⟹ = .
𝑑𝑥 2 𝑑𝑡 2 𝑊(𝑥) 𝑑𝑥 2 𝑇(𝑡) 𝑑𝑡 2
Como o lado esquerdo da equação depende somente de 𝑥 e o lado direito é dependente apenas de 𝑡, seu
valor comum deve ser uma constante 𝑎, de modo que:
𝑐 2 𝑑2𝑊 1 𝑑2𝑇
𝑎= = .
𝑊 𝑑𝑥 2 𝑇 𝑑𝑡 2
As equações implícitas na equação acima podem ser escritas como:
𝑑2𝑊 𝑎 𝑑2 𝑇
− 𝑊=0 ; − 𝑎𝑇 = 0 .
𝑑𝑥 2 𝑐 2 𝑑𝑡 2

4
Fazendo a constante 𝑎 = −𝜔², reescrevemos as equações:
𝑑2 𝑊 𝜔² 𝑑2𝑇
+ 2 𝑊 = 0 . (𝐸6) ; + 𝜔2 𝑇 = 0. (𝐸7)
𝑑𝑥 2 𝑐 𝑑𝑡 2
A solução da equação (E6) é da forma:
𝑆𝑥
𝑑2 𝑊
𝑊(𝑥) = 𝐺𝑒 ⟹ = 𝑆 2 𝐺𝑒 𝑆𝑥 ; 𝑆, 𝐺 = 𝑐𝑡𝑒𝑠.
𝑑𝑥 2
Substituindo na equação (E6) temos:
𝜔² 𝑆𝑥 𝜔2 𝜔2
𝑆 2 𝐺𝑒 𝑆𝑥 + 𝐺𝑒 = 0 ⟹ 𝐺𝑒 𝑆𝑥
(𝑆 2
+ ) = 0 ⟹ 𝑆 2
+ =0.
𝑐2 𝑐2 𝑐2
𝜔2 𝜔2 𝜔
𝑆2 = − ⟹ 𝑆 = ∓ √− ⟹ 𝑆 = ∓( )𝑖 .
𝑐 2 𝑐 2 𝑐
Cada uma das duas raízes encontradas acima estabelecem uma solução particular. A solução geral é a
superposição de ambas soluções particulares:
𝜔 𝜔 𝜔
𝑊(𝑥) = 𝐺𝑒 ±( 𝑐 )𝑖 𝑥 = 𝐺1 𝑒 +( 𝑐 )𝑖 𝑥 + 𝐺2 𝑒 −( 𝑐 )𝑖 𝑥 .
Aplicando a relação trigonométrica: 𝑒 ±𝑎𝑥 = 𝐶𝑜𝑠(𝑎𝑥) ± 𝑖𝑆𝑒𝑛(𝑎𝑥), temos:
𝜔 𝜔 𝜔 𝜔
𝑊(𝑥) = 𝐺1 (𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝑖 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥)) + 𝐺2 (𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) − 𝑖𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥)) .
𝑐 𝑐 𝑐 𝑐
𝜔 𝜔
𝑊(𝑥) = (𝐺1 + 𝐺2 ) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝑖(𝐺1 − 𝐺2 )𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥).
𝑐 𝑐
𝜔 𝜔
⟹ 𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝐴, 𝐵 ∶ 𝐶𝑡𝑠. (𝐸8)
𝑐 𝑐
Para a equação diferencial (E7) que depende de 𝑡 temos a análise análoga para encontrar a solução:
𝑆𝑡
𝑑2𝑇
𝑇(𝑡) = 𝐺𝑒 ⟹ = 𝑆 2 𝐺𝑒 𝑆𝑡 .
𝑑𝑡 2
Substituindo na equação, temos:
𝑆 2 𝐺𝑒 𝑆𝑡 + 𝜔2 𝐺𝑒 𝑆𝑡 = 0 ⟹ 𝐺𝑒 𝑆𝑡 (𝑆 2 + 𝜔2 ) = 0 ⟹ 𝑆 2 + 𝜔2 = 0 .
𝑆 2 = −𝜔2 ⟹ 𝑆 = ∓√−𝜔 2 ⟹ 𝑆 = ∓(𝜔)𝑖 .
Cada uma das duas raízes encontradas acima estabelecem uma solução particular. A solução geral é a
superposição de ambas soluções particulares:
𝑇(𝑡) = 𝐺𝑒 ∓(𝜔)𝑖 𝑡 = 𝐺3 𝑒 (𝜔)𝑖 𝑡 + 𝐺4 𝑒 −(𝜔)𝑖 𝑡
Aplicando a relação trigonométrica: 𝑒 ±𝑎𝑥 = 𝐶𝑜𝑠(𝑎𝑥) ± 𝑖𝑆𝑒𝑛(𝑎𝑥), temos:
𝑇(𝑡) = 𝐺3 (𝐶𝑜𝑠(𝜔𝑡) + 𝑖 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑡)) + 𝐺4 (𝐶𝑜𝑠(𝜔𝑡) − 𝑖 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑡)).
𝑇(𝑡) = (𝐺3 + 𝐺4 ) 𝐶𝑜𝑠(𝜔𝑡) + 𝑖(𝐺3 − 𝐺4 ) 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑡)
𝑇(𝑡) = 𝐶 Cos(𝜔𝑡) + 𝐷𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑡) ; 𝐶, 𝐷 ∶ 𝐶𝑡𝑠. (𝐸9)
4.- EQUAÇÃO DE FREQUÊNCIA OU CARACTERÍSTICA DA CORDA

A seguir serão apresentadas as equações de frequências naturais para a vibração transversal de uma
corda, para cada condição de contorno.

4.1.- Pinada – Pinada

Figura 4.1 – Pinada – Pinada


Considerando que a corda, contém um pino que pode se mover em uma direção perpendicular, como
mostra a figura 4.1, a extremidade não pode suportar uma força transversal. Por consequência a condição de
contorno é dada por:

5
𝜕𝑤 (𝑥, 𝑡)
𝑃(𝑥) = 0.
𝜕𝑥
Como 𝑃(𝑥) é constante:
𝜕𝑤 (𝑥, 𝑡) 𝜕𝑤(𝑥, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥)
= 0 ; 𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) ⟹ = 𝑇(𝑡) =0 ⟹ =0.
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
𝑑𝑊(𝑥 = 0) 𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙)
=0 ; = 0.
𝑑𝑥 𝑑𝑥
Derivando (𝐸8) em relação a 𝑥:
𝑑𝑊(𝑥) 𝜔 𝜔 𝜔 𝜔
= −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥 ) + 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑑𝑥 𝑐 𝑐 𝑐 𝑐
Substituindo a primeira condição de contorno:
𝑑𝑊(𝑥 = 0) 𝜔 𝜔 𝜔 𝜔 𝜔
= −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 0) + 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 0) = 0 ⇒ 𝐵 = 0 ⇒ 𝐵 = 0 .
𝑑𝑥 𝑐 𝑐 𝑐 𝑐 𝑐
𝑑𝑊(𝑥) 𝜔 𝜔
⟹ = −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥 ) .
𝑑𝑥 𝑐 𝑐
Substituindo a segunda condição de contorno:
𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙) 𝜔 𝜔
= 0 ⟹ −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 .
𝑑𝑥 𝑐 𝑐
A constante 𝐴 deve ser diferente de zero para uma solução não trivial, portanto resta a segunda opção.
𝜔 𝜔𝑙 𝑛𝑐𝜋
𝜔 = 0 ; 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 ⟹ = 𝑛𝜋 ⟹ 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 0,1,2,3 … (4.1)
𝑐 𝑐 𝑙
4.2 Livre – Livre

Figura 4.2 – Livre – Livre


Considerando que a corda está livre em ambas as extremidades, como mostra a figura 4.2, a condição de
contorno é dada por:
𝜕𝑤(𝑥, 𝑡) 𝜕𝑤(𝑥, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥)
= 0 ; 𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) ⟹ = 𝑇(𝑡) =0 ⟹ =0.
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
𝑑𝑊(𝑥 = 0) 𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙)
=0 ; = 0.
𝑑𝑥 𝑑𝑥
Derivando (𝐸8) em relação a 𝑥
𝑑𝑊(𝑥) 𝜔 𝜔 𝜔 𝜔
= −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥 ) + 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)
𝑑𝑥 𝑐 𝑐 𝑐 𝑐
Substituindo a primeira condição de contorno:
𝑑𝑊(𝑥 = 0) 𝜔 𝜔 𝜔 𝜔 𝜔
= −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 0) + 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 0) = 0 ⇒ 𝐵 = 0 ⇒ 𝐵 = 0 .
𝑑𝑥 𝑐 𝑐 𝑐 𝑐 𝑐
𝑑𝑊(𝑥) 𝜔 𝜔
⟹ = −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥 ) .
𝑑𝑥 𝑐 𝑐
Substituindo a segunda condição de contorno:
∂𝑊(𝑥 = 𝑙) 𝜔 𝜔
= 0 ⟹ −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 .
∂𝑥 𝑐 𝑐
A constante 𝐴 deve ser diferente de zero para uma solução não trivial, portanto resta a segunda opção.
𝜔 𝜔𝑙 𝑛𝑐𝜋
𝜔 = 0 ; 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 ⟹ = 𝑛𝜋 ⟹ 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 0,1,2,3 … (4.2)
𝑐 𝑐 𝑙
4.3.- Fixa – Fixa

6
Figura 4.3 – Fixa – Fixa
Considerando que a corda está livre em ambas as extremidades, como mostra a figura 4.3, a condição de
contorno é dada por:
𝑤(𝑥, 𝑡) = 0 ; 𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) ⟹ 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥) = 0 .
⟹ 𝑊(𝑥 = 0) = 0 ; 𝑊(𝑥 = 𝑙) = 0 .
Substituindo a primeira condição de contorno na equação E8:
𝜔 𝜔
𝑊(𝑥 = 0) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 0) + 𝐵𝑆𝑒𝑛 ( 0) = 0 ⟹ 𝐴 = 0 .
𝑐 𝑐
𝜔
𝑊(𝑥) = 𝐵𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) = 0 .
𝑐
Substituindo a segunda condição de contorno na equação:
𝜔
𝑊(𝑥 = 𝑙) = 0 . ⟹ 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 .
𝑐
𝜔
Têm-se que 𝐵 = 0 ou 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0. A constante 𝐵 deve ser diferente de zero para uma solução não
𝑐
trivial, portanto resta a segunda opção.
𝜔 𝜔 𝑛𝑐𝜋
𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 ⟹ 𝑙 = 𝑛𝜋 ⟹ 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 1,2,3 … (4.3)
𝑐 𝑐 𝑙
4.4. Fixa - Livre

Figura 4.4 – Fixa – Livre


Considerando que a corda está fixa na extremidade da esquerda, como mostra a figura 4.4, a condição de
contorno é dada por:
𝑤(𝑥 = 0, 𝑡) = 0 ; 𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) ⟹ 𝑊(𝑥 = 0)𝑇(𝑡) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥 = 0) = 0 .
Considerando que a corda está livre na extremidade da direita, como mostra a figura 4.4, a condição de
contorno é dada por:
𝜕𝑤(𝑥 = 𝑙, 𝑡) 𝜕𝑤(𝑥, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙)
= 0 ; 𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) ⟹ = 𝑇(𝑡) =0 ⟹ = 0.
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
Substituindo a primeira condição de contorno na equação E8:
𝜔 𝜔 𝜔
𝑊(𝑥 = 0) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 0) + 𝐵𝑆𝑒𝑛 ( 0) = 0 ⇒ 𝐴 = 0 ⇒ 𝐴 = 0.
𝑐 𝑐 𝑐
𝜔
⟹ 𝑊(𝑥) = 𝐵𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥).
𝑐
Derivando (𝐸6) em relação a 𝑥
𝑑𝑊(𝑥) 𝜔 𝜔
= 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑑𝑥 𝑐 𝑐
Substituindo a segunda condição de contorno:
𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙) 𝜔 𝜔
= 0 ⟹ 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑙) = 0.
𝑑𝑥 𝑐 𝑐
A constante 𝐵 deve ser diferente de zero para uma solução não trivial, portanto resta a segunda opção.
𝜔 𝜔 𝜋 𝑐𝜋(2𝑛 − 1)
𝐶𝑜𝑠 ( 𝑙) = 0 ⟹ 𝑙 = (2𝑛 − 1) ⟹ 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 1,2,3 … (4.4)
𝑐 𝑐 2 2𝑙
4.5. Fixa – Pinada
7
Figura 4.5 – Fixa Pinada
Considerando que a corda está fixa na extremidade da esquerda, como mostra a figura 4.5, a condição de
contorno é dada por:
𝑤(𝑥 = 0, 𝑡) = 0 ; 𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) ⟹ 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥 = 0) = 0.
Considerando que a corda, contém um pino que pode se mover em uma direção perpendicular, como
mostra a figura 4.5, a extremidade da direita não pode suportar uma força transversal. Por consequência a
condição de contorno é dada por:
𝜕𝑤 (𝑥 = 𝑙, 𝑡)
𝑃(𝑥) = 0.
𝜕𝑥
Como 𝑃(𝑥) é constante:
𝜕𝑤(𝑥 = 𝑙, 𝑡) 𝜕𝑤(𝑥, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙)
= 0 ; 𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) ⟹ = 𝑇(𝑡) =0 ⟹ = 0.
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
Substituindo a primeira condição de contorno na equação E8:
𝜔 𝜔 𝜔
𝑊(𝑥 = 0) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 0) + 𝐵𝑆𝑒𝑛 ( 0) = 0 ⇒ 𝐴 = 0 ⇒ 𝐴 = 0.
𝑐 𝑐 𝑐
𝜔
⟹ 𝑊(𝑥) = 𝐵𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥).
𝑐
Derivando em relação a 𝑥
𝑑𝑊(𝑥) 𝜔 𝜔
= 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥).
𝑑𝑥 𝑐 𝑐
Substituindo a segunda condição de contorno:
𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙) 𝜔 𝜔
= 0 ⟹ 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑙) = 0.
𝑑𝑥 𝑐 𝑐
A constante 𝐵 deve ser diferente de zero para uma solução não trivial, portanto resta a segunda parcela.
𝜔 𝜔 𝜋 𝑐𝜋(2𝑛 − 1)
𝐶𝑜𝑠 ( 𝑙) = 0 ⟹ 𝑙 = (2𝑛 − 1) ⟹ 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 1,2,3 … (4.5)
𝑐 𝑐 2 2𝑙
4.6.- Pinada – Livre

Figura 4.6 – Pinada – Livre


Considerando que a corda, contém um pino que pode se mover em uma direção perpendicular, como
mostra a figura 4.6, a extremidade da esquerda não pode suportar uma força transversal. Por consequência
a condição de contorno é dada por:
𝜕𝑤 (𝑥 = 0, 𝑡)
𝑃(𝑥) =0.
𝜕𝑥
Como 𝑃(𝑥) é constante:
𝜕𝑤(𝑥 = 0, 𝑡) 𝜕𝑤(𝑥, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥 = 0)
= 0 ; 𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) ⟹ = 𝑇(𝑡) =0 ⟹ = 0.
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
Considerando que a corda está livre na extremidade da direita, como mostra a figura 4.6, a condição de
contorno é dada por:
𝜕𝑤(𝑥 = 𝑙, 𝑡) 𝜕𝑤(𝑥, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙)
= 0 ; 𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡) ⟹ = 𝑇(𝑡) =0 ⟹ = 0.
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
Derivando (𝐸8) em relação a 𝑥
8
𝑑𝑊(𝑥) 𝜔 𝜔 𝜔 𝜔
= −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥 ) + 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑑𝑥 𝑐 𝑐 𝑐 𝑐
Substituindo a primeira condição de contorno:
𝑑𝑊(𝑥 = 0) 𝜔 𝜔 𝜔 𝜔 𝜔
= −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 0) + 𝐵 𝐶𝑜𝑠 ( 0) = 0 ⇒ 𝐵 = 0 ⇒ 𝐵 = 0.
𝑑𝑥 𝑐 𝑐 𝑐 𝑐 𝑐
𝑑𝑊(𝑥) 𝜔 𝜔
⟹ = −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥 ) .
𝑑𝑥 𝑐 𝑐
Substituindo a segunda condição de contorno:
𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙) 𝜔 𝜔
= 0 ⟹ −𝐴 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0.
𝑑𝑥 𝑐 𝑐
A constante 𝐴 deve ser diferente de zero para uma solução não trivial, portanto resta a segunda opção.
𝜔 𝜔 𝑛𝑐𝜋
𝜔 = 0 ; 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 ⟹ 𝑙 = 𝑛𝜋 ⟹ 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 0,1,2,3 … (4.6)
𝑐 𝑐 𝑙
4.8.- Equações Características e Frequências Naturais para cada Condição de Contorno
No Quadro 1 abaixo encontram-se as equações características e as frequências naturais para cada
condição de contorno.
Condição de Contorno Equação Característica Frequências Naturais
Pinada – Pinada
𝜔 𝑛𝑐𝜋
𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 0,1,2,3 …
𝑐 𝑙

Livre – Livre
𝜔 𝑛𝑐𝜋
𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 0,1,2,3 …
𝑐 𝑙

Fixa – Fixa
𝜔 𝑛𝑐𝜋
𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 1,2,3 …
𝑐 𝑙

Fixa – Livre
𝜔 𝑐𝜋(2𝑛 − 1)
𝐶𝑜𝑠 ( 𝑙) = 0 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 1,2,3 …
𝑐 2𝑙

Fixa – Pinada
𝜔 𝑐𝜋(2𝑛 − 1)
𝐶𝑜𝑠 ( 𝑙) = 0 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 1,2,3 …
𝑐 2𝑙

Pinada – Livre
𝜔 𝑛𝑐𝜋
𝑆𝑒𝑛 ( 𝑙) = 0 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 0,1,2,3 …
𝑐 𝑙

Quadro 1 – Equações Características e Frequências Naturais

5.- EQUAÇÃO DA FORMA MODAL DA CORDA


5.1.- Pinada – Pinada

9
Figura 5.1 – Pinada – Pinada
A equação da forma modal para uma corda em vibração transversa é:
𝜔 𝜔
⟹ 𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝐴, 𝐵 ∶ 𝐶𝑡𝑠.
𝑐 𝑐
Por consequência a condição de contorno é dada por:
𝜕𝑤 (𝑥, 𝑡) 𝜕𝑤 (𝑥 = 0, 𝑡) 𝜕𝑤 (𝑥 = 𝑙, 𝑡)
𝑃(𝑥) =0 ⟹ =0 ; = 0.
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑥
Devido as condições de contorno, temos 𝐵 = 0, podemos reescrever a forma modal da seguinte forma:
𝜔
𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)
𝑐
Como A deve ser similar à amplitude real de vibração da corda, vamos assumir 𝐴 = 10−3 𝑚 e reescrever a
equação substituindo o valor da frequência natural pela expressão (4.1).
𝜔𝑛 𝑛𝑐𝜋 𝑛𝜋
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ; 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 0,1,2,3 … ⟹ 𝑊𝑛 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)
𝑐 𝑙 𝑙
Os quatro primeiros modos são:
1𝜋
𝑊1 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠(0. 𝑥) ; 𝑊2 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑙
2𝜋 3𝜋
𝑊3 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ; 𝑊4 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑙 𝑙
 Utilizando o Matlab, foram plotadas as variações dos 4 primeiros modos para a equação da forma
modal da corda com extremidades pinadas. O código desenvolvido está a seguir:
%Grafico w(x) Pinada-Pinada
%Define x como variável em metros
clear all;
x= -0: 0.01: 1;
%Determina o valor de l (comprimento da corda em metros)
l=1;
%w(x)= cos (n*pi*x/l)
w1 = 1e-3*cos(0*pi*x/l); %azul - Primeiro Modo
w2 = 1e-3*cos(1*pi*x/l); %vermelho - Segundo Modo
w3 = 1e-3*cos(2*pi*x/l); %amarelo - Terceiro Modo
w4 = 1e-3*cos(3*pi*x/l); % lilás - Quarto Modo
%Plota as curvas respectivas do 1 ao 4 modo em função de x
plot (x,w1,x,w2,x,w3,x,w4,'lineWidth',1.8);
%Entitula o gráfico e define os eixos x e y (w)
title ('Gráfico W(x)'); xlabel ('x (metros)');
ylabel ('w (metros)');
%Cria legenda para as formas modais de acordo com a cor
legend ('1º Modo','2º Modo', '3º Modo', '4º Modo'); grid;

Figura 5.1 - Modos (pinada – pinada)

5.2.- Livre – Livre

Figura 5.2 – Livre – Livre


A equação da forma modal para uma corda em vibração transversa é:
10
𝜔 𝜔
⟹ 𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝐴, 𝐵 ∶ 𝐶𝑡𝑠.
𝑐 𝑐
Por consequência da condição de contorno é dada por:
𝜕𝑤(𝑥, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥 = 0) 𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙)
=0 ⟹ =0 ⟹ =0 ; = 0.
𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
Devido as condições de contorno, temos 𝐵 = 0, podemos reescrever a forma modal da seguinte forma:
𝜔
𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)
𝑐
Como A deve ser similar à amplitude real de vibração da corda, vamos assumir 𝐴 = 10−3 𝑚 e reescrever a
equação substituindo o valor da frequência natural pela expressão (4.2).
𝜔𝑛 𝑛𝑐𝜋 𝑛𝜋
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ; 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 0,1,2,3 … ⟹ 𝑊𝑛 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)
𝑐 𝑙 𝑙
Os quatro primeiros modos são:
1𝜋
𝑊1 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠(0. 𝑥) ; 𝑊2 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑙
2𝜋 3𝜋
𝑊3 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ; 𝑊4 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑙 𝑙
 Utilizando o Matlab, foram plotadas as variações dos 4 primeiros modos para a equação da forma
modal da corda com extremidades livres. O código desenvolvido está a seguir:

%Grafico w(x) Livre-Livre


%Define x como variável em metros
clear all;
x= -0: 0.01: 1;
%Determina o valor de l (comprimento da corda em metros)
l=1;
%w(x)= cos (n*pi*x/l)
w1 = 1e-3*cos(0*pi*x/l); %azul - Primeiro Modo
w2 = 1e-3*cos(1*pi*x/l); %vermelho - Segundo Modo
w3 = 1e-3*cos(3*pi*x/l); %amarelo - Terceiro Modo
w4 = 1e-3*cos(4*pi*x/l); % lilás - Quarto Modo
%Plota as curvas do 1º ao 4º modo em função de x
plot (x,w1,x,w2,x,w3,x,w4,'lineWidth',1.8);
%Entitula o gráfico e define os eixos x e y (w)
title('Gráfico W(x):Livre-Livre'); xlabel ('x
(metros)');
ylabel ('w (metros)');
%Cria legenda para as formas modais de acordo com a cor
legend ('1º Modo','2º Modo','3º Modo','4º Modo'); grid;

Figura 5.2 - Modos (livre - livre)

5.3. Fixa – Fixa

Figura 5.3 – Fixa – Fixa


A equação da forma modal para uma corda em vibração transversa é:
𝜔 𝜔
⟹ 𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝐴, 𝐵 ∶ 𝐶𝑡𝑠.
𝑐 𝑐
Por consequência da condição de contorno é dada por:
𝑤(𝑥, 𝑡) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥 = 0) = 0 ; 𝑊(𝑥 = 𝑙) = 0 .
Devido as condições de contorno, temos 𝐴 = 0, podemos reescrever a forma modal da seguinte forma:
𝜔
𝑊(𝑥) = 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) .
𝑐
Como B deve ser similar à amplitude real de vibração da corda, vamos assumir 𝐵 = 10−3 𝑚 e reescrever a
equação substituindo o valor da frequência natural pela expressão (4.3).

11
𝜔𝑛 𝑛𝑐𝜋 𝑛𝜋
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 1,2,3 … ⟹ 𝑊𝑛 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥)
𝑐 𝑙 𝑙
Os quatro primeiros modos são:
𝜋 2𝜋
𝑊1 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝑊2 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) .
𝑙 𝑙
3𝜋 4𝜋
𝑊3 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝑊4 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) .
𝑙 𝑙
 Utilizando o Matlab, foram plotadas as variações dos 4 primeiros modos para a equação da forma
modal da corda com extremidades fixas. O código desenvolvido está a seguir:
%Grafico w(x) Fixa-Fixa
%Define x como variável em metros
clear all;
x= -0: 0.01: 1;
%Determina o valor de l (comprimento da corda em metros)
l=1;
%w(x)= sin (n*pi*x/l)
w1 = 1e-3*sin(1*pi*x/l); %azul - Primeiro Modo
w2 = 1e-3*sin(2*pi*x/l); %vermelho - Segundo Modo
w3 = 1e-3*sin(3*pi*x/l); %amarelo - Terceiro Modo
w4 = 1e-3*sin(4*pi*x/l); % lilás - Quarto Modo
%Plota as curvas do 1º ao 4º modo em função de x
plot (x,w1,x,w2,x,w3,x,w4,'lineWidth',1.8)
%Entitula o gráfico e define os eixos x e y (w)
title ('Gráfico W(x) : Fixa-Fixa');
xlabel ('x (metros)'); ylabel ('w (metros)');
%Cria legenda para as formas modais de acordo com a cor
legend('1º Modo','2º Modo','3º Modo','4º Modo'); grid;

Figura 5.4 - Modos (fixa - fixa).

5.4. Fixa – Livre.

Figura 5.4 – Fixa – Livre


A equação da forma modal para uma corda em vibração transversa é:
𝜔 𝜔
⟹ 𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝐴, 𝐵 ∶ 𝐶𝑡𝑠.
𝑐 𝑐
Por consequência da condição de contorno é dada por:
𝑤(𝑥, 𝑡) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥 = 0) = 0 .
𝜕𝑤(𝑥 = 𝑙, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙)
=0 ⟹ =0 ⟹ = 0.
𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
Devido as condições de contorno, temos 𝐴 = 0, podemos reescrever a forma modal da seguinte forma:
𝜔
𝑊(𝑥) = 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) .
𝑐
Como 𝐵 deve ser similar à amplitude real de vibração da corda, vamos assumir 𝐵 = 10−3 𝑚 e reescrever a
equação substituindo o valor da frequência natural pela expressão (4.4).
𝜔𝑛 𝑐𝜋(2𝑛 − 1) 𝜋(2𝑛 − 1)
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 1,2,3 … ⟹ 𝑊𝑛 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥).
𝑐 2𝑙 2𝑙
Os quatro primeiros modos são:
𝜋 3𝜋
𝑊1 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝑊2 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) .
2𝑙 2𝑙
5𝜋 7𝜋
𝑊3 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝑊4 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) .
2𝑙 2𝑙

12
 Utilizando o Matlab, foram plotadas as variações dos 4 primeiros modos para a equação da forma
modal da corda com extremidades fixa e livre. O código desenvolvido está a seguir:
% Grafico W(x): Fixa-Livre
%Define x como variável em metros
clear all;
x= -0: 0.01: 1;
%Determina o valor de l (comprimento da corda)
l=1;
%w(x)= sin(((2n-1)*pi*x)/(2*l))
w1 = 1e-3*sin (((2*1-1)*pi*x)/(2*l)); %azul - 1º Modo
w2 = 1e-3*sin(((2*2-1)*pi*x)/(2*l)); %vermelho - 2º Modo
w3 = 1e-3*sin (((2*3-1)*pi*x)/(2*l)); %amarelo - 3º Modo
w4 = 1e-3*sin (((2*4-1)*pi*x)/(2*l)); % lilás - 4º Modo
%Plota as curvas do 1º ao 4º modo em função de x
plot (x,w1,x,w2,x,w3,x,w4,'lineWidth',1.8)
%Entitula o gráfico e define os eixos x e y (w)
title ('Gráfico W(x) : Fixa-Livre')
xlabel ('x (metros)'); ylabel ('w (metros)');
%Cria legenda para as formas modais de acordo com a cor
legend ('1º Modo','2º Modo','3º Modo','4º Modo');

Figura 5.4 - Modos (fixa - livre).

5.5.- Fixa - Pinada

Figura 5.5 – Fixa Pinada


A equação da forma modal para uma corda em vibração transversa é:
𝜔 𝜔
⟹ 𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝐴, 𝐵 ∶ 𝐶𝑡𝑠.
𝑐 𝑐
Por consequência da condição de contorno é dada por:
𝑤(𝑥, 𝑡) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥) = 0 ⟹ 𝑊(𝑥 = 0) = 0 .
𝜕𝑤(𝑥 = 𝑙, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙)
=0 ⟹ =0 ⟹ = 0.
𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
Devido as condições de contorno, temos 𝐴 = 0, podemos reescrever a forma modal da seguinte forma:
𝜔
𝑊(𝑥) = 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) .
𝑐
Como 𝐵 deve ser similar à amplitude real de vibração da corda, vamos assumir 𝐵 = 10−3 𝑚 e reescrever a
equação substituindo o valor da frequência pela expressão (4.5).
𝜔𝑛 𝑐𝜋(2𝑛 − 1) 𝜋(2𝑛 − 1)
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 1,2,3 … ⟹ 𝑊𝑛 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥).
𝑐 2𝑙 2𝑙
Os quatro primeiros modos são:
𝜋 3𝜋
𝑊1 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝑊2 (𝑥) = 10−3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) .
2𝑙 2𝑙
−3
5𝜋 −3
7𝜋
𝑊3 (𝑥) = 10 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝑊4 (𝑥) = 10 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) .
2𝑙 2𝑙
 Utilizando o Matlab, foram plotadas as variações dos 4 primeiros modos para a equação da forma
modal da corda com extremidades fixa e pinada. O código desenvolvido está a seguir:

13
% Grafico W(x): Fixa-Pinada
%Define x como variável em metros
clear all;
x= -0: 0.01: 1;
%Determina o valor de l (comprimento da corda)
l=1;
%w(x)= sin(((2n-1)*pi*x)/(2*l))
w1 = 1e-3*sin(((2*1-1)*pi*x)/(2*l)); %azul - 1º Modo
w2 = 1e-3*sin(((2*2-1)*pi*x)/(2*l)); %vermelho-2º Modo
w3 = 1e-3*sin(((2*3-1)*pi*x)/(2*l)); %amarelo -3º Modo
w4 = 1e-3*sin(((2*4-1)*pi*x)/(2*l)); % lilás - 4º Modo
%Plota as curvas do 1º ao 4º modo em função de x
plot (x,w1,x,w2,x,w3,x,w4,'lineWidth',1.8)
%Entitula o gráfico e define os eixos x e y (w)
title ('Gráfico W(x) : Fixa-Pinada')
xlabel ('x (metros)'); ylabel ('w (metros)');
%Cria legenda para as formas modais de acordo com a cor
legend ('1º Modo','2º Modo','3º Modo','4º Modo');

Figura 5.5 - Modos (fixa – pinada)

5.6. Pinada – Livre

Figura 4.6 – Pinada – Livre


A equação da forma modal para uma corda em vibração transversa é:
𝜔 𝜔
⟹ 𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝐴, 𝐵 ∶ 𝐶𝑡𝑠.
𝑐 𝑐
Por consequência da condição de contorno é dada por:
𝜕𝑤(𝑥 = 𝑙, 𝑡) 𝑑𝑊(𝑥) 𝑑𝑊(𝑥 = 0) 𝑑𝑊(𝑥 = 𝑙)
=0 ⟹ =0 ⟹ =0 ; = 0.
𝜕𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
Devido as condições de contorno, temos 𝐵 = 0, podemos reescrever a forma modal da seguinte forma:
𝜔
𝑊(𝑥) = 𝐴 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑐
Como 𝐴 deve ser similar à amplitude real de vibração da corda, vamos assumir 𝐴 = 10−3 𝑚 e reescrever a
equação substituindo o valor da frequência natural pela expressão (4.6).
𝜔𝑛 𝑛𝑐𝜋 𝑛𝜋
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ; 𝜔𝑛 = ; 𝑛 = 0,1,2,3 … ⟹ 𝑊𝑛 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥).
𝑐 𝑙 𝑙
Os quatro primeiros modos são:
𝜋
𝑊1 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠(0. 𝑥) ; 𝑊2 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑙
2𝜋 3𝜋
𝑊3 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ; 𝑊4 (𝑥) = 10−3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) .
𝑙 𝑙
 Utilizando o Matlab, foram plotadas as variações dos 4 primeiros modos para a equação da forma
modal da corda com extremidades pinada e livre. O código desenvolvido está a seguir:

14
%Grafico w(x) : Pinada-Livre
%Define x como variável em metros
clear all;
x= -0: 0.01: 1;
%Determina o valor de l (comprimento da corda em
metros)
l=1;
%w(x)= cos (n*pi*x/l)
w1 = 1e-3*cos(0*pi*x/l); %azul - Primeiro Modo
w2 = 1e-3*cos(1*pi*x/l); %vermelho - Segundo Modo
w3 = 1e-3*cos(3*pi*x/l); %amarelo - Terceiro Modo
w4 = 1e-3*cos(4*pi*x/l); % lilás - Quarto Modo
%Plota as curvas do 1º ao 4º modo em função de x
plot (x,w1,x,w2,x,w3,x,w4,'lineWidth',1.8);
%Entitula o gráfico e define os eixos x e y (w)
title('Gráfico W(x):Pinada-Livre');
xlabel ('x (metros)'); ylabel ('w (metros)');
%Cria legenda para formas modais de acordo com a cor
legend ('1º Modo','2º Modo','3º Modo','4º Modo');
grid;

Figura 5.6 – Modos (pinada - livre)

6.- EQUAÇÃO DA FORMA MODAL DA CORDA NO TEMPO


A solução da equação de vibração transversal livre da corda é dada por:
𝑤(𝑥, 𝑡) = 𝑊(𝑥)𝑇(𝑡)
Então, o 𝑛–ésimo modo de vibrar é dado por:
𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝑊𝑛 (𝑥)𝑇𝑛 (𝑡) .
Com:
𝜔𝑛 𝜔𝑛
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝐴, 𝐵 ∶ 𝐶𝑡𝑠. (𝐸8)
𝑐 𝑐
𝑇𝑛 (𝑡) = 𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡) ; 𝐶, 𝐷 ∶ 𝐶𝑡𝑠. (𝐸9)
A vibração transversal livre por superposição modal e:
∞ ∞
𝜔𝑛 𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡) = ∑ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = ∑ (𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥)) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡)).
𝑐 𝑐
𝑛=1 𝑛=1
Considerando as condições iniciais de deslocamento e velocidade, temos:

𝜔𝑛 𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤0 (𝑥) = ∑ 𝐶𝑛 (𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥)) . (𝐸10)
𝑐 𝑐
𝑛=1

𝜔𝑛 𝜔𝑛
𝑤̇ (𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤̇0 (𝑥) = ∑ 𝐷𝑛 𝜔𝑛 (𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥)) . (𝐸11)
𝑐 𝑐
𝑛=1

6.1.- Pinada – Pinada

Figura 6.1 – Pinada – Pinada


Sendo 𝑊𝑛 (𝑥) e 𝑇𝑛 (𝑡) as equações E8 e E9, respectivamente, com a substituição das condições de contorno
e da equação de frequência, realizadas na seção 4, para a corda com as extremidades pinadas (Equação
4.1):
𝜔𝑛
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ; 𝑇𝑛 (𝑡) = 𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡) .
𝑐
A vibração transversal livre por superposição modal e:

15
∞ ∞
𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡) = ∑ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = ∑ 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡)).
𝑐
𝑛=1 𝑛=1
Considerando as condições iniciais de deslocamento e velocidade, temos:

𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤0 (𝑥) = ∑ 𝐶𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) . (𝐸10)
𝑐
𝑛=1

𝜔𝑛
𝑤̇ (𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤̇0 (𝑥) = ∑ 𝐷𝑛 𝜔𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) . (𝐸11)
𝑐
𝑛=1
Considerando a expansão da série de Fourier, temos que as constantes podem ser definidas como:
𝑙 𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 𝑛𝑐𝜋
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝜔𝑛 = , 𝑛 = 0,1,2,3 …
𝑙 𝑐 𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑙
0 0
Consideremos que a corda, com as extremidades pinadas, esteja inicialmente em repouso, com uma
deflexão na extremidade da direita, como mostra a Figura 6.1, e em seguida seja solta, para que vibre
livremente.

Figura 6.2 – Deflexão Inicial Pinada-Pinada


Tal deflexão, em função da distância no comprimento da corda, é representada por uma reta de equação
polinomial de grau 1:
𝑤0 (𝑥) = 𝛼𝑥 + 𝛽 .
Para 0 ≤ 𝑥 ≤ 𝑙, temos os pontos (0 , 0) ; (𝑙 , ℎ) :

0 = 𝛼. 0 + 𝛽 ⟹ 𝛽 = 0 ; ℎ = 𝛼𝑙 + 𝛽 ⟹ 𝛼 =
𝑙

Logo a equação da deflexão inicial é: 𝑤0 (𝑥) = 𝑙 𝑥 .
Consideremos também, que a velocidade transversal inicial é nula: 𝑤̇0 (𝑥) = 0 .
Para encontrar o n-ésimo modo de vibração, calculemos as constantes 𝐶𝑛 e 𝐷𝑛 :
Da velocidade inicial temos:
𝑙
𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝑛𝜋
𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = ∫ 0. 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ⟹ 𝐷𝑛 = 0.
𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑛𝑐𝜋 0 𝑙
0
Do deslocamento inicial temos:
𝑙
2 𝜔𝑛 2ℎ 𝑙 𝑛𝜋
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = 2 ∫ 𝑥 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥.
𝑙 𝑐 𝑙 0 𝑙
0
2 𝑙
2ℎ 𝑙 𝑛𝜋 𝑙 𝑛𝜋 2ℎ
⟹ 𝐶𝑛 = 2 [ 2 2 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝑥 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥)] ⟹ 𝐶𝑛 = 2 2 [𝐶𝑜𝑠(𝑛𝜋) − 1] .
𝑙 𝑛 𝜋 𝑙 𝑛𝜋 𝑙 0
𝑛 𝜋
O n-ésimo modo de vibração no tempo, então será:
𝜔𝑛 𝑛𝜋 𝑛𝑐𝜋
𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡)) ⟹ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos ( 𝑡)) .
𝑐 𝑙 𝑙
Substituindo os valores de: 𝑙 = 1𝑚 , 𝑐 = √8849,56 = 94,07/𝑠 , ℎ = 0,01𝑚.
Primeiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔1 = 0 ; 𝑛 = 0.

16
0
𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠(0)(𝐶𝑛 Cos(0)) ⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑛 ; 𝐶𝑛 = = ∞ ⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = ∞ .
0
Segundo Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔2 ≠ 0 ; 𝑛 = 1.
𝜋 𝑐𝜋 2ℎ
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐴1 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶1 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶1 = 2 [𝐶𝑜𝑠(𝜋) − 1] = −4ℎ/𝜋 2 .
𝑙 𝑙 𝜋
𝜋 −4 × 0,01 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐴1 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ( Cos ( 𝑡)) .
1 𝜋2 1
Terceiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔3 ≠ 0 ; 𝑛 = 2.
2𝜋 2𝑐𝜋 2ℎ
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 𝐴2 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶2 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶2 = 2 [𝐶𝑜𝑠(2𝜋) − 1] = 0 .
𝑙 𝑙 2 × 𝜋2
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 0.
Quarto Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔4 ≠ 0 ; 𝑛 = 3.
3𝜋 3𝑐𝜋 2ℎ
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐴3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶3 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶3 = 2 [𝐶𝑜𝑠(3𝜋) − 1] = −4ℎ/9𝜋 2 .
𝑙 𝑙 3 × 𝜋2
3𝜋 −4 × 0,01 3 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐴3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ( Cos ( 𝑡)) .
1 9𝜋 2 1
Utilizando o Matlab foram plotadas as variações no tempo dos 4 primeiros modos (𝑛 = 1; 2; 3; 4), da
forma modal da corda, com extremidades pinadas, para quatro instantes de tempo.
% ANIMAÇÃO DOS MODOS NO TEMPO : PINADA-PINADA
%Define x como variável
clear all;
x= 0: 0.05 : 1;
%Determina o valor de l(m), c(1/s),h(m)
l=1; c = 94.07; h = 0.01; An = 1e-3 ; i = 1;
%Plota as curvas respectivas do primeiro modo
for t = 0 : 0.02 : 0.06
n = 0 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w1(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 1 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w2(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 2 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w3(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 3 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w4(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
i = i + 1;
end
subplot(2,2,1)
plot(x,w1(1,:),x,w1(2,:),x,w1(3,:),x,w1(4,:),'lineWidth',1.0);
title('1º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,2)
plot(x,w2(1,:),x,w2(2,:),x,w2(3,:),x,w2(4,:),'lineWidth',1.0);
title('2º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,3)
plot(x,w3(1,:),x,w3(2,:),x,w3(3,:),x,w3(4,:),'lineWidth',1.0);
title('3º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,4)
plot(x,w4(1,:),x,w4(2,:),x,w4(3,:),x,w4(4,:),'lineWidth',1.);
title('4º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;

17
Figura 6.3 – Código e Figura no Matlab para a condição Pinada-Pinada

6.2.- Livre – Livre

Figura 6.4 - Livre – Livre


Sendo 𝑊𝑛 (𝑥) e 𝑇𝑛 (𝑡) as equações E8 e E9, respectivamente, com a substituição das condições de contorno
e da equação de frequência, realizadas na seção 4, para a corda com as extremidades livres (Equação 4.2):
𝜔𝑛
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ; 𝑇𝑛 (𝑡) = 𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡) .
𝑐
A vibração transversal livre por superposição modal e:
∞ ∞
𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡) = ∑ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = ∑ 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡)).
𝑐
𝑛=1 𝑛=1
Considerando as condições iniciais de deslocamento e velocidade, temos:

𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤0 (𝑥) = ∑ 𝐶𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) . (𝐸10)
𝑐
𝑛=1

𝜔𝑛
𝑤̇ (𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤̇0 (𝑥) = ∑ 𝐷𝑛 𝜔𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) . (𝐸11)
𝑐
𝑛=1
Considerando a expansão da série de Fourier, temos que as constantes podem ser definidas como:
𝑙 𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 𝑛𝑐𝜋
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝜔𝑛 = , 𝑛 = 0,1,2,3 …
𝑙 𝑐 𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑙
0 0
Consideremos que a corda, com as extremidades livres, esteja inicialmente em repouso, com uma
deflexão na extremidade da direita, como mostra a Figura 6.4, e em seguida seja solta, para que vibre
livremente.

18
Figura 6.5 - Deflexão Inicial Livre - Livre
Tal deflexão, em função da distância no comprimento da corda, é representada por uma reta de equação
polinomial de grau 1:
𝑤0 (𝑥) = 𝛼𝑥 + 𝛽 .
Para 0 ≤ 𝑥 ≤ 𝑙, temos os pontos (0 , 0) ; (𝑙 , ℎ) :

0 = 𝛼. 0 + 𝛽 ⟹ 𝛽 = 0 ; ℎ = 𝛼𝑙 + 𝛽 ⟹ 𝛼 =
𝑙

Logo a equação da deflexão inicial é: 𝑤0 (𝑥) = 𝑙 𝑥 .
Consideremos também, que a velocidade transversal inicial é nula: 𝑤̇0 (𝑥) = 0 .
Para encontrar o n-ésimo modo de vibração, calculemos as constantes 𝐶𝑛 e 𝐷𝑛 :
Da velocidade inicial temos:
𝑙
𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝑛𝜋
𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = ∫ 0. 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ⟹ 𝐷𝑛 = 0.
𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑛𝑐𝜋 0 𝑙
0
Do deslocamento inicial temos:
𝑙
2 𝜔𝑛 2ℎ 𝑙 𝑛𝜋
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = 2 ∫ 𝑥 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥.
𝑙 𝑐 𝑙 0 𝑙
0
2 𝑙
2ℎ 𝑙 𝑛𝜋 𝑙 𝑛𝜋 2ℎ
⟹ 𝐶𝑛 = 2 [ 2 2 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝑥 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥)] ⟹ 𝐶𝑛 = 2 2 [𝐶𝑜𝑠(𝑛𝜋) − 1] .
𝑙 𝑛 𝜋 𝑙 𝑛𝜋 𝑙 0
𝑛 𝜋
O n-ésimo modo de vibração no tempo, então será:
𝜔𝑛 𝑛𝜋 𝑛𝑐𝜋
𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡)) ⟹ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos ( 𝑡)) .
𝑐 𝑙 𝑙
Substituindo os valores de: 𝑙 = 1𝑚 , 𝑐 = √8849,56 = 94,07/𝑠 , ℎ = 0,01𝑚.
Primeiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔1 = 0 ; 𝑛 = 0.
0
𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠(0)(𝐶𝑛 Cos(0)) ⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑛 ; 𝐶𝑛 = = ∞ ⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = ∞ .
0
Segundo Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔2 ≠ 0 ; 𝑛 = 1.
𝜋 𝑐𝜋 2ℎ
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐴1 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶1 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶1 = 2 [𝐶𝑜𝑠(𝜋) − 1] = −4ℎ/𝜋 2 .
𝑙 𝑙 𝜋
𝜋 −4 × 0,01 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐴1 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ( Cos ( 𝑡)) .
1 𝜋2 1
Terceiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔3 ≠ 0 ; 𝑛 = 2.
2𝜋 2𝑐𝜋 2ℎ
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 𝐴2 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶2 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶2 = 2 [𝐶𝑜𝑠(2𝜋) − 1] = 0 .
𝑙 𝑙 2 × 𝜋2
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 0.
Quarto Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔4 ≠ 0 ; 𝑛 = 3.
3𝜋 3𝑐𝜋 2ℎ
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐴3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶3 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶3 = 2 [𝐶𝑜𝑠(3𝜋) − 1] = −4ℎ/9𝜋 2 .
𝑙 𝑙 3 × 𝜋2
3𝜋 −4 × 0,01 3 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐴3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ( Cos ( 𝑡)) .
1 9𝜋 2 1
Utilizando o Matlab foram plotadas as variações no tempo, dos 4 primeiros modos (𝑛 = 1; 2; 3; 4), da
forma modal da corda, com extremidades livres, para 4 instante de tempo.
19
% ANIMAÇÃO DOS MODOS NO TEMPO : LIVRE-LIVRE
%Define x como variável
clear all;
x= 0: 0.05 : 1;
%Determina o valor de l(m), c(1/s),h(m)
l=1; c = 94.07; h = 0.01; An = 1e-3 ; i = 1;
%Plota as curvas respectivas do primeiro modo
for t = 0 : 0.02 : 0.06
n = 0 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w1(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 1 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w2(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 2 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w3(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 3 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w4(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
i = i + 1;
end
subplot(2,2,1)
plot(x,w1(1,:),x,w1(2,:),x,w1(3,:),x,w1(4,:),'lineWidth',1.0);
title('1º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,2)
plot(x,w2(1,:),x,w2(2,:),x,w2(3,:),x,w2(4,:),'lineWidth',1.0);
title('2º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,3)
plot(x,w3(1,:),x,w3(2,:),x,w3(3,:),x,w3(4,:),'lineWidth',1.0);
title('3º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,4)
plot(x,w4(1,:),x,w4(2,:),x,w4(3,:),x,w4(4,:),'lineWidth',1.);
title('4º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;

Figura 6.6 – Código e Figura no Matlab para a condição Livre-Livre

6.3.- Fixa – Fixa

Figura 6.7 – Fixa – Fixa


20
Sendo 𝑊𝑛 (𝑥) e 𝑇𝑛 (𝑡) as equações E8 e E9, respectivamente, com a substituição das condições de contorno
e da equação de frequência, realizadas na seção 4, para a corda com as extremidades fixas (Equação 4.3):
𝜔𝑛
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝑇𝑛 (𝑡) = 𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡) .
𝑐
A vibração transversal livre por superposição modal e:
∞ ∞
𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡) = ∑ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = ∑ 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡)).
𝑐
𝑛=1 𝑛=1
Considerando as condições iniciais de deslocamento e velocidade, temos:

𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤0 (𝑥) = ∑ 𝐶𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) . (𝐸10)
𝑐
𝑛=1

𝜔𝑛
𝑤̇ (𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤̇0 (𝑥) = ∑ 𝐷𝑛 𝜔𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) . (𝐸11)
𝑐
𝑛=1
Considerando a expansão da série de Fourier, temos que as constantes podem ser definidas como:
𝑙 𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 𝑛𝑐𝜋
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝜔𝑛 = , 𝑛 = 1,2,3 …
𝑙 𝑐 𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑙
0 0
Consideremos que a corda, com as extremidades fixas, esteja inicialmente em repouso, com uma deflexão
no seu ponto médio, como mostra a Figura 6.7, e em seguida seja solta, para que vibre livremente.

Figura 6.8 – Deflexão Inicial Fixa - Fixa


Tal deflexão, em função da distância no comprimento da corda, é representada por duas retas de equação
polinomial de grau 1:
𝑙
Para 0 ≤ 𝑥 ≤ , temos os pontos (0 , 0) ; (𝑙/2 , ℎ) : 𝑤0 (𝑥) = 𝛼𝑥 + 𝛽.
2
𝑙 2ℎ 2ℎ
0 = 𝛼. 0 + 𝛽 ⟹ 𝛽 = 0 ; ℎ = 𝛼 + 𝛽 ⟹ 𝛼 = ⟹ 𝑤0 (𝑥) = 𝑥.
2 𝑙 𝑙
𝑙
Para ≤ 𝑥 ≤ 𝑙, temos os pontos (𝑙/2 , ℎ) ; (𝑙 , 0): 𝑤0 (𝑥) = 𝛼𝑥 + 𝛽.
2
𝑙 −2ℎ −2ℎ
ℎ = 𝛼 + 𝛽 ; 0 = 𝛼𝑙 + 𝛽 ⟹ 𝛼 = ; 𝛽 = 2ℎ ⟹ 𝑤0 (𝑥) = 𝑥 + 2ℎ.
2 𝑙 𝑙
2ℎ𝑥 𝑙
𝑝𝑎𝑟𝑎 0 ≤ 𝑥 ≤
𝑙 2
Logo a deflexão inicial é: 𝑤0 (𝑥) = {2ℎ(𝑙−𝑥) 𝑙
𝑝𝑎𝑟𝑎 2 ≤ 𝑥 ≤ 𝑙
𝑙
Para encontrar o n-ésimo modo de vibração, calculemos as constantes 𝐶𝑛 e 𝐷𝑛 :
Da velocidade inicial temos:
𝑙
𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝑛𝜋
𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = ∫ 0. 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ⟹ 𝐷𝑛 = 0.
𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑛𝑐𝜋 0 𝑙
0
Do deslocamento inicial temos:
21
2 𝑙/2 2ℎ 𝑛𝜋 𝑙
2ℎ 𝑛𝜋
𝐶𝑛 = [∫ 𝑥 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 + ∫ (𝑙 − 𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥]
𝑙 0 𝑙 𝑙 𝑙/2 𝑙 𝑙
2 𝑙/2 2 𝑙
4ℎ 𝑙 𝑛𝜋 𝑛𝜋 𝑛𝜋 𝑙 𝑛𝜋
𝐶𝑛 = 2 [ 2 2 [𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) − 𝑥𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)] − [𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)]
𝑙 𝑛 𝜋 𝑙 𝑙 𝑙 0 𝑛𝜋 𝑙 𝑙/2
2 𝑙
𝑙 𝑛𝜋 𝑛𝜋 𝑛𝜋
− 2 2 [𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) − 𝑥𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)] ]
𝑛 𝜋 𝑙 𝑙 𝑙 𝑙/2
8ℎ 𝑛𝜋
⟹ 𝐶𝑛 = 2 2 𝑆𝑒𝑛 ( ).
𝑛 𝜋 2
O n-ésimo modo de vibração no tempo, então será:
𝜔𝑛 𝑛𝜋 𝑛𝑐𝜋
𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡)) ⟹ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos ( 𝑡)) .
𝑐 𝑙 𝑙
Substituindo os valores de: 𝑙 = 1𝑚 , 𝑐 = √8849,56 = 94,07/𝑠 , ℎ = 0,01𝑚.
Primeiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔1 ≠ 0 ; 𝑛 = 1.
𝜋 𝑐𝜋 8ℎ 𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐵1 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶1 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶1 = 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = 2 .
𝑙 𝑙 𝜋 2 𝜋
𝜋 8 × 0,01 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐵1 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ( Cos ( 𝑡)) .
1 𝜋2 1
Segundo Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔2 ≠ 0 ; 𝑛 = 2.
2𝜋 2𝑐𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐵2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶2 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶2 = 2 2 𝑆𝑒𝑛(𝜋) = 0 .
𝑙 𝑙 2 𝜋
2𝜋 2 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐵2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (0 × Cos ( 𝑡)) = 0 .
1 1
Terceiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔3 ≠ 0 ; 𝑛 = 3.
3𝜋 3𝑐𝜋 8ℎ 3𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 𝐵3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶3 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶3 = 2 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = − 2 2 .
𝑙 𝑙 3 𝜋 2 3 𝜋
3𝜋 8 × 0,01 3 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 𝐵3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (− 2 2 Cos ( 𝑡)) .
1 3 𝜋 1
Quarto Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔4 ≠ 0 ; 𝑛 = 4.
4𝜋 4𝑐𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐵4 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶4 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶4 = 2 2 𝑆𝑒𝑛(2𝜋) = 0 .
𝑙 𝑙 4 𝜋
4𝜋 4 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐵4 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (0 × Cos ( 𝑡)) = 0 .
1 1
Utilizando o Matlab foram plotadas as variações no tempo dos 4 primeiros modos (𝑛 = 1; 2; 3; 4), da forma
modal da corda, com extremidades fixas, para 4 instantes de tempo.
% ANIMAÇÃO DOS MODOS NO TEMPO : FIXA-FIXA
%Define x como variável
clear all;
x= 0: 0.05 : 1;
%Determina o valor de l(m), c(1/s),h(m)
l=1; c = 94.07; h = 0.01; Bn = 1e-3 ; i = 1;
%Plota as curvas respectivas do primeiro modo
for t = 0 : 0.02 : 0.06
n = 1 ; Cn = (8*h/(n^2*pi^2))*sin(n*pi/2);
w1(i,:) = Bn*sin(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 2 ; Cn = (8*h/(n^2*pi^2))*sin(n*pi/2);
w2(i,:) = Bn*sin(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 3 ; Cn = (8*h/(n^2*pi^2))*sin(n*pi/2);
w3(i,:) = Bn*sin(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 4 ; Cn = (8*h/(n^2*pi^2))*sin(n*pi/2);
w4(i,:) = Bn*sin(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
i = i + 1;
end
subplot(2,2,1)
plot(x,w1(1,:),x,w1(2,:),x,w1(3,:),x,w1(4,:),'lineWidth',1.0);
title('1º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,2)
plot(x,w2(1,:),x,w2(2,:),x,w2(3,:),x,w2(4,:),'lineWidth',1.0);
title('2º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');

22
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,3)
plot(x,w3(1,:),x,w3(2,:),x,w3(3,:),x,w3(4,:),'lineWidth',1.0);
title('3º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,4)
plot(x,w4(1,:),x,w4(2,:),x,w4(3,:),x,w4(4,:),'lineWidth',1.);
title('4º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;

Figura 6.9 - Código e Figura no Matlab para a condição Fixa-Fixa

6.4. Fixa – Livre

Figura 6.10 – Fixa – Livre


Sendo 𝑊𝑛 (𝑥) e 𝑇𝑛 (𝑡) as equações E8 e E9, respectivamente, com a substituição das condições de contorno
e da equação de frequência, realizadas na seção 4, para a corda com as extremidades fixa na esquerda e
livre na direita (Equação 4.4):
𝜔𝑛
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝑇𝑛 (𝑡) = 𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡) .
𝑐
A vibração transversal livre por superposição modal e:
∞ ∞
𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡) = ∑ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = ∑ 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡)).
𝑐
𝑛=1 𝑛=1
Considerando as condições iniciais de deslocamento e velocidade, temos:

𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤0 (𝑥) = ∑ 𝐶𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) . (𝐸10)
𝑐
𝑛=1

𝜔𝑛
𝑤̇ (𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤̇0 (𝑥) = ∑ 𝐷𝑛 𝜔𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) . (𝐸11)
𝑐
𝑛=1

23
Considerando a expansão da série de Fourier, temos que as constantes podem ser definidas como:
𝑙 𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 (2𝑛 − 1)𝑐𝜋
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝜔𝑛 = , 𝑛 = 1,2,3 …
𝑙 𝑐 𝜔𝑛 𝑙 𝑐 2𝑙
0 0
Consideremos que a corda, com as extremidades fixa na esquerda e livre na direita, esteja inicialmente
em repouso, com uma deflexão na extremidade da direita, como mostra a Figura 6.10, e em seguida seja
solta, para que vibre livremente.

Figura 6.11 – Deflexão Inicial Fixa - Livre


Tal deflexão, em função da distância no comprimento da corda, é representada por uma reta de equação
polinomial de grau 1:
𝑤0 (𝑥) = 𝛼𝑥 + 𝛽 .
Para 0 ≤ 𝑥 ≤ 𝑙, temos os pontos (0 , 0) ; (𝑙 , ℎ) :

0 = 𝛼. 0 + 𝛽 ⟹ 𝛽 = 0 ; ℎ = 𝛼𝑙 + 𝛽 ⟹ 𝛼 =
𝑙

Logo a equação da deflexão inicial é: 𝑤0 (𝑥) = 𝑙 𝑥 .
Consideremos também, que a velocidade transversal inicial é nula: 𝑤̇0 (𝑥) = 0 .
Para encontrar o n-ésimo modo de vibração, calculemos as constantes 𝐶𝑛 e 𝐷𝑛 :
Da velocidade inicial temos:
𝑙
𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝑛𝜋
𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = ∫ 0. 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ⟹ 𝐷𝑛 = 0.
𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑛𝑐𝜋 0 𝑙
0
Do deslocamento inicial temos:
𝑙
2 𝜔𝑛 2ℎ 𝑙 𝜔𝑛
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = 2 ∫ 𝑥 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥.
𝑙 𝑐 𝑙 0 𝑐
0
𝑙
2ℎ 𝑐 2 𝜔𝑛 𝑐 𝜔𝑛
⟹ 𝐶𝑛 = 2 [ 2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) − 𝑥 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)] .
𝑙 𝜔𝑛 𝑐 𝜔𝑛 𝑐 0
𝑙
2ℎ 𝑐 2 (2𝑛 − 1)𝜋 𝑐 (2𝑛 − 1)𝜋
⟹ 𝐶𝑛 = 2 [ 2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) − 𝑥 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)]
𝑙 𝜔𝑛 2𝑙 𝜔𝑛 2𝑙 0
2ℎ 𝑐 2 (2𝑛 − 1)𝜋 𝑐 (2𝑛 − 1)𝜋 𝑐2 𝑐
⟹ 𝐶𝑛 = 2 { 2 𝑆𝑒𝑛 ( )− 𝑙 𝐶𝑜𝑠 ( ) − ( 2 𝑆𝑒𝑛(0) − 0 𝐶𝑜𝑠(0))}.
𝑙 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 𝜔𝑛
2ℎ 𝑐 2 (2𝑛 − 1)𝜋 8ℎ (2𝑛 − 1)𝜋
⟹ 𝐶𝑛 = 2 { 2 𝑆𝑒𝑛 ( )} = 2 2
𝑆𝑒𝑛 ( ).
𝑙 𝜔𝑛 2 (2𝑛 − 1) 𝜋 2
O n-ésimo modo de vibração no tempo, então será:
𝜔𝑛 (2𝑛 − 1)𝜋 (2𝑛 − 1)𝑐𝜋
𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡)) ⟹ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos ( 𝑡)).
𝑐 2𝑙 2𝑙
Substituindo os valores de: 𝑙 = 1𝑚 , 𝑐 = √8849,56 = 94,07/𝑠 , ℎ = 0,01𝑚.
Primeiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔1 ≠ 0 ; 𝑛 = 1.
𝜋 𝑐𝜋 8ℎ 𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐵1 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶1 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶1 = 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = 2 .
2𝑙 2𝑙 𝜋 2 𝜋

24
𝜋 8 × 0,01 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐵1 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ( 2
Cos ( 𝑡)) .
2 𝜋 2
Segundo Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔2 ≠ 0 ; 𝑛 = 2.
3𝜋 3𝑐𝜋 8ℎ 3𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐵2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶2 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶2 = 2 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = − 2 2 .
2𝑙 2𝑙 3 𝜋 2 3 𝜋
3𝜋 −8 × 0,01 3 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐵2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ( Cos ( 𝑡)) .
2 32 𝜋 2 2
Terceiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔3 ≠ 0 ; 𝑛 = 3.
5𝜋 5𝑐𝜋 8ℎ 5𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 𝐵3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶3 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶3 = 2 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = 2 2 .
2𝑙 2𝑙 5 𝜋 2 5 𝜋
5𝜋 8 × 0,01 5 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 𝐵3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ( 2 2 Cos ( 𝑡)) .
2 5 𝜋 2
Quarto Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔4 ≠ 0 ; 𝑛 = 2.
7𝜋 7𝑐𝜋 8ℎ 7𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐵4 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶4 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶4 = 2 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = − 2 2 .
2𝑙 2𝑙 7 𝜋 2 7 𝜋
7𝜋 −8 × 0,01 7 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐵4 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ( Cos ( 𝑡)) .
2 72 𝜋 2 2
Utilizando o Matlab foram plotadas as variações no tempo dos 4 primeiros modos (𝑛 = 1; 2; 3; 4), da forma
modal da corda, com extremidades fixa na esquerda e livre na direita, para 4 instantes de tempo.
% ANIMAÇÃO DOS MODOS NO TEMPO : FIXA-LIVRE
%Define x como variável
clear all;
x= 0: 0.05 : 1;
%Determina o valor de l(m), c(1/s),h(m)
l=1; c = 94.07; h = 0.01; Bn = 1e-3 ; i = 1;
%Plota as curvas respectivas do primeiro modo
for t = 0 : 0.01 : 0.03
n = 1 ; Cn = (8*h/((2*n-1)^2*pi^2))*sin((2*n-1)*pi/2);
w1(i,:) = Bn*sin((2*n-1)*pi*x/(2*l))*(Cn*cos((2*n-1)*c*pi*t/(2*l)));
n = 2 ; Cn = (8*h/((2*n-1)^2*pi^2))*sin((2*n-1)*pi/2);
w2(i,:) = Bn*sin((2*n-1)*pi*x/(2*l))*(Cn*cos((2*n-1)*c*pi*t/(2*l)));
n = 3 ; Cn = (8*h/((2*n-1)^2*pi^2))*sin((2*n-1)*pi/2);
w3(i,:) = Bn*sin((2*n-1)*pi*x/(2*l))*(Cn*cos((2*n-1)*c*pi*t/(2*l)));
n = 4 ; Cn = (8*h/((2*n-1)^2*pi^2))*sin((2*n-1)*pi/2);
w4(i,:) = Bn*sin((2*n-1)*pi*x/(2*l))*(Cn*cos((2*n-1)*c*pi*t/(2*l)));
i = i + 1;
end
subplot(2,2,1)
plot(x,w1(1,:),x,w1(2,:),x,w1(3,:),x,w1(4,:),'lineWidth',1.0);
title('1º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.01s','0.03s','0.04s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,2)
plot(x,w2(1,:),x,w2(2,:),x,w2(3,:),x,w2(4,:),'lineWidth',1.0);
title('2º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.01s','0.03s','0.04s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,3)
plot(x,w3(1,:),x,w3(2,:),x,w3(3,:),x,w3(4,:),'lineWidth',1.0);
title('3º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.01s','0.03s','0.04s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,4)
plot(x,w4(1,:),x,w4(2,:),x,w4(3,:),x,w4(4,:),'lineWidth',1.);
title('4º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.01s','0.03s','0.04s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;

25
Figura 6.12 - Código e Figura no Matlab para a condição Fixa-Livre

6.5 Fixa – Pinada

Figura 6.13 – Fixa Pinada


Sendo 𝑊𝑛 (𝑥) e 𝑇𝑛 (𝑡) as equações E8 e E9, respectivamente, com a substituição das condições de contorno
e da equação de frequência, realizadas na seção 4, para a corda com as extremidades fixa na esquerda e
pinada na direita (Equação 4.5):
𝜔𝑛
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ; 𝑇𝑛 (𝑡) = 𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡) .
𝑐
A vibração transversal livre por superposição modal e:
∞ ∞
𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡) = ∑ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = ∑ 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡)).
𝑐
𝑛=1 𝑛=1
Considerando as condições iniciais de deslocamento e velocidade, temos:

𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤0 (𝑥) = ∑ 𝐶𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) . (𝐸10)
𝑐
𝑛=1

𝜔𝑛
𝑤̇ (𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤̇0 (𝑥) = ∑ 𝐷𝑛 𝜔𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) . (𝐸11)
𝑐
𝑛=1
Considerando a expansão da série de Fourier, temos que as constantes podem ser definidas como:
𝑙 𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 (2𝑛 − 1)𝑐𝜋
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝜔𝑛 = , 𝑛 = 1,2,3 …
𝑙 𝑐 𝜔𝑛 𝑙 𝑐 2𝑙
0 0
Consideremos que a corda, com as extremidades fixa na esquerda e pinada na direita, esteja inicialmente
em repouso, com uma deflexão na extremidade da direita, como mostra a Figura 6.13, e em seguida seja
solta, para que vibre livremente.

26
Figura 6.14 - Deflexão Inicial Fixa - Pinada
Tal deflexão, em função da distância no comprimento da corda, é representada por uma reta de equação
polinomial de grau 1:
𝑤0 (𝑥) = 𝛼𝑥 + 𝛽 .
Para 0 ≤ 𝑥 ≤ 𝑙, temos os pontos (0 , 0) ; (𝑙 , ℎ) :

0 = 𝛼. 0 + 𝛽 ⟹ 𝛽 = 0 ; ℎ = 𝛼𝑙 + 𝛽 ⟹ 𝛼 =
𝑙

Logo a equação da deflexão inicial é: 𝑤0 (𝑥) = 𝑙 𝑥 .
Consideremos também, que a velocidade transversal inicial é nula: 𝑤̇0 (𝑥) = 0 .
Para encontrar o n-ésimo modo de vibração, calculemos as constantes 𝐶𝑛 e 𝐷𝑛 :
Da velocidade inicial temos:
𝑙
𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝑛𝜋
𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = ∫ 0. 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ⟹ 𝐷𝑛 = 0.
𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑛𝑐𝜋 0 𝑙
0
Do deslocamento inicial temos:
𝑙
2 𝜔𝑛 2ℎ 𝑙 𝜔𝑛
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = 2 ∫ 𝑥 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑑𝑥.
𝑙 𝑐 𝑙 0 𝑐
0
𝑙
2ℎ 𝑐 2 𝜔𝑛 𝑐 𝜔𝑛
⟹ 𝐶𝑛 = 2 [ 2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) − 𝑥 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)] .
𝑙 𝜔𝑛 𝑐 𝜔𝑛 𝑐 0
𝑙
2ℎ 𝑐 2 (2𝑛 − 1)𝜋 𝑐 (2𝑛 − 1)𝜋
⟹ 𝐶𝑛 = 2 [ 2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) − 𝑥 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥)]
𝑙 𝜔𝑛 2𝑙 𝜔𝑛 2𝑙 0
2ℎ 𝑐 2 (2𝑛 − 1)𝜋 𝑐 (2𝑛 − 1)𝜋 𝑐2 𝑐
⟹ 𝐶𝑛 = 2
{ 2
𝑆𝑒𝑛 ( ) − 𝑙 𝐶𝑜𝑠 ( ) − ( 2
𝑆𝑒𝑛(0) − 0 𝐶𝑜𝑠(0))}.
𝑙 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 𝜔𝑛
2ℎ 𝑐 2 (2𝑛 − 1)𝜋 8ℎ (2𝑛 − 1)𝜋
⟹ 𝐶𝑛 = 2 { 2 𝑆𝑒𝑛 ( )} = 2 2
𝑆𝑒𝑛 ( ).
𝑙 𝜔𝑛 2 (2𝑛 − 1) 𝜋 2
O n-ésimo modo de vibração no tempo, então será:
𝜔𝑛 (2𝑛 − 1)𝜋 (2𝑛 − 1)𝑐𝜋
𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡)) ⟹ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐵𝑛 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos ( 𝑡)).
𝑐 2𝑙 2𝑙
Substituindo os valores de: 𝑙 = 1𝑚 , 𝑐 = √8849,56 = 94,07/𝑠 , ℎ = 0,01𝑚.
Primeiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔1 ≠ 0 ; 𝑛 = 1.
𝜋 𝑐𝜋 8ℎ 𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐵1 𝑆𝑒𝑛 (
𝑥) (𝐶1 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶1 = 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = 2 .
2𝑙 2𝑙 𝜋 2 𝜋
𝜋 8 × 0,01 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐵1 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ( Cos ( 𝑡)) .
2 𝜋2 2
Segundo Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔2 ≠ 0 ; 𝑛 = 2.
3𝜋 3𝑐𝜋 8ℎ 3𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐵2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶2 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶2 = 2 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = − 2 2 .
2𝑙 2𝑙 3 𝜋 2 3 𝜋

27
3𝜋 −8 × 0,01 3 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐵2 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ( 2 2
Cos ( 𝑡)) .
2 3 𝜋 2
Terceiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔3 ≠ 0 ; 𝑛 = 3.
5𝜋 5𝑐𝜋 8ℎ 5𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 𝐵3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶3 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶3 = 2 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = 2 2 .
2𝑙 2𝑙 5 𝜋 2 5 𝜋
5𝜋 8 × 0,01 5 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 𝐵3 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ( 2 2 Cos ( 𝑡)) .
2 5 𝜋 2
Quarto Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔4 ≠ 0 ; 𝑛 = 2.
7𝜋 7𝑐𝜋 8ℎ 7𝜋 8ℎ
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐵4 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) (𝐶4 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶4 = 2 2 𝑆𝑒𝑛 ( ) = − 2 2 .
2𝑙 2𝑙 7 𝜋 2 7 𝜋
7𝜋 −8 × 0,01 7 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐵4 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥) ( Cos ( 𝑡)) .
2 72 𝜋 2 2
Utilizando o Matlab foram plotadas as variações no tempo dos 4 primeiros modos (𝑛 = 1; 2; 3; 4), da forma
modal da corda, com extremidades fixa na esquerda e pinada na direita, para 4 instantes de tempo.
% ANIMAÇÃO DOS MODOS NO TEMPO : FIXA-PINADA
%Define x como variável
clear all;
x= 0: 0.05 : 1;
%Determina o valor de l(m), c(1/s),h(m)
l=1; c = 94.07; h = 0.01; Bn = 1e-3 ; i = 1;
%Plota as curvas respectivas do primeiro modo
for t = 0 : 0.01 : 0.03
n = 1 ; Cn = (8*h/((2*n-1)^2*pi^2))*sin((2*n-1)*pi/2);
w1(i,:) = Bn*sin((2*n-1)*pi*x/(2*l))*(Cn*cos((2*n-1)*c*pi*t/(2*l)));
n = 2 ; Cn = (8*h/((2*n-1)^2*pi^2))*sin((2*n-1)*pi/2);
w2(i,:) = Bn*sin((2*n-1)*pi*x/(2*l))*(Cn*cos((2*n-1)*c*pi*t/(2*l)));
n = 3 ; Cn = (8*h/((2*n-1)^2*pi^2))*sin((2*n-1)*pi/2);
w3(i,:) = Bn*sin((2*n-1)*pi*x/(2*l))*(Cn*cos((2*n-1)*c*pi*t/(2*l)));
n = 4 ; Cn = (8*h/((2*n-1)^2*pi^2))*sin((2*n-1)*pi/2);
w4(i,:) = Bn*sin((2*n-1)*pi*x/(2*l))*(Cn*cos((2*n-1)*c*pi*t/(2*l)));
i = i + 1;
end
subplot(2,2,1)
plot(x,w1(1,:),x,w1(2,:),x,w1(3,:),x,w1(4,:),'lineWidth',1.0);
title('1º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.01s','0.03s','0.04s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,2)
plot(x,w2(1,:),x,w2(2,:),x,w2(3,:),x,w2(4,:),'lineWidth',1.0);
title('2º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.01s','0.03s','0.04s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,3)
plot(x,w3(1,:),x,w3(2,:),x,w3(3,:),x,w3(4,:),'lineWidth',1.0);
title('3º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.01s','0.03s','0.04s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,4)
plot(x,w4(1,:),x,w4(2,:),x,w4(3,:),x,w4(4,:),'lineWidth',1.);
title('4º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.01s','0.03s','0.04s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;

28
Figura 6.15 – Código e Figura no Matlab para a condição Fixa-Pinada

6.6.- Pinada – Livre

Figura 6.16 – Pinada – Livre


Sendo 𝑊𝑛 (𝑥) e 𝑇𝑛 (𝑡) as equações E8 e E9, respectivamente, com a substituição das condições de contorno
e da equação de frequência, realizadas na seção 4, para a corda com as extremidades pinada na esquerda
e livre na direita (Equação 4.6):
𝜔𝑛
𝑊𝑛 (𝑥) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ; 𝑇𝑛 (𝑡) = 𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡) .
𝑐
A vibração transversal livre por superposição modal e:
∞ ∞
𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡) = ∑ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = ∑ 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡) + 𝐷𝑛 𝑆𝑒𝑛(𝜔𝑛 𝑡)).
𝑐
𝑛=1 𝑛=1
Considerando as condições iniciais de deslocamento e velocidade, temos:

𝜔𝑛
𝑤(𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤0 (𝑥) = ∑ 𝐶𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) . (𝐸10)
𝑐
𝑛=1

𝜔𝑛
𝑤̇ (𝑥, 𝑡 = 0) = 𝑤̇0 (𝑥) = ∑ 𝐷𝑛 𝜔𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) . (𝐸11)
𝑐
𝑛=1
Considerando a expansão da série de Fourier, temos que as constantes podem ser definidas como:
𝑙 𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝜔𝑛 𝑛𝑐𝜋
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ; 𝜔𝑛 = , 𝑛 = 0,1,2,3 …
𝑙 𝑐 𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑙
0 0
Consideremos que a corda, com as extremidades pinada na esquerda e livre na direita, esteja inicialmente
em repouso, com uma deflexão na extremidade da direita, como mostra a Figura 6.16, e em seguida seja
solta, para que vibre livremente.

29
Figura 6.17 – Deflexão Inicial Pinada-Livre
Tal deflexão, em função da distância no comprimento da corda, é representada por uma reta de equação
polinomial de grau 1:
𝑤0 (𝑥) = 𝛼𝑥 + 𝛽 .
Para 0 ≤ 𝑥 ≤ 𝑙, temos os pontos (0 , 0) ; (𝑙 , ℎ) :

0 = 𝛼. 0 + 𝛽 ⟹ 𝛽 = 0 ; ℎ = 𝛼𝑙 + 𝛽 ⟹ 𝛼 =
𝑙

Logo a equação da deflexão inicial é: 𝑤0 (𝑥) = 𝑙 𝑥 .
Consideremos também, que a velocidade transversal inicial é nula: 𝑤̇0 (𝑥) = 0 .
Para encontrar o n-ésimo modo de vibração, calculemos as constantes 𝐶𝑛 e 𝐷𝑛 :
Da velocidade inicial temos:
𝑙
𝑙
2 𝜔𝑛 2 𝑛𝜋
𝐷𝑛 = ∫ 𝑤̇0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = ∫ 0. 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 ⟹ 𝐷𝑛 = 0.
𝜔𝑛 𝑙 𝑐 𝑛𝑐𝜋 0 𝑙
0
Do deslocamento inicial temos:
𝑙
2 𝜔𝑛 2ℎ 𝑙 𝑛𝜋
𝐶𝑛 = ∫ 𝑤0 (𝑥) 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥 = 2 ∫ 𝑥 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) 𝑑𝑥.
𝑙 𝑐 𝑙 0 𝑙
0
2 𝑙
2ℎ 𝑙 𝑛𝜋 𝑙 𝑛𝜋 2ℎ
⟹ 𝐶𝑛 = 2 [ 2 2 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) + 𝑥 𝑆𝑒𝑛 ( 𝑥)] ⟹ 𝐶𝑛 = 2 2 [𝐶𝑜𝑠(𝑛𝜋) − 1] .
𝑙 𝑛 𝜋 𝑙 𝑛𝜋 𝑙 0
𝑛 𝜋
O n-ésimo modo de vibração no tempo, então será:
𝜔𝑛 𝑛𝜋 𝑛𝑐𝜋
𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos(𝜔𝑛 𝑡)) ⟹ 𝑤𝑛 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶𝑛 Cos ( 𝑡)) .
𝑐 𝑙 𝑙
Substituindo os valores de: 𝑙 = 1𝑚 , 𝑐 = √8849,56 = 94,07/𝑠 , ℎ = 0,01𝑚.
Primeiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔1 = 0 ; 𝑛 = 0.
0
𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑜𝑠(0)(𝐶𝑛 Cos(0)) ⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑛 𝐶𝑛 ; 𝐶𝑛 = = ∞ ⟹ 𝑤1 (𝑥, 𝑡) = ∞ .
0
Segundo Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔2 ≠ 0 ; 𝑛 = 1.
𝜋 𝑐𝜋 2ℎ
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐴1 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶1 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶1 = 2 [𝐶𝑜𝑠(𝜋) − 1] = −4ℎ/𝜋 2 .
𝑙 𝑙 𝜋
𝜋 −4 × 0,01 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤2 (𝑥, 𝑡) = 𝐴1 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ( 2
Cos ( 𝑡)) .
1 𝜋 1
Terceiro Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔3 ≠ 0 ; 𝑛 = 2.
2𝜋 2𝑐𝜋 2ℎ
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 𝐴2 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶2 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶2 = 2 [𝐶𝑜𝑠(2𝜋) − 1] = 0 .
𝑙 𝑙 2 × 𝜋2
⟹ 𝑤3 (𝑥, 𝑡) = 0.
Quarto Modo: 𝜔𝑛 = 𝜔4 ≠ 0 ; 𝑛 = 3.
3𝜋 3𝑐𝜋 2ℎ
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐴3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) (𝐶3 Cos ( 𝑡)) ; 𝐶3 = 2 [𝐶𝑜𝑠(3𝜋) − 1] = −4ℎ/9𝜋 2 .
𝑙 𝑙 3 × 𝜋2

30
3𝜋 −4 × 0,01 3 × 94,07 × 𝜋
⟹ 𝑤4 (𝑥, 𝑡) = 𝐴3 𝐶𝑜𝑠 ( 𝑥) ( 2
Cos ( 𝑡)) .
1 9𝜋 1
Utilizando o Matlab foram plotadas as variações no tempo dos 4 primeiros modos (𝑛 = 1; 2; 3; 4), da forma
modal da corda, com extremidades pinada na esquerda e livre na direita, para 4 instantes de tempo.
% ANIMAÇÃO DOS MODOS NO TEMPO : PINADA-LIVRE
%Define x como variável
clear all;
x= 0: 0.05 : 1;
%Determina o valor de l(m), c(1/s),h(m)
l=1; c = 94.07; h = 0.01; An = 1e-3 ; i = 1;
%Plota as curvas respectivas do primeiro modo
for t = 0 : 0.02 : 0.06
n = 0 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w1(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 1 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w2(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 2 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w3(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
n = 3 ; Cn = (2*h/(n^2*pi^2))*(cos(n*pi)-1);
w4(i,:) = An*cos(n*pi*x/l)*(Cn*cos(n*c*pi*t/l));
i = i + 1;
end
subplot(2,2,1)
plot(x,w1(1,:),x,w1(2,:),x,w1(3,:),x,w1(4,:),'lineWidth',1.0);
title('1º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,2)
plot(x,w2(1,:),x,w2(2,:),x,w2(3,:),x,w2(4,:),'lineWidth',1.0);
title('2º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,3)
plot(x,w3(1,:),x,w3(2,:),x,w3(3,:),x,w3(4,:),'lineWidth',1.0);
title('3º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;
subplot(2,2,4)
plot(x,w4(1,:),x,w4(2,:),x,w4(3,:),x,w4(4,:),'lineWidth',1.);
title('4º Modo no Tempo'); legend('0.00s','0.02s','0.04s','0.06s');
xlabel('x(metros)');ylabel('wn(metros)');grid;

Figura 6.18 – Código e Figura no Matlab para a condição Pinada-Livre

31
7. REFERÊNCIAS

[1] DAVIS, Julian L. Wave Propragation in Solids and Fluids. Nova York: Springer-verlag, 1988.

[2]IME, USP. Elementos de um Sistema


Mecânico.<https://www.ime.usp.br/~oda/contents/01Matem%E1tica/01Sistemas%20Din%E2micos/04_Elem
_Sist_Mec.pdf> Acesso em: 15 de Junho de 2018

[3] MACÊDO. NYLON 6.0. < http://www.macedoplasticos.com.br/nylon.html > Acesso em: 15 de junho de
2018

[3] RAO, Singiresu. Vibrações Mecânicas – 4ª edição. Editora Pearson Prentice Hall. São Paulo, 2009.

[4] ROQUE, Antônio. Física II – Ondas, Fluidos e Termodinâmica: A Equação de Onda em Uma
Dimensão. Disponível em: <http://sisne.org/Disciplinas/Grad/Fisica2FisMed/aula16.pdf>. Acesso em: 14 jul.
2018.

[5] SAIKI, Marcelo Eiji. EQUAÇÃO DA ONDA UNIDIMENSIONAL: UM ESTUDO ANALÍTICO E


NUMÉRICO. Disponível em:
<https://repositorio.ucb.br/jspui/bitstream/10869/1637/5/Marcelo%20Eiji%20Saiki.pdf>. Acesso em: 14 jul.
2018.

32